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PGR: Inventário de Riscos Ocupacionais

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO
DE RISCOS

INVENTÁRIO GERAL DE RISCOS

AGIS CONSORCIO SOLAR NOVO ORIENTE

AGOSTO DE 2024 – AGOSTO DE 2025

NORMAREGULAMENTADORA NR-1
DISPOSIÇÕES GERAIS E GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS
Portaria SEPRTnº6.730, de 9 de março de 2020

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

FUTURO 3D LASER SCANNING E TOPOGRAFIA


Razão Social
LTDA
Endereço da empresa R. DOUTOR EURICO DE AGUIAR, 130 LOJA 19
SANTA HELENA VITORIA/ES
Endereço do estabelecimento avaliado RUA PADRE MORORÓ 411, CENTRO,
FORTALEZA-CE
Atividade principal Serviços de cartografia, topografia e geodésia
Código Nacional de Atividade Econômica
71.19-7-01
(CNAE) da atividade principal
Grau de Risco 01
CNPJ 39.322.371/0001-25
Indicado pela empresa para o
Bruno Mathias de Oliveira
acompanhamento da visita técnica
Responsável técnico pela elaboração Gidion Romitio Casanova
Elaboração do PGR 27/08/2024

Trabalhos em turnos? Sim ( ) Não ( X ) Trabalhos noturnos? Sim (X) Não ( )


Numero de empregado total 02 Masculino 02 Feminino 00

Descrição da atividade da empresa

FUTURO 3D LASER SCANNING E TOPOGRAFIA LTDA foi contratada para a realização de


serviços topográficos.

II – IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATANTE

Razão Social AGIS CONSORCIO SOLAR NOVO ORIENTE


Endereço da empresa Avenida Marginal Oeste, 774 Residencial Nova Ilha –
Ilha Solteira/SP – CEP: 15387–000
CONSTRUÇÃO CIVIL
Atividade principal
Código Nacional de Atividade F-4299-5/99
Econômica (CNAE) principal
Grau de Risco 03
CNPJ 49.422.303/0002-72

INTRODUÇÃO

Este Documento foi elaborado de acordo com as diretrizes da NR 1, Portaria SEPRT nº 6.730, de 9
de março de 2020, DOU 12/03/20.

O GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais deve constituir o PGR Programa de Gerenciamento de


Riscos, deve contemplar ou estar integra do com planos, programas e outros documentos previstos na
legislação de segurança e saúde no trabalho e faz parte de um conjunto de medidas mais amplas
contidas nas de mais normas regulamentadoras, qual se articula, principalmente, coma NR07, PCMSO–
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

Este Documento contém o Inventário Geral dos Riscos relacionados às atividades existentes na
empresa, compreendendo todas as categorias de riscos à segurança e saúde dos trabalhadores e
constitui um dos documentos básicos do Programa de Gestão de Riscos, no que diz respeito ao

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
reconhecimento e avaliação de riscos relacionados a agentes físicos, químicos, biológicos,
ergonômicos e mecânicos.

Atende às exigências da Norma Regulamentadora 09, no que diz respeito ao reconhecimento eavaliação
de riscos relacionados a agentes químicos, físicos e biológicos.

Atende às exigências da Norma Regulamentadora 17, Ergonomia, indicando situações nas quais se faz
necessário a realização de Análise Ergonômica do Trabalho complementares.

Os dados constantes neste documento servem de base para a elaboração do Plano de Ação Anual
de Segurança e Saúde do Trabalho, que contempla as ações de controle a serem mantidas,
implementadas ou melhoradas, assim como as atividades de monitoramento das exposições.

Os riscos identificados para cada grupo de trabalhadores expostos irão subsidiar a elaboração ou
reformulação do PCMSO.

OBJETIVOS DO PGR

Os objetivos deste Inventário Geral de Riscos é:

 Caracterizar exposições a todas as condições perigosas e aos agentes potencialmente nocivos –


químicos, físicos, biológicos e outros fatores estressores que constituem cargas de trabalho
física e mental significativas.

