Guia Completo sobre Samba e Configuração
Guia Completo sobre Samba e Configuração
18 de abril de 2007
Sumário
II Informações Básicas 4
III SAMBA 9
1 O que é o SAMBA? 10
2 Plano de ensino 11
2.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
2.2 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
2.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
2.4 Descrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
2.5 Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
2.6 Cronograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
2.7 Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
2.8 Avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
2.9 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
3 Introdução ao Samba 14
3.1 Lição 1 - Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
3.1.1 O SAMBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
3.1.2 História . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
3.1.3 Por que usar o Samba? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
3.1.4 Características . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
3.1.5 Requerimentos de Hardware . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
3.1.6 Outros utilitários importantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
4 Instalação 18
4.1 Lição 2 - Instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
4.1.1 Obtendo e Instalando o Samba . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
4.1.2 Configurando o APT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
4.1.3 Instalando o Samba no Debian . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
4.1.4 Iniciando o Servidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
7 Compartilhamentos 35
7.1 Lição 5 - Compartilhamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
7.1.1 Compartilhamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
7.1.2 Criando Compartilhamentos de diretórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
7.1.3 Compartilhamento de Impressora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
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Parte I
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Conteúdo
O conteúdo dessa apostila é fruto da compilação de diversos materiais livres publicados na in-
ternet, disponíveis em diversos sites ou originalmente produzido no CDTC em [Link]
O formato original deste material bem como sua atualização está disponível dentro da licença
GNU Free Documentation License, cujo teor integral encontra-se aqui reproduzido na seção de
mesmo nome, tendo inclusive uma versão traduzida (não oficial).
A revisão e alteração vem sendo realizada pelo CDTC (suporte@[Link]) desde outubro
de 2006. Críticas e sugestões construtivas são bem-vindas a qualquer tempo.
Autores
A autoria deste é de responsabilidade de Shou Matsumoto (matsumoto@[Link]).
O texto original faz parte do projeto Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento, que
vem sendo realizado pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) em conjunto com
outros parceiros institucionais, atuando em conjunto com as universidades federais brasileiras
que tem produzido e utilizado Software Livre, apoiando inclusive a comunidade Free Software
junto a outras entidades no país.
Garantias
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lidade do usuário/leitor. Os autores, bem como o ITI e seus parceiros, não se responsabilizam
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Licença
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Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms
of the GNU Free Documentation License, Version 1.1 or any later version published by
the Free Software Foundation; with the Invariant Chapter being SOBRE ESSA APOS-
TILA. A copy of the license is included in the section entitled GNU Free Documentation
License.
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Parte II
Informações Básicas
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Sobre o CDTC
Objetivo Geral
Objetivo Específico
Guia do aluno
Neste guia, você terá reunidas uma série de informações importantes para que você comece
seu curso. São elas:
• Primeiros passos
É muito importante que você entre em contato com TODAS estas informações, seguindo o
roteiro acima.
Licença
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É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos
da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior
públicada pela Free Software Foundation; com o Capitulo Invariante SOBRE ESSA
APOSTILA. Uma cópia da licença está inclusa na seção entitulada "Licença de Docu-
mentação Livre GNU".
• 5. Organização pessoal: planejar e organizar tudo é fundamental para facilitar a sua revisão
e a sua recuperação de materiais.
• 6. Vontade para realizar as atividades no tempo correto: anotar todas as suas obrigações e
realizá-las em tempo real.
• 10. Responsabilidade: ser responsável por seu próprio aprendizado. O ambiente virtual não
controla a sua dedicação, mas reflete os resultados do seu esforço e da sua colaboração.
A primeira é o uso dos fóruns de notícias e de dúvidas gerais que se distinguem pelo uso:
. O fórum de notícias tem por objetivo disponibilizar um meio de acesso rápido a informações
que sejam pertinentes ao curso (avisos, notícias). As mensagens postadas nele são enviadas a
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todos participantes. Assim, se o monitor ou algum outro participante tiver uma informação que
interesse ao grupo, favor postá-la aqui.
Porém, se o que você deseja é resolver alguma dúvida ou discutir algum tópico específico do
curso. É recomendado que você faça uso do Forum de dúvidas gerais que lhe dá recursos mais
efetivos para esta prática.
. O fórum de dúvidas gerais tem por objetivo disponibilizar um meio fácil, rápido e interativo
para solucionar suas dúvidas e trocar experiências. As mensagens postadas nele são enviadas
a todos participantes do curso. Assim, fica muito mais fácil obter respostas, já que todos podem
ajudar.
Se você receber uma mensagem com algum tópico que saiba responder, não se preocupe com a
formalização ou a gramática. Responda! E não se esqueça de que antes de abrir um novo tópico
é recomendável ver se a sua pergunta já foi feita por outro participante.
. Uma wiki é uma página web que pode ser editada colaborativamente, ou seja, qualquer par-
ticipante pode inserir, editar, apagar textos. As versões antigas vão sendo arquivadas e podem
ser recuperadas a qualquer momento que um dos participantes o desejar. Assim, ela oferece um
ótimo suporte a processos de aprendizagem colaborativa. A maior wiki na web é o site "Wikipé-
dia", uma experiência grandiosa de construção de uma enciclopédia de forma colaborativa, por
pessoas de todas as partes do mundo. Acesse-a em português pelos links:
Primeiros Passos
Para uma melhor aprendizagem é recomendável que você siga os seguintes passos:
• Ler a Ambientação do Moodle para aprender a navegar neste ambiente e se utilizar das
ferramentas básicas do mesmo;
Perfil do Tutor
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A classificação por um tutor desta natureza proporciona o melhor feedback possível, é crucial, e,
para a maior parte dos alunos, constitui o ponto central do processo de aprendizagem.’ Este tutor
ou instrutor:
• fornece explicações claras acerca do que ele espera, e do estilo de classificação que irá
utilizar;
• identifica as nossas falhas, mas corrige-as amavelmente’, diz um estudante, ’e explica por-
que motivo a classificação foi ou não foi atribuída’;
• tece comentários completos e construtivos, mas de forma agradável (em contraste com um
reparo de um estudante: ’os comentários deixam-nos com uma sensação de crítica, de
ameaça e de nervossismo’)
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Parte III
SAMBA
10
Capítulo 1
O que é o SAMBA?
