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PPRA: Programa de Prevenção de Riscos

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GIVALDO DA SILVA BARBOSA

TÉC. DE SEGURANÇA DO TRABALHO


REG. SSMT 38.893 MTB – PE

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE
RISCOS AMBIENTAIS

P.P.R.A.

MAIO/2002

RUA JONATHAS DE VASCONCELOS, 92 – BOA VIAGEM – RECIFE – PE


FONE: 3465-4900/9987-2635.
GIVALDO DA SILVA BARBOSA
TÉC. DE SEGURANÇA DO TRABALHO
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ÍNDICE

1. Apresentação

2. Introdução

3. Objetivo

4. Estrutura do PPRA

4.1 – Estabelecimento de Metas


4.2 – Estratégia
4.3 – Forma de Registro, Manutenção e Divulgação dos
dados
4.4 – Periodicidade e Forma de Avaliação do
Desenvolvimento do PPRA

5. Desenvolvimento do PPRA

6. Medidas de Controle

7. Gerenciamento de Riscos

8. Levantamento de Riscos

9. Fluxograma

10. Anexos

11. Termo de Responsabilidade

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[Link]ÇÃO
Este trabalho de implementação do PROGRAMA DE
PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA, tem como
objetivo principal, demonstrar as condições de segurança do
trabalho na Empresa Base Construtora Ltda, localizada na
rua Jonathas de Vasconcelos, 92 – Boa Viagem – Recife –
PE.

[Link]ÇÃO
Considerando a necessidade de melhor orientar a adoção de
Medidas de Controle de Riscos Ambientais nos locais de
trabalho, o Ministério do Trabalho resolveu aprovar o texto da
Norma Regulamentadora NR 09 obrigatoriedade da
elaboração e implementação por parte de todos os
empregados do Programa de Prevenção de Riscos
ambientais – PPRA, visando a preservação da saúde e a
manutenção da integridade física dos trabalhadores.

[Link]
Reconhecimento, avaliação e conseqüente controle na
ocorrência de riscos ambientais existentes, ou que venham a
existir no ambiente de trabalho, tendo como motivação a
proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. As ações
do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada
estabelecimento da Empresa, sendo responsabilidade do
empregador com a participação dos trabalhadores na
abrangência e profundidade das características e

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necessidades do controle dos riscos procedendo com
medidas de proteção para sua redução ou eliminação.

[Link] DO PPRA:
Planejamento anual com o estabelecimento de metas,
prioridades e cronograma;

Estratégia e Metodologia de ação;

Forma de registros, manutenção e divulgação de dados;

Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do


PPRA.

4.2. ESTRATÉGIA METODOLOGIA DE AÇÃO:

4.2.1. ESTRATÉGIA:
Dividir o trabalho do PPRA ou etapas como:

a) Levantamento dos Riscos Ambientais;


b) Elaboração do Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais;
c) Execução do Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais.

4.2.2. METODOLOGIA:
Detectar os riscos existentes no ambiente de trabalho da
empresa através de avaliações quantitativas e qualitativas.

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[Link] DE REGISTRO, MANUTENÇÃO E
DIVULGAÇÃO DE DADOS:

4.3.1. REGISTRO E MANUTENÇÃO:


As ações serão registradas através de relatórios individual
específico de cada área tendo os dados registrados em
arquivos escritos ou normais da empresa, sobre a
responsabilidade da gerência ou alta administração por um
período não inferior a 20 anos de acordo com o
estabelecimento pelo instrumento normativo do sub-item
[Link]. da NR – 9.

4.3.2. DIVULGAÇÃO DE DADOS:


Os dados serão divulgados através de treinamento,
comunicação Interna, através do setor administrativo ou
outros aspectos estruturais identificados para autoridade
competentes.

4.4. PERIODICIDADE:
A periodicidade e forma de avaliação do Programa, deverá
ser anual podendo ser elaborado quando necessário, um
relatório de acompanhamento em função de análise
preliminar de risco (APR) plano de ação e o cronograma
anual de execução.

5. DESENVOLVIMENTO DO PPRA:
a) Antecipação dos Riscos:

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- Análise de projetos de novas instalações;
- Métodos ou processos de trabalho ou de modificações,
visando identificar os riscos potenciais existentes.

b) Reconhecimento dos Riscos:


- Identificação;
- Determinação e localização das possíveis fontes
geradoras;
- Identificação das funções e determinações do número de
trabalhadores expostos;
- Caracterização da atividade e do tipo da exposição;
- Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de
possíveis
comprometimentos da saúde decorrente do trabalho;
- Estudo de possíveis danos à saúde relacionados aos
riscos
identificados, utilizando a literatura técnica disponível;
- Descrição de medidas de controles existentes.

c) Avaliação Quantitativa:
- Comprovar o controle de exposição ou a inexistência dos
riscos identificados na etapa de reconhecimento;
- Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
- Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

[Link] DE CONTROLE DE ACORDO COM


O LEVANTAMENTO DE RISCOS EM ANEXO;
a) Controle para agentes Físicos (Ruído):
- Manutenção periódica das partes móveis das máquinas
com substituição das peças desgastadas;
- Melhor lubrificação, ajustes e disfunções mecânicas;
- Enclausuramento da fonte geradora;

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- Limitar o tempo de exposição dos trabalhadores;
- Quando o controle do ambiente não for possível técnica ou

economicamente, nem justificável, a solução será o uso da


proteção individual, através de protetores auriculares do
tipo Concha acústica, ou mesmo os de inserção, tipo plug,
observando-se à orientação médica;
- Realizar exames audiométricos anualmente de acordo com
as indicações médicas.

b) Controle para Calor:


