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Basic Course PT1221b

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Argumentos Do Sistema KNX

Associação KNX
CURSO BÁSICO KNX

Índice
1 KNX Association: Breve Apresentação ................................................................................... 3

2 Atividades da Associação KNX - Padronização Internacional .................................................. 4

3 KNX - Diferenças comparando com tecnologia convencional.................................................. 5

4 KNX Especificações Do Sistema ............................................................................................. 6

4.1 KNX Mídia .................................................................................................................... 6

4.2 Áreas de Aplicações para os vários Meios ..................................................................... 6

4.3 Tipos De configurações ................................................................................................. 7

4.4 Interoperabilidade KNX ................................................................................................ 8

4.5 KNX Secure .................................................................................................................. 9

5 As cifras do sucesso .............................................................................................................. 9

6 O único valor de proposição de KNX .................................................................................... 10

6.1 Interfuncionamento ................................................................................................... 10

6.2 Uma única configuração de ferramenta ...................................................................... 10

6.3 Uma grande variedade de produtos KNX de muitos fabricantes e um amplo serviço de
rede .................................................................................................................................. 11

6.4 Compatibilidade retroativa ......................................................................................... 11

6.5 Eficiência energética................................................................................................... 11

6.6 Maior grau de conveniência........................................................................................ 12

7 Exemplos de aplicações KNX: .............................................................................................. 13

8 Como vender os benefícios ................................................................................................. 15

9 Parceria KNX ...................................................................................................................... 16

9.1 Como se inscrever para um curso? .............................................................................. 16

9.2 Benefícios de se tornar um Parceiro KNX .................................................................... 16

KNX: Casa inteligente e soluções para edifícios – [Link] Associação KNX


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CURSO BÁSICO KNX

1 KNX Association: Breve Apresentação

Figura 1: a História do KNX

A Associação KNX foi criada em 1990 com sede em Bruxelas (Bélgica), então ainda chamada de "EIB
Association". O objetivo da associação era promover casas e edifícios inteligentes e o sistema EIB,
que foi desenvolvido em conjunto por alguns fabricantes de renome.

Em 1999 esta associação uniu-se a duas outras associações europeias. Estes são:

 BCI (França) promovendo o sistema Batibus;

 European Home Systems Association (Holanda) promovendo o sistema EHS.

Como resultado desta fusão o nome foi alterado para “KNX Association”.

A KNX Association nasceu com os seguintes objetivos:

 Promover a tecnologia KNX

 definição de um novo padrão verdadeiramente aberto “KNX” para casas e edifícios inteligentes;

 estabelecer a marca KNX como indicador de qualidade e interoperabilidade entre fabricantes;

 estabelecer a KNX como o padrão europeu e em nível mundial.

Como o EIB é compatível com o KNX a maioria dos dispositivos podem ser marcados tanto com o
logo KNX ou como EIB.

KNX: Casa inteligente e soluções para edifícios – [Link] Associação KNX


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CURSO BÁSICO KNX

2 Atividades da Associação KNX - Padronização Internacional


A Associação KNX executa as atividades abaixo:

 O desenvolvimento técnico e a promoção do padrão KNX em conjunto com os membros KNX


associados;

 O desenvolvimento comum do projeto o design e o comissionamento através de um software


chamado ETS™;

 Vendas e suporte do ETS on-line através do Meu portal KNX ([Link]

 Conceder a marca KNX para a compatibilidade de produtos (Certificação de produtos);

 Promover ações de formação e a certificação através dos centros de treinamentos;

 Atividades de padronizações nacionais e internacionais;

 Encorajar a criação de grupos nacionais (associações de membros e/ou utilizadores em


diferentes países);

 Promoção de “parcerias cientifica” com institutos técnicos ou universidades em ordem de


promover o sistema KNX aos estudantes e a pesquisa;

 Suporte técnico para fabricantes que querem desenvolver soluções compatíveis com KNX;

 Definir testes de padrão de qualidade em conjunto com as empresas associadas ao KNX; Os


testes oficiais de conformidade KNX são levados a cabo pelos laboratórios de testes acreditados;

 Atividades de marketing (website, feiras, brochuras...)

A Associação KNX tinha 9 membros quando foi fundada. Este número aumentou entretanto para
mais de 400 (situação no início de 2019). A lista de adesão está disponível a qualquer momento em
[Link].

Figura 2: Padronização KNX

KNX: Casa inteligente e soluções para edifícios – [Link] Associação KNX


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CURSO BÁSICO KNX

No final de 2003, o padrão KNX foi aprovado pelo CENELEC( Comité europeu de padronização
eletrotécnica) conforme o padrão europeu para sistemas eletrónicos de casa e edifícios como parte
da EN 50090. O padrão KNX tem também protocolo aprovado pelo CEN (EN13321- 1 para a
multimídia e protocolo EN 13321-2 para KNXnet/IP). No final de 2006, KNX foi também validada
como standard mundial (ISO/IEC 14543-3-1 to 7). Além disso, em maio de 2013, a tecnologia KNX foi
aprovada como standard chinês (GB/T 20965). KNX também foi validada nos EUA como
ANSI/ASHRAE 135.

Em novembro de 2019, KNX IP Secure foi reconhecido como entidade padrão de segurança
internacional, o EN ISO 22510. Este padrão ISO contempla a comunicação de dados para a
automação de edifícios e gestão de edifícios (seguro) KNXnet/IP.

3 KNX - Diferenças comparando com tecnologia convencional

Figura 3: KNX – Introdução à tecnologia

No caso do meio mais utilizado o “par cruzado” (TP), um cabo de controlo é colocado paralelo ao
cabo de tensão 230 V. Este resultado tem as seguintes vantagens comparadas à tecnologia de
instalação convencional.:

 a quantidade de cabos é consideravelmente reduzida com dispositivos de Bus que são colocados
descentralizado;

 Aumenta o numero de possibilidades de funções do sistema;

 Melhora a transparência da instalação.

Este cabo de controle Bus KNX Tp1:

 conecta cargas (Atuadores) e comutadores (sensores)

 alimenta os dispositivos de Bus na maioria dos casos.

Como todos os dispositivos de bus KNX têm a sua própria inteligência, não é necessário uma unidade
de controlo central (ex. PC). KNX pode, desta forma, ser usado em pequenas instalações
(apartamentos) e em grandes projetos (hotéis, edifícios, ...).

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4 KNX Especificações Do Sistema


4.1 KNX Mídia

Figura 4: Visão Geral do Sistema KNX

Como explicado no parágrafo anterior a troca de dados KNX entre dispositivos é tipicamente feito
através do cabo de controlo. A informação KNX pode também ser enviada através do cabo existente
de 230 V ("meio de transmissão Powerline"), sem fios ("meio de transmissão de frequência de rádio
KNX") e via Ethernet/WIFI (“KNX IP”). Através dos interfaces apropriados, a transmissão de
telegramas KNX também é possível noutro média, ex. fibra ótica.

Para interligar meios diferentes, têm que ser utilizados os correspondentes acopladores de meio. O
meio suportado por um componente de bus está visível na etiqueta do produto.

4.2 Áreas de Aplicações para os vários Meios


Meio Via de transmissão Áreas de aplicação preferidas

Par entrelaçado Cabo de controlo - Novas instalações


separado - Renovações extensivas
- Alto nível de fiabilidade de transmissão

RF Linha de rádio - Quando não podem ser instalados


(Radio cabos
frequência)

IP Ethernet/Wi-Fi - Em instalações extensas onde é


necessário um rápida base de
sustentação
- Para a comunicação com dispositivos
móveis

Figura 5: Áreas de aplicações para os vários meios

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4.3 Tipos De configurações


Dependendo do que está na etiqueta, os dispositivos podem ser configurados (ex. parâmetros de
comunicação e de comportamento definidos) através:

 E-Modo: a configuração é feita sem utilização de um pc mas com o controle central, botões de
pressão...
Este tipo de configuração destina-se a instaladores qualificados com conhecimentos básicos
sobre a tecnologia bus. Os componentes de bus compatíveis com E-mode têm habitualmente
uma funcionalidade limitada e destinam-se a instalações de tamanho médio. Nos dispositivos E-
modo, o programa de aplicação é construido no dispositivo.

 Modo de configuração (S-mode): planificação da instalação e configuração é feita via PC com o


Software ETS instalado, no qual se encontram carregadas as bases de dados de produtos dos
fabricantes na base de dados ETS.
Este tipo de configuração é indicado para projetistas, técnicos certificados KNX e para grandes
instalações.

Alguns dispositivos permitem a configuração através de fácil instalação assim como Modo-S. Por
exemplo, produtos com a etiqueta LTE são normalmente configurados através de mecanismos LTE
(Logical Tag Extended): contudo, todos os dispositivos incluem uma interface Modo-S definida, que
permite ligá-los com dispositivos compatíveis Modo-S.

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4.4 Interoperabilidade KNX

Realização/Instalação
de muitas funções

Configuração padronizada

Software de aplicação
(no dispositivo ou como dados de produto
ETS)

Módulo de aplicação

Sistemas de operacionalização standard KNX


(“Unidades de Acoplamento Bus”)

Meio de transmissão padrão

Figura 6: interfuncionamento KNX

Dispositivos de diferentes fabricantes / áreas funcionais KNX que se encontram marcados com a
marca KNX e utilizem o mesmo mecanismo de configuração, podem ser interligados para formar uma
instalação funcional graças à padronização KNX de

 Dos telegramas: normalmente os componentes transmitem os telegramas padrão, mas existem


também componentes que suportam o novo formato de telegrama;

 Dos dados úteis do telegrama: para as diferentes funções (comutar, regular, controle persianas,
clima, …) é obrigatório utilizar formatos predefinidos para poder proceder à certificação.

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4.5 KNX Secure


Quando utilizando as medidas adequadas dadas na Lista de Verificação de Segurança KNX (ver
[Link]
Checklist_en.pdf), instalações KNX podem já ser protegidas contra manipulações indesejadas.

No entanto, para alguns média (RF, IP) e para alguns tipos de edifícios, pode ser desejável tomar
medidas de segurança extra.

Para isso, KNX Segurança foi desenhado como uma extensão ao sistema KNX, permitindo a segurança
ao acesso via IP (KNX IP Secure), assim como à comunicação entre dispositivos individuais (KNX Data
Secure).

Os dispositivos que podem suportar o KNX Secure podem ser identificados através da sua etiqueta de
produto.

Explicações detalhadas no Secure KNX são dadas no curso avançado KNX.

5 As cifras do sucesso 1
 Milhões de produtos instalados

 milhares de produtos registrados e certificados

 mais de 500 membros KNX (fabricantes)

 mais de 400 centros de formação reconhecidos

 17 laboratórios de testes internacionais

 centenas de milhares de projetos desenvolvidos

Figura 7: centros de formação certificados KNX por todo o mundo

1 Para consultar imagens, por favor veja a página KNX ([Link])

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6 O único valor de proposição de KNX


6.1 Interfuncionamento
Uma das maiores vantagens da KNX é sem dúvida o "interfuncionamento" entre os produtos KNX de
diferentes fabricantes KNX. Porque todos os produtos KNX "falam" e "percebem" a mesma língua,
eles podem comunicar uns com os outros, ex.:

 O detetor de presença do fabricante A pode interagir com o sistema de alarme do


fabricante B;

 O termostato da sala do fabricante A muda a posição das válvulas do fabricante B;

 O botão "tudo off" do fabricante A desliga as luzes, controladas pelos atuadores de comutação
do fabricante B, C, D, ...;

Se depois de algum tempo, o produto A estiver defeituoso (ou o fabricante de um produto específico
parou com a linha de fabricação do produto, ou o dono da casa já não gosta mais do produto, etc.);
pode, ainda assim, vê-lo substituído pelo produto B de outro fabricante KNX, a mesma ou
semelhante funcionalidade. Com a ajuda do ETS, o novo produto pode ser perfeitamente integrado
na instalação existente.

6.2 Uma única configuração de ferramenta


Usando diferente sistemas de automação de edifícios e casas (ex. um para as luzes, um para HVAC,
um para proteção contra o sol, etc.) implica que o integrador de sistemas precisa de dominar vários
pacotes de software ou métodos de configuração para instalar os dispositivos.

Programas de software fornecidos por um fabricante ou mesmo por diferentes dispositivos pode ter
uma diferente aparência & toque, mesmo quando os fabricantes atualizam os seus produtos. Em
último caso leva a um esforço extra de formação por parte do integrador de sistemas.

Na KNX, só é preciso obter formação numa ferramenta de software, ex. ETS, para ser possível
configurar produtos KNX que são usados em diferentes domínios da aplicação e de diferentes
fabricantes.

No ETS, é possível importar de um repositório central de informação, entradas de qualquer


fabricante KNX. Porque o ETS é compatível a trás, o integrador de sistemas pode até importar da
mais recente versão de entradas de dados de produto ETS que foram inicialmente lançadas por
muito mais antigas gerações de ETS. Isto significa que um projeto que foi criado há anos atrás pode
ainda ser importado na nova versão de ETS e pode ainda ser modificado or ser aumentado.

Outra vantagem de uma ferramenta a não ser menosprezada é o fato de esta ferramenta -
especialmente para instalações maiores - documentos detalhados cujas funções dos produtos
instalados estão ligados um ao outro. Noutras palavras, o integrador e o dono de edifício/casa têm
uma documentação completa da sua instalação.

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A ferramenta KNX está disponível em dois tons diferentes e para diferentes grupos alvo, ex.

- para o integrador profissional ("ETS Pro") e para uso em computadores de


secretária/portáteis (Windows);
- para o integrador menos esclarecido KNX ("ETS Inside") e para usar nos telemóveis
(smartphones e tablets, mesmo com sistemas operativos que não sejam o Windows).

6.3 Uma grande variedade de produtos KNX de muitos fabricantes e um


amplo serviço de rede
Os donos de Edifícios ou casas têm uma vasta opção de produtos disponíveis de diferentes
fabricantes, permitindo escolher o produtor que melhor lhes convém, dependendo da
funcionalidade (ex. botões de pressão com ou sem controlo de cenários) e/ou design.

Se os donos de Edifícios ou casas desejarem modificar ou melhorar a instalação, têm acesso a uma
ampla gama de serviços de rede de qualificados integradores/projetista de edifícios KNX. Mesmo que
o integrador anterior não esteja mais ativo no KNX, a página KNX de certeza que apresenta uma
alternativa de integrador KNX na sua vizinhança.

6.4 Compatibilidade retroativa


Nos seus quase 30 anos de existência, o sistema KNX nunca sofreu uma única quebra de
compatibilidade, o que significa que as instalações mais antigas podem interagir com os mais
recentes produtos dos fabricantes.

6.5 Eficiência energética


Como resultado do aquecimento global e falta de recursos, nos últimos anos a regulação de Edifícios
têm tido grande ênfase no que respeita à sustentabilidade, onde a utilização de automação de
edifícios se torna imperativo.

A automação de edifícios permite:

- integrar melhor as diferentes aplicações numa casa ou edifício, ex. luz, proteção solar e
aquecimento/arrefecimento estão completamente sincronizados. nenhuma aplicação
trabalha independente das outras ou cria oposição;
- adapta melhor as diferentes aplicações às condições do clima (ex. com a ajuda de uma
estação meteorológica, medindo a temperatura exterior e a intensidade de luz, ...);
- Os sensores de um domínio da aplicação podem também interagir com os recetores de
outros domínios de aplicação (ex. o detetor de presença influencia a iluminação assim como
o aquecimento/arrefecimento);
- As divisões ou partes do edifício podem ser controlados individualmente em vez de
centralmente;
- Medição do consumo mesmo ao nível da função (ex. com atuadores de energia) em vez de
ser globalmente para a instalação;

As medidas acima referidas permitem reduzir consideravelmente o consumo de energia e o


investimento em equipamento adicional de automação de edifícios, logo tem um rápido Retorno no
Investimento.

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6.6 Maior grau de conveniência


Em situações que o dono da casa queira um número alargado de diferentes funções, o KNX será mais
económico e fácil de instalar do que qualquer outro sistema equivalente.

Através de simples adaptações à Instalação KNX o integrador de sistemas será capaz de ir ao


encontro dos pedidos do dono da casa, ex.:

- O novo arrendatário de um edifício de escritórios tem outras necessidades em termos


elétricos, comparando com o anterior arrendatário;

- Uma casa privada precisa de ser adaptada para um lar de idosos (privado), devido à idade
dos seus habitantes ou à falta de mobilidade;

- O dono da casa deseja mais segurança através da instalação de sensores extra (contra
quebra de vidros/janelas), dispositivos de simulação de presença, etc.

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7 Exemplos de aplicações KNX:

Iluminação Estores & Segurança Gestão de HVAC


Persianas energia

Monitorização Controlo remoto Medição Controlo Produtos Brancos


Áudio/Vídeo

Figura 8: Possíveis campos de aplicações

Exemplo 1: Implementação de funções centrais – quando está a sair de um


edifício, todas as luzes, fornecimento de água e tomadas específicas (forno
elétrico, etc…) podem ser desligadas, o sistema de alarme KNX pode ser
ativado e as persianas podem ser controladas dependendo da hora do dia,
com um simples comando.

Exemplo 2: Em salas de conferências, teatros assim como salas de estar, é


possível ativar diferentes cenários de luzes dependendo da atividade. Este
cenário de iluminação pode ser modificado pelo usuário a qualquer hora. Por
exemplo, em prédios administrativos, é possível alcançar uma poupança
energética de até 75% para o sistema de iluminação, implementando um
controle constante de iluminação com um único sensor de intensidade de luz
em cada lado do edifício.

Exemplo 3: Todos os estados de funcionamento num apartamento podem ser


visualizados e controlados através de displays (fixos, mas também por
dispositivos móveis como smartphone ou computadores tablet). Isto pode ser
implementado da mesma forma em instalações maiores por meio de PCs e
software de visualização.

Estes programas de visualização podem ser obtidos de vários fabricantes KNX


assim como de fabricantes independentes de software.

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Exemplo 4: Através da interface de uma instalação KNX com a rede telefónica,


o usuário pode atuar ou consultar o estado das funções de gestão de um
edifício (ex. o aquecimento/arrefecimento) usando um celular. Sinais de
alarme podem ser automaticamente encaminhados para qualquer número
telefone desejado. Instalações KNX também podem ser mantidas de forma
remota através do integrador usando qualquer meio disponível (ex. a
Internet). Os custos de deslocação e o tempo necessário para a manutenção
do edifício é assim consideravelmente reduzido.

Exemplo 5: É possível dividir um grande compartimento de conferências em


várias áreas independentes caso seja necessário. Inserindo paredes de
separação, a instalação KNX deteta a configuração necessária de interruptores
e luzes por secção da instalação. Não é, por isso, necessário alterar os cabos
existentes.

Exemplo 6: Qualquer número de botões de pânico (ex. ativação de todas as


luzes) podem ser instalados.
À noite, as luzes entre os compartimentos das crianças e a o banheiro podem
ser ativadas pressionando um botão e desativada após um período definido.

Exemplo 7: O KNX permite controle individual dos sistemas de aquecimento e


arrefecimento da instalação por compartimento. As entradas de calor ou frio
para um compartimento é automaticamente ajustado quando uma janela é
aberta. Estas medidas tornam possível alcançar uma poupança de energia de
mais de 30% por ano.

A geração de calor/frio também pode ser controlada dependendo das


necessidades de calor/frio dos compartimentos individuais (aquecimento/frio
só é produzido quando é realmente necessário).

Exemplo 8: O KNX permite simulação de presença quando o usuário do


edifício estiver ausente.

Exemplo 9: Os consumos individuais de energia dos circuitos elétricos, podem


ser monitorados por sensores / atuadores (com leitura de energia
incorporada) e podem ser desligados quando exceder os valores limites
predefinidos. Combinado com uma interface para dispositivos de medição
inteligente (Smart Metering) ou fontes de energia renováveis é mesmo
possível assegurar a melhor utilização da energia auto-gerada (por exemplo,
em combinação com um futuro veículo elétrico).

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Exemplo 10: Os assistentes inteligentes virtuais que suportam controlo por


voz como, Alexa da Amazon ou Google Home podem ser ligados à Instalação
KNX. Através de indicações de voz simples, o dono da casa pode baixar as
persianas, ligar/desligar/regular as luzes, aumentar a temperatura, etc.

8 Como vender os benefícios


Durante uma consulta com um futuro cliente, o responsável pela instalação ou pelo projeto deve
discutir o KNX só em termos de benefícios para o cliente e que está vocacionado para as suas
necessidades. A tecnologia e custos não devem vir em primeiro plano. O resultado desta discussão
deve ser um orçamento para a solução e não para componentes. O processo deve correr da seguinte
forma:

 Discutir o sistema e orçamento com o cliente e novamente destacar os benefícios para o cliente;

 Se o preço de um sistema não pode ser aceite, as funções devem ser novamente planeadas (ex.
On-off em vez de regulação);

 Em casos extremos, o preço da instalação pode ser reduzido usando os seguintes componentes:

o interfaces de botão de pressão (que estão ligados a botões de pressão convencionais)

o botões de pressão com BCU

o atuadores com mais saídas no mesmo modulo Estes atuadores oferecem funcionalidade
para comutação, regulação e/ou controlo de persianas.

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9 Parceria KNX
A parceria KNX está reservada a aqueles que frequentaram um curso Básico completo KNX (ou o
curso prático de 12 horas) num centro de formação certificado e foram bem sucedidos no exame
prático e teórico. O parceiro KNX receberá vouchers de desconto ETS após realizar com sucesso os
exames.

Sendo parceiro KNX, a pessoa e a sua companhia chegarão à ribalta, ao aparecerem num website
reconhecido mundialmente, visitado por milhares de visitantes internacionais todos os meses.
Publicitado desta forma, abrirá portas para numerosas novas oportunidades de trabalho.

9.1 Como se inscrever para um curso?


Pode inscrever-se para um curso Básico através do seguinte link:
[Link]

9.2 Benefícios de se tornar um Parceiro KNX


Um parceiro KNX recebe o seguinte:

 Um certificado oficial de Parceiro que informará os potenciais clientes da qualidade do trabalho e


da confiança que podem ter na experiência do parceiro.

 O logótipo de parceiro KNX em formato eletrónico: Como sinal de qualidade, os Parceiros KNX
podem usar o logótipo de parceiro KNX no seu material relacionado com o KNX ou noutros
documentos (papel, website, cartões de visita, etc.).

 Vouchers de desconto para ETS 2:

o Quando se inscrevem para um curso Básico completo KNX, os parceiros receberão um


voucher garantindo um desconto de 70% no software Lite ETS.

o Para além disso, após realizarem com sucesso o exame, os parceiros receberão um
segundo voucher de desconto de 25% para atualizarem a sua versão ETS Lite para ETS
Profissional, ao baixar o preço do software consideravelmente.

o Adicionalmente, há também um voucher de desconto para ETS Inside

 Aumentar a visibilidade: os detalhes de contacto do parceiro KNX podem aparecer no website


internacional KNX, juntando-se assim a um mundo de milhares de parceiros KNX.

2 Apenas os parceiros que tenham seguido o curso Básico completo KNX (pelo menos 30 horas) receberão os
vouchers de desconto.

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KNX System arguments 1_System arguments_PT1220b.docx 16/16
Visão Geral Do Sistema KNX

KNX Association
CURSO BÁSICO KNX

Índice
1 Definições ............................................................................................................................ 4

2 Estrutura Mínima de uma instalação KNX ............................................................................. 5

3 Endereço Físico ..................................................................................................................... 6

3.1 Endereço Individual ...................................................................................................... 7

3.2 Endereço de Grupo....................................................................................................... 8

3.3 Etapas de configuração............................................................................................... 12

3.4 Função após a fase de comissionamento ..................................................................... 13

4 Objeto De Grupo2 .............................................................................................................. 14

4.1 Ajustando os sinalizadores (Flag’s) .............................................................................. 15


4.1.1 Representação dos sinalizadores (Flag's) ...................................................................................... 15

4.1.2 Ajustes mínimos dos sinalizadores 9Flag's) dum objeto atuador ................................................. 16

4.1.3 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto sensor .................................................... 16

4.1.4 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto de estado ............................................... 17

4.1.5 O sinalizador (Flag) de atualização (Update) ................................................................................. 17

5 Dados Úteis De Um Telegrama TP ....................................................................................... 18

6 Tipos De Pontos De Dados Padronizados (DATAPOINTS) ...................................................... 19

6.1 On/Off (1.001)............................................................................................................ 20

6.2 Bloco Funcional, Atuador de persianas e cortinas – básico“ ......................................... 21

6.3 Bloco Funcional de regulação de luminosidade (Dimming)........................................... 22


6.3.1 Switching - On/Off (1.001) ............................................................................................................ 22

6.3.2 Dimmer Relativo (3.007) ............................................................................................................... 22

6.3.3 Dimmer Absoluto – Scaling (5.001) ............................................................................................... 23

6.4 Valor de vírgula flutuante 2 bytes (9.00x) .................................................................... 23

7 Estrutura do Bit TP ............................................................................................................. 24

8 Acesso ao bus - colisão de telegrama .................................................................................. 25

9 Transmissão De Sinal Simétrico........................................................................................... 26

10 Sobreposição de Dados e Tensão De Alimentação KNX ........................................................ 27

11 Conexão da Fonte de Alimentação Para o Bus ..................................................................... 28

KNX: Casa inteligente e soluções para edifícios – [Link] Associação KNX


KNX System Overview 2_System overview_PT1221a.docx 2/31
CURSO BÁSICO KNX

12 Comprimento do Cabo ........................................................................................................ 29

12.1 Comprimento De Cabo Entre Fonte De Alimentação e Dispositivos de Bus - TP ............ 30

12.2 Comprimento de cabo entre 2 dispositivos de bus TP .................................................. 31

12.3 Comprimento máximo por segmento de linha TP ........................................................ 31

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KNX System Overview 2_System overview_PT1221a.docx 3/31
CURSO BÁSICO KNX

1 Definições
Os termos seguintes são utilizados como sinónimos na literatura KNX:

Termo usado na documentação de


Termo Alternativo
treinamento KNX e no ETS

Endereço Individual Endereço Físico

Objeto De Grupo Objeto De Comunicação

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KNX System Overview 2_System overview_PT1221a.docx 4/31
CURSO BÁSICO KNX

2 Estrutura Mínima de uma instalação KNX

Figura 1: Estrutura mínima de uma instalação KNX TP

Uma instalação mínima KNX TP consiste dos seguintes componentes:

Uma fonte de
alimentação (30VDC)

 Esta integrada na unidade de alimentação de potência.


Bobina

 Um botão simples está representado na figura acima.


Sensor(es)
 Sensores geralmente obtêm energia através da fonte de
alimentação.

 Um botão simples está representado na figura acima.


Atuador(es)

 apenas dois fios do cabo de bus são necessários para a


Cabo de Bus
transmissão de telegramas (troca de dados) e na maioria
dos casos para fornecer energia ao dispositivo de bus

 Na figura acima é representado pela linha verde.

 Conecta sensores, atuadores e unidade de fonte de


alimentação.

 Pode servir para fornecer energia auxiliar aos dispositivos


de bus

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3 Endereço Físico
No KNX existem dois tipos de endereços o endereço individual e o endereço de grupo.

Figure 2: Endereço

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3.1 Endereço Individual 1

Figura 3: Estrutura do endereço individual

Um endereço individual tem que ser único numa instalação KNX. Seu objetivo principal é transmitir
“Telegramas”, nova aplicação e dados de parâmetros através do ETS para o dispositivo de Bus.

O endereço individual do telegrama tem uma estrutura fixa de 16 bits e possui o formato como na
figura mostrado acima.

Na interface do ETS e na documentação KNX, endereços individuais são representados em formato


decimal com dois pontos de separações.

O dispositivo de bus está normalmente preparado para aceitar o seu endereço físico ao pressionar o
botão de programação existente no dispositivo. O LED de programação fica acesso durante este
processo.

O endereço individual é permanentemente atribuído ao dispositivo de bus por meios de ETS. ETS
está agora em condições de enviar toda a informação pretendida (aplicação, configuração,
parâmetros, assignação de endereço de grupo) através do bus do dispositivo.

Se o comissionamento, incluindo todas as etapas de personalização e de diagnóstico forem


realizadas, a comunicação (por exemplo, luz on / off) é feita exclusivamente através de endereços de
grupo.

1 Sinônimo de “Endereço Físico”

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3.2 Endereço de Grupo

Figura 4: Estrutura de endereços de grupo

A comunicação entre dispositivos numa instalação é realizada através de endereços de grupo. O


integrador define para cada função na instalação um endereço de grupo apropriado. Ele pode
escolher livremente a estrutura dos endereços de grupo.

Estão disponíveis 2 65535 endereços de grupo no ETS. O número de endereços de grupo que se
podem atribuir a um dispositivo KNX pode depender do perfil do sistema kNX, do programa de
aplicação e/ou da quantidade dos parâmetros.

Importante: um endereço de grupo não pode ser zero. Para um projeto ETS com representação de 3
níveis significa que "0/0/0" não é permitido e para 2 níveis "0/0" não é permitido.

O endereço de grupo 0/0/0 é reservado (Difusão). Este endereço é requerido para atribuir e
estabelecer os endereços individuais.

2 Válido apenas de ETS4 para a frente. Até ETS3 o bit mais significante foi configurado para 0. Os grupos
principais foram por isso de 0... 15. ficaram disponíveis no total 32767 endereços de grupo.

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Para cada projeto ETS é possível selecionar a representação de endereços de grupo num:

 Estrutura de 3 Níveis(Grupo principal/Grupo intermédio/Subgrupo)

 Estrutura de 2 Níveis(grupo principal/Subgrupo)

 Estrutura livre para definição

Os níveis só servem para uma visão mais clara das funções dos endereços de grupo criado no ETS.

O nível padrão é a estrutura de 3 níveis. A estrutura de nível pode ser definida para cada projeto nas
propriedades do projeto da ETS.

Exemplo de uma estrutura de 3 níveis:

5/2/66 Quarto 424, interruptor luz 1

5/2/67 Quarto 424, interruptor luz 2

5/2/68 Quarto 424, liga as luzes todas ao mesmo tempo

14/2/69 Alterna a iluminação do edifício 4

Etc.

A estrutura de endereço de grupo livre oferece a opção de estruturação mais flexível (ver capítulo
planeamento de projeto - Básico).

O significado de cada nível individual pode ser definido livremente pelo integrador do projeto ETS.

A estrutura comum é, contudo, o seguinte:

Grupo Principal Piso

Grupo Domínio Funcional (ex. 1 = Iluminação, 2 = Aquecimento, 3 = Dimerização, …)


Intermédio

Subgrupo Função de carga ou grupo de cargas


(ex. Iluminação 1 R424 on/off, Janela quarto abre/fecha, Teto da sala de
estar on/off, Escurecimento do teto da sala de estar, Persianas da sala 424
Sobe/desce,…)

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Figura 5: Exemplo: Estrutura de endereços de grupo no ETS

É aconselhável manter o mesmo padrão de endereçamento em todos os projetos para facilidade de


manutenção. Este padrão pode ser muito importante quando mais do que uma pessoa trabalham
nos mesmos projetos.

Cada endereço de grupo pode ser atribuído ao dispositivo de bus como requerido,
independentemente de onde o dispositivo se encontra instalado na instalação.

Os endereços de grupo são assignados aos objetos de comunicação dos respetivos sensores e
atuadores, ou criando e assignando os endereços de grupo no ETS (S-mode) ou automaticamente e
de forma invisível ao utilizador em E-mode

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Resumo:

O endereço individual é importante para o comissionamento e diagnóstico de uma instalação através


do ETS (a fim de identificar dispositivos individualmente)

O endereço de grupo domina durante a “operação normal” de uma instalação KNX: Neste caso, o
endereço individual tem menos importância.

Tipo de Endereço Aplicação Veja o exemplo postado

Endereço Individual Endereço de destino no ETS, programação Para


de “Telegramas “a fim de transmitir a um John Smith
único dispositivo de bus - / parâmetros de Samplestreet 12
dados. US-12345 Tinseltown

Endereço de destino em operação normal, Envio em massa


Endereço de Grupo
telegramas por exemplo “Iluminação do Para todos os aglomerados
quarto 424 on/off” com instalação fotovoltaica

Nota Importante 3:

Atuadores podem ouvir / reagir a vários endereços de grupo.

Sensores podem enviar apenas a um endereço de grupo por telegrama

Nota:

 Recomendação: Usar endereços de grupo com o grupo principal 16 ou maior, apenas em


projetos contendo os dispositivos mais recentes.

 Quando usar grupo principal 14 a 31 (em estruturas de endereço de grupo de dois-níveis + três-
níveis) no ETS, devemos ter em conta que estes endereços de grupo não podem ser filtrados pela
linha TP -/acoplador de backbone da geração mais antiga (antes de 2003). Isto pode influenciar
negativamente a dinâmica de todo o sistema de bus. Consequentemente, para estes acopladores
mais antigos, estes grupos principais podem apenas ser roteados ou bloqueados coletivamente e
são principalmente usados para funções centrais.

 O número de endereços de grupo que podem ser atribuídos por sensores e atuadores é variável
e é limitado pelo tamanho da memória do dispositivo de bus. O ETS irá prevenir que o espaço de
memória seja ultrapassado e irá alertar propriamente ao usuário do ETS;

3 Esta regra muito importante tem sido pouco simplificada. Mais precisamente, deve-se afirmar : objetos de

grupo podem reagir a vários endereços de grupo, entretanto – após um evento (ex. Pressionando o botão) -
apenas o primeiro endereço de grupo atribuído a um sensor será usado durante o envio.

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3.3 Etapas de configuração


Após montar os dispositivos, uma Instalação KNX (especialmente para produtos compatíveis S-modo)
não está pronta para operar até os sensores e atuadores terem sido baixados com o programa de
aplicação através do programa ETS. O engenheiro de projeto primeiro precisa de levar a cabo os
seguintes passos de configuração usando o ETS:

 Atribuição de endereços individuais Para os diferentes dispositivos (para uma única


identificação de um sensor e atuador de uma instalação KNX);

 Selecionar o software de aplicação apropriado para os dispositivos de bus;

 Configurar os parâmetros para os dispositivos de bus;

 Atribuir endereços de grupo a fim de conectar logicamente sensores e atuadores e ao realiza-lo


perceber as funções desejadas.

Nos casos de produtos compatíveis com E-mode, os mesmos passos são aplicados por meio das
definições de:

 Os Endereços individuais,

 Os parâmetros dos dispositivos de bus

 Os endereços de grupo (para ligar as funções dos sensores e atuadores)

É feito através de configuração local de produtos ou automaticamente ou semiautomático pelo


módulo de controlo central.

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3.4 Função após a fase de comissionamento

Figura 6: Função após a fase de comissionamento

Após a configuração, as funções da instalação são as seguintes:

 Se a tecla de um simples botão de pressão (1.1.1) for pressionada, ele envia um telegrama
contendo o endereço do grupo (5/2/66) e o valor ("1" = ligar)

 Este telegrama é recebido e validado por todos os dispositivos conectado ao bus.

 Todos os dispositivos que têm o endereço de grupo na sua tabela de endereços irão:

 Que enviar sincronizadamente um telegrama de reconhecimento (Receção correta/ Receção


Incorreta)

 ler o valor e comportar-se de acordo.


Ler o valor e agir de acordo: No nosso exemplo, o atuador de comutação (1.1.2) irá fechar o
seu relé de saída porque o endereço do grupo 5/2/66 também foi designado a ele.

Quando a tecla de baixo for pressionada, o mesmo acontece, exceto que desta vez o valor é definido
como "0" e o relé de saída do atuador será aberto.

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4 Objeto De Grupo2

Figure 7: Descrição detalhada dos dispositivos de bus com objetos de grupo

No exemplo introduzido anteriormente, um endereço de grupo foi atribuído diretamente a um


dispositivo de bus (Botão único - atuador único canal).

Na realidade, é preciso pensar um nível mais profundo, como pode haver vários canais que podem se
comunicar em um dispositivo. Obviamente, este é o caso quando um botão de pressão tem mais de
uma tecla ou quando um atuador tem mais que uma saída de comutação.

As teclas individuais de um botão de pressão ou as diversas saídas de comutação de um atuador são


representados pelos chamados objetos de grupo.

Objetos de grupo KNX representam posições de memória em um dispositivo de bus. O tamanho


desses objetos pode variar entre 1 e 14 bits bytes. O tamanho dos objetos de grupo é definido pelo
fabricante e depende da função relacionada.

Como são apenas precisos dois estados (0 e 1) para comutar, são usados objetos de grupo de 1 bit,
neste exemplo. Os dados para a transmissão de texto é mais volumoso e, por seguinte, objetos de
grupo com um tamanho máximo de 14 bytes serão utilizados. No que respeita a endereço de grupo,
ETS apenas permite ligar objetos de grupo que têm o mesmo tamanho.

A Figura 7 mostra a relação usando um botão de pressão de 2 teclas e um atuador interruptor de 2


saídas como um exemplo:

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A comunicação de um grupo em detalhes:

a) Se o botão superior da tecla esquerda for pressionado, por exemplo, o botão de 2 teclas escreve
o valor “1” no seu objeto de comunicação número 0. Como os sinalizadores de comunicação e de
transmissão (vêr propriedade dos objetos de comunicação no ponto seguinte) estão
selecionados para este objeto, este dispositivo envia um telegrama para o bus com a informação
“endereço de grupo 5/2/66, escrever o valor 1”;

b) Todos os dispositivos de bus montados na Instalação KNX, à qual o endereço de grupo 5/2/66 foi
atribuído (e por isso ouvir 5/2/66) vai então assumir o "1" no seu próprio objeto de grupo. No
nosso exemplo, o atuador vai assumir o valor "1" no seu objeto de grupo com o número 0.

c) O software de aplicação do atuador estabelece que o valor deste objeto de comunicação foi
alterado e executa o processo de comutação (neste caso fecha o relé e acende a lâmpada).

4.1 Ajustando os sinalizadores (Flag’s)

4.1.1 Representação dos sinalizadores (Flag's)

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Abaixo encontrará os 4 ajustes básicos mais importantes, dependendo do tipo de objeto:

4.1.2 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto atuador

4.1.3 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto sensor

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4.1.4 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto de estado

4.1.5 O sinalizador (Flag) de atualização (Update)

Para determinadas máscaras (System B), é igualmente possível ajustar o Sinalizador (Flag) “Read on
Init” (leitura na inicialização), o objeto emitirá automaticamente um telegrama de leitura após a
recuperação da tensão do bus, para inicializar o valor do objeto de comunicação.

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5 Dados Úteis De Um Telegrama TP

Figura 8: Dados úteis de um telegrama TP

O comprimento dos dados depende do tipo de ponto de dados (DPT) utilizado e pode variar entre
1Bit a 14 bytes.

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6 Tipos De Pontos De Dados Padronizados (DATAPOINTS)

Figure 9: Tipos de pontos de dados padronizados (seleção),

Os tipos de pontos de dados (Datapoints) foram padronizados para garantir a compatibilidade entre
dispositivos similares de diferentes fabricantes (Ex. dimmers, relógios).

Tanto o formato de dados, bem como a estrutura do grupo de objetos, tanto para funções de
sensores e atuadores é parte da padronização do ponto de dados.

A combinação de diversos tipos pontos de dados (Datapoints) padronizados é chamado de Bloco


Funcional.

O nome de um objeto de grupo pode ser decidido livremente pelo fabricante. Por exemplo, um
DPT_Step, às vezes, dependendo do fabricante é referido como operação de curta ou operação como
cego. Isto, contudo, não implica que o uso do DPT é limitado a esta área de aplicação. Por exemplo,
"Scaling" (Tipo 5,001) pode ser utilizada tanto para a fixação de um brilho de dimming ou para
fixação de uma posição de válvula de aquecimento.

Uma seleção de DPT frequentemente utilizados é fornecida nas páginas seguintes. A lista completa
de todo o tipo de ponto de dados pode ser baixada do website KNX Association
([Link]
types/03_07_02-[Link]).

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6.1 On/Off (1.001)

Figure 10: DPT On/Off (1.001),...

A função de comutação DPT_Switch (on / off) é utilizada para comutar a saída de um atuador.
Outros tipos de pontos de dados de 1 bit são definidos para operações lógicas (Boolean [1.002],
Enable [1.003], etc…)

Outras funções ou extensões à função pura de comutação (inversão, atraso à operação e função
alternância (toggle), etc…) não são parte do descritivo do DPT, mas parâmetros das especificações do
bloco funcional, no qual o DPT é utilizado (ex. bloco funcional do botão de comando de iluminação).

Uma função de comutação pode adicionalmente ter um status ou feedback para reportar o estado
da sirene (on ou off) de um atuador. Para isto, precisa de criar um endereço de grupo que liga o
objeto de estado da tecla com o feedback do relé do atuador. Ambos, o objeto de estado e o
feedback têm um comprimento de dados de 1 bit.

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6.2 Bloco Funcional, Atuador de persianas e cortinas – básico“

Figura 11: Bloco funcional “atuador de persianas e cortinas – básico”

O bloco funcional de controle de persianas “Shutter control” é usado principalmente para o controle
de mecanismos de persianas e cortinas, e providencia pelo menos os dois tipos de DPT como objetos
de grupo:

 Cima/Baixo (DPT 1.008) (longa operação de botão)

 Degrau/Stop (DPT 1.007) (Pequena operação de botão).

Ao escrever no DPT Subir/descer (Up/down), o mecanismo é posto em movimento a partir de um


estado de repouso ou muda de direção enquanto se move.

Ao escrever no objeto "Degrau/Stop", uma persiana já em movimento é levada a parar ou se não


estiver em movimento, a posição das lamelas da persiana serão ajustadas por períodos pequenos
(passo-a-passo).

Importante: Objetos de grupo que utilizam esta função não devem nunca responder a pedidos de
leitura através do bus uma vez que podem de forma não intencional parar o movimento de
mecanismos ou colocar mecanismos parados em movimento. O Sinalizador (Flag) de Leitura (Read)
deverá por isso estar desativado nos objetos de grupo relevantes – em ambos os sensores bem como
nos atuadores. Isto se aplica em especial nas funções centrais
Também, um sensor não sabe geralmente a posição exata de uma persiana.

Nota: Embora DPT_Switch (on/off) e DPT_Step or DPT_UpDown (ou qualquer 1 bit DPT) use o
mesmo 1 bit de informação (e pode de facto ser ligado no ETS), devem apenas ser ligados se for
necessário. Exemplo: com a função: Luz desligada, mover para cima o sombreamento (DPT_Switch e
DPT_UPDown).

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6.3 Bloco Funcional de regulação de luminosidade (Dimming)

Figura 12: Bloco Funcional Dimming

Além do objeto de comunicação de 4 bits (Dim Step – 3.007), o bloco funcional de regulação de
luminosidade (Dimming) consiste pelo menos num objeto de comutação (Switching) e um objeto de
valor (Value) (corresponde a Scaling: 5.001).
um sensor de variação de luminosidade suporta pelo menos os objetos de grupo DPT_Switch [1.001]
e DPT_Control_Dimming [3.007] enquanto um atuador de variação de luminosidade adicionalmente
suporta o objeto de grupo DPT_Scaling [5.001].

6.3.1 Switching - On/Off (1.001)

Explicado em § 6.1.

6.3.2 Dimmer Relativo (3.007)

Um comando dimming, relativo à definição de luminosidade atual, é transmitido para o atuador


dimming usando o objeto dimming DPT_Control_Dimming.

Bit 3 dos dados úteis determina se o dispositivo endereçado dimeriza para baixo ou para cima em
comparação com o valor de luminosidade atual.

Bits 0-2 determina o dpt step do dimmer. O menor etapa possível do passo de variação de
luminosidade é 1/64th de 100% (1% no grupo monitor ETS).

Figura 13: passo de variação de luminosidade no ETS.

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6.3.3 Dimmer Absoluto – Scaling (5.001)

Figure 14: Scaling - Variação de luminusidade absoluto

Com o "Dimmer Absoluto" (DPT_scaling), um valor de brilho entre 0,4% (mínimo) e 100% (máximo) é
definido diretamente.

Dependendo da aplicação do fabricante, é possível ligar


(0,4% <= valor <= 100%) ou desligar (valor = 0) um dispositivo conectado usando esse DPT.

Este objeto de grupo tem o tamanho de 1 byte.

6.4 Valor de vírgula flutuante 2 bytes (9.00x)

Figura 15: 2-Valor de virgula flutuante (9.0xx)

Com este formato de dados, valores flutuantes positivos ou negativos, com uma resolução máxima
de 0,01 podem ser transmitidos. Este formato de dados é usado em muitas definições de tipo
datapoint ex: para a transmissão de temperatura ambiente no DPT "Temperatura (° C)" ou
"Velocidade (m /s)."

A dimensão do DPT deste formato é de 2 Bytes.

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7 Estrutura do Bit TP

Figura 16: Estrutura Bit TP

O "bit" pode ter dois estados lógicos, ou seja, "0" e "1".

Lógica em KNX TP:

 Durante o estado “1” Nenhum sinal de tensão. Não há corrente a circular.