O SAMBA é uma aplicação que utiliza o protocolo SMB (no Linux, os "server daemons"SMBD
e NMBD) permitindo compatibilidade com redes que utilizam este protocolo, principalmente redes
NetBios da Microsoft. Com o SAMBA é possível compartilhar diretórios, impressoras, acessar ar-
quivos na rede exatamente como em redes Microsoft. Mas neste caso, seu servidor é um Linux
rodando uma aplicação específica.
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Capítulo 2
Plano de ensino
2.1 Objetivo
Qualificar técnicos e programadores na utilização do software SAMBA.
2.3 Pré-requisitos
Os usuários deverão ser, necessariamente, funcionários públicos e ter conhecimentos básicos
para operar um computador e fundamentos de rede.
2.4 Descrição
O curso de SAMBA será realizado na modalidade EAD e utilizará a plataforma Moodle como
ferramenta de aprendizagem. Ele é composto de um módulo de aprendizado que será dado na
primeira semana com uma avalição ao final do curso. O material didático estará disponível on-line
de acordo com as datas pré-estabelecidas no calendário. A versão utilizada para o SAMBA será
a 3.0.14a.
2.5 Metodologia
O curso está dividido da seguinte maneira:
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2.6 Cronograma
Duração Descrição do Módulo
De Segunda-Feira a Domingo Lição 1 - Introdução
Lição 2 - Instalação
Lição 3 - Conceitos gerais de Configuração
Livro 4 - Arquivo de configuração do Samba
Livro 5 - Compartilhamentos
Livro 6 - Samba como PDC
Livro 7 - Ferramentas gráficas de administração
Avaliação final
Como mostrado na tabela acima, a cada semana será disponibilizado um conjunto de módu-
los. É recomendável que o participante siga as datas estabelecidas.
As lições, disponíveis em cada módulo, contêm o contéudo principal. Elas poderão ser aces-
sadas quantas vezes forem necessárias, desde que esteja dentro da semana programada. Ao
final de uma lição, você receberá uma nota de acordo com o seu desempenho. Caso sua nota
numa determinada lição seja menor do que 6.0, sugerimos que você faça novamente esta lição.
Ao final do curso serão disponibilizadas as avaliações referentes aos módulos estudados an-
teriormente. Somente as notas das avaliações serão consideradas para a nota final. Todos os
módulos ficarão visíveis para que possam ser consultados durante a avaliação final.
Para conhecer as demais atividades de cada módulo leia o tópico seguinte: "Ambientação do
Moodle".
Os instrutores estarão à sua disposição ao longo de todo curso. Qualquer dúvida deve ser
enviada ao fórum correspondente. Diariamente os monitores darão respostas e esclarecimentos.
2.7 Programa
O curso oferecerá o seguinte conteúdo:
• Semana 1
– Introdução
– Instalação
– Conceitos gerais de configuração
– Arquivo de configuração do Samba
– Compartilhamentos
– Samba com PDC
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2.8 Avaliação
Toda a avaliação será feita on-line.
Aspectos a serem considerados na avaliação:
Instrumentos de avaliação:
• AF = Avaliações
2.9 Bibliografia
• Site official: [Link]
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Capítulo 3
Introdução ao Samba
Nesta lição serão abordados conceitos inicias sobre o Samba, a sua história e algumas ca-
racterísticas desta ferramenta.
Na lógica da rede Windows, o NetBEUI é o protocolo, e o NETBIOS define a forma com que os
dados serão transportados. Não é correto dizer que o NetBIOS é o protocolo, como muitos fazem.
Com o SAMBA, é possível construir domínios completos, fazer controle de acesso a nível de
usuário, compartilhamento, montar um servidor WINS, servidor de domínio, impressão, etc. Na
maioria dos casos o controle de acesso e exibição de diretórios no Samba é mais minucioso e
personalizável que no próprio Windows.
3.1.2 História
Andrew Tridgell - Desenvolveu o Samba porque precisava montar um volume Unix em sua
máquina DOS. Inicialmente ele utilizava o NFS, mas o aplicativo precisava de suporte NetBIOS.
Andrew então utilizou um método muito avançado usado por administradores para detectar pro-
blemas: escreveu um sniffer de pacotes que atendesse aos requerimentos para ter uma única
função: analisar e auxiliá-lo a interpretar todo o tráfego NetBIOS da rede.
Ele escreveu o primeiro código que fez o servidor Unix aparecer como um servidor de arqui-
vos Windows para sua máquina DOS, que foi publicado em meados de 1992, quando também
começou a receber patches. Satisfeito com o funcionamento de seu trabalho, deixou-o de lado
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por quase 2 anos. Um dia, ele resolveu testar a máquina Windows de sua esposa com sua má-
quina Linux, e ficou maravilhado com o funcionamento do programa que criou e descobriu que o
protocolo era documentado e resolveu levar este trabalho a fundo, melhorando e implementando
novas funções.
Sua configuração pode receber ajustes finos pelo administrador nos soquetes TCP de trans-
missão, recepção, cache por compartilhamento, configurações físicas que afetam a performance
de rede. Seu código vem sendo melhorado constantemente por hackers, obtendo excelente per-
formance com hardwares mais obsoletos. O guia tem por objetivo abordar estes temas e permitir
que você configure seu sistema com uma performance batendo a mesma alcançada em um ser-
vidor NT dedicado.
Permite compatibilidade com estações Windows (de WfW a 2000) e servidores WinNT 4.0 e
2000. Entre servidores e estações Linux (com Interface Gráfica por exemplo) a compatibilidade é
total.
Todo o SAMBA pode ser configurado remotamente através de acesso seguro, além do recebi-
mento por email de informações do estado do servidor (bastando utilizar um script específico que
busca informações nos arquivos de log e cria um arquivo que pode ser enviado por email).
Em matéria de economia não há o que discutir: o Linux e o SAMBA estão disponíveis para
download na Internet sem ônus algum para qualquer usuário comum ou empresa que se inte-
resse em utilizá-lo, sem custos com licenças ou atualizações.
