Basic Course PT1221b
Basic Course PT1221b
Associação KNX
CURSO BÁSICO KNX
Índice
1 KNX Association: Breve Apresentação ................................................................................... 3
6.3 Uma grande variedade de produtos KNX de muitos fabricantes e um amplo serviço de
rede .................................................................................................................................. 11
A Associação KNX foi criada em 1990 com sede em Bruxelas (Bélgica), então ainda chamada de "EIB
Association". O objetivo da associação era promover casas e edifícios inteligentes e o sistema EIB,
que foi desenvolvido em conjunto por alguns fabricantes de renome.
Em 1999 esta associação uniu-se a duas outras associações europeias. Estes são:
Como resultado desta fusão o nome foi alterado para “KNX Association”.
definição de um novo padrão verdadeiramente aberto “KNX” para casas e edifícios inteligentes;
Como o EIB é compatível com o KNX a maioria dos dispositivos podem ser marcados tanto com o
logo KNX ou como EIB.
Suporte técnico para fabricantes que querem desenvolver soluções compatíveis com KNX;
A Associação KNX tinha 9 membros quando foi fundada. Este número aumentou entretanto para
mais de 400 (situação no início de 2019). A lista de adesão está disponível a qualquer momento em
[Link].
No final de 2003, o padrão KNX foi aprovado pelo CENELEC( Comité europeu de padronização
eletrotécnica) conforme o padrão europeu para sistemas eletrónicos de casa e edifícios como parte
da EN 50090. O padrão KNX tem também protocolo aprovado pelo CEN (EN13321- 1 para a
multimídia e protocolo EN 13321-2 para KNXnet/IP). No final de 2006, KNX foi também validada
como standard mundial (ISO/IEC 14543-3-1 to 7). Além disso, em maio de 2013, a tecnologia KNX foi
aprovada como standard chinês (GB/T 20965). KNX também foi validada nos EUA como
ANSI/ASHRAE 135.
Em novembro de 2019, KNX IP Secure foi reconhecido como entidade padrão de segurança
internacional, o EN ISO 22510. Este padrão ISO contempla a comunicação de dados para a
automação de edifícios e gestão de edifícios (seguro) KNXnet/IP.
No caso do meio mais utilizado o “par cruzado” (TP), um cabo de controlo é colocado paralelo ao
cabo de tensão 230 V. Este resultado tem as seguintes vantagens comparadas à tecnologia de
instalação convencional.:
a quantidade de cabos é consideravelmente reduzida com dispositivos de Bus que são colocados
descentralizado;
Como todos os dispositivos de bus KNX têm a sua própria inteligência, não é necessário uma unidade
de controlo central (ex. PC). KNX pode, desta forma, ser usado em pequenas instalações
(apartamentos) e em grandes projetos (hotéis, edifícios, ...).
Como explicado no parágrafo anterior a troca de dados KNX entre dispositivos é tipicamente feito
através do cabo de controlo. A informação KNX pode também ser enviada através do cabo existente
de 230 V ("meio de transmissão Powerline"), sem fios ("meio de transmissão de frequência de rádio
KNX") e via Ethernet/WIFI (“KNX IP”). Através dos interfaces apropriados, a transmissão de
telegramas KNX também é possível noutro média, ex. fibra ótica.
Para interligar meios diferentes, têm que ser utilizados os correspondentes acopladores de meio. O
meio suportado por um componente de bus está visível na etiqueta do produto.
E-Modo: a configuração é feita sem utilização de um pc mas com o controle central, botões de
pressão...
Este tipo de configuração destina-se a instaladores qualificados com conhecimentos básicos
sobre a tecnologia bus. Os componentes de bus compatíveis com E-mode têm habitualmente
uma funcionalidade limitada e destinam-se a instalações de tamanho médio. Nos dispositivos E-
modo, o programa de aplicação é construido no dispositivo.
Alguns dispositivos permitem a configuração através de fácil instalação assim como Modo-S. Por
exemplo, produtos com a etiqueta LTE são normalmente configurados através de mecanismos LTE
(Logical Tag Extended): contudo, todos os dispositivos incluem uma interface Modo-S definida, que
permite ligá-los com dispositivos compatíveis Modo-S.
Realização/Instalação
de muitas funções
Configuração padronizada
Software de aplicação
(no dispositivo ou como dados de produto
ETS)
Módulo de aplicação
Dispositivos de diferentes fabricantes / áreas funcionais KNX que se encontram marcados com a
marca KNX e utilizem o mesmo mecanismo de configuração, podem ser interligados para formar uma
instalação funcional graças à padronização KNX de
Dos dados úteis do telegrama: para as diferentes funções (comutar, regular, controle persianas,
clima, …) é obrigatório utilizar formatos predefinidos para poder proceder à certificação.
No entanto, para alguns média (RF, IP) e para alguns tipos de edifícios, pode ser desejável tomar
medidas de segurança extra.
Para isso, KNX Segurança foi desenhado como uma extensão ao sistema KNX, permitindo a segurança
ao acesso via IP (KNX IP Secure), assim como à comunicação entre dispositivos individuais (KNX Data
Secure).
Os dispositivos que podem suportar o KNX Secure podem ser identificados através da sua etiqueta de
produto.
5 As cifras do sucesso 1
Milhões de produtos instalados
O botão "tudo off" do fabricante A desliga as luzes, controladas pelos atuadores de comutação
do fabricante B, C, D, ...;
Se depois de algum tempo, o produto A estiver defeituoso (ou o fabricante de um produto específico
parou com a linha de fabricação do produto, ou o dono da casa já não gosta mais do produto, etc.);
pode, ainda assim, vê-lo substituído pelo produto B de outro fabricante KNX, a mesma ou
semelhante funcionalidade. Com a ajuda do ETS, o novo produto pode ser perfeitamente integrado
na instalação existente.
Programas de software fornecidos por um fabricante ou mesmo por diferentes dispositivos pode ter
uma diferente aparência & toque, mesmo quando os fabricantes atualizam os seus produtos. Em
último caso leva a um esforço extra de formação por parte do integrador de sistemas.
Na KNX, só é preciso obter formação numa ferramenta de software, ex. ETS, para ser possível
configurar produtos KNX que são usados em diferentes domínios da aplicação e de diferentes
fabricantes.
Outra vantagem de uma ferramenta a não ser menosprezada é o fato de esta ferramenta -
especialmente para instalações maiores - documentos detalhados cujas funções dos produtos
instalados estão ligados um ao outro. Noutras palavras, o integrador e o dono de edifício/casa têm
uma documentação completa da sua instalação.
A ferramenta KNX está disponível em dois tons diferentes e para diferentes grupos alvo, ex.
Se os donos de Edifícios ou casas desejarem modificar ou melhorar a instalação, têm acesso a uma
ampla gama de serviços de rede de qualificados integradores/projetista de edifícios KNX. Mesmo que
o integrador anterior não esteja mais ativo no KNX, a página KNX de certeza que apresenta uma
alternativa de integrador KNX na sua vizinhança.
- integrar melhor as diferentes aplicações numa casa ou edifício, ex. luz, proteção solar e
aquecimento/arrefecimento estão completamente sincronizados. nenhuma aplicação
trabalha independente das outras ou cria oposição;
- adapta melhor as diferentes aplicações às condições do clima (ex. com a ajuda de uma
estação meteorológica, medindo a temperatura exterior e a intensidade de luz, ...);
- Os sensores de um domínio da aplicação podem também interagir com os recetores de
outros domínios de aplicação (ex. o detetor de presença influencia a iluminação assim como
o aquecimento/arrefecimento);
- As divisões ou partes do edifício podem ser controlados individualmente em vez de
centralmente;
- Medição do consumo mesmo ao nível da função (ex. com atuadores de energia) em vez de
ser globalmente para a instalação;
- Uma casa privada precisa de ser adaptada para um lar de idosos (privado), devido à idade
dos seus habitantes ou à falta de mobilidade;
- O dono da casa deseja mais segurança através da instalação de sensores extra (contra
quebra de vidros/janelas), dispositivos de simulação de presença, etc.
Discutir o sistema e orçamento com o cliente e novamente destacar os benefícios para o cliente;
Se o preço de um sistema não pode ser aceite, as funções devem ser novamente planeadas (ex.
On-off em vez de regulação);
Em casos extremos, o preço da instalação pode ser reduzido usando os seguintes componentes:
o atuadores com mais saídas no mesmo modulo Estes atuadores oferecem funcionalidade
para comutação, regulação e/ou controlo de persianas.
9 Parceria KNX
A parceria KNX está reservada a aqueles que frequentaram um curso Básico completo KNX (ou o
curso prático de 12 horas) num centro de formação certificado e foram bem sucedidos no exame
prático e teórico. O parceiro KNX receberá vouchers de desconto ETS após realizar com sucesso os
exames.
Sendo parceiro KNX, a pessoa e a sua companhia chegarão à ribalta, ao aparecerem num website
reconhecido mundialmente, visitado por milhares de visitantes internacionais todos os meses.