 Durante o estado “0” sinal de tensão. A corrente está a circular.

Isto significa que se vários dispositivos de bus transmitirem simultaneamente, o estado lógico "0" irá
prevalecer!

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8 Acesso ao bus - colisão de telegrama

Figura 17: Colisão de telegramas

Em KNX TP, acesso ao bus não é controlado centralmente de acordo com o princípio mestre/escravo.

Um dispositivo de bus, com dados para transmitir, pode iniciar a transmissão imediatamente se
encontrar o bus desocupado. Este acesso acontece aleatoriamente sem intervalos de tempo fixos.

O pedido de transmissão simultânea de diversos dispositivos de bus é controlado pelo procedimento


CSMA/CA (Carrier Sense Multiple Access with Collision Avoidance).

Os dispositivos de bus ouvem o bus enquanto transmite, se eles não estiverem a enviar a eles
próprios um 0 lógico. Assim que um dispositivo de bus com o estado lógico “1” deteta um estado
lógico “0” (= passagem de corrente na linha), interrompe sua transmissão para dar prioridade ao
outro dispositivo que se encontra a transmitir.

O dispositivo de bus que termina a sua transmissão continua no entanto a ouvir até ao fim da
transmissão do telegrama, avalia-o e tenta outra vez mandar o seu próprio telegrama.

Desta forma, se vários dispositivos de bus tentarem transmitir simultaneamente, o procedimento


CSMA/CA assegura que apenas um destes dispositivos de bus podem terminar a sua transmissão
sem interrupção (se enviado simultaneamente, os telegramas serão enviados em paralelo até ser
detetada uma colisão). A taxa de transferência de dados não é, portanto, reduzida.

Nota: Se um dispositivo de Bus não poder enviar o seu telegrama devido à existência de outro
telegrama no bus com uma prioridade mais elevada, terá que esperar até este terminar e então
tentar enviar o seu telegrama novamente.

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9 Transmissão De Sinal Simétrico

Figura 18: Transmissão de sinal simétrico

Os dados são transmitidos simetricamente através do par de condutores. Nenhum destes fios estão
ligados à terra ou PE, nem estão ligados a um potencial fixo.

O dispositivo bus avalia apenas a diferença da tensão AC entre os dois fios.

Como ruido radiado afeta os dois condutores em simultâneo com a mesma polaridade, este ruido
não têm influência na diferença do sinal de tensão.

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10 Sobreposição de Dados e Tensão De Alimentação KNX

Figura 19: O transformador-IC no dispositivo separa a tensão de alimentação DC e a tensão de dados AC

Os dados são transmitidos sob a forma de tensão de corrente alternada. Esta é sobreposta à tensão
de alimentação DC. Ambas as partes são separadas por tensão do transformador IC.

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11 Conexão da Fonte de Alimentação Para o Bus

Figura 20: Ligação da fonte de alimentação TP ao Bus

A fonte de alimentação alimenta o bus através da bobina (choque). Um regulador de tensão está
incluído na fonte de alimentação, o qual tenta corrigir imediatamente os desvios à tensão nominal de
30 V. Se na instalação estivesse ligada diretamente à fonte de alimentação, o regulador de tensão
tentaria também corrigir a tensão AC que transporta os dados. Isso resultaria num "medir de forças
(jogo de corda)" entre o dispositivo de bus que tentava enviar a informação e o regulador incluído na
fonte de alimentação.

A bobina com a sua indutância traz alguma "inércia" ao sistema.

Ela permite os desvios de curta duração para a tensão de 30 V, e ao mesmo tempo permite a
regulação da tensão de alimentação contínua.

A segunda tarefa da bobina é a geração da segunda metade (positivo) do impulso de tensão


alternada. A segunda tarefa da bobina é a geração da segunda metade (positivo) do impulso de
tensão alternada. A cooperação entre o dispositivo de bus e a bobina resulta em um sinal de tensão
AC sem uma parte DC. Isto é importante para a avaliação do sinal no recetor correto.

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12 Comprimento do Cabo

Figure 21: Comprimento do cabo

Unidade de alimentação de potência - Dispositivo de bus .......................................... max. 350 m

Dispositivo de bus - dispositivo de bus ........................................................................ max. 700 m

Comprimento total da linha de bus ........................................................................... max. 1000 m

Distância entre 2 fontes de alimentação numa mesma linha ...como especificado pelo fabricante

Podem ocorrer problemas de transmissão de dados não reproduzível se o comprimento máximo


total de bus num segmento de linha TP for excedido.

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12.1 Comprimento De Cabo Entre Fonte De Alimentação e Dispositivos de Bus


- TP

Figura 22: Comprimento do cabo entre fonte de alimentação - dispositivos de bus TP

Um dispositivo de bus apenas transmite meia onda (mostrada na figura acima como uma meia onda
negativa no condutor positivo).

A bobina como parte da fonte de alimentação produz – em conjunto com o transformador do


dispositivo de bus – a onda de equalização positiva.

Como a bobina tem um papel mais importante na formação da meia onda de equalização, o
dispositivo de bus pode ser instalado a uma distância máxima de cabo até 350 m afastado da bobina
(fonte de alimentação).

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12.2 Comprimento de cabo entre 2 dispositivos de bus TP

Figure 23: Comprimento de cabo entre dois dispositivos de bus TP

A transmissão de um telegrama através do cabo de bus requer um determinado tempo de


transmissão.

Se vários dispositivos de bus tentarem transmitir em simultâneo, as colisões só poderão ser


resolvidas até uma distância máxima de 700 m (atraso no sinal t v = 10µs).

12.3 Comprimento máximo por segmento de linha TP


O sinal enviado do dispositivo de bus será amortecido pela carga e descarga contínua da capacidade
do cabo. Ao mesmo tempo, as extremidades do sinal são arredondadas pela capacidade do cabo. O
nível do sinal cai devido à carga resistiva (do cabo de bus e do dispositivo).

Para se certificar que a informação é transmitida em segurança, apesar destes dois efeitos, o
comprimento total de cabo por segmento de linha não pode exceder os 1,000 m. O número máximo
de dispositivos por segmento de linha depende do consumo de potência total: em instalações mais
recentes, podem ser instalados mais dispositivos por segmento de linha (ver capítulo Topologia para
mais informação).

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Topologia KNX-TP

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ÍNDICE
1 Introdução ........................................................................................................................... 4

2 Topologia – Visão Geral ........................................................................................................ 5

3 Topologiay - segmento de linha ............................................................................................ 6

4 Topologia – Area .................................................................................................................. 7

5 Topologia - Várias áreas (Rede) ............................................................................................ 8

6 Endereço Individual .............................................................................................................. 9

7 Acoplador - Função Filtro .................................................................................................... 10

8 Acoplador – Diagrama de Bloco .......................................................................................... 11

9 Acoplador – Campos de Aplicações ..................................................................................... 12

10 Conectando várias linhas .................................................................................................... 14

11 Exemplo prático para Explicação da Funcionalidade ............................................................ 15

12 Telegrama Interno de Linha ................................................................................................ 16

13 Telegrama Entre Linhas ...................................................................................................... 17

14 Telegrama entre áreas ....................................................................................................... 18

15 Acoplador Contador de Roteamento ................................................................................... 19

16 KNX – Interfaces Internas e Externas ................................................................................... 20

17 Topologia – Estrutura num edifício ..................................................................................... 21

18 Backbone- /Estrutura clássica de Acoplador de Área/Linha ................................................. 22

19 Altas Taxas de Transmissão: REDE IP .................................................................................. 23

20 Substituição de acopladores de linha por routers KNXnet/IP................................................ 25

21 Limites na utilização do router-IP ........................................................................................ 26

22 Acoplador de Segmento de Linha ........................................................................................ 27

22.1 Razões para a introdução de acopladores de segmento ............................................... 27

22.2 Principais diferenças................................................................................................... 27

22.3 Mais repercussões no ETS ........................................................................................... 30

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Neste Capítulo, as seguintes abreviações são utilizadas:

BC = Acoplador de Área

LC = Acoplador de Linha

DVC = Dispositivo de Barramento

LR = Repetidor de Linha

PS/Ch = Fonte de Alimentação com Bobina

S = Sensor de Luminosidade

RC = Contador de Roteamento

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1 Introdução
É necessário fazer uma distinção entre as instalações KNX que foram planejadas e comissionadas
antes e depois de 2019.

Até 2018 (incluído):

Apenas 64 dispositivos TP podem ser ligados a um segmento de linha. Um segmento pode contudo
ser prolongado por 3 outros segmentos de linha, usando até 3 repetidores de linha, para que uma
linha total consista de até 4 segmentos de linha.

Depois de 2018

Se uma instalação for feita após 2019, então é permitido ligar até 256 dispositivos TP em uma linha,
sem o uso de repetidores de linha.

Notas importantes:


No entanto, se a instalação contempla os 256 dispositivos TP, no cabeamento de até 1000 m de
comprimento, então não será necessário instalar nenhum repetidor de linha. Se, entretanto, a
instalação requer um comprimento de cabo maior que 1000 m., (para esses 256 dispositivos),
então se deve instalar para cada segmento de linha adicional de 1000 m., um repetidor de linha
(máx. de até 3 repetidores de linha, máx. comprimento do cabo = 4000 m no total).

 Falamos de um segmento de linha sempre que ele é estendido por meio de um repetidor de
linha. Até 4 segmentos de linha formam uma "linha".

 A topologia das instalações que foram criadas antes de 2019 não devem sofrer alterações e não
devem ser instalados além de 64 dispositivos, num segmento de linha.

 Um repetidor de linha é o mesmo hardware de um acoplador de linha ou área. É o programa de


aplicação carregado e o seu endereço correspondente que determinam se o hardware se torna
um"repetidor de linha", um "acoplador de linha" ou um "acoplador de área".

 Os novos produtos são vistos como sendo compatíveis com o "TP-256", o que significa que
permitem até 256 dispositivos TP a serem montados num segmento de linha. Os produtos mais
antigos não são necessariamente compatíveis com TP256. Isto explica a razão pela qual se
distingue as instalações antigas das mais recentes. Não é possível ler a partir da etiqueta, se o
produto é compatível com o TP64 ou o TP256.

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O número de dispositivos que podem ser instalados numa linha também depende do consumo
energético de cada dispositivo instalado. O consumo de energia de todos os dispositivos ligados não
pode exceder a saída de voltagem da fonte de alimentação de energia.

A partir do ETS6, apresenta-se o novo conceito de acopladores de segmento de linha.


A seguir, a explicação concentra-se em primeiro explicar o caso normal, ou seja, as instalações com

- linhas que não consistem de vários segmentos, ou seja, onde todos os 256 dispositivos são
ligados em um único segmento de linha ou
- onde os repetidores de linha são usados para dividir os 256 dispositivos em vários segmentos
de linha.

Cláusula 22Concentra-se então na explicação das diferenças introduzidas pelo acoplador de


segmento.

2 Topologia – Visão Geral


Backbone line

BC DVC BC
DVC 1
x.0.0 241 15.0.0

Main line
LC LC
x.x.0 x.x.0

DVC 1 DVC 1
x.x.1 x.x.1

Maximum Maximum
255 devices 255 devices

DVC 255 DVC 255


x.x.255 x.x.255

Figura: 1Tamanho máximo da topologia de uma instalação KNX TP

Na figura acima, é mostrada o tamanho topológico máximo de uma Instalação KNX TP que foi feita
antes de 2019.

Nas figuras abaixo, os detalhes de uma instalação KNX-TP são descritas uma a uma, em detalhe.

Na explicação abaixo, e em outros capítulos da documentação do curso, é utilizada a seguinte


terminologia:

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 Linha primária: este termo se refere ao segmento superior de uma linha ou acoplador de área, o
lado "Norte", por exemplo, no caso de

 um acoplador de linha, esta é a linha principal;

 um routeador IP, este é o lado IP.

 Linha secundária: este termo que se refere ao segmento inferior de uma linha ou acoplador de
área, o lado "Sul", às vezes também referido como a sub-linha, por exemplo, no caso de

 um acoplador de linha, este é ele próprio a linha.

 um roteador IP, este é o lado do TP.

3 Topologiay - segmento de linha


DVC
DVC
256

DVC 1 DVC

Line segment

DVC

PS/Ch DVC

DVC DVC DVC

Figura 2: Topologia - segmento de linha

Podem ser montados um máximo de 256 dispositivos numa linha.

Através de telegramas, cada dispositivo de bus (DVC) pode trocar informação com qualquer outro
dispositivo. Cada linha requer a sua própria alimentação de energia 1.

O atual número de dispositivos por linha, depende da fonte de energia selecionada e da potência
requerida por cada dispositivo. O cabo de barramento pode ser ramificado em qualquer lado.

São permitidos os seguintes tipos estruturais: estrela, estruturas em linha e árvore (também
combinadas). Uma estrutura em anel não é permitida. Uma estrutura em árvore permite economizar
no cabeamento.

A menor unidade na topologia do KNX-TP é um segmento de linha

1 Este capítulo assume apenas o uso de unidades centralizadas de alimentação de energia. Para unidades
descentralizadas de alimentação de energia, consultar o capítulo "Instalação".

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4 Topologia – Area
Main line = line 0
PS/Ch

LC 1 LC 15

PS/Ch PS/Ch

DVC 1 DVC 1

DVC DVC
255 255

Line 1 Line 15

Figura:3Topologia - Área

Se tiver que ligar mais dispositivos, pode colocá-los numa linha, e até 15 linhas podem ser ligadas a
uma linha principal através de um acoplador de linha (LC). Esta estrutura de linha é chamada de área.

Assim como os acopladores de linha usados topologicamente, pertencem à linha secundária, o


número máximo de dispositivos de barramento na linha principal diminui - devido ao consumo de
energia - pela quantidade de acopladores de linha montados (ver Coupler - Block diagram).

Os repetidores de linha podem nãoser usados nas linhas principais, nem em instalações anteriores a
2019.

Isto significa que é possível endereçar topologicamente um máximo de 256 dispositivos na linha
principal, incluindo os acopladores de linha.
Cada linha, mas também a linha principal requer a sua própria fonte de energia.
Nesta topologia, podem ser instalados mais de 4,000 dispositivos.

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5 Topologia - Várias áreas (Rede)


Area 15

BC 15

Hauptlinie Area 2
SV/Dr
BC 2

Hauptlinie Area 1
SV/Dr LK 1 LK 15
BC 1
PS/Ch
SV/Dr Main line SV/Dr
PS/Ch LK 1 LK 15

TLN 1 DVC 1

SV/Dr SV/Dr
LC 1 LC 15

TLN 1 DVC 1

PS/Ch PS/Ch
DVC
TLN 63
255
DVC 1 DVC 1
Linie 1
Line 15
1. Liniensegment DVC
TLN 63
255

Linie 1
Line 15
1. Liniensegment
DVC DVC
255 255

Line 1 Line 15

Figura 4: Topologia – Várias Áreas

E mesmo se mais dispositivos tiverem de ser ligados numa Instalação KNX, então a instalação TP
pode ser estendida ao ligar acopladores de área (BC) à linha de área.

Como os acopladores de área usados pertencem topologicamente à linha secundária, o número


máximo de dispositivos de barramento na linha de área diminui - devido ao consumo de energia -
pela quantidade de acopladores de área instalados (verCoupler - Block diagram).

Os repetidores de linha podem não ser usados nas linhas de área, nem em instalações anteriores a
2019. A linha de área requer a sua própria alimentação de energia.

Mesmo numa área, é possível criar linhas que são acopladas diretamente na área (por exemplo, linha
0.1 a 0.15, respectivamente).

Dividindo a instalação KNX TP em linhas e áreas, a confiabilidade funcional é aumentada


consideravelmente.

Isto significa que é possível endereçar topologicamente um máximo de 256 dispositivos, incluindo os
acopladores de área na linha de área

Nesta topologia, mais do que 61,000 dispositivos podem ser instalados numa Rede-TP completa.

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6 Endereço Individual

PS/Ch
Backbone line
BC 1 DVC BC 15
1.0.0 0.0.>0 15.0.0

DVC
1.0.>0

PS/Ch Main line

LC 1 LC 15
1.1.0 1.15.0

PS/Ch PS/Ch

DVC 1 DVC 1
1.1.1 1.15.1
Line 1

Line 15
DVC 255 DVC 255
1.1.255 1.15.255
AREA LINE BUS DEVICE

A A A A L L L L B B B B B B B B
0...15 0...15 0...255

Figura 5: Endereço individual (situação que mostra uma instalação planejada e comissionada depois de
2019)

O endereço físico serve para identificar claramente o dispositivo de barramento e descreve a sua
localização dentro da topologia.

A = …15 aborda as áreas 1…15


A = 0 endereça os dispositivos de barramento na linha de área

L = …15 endereça as linhas 1…15 nas áreas definidas por A


L = 0 endereça a linha principal da respectiva área

B = 1…255 endereça os dispositivos de barramento na linha definida por L


B = 0 endereça o acoplador de linha na respectiva linha

O endereço Individual de um dispositivo de barramento não carregado é 15.15.255.

Dispositivos novos saem de fábrica com o endereço individual 15.15.255.

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7 Acoplador - Função Filtro


Primary line

Line coupler or backbone coupler

Filter table

Secondary line
Figura 6: Acoplador: Função filtro

Se um acoplador (linha -/ ou acoplador de área 2) for usado na instalação e os endereços individuais


corretos forem atribuídos aos correspondentes acopladores, uma tabela de filtros será
automaticamente criada no ETS para os respetivos acopladores. durante a fase planejada e
desenhada.

Esta tabela de filtro contém os endereços de grupo de linha ativos (ou seja, todos os endereços de
grupo que endereçam os dispositivos de barramento que estão localizados no "outro" lado do
acoplador).

Os todos as rotas do acoplador receberam endereços de grupo se estiverem listados na tabela de


filtros.

Desta forma, cada linha funciona de forma independente. Só telegramas que cruzam linhas ou áreas
são encaminhados.

Os LED's amarelos do acoplador piscam quando um telegrama é recebido na respetiva linha.

O repetidor de linha passa todos os telegramas. Os repetidores de linha não têm tabela de filtros.

2 Isto também se aplica ao acoplador de segmentos. Ver cláusula22.

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8 Acoplador – Diagrama de Bloco


Primary line on bus connector

Coupling

Flash-ROM
Filter table
Controller
RAM
Electrical
Telegram buffer LC/BC
insulation 1000 V

2 1

Coupling Secondary line Primary line

Secondary line on bus connector

Figura 7: Acoplador de linha: Diagrama de Blocos

O acoplador é projetado para montagem em trilho DIN. Em operação, para acopladores de linha as
linhas primárias e secundárias são ligadas através de um conector de Barramento.

O acoplador de linha pode ser programado a partir da linha primária e da linha secundária.

Os acopladores são alimentados pela linha primária e apenas têm um controlador. Se fornecido pela
linha primária, tem a vantagem de que o acoplador pode relatar desligamento da linha secundária.

É necessário que os acopladores estejam equipados com memória flash ROM. Os acopladores isolam
galvanicamente as linhas umas das outras.

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9 Acoplador – Campos de Aplicações 3

Figura 8: Acoplador: Campos de Aplicações

Acopladores backbone, Acopladores área, acopladores de linha e repetidores de linha são os mesmos
dispositivos. Suas tarefas dependem da localização e o endereço individual atribuído.

O acoplador pode ser usado como:

Acoplador de Área BC  Conexão entre: Linha de Área à Linha de área

Acoplador de Linha LC  Conexão entre: Linha de área à Linha

Repetidor de Linha LR  Para estender uma linha em um máximo de 3 segmentos de linha,


com até 64 dispositivos de barramento adicionais e um
comprimento de cabo adicional de 1.000 m (usado em instalações
anteriores a 2019)
 Para estender uma linha num máximo de 3 segmentos de linha, se o
comprimento máximo disponível de cabo for 1000 m, não é
suficiente para montar 256 dispositivos (para instalações depois de
2019)

Acopladores de Área e de linha só passam telegramas que cruzam linhas.

O repetidor de linha não possui uma tabela de filtro, portanto ele encaminha todos os telegramas.

3 Para as diferenças introduzidas pelo acoplador de segmento, consulte a sessão 22

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É o endereço individual atribuído que designa um acoplador como acoplador de área, acoplador de
linha ou repetidor de linha. O endereço 1.1.0, por exemplo, define um acoplador como acoplador de
linha para a linha 1 na área 1.

O acoplador monitora a comunicação de dados entre a linha principal e a linha secundária e vice-
versa. Só os telegramas cujos endereços de grupo estão guardados na sua tabela de filtro são
encaminhados.

Observe que, no caso de telegramas endereçados individualmente, por exemplo, quando ETS baixa
um dispositivo específico, de área, bem como acopladores de linha, também saberão com base em
seu próprio endereço individual, se o dispositivo endereçado deve estar em sua área ou linha. Por
exemplo, no caso em que uma mensagem é enviada para o dispositivo 1.2.20, o acoplador de linha
com o endereço 1.3.0 saberá que este dispositivo não pode ser ligado em sua linha, portanto não o
encaminhará a mensagem. Portanto, é muito importante que os dispositivos sejam ligados na linha
correta ou os dispositivos tenham um endereço correto pertencente à linha em que são ligados.

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10 Conectando várias linhas

PS/Ch Switch
Actuator

Line 0

SV/Dr

Switch
PS/Ch LC
Actuator
2 1

Line 1

SV/Dr

Switch
PS/Ch LC
Actuator
2 1

Line 2

Figura9: Conectando várias linhas

Em uma instalação contendo várias linhas, cada linha tem de ter a sua própria fonte de alimentação e
sua bobina (atualmente a bobina está incluída na própria fonte de alimentação).

A figura acima mostra uma fonte de alimentação com bobina integrada e também um acoplador de
linha.

Ambas as linhas, a linha secundária (ex. linha 1), bem como a linha primária (Linha 0), estão ligadas
ao acoplador de linha por conectores de barramento.

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11 Exemplo prático para Explicação da Funcionalidade

Figura 10: Exemplo prático

O botão de pressão P1 comuta as lâmpadas L11, L12 e L13. Na configuração, o endereço de grupo
5/2/66 é atribuído ao botão de pressão. O mesmo endereço de grupo é também atribuído aos
atuadores que controlam as lâmpadas mencionadas.

O botão de pressão P2 comuta as lâmpadas L21, L22 e L23. Durante a configuração, o endereço de
grupo 5/2/67 é atribuído. Novamente, o mesmo endereço é atribuído aos atuadores que controlam
estas lâmpadas.

O sensor de luminosidade S1 comutará as lâmpadas ao lado da janela (L11 e L21). O endereço de


grupo 0/2/11 é, por isso, atribuído tanto ao sensor como aos atuadores que controlam as lâmpadas
da janela (L11 e L21).

As lâmpadas da janela podem assim ser acesas através da tecla e também através do sensor de
luminosidade.

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12 Telegrama Interno de Linha


KNX

5/2/66 5/2/67
P1 5/2/66 L11 L21
0/2/11 0/2/11

P2 5/2/67 L12 5/2/66 L22 5/2/67

S1 0/2/11 L13 5/2/66 L23 5/2/67

Figura 11: Telegrama interno de linha

Ao pressionar o botão de pressão P1 envia um telegrama com o endereço de grupo 5/2/66.

Embora todos os dispositivos do bus escutem o telegrama que é transmitido, só os atuadores das
lâmpadas L11, L12 e L13 com o endereço de grupo 5/2/66 executam a ordem.

Se o sensor de luminosidade (S1) enviar o endereço de grupo 0/2/11, todos os dispositivos do bus
nesta linha escutam, mas só os atuadores das lâmpadas junto da janela L11 e L21 executam a ordem.

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13 Telegrama Entre Linhas


Main line

LC 1 LC 2

P1 5/2/66 L13 5/2/66

S1 0/2/11

5/2/67
P2 5/2/67 L21 0/2/11

5/2/66
L11 L22 5/2/67
0/2/11

L12 5/2/66 L23 5/2/67

Figura:12Telegrama Entre Linhas

Se o sensor de luminosidade (S1) não estiver conectado na mesma linha da lâmpada que tem de
controlar, é necessário transmitir os seus telegramas através da linha principal.

Através da parametrização o acoplador de linha LC2 tem conhecimento que existem dispositivos do
bus fora da sua própria “Linha 2” que respondem a telegramas transmitidos pelo sensor de
luminosidade. Portanto, LC2 encaminha o telegrama de grupo 0/2/11 para a linha de área.

O acoplador de linha LC1 sabe que existem dispositivos do bus na sua “Linha 1”, que respondem ao
telegrama de grupo 0/2/11 e, portanto, transmite o telegrama em sua linha.

Todos os dispositivos de barramento, nesta linha, escutam o telegrama do sensor luminosidade, mas
só os atuadores das lâmpadas L11 e L21, executam o comando.

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14 Telegrama entre áreas


Backbone line

BC 1 BC 2

Main line

LC 1 LC 2

5/2/66 5/2/67
L11 L21
0/2/11 0/2/11
P1 5/2/66 0/2/11
S1

L12 5/2/66 L22 5/2/67


P2 5/2/67

L13 5/2/66 L23 5/2/67

Figura:13Telegrama Entre Áreas

Se o sensor de luminosidade S1 for atribuído a uma área diferente, poderá ainda comandar todos os
dispositivos de bus através da linha de área.

Se o endereço de grupo 0/2/11 for atribuído ao sensor de luminosidade, o telegrama é encaminhado


para a linha 1, pelos acopladores de área BC1 e BC2 e pelo acoplador de linha LC1.

Os atuadores das lâmpadas L11 e L21 na área funcional 1 / linha 1 executam o comando.

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15 Acoplador Contador de Roteamento


RC = 3

BC BC

RC = 4 RC = 2

LC LC

RC = 5 RC = 1

LR LR

RC = 6 RC = 0

DVC DVC

Figura:14Contador de Roteamento

O telegrama que é transmitido pelo dispositivo emissor, contêm um contador de roteamento, cujo
valor inicial 6.

Cada linha - / acoplador de área ou repetidor de linha decrementa o contador de roteamento e


transmite o telegrama desde que o valor do contador de roteamento não seja 0. Não é necessário
dizer que as entradas de tabela de filtros são tidas em conta antes do telegrama ser passado.

Se um dispositivo de serviço (por exemplo, ETS), no entanto, transmitir um telegrama contendo um


contador de roteamento com o valor de 7, o acoplador não irá alterar este valor 4. Neste caso, a
tabela de filtros é ignorada e todos os acopladores de linha na instalação encaminham o telegrama.
Por fim, chega aos dispositivos de barramento aos quais se destina, independentemente da linha à
qual estão conectados.

Em caso de (não intencional) repetições na instalação, o contador de roteamento limita o número de


telegramas que circulam nas linhas.

4 Acopladores mais recentes (a partir de 2019), podem também decrementar este valor.

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16 KNX – Interfaces Internas e Externas

PS/Ch
Backbone line

BC 1 Gateway

PS/Ch Main line = Line 0 Other


systems

LC 1 LC 15

PS/Ch PS/Ch

DVC 1 DVC 1
Line 1

DVC Line 15 DVC


255 255

Figura:15KNX - Interfaces Internas e Externas

O KNX está aberto a qualquer outro sistema. A linha de área (ou qualquer outra linha) pode ser
ligada através via Gateway ex. PLC, ISDN, tecnologias de gestão de edifícios, Internet etc. Também é
possível conectar a outros sistemas através de interfaces em série ou entradas binárias e saídas
binárias.

A unidade do gateway converte o protocolo bi-direcionalmente.

Os casais de mídia conectam diferentes tipos de mídia KNX (ex.: par metálico e RF).

Partes de instalações KNX também podem ser ligadas através de fibra óptica. Os benefícios são a
separação elétrica e maiores comprimento de cabos.

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17 Topologia – Estrutura num edifício

Figura:16: (Exemplo) Distribuição das linhas em um projeto de médio porte

Após a introdução teórica anterior, informação prática (a imagem acima é explicada em detalhe no
capítulo “Projeto em ETS - Avançado").

Idealmente, um edifício planejado e comissionado antes de 2018, não possui mais do que 64
dispositivos de barramento instalados por pavimento (256 dispositivos KNX TP em caso de
instalações feitas depois de 2019). Pode-se, como indica o exemplo ilustrado acima, fazer uma
distribuição de acordo com as diversas alas do edifício. É claro que nestas situações, vamos ter uma
visão mais clara quando os números de linha correspondem aos números de pisos e os números de
área correspondem aos números de alas ou edifícios.

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18 Backbone- /Estrutura clássica de Acoplador de Área/Linha

Backbone-/ Line coupler classic

Line 1.5 LC LC
Line 2.5
1.5.0 Floor 5 2.5.0

Line 1.4 LC Floor 4 LC Line 2.4


1.4.0 2.4.0
Main line 1.0

Main line 2.0


Line 1.3 LC Floor 3 LC Line 2.3
1.3.0 2.3.0

Line 1.2 LC LC Line 2.2


1.2.0
Floor 2 2.2.0

Line 1.1 LC LC Line 2.1


1.1.0 Floor 1 2.1.0

Area 1 Area 2
BC BC
(West wing) 1.0.0 Backbone line 0.0 2.0.0 (East wing)

Figura:17Estrutura clássica de acoplador de área/linha

Naturalmente não será possível realizar esta configuração em todas as circunstâncias. Como
repetidores de linha podem ser instalados (como já indicado antes), tal pavimento pode ser equipado
com até 253 dispositivos, sem ter que violar a estrutura acima (levando em consideração que os
repetidores de linha devem ser contados em dobro, conforme discutido antes, o número máximo de
dispositivos de 256 é reduzido em 3). Com esta quantidade de dispositivos de barramento, é possível
realizar praticamente qualquer aplicação. Graças ao atual desenvolvimento de dispositivos do
barramento KNX e a existência de dispositivos com mais de 24 canais entrada e/ou saída, as soluções
são virtualmente infinitas.

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19 Altas Taxas de Transmissão: REDE IP

LAN

Router

Network - Switch

KNXnet/ KNXnet/ KNXnet/


IP-Router IP-Router IP-Router
1.1.0 1.2.0 1.3.0

PS/Ch PS/Ch PS/Ch


KNX

KNX

KNX

DVC DVC DVC


1.1.1 1.2.1 1.3.1

DVC DVC DVC


1.1.2 1.2.2 1.3.2

Figura:18 Rede IP: altas taxas de telegramas

Tal como explicado no parágrafo anterior, em todos os níveis é possível instalar interfaces para
outros sistemas. Cada vez mais, isto é requerido em projetos de grande dimensão como resultado
dos maiores requisitos dos clientes.

Uma importante razão para substituir acopladores de linha através dos Routers KNXnet/IP é o
aumento da densidade de telegramas, que ocorre do utilizador fazer uso do recurso a softwares de
visualização e dispositivos com maior quantidade de canais, que automaticamente devolvem
múltiplos estados de reconhecimento. Uma topologia TP pode levar à sobrecarga, uma vez que a
velocidade de transmissão - e linhas de área são limitadas até 9.600 bits por segundo. Nestas
situações é aconselhável a utilização de acopladores linha Rede IP para substituir os acopladores de
linha ao usar o acoplador apropriado.

Como se pode ver na figura acima, a linha de área foi substituída por uma rede IP. Neste caso, há a
vantagem de que todas as operações verticais, por exemplo, a comunicação (bidirecional) entre um
sistema de controle de edifício e KNX seja determinado apenas pela taxa de bits da linha secundária
(a Ethernet é pelo menos 1000 vezes mais rápida; com o chamado “Gigabit ”- com switches é
possível transmitir dados na Ethernet 100.000 vezes mais rápido). Também desta forma a ligação em
paralelo de diversas linhas deixa de ser uma preocupação. O modelo padrão de comunicação chama-
se “tunneling”. Por outras palavras, a bem conhecida função Gateway, que além desta
funcionalidade, é também usada para programação remota com ETS através da rede IP. Um controle
dos sistemas do edifício pode ser ligado simultaneamente a diversos gateways, multiplicando a taxa
de dados total.

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Uma situação diferente é a comunicação direta entre as linhas individuais KNX. O Router KNXnet/IP
usa outro procedimento diferente chamado “routing” ou a atual função de acoplador de linha. No
essencial, funciona de uma forma idêntica roteando através de uma linha principal TP:

Um Router KNXnet/IP que quer mandar um telegrama entre linhas, mandará este telegrama com o
chamado Endereço de IP "Multicast" para a Ethernet. Todos os outros roteadores KNXnet/IP estão
conectados a este endereço multicast e são capazes de receber e avaliar este telegrama. A função
normal do acoplador de linha é mais uma vez aplicada, ex.

- a comparação com a tabela de filtros (telegramas de grupo) também pedidos aqui ou


- o endereço de linha (endereçamento individual de telegramas)

resultando no bloqueio ou roteamento de telegramas, dependendo do caso.

Observe o seguinte em relação aos endereços multicast:

a) Há um endereço de multicast internacionalmente registado para KNX, que está programado


no software do Router IP. Este endereço de multicast pode ser modificado dentro dos limites
das faixas de endereços disponíveis para a comunicação IP.

b) O switch de rede e o roteador IP na rede LAN, devem ser adequados para lidar com
telegramas multicast. Em caso de dúvida, deve-se discutir este assunto com o administrador
da rede.

c) Os endereços Multicast não podem ser usados através da Internet, exceto se for uma ligação
VPN.

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20 Substituição de acopladores de linha por routers KNXnet/IP

Line coupler replaced by KNXnet/IP Router

Line 1.5 KNXnet/ KNXnet/ Line 2.5


IP-Router
IP-Router Floor 5
1.5.0 2.5.0

KNXnet/ KNXnet/
Line 1.4 IP-Router Floor 4 IP-Router Line 2.4
1.4.0 2.4.0

KNXnet/ KNXnet/
Line 1.3 IP-Router Floor 3 IP-Router Line 2.3
1.3.0 2.3.0

Line 1.2 KNXnet/ KNXnet/ Line 2.2


IP-Router Floor 2 IP-Router
1.2.0 2.2.0

KNXnet/ KNXnet/
Line 1.1 Line 2.1
IP-Router Floor 1 IP-Router
1.1.0 2.1.0

Area 1 Area 2
(West wing) Network (East wing)
(LAN)
Figura:19Nossa imagem novamente: os acopladores de linha foram substituídos por roteadores
KNXnet/IP. Esta imagem representa o caso 1 explicado a baixo.

O Routeador KNXnet/IP pode ser usado como acoplador de linha assim como acoplador de área. Se o
Routeador KNXnet/IP substituir o acoplador de linha, todas as linhas principais e basicamente a linha
de área, são substituídas por Ethernet (Caso 1).

Se acopladores de área forem substituídos por Roteadores KNXnet/IP, os acopladores de linha


podem ficar, pois só a linha de área será substituída pela Ethernet (Caso 2).

Qual caso é mais apropriado, depende dos requisitos esperados de taxa de telegramas nas linhas
principais - e de área. Teoricamente é possível um 3º caso, como combinação dos casos 1 e 2, com
áreas normais de TP com um Router KNXnet/IP e linhas simples, com Routers-IP, em vez de
acopladores de linha. Esta opção só se deve escolher em casos excecionais. Este tópico é descrito
mais em detalhe no curso avançado KNX.

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21 Limites na utilização do router-IP


Mesmo que a alta taxa de bits da Ethernet facilite consideravelmente o tráfego de telegramas e
minimize a perda de telegramas, deve-se alertar para não programar descuidadamente os
dispositivos de barramento que enviam telegramas com muita frequência. A Ethernet não irá ajudar
se por exemplo, os telegramas forem encaminhados de todas as linhas, para apenas uma linha
específica. Para explicar com uma metáfora: o caso seria semelhante se todos os carros que acessam
uma rodovia de 1.000 pistas por 100 entradas, mas todos eles também desejassem sair por uma
única pista. Este não é um problema relacionado apenas com KNX, é comum em todas as redes de
cabeamentos estruturado.

Somente uma organização significativa na comunicação entre os dispositivos de barramento e as


linhas será capaz de evitar uma perda de dados, ainda que seja muito improvável, mas ainda
possível.

Isso, no entanto, deve ser facilmente possível se alguém tiver conhecimento suficiente sobre os
dispositivos de barramento e seus respectivos parâmetros.

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22 Acoplador de Segmento de Linha


22.1 Razões para a introdução de acopladores de segmento
- Quando se deseja estender uma instalação TP com alguns dispositivos RF, especialmente no caso
de instalações existentes, a introdução de acopladores de segmento é necessário que o
acoplador de mídia seja instalado na linha principal. No caso de apenas uma linha (normalmente
1.1), uma linha principal nem sequer existe. Portanto, a necessidade de que uma linha TP possa
ser ramificada, para incluir alguns dispositivos RF.
- No caso de se desejar interconectar outras (> 256) pequenas ilhas TP, cada uma com alguns
dispositivos, por meio de um backbone de IP. Isto é referido como o “cenário do hotel”.
- Também introduzindo filtragem entre diferentes segmentos, que não existe para as repetidoras
TP.

22.2 Principais diferenças


Em teoria, o conceito de acopladores de segmento para TP já existia, ou seja, as repetidoras TP. Essas
repetidoras permitiram subdividir fisicamente uma linha em um segmento principal e até três
subsegmentos. No entanto, estas repetidoras de linha têm duas limitações:

- Não sabem se um dispositivo com um endereço específico está ou não localizado em seu
próprio segmento;
- Não há possibilidade de tais dispositivos avançarem apenas em mensagens para dispositivos
que estão localizados no seu segmento ou não. Simplesmente promovem todo o tráfego,
mesmo que ninguém esteja a ouvir estas mensagens nos seus segmentos. Não há tabela de
filtros nos repetidores. Todo o tráfego de todos os dispositivos - mesmo que localizados em
diferentes segmentos - podem ser ouvidos por todos os outros nessa linha.

A partir de ETS6 em diante, e para a introdução de acopladores de segmentos, cada linha tem

- Exatamente um segmento principal;


- qualquer número de subsegmentos que seja:
o acoplado ao segmento principal por um acoplador de segmento;
o pode ser do mesmo ou de outro tipo de meio físico.
Por exemplo, um segmento de RF pode assim ser associado ao segmento TP. Isso
implica que um dispositivo com endereço individual 1.1.44 pode ser um dispositivo
RF, que está conectado a um segmento de RF, atrás de um acoplador de segmento
TP-RF, que por si só se acopla ao segmento TP principal.

No segmento principal, pode-se adicionar um único acoplador (acoplador de área ou de linha com
endereço de dispositivo 0), bem como quaisquer dispositivos adicionais (com endereço de dispositivo
diferente de 0). 5

A qualquer um dos subsegmentos, pode-se adicionar apenas um único acoplador de segmento, bem
como quaisquer dispositivos adicionais (todos eles nunca tendo um endereço de dispositivo igual a
0).

5 Devido a esta nova regra, os projetos convertidos do ETS5 que não se adequarem, devem ser corrigidos se
você deseja copiar tais linhas.

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Ao adicionar um acoplador a uma linha que tem funcionalidade de acoplador de linha / segmento,
isso criará automaticamente um segmento principal. Se adicionar um segundo ou terceiro dispositivo
à mesma linha, isso criará automaticamente um subsegmento.

Se adicionar um acoplador de segmento TP / RF a um segmento principal, ele criará


automaticamente um subsegmento RF. Se o tipo de acoplador de segmento não corresponder ao
meio, naturalmente tais dispositivos não podem ser adicionados.

Os dispositivos são explicitamente atribuídos a um segmento específico. Intervalos de endereços


específicos para segmentos diferentes não são impostos, o que significa que os dispositivos 1.1.77 e
1.1.90 podem fazer parte do primeiro segmento, enquanto o dispositivo com endereço 1.1.85 pode
fazer parte do segundo segmento.

Embora seja possível criar qualquer número de subsegmentos, nem é preciso dizer que, no geral, em
uma linha, não mais do que 256 dispositivos (incluindo todos os acopladores) podem ser colocados.

Figura:20Segmento de casal e segmentos

Para acopladores de segmento, a tabela apresentada 9 precisa ser estendida para:

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Figura:21Visão geral total de todos os tipos de acopladores

A tabela acima implica que:

- para os telegramas de grupo, existe de fato a necessidade de se descarregar uma tabela de


filtros no acoplador de segmento de linha. Quanto a outros tipos de acopladores, esta tabela
será preparada em segundo plano pelo ETS, já que o ETS rastreia quais endereços de grupo
estão vinculados a quais dispositivos em qual segmento;
- para telegramas endereçados individuais (por exemplo, ETS para um dispositivo a ser
baixado), o acoplador de segmento também tem o conhecimento de quais dispositivos com
os quais endereços individuais estão localizados em seu próprio segmento. Os acopladores
de área ou de linha sabem disso, devido seu endereço de dispositivo atribuído 0, os
acopladores de segmento serão carregados pelo ETS, independente se há ou não dispositivos
no segmento da topologia. Portanto, cada vez que você adiciona um novo dispositivo a um
segmento ou altera seu endereço individual, é necessário recarregar o acoplador de
segmento. No caso em que se conecta temporariamente uma interface a um segmento (por
exemplo, por motivos de diagnóstico), o ETS também adicionará temporariamente seu
próprio endereço aos endereços individuais para serem (temporariamente) filtrados no
acoplador de segmento.

Por favor, note que no caso do KNX TP, cada segmento continua a precisar da fonte de alimentação,
necessária para alimentar os dispositivos desse segmento.

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22.3 Mais repercussões no ETS

Figura:22Visão topologia do ETS com acopladores de segmentos

Existe um código de cores explícito usado a partir do ETS6 para distinguir o tipo de meio físico dos
diferentes segmentos: verde para TP, laranja para RF e azul para IP.

Ao selecionar uma linha do ETS6 em diante, não apenas os dispositivos serão exibidos, mas agora
também existe uma guia explícita com os segmentos pertencentes a essa linha.

Nas informações do dispositivo dos acopladores de segmento, agora também é possível visualizar o
endereço do grupo e as tabelas de filtro de endereço do dispositivo.

A seguir, a imagem mostra uma linha TP (retângulo verde) contendo uma série de dispositivos
(retângulo vermelho), conectados ao segmento principal TP, no qual também há o segmento 1 em
RF, com uma série de dispositivos RF, incluindo o acoplador de segmento TP / RF (retângulo laranja).

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Figura:23Linha TP com dispositivos TP, e um subsegmento em RF

A figura a seguir, mostra uma área TP, com um número de linhas, das quais a linha 1.2 contém um
acoplador de linha 1.2.0 (retângulo vermelho), e também uma série de segmentos: arrastando e
soltando um acoplador com funcionalidade de repetidor nesta linha, outro segmento é criado e o
repetidor é adicionado à ele (retângulo verde).

Figura:24Adicionando o repetidor à linha KNX TP, automaticamente se cria um subsegmento

A figura abaixo mostra um segmento TP diretamente no backbone IP, com um acoplador de


segmento IP-TP, adicionado a ele (retângulo vermelho). No caso em que os dispositivos são
colocados neste segmento, pode-se então copiar todo o segmento e usar a função "colar especial"
(copiando x vezes) no barramento e, assim, realizar o caso de uso "cenário hotel" que é mencionado
na sessão22.1.

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Figura:25Realizando o caso de uso do "cenário do hotel"

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Dispositivos de bus KNX
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Índice
1 Introdução ........................................................................................................................... 4

2 Dados guardados num dispositivo KNX ................................................................................. 7

3 Perfis do sistema .................................................................................................................. 8

3.1 Geral ............................................................................................................................ 8

3.2 Descrição detalhada das características ........................................................................ 9


3.2.1 Controle de acessos ........................................................................................................................ 9

3.2.2 Número de série KNX ...................................................................................................................... 9

3.2.3 Objetos de interface ........................................................................................................................ 9

3.2.4 Extensão de memória.................................................................................................................... 10

4 Funções de aplicações clássicas........................................................................................... 10

4.1 Controle de dimerização com telegrama Inicio/Paragem ............................................. 10

4.2 Dimerização com telegramas cíclicos .......................................................................... 11

4.3 Aplicação funcional: 'Atuador de dimerização' ............................................................ 12

4.4 Aplicação funcional: Controle de persianas ................................................................. 13

4.5 Aplicação funcional: Atuador de controlo de persianas ............................................... 14

5 Estrutura do objeto de comando de persianas ..................................................................... 15

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CURSO BÁSICO KNX

Neste Capítulo as seguintes abreviações são usadas:

PEI = Interface Física Externa

BCU = Unidade De Acoplamento de Bus

AM = Módulo de Aplicação

TRC = Módulo de Transmissão

SR = Registrador de variação

DAC = Conversor Digital-Analógico

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CURSO BÁSICO KNX

1 Introdução

KNX

Dispositivo de bus

BCU AM

PEI (Interface físico


externo)

Figure 1: Dispositivo Bus que consiste num BCU e num módulo de aplicação

Um dispositivo de bus funcional (ex. atuador, controlador de brilho, controlador de persiana, tecla
multifunções, sensor de fogo, …) é essencialmente constituído por três partes:

 Acoplador de bus (BCU)

 Módulo de aplicação (AM)

 Programa de aplicação (AP)

O acoplador de bus e o módulo de aplicação são oferecidos no mercado, quer separadamente, quer
integrado em um único equipamento (formando um só produto). Têm, no entanto de ser do mesmo
fabricante. Se separado (por vezes e principalmente na montagem embebida) o módulo de aplicação
é ligado ao BCU através de uma interface de aplicação padronizada ou uma Interface Física Externa
ou PEI do fabricante. Este PEI serve como

 uma interface para troca de mensagens entre ambas as partes

 para providenciar potência limitada ao módulo de aplicação

Se o módulo de aplicação e a unidade de acoplamento bus encaixam e se eles podem ser conectados
mecanicamente - tem de ser verificado com o respetivo fabricante.