- Uma das medidas práticas que pode ser adotada nos
locais, é o emprego da ventilação artificial ou exaustão
mecânica, que além da ventilação natural, muito contribui
para diminuir o valor do IBUTG;
- Outra medida que deve ser utilizada, bastante eficiente
contra radiação solar, é o uso de anteparos ou barracas,
colocadas em dimensões e pontos que não atrapalhem as
operações, permitindo aos operadores, condições de
posicionar-se em intervalos de descanso ou para realizar
outras tarefas e/ ou operações.

c) Controle para Iluminância:


- Manter o número de luminárias adequado a fim de atingir o
nível de iluminação necessário. Isto deverá ser
determinado através da elaboração de um projeto que
levará em consideração todas as variáveis do ambiente
que influam na iluminação;
- Efetuar manutenções periódicas como limpeza das
luminárias e
substituição das luminárias queimadas ou com defeito,
fatores que fatalmente levam à redução do fluxo luminoso;

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- Manutenção de cores adequadas das superfícies
existentes, tais como tetos, paredes, maquinarias, mesas
de trabalho, etc, que devem possuir refletância adequada;
- Distribuição e localização das luminárias de forma a
proporcionarem uma iluminação homogênea e uniforme,
devendo-se adequar ao arranjo físico dos locais
previamente estabelecidos, onde as luminárias devem ser
localizadas de forma a não criarem sombras ou contrastes
dos locais de trabalho;
- Rebaixamento de calhas;
- Colocação de telhas translúcidas;
- Colocação de luminárias tipo Spor direcionadas;
- Aumento do número de lâmpadas;
- Troca da potência das lâmpadas;
- Mudança do tipo das luminárias.

d) Agentes Biológicos:
- Acompanhamentos de controle médico;
- Vacinações;
- Esterilização dos materiais utilizados;
- Rigorosa higiene pessoal, das roupas e dos ambientes de
trabalho.

e) Controle com Eletricidade:


- Proteção aos trabalhadores;
- Proteção do local;
- Uso de EPI´s e EPC;
- Observar o projeto de execução;
- Manter pessoal treinado e habilitado;
- Autorização para realização dos trabalhos;
- Comunicar qualquer ocorrência indesejada;
- Manter o local limpo e enxuto.

f) Controle para Periculosidade;


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- Delimitação de área periculosa;
- Sinalização de segurança (alerta de perigo);
- Limite de exposição;
- Instalação de equipamento de proteção contra fogo;
- Fornecimento de equipamento individual (EPI) para
operador de bomba;
- Orientar e treinar os funcionários em relação ao manuseio
e reabastecimento de combustível.

g) Agentes químicos:
- Limite o tempo de exposição;
- Fornecer os epi´s adequados;
- Treinar o pessoal quanto ao uso de produtos químicos;
- Manter o local ventilado;
- Realizar exames audiométricos complementares.

h) Medidas de Controle de levantamento de peso:


- Uso de luvas de raspa de couro e bota com biqueira de
aço;
- Evitar levantar o peso com diferença de altura dos
profissionais;
- Utilizar sempre as duas mãos;
- Evitar o esforço excessivo dos músculos;

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QUADRO DE ANTECIPAÇÃO E
RECONHECIMENTO
DOS RISCOS
Base Construtora Ltda 20/05/2002
Função Setor Terefas Tipos de Tem Nº de Medidas Tipos de Prazo Respon-
ou riscos po trabal de acidentes para sáveis
local existente de hador controle elimina
de s expo es r
locaçã siçã
o o (h)
Téc. de Camp Executar, Ruído e 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
Seg. do oe orientação e calor capacete cortes, to Seg. do
Trabalh transp supervisão e machucõ Trabalh
o orte relativos a protetor es o
Seg. do auricular
trabalho
Chefe Camp Cuidar de Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
de oe todos os calor e máscara, cortes, to Seg. do
tráfego transp controles de agentes protetor machucõ Trabalh
orte viatura e químicos auricular es, o
manutenção respiratór
do transporte io
da empresa
Motorist Camp Conduzir Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
a oe veículos para calor capacete cortes, to Seg. do
transp os canteiros e machucõ Trabalh
orte de trabalho protetor es o
auricular
Encana Camp Conserto de Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
dor oe rede calor, luvas, cortes, to Seg. do
transp hidráulica, biológico capacete machucõ Trabalh
orte galerias e , protetor es, o
outros auricular germes
Mecânic Oficin Realizar Químicos 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
o a consertos de , ruídos, creme cortes, to Seg. do
motores e readiaçõ p/as machucõ Trabalh
montagem es mãos, es, o
ionizante protetor respiratór
s auricular, io
máscara

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Aux. De Oficin Realizar Químicos 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
Meecâni a consertos de , ruídos, creme cortes, to Seg. do
co motores e readiaçõ p/as machucõ Trabalh
montagem es mãos, es, o
ionizante protetor respiratór
s auricular, io
máscara

QUADRO DE ANTECIPAÇÃO E
RECONHECIMENTO
DOS RISCOS
Base Construtora Ltda 20/05/2002
Função Setor Terefas Tipos de Tem Nº de Medidas Tipos de Prazo Respon-
ou riscos po trabal de acidentes para sáveis
local existente de hador controle elimina
de s expo es r
locaçã siçã
o o (h)
Pedreiro e Exter Construções Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
Servente no de caixas calor, capacete cortes, to Seg. do
(obras subterrânea químico , luvas, machucõ Trabalh
) s, creme es, o
demolições p/as respiratór
e reposições mãos io
Mestre de Exter Coordenar Ruído, 08 - Bota, Cortes, Imedia Téc. de
obras no serviços e calor capacete machucõ to Seg. do
orientar , protetor es, Trabalh
auricular surdez o
Almoxarif Intern Controlar os Químico, 08 - Bota, Corte, Imedia Téc. de
ado o materiais da ergonômi luvas machucõ to Seg. do
empresa co es, Trabalh
o
Aux. De Oficin Limpeza, Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
transporte a lavagem, e umidade, luvas, cortes e to Seg. do
lubrificação químico creme machucõ Trabalh
de veículos p/as es o
mãos,
protetor
auricular
Operador Exter Ligar os Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
de no compressor calor, luvas, cortes, to Seg. do
máquinas es no ato de vibraçõe creme machucõ Trabalh
perfuração s, p/as es o
com o poeiras mãos,
martelete protetor
auricular
Superviso Exter Coordenar e Ruído, 08 - Bota, Surdez, Imedia Téc. de
r de obras no supervisiona calor capacete stress to Seg. do
r os serviços , protetor Trabalh
na área de auricular o