Publicitado desta forma, abrirá portas para numerosas novas oportunidades de trabalho.
O logótipo de parceiro KNX em formato eletrónico: Como sinal de qualidade, os Parceiros KNX
podem usar o logótipo de parceiro KNX no seu material relacionado com o KNX ou noutros
documentos (papel, website, cartões de visita, etc.).
o Para além disso, após realizarem com sucesso o exame, os parceiros receberão um
segundo voucher de desconto de 25% para atualizarem a sua versão ETS Lite para ETS
Profissional, ao baixar o preço do software consideravelmente.
2 Apenas os parceiros que tenham seguido o curso Básico completo KNX (pelo menos 30 horas) receberão os
vouchers de desconto.
KNX Association
CURSO BÁSICO KNX
Índice
1 Definições ............................................................................................................................ 4
4.1.2 Ajustes mínimos dos sinalizadores 9Flag's) dum objeto atuador ................................................. 16
4.1.3 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto sensor .................................................... 16
4.1.4 Ajustes mínimos dos sinalizadores (Flag's) dum objeto de estado ............................................... 17
1 Definições
Os termos seguintes são utilizados como sinónimos na literatura KNX:
Uma fonte de
alimentação (30VDC)
3 Endereço Físico
No KNX existem dois tipos de endereços o endereço individual e o endereço de grupo.
Figure 2: Endereço
Um endereço individual tem que ser único numa instalação KNX. Seu objetivo principal é transmitir
“Telegramas”, nova aplicação e dados de parâmetros através do ETS para o dispositivo de Bus.
O endereço individual do telegrama tem uma estrutura fixa de 16 bits e possui o formato como na
figura mostrado acima.
O dispositivo de bus está normalmente preparado para aceitar o seu endereço físico ao pressionar o
botão de programação existente no dispositivo. O LED de programação fica acesso durante este
processo.
O endereço individual é permanentemente atribuído ao dispositivo de bus por meios de ETS. ETS
está agora em condições de enviar toda a informação pretendida (aplicação, configuração,
parâmetros, assignação de endereço de grupo) através do bus do dispositivo.
Estão disponíveis 2 65535 endereços de grupo no ETS. O número de endereços de grupo que se
podem atribuir a um dispositivo KNX pode depender do perfil do sistema kNX, do programa de
aplicação e/ou da quantidade dos parâmetros.
Importante: um endereço de grupo não pode ser zero. Para um projeto ETS com representação de 3
níveis significa que "0/0/0" não é permitido e para 2 níveis "0/0" não é permitido.
O endereço de grupo 0/0/0 é reservado (Difusão). Este endereço é requerido para atribuir e
estabelecer os endereços individuais.
2 Válido apenas de ETS4 para a frente. Até ETS3 o bit mais significante foi configurado para 0. Os grupos
principais foram por isso de 0... 15. ficaram disponíveis no total 32767 endereços de grupo.
Para cada projeto ETS é possível selecionar a representação de endereços de grupo num:
Os níveis só servem para uma visão mais clara das funções dos endereços de grupo criado no ETS.
O nível padrão é a estrutura de 3 níveis. A estrutura de nível pode ser definida para cada projeto nas
propriedades do projeto da ETS.
Etc.
A estrutura de endereço de grupo livre oferece a opção de estruturação mais flexível (ver capítulo
planeamento de projeto - Básico).
O significado de cada nível individual pode ser definido livremente pelo integrador do projeto ETS.
Cada endereço de grupo pode ser atribuído ao dispositivo de bus como requerido,
independentemente de onde o dispositivo se encontra instalado na instalação.
Os endereços de grupo são assignados aos objetos de comunicação dos respetivos sensores e
atuadores, ou criando e assignando os endereços de grupo no ETS (S-mode) ou automaticamente e
de forma invisível ao utilizador em E-mode
Resumo:
O endereço de grupo domina durante a “operação normal” de uma instalação KNX: Neste caso, o
endereço individual tem menos importância.
Nota Importante 3:
Nota:
Quando usar grupo principal 14 a 31 (em estruturas de endereço de grupo de dois-níveis + três-
níveis) no ETS, devemos ter em conta que estes endereços de grupo não podem ser filtrados pela
linha TP -/acoplador de backbone da geração mais antiga (antes de 2003). Isto pode influenciar
negativamente a dinâmica de todo o sistema de bus. Consequentemente, para estes acopladores
mais antigos, estes grupos principais podem apenas ser roteados ou bloqueados coletivamente e
são principalmente usados para funções centrais.
O número de endereços de grupo que podem ser atribuídos por sensores e atuadores é variável
e é limitado pelo tamanho da memória do dispositivo de bus. O ETS irá prevenir que o espaço de
memória seja ultrapassado e irá alertar propriamente ao usuário do ETS;
3 Esta regra muito importante tem sido pouco simplificada. Mais precisamente, deve-se afirmar : objetos de
grupo podem reagir a vários endereços de grupo, entretanto – após um evento (ex. Pressionando o botão) -
apenas o primeiro endereço de grupo atribuído a um sensor será usado durante o envio.
Nos casos de produtos compatíveis com E-mode, os mesmos passos são aplicados por meio das
definições de:
Os Endereços individuais,
Se a tecla de um simples botão de pressão (1.1.1) for pressionada, ele envia um telegrama
contendo o endereço do grupo (5/2/66) e o valor ("1" = ligar)
Todos os dispositivos que têm o endereço de grupo na sua tabela de endereços irão:
Quando a tecla de baixo for pressionada, o mesmo acontece, exceto que desta vez o valor é definido
como "0" e o relé de saída do atuador será aberto.
4 Objeto De Grupo2
Na realidade, é preciso pensar um nível mais profundo, como pode haver vários canais que podem se
comunicar em um dispositivo. Obviamente, este é o caso quando um botão de pressão tem mais de
uma tecla ou quando um atuador tem mais que uma saída de comutação.
Como são apenas precisos dois estados (0 e 1) para comutar, são usados objetos de grupo de 1 bit,
neste exemplo. Os dados para a transmissão de texto é mais volumoso e, por seguinte, objetos de
grupo com um tamanho máximo de 14 bytes serão utilizados. No que respeita a endereço de grupo,
ETS apenas permite ligar objetos de grupo que têm o mesmo tamanho.
a) Se o botão superior da tecla esquerda for pressionado, por exemplo, o botão de 2 teclas escreve
o valor “1” no seu objeto de comunicação número 0. Como os sinalizadores de comunicação e de
transmissão (vêr propriedade dos objetos de comunicação no ponto seguinte) estão
selecionados para este objeto, este dispositivo envia um telegrama para o bus com a informação
“endereço de grupo 5/2/66, escrever o valor 1”;
b) Todos os dispositivos de bus montados na Instalação KNX, à qual o endereço de grupo 5/2/66 foi
atribuído (e por isso ouvir 5/2/66) vai então assumir o "1" no seu próprio objeto de grupo. No
nosso exemplo, o atuador vai assumir o valor "1" no seu objeto de grupo com o número 0.
c) O software de aplicação do atuador estabelece que o valor deste objeto de comunicação foi
alterado e executa o processo de comutação (neste caso fecha o relé e acende a lâmpada).
Para determinadas máscaras (System B), é igualmente possível ajustar o Sinalizador (Flag) “Read on
Init” (leitura na inicialização), o objeto emitirá automaticamente um telegrama de leitura após a
recuperação da tensão do bus, para inicializar o valor do objeto de comunicação.
O comprimento dos dados depende do tipo de ponto de dados (DPT) utilizado e pode variar entre
1Bit a 14 bytes.
Os tipos de pontos de dados (Datapoints) foram padronizados para garantir a compatibilidade entre
dispositivos similares de diferentes fabricantes (Ex. dimmers, relógios).
Tanto o formato de dados, bem como a estrutura do grupo de objetos, tanto para funções de
sensores e atuadores é parte da padronização do ponto de dados.
O nome de um objeto de grupo pode ser decidido livremente pelo fabricante. Por exemplo, um
DPT_Step, às vezes, dependendo do fabricante é referido como operação de curta ou operação como
cego. Isto, contudo, não implica que o uso do DPT é limitado a esta área de aplicação. Por exemplo,
"Scaling" (Tipo 5,001) pode ser utilizada tanto para a fixação de um brilho de dimming ou para
fixação de uma posição de válvula de aquecimento.
Uma seleção de DPT frequentemente utilizados é fornecida nas páginas seguintes. A lista completa
de todo o tipo de ponto de dados pode ser baixada do website KNX Association
([Link]
types/03_07_02-[Link]).
A função de comutação DPT_Switch (on / off) é utilizada para comutar a saída de um atuador.
Outros tipos de pontos de dados de 1 bit são definidos para operações lógicas (Boolean [1.002],
Enable [1.003], etc…)
Outras funções ou extensões à função pura de comutação (inversão, atraso à operação e função
alternância (toggle), etc…) não são parte do descritivo do DPT, mas parâmetros das especificações do
bloco funcional, no qual o DPT é utilizado (ex. bloco funcional do botão de comando de iluminação).