 Caracterizar a intensidade e a variação temporal das exposições para todos os trabalhadores –


próprios e de contratadas que atuem em atividades dentro dos limites da empresa.

 Avaliar os riscos potenciais à segurança e saúde de todos os trabalhadores.

 Priorizar e recomendar ações para controla exposições que representem riscos inaceitáveis e
intoleráveis

 Registrar as avaliações ambientais realizadas na empresa

 Comunicar os resultados do processo de levantamento de perigos e avaliação de riscos para


todos os trabalhadores envolvidos.

 Manter o registro histórico das exposições para todos os trabalhadores de forma que problemas
futuros de saúde possam ser analisados e gerenciados com base em informações reais de
exposição.

ABRANGÊNCIA

Este Programa abranger á os riscos identificados no ambiente de trabalho da empresa, conforme


estabelecido na NR1 da Portaria3214/78.

Os processos e inicia com a caracterização básica de cada unidade – processo e ambiente de trabalho, força
de trabalho e agentes ambientais e estressores. Esses dados servem de base para de finiros grupos
homogêneos de exposição (GHE) e atividades não rotineiras ou de empresas contratadas, para os quais os
riscos serão reconhecidos e avaliados.

Agentes físicos: Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia liberada pelas condições
dos processos e equipamentos a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído,
vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas (calor e/ou frio), radiações ionizantes e não-
ionizantes, bem como o infrassom e o ultrassom.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Agentes químicos: Consideram-se agentes químicos todas as substâncias puras, compostos ou
produtos (misturas), nas formas de gases, vapores e aerodispersóides (poeiras, fumos, névoas, neblinas,
fibras), que por sua dimensão físico-química ou pela natureza da atividade de exposição, podem entrar
em contato e/ou ser absorvido pelo organismo por uma multiplicidade de vias − respiratória (inalação),
cutânea (por meio da pele intacta) e digestiva (ingestão).

Para fins de reconhecimento como atividade especial, em razão da exposição a agentes químicos,
considerado o Regulamento da Previdência Social - RPS vigente à época dos períodos laborados, a
avaliação deverá contemplar todas aquelas substâncias existentes no processo produtivo.

Agentes biológicos: Consideram-se agentes biológicos aqueles que se apresentam nas formas de
microorganismos geneticamente modificados ou não; as culturas de células; os parasitas infecciosos
vivos e suas toxinas e os príons, partículas protéicas infecciosas que não possuem ácidos nucléicos, que
podem estar presentes nos ambientes de trabalho ou fazerem parte do processo do trabalho, os quais
são passíveis de provocarem doença nos trabalhadores expostos, tais como: Bactérias; Fungos; Bacilos;
Parasitas, Protozoários e Vírus, entre outros. A porta de entrada destes agentes é o aparelho respiratório,
a pele ou por ingestão. Diversos animais e plantas produzem ainda substâncias alergênicas, irritativas e
tóxicas com as quais os trabalhadores entram em contato, como pêlos e pólen.

Agentes Mecânicos: Consideram-se agentes mecânicos os potencialmente geradores de acidentes,


como o arranjo físico deficiente; máquinas e equipamentos sem proteção; ferramentas inadequadas;
ou defeituosas; eletricidade; incêndio ou explosão; animais peçonhentos; armazenamento inadequado,
dentre outros.

Agentes ergonômicos: Consideram-se agentes ergonômicos todas as condições que afetam o bem-
estar do indivíduo, sejam elas físicas, mentais ou [Link] ser compreendidas como fatores que
interferem nas características psicofisiológicas do profissional,provocando desconfortos e problemas de saúde. São
exemplos de riscos ergonômicos: levantamento de peso, ritmo excessivo de trabalho, monotonia,
repetitividade, postura inadequada.

DEFINIÇÕES

DANO – É a conseqüência de um perigo em termos de lesão, doença, ou uma


combinação desses.