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construção
civil
Leiturista Exter Executar Umidade 08 - Bota, Cortes, Imedia Téc. de
no serviços de , calor, capa, machucõ to Seg. do
leitura e biológico protetor es, Trabalh
entrega de solar quedas, o
contas ensolass
ão

QUADRO DE ANTECIPAÇÃO E
RECONHECIMENTO
DOS RISCOS
Base Construtora Ltda 20/05/2002
Função Setor Terefas Tipos de Tem Nº de Medidas Tipos de Prazo Respon-
ou riscos po trabal de acidentes para sáveis
local existente de hador controle elimina
de s expo es r
locaçã siçã
o o (h)
Operad Intern Serviços de Ergonôm 08 - Manter o Visual, Imedia Téc. de
or de o digitação ico local lombar, to Seg. do
micro iluminad Dort Trabalh
oe o
ventilado
Supervi Extern Coordenar e Ergonôm 08 - Manter o Visual, Imedia Téc. de
sor oe supervisionar ico local lombar, to Seg. do
Compes Intern os serviços iluminad Dort, de Trabalh
a o oe trajeto o
ventilado
, direção
defensiv
a
Fiscal Extern Coordenar e Ergonôm 08 - Manter o Visual, Imedia Téc. de
de oe supervisionar ico, físico local lombar, to Seg. do
leiturista Intern os serviços iluminad Dort, de Trabalh
o oe trajeto o
ventilado
, direção
defensiv
a
Fiscal Extern Fiscalizar os Ergonôm 08 - Direção Colisão Imedia Téc. de
de visita o leituristas ico, físico defensiv no to Seg. do
a trajeto, Trabalh
queda, o
Dort
Encarre Extern Fiscalizar Ergonôm 08 - Direção Colisão Imedia Téc. de
gado de o serviços ico defensiv no to Seg. do
Elo a trajeto, Trabalh
Dort o
Coorde Intern Orientar os Ergonôm 08 - Manter o Visual, Imedia Téc. de

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nador o leituristas ico local lombar, to Seg. do
de iluminad Dort Trabalh
leitura oe o
ventilado
Operad Extern Serviços de Ergonôm 08 - Treiname Visual, Imedia Téc. de
or de o corte e ico nto lombar, to Seg. do
supress ligação Dort Trabalh
ão o

QUADRO DE ANTECIPAÇÃO E
RECONHECIMENTO
DOS RISCOS
Base Construtora Ltda 20/05/2002
Função Setor Terefas Tipos de Tem Nº de Medidas Tipos de Prazo Respon-
ou riscos po trabal de acidentes para sáveis
local existente de hador controle elimina
de s expo es r
locaçã siçã
o o (h)
Aux. de Intern Serviços de Ergonôm 08 - Manter o Dort, Imedia Téc. de
Process o processament ico local lombar to Seg. do
amento o de dados iluminad Trabalh
oe o
ventilado
Gerente Intern Coordenar e Ergonôm 08 - Manter o Dort, Imedia Téc. de
de o gerenciar os ico local visual, to Seg. do
Compra serviços de iluminad lombar Trabalh
s compras oe o
ventilado
Consult Intern Coordenar e Ergonôm 08 - Manter o Visual, Imedia Téc. de
or o gerenciar os ico local lombar to Seg. do
Jurídico serviços iluminad Trabalh
jurídicos oe o
ventilado
Contado Intern Cuidar da Ergonôm 08 - Manter o Visual, Imedia Téc. de
r o parte contábil ico local lombar to Seg. do
iluminad Trabalh
oe o
ventilado
Recepci Intern Atender Ergonôm 08 - Manter o Téc. de
onista o telefones e ico local Seg. do
público e iluminad Trabalh
pessoal oe o
ventilado
Aux. de Intern Cuidar do Ergonôm 08 - Manter o Lombar Imedia Téc. de
pessoal o controle de ico local to Seg. do
pessoal iluminad Trabalh
oe o
ventilado
Aux. Intern Operar o Ergonôm 08 - Manter o Lombar Imedia Téc. de

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CPD o sistema de ico local to Seg. do
informática iluminad Trabalh
oe o
ventilado

ACOMPANHAMENTO DOS ACIDENTES DE PESSOAL


Base Construtora Ltda 20/05/2002
Ano Mês N° e Tipo de Setor Dias Parte do Descrição Investi Medidas de
Acidentes Perdi Corpo dos gação Controle
Tip / Traj dos Atingido Acidentes Adotadas

2002 Maio

2002 Junho

2002 Julho

2002 Agosto

2002 Setembro

2002 Outubro

2002 Novembro

2002 Dezembro

2003 Janeiro

2003 Fevereiro

2003 Março

2003 Abril

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OBS: Segundo a administração da empresa, não ocorreu nenhum


acidente até a presente data, da elaboração desde documento.