Uma função de comutação pode adicionalmente ter um status ou feedback para reportar o estado
da sirene (on ou off) de um atuador. Para isto, precisa de criar um endereço de grupo que liga o
objeto de estado da tecla com o feedback do relé do atuador. Ambos, o objeto de estado e o
feedback têm um comprimento de dados de 1 bit.
O bloco funcional de controle de persianas “Shutter control” é usado principalmente para o controle
de mecanismos de persianas e cortinas, e providencia pelo menos os dois tipos de DPT como objetos
de grupo:
Importante: Objetos de grupo que utilizam esta função não devem nunca responder a pedidos de
leitura através do bus uma vez que podem de forma não intencional parar o movimento de
mecanismos ou colocar mecanismos parados em movimento. O Sinalizador (Flag) de Leitura (Read)
deverá por isso estar desativado nos objetos de grupo relevantes – em ambos os sensores bem como
nos atuadores. Isto se aplica em especial nas funções centrais
Também, um sensor não sabe geralmente a posição exata de uma persiana.
Nota: Embora DPT_Switch (on/off) e DPT_Step or DPT_UpDown (ou qualquer 1 bit DPT) use o
mesmo 1 bit de informação (e pode de facto ser ligado no ETS), devem apenas ser ligados se for
necessário. Exemplo: com a função: Luz desligada, mover para cima o sombreamento (DPT_Switch e
DPT_UPDown).
Além do objeto de comunicação de 4 bits (Dim Step – 3.007), o bloco funcional de regulação de
luminosidade (Dimming) consiste pelo menos num objeto de comutação (Switching) e um objeto de
valor (Value) (corresponde a Scaling: 5.001).
um sensor de variação de luminosidade suporta pelo menos os objetos de grupo DPT_Switch [1.001]
e DPT_Control_Dimming [3.007] enquanto um atuador de variação de luminosidade adicionalmente
suporta o objeto de grupo DPT_Scaling [5.001].
Explicado em § 6.1.
Bit 3 dos dados úteis determina se o dispositivo endereçado dimeriza para baixo ou para cima em
comparação com o valor de luminosidade atual.
Bits 0-2 determina o dpt step do dimmer. O menor etapa possível do passo de variação de
luminosidade é 1/64th de 100% (1% no grupo monitor ETS).
Com o "Dimmer Absoluto" (DPT_scaling), um valor de brilho entre 0,4% (mínimo) e 100% (máximo) é
definido diretamente.
Com este formato de dados, valores flutuantes positivos ou negativos, com uma resolução máxima
de 0,01 podem ser transmitidos. Este formato de dados é usado em muitas definições de tipo
datapoint ex: para a transmissão de temperatura ambiente no DPT "Temperatura (° C)" ou
"Velocidade (m /s)."
7 Estrutura do Bit TP
Isto significa que se vários dispositivos de bus transmitirem simultaneamente, o estado lógico "0" irá
prevalecer!
Em KNX TP, acesso ao bus não é controlado centralmente de acordo com o princípio mestre/escravo.
Um dispositivo de bus, com dados para transmitir, pode iniciar a transmissão imediatamente se
encontrar o bus desocupado. Este acesso acontece aleatoriamente sem intervalos de tempo fixos.
Os dispositivos de bus ouvem o bus enquanto transmite, se eles não estiverem a enviar a eles
próprios um 0 lógico. Assim que um dispositivo de bus com o estado lógico “1” deteta um estado
lógico “0” (= passagem de corrente na linha), interrompe sua transmissão para dar prioridade ao
outro dispositivo que se encontra a transmitir.
O dispositivo de bus que termina a sua transmissão continua no entanto a ouvir até ao fim da
transmissão do telegrama, avalia-o e tenta outra vez mandar o seu próprio telegrama.
Nota: Se um dispositivo de Bus não poder enviar o seu telegrama devido à existência de outro
telegrama no bus com uma prioridade mais elevada, terá que esperar até este terminar e então
tentar enviar o seu telegrama novamente.
Os dados são transmitidos simetricamente através do par de condutores. Nenhum destes fios estão
ligados à terra ou PE, nem estão ligados a um potencial fixo.
Como ruido radiado afeta os dois condutores em simultâneo com a mesma polaridade, este ruido
não têm influência na diferença do sinal de tensão.
Os dados são transmitidos sob a forma de tensão de corrente alternada. Esta é sobreposta à tensão
de alimentação DC. Ambas as partes são separadas por tensão do transformador IC.
A fonte de alimentação alimenta o bus através da bobina (choque). Um regulador de tensão está
incluído na fonte de alimentação, o qual tenta corrigir imediatamente os desvios à tensão nominal de
30 V. Se na instalação estivesse ligada diretamente à fonte de alimentação, o regulador de tensão
tentaria também corrigir a tensão AC que transporta os dados. Isso resultaria num "medir de forças
(jogo de corda)" entre o dispositivo de bus que tentava enviar a informação e o regulador incluído na
fonte de alimentação.
Ela permite os desvios de curta duração para a tensão de 30 V, e ao mesmo tempo permite a
regulação da tensão de alimentação contínua.
12 Comprimento do Cabo
Distância entre 2 fontes de alimentação numa mesma linha ...como especificado pelo fabricante
Um dispositivo de bus apenas transmite meia onda (mostrada na figura acima como uma meia onda
negativa no condutor positivo).
Como a bobina tem um papel mais importante na formação da meia onda de equalização, o
dispositivo de bus pode ser instalado a uma distância máxima de cabo até 350 m afastado da bobina
(fonte de alimentação).
Para se certificar que a informação é transmitida em segurança, apesar destes dois efeitos, o
comprimento total de cabo por segmento de linha não pode exceder os 1,000 m. O número máximo
de dispositivos por segmento de linha depende do consumo de potência total: em instalações mais
recentes, podem ser instalados mais dispositivos por segmento de linha (ver capítulo Topologia para
mais informação).
Associação KNX:
CURSO BÁSICO KNX
ÍNDICE
1 Introdução ........................................................................................................................... 4
BC = Acoplador de Área
LC = Acoplador de Linha
LR = Repetidor de Linha
S = Sensor de Luminosidade
RC = Contador de Roteamento
1 Introdução
É necessário fazer uma distinção entre as instalações KNX que foram planejadas e comissionadas
antes e depois de 2019.
Apenas 64 dispositivos TP podem ser ligados a um segmento de linha. Um segmento pode contudo
ser prolongado por 3 outros segmentos de linha, usando até 3 repetidores de linha, para que uma
linha total consista de até 4 segmentos de linha.
Depois de 2018
Se uma instalação for feita após 2019, então é permitido ligar até 256 dispositivos TP em uma linha,
sem o uso de repetidores de linha.
Notas importantes:
No entanto, se a instalação contempla os 256 dispositivos TP, no cabeamento de até 1000 m de
comprimento, então não será necessário instalar nenhum repetidor de linha. Se, entretanto, a
instalação requer um comprimento de cabo maior que 1000 m., (para esses 256 dispositivos),
então se deve instalar para cada segmento de linha adicional de 1000 m., um repetidor de linha
(máx. de até 3 repetidores de linha, máx. comprimento do cabo = 4000 m no total).
Falamos de um segmento de linha sempre que ele é estendido por meio de um repetidor de
linha. Até 4 segmentos de linha formam uma "linha".
A topologia das instalações que foram criadas antes de 2019 não devem sofrer alterações e não
devem ser instalados além de 64 dispositivos, num segmento de linha.
Os novos produtos são vistos como sendo compatíveis com o "TP-256", o que significa que
permitem até 256 dispositivos TP a serem montados num segmento de linha. Os produtos mais
antigos não são necessariamente compatíveis com TP256. Isto explica a razão pela qual se
distingue as instalações antigas das mais recentes. Não é possível ler a partir da etiqueta, se o
produto é compatível com o TP64 ou o TP256.
O número de dispositivos que podem ser instalados numa linha também depende do consumo
energético de cada dispositivo instalado. O consumo de energia de todos os dispositivos ligados não
pode exceder a saída de voltagem da fonte de alimentação de energia.
- linhas que não consistem de vários segmentos, ou seja, onde todos os 256 dispositivos são
ligados em um único segmento de linha ou
- onde os repetidores de linha são usados para dividir os 256 dispositivos em vários segmentos
de linha.
BC DVC BC
DVC 1
x.0.0 241 15.0.0
Main line
LC LC
x.x.0 x.x.0
DVC 1 DVC 1
x.x.1 x.x.1
Maximum Maximum
255 devices 255 devices
Na figura acima, é mostrada o tamanho topológico máximo de uma Instalação KNX TP que foi feita
antes de 2019.
Nas figuras abaixo, os detalhes de uma instalação KNX-TP são descritas uma a uma, em detalhe.