PERIGO – Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em
termos de lesão, ou uma combinação dessas.

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS – Processo de reconhecimento que um perigo existe,e de


definição de suas características.

RISCO – Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou


exposição com a gravidade da lesão ou doença que pode ser causada pelo evento ou
exposição.

Conceito de risco: A Occupational Health and Safety Assessment Series (OHSAS) 18001
define risco como sendo a combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou
exposição e severidade dos danos ou doença que podem ser causadas pelo evento ou exposição. E
perigo a fonte, situação ou ato como potencial para provocar danos em termos de lesão ou doença a
pessoas, ou uma combinação destes. É um conceito relacionado com a possibilidade ou probabilidade
de ocorrência de algum dano, e sua magnitude está também relacionada com gravidade do dano:

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

RISCO = PROBABILIDADE DE DANO X GRAVIDADE DO DANO

Desta forma, risco é a possibilidade e a probabilidade da ocorrência de eventos negativos prejudiciais


ao homem. Portanto se o virmos por um de seus aspectos, o risco é a probabilidade que um perigo
ocorra, isto é, que um acontecimento ou um efeito adverso resultará de um conjunto de condições de
exposição. Neste caso, o risco é naturalmente expresso como uma probabilidade.

Isso estabelecido é importante notar que risco é o resultado matemático do perigo e da exposição. Essa
relação pode ser expressa pela seguinte fórmula:

RISCO = PERIGO X EXPOSIÇÃO

Desse modo, um agente (seja físico, químico ou biológico) altamente perigoso, pode estar presente com
pequeno risco de efeitos adversos, se for manuseado com segurança e em condições apropriadas, isto
é, quando o componente exposição da equação de risco for levada em direção à zero. Similarmente o
risco pode ser reduzido para zero levando-se o componente perigo da equação em direção à zero.

Por exemplo, mudando as condições do processo de produção, substituindo as ações perigosas por
outras menos perigosas, usando menores quantidades de materiais nocivos ou substituindo-os. Mesmo
assim sempre haverá uma probabilidade de exposição. Naturalmente que a solução gerencial mais
acertada será levar ambos os componentes da equação, a exposição e o perigo para níveis tão baixos
quanto permitir tal probabilidade. Tal orientação virtualmente garante um cenário de baixo risco.
Entretanto, no mundo real das atividades diárias nem sempre é exequível ou possível reduzir os
elementos do risco para um nível zero de probabilidade. Por esta razão o reconhecimento, a avaliação
e o controle do risco tornaram-se elementos fundamentais para o sucesso de qualquer empreendimento
produtivo no sentido da higiene ocupacional.
O Grupo Homogêneo de Exposição – (GHE): Equivale a um grupo de trabalhadores que estão
sujeitos a exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de
qualquer trabalhador do grupo seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo
grupo

Medidas de controle: Envolve a adoção de medidas necessárias e suficientes para a eliminação ou


redução dos níveis ou concentrações dos riscos ambientais, devendo ser avaliadas as medidas de
controle para a confirmação de sua eficácia. As medidas de controle deverão ser adotadas sempre que
forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

 Riscos potenciais na fase de antecipação;


 Quando forem constatados riscos evidentes a saúde na fase de reconhecimento;
 Quando os resultados das avaliações quantitativas forem superiores aos valores limites previstos
na NR-15 ou na ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists) ou valores
que venha a ser mais restritivos do que critérios técnicos - legais, mediante a negociação coletiva
de trabalho;
 Quando, após a avaliação quantitativa dos agentes, for constatada exposição acima dos Níveis de
ação (Valor da qual deverão ser iniciadas medidas preventivas de forma a minimizar a probabilidade
de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição), são as para
agentes químicos, metade dos Limites de Tolerância;para ruído, a dose de 0,5 (dose superior a
50%), conforme NR-15 anexo n° 1, item 6;

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
 Finalmente quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre
danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que ele ficam expostos.