CRONOGRAMA
Base Construtora Ltda 20/05/2002

2002 2003
Tarefas do P.P.R.A Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Nrs
Treinar sobre o uso de EPI P P P P Nr-6
´s
Renovar a CIPA P Nr-5
Treinar sobre prev. de P P P P P Nr-5
acidentes
Acompanhar o P.P.R.A P P P P P P P P P P P P Nr-9
Renovar o P.P.R.A P Nr-9
Curso sobre prev. de P P Nr-
incêndio 23
Realizar e renovar a SIPAT P Nr-5
Curso de direção defensiva P -
Palestras sobre higiene P P Nr-7
geral e individual

OBS: P = Previsão
R = Realizado
I = Incompleto

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AVALIAÇÃO EM RELAÇÃO AO RUÍDO

Introdução:

A portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do


Trabalho em sua NR-15, anexo nº 1 estabelece limites de
tolerância para ruídos contínuos ou intermitentes, conforme
quadro abaixo. Limite de tolerância para ruídos contínuos ou
intermitentes.

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Anexo nº 1

NÍVEL DE RUÍDO MÁXIMA EXPOSIÇÃO


DB (A) DIÁRIA PERMISSÍVEL
85 8 HORAS
86 7 HORAS
87 6 HORAS
88 5 HORAS
89 4 HORAS E 30 MIN
90 4 HORAS
91 3 HORAS E 40 MIN
92 3 HORAS
93 2 HORAS E 40 MIN
94 2 HORAS E 15 MIN
95 2 HORAS
96 1 HORA E 45 MIN
98 1 HORA E 15 MIN
100 1 HORA
102 45 MIN
104 35 MIN
105 30 MIN
106 25 MIN
108 20 MIN
110 15 MIN
112 10 MIN
114 8 MIN
115 7 MIN

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O item nº 5 deste anexo diz que não é permitida a exposição
a níveis de ruídos acima de 115 db(A) para indivíduos que
não estejam adequadamente protegidos.

Instrumentação Utilizada:
No presente levantamento dos nível de pressão sonora foi
utilizado o equipamento Decibelímetro, marca SIMPSON,
modelo 886, com reposta lenta (SLOW) ou rápida (FAST) de
acordo com cada caso.

QUADRO DE RUÍDO
Pont Local Nível Tempo de Condições Tempo de Nívei Observaçõe
o aferido Aferição Exposição do limite exposição s em s
em DB Horas/min permissível permissível DB
Horas/min
Fábrica de
Blocos
01 Betoneira 87 02:00 Dentro 06:00 85
02 Bloqueira 99 02:00 Acima 00:45 85
Oficina
03 Esmeril 85 02:00 Dentro 06:00 85
04 Compressor 75 01:00 Dentro 08:00 85
Mecânica
05 Serra 93 04:00 Acima 03:00 85
Circular
06 Concretage 98 06:00 Acima 01:15 85
m
Compressos
07 Compressor 103 05:00 Acima 00:35 85
+ martelete
08 Bomba de 100 08:00 Acima 00:45 85
retirar água

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Avaliação em Relação ao Nível de Calor:


Introdução:

O calor é um risco físico presente na atividade analisada e


que merece um tratamento dos mais importantes pelas
conseqüências que pode apresentar naqueles que a ele se
expõe. As doenças causadas pelo calor são resultados de
uma resposta fisiológica pela atividade do organismo de
manter constante a temperatura do corpo. A fadiga pelo calor
ambiente de altas temperaturas, manifestam-se por
desidratação, cãibras, tonteiras e desmaio, resultado do
esforço físico excessivo da interação térmica entre o
organismo e o meio ambiente, através do sistema Fisiológico
com possibilidade de controle de temperatura corpórea.
Quando em fadiga o rendimento diminui com o aparecimento
de erros de percepção e raciocínio que pode levara
ocorrência de acidentes e no aspecto de saúde pode levar a
serias perturbações psicológicas com possibilidade de
esgotamento e proteção. As doenças mais comuns que
podem ser desencadeadas pelo calor são:

- Hipertemia ou interação;
- Tontura ou desfalecimento;
- Desidratação
- Distúrbios psico-neuróticos;
- Catarata.
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Instrumentação Utilizada:
a) Termômetro de globo – para medição da temperatura do
corpo radiante ( Tg ). Consiste num termômetro com escala
subdividida em 2/10°C introduzido parcialmente numa
esfera de cobre ôca de 150 mm de diâmetro e paredes de
1 mm de espessura, pintada externamente de preto fosco;

b) Termômetro de Bulbo Úmido Natural – para medição de


temperatura de Bulbo úmido Natural ( Ton ). Consiste num
termômetro com escala subdividida e, 1/10°C, cujo Bulbo é
permanente umedecido por um tecido que o envolve e está
em contato com água destilada contida por ERLEN –
MAYER cuja capacidade é de 125 ml.

Avaliação em Relação ao Nível de


Iluminância:
A utilização de uma iluminação adequada proporciona um
ambiente de trabalho agradável, melhorando as condições de
supervisão e diminuindo a possibilidade de acidentes e
doenças profissionais, consequentemente uma iluminação
inadequada implica no aumento de acidentes, na diminuição
da produtividade, grande desperdício de material, pior
qualidade do produto e maior fadiga visual geral.

A legislação Brasileira através da Portaria n° 3214 de 23 de


novembro de 1990, estabelece na NBR – 5.413 (Norma
registrada no INMETRO) de maio de 1991, os níveis de

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iluminância em Lux por tipo de atividade. No referido
levantamento, foi utilizado equipamento luxímetro, marca
ICEL – LD – 500, com capacidade de aferir até 50.000 lux.
De acordo com os resultados colhidos constantes e nosso
formulário em anexo, estamos fornecendo os resultados de
alguns setores da Empresa.