Linha primária: este termo se refere ao segmento superior de uma linha ou acoplador de área, o
lado "Norte", por exemplo, no caso de
Linha secundária: este termo que se refere ao segmento inferior de uma linha ou acoplador de
área, o lado "Sul", às vezes também referido como a sub-linha, por exemplo, no caso de
DVC 1 DVC
Line segment
DVC
PS/Ch DVC
Através de telegramas, cada dispositivo de bus (DVC) pode trocar informação com qualquer outro
dispositivo. Cada linha requer a sua própria alimentação de energia 1.
O atual número de dispositivos por linha, depende da fonte de energia selecionada e da potência
requerida por cada dispositivo. O cabo de barramento pode ser ramificado em qualquer lado.
São permitidos os seguintes tipos estruturais: estrela, estruturas em linha e árvore (também
combinadas). Uma estrutura em anel não é permitida. Uma estrutura em árvore permite economizar
no cabeamento.
1 Este capítulo assume apenas o uso de unidades centralizadas de alimentação de energia. Para unidades
descentralizadas de alimentação de energia, consultar o capítulo "Instalação".
4 Topologia – Area
Main line = line 0
PS/Ch
LC 1 LC 15
PS/Ch PS/Ch
DVC 1 DVC 1
DVC DVC
255 255
Line 1 Line 15
Figura:3Topologia - Área
Se tiver que ligar mais dispositivos, pode colocá-los numa linha, e até 15 linhas podem ser ligadas a
uma linha principal através de um acoplador de linha (LC). Esta estrutura de linha é chamada de área.
Os repetidores de linha podem nãoser usados nas linhas principais, nem em instalações anteriores a
2019.
Isto significa que é possível endereçar topologicamente um máximo de 256 dispositivos na linha
principal, incluindo os acopladores de linha.
Cada linha, mas também a linha principal requer a sua própria fonte de energia.
Nesta topologia, podem ser instalados mais de 4,000 dispositivos.
BC 15
Hauptlinie Area 2
SV/Dr
BC 2
Hauptlinie Area 1
SV/Dr LK 1 LK 15
BC 1
PS/Ch
SV/Dr Main line SV/Dr
PS/Ch LK 1 LK 15
TLN 1 DVC 1
SV/Dr SV/Dr
LC 1 LC 15
TLN 1 DVC 1
PS/Ch PS/Ch
DVC
TLN 63
255
DVC 1 DVC 1
Linie 1
Line 15
1. Liniensegment DVC
TLN 63
255
Linie 1
Line 15
1. Liniensegment
DVC DVC
255 255
Line 1 Line 15
E mesmo se mais dispositivos tiverem de ser ligados numa Instalação KNX, então a instalação TP
pode ser estendida ao ligar acopladores de área (BC) à linha de área.
Os repetidores de linha podem não ser usados nas linhas de área, nem em instalações anteriores a
2019. A linha de área requer a sua própria alimentação de energia.
Mesmo numa área, é possível criar linhas que são acopladas diretamente na área (por exemplo, linha
0.1 a 0.15, respectivamente).
Isto significa que é possível endereçar topologicamente um máximo de 256 dispositivos, incluindo os
acopladores de área na linha de área
Nesta topologia, mais do que 61,000 dispositivos podem ser instalados numa Rede-TP completa.
6 Endereço Individual
PS/Ch
Backbone line
BC 1 DVC BC 15
1.0.0 0.0.>0 15.0.0
DVC
1.0.>0
LC 1 LC 15
1.1.0 1.15.0
PS/Ch PS/Ch
DVC 1 DVC 1
1.1.1 1.15.1
Line 1
Line 15
DVC 255 DVC 255
1.1.255 1.15.255
AREA LINE BUS DEVICE
A A A A L L L L B B B B B B B B
0...15 0...15 0...255
Figura 5: Endereço individual (situação que mostra uma instalação planejada e comissionada depois de
2019)
O endereço físico serve para identificar claramente o dispositivo de barramento e descreve a sua
localização dentro da topologia.
Filter table
Secondary line
Figura 6: Acoplador: Função filtro
Esta tabela de filtro contém os endereços de grupo de linha ativos (ou seja, todos os endereços de
grupo que endereçam os dispositivos de barramento que estão localizados no "outro" lado do
acoplador).
Desta forma, cada linha funciona de forma independente. Só telegramas que cruzam linhas ou áreas
são encaminhados.
O repetidor de linha passa todos os telegramas. Os repetidores de linha não têm tabela de filtros.
Coupling
Flash-ROM
Filter table
Controller
RAM
Electrical
Telegram buffer LC/BC
insulation 1000 V
2 1
O acoplador é projetado para montagem em trilho DIN. Em operação, para acopladores de linha as
linhas primárias e secundárias são ligadas através de um conector de Barramento.
O acoplador de linha pode ser programado a partir da linha primária e da linha secundária.
Os acopladores são alimentados pela linha primária e apenas têm um controlador. Se fornecido pela
linha primária, tem a vantagem de que o acoplador pode relatar desligamento da linha secundária.
É necessário que os acopladores estejam equipados com memória flash ROM. Os acopladores isolam
galvanicamente as linhas umas das outras.
Acopladores backbone, Acopladores área, acopladores de linha e repetidores de linha são os mesmos
dispositivos. Suas tarefas dependem da localização e o endereço individual atribuído.
O repetidor de linha não possui uma tabela de filtro, portanto ele encaminha todos os telegramas.
É o endereço individual atribuído que designa um acoplador como acoplador de área, acoplador de
linha ou repetidor de linha. O endereço 1.1.0, por exemplo, define um acoplador como acoplador de
linha para a linha 1 na área 1.
O acoplador monitora a comunicação de dados entre a linha principal e a linha secundária e vice-
versa. Só os telegramas cujos endereços de grupo estão guardados na sua tabela de filtro são
encaminhados.
Observe que, no caso de telegramas endereçados individualmente, por exemplo, quando ETS baixa
um dispositivo específico, de área, bem como acopladores de linha, também saberão com base em
seu próprio endereço individual, se o dispositivo endereçado deve estar em sua área ou linha. Por
exemplo, no caso em que uma mensagem é enviada para o dispositivo 1.2.20, o acoplador de linha
com o endereço 1.3.0 saberá que este dispositivo não pode ser ligado em sua linha, portanto não o
encaminhará a mensagem. Portanto, é muito importante que os dispositivos sejam ligados na linha
correta ou os dispositivos tenham um endereço correto pertencente à linha em que são ligados.
PS/Ch Switch
Actuator
Line 0
SV/Dr
Switch
PS/Ch LC
Actuator
2 1
Line 1
SV/Dr
Switch
PS/Ch LC
Actuator
2 1
Line 2
Em uma instalação contendo várias linhas, cada linha tem de ter a sua própria fonte de alimentação e
sua bobina (atualmente a bobina está incluída na própria fonte de alimentação).
A figura acima mostra uma fonte de alimentação com bobina integrada e também um acoplador de
linha.
Ambas as linhas, a linha secundária (ex. linha 1), bem como a linha primária (Linha 0), estão ligadas
ao acoplador de linha por conectores de barramento.
O botão de pressão P1 comuta as lâmpadas L11, L12 e L13. Na configuração, o endereço de grupo
5/2/66 é atribuído ao botão de pressão. O mesmo endereço de grupo é também atribuído aos
atuadores que controlam as lâmpadas mencionadas.
O botão de pressão P2 comuta as lâmpadas L21, L22 e L23. Durante a configuração, o endereço de
grupo 5/2/67 é atribuído. Novamente, o mesmo endereço é atribuído aos atuadores que controlam
estas lâmpadas.
As lâmpadas da janela podem assim ser acesas através da tecla e também através do sensor de
luminosidade.
5/2/66 5/2/67
P1 5/2/66 L11 L21
0/2/11 0/2/11
Embora todos os dispositivos do bus escutem o telegrama que é transmitido, só os atuadores das
lâmpadas L11, L12 e L13 com o endereço de grupo 5/2/66 executam a ordem.
Se o sensor de luminosidade (S1) enviar o endereço de grupo 0/2/11, todos os dispositivos do bus
nesta linha escutam, mas só os atuadores das lâmpadas junto da janela L11 e L21 executam a ordem.
LC 1 LC 2
S1 0/2/11
5/2/67
P2 5/2/67 L21 0/2/11
5/2/66
L11 L22 5/2/67
0/2/11
Se o sensor de luminosidade (S1) não estiver conectado na mesma linha da lâmpada que tem de
controlar, é necessário transmitir os seus telegramas através da linha principal.
Através da parametrização o acoplador de linha LC2 tem conhecimento que existem dispositivos do
bus fora da sua própria “Linha 2” que respondem a telegramas transmitidos pelo sensor de
luminosidade. Portanto, LC2 encaminha o telegrama de grupo 0/2/11 para a linha de área.
O acoplador de linha LC1 sabe que existem dispositivos do bus na sua “Linha 1”, que respondem ao
telegrama de grupo 0/2/11 e, portanto, transmite o telegrama em sua linha.