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O suporte está disponível 24h por dia, o ano todo: além do próprio site do SAMBA existem
milhares de sites e listas de discussão dedicadas ao assunto, entre outras documentações e arti-
gos em sites de renome por Administradores e Engenheiros de Redes Linux. Muita coisa já está
em nosso idioma facilitando os iniciantes e interessados em leitura. Muitos sites nacionais são
especializados em Linux e Segurança para Linux.
3.1.4 Características
Segue abaixo algumas funcionalidades importantes de aplicações do samba e seu conjunto
de ferramentas:
• Possibilidade de definir contas de "Convidados", que podem se conectar sem fornecer se-
nha;
• Permite ocultar o conteúdo de determinados diretórios que não quer que sejam exibidos ao
usuário de forma fácil;
• Possui configuração bastante flexível com relação ao mapeamento de nomes DOS => UNIX
e vice versa, página de código, acentuação, etc;
• Permite o uso de alias na rede para identificar uma máquina com outro nome e simular uma
rede NetBIOS virtual;
• O Samba possibilita ajuste fino nas configurações de transmissão e recepção dos paco-
tes TCP/IP, como forma de garantir a melhor performance possível de acordo com suas
instalações;
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• Possui suporte completo a servidor WINS (também chamado de NBNS - NetBios Name
Service) de rede. A configuração é bastante fácil;
• Faz auditoria tanto dos acessos a pesquisa de nomes na rede como acesso a compartilha-
mentos. Entre os detalhes salvos estão a data de acesso, IP de origem, etc;
• Suporte quase completo a backup do controlador de domínio (BDC). Até a versão 2.2 do
samba, o suporte a BDC é parcial;
• Permite montar unidades mapeadas de sistemas Windows ou outros servidores Linux como
um diretório no Linux;
• smbfs - Pacote que possui ferramentas para o mapeamento de arquivos e diretórios com-
partilhados por servidores Windows ou Samba em um diretório local;
• winbind - Daemon que resolve nomes de usuários e grupo através de um servidor NT/SAMBA
e mapeia os UIDs/GIDs deste servidor como usuários locais.
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Capítulo 4
Instalação
O APT inseriu o conceito de repositório, ou seja, um local na net de onde são baixados os softwa-
res para instalação. Esse princípio facilita para o usuário, pois, você escolhe os seus programas,
seus repositórios e deixa o APT gerenciar a instalação.
Para tanto, precisamos observar se o arquivo de configuração do APT está correto. Com o termi-
nal aberto, siga as seguintes instruções:
Este comando abre o arquivo [Link], arquivo que guarda as "fontes"dos arquivos que se-
rão obtidos, para edição através do editor "vi". Algo semelhante ao texto abaixo apareçerá:
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O caractere "#"significa que a linha está comentada, ou seja, não será considerada. A primeira
palavra em cada linha, deb ou deb-src, indica o tipo de arquivo. Seguido pelo endereço do servi-
dor.
Não precisamos necessariamente obter os arquivos dessas "fontes". Podem ser utilizados ou-
tros repositórios.
No Debian existe um utilitário que auxilia a configuração de determinados softwares logo após
sua instalação, o Debconf e uma tela de configuração do servidor apareçerá. Mais a frente estas
configurações serão explicadas em detalhe(veja figuras abaixo):
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
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A opção "Não"vem como padrão, mais a frente será explicado como usar as configurações
WINS fornecidas pelo DHPC.
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Pronto, o servidor Samba, juntamente com o cliente está instalado na máquina, bastando para
agora configurá-lo.
inetd
No modo inetd, o servidor de nomes nmbd será carregado assim que for feita a primeira requi-
sição de pesquisa e ficará residente na memória. No caso de acesso a um compartilhamento,
o smbd será carregado e lerá a configuração em [Link] a cada acesso do cliente a um com-
partilhamento. Quando o Samba opera via inetd, ele não usa o controle de acesso dos arquivos
[Link] e [Link]. Para reiniciar o Samba digite killall -HUP nmbd. Não é necessário reini-
ciar o serviço smbd, conforme foi explicado acima.
daemon
Quando opera no modo daemon, ambos os daemons nmbd e smbd são carregados. No caso de
um acesso a compartilhamento, é criado um processo filho do smbd que é finalizado assim que
o compartilhamento não for mais usado.
Para iniciar o Samba em modo daemon digite: /etc/init.d/samba start, para interromper o Samba:
/etc/init.d/samba stop e para reiniciar: /etc/init.d/samba restart.
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Se desejar mudar do modo daemon para inetd ou vice versa, edite o arquivo
/etc/default/samba e modifique o valor da linha RUN_MODE= para daemons ou inetd. Uma forma
de fazer isso automaticamente é executando o dpkg-reconfigure samba.
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Capítulo 5
Nesta lição serão apresentados alguns conceitos importantes para um melhor aproveitamento
de lições futuras. Domínio, grupo de trabalho e nome de máquina são alguns dos assuntos
tratados nesta lição.
redes
• Gleydson
• Técnico
• Marcelo
• Henrique
• Michelle
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RH
• mrpaoduro
Web
• web1
• web2
• web3
Comunicação
• comunic1
• comunic2
• comunic3
5.1.3 Domínio
O funcionamento é semelhante ao grupo de trabalho, com a diferença de que a segurança é
controlada pela máquina central (PDC) usando diretivas de acesso e grupos. O PDC (Primary
Domain Controller) deverá ter todas as contas de acesso que serão utilizadas pelo usuário para
acessar os recursos existentes em outras máquinas, script de logon que poderá ser executado em
cada máquina para fazer ajustes, sincronismo, manutenção ou qualquer outra tarefa programada
pelo administrador do sistema.
5.1.4 Compartilhamento
Um compartilhamento é um recurso da máquina local que é disponibilizado para acesso via
rede, que poderá ser mapeada por outra máquina. O compartilhamento pode ser um diretório,
arquivo, impressora. Além de permitir o acesso do usuário, o compartilhamento pode ser prote-
gido por senha, e ter controle de acesso de leitura/gravação, monitoração de acessos, diretórios
ocultos, autenticação via PDC (domínio) e outras formas para restringir e garantir segurança na
disponibilização dos dados.