QUADRO DE ILUMINÂNCIA

Nível de lux Nível em Lux


Ponto Local Aferido Condições
Aferido Permissível
Oficina Mecânica
1 1522 Dentro 500
Solda
2 Esmeril 793 Dentro 300
3 Bancada 1 535 Dentro 500
4 Bancada 2 1299 Dentro 500
5 Lavador de Peças 645 Dentro 300
6 Ferramentaria 265 Dentro 300
7 Recepção 388 Dentro 300
8 Diretor Técnico 240 Abaixo 300
9 Arquivo morto 165 Dentro 150
Gerência de
10 189 Abaixo 500
compras
Almoxarifado da
oficina
11 Micro 204 Dentro 200
12 Mesa 695 Dentro 300
13 Sala de Treinamento 265 Abaixo 300
14 Sala de peças 320 Dentro 150
Fábrica de blocos
15 Betoneira 812 Dentro 300
16 Bloqueadeira 812 Dentro 300
17 Sala de reunião 166 Abaixo 200
18 Diretor 260 Abaixo 300
Contabilidade
19 Mesa do contador 326 Abaixo 500
Mesa do Aux.
20 327 Abaixo 500
Contábil
Gerência Financeira
21 Mesa do Gerente 326 Abaixo 500
22 Mesa do Aux. 325 Abaixo 500

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Financeiro
Depto de pessoal
23 Mesa encarregado 1120 Dentro 500
24 Mesa aux. 508 Dentro 500
25 Mesa micro 796 Dentro 500
Almoxarifado geral
26 Balcão 1101 Dentro 500
27 Mesa de trabalho 525 Dentro 300
28 Estoque geral 198 Abaixo 200
29 Balcão 649 Dentro 500

QUADRO DE ILUMINÂNCIA
Nível de lux Nível em Lux
Ponto Local Aferido Condições
Aferido Permissível
30 Mesa Trabalho 1601 Dentro 200
31 Área de estoque 262 Dentro 200
32 Micro 851 Dentro 500
Fáb de blocos e
33 501 Dentro 200
placas
34 CPD 604 Dentro 500
35 Sala compesa 709 Dentro 500
36 Recepção 385 Dentro 300

g) Avaliação em Relação aos Agentes


Biológicos:
Os agentes biológicos microorganismos como bactérias,
fungos nickticios, bacilos, parasitas e vírus em determinadas
atividades, exposto freqüentemente a contaminação do
ambiente de trabalho, nas áreas hospitalar, laboratório,
serviços de limpeza, higiene, coleta de lixo, entre outros,
somente possíveis de identificação de acordo com os
respectivos locais de trabalho. Todo cuidado deve ser tomado
nas atividades em que os trabalhadores permanecem

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expostos aos agentes biológicos, sendo necessário portanto,
um rígido controle do pessoal e a adoção de medidas
preventivas, a saber:

- Vacinações;
- Esterilização dos materiais utilizados;
- Rigorosa higiene pessoal, das roupas e dos ambientes de
trabalho.

2. Avaliação dos Agentes Químicos:


Os diversos agentes químicos capazes de poluir o local de
trabalho, entram em contato com o organismo dos
trabalhadores, podendo apresentar ação localizada nos
diferentes órgão ou tecidos, levados pelos fluídos internos do
sangue e outros produzindo deste modo uma Ação
generalizada. As vias de acesso destas substâncias podem
ser através da inalação ou absorção cutânea e ingestão.
A portaria n° 3214 de 08/06/78 do Ministério do trabalho em
sua NR – 15 – anexo n° 13, estabelece que as atividades em
operações envolvendo agentes químicos nos quais os
trabalhadores estejam expostos são caracterizadas conforme
inspeção realizada no local de trabalho, porém o anexo n° 11,
estabelece que a caracterização ocorrerão quando limites de
tolerância forem ultrapassados constantes no quadro n° 01 do
próprio anexo.

Avaliação:
Qualitativa:

De acordo com a inspeção foi contatado que os profissionais


da área de oficina mecânica manipula com:

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- gasolina na lavagem das peças;


- óleo diesel na lavagem;
- óleo 40 na lubrificação das peças e motores;
- graxa nos ajustes e lubrificação de peças.

Quantitativa:

Foi utilizado o método de amostragem instantânea de leitura


direta com 10 amostragem para cada ponto ao nível
respiratório do profissional com intervalo de 20 minutos para
cada operação.

Setores Analisados:
Oficina Mecânica na lavagem de peças dos veículos.

Produtos Avaliados:
- Hidrocarbonetos da gasolina 100/a;
- Tolueno 5/a;
- Fenol 5/a.

Reagentes usados:
Tubos colorimétricos dos produtos acima citados.

Instrumento Utilizado:
Bomba de aspiração de marca GASPURAT-MULTI GÁS
DECTOR MODELO 21/31 capacidade de medição de volume
de 100cm.

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Local Avaliado e Produtos:
Lavagem de Peças:

Produto Analisado: Hidrocarboneto de gasolina

N° DE AMOSTRAS CONCENTRAÇÃO

01 ----------------------- 200 ppm


02 ----------------------- 150 ppm
03 ----------------------- 180 ppm
04 ----------------------- 250 ppm
05 ----------------------- 220 ppm
06 ----------------------- 190 ppm
07 ----------------------- 240 ppm
08 ----------------------- 100 ppm
09 ----------------------- 120 ppm
10 ----------------------- 125 ppm

CONCENTRAÇÃO OBTIDA

LT = 500 ppm

CM = 177,5 ppm

VALOR MÁXIMO

Nr. 15 Anexo n° 11 – Quadro n° 2

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LT x LD

Lavagem de Peças:

Produto Analisado: Fenol 5/a

N° DE AMOSTRAS CONCENTRAÇÃO

01 ----------------------- 2,0 ppm


02 ----------------------- 1,0 ppm
03 ----------------------- 0,5 ppm
04 ----------------------- 1,0 ppm
05 ----------------------- 1,5 ppm
06 ----------------------- 0,5 ppm
07 ----------------------- 0,5 ppm
08 ----------------------- 1,0 ppm
09 ----------------------- 0,9 ppm
10 ----------------------- 0,6 ppm