Todos os dispositivos de barramento, nesta linha, escutam o telegrama do sensor luminosidade, mas
só os atuadores das lâmpadas L11 e L21, executam o comando.
BC 1 BC 2
Main line
LC 1 LC 2
5/2/66 5/2/67
L11 L21
0/2/11 0/2/11
P1 5/2/66 0/2/11
S1
Se o sensor de luminosidade S1 for atribuído a uma área diferente, poderá ainda comandar todos os
dispositivos de bus através da linha de área.
Os atuadores das lâmpadas L11 e L21 na área funcional 1 / linha 1 executam o comando.
BC BC
RC = 4 RC = 2
LC LC
RC = 5 RC = 1
LR LR
RC = 6 RC = 0
DVC DVC
Figura:14Contador de Roteamento
O telegrama que é transmitido pelo dispositivo emissor, contêm um contador de roteamento, cujo
valor inicial 6.
4 Acopladores mais recentes (a partir de 2019), podem também decrementar este valor.
PS/Ch
Backbone line
BC 1 Gateway
LC 1 LC 15
PS/Ch PS/Ch
DVC 1 DVC 1
Line 1
O KNX está aberto a qualquer outro sistema. A linha de área (ou qualquer outra linha) pode ser
ligada através via Gateway ex. PLC, ISDN, tecnologias de gestão de edifícios, Internet etc. Também é
possível conectar a outros sistemas através de interfaces em série ou entradas binárias e saídas
binárias.
Os casais de mídia conectam diferentes tipos de mídia KNX (ex.: par metálico e RF).
Partes de instalações KNX também podem ser ligadas através de fibra óptica. Os benefícios são a
separação elétrica e maiores comprimento de cabos.
Após a introdução teórica anterior, informação prática (a imagem acima é explicada em detalhe no
capítulo “Projeto em ETS - Avançado").
Idealmente, um edifício planejado e comissionado antes de 2018, não possui mais do que 64
dispositivos de barramento instalados por pavimento (256 dispositivos KNX TP em caso de
instalações feitas depois de 2019). Pode-se, como indica o exemplo ilustrado acima, fazer uma
distribuição de acordo com as diversas alas do edifício. É claro que nestas situações, vamos ter uma
visão mais clara quando os números de linha correspondem aos números de pisos e os números de
área correspondem aos números de alas ou edifícios.
Line 1.5 LC LC
Line 2.5
1.5.0 Floor 5 2.5.0
Area 1 Area 2
BC BC
(West wing) 1.0.0 Backbone line 0.0 2.0.0 (East wing)
Naturalmente não será possível realizar esta configuração em todas as circunstâncias. Como
repetidores de linha podem ser instalados (como já indicado antes), tal pavimento pode ser equipado
com até 253 dispositivos, sem ter que violar a estrutura acima (levando em consideração que os
repetidores de linha devem ser contados em dobro, conforme discutido antes, o número máximo de
dispositivos de 256 é reduzido em 3). Com esta quantidade de dispositivos de barramento, é possível
realizar praticamente qualquer aplicação. Graças ao atual desenvolvimento de dispositivos do
barramento KNX e a existência de dispositivos com mais de 24 canais entrada e/ou saída, as soluções
são virtualmente infinitas.
LAN
Router
Network - Switch
KNX
KNX
Tal como explicado no parágrafo anterior, em todos os níveis é possível instalar interfaces para
outros sistemas. Cada vez mais, isto é requerido em projetos de grande dimensão como resultado
dos maiores requisitos dos clientes.
Uma importante razão para substituir acopladores de linha através dos Routers KNXnet/IP é o
aumento da densidade de telegramas, que ocorre do utilizador fazer uso do recurso a softwares de
visualização e dispositivos com maior quantidade de canais, que automaticamente devolvem
múltiplos estados de reconhecimento. Uma topologia TP pode levar à sobrecarga, uma vez que a
velocidade de transmissão - e linhas de área são limitadas até 9.600 bits por segundo. Nestas
situações é aconselhável a utilização de acopladores linha Rede IP para substituir os acopladores de
linha ao usar o acoplador apropriado.
Como se pode ver na figura acima, a linha de área foi substituída por uma rede IP. Neste caso, há a
vantagem de que todas as operações verticais, por exemplo, a comunicação (bidirecional) entre um
sistema de controle de edifício e KNX seja determinado apenas pela taxa de bits da linha secundária
(a Ethernet é pelo menos 1000 vezes mais rápida; com o chamado “Gigabit ”- com switches é
possível transmitir dados na Ethernet 100.000 vezes mais rápido). Também desta forma a ligação em
paralelo de diversas linhas deixa de ser uma preocupação. O modelo padrão de comunicação chama-
se “tunneling”. Por outras palavras, a bem conhecida função Gateway, que além desta
funcionalidade, é também usada para programação remota com ETS através da rede IP. Um controle
dos sistemas do edifício pode ser ligado simultaneamente a diversos gateways, multiplicando a taxa
de dados total.
Uma situação diferente é a comunicação direta entre as linhas individuais KNX. O Router KNXnet/IP
usa outro procedimento diferente chamado “routing” ou a atual função de acoplador de linha. No
essencial, funciona de uma forma idêntica roteando através de uma linha principal TP:
Um Router KNXnet/IP que quer mandar um telegrama entre linhas, mandará este telegrama com o
chamado Endereço de IP "Multicast" para a Ethernet. Todos os outros roteadores KNXnet/IP estão
conectados a este endereço multicast e são capazes de receber e avaliar este telegrama. A função
normal do acoplador de linha é mais uma vez aplicada, ex.
b) O switch de rede e o roteador IP na rede LAN, devem ser adequados para lidar com
telegramas multicast. Em caso de dúvida, deve-se discutir este assunto com o administrador
da rede.
c) Os endereços Multicast não podem ser usados através da Internet, exceto se for uma ligação
VPN.
KNXnet/ KNXnet/
Line 1.4 IP-Router Floor 4 IP-Router Line 2.4
1.4.0 2.4.0
KNXnet/ KNXnet/
Line 1.3 IP-Router Floor 3 IP-Router Line 2.3
1.3.0 2.3.0
KNXnet/ KNXnet/
Line 1.1 Line 2.1
IP-Router Floor 1 IP-Router
1.1.0 2.1.0
Area 1 Area 2
(West wing) Network (East wing)
(LAN)
Figura:19Nossa imagem novamente: os acopladores de linha foram substituídos por roteadores
KNXnet/IP. Esta imagem representa o caso 1 explicado a baixo.
O Routeador KNXnet/IP pode ser usado como acoplador de linha assim como acoplador de área. Se o
Routeador KNXnet/IP substituir o acoplador de linha, todas as linhas principais e basicamente a linha
de área, são substituídas por Ethernet (Caso 1).
Qual caso é mais apropriado, depende dos requisitos esperados de taxa de telegramas nas linhas
principais - e de área. Teoricamente é possível um 3º caso, como combinação dos casos 1 e 2, com
áreas normais de TP com um Router KNXnet/IP e linhas simples, com Routers-IP, em vez de
acopladores de linha. Esta opção só se deve escolher em casos excecionais. Este tópico é descrito
mais em detalhe no curso avançado KNX.
Isso, no entanto, deve ser facilmente possível se alguém tiver conhecimento suficiente sobre os
dispositivos de barramento e seus respectivos parâmetros.
- Não sabem se um dispositivo com um endereço específico está ou não localizado em seu
próprio segmento;
- Não há possibilidade de tais dispositivos avançarem apenas em mensagens para dispositivos
que estão localizados no seu segmento ou não. Simplesmente promovem todo o tráfego,
mesmo que ninguém esteja a ouvir estas mensagens nos seus segmentos. Não há tabela de
filtros nos repetidores. Todo o tráfego de todos os dispositivos - mesmo que localizados em
diferentes segmentos - podem ser ouvidos por todos os outros nessa linha.
A partir de ETS6 em diante, e para a introdução de acopladores de segmentos, cada linha tem
No segmento principal, pode-se adicionar um único acoplador (acoplador de área ou de linha com
endereço de dispositivo 0), bem como quaisquer dispositivos adicionais (com endereço de dispositivo
diferente de 0). 5
A qualquer um dos subsegmentos, pode-se adicionar apenas um único acoplador de segmento, bem
como quaisquer dispositivos adicionais (todos eles nunca tendo um endereço de dispositivo igual a
0).
5 Devido a esta nova regra, os projetos convertidos do ETS5 que não se adequarem, devem ser corrigidos se
você deseja copiar tais linhas.
Ao adicionar um acoplador a uma linha que tem funcionalidade de acoplador de linha / segmento,
isso criará automaticamente um segmento principal. Se adicionar um segundo ou terceiro dispositivo
à mesma linha, isso criará automaticamente um subsegmento.
Embora seja possível criar qualquer número de subsegmentos, nem é preciso dizer que, no geral, em
uma linha, não mais do que 256 dispositivos (incluindo todos os acopladores) podem ser colocados.