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Um compartilhamento no SAMBA pode ser acessível publicamente (sem senha) ou estar rigi-
damente protegido tendo que passar por diversas barreiras para chegar ao seu conteúdo, como
senhas, endereço de origem, interfaces, usuário autorizados, permissões de visualização, etc.
5.1.5 Mapeamento
Mapear significa pegar um diretório/arquivo/impressora compartilhado por alguma máquina
da rede para ser acessada pela máquina local. Para mapear algum recurso de rede, é necessá-
rio que ele seja compartilhado na outra máquina. Por exemplo, o diretório /usr compartilhado com
o nome usr, pode ser mapeado por uma máquina Windows como a unidade F, ou mapeado por
uma máquina Linux no diretório /mnt/samba.
A função de navegação (browsing) poderá não funcionar corretamente caso a máquina não con-
siga resolver nomes NetBIOS para endereços IP.
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Capítulo 6
[global]
• Define configurações que afetam o servidor samba como um todo, fazendo efeito em todos
os compartilhamentos existentes na máquina. Por exemplo, o grupo de trabalho, nome do
servidor, página de código, restrições de acesso por nome, etc;
[homes]
[printers]
• Define opções gerais para controle das impressoras do sistema. Este compartilhamento
mapeia os nomes de todas as impressoras encontradas no /etc/printcap. Configurações
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Qualquer outro nome de [seção] no arquivo [Link] que não sejam as citadas acima, são
tratadas como um compartilhamento ou impressora.
• 0 ou 1;
• yes ou no;
• true ou false .
master browse = 0
master browse = no
master browse = false
Todos significam "NÃO ser o navegador principal de domínio". A escolha fica agosto do admi-
nistrador. Durante a configuração, você notará o poder da flexibilidade oferecida pelo Samba na
configuração de um servidor SMB :-)
Linhas iniciadas por # ou ; são tratadas como comentário. Quebras de linha podem ser espe-
cificadas com uma \ no final da linha.
[global]
comment = Servidor SAMBA
workgroup = CDTC
security = user
os level = 100
announce as = NT Server
domain logons = yes
logon script = %[Link]
logon path = \%L\Profiles\%U
domain master = yes
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As linhas que começam com "#"estão comentadas, não fazendo parte da configuração.
Abaixo estão listadas as funções utilizadas na seção global com o significado dos seus parâ-
metros.
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Funções Parâmetros
Security Por padrão o SAMBA utiliza a segurança a nível de usuário (security =
user), mas existem outras opções:
security = share -> Senhas de acesso serão solicitadas por cada re-
curso compartilhado e não por usuário, ou seja, cada diretório ou im-
pressora poderá ter uma senha única conhecida pelos usuários autori-
zados.
security = user -> As permissões são dadas de acordo com o login do
usuário, ou através dos grupos (grupo).
security = server -> O Samba tentará validar a senha do usuário envi-
ando dados para outro servidor SMB, como outro servidor SAMBA ou
um servidor Windows. Deve-se incluir o parâmetro .password server
-x.x.x.x na seção [global] do [Link].
security = domain -> Usado se o Host for adicionado a um domínio
Windows através do comando smbpasswd. Neste caso as informa-
ções de usuário e senha serão enviadas para o PDC da rede, exata-
mente como o servidor NT faria. Note que é necessário que a conta
do usuário exista tanto no Linux quanto no servidor primário.
os level Este parâmetro não é obrigatório se você não possui um servidor Win-
dows na rede, mas deve ser usado caso tenha um ou mais. A variável é
um número de 1 a 255, onde 65 é a mesma variável utilizada pelo ser-
vidor Windows. Especifique um número maior que este (como 100 por
exemplo) para garantir que o servidor SAMBA seja eleito na escolha
de validação do login das estações.
announce as Permite especificar o tipo de servidor NetBios (nmbd) que será di-
vulgado na rede. As opções aceitas pelo SAMBA: "NT Server", "NT
Workstation", "Win95"ou "WfW".
domain logons Usado para validar o login na rede, apenas para estações Windows.
logon scripts Indica qual arquivo de logon script será executado para os usuários. A
variável %u corresponde ao usuário na rede. Deve também ser criado
um compartilhamento de nome [netlogon] apontando para o diretório
dos scripts. Este campo, assim como muitos outros abaixo, serão me-
lhor explicados quando formos estudar o Samba como PDC de rede.
logon path Indica o caminho do perfil remoto do usuário. A variável %L corres-
ponde ao nome do servidor NetBios (que pode ser o próprio SAMBA).
O logon path é útil quando usuários costumam efetuar logon em mais
de um Host na rede, pois seu perfil é trazido com o logon. No caso
do exemplo, o diretório "Profiles"deve conter os scripts (em formato Mi-
crosoft usando NET USE e etc) e os scripts devem ser criados com
o notepad do Windows por exemplo, a fim de conservar o formato do
arquivo.
domain master Indica se o Host será o Domain Master Browser da rede inteira (WAN).
local master Indica se o Host será o Master Browser da rede local.
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Funções Parâmetros
preferred master Este parâmetro força a eleição do SAMBA como Master Browser para
o workgroup. É recomendável utilizar este parâmetro em conjunto com
o .domain master = yes. para garantir a eleição. Mas tome cuidado:
se você possui uma rede com servidores Windows e SAMBA e já pos-
sui um servidor como Domain Master, não use esta opção e deixe o
parâmetro .os level = 65. para haver equilíbrio.
guest account O SAMBA trabalha melhor em redes Microsoft com a existência de uma
conta guest (visitante em ingles). Por padrão a conta usada é .nobody.
wins server Indica qual o servidor de Wins da rede. Se o próprio Host for o servidor
de Wins então não utilize este parâmetro, pois haverá um loop e o
sistema travará!
wins support Permite ao SAMBA ser o servidor de Wins na rede. Isto significa que o
SAMBA terá uma tabela com o ambiente completo da rede, garantindo
que as estações tenham acesso a estas informações e ganho em velo-
cidade para encontrar e acessar os compartilhamentos e impressoras.