Medidas de proteção coletivas – EPC: Implantação das medidas de controle coletivas são as primeiras
medidas a serem tomadas para a eliminação ou redução da exposição dos trabalhadores aos agentes
identificados, essas medidas deverão ser acompanhadas de treinamento para a sua melhor otimização
e informação sobre as suas limitações de proteção, devem seguir as seguintes ordens hierárquicas:

 Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde.


 Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho.
 Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes.

Quando comprovado pelo empregador a inviabilidade técnica das adoções de medidas de proteção
coletiva, ou não forem suficientes, encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação ou
ainda em caráter complementar ou emergencial, poderão ser adotadas outras medidas, obedecendo
as seguintes hierarquia:

 Medidas de caráter administrativo ou de organização de trabalho;


 Utilização de equipamentos de proteção individual – EPI.

Equipamentos de proteção individual – EPI: Todo dispositivo ou produto, de uso apenas individual
utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde
do trabalhador sendo ele valido mediante certificado de aprovação por órgão competente, o mesmo
deverá ser distribuído aos trabalhadores gratuitamente e adequado ao risco que estão expostos, em
perfeito estado de conservação e funcionamento, realizar treinamento para a sua correta utilização e
orientação sobre suas limitações de proteção, estabelecimento de normas ou procedimentos para o
fornecimento, o uso, a guarda, higienização, conservação, manutenção e reposição do EPI, visando
garantir a proteção original do equipamento.

Estratégia e Metodologia de Ação

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Avaliação do Risco

Probabilidade (P)

A gradação da probabilidade da ocorrência do dano (efeito crítico) é feita atribuindo-se um índice de


probabilidade (P) variando de 1 a 4, cujo significado está relacionado no quadro.

SIGNIFICADO EM TERMOS DA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO DANO

ABORDAGENS PARA ATRIBUIR O VALOR A “P”

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

TABELA 1
CRITÉRIOS PARA GRADAÇÃO DA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO DANO (P)

P CRITÉRIO ADOTADO
ÍNDICE DE
Perfil de
Perfil de exposição Exposição
PROBABILIDADE Fator de proteção
qualitativo
quantitativo
Exposição baixa: contato Exposiçãoinferiora10% do
As medidas de controle
não freqüente com o Limite de Exposição
existentes são adequadas,
agente ou freqüente a Ocupacional.
baixíssimas eficientes e há garantias de
E < 10% LEO que sejam mantidas em
1 concentrações /
longo prazo.
intensidades. Percentil 95 < 0,1 x LEO
Exposição moderada: Exposição estimada
contatofreqüentecomo entre10%e50%do Limite
de Exposição As medidas de controle
agente a baixas
Ocupacional. existentes são adequadas e
concentrações
10% < E ≤ 50% LEO eficientes, mas não há
/intensidades oucontato não
2 garantias de que sejam
frequente a altas
concentrações Percentil 95 entre 0,1 x LEO mantidas em longo prazo.
/intensidades. e 0,5 x LEO
Exposição estimada As medidas de controle
entre50%e100%do Limite existentes são adequadas
Exposição significativa ou
de Exposição
importante: contato mas apresentando desvios
Ocupacional.
freqüente com o agente a ou problemas significativos.
50% < E ≤ 100% LEO A eficiência é duvidosa e não
3 altas concentrações/inte
nsidades há garantias de
Percentil95entre0,5xLEO
e1,0xLEO manutenção adequada.
Exposição excessiva: contato Exposição estimada acima Medidas de controle
freqüente com o agente a do Limite de Exposição inexistentes ou as
concentrações/inte Ocupacional E > 100% LEO medidas existentes são
4
nsidades reconhecidamente
elevadíssimas Percentil 95 > 1,0 x LEO inadequadas.
Quadro adaptado de MULHAUSEN & DAMIANO (1998) e Apêndice D da BS 8800.