Por favor, note que no caso do KNX TP, cada segmento continua a precisar da fonte de alimentação,
necessária para alimentar os dispositivos desse segmento.
Existe um código de cores explícito usado a partir do ETS6 para distinguir o tipo de meio físico dos
diferentes segmentos: verde para TP, laranja para RF e azul para IP.
Ao selecionar uma linha do ETS6 em diante, não apenas os dispositivos serão exibidos, mas agora
também existe uma guia explícita com os segmentos pertencentes a essa linha.
Nas informações do dispositivo dos acopladores de segmento, agora também é possível visualizar o
endereço do grupo e as tabelas de filtro de endereço do dispositivo.
A seguir, a imagem mostra uma linha TP (retângulo verde) contendo uma série de dispositivos
(retângulo vermelho), conectados ao segmento principal TP, no qual também há o segmento 1 em
RF, com uma série de dispositivos RF, incluindo o acoplador de segmento TP / RF (retângulo laranja).
A figura a seguir, mostra uma área TP, com um número de linhas, das quais a linha 1.2 contém um
acoplador de linha 1.2.0 (retângulo vermelho), e também uma série de segmentos: arrastando e
soltando um acoplador com funcionalidade de repetidor nesta linha, outro segmento é criado e o
repetidor é adicionado à ele (retângulo verde).
Índice
1 Introdução ........................................................................................................................... 4
AM = Módulo de Aplicação
SR = Registrador de variação
1 Introdução
KNX
Dispositivo de bus
BCU AM
Figure 1: Dispositivo Bus que consiste num BCU e num módulo de aplicação
Um dispositivo de bus funcional (ex. atuador, controlador de brilho, controlador de persiana, tecla
multifunções, sensor de fogo, …) é essencialmente constituído por três partes:
O acoplador de bus e o módulo de aplicação são oferecidos no mercado, quer separadamente, quer
integrado em um único equipamento (formando um só produto). Têm, no entanto de ser do mesmo
fabricante. Se separado (por vezes e principalmente na montagem embebida) o módulo de aplicação
é ligado ao BCU através de uma interface de aplicação padronizada ou uma Interface Física Externa
ou PEI do fabricante. Este PEI serve como
Se o módulo de aplicação e a unidade de acoplamento bus encaixam e se eles podem ser conectados
mecanicamente - tem de ser verificado com o respetivo fabricante.
No caso de dispositivo para calha/trilho DIN, a unidade de acoplamento bus e o módulo de aplicação
são usualmente ligados juntos numa casa
No caso de dispositivos TP, a ligação para o bus é assegurada principalmente através do ligador de
bus (cinzento escuro/vermelho).
Em geral, o transmissor e o microcontrolador são integrados numa unidade acopladora bus (regular)
da qual a eletrónica não pode ser separada. Em alguns casos (raros), o transmissor é oferecido como
um módulo separado (exemplo: um módulo transdutor de bus).
Cada dispositivo de bus tem a sua própria inteligência devido ao BCU integrado: esta é a razão pela
qual o KNX funciona como um sistema descentralizado e não necessita de uma unidade central de
controlo (ex. um computador). Funções centrais (ex. supervisão) podem, se necessário, ser realizada
por um software de visualização e controle instalado em um PC.
No produto KNX ou BCU, na maioria dos casos um botão de programação e um LED de programação
pode ser visionado: o botão é utilizado para por a BCU ou o produto em modo de programação (para
atribuir o endereço individual). O LED avisa se o modo de programação estiver on ou off.
Os BCU’s estão atualmente disponíveis para ligação a três diferentes meios de transmissão: Par
trançado TP (utilizando muito baixa tensão 30 V), Powerline 110 (Utilizando a rede elétrica) e
Radiofrequência (KNX-RF).
Dependendo da sua principal função, dispositivos bus podem basicamente ser divididos em três
categorias: sensores, atuadores e controladores. É raro ter dispositivos com funcionalidade de sensor
ou atuador puros hoje em dia. Por exemplo, cada botão de pressão com display de estado LED
também tem uma função de "atuador" e cada atuador com informação de estado tem uma função
de "sensor".
Uma possível função do sensor KNX é a de detectar uma variável física como a temperatura,
voltagem, corrente... O módulo de aplicação do sensor transfere informação acerca das entradas
correntes (digitais/analógicas) para o BCU. Este codifica os dados e envia-os para o Bus. Por esse
motivo, a BCU verifica regularmente o estado das entradas do módulo de aplicação.
Um controlador regula a interação entre um sensor e um atuador (ex. Módulo Lógico) e não
possui entradas ou saídas físicas.
O software de sistema: ao longo dos anos, KNX e os seus fabricantes padronizaram diferentes
versões do software de sistema (ou "pilha do sistema", "KNX sistema de operação"). Estes
diferentes perfis de software estão identificados em relação ao ETS por meios de uma "versão de
máscara" ou "descritor de dispositivo tipo 0". A versão de máscara consiste em 2 bytes e não
pode ser mudado no dispositivo. Quando faz o download de um dispositivo, o ETS verifica este
software de sistema para ser capaz de saber como o dispositivo pode ser configurado. Mais
informação sobre estes perfis de sistema é dada na cláusula 3.
2. O programa de aplicação é descarregado com sucesso para o BCU do atuador sem nenhum
erro detetado pelo ETS durante o processo de download. O atuador, contudo, não
funcionará.
No caso de dispositivos E-mode, o dispositivo reportará a funcionalidade suportada (no que respeita
a canais "Easy" suportados) através do descritor do dispositivo 2, um diferente descritor de
dispositivo daqueles dos dispositivos S-Mode. Os dispositivos E-mode são geralmente enviados com
o programa de aplicação já carregado. A ligação de tais dispositivos KNX e a configuração dos
parâmetros relevantes são asseguradas através das configurações de hardware apropriadas ou
através de um controlador central.
1 A memória não-volátil tem a capacidade de reter informação guardada mesmo que a corrente esteja
desligada.
3 Perfis do sistema
3.1 Geral
A tecnologia do Sistema 1 foi apresentado com a primeira geração de dispositivos KNX (em 1991),
mas ainda parte do KNX Standard e pode ainda ser usado em novos dispositivos.
Poucos anos depois, nos anos noventa, também foram apresentados os produtos com a tecnologia
Sistema 2 e Sistema 7. O Sistema 7 foi posteriormente desenvolvido para System B, para permitir pôr
fim às limitações do número de objetos de grupo e endereços de grupo.
A tabela abaixo dá uma visão geral das principais características destes perfis de sistema KNX:
Programas de aplicação concebidos para a tecnologia System1 também podem ser descarregados
para certos dispositivos de
Sistema2 (compatibilidade em cima). Os programas de aplicação de sistema 2 podem não ser
descarregados para um dispositivo de sistema 1.
2 O número atual de objetos de grupo disponíveis ou endereços de grupo, que podem ser atribuídos, depende
do microcontrolador utilizado
Quando uma ferramenta quer aceder à memória de dispositivos dos sistemas 2, 7e B (ler e/ou
escrever), primeiro tem de obter autorização através de uma chave de autorização de 4 Bytes.
As teclas podem ser definidas a vários níveis, alguns dos níveis são restritos para acesso de fabricante
(e por isso não podem ser acedidos por integradores); no entanto, um nível dá acesso a memória não
relacionada com o sistema nos dispositivos e podem ser bloqueados ao introduzir uma password
BAU nas propriedades do projeto.
Os dispositivos que foram bloqueados através de tecla de BCU podem ainda transmitir telegramas.
Apenas se voltar a fazer o download de um dispositivo bloqueado sem a tecla apropriada de BCU é
que não é possível. As teclas BCU são armazenadas no projeto ETS. Por esta razão, é fundamental
fazer backup dos projetos ETS.
Figura 2: introduzir uma tecla BCU nos detalhes de projeto no ETS (ETS6)
Os sistemas 2 e 7 e Sistema B usam um número de série: este número, que é consignado a cada
dispositivo antes de sair da fábrica, permite escrever ou ler endereços individuais de um dispositivo
sem ter de apertar a tecla de programação do dispositivo. Esta funcionalidade, no entanto, ainda não
é suportada como básica no ETS, mas as Apps ETS existem na loja MyKNX que permitem ler/escrever
as moradas individuais sem ter de pressionar o botão de programação.
Objetos de interface contêm certas propriedades de sistemas e aplicações (ex. Tabela de endereços,
parâmetros …), que podem ser lidos e/ou escritos por uma ferramenta (ex. ETS durante download)
sem o conhecimento explícito do mapa de memória do dispositivo.
O utilizador final de ETS (=integrador) não podem manipular estes objetos, mas pode lê-los por meio
da App ETS "Editor de Dispositivo". É necessário mais conhecimento aprofundado, explicado durante
o curso de tutor de forma a fazer este tipo de manipulação.