CONCENTRAÇÃO OBTIDA

LT = 4 ppm

CM = 0,94 ppm

VALOR MÁXIMO

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Nr. 15 Anexo n° 11 – Quadro n° 2

LT x LD

4x3 = 12,0 ppm

Lavagem de Peças:

Produto Analisado: Tolueno 5/a

N° DE AMOSTRAS CONCENTRAÇÃO

01 ----------------------- 40 ppm
02 ----------------------- 50 ppm
03 ----------------------- 50 ppm
04 ----------------------- 40 ppm
05 ----------------------- 50 ppm
06 ----------------------- 30 ppm
07 ----------------------- 20 ppm
08 ----------------------- 50 ppm
09 ----------------------- 60 ppm
10 ----------------------- 30 ppm

CONCENTRAÇÃO OBTIDA

LT = 78 ppm

CM = 42

VALOR MÁXIMO

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LT x LD

78x1,5 = 117 ppm

Recomendação:
Fornecer os Epi´s como:

- Creme para as mãos;


- Eliminar o contato máximo com o produto;

- Fornecer máscaras respiratórias;


- Manter o local ventilado;
- Realizar os exames periódicos complementares de acordo
com a
exigência médica.

Conclusão Geral:
De acordo com a avaliação quantitativa os valores obtidos
nas concentrações não foram ultrapassados conforme conta
na NR – 15 anexo n° 11, pois a área de trabalho é aberta com
boa ventilação natural e conforme avaliação qualitativa
baseado no anexo n° 13, os produtos são considerados
insalubres, porém se fornecer os Epi´s como: creme para as
mãos, máscaras respiratórias, elimina a insalubridade.

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11. Termo de Responsabilidade

É responsabilidade da direção ou gerência da empresa,


enviar esforços necessários para assegurar o cumprimento
deste programa, devendo o mesmo tornar-se uma atividade
permanente e integrada com as demais.
Salientamos que o téc. de segurança do trabalho Givaldo da
Silva Barbosa é apenas responsável pelo aspecto técnico
relativo a elaboração e planejamento do programa. Cabe à
Empresa toda e qualquer responsabilidade na sua
implementação, principalmente dos custeios das diversas
ações preconizadas.
Este é um documento técnico a ser interpretado como um
conjunto complementar servindo com instrumento hábil para
cumprimento das obrigações normativas estabelecidas na NR
– 09 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

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Recife-PE, 20 de maio de 2002.

_____________________________
Responsável Técnico

_____________________________
Assinatura da Empresa

10. ANEXOS

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ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES
Atendendo solicitação feita pela fiscalização do Ministério do
Trabalho e Emprego, acrescentamos ao PPRA os seguintes
itens:
a) Orientação para direção defensiva;

b) Defesa contra marginais;

c) Análise de acidentes pelo Método de Árvore de Causas;

d) Orientação dos riscos ergonômicos.

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EDUCAÇÃO PARA DIREÇÃO DEFENSIVA
- O trabalhador além dos riscos que possam existir no
ambiente de trabalho, ele se depara com as mais diversas
situações no seu percurso de casa para a empresa,
independente do meio de locomoção, quer seja de sua
propriedade ou utilização de coletivos ou outros meios.

- Todos os motoristas devem participar de treinamento


apropriado de

Direção Defensiva, obrigando garantir maior segurança própria e de outras


pessoas.

A seguir alguns conceitos em Direção Defensiva:


- Conhecer a Legislação e a sinalização de trânsito;

- Planejar e antever o itinerário;

- Tempo de reação – tempo de frenagem;

- Distância de reação – distância de parada;

- Análise dos acidentes;

- Mostra de intenções.

ANÁLISE DE ACIDENTES PELA ÁRVORE DE


CAUSAS
Entre os métodos utilizados para investigar os acidentes,
destacam-se

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o Método da “Árvore das Causas”, que tem como
características básicas:
a) Analisar o acidente com a participação de grupo e do
acidentado;
b) Deve ter como princípio encontrar os fatores que
contribuíram para que o acidente ocorra, nunca identificar o
culpado.

A análise é feita com objetividade e técnica, evitando a


presença de julgamentos e interpretações pelo aspecto
subjetivo de quem analisa.

Com esta abordagem descobriremos um número elevado de


prevenções. Que possibilita escolher a mais adequada ao
problema além de fornecer subsídios que contribuirão na
elaboração do plano de segurança da empresa.

Etapas para utilização do método:

- Levantamento dos fatos que contribuíram para que o


acidente ocorresse;
- Reunião e ordenação dos fatos;
- O que causou o fato;
- Se a causa foi realmente necessária;
- Se foi suficiente.
Obs: Estas três etapas serão repetidas para cada fato
registrado.

- Na dúvida não ultrapassar jamais e dirigir com vidros


fechados;
- Não dirija se não estiver plenamente concentrado;
- em entradas de velocidade planejar a saída com
antecedência;
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- Em pistas molhadas levar em conta possibilidade de
aguaplanagem.

DEFESA CONTRA MARGINAIS


A sociedade em geral enfrenta nos dias atuais graves
problemas referentes a segurança pública.
Da mesma forma que é importante orientar os trabalhadores
sobre Direção Defensiva, a empresa poderá fornecer
informações de técnicas de prevenção à abordagem por
marginais.
- Ande sempre atento;
- Ao andar numa calçada e um desconhecido cruze, vindo da
calçada contrária a que você percorre, mude também de
calçada, ou volte atrás;

- Mantenha-se alerta para aproximação de pessoas pelas


suas costas.
Examine-as ao perceber e se necessário o passo ou mude
para outro lado da rua, ou ainda entre em uma loja ou outro
local onde fique mais protegido;
- Esteja atento para pessoas que estejam aparentemente
inertes,

desligadas, a beira da corrente de pedestres, especialmente


se uma dupla;
- Atenção para bicicletas ou motos que venham rente ao meio
fio;
- Ao se preparar para descer nas paradas de ônibus, atenção
para as pessoas que já estão no local;
- Ao subir no ônibus, a mesma coisa, mantenha a mão sobre
o bolso da carteira;