No caso de dispositivo para calha/trilho DIN, a unidade de acoplamento bus e o módulo de aplicação
são usualmente ligados juntos numa casa

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Note: No passado, um BCU poderia detetar se o módulo de aplicação preso, correspondia ao


programa de aplicação carregado; ao medir uma resistência específica do módulo de aplicação na
interface PEI e comparando-a à do tipo do PEI da aplicação carregada. No caso de incompatibilidade,
o programa de aplicação carregado poderia ser parado.
Hoje em dia os fabricantes podem optar por criar uma codificação mecânica específica para
assegurar que apenas o módulo de aplicação adequado é colocado nos BCUs ou dispositivos
integrados (onde não é necessário fazer uma verificação).

No caso de dispositivos TP, a ligação para o bus é assegurada principalmente através do ligador de
bus (cinzento escuro/vermelho).

Dentro de um produto KNX integrado, desde um ponto de vista eletrónico, há basicamente

 um circuito eletrónico (maioritariamente de chips) tomando conta da função de acoplamento ao


meio respeitante (responsável pelo envio e receção de telegramas), chamado "transmissor";

 um microcontrolador a gerir o sistema / operando e software de aplicação e

 um circuito eletrónico a tomar conta da função de aplicação.

Em geral, o transmissor e o microcontrolador são integrados numa unidade acopladora bus (regular)
da qual a eletrónica não pode ser separada. Em alguns casos (raros), o transmissor é oferecido como
um módulo separado (exemplo: um módulo transdutor de bus).

Cada dispositivo de bus tem a sua própria inteligência devido ao BCU integrado: esta é a razão pela
qual o KNX funciona como um sistema descentralizado e não necessita de uma unidade central de
controlo (ex. um computador). Funções centrais (ex. supervisão) podem, se necessário, ser realizada
por um software de visualização e controle instalado em um PC.

No produto KNX ou BCU, na maioria dos casos um botão de programação e um LED de programação
pode ser visionado: o botão é utilizado para por a BCU ou o produto em modo de programação (para
atribuir o endereço individual). O LED avisa se o modo de programação estiver on ou off.

Os BCU’s estão atualmente disponíveis para ligação a três diferentes meios de transmissão: Par
trançado TP (utilizando muito baixa tensão 30 V), Powerline 110 (Utilizando a rede elétrica) e
Radiofrequência (KNX-RF).

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Dependendo da sua principal função, dispositivos bus podem basicamente ser divididos em três
categorias: sensores, atuadores e controladores. É raro ter dispositivos com funcionalidade de sensor
ou atuador puros hoje em dia. Por exemplo, cada botão de pressão com display de estado LED
também tem uma função de "atuador" e cada atuador com informação de estado tem uma função
de "sensor".

 Uma possível função do sensor KNX é a de detectar uma variável física como a temperatura,
voltagem, corrente... O módulo de aplicação do sensor transfere informação acerca das entradas
correntes (digitais/analógicas) para o BCU. Este codifica os dados e envia-os para o Bus. Por esse
motivo, a BCU verifica regularmente o estado das entradas do módulo de aplicação.

 No caso de um atuador, o BCU recebe telegramas do bus, descodifica-os e passa a informação


para o módulo de aplicação, que depois vai executar o comando de saída, exemplo:
carregamento elétrico (carregamento digital ou analógico).

 Um controlador regula a interação entre um sensor e um atuador (ex. Módulo Lógico) e não
possui entradas ou saídas físicas.

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2 Dados guardados num dispositivo KNX


Dentro da memória de um dispositivo KNX, é armazenada a seguinte informação:

 O software de sistema: ao longo dos anos, KNX e os seus fabricantes padronizaram diferentes
versões do software de sistema (ou "pilha do sistema", "KNX sistema de operação"). Estes
diferentes perfis de software estão identificados em relação ao ETS por meios de uma "versão de
máscara" ou "descritor de dispositivo tipo 0". A versão de máscara consiste em 2 bytes e não
pode ser mudado no dispositivo. Quando faz o download de um dispositivo, o ETS verifica este
software de sistema para ser capaz de saber como o dispositivo pode ser configurado. Mais
informação sobre estes perfis de sistema é dada na cláusula 3.

 Valores temporários do sistema (conteúdo RAM) e a aplicação: Estes perdem-se quando há


uma falha de corrente no bus (se não foram guardados antes na memória não-volátil 1 pelo
dispositivo, exemplo: dependendo do programa de aplicação, status importante como estado de
sirene).

 o programa de aplicação, os endereços individuais, endereços ou parâmetros de grupo: estes


são usualmente armazenados em memória regraváveis.

No caso de dispositivos compatíveis S-mode, o instalador procura a informação de entrada de


produto correspondente ETS através do catálogo online KNX ou na página do fabricante e faz o
download para o dispositivo, determinando desta forma o funcionamento do produto. Uma tecla
KNX compatível com o S-mode, montado num BCU, só pode gerar sinais de regulação do nível de
luminosidade, depois do programa de aplicação adequada ter sido carregado no dispositivo via ETS.
O código de fabricante, que é diferente para cada fabricante, do programa de aplicação e do BCU
tem de corresponder por ordem para ser possível fazer o download do programa de aplicação.

Se fizer o download de um programa de aplicação desenhado para um sensor para um atuador do


mesmo fabricante, podem ocorrer duas situações:

1. Usualmente, o BCU do atuador vai parar o download do programa de aplicação

2. O programa de aplicação é descarregado com sucesso para o BCU do atuador sem nenhum
erro detetado pelo ETS durante o processo de download. O atuador, contudo, não
funcionará.

No caso de dispositivos E-mode, o dispositivo reportará a funcionalidade suportada (no que respeita
a canais "Easy" suportados) através do descritor do dispositivo 2, um diferente descritor de
dispositivo daqueles dos dispositivos S-Mode. Os dispositivos E-mode são geralmente enviados com
o programa de aplicação já carregado. A ligação de tais dispositivos KNX e a configuração dos
parâmetros relevantes são asseguradas através das configurações de hardware apropriadas ou
através de um controlador central.

1 A memória não-volátil tem a capacidade de reter informação guardada mesmo que a corrente esteja
desligada.

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3 Perfis do sistema
3.1 Geral
A tecnologia do Sistema 1 foi apresentado com a primeira geração de dispositivos KNX (em 1991),
mas ainda parte do KNX Standard e pode ainda ser usado em novos dispositivos.

Poucos anos depois, nos anos noventa, também foram apresentados os produtos com a tecnologia
Sistema 2 e Sistema 7. O Sistema 7 foi posteriormente desenvolvido para System B, para permitir pôr
fim às limitações do número de objetos de grupo e endereços de grupo.

A tabela abaixo dá uma visão geral das principais características destes perfis de sistema KNX:

Sistema 1 Sistema 2/7 Sistema B

Versão de máscara ou descritor do


Ex. 0012h Ex. 0025h, 0705h Ex. 07B0h
dispositivo tipo 0

Número máximo de objetos de grupo 2 12 254 65536

Apoio de objetos de interface

Número de série KNX de apoio


Não Sim

Controlo de acesso (exemplo, BCU tecla


etc.)

Programas de aplicação concebidos para a tecnologia System1 também podem ser descarregados
para certos dispositivos de
Sistema2 (compatibilidade em cima). Os programas de aplicação de sistema 2 podem não ser
descarregados para um dispositivo de sistema 1.

2 O número atual de objetos de grupo disponíveis ou endereços de grupo, que podem ser atribuídos, depende
do microcontrolador utilizado

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3.2 Descrição detalhada das características


As características dos System2 e System7 e o System B anteriormente ditas são explicadas em
detalhe abaixo:

3.2.1 Controle de acessos

Quando uma ferramenta quer aceder à memória de dispositivos dos sistemas 2, 7e B (ler e/ou
escrever), primeiro tem de obter autorização através de uma chave de autorização de 4 Bytes.
As teclas podem ser definidas a vários níveis, alguns dos níveis são restritos para acesso de fabricante
(e por isso não podem ser acedidos por integradores); no entanto, um nível dá acesso a memória não
relacionada com o sistema nos dispositivos e podem ser bloqueados ao introduzir uma password
BAU nas propriedades do projeto.
Os dispositivos que foram bloqueados através de tecla de BCU podem ainda transmitir telegramas.
Apenas se voltar a fazer o download de um dispositivo bloqueado sem a tecla apropriada de BCU é
que não é possível. As teclas BCU são armazenadas no projeto ETS. Por esta razão, é fundamental
fazer backup dos projetos ETS.

Figura 2: introduzir uma tecla BCU nos detalhes de projeto no ETS (ETS6)

3.2.2 Número de série KNX

Os sistemas 2 e 7 e Sistema B usam um número de série: este número, que é consignado a cada
dispositivo antes de sair da fábrica, permite escrever ou ler endereços individuais de um dispositivo
sem ter de apertar a tecla de programação do dispositivo. Esta funcionalidade, no entanto, ainda não
é suportada como básica no ETS, mas as Apps ETS existem na loja MyKNX que permitem ler/escrever
as moradas individuais sem ter de pressionar o botão de programação.

3.2.3 Objetos de interface

Objetos de interface contêm certas propriedades de sistemas e aplicações (ex. Tabela de endereços,
parâmetros …), que podem ser lidos e/ou escritos por uma ferramenta (ex. ETS durante download)
sem o conhecimento explícito do mapa de memória do dispositivo.
O utilizador final de ETS (=integrador) não podem manipular estes objetos, mas pode lê-los por meio
da App ETS "Editor de Dispositivo". É necessário mais conhecimento aprofundado, explicado durante
o curso de tutor de forma a fazer este tipo de manipulação.

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3.2.4 Extensão de memória

Quando observar o número de objetos de grupo e endereços de grupo podemos concluir que o
tamanho da memória aumenta com a versão de máscara listada: o tamanho da memória do
dispositivo de sistema 2 é maior do que a do dispositivo de sistema 1; a memória de dispositivo 7 é
maior do que a do dispositivo de sistema 2, especialmente para o perfil "B".

Por mais de 10 anos, 255 objetos de grupo era considerado um grande número, mas com o
desenvolvimento dos novos painéis táteis controladores de aplicação e gateways este número
tornou-se novamente pequeno. É por isso que o System 7 foi estendido com 1 byte como número de
endereços e objetos. Devido a isto, 65536 e 65535 tornaram-se nos valores máximos, normalmente
não alcançados por aplicações correntes. Noutras palavras, este é um valor teórico puro,
especialmente quando se compara este à capacidade total de endereços possível de um sistema KNX
(que é igualmente grande).

4 Funções de aplicações clássicas


4.1 Controle de dimerização com telegrama Inicio/Paragem

Figure 3: Regulação com telegrama de iniciar/parar

A duração da operação de botão determina se a função de comutação ou a função de regulação via


da mesma tecla é ativada. Se o tempo em que a tecla é acionada for inferior ao parametrizado, (por
exemplo, <500ms) um telegrama de comutação (switching) é transmitido. Se a tecla for acionada por
períodos superiores provocam a transmissão do telegrama de “início de regulação”. Assim que a
tecla é libertada um telegrama de “paragem de dimerização” é transmitido.

Endereços de grupo diferentes são usados para os telegramas de comutação (switching) e


dimerização (dimming) para assegurar que o atuador de controlo de brilho execute as funções
corretas.

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4.2 Dimerização com telegramas cíclicos

Figura 4: Regulação com telegramas cíclicos

Em um sistema controlado por comandos wireless, ex:infravermelhos, o feixe de IV’s pode ser
interrompido por alguém a passar. De forma a evitar uma situação onde o atuador de controlo de
dimerização não recebe telegramas (ex. o telegrama para parar), na maioria dos casos prefere-se
configurar envio cíclico nos comandos de IV’s (cyclical dimming) durante o estabelecimento de
parâmetros do controle por infravermelhos. O sensor de infravermelhos, nesta configuração,
transmite o telegrama “aumentar luminosidade em trechos de 12.5%”. As consequências de perder
um telegrama deste tipo não são tão complicadas como perder um telegrama de paragem, que só é
enviado uma vez (tal como explicámos no ponto 4.1).

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4.3 Aplicação funcional: 'Atuador de dimerização'

PEI 230 V AC

SR

1 – 10 V
DAC

20 V
Dimming
5V
Electronic
BCU AM ballast
Figura 5: Aplicação funcional: "Atuador de Regulação"

O equivalente à regulação da função do sensor é o atuador de variação de luminosidade. Há muitos


tipos de atuadores de variação de luminosidade, dependendo do conceito de regulação e das
lâmpadas e balastros utilizados. Neste exemplo, é exibido um interface analógico passivo 1 - 10 V.
Mas todos os atuadores dimming tem algo em comum, ele tem a sua velocidade de dimerização
parametrizada. A velocidade da velocidade de variação de luminosidade é, portanto, exclusiva do
atuador!

Neste exemplo mostrado acima a BCU transmite o sinal de controlo para o módulo de aplicação. Este
sinal pode ser adaptado eletronicamente para o controle de entradas do balastro eletrónico. O
balastro eletrónico de variador de luminosidade usa a tensão para o controle da emissão de luz da
lâmpada de tubo fluorescente. O relé do módulo de aplicação é usado para (des)conectar a tensão
de alimentação.

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4.4 Aplicação funcional: Controle de persianas

Figura 6: Aplicação funcional: Sensor de Controle de drive

As persianas e as cortinas têm a operação funcional similar a operação de dimerização do dimer. A


diferença está entre a curta e longa operação de premir o botão.

O tempo t2 (ex. 500 ms) atua como uma “fronteira” que permite distinguir entre os comandos
“abrir/fechar lâminas 1 nível” e “persianas subir/descer”.

T1 é o tempo que pode ser configurado para interfaces e entradas binárias. Os botões de pressão
normais, não tem o tempo T1.

Uma diferença importante com dimerização é que se soltar o botão uma vez que a atividade já tiver
sido iniciada a unidade continuara a trabalhar ate que se tenha novamente um apertar do botão.

Isso faz sentido, pois cortinas / persianas têm basicamente tempos muito mais longos de percurso
em comparação com o tempo que um atuador de dimerização precisa para escurecer até 100%

A curta operação de premir a tecla também tem duas implicações diferentes. Quando a unidade não
esta em movimento, ela fará movimento das lamelas (isto para persianas com regulação de lamelas).
Ao enviar o comando step para unidade em movimento, ele fará com que ela pare.

Isto mostra que em qualquer caso para controlá-lo ambos os comandos ex: operação curta ou longa
de apertar uma tecla é necessária também para quando não existe a necessidade de ajustar as
lamelas.

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4.5 Aplicação funcional: Atuador de controlo de persianas

Figura 7: Aplicação funcional: controlo de drive

Dependendo do telegrama recebido, o BCU transmite o comando “subir” ou o comando “descer”


para os comutadores de energia S1 e S2 respetivamente. Após a receção de um telegrama
“abrir/fechar lamelas 1 passo”, o BCU transmite energia ao relé S1/S2 na duração adequada. Se o
motor estiver ligado este telegrama interrompe a persiana (S1 abre). Ao receber o telegrama
“Persiana subir/descer” O BCU energiza o relé S1 por um período longo o tempo total de movimento
do topo ate a parte inferior ou vice e versa. Usualmente os sensores de final de curso das persianas
trazem um impasse ao motor quando ele chega a posição limite mesmo ainda possuindo tensão no
motor.

Um atuador de persiana não tem a tarefa de cuidar da desativação segura das persianas. Isto precisa
sempre ser assegurada pelo próprio dispositivo a fim de garantir o bloqueio!

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5 Estrutura do objeto de comando de persianas

Figura 8: Estrutura do objeto de comando de drive

A figura acima mostra a funcionalidade básica de um atuador de persiana. Além da operação normal
cada atuador de persiana/cortina pode ter uma função de segurança.

Se, por exemplo, o sensor responsável por medir a posição do sol despoletar o telegrama “descer
persiana” usando o endereço de grupo 2/1/31, o grupo de objetos "subir/descer" é endereçado e o
comando correspondente é executado.

Breve premir do botão de comando da persiana transmite o telegrama “ajustar lamela” para o
endereço de grupo 2/1/13 e premir longo do botão envia o telegrama “subir/descer” para o
endereço de grupo 2/1/12 permitindo subir ou descer completamente a persiana.

O telegrama 2/1/99 despoletado pelo sensor de vento endereça o objeto de grupo “segurança”. Se
ocorrer um vendaval, o telegrama 2/1/99 ordena que as persianas subam ou desçam ( dependendo
da parametrização) e desativa outras operações. Quando a tempestade acalmar, é enviado um
telegrama que ativa a operação das persianas outra vez. A desativação do alarme não significa que o
atuador está a baixar as persianas outra vez por si mesmo (na posição antes do vendaval). Isto não
faz sentido, pois o atuador não tem informação acerca da duração do alarme ou se as persianas têm
de baixar outra vez.

Novos atuadores naturalmente tem uma variedade de novas funções e objetos de grupo, que não
podem ser explicadas durante o curso básico devido as limitações de tempo. Estas funcionalidades
mais complexas, por exemplo: Estações meteorológicas são abordadas com detalhes no curso
avançado KNX.

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Instalação KNX TP

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Índice

1 Redes de segurança de muito baixa tensão ........................................................................... 3

1.1 SELV - Isolamento ......................................................................................................... 4

2 Tipos de cabos de bus ........................................................................................................... 5

3 Instalação de cabos .............................................................................................................. 7

4 Dispositivos de bus no quadro elétrico .................................................................................. 8

5 Fonte de alimentação ........................................................................................................... 9

6 Alimentação de duas linhas com uma fonte ........................................................................ 12

6.1 Duas fontes de alimentação para uma linha ................................................................ 13

7 Alimentação Distribuída ..................................................................................................... 14

8 Cabos de bus em caixas de derivação .................................................................................. 15

9 Instalação de dispositivos de bus de montagem embutida ................................................... 16

10 Conector de bus TP padronizado ......................................................................................... 17

11 Proteção contra descargas atmosféricas (Proteção Primária).............................................. 18

12 Cabos de bus instalados entre edifícios ............................................................................... 20

13 Prevenção de malhas (Bucles) ............................................................................................. 21

14 Imunidade básica de dispositivos bus .................................................................................. 22

15 Dispositivos de bus nas extremidades do cabo. ................................................................... 22

16 O supressor de sobretensão com ligador de bus KNX (Proteção secundária) ......................... 23

16.1 Recomendações para o uso de supressor de surtos ..................................................... 24

17 Verificando a instalação ..................................................................................................... 25

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1 Redes de segurança de muito baixa tensão

Figura 1: Redes De Segurança De Muito Baixa Tensão

Nota: Os requerimentos relevantes da instalação do país correspondente deverão ser observados


para o bus e instalação principal.

(SELV) significa Muito Baixa Tensão de Segurança (Safety Extra Low Voltage) É um circuito elétrico
com níveis de voltagem mais baixos, eletricamente separados de outros circuitos que têm voltagens
mais altas. Além disso, está isolado pela terra e por condutores de proteção de terra de outros
circuitos.

O alcance de voltagem permitido numa rede SELV é:


 ≤ 50 V para Corrente Alternada (AC)
 ≤ 120 V para Corrente Contínua (DC)

Estes níveis são demasiado baixos para fornecer corrente que aplicasse um choque letal.
Não é necessária proteção especial contra contacto direto se as tensões não excederem 25VAC ou 60
VDC.

A cablagem deverá estar separada de sistemas ou cabos com altas voltagens assim como de outros
circuitos SELV e da terra. Distâncias de segurança e linha de fuga: As distâncias de segurança e linha
de fuga acima indicadas aplicam-se a:

 Grau de segurança 2 (Escritórios)


 Categoria de sobre tensão 3 (conexão permanentemente para a rede, alta disponibilidade)
 Material isolante classe 3

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1.1 SELV - Isolamento

Figura 2 : (SELV ou MBTS) Redes de Muito Baixa Tensão de Segurança

Uma fonte de alimentação com segurança gera a tensão MBTS (SELV) para a instalação do Bus KNX
TP.

Tensão utilizada:

 30 V DC

Isolamento:

 Duplo isolamento relativamente a outras redes.


 Isolamento básico à terra.
 Nenhum isolamento da parte do utilizador.

Atenção:

 A rede MBTS (SELV) não deve ser ligada à terra!


 Cabos destinados à instalação de redes de potência não devem ser utilizados para a instalação do
bus TP!

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2 Tipos de cabos de bus

Figura 3: Tipos de cabos de bus

No volume 9 das Especificações KNX são especificados os requerimentos para o cabo (ex. YCYM
2×2×0.8 ou J-Y(St)Y: 2×2×0.8 no desenho TP), podem ser reconhecidos (sem o logo KNX) ou
certificados (com o logo KNX) pela Associação KNX 1.

Só o cabo verde padrão KNX TP garante:

 A informação é transmitida em segurança através do comprimento total do segmento de linha


(max. 1000 m)
 Comprimento máximo entre dois dispositivos bus em uma linha
 número máximo de dispositivos de bus por linha (256 dispositivos)

Os requisitos do cabo standard incluem uma resistência de malha de 75 Ωe uma capacidade de


malha de 100 nF para 1000m. Para todos os outros cabos, o comprimento máximo de cabo
informado na folha de características desse tem que ser observada.

Não é necessário ligar a proteção dos cabos bus à barra equipotencial de ligação.

1 Para a lista corrente de tipos de cabos aprovados/certificados pela KNX, por favor consulte o web site da KNX
([Link])

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Ao instalar um cabo padrão com uma tensão de teste de 4 kV, aplicar as seguintes condições.

Usar par trançado:

 Vermelho: Positivo
 Preto: Negativo

Um Par de condutores de reserva: Utilização permitida do par de condutores de reserva:

 Nenhuma ligação.
 Para outras necessidades da rede de muito baixa tensão, Ex: dispositivos que necessitem de
tensão suplementar.

Tensão de teste de acordo com a EN 50090:


A tensão de teste especificada tem de ser aplicada a todos os condutores ligados (incluindo o
condutor de blindagem) e à superfície exterior do revestimento do cabo.

Nota:Por favor assegure-se que os cabos estão adequadamente identificados e marcados!

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3 Instalação de cabos

Figura 4: Instalação de cabos

Os requisitos para a instalação do cabo de bus são em geral os mesmos que os da instalação da rede
de energia 230/400V.

Requisitos especiais:

 Os condutores de cabos de energia isolados e os cabos de bus KNX TP1 podem ser instalados ao
lado uns dos outros sem respeitar nenhum espaço livre de segurança. Deve-se constatar que
apenas o cabo de bus certificado KNX (YCYM 2x2x08) pode ser instalado paralelamente a
230/400 V a cabos devido à alta resistência de isolamento, enquanto que para o cabo tipo JY
(St)Y 2x2x0.8 só se aplica a cabos até 230 V.
 Um espaço de segurança mínimo de 4 mm tem de ser observado entre os núcleos isolados dos
cabos bus KNX TP1 e dos cabos de energia isolados. Em alternativa, os núcleos devem estar
providos com um isolamento equivalente, tal como um espaçador ou revestimento de
isolamento (DIN VDE 0110-1, isolamento básico). Isto também se aplica a núcleos de outros
cabos que não sejam parte de circuitos MBTS (SELV/PELV).
 Uma distância adequada relativamente ao sistema externo de proteção contra raios (para-raios)
tem de ser assegurado.
 Todos os cabos devem ser marcados de forma permanente como cabos KNX TP ou cabos de BUS.
 Se a polaridade do cabo ligado a um determinado dispositivo de bus estiver incorreta, o
dispositivo de bus polarizado incorretamente não funciona até que a falha seja corrigida

A resistência de terminação não é necessária.

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4 Dispositivos de bus no quadro elétrico


Quadros elétricos de distribuição Requerimentos
padrão
 Uso de quadros de distribuição padrão

 Instalar cabos de bus com revestimento até ao


conetor de bus

 Não instalar dispositivos de bus acima dos


dispositivos principais pois estes podem causar
aquecimento excessivo no quadro de
distribuição

Figura 5: Dispositivos de bus nos quadros elétricos

Os dispositivos de bus KNX-TP1 para trilho DIN podem ser instalados em qualquer quadro elétrico
padronizado equipado com trilho DIN EN 50022 35x7.5mm.

Se os dispositivos de proteção da rede elétrica estiverem separados da instalação de bus, não é


necessário observar quaisquer requisitos de instalação especiais.

Por outro lado se os dispositivos de bus não estiverem separados dos equipamentos de proteção
elétrica, os cabos de bus têm de ter isolamento exterior até aos terminais.

Possível contacto entre os condutores de potência e os condutores de bus tem de ser evitado através
de fiação e montagem adequada.

Os dispositivos de bus não deverão ser montados acima dos dispositivos principais que dissipam
calor pois podem causar calor excessivo no quadro de distribuição.

Quando o pára raios for instalado numa calha DIN / trilho DIN, devem ser respeitados os seguintes
parâmetros:

 Isolamento completo do dispositivo de proteção de para-raios.


 Como os trilhos DIN não podem ser usadas para ligação à terra, os para-raios têm de ser providos
de um terminal de ligação à terra separado.

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5 Fonte de alimentação

Figura 6: Fonte de alimentação (Com conectores TP)

Nota: Se não for explicitamente indicado, os pontos seguintes referem-se a fontes de energia
centralizadas.

As fontes de alimentação produzem e monitorizam a tensão de 30V do sistema que é necessária ao


funcionamento de uma instalação KNX TP.

Cada linha tem a sua própria fonte de alimentação para os dispositivos de bus.

As fontes de alimentação têm um sistema de controle de tensão e corrente integrado e é,


consequentemente resistente a curto-circuitos.

São dotadas de um buffer de energia acumulada para um período de tempo de 100 ms capaz de
superar pequenos cortes de energia.

Os dispositivos de bus requerem um mínimo de 21 V para funcionar em segurança. O consumo de


energia do dispositivo deve ser consultado na folha de características do respetivo fabricante

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Figura 7: Exemplos de características de uma unidade de fonte de alimentação

Para evitar cargas estáticas do lado do bus, a fonte de alimentação é equipada com resistências
óhmicas altas ligadas de cada núcleo bus até à ligação de terra da PSU. De forma a eliminar estas
cargas estáticas, esta ligação deve ser feita ao sistema de proteção condutor, mais especificmente ao
eletrodo da terra da instalação de baixa voltagem. Esta ligação deverá ser marcada a amarelo/verde.
Não tem qualquer efeito protetor de acordo com os regulamentos de segurança e não contraria as
condições que se aplicam às redes MBTS (SELV).

Alguns tipos de fontes de alimentação ou bobinas externas têm um botão de reinicialização e um lED
vermelho de controlo pelo qual a linha conectada pode ser configurada para 0 V. Com isto, todos os
dispositivos de bus farão a reinicialização. As Bobinas evitam curto-circuitos dos telegramas (tensão
alternada de 9600 Hz) através do filtro ou condensador de carga da fonte de alimentação.

Encontram-se disponíveis, outros tipos de fontes de alimentação, dependendo da corrente de saída


fornecida (160 mA, 320 mA, 640 mA). Não será necessário dizer que o número de dispositivos
instáveis numa linha depende da unidade de fornecimento de energia (PSU) usada e do consumo de
energia individual dos dispositivos nessa linha. Alguns tipos de PSU têm uma bobina integrada;
alguns precisam de uma bobina adicional extra.

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Fontes de alimentação modernas são montadas em calha DIN, sendo por esse motivo feita a
alimentação do bus, atraves de contatos mola direto ao trilho de dados. Nas fontes de alimentação
com saída suplementar esta é ligada ao trilho de dados nas pistas exteriores. Estas fontes de
alimentação, com saída adicional, permitem fornecer alimentação a outras linhas usando uma
bobina externa. As fontes de alimentação ininterruptas (UPS) estão também disponíveis. Algumas
destas têm uma saída a relés livre de potencial que fornece informação sobre funcionamento normal
ou falha de alimentação de 230VAC. A maioria das fontes de alimentação, têm LED’s, que indicam o
estado de funcionamento da mesma.

 Verde: Fonte de alimentação com energia presente 230VAC.


 Vermelho: Fonte de alimentação em sobrecarga devido a um curto-circuito entre condutores de
bus.
 Amarelo: Tensão superior a 30V foi aplicada na linha de bus.

A maioria dos PSUs não têm um programa de aplicação. Alguns PSUs com programa de aplicação
contêm tipos de ponto de dados que permitem por exemplo transferir mensagens de mau
funcionamento e informação de funcionamento, etc através do bus.

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6 Alimentação de duas linhas com uma fonte

Figura 8: Alimentação de duas linhas

Se for necessária uma linha adicional e dependendo da carga, uma fonte de alimentação pode
alimentar duas linhas. Uma bobina adicional poderá ser necessária, dependendo do tipo de fonte de
alimentação.

A tensão do bus está disponível através do conector cinza escuro / vermelho do bus e a tensão
auxiliar através do conector branco / amarelo.

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6.1 Duas fontes de alimentação para uma linha

Figura 9: Duas fontes de alimentação para uma linha

Se mais de 30 dispositivos de bus estiverem ligados a uma curta distancia uns dos outros (ex. num
quadro elétrico), a fonte de alimentação deve ser instalada na proximidade deste grupo.

Se for preciso instalar uma fonte de alimentação adicional, a distância mínima entre as duas fontes
de alimentação devem ser seguidas a partir das especificações do fabricante

Não é permitido ter mais que duas fontes de alimentação em uma mesma linha.

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7 Alimentação Distribuída

Figura 10: Comprimento dos cabos quando se usa DSPU e PSU

Neste caso, em vez de uma fonte de alimentação centralizada bus é alimentado de forma distribuída
por alguns dos dispositivos conectados à linha contendo cada um deles uma Fonte de Alimentação
Descentralizada (DPSU) com bobina (choke) integrada. Dispositivos DPSU podem funcionar de forma
independente (dispositivos não-comunicantes)..

A DPSU é especialmente destinado para pequenas instalações com alguns dispositivos. Existem
diferentes tipos de DPSU, dependendo da corrente fornecida (25, 40 e 80 mA).

Na maioria dos casos, é possível combinar os dispositivos DPSU com até duas fontes de alimentação
centralizada padrão (PSU).

O dispositivo DPSU pode estar localizado em qualquer ponto da linha de bus. Não existem limitações
relativamente a distâncias mínimas entre dois dispositivos com DPSUs ou entre um dispositivo DPSU
e uma fonte de alimentação centralizada padrão (PSU).

Até oito dispositivos DPSUs podem ser montados numa única linha bus. Mais do que oito podem ter
um efeito negativo sobre a comunicação. No caso de montar até 8 DPSUs numa única linha
juntamente com uma PSU central, o máximo resultante de um curto circuito de estes dispositivos (tal
como apresentado na folha de dados de produto) não deve exceder os 3 A.
Na maioria dos casos é possível desativar manualmente o DPSU no dispositivo (exemplo, através de
um interrutor ou configuração de uma parâmetro).

Os comprimentos máximos admissíveis de cabo de bus, em função da configuração de alimentação


utilizada, são apresentados na figura acima.

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8 Cabos de bus em caixas de derivação

Figura 11 : Cabos de bus em caixas de derivação

Circuitos de MBTS (SELV) requerem isolamento duplo ou reforçado (separação de proteção) entre os
cabos da rede de alimentação e os cabos de bus, ex. núcleos de cabos de bus não revestidos nunca
devem estar em contacto com os cabos das ligações principais. São permitidas as derivações em:
Podem ser instaladas junções:

 Caixas separadas ou
 Numa caixa comum com partição, assegurando distâncias de segurança e linha de fuga de 8 mm,
ex. para redes TN/TT em edifícios de escritórios.

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9 Instalação de dispositivos de bus de montagem embutida

Figura 12: Instalação de dispositivos bus embutidos na parede

Só caixas de parede adequadas para montagem por aparafusamento podem ser usadas. Não é
aconselhável a montagem sem parafusos.
Só caixas de parede adequadas para montagem por aparafusamento podem ser usadas. Não é
aconselhável a montagem sem parafusos.

As “Combinações” referem-se à utilização dos dispositivos da rede de energia convencionais (ex.


tomadas) e dispositivos do bus de montagem embutida (ex. botões) ou outros tipos de circuitos
elétricos comum, Ambos os componentes devem ser isolados com segurança um do outro.

Ambos os componentes devem ser isolados um do outro. Isto pode ser conseguido ao usar um
isolamento básico para os dispositivos elétricos e isolamento básico 230 V para o dispositivo bus.

Não se esqueça de consultar as informações do fabricante do dispositivo de bus de forma a verificar


a possibilidade de o dispositivo poder ser instalado conjuntamente com os dispositivos de energia.

Por favor note:

 A instalação de um dispositivo de bus em combinação com um dispositivo de energia tem de ser


explicitamente aprovada pelo fabricante do dispositivo de bus!
 O fabricante pode especificar determinados requisitos da instalação do bus, que têm de ser
estritamente observados (ex. ligação da massa ao condutor de terra de proteção).
 Dispositivos da rede de energia têm de estar protegidos contra contacto acidental em todos os
momentos, mesmo quando a tampa da caixa comum é removida.
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10 Conector de bus TP padronizado


Figure : Conector Bus Utilização
 Cabos de ramificação, cabo de extensão ou cabos de ligação são
feitos através de ligadores de bus
 Cabo de bus deve só terminar no dispositivo ou no ligador de
bus
 Remoção de dispositivos bus sem interromper o bus
 Proteção mecânica contra inversão de polaridade

Figure 13: Conector Bus

O conector de bus é usado para:

 Ramificar o cabo de bus


 Estender o cabo de bus
 Proteger as extremidades do cabo de bus
 Ligar o cabo de bus aos dispositivos de bus
Para evitar confusão com outros circuitos elétricos, o bloco de ligação bus só deve ser usado para o
bus de instalação KNX TP.

O conector padronizado de bus consiste de duas partes:

 O conetor Positivo (Vermelho) (Plus)


 O conetor Negativo (Cinzento) (Minus)
que são mecanicamente ligados por uma união de encaixe (Atenção: perigo de inversão de
polaridade). Até quatro fios bus (descarnados 6 mm) podem ser ligados a cada conetor através de
terminais sem parafusos.

Os conectores padronizados de bus TP1 permitem a remoção de dispositivos de bus sem interromper
o bus KNX.

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11 Proteção contra descargas atmosféricas (Proteção Primária)

Figura 14: Ligação equipotencial para descargas atmosféricas de acordo com IEC 62305-3 ([Link])

A rede bus KNX TP1 deve ser integrada nas medidas de proteção da rede de elétrica de potência.

A necessidade de proteção contra Descargas Atmosféricas em edifícios pode resultar de:

 Normativa de edificação do país;


 uma análise de risco da construção de acordo com IEC 62305
 Um requisito de uma companhia seguradora.

Em geral, as medidas de proteção contra descargas atmosféricas são requeridas para edifícios que
possam facilmente ser atingidos por raios ou aos quais descargas atmosféricas possam causar danos
gravosos. Estes incluem especialmente salas de conferência, edifícios públicos etc.

A proteção interna contra descargas atmosféricas constitui a parte mais indispensável de um sistema
de proteção contra descargas atmosféricas. O seu dispositivo mais significativo é a barra de ligação
equipotencial de proteção contra descargas atmosféricas.

Todos os elementos ou sistemas condutores, como o sistema de fornecimento de águas, tubagens de


gás, sistema de aquecimento central, paredes de metal, etc. têm de estar ligadas à barra de ligação
equipotencial. Nas diretrizes válidas atuais (IEC 62305-x series), a barra de ligação equipotencial de
proteção contra descargas atmosféricas é também um requisito para condutores ativos; eles devem
estar ligados indiretamente por meio de pára raios. A estas medidas chamamos “proteção
primária".

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A proteção primária é alcançada usando:

 Para a rede elétrica AC 230/400V:


 Corrente de descarga nominal 12,5 kA (10/350 µs) por condutor
 Nível de proteção: < 4 kV
 Dispositivos de proteção (SPD) tipo 1 de acordo com EN 61643-11:2001

 Para a linha de bus:


 Corrente de descarga nominal 2,5 kA (10/350 µs) por condutor
 Nível de proteção: < 4 kV
 Surge o dispositivo de proteção (SPD) Categoria D1 de acordo com 61643-21:2002

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12 Cabos de bus instalados entre edifícios

Figura 15: Proteção contra raios e surtos para sistemas de cabos instalados entre edifícios com conexão
dos eletrodos de terra na fundação ([Link])

Se tiverem sido instaladas medidas de proteção contra descargas atmosféricas, deverão ser tomadas
medidas especiais, caso a instalação contenha cabos bus que se estendam para além de um edifício.
É recomendado que se tomem estas medidas mesmo que não esteja instalado nenhum sistema de
proteção contra descargas atmosféricas.

Ou é instalado um sistema de para-raios na esquina do edifício próxima da passagem do exterior do


cabo de bus (que deve estar ligada à barra de ligação equipotencial principal), ou o cabo bus deve ser
instalado entre edifícios numa conduta metálica, que por sua vez deve estar ligada à terra em ambas
as extremidades, à entrada do edifício. De forma a descarregar partes da corrente da descarga
atmosférica, é necessária uma secção mínima de 16 mm2 de cobre ou 25 mm2 de alumínio ou 50
mm2 de ferro de acordo com a norma EN 62305-3.

Em ambos os casos, os dispositivos bus conectados no edifício devem estar ligados a um supressor
de surtos, juntamente com os acopladores de linha por questões de proteção secundária. Os
dispositivos bus e os supressores de surtos devem ser montados em separado a uma distância de
alguns metros (de cabo) para garantir que o supressor de surtos não seja obrigado a assumir parte da
proteção primária.

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13 Prevenção de malhas (Bucles)

Figura 16: Prevenção de malhas

Como consequência das descargas atmosféricas, enormes sobretensões são geradas em malhas, que
podem levar a descargas elétricas nos dispositivos do bus. Quanto maior a área da malha, maior a
sobre tensão (valor de pico) esperada.

As malhas são criadas quando, por exemplo, o cabo de bus e o cabo de 230V estão ligados a um
dispositivo do bus, uma vez que a fonte de alimentação do bus KNX está ligada a ambas as redes.
Ambos os dispositivos estão em perigo quando atingidos por descargas atmosféricas.

No entanto, malhas também são criadas quando uma ligação é feita ao sistema de abastecimento de
água, ao sistema de aquecimento central, a paredes metálicas etc… A malha é fechada através da
linha de ligação equipotencial.

Sempre que possível as malhas devem ser evitadas logo na fase de projeto. Os cabos de bus e da
rede de energia 230V/400VAC devem ser instalados tão perto uns dos outros quanto possível. Uma
distância apropriada deve ser mantida com a rede de fornecimento de água ou o sistema de
aquecimento central, etc. Se forem estabelecidas malhas que cruzam linhas numa instalação KNX TP,
pode não ser possível programar a instalação em certas circunstâncias.

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KNX TP Installation 5_Installation_PT1220a.docx 21/26
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14 Imunidade básica de dispositivos bus


A imunidade básica de um dispositivo é testada de acordo com a norma EN 50491-3 aplicando uma
sobretensão de pico de 2 kV ao condutor de terra. Como consequência, dispositivos bus estão
protegidos contra sobretensões frequentemente causadas por operações de comutação
(ligar/desligar).

Em geral providencia proteção suficiente. As Interferência mais significativas podem, ser causadas:

 Quando o cabo de bus e da rede elétrica 230/400VAC são instalados em paralelo ao longo de
uma distância mais longa.
 Na proximidade de para-raios e supressores de surtos.
 Quando linhas e partes de uma instalação (através das quais corrente dos relâmpagos pode fluir)
são instaladas em paralelo
 Em malhas,
 Em dispositivos bus ligados a dispositivos condutores tais como paredes metálicas, tubagens de
aquecimento central, etc.

15 Dispositivos de bus nas extremidades do cabo.


Neste caso, deve ser fornecida proteção secundária adicional.

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16 O supressor de sobretensão com ligador de bus KNX (Proteção


secundária)

Supressor de sobretensão com design de


Uso recomendado
ligador de bus KNX
 Para dispositivos bus com 230 V de ligação
principal

 Para a linha e acopladores de backbone em


ambas linhas

 Para dispositivos de bus instalados em


paredes condutivas ou perto de tubos de
água, tubos de gás, etc.

 Para as extremidades de cabos de bus

 Na extremidade de edifícios

Figura 17: O supressor de sobretensão com design de bus KNX

O terminal supressor de surtos deve ser usado como proteção secundária e tem de preencher os
seguintes requisitos:

 Corrente de descarga nominal de pelo menos 5 kA (8/20 µs)


 Nível de proteção: < 4 kV
 Certificação KNX
O terminal supressor de surtos é um dispositivo de segurança simétrico que descarrega ambos os
condutores de bus, evitando assim grandes diferenças de tensão. Os descarregadores de polo único,
não devem ser usados. Devido à sua alta capacidade, varistores também não são adequados a este
fim.

Através dos condutores que saem do supressor de surtos (que têm marcações idênticas ás do cabo
de bus: vermelho e preto), este pode ser ligado, através de um conector de bus convencional, ao
cabo bus ou diretamente aos dispositivos de bus. Contudo, o terminal supressor de surtos não pode
ser usado para ramificar o cabo de bus. O terceiro fio verde amarelo de ligação é o condutor de
ligação à terra que deve ser ligado ao ponto de ligação à terra mais próximo na instalação (i.e.
condutor de terra de proteção).

No caso de dispositivos de bus embutidos, o terminal supressor de surtos é diretamente ligada ao


dispositivo em vez de usar um bloco de ligação bus.

Neste caso, a ligação entre fios é assegurada através de um conector de ligação de bus montado
externamente.

O condutor de terra do quadro elétrico tem de estar ligado ao condutor de terra de proteção (PE)
através de um terminal de terra DIN não ligado à terra.

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16.1 Recomendações para o uso de supressor de surtos


O uso do supressor de surtos é recomendado para:

 Dispositivos de bus classe 1


 Dispositivos bus com mais ligações do que somente bus (230/400VAC e/ou condutas de sistema
de calefação)
Em quadro elétricos, é suficiente equipar cada linha bus com um para-raios de sobre tensão. Neste
caso, também os condutores de fase e de neutro devem ser equipados com descarregadores de
sobre tensão.

Em luminárias com atuadores de comutação integrados a instalação de descarregadores de


sobretensão só é necessária quando o bus e a alimentação principal formam malhas de grande
superfície.

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17 Verificando a instalação
Verificar uma instalação

1. Verificar se foram observados os comprimentos de cabos permitidos

2. Fazer uma verificação visual das marcações das extremidades dos cabos de bus

3. Verificar a instalação para detetar conexões de cabos inaceitáveis

4. Medir a resistência de isolamento dos cabos de bus

5. Verificar a polaridade de dispositivos de bus

6. Medir a voltagem em cada extremidade de cabo bus (mínimo 21 V)

7. Registar os resultados do teste

8. Entregar o projeto ETS ao cliente assim como a documentação de projeto


Figura 18: Verificação de uma instalação

1. A voltagem cair e o aumento da duração de transmissão de telegramas são o resultado da


resistência óhmica, capacidade e indutância de cabos de bus. Isto causa os limites físicos de uma
instalação KNX TP, tal como mostrado em baixo.

Comprimento de um segmento de linha max. 1000 m

Distância entre unidade de alimentação e dispositivo bus max. 1000 m

Distância entre duas unidades de alimentação, incluindo Como especificado pelo


bobinas fabricante

Distância entre dois dispositivos bus max. 1000 m

Poderá ser útil medir a resistência da malha (bucles) da linha de bus sob teste

2. As extremidades dos cabos de bus devem estar claramente identificadas como cabo de
instalação KNX TP1 através de uma marcação KNX TP1 ou BUS. Uma indicação da área e linha
tornarão mais fácil a identificação de um cabo de bus específico para efeitos de teste, colocação
em serviço ou manutenção.

3. 3Linhas distintas só podem ser ligadas através de acopladores de linha. Ligações inadmissíveis
entre linhas individuais podem ser verificadas desligando a fonte de alimentação da linha em
teste. Se o LED de alimentação do acoplador continuar a acender, deverá existir uma ligação
errada na instalação.

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4. 4A medição da resistência do isolamento do cabo bus deve ser efetuada a 250 V DC (DIN VDE
0100 T610). A resistência de isolamento deve ser no mínimo 500 kΩ. A medição é efetuada entre
condutor e PE e não entre condutores.