Quando observar o número de objetos de grupo e endereços de grupo podemos concluir que o
tamanho da memória aumenta com a versão de máscara listada: o tamanho da memória do
dispositivo de sistema 2 é maior do que a do dispositivo de sistema 1; a memória de dispositivo 7 é
maior do que a do dispositivo de sistema 2, especialmente para o perfil "B".
Por mais de 10 anos, 255 objetos de grupo era considerado um grande número, mas com o
desenvolvimento dos novos painéis táteis controladores de aplicação e gateways este número
tornou-se novamente pequeno. É por isso que o System 7 foi estendido com 1 byte como número de
endereços e objetos. Devido a isto, 65536 e 65535 tornaram-se nos valores máximos, normalmente
não alcançados por aplicações correntes. Noutras palavras, este é um valor teórico puro,
especialmente quando se compara este à capacidade total de endereços possível de um sistema KNX
(que é igualmente grande).
Em um sistema controlado por comandos wireless, ex:infravermelhos, o feixe de IV’s pode ser
interrompido por alguém a passar. De forma a evitar uma situação onde o atuador de controlo de
dimerização não recebe telegramas (ex. o telegrama para parar), na maioria dos casos prefere-se
configurar envio cíclico nos comandos de IV’s (cyclical dimming) durante o estabelecimento de
parâmetros do controle por infravermelhos. O sensor de infravermelhos, nesta configuração,
transmite o telegrama “aumentar luminosidade em trechos de 12.5%”. As consequências de perder
um telegrama deste tipo não são tão complicadas como perder um telegrama de paragem, que só é
enviado uma vez (tal como explicámos no ponto 4.1).
PEI 230 V AC
SR
1 – 10 V
DAC
20 V
Dimming
5V
Electronic
BCU AM ballast
Figura 5: Aplicação funcional: "Atuador de Regulação"
Neste exemplo mostrado acima a BCU transmite o sinal de controlo para o módulo de aplicação. Este
sinal pode ser adaptado eletronicamente para o controle de entradas do balastro eletrónico. O
balastro eletrónico de variador de luminosidade usa a tensão para o controle da emissão de luz da
lâmpada de tubo fluorescente. O relé do módulo de aplicação é usado para (des)conectar a tensão
de alimentação.
O tempo t2 (ex. 500 ms) atua como uma “fronteira” que permite distinguir entre os comandos
“abrir/fechar lâminas 1 nível” e “persianas subir/descer”.
T1 é o tempo que pode ser configurado para interfaces e entradas binárias. Os botões de pressão
normais, não tem o tempo T1.
Uma diferença importante com dimerização é que se soltar o botão uma vez que a atividade já tiver
sido iniciada a unidade continuara a trabalhar ate que se tenha novamente um apertar do botão.
Isso faz sentido, pois cortinas / persianas têm basicamente tempos muito mais longos de percurso
em comparação com o tempo que um atuador de dimerização precisa para escurecer até 100%
A curta operação de premir a tecla também tem duas implicações diferentes. Quando a unidade não
esta em movimento, ela fará movimento das lamelas (isto para persianas com regulação de lamelas).
Ao enviar o comando step para unidade em movimento, ele fará com que ela pare.
Isto mostra que em qualquer caso para controlá-lo ambos os comandos ex: operação curta ou longa
de apertar uma tecla é necessária também para quando não existe a necessidade de ajustar as
lamelas.
Um atuador de persiana não tem a tarefa de cuidar da desativação segura das persianas. Isto precisa
sempre ser assegurada pelo próprio dispositivo a fim de garantir o bloqueio!
A figura acima mostra a funcionalidade básica de um atuador de persiana. Além da operação normal
cada atuador de persiana/cortina pode ter uma função de segurança.
Se, por exemplo, o sensor responsável por medir a posição do sol despoletar o telegrama “descer
persiana” usando o endereço de grupo 2/1/31, o grupo de objetos "subir/descer" é endereçado e o
comando correspondente é executado.
Breve premir do botão de comando da persiana transmite o telegrama “ajustar lamela” para o
endereço de grupo 2/1/13 e premir longo do botão envia o telegrama “subir/descer” para o
endereço de grupo 2/1/12 permitindo subir ou descer completamente a persiana.
O telegrama 2/1/99 despoletado pelo sensor de vento endereça o objeto de grupo “segurança”. Se
ocorrer um vendaval, o telegrama 2/1/99 ordena que as persianas subam ou desçam ( dependendo
da parametrização) e desativa outras operações. Quando a tempestade acalmar, é enviado um
telegrama que ativa a operação das persianas outra vez. A desativação do alarme não significa que o
atuador está a baixar as persianas outra vez por si mesmo (na posição antes do vendaval). Isto não
faz sentido, pois o atuador não tem informação acerca da duração do alarme ou se as persianas têm
de baixar outra vez.
Novos atuadores naturalmente tem uma variedade de novas funções e objetos de grupo, que não
podem ser explicadas durante o curso básico devido as limitações de tempo. Estas funcionalidades
mais complexas, por exemplo: Estações meteorológicas são abordadas com detalhes no curso
avançado KNX.
Associação KNX
CURSO BÁSICO KNX
Índice
(SELV) significa Muito Baixa Tensão de Segurança (Safety Extra Low Voltage) É um circuito elétrico
com níveis de voltagem mais baixos, eletricamente separados de outros circuitos que têm voltagens
mais altas. Além disso, está isolado pela terra e por condutores de proteção de terra de outros
circuitos.
Estes níveis são demasiado baixos para fornecer corrente que aplicasse um choque letal.
Não é necessária proteção especial contra contacto direto se as tensões não excederem 25VAC ou 60
VDC.
A cablagem deverá estar separada de sistemas ou cabos com altas voltagens assim como de outros
circuitos SELV e da terra. Distâncias de segurança e linha de fuga: As distâncias de segurança e linha
de fuga acima indicadas aplicam-se a:
Uma fonte de alimentação com segurança gera a tensão MBTS (SELV) para a instalação do Bus KNX
TP.
Tensão utilizada:
30 V DC
Isolamento:
Atenção:
No volume 9 das Especificações KNX são especificados os requerimentos para o cabo (ex. YCYM
2×2×0.8 ou J-Y(St)Y: 2×2×0.8 no desenho TP), podem ser reconhecidos (sem o logo KNX) ou
certificados (com o logo KNX) pela Associação KNX 1.
Não é necessário ligar a proteção dos cabos bus à barra equipotencial de ligação.
1 Para a lista corrente de tipos de cabos aprovados/certificados pela KNX, por favor consulte o web site da KNX
([Link])
Ao instalar um cabo padrão com uma tensão de teste de 4 kV, aplicar as seguintes condições.
Vermelho: Positivo
Preto: Negativo
Nenhuma ligação.
Para outras necessidades da rede de muito baixa tensão, Ex: dispositivos que necessitem de
tensão suplementar.
3 Instalação de cabos
Os requisitos para a instalação do cabo de bus são em geral os mesmos que os da instalação da rede
de energia 230/400V.
Requisitos especiais:
Os condutores de cabos de energia isolados e os cabos de bus KNX TP1 podem ser instalados ao
lado uns dos outros sem respeitar nenhum espaço livre de segurança. Deve-se constatar que
apenas o cabo de bus certificado KNX (YCYM 2x2x08) pode ser instalado paralelamente a
230/400 V a cabos devido à alta resistência de isolamento, enquanto que para o cabo tipo JY
(St)Y 2x2x0.8 só se aplica a cabos até 230 V.
Um espaço de segurança mínimo de 4 mm tem de ser observado entre os núcleos isolados dos
cabos bus KNX TP1 e dos cabos de energia isolados. Em alternativa, os núcleos devem estar
providos com um isolamento equivalente, tal como um espaçador ou revestimento de
isolamento (DIN VDE 0110-1, isolamento básico). Isto também se aplica a núcleos de outros
cabos que não sejam parte de circuitos MBTS (SELV/PELV).
Uma distância adequada relativamente ao sistema externo de proteção contra raios (para-raios)
tem de ser assegurado.
Todos os cabos devem ser marcados de forma permanente como cabos KNX TP ou cabos de BUS.
Se a polaridade do cabo ligado a um determinado dispositivo de bus estiver incorreta, o
dispositivo de bus polarizado incorretamente não funciona até que a falha seja corrigida
Os dispositivos de bus KNX-TP1 para trilho DIN podem ser instalados em qualquer quadro elétrico
padronizado equipado com trilho DIN EN 50022 35x7.5mm.
Por outro lado se os dispositivos de bus não estiverem separados dos equipamentos de proteção
elétrica, os cabos de bus têm de ter isolamento exterior até aos terminais.
Possível contacto entre os condutores de potência e os condutores de bus tem de ser evitado através
de fiação e montagem adequada.
Os dispositivos de bus não deverão ser montados acima dos dispositivos principais que dissipam
calor pois podem causar calor excessivo no quadro de distribuição.