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- Ande com a carteira no bolso esquerdo da calça e, se
possível, com calças de bolsos não muito folgados ou de
abertura para cima;
- Evite tirar a carteira em locais inseguros ou desertos até
para dar pequenas ajudas;
- Não pare para responder perguntas sobre hora ou para
atender a desconhecidos. Responda andando;
- Observe as duplas que andam um atrasada em relação à
outra;
- Nos sinais mantenha os vidros fechados e as portas
travadas;
- Mantenha uma certa distância entre seu carro e o da frente
que possibilite um pequeno arranque, se necessário;
- Evite levar na carteira mais documentos do que os
estritamente necessários;
- É melhor levar apenas um ou dois cheques que o talão
todo;

- Evitar andar com a carteira recheada e, sobretudo, abrí-la


em público nessas condições;
- Evite andar por ambiente muito apertado, becos, etc.;
- Cuidado ao sair de agências bancárias ou empresas em dia
de pagamentos;
- Veja a quem pede roteiro. Faça a pessoas claramente
seguras para não ser encaminhado a lugares perigosos;
- Em caso de necessidade não tenha vergonha de correr;

- Ande rápido, os marginais não terão tempo de decidir-se a


escolhê-lo como alvo e avaliarão não valer a pena o esforço
de seguí-lo;
- Quando seguido finja estar dirigindo-se ao portão de uma
residência próxima para ingressar nela ou ao interior de uma
loja, aproxime-se e puxe conversa, dando a impressão de
ser conhecido;
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- Não dar sinais com antecipação de que está preste a sair de
casa, observe a frente alguns minutos antes de sair, ao sair
olhe a rua toda nos dois lados;
- Evite passar rente a esquinas com ângulo cego de visão do
outro lado ou junto a terrenos baldios com vegetação,
arvoredo.

Na fase anterior, a partir do último acontecimento.


(Montagem do esquema gráfico – Árvore das Causas)
- Busca das prevenções possíveis;
- Escolha das prevenções mais eficazes.

RISCOS ERGONÔMICOS:
Ergonomia: Razões do Programa:
As diferenças corporais, os níveis de dor e de tensão que
cada indivíduo apresenta, não ocorre por acaso.

As características de personalidade, a história de vida de


cada indivíduo determina a forma de reagir às pressões, ao
stress, à carga de trabalho.
Como advento do computador, e a evolução das exigências
do trabalho, começam a aparecer histórias freqüentes de
dores por desconforto pelo uso.
As empresas devem promover um ambiente de trabalho
ergonômico que estimule a produtividade e o relaxamento.
Isto trará benefícios a qualidade do trabalho assim como a
segurança e saúde do trabalhador.

Ler/Dort:
Nome adotado no Brasil, ou traumas por esforço comutativo,
ou disfunções do sistema muscular esquelético, Síndrome

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descrita em várias profissões, que envolvem movimentos
repetitivos ou grande imobilização postural.
As L.E.R. Lesões por esforços repetitivos, ou D.O.R.T.
Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, é o
nome dado a um conjunto de doenças que podem se
apresentar de diversas formas.
Sintomas:

- Câimbras;
- Formigamento;
- Dormências;
- Dores.
Parte do corpo:

- Pescoço;
- Ombros;
- Antebraços;
- Punhos;
- Mãos e dedos.

Isto ocorre em função de lesões nos músculos, tendões


bainhas (espécie de membrana que envolve os músculos e
tendões), nervos e até mesmo em pequenos vasos
sanguíneos.

Diagnóstico e Estágio da Doença:

Para diagnosticar a doença, o médico faz a observação


clínica levando em consideração os sintomas, o exame físico
detalhado e o tipo de atividade que o trabalhador desenvolve,
verificando, inclusive o grau que a doença atingiu.

GRAVIDADE SINTOMAS CUIDADOS

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GRAU 1 - Sensação de peso e desconforto nos - Melhorar com repouso
braços

- Dor espontânea nos braços ou ombros

- Ocorre às vezes durante a jornada

GRAVIDADE SINTOMAS CUIDADOS


Grau 2 - Dor mais persistente e mais forte - Recuperação mais

- Formigamento às vezes demorada

- Calor no local dolorido - Exercícios orientados

- Desconforto - Repouso

- Não costuma impedir a atividade - Orientação Médica

- Pode incomodar em outras atividades

- A dor pode permanecer após a jornada

GRAVIDADE SINTOMAS CUIDADOS


Grau 3 - Dor mais persistente e forte

- Formigamento às vezes

- Crise de dores da

atividade principalmente a noite

- Diminuição de força muscular

- Edema (inchaço)

- Alterações da sensibilidade

GRAVIDADE SINTOMAS CUIDADOS


Grau 4 - Dor mais persistente e mais - Recuperação mais demorada

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forte, às vezes insuportável
- Exercícios orientados
- A dor se estende por todo braço
- Repouso
- A dor ocorre mesmo com o
braço em repouso e imobilizado - Orientação médica

- Atrofia nos dedos

- Invalidez no trabalho

- Alterações psicológicas
(ansiedade, depressão, angústia)

- Fase de cura irreversível

RECOMENDAÇÕES
USE:

- Apoio de pé (regulável)
- Apoio para punho (na mesa ou gaveta para teclado)
- Tela anti-reflexiva;

- Suporte de monitor (suporte regulável da altura da tela);


- Suporte para documento (na mesma altura e distância da
tela);
- Altura do assento da cadeira regulável;
- Encosto regulável, em altura e inclinação.