O Wins Server deve ser especificado na configuração de rede (TCP/IP)
das estações, que é o endereço IP do servidor.
keep alive Como máquinas rodando Windows tendem a travar de tempos em tem-
pos, este parâmetro é usado para verificar o estado da conexão, evi-
tando tráfego desnecessário na rede. Também pode ser usado para
estações Linux.
debug level Parâmetro usado para dar flexibilidade à configuração do sistema. Per-
mite ao SAMBA trabalhar corretamente com algumas situações de
erro, por exemplo.
winpopup com- Especifica qual comando será executado quando o servidor receber
mand mensagens Winpopup. Aqui, muitas opções podem ser usadas de
acordo com a preferência do Administrador. Se sua rede utiliza mensa-
gens deste tipo, é interessante definir um comando para o parâmetro,
evitando assim possíveis mensagens de erro para quem enviou a men-
sagem ao servidor.
log file Indica o arquivo de log do SAMBA. A variável %u corresponde ao nome
de logon do usuário.
null passwords Indica se será ou não possível que usuários tenham senha nula de
logon (logon sem senha).
unix password Se este parâmetro for ativado (= yes) então clientes SMB (como esta-
sync çoes Windows) poderão trocar sua senha de login.
socket options Este parâmetro permite configurações extras para o protocolo, possibi-
litando uma melhor performance do servidor em lidar com os pacotes
na rede.
printing Indica qual o sistema de impressão padrão utilizado pelo Linux.
printcap name Indica o arquivo para busca das definições das impressoras.
load printers Disponibiliza as impressoras para a rede.
host allow Indica quais máquinas têm acesso ao servidor SAMBA. Pode-se utilizar
o endereço IP ou o nome da máquina. Para garantir acesso a toda uma
rede por exemplo, escreva: "hosts allow = 192.168.1.".
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[homes]
comment = Pastas dos Usuarios
public = no
browseable = yes
writeable = yes
hosts deny = [Link]
Função Parâmetro
comment Comentário para este compartilhamento.
public Também conhecido como .guest ok. permite ou não acesso de outros
usuários.
browseable Define se o compartilhamento será ou não visível para o Ambiente de
Rede. Estações Windows95 versão 4.00.950-C não aceitam esta op-
ção, onde uma possível solução seria utilizar o nome do compartilha-
mento seguido de $ (teste$ por exemplo), como é feito no Windows.
writeable Indica se o usuário poderá ou não ecrever em sua pasta pessoal (home
dir).
hosts deny Todos as máquinas listados aqui são proibidas de acessar o camparti-
lhamento. Ao contrário de "hosts allow"que justamente define os hosts
permitidos.
OBS: É importante lembrar que a seção [printers] DEVE ser definida como printable usando o
parâmetro printable = yes para funcionar.
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[printers]
comment = Impressoras Linux
public = no
browseable = yes
printable = yes
path = /var/spool/samba
admin users = admin, usuario1
Funções Parâmetros
comment Comentário para o compartilhamento.
public Indica se será ou não permitido o acesso de outros usuários.
browseable Define se o compartilhamento será ou não visível para o Ambiente de
Rede.
printable Este parâmetro permite aos clientes conectados abrir, escrever e sub-
meter arquivos no diretório especificado pelo "path". É utilizado pelo
SAMBA para diferenciar compartilhamento de impressora de compar-
tilhamento de arquivo.
path Caminho do diretório compartilhado.
[ImpressoraGenérica]
comment = impressora com acesso restrito
path = /var/spool/samba_my_printer
printer admin = kurt
browseable = yes
printable = yes
writeable = no
host allow= 10.160.50., 10.190.51
host deny = turbo_xp, [Link], [Link]
guest ok = no
Se uma seção apareçer no [Link] com a opção "printable=yes", o Samba apresentará esta
seção como um compartilhamento de impressora para os clientes. É necessário tomar cuidado
para não nomear uma seção com um nome de um usuário existente.
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A saída acima indica que está tudo OK com todas as configurações que foram realizadas no
servidor. É possível especificar um outro arquivo de configuração do SAMBA usando testparm
/etc/samba/[Link].
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Capítulo 7
Compartilhamentos
O Samba suporta quatro formas de autenticação de usuários, reguladas pela linha "security =
..."(seção global) do arquivo /etc/[Link].
• SHARE: Sem segurança. Todo e qualquer usuário será aceito. As operações de arquivo e
impressão serão executadas com as permissões do usuário UNIX associado ao hóspede
(guest account = ...). Se você escolher essa modalidade, verifique se o usuário UNIX terá
permissões suficientes para acessar arquivos e, se for o caso, imprimir;
• USER: Segurança por usuário, local. A senha do usuário é reduzida a letras minúsculas
e confrontada com a senha UNIX. Essa modalidade de segurança obriga que os usuários
sejam cadastrados no Linux, e suas senhas sejam atribuídas corretamente. As operações
sobre arquivos e de impressão serão feitas com a permissão do respectivo usuário UNIX.
Todavia, pode-se abrir aos hóspedes o acesso a determinados volumes ou impressoras
- para esses objetos, a segurança operará no estilo SHARE. Este nível de segurança é
utilizado quando o SAMBA for o PDC de rede (será melhor explicado em lições futuras), pois
verificará a autenticidade do usuário a da máquina que está tentando acessar o servidor.
• SERVER: Segurança por usuário, remota. O Samba pega o nome de usuário e a senha,
e autentica junto a outro servidor, que poderá ser outro Linux rodando Samba, ou um Win-
dows NT. Apesar da autenticação ser remota, ainda é necessário criar os usuários UNIX
localmente em determinados casos.