Observação: Se a exposição a contaminantes atmosféricos ou ao ruído for avaliada como excessiva, ou


seja, maior que o limite de exposição permitido, ou acima do nível de ação, deve-se definir o índice de
probabilidade de ocorrência do dano estimado como 1, 2 ou 3 por julgamento profissional do avaliador,
conforme o grau de adequação do EPI ao tipo de exposição, sua manutenção eu só [Link] nos
casos que o PCA (Programa de Conservação Auditiva) e PPR (Programa de Proteção Respiratória) forem
avaliados como eficazes.

Gravidade (G)

Para a gradação da gravidade do dano potencial (efeito crítico) atribui-se um índice de gravidade (G)
variando de 1 a 4 conforme os critérios genéricos relacionados na Tabela2 ou os critérios especiais da
Tabela 3.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

TABELA 9
CRITÉRIOS PARA GRADAÇÃO DA GRAVIDADE DO DANO (G)

G
ÍNDICE DE CRITÉRIO UTILIZADO EXEMPLOS
GRAVIDADE (GENÉRICO)
DO DANO
Lesãooudoençaleve,comefeitos Ferimentos leves, irritações leves. que não implique
1 reversíveislevementeprejudiciais. em afastamento não superior a 15 dias etc.
Lesãooudoençaséria,com Irritações sérias, pneumoconiose não fibrogênica,
2
efeitosreversíveisseverose lesão reversível que implique em afastamento
prejudiciais. superior a 15 dias, etc.
Lesão ou doença crítica, com PAIR,danosaosistemanervosocentral(SNC),lesões
3
efeitos irreversíveis severos e com seqüelas que impliquem em afastamentosde
prejudiciais que podem limitar a longaduraçãoouemlimitaçõesda
capacidade funcional. capacidade funcional.
Perda de membros ou órgãos que incapacitem
4
definitivamenteparaotrabalho,lesõesmúltiplasque
Lesão ou doença incapacitante ou
resultem em morte, doençasprogressivas
fatal.
potencialmentefataistaiscomopneumoconise
fibrogênica, cânceretc.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

TABELA 3
CRITÉRIOS ESPECIAIS PARA GRADAÇÃO DA GRAVIDADE EM FUNÇÃO DO POTENCIAL DO
PERIGO

CRITÉRIO ADOTADO
G Potencial carcinogênico TLVs (ACGIH) –
ÍNDICE D E Potencial de danos Grupos de Risco de
mutagênico ou Contaminantes atmosféricos
GRAVIDAD E locais por contato com Biosseguranç a
teratogênico (Agentes
DO olhos e pele (Agentes Gás ou (microorganis mos
químicos e Particulados
DANO químicos) Vapor patogênicos)
físicos)
Agentes sob suspeita de
ser carcinogênico,
Agentes do Grupo de
mutagênico ou
Agente classificado Risco 1: risco
teratogênico mas os dado
como irritante leve para a
> 500  10 individual e para a
1 existentes são ppm mg/ m3
pele, olhos e mucosas comunidade ausente
insuficientes para
ou muito baixo.
classificar. (Grupo A4da
ACGIH)
Agente
carcinogênico, Agente classificado Agentes do Grupo de
teratogênico ou como irritante para 101 a Risco 2: risco
2 mutagênico mucosas, olhos, pele e > 1 e <10
500 individual moderado,
confirmado para sistema mg/m3
ppm baixo risco para a
animais.
respiratório superior comunidade
(Grupo A3 da
ACGIH)
Agente altamente
Agente
irritante ou corrosivo
carcinogênico, Agentes do Grupo
para mucosas, pele,
teratogênico ou 11a de Risco 3: alto
sistema respiratório e 0,1 e
3 mutagênico suspeito 100 risco individual,
digestivo, resultando em  1 mg/ m3
para seres ppm baixo risco para
lesões irreversíveis
humanos. (Grupo acomunidade
limitantes da capacidade
A2 da ACGIH) funcional..
Agente Agente com efeito
carcinogênico, cáustico ou corrosivo
severo sobre a pele, Agentes do Grupo
teratogênico ou
mucosa e olhos (ameaça de Risco 3: alto
mutagênico 0,1
4 confirmado para
causar perda da visão),  10 ppm risco individual, alto
podendo resultar em mg/ m3 risco para a
seres humanos. morte ou comunidade
(Grupo A1 da lesões
ACGIH) incapacitantes.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
AVALIAÇÃO DO RISCO