AMBIENTE
Humanizar o ambiente de trabalho. Introduzir plantas,
quadros e outros elementos. Equilibrar as luminárias, manter
iluminação geral uniforme fontes luminosas protegidas. Evitar
direcionar as telas para janelas e luminárias. Não utilizar

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cores escuras para mobiliários, mesas divisórias e paredes.
As cores devem ter os seguintes coeficientes de reflexão:

- TETO 80% Ex. branco papel


- PAREDE 40% Ex. bege
- MOBILIÁRIO 40% Ex. bege
- PISO 15 a 20% Ex. cinza escuro

TEMPERATURA AMBIENTE:

Deverá ser mantida de acordo com estudos de climatização


feitos, ouvindo a opinião e a satisfação dos trabalhadores.

Classificação:

Classificamos o caso na GRAVIDADE (1), diagnóstico que


deve ser submetido a descanso de rotina.
Recomendações:

Submeter a uma avaliação médica dentro do PCMSO, para


evitar aparecimento e caracterização de doença ocupacional,
irreversível.

ORIENTAÇÕES GERAIS:

- Procurar sentar-se durante o trabalho em posição correta;


- Atenção constante a postura, tanto sentada como em pé;
- Controle da tensão emocional através de relaxamento,
descontração, diálogo franco, exercícios;
- Procurar ter uma vida social agradável, realizando
atividades esportivas (natação, ginástica, lazer);
- Participar de programas de combate ao stress;
- Verificação periódica da pressão arterial;
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- Consultar sempre um médico, caso sinta qualquer sintoma
na visão, coluna, dor de cabeça, cansaço físico, circulação
(varizes), problemas gastrointestinais, alérgicos ou outros;
- Olhe na horizontal ao andar;
- Ao sentar evite cruzar as pernas por muito tempo, ou outro
movimento que dificulte a circulação;
- Dormir sempre de lado, com as pernas encolhidas.
Travesseiros na altura do ombro, não muito macio. Colchão
de estrado firme mas com uma camada superior macia;
- Ao suspender qualquer peso observe as técnicas de
levantamento;
- Evite assistir TV ou ler na cama.

ALGUMAS DEFINIÇÕES:

TENDINITE – inflamação aguda ou crônica das bainhas dos


tendões.
TENOSSINIVITE – inflamação aguda ou crônica das bainhas
dos tendões.

CISTO SINOVAL – depósito de substâncias nas sinóvias


( membrana que envolve o tendão).
TÚNEL DO CARPO – compressão do nervo do túnel do
carpo.

SÍNDROME DE DEQUERAVAIN – constição dolorosa da


bainha comum dos tendões do longo abdutor do polegar e do
extensor curto do polegar.

NEUROPATIAS COMPRESSIVAS:

- Compressão do nervo ulnar no canal do túnel do carpo


(choque ou dor).

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- Compressão mediano no canal do pronador e do flexor dos
dedos (choque ou dor).
- Nervo ulnar no canal do Guyon (choque ou dor).
- Nervo mediano no canal do pronador e do flexor dos dedos
(choque ou dor).
- Nervo radial no tendão supinador (choque ou dor).
- Nervo ulnar no canal no túnel do carpo (choque ou dor).

ADAPTAÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO JÁ


EXISTENTES

Apesar da maioria dos postos de trabalho, já estarem


equipados com mobiliários ergonômicos, alguns ou a maioria
dos usuários, estavam exercendo suas funções de forma
inadequada, sem observar a posição do teclado, monitor,
apoio de documento, cadeira ou localização do CPU.

TABELA PARA ANÁLISES QUALITATIVAS


Tabela 1 = T1

GRADUAÇÃO QUALITATIVA DE EXPOSIÇÃO

Categoria Descrição
0 – Não há exposição Nenhum contato com o agente ou

contato desprezível

1 – Baixos níveis Contato infreqüente com o agente

2 – Exposições moderada Contato freqüente com o agente a

RUA JONATHAS DE VASCONCELOS, 92 – BOA VIAGEM – RECIFE – PE


FONE: 3465-4900/9987-2635.
GIVALDO DA SILVA BARBOSA
TÉC. DE SEGURANÇA DO TRABALHO
REG. SSMT 38.893 MTB – PE
baixas

Concentrações ou infreqüente a altas

concentrações

TABELAS PARA ANÁLISES QUALITATIVAS

Tabela 1 = T1

GRADUAÇÃO QUALITATIVA DE EXPOSIÇÃO

Categoria Descrição
3 – Exposição elevada Contato freqüente com o agente

a altas concentrações

4 – Exposição elevadíssima Contato freqüente com o agente

a concentração elevadíssima

TABELAS PARA ANÁLISES QUALITATIVAS


Tabela 2 = T2

GRADUAÇÃO QUALITATIVA DO EFEITO

Categoria Descrição
0 Efeitos reversíveis de pouca

Importância ou não conhecidos

ou apenas suspeitos

1 Efeitos preocupantes

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TABELAS PARA ANÁLISES QUALITATIVAS


Tabela 2 = T2

GRADUAÇÃO QUALITATIVA DO EFEITO

Categoria Descrição
2 Efeitos reversíveis preocupantes

Severos

3 Efeitos a vida ou doença/lesão

Incapacidade

TABELAS PARA ANÁLISES QUALITATIVAS


Tabela 3 = T3

VALORIZAÇÃO DA PRIORIDADE DE MONITORIZAÇÃO DE

CONTROLE

Índice (Soma das Categorias) Prioridade de Monitorização

Exposição = Efeitos) Medidas de Controle

0 1 – Desprezível

1–3 Marginal

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TABELAS PARA ANÁLISES QUALITATIVAS


Tabela 3 = T3

VALORIZAÇÃO DA PRIORIDADE DE MONITORIZAÇÃO DE

CONTROLE

Índice (Soma das Categorias Prioridade de Monitorização

Exposição = Efeitos) Medidas de Controle

4–5 Atenção

6 Crítica

7–8 Emergencial

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