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[global]
# nome da máquina na rede
netbios name = teste
# nome do grupo de trabalho que a máquina pertencerá
workgroup = focalinux
# nível de segurança share permite que clientes antigos mantenham a compatibilidade
# enviando somente a senha para acesso ao recurso, determinando o nome de usuário
# de outras formas
security = share
# O recurso de senhas criptografadas não funciona quando usamos o nível share
# de segurança. O motivo disto é porque automaticamente é assumido que você
# está selecionando este nível por manter compatibilidade com sistemas antigos
# ou para disponibilizar compartilhamentos públicos, onde
encrypt passwords = false
# Conta que será mapeada para o usuário guest
guest account = nobody
# Como todos os compartilhamentos desta configuração são de acesso público
# coloquei este parâmetro na seção [global], assim esta opção afetará todos
# os compartilhamentos.
guest ok = 1
# Conjunto de caracteres utilizados para acessar os compartilhamentos. O padrão
# para o Brasil e países de língua latina é o ISO 8859-1
character set = ISO8859-1
# Compartilha o diretório /tmp (path = /tmp) com o nome "temporario"([temporario]),
# é adicionada a descrição "Diretório temporário"com acesso leitura/gravação
# (read Xonly= no) e exibido na janela de navegação da rede (browseable = yes).
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[homes]
comment = Diretório do Usuário
create mask = 0700
directory mask = 0700
browseable = No
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• O campo Path é o mais importante, pois diz justamente qual pasta do sistema será compar-
tilhada. O nome do compartilhamento diz apenas com que nome ele aparecerá no ambiente
de redes, que não precisa necessariamente ser o mesmo nome da pasta;
• A opção "comment"permite que você escreva um breve comentário sobre a pasta que tam-
bém poderá ser visualizado pelos usuários no ambiente de rede. Este comentário é apenas
para orientação, não tem efeito algum sobre o compartilhamento;
• Writable permite ou não a escrita no diretório referenciado;
• Finalmente, a opção Available especifica se o compartilhamento está ativado ou não. Você
desativa temporariamente um compartilhamento configurando esta opção como "No". Fa-
zendo isso ele continuará no sistema e você poderá torná-lo disponível quando quiser, alte-
rando a opção para "Yes".
Se você quiser permitir que o compartilhamento fique com permissão de escrita e leitura, mas
fique acessível apenas pelos usuários "Maria"e "João"(os outros usuários não acessam nem para
leitura), adicione a linha: "valid users = joao, maria". A entrada agora ficaria:
[arquivos]
path = /home/arquivos
available = yes
writable = yes
valid users = maria, joao
Se preferir, você pode continuar permitindo que os outros acessem o compartilhamento para
leitura e criar uma lista de escrita, contendo a Maria e o João:
[arquivos]
path = /home/arquivos
available = yes
writable = yes
write list = maria, joao
Outra forma de limitar o acesso é usar a opção "hosts allow"para permitir que apenas alguns
endereços IP possam acessar os compartilhamentos, como em:
[arquivos]
path = /home/arquivos
available = yes
writable = yes
hosts allow = [Link], [Link]
É possível ainda combinar as duas coisas, permitindo que apenas a Maria e o João acessem
o compartilhamento e, ainda assim, só se estiverem usando uma das duas máquinas permitidas,
como em:
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[arquivos]
path = /home/arquivos
available = yes
writable = yes
OBS:
Um detalhe importante é que os usuários só terão permissão para acessar pastas que o login
permite acessar. Por exemplo, se no linux a pasta /home/arquivos só é acessível para um usuário
específico, mesmo que você compartilhe a pasta /home/arquivos através do Samba, os demais
usuários não poderão acessá-la. Sempre que estes compartilhamentos forem criados é interes-
sante alterar as permissões de acesso no linux com o comando chmod. As permissões podem
ser dadas apenas ao usuário, para todos os usuários pertencentes ao grupo do usuário dono da
pasta, ou para todos os usuários. Por exemplo, para dar permissões de escrita, leitura e execução
para a pasta /home/arquivos a todos os usuários, utilizaríamos o seguinte comando:
chmod é o comando que altera as permissões do usuario. 777 são os parametros passa-
dos que indicam os níveis de permissão para o dono, grupo e outros usuários. -R indica que
as alterações terão efeito recursivo, sendo aplicada a todos os arquivos do diretório. Por fim,
/home/arquivos é o diretório a ser modificado.
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O compartilhamento acima tornará disponível a impressora local "lp"às máquinas Windows com
o nome "HP DeskJet 690C". Uma impressora alternativa pode ser especificada modificando a op-
ção -P da linha de comando do lpr. Note que somente os usuários "winuser"e "winuser2"poderão
usar esta impressora. Os arquivos de spool (para gerenciar a fila de impressão) serão gravados
em /tmp (path = /tmp) e o compartilhamento [hp-printer] será mostrado como uma impressora
(printable = yes). Agora será necessário instalar o driver desta impressora no Windows (HP
690C) e escolher impressora instalada via rede.
42
Capítulo 8
Além de gerenciar compartilhamentos o Samba pode ser utilizado como PDC de uma rede.
Esta lição explica o que é um PDC e como configurá-lo.
Com um servidor PDC é possível que usuários efetuem logon em uma rede, precisando fazer
autenticação somente uma vez para ter acesso a vários recursos (pastas compartilhadas, e-
mails, internet).
Resumindo, um controlador primário de domínio (PDC) nada mais faz do que controlar uma lista
de nomes de máquinas e usuários.
Contas de usuários são chamadas de contas de usuário :-) e contas de máquinas são chamadas
de trusted accounts, trusted machines ou trustee. Quando um usuário tenta fazer logon em um
domínio, o PDC verifica se o usuário existe e se a máquina consta em seu banco de dados. Posto
isso, estamos prontos para ingressar em um PDC.
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A seção "global"deve conter as linhas "domain master = yes", "domain logons = yes"e "logon
script = [Link]"e (importante) não deve conter a linha "invalid users = root"pois precisare-
mos usar a conta de root no Samba ao configurar os clientes.