Nota: Os conectores descarregadores de sobretensões devem sempre ser removidos antes de


efetuar o teste para que a medição não seja influenciada e o descarregador de sobretensão não
fique danificado.

5. Uma verificação de polaridade deve ser efetuada em todos os dispositivos do bus. Para tal,
coloque o dispositivo bus no modo programação, carregando no botão de programação. Se o
LED de programação acender, o dispositivo bus está corretamente ligado. Para terminar a
verificação, carregue no botão de programação novamente. Este volta a colocar o dispositivo bus
no modo de funcionamento normal e faz reset do LED de programação.

6. Depois de ter montado todos os dispositivos de bus, verifique a tensão bus em cada extremidade
do cabo bus com um voltímetro. A tensão deve ser no mínimo 21V.

7. Registe todos os resultados dos testes e acrescente-os aos documentos da instalação KNX TP.

8. Entregar o projeto ETS ao cliente assim como a documentação de projeto

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KNX RF

Associação KNX:
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ÍNDICE
1 Introdução ........................................................................................................................... 3

2 O meio de transmissão RF..................................................................................................... 3

3 Tecnologia de transmissão ................................................................................................... 6

3.1 Preparado para KNX (solução de canal-único) ............................................................... 6

3.2 KNX RF-Multi (solução multi-canal) ............................................................................... 8

3.3 Acesso ao barramento ................................................................................................ 10

3.4 Estrutura e endereço de telegramas (informativo) ...................................................... 10

3.5 Estrutura dos dispositivos de bus ................................................................................ 13

4 Topologia........................................................................................................................... 14

4.1 Geral .......................................................................................................................... 14

4.2 Combinação de mídia de transmissão ......................................................................... 15

5 Comissionamento e verificações especificas ........................................................................ 16

5.1 Verificando a instalação ............................................................................................. 16

5.2 Comissionamento e programação da funcionalidade em dispositivos Modo-E ............. 16

5.3 O comissionamento e programação da funcionalidade em dispositivos Modo-S RF ...... 18

5.4 Teste funcional e relatório de testes para dispositivos E-Modo RF. .............................. 22

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1 Introdução
KNX RF permite a transmissão de telegramas por meio de Rádio Frequência. Por isso não é
necessário instalar um cabo de barramento separado. O KNX RF é muito interessante se uma
instalação TP existente tiver que ser estendida e nenhum cabo adicional puder ser instalado, isto,
devido a regulamentos de construção locais, razões estéticas, etc. (por exemplo, em museus,
edifícios públicos, etc.).

Para garantir o correto funcionamento dos sistemas de KNX RF, serão tratados neste capítulo os
fundamentos do meio RF e especialmente a estrutura do KNX RF.

2 O meio de transmissão RF
O alcance dos componentes KNX RF está indicado para um espaço aberto sem obstáculos. A faixa de
campo livre é significativamente maior do que a distância alcançável dentro de um edifício.
Isto, devido à potência máxima de transmissão permitida e à limitação de energia disponível para a
transmissão em caso de funcionamento com bateria ou sem bateria (por exemplo, operado por
energia solar), o alcance do campo livre será limitado a aproximadamente 100 m.

Os sinais de radio frequência são atenuados no seu percurso do transmissor para o receptor por
vários fatores. O alcance real de operação dentro dos edifícios é por isso reduzido. O KNX RF usa a
banda de frequência de 868 MHz.

Figura 1: Atenção por paredes e tetos, dependendo do material e da espessura da parede

Os sinais de rádio não passam através de paredes, tetos e mobília sem impedimento, mas são
atenuados durante a penetração e parte é refletido. Os objetos metálicos bloqueiam ou refletem os
sinais de rádio e as sombras rádio são produzidas no seu lado oposto, no qual a recepção direta não
é possível.

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Figura 2: Sombras de rádio por paredes de metal, portas ou armários

As reflexões podem ter efeitos positivos e negativos. As reflexões têm um efeito positivo em áreas
______ nas quais não é possível uma recepção direta. As reflexões são disruptivas quando ambos
sinais refletidos e sinais diretos coincidem num receptor de rádio. Devido aos diferentes tempo de
propagação dos dois sinais recebidos via diferentes caminhos, o sinal comum resultante pode ser
enfraquecido comparado com o sinal diretamente recebido.

Reflexão positiva: Reflexão negativa:


Sinal amplificado pela reflexão Sina revertido pela reflexão

Figura 3: Consequências de reflexões

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Fatores influenciadores devido a condições estruturais ou outras condições espaciais têm que ser
tidas em conta durante a fase de planeamento do edifício. Os locais de instalação dos dispositivos RF
têm que ser cuidadosamente selecionados tendo em conta as considerações atrás mencionadas. Se
os locais de instalação não puderem ser livremente selecionados, uma boa ligação é muitas vezes
alcançada recorrendo a repetidores KNX RF.

No caso da maioria dos dispositivos de rádio KNX operados, é necessário garantir que a tensão
principal esteja disponível nos locais de instalação.

Figura 4: atenuação e amplificação de sinais por reflexões

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3 Tecnologia de transmissão
3.1 Preparado para KNX (solução de canal-único)
Na tecnologia rádio, a informação transmitida é modulada numa portadora. Isto pode ser tanto a
amplitude (modulação de amplitude), a frequência (modulação de frequência), o ângulo de fase
(modulação de fase) ou uma combinação destas. Esta transportadora modulada é transmitida aos
receptores de RF e o sinal recebido é desmodulado, ou seja, a informação é recuperada do sinal.

Information signal
(Baseband signal)

Portador

Deslocamento de Amplitude

Modulação por chaveamento de


frequência
(KNX RF)
Figura 5: Tipos de modulação

No sistema KNX-RF, a Modulação por chaveamento de frequência (frequency shift keying - FSK) ou
Codificação de Modulação de Frequência (CMF), é usado como processo de modulação. Os estados
lógicos “0” e “1” são gerados por um ligeiro desvio na frequência da portadora., também chamada
de frequência intermédia. No sistema KNX-RF, 868,30 MHz é usado como frequência intermédia. The
transmission rate or bit rate of the information to be transferred is 16384 bits per second and is
modulated according to the Manchester coding. A vantagem do Manchester é a maior confiabilidade
da transmissão. Com esta codificação, uma mudança no impulso de "0" para "1" ou vice versa é
realizado no centro de cada bit de informação.

Transmissores e receptores podem ser sincronizados muito facilmente com esta codificação, uma vez
que a transição de 0/1 ou 1/0 no centro de transmissão de cada bit permite um constante ajuste do
impulso do relógio.

A frequência de transmissão do sistema KNX-RF é localizado na banda ISM (Industrial-Scientific-


Medical). A gama de frequências para diferentes aplicações dentro desta banda estão precisamente
definidas.

A máxima potência de transmissão é de 25 mW. O intervalo de transmissão de cada dispositivo,


também chamado ciclo de serviço, é de 1% (máximo de duração de transmissão é de 0,6 segundos
por minuto). Graças ao tempo de transmissão fixo, é assegurado que não há transmissores contínuos
individuais e por isso não existem sinais de interferência contínuos, que possam bloquear o canal
rádio.

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Pode por isso ser assumido que mensagens transmitidas podem também ser recebidas e avaliadas
pelo receptor correspondente.

Figura 6: Propagação de ondas de rádio

A estrutura básica de um transmissor e um receptor é exibida na figura abaixo.

Antenna

Information Transmitter Receiver Information


signal signal
Modulator Output stage Amplifier Demodulator

010010 010010

Figura 7: Diagrama de blocos de uma transmissão de rádio KNX

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3.2 KNX RF-Multi (solução multi-canal)


A comunicação de rádio de um canal pode ser perturbada por outros sistemas de RF nas faixas de
frequência (por exemplo, enviando continuamente dispositivos, por dispositivos com um poder de
transmissão mais alto, por um dispositivo com defeito, sobrepondo sinais…).

De forma a contrariar tais perturbações, existem para além dos Dispositivos prontos KNX com apenas
um canal de transmissão, soluções KNX RF-multi, que podem transmitir a sua informação através de
diversos canais. Estas soluções dispõem de vários canais rápidos e lentos.

Os dispositivos podem saltar de um canal ocupado (por exemplo, F1 respectivamente S1) para um ou
mais canais (por exemplo, F2 e F3 respectivamente S2).

O uso desses diferentes canais depende do tipo de aplicação (necessita de uma reação rápida ou
não, por exemplo, iluminação em comparação com aquecimento/refrigeração) e/ou se o dispositivo
está ou não ligado (para evitar o esgotamento da bateria incluída).

A tabela abaixo mostra qual tipo de canal tem significado para qual tipo de dispositivo:

Figura 8: Uso Pronto/Rápido/Lento para diferentes tipos de dispositivo

Canais rápidos têm uma taxa de dados (também chamada taxa de transmissão) de 16,384 kbps,
enquanto canais lentos têm apenas metade dessa velocidade (principalmente devido ao preâmbulo
extenso). A taxa de transmissão (ciclo de serviço) pode variar em cada canal separado.
A taxa de transmissão nos canais rápidos F1 e F2 encontra-se em 1% ou 0.1%, quando o poder de
transmissão for 25 mW. Por outro lado, pode ser aumentado até 100% até um máximo de 5 mW
para o canal rápido F3 e o canal lento S1(a taxa de transmissão tem de ser contudo em 1% quando a
potência de transmissão está entre 5 e 25 mW).

A taxa de transmissão no canal S2 está limitada a 10 % com um poder máximo de transmissão de


25 mW.

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Figura 9: canais diferentes de KNX RF e frequências alocadas

Para reduzir o consumo de energia de um dispositivo em até 80% para canais rápidos e até mesmo
99% para canais lentos, o dispositivo será colocado em modo de economia de energia. Para ser capaz
de receber telegramas, será periodicamente solicitado.

Para garantir a compatibilidade entre dispositivos de canal único e multicanal, um esquema de


compatibilidade foi estabelecido e os dispositivos de canal único recém-desenvolvidos devem usar
um preâmbulo mais longo. Os aparelhos multi-canal devem ser transferíveis para aparelhos de canal
individual.

Um Multi emissor KNX RF que transmite em um canal lento, usa um preâmbulo de 500 ms, em vez de
15 ms (em comparação com 5 ms para KNX RF Pronto), permitindo que os receptores permaneçam
mais tempo em economia de energia (e, portanto, esgotem menos suas baterias).

Figura 10: Preâmbulo e diferentes tipos de KNX RF

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A abordagem multi-canal aumenta a probabilidade de uma transmissão bem sucedida. Além disso,
permite a verificação da recepção correta, suportando um reconhecimento rápido e imediato de até
64 receptores individuais (Fast IACK ou Fast Immediate Acknowledgement). Quando um Fast IACK
atribuído ao respectivo receptor está faltando em um dos intervalos de tempo de 5 ms (ver acima),
os telegramas são repetidos automaticamente. Os repetidores KNX RF recolhem e transmitem essas
confirmações, para que seja possível a verificação de uma recepção a distâncias mais longas.

Dispositivos Multi S-Mode KNX RF são suportados a partir do ETS6.

KNX RF também verifica se já está a acontecer uma transmissão rádio antes de começar a própria
transmissão: desta forma, o número de possíveis colisões é consideravelmente reduzido.

KNX RF em geral suporta grandes estruturas. Isso é necessário para oferecer suporte ao KNX Secure
Application Layer, que também pode ser usado por outra mídia KNX. Isto permite a autenticação e
encriptação. Dessa forma, o acoplador de mídia não constitui o ponto fraco do conceito de
segurança. Como tal, os aparelhos KNX RF podem ser usados em aplicações tais como medição,
controlo de acesso, alarme de incêndios, etc.

3.3 Acesso ao barramento


Aparelhos unidirecionais enviam um telegrama imediatamente se for requerido. No caso de uma
colisão, o telegrama tem de ser enviado outra vez. Devido ao ciclo de trabalho de 1%, é quase
impossível que ocorram colisões.

Dispositivos bidirecionais verificam se o canal de rádio esta disponível antes de enviar um telegrama.
Se o canal estiver ocupado, o aparelho espera até o canal de rádio esteja livre e depois envia o
telegrama.

3.4 Estrutura e endereço de telegramas (informativo)

Telegrama

Sincro Bloco de Soma de Bloco de Soma de Bloco de Soma de Sincr

Figura 11: Estrutura de telegrama KNX RF

Um telegrama KNX RF consiste em vários blocos de dados separados por uma soma de verificação de
bytes. Os blocos de dados contêm as informações úteis (por exemplo, um comando ou dimerização)
e informações específicas de barramento, usadas para endereçamento.

Os blocos no início e fim do telegrama de rádio são usados para sincronizar os receptores para o
transmissor.

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Bloco de dados
1

Campo de Número de série KNX ou endereço de domínio Soma de


l ifi ã
Figura 12: Primeiro bloco de dados

O primeiro bloco de dados consiste no bloco de controlo (4 bytes), o numero de série KNX do
dispositivo responsável pela transmissão, o endereço de domínio ao qual o dispositivo está assignado
(6 bytes) e a redundância cíclica de verificação (CRC - cyclic redundancy check – 2 bytes). O campo de
controle contém informações sobre o comprimento do telegrama, tipo de dispositivo (unidirecional
ou bidirecional), a qualidade da transmissão (força do sinal) bem como o status da bateria de
dispositivos de rádio operados por bateria.

No caso de dispositivos RF E-Mode, um número de série é enviado após o campo de controle.

O numero de série KNX é um identificador do dispositivo único programado no dispositivo durante a


fabricação e não é modificável. Ele está incluído em cada telegrama e armazenado no receptor como
um endereço de origem do transmissor: isso é feito durante o comissionamento ou ao conectar os
dispositivos via RF. O numero de série KNX não é só utilizado para endereçar os dispositivos de bus
mas também para separar dos dispositivos em instalações rádio KNX adjacentes.

No caso dos dispositivos do modo RF S-Mode, um endereço de domínio é enviado após o campo de
controle. O endereço de domínio está incluído em cada telegrama e armazenado no receptor; isto é
feito durante o comissionamento com o ETS. O endereço de domínio é também usado para separar
os dispositivos em instalações rádio adjacentes KNX.
O receptor detecta através da verificação redundante cíclica (CRC) se o telegrama foi transferido sem
nenhum erro.

Bloco de dados
2

Campo de Endereço Individual Endereço de Campo de Dados Soma de


t l d ti t l ifi ã

Figura 13: Segundo bloco de dados

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Adicionalmente a mais bytes de controlo e bytes de verificação de paridade, o segundo bloco de


dados contêm o endereço individual da fonte, o endereço de destino e informação útil. O endereço
fonte individual é o endereço físico do dispositivo. É apenas necessário quando se está a programar
os dispositivos através de controladores, acopladores ou ETS. É automaticamente assignado durante
o comissionamento nos dispositivos E-Mode KNX-RF, e respetivamente pelo ETS de acordo com os
desejos do instalador para dispositivos S-Mode KNX-RF.

O endereço de destino difere na sua função dependendo do acesso ao dispositivo a ser endereçado.
No caso de endereço físico, ou seja, durante a programação, o endereço de destino é o endereço
individual do dispositivo. Durante a operação normal (por exemplo, quando transmitindo um
comando), o endereço de destino contém o número do objeto de grupo endereçado em um
dispositivo para dispositivos no Modo E-Mode, ou o endereço de grupo endereçado pelo ETS para
dispositivos no Modo RF S-Mode.

A informação útil contém os dados a serem transferidos como comandos, mensagens, parâmetros,
valores medidos, etc… Mas blocos de dados podem ser transmitidos num telegrama KNX-RF
dependendo do comprimento útil da informação.

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3.5 Estrutura dos dispositivos de bus


Dispositivos KNX RF estão disponíveis em versões desmontadas, montadas em superfície e
embutidas.

Os dispositivos de instalação embebida são constituídos por dispositivos de comando de comutação


e/ou de regulação de iluminação, para controlar motores de persianas, ou como equipamentos
principais em que botões de pressão são acoplados para operações. A parte da comunicação RF pode
então ser integrada no módulo de instalação de superfície ou no próprio dispositivo.

Como versões montadas em superfície ou incorporadas, vários sensores, atuadores ou dispositivos


combinados estão disponíveis, podem ser montados, colados ou integrados em vários locais e
superfícies.

Figura 14: estrutura básica do KNX RF

No caso de componentes KNX-RF, a separação clássica entre acoplador de bus (BCU), módulo de
aplicação e software de aplicação carregável em muitos caso não existe mais. Estes são
equipamentos completos, em que o software de aplicação está pré-carregado no caso de dispositivos
E-Mode ou carregado pelo ETS no caso do S-Mode. De acordo com a sua função e aplicação, os
dispositivos são desenhados como dispositivos transmissores unidirecionais ou bidirecionais.

Dispositivos Unidirecionais podem apenas enviar ou receber. Apenas os dispositivos de envio são
principalmente sensores ou detectores operados por bateria, como portáteis ou transmissores
montados na parede, entradas binárias e contatos de porta / janela.

Dispositivos bidirecionais podem enviar e receber, por exemplo, eles podem ser sensores e
atuadores ao mesmo tempo.

O repetidor KNX RF é também um dispositivo bidirecional, que toma conta do roteamento


automático de telegramas RF de forma a incrementar a cobertura rádio da instalação. Isso pode
tomar a forma de uma unidade independente em uma grande variedade de modelos, ou pode ser
funcionalmente integrado em um atuador bidirecional.

Acopladores de meio são usados para ligar KNX-RF a KNX-TP.

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4 Topologia
4.1 Geral
Os dispositivos utilizados numa instalação KNX utilizando transmissão de sinal de rádio não estão
sujeitos a nenhum tipo de arranjo hierárquico. Eles podem ser instalados na prática em qualquer
lugar desde que estejam ao alcance do sinal de rádio, cada sensor possa comunicar com cada
atuador.

O alcance de sinal de transmissão de rádio não pode ser determinado com precisão em termos
espaciais, ou seja, os telegramas KNX RF também podem ser recebidos por dispositivos instalados em
instalações KNX RF adjacentes. Como consequência, efeitos colaterais mútuos, devem ser
considerados.

Como parte do telegrama, cada dispositivo KNX-RF em E-Mode envia seu número de série como
parte do identificador do dispositivo.

Dispositivos KNX-RF S-Mode enviam o seu endereço de domínio como identificador do dispositivo.

Apenas os receptores programados ou vinculados a este transmissor ou que façam parte do mesmo
domínio, avaliarão seus telegramas.

Além da separação necessária das instalações de rádio KNX adjacentes, o alcance dos sinais de rádio
em edifícios também é limitado por condições estruturais, como paredes, tetos e móveis. O range
pode no entanto ser estendido até 2 repetidores KNX RF, para que os sinais de rádio possam também
ser retransmitidos para diferentes pavimentos.

Figura 15: Função de repetidora em KNX RF: Luminária 1 aumenta o alcance do interruptor através da
repetição do telegrama.

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4.2 Combinação de mídia de transmissão


Uma das grandes vantagens do KNX é a possibilidade de utilizar diferentes meios de transmissão (par
metálico, rádio frequência, power line, IP), num único sistema. Portanto, um sistema KNX pode
consistir apenas em dispositivos KNX RF, mas também pode ser uma combinação de KNX RF com
outros meios, como, por exemplo, par metálico KNX. Acopladores de meio físico podem ser usados
para transferir informação e comandos de dispositivos em um meio para dispositivos em outro meio.
O acoplador de meio físico ou qualquer outro (dispositivo alimentado pela rede elétrica) pode ser
usado adicionalmente como um “Repetidor” para aumentar o alcance do rádio. Depende do tipo de
acoplador de meio físico, como é definido, quais telegramas devem ser transferidos. Isto pode ser
feito de duas formas diferentes:

1. Apenas via ETS (para KNX RF Modo-S - comparável com a função de acoplador de linha (linha de
bus para linha RF)) 1

2. Via ETS e através de acoplador de meio (TP e RF). Neste caso os dispositivos E-Mode RF que
serão ligados em conjunto são “ensinados” no acoplador de meio através de E-Mode, e a
informação especifica necessária do lado do bus KNX-TP é planeado no ETS e descarregado no
acoplador de meio.

Main line
PS/Ch

LC MC

PS/Ch
DVC
DVC DVC DVC

DVC
DVC

DVC DVC
DVC DVC
DVC

DVC
DVC DVC

Pure RF network Mixed network with TP and RF

Figura 16: Topologia de RF (MC = Media coupler)

1 Para o acoplador de segmento, consulte a sessão apropriada na seção 'Topologia'.

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5 Comissionamento e verificações especificas


5.1 Verificando a instalação
Após a instalação dum sistema KNX-RF, os testes aplicáveis para baixa voltagem tem que ser
realizados. Como principio, os regulamentos para a criação de redes elétricas até 1000V devem ser
observados.

5.2 Comissionamento e programação da funcionalidade em dispositivos


Modo-E
O comissionamento de um sistema KNX RF, ou seja, a conexão ou a programação de transmissores e
receptores de rádio, pode ser facilmente realizado. Isto é habitualmente realizado através de
comutadores (DIP swtiches) ou ações em botões de pressão (Modo-E Botão de Pressão) após a
instalação dos dispositivos, ou através do ETS. Ambos, atuador e sensores associados, são colocados
em modo de comissionamento e os dispositivos são configurados através do envio de um telegrama
de ligação.

O modo de comissionamento pode ser consultado diretamente na etiqueta do dispositivo. O


procedimento exato pode ser consultado diretamente nas instruções operativas do dispositivo.
Algumas versões de dispositivos requerem ferramentas adicionais, tais como um PC e software
durante o comissionamento.

Configuração da iluminação com botões e 2. Função de configuração do receptor


display LED
 Pressione rapidamente
1. Modo de configuração do transmissor e o botão fct no destino
receptor até que a função
 Pressione rapidamente o desejada seja exibida
botão de cfg no
transmissor  Para confirmar, manter
O cfg-LED do o botão fct pressionado
transmissor e todos os mais de 2 segundos
receptores dentro do
alcance do rádio
acendem
 Pressione rapidamente o
botão no transmissor que
deve ativar a função
O LED cfg no
transmissor pisca. O
transmissor e o receptor
3. Finalizar a configuração
em em modo
configuração  Pressione rapidamente o botão
cfg no transmissor novamente
Os LEDs cfg no transmissor e
todos os receptores se apagam

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Figura 17: Exemplo de comissionamento em Modo E-Push

Figura 18: comunicação E-Mode

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5.3 O comissionamento e programação da funcionalidade em dispositivos


Modo-S RF

Figura 19: Endereço de domínio no ETS 5

No caso do comissionamento de dispositivos KNX-RF S-Mode, os procedimentos são em tudo muito


similares aos dos dispositivos KNX-TP S-Mode.

Cada linha RF ou segmento recebe um endereço de domínio único.

A finalidade do endereço de domínio é evitar interferências (lógicas) entre linhas KNX RF adjacentes.
Por isso cada linha KNX-RF recebe o seu próprio endereço de domínio.

Além disso, aqui a Interface KNX RF de dados está disponível para configuração e comissionamento
de dispositivos S-Mode KNX RF diretamente do computador.

Figura 20: interface de dados KNX RF

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Grande parte da complexidade da combinação de dispositivos KNX RF (Pronto, Rápido, Lento) no ETS
está atribuído ao usuário do ETS.

- o ETS suporta o instalador na combinação adequada de dispositivos RF KNX, por exemplo,


o Se um dispositivo for capaz de enviar informações como KNX Pronto, Rápido e Lento, o
ETS se certifica de que o remetente está configurado para enviar no canal lento ao ser
conectado a um dispositivo com suporte apenas para Lento.
o Se um receptor oferece suporte a Pronto e Rápido e o remetente apenas oferece suporte
a Pronto, o remetente deverá ser configurado para enviar as informações em Pronto.
o Se um dispositivo estiver conectado a três dispositivos diferentes, cada um deles
suportando um modo de KNX RF diferente (Pronto, Rápido, Lento), esse dispositivo com
certeza precisa ser capaz de enviar a mesma carga em três telegramas diferentes (uma
vez Pronto, uma vez Rápido e uma vez Lento).

Como a matriz de recursos abaixo faz parte dos dados do produto ETS, o ETS tem as informações
suficientes para fazer essas combinações possíveis.

Figura 21: Possíveis combinações entre diferentes modos de dispositivos no modo KNX RF

- Durante a configuração entre o emissor e o receptor, o ETS deve garantir que


o o receptor é informado sobre o slot desejado no qual o receptor enviará o seu IACK
para mensagens em grupo 2. Para cada endereço de grupo suportado, os dispositivos
controlam em qual slot um Fast IACK deve ser enviado / recebido.
o sempre os slots mais lentos são escolhidos, se estiverem disponíveis, para evitar a
ocupação desnecessária do meio RF para slots que, de qualquer forma, não serão
preenchidos por um receptor.
o no caso onde um receptor está ligado ao mesmo remetente, isso é proibido. no caso
em que um receptor esteja vinculado ao mesmo remetente, isso é proibido.
o No caso em que uma mensagem é enviada em Rápido ou Lento, um slot IACK para
Rápido e outro slot para Slow serão atribuídos.
o o acoplador de mídia sempre recebe IACKs rápidos no slot número 0, reservado para
esta finalidade.
Tecnicamente, os acopladores de mídia que precisam ser capazes de suportar multi,
não podem ser projetados usando um único módulo transceptor, uma vez que a
comunicação Rápida e Lenta não podem estar ativas simultaneamente, uma vez que

2 Na comunicação Ponto-a-Ponto, sempre o ACK Slot 0 é usado. Para a transmissão em Broascast, não há IACK
rápido.

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poderiam gerar interferências uma à outra. Conseqüentemente, tais acopladores de


mídia terão um “extensor lento”, que também precisará ser dimensionado. Se
dispositivos lentos forem adicionados à instalação, o ETS avisará o instalador que um
extensor lento precisa ser adicionado à instalação.
- Se o instalador desejar verificar em qual slot o receptor responderá, ele pode verificar isso na
janela Propriedades do objeto de grupo relevante.

Figura 22: Verificando o slote de Ack Rápido atribuído no ETS

- Se um endereço de grupo existente de um emissor for adicionado a um novo receptor ou os


'flags' de comunicação de um objeto forem alterados, por causa do disposto acima, tanto o
remetente como o receptor precisam ser baixados novamente (como mostrado pela
redefinição dos 'flags' de programação dos dispositivos afetados pelo ETS).
- Se estiver usando uma interface KNX RF Multi USB para monitoramento, o ETS oferece a
possibilidade de selecionar o modo de transmissão RF. Ao baixar, o ETS ajusta
automaticamente o modo de transmissão da interface conforme necessário.

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Figura 23: Seleção de modo RF em caso de uma interface KNX RF suportando Multi

- No caso de realizar 'Device Info' de dispositivos RF, o ETS exibirá os slots Ack na direção de
envio e recebimento. Além disso, para um acoplador de mídia RF, o ETS exibirá o tipo de
acoplador RF Multimídia.
- No caso de usar o modo Monitor, o ETS também exibirá as informações de RF (por exemplo,
status da bateria, número de série usado ou endereço de domínio, ...).

A seguir, mostra-se como os produtos em diferentes modos de KNX RF se comunicam, e como os


slots Fast IACK são atribuídos para a comunicação de grupo pelo ETS.

Figura 24: Atribuição de slots Rápidos de IACK KNX RF

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5.4 Teste funcional e relatório de testes para dispositivos E-Modo RF.


Além de uma verificação geral da instalação, um teste funcional de toda a instalação deve ser
realizado. Todas as funções e conexões de rádio, ou configuradas entre os sensores e atuadores
devem ser verificadas. Os sensores devem ser acionados, e suas reações correspondentes, em
atuadores, devem ser observadas. Por questões de garantia, a função correta da instalação deve ser
documentada e registada num relatório de teste ou de aceitação. Como as conexões entre os
sensores E-Mode e os atuadores E-Mode podem ser alterados facilmente, e a instalação pode não
corresponder à versão solicitada originalmente, é recomendável registrar essa configuração em uma
lista.

Para medições de intensidade de recepção, alguns fabricantes oferecem aplicativos ETS. Por favor,
consulte o MyKNX, para verificar os aplicativos oferecidos.

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Table of Contents
1 Vamos começar .................................................................................................................................... 4
1.1 Informações gerais ........................................................................................................................ 4
1.1.1 O Conceito ETS........................................................................................................................ 4
1.2 Requisitos ...................................................................................................................................... 5
1.2.1 Requisitos de hardware .......................................................................................................... 5
1.2.2 Requisitos de software ........................................................................................................... 6
2 O Software ETS em detalhe .................................................................................................................. 7
2.1 Painel de controle.......................................................................................................................... 7
2.1.1 Resumo do painel ................................................................................................................... 7
2.1.2 Projetos locais......................................................................................................................... 9
2.1.3 Lista do projeto ..................................................................................................................... 10
2.1.4 Menu de acesso rápido ........................................................................................................ 14
2.1.5 Pontos de restauração.......................................................................................................... 15
2.2 Configurações do ETS .................................................................................................................. 16
2.2.1 Definições ............................................................................................................................. 16
2.2.2 Ativação de licença do ETS6 e de seus Apps ........................................................................ 17
2.2.3 Resolução de problemas ...................................................................................................... 23
2.2.4 Nível de registro e limpeza ................................................................................................... 28
3 Visualizações do desenvolvimento do projeto ................................................................................... 30
3.1 Painéis.......................................................................................................................................... 30
3.1.1 Visão geral dos painéis ......................................................................................................... 30
3.1.2 Painel de construções ........................................................................................................... 31
3.1.3 Painel de endereço de grupo................................................................................................ 33
3.1.4 Painel de topologia ............................................................................................................... 34
3.1.5 Painel raiz do projeto............................................................................................................ 35
3.1.6 Painel de dispositivos ........................................................................................................... 36
3.1.7 Painel de catálogos ............................................................................................................... 37
3.1.8 Painel de relatórios............................................................................................................... 39
3.2 Barras e Visualizações.................................................................................................................. 41
3.2.1 Barras & Visão geral ............................................................................................................. 41
3.2.2 Barra de menu ...................................................................................................................... 42
3.2.3 Barra de título ....................................................................................................................... 43
3.2.4 Barra de ferramentas ........................................................................................................... 44
3.2.5 Visualização em árvore ......................................................................................................... 47
3.2.6 Visualização em lista ............................................................................................................. 48
3.2.7 Barra de status...................................................................................................................... 50

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3.2.8 Colunas de Janela ................................................................................................................. 51


3.2.9 Barra lateral - Visão geral ..................................................................................................... 52
3.2.10 Opções de busca e filtro ..................................................................................................... 53
3.2.11 Aplicação ............................................................................................................................ 54
4 Desenvolver projeto ........................................................................................................................... 58
4.1 Criação do projeto ....................................................................................................................... 58
4.1.1 Criando um novo projeto ..................................................................................................... 58
4.1.2 Assistente de criação de projeto .......................................................................................... 61
4.2 Abrindo projetos existentes ........................................................................................................ 64
4.3 Detalhes do projeto ..................................................................................................................... 65
4.3.1 Descrição geral do projeto ................................................................................................... 65
4.3.2 Metadados............................................................................................................................ 66
4.3.3 Detalhes ................................................................................................................................ 69
4.3.4 Anexos .................................................................................................................................. 75
4.3.5 Histórico................................................................................................................................ 77
4.4 Exportação do projeto ................................................................................................................. 78
4.4.1 Painel de controle................................................................................................................. 78
4.4.2 Lista de projetos locais ......................................................................................................... 78
4.4.3 Restrições & proteção de dados........................................................................................... 79
4.5 Importação do projeto ................................................................................................................ 80
4.5.1 Painel de controle................................................................................................................. 80
4.5.2 Lista de projetos locais ......................................................................................................... 80
4.5.3 Menu de contexto da barra de tarefas................................................................................. 81
4.5.4 Restrições ............................................................................................................................. 81
4.6 Importar produto ........................................................................................................................ 82
4.6.1 Importar/Adicionar Produtos ............................................................................................... 82
4.6.2 Plug-ins ................................................................................................................................. 86
4.7 Desenvolvimento de projetos com o ETS: princípios gerais........................................................ 88
4.8 Desenvolvimento de projeto rápido (TP) .................................................................................... 89
4.8.1 Desenvolvimento de Projeto Rápido: Topologia .................................................................. 89
4.8.2 Começando o desenvolvimento do projeto ......................................................................... 90
4.8.3 Criando uma estrutura de 'Construção' ............................................................................... 91
4.8.4 Catálogo ................................................................................................................................ 93
4.8.5 Propriedades do dispositivo ................................................................................................. 94
4.8.6 Parâmetros dos dispositivos ................................................................................................. 95
4.8.7 Editando objetos de grupo ................................................................................................... 96
4.8.8 Configurando endereços de grupo ....................................................................................... 97
4.8.9 Atribuindo endereços de grupo ........................................................................................... 99
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4.9 Desenvolvimento de Projeto (RF).............................................................................................. 101


4.9.1 Adicionando uma linha RF a uma instalação do KNX ......................................................... 101
4.9.2 Adicionar um segmento de RF - com acoplador de segmento .......................................... 103
5 Comissionamento ............................................................................................................................. 105
5.1 Passos antes do comissionamento ............................................................................................ 105
5.2 Sequência de Comissionamento ............................................................................................... 106
5.2.1 Pré-Comissionamento ........................................................................................................ 106
5.3 Gerenciador de conexão ........................................................................................................... 108
5.3.1 Conexão automática de barramento ................................................................................. 108
5.4 Iniciando o Comissionamento ................................................................................................... 111
5.5 Baixar funções ........................................................................................................................... 112
5.5.1 Transferência ...................................................................................................................... 112
5.6 Desprogramar Dispositivo ......................................................................................................... 115
5.7 Reiniciar dispositivo ................................................................................................................... 116
6 Diagnósticos...................................................................................................................................... 117
6.1 Diagnósticos e localização de falhas.......................................................................................... 117
6.2 Funções de diagnóstico ............................................................................................................. 118
6.2.1 Informações do dispositivo ................................................................................................ 118
6.2.2 Endereço Individual ............................................................................................................ 123
6.2.3 Ferramentas de monitoramento ........................................................................................ 128
6.2.4 Verificação do projeto (off-line) ......................................................................................... 146
6.2.5 Diagnósticos de erro online ................................................................................................ 152
6.2.6 Diagnósticos de Instalação On-line .................................................................................... 157

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1 Vamos começar
1.1 Informações gerais
1.1.1 O Conceito ETS

Para o planejamento, desenho do projeto e comissionamento de uma instalação KNX, projetistas e


instaladores elétricos, exigem uma ferramenta de software que seja claramente estruturada e de
fácil utilização, ou seja, o ETS. O ETS significa 'Ferramenta de Software de Engenharia', e é uma marca
registrada da Associação KNX. A versão atual do software é o ETS6.

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1.2 Requisitos
1.2.1 Requisitos de hardware

[Link] Requisitos mínimos de hardware

CPU: ≥ 2GHz
RAM: ≥ 4GB
Armazenamento: ≥ 20GB
Resolução de tela: ≥ 1024 x 768

Para alcançar melhores resultados, é altamente recomendável ter no mínimo 4GB de RAM
e uma maior resolução de tela.
Microsoft Surface Pro X não é recomendado, pois não instala aplicativos de 64 bits, os
quais não foram designados para o ARM64.

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1.2.2 Requisitos de software

[Link] Sistemas operacionais suportados

O seguinte sistema operacional é exclusivamente suportado para uma instalação do ETS6:

• Microsoft Windows 10 x32/x64 (Versão 20H2 ou superior)


• Microsoft Windows 11 x32/x64

[Link] Instalação de componentes de software

Os componentes de software necessários para o ETS6 (por exemplo, o .NET framework 4.8) não são
instalados por meio da ferramenta de configuração do ETS6. No entanto, a configuração informa que
é necessário baixar e instalar os componentes.

• Se o computador de destino estiver conectado à internet, o Windows tentará verificar


automaticamente se há atualizações, fazer o download e instalá-los. Durante essas atualizações,
a instalação do ETS6 será interrompida.
• Se o computador de destino não estiver conectado à internet, você terá que carregar os
componentes do CD/DVD de instalação, e instalá-los.

[Link] Interfaces e ambientes não suportados


• Portas de comunicação Serial RS232 não são suportadas.
• Não está previsto a instalação e execução do ETS6 em um sistema operacional em um ambiente
virtual, tal como: Virtual PC, VM Ware, etc., e/ou por meio da Área de Trabalho Remota.
Trabalhar em ambientes deste tipo está por sua conta e risco. Neste caso, a garantia e o suporte
não podem ser dados pela Associação KNX.
• Linux, MacOS e outros sistemas operacionais não mencionados aqui, não são suportados.

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2 O Software ETS em detalhe


2.1 Painel de controle
2.1.1 Resumo do painel

Após a instalação, O ETS pode ser iniciado, clicando no ícone ETS6, na área de trabalho ou através do
ícone recém-criado ETS6, no grupo de programa chamado KNX.

Quando o ETS inicia, aparece uma janela que é referida como o painel. Você pode acessar o painel
novamente a qualquer momento, clicando no botão '+' para abrir uma nova guia no ETS.

[Link] Manuseio de guia (1)

O ETS funciona de forma semelhante a um navegador para a manipulação de guias e painéis.


Clicando no botão '+' abre uma nova aba 'Visão geral'.

[Link] Barra de pesquisa (2)

A barra de pesquisa, permite que um usuário procure rapidamente por projetos, independentemente
da sua localização – na lista local ou em qualquer lugar do arquivo. Mais informações podem ser
encontradas em Pesquisa e filtros no painel. (Consulte a central de ajuda KNX)

[Link] Barra de ferramentas principal (3)

A barra de ferramentas principal contém os botões 'Configurações (Veja o parágrafo 2.2.1) e 'Ajuda',
isto, por que as configurações do ETS e a página de Ajuda, abrem respectivamente.

[Link] KNX Informações de produto (4)

Esta seção exibe os novos produtos KNX, dos fabricantes, por meio de um feed RSS. As informações
de produto são mostradas aleatoriamente com a exibição do conteúdo inicial após o início do ETS;
role usando as setas para frente / para trás.

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Quando conectado à internet, a informação do produto é baixada do servidor, exibida e


salva temporariamente no disco rígido local. Se não houver conexão com a internet, os
dados locais disponíveis serão exibidos.

[Link] Projetos locais (5)

Mostra os Projetos Locais modificados mais recentemente, classificados pelo modificado mais
recente (na esquerda), para o modificado mais antigo (na direita). Clicando no botão 'Projetos locais
(Veja o parágrafo 2.1.2)' abre toda a lista de Projetos Locais, onde todos os projetos locais estão
listados.

[Link] Barra de ferramentas de projeto (6)

A barra de ferramentas do projeto contém as seguintes opções:

Botão Descrição
Iniciar Cria um projeto usando o Assistente de Projeto.
Projeto
Novo Cria um novo projeto na lista de projeto local, bem como abre um diálogo para inserir
projeto os dados necessários.
Importar Importa um ou mais projetos ao mesmo tempo (dependendo da seleção no diálogo de
Projeto seleção de arquivo), com a ajuda do Assistente de Importação. Também é possível
importar sem o Assistente de Importação. Para fazer isso, mantenha pressionado para
baixo a tecla SHIFT, ao clicar no botão Importar.

[Link] Arquivo de projeto (7)

Mostra os Projetos Arquivados modificados mais recentemente, classificados pelo mais recente (na
esquerda), para os modificados mais antigos (na direita). Clicando no botão 'Arquivar -->' abre toda a
lista de arquivos do projeto, onde são listados todos os projetos arquivados, enquanto, que clicar em
um bloco de projeto do 'Arquivar', abre a pasta virtual, onde todas as diferentes versões do projeto
podem ser encontradas.

Clicando no botão 'Atualizar', atualiza a lista do projeto no arquivo do projeto.

Isso pode ser útil, caso o diretório de arquivo do projeto esteja em uma unidade de rede, o
que pode levar algum tempo até que seja automaticamente sincronizado.
Quaisquer pastas no arquivo do projeto são mostradas apenas na lista de arquivos do
projeto.

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2.1.2 Projetos locais

Os projetos armazenados localmente são armazenados no chamado 'Repositório Local (Veja o


parágrafo 2.1.3)', e podem ser acessados clicando no botão 'Projetos Locais -->' no painel.

Assim que um projeto é criado, ele é exibido como um bloco, com as seguintes informações:

• Nome do projeto;
• Tipo do projeto;
• Hora da última modificação;
• Status do projeto (do arquivo de Projeto Arquivado (Consulte a central de ajuda KNX), se
relevante)
• Quantidade de dispositivos;
• Marcadores (se definido) e a possibilidade de atribuir.

Para acessar as propriedades e os detalhes de um projeto, mova o cursor do mouse em cima do


bloco do projeto. As seguintes informações/ações serão mostradas:

• Número de dispositivos em um projeto;


• O botão 'Detalhes', abre a visão geral dos detalhes do projeto;
• O botão 'Exportar'. permite a exportação de projetos em vários formatos
• O botão de 'Ações rápidas', abre o menu de ações rápidas (Veja o parágrafo 2.1.4).

Clicar em um dos blocos, abre imediatamente o projeto.

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2.1.3 Lista do projeto

As seguintes áreas podem ser identificadas na lista de projetos:

[Link] Áreas da lista de projetos

[Link].1 Navegação estrutural do projeto (1)

O caminho de navegação estrutural do projeto, permite ao usuário identificar o local onde os


projetos são armazenados (Projetos Locais ou Arquivo do Projeto), e fornece um atalho para a 'Visão
geral'.

[Link].2 Barra principal (2)

Semelhante à barra de ferramentas principal do painel, contém os botões 'Configurações' e 'Ajuda', a


fim de que as configurações do ETS, e o centro de Ajuda do ETS abram respectivamente. Além disso,
é possível procurar por um projeto dentro da lista de Projetos Locais, clicando no botão ' 'lupa, ' que
ativa o campo de busca na navegação do projeto.

[Link].3 Barra lateral (3)

A barra lateral fornece as seguintes opções, algumas delas só estão disponíveis se pelo menos um
projeto tiver sido selecionado.

Visibilidade
Opção Descrição Contexto em...
Por nome Ordena os projetos em ordem alfabética por Sempre • Projetos
nome. locais
• Arquivo
de
Projetos

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Iniciar Cria um projeto usando o Assistente de Projeto. Sempre • Projetos


Projeto locais
Novo Cria um novo projeto, para a lista de projeto Sempre • Projetos
projeto local, e abre um diálogo para inserir os dados locais
necessários.
Atualizar Atualiza a lista de projetos no arquivo do Sempre • Arquivo
projeto. de
Projetos
Nova Pasta Cria uma nova pasta no diretório de arquivo do Sempre • Arquivo
projeto. de
Projetos
Importar Importa um ou mais projetos ao mesmo tempo Sempre • Projetos
Projeto (dependendo da seleção no diálogo de seleção locais
de Arquivo), com a ajuda do Assistente de
Importação.
Selecionar Seleciona todos os projetos. Somente se pelo menos • Projetos
tudo um projeto tiver sido locais
selecionado. • Arquivo
de
Projetos
Desmarcar Desmarca todos os projetos. Somente se pelo menos • Projetos
tudo um projeto tiver sido locais
selecionado. • Arquivo
de
Projetos
Abrir Abre o(s) projeto(s) selecionado(s). Somente se pelo menos • Projetos
um projeto tiver sido locais
selecionado.
Exportar Exporta um (ou mais) projetos no formato ETS, Somente se pelo menos • Projetos
sempre com o nome do projeto [Link]ê um projeto tiver sido locais
também pode exportar o formato OPC selecionado. • Arquivo
(Consulte a central de ajuda KNX) deste de
projeto. Projetos
Mover Permite que um projeto seja movido para outra Somente se pelo menos • Arquivo
pasta no arquivo do projeto. um projeto tiver sido de
selecionado. Projetos
Mesclar Mescla um projeto previamente dividido Somente se dois • Projetos
projetos forem locais
selecionados.
Apagar Exclui um projeto e não há como 'Desfazer'! Por Somente se pelo menos • Projetos
esta razão, primeiro você será solicitado a um projeto tiver sido locais
confirmar sua decisão, ainda que o o aviso para selecionado. • Arquivo
exclusão seja desativado! de
Projetos
Backup para Cria um backup do projeto para arquivar. Somente se pelo menos • Projetos
Arquivo um projeto tiver sido locais
selecionado. • Arquivo

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de
Projetos
Filtro Permite a filtragem por meio das etiquetas Somente se houver • Projetos
atribuídas. Várias etiquetas podem ser pelo menos uma locais
selecionadas. Neste caso, os projetos que são etiqueta atribuída a um • Arquivo
mostrados devem conter todas as etiquetas projeto. de
selecionadas. Projetos

[Link].4 Lista de projetos (4)

Um projeto ou uma pasta de projeto (a partir da janela de arquivo de projeto), pode ser selecionada
ao passar o mouse sobre o projeto, bem como, clicando na caixa de seleção que aparece.

Ações (como: renomear, mover e excluir) em uma pasta do projeto, podem ser feitas com o passar
do mouse. A quantidade mostrada em uma pasta do projeto, indica a quantidade total de projetos
dentro desta pasta (ou seja, os projetos em qualquer subpasta são também considerados).