Estimar e definir a categoria de cada risco, a partir da combinação dos valores atribuídos para
probabilidade (P) e gravidade (G) do dano, utilizando a matriz apresentada na Tabela 4, que define a
categoria de risco resultante dessa combinação.

TABELA 4
MATRIZ DE RISCO PARA ESTIMAR A CATEGORIA DO RISCO

4
RISCO RISCO RISCO RISCO
PROVÁVEL
P
R (E > LEO) MÉDIO ALTO ALTO CRÍTICO
O 3
B POUCO RISCO RISCO RISCO RISCO
A PROVÁVEL
B (E = 0,5 a 1,0 LEO) BAIXO MÉDIO ALTO ALTO
I 2
L IMPROVÁVEL RISCO RISCO RISCO RISCO
I (E = 0,1 a 0,5 LEO)
D BAIXO BAIXO MÉDIO ALTO
A 1
D ALTAMENTE RISCO RISCO RISCO RISCO
IMPROVÁVEL
E
(E < 0,1 LEO) BAIXO BAIXO MÉDIO
IRRELEVANTE

1 2 3 4
reversível, reversível, irreversível, fatal ou
leve severo severo incapacitante

Forma de registro, manutenção e divulgação de dados

 O inventário de riscos ocupacionais deve ser mantido atualizado.


 O histórico das atualizações deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte) anos ou
pelo período estabelecido em normatização específica.

Periodicidade e Forma de Avaliação do Desenvolvimento do PGR

A avaliação de riscos deve constituir um processo contínuo e ser revista a cada dois anos ou quando
da ocorrência das seguintes situações:

a) após implementação das medidas de prevenção, para avaliação de riscos residuais;


b) após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos, condições, procedimentos
e organização do trabalho que impliquem em novos riscos ou modifiquem os piscos existentes;
c) quando identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de prevenção;
d) na ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho;
e) quando houver mudança nos requisitos legais aplicáveis.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
CRITÉRIOS DE CONTROLE

5.1 Critérios para Priorização das Ações

Serão classificadas como:


P1

PRIORIDADE 1 PRIORIDADE 2
serão aquelas são consideradas de menor
consideradas de maior prioridade e serão
prioridade e, se não implementadas se houver
implementadas, deverão uma relação custo-
ser justificadas. benefício adequada e
disponibilidade de recursos
materiais e humanos ou
ainda, se não implicar em
custos diretos.

P2
Seguindo a tabela 6, pode-se identificar algumas ações que devem ser implementadas levando-se
em consideração a probabilidade e a gravidade do dano.

PERIODICIDADE DO MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO

4 MONITORAR MONITORAR
MONITORAR APÓS MONITORAR APÓS
PROVÁVEL APÓS ADOTAR APÓS ADOTAR
ADOTAR MEDIDAS ADOTAR MEDIDAS
MEDIDAS DE MEDIDAS DE
DE CONTROLE DE CONTROLE
CONTROLE CONTROLE
(E >LEO)
(P1) (P1)
(P1) (P1)
3
POUCO ANUAL ANUAL SEMESTRAL TRIMESTRAL
PROVÁVEL (P2) (P2) (P1) (P1)
(E = 0,5 a 1,0 LEO)
2
IMPROVÁVEL Monitoramento Monitoramentoper ANUAL SEMESTRAL
periódico não iódico não (P1)
necessário. necessário. (P1)
(E = 0,1 a 0,5 LEO)
1
ALTAMENTE Monitoramento Monitoramento Monitoramento ANUAL
IMPROVÁVE(E < periódico não periódico não periódico não
0,1 LEO) necessário. necessário. necessário. (P1)