[global]
# Nome do Grupo, Servidor e Comentário.
workgroup = WORKGROUP
netbios name = SERVIDOR_LINUX
comment = Servidor Samba
# Nível de segurança utilizado, permite especificar exatamente quais usuários terão acesso a
cada compartilhamento, como num servidor NT ou Windows 2000.
security = USER
# Permite especificar qual chance o servidor Linux terá de ser o master browser do domínio,
por isso colocar um numero alto. os level = 100
#Esta linha é importantíssima. Ela é utilizada quando uma máquina Windows2000 ou XP, entra
para um domínio. Após clicar para entrar no dominio, o windows pergunta um usuário e senha,
mas se a máquina (nome da máquina) não estiver criada como usuário com um $ no final , ela
não entra e assim não roda login script.
add user script = /usr/sbin/useradd -d /dev/null -g 100 -s /bin/false -M %u
[netlogon]
comment = Servico de Logon
path = /var/samba/netlogon
guest ok = Yes
browseable = No
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Depois de fazermos a configuração do [Link] para ser um PDC, precisamos adicionar os usuá-
rios ao sistema visto que, no Samba, quando um usuário tenta fazer logon em um domínio, o PDC
verifica se o usuário existe e se a máquina consta em seu banco de dados.
Caso as máquinas ainda não tenham sido cadastradas é preciso cadastrar também uma conta
(sem senha) para cada máquina. Quando vamos adicionar uma máquina, devemos fazê-lo como
se estivéssemos adicionando um usuário, mas no final do nome é necessário ter o caracter "$"!
O comando seria este:
• smbpasswd -a -m maquina
Esta conta é válida apenas no Samba, onde é cadastrada com a opção -m"(machine). A
opção -a adiciona o usuário. Estas contas de máquina são chamadas de "trusted accounts"ou
"trustee".
Faça este procedimento para todas as máquinas da rede. Existem scripts que automatizam este
processo.
Cadastre agora os logins dos usuários, com as senhas que eles utilizarão para se logar a partir
das máquinas Windows. Neste caso não é preciso se preocupar em manter as senhas em sin-
cronismo entre o servidor e as estações. Na verdade, as contas que criamos aqui não precisam
sequer existirem nas estações, pois o login será feito no servidor. Para adicionar um usuário de
teste "teste", use os comandos:
• # adduser teste
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• # smbpasswd -a teste
• #mkdir /home/joao/[Link]
Este script faz com que a pasta home de cada usuário (compartilhada pelo Samba através da
seção "homes") seja automaticamente mapeada como a unidade "H:"no cliente, o que pode ser
bastante útil para backups por exemplo. Naturalmente, cada usuário tem acesso apenas a seu
próprio home.
A segunda linha é um exemplo de como fazer com que determinados compartilhamentos do
servidor sejam mapeados no cliente. O "net use x: \gdh\arquivos /yes"faz com que o compar-
tilhamento "arquivos"(que precisaria ser configurado no [Link]) seja mapeado como o drive
"X:"nos clientes. A terceira linha sincroniza o relógio do cliente com o do servidor.
Lembre-se que o "servidor"dentro do [Link] deve ser substituído pelo nome do seu servidor
Samba, configurado na opção "netbios name ="do [Link]".
Por outro lado, isto faz com que seja consumido mais espaço de armazenamento do servidor
e aumenta o tráfego da rede, já que os arquivos precisam ser transferidos para a estação a cada
logon. Isto pode tornar-se um problema caso os usuários da rede tenham o hábito de salvar
muitos arquivos grandes na área de trabalho.
Note que o servidor não armazena todos os arquivos do usuário, apenas as configurações, entra-
das do menu iniciar, cookies, bookmarks e arquivos temporários do IE e o conteúdo das pastas
Desktop, Modelos e Meus Documentos.
Para ativar o suporte no Samba, adicione as duas linhas abaixo no final da seção "global"do
[Link] (abaixo da linha "logon script = [Link]"):
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[profiles]
path = /var/profiles
writeable = Yes
browseable = No
create mask = 0600
directory mask = 0700
• # mkdir /var/profiles
Cada usuário passa a ter uma pasta pessoal dentro da pasta ("/var/profiles/joao"por exemplo)
onde as configurações são salvas. Apesar das permissões locais da pasta permitirem que qual-
quer usuário a acesse, o Samba se encarrega de permitir que cada usuário remoto tenha acesso
apenas ao seu próprio profile.
Com esta configuração os arquivos dos usuários serão salvos no servidor, facilitando a vida do
usuário que poderá logar no servidor de qualquer máquina e sempre ter seus arquivos disponí-
veis.
Windows 2000
No Windows 2000, acesse o "Meu Computador > Propriedades > Identificação de rede >
Propriedades". Coloque o nome do computador (que precisa ser um dos logins de máquinas adi-
cionados na configuração do Samba) e o nome do domínio, que é definido na opção "workgroup
="do [Link]. Para ter acesso a esta opção você deve estar logado como administrador.
Na tela de identificação que será aberta, logue-se como "root", com a senha definida no Samba.
É normal que a conexão inicial demore dois ou três minutos. Se tudo der certo, você é saudado
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com uma mensagem. É necessário identificar-se como root ao fazer a configuração inicial, para
que seja criada a relação de confiança entre o servidor e o cliente. A partir daí aparece a opção
"Efetuar logon em: DOMINIO"na tela de login, permitindo que o usuário logue-se usando qual-
quer uma das contas cadastradas no servidor. Continua disponível também a opção de fazer um
login local.
Windows 98 ou ME
No Windows 98 ou ME: Comece logando-se na rede (na tela de login aberta na inicialização)
com o mesmo usuário e senha que será usado para fazer logon no domínio. Acesse agora o
"Painel de Controle > Redes > Cliente para redes Microsoft > Propriedades". Marque a opção
"Efetuar Logon num domínio NT", informe o nome do domínio e marque a opção "Efetuar logon
e restaurar conexões". Ao terminar, ainda é preciso fornecer o CD de instalação e reiniciar a
máquina.
Note que as máquinas com o Windows 98/ME não são compatíveis com todos os recursos do
domínio, elas acessam o domínio dentro de uma espécie de modo de compatibilidade.
Windows XP
HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services
\Netlogon\Parameters\requiresignorseal
• Membro do domínio: requer uma chave de seção de alta segurança (Windows 2000 ou
posterior).
Agora reinicie o Windows XP com a opção de logar no domínio da sua rede com qualquer
usuário cadastrado no Samba, e pronto!
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Para confirmar se os clientes estão realmente efetuando logon no servidor, use o comando "smbs-
tatus"no servidor.