Assim que um projecto ETS for selecionado, é possível selecionar vários outros projectos ETS,
verificando suas caixas de seleção relativas.

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2.1.4 Menu de acesso rápido

O menu 'Ações rápidas' contém recursos que são dependentes do projeto, que estão listados abaixo.

Arquivo
Projetos de
Botão Descrição locais Projetos
• Exportar Faz a exportação de um projeto no formato knxproj. Não Sim
• Apagar Exclui um projeto e não há como 'Desfazer'! Por esta razão, Sim Sim
primeiro, você será solicitado a confirmar sua decisão, ainda
que o o aviso de exclusão seja desativado
• Mover Permite mover um projeto no arquivo do projeto. Não Sim
• Duplicar Duplica um projeto. O projeto copiado recebe Sim Não
automaticamente o nome padrão da extensão (' - Copia'). Os
'flags' de programação não serão redefinidos. Endereços MAC,
que estejam disponíveis em dispositivos IP não serão
redefinidos. Um projeto duplicado que possua o KNX Secure
ativado, mantêm todas as chaves (e a segurança do
dispositivo).
• Restaurar Permite restaurar um projeto em um estado anterior. Sim Não
• Redefinir Uma divisão do projeto foi redefinido. Esta Função estará Sim Não
divisão sempre ativa, mesmo que o projeto selecionado nunca tenha
sido dividido, usando o ETS App Dividir & Mesclar (Consulte a
central de ajuda KNX).
• Backup para Mais informações sobre essas funções, podem ser encontradas Sim Não
arquivo no Arquivo do Projeto (Consulte a central de ajuda KNX).
• Restaurar a
partir de um
arquivo
• Bloquear
• Versão
• Fixar Mais informações sobre essas funções, podem ser Não Sim
• Desafixar encontradas no Arquivo do Projeto (Consulte a central de
ajuda KNX).

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2.1.5 Pontos de restauração

Os pontos de restauração do projeto servem ao propósito de abrir um projeto ETS em um de seus


estágios anteriores.

Se um projeto contiver dados inválidos, após, por exemplo uma falha de energia (bateria
do laptop), então o projeto ainda estará na visão geral do projeto, mas ficará esmaecido, o
que significa que não pode mais ser aberto para edição, a solução nesse caso é usar um
dos pontos de restauração, a fim de disponibilizar o projeto novamente para edição.

Para usar um ponto de restauração, clique no menu '[Ações Rápidas]menu de ações rápidas (Veja o
parágrafo 2.1.4)', em um projeto no painel, depois em 'Restaurar', e selecione qualquer ponto de
restauração que seja necessário.

Um ponto de restauração pode ser uma entrada explícita, que é indicada com um ícone de
'relógio', ou um backup do projeto no arquivo, que é indicado com um ícone de 'arquivo'.

Quando um ponto de restauração é chamado do menu de contexto, o projeto associado (atual) é


sobrescrito pelo projeto (mais antigo) do ponto de restauração.

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2.2 Configurações do ETS


2.2.1 Definições

Para configurar as configurações do ETS, clique no botão 'Configurações' do painel de controle.

Seção Explicação
Sobre Nesta seção, é possível ver as informações técnicas para o software, bem como
verificar se há atualizações disponíveis
Apresentação Nesta seção, é possível manipular o comportamento e a aparência do ETS.
Idioma Nesta seção, é possível selecionar a:

• Idioma do ETS: Esta configuração define o idioma da interface de usuário


do ETS
• Idioma preferencial: Esta configuração define o idioma dos dados do
produto (propriedades, objetos de grupo, etc.).
Licenciamento Nesta seção, você pode licenciar o software e seus aplicativos.
Aplicações ETS Nesta seção, é mostrado os status de cada aplicativo instalado.
Catálogo online Nesta seção, são feitas as configurações para o catálogo de produtos online.
Armazenamento Nesta seção, são feitas as configurações para os caminhos de armazenamento
de dados de dados.
Resolução de Este assistente é usado para coletar todas as informações relevantes do ETS, a
problemas serem usadas durante os possíveis casos de suporte. Através de uma série de
passos do assistente, agrupados por tabulação, o usuário pode inserir os dados
que deseja incluir na exportação.
Atalhos Estes atalhos permitem que usuários experientes trabalhem com o ETS ainda
mais rapidamente.
Etiqueta da Nesta seção, as configurações para os Rótulos de App do ETS podem ser
impressora definidas.

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2.2.2 Ativação de licença do ETS6 e de seus Apps

[Link] Informações básicas

Distinção entre a configuração do ETS6 e as opções de suas licenças

1. Existe apenas uma configuração do ETS6, que instala o 'pacote de software ETS6' ou o demo 'ETS6',
como demonstração, sem adicionar uma licença.

2. Somente depois de adicionar uma licença ao pacote de software ETS6, o ETS6 se torna:

• ETS6 Professional
• ETS6 Home
• ETS6 Lite

[Link] Criar e baixar licenças via MyKNX para o ETS6 e seus Apps

Existem duas maneiras de licenciar o ETS6. O licenciamento guiado, que requer uma conexão ativa
com a internet apenas no momento do licenciamento e o licenciamento manual, não requer uma
conexão ativa com a internet no momento do licenciamento.

[Link].1 Licenciamento guiado (somente para ativar a licença ETS6, NÃO os Apps)

1. Baixe o instalador do ETS6, do site MyKNX e instale o ETS6.

2. Conecte o Dongle USB de licença KNX, enviado pela associação KNX, no computador que receberá
a licença do ETS6, o qual será ativado.

Se o ETS6 acabou de ser encomendado, espere até que o dongle seja entregue pela UPS.

3. Inicie seu ETS6. O guia de licenciamento é mostrado. Digite as credenciais de acesso do MyKNX em
que o ETS6 pode ser encontrado, e clique no botão de 'login'.

Uma conexão ativa com a internet é necessária, portanto, se esse não for o caso, por favor
use o licenciamento manual, como explicado a seguir:

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• Caso você ainda não tenha uma conta no MyKNX, você pode criar uma clicando no respectivo
link (Criar nova conta).
• Se você esqueceu a senha da sua conta do MyKNX, você pode redefini-la, clicando no link
respectivo (Esqueci a senha).
• Se você quiser usar apenas o software no modo de demonstração, clique no botão 'Executar
Demo.

4. O ETS6 conecta em segundo plano à conta MyKNX fornecida, busca e exibe quaisquer licenças
ETS6 que estejam disponíveis.

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5. Selecione a licença que você deseja e clique no botão 'Ativar.

Ao fazê-lo, o ETS6 começa a licenciar-se e pode ser utilizado.


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[Link].2 Licenças manuais

1. Repita os passos 1 e 2, conforme descrito na licenciamento guiado (Veja o parágrafo [Link].1).

2. Inicie seu ETS6 e execute-o no modo Demonstração. Clique no botão 'Configurações' da barra de
ferramentas principal no painel. Depois clique em 'Licenciamento' para abrir a janela de
licenciamento.

3. Dentro da janela de licenciamento, é mostrado o ID do dongle de licenciamento KNX. Ele contém


a palavra 'KNX-' e 8 caracteres hexadecimais. Pressione o botão 'Copiar o ID do dongle', para copiá-lo
para a área de transferência.

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4. Entre no site MyKNX ([Link] Abrir a seção 'Conta ->Produtos. As licenças ETS6 e Apps
obtidas, estão listadas na seção 'Licenças'.

Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.

5. Vá até o campo 'Chave do produto' dos respectivos produtos, e cole o ID de licenciamento USB
KNX que você copiou do ETS6 no passo 3. Uma vez colado, pressione o botão 'Adicionar' para criar a
licença.

Crie licenças ETS6 e de Apps

Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.

6. Depois de clicar no botão 'Adicionar, um link chamado 'Licença de download, irá aparecer. Clicar no
link, ativa o download de um arquivo zip. Este arquivo zip contém a licença real, e é baixado na pasta
padrão 'Downloads' do navegador. Selecione seu navegador padrão para localizar a pasta do
download.

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7. Extraia o conteúdo do arquivo compactado 'zip', este é um arquivo com a extensão '.license', com
um nome de arquivo baseado neste padrão: 'ETS6 <License Type><License Number><Dongle ID>,
onde o <License Number>, é o número de licença a ser ativado, e o <Dongle ID>, se refere ao Id do
dongle de licenciamento KNX.

[Link].3 Adicione licenças no ETS6 (Profissional, Home, Lite)

1. Inicie seu ETS6 e execute-o no modo Demonstração. Clique no botão 'Configurações' da barra de
ferramentas principal no painel. Depois clique em 'Licenciamento' para abrir a janela de
licenciamento.

2. Clique no botão 'Adicionar uma licença' , para localizar o arquivo de licença extraído.

3. Localize o arquivo de licença, selecione-o e clique no botão 'Abrir'. A licença ETS6 será exibida após
alguns segundos. O número de licenças instaladas também muda de '0' para '1'.

Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.

Após o licenciamento do ETS6, a licença do ETS6 só estará ativa se a dongle USB KNX,
estiver inserida no computador, caso contrário, o ETS6 será alterado para o modo demo.

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2.2.3 Resolução de problemas

Este assistente é usado para coletar todas as informações relevantes do ETS, a serem usadas durante
os possíveis casos de suporte. Através de uma série de passos do assistente, agrupados por
tabulação, o usuário pode inserir os dados que deseja incluir na exportação.

Se você deseja enviar um caso de suporte para a Associação KNX, é aconselhável limpar primeiro
todas as informações de diagnóstico, antes de reproduzir um problema. Isto ajudará a equipa de
suporte KNX analisar de forma mais eficiente o seu problema.

Existem seis etapas diferentes que são verificadas durante o diagnóstico da ferramenta:

[Link] Funcionamento

Para coletar a informação de diagnóstico, selecione 'Coletar Informação de Diagnóstico'. Marque o


campo 'Imprimir saída de diagnóstico', se quiser imprimir as informações de diagnóstico ou marque
'Exportar saída de diagnóstico em ZIP', para exportar a saída de diagnóstico em um arquivo
compactado, de extensão ZIP.

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[Link] Sistema

Para analisar o problema, a associação KNX precisa dos parâmetros de configuração do sistema do
PC, no qual o ETS está instalado. Se você não deseja enviar essa informação, apenas desmarque a
caixa de seleção 'Incluir informações do sistema'. Por favor, note que não há dados privados
coletados.

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[Link] Arquivos de Diagnóstico

O ETS e seu sistema operacional gravam informações sobre possíveis problemas que ocorrem no
tempo de execução nos arquivos de log. Ao selecionar esses campos, você fornecerá à equipe de
suporte da Associação KNX mais informações para analisar a(s) sua(s) solicitação(ões).

[Link] Licenças

Para analisar o problema, também é muito importante incluir as informações sobre sua(s) licença(s)
ativa(s). As informações sobre as licenças instaladas ajudam a Associação KNX a identificar problemas
de instalação e de licenciamento.

Ao exportar as informações de licença, você não desativará as chaves de licença ativas. A


função de exportação simplesmente exportará as informações sobre as licenças
atualmente válidas em sua máquina.

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[Link] Componentes

Para fazer uma análise completa de um problema no KNX, o assistente coleta mais informações sobre
a versão de compilação do ETS, a versão do software específico do produto instalado, além de outros
componentes de software instalados no seu PC. Marque a caixa de seleção para incluir informações
sobre a versão dos componentes de software usados pelo ETS.

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[Link] Resumo

Uma vez que o botão 'Concluir' for pressionado, as informações de diagnóstico serão armazenadas
em um arquivo de formato ZIP, em uma pasta de saída de sua escolha, que pode se enviado a KNX,
por meio de um ticket de suporte.

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2.2.4 Nível de registro e limpeza

[Link] Nível de Registro

O ETS mantém o controle de eventos internos por si só, armazenando-os em um arquivo de registro
para ajudar a equipe de suporte KNX na análise de possíveis erros. A extensão do conteúdo destes
arquivos de registro podem ser gerenciados nesta configuração. Dois níveis de registro são definidos,
ou seja, padrão ou estendido. Por padrão, o nível de registro é definido como 'Padrão'.

O ETS só escreve informações no arquivo de registro, depois que ocorreu um evento predefinido de
gatilho. Neste caso, os últimos eventos 'n' - antes do evento de gatilho - também serão gravados no
arquivo de registro para que os eventos anteriores possam ser reconstruídos.

• Nível de Registro Padrão: n = 500; Tipo de gatilho de evento = ERRO


• Nível de Registro Estendido: n= 1000; Tipo de gatilho de evento = ERRO

Até 5 arquivos de registro, em um máximo de 5 MB, são salvos em um diretório (o arquivo mais
antigo é substituído primeiro). Isto significa que o conteúdo dos arquivos de registo permanecem
disponíveis por um longo período de [Link] resultado, os dados de registro são incluídos
quando uma solicitação de suporte é criado, fazendo uso dos dados do assistente de diagnóstico
(executado) .

Com a seleção do modo "Estendido", quase todas as atividades serão registradas.


Consequentemente, você só deve usar o nível de registro estendido em circunstâncias
especiais, por exemplo, quando solicitado pela equipe de suporte KNX.

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[Link] Limpeza / Apagar

Seleção de tarefas individuais a serem executadas.

Opção Descrição
Apagar Apaga as informações de registros previamente coletadas.
informações de
diagnóstico
Apagar o cache de Exclui os dados temporários de uma atualização online, que foi salva localmente
atualização no PC. Para ser utilizado em caso de uma atualização sem sucesso (por exemplo,
falha de conexão) para que um novo procedimento de atualização possa ser
iniciado.
Redefinir as Selecionar esta opção redefine todas as configurações do usuário em caso de
configurações do erro. Para ser usado em caso de erro (redefine caminhos,
usuário posicionamentos/larguras das colunas e posições da janela, por exemplo, fora
do monitor principal). Quaisquer projetos não são afetados por esta
configuração.
Apagar o Exclui todos os dados locais de produto KNX na memória do produto.
repositório de
produtos
Apagar itens de Exclui todo o histórico de todos os campos de pesquisa.
busca

[Link] Melhorias de software


Opção Descrição
Permite a coleta Esta configuração permite que a KNX colete informações anônimas sobre o
anônima e o envio de uso do software para melhorar a qualidade do software. É ativado por
dados de uso do ETS padrão, no entanto, ele pode ser desativado ao desmarcar esta opção. Ao
para a Associação KNX alterar a configuração, é solicitado ao usuário reiniciar o ETS para que a
modificação tenha efeito. Mais informações sobre os dados que são
coletados, podem ser encontradas em Dados de telemetria (Consulte a
central de ajuda KNX).

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3 Visualizações do desenvolvimento do projeto


3.1 Painéis
3.1.1 Visão geral dos painéis

O ETS pode ser executado em várias instâncias. O trabalho atual em um projeto com o ETS, é
principalmente realizado em painéis. Os seguintes painéis estão disponíveis no ETS6:

• Painel de construções (Veja o parágrafo 3.1.2)


• Painel de endereço de grupo (Veja o parágrafo 3.1.3)
• Painel de topologia (Veja o parágrafo 3.1.4)
• Painel raiz do projeto (Veja o parágrafo 3.1.5)
• Painel de dispositivos (Veja o parágrafo 3.1.6)
• Painel do catálogo* (Veja o parágrafo 3.1.7)
• Painel de relatórios (Veja o parágrafo 3.1.8)
• Painel de diagnósticos*

* Esses painéis aparecem por padrão também na Barra de ferramentas (Veja o parágrafo 3.2.4).

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3.1.2 Painel de construções

Este painel é usado para criar estruturas de construções com os seguintes elementos:

• Construções
• Funções (no local de operação correspondente no edifício - estrutura)
• Operação

As estruturas flexíveis de construção e manuseio, ajudam na organização e gerenciamento dos


dispositivos de projetos ETS, e fluxo de trabalho de instalação. O painel 'Construções', apresenta o
projeto ETS, na perspectiva da instalação.

Após a criação da estrutura de construções, que representa a estrutura da construção física, este
painel permite que você coloque os dispositivos nos elementos individuais na estrutura de
construção. A tabela a seguir, fornece uma visão geral dos elementos de construções de edifícios
disponíveis, juntamente com seu uso.

Ícone Nome Pode conter: Comentário


Construções Partes do edifício, quartos, Elemento de nível raiz (térreo)
pavimentos, corredores, escadas,
funções
Partes da Partes do edifício, quartos, Elemento de primeiro nível
Construção pavimentos, corredores, escadas,
funções
Pavimentos Quartos, corredores, função Elemento de segundo nível
Corredores Armários, dispositivos, funções Elemento de segundo nível
Escadaria Armários, dispositivos, funções Elemento de segundo nível
Sala Armários, dispositivos, funções Elemento de segundo nível
Armário Dispositivos, função Elemento de segundo nível
'Trade' Sub-Operação Elemento de nível raiz

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Operação Sub-operações, dispositivos Elemento de primeiro nível


Sub-operações Sub-operações, dispositivos Elemento de segundo nível (vários níveis
podem ser criados)
Função Sub-funções, endereços de grupo Agrupar endereço diretamente em sua
localização de operação, na estrutura da
construção

Para adicionar elementos, consulte: Adicionar / Editar elementos (Consulte a central de ajuda KNX).

Atribuir um dispositivo a uma (sub-) operação é opcional, e se destina apenas para fins de
ordenação. Ele não substitui a atribuição de um dispositivo na estrutura de construção do
ETS.

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3.1.3 Painel de endereço de grupo

Este painel é usado para gerar e definir os endereços de grupo.

Este painel é necessário junto com o painel 'Construções' para vincular os endereços de grupo aos
objetos de grupo, correspondentes. Os endereços de grupo neste painel são apresentados de acordo
com as configurações do endereço de grupo nos detalhes do projeto.

A representação dos endereços de grupo em níveis diferentes não tem nenhum efeito funcional.
Apenas realça o entendimento. Esta documentação utiliza a estrutura de 3 níveis. Se selecionar um
subgrupo, os objetos de comunicação que foram atribuídos ao endereço de grupo aparecem no lado
direito na vista de lista.

O elemento de nível mais baixo em uma "cadeia de endereços de grupo" é sempre um (sub-)
endereço de grupo; você só pode vincular objetos de grupo com um endereço de grupo.

A alteração de um grupo principal ou central, em uma instalação já comissionada, também altera


todos os endereços de grupos subordinados ao mesmo tempo. Consequentemente, os dispositivos
afectados têm de ser baixados novamente.

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3.1.4 Painel de topologia

Este painel é usado para definir a estrutura real do barramento e a atribuição de endereços
individuais aos dispositivos.

Esta visualização pode ser usada simultaneamente com outras visualizações e mostra o projeto KNX
no que diz respeito à estrutura do barramento. A visualização mostra os dispositivos enquanto são
atribuídos às diferentes linhas. Linha em par entrançado (TP), Powerline (PL110), RF e IP, são
representadas com símbolos diferentes.

A exibição em árvore (lado esquerdo), mostra a topologia de barramento existente do projeto KNX,
enquanto o lado direito, exibe uma lista dos elementos marcados na janela à esquerda.

A estrutura da topologia normalmente é gerada automaticamente quando os endereços individuais


são atribuídos em outro lugar. Todos os elementos de ordem superior, como áreas e linhas
principais, são inseridos de acordo com os endereços atribuídos.

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3.1.5 Painel raiz do projeto

Este painel ETS oferece um resumo de todos os projetos visualizados em uma única exibição
compacta em árvore. O conteúdo exibido é idêntico ao que é exibido nos painéis individuais do ETS.

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3.1.6 Painel de dispositivos

Neste painel do ETS, todos os dispositivos são exibidos em uma lista, sem qualquer
categorização.

Em particular, dispositivos que não são atribuídos a nenhuma linha de topologia e, portanto, não tem
nenhum endereço individual atribuído (-.-.-), podem ser encontrados usando este painel. Estes
dispositivos são designados como dispositivos não atribuídos. Há também uma pasta dinâmica na
qual eles são exibidos.

• Se você adicionar um novo dispositivo neste painel, o dispositivo será automaticamente


atribuído a um elemento de construção e/ou a uma linha de barramento. A atribuição depende
das configurações para a linha atual.
• Em projetos de grande porte, a lista de dispositivos pode crescer consideravelmente. Neste
caso, pode ser útil aplicar uma função de filtro. Neste painel, você pode criar uma lista de todos
os dispositivos do mesmo tipo, sem levar em conta sua posição na construção ou sua atribuição
na linha, como nos painéis de Topologia (por exemplo, uma lista de todos as botoeiras, uma
lista de todos os dispositivos no térreo, etc.).

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3.1.7 Painel de catálogos

Esta janela irá ajudá-lo na busca de produtos KNX, bem como para selecionar / inserir os
dispositivos KNX no seu projeto ETS.

Assim, consiste nas seguintes áreas:

1. Visualização em árvore (Veja o parágrafo [Link])


2. Visualização em lista (Veja o parágrafo 3.2.6)
3. Detalhes
4. Barra de ferramentas superior
5. Barra de ferramentas inferior

[Link] Painel de catálogos visualizados em árvore (1)

[Link].1 Favoritos

A seção dos favoritos oferece três funções exclusivas.

[Link].2 Modelos do dispositivo

Permite o uso de dispositivos que já estejam pré-configurados em um projeto. Para mais


informações, consulte o aplicativo de modelos do dispositivo (Consulte a central de ajuda KNX).

O ícone de bloqueio aparecerá caso não esteja disponível.

[Link].3 Usado anteriormente

Lista de acesso fácil, contendo os produtos KNX que já foram utilizados anteriormente em um
projeto. Estas podem ser reutilizadas em novos projetos, ou no projeto que está atualmente aberto.
Isso acelera o desenho de projetos semelhantes.

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• As entradas de produtos são específicas do usuário.


• Todos os produtos, têm a configuração de parâmetros padrão, assim como fornecido pelo
fabricante.
• O número máximo de entradas que podem ser mostradas são 30. Se acrescentarmos mais, os
mais antigos serão eliminados.

[Link].4 Importado anteriormente

Esta lista contém entradas de produtos que foram adicionadas no catálogo, por meio do assistente
de importaçã[Link] os produtos adicionados durante um processo de importação, têm a mesma
data e hora. Esta lista, mostra os dispositivos com até dez registros diferentes de data e hora.
Quando o número atinge seu limite, as entradas mais antigas são removidas da lista. A reimportação
de produtos, causa a sua atualização de data e hora.

[Link].5 Fabricantes

A exibição em árvore ajuda a acessar todos os dispositivos de forma mais precisa, nas entradas do
catálogo e nas categorias específicas do fabricante, dados armazenados na loja do produto.

[Link].6 Exibição de catálogo na janela do projeto

Todos os produtos importados por meio de uma importação de projeto, também são mostrados
aqui. No próprio projeto, a atribuição definitiva dessas entradas do catálogo (que foram trazidas) do
projeto, podem ser vista com muito mais clareza e são mais bem delineadas.

• Se uma entrada de catálogo estiver esmaecida (acinzentada), ela não pode ser importada para
esta versão do ETS (por exemplo, no ETS5, devido ao requerimento de pelo menos o ETS6). Isto
também é exibido quando o mouse é movido sobre a entrada de catálogo.
• Se a lista for muito longa, use a Pesquisa, Encontrar & Função de Filtro (Veja o
parágrafo 3.2.10).

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3.1.8 Painel de relatórios

O botão 'Relatórios', permite gerar relatórios para vários itens.

Os itens para os quais um relatório pode ser gerado são os indicados na tabela abaixo:

Ícone Nome Descrição


Funções de Lista todas as funções de construção que foram criadas no projeto.
Construção
Construções Lista todos as construções, bem como os seus dispositivos contidos, que
foram criados no projeto.
Grupo de Lista todos os endereços de grupo que foram criados no projeto.
endereços
Certificados do • Serve como comprovante de entrega ao cliente, como parte da
Projeto instalação / entrega do hardware. A informação existe em texto
simples, e tem de ser preservada (isto é explicitamente mencionado no
próprio relatório).
• Imprimir os certificados do projeto, usados no projeto, atribuídos a um
dispositivo (dispositivos classificados por endereço; dispositivos sem
endereço são colocados no início da lista).
– Certificado (como cadeia de caracteres e código QR).
– Endereço
– Nome
– Número de série
– Chave Inicial do Dispositivo (FDSK).
• Se não houver qualquer certificado disponível, haverá também uma
observação no relatório.
Segurança do • Pode ser utilizado como o último backup, se o projeto não estiver mais
Projeto disponível. A informação existe em texto simples, e tem de ser
preservada (isto é explicitamente mencionado no próprio relatório).
– Chave de Backbone (se disponível).
• Para cada dispositivo seguro KNX (classificado por endereço), nome,
chave do dispositivo, código de autenticação (se disponível).
• Além disso, para as interface KNX seguras.
– para cada endereço de interface, nome, senha (se definido).
– para cada endereço de grupo seguro, nome, chave.
• Todas as chaves de 16 bytes serão formatadas como string hexadecimal
de 32 caracteres.
• Se não houver dispositivos/objetos KNX seguros, ou um backbone
seguro, também haverá uma observação no relatório.
Estado do Lista todos os dispositivos dentro da topologia e do seu estado de
projeto programação.
Dispositivo • Esta função só pode ser executada quando um único dispositivo é
único selecionado (por exemplo, em outro painel). O painel de Relatórios
deve estar aberto antes do dispositivo ser selecionado pela primeira
vez.
• Apenas os parâmetros ativos (visíveis) e objetos de grupo (o número de
links é irrelevante), serão impressos, independente se os objetos de
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grupo invisíveis estão ligados a endereços de grupo.


Topologia Apenas os parâmetros ativos (visíveis) e objetos de grupo (o número de links
é irrelevante), serão impressos, independente se os objetos de grupo
invisíveis estão ligados a endereços de grupo.
Trocas Lista todas as negociações, bem como seus dispositivos contidos, que foram
criados no projeto.
Lista de Lista todos os dispositivos que foram adicionados ao projeto, agrupados por
componentes fabricante.
Histórico do Lista todas as entradas do histórico do projeto, incluindo as do Aplicativo de
Projeto Rastreamento do Projeto.
Estatísticas do Estatísticas a respeito do conteúdo do projeto (por exemplo, dispositivos,
Projeto endereços de grupo, construções, funções, etc.)

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3.2 Barras e Visualizações


3.2.1 Barras & Visão geral

Quando um projeto é aberto, a visualização do desenvolvimento do projeto é colocado em destaque.


São os elementos desta visão:

1. Barra de menu (Veja o parágrafo 3.2.2)


2. Barra de título (Veja o parágrafo 3.2.3)
3. Barra de ferramentas (Veja o parágrafo 3.2.4)
4. Barra de contexto
5. Visualização em árvore (Veja o parágrafo 3.2.5)
6. Visualização em lista (Veja o parágrafo 3.2.6)
7. Barra lateral (Veja o parágrafo 3.2.9)
8. Barra de status (Veja o parágrafo 3.2.7)
9. Aba do projeto

Se vários projetos forem abertos de uma só vez, aparecerá uma aba adicional do projeto, para cada
projeto. Pode haver vários estilos de apresentação para um mesmo projeto. Os estilos podem ser
alterados, usando as abas.

Guias do projeto podem ser reordenadas; para fazer isso, arraste uma aba para a posição desejada e
solte-a quando for mostrado o destaque em verde escuro.

Maximizar um painel, cria uma nova guia de projeto. Arrastar uma aba de projeto para fora da lista
de abas, cria uma nova instância de ETS com o painel aberto anteriormente.

Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.

Arrastar uma aba do projeto e soltá-la em outra aba (há um frame azul em torno da guia do projeto
alvo), cria um novo painel dentro da guia do projeto alvo.

Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.

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3.2.2 Barra de menu

A barra de menu (1), fornece acesso a todos os recursos do ETS.

Informações mais detalhadas podem ser encontradas na Barra de Menu (Detalhado) (Consulte a
central de ajuda KNX).

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3.2.3 Barra de título

A barra de título (2) indica o conteúdo de um painel.

Ao clicar na designação de painel à esquerda na barra de menu, esta ação abre um menu suspenso,
no qual você pode alterar o conteúdo deste painel a qualquer momento, sem ter que fechar o painel
e abrir outra (as exceções são os aplicativos ETS que foram explicitamente criados para se comportar
desta maneira).

• Use o símbolo ^ na borda direita da barra de menu para fazer com que a barra de ferramentas
seja oculta ou mostrada; esta configuração permanece inalterada.
• O símbolo cria uma nova aba para fora do painel que está atualmente ativo dentro da área
de trabalho (o símbolo só é ativado quando há pelo menos um painel adicional, no painel de
trabalho).
Como o conteúdo de cada painel pode ser definido individualmente, esse recurso pode ser
usado para exibir dois ou mais painéis do mesmo tipo. Pode ser útil, por exemplo, para
comparar as configurações de parâmetros entre dois dispositivos.

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3.2.4 Barra de ferramentas

O ETS fornece dois tipos de barras de ferramentas: A barra de ferramentas principal (1), que pode ser
usada em quase qualquer lugar, bem como a barra de ferramentas de contexto (2), que é mostrada
apenas em alguns painéis.

[Link] Barra principal

A barra de ferramentas principal contém por padrão as seguintes funções:

Função Descrição
Fechar Projeto Fecha o projeto atualmente aberto
Desfazer/Refazer Desfazer e refazer ações. A configuração do número máximo de ações de
'desfazer', pode ser definido nas 'Configurações'. Se este número for alcançado e
houver mais entradas, a entrada mais antiga será substituída. Esta função é uma
função local. As etapas de trabalho armazenadas só podem ser desfeitas
enquanto um projeto na sessão do ETS estiver aberto. Logo que seja encerrada,
todas as modificações serão consolidadas.
Relatórios Abre o Painel de Relatórios
Ambiente de Permite abrir um novo painel e reorganizar os painéis abertos
trabalho
Catálogo Abre o Painel de Catálogos
Diagnósticos Abre o painel de diagnóstico
Gerenciador de Abre o Gerente de Conexão (seleção padrão 'automática')
conexão
Detalhes do Abre os Detalhes do Projeto do projeto atualmente aberto
projeto
Definições Abre as Configurações do ETS
Ajuda Abre o centro de ajuda on-line

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Além disso, também é possível alterar a aparência da barra principal de ferramentas. Para fazer isso,
clique com o botão direito nele. Você pode escolher entre:

• Ícones e texto
• Apenas Ícones
• Personalizar a barra de ferramentas

[Link].1 Personalizar a barra de ferramentas

Use esta caixa de diálogo para a configuração personalizada da barra de ferramentas. Aqui você irá
encontrar os ícones disponíveis para o acesso rápido.

• Para adicionar, simplesmente arraste e solte os ícones desta janela de diálogo na barra de
ferramentas.
• Para remover ícones da barra de ferramentas, arraste os ícones para fora da barra de
ferramentas.
Visualização Escolha entre 'ícones e texto', ou somente ícones.
Restaurar padrão Redefine a barra de ferramentas para a configuração padrão original.
Feito Aceita todas as alterações.

[Link] Barra de contexto

As características mostradas (que não podem ser alteradas), são diferentes, dependendo do item
atualmente selecionado.

[Link].1 Funções (Functions)


Adicionar um ou mais elementos
Excluir um ou mais elementos
Quando o botão Download é clicado, o ETS seleciona a melhor opção de
Transferência download para este dispositivo, com base nos 'flags' do dispositivo. Clicar no
botão de seta, permite uma seleção entre as possíveis Variantes de Download
Se suportado pelo dispositivo (ou pela entrada do banco de dados do produto),
Ajuda de
exibe uma ajuda (do dispositivo), em sua própria janela de ajuda.
Contexto
Lista as opções de Informações do Dispositivo
informações do
dispositivo
Destaca as alterações de parâmetro. Para obter mais informações, consulte
destacar as Dispositivos & Parâmetros (Consulte a central de ajuda KNX)
alterações
Parâmetros padrão Define as alterações dos parâmetros de retorno para seus valores padrão. Para
obter mais informações, consulte Dispositivos & Parâmetros (Consulte a central
de ajuda KNX)
Redefine um dispositivo.
Redefinir
Quando clicado, as variantes de Descarregar são listadas.
Desprogramar
Imprime o conteúdo da janela (exibição de lista).

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• A opção de pesquisa e um símbolo para ativar a função de pesquisa, podem ser encontrados no
lado direito das barras de ferramentas de contexto nas visualizações de lista.
Os ícones nas barras de ferramentas não fazem parte da área de trabalho; eles são válidos
em qualquer lugar no ETS (consulte os dados específicos do usuário).

[Link] Observações
• As funções dos ícones estão bloqueadas enquanto a janela de diálogo for exibida.
• O cursor do mouse mostra um retângulo tracejado, quando posicionado sobre um local em que
um ícone pode ser colocado. Os ícones só podem ser colocados nessas posições.
Os aplicativos ETS também podem fornecer ícones para uso, e podem ser usados da
mesma forma que os ícones padrão do ETS.

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3.2.5 Visualização em árvore

O projeto é exibido em painéis de trabalho (construções, topologia, etc.), usando uma visão de
árvore na parte esquerda da janela.

[Link] Funções (Functions)


• Você pode expandir ou recolher a visualização em Árvore (inteira), clique duas vezes no divisor
de quadro direito, para expandir a visualização em Árvore, também é possível clicar na barra
recolhida.
• Você pode expandir ou recolher qualquer um das derivações da árvore, em qualquer nível,
clicando nas pequenas setas do lado esquerdo do cabeçalho das derivações.
• Se nenhuma seta for exibida, a derivação será completamente expandida e não haverá outros
elementos localizados abaixo dela.
• Os detalhes dos elementos identificados na exibição em árvore, são mostrados na visualização
em Lista (metade da janela). Se vários elementos são marcados, todos os elementos
subordinados serão exibidos na visualização da Lista, separados por um cabeçalho. Esses
cabeçalhos mostram as informações de contexto para seus itens de lista correspondentes. Eles
também permitem que os itens subordinados sejam expandidos ou recolhidos.

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3.2.6 Visualização em lista

Os painéis de trabalho (construções, topologia, etc.) têm a visão de lista no lado direito.

[Link] Abas
• Um modo de visualização tem vários níveis (ou guias), que podem ser selecionados na parte
inferior.
• Dependendo da seleção feita na visualização em árvore, os nomes dos sub-elementos, ou dos
elementos atribuídos, serão exibidos na visualização de Lista (por exemplo, Partes da
Construção, ... / Áreas, Linhas, ... / Grupos principais ...). Uma exibição de lista também pode ser
personalizada, por exemplo, a ordem das colunas.

O primeiro nível de abas sempre tem seu nome 'relacionado ao conteúdo' (por exemplo, objetos de
grupo, quando um dispositivo é selecionado na exibição de árvore). É possível alternar entre funções

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usando as abas adicionais 2...n (veja a imagem acima). Por exemplo, é necessário definir os
parâmetros do dispositivo na guia 'Parâmetros'.

Seleção de exibição em árvore Visualização em lista


• Ambiente na visualização 'Construções' • Lista todos os dispositivos neste ambiente
• Área em Topologia • Lista todas as linhas nessa área
• Dispositivo na topologia • Objetos do grupo de dispositivo

[Link] Funções (Functions)


• Você pode editar elementos individuais (que sejam editáveis), diretamente na visualização da
lista, pressionando F2 (para um texto editável, por exemplo, a descrição do objeto de grupo na
topologia), ou clicando diretamente no campo editável com o mouse. Um campo de selecione-
escolha, com valores disponíveis será aberto, por exemplo, a prioridade do objeto de grupo na
topologia.
• Você pode navegar por meio dos elementos ou níveis convenientemente clicando duas vezes
nos ícones (e somente neles). Geralmente os ícones estão localizados na primeira coluna.
Exemplo para o elemento 'Topologia':
Área Linha Segmento Dispositivo Objeto de Grupo Endereço de Grupo

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3.2.7 Barra de status

A informação mostrada abaixo é exibida na Barra de Status (8). Clique com o botão direito do mouse
para selecionar quais informações você gostaria de ver na barra de status.

Linha Atual Este campo indica qual linha está definida como a 'linha atual', veja 'Linha
Atual' para mais detalhes.
Seleção de Árvore Este campo mostra o item atualmente selecionado ou o número de itens
selecionados (se mais de um estiver selecionado) na visualização em Árvore
ativa.
Seleção Atual (visão Este campo mostra o item atualmente selecionado ou o número de itens
detalhada) selecionados (se mais de um for selecionado) na visualização ativa da lista.
Ambiente de Nome do espaço de trabalho ativo.
trabalho ativo
CAPS Lock Mostra se o bloqueio CAPS está ativo.

Mais informações detalhadas podem ser encontradas na Barra de status (detalhado) (Consulte a
central de ajuda KNX).

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3.2.8 Colunas de Janela

As colunas podem ser configuradas na visualização de Lista dos painéis, bem como no painel ETS em
Projetos ou Catálogos.

[Link] Funções de coluna


Nome da função Descrição
Mover Você pode mover uma coluna para outro local, segurando o botão esquerdo do
mouse e arrastando-o da posição inicial para a posição alvo, e então soltá-lo.
Ativar/Desativar Clique com o botão direito em uma coluna, aparecerá uma caixa de diálogo de
seleção. Lá, você poderá habilitar ou desabilitar a coluna desejada.
Ordenar Classifique a lista de acordo com qualquer uma das colunas exibidas, clicando com
o botão esquerdo do mouse no cabeçalho da coluna desejada, na visualização em
Lista. Uma seta pequena no cabeçalho indica a coluna de ordenação. Clicar
novamente na coluna, alternará entre a ordem crescente e decrescente.
Filtro & Busca Você pode reduzir o número de entradas (Visualização de Lista), usando a função
de filtro ou a função de pesquisa.
Largura da Você pode redefinir a coluna selecionada para a largura padrão, clicando no
coluna delimitador de coluna (entre as colunas individuais). A ativação do espaço de
trabalho padrão, redefine todas as colunas, em todas as janelas para a largura
padrão.

[Link] Colunas Importantes


Nome da
coluna Descrição da coluna
Consumo de Consumo de energia para o dispositivo, especificado pelo fabricante; usado na Linha
Energia (guia de Informações, para calcular o consumo total de energia.
Segurança Este dispositivo suporta o KNX Seguro; Para obter mais informações, consulte
Dispositivos & Segurança (Consulte a central de ajuda KNX).
Canais Dispositivos com canais, mostram aqui, as informações do canal correspondente
(rótulo/etiqueta). Útil no painel de endereços de grupo, com a finalidade de ver os
canais de um dispositivo, vinculado a um endereço de grupo específico.

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3.2.9 Barra lateral - Visão geral

A barra lateral, agrupa as funções e informações frequentemente necessárias durante a concepção e


comissionamento de projetos.

• A barra lateral é sempre exibida na borda direita da tela. Não é possível reorientá-la para o lado
esquerdo.
• Use o símbolo > na borda superior para minimizar a barra lateral (somente os ícones são
mostrados) e use < para maximizá-lo.
• Você pode selecionar os contêineres a serem exibidos, usando os ícones na barra de título. Os
contêineres indesejados podem simplesmente ser fechados, usando o símbolo >> (no canto
superior direito).
• A barra lateral pode ser ocultada ou encaixada, e a configuração pode ser feita através do menu
'Área de Trabalho' > 'Barra Lateral'.
Por favor, tenha em mente que os contêineres invisíveis não são automaticamente
reativados pelo ETS (para evitar a abertura indesejada de janelas).

A barra lateral propriamente dita acomoda os seguintes contêineres (visões):

• Contêiner de propriedades
• Localizar e substituir.
• Espaços de trabalho.
• Itens à fazer.
• Operações pendentes em execução.
• Desfazer histórico.
Entrada de teclado feita no contexto da barra lateral é atualizada na exibição 'Visualização
em Lista' ou 'Exibição em Árvore', somente quando você deixa o respectivo campo de
entrada (por exemplo, por meio de um clique do mouse em outro campo). A tecla ENTER
não tem efeito aqui.

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3.2.10 Opções de busca e filtro

A função de pesquisa está localizada no canto superior direito de qualquer painel.

A função de pesquisa (ou seja, filtro), torna-se ativa na exibição de lista a partir do momento em que
o primeiro caractere é inserido, ou seja, apenas as linhas da exibição de lista que atendem ao item de
pesquisa atualmente ativo são visíveis (= não são filtradas).

• Haverá até 15 itens de pesquisa salvos (1).


• Os itens de busca estão classificados em cronologia, ou seja, os mais recentes no topo.
• Um item de pesquisa é adicionado (o foco está definido no campo de pesquisa), após clicar em
Enter.

O filtro é desativado quando todos os campos de pesquisa estão vazios ou quando o símbolo 'fechar'
(2), no campo de pesquisa, for clicado. Quando uma pesquisa específica (item) está ativa, a cor de
fundo do campo de pesquisa altera a luz amarela e o ícone (3) é mostrado nesta primeira coluna
da exibição da lista. Além disso, os resultados da filtragem são destacados como amarelo.

Se uma busca é aplicada em uma coluna específica, então esta coluna é destacada na cor amarelo
claro. No caso de pesquisa regular (não específica de coluna), todas as colunas da exibição de lista
são destacadas na cor amarelo claro.

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[Link] Pesquisa específica de coluna

[Link] Pesquisa regular

Qualquer busca em colunas não existentes será ignorada.

3.2.11 Aplicação

A função 'Substituir' do ETS é baseada na função 'Pesquisar' do ETS, e opera apenas nos itens
realmente selecionados, ou seja, para ser substituído, o item precisa atender aos critérios de
pesquisa e deve ser selecionado.

[Link] Critério de pesquisa


• Não diferencia maiúsculas de minúsculas: 'e' encontra Endereço.
• Correspondência parcial: 'int' encontra Interruptor.

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• Frases versus caracteres únicos: l e encontra rele, e endereço, le no entanto, encontra somente
rele.
• Strings entre aspas: "saida 1" não encontra saida, e não encontra 1, no entanto, por exemplo,
encontra a saida 11.

Você pode excluir todos os itens de pesquisa, marcando a caixa 'Limpar Entradas de Pesquisa', nas
Configurações→ Solução de problemas.

[Link] Pesquisa por coluna

Também é possível pesquisar explicitamente dentro de colunas. Os critérios de pesquisa precisam ser
combinados com uma indicação de coluna. A busca de várias colunas também é suportada.

A indicação de coluna:

• Segue as mesmas regras que os critérios de pesquisa reais: não diferencia maiúsculas de
minúsculas, correspondência parcial.
• Também pode ser feito com o índice da coluna: coluna mais à esquerda = 1.

[Link].1 Coluna simples

Exemplo 1: termo de pesquisa: Ambiente: Jantar

Resultado: mostra todos os itens que pertencem a uma ambiente, onde se utiliza o termo 'Jantar'.

Exemplo 2: termo de pesquisa 'Segurança: x' no painel de catálogos

Resultado: mostra todos os dispositivos com capacidade de segurança.

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[Link].2 Várias colunas e nome de coluna #1

Exemplo: termo de pesquisa: Ambiente: Jantar Co

Resultado: mostra todos os itens que pertencem à coluna Ambiente onde há o termo 'Jantar' bem
como 'Co' são usados (em qualquer coluna, incluindo a coluna Ambiente).

[Link].3 Múltiplas colunas e nome da coluna #2

Exemplo: termo de pesquisa: Ambiente: Jantar Aplicação: Co.

Resultado: mostra todos os itens que pertencem à coluna Ambiente, onde o termo 'Jantar' é usado e
todos os itens que pertencem à coluna Programa de Aplicação , o qual o termo 'Coé usado.

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[Link].4 Múltiplas colunas + índice das colunas

Exemplo: termo de pesquisa: 1:.0. Jantar

Resultado: mostra todos os itens que pertencem à primeira coluna (por exemplo endereço) e contém
'.0.' (ou seja, eles pertencem à linha x.0), e que contém a palavra 'Jantar' em qualquer uma das
colunas.

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4 Desenvolver projeto
4.1 Criação do projeto
4.1.1 Criando um novo projeto

Um novo projeto pode ser criado das seguintes maneiras:

1. Painel de controle
2. Lista de projetos locais
3. Menu de contexto da barra de tarefas
4. Assistente de criação de projeto

[Link] Painel de controle

No painel por meio do botão 'Novo projeto' sob a guia Visão geral.

[Link] Lista de projetos locais

Abra a lista de Projetos Locais (Veja o parágrafo 2.1.2) e clique no botão 'Novo Projeto na barra
lateral.

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[Link] Menu de contexto da barra de tarefas

Clique com o botão direito do mouse no ícone do ETS6, na barra de tarefas, e clique em 'Novo
Projeto' no menu de contexto.

O diálogo novo projeto será exibido na tela.

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As seguintes opções são fornecidas para configurar os ajustes básicos do projeto.