1 2 3 4
REVERSÍVEL, REVERSÍVEL IRREVERSÍVEL FATAL OU
LEVE SEVERO SEVERO INCAPACITANTE

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
RECONHECIMENTO DOS RISCOS E DIVISÃO DO GHE

No local avaliado a empresa dispõe de um total de 02 (dois) empregados. Todos empregados dispõem
de 1h00 de almoço, não foi informado que a existência de trabalhador menor de 18 (dezoito anos) nem
classificado como Beneficiário Reabilitado (BR) ou Portador de Deficiência Habilitado (PDH).

O estabelecimento funciona de Segunda a Quinta feira no horário 07h00 às 17h00 e as Sextas de


07h00 às 16h00. Os funcionários dispõem de horário de almoço com duração de 1h00.

Quantidade
Cargo
Masc. Fem. Total Previsto
Operador De Laser Scanner 3d e Drone 02 - 02 02
Total de empregados 02 - 02 02

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


Setor Cargo/Função N°GHE Descrição da atividade
Funcionário

Operação de Equipamento Eletrônico,


Operador De Destinado À Medição Topográfica E Fotográfica,
Topografia Laser Scanner 01 02 Em Processo Não Destrutivo, Não Radioativo,
3d e Não.
Drone

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
INVENTÁRIO DE RISCOS
GHE 1: Operador De Laser Scanner 3d e Drone (1) Setor: Topografia Reconhecimento dos riscos ( ) Antecipação ( x )
Descrição do local: Local a ser realizado as atividades de levantamento topográfico será realizado nas estações do teleférico do bondinho do pão de açúcar.

Avaliação
Fonte Possíveis
Risco Causas qualitativa Medidas de controle/mitigadoras Observações
geradora conseqüências
P G RISCO IN

Proximidade a marteletes e Equipamentos Perda auditiva Baixo Utilização de protetor auricular tipo Sempre utilizar quando
Físico Ruído 2 2 1
utilizados por outros trabalhadores na obra. progressiva Plugue de inserção NRRsf 13 dB. adentrar a áreas ruidosas .

Observar obstáculos e desníveis no Sempre Inspecionar o


Queda de pessoa de piso, conecta ser na linha de vida equipamento de segurança
Movimentação próximo a periferia dos taludes, Contusões, escoriações Médio
Acidente diferente nível acima de 3 2 2 com cinto de segurança tipo pára- e linhas de vidas
montagem de ferragens e morte
2m quedista e talabarte, observar as visualmente antes das
proteções coletivas existentes. atividades

[Link] Página 14 de 20
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

PLANO DE AÇÃO PARA OS RISCOS ENCONTRADOS


Apresentar o PGR e informar a existência dos riscos e suas consequências aos empregados, através de DS (Diálogo de
Segurança), palestras, cartazes, murais, documentos internos (impressos ou eletrônicos), Ordens de Serviços ou
quaisquer outros meios que os trabalhadores tenham fácil acesso.
Administrativa Promover treinamento para os trabalhadores sobre a necessidade de utilização do equipamentos de proteção individual
(EPI) e orientações quanto à forma correta para realizar sua conservação, guarda e higienização.
Tornar obrigatório a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPI), através de Ordem de Serviço.

Físico Ruído de máquinas e Enclausurar, quando possível, as máquinas, diminuindo assim o ruído ambiental
equipamentos.
Coletiva Realizar manutenções preventivas nos maquinários, a fim de, aumentar a vida útil e diminuir o ruído de desgastes.

Realização de medições ocupacionais


Continuar fornecer protetor auditivo tipo concha e/ou plug e outros EPI apropriados aos riscos avaliados. Fazer a troca
do operação do martelete.
Individual
Realizar exames complementares, conforme previsto no PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional),
caso o Médico do Trabalho assim tenha determinado.