Agora sim, finalmente temos as maquinas clientes windows autenticando no servidor Samba Li-
nux ;-)
Grande parte do conteúdo foi escrito por Carlos E. Morimoto e retirado com autorização do
[Link]
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Capítulo 9
Configurar o Samba através da edição do arquivo [Link] pode ser muito dificil para algumas
pessoas. Existem várias ferramentas gráficas que auxiliam esta tarefa.
• SWAT : O SWAT é uma excelente ferramenta de administração via web, que possibilita a
total configuração do arquivo [Link] e gerenciamento dos recursos disponíveis. Esta será
a ferramenta que usaremos como exemplo nesta lição.
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9.1.2 SWAT
O Samba pode ser configurado através do Swat, um utilitário de configuração via Web, seme-
lhante ao encontrado em alguns roteadores.
A maioria das distribuições não instala o Swat por default (a menos que você tenha feito uma
instalação completa). Você precisa antes de tudo instalar o pacote e depois ativar o serviço. A
instalação na distribuição Debian pode ser feita digitando o seguinte comando no terminal:
Para habilitar o SWAT a partir de seu servidor é necessário editar o arquivo /etc/[Link] e
descomentar (retirar o "#"inicial) na linha que está, normalmente, no final do arquivo. Caso você
não encontre uma linha semelhante, pode-se adicionar a linha abaixo: swat stream tcp nowait.400
root /usr/sbin/swat swat
Para isto, podemos usar o kwrite (modo gráfico), ou vi (modo texto). Utilizamos o kwrite da
seguinte maneira:
O comando service é utilizado para referenciar serviços. Podemos parar um serviço com stop,
iniciá-lo com start e verificar seu estado(rodando ou parado) com status.
• konqueror &
Aparecerá uma janela pedindo usuário e senha (veja figura abaixo). Entre com o usuário root
e a senha de root de seu linux.
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Após o login, aparecerá a tela abaixo. Caso você tenha errado a senha, irá aparecer no nave-
gador a mensagem: BAD AUTHORIZATION. Se isso acontecer, efetue logoff, e logue novamente
(como root, é claro).
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De forma análoga à configuração do [Link] via editor de texto, aqui nós especificamos os
parâmetros desejados. Por exemplo:
• Nas opções Workgroup e NetBios name você deve colocar o nome do computador e o grupo
de trabalho a que ele pertence, como faria numa máquina Windows. Você pode tanto utilizar
o mesmo grupo de trabalho em todas as máquinas da rede quanto agrupar suas máquinas
em grupos distintos como "diretoria", "vendas", etc;
• Na seção Security Options chegamos à uma das decisões mais importantes, decidir entre
utilizar segurança com base no login do usuário (user) ou com base no compartilhamento
(share). A opção share oferece um nível de segurança semelhante ao de uma máquina
Windows 98. Os compartilhamentos podem ser acessados por todos os usuários e a única
medida de segurança é a possibilidade de estabelecer uma senha. Em compensação esta
opção é a mais simples de configurar e pode ser útil em pequenas redes onde não há ne-
cessidade de segurança. A opção user é a mais recomendável, pois permite especificar
exatamente quais usuários terão acesso a cada compartilhamento, como num servidor NT
ou Windows 2000. Naturalmente, para que isso funcione é necessário que você tenha regis-
trado todos os usuários no Linux e no Samba, como vimos anteriormente e que os clientes
Windows efetuem login na rede usando estes mesmos logins e senhas. Mais abaixo, temos
a opção Encrypt Password também é importantíssima e deve ser configurada de acordo
com a versão do Windows que rodar nas máquinas clientes. O Windows 95 original não su-
porta encriptação de senhas, por isso só poderá se conectar ao servidor caso a opção seja
configurada com o valor "No". Porém, o Windows 95 OSR/2, Windows 98/SE/ME, Windows
NT, Windows 2000 e Windows XP utilizam senhas encriptadas, por isso ao utilizar máqui-
nas com qualquer um destes sistemas, que é o mais provável, a opção deve ser configurada
como "Yes";
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• Na seção Browse Options, a opção OS Level permite especificar qual chance o servidor
Linux terá de ser o master browser do domínio. No nosso caso é desejável que ele seja o
master browser pois ele está concentrando todos os recursos acessados pelas estações.A
configuração do OS Level é muito importante, pois caso não seja o Master Browser, você
poderá ter problemas para acessar seu servidor Linux a partir de outras máquinas Windows,
principalmente rodando o NT/2000/XP.
Desta maneira configuramos a seção GLOBAL do arquivo [Link]. Simples não é mesmo?
:-D
Para criar um compartilhamento, basta escrever seu nome no topo da tela, e clicar em Create
Share. Depois de criado um compartilhamento, escolha-o na lista e clique no botão Choose
Share para configurá-lo.
Assim como em GLOBAL, aqui podemos configurar os parâmetros desejados. Por exemplo:
• O campo Path é o mais importante, pois diz justamente qual pasta do sistema será compar-
tilhada. O nome do compartilhamento diz apenas com que nome ele aparecerá no ambiente
de redes, que não precisa necessariamente ser o mesmo nome da pasta;
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• A opção "comment"permite que você escreva um breve comentário sobre a pasta que tam-
bém poderá ser visualizado pelos usuários no ambiente de rede. Este comentário é apenas
para orientação, não tem efeito algum sobre o compartilhamento;
• A opção Read Only determina se a pasta ficará disponível apenas para leitura (opção Yes)
ou se os usuários poderão também gravar arquivos (opção No). Você pode também deter-
minar quais máquinas terão acesso ao compartilhamento através das opções Hosts Allow
e Hosts Deny. As configurações feitas aqui subscrevem as feitas na seção global. Se por
exemplo a máquina [Link] possui permissão para acessar o sistema, mas foi incluída
na campo Hosts Deny do compartilhamento programas, ela poderá acessar outros compar-
tilhamentos do sistema, mas não o compartilhamento programas;
Para criar um novo compartilhamento de impressora basta colocar o nome desejado no campo
no topo de tela e clicar em Create Printer, bastando depois selecioná-lo um campo acima e clicar
em Choose Printer para acessar sua configuração.
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