Valor
Opção Descrição padrão
Nome Nome do projeto para identificar o projeto. Se um projeto com o mesmo Novo
nome já existe, então um número consecutivo entre parênteses será projeto
adicionado ao nome, por exemplo, '(1)'.
Backbone O meio físico da linha de backbone, pode ser escolhido entre TP e IP. IP
Criar Linha 1.1 Se selecionado: A área 1, linha principal 1.0 (implícita) e linha 1.1, serão Criar
criados imediatamente na topologia, usando o meio físico especificado no Linha 1.1
menu suspenso abaixo.

Se não for selecionado: O projeto tem apenas uma linha de backbone,


criada na topologia, usando o meio físico especificado no menu suspenso
acima.

Meio O meio físico da Linha 1.1 pode ser selecionado como: TP, IP, PL e RF. TP
Estilo do Define o estilo do endereço de grupo usado no projeto. Para obter mais Três
Endereço de informações, consulte Endereço de grupo & Estilo (Consulte a central de níveis
Grupo ajuda KNX).

Finalmente, por meio do botão 'Criar projeto' o novo projeto será criado e aberto imediatamente a
seguir.

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4.1.2 Assistente de criação de projeto

O assistente do projeto, o guia passo a passo, por meio do processo de criação do projeto, pois usa
modelos pré-configurados de projeto, ou aqueles que você mesmo criou. Um template é semelhante
a uma 'configuração' e inclui elementos para toda a estrutura da construção, como o número e os
nomes dos andares e quartos, bem como suas descrições. Além disso, endereços de grupo
predefinidos são criados, os quais são usados posteriormente para vincular a objetos de grupo.

Existem três passos no Assistente do Projeto que podem ser iniciados, pressionando o botão 'Iniciar
Assistente do Projeto':

[Link] Etapa 1: Propriedades do Projeto

Isto é comum para todos os três tipos de modelos.

[Link].1 Geral

Insira o nome do projeto e, opcionalmente, um comentário.

[Link].2 Propriedades

Especifique a topologia e o tipo de meio físico (o meio físico TP será selecionado por padrão).

[Link].3 Pasta do modelo

A. Novo Projeto (sem template)


Crie um novo projeto do zero. Você pode salvá-lo e reutilizá-lo mais tarde no Ponto C. Apenas o
nome da construção é predefinido. Cada passo do assistente permite que você adicione os itens
necessários para seu projeto.

B. Modelos padrão

Você pode escolher entre três modelos pré-configurados, que contêm diferentes elementos e
funções predefinidas, além de tipos de funções:

• Casa de uma família: 3 andares, cada um com 8, 5, 3 ambientes


• Escritório: 2 andares, cada um com 10 ou 1 ambiente(s)
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• Apartamento: 1 piso com 7 ambientes

C. Modelos definidos por usuário


Modelos de projeto criados e salvos anteriormente pelo usuário, podem ser reutilizados aqui.

[Link] Etapa 2: Funções

A estrutura de construção da sua instalação KNX será configurada nesta etapa. Dependendo do
modelo escolhido na etapa 1, diferentes funções estarão disponíveis. Se escolheu o modelo A, você
mesmo deve digitar todas as definições aqui. Se você selecionou a opção B ou C, então:

• O nome da construção será predefinido, mas pode ser editado mais tarde
• e peças e funções de construção predefinidas são criadas, as quais podem ser renomeadas,
expandidas ou excluídas pelo usuário, mais tarde. Os endereços do grupo correspondentes são
criados também (ainda não visíveis neste momento).

[Link] Etapa 3: Resumo

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[Link].1 Sumário da Estrutura de Edifício

Vista das configurações feitas nos passos anteriores.

[Link].2 Grupo de endereços

Duas opções podem ser definidas:

• Sempre criar endereços centrais de grupo: Cria endereços centrais de grupos


(independentemente de serem usados) se,
– a opção estiver selecionada
– pelo menos duas funções existem em um ambiente.
• Número de endereços de grupo entre as salas: Você pode deixar lacunas entre os endereços de
grupo para permitir a inserção futura de funções atualmente desconhecidas. Isso garante que
as novas funções não precisem usar um endereço de grupo em um intervalo completamente
diferente.

[Link].3 Modelo

Aqui, é possível salvar o projeto como um modelo, com um nome definido pelo usuário, para
reutilização posterior.

Quando o botão 'Terminar' é clicado, o assistente tenta criar o projeto e informa se a operação foi
bem sucedida ou não. O projeto, agora aparecerá com o nome escolhido, na lista local do projeto
(Veja o parágrafo 2.1.2).

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4.2 Abrindo projetos existentes


Um projeto existente pode ser aberto por meio do 'painel'. Na guia Visão geral, clique em um projeto
em: Projetos Locais.

Navegar por meio dos Projetos Locais (Veja o parágrafo 2.1.2), é possível quando o botão 'Projetos
Locais' é selecionado. Os projetos também podem ser abertos a partir daí.

Um projeto arquivado só pode ser aberto, depois de ter sido restaurado ou retirado do arquivo do
projeto anteriormente.

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4.3 Detalhes do projeto


4.3.1 Descrição geral do projeto

É possível ver ou definir as propriedades do projeto, passando o mouse sobre o projeto e clicando na
aba 'Detalhes'. Esta seção contém seis sessões com o objetivo de fazer todas as configurações
específicas do projeto.

1. Nome (para editá-lo, passe o mouse sobre o nome e clique no ícone de lápis)
2. Metadados (Veja o parágrafo 4.3.2)
3. Detalhes (Veja o parágrafo [Link])
4. Segurança (Consulte a central de ajuda KNX)
5. Anexos (Veja o parágrafo 4.3.4)
6. Histórico (Veja o parágrafo 4.3.5)

Nota:

A aba 'Detalhes' estará sempre visível, mas não editável para projetos fechados. Se um projeto foi
protegido por senha (por exemplo, projetos com dispositivos seguros KNX), então só é possível ver os
detalhes do projeto, uma vez que a senha seja inserida.

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4.3.2 Metadados

Na seção de metadados, a seguinte informação do projeto pode ser lida e/ou definida:

• Imagem
• Estado
• Estatísticas
• Marcadores
• Local:

Todas as informações de metadados são parte do projeto, e são incluídas quando um projeto é
exportado.

[Link] Imagem

Para definir a imagem do projeto, passe o mouse sobre a seção 'imagem do projeto', clique em
'Definir imagem do projeto' e selecione um arquivo de imagem.

Tipos de arquivo aceitos: JPG, JPEG, PNG, BMP e GIF. Para a escala ideal da imagem, o tamanho
máximo deve ser de 1200x750 (largura x altura), consequentemente a proporção da imagem será de
1.6.

Quando um projeto é exportado, apenas a imagem dimensionada é exportada juntamente com o


projeto.

[Link] Estado

Para classificar um projeto, seuStatus' pode ser definido clicando na respectiva área. Existem quatro
valores possíveis de status:

Valor de Descrição Como é definido?


status
Iniciar Quando um projeto é criado, seu status é definido Automaticamente na criação do
como 'Iniciar' projeto ou manualmente

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Editar Indica que um projeto está sendo editado Manualmente


Revisar Indica que um projeto está sendo revisto Manualmente
Entregue Indica que um projeto foi entregue. Se estiver Manualmente
definido, bloqueia os parâmetros ajustáveis para
modificação

[Link] Estatísticas

As informações aqui mostradas exibem:

• Quantidade total de dispositivos no projeto (independentemente da atribuição do endereço


individual);
• Quantidade total de linhas no projeto (backbone e linhas principais também são contabilizadas);
• Quantidade total de ambientes no projeto.

[Link] Marcadores

Para definir marcadores no projetos, clique no botão 'lápis'. Isto abrirá o gerenciador de marcadores.

Para atribuir qualquer marcador existente, clique na respectiva entrada da lista. Vários marcadores
podem ser atribuídos. Para editar um marcador existente, clique no botão 'lápis', ao lado do
marcador em específico, isto abrirá o editor.

Dentro do editor de marcadores, o nome e a cor do marcador podem ser definidos. Para criar um
novo, clique no botão 'Criar Novo Marcador'.

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[Link] Local:

A navegação estrutural no local, indica a localização do projeto. Clicando em qualquer um dos


elementos de navegação, redireciona para o local selecionado.

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4.3.3 Detalhes

[Link] Detalhes

Selecione a aba 'Detalhes' para acessar mais detalhes do projeto.

Campo Descrição
Nome Nome do projeto;
Tipo do Define o tipo de projeto, os quais podem ser:
projeto;
• Aeroporto
• Apartamento
• Projeto de cidade
• Educação
• Entretenimento
• Residencial
• Hospitalar
• Hotel
• Lazer
• Fabricante
• Edifício Comercial
• Outro
• Outro Comercial
• Outro Residencial
• Edifício Público
• Transporte
• Vila
Número do Definível livremente
Projeto
Número Definível livremente

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Contrato
Descrição O conteúdo livremente definido, pode ser formatado com negrito, itálico e sublinhado,
usando os botões correspondentes.
Senha do Configurar/redefine a senha do projeto
Projeto
Chave BCU • Se definido: todos os dispositivos do projeto que suportam este recurso serão
bloqueados, com a chave BCU do projeto, durante o download do dispositivo, os
dispositivos afetados só podem ser lidos / modificados, posteriormente por meio
da chave BCU.
• Cuidado: use este recurso com cuidado e, consequentemente:
– TODOS os dispositivos afetados devem ser devolvidos ao fabricante, se a
chave BCU for perdida ou esquecida
– É altamente recomendável atualizar TODOS os dispositivos sempre que a
chave BCU for alterada

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[Link] Senha

[Link].1 Definir uma senha do projeto

Isso abre uma caixa de diálogo, para adicionar uma senha ao projeto.

[Link].2 Alterar a senha do projeto

Digite a senha antiga uma vez, e a nova senha duas vezes. Em seguida, clique em OK para confirmar.
Obviamente, não há senha antiga na primeira vez, então não digite nada na primeira utilização.

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Cores mostram a segurança ou a força da senha (Fraco, Ok, Bom, Muito Bem); os critérios a seguir
são importantes para isso.

• Um requisito para um número mínimo de caracteres (por exemplo, oito ou mais)


• Uso de diferentes tipos de caracteres
– Letras minúsculas (a, b, c ...)
– Letras maiúsculas (A,B,C...)
– Números (0,1, 2, ...)
– Caracteres especiais (#, !, /, ...)
• A sequência de caracteres não deve ser um reconhecível.
– Sem caracteres sequenciais (não pode "ABCD1234")
– Sem pares repetidos de caracteres (não pode "AB12AB12")
– Não usar caracteres individuais com muita frequência

[Link].3 Desabilitar uma senha do projeto

Para desativar a proteção por senha, clique no botão Limpar Senha.

Desabilitar uma senha do projeto só é possível se não houver dispositivos no modo seguro, ou
certificados de dispositivo.

[Link].3.1 Procedimento
• Inserir a senha do projeto realiza:
– bloqueia o projeto; este projeto não pode ser aberto ou editado sem a entrada correta
da senha
– o projeto é criptografado durante sua exportação; os dados do projeto exportado não
podem ser acessados (por exemplo, com um programa ZIP)
• O desbloqueio só é possível quando a senha correta é inserida.

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• O projeto será bloqueado novamente quando o projeto for fechado (no máximo quando o ETS
for fechado).

Nota:

• Se nenhuma senha foi atribuída, o campo de texto permanece em branco. Se uma senha foi
atribuída, isto é indicado por "ll...ll" no campo de texto.
• A digitação diferencia entre letras maiúsculas de minúsculas.
• A senha pode ter no máximo 20 caracteres, e quaisquer caracteres ASCII podem ser usados.

Atenção:

Não há uma forma de recuperar os seus dados do projeto se a senha for perdida, nem mesmo via a
Associação KNX (não há nenhuma chave mestra oculta que torne isto possível). Se a senha for
perdida, tudo o que você pode fazer é excluir o projeto da lista de projetos (a senha não oferece
proteção contra exclusão; apenas protege os conteúdos).

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[Link] Chave BCU

Esta ação abre a caixa de diálogo para definir a chave de uma BCU. Para definir a chave de uma BCU,
o projeto ETS associado, deve ser aberto. Quando uma chave de uma BCU é definida, todos os
dispositivos KNX neste projeto que suportam este recurso serão bloqueados, isto, durante o processo
de download que use esta senha (única). Isso significa que esses dispositivos não podem ser lidos ou
alterados mais tarde, sem esta senha. Por favor, note que apenas o fabricante é capaz de redefinir a
chave de uma BCU de um dispositivo protegido por senha caso você tenha esquecido ou perdido a
chave BCU.

[Link].1 Alterar

Digite uma nova senha, e clique em OK, para confirmar.

[Link].2 Desativar

Para desativar a proteção por senha, digite a senha atual e clique em 'Limpar a chave BCU'.

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4.3.4 Anexos

Na maioria dos casos, arquivos extras (desenhos, PDFs, etc.), são necessários para a documentação
completa do projeto. O ETS oferece a possibilidade de armazenar os arquivos relacionados ao projeto
no ETS.

Quando um projeto é exportado, todos os arquivos associados a ele também são exportados no
mesmo arquivo de exportação. Se um projeto como este, for importado para o ETS de outro
computador, todos os arquivos do projeto serão restaurados localmente, após a importação.

• Cada arquivo de projeto anexado, aumenta o tamanho do arquivo final, de acordo com o
projeto. Por exemplo, anexar um arquivo PDF de 20 MB, fará com que o tamanho do arquivo do
projeto aumente em quase 20 MB. Com arquivos do projeto muito grandes, o tempo necessário
para a 'importação / exportação' ou 'copiar para / restaurar de', o arquivo será
consideravelmente aumentado, isto porque estes arquivos do projeto também devem ser
extraídos ou copiados.
• O arquivo do projeto quando compactado, significa que os arquivos do projeto podem ser
reduzidos, e terá menos efeito no tamanho final do arquivo do projeto.
• O tamanho máximo de todos os arquivos do projeto não pode exceder 200 MB.

• Para adicionar um anexo, clique na respectiva área 'Adicionar anexo'.


• Para excluir um anexo, passe o mouse sobre o respectivo bloco de arquivo e clique no botão
'Excluir'.
• Para excluir um anexo, passe o mouse sobre o respectivo bloco de arquivo e clique no botão
'Excluir'.
• Para editar a descrição de um anexo, passe o mouse sobre a descrição do respectivo arquivo, e
clique no botão editar com o lápis.

Para ações em massa (por exemplo, a exclusão em massa), verifique os blocos do arquivo e clique no
respectivo botão da barra lateral.

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4.3.5 Histórico

Todo o histórico do projeto é mostrado na história do projeto. São oferecidos dois tipos.

• Entradas criadas manualmente


• Entradas criadas automaticamente

[Link] Entradas manuais

Esta aba permite fazer entradas de personalizadas de registro, como notas sobre alterações feitas em
programas de aplicação, dispositivos que foram adicionados, mudanças de topologia, etc. O diário de
bordo pode ser especialmente útil quando várias pessoas estão trabalhando em um projeto. Por
exemplo, podem ser fornecidas aos colegas, informações importantes sobre o progresso de
concepção dos projetos.

As entradas do diário de bordo são subdivididas de acordo com: título, nome de usuário e descrição.
A descrição pode ser usada para armazenar informações detalhadas.

• Data (predefinida automaticamente, contudo pode ser ajustada seu horário, por exemplo, para
criar entradas em retrospectivo)
• Usuário (nome de usuário/'login')
• Título (não deve ter mais de 60 caracteres, para melhorar a legibilidade)
• Descrição (opcional, máx. de 64k caracteres)

Entradas manuais são gerenciadas e exibidas individualmente.

[Link] Entradas automatizadas

Além das entradas manuais do projeto, também existem as entradas criadas automaticamente pelo
ETS (histórico de alterações completas), isto, quando o aplicativo 'Project Tracing' estiver ativo - este
aplicativo é vendido separadamente pela Associação KNX. Estas entradas são resumidas e exibidas
por dia.

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4.4 Exportação do projeto


Um projeto pode ser exportado por meio de procedimento específico

• Painel de controle
• Lista de projetos locais

4.4.1 Painel de controle

No painel, por meio do botão 'Exportar', ao passar o mouse sobre um projeto.

4.4.2 Lista de projetos locais

[Link] Para exportar um único projeto

Abra a lista de Projetos Locais, e clique no botão 'Exportar', na barra lateral.

[Link] Para exportat múltiplos projetos

Abra a lista de Projetos Locais, passe o mouse sobre um projeto e o selecione em sua caixa de
seleção. Então, será possível selecionar vários projetos, marcando suas caixas de seleção e, em
seguida, clique no botão 'Exportar'. na barra lateral.

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4.4.3 Restrições & proteção de dados

O ETS6 exporta o projeto, apenas no formato de projeto do ETS6, ou seja, como arquivo knxproj (*)

As ligações que foram estabelecidas para uma linha são incluídas na exportação, uma vez
que são parte integrante do projeto.

Licença ETS foi verificada após a exportação do projeto:

• Licença de demonstraço: projetos com o máximo de 5 dispositivos podem ser exportados.


• Licenças Lite/Home/Professional: projetos de qualquer tamanho podem ser exportados

(*) O arquivo sempre pode ser importado no ETS com a mesma versão ou superior, nunca em uma
versão mais antiga.

Após a exportação do projeto, o ETS adiciona 2 assinaturas aos arquivos do projeto: uma assinatura
de 'integridade' e uma de 'fonte'.

1. Assinatura da Integridade: Assegura a validade dos dados e baseia-se em um código genérico.


2. Assinatura de origem: Liga o arquivo do projeto a uma licença de ETS e, assim, confirma que a
exportação foi feita com um ETS devidamente licenciado.

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4.5 Importação do projeto


Um projeto pode ser importado por meio de:

• Painel de controle
• Lista de projetos locais
• Menu de contexto da barra de tarefas

4.5.1 Painel de controle

No painel, por meio do botão 'Importar Projeto' na guia Visão geral.

4.5.2 Lista de projetos locais

Abra a lista de Projetos Locais (Veja o parágrafo 2.1.2) e clique no botão 'Importar Projeto', na barra
lateral.

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4.5.3 Menu de contexto da barra de tarefas

Clique com o botão direito no ícone do ETS6, na barra de tarefas e, em seguida, clique em 'Importar
Projeto', no menu de contexto.

4.5.4 Restrições

Os seguintes formatos de arquivo do projeto são suportados pelo ETS6. A correlação entre estes
formatos de arquivo e a versão ETS é a seguinte:

Formatos de arquivo de projeto suportados pelo ETS6 Versão do ETS


knxprojarchive Arquivado ETS5 projetos
knxproj ETS4 & ETS5 & ETS6
pr5 ETS3 v3.0f
pr4 ETS3 v3.0d-e
pr3 ETS3 v3.0a-c
pr2 ETS2 v1.2
pr1 ETS2 v1.1
prx ETS2 v1.0

Se os projetos a serem importados estão contidos em um banco de dados do ETS, use o Exportador
de Projeto do ETS (Consulte a central de ajuda KNX).

Após a importação de um projeto, quaisquer conexões que foram definidas para uma linha
serão usadas para o acesso ao barramento.

[Link] Em relação ao licenciamento & importação

O licenciamento do ETS não é verificado após a importação do projeto, ou seja, qualquer projeto
pode ser importado.

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4.6 Importar produto


4.6.1 Importar/Adicionar Produtos

[Link] Informações básicas

Os dados do produtos podem ser obtidos dentro do ETS, por meio do Catálogo Online (Consulte a
central de ajuda KNX) (em caso de uma conexão de Internet ativa), ou a partir da importação de
arquivos de bibliotecas dos fabricantes.

A diferença entre eles ocorrem a partir das seguintes extensões de arquivo:

• Arquivos com a extensão .knxprod são dados de produto no formato XML-Data, originados a
partir do ETS4, e até hoje.
• Dados do produto para versões mais antigas do ETS, possuem a extensão de arquivo .vd?. O
ponto de interrogação é para os números entre 1 – 5, ou para um x, dependendo de qual versão
do ETS os dados tinham sido destinados.

[Link] Como adicionar dispositivos?

Um dispositivo pode ser adicionado a um elemento de um projeto (por exemplo, um quadro de


automação ou um ambiente), a partir do menu de catálogo, usando a função Arrastar & Soltar (desde
que o destino suporte esta função).

Usando o Catálogo, você pode adicionar um ou mais dispositivos à topologia ou à construção e


'trades' simultaneamente. Para isso, aumente o valor do contador de "Itens". Além disso, pode
especificar a área no edifício a que os dispositivos devem ser adicionados, mesmo em diferentes
projetos (abertos).

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Se vários dispositivos selecionados forem inseridos ao mesmo tempo, estes devem ser inseridos
individualmente, um dispositivo de cada vez. Por sua vez, usar o o botão 'Desfazer', também elimina
um de cada vez.

Por padrão, o ETS atribui os dispositivos ao primeiro endereço individual disponível na linha; assim
sendo, a linha é 'preenchida' até que não haja mais endereços individuais disponíveis na linha.
Quaisquer outros dispositivos também são inseridos na linha, mas estão estacionados (X.Y.-).

[Link] Como importar?

Caso os produtos não estejam disponíveis no Catálogo Online, você poderá importá-los no seu ETS
(por meio de arquivo), e então adicioná-los ao seu projeto. Para fazer isso, abra o projeto e o painel
de Catálogos (detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX). Depois de clicar no botão 'Importar',
você obtém a seguinte caixa de seleção.

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Selecione o arquivo e clique em abrir, a fim de ter a lista de todos os produtos que estão contidos no
arquivo.

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Se não deseja importar todos os produtos deste arquivo, é possível selecionar 'Importar apenas os
produtos selecionados'. Ao selecionar os produtos, uma função de busca é disponibilizada. Marque
todos os produtos a serem importados, ao clicar sobre eles. Com a ajuda da tecla SHIFT, você pode
marcar toda uma gama de produtos. Com o botão 'Ctrl', você pode selecionar vários produtos.
Ao importar os dados do produto, você ainda pode selecionar, todas as versões desejadas de idioma
que estiverem disponíveis, dos elementos de texto do produto (parâmetros, caixas de diálogo etc.).
Se você desejar não importar todos os idiomas. Isto agiliza o processo de importação de dados. Uma
vez que a importação é concluída, você pode adicionar os dispositivos em seu projeto, conforme
explicado anteriormente.

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4.6.2 Plug-ins

Um plug-in é uma extensão de dispositivo funcional (software), dentro de um projeto ETS. Este,
precisa ser instalado antes de poder ser usado, e possui um sistema de controle de versões
independente do ETS. Um dispositivo com tal plug-in pode trazer desta forma seu próprio parâmetro
e/ou procedimento próprio de download. Os plug-ins do dispositivo são softwares desenvolvidos
pelo fabricante do dispositivo, e o suporte para eles só pode ser dado por eles.

Para saber se um plug-in é necessário e/ou já está instalado, a coluna 'Plug-in' deve ser ativada em
'Catálogos' (1), por exemplo, clique com o botão direito em qualquer cabeçalho disponível, em
seguida, marque a caixa de seleção 'Plug-in', dentro do menu de contexto.

Dependendo do status do plug-in, os seguintes valores podem ser vistos:

• Utilize o plug-in: um plug-in é necessário, mas não está instalado (ainda)


• Instalado

[Link] Tipos de plug-in

[Link].1 Plug-in de Interface do Usuário

1. Plug-in de diálogo de parâmetros

Este é um subtipo de 'plug-in' de interface do usuário. Estes 'plug-ins' substituem a caixa de diálogo
do parâmetro padrão do dispositivo ETS, esta (substituição) é exibida como uma janela separada e
modal.

Modal: O ETS permanece "bloqueado", enquanto este parâmetro estiver aberto.

2. 'Plug-in' do menu de contexto

Este é outro subtipo de plug-ins de interface do usuário. Uma entrada adicional e específica do
dispositivo está disponível no menu de contexto.

[Link].2 Download plug-in

Estes plug-ins substituem o procedimento de configuração padrão do dispositivo do ETS.


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[Link].3 Data-Handler plug-in

Estes plug-ins editam ou gerenciam automaticamente os dados do dispositivo, durante a


importação/exportação de projetos e quando os dispositivos são copiados.

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4.7 Desenvolvimento de projetos com o ETS: princípios gerais


As seguintes etapas representam a ordem cronológica para a conceção de projeto com o ETS.

• Realizar os ajustes do ETS.


• Leia ou converta ou catálogos de produtos.
• Criar o projeto com os dados necessários.
• Criar a estrutura do projeto (a tipologia de estrutura do edifício / a estrutura do bus).
• Introduzir os dispositivos KNX (com a aplicação correspondente) na estrutura de edifício.
• Ajustar os parâmetros dos dispositivos de KNX de acordo com os requisitos.
• Criar os endereços do grupo.
• Ligar os objetos de comunicação dos dispositivos KNX com os endereços do grupo.
• Assignar os dispositivos KNX configurados à topologia de bus (definição final do endereço
individual/físico).
• Assignar os dispositivos configurados KNX às funções instaladas (opcional).
• Verificar a conceção de projeto.
• Imprimir a documentação de projeto.
• Salvar o projeto.

É possível desviar-se desta sequência em casos individuais. Algumas etapas podem ser omitidas para
projetos menores. Etapas adicionais são necessárias em grandes projetos (projetos de equipa).

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4.8 Desenvolvimento de projeto rápido (TP)


4.8.1 Desenvolvimento de Projeto Rápido: Topologia

A topologia de desenvolvimento rápido de projetos, consiste de um projeto que possui 4 segmentos,


cada um contendo dispositivos Virtuais KNX (disponível a partir da v2.5):

• Segmento 1: Linha de backbone - IP - 0.0


• Segmento 2: Linha principal - TP - 1.0
• Segmento 3: Linha - TP - 1.1
• Segmento 4: Linha - RF - 1.1

Na seção de design do projeto rápido (TP), vamos nos concentrar em produtos que devem ser
configurados no Segmento 2 da topologia KNX. A imagem abaixo representa esta topologia:

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4.8.2 Começando o desenvolvimento do projeto

Nessa parte, o desenvolvimento do projeto de um pequeno projeto KNX - 'Minha Casa Inteligente' -
será explicado.

Crie um novo projeto, clicando no botão 'Novo Projeto', que pode ser encontrado na guia Visão Geral
no painel. Digite o nome do projeto no campo 'Nome' (neste caso: Minha Casa Inteligente). Deixe os
outros campos como estão. O estilo do endereço de grupo padrão é definido para três níveis (grupo
principal / grupo do meio / subgrupo).

Clicando no botão 'Criar projeto', abrirá o novo projeto. Apenas um painel, o painel de 'Construções',
será aberto automaticamente. No início, faz todo o sentido que haja dois painéis abertos. Portanto,
abra um segundo painel sob o local de trabalho do item de menu/Abrir novo painel. Por razões
práticas, selecione o painel Endereços de Grupo.

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4.8.3 Criando uma estrutura de 'Construção'

É necessário criar uma estrutura mínima de construção no painel 'Construções', a fim de inserir
dispositivos KNX nos pavimentos, escadas, ambientes, corredores ou gabinetes. Em nosso exemplo,
já foi criado um edifício com o nome "MySmart House".

Se você deseja adicionar outras partes à construção, proceda da seguinte forma:

1. Selecione seu projeto, MySmart House, na janela 'Construções', na exibição em árvore.


2. Clique no botão 'Adicionar partes de construção', na barra de ferramentas de contexto. É aberta
uma janela na qual você pode inserir o nome da nova parte do edifício. Se você não inserir um
nome, a parte da construção receberá automaticamente o nome 'Nova parte da construção'.
Esta parte da construção deve receber um nome apropriado, a fim de não perder a visão geral
do projeto.
3. Você pode renomear a parte de construção a qualquer momento. Para fazer isso, clique duas
vezes na parte do edifício correspondente na vista em árvore. No menu de Propriedades da
barra lateral, você pode inserir um novo nome para identificar a parte do edifício.

Agora é possível adicionar pavimentos à sua construção. Para manter este exemplo o mais simples
possível, adicionaremos 4 andares à parte do edifício, que é chamada de 'Edifício principal' e um
ambiente, ou seja, Sala de jantar, no primeiro andar.

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Um ambiente pode ser adicionado, por exemplo, clicando com o botão direito do mouse e
selecionando a função Adicionar/Ambientes. É possível selecionar um número de ambientes pré-
projetados, dos quais cada um tem o seu próprio ícone especial. O nome do ambiente também pode
ser modificado no menu de Propriedades da barra lateral.

Outros ambientes e corredores, gabinetes etc., agora podem ser adicionados ao edifício para
representar a estrutura física do seu edifício. Agora também é possível adicionar dispositivos.

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4.8.4 Catálogo

Para inserir dispositivos, use o painel Catálogo. Por meio do painel Catálogo, é possível adicionar
dispositivos KNX ao item que está selecionado no painel 'Construções', por exemplo o ambiente de
uma sala de jantar.

Abra o painel 'Catálogo', selecionando o botão 'Catálogos' na barra de ferramentas principal (1), ou
selecionando o botão 'Adicionar Dispositivos' (2) - desde que um ambiente seja selecionado - na
barra de ferramentas de contexto.

Para inserir um produto KNX com o aplicativo correspondente, selecione o produto pela primeira vez,
procurando por ele, conforme explicado em opções de busca e filtroPesquisa, Encontrar & Função de
Filtro (Veja o parágrafo 3.2.10). Existem três maneiras de adicionar o dispositivo desejado ao
elemento no painel 'Construções':

1. Pressione o botão 'Adicionar', que pode ser encontrado na barra de Status. É possível inserir um
dispositivo de uma só vez ou várias vezes, inserindo o número de itens que devem ser inseridos
na barra de status.
2. Clique duas vezes sobre o produto que será adicionado
3. Por função: Arraste & Soltar

Os endereços individuais são atribuídos automaticamente pelo ETS, em ordem ascendente, se uma
Topologia tiver sido criada anteriormente. Você pode alterar os endereços individuais de um
dispositivo a qualquer momento por meio do menu 'Propriedades', na Barra Lateral.

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4.8.5 Propriedades do dispositivo

O dispositivo inserido é exibido na visualização 'Lista', se o ambiente associado foi selecionado. Ele
também será exibido na visualização em árvore do painel de 'Construções', abaixo do ambiente. Se o
dispositivo estiver selecionado, o contêiner de propriedades, na barra lateral (se aberto), mostra
mais informações, específicas do dispositivo.

Na aba 'Configurações', é possível alterar o endereço individual do dispositivo. Uma alteração no


campo 'endereço individual', atribuirá automaticamente o dispositivo a outra linha, segmento ou
área na Topologia.

Nota: Endereços individuais que já foram 'atribuídos' à um dispositivo, não podem ser atribuídos
novamente.

Também é possível adicionar uma descrição do dispositivo ao longo das linhas “o que é o dispositivo,
onde está instalado e para que é usado?” Adicionar informações aqui, compensa mais tarde, durante
o comissionamento e o diagnóstico.

O contêiner de propriedades é explicado em detalhes no Recipiente de propriedades (Consulte a


central de ajuda KNX).

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4.8.6 Parâmetros dos dispositivos

Os parâmetros do dispositivo podem ser acessados por meio da guia 'Parâmetros', na parte inferior
da exibição da lista, no painel 'Construções'. Um dispositivo deve, é claro, ser selecionado primeiro
na exibição da 'Árvore', no painel 'Construções'. Os parâmetros definem a função concreta do
programa de aplicação, ou seja, quais objetos de grupo do dispositivo serão disponibilizados para
este produto. Como tal, é possível modificar o comportamento de um dispositivo no barramento. Por
exemplo, No exemplo acima, o usuário pode definir o parâmetro do inicializador de alarme (sem
alarme (por padrão), intrusão, incêndio ou intrusão & incêndio), e o tempo limite da escada para a
saída selecionada (canal) do atuador de comutação.

As informações que podem ser encontradas na aba 'Parâmetros', são dependentes do produto.
Informações mais detalhadas sobre os parâmetros individuais, descrições de aplicação, podem ser
obtidas do fabricante de produtos KNX. Os parâmetros são divididos em grupos (1), que são listados
na coluna da esquerda da janela 'Parâmetros'. Ao selecionar cada grupo individual nesta lista, os
parâmetros associados no lado direito da janela 'Parâmetros', podem ser acessados. Os parâmetros
podem ser redefinidos para seus valores padrão, conforme definido pelos fabricantes, por meio do
botão 'Parâmetros Padrão', na barra de ferramentas de contexto. O botão 'Realçar Alterações',
destaca em cores, todos os parâmetros modificados pelo usuário.

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4.8.7 Editando objetos de grupo

Os objetos de grupo de um dispositivo KNX são exibidos no:

• Visão em árvore, abaixo dos dispositivos, se o dispositivo e o canal possível forem recolhidos (1)
• Lista de exibição na guia 'Objetos de grupo', se você selecionou um dispositivo a partir da
'Exibição em Árvore'.

Se um objeto de grupo na exibição de árvore for selecionado, todos os endereços de grupo, que
estão atribuídos à este objeto de grupo, são mostrados na aba "Associações" aba (2), na 'Visualização
em Lista'. Se necessário, é possível excluir qualquer atribuição de endereço de grupo, para este
objeto do grupo. Além disso, pode-se definir as propriedades dos objetos de grupo no menu
'Propriedades', da barra lateral, ou selecionando a função 'Propriedades', por meio do botão direito
do mouse. Neste local, é possível alterar a prioridade padrão (3) dos telegramas transmitidos para os
objetos de grupo, como definido originalmente pelo fabricante KNX. As seguintes prioridades são
possíveis:

Nível de prioridade Descrição


Baixo Prioridade baixa, para funções de tempo não-crítico
Alta Prioridade normal, para funções manuais
Alarme Alta prioridade, para funções de tempo crítico

Nota: A prioridade de um objeto de grupo só deve ser alterada em casos especiais.

Você também pode alterar os 'flags' de comunicação para cada objeto. Para mais informações sobre
'flags', consulte o capítulo 'Visão geral do sistema', na documentação do curso básico ou o capítulo
"Flags" da documentação do curso avançado.

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4.8.8 Configurando endereços de grupo

Dispositivos KNX que devem realizar uma função específica em conjunto, são 'conectados
logicamente' por meio de endereços de grupo, conforme explicado no capítulo 'Visão geral do
sistema'.

Os endereços do grupo são gerados no painel de 'Endereços de Grupo', de acordo com a estrutura do
endereço de grupo, que é definido durante a criação do projeto. A estrutura do endereço de grupo
exibida na imagem acima (metade da janela esquerda do painel 'Endereços de grupo'), é criada por
meio dos botões correspondentes na barra de ferramentas de contexto, da mesma forma que a
estrutura de construção do painel 'Construções'.

Também é possível modificar a estrutura dos endereços de grupo, para cada projeto,
individualmente após a criação do projeto. Isso pode ser realizado no painel, passando o mouse
sobre o projeto correspondente. Clique em Detalhes / Detalhes para acessar as opções de estilo do
endereço de grupo para fazer as modificações necessárias.

Nota: No caso de mudar de uma estrutura de endereços de grupo de 3 níveis para uma estrutura de
2 níveis, O ETS avisará o usuário do ETS que todos os textos, propriedades e configurações de
segurança dos grupos de segundo nível serão perdidos. Portanto, é aconselhável usar a mesma
estrutura e estilo de endereço de grupo em toda a empresa.

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4.8.9 Atribuindo endereços de grupo

Para garantir que sensores e atuadores saibam quais de seus objetos de grupo devem se comunicar
para realizar uma função específica, os endereços de grupo devem ser atribuídos aos objetos do
grupo. Isto significa, que os objetos de grupo estão logicamente ligados entre si, através dos
endereços de grupo correspondentes.

Para atribuir os endereços de grupo aos objetos do grupo, é conveniente ter dois painéis abertos, e
ao mesmo tempo: o painel de 'Endereços do Grupo', e por exemplo, o painel de 'Construções'.
Existem várias maneiras de atribuir endereços de grupo, mas o método mais rápido é por meio de
arrastar & soltar. Arraste & solte o endereço de grupo necessário do painel de Endereços de Grupo,
para o objeto de grupo correspondente no painel 'Construções' (ou vice-versa, o objeto de grupo no
endereço de grupo correspondente). Dessa forma, os endereços de grupo serão atribuídos aos
objetos de grupo.

Nota: Só é possível criar conexões com endereços de grupo, entre objetos de grupo do mesmo
tamanho ou comprimento (1-bit 4-bits, etc.). O endereço de grupo, recebe o tipo de dado do objeto
de grupo já na primeira atividade.

Endereço de grupo emissor

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Os endereços de grupo só têm significado se estiverem vinculados aos objetos de grupo. Por favor,
note que vários endereços de grupo, podem ser vinculados com um determinado objeto de grupo. Se
este objeto de grupo, tiver a função de um sensor, logo, o primeiro endereço de grupo atribuído (=
enviando endereço de grupo) para este objeto de grupo, será utilizado como o endereço de destino
no telegrama. O endereço de grupo de envio não é, portanto, mais do que o primeiro endereço de
grupo, associado a esse objeto de grupo. É possível modificar qual endereço de grupo deve ser o
endereço de envio. Isso pode ser feito no painel 'Construções', na visualização de 'Lista', por meio do
botão direito do mouse, no endereço de grupo, que deve ser definido como 'Enviar'.

Nota: Há também sensores disponíveis, que só permitem um endereço de grupo por objeto. O
número de endereços de grupo que podem ser atribuídos a um objeto de grupo, e o número máximo
de associações (número de atribuições por produto), são dependentes do produto.

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4.9 Desenvolvimento de Projeto (RF)


4.9.1 Adicionando uma linha RF a uma instalação do KNX

[Link] Adicionando uma Linha de RF

Às vezes, pode ser necessário estender uma instalação KNX TP existente. Por razões estéticas ou
regulatórias da localidade, em casos específicos, seja possível utilizar somente a comunicação sem
fio. Os próximos parágrafos explicam acerca de como proceder para estender uma instalação KNXTP
existente, com produtos KNX RF:

1. Selecione o painel de Topologia, e adicione uma nova linha RF na área. Certifique-se de que o
meio físico está definido como 'RF'. O ETS criará automaticamente um endereço de domínio de
6 bytes para esta nova linha RF. O objetivo do endereço de domínio é evitar interferências entre
linhas KNX-RF adjacentes. Mudar o endereço de domínio é possível, mas significa que aparelhos
RF já configurados têm de ser reconfigurados.
2. Adicione um acoplador de área TP/RF a sua nova linha de RF com o endereço individual x.x.0. O
acoplador, assim como qualquer outro acoplador de linha TP/TP, roteará telegramas de acordo
com as tabelas de filtro calculadas e carregadas pelo ETS. Apenas os endereços de grupo que
estão contidos na tabela de filtros do acoplador de meio físico TP/RF serão encaminhados para
outra linha (e vice versa). A tabela de filtros pode ser pré-visualizada através do menu sensível
ao contexto.

Nota: Certifique-se de que sua linha TP não tenha qualquer roteador IP usado como acoplador
de linha (por exemplo: 1.1.0) como neste caso, sua linha principal seria IP. Adicionar um
acoplador TP/RF à linha RF requer que você tenha a linha principal TP em vez de uma linha IP.
Um acoplador IP/RF ainda não está disponível comercialmente.
3. Um máximo de 255 dispositivos de barramento podem ser adicionados à linha de RF. A
configuração de tais dispositivos KNX RF conectados a uma linha de RF é absolutamente
idêntica ao que é explicado para linhas KNX TP (além da definição da prioridade do objeto, que
não tem qualquer efeito no RF).

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[Link] Comissionamento de uma linha de RF

Os dispositivos KNX RF podem ser comissionados de duas maneiras:

• Através do acolador de meio físico TP/RF: O ETS pode ser conectado à instalação do KNX TP, por
meio de uma interface KNX-TP-USB padrão (ou, alternativamente, você pode comissionar os
dispositivos por meio de uma interface KNX-IP ou roteador conectado à instalação do TP).
• Usando uma interface de dados KNX RF direta (USB-RF dongle), que permite que ao ETS que se
conecte ao domínio RF, e configure os dispositivos KNX-RF existentes, diretamente do PC.

Nota: No caso de usar o KNX Virtual, as interfaces KNX USB RF não serão necessárias, uma vez que o
KNX Virtual faz uso exclusivo do KNXnet/IP para sua comunicação.

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4.9.2 Adicionar um segmento de RF - com acoplador de segmento

[Link] Adicionando um segmento de RF

Às vezes, pode ser necessário estender uma instalação KNX TP existente. Por razões estéticas ou
regulatórias da localidade, somente seja possível utilizar a comunicação sem fio, tal como a RF. Os
próximos parágrafos explicam acerca de como proceder para estender uma instalação KNXTP
existente, com produtos KNX RF:

1. Abra o painel de Topologia e selecione o segmento TP no qual você deseja adicionar


dispositivos RF. Clique no botão direito do mouse e selecione Adicionar / Segmentos. Digite um
nome para o segmento e certifique-se de que a meio físico está definido como 'RF'. O ETS criará
automaticamente, um endereço de domínio, exclusivo de 6 bytes para este segmento de RF,
que pode ser encontrado nas Propriedades. O objetivo do endereço de domínio é evitar
interferências entre linhas KNX-RF adjacentes. Alterar o endereço do domínio é possível, mas
isto significa que os dispositivos RF já configurados, necessitarão ser re-configurados.
2. Adicione um acoplador de meio físico TP/RF que suporte acoplamento de segmento para o
segmento RF recém-criado. O acoplador de meio físico TP/RF receberá o endereço individual
x.y.z (z não pode ser 0), assim como qualquer outro dispositivo final. O acoplador, assim como
qualquer outro acoplador de linha TP/TP, roteará telegramas de acordo com as tabelas de filtro
calculadas e carregadas pelo ETS. Apenas os endereços de grupo que estão contidos na tabela
de filtros do acoplador de meio físico TP/RF, serão encaminhados para a outra linha (e vice
versa). A tabela de filtros pode ser pré-visualizada através do menu de contexto.
3. Um máximo de 255 dispositivos de barramento podem ser adicionados ao segmento RF. A
configuração dos dispositivos KNX RF, conectados a um segmento de RF, é absolutamente
idêntica ao que é explicado para o TP (além da definição da prioridade do objeto de grupo que

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não tem qualquer efeito no RF).

[Link] Comissionamento de um segmento de RF

Os dispositivos KNX RF podem / devem ser comissionados das mesmas duas maneiras que foram
explicados em Adicionar uma linha RF a uma instalação KNX. (Veja o parágrafo 4.9.1)

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5 Comissionamento
5.1 Passos antes do comissionamento
Para fins de comissionamento, é necessário que o projeto da instalação KNX, esteja contido no
repositório local do projeto. Para isso, é necessário importar o projeto que você criou durante o
desenvolvimento do projeto, você deve ter criado isso em um PC separado.

Para obter mais informações, consulte a Importação de Projetos. (Veja o parágrafo 4.5).

Se os dispositivos a serem comissionados exigirem a instalação de software adicional (que não é


exportado com a exportação do projeto), então você deve garantir que este último também seja
instalado no computador, o qual o comissionamento ocorrerá.

Durante o comissionamento, qualquer painel ETS pode ser utilizado, todos com suas vantagens e
desvantagens:

• No painel de 'Construções', mesmo que os endereços individuais não sejam consecutivos, você
evita percorrer grandes distâncias no local da construção;
• No painel 'Topologia', vários ambiente podem ser comissionados de uma só vez.
• No painel 'Endereço de Grupo', você pode prosseguir de acordo com as funções.

Exceto para o painel 'Endereço de Grupo', a cada dois painéis permite mostrar apenas aqueles
dispositivos cujas propriedades foram modificadas pelo usuário, desde o último download: para isso,
marque 'Dispositivos modificados', sob 'Pastas dinâmicas (Consulte a central de ajuda KNX)'.

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5.2 Sequência de Comissionamento


5.2.1 Pré-Comissionamento

Não é necessário que todos os dispositivos do barramento estejam totalmente instalados no campo,
antes de se iniciar o comissionamento.

Pode até ser mais sensato comissioná-los antes de instalá-los:

• Nos casos de projetos de grande porte;


• Se os dispositivos consistirem de um módulo de aplicação e uma unidade de acoplamento de
barramento destacável (BCU), isto, resulta em um trabalho extra, quando os dispositivos não
comissionados forem instalados, já que os módulos de aplicação devem ser removidos
novamente para poder acessar o botão de programação, para atribuir o endereço individual.
• O mesmo se aplica a dispositivos únicos (= dispositivos que não podem ser separados em uma
unidade de acoplamento de barramento e o módulo de aplicação): alguns requerem que as
botoeiras do módulo de aplicação sejam removidos, para poder acessar o botão de
programação.

O pré-comissionamento pode, por exemplo, ser feito pelo instalador na empresa ou no campo. Seria
possível optar por carregar apenas os endereços individuais nos dispositivos do barramento e o
restante (aplicações), quando os dispositivos tiverem sido instalados.

• Isso é especialmente útil para dispositivos embutidos em outros dispositivos (por exemplo,
lâmpadas) ou quando precisam ser instalados em tetos separados.
• É igualmente útil quando dispositivos montados em trilho DIN são montados em quadros de
distribuição e os botões de programação não são acessíveis por causa das placas de cobertura.