Não encontrado

Não encontrado
Administrativa
Não encontrado

Não encontrado

Não encontrado
Químico Não encontrado
Coletiva Não encontrado

Não encontrado

Não encontrado
Individual
Não encontrado

[Link] Página 15 de 20
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Não encontrado
Administrativa Não encontrado

Biológico Não encontrado


Não encontrado
Coletiva Não encontrado
Não encontrado
Individual
Não encontrado

Não encontrado

Administrativa Não encontrado

Ergonômico Não encontrado Não encontrado

Coletiva Não encontrado

Individual Não encontrado

Apresentar o PGR e informar a existência do risco e suas consequências aos empregados, através de DS (Diálogo de
Administrativa Segurança), palestras, cartazes, murais, documentos internos (impressos ou eletrônicos), Ordens de Serviços ou
quaisquer outros meios que os trabalhadores tenham fácil acesso.

Solicitar sempre a instalação de linha de vida e pontos de ancoragem a contratante para trabalhos em altura
Acidente Queda de altura. Coletiva
Sempre quando realizar atividades em altura realizar APR/PT, sinalizar a áreas e utilizar os EPIS para trabalho e altura,
como cinto e talabarte duplo com ABS sempre respeitando a ZLQ do local.

Individual Realizar exame complementar, conforme previsto no PCMSO (Programa segurança de Controle Médico de Saúde
Ocupacional), caso o Médico do Trabalho assim tenha determinado.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
IX – MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

Foi adotada a proteção individual enquanto são adotadas ou planejadas medidas de proteção coletivas
e administrativas, serão adotadas as medidas de controle individual com a utilização de (EPI)
equipamento de proteção individual.

Periodicidade
GHE Tipo Utilização do EPI E / I Ação
da troca
Capacete de segurança com Conforme
Em toda a jornada de trabalho E N
jugular desgaste da
Protetor auricular tipo plugue Quando permanência no canteiro de utilização ou
E A
01 validade do
Protetor solar Em exposições a radiação solar. C.A. E N
Óculos de proteção incolor Em toda a jornada de trabalho (Certificado de E N
Óculos de proteção escuro Em toda a jornada de trabalho aprovação). E N
▪ EPI Existente (E) ou Inexistente (I)
▪ Ação do EPI, Atenuar (A) ou Neutralizar (N) os efeitos dos agentes.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
XIII – RESPONSABILIDADES

▪ Do empregador
Caberá ao empregador estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PGR como atividade
permanente do estabelecimento,bem como informar aos trabalhadores sobre os riscos ambientais e
meios disponíveis de proteção.

▪ Do empregado
Compete a cada trabalhador colaborar e participar na implantação e execução do PGR; seguir as
orientações recebidas nos treinamentos indicados neste Programa e informar ao seu superior hierárquico
direto, ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar em riscos à sua saúde.

▪ Pela elaboração do documento


Fica explícito que são verdadeiras as informações prestadas ao avaliador pelo referido acompanhante
(Bruno Mathias de Oliveira representante da empresa) - a respeito do processo produtivo e respectivo
“modus operandi” da empresa - pelas quais o mesmo se responsabilizaintegralmente.

A responsabilidade técnica do presente documento, que foi confeccionado pelo profissional abaixo
assinado, restringe-se exclusivamente as avaliações e recomendações realizadas pelo mesmo, ficando a
inteira responsabilidade da empresa a implantação e acompanhamento das medidas de correção e
monitoramento dos riscos.

Rio de Janeiro, 27 de Agosto de 2024.

Gidion Romitio Casanova FUTURO 3D LASER SCANNING E


Técnico em Segurança no Trabalho TOPOGRAFIA LTDA
MTE – 19.057/RJ

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ANEXOS

 I - REGISTRO PROFISSIONAL.

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PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

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