[Link] Acopladores e atribuição de endereços individuais

Durante o comissionamento de uma instalação KNX, é importante que, após a interface, quaisquer
acopladores disponíveis no projeto sejam atribuídos a um endereço individual disponível, antes de
que qualquer outro dispositivo seja programado. A estratégia recomendada, é endereçar o acoplador
em um padrão de estrela; ou seja, para baixar primeiro o (s) acoplador (es) da linha local e, em
seguida, todos os demais acopladores subsequentes, seja de área ou de linha, presentes na
instalação KNX. De outro modo poderão ocorrer erros de comunicação.
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Alternativamente, é possível desconectar todos os acopladores de linha e de área, e individualmente


programar cada uma das linhas. E assim, os acopladores pode ser reconectados e programados um
após o outro.

Como o programa de aplicação também contém a tabela de filtro, no caso de um acoplador de linha,
é essencial para os acopladores, que se carregue o programa de aplicação.

[Link] Reconfiguração

Se uma instalação for alterada após sua configuração, com base em novas versões dos programas
aplicativos, e esse processo for realizado com base em um arquivo de projeto que tenha sido
exportado (porque o projeto foi feito em outro PC que não o usado para o comissionamento), então
é essencial que o projeto atualizado seja novamente exportado para o segundo PC. Dispositivos
alterados podem ser reconfigurados, usando a opção 'Download Parcial' (isto pode reduzir o tempo
de download).

Se a instalação estiver afetando várias linhas, também as tabelas de filtro precisam ser
reprogramadas (por exemplo, através da opção de 'Download Parcial'). Isso também é necessário
quando você arrasta manualmente & solta os endereços de grupo para uma linha em específico, ou
os insere manualmente na barra lateral, após selecionar a linha relevante e seleciona a guia
\"Informação\".

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5.3 Gerenciador de conexão


Para configurar a conexão entre um computador e uma instalação KNX (por exemplo, baixar um
endereço individual, e / ou o programa de aplicação, do PC de comissionamento para a instalação
KNX, ou ainda, para usar um software de visualização), é indispensável que as configurações da
interface de barramento sejam definidas corretamente.

Para acessar o gerenciador de conexão, clique no menu suspenso, na barra de ferramentas principal.

Iniciando o gerenciador de conexão:

• Início da página: Automático (que é a opção padrão); se você incluir a (s) interface (s) em seu
projeto, esta será, na maioria dos casos, a única opção de que você precisa.
• Opções do meio: As interfaces atualmente descobertas (Interfaces USB e interfaces Roteadores
IP são reconhecidas e exibidas automaticamente pelo ETS, estas não precisam ser criadas. Uma
interface não reconhecida, não pode ser usada pelo ETS, mesmo que seja criada / inserida
manualmente). Esta seleção só é válida durante a sessão atual do projeto, pois destina-se
principalmente a trocar rapidamente as conexões, por exemplo, para fins de diagnóstico.
• No final das opções: A possibilidade de gerenciar interfaces configuradas; Isso só é necessário
ao acessar a instalação de um controle remoto (por exemplo, com um endereço IP diferente do
configurado no projeto), ou ao usar as interfaces Eiblib/IP.

A opção de conexão atualmente selecionada está identificada em verde, na frente da opção.

Um ponto vermelho () logo após o ícone acima, indica que a interface está em 'Modo de
Programação' (atualiza a cada ~3 segundos).

Para configurar as respectivas opções, clique no ícone da engrenagem, ao lado de cada opção. Para
mais informações sobre a configuração das Interfaces, consulte Gerenciador de Conexão (Detalhado)
(Consulte a central de ajuda KNX).

5.3.1 Conexão automática de barramento

A opção 'Automática' significa que o ETS irá determinar a interface de barramento mais adequada
para se conectar à instalação, dependendo de vários fatores. As seguintes opções aparecem na
configuração 'Automática', na ordem que o ETS irá utilizá-las (primeira opção no topo):

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[Link] Conexão IP se suportado pelo dispositivo de destino

Se esta opção estiver ativada, conexões IP com seus dispositivos serão estabelecidas, a fim de
executar operações on-line (como por exemplo, o download direto do dispositivo via IP). Para este
propósito, uma chamada do tipo “descoberta” do dispositivo é realizada logo no início, isto, para que
as propriedades elementares do dispositivo (SN, Status de conexão segura KNX, etc.) sejam
consultados online.

Condições

• O dispositivo é encontrado via IP, ou seja, o ETS e o dispositivo IP se comunicam com o mesmo
endereço Multicast.
• O número de série KNX do dispositivo encontrado corresponde ao dispositivo no projeto
(considerando que o número de série KNX do dispositivo esteja disponível no projeto)
Neste modo...
– ... gravações de telegramas não são possíveis.
– ... o endereço local da conexão corresponde ao do dispositivo a ser carregado.

Segurança

1. Dispositivos KNX sem a função segura (por exemplo, dispositivos KNX com a função segura
desativada no dispositivo), serão carregados diretamente via IP.
2. Os dispositivos com KNX Seguro ativado são carregados de forma segura via IP.
– Ativado o modo KNX Seguro online encontrado no dispositivo (feedback da descoberta)
- Uso das senhas de segurança associadas (se disponíveis) do projeto ETS para este
dispositivo, caso contrário, não há download.
– Habilitado o mo modo KNX Seguro no dispositivo encontrado no projeto (status no
dispositivo) - Uso das senhas de segurança associadas (devem estar disponíveis) do
projeto ETS para este dispositivo.
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[Link] Conexão local USB se o dispositivo de destino estiver conectado via USB

Se esta opção estiver ativada e o número de série KNX do dispositivo de destino corresponder ao
número de série KNX da interface USB, então a conexão USB local será utilizada.

[Link] Interface de barramento mais próxima, de acordo com os dados do projeto

Se esta opção estiver ativada, o ETS verifica se há uma interface de barramento no segmento que
está conectado e a jusante na topologia, e usa a que está mais próxima na topologia (subsegmento
→ segmento principal → segmento principal da linha principal → segmento principal do Backbone ).

Condição

1. Interfaces com pelo menos o 'flag' de endereço definido e um número de série KNX conhecido.

[Link] Conexão configurada como 'Barramento de Acesso' na topologia

Se esta opção estiver ativada, o ETS tenta usar a interface de barramento que foi definida como a
conexão de projeto na topologia. Esse recurso destina-se principalmente ao acesso remoto à
instalação.

[Link] Conexão Interface USB

Se esta opção estiver ativada e se houver uma interface KNX / USB conectada ao computador, use-a.

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5.4 Iniciando o Comissionamento


O processo de comissionamento pode ser iniciado nos seguintes painéis:

• Edifício
• Topologia
• Grupo de endereços
• Dispositivos

O ícone do menu Download (2), aparece na barra de ferramentas de contexto para fins de
comissionamento. Uma maneira alternativa de acessar o menu Download é por meio do menu
Comissionamento, na barra de menus (1).

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5.5 Baixar funções


Para transferir um projeto KNX do PC de Comissionamento para os dispositivos KNX instalados, o
usuário do ETS precisa realizar um Download. Este passo só pode ser realizado depois que as
configurações da interface de barramento forem corretamente executadas.

5.5.1 Transferência

Para realizar esta tarefa, o ETS oferece várias variantes de download, seu uso depende das
necessidades do instalador e do status de configuração dos dispositivos. O ETS distingue entre as
seguintes partes de download de um dispositivo KNX:

• Endereço Individual
• Programa(s) de aplicação
• Endereços de grupos (mais precisamente, os endereços dos grupos e as ligações entre os
objetos de grupos, as tabelas)
• Parâmetros

[Link] Baixar Sinalizadores

O ETS decide com base em uma série de sinalizadores (por exemplo, no painel 'Topologia',
'Construções' ou 'Dispositivos'), se um download está completo ou se apenas algumas partes ainda
precisam ser baixadas. Os sinalizadores são mostrados na lista de visualização, normalmente
chamadas de 'Status de Download'. Os sinalizadores têm os seguintes significados:

[Link].1 Ícones
Estado inicial (nunca baixado antes) ou baixado, mas a propriedade correspondente mudou
(precisa ser baixado novamente)
Download OK

[Link].2 Sinalização / Atalho


Adr Endereço Individual atribuído

Prg Programa(s) de aplicação carregado(s)

Par Parâmetros carregados

Grp Endereços de grupo + links entre os objetos de grupo (chamados 'associações') atribuídos

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Cfg Configurações específicas do tipo meio físico carregadas (usado apenas para os meios
físicos PL e RF, e definido ao baixar o endereço individual)

Baixar Variantes

Para realizar um download, selecione o(s) item(ns) que você deseja baixar, e selecione 'Download':

• no menu de 'Comissionamento', na barra de menu ou;


• por meio do botão direito no mouse.

As seguintes opções estão disponíveis:

Botão Comentário Sinalizadores


envolvidos
Baixar tudo Todos os dados do projeto no ETS serão baixados para o(s) Adr, Prg, Par,
dispositivo(s) correspondente(s). Para definir o endereço individual Grp
do(s) dispositivo(s), você terá que pressionar fisicamente o botão de
download no(s) dispositivo(s).

• Com esta combinação, o ETS faz o download, primeiro do


endereço individual e depois do programa de aplicação. No
recipiente de operações pendentes, você será solicitado a
pressionar o botão baixar, se já não o tiver pressionado.
• Ao baixar mais de um dispositivo, nos bastidores, o ETS sempre
baixará todas as informações por dispositivo, antes de começar
com o próximo: Dispositivo 1 (endereço individual; programa de
aplicação) → Dispositivo 2 (endereço individual; programa de
aplicação) → ...
Download O ETS irá baixar apenas as partes que foram alteradas no ETS, e que Par, Grp
parcial não foram baixadas antes. O ETS distingue entre duas partes:

• Parâmetros/Endereços (grupos de endereços e objetos)


• Programas de aplicação
Baixar Atribui o endereço individual a um dispositivo KNX. Para o(s) Adr
endereço dispositivo(s) em referência, você terá que pressionar o botão de
individual download fisicamente no(s) dispositivo(s).

• Nota: Na barra lateral de operações pendentes, você será


solicitado a pressionar o botão de download, se já não tiver
pressionado.
Substituir o Atribui o endereço individual a um dispositivo KNX, substituindo um Adr
endereço endereço conhecido. Essa função evita ter que pressionar fisicamente
individual o botão de download no dispositivo. Esta opção só estará disponível se
um único dispositivo for selecionado.

1. Você será perguntado se o endereço anterior do dispositivo será


substituído (o ETS não mantém o histórico do endereço individual
anterior).
2. O novo endereço será o inserido atualmente no campo do
endereço individual do dispositivo selecionado.
Baixar Baixará o programa de aplicação no dispositivo selecionado. Prg
aplicação

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Dependendo da seleção no dispositivo KNX, a alteração de parâmetros do dispositivo pode


ocultar ou exibir objetos de grupo. Este é um comportamento normal, por exemplo, para
permitir alterar a funcionalidade de um produto por meio da parametrização. Alguns dos
objetos de grupo vinculados com endereços de grupo não serão mais mostrados (o link
anterior torna-se inválido), mas o endereço de grupo anterior ainda é válido no dispositivo
KNX (como definido durante o download anterior), e precisa ser modificado baixando
novamente a aplicação.

[Link] Exibição do processo de download

Quando o processo de download é iniciado, o recipiente de operações pendentes será ativado


automaticamente na barra lateral. Além disso, o progresso do download é exibido na barra de Status.
Você também pode monitorar o processo de download, visualizando o tráfego no barramento KNX,
nos respectivos Monitores. (Veja o parágrafo [Link])

[Link] Processo de download

O processo de download no ETS opera em segundo plano. Por favor, note que:

• É possível continuar a trabalhar no ETS, durante todo o processo de download.


• Os dispositivos que estão sendo baixados estão protegidos contra alterações do usuário do ETS.
Portanto, estes dispositivos não podem ser editados durante o processo de download, por
exemplo, modificando os parâmetros.

Mais informações sobre:

• Alterações e reinicialização do processo de download de 'flags';


• Sequência de download;
• Download de dispositivo local.

é explicado em Baixar funções (Detalhado). (Consulte a central de ajuda KNX)

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5.6 Desprogramar Dispositivo


Desprogramar um dispositivo significa que ele será redefinido para suas configurações de fábrica.

A função desprogramar pode ser chamada via:

• Menu de diagnósticos.
• Um clique com o botão direito do mouse, em um dispositivo ou entrada do menu de contexto.

Existem duas possibilidades para a função desprogramar:

• Desprogramar a aplicação (o dispositivo não precisa estar no Modo de Programação).


• Desprogramar a aplicação e o endereço (o dispositivo precisa estar no Modo de Programação).

O progresso do processo de desprogramação pode ser monitorado na barra lateral em 'Operações


Pendentes' do contêiner.

[Link] Desprogramar Aplicação

Ele desprograma o programa de aplicação carregado no dispositivo, parâmetros e endereços de


grupo. Todos os dados baixados serão excluídos da memória do dispositivo, ou seja, a configuração
anterior do dispositivo não estará mais disponível. No entanto, o ETS ainda pode se conectar ao
dispositivo por meio do seu endereço individual, que permanece válido.

[Link] Completamente Descarregado

Na primeira etapa, a função desprograma o programa de aplicação carregado no dispositivo,


parâmetros e endereços de grupo e, na segunda etapa, define o endereço individual do dispositivo
como 15.15.255. Todos os dados baixados serão excluídos da memória do dispositivo, ou seja, a
configuração anterior do dispositivo e o endereço individual não estarão mais disponíveis. Todos os
'flas' de programação do dispositivo, correspondente no projeto, serão limpos.

O ETS permite apenas a desprogramação de um dispositivo por vez, e apenas pressionando


o botão de programação no dispositivo. Desta forma, o ETS impede a desprogramação
acidental de um dispositivo fisicamente inacessível (por exemplo, instalado no teto ou no
piso).

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5.7 Reiniciar dispositivo


A reinicialização impõe uma 'reinicialização' de um dispositivo KNX, semelhante a remover um
dispositivo do barramento e depois conectá-lo à instalação novamente (ou remover a alimentação do
barramento e religá-lo). A memória do dispositivo e seu estado de download não serão afetados.
Após reiniciar/reconectar, o dispositivo retornará ao seu estado normal (que depende dos
parâmetros definidos).

A função de reiniciar pode ser chamada via:

• No menu de Comissionamento do ETS.


• Um clique com o botão direito do mouse, em um dispositivo ou entrada do menu de contexto.

O processo também é mostrado na barra lateral no recipiente 'Operações Pendentes'.

Esta função também pode ser usada para vários dispositivos simultaneamente (por
exemplo, usando várias seleções na topologia).

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6 Diagnósticos
6.1 Diagnósticos e localização de falhas
Se uma instalação de KNX não funciona corretamente, os erros devem ser localizados o mais
rapidamente possível e corrigidos. Ao fazer assim, é importante descrever os problemas que
apareceram com a melhor precisão possível. A documentação detalhada e atualizada da instalação é
vital para ser capaz de detectar esses tipos de erros.
Como a função de diagnóstico do ETS requer o acesso direto ao barramento, o computador deve
estar conectado à instalação do KNX via:

• uma interface USB: ao usar KNX TP ou interface USB RF


• uma interface IP: ao usar uma interface KNX TP/IP

Aconselhamos você a trabalhar de forma sistemática, durante a localização de erros. Primeiro, é


necessário excluir a possibilidade de que o erro esteja localizado no sistema elétrico da instalação
(230/400 V), como por exemplo, luminárias queimadas, ou no cabo da instalação.

Depois de estabelecer que uma determinada função não pode ser executada, você deve prosseguir
passo a passo para localizar o erro, começando com o dispositivo do barramento de envio (sensor), e
terminando com o dispositivo de recebimento (atuador), a fim de conseguir corrigir o erro.

As causas possíveis para os dispositivos de barramento que não respondem dentro de uma linha,
podem incluir:

• Rompimento do cabeamento na linha de barramento KNX;


• A linha de barramento KNX não está conectada ao conector de barramento;
• Inversão de polaridade da linha de barramento KNX, em um dispositivo;
• Fonte de alimentação auxiliar não instalada para certos dispositivos (por exemplo, unidades de
displays, estação meteorológica…);
• Dispositivos de barramento pré-programados, instalados na linha errada;
• Dispositivos de barramento, configurados e/ou parametrizados;
• Dispositivo de barramento, incorretamente programado;
• Dispositivo de barramento, com defeito.

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6.2 Funções de diagnóstico


6.2.1 Informações do dispositivo

Esta função de informações do dispositivo é usada principalmente para verificar se:

• o programa de aplicação foi baixado para um dispositivo de barramento ou


• o módulo de aplicação apropriado foi montado

O ETS ativará automaticamente a conexão de barramento para ler as partes da memória do


dispositivo. Os dados serão analisados e o resultado será exibido.

A operação de informação do dispositivo pode ser chamada através de:

• clique com o botão direito do mouse em um dispositivo 'Info > Informações do dispositivo, ou
informações do dispositivo (com comunicação de grupo)'
• contexto da barra de ferramentas 'Informações > Informações de dispositivo ou informação de
dispositivo (com comunicação do grupo)'
• Menu da barra 'Diagnósticos' > Informações do dispositivo

Para ler os endereços de grupo que foram atribuídos a todos os objetos de grupo de um dispositivo,
pode-se selecionar a opção '... com a Comunicação do Grupo', então o resultado inclui também esta
informação. Nesse sentido, há dois tipos de execução para Informações do Dispositivo, ou seja,
"Informações do Dispositivo" e "Informações do Dispositivo (com comunicação do grupo)". Quando a
última opção é selecionada, os endereços de grupo atribuídos aos objetos do grupo, também serão
lidos.

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[Link] Exibição de resultados

Uma vez que a informação do dispositivo é acionada, asoperações pendentes' na barra lateral são
abertas e a ação (por exemplo, as Informações do dispositivo: Finalizado) são mostradas. Clique na
aba 'Histórico' e depois no ícone para exibir os resultados da Informação do dispositivo. Isto abre
uma nova janela modal.

[Link].1 Barra de menu


Item de menu Descrição
Salvar Permite salvar os resultados no formato de arquivo HTML.
Imprimir Permite imprimir os resultados.
Fechar Fecha a janela de resultado.

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[Link].2 Conteúdo

As informações do dispositivo são exibidas na forma formatada e não formatada, ou seja, uma vez
como valor numérico e uma vez como interpretação do valor numérico. Detalhes sobre a forma de
interpretar os resultados estão incluídos nas Especificações KNX. Dependendo da versão da máscara
do dispositivo, haverá variação de elementos. Aqui, apenas os significados gerais são listados:

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Elemento (Geral) Descrição


Versão de máscara Versão atual da máscara do dispositivo de barramento
Endereço individual Endereço individual do remetente no barramento
Fabricante do Nome do fabricante do dispositivo de barramento
dispositivo
Número do pedido Número do pedido, se fornecido pelo fabricante de forma legível /
decodificável (caso contrário hexadecimal)
Número de série ID único de hardware do dispositivo
Versão de Firmware Versão de firmware do dispositivo
Tensão do Tensão de barramento medida pelo dispositivo
barramento
Modo de Status do LED de programação
programação
Erro de execução Erro no dispositivo ao executar o programa (sem nenhum erro → OK)
Tipo de hardware Tipo do adaptador de hardware
PEI

Elemento (Programa de Descrição


Aplicação)
Programa de aplicação Nome do programa de aplicação + versão
Estado de carregamento Status do procedimento de carregamento do dispositivo
Status de execução Status do programa do aplicativo (por exemplo, parado, executando,
pausado)
Tipo do software PEI Designação do tipo de adaptador configurado (se PEI type = 01, então o
tipo de adaptador é invalido)

Elemento (Comunicação Descrição


de Grupo)
• Tabela de Status carregado das tabelas com texto / valor (se disponível no
endereços dispositivo porque o endereço de grupo / objeto de grupo foi criado)
• Tabela de
associação
• Tabela de objeto
grupo
Objetos de grupo Número do objeto; (tamanho do objeto / 'flags' / prioridade)
Todos os endereços de grupo atribuídos ao objeto de grupo

• O estilo de exibição do endereço de grupo é baseado no estilo


definido do projeto.

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Para os acopladores, você verá aqui informações sobre o tipo de acoplador e suas capacidades, como
o 'máximo comprimento de APDU de roteamento ', a configuração de roteamento atual (por
exemplo, linha principal -> sub-linha), configurações de segurança (se houver) etc.

Para alguns dispositivos, não é possível ler a comunicação de grupo, independentemente


da existência de endereços de grupo e objetos de grupo para este dispositivo. Neste caso,
as informações sobre a comunicação de grupo (objeto de grupo) são exibidas como "não
implementadas".
Dispositivos com diferentes propriedades e funções são diferenciados no KNX, ao utilizar a
chamada da versão de máscara, o que significa que cada dispositivo KNX tem um
identificador definido. Versões desconhecidas de máscara (por exemplo, aquelas de novos
dispositivos em desenvolvimento) não são mostradas quando a função Informações do
dispositivo é usada no ETS.

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6.2.2 Endereço Individual

A função de diagnóstico nos 'endereços individuais...' é usada para:

• Busca de dispositivos que estão em modo de programação;


• Verificar se um certo endereço físico, específico, existem na instalação;
• Verificar se os endereções físicos do projeto, correspondem àqueles carregados nos
acopladores de barramento.

Esta função pode ser invocada por meio da barra de menu do ETS:

• 'Área de Trabalho' > Monitoramento de Barramento ou Monitoramento de Grupo;


• 'Diagnósticos' > Monitoramento de Barramento ou Monitoramento de Grupo;
• 'Diagnósticos' > Endereços Individuais.

As operações são divididas em três seções principais:

• Modo de programação
• Verificando o Endereço Físico
• Scan de linha

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[Link] Modo de programação

• Lista todos os endereços individuais dos dispositivos que estão em modo de programação,
depois que você pressionar o botão de programação de um ou vários dispositivos (= LED de
programação é ligado).
Se houver vários dispositivos com o mesmo endereço individual, a quantidade é informada
entre parênteses, por exemplo, o (*5) significa que há 5 dispositivos em modo de programação.
• O ETS verifica continuamente se existem dispositivos no modo de programação, desde que o
botão Iniciar esteja ativado.
• Uma varredura pode ser iniciada ou finalizada, usando os botões Iniciar/Parar.
• A varredura é finalizada automaticamente quando o painel é fechado ou quando uma operação
de download for iniciada.

Nota:

Para dispositivos KNX TP em modo S-Mode: não se esqueça de desligar o modo de


programação (= o LED de programação é desligado) dos dispositivos correspondentes, isto,
para evitar que mais dispositivos estejam no modo de programação no barramento.
Para dispositivos KNX RF em modo S-Mode: se o modo de programação do dispositivo RF
não for desligado manualmente, o dispositivo de RF o fará automaticamente, após 4
minutos.

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[Link] Verificando o Endereço Físico

[Link].1 Endereço individual

Esta função verifica se o dispositivo com o endereço individual existe na instalação, e responde. Insira
o endereço individual e clique no botão 'Verificar se Alcançável'. O ETS indicará o seguinte resultado
após um curto período.

Ícone Descrição
O dispositivo existe

O dispositivo não existe

[Link].2 LED do dispositivo

Outra possibilidade de localizar um dispositivo na instalação é usar os botões: 'flash', ligado ou


desligado:

• 'Flash': O LED de programação do dispositivo, localizado com determinado endereço individual


será ligado e desligado;
• Ligado: O LED de programação do dispositivo, localizado com o endereço individual será
ativado;
• Desligado: O LED de programação do dispositivo, localizado com o endereço individual será
desativado.

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ETS6 Professional 125/160
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[Link] Scan de linha

[Link].1 Scan

O botão de varredura de linha mostra quais endereços individuais já foram atribuídos em uma linha.
Se você deseja descobrir qual endereço individual já foi atribuído, basta pressionar o botão Varredura
de linha. Primeiro, selecione a 'Linha' que você deseja verificar. Após, selecione o modo de varredura
(line scan). Dependendo do meio físico escolhido, ao adicionar a linha, será oferecido as opções de
modo de escaneamento 'Rápido' ou 'Padrão'. Mais informações sobre a varredura detalhada de
linha, podem ser encontradas na Análise de Linha (detalhada) (Consulte a central de ajuda KNX) (line
scan).

Os endereços individuais que foram encontrados fisicamente nessa linha em particular, serão
exibidos, bem como a versão da máscara do dispositivo correspondente.

Esta tarefa pode levar algum tempo, você ainda pode cancelar a verificação, pressionando o botão
'Abortar verificação', depois de ter as informações que você está procurando.

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ETS6 Professional 126/160
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[Link].2 Compare ao Projeto

Quando a varredura de linha for concluída, então o botão 'Comparar ao Projeto' será disponibilizado.
Compara os resultados de escaneamento com o projeto ETS.

Ícone Descrição
O dispositivo foi encontrado tanto no projeto ETS, quanto na linha atual.
O dispositivo foi encontrado no projeto ETS, mas não foi encontrado na linha atual (sem
resposta).
O dispositivo foi encontrado na linha atual, mas não está configurado no projeto ETS.

[Link].3 Atualizar os 'flags' de programação

Quando a varredura de linha for concluída, o botão 'Atualizar Flags de Prog' será disponibilizado.
Define o 'Flag Adr' (= endereço individual programado), para todos os dispositivos do projeto atual,
no ETS, para o qual o resultado da varredura foi positivo (aqueles marcados com o ícone verde).

As 3 funções de varredura, ou seja: "Modo de programação", "Verificação de endereço


individual", ou "Verificação de linha" não podem ser executadas simultaneamente.
Quando um deles é iniciado, os outros dois permanecem temporariamente desativados,
até que o ativo seja interrompido ou concluído.

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ETS6 Professional 127/160
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6.2.3 Ferramentas de monitoramento

[Link] Monitor de barramento, monitor de grupo e monitor de atividades de barramento do ETS

Três ferramentas estão disponíveis no ETS para gravação: exibição; análise, e; envio de telegramas no
barramento KNX, bem como para a leitura ou envio de valores de endereços de grupo, a partir de um
computador:

• Monitor de barramento
• Monitor de atividade de barramento no ETS
• Monitor de grupo

O Monitor de grupo e o monitor de barramento são muito semelhantes, mas o monitor de grupo,
tem duas funções adicionais (veja a tabela abaixo).

Em ambos os monitores, primeiro você precisa garantir que a interface correta de barramento seja
selecionada (na barra de ferramentas, na parte superior). Definir ou alterar a conexão só é possível
no modo offline, ou seja, se nenhuma gravação foi iniciada.

[Link].1 Monitor de barramento

O Monitor de barramento é necessário para gravar e analisar o tempo de execução de todos os


telegramas do barramento. O monitor de barramento, requer acesso exclusivo no barramento,
durante a gravação. Isto significa que, enquanto ocorre o controle do monitoramento, não é possível
verificar um endereço individual, fazer uma busca por linha, ou pesquisar dispositivos no modo de
programação.

[Link].2 Monitor de atividade de barramento no ETS

O monitor de atividade de barramento no ETS não abre a conexão de instalação, mas "escuta", se
houver alguma conexão criada pelo ETS. Se tal conexão for criada, este monitor estará "anexado", e
exibe o tráfego desta conexão. Assim que essa conexão for encerrada, o monitor de atividade do
barramento ETS se desconectará dessa conexão.
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[Link].3 Monitor de grupo

O monitor de grupo é necessário para a gravação e análise de telegramas de grupo e para a leitura
ou envio de valores de endereços de grupo, a partir de um computador. Ao contrário do monitor de
barramento, o monitor de grupo não requer seu próprio acesso de barramento, durante a gravação.
Isso significa, que durante uma sessão ativa do monitor de grupo, ainda é possível verificar um
endereço individual, fazer uma varredura de linha, ou pesquisar dispositivos no modo de
programação.

Os monitores do ETS mostram as informações sobre os telegramas gravados em forma tabular. A


largura e a disposição das colunas podem ser modificadas. Além disso, é possível filtrar para
informações específicas. Apenas as informações que estejam de acordo com os critérios de filtro, que
estejam inseridas no campo superior da direita, serão exibidas no monitor.

[Link].3.1 Barra de menu


Item de Disponível em... Descrição
menu
Iniciar Grupo/Barramento/Atividade de Inicia o monitor: Iniciando a gravação e reproduzindo
Barramento ETS telegramas. Durante a gravação do telegrama, o
botão 'Iniciar' é acinzentado
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Parar Grupo/Barramento/Atividade de Interrompe o monitor: Parando a gravação e a


Barramento ETS reprodução de telegramas.
Limpar Grupo/Barramento/Atividade de Limpa todos os telegramas na janela
Barramento ETS
Abrir Grupo/Barramento/Atividade de Abre os telegramas gravados anteriormente
Barramento ETS
Salvar Grupo/Barramento/Atividade de Salva os telegramas registrados anteriormente, se o
Barramento ETS monitoramento não estiver ativo no momento
Imprimir Grupo/Barramento/Atividade de Permite a impressão de telegramas selecionados, ou
Barramento ETS de todos os telegramas, por meio da caixa de diálogo
de impressão. Somente as colunas visíveis serão
impressas; de acordo com sua largura, em
porcentagem, e no formato de paisagem
Repetir Grupo Permite que telegramas gravados anteriormente (a
telegramas partir de um arquivo), sejam reproduzidos.
Opções Grupo/Barramento/Atividade de Configurações de monitoramento por gatilho, captura
Barramento ETS e gravação, podem ser feitas aqui.
Funções de Grupo Permite a escrita/leitura de valores de grupo, com a
grupo opção de realizar várias configurações (consulte para
obter mais informações)

[Link].3.2 Colunas da janela


# Contador de telegrama
Tempo O horário de gravação do telegrama (horário do computador), exibido no formato
correspondente (definido nas opções de monitoramento).
Serviço Tipo de serviço do barramento:

• Telegrama enviado (para o barramento) ou recebido (do barramento).


• Iniciar/Parar o rastreamento
Bandeiras Informações de controle:

• E = Formato de quadro padrão


• H = LTE-HEE Formato de quadro
• Mais explicações sobre as informações de controle de telegramas gravadas no
Monitor ETS, podem ser encontradas em Marcações da coluna de janela &
endereço de destino nos Monitores do ETS (Consulte a central de ajuda KNX)
Prio Prioridade do telegrama KNX
Endereço de Endereço individual do remetente
origem
Nome da fonte Nome do remetente (obtidos a partir dos dados do projeto do ETS).
Descrição da A descrição da fonte.
fonte
Endereço de Pode ser um endereço individual, ou um endereço de grupo. Mais explicações sobre
destino possíveis variações no endereço de destino, podem ser encontradas em
Marcadores da coluna de janela & Endereço de destino nos Monitores do ETS
(Consulte a central de ajuda KNX)

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ETS6 Professional 130/160
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Nome de Nome do destino.


destino
Descrição do Descrição do destino.
destino
Rota Contador de roteamento de telegrama do KNX
Type Decodificação do serviço APCI do telegrama KNX
DPT Tipo de datapoint
Informações Informações adicionais sobre dados de telegramas KNX (dados de memória e outros
dados).

• Informações sobre o início e o fim da comunicação.


• Valor decodificado, de acordo com o tipo de datapoint definido
Informação Informação específica sobre o meio físico utilizado; PL/RF
meio físico
Segurança Informações adicionais para telegramas seguros KNX, quanto ao tipo em questão
(KNX IP Secure = segurança de transporte, KNX Data Secure = segurança de dados)

[Link].3.3 Barra lateral

Ao marcar um telegrama específico no monitor, o ETS mostrará as informações do telegrama em


formato estendido. As propriedades podem ser ordenadas alfabeticamente, ao clicar sobre o campo
no cabeçalho.

Dependendo se o monitoramento de barramento ou o monitoramento de grupo é usado, as


seguintes informações serão exibidas:

Reconhecer Confirmado/ Não confirmado


APCI Controle de informação da camada de aplicação: Tipo de mensagem da
camada de aplicação
ConfirmFlag Verdadeiro/Falso
DataPointType Nome do tipo de datapoint (se o projeto esta aberto e se esta atribuído)
DecodedDpValue Valor do datapoint decodificado (por exemplo, On, Off, Abrir, Fechar, etc...)
Destino Pode ser um endereço individual ou um endereço de grupo

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ETS6 Professional 131/160
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DestinationName Nome do endereço de grupo; "-" se o nome do endereço de grupo não estiver
definido.
FrameFormat Formato do Telegrama: Padrão / Estendido
LocalizedType Decodificação do serviço APCI do telegrama KNX (gravação, leitura...)
MediumInfoRF Endereço do domínio de RF
MessageCode Tipo de serviço e qual camada
Prioridade Baixa, Alta, Alarme, Sistema
RawData Os dados brutos do telegrama de barramento KNX (formato cEMI, composto
por código de serviço, dados de serviço não corresponde ao telegrama do
barramento em todos os detalhes)
RawDpValue valor bruto do datapoint
RepeatedFlag Repetição: Verdadeiro/Falso
RoutingCounter Valor do contador de roteamento
Serviço De/para o barramento
Fonte Endereço individual de envio
SourceName Nome do dispositivo; "-" se o nome do dispositivo não estiver definido.
SystemBroadcastFlag Verdadeiro/Falso
TPCI Controle de informação da camada de transporte

[Link].3.4 Informações

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ETS6 Professional 132/160
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Informações adicionais do telegrama podem ser encontradas na aba 'Informações', da janela de


propriedades, na barra lateral. As seguintes propriedades serão mostradas

Duração Total de duração da gravação


Carga do barramento (médio) Carga média do barramento
Telegramas por segundo Numero médio de telegramas por segundo no barramento
(méd.)
Total de telegramas Numero total de telegramas gravados
Telegramas repetidos Número de telegramas repetidos
Telegramas ocupados Número de telegramas em espera
Telegramas não confirmados Número de telegramas não confirmados
Telegramas confirmados Número de telegramas confirmados negativamente
negativamente
Top x remetente Endereço de origem do dispositivo que enviou mais telegramas no
barramento (e quantas vezes foi)
Top x grupo Endereço de destino mais usado (e número de vezes que apareceu
no ônibus)

Há um botão 'Gerar Estatísticas' na parte inferior da barra lateral, que permite ao usuário do ETS
gerar estatísticas com informações sobre a duração da gravação, estatísticas do projeto, remetentes
correspondentes / receptores e estatísticas de comunicação de grupo (quem estava enviando, quem
não estava?) etc.

• As estatísticas não são redefinidas quando outra interface é selecionada, nem quando o
monitor está sendo iniciado / parado.
• As estatísticas só são redefinidas quando o conteúdo das gravações no monitor são apagadas.

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[Link] Opções do monitor

A janela 'Opções' só abre se a gravação de telegramas tiver sido interrompida. As seguintes opções
estão disponíveis para ambos os monitores:

• Geral
• Gravação
• Níveis de cores
• Condições
• Decodificação

[Link].1 Geral

Opção Descrição
Formato do registo da Formato da coluna de Hora no monitor. Valores possíveis:
hora
• Somente hora (hh:mm:ss,ms)
• Data e hora (dd/mm/aaaa hh:mm:ss,ms)
Cuidado: O horário é a informação de hora do diagnóstico do PC

Avisa se fechar o Ao desativar esta opção, o programa fechará a janela do monitor sem avisar
monitor do o usuário de que os telegramas registados precisam de ser gravados
telegramas, com primeiro.
telegramas não salvos
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Condição do filtro de O 'ponto' em que o monitor começa a gravar os telegramas depende da


captura condição (pré-definida ou do usuário). Telegramas que não satisfazem esta
condição serão ignorados.
Utilize a condição de Se selecionado, as condições de filtro também serão aplicadas quando os
filtro quando carregar telegramas são carregados de um arquivo (para reduzir a quantidade de
a partir do arquivo conteúdo exibido).
Condição do disparo O 'ponto' em que o monitor começa a exibir os telegramas depende da
de captura condição (pré-definida ou do usuário). Os telegramas que não satisfazem a
condição serão ignorados. Para processar um telegrama aqui, ele deve ter
encontrado a condição do filtro de captura! É possível especificar o número
de telegramas que serão capturados antes que a condição de disparo seja
atendida, bem como limitar o número de pacotes capturados após a
condição de disparo ser atendida.
O número de O número de telegramas antes do ponto de disparo é definido usando esta
telegramas a capturar opção.
antes do ponto de
disparo
O número de Use esta opção (e a opção previamente habilitada "Limitar o número de
telegramas a capturar pacotes sendo capturados após o ponto de gatilho"), para limitar o número
após do ponto de de telegramas após o ponto de gatilho.
disparo
Utilize a condição de Se selecionado, as condições de disparo de captura também são aplicadas ao
disparo quando carregar telegramas de um arquivo (para reduzir a quantidade de conteúdo
carrega a partir do exibido).
ficheiro

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ETS6 Professional 135/160
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[Link].2 Gravação

Os telegramas gravados podem ser registados em um arquivo no seu computador, ou num driver de
rede/ nuvem, para análise futura.

Opção Descrição
Habilita o registro ao Esta opção determina se os telegramas registados pela função de
vivo de quadros monitoramento serão salvos diretamente. Todas as demais opções desta
monitorados em um página serão desativadas, desde que esta opção não esteja ativada.
arquivo
Nome do arquivo Seleção do caminho e nome do arquivo. O formato do arquivo de registro é
para o arquivo de o XML, o conteúdo da memória do arquivo está sempre no formato ETS6.
registro ativo
Inicie um novo Esta opção determina quando um novo arquivo de registro deve ser criado,
arquivo de registro por exemplo, baseado no número de telegramas, a cada hora, todos os dias,
ativo todas as semanas, todos os meses ou todos os anos. Ao selecionar a opção
"Baseado no número de telegramas", é possível inserir um valor no campo
abaixo, por exemplo, o 'Número máximo de telegramas por arquivo de
registro'. O nome dos arquivos de registro pode ser exclusivo,
acrescentando:

• Data e hora;

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ETS6 Professional 136/160
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• Data e número consecutivo;


• Apenas data
• Número consecutivo.
Ao definir a opção: "Automaticamente excluir arquivos antigos e registros",
você pode determinar se estes arquivos devem ser excluídos ou não. Se a
opção 'Baseado no número de arquivos' for selecionada, o campo 'Número
máximo de arquivos de registro' será habilitado.
Exemplo: Digite '3' no campo "Número máximo de arquivos de registro", e
inicie uma sessão de gravação de telegramas 4 vezes. O ETS criará os
seguintes arquivos:

1. Telegramas 2021-03-22_134955.xml (sendo 13 = hora, 49 = minutos, 55


= segundos).
2. Telegramas 2021-03-22_135005.xml.
3. Telegramas 2021-03-22_135210.xml.
Ao iniciar a quarta sessão de gravação, a gravação do primeiro e mais
antigo telegrama (ou seja, telegrams 2021-03-22_134955.xml), serão
excluídos e será criado um novo arquivo de registro, ou seja, o
telegrama 20201-03-22_135649.xml.
Limitar espaço em Use esta opção para especificar o espaço máximo em disco usado para
disco usado por arquivos de registro.
arquivos de registo
Limite de espaço em Digite o limite de espaço em disco para os arquivos registro.
disco para arquivos
de registo

[Link].3 Níveis de cores

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ETS6 Professional 137/160
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Nesta janela é possível modificar o texto e a cor de fundo dos vários telegramas, por exemplo, para
repetições de telegramas ou telegramas com erros.

Opção Descrição
Colores padrão do Define a cor de texto/fundo para telegramas que não atendem a
telegrama nenhuma condição.
Cor condicional do Define a cor de texto/fundo para telegramas que atendem a uma
telegrama condição.

• Use o botão Adicionar para adicionar uma condição existente à cor.


• A coluna de prioridade especifica em que ordem a cor deve ser
aplicada.
• O botão para cima/baixo ajusta a prioridade.

[Link].4 Condições

É possível adicionar mais condições ao conjunto padrão de condições de gravação, pressionando o


botão '+' na janela 'Condições'. Quando, por exemplo, selecionando o 'Endereço de Envio', é possível
filtrar telegramas em um endereço individual específico.
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 138/160
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Graças a esta opção de filtro, é possível determinar o número de telegramas que serão exibidos (não
tem influência no registro de telegramas). Trata-se, sem dúvida, de uma função muito útil, em
grandes instalações, com um maior tráfego no barramento. O ETS mostra todos os telegramas por
padrão.

Opção Descrição
Condições Lista todas as condições (condições padrão e definidas pelo usuário).
• Condições padrão do ETS não podem ser editadas
Filtros de propriedade de segurança para telegramas do tipo: KNX Seguro.

• Use o botão Adicionar para adicionar uma nova condição


Expressão Define a condição. Um máximo de cinco partes de expressão independentes podem ser
definidas. Todos eles podem ser combinados com o operador 'AND' ou 'OR'.

• Propriedade: Define a propriedade do telegram que será utilizado para uma parte
de uma expressão
• Operador: Define o operador de comparação, como <, <=, !=, entre, e outros
operadores
• Valor: Valor a ser testado; dependendo da propriedade, pode ser predefinido (por
exemplo, se for um Booleano > Sim/Não)

[Link].5 Decodificação

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ETS6 Professional 139/160
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Nesta janela, as opções para decodificação do conteúdo do telegrama podem ser definidas.

Opção Descrição
Use o aplicativo Se um ou mais aplicativos ETS de decodificação, de fabricantes KNX, forem
ETS para instalados, o respectivo decodificador que estiver ativo, será selecionado aqui.
Decodificação Uma seleção múltipla ou cascateamento (execução simultânea, por exemplo,
sequencialmente) de decodificadores não é possível.

KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association


ETS6 Professional 140/160
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[Link] Opções para a gravação de telegramas

Telegramas gravados podem ser salvos, abertos, limpos e reproduzidos.

[Link].1 Gravando os telegramas

É possível salvar telegramas gravados por meio do botão “Salvar”, na barra de ferramentas da janela
do Monitor de Barramento, ou Monitor de Grupo. É possível salvar telegramas gravados sem parar a
gravação. Nesse caso, o ETS pedirá para salvar 'todos os telegramas' ou apenas 'os telegramas
selecionados'. Você pode exportar o telegrama como um arquivo XML, permitindo editar os
telegramas armazenados por meio de um editor XML, ou você pode salvar os telegramas em formato
CSV, que podem posteriormente ser visualizados e editados por programas como o Microsoft Excel e
similares.

A exportação CSV, destina-se a leitura direta de seres humanos ou a ser usada por um
software que não entende KNX (por exemplo, Excel). A exportação de XML é mais ou
menos interna ao ETS. Os dados não são 'criptografados', mas apenas o quadro cEMI bruto
como HexBinary.

KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association


ETS6 Professional 141/160
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[Link].2 Abrindo os telegramas a partir de um arquivo

As gravações salvas de telegramas podem ser abertas por meio do botão 'Abrir', que pode ser
encontrado na barra de ferramentas do Monitor de Barramento/Grupo. O ETS pode exibir arquivos
com as extensões '*.xml, *.trx (ETS3) ou *.hlg (ETS2)'.

[Link].3 Limpando a lista de telegramas

A lista de telegramas gravados anteriormente pode ser excluída por meio do botão 'Limpar', que
pode ser encontrado na barra de ferramentas do Monitor de Barramento/Grupo.

[Link].4 Reproduzir telegramas (replaying)

A fim de verificar processos mais complexos, o ETS permite reproduzir (replay), os telegramas
previamente gravados e guardados nem um arquivo. Isto só é possível usando a função de
monitoração de grupo (Group monitoring).
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 142/160
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Para reproduzir os telegramas gravados, certifique-se de que o PC está conectado ao barramento e


pressione o botão Iniciar antes de pressionar o botão 'Repetir telegramas'. A janela 'Opções de
Reprodução de Telegramas' será exibida: selecione o arquivo através do botão 'Buscar'. Isto é
possível para:

• 'Reproduzir como gravado', executa os telegramas 1:1 de acordo com a gravação (configuração
padrão) ou
• "Reproduza sem demora". Esta é a melhor opção quando o intervalo de tempo entre
telegramas gravados no arquivo selecionado é muito longo.

KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association


ETS6 Professional 143/160
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[Link] Opções estendidas do 'Monitor de Grupo'

Ao contrário do 'Monitor de Barramento', o 'Monitor de Grupo' oferece a possibilidade de:

• ler o estado atual de um objeto de grupo. (Veja o parágrafo [Link].1)


• (sobre)escrever os status atual de um objeto de grupo. (Veja o parágrafo [Link].2)

Visão geral das funções possíveis quando a 'Função de Grupo' é selecionada no Monitor de Grupo:

Opção Descrição
Endereço de Endereço do grupo a ser lido. Use o botão (...) da direita para selecionar um
Grupo endereço de grupo do projeto atualmente selecionado.
Os endereços de grupo são classificados na caixa de seleção, em ordem crescente
de acordo com o valor do endereço de grupo (o que significa que o primeiro
endereço de grupo possível na lista será 0/0/1).
Tipo do ponto Seleção manual de um tipo de datapoint.
de dados Isso define as regras de decodificação do valor do endereço de grupo, que são
aplicados para decodificação (recepção de um telegrama, operação de
leitura/gravação).
Último valor O último valor que foi recebido do barramento para o endereço de grupo
recebido selecionado.
Valor Valor a ser escrito, decodificado de acordo com o tipo de datapoint selecionado
ou como um valor bruto.
Enviar Envia um telegrama de forma cíclica. Quando ativado, o tempo de retardo (veja
ciclicamente abaixo), é definido automaticamente em 1 seg.
Tempo de Tempo de atraso em segundos até o primeiro telegrama ser enviado ou o
retardo [sec] intervalo entre dois telegramas (0...3600).
Escrita Envia um telegrama "escrita de valor de endereço de grupo" ao barramento, para
escrever o valor de um endereço de grupo
Leitura Envia um telegrama "leitura de valor de endereço de grupo" ao barramento, para
ler o valor de um endereço de grupo

[Link].1 Lê o número do endereço de grupo

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ETS6 Professional 144/160
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Primeiro, certifique-se de que o botão 'Funções de grupo', está pressionado na janela 'Monitor de
grupo'. Pressione o botão 'Iniciar' e digite um endereço de grupo no campo vazio: 'Endereço do
Grupo', ou selecione um endereço de grupo na lista de endereços de grupo, existentes no projeto
atual, pressionando o símbolo '. .'.

Pressione o botão 'Ler' para enviar um pedido de leitura no barramento. O telegrama resultante
mostra o tipo de 'GroupValueRead' na coluna 'Tipo' e não exibe nenhum valor na coluna 'Info'. O
endereço de origem do telegrama é o endereço individual da interface de barramento. O valor do
telegrama de resposta (coluna 'tipo', indica o 'GroupValueResponse') será exibido na coluna 'Info'.
Os valores precedidos por $-sign são valores hexadecimais.

Só é possível ler objetos de grupo para os quais o 'flag' de 'Read' foi definido. Se endereços de grupos
são solicitados, os quais não estão especificados como remetentes de endereços de grupo nos
objetos do grupo, a resposta será enviada com um endereço de grupo diferente (por exemplo, o
endereço de envio do grupo) do que o usado na solicitação de leitura.

[Link].2 Escrever o número do endereço de grupo

Primeiro, certifique-se de que o botão 'função de grupo' está pressionado na janela 'Monitor de
grupo'. Pressione o botão 'Iniciar' e digite um endereço de grupo no campo vazio: 'Endereço do
Grupo', ou selecione um endereço de grupo na lista de endereços de grupo, existentes no projeto
atual, pressionando o símbolo '. .'.

Selecione o tipo de datapoint apropriado do campo de tipo de ponto de dados, bem como o valor
dos dados úteis que devem ser enviados. Um tempo de retardo, em segundos, pode ser definido
para que o telegrama só seja enviado após o tempo inserido. Ativando o campo enviar ciclicamente,
permitirá ativar automaticamente a opção de envio cíclico do telegrama especificado no campo
“Cyclic time[sec].” (tempo cíclico em segundos). De outra maneira, um telegrama será escrito, por
exemplo, a cada dois segundos.

Uma vez que o telegrama foi enviado, o ETS mostra o telegrama, bem como os telegramas possíveis
de resposta na lista.

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ETS6 Professional 145/160
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6.2.4 Verificação do projeto (off-line)

Com a função de 'Verificação do Projeto', várias verificações de projeto podem ser realizadas com a
ajuda do assistente. O assistente de verificação de projeto irá guiá-lo por meio do processo de
verificação de seu projeto em relação às regras comuns de planejamento e design KNX.

Esse é um teste off-line. O ETS não se conectará ao barramento.

A Verificação de Projeto, pode ser invocada por meio da barra de menu 'Diagnósticos' > Verificação
do Projeto.

Há 5 diferentes níveis que são verificados em um projeto.

• Verificação dos dispositivos


• Verificação dos endereços de grupo
• Verificação da topologia
• Verificação da informação de produto
• Busca por projetos importados em versões anteriores do ETS

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ETS6 Professional 146/160
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[Link] Verificação de dispositivo

O que a verificação do dispositivo verifica?

• Se pelo menos um grupo de objeto dos dispositivos está associado a um endereço de grupo
• Se todos os identificadores do dispositivo são compatíveis com os plug-ins do ETS3

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ETS6 Professional 147/160
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[Link] Verificação dos endereços de grupo

O que a verificação do endereço de grupo verifica?

• Se todos os endereços do grupo estão utilizados (vinculados com pelo menos um objeto de
grupo)
• Se endereços de grupos estendidos estão vinculados a dispositivos de plug-in
• Se todos os identificadores de endereço de grupo são compatíveis com os plug-ins do ETS3

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ETS6 Professional 148/160
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[Link] Verificação da topologia

O que a verificação da topologia verifica?

• Compara os requisitos de corrente do dispositivo e a corrente fornecida pelas fontes de


alimentação em TP:
– Se a propriedade de consumo de energia do dispositivo estiver disponível, nos
dispositivos, este dado será utilizado; caso contrário, uma referência média de 10mA
será considerado
– Se a propriedade do dispositivo atual estiver disponível nas fontes de alimentação, este
dado será utilizado; caso contrário, uma média de 320mA será considerado
• Fonte de alimentação e bobina em segmentos de TP
• Se há acopladores ausentes em segmentos principais
• Se há ou não acopladores de segmento ausentes em subsegmentos
• Se a linha de backbone deve ser IP
• Se foram cumpridos os requisitos de topologia com roteadores KNX/IP
• Se todos os identificadores de topologia são compatíveis com os plug-ins do ETS3

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ETS6 Professional 149/160
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[Link] Verificação da informação de produto

Em alguns casos, uma atualização de uma entrada de produto KNX estará disponível, contendo
melhorias ou correções de bugs para a mesma versão do produto. Com a ajuda desta verificação,
pode ser impressa uma lista que mostra todos os dispositivos. A lista também contém as "impressões
digitais" dos dispositivos (que podem ser utilizadas pelos fabricantes para distinguir entre as várias
variações de um dispositivo, mesmo que a versão seja a mesma).

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ETS6 Professional 150/160
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[Link] Busca por projetos importados em versões anteriores do ETS

O que verificam os projetos importados de versões anteriores do ETS?

• Se todos os endereços do dispositivo são válidos


• Se os endereços das áreas e linhas são válidos
• Se os intervalos de grupo são válidos
• Contagem de repetidores do legado

O resultado é mostrado na mesma janela, e pode ser salvo, copiado para a área de transferência,
além de impresso.

Todas as verificações podem ser desativadas globalmente, e as etapas individuais das


verificações, podem ser desativadas na guia respectiva.

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6.2.5 Diagnósticos de erro online

O assistente Online de Diagnóstico de Erros permite verificar possíveis erros de instalação no nível de
funcionalidade, ou seja, no nível do endereço de grupo.

Por favor, note que deve haver uma conexão on-line com o barramento para realizar os
diagnósticos de erro on-line.

Os diagnósticos de erro on-line podem ser chamados por meio da barra de menu do projeto
'Diagnósticos' > Diagnósticos de Erros On-line

Há quatro passos diferentes que são verificados durante os diagnósticos de erro on-line:

• Selecionar Grupo de Endereços


• Verificar Dispositivos
• Enviar/Receber
• Análise de tráfego do barramento

Antes de chamar o assistente, um ou mais dos seguintes elementos devem ser selecionados para que
os diagnósticos on-line possam ser realizados:

• Endereços de grupos (também áreas de nível superior)


• Objetos de Grupo
• Dispositivos

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No próprio assistente, apenas um endereço de grupo pode ser verificado de cada vez. Por favor,
selecione um endereço de grupo para verificar e prosseguir. Assim que a verificação for concluída,
você pode voltar no assistente, para a página onde se pode selecionar o próximo endereço de grupo
a ser verificado.

[Link] Selecionar Grupo de Endereços

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[Link] Verificar Dispositivos

Para verificar se todos os dispositivos listados estão programados corretamente, clique no botão
'Verificar dispositivos (1)'. Por favor, note que não é possível cancelar a verificação, uma vez que este
botão é clicado. Para localizar o dispositivo na instalação, selecione o dispositivo na lista e clique no
ícone de LED correspondente (3), ao lado dele.

[Link].1 Resultados

Os resultados da verificação são exibidos como um ícone, com uma cor diferente, na coluna de status
(2):

Ícone Descrição
Se todas as verificações foram executadas com sucesso e foram encontradas em ordem.

Se pelo menos uma verificação falhou. O erro exato é incluído como texto.

Se nenhuma das verificações falhou totalmente, mas pelo menos uma verificação gerou um
resultado inconclusivo (por exemplo: um dispositivo com um plug-in não implementa as
interfaces pretendidas e a variante padrão da verificação falhou). Está incluída no texto uma
indicação do que pode estar errado.

O texto de erro inclui tanto o que foi considerado inconsistente, como as medidas que podem ser
tomadas pelo usuário. Uma explicação detalhada sobre os 'dispositivos de verificação' da etapa pode
ser encontrada no Diagnósticos de Erro On-line (detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).

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[Link] Enviar/Receber

Essa função oferece a possibilidade de definir o tipo de datapoint, bem como o valor dos dados úteis
e enviá-lo no barramento, por meio do botão 'Escrever'. Ao clicar no botão 'Ler' (2), os diferentes
valores recebidos podem ser lidos na janela 'Valores Recebidos' (1). Uma explicação detalhada do
passo 'Enviar/Receber dispositivos' pode ser encontrada em Diagnósticos de erro on-line
(detalhados) (Consulte a central de ajuda KNX).

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[Link] Análise de tráfego do barramento

Essa função irá analisar o número de telegramas enviados no barramento, quando o botão 'Iniciar
Rastreamento' for clicado. Os valores de carga do barramento são fornecidos como valores relativos
(em %), e problemas de confirmação serão listados aqui.

• Atual (1) = constitui o percentual de carga do atual do barramento.


• Médio (2) = informa sobre a carga média do barramento desde o início da gravação.
• Max (3) = indica a carga máxima durante a gravação.

Se possível, o assistente altera para o modo de monitoramento do barramento. Se isso não for
possível (porque outra conexão está aberta ou a interface de barramento não suporta o modo de
monitoramento do barramento), uma mensagem é exibida, fazendo menção que algumas
funcionalidades não estão disponíveis (4).

Uma janela informa os 'problemas de confirmação' como:

• Qual endereço de grupo não é reconhecido por pelo menos um receptor (e consequentemente
repetido);
• É reconhecido negativamente por pelo menos um receptor;
• Se uma mensagem de endereço de grupo é respondida por um reconhecimento de 'Ocupado',
por pelo menos um destinatário.

A parte inferior da janela, ou seja, a maioria dos remetentes (5), informam quais dispositivos
contribuem para o tráfego de barramento.

Cuidado: A carga de barramento que excede os 50%, pode levar a um aumento de problemas de
comunicação (disfunções esporádicas) na instalação KNX (6).

Uma explicação detalhada sobre a etapa de 'Análise de Tráfego', pode ser encontrada em
Diagnósticos de Erro on-line (detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).

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6.2.6 Diagnósticos de Instalação On-line

Este assistente verifica que todas as etapas de comissionamento necessárias foram terminadas com
sucesso. É possível realizar esta verificação em todos os dispositivos do projeto, seja para um
dispositivo específico, ou para todos os dispositivos vinculados a um endereço de grupo específico. A
funcionalidade é similar ao 'Verificar dispositivos' da etapa Assistente de Diagnósticos de erro on-line
(Veja o parágrafo 6.2.5), contudo funciona em todos os dispositivos do projeto, não apenas nos
dispositivos conectados a um endereço de grupo específico.

A aba de 'Diagnósticos de Instalação On-line', pode ser chamada por meio da barra de menu do
projeto 'Diagnósticos' > Diagnósticos de Instalação On-line

As próximas seções descrevem as duas etapas:

• Verificações Básicas
• Verificações Estendidas

[Link] Verificações Básicas

Se o dispositivo em questão pode ser alcançado e se o programa de aplicação foi baixado


corretamente, o resultado, conforme mostrado abaixo, aparecerá na tela.

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Se o dispositivo em questão não pode ser alcançado ou se, por exemplo, nenhum programa de
aplicação foi carregado no dispositivo, as informações mostradas abaixo serão exibidas:

• Erros são identificados com uma marcação vermelha, na frente da descrição do problema
• Avisos são identificados com um ponto de exclamação de triângulo amarelo, na frente da
descrição do problema
• Se nenhum problema for detectado, uma marcação em verde será exibida atrás do campo
'Resultado'

Informações mais detalhadas sobre as verificações básicas podem ser encontradas em: Diagnósticos
de Instalação on-line (Detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).

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[Link] Verificações Estendidas

O próximo passo do assistente permite que você execute as 'Verificações estendidas'. Verificam se os
endereços de grupo configurados nos dispositivos são iguais aos do projeto.

Informações mais detalhadas sobre as verificações estendidas, podem ser encontradas em:
Diagnósticos de Instalação On-line (Detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).

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Capítulo: “KNX Legacy”

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CURSO BÁSICO KNX

Índice
1 Uso de dados de calha ............................................................................................... 3
1.1 Fonte de alimentação (Calha DIN com trilhos de dados) ................................................ 4
1.2 Fonte de alimentação para duas linhas (Calha DIN com trilho de dados) ........................ 5
2 Tipo de acoplador de linha antigo .............................................................................. 6
3 PowerLine ................................................................................................................. 7
3.1 Introdução ................................................................................................................... 7
3.2 Padronização ............................................................................................................... 7
3.3 Processo de transmissão .............................................................................................. 8
3.3.1 Acoplamento entre fases ................................................................................................................ 9
3.3.2 Transmissão de telegramas ........................................................................................................... 10
3.3.3 Instalações sem acoplador de meio .............................................................................................. 12
3.3.4 Instalações com acoplador de meio .............................................................................................. 13
3.3.5 Procedimentos de acesso ao Bus .................................................................................................. 14
3.4 Topologia / Endereçamento........................................................................................ 15
3.5 Dispositivos do sistema KNX-PL110 ............................................................................. 17
3.5.1 PL BCU ........................................................................................................................................... 17
3.5.2 Acoplador de fase.......................................................................................................................... 18
3.5.3 Acoplador de meio ........................................................................................................................ 18
3.5.4 Filtro passa-banda (Band-stop) ..................................................................................................... 19
3.5.5 Cabos de rede................................................................................................................................ 20
3.6 Informação para projetistas e instaladores ................................................................. 20

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 2/21
CURSO BÁSICO KNX

NOTA: ESTE CAPÍTULO PRETENDE SER USADO COMO ANEXO INFORMATIVO AO CURSO BÁSICO. CONTÉM
DISPOSITIVOS/SISTEMAS DE INFORMAÇÃO KNX QUE PODEM TER SIDO USADOS EM VELHAS INSTALAÇÕES
KNX/EIB. OS CONTEÚDOS DESTE CAPÍTULO NÃO FAZEM PARTE DO EXAME DE CURSO BÁSICO.

1 Uso de dados de calha

Figura 1: Dados de calha, cobertura para calha de dados

No caso de dispositivos TP, a ligação para o bus é assegurada principalmente através do ligador de
bus (cinzento escuro/vermelho).

No caso de dispositivo para calha/trilho DIN, como atuador de comutação, variador de luminosidade,
unidades de alimentação de energia, etc; a conexão ao bus nas instalações antigas KNX podem
também ser efetuadas via blocos de contacto de mola a calha de dados autoadesiva que é colada à
calha DIN de 35 mm de acordo com EN 60715.

Os comprimentos dos trilhos de dados disponíveis no mercado coincidem com as várias larguras dos
quadros elétricos padronizados disponíveis. O comprimento dos trilhos de dados não pode ser
alterado, por exemplo através de corte, uma vez que isto alteraria as distâncias de linha de fuga e
segurança.

Para proteger secções dos trilhos de dados não utilizadas de poluição ou de contacto acidental com
os cabos da ligação principal, devem ser cobertos com um acessório de proteção apropriado.

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 3/21
CURSO BÁSICO KNX

1.1 Fonte de alimentação (Calha DIN com trilhos de dados)

Figura 2: Fonte de alimentação calha DIN com trilho de dados

A figura acima mostra a ligação da unidade de fonte de alimentação conectada através de contato de
mola para os condutores impressos da barra de dados. O cabo de bus é conectado para liberar os
dispositivos montados através de um conector de trilho de dois polos.

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 4/21
CURSO BÁSICO KNX

1.2 Fonte de alimentação para duas linhas (Calha DIN com trilho de dados)

Figura 3: Fonte de alimentação para duas linhas calha DIN com trilho de dados

A Fonte de alimentação, por exemplo, 30 V DC e 640 mA com pinos de conexão para trilho de dados
pode ser usado para a alimentação de duas linhas.

Por meio da bobina integrada, a tensão de CC de 30 V é alimentada aos dispositivos de calha DIN
através de pinos e os dois condutores impressos interiores na barra de dados.

A conexão com o cabo de bus TP é realizada através de um conector barra de dados (conectores 2
polos ou 4 polos).

Através da tensão auxiliar (branco / amarelo) é possível alimentar a tensão auxiliar para outros
condutores da barra de dados por meio de um conector de barra de dados de 4 polos.

A bobina separada alimenta então a tensão auxiliar através dos condutores impressos internos da
barra de dados de 30 V DC. Também é possível conectar o cabo de bus por meio de dois polos ou
conector barra de dados de 4 polos.

Os conectores barra/trilho de dados de 2 polos possuem contatos molas e os conectores de 4 polos


estão ligados ao cabo bus TP por meio dos conectores de bus padronizados.

Importante: No caso, em geral, de dispositivos bus instalados num trilho DIN, ex. fontes de
alimentação e linhas secundárias de acopladores, o terminal supressor de surtos deve ser ligado ao
conector do trilho de dados, se os dispositivos forem alimentados via calha de dados.

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2 Tipo de acoplador de linha antigo

Figura 4: Diagrama de blocos: Acoplador de Linha Antigo

Em instalações (até Junho de 2003), foram instalados acopladores de linha, em que a fonte de
energia para as unidades de acoplamento, memória de tabela de filtros e lógica foi feita a partir da
linha secundária.

A linha primária deste tipo de acoplador, que tem de largura 4 ou 1, está conectada através de
conectores de bus e a linha secundária por meio de trilho de dados (contato de mola). A conexão
com o cabo de bus é realizada através de um conector barra de dados (2 polos ou 4 polos).

Uma bateria de lítio com uma durabilidade superior a 10 anos (também sem ligação ao bus) fornece
o backup de alimentação para a memória, que contém a tabela de filtros, no acoplador antigo de
acoplador de linha.

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3 PowerLine

3.1 Introdução

O sistema KNX Power Line 110 (KNX PL110) permite a transmissão de telegramas através da rede de
230/400 V. Uma linha de bus separada não é por isso necessária. A transmissão / repetição de
telegramas é executada através dos condutores Fase (L1; L2;L3) neutro (N) que têm de estar ligados
a cada dispositivo de bus. KNX PL110 é compatível com componentes KNX TP e correspondentes
ferramentas. É possível, por exemplo, ligar um módulo de aplicação embutido num acoplador PL
BCU 1 e carregar o software de aplicação, através do “cabo bus” (230/400 V linha de alimentação),
nesse PL BCU.

Apesar da indefinição das características de transmissão da rede de energia (causadas pelos tipos de
cabo, comprimento de cabo, número e tipo de dispositivos ligados, etc…), o KNX PL110 assegura um
alto nível de segurança durante a transmissão de telegramas. O sistema funciona de forma
bidirecional num funcionamento semidúplex, isto é cada dispositivo pode ser recetor e transmissor.
As aplicações KNX PL 110 típicas são:
 controle (ligação/comutação, dimerização) de instalações de iluminação
 Aplicações com motores (Persianas,Venezianas,Abertrra de portões)
 alarmes
 Transmissão de valores analógicos
 Controle temporizado ou centralizado
 Simulação de presença
 Visualização por meio de teclas tácteis
Devido à indefinição das condições da rede, que podem variar constantemente, a transmissão de
telegramas pode ser interrompida. Por esta razão, não devem ser realizadas operações com o KNX
PL110 das quais a ausência de um telegrama possa conduzir a consequentes danos extensivos. Tais
aplicações são, por exemplo, controlo de elevadores e dispositivos de emergência.

3.2 Padronização
Na Europa, a transmissão de sinais pela rede de energia está regulamentada pelo padrão EN 50065
da CENELEC. A 1ª parte deste padrão define requisitos gerais, gamas de frequência, níveis de
transmissão e requisitos para compatibilidade eletromagnética (EMC).
KNX PL110 usa as frequências 105.6 kHz e 115.2 kHz para transmissão.
Devido à frequência média de 110 kHz, o sistema KNX PL110 é por vezes referido como PL110. Como
o padrão só permite um nível máximo de transmissão de 116 dBµV, os dispositivos são por vezes
chamados de ‘dispositivos de classe 116.

1 Vêr também o capítulo “Dispositivos do sistema:

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 7/21
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3.3 Processo de transmissão

Figura 5: Processo de transmissão


Graças ao contínuo progresso na miniaturização dos componentes de eletrónica, foi possível aplicar
um novo processo de transmissão para KNX PL110, isto é, Spread Frequency Shift Keying (Modulação
por Distribuição da Variação de Frequência) ou de forma abreviada SFSK. Funciona da seguinte
forma: Funciona da seguinte forma:
 Se um “0” é transmitido, o transmissor produz uma frequência de
 105.6 kHz e essa tensão é sobreposta á energia da rede.
 Se um “1” é transmitido, é usada a frequência de 115.2 kHz.
 De forma a assegurar uma transmissão segura à mais alta velocidade possível, a taxa de
transmissão entre PL BCU (acopladores para a rede de energia) de 1200 bit/s foi estabelecida. O
que significa que para transmitir 1 bit é necessário 833 µs.
 Todos os PL BCUs estão permanentemente em modo recetor. O sinal recebido (também um
barulho) é permanentemente convertido para um valor digital.
 . Este valor digital é agora passado para dois correlacionadores (comparadores probabilísticos)
que comparam o valor do sinal digital recebido com um padrão referência de frequência digital
guardado.
Há dois correlacionadores em cada MCU: um para o bit “0” e outro para o bit “1”.
 Os correlacionadores conseguem diferenciar com uma probabilidade calculada, três estados:
 - é um ‘0’
 - é um ‘0’
 - é indefinido (ruído) e o bit é por isso rejeitado.
A combinação de padrões de bits, assim como os métodos especiais de deteção de erros, permitem
um nível garantido de reconhecimento de telegramas.

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Além disso, é utilizada outra técnica inovadora, que consiste numa adaptação permanente e
automática do poder de transmissão e sensibilidade de receção. Este processo permite a adaptação
contínua da potencia de transmissão ás características de rede, garantindo desta forma que o nível
máximo de transmissão nunca é excedido. Desta forma todos os receptores, adaptam
permanentemente a sua sensibilidade de acordo com as características da rede. Isto resulta numa
gama de transmissão óptima mesmo sob condições de fornecimento em constante alteração.

3.3.1 Acoplamento entre fases

Figura 6: Acoplamento de fase


De forma a garantir que os dados são transmitidos em todos os três condutores, existem duas
possibilidades:
 Em instalações mais pequenas, um acoplamento passivo de fase através das ligações entre
dispositivos com mais de uma fase (ex. aquecedor a gás, fogão elétrico) pode ser suficiente.
Contudo, para assegurar um acoplamento adequado entre as três fases, o uso do acoplador de
fase é recomendado.
 Em instalações maiores, a integração dum acoplador 2 de meio com a função de repetidor 3é
recomendada. O acoplador de meio tem 4 polos (3 condutores de fase e 1 condutor de neutro) e
efetua o acoplamento dos sinais com o nível de transição mais elevado possível em cada
condutor de fase. O repetidor foi entretanto integrado no acoplador do sistema e já não se
encontra disponível no mercado como um dispositivo individual.
Acopladores de fase e acopladores de media não podem ser instalados simultaneamente numa
instalação. Isto significa que se um repetidor PL110 for instalado com um acoplador de fase, este
acoplador deve ser removido.

2 Vêr também o capítulo “Dispositivos do sistema:


3 Acopladores de fase e acopladores do sistema não podem ser instalados simultaneamente em uma
instalação.
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3.3.2 Transmissão de telegramas

Figura 7: Transmissão de telegramas

Comparado com o telegrama KNX-TP, KNX PL110 requer informação adicional durante a transmissão
de informação.

[Link] Sequência de formação


A sequência de formação funciona como o ajuste de receção automática dos recetores (por isso, de
todos os BCU PL, exceto aqueles que estão a transmitir). Os recetores ajustam a sua receção às
condições de rede.

[Link] Campo de preâmbulo


O campo de preâmbulo tem duas funções:
 Regista o início da transmissão.
 Controla o acesso ao bus.

[Link] Telegrama
Depois disto, o presente telegrama é transmitido (como no KNX-TP). no qual quatro bits adicionais de
dados de teste são acrescentados a cada byte transmitido. Com a ajuda deste teste de dados, os
erros de bit podem ser corrigidos e podem ser detectados erros multi-bit.

[Link] Endereço de Domínio


Cada telegrama é terminado por um campo que contém o endereço de domínio. O endereço de
domínio consiste em 8 bits (com 4 bits adicionais de teste de dados) e pode ser configurado pelo
engenheiro de projeto da instalação entre 1 e 254. O endereço de domínio é reservado para
informação a todos os dispositivos.
O objetivo do endereço de domínio é prever instalações KNX PL110 que estão posicionadas em
proximidade e podendo influenciar-se mutuamente. Para isto, é atribuído um endereço de domínio
diferente a cada instalação KNX PL110. À medida que o endereço de domínio é transmitido no
telegrama, cada recetor pode decidir se o telegrama pertence à sua instalação e depois decidir em
concordância.

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[Link] Responder ao telegrama

Figura 8: Responder ao telegrama

A resposta ao telegrama é feita como resultado do telegrama recebido e deve chegar ao transmissor
depois de um certo período de tempo. Comparado com o KNX-TP, apenas são transmitidas duas
respostas ao telegrama.
 ACK: A transmissão foi bem sucedida.
 NACK: Transmissão não foi bem sucedida. Este telegrama de resposta só é utilizado pelo
acoplador de meio.
Se o telegrama de resposta não for enviado, o telegrama é repetido. O processo seguinte está
dependente de se o sistema tem um repetidor ou não.
O telegrama de resposta não pode ser enviado por todos os dispositivos abordados, mas apenas por
um atuador por endereço de grupo. Para o efeito, um objeto de grupo deve ser configurado como o
porta voz do grupo 'speaker grupo "durante a fase de planejamento

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3.3.3 Instalações sem acoplador de meio

1.1.6
230/400 V Distribution
Board with band-stop filter
1.1.7
and phase coupler

5/7/33

1.1.5 Group speaker flag set

5/7/33

1.1.1 1.1.3

1.1.2 5/7/33 1.1.4 5/7/33

Figura 9: Instalações sem acoplador de meio

No exemplo acima, o dispositivo 1.1.7 é um sensor KNX PL 110 enquanto os outros dispositivos são
atuadores KNX PL110. O sensor é ativado. O seguinte aplica-se:
 O sensor transmite um telegrama com endereço de grupo 5/7/33.
 Todos os atuadores recebem-no e analisam-no.
 Só o atuador 1.1.5 transmite o telegrama de resposta ACK porque o integrador de projeto
definiu-o como o porta-voz do grupo para o endereço de grupo 5/7/33.
O seguinte aplica-se:
 Somente poderá haver uma bandeira ACK de porta-voz num endereço de grupo (para um objeto
de comunicação vinculado com este grupo).
 O indicador ACK deverá ser definido no atuador mais distante.
Se o telegrama de 1.1.5 não for recebido ou for recebido incorretamente ex. devido a uma
perturbação na rede, o atuador não enviará um telegrama de resposta. O sensor repete o telegrama
uma vez.

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 12/21
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3.3.4 Instalações com acoplador de meio

1.1.6
230/400 V Distribution
Board with band-stop filter
1.1.7
and media coupler

5/7/33

1.1.5 Group speaker flag set

5/7/33

1.1.1 1.1.3

1.1.2 5/7/33 1.1.4 5/7/33

Figura 10: Instalações com acoplador de meio


O exemplo é idêntico ao descrito anteriormente mas um acoplador de meio foi agora instalado no
quadro de distribuição. A presença do acoplador de meio é comunicada a todos os dispositivos
durante a programação. Se um acoplador de meio for colocado à posteriormente na instalação,
todos os dispositivos têm de ser reprogramados.
Não é necessário pressionar novamente o botão de programação porque o endereço individual é
retido e apenas a aplicação ou o byte de base de conflitos, que contêm a informação sobre a
existência duma acoplador de sistema na instalação, é rescrito.
O sensor é ativado. Se o dispositivo 1.1.5 receber o telegrama corretamente, envia um telegrama
ACK. O processo está completo e o acoplador de meio não é chamado a participar.
No entanto, se o dispositivo 1.1.5 não receber o telegrama ou o receber incorretamente, o seguinte
ocorre:
 O acoplador de meio registra que o telegrama ACK não foi transmitido e repete o telegrama.
 O dispositivo 1.1.5 agora recebe o telegrama e transmite um ACK. O processo está assim
completo.
 Se o 1.1.5 ainda não recebe o telegrama (nenhum ACK do 1.1.5), o acoplador de meio envia um
NACK.
 o sensor recebe o NACK e processo está completo.

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 13/21
CURSO BÁSICO KNX

O seguinte aplica-se:
 Somente poderá existir uma porta-voz de grupo por endereço de grupo. Para isso apenas poderá
existir um objeto de comunicação selecionado por endereço de grupo onde a bandeira ACK está
definida.
 O indicador ACK deverá ser definido no atuador mais distante.
 Se um acoplador de meio for colocado posteriormente, tem de ser realizado o seguinte
procedimento:
 Integrar o acoplador de media no projeto do ETS:
O novo status do acoplador de media é automaticamente definido para todos os dispositivos
PL110 no projeto.
 Fazer download(descarregar) do status do repetidor:
Todos os dispositivos têm de ser avisados sobre o novo status do repetidor através de um
download de software da aplicação. Só após o download estar concluído, todos os
dispositivos estarão conscientes que um repetidor foi integrado na instalação.
 Os acopladores de rede (MCU’s) estão agora conscientes da existência de um repetidor na
instalação.
 Um acoplador de rede (MCU’s) em transmissão não voltará a repetir o telegrama, no caso do
telegrama de resposta não ter sido recebido.
 O repetidor tem de ser instalado num ponto central da instalação (no quadro de distribuição).
 Só é permitido um acoplador de meio por instalação. Se uma grande instalação KNX é
implementada, na qual existem várias área KNX PL110, um acoplador de meio com o seu próprio
endereço de dominio tem que ser instalado em cada área PL110.

3.3.5 Procedimentos de acesso ao Bus


Tal como no sistema KNX-TP1, um procedimento de acesso ao bus é também necessário para KNX
PL110 de forma a evitar colisões.
Devido aos elevados níveis de ruído nas redes de energia 230/400 V (devido á presença de cada vez
mais aparelhos eletrónicos que provocam “poluição” na rede elétrica), o acesso ao bus não pode ser
relacionado com o nível de tensão.
O problema da colisão foi resolvido pela utilização de janelas de tempo especiais, ex. cada PL BCU só
pode transmitir durante períodos especificados. No entanto, se vários PL BCU tentarem iniciar
transmissão simultaneamente, aplica-se o seguinte:
Os PL BCU detetam uma colisão e determinam uma nova prioridade aleatória para a transmissão de
telegramas.

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Chapter: "KNX Legacy" 8_Legacy chapter_PT1220a.docx 14/21
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3.4 Topologia / Endereçamento

KNX TP

Powerline area
Media coupler Device Device
1 255

Band-stop filter

3 x 230 V

Figura 11: Topologia / Endereçamento

O endereçamento lógico do KNX-PL 110 é compativel com o KNX-TP1. Um máximo de 8 areas


(comparand com 15 para o KNX-TP1) podem ser endereçadas, cada uma com 16 linhas cada com 256
dispositivos.
As áreas que contêm sinais PL têm de ser separadas do sistema geral de fornecimento através de
filtros rejeita banda. O filtro rejeita banda já não é, contudo, requerido por todos os fornecedores.
Em caso de dúvida, deve verificar os Requisitos de Ligação Técnica.

Os filtros passa-banda, porém, não são um requisito de todos os fornecedores de energia.

Em caso de dúvida, deve verificar os requisitos técnicos de conexão locais. O acoplador de meio é
utilizado como interface com o KNX-TP1 em instalações mistas. Numa residência unifamiliar não é
estritamente necessário dividir os dispositivos em linhas e áreas através dos acopladores
correspondentes, desde que o número de dispositivos PL110 não exceda os 256. Todos os
dispositivos PL110 podem trocar dados através de todas as 3 fases através da rede de energia de 230
V, desde que um acoplador de fase ou um acoplador de meio tenha sido instalado.

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Figura 12: Topologia / Endereçamento


Nota: O fornecimento de 24 V da linha principal TP pode ser retirado de um acoplador de media.

Em instalações de maior dimensão, o tráfego de bus é reduzida através de uma classificação lógica e
física da instalação KNX-PL110 num máximo de 8 áreas com até 15 linhas (max. 255 dispositivos
PL110 por área). A separação física de áreas individuais é alcançada usando filtros passa-banda
(band-stop).

Os dados podem ser transmitidos de uma área para a outra através de uma linha de bus KNX-TP1
estabelecida entre os vários acopladores de sistema KNX PL110. acoplamento de fase ativo do lado
PL110 é levado a cabo pelo acoplador do sistema. O acoplamento de fase ativo no lado do PL110 é
levado a cabo pelo acoplador de media. A separação física e a tabela de filtros do acoplador de media
permitem uma transmissão seletiva de telegramas para a área vizinha. A carga de bus em todo o
sistema é assim consideravelmente reduzida.

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3.5 Dispositivos do sistema KNX-PL110 4


3.5.1 PL BCU
Há quatro tipos de PL BCUs
 design de montagem embebida para instalações em caixas de parede embutidas
 design de montagem de superfície para instalação numa montagem de superfície em habitação
 Para instalação em trilho DIN padrão
 adaptador
Cada PL BCU tem a sua unidade de alimentação integrada. O consumo de eletricidade do lado DC. é:
 No estado “receção”: 5V / 30 mA e 24V / 1mA => 174 mW
 No estado “transmissão”: 5V / 30 mA e 24V / 10.. 60 mA
=> 390 mW ... 1.59 W, dependendo da impedância de rede
 Perdas por fugas: 0.5 to 1.5 Watt.

[Link] PL BCU de montagem embutida


Caracteristicas deste PL BCU:
 Pode ser montado numa caixa de parede mas a caixa tem de ter parafusos para fixar o PL BCU a
um anel de retenção.
 Tem uma interface externa física padronizada de 10 polos (PEI) configurada de acordo com
especificações MBTS (SELV).
 A ligação à rede de energia é realizada por dois terminais de parafuso, através condutores de
secção até 2.5 mm2 podem ser ligados.
 Os terminais do fornecimento da rede estão marcados com “L” e “N”’.

Caracteristicas de equipamento compactados:

 Os equipamentos compactos são PL BCU com atuadores integrados: ex. saída binária,
reguladores de iluminação ou atuadores de persianas.

[Link] Aparelhos de montagem de superfície


Caracteristicas deste PL BCU:
 Pode ser inseridos em caixas de montagem embutida ou de superficie
 Tem uma PEI padronizada de 12 polos que não está, no entanto, isolada do fornecimento de
230/400V. Se necessário, o responsável pelo desenvolvimento do dispositivo terá de fazer esta
separação.
 A ligação à rede de alimentação é realizada através de um terminal de ligação de 2 polos
(montado na placa de circuito impresso). A ligação à rede de energia é escolhida pelo fabricante.

4 Dispositivos PL não requerem uma ligação PE (ligação ao condutor de proteção elétrica). Uma ligação ao
terminal correspondente é necessário para “repicagem” através do condutor PE (como num interruptor
convencional).

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[Link] Instalação em trilho DIN padrão


Caracteristicas deste PL BCU:
 Pode ser montado em trilho DIN padrão.
 Tem uma largura de 1,5 módulos (1,5x18mm).
 Tem um interface externo padrão de 12 polos (PEI), que cumpre as especificações MBTS (SELV).
 A ligação principal é efetuada através de quatro terminais (dois terminais para cada L e N), aos
quais se pode ligar condutores até 2,5mm 2 de secção.
 Os terminais do fornecimento da rede estão marcados com “L” e “N”’.

[Link] Adaptador
Caracteristicas deste PL BCU:
 É inserido diretamente em uma tomada Schuko.
 Está disponível como atuador binário (comutador) e regulador de iluminação universal.

3.5.2 Acoplador de fase


 Desenho: para instalação em trilho DIN, largura de 1 módulo (18mm)
 Conector trifásico sem condutor neutro
 Acoplamento passivo capacitivo
 Usado em pequenas instalações sem um acoplador de meio
 Com fusível para proteção contra sobrecargas

3.5.3 Acoplador de meio


 Desenho: para instalação em trilho DIN, largura de 4 módulos
 Conector de três fases + condutor neutro
 Assegura acoplamento de fase ativo e repetição de telegramas
 Só é permitido instalar um acoplador de meio por instalação
 Todos os PL BCUs têm de ser informados sobre a integração de um acoplador de meio numa
instalação
 Também pode ser utilizado como acoplador de meios ou de área

Acoplador de media :
 Utilizado para acoplar instalações KNX-TP1 e KNX-PL110
 Do lado PL110 tem todas as funcionalidades dum repetidor
 No projeto é integrado da mesma forma como um acoplador de linha
 KNX-TP1 é o lado primário e KNX-PL110 lado secundário
 Buffer dinâmico organizado para até 256 telegramas
 Os seguintes parâmetros estão disponíveis:
o Roteamento de telegramas similar ao acoplador de linha. Os parâmetros para
bloquear, rotear e filtrar podem ser estabelecidos em ambas as direções.
o Reconhecimento de telegramas roteados do lado KNX-TP1.
 Repetição na eventualidade de erros de transmissão do lado KNX-TP1

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Acoplador de backbone:
 Utilizado para acoplar áreas PL110 e para configuração de topologias estruturadas em
grandes instalações.
 Função completa como repetidor na área à qual está ligado
 A linha de dados de acoplador de área tem de ser alimentada internamente com 24V.
 Os mesmos parâmetros estão disponíveis como acoplador de meios
 Repetições na eventualidade de erros do lado da linha de dados do acoplador de área.

3.5.4 Filtro passa-banda (Band-stop)


 Desenho: Montado em trilho DIN, largura de 2.5 módulos, Conector de fase único + condutor
neutro.
 Carga max.: 63A com uma temperatura de funcionamento até 25 °C
 Ligação a condutor fase: via terminais de parafuso até
 25 mm2
 Ligação a condutor fase: via terminais de parafuso até
 25 mm2
 Em instalações com corrente nominal entre os 63A e os 125A e uma secção de um condutor que
exceda os 25 mm2, é permitido instalar dois filtros rejeita-banda por fase em paralelo, usando
terminais de derivação adequados.
 Cada filtro passa-banda tem de ser protegido de acordo com a sua carga nominal.
 Como a eficácia do filtro passa-banda depende da direção da corrente, é fundamental ter
atenção à marcação de fluxo de corrente no equipamento (o fluxo de corrente está marcado com
setas impressas, ligação por abaixo: cabo de fornecimento de energia, ligação de acima:
instalação KNX-PL110).
 O cabo de fornecimento de fornecimento de energia (entrada da instalação) ao filtro passa-
banda e o cabo de saída, devem ser colocados tão distantes quanto possível (recomendada uma
distancia mínima de 10cm) de forma a evitar interferências de sinal indesejáveis.
 Atenuação: 40 dB
 Utilizado para enfraquecer os sinais:
o Para separar várias instalações em um edifício por exemplo
o Para filtrar interferências
 Tem de ser instalado de acordo com as normativas existentes ou quaisquer regulamentações em
desenvolvimento (ex. condições técnicas de ligações do quadro elétrico).
 Tem de ser instalado um filtro passa-banda por cada condutor de fase.
 Local de instalação: normalmente no quadro elétrico de distribuição imediatamente atrás do
fusível ou do disjuntor.
 Um filtro passa-banda pode ser omitido se a instalação tiver a sua própria área de
transformação.

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3.5.5 Cabos de rede


 Têm de ser usados Cabos padrão 230/400 V. No entanto, cabos blindados, onde a blindagem foi
ligada à terra não devem ser usados devido à atenuação do sinal.

3.6 Informação para projetistas e instaladores


 A integração de instalações KNX-PL110 pode ser efetuada sem limitações no sector residencial.
 Instalações KNX-PL110 devem no entanto ser áreas de “sinais condicionados” por exemplo.:
 Instalações atrás de instrumentos do contador de eletricidade ex. em residências
unifamiliares ou multifamiliares.
 Sistemas de alimentação independentes em grandes edifícios ex. instalações de iluminação
ou controlo de persianas em edifícios industriais ou administrativos
 KNX-PL110 não funciona ou não pode ser usada:
 Através de uma subestação de transformadores
 Em redes com parâmetros diferentes (ex. 110 V/60 Hz)
 Em redes onde existam outros sistemas instalados a funcionar em Power Line para
transmissão de dados na banda de frequência 95 kHz – 125 kHz.
 Em redes com uma supressão de ruído insuficiente (de acordo com os regulamentos). Os
problemas são causados por condensadores ligados em paralelo na rede, inversores,
instalações com sistemas de alimentação ininterrupta (SAI / UPS) e máquinas industriais com
filtragem deficitária (gruas, máquinas de soldar, máquinas de erosão, etc.). Nestes casos,
cabos separados ou filtros passa-banda serão para isolar os dispositivos que causam a
interferência.
 Para transmissão de sinal entre casas e edifícios devido a regulamentação.
 Para aplicações relacionadas com a segurança ex. instalações para funções de monitorização,
sustentação e preservação de vidas, assim como para funções cuja falha possa causar graves
danos.
 Um pré-requisito para o funcionamento de um sistema KNX-PL110 é a eficaz supressão de
interferência de todas as cargas elétricas usadas na instalação. Isto pode, hoje em dia, ser
assumido devido às regulamentações legais e normativas para estes dispositivos. Quando são
usadas várias cargas como motores e cargas controladas por controladores de frequência, este
fator deve ser verificado (marca CE nos dispositivos).
 No caso de dúvida, uma medição de amostragem deve ser realizada dentro da área da instalação
que é usada para fins de transmissão). Experiência prática mostra que a interferência causada
por balastros eletrónicos e transformadores eletrónicos é amplamente dependente da correta
instalação destes dispositivos. Os requisitos apropriados devem ser obtidos das instruções de
operação dos fabricantes.
 Funções de instalação e requisitos do cliente devem ser estabelecidos como para o KNX-TP1.
 O acoplador de meio deve ser instalado no ponto central da instalação para aumentar o alcance
dentro da instalação.
 Velocidade de transmissão: 1200 bit/s => podem ser transmitidos aproximadamente 6 -
telegramas por segundo.

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 Os participantes não devem ser concebidos de tal forma que transmitam telegramas cíclicos a
intervalos curtos (menos de um minuto).
 Não utilize cabos blindados 230/400 V, com blindagem ligada à terra.
 Direcionamento de cabos: como se desejar (no caso de filtros passa-banda, os cabos de entrada
e de saída não devem ser colocados em paralelo).
 Se existirem várias instalações num edifício, evite instalar os cabos em paralelo para evitar ruído
e interferência entre as mesmas.
 Disjuntores e interruptores de segurança com corrente nominal inferior a 10A apresentam um
nível elevado de atenuação de sinal. Estes dispositivos não devem, por isso, ser instalados entre
dois dispositivos de transmissão. Se necessário utilizar fusíveis adequados em detrimento dos
disjuntores e interruptores.
 Use sempre um filtro passa-banda por cada condutor de fase (exceto quando existir um posto de
transformação), mesmo quando a transmissão é limitada a uma fase. Tenha atenção que a
capacidade de carga do filtro é afetada pelo calor. Se necessário, divida os circuitos elétricos por
vários filtros passa-banda.
 Proteção contra sobretensões: são aplicados os regulamentos para instalações elétricas de
230/400VAC.
 Uma instalação KNX-PL110 é colocada em serviço da mesma forma que uma KNX-TP1.
 Se um acoplador de sistema é instalado á posteriori numa instalação (ou removido), também
tem de ser reconfigurado (removido) no ETS. Todos os dispositivos bus têm então de ser
reprogramados de acordo para que saibam que a instalação tem um novo status do repetidor.
 Uma reinicialização do bus, numa instalação PL 110, só é conseguida disparando o disjuntor
correspondente.
 Quando usar KNX-PL110 em instalações com dispositivos conhecidos por causar interferência
(ex. inversores, sistemas de alimentação ininterrupta (SAI / UPS)), deve-se logo na fase de
planeamento ter em conta a separação da carga e do circuito de sinal.

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