Quando o pára raios for instalado numa calha DIN / trilho DIN, devem ser respeitados os seguintes
parâmetros:
5 Fonte de alimentação
Nota: Se não for explicitamente indicado, os pontos seguintes referem-se a fontes de energia
centralizadas.
Cada linha tem a sua própria fonte de alimentação para os dispositivos de bus.
São dotadas de um buffer de energia acumulada para um período de tempo de 100 ms capaz de
superar pequenos cortes de energia.
Para evitar cargas estáticas do lado do bus, a fonte de alimentação é equipada com resistências
óhmicas altas ligadas de cada núcleo bus até à ligação de terra da PSU. De forma a eliminar estas
cargas estáticas, esta ligação deve ser feita ao sistema de proteção condutor, mais especificmente ao
eletrodo da terra da instalação de baixa voltagem. Esta ligação deverá ser marcada a amarelo/verde.
Não tem qualquer efeito protetor de acordo com os regulamentos de segurança e não contraria as
condições que se aplicam às redes MBTS (SELV).
Alguns tipos de fontes de alimentação ou bobinas externas têm um botão de reinicialização e um lED
vermelho de controlo pelo qual a linha conectada pode ser configurada para 0 V. Com isto, todos os
dispositivos de bus farão a reinicialização. As Bobinas evitam curto-circuitos dos telegramas (tensão
alternada de 9600 Hz) através do filtro ou condensador de carga da fonte de alimentação.
Fontes de alimentação modernas são montadas em calha DIN, sendo por esse motivo feita a
alimentação do bus, atraves de contatos mola direto ao trilho de dados. Nas fontes de alimentação
com saída suplementar esta é ligada ao trilho de dados nas pistas exteriores. Estas fontes de
alimentação, com saída adicional, permitem fornecer alimentação a outras linhas usando uma
bobina externa. As fontes de alimentação ininterruptas (UPS) estão também disponíveis. Algumas
destas têm uma saída a relés livre de potencial que fornece informação sobre funcionamento normal
ou falha de alimentação de 230VAC. A maioria das fontes de alimentação, têm LED’s, que indicam o
estado de funcionamento da mesma.
A maioria dos PSUs não têm um programa de aplicação. Alguns PSUs com programa de aplicação
contêm tipos de ponto de dados que permitem por exemplo transferir mensagens de mau
funcionamento e informação de funcionamento, etc através do bus.
Se for necessária uma linha adicional e dependendo da carga, uma fonte de alimentação pode
alimentar duas linhas. Uma bobina adicional poderá ser necessária, dependendo do tipo de fonte de
alimentação.
A tensão do bus está disponível através do conector cinza escuro / vermelho do bus e a tensão
auxiliar através do conector branco / amarelo.
Se mais de 30 dispositivos de bus estiverem ligados a uma curta distancia uns dos outros (ex. num
quadro elétrico), a fonte de alimentação deve ser instalada na proximidade deste grupo.
Se for preciso instalar uma fonte de alimentação adicional, a distância mínima entre as duas fontes
de alimentação devem ser seguidas a partir das especificações do fabricante
Não é permitido ter mais que duas fontes de alimentação em uma mesma linha.
7 Alimentação Distribuída
Neste caso, em vez de uma fonte de alimentação centralizada bus é alimentado de forma distribuída
por alguns dos dispositivos conectados à linha contendo cada um deles uma Fonte de Alimentação
Descentralizada (DPSU) com bobina (choke) integrada. Dispositivos DPSU podem funcionar de forma
independente (dispositivos não-comunicantes)..
A DPSU é especialmente destinado para pequenas instalações com alguns dispositivos. Existem
diferentes tipos de DPSU, dependendo da corrente fornecida (25, 40 e 80 mA).
Na maioria dos casos, é possível combinar os dispositivos DPSU com até duas fontes de alimentação
centralizada padrão (PSU).
O dispositivo DPSU pode estar localizado em qualquer ponto da linha de bus. Não existem limitações
relativamente a distâncias mínimas entre dois dispositivos com DPSUs ou entre um dispositivo DPSU
e uma fonte de alimentação centralizada padrão (PSU).
Até oito dispositivos DPSUs podem ser montados numa única linha bus. Mais do que oito podem ter
um efeito negativo sobre a comunicação. No caso de montar até 8 DPSUs numa única linha
juntamente com uma PSU central, o máximo resultante de um curto circuito de estes dispositivos (tal
como apresentado na folha de dados de produto) não deve exceder os 3 A.
Na maioria dos casos é possível desativar manualmente o DPSU no dispositivo (exemplo, através de
um interrutor ou configuração de uma parâmetro).
Circuitos de MBTS (SELV) requerem isolamento duplo ou reforçado (separação de proteção) entre os
cabos da rede de alimentação e os cabos de bus, ex. núcleos de cabos de bus não revestidos nunca
devem estar em contacto com os cabos das ligações principais. São permitidas as derivações em:
Podem ser instaladas junções:
Caixas separadas ou
Numa caixa comum com partição, assegurando distâncias de segurança e linha de fuga de 8 mm,
ex. para redes TN/TT em edifícios de escritórios.
Só caixas de parede adequadas para montagem por aparafusamento podem ser usadas. Não é
aconselhável a montagem sem parafusos.
Só caixas de parede adequadas para montagem por aparafusamento podem ser usadas. Não é
aconselhável a montagem sem parafusos.
Ambos os componentes devem ser isolados um do outro. Isto pode ser conseguido ao usar um
isolamento básico para os dispositivos elétricos e isolamento básico 230 V para o dispositivo bus.
Os conectores padronizados de bus TP1 permitem a remoção de dispositivos de bus sem interromper
o bus KNX.
Figura 14: Ligação equipotencial para descargas atmosféricas de acordo com IEC 62305-3 ([Link])
A rede bus KNX TP1 deve ser integrada nas medidas de proteção da rede de elétrica de potência.
Em geral, as medidas de proteção contra descargas atmosféricas são requeridas para edifícios que
possam facilmente ser atingidos por raios ou aos quais descargas atmosféricas possam causar danos
gravosos. Estes incluem especialmente salas de conferência, edifícios públicos etc.
A proteção interna contra descargas atmosféricas constitui a parte mais indispensável de um sistema
de proteção contra descargas atmosféricas. O seu dispositivo mais significativo é a barra de ligação
equipotencial de proteção contra descargas atmosféricas.
Figura 15: Proteção contra raios e surtos para sistemas de cabos instalados entre edifícios com conexão
dos eletrodos de terra na fundação ([Link])
Se tiverem sido instaladas medidas de proteção contra descargas atmosféricas, deverão ser tomadas
medidas especiais, caso a instalação contenha cabos bus que se estendam para além de um edifício.
É recomendado que se tomem estas medidas mesmo que não esteja instalado nenhum sistema de
proteção contra descargas atmosféricas.
Em ambos os casos, os dispositivos bus conectados no edifício devem estar ligados a um supressor
de surtos, juntamente com os acopladores de linha por questões de proteção secundária. Os
dispositivos bus e os supressores de surtos devem ser montados em separado a uma distância de
alguns metros (de cabo) para garantir que o supressor de surtos não seja obrigado a assumir parte da
proteção primária.
Como consequência das descargas atmosféricas, enormes sobretensões são geradas em malhas, que
podem levar a descargas elétricas nos dispositivos do bus. Quanto maior a área da malha, maior a
sobre tensão (valor de pico) esperada.
As malhas são criadas quando, por exemplo, o cabo de bus e o cabo de 230V estão ligados a um
dispositivo do bus, uma vez que a fonte de alimentação do bus KNX está ligada a ambas as redes.
Ambos os dispositivos estão em perigo quando atingidos por descargas atmosféricas.
No entanto, malhas também são criadas quando uma ligação é feita ao sistema de abastecimento de
água, ao sistema de aquecimento central, a paredes metálicas etc… A malha é fechada através da
linha de ligação equipotencial.
Sempre que possível as malhas devem ser evitadas logo na fase de projeto. Os cabos de bus e da
rede de energia 230V/400VAC devem ser instalados tão perto uns dos outros quanto possível. Uma
distância apropriada deve ser mantida com a rede de fornecimento de água ou o sistema de
aquecimento central, etc. Se forem estabelecidas malhas que cruzam linhas numa instalação KNX TP,
pode não ser possível programar a instalação em certas circunstâncias.
Em geral providencia proteção suficiente. As Interferência mais significativas podem, ser causadas:
Quando o cabo de bus e da rede elétrica 230/400VAC são instalados em paralelo ao longo de
uma distância mais longa.
Na proximidade de para-raios e supressores de surtos.
Quando linhas e partes de uma instalação (através das quais corrente dos relâmpagos pode fluir)
são instaladas em paralelo
Em malhas,
Em dispositivos bus ligados a dispositivos condutores tais como paredes metálicas, tubagens de
aquecimento central, etc.
Na extremidade de edifícios
O terminal supressor de surtos deve ser usado como proteção secundária e tem de preencher os
seguintes requisitos:
Através dos condutores que saem do supressor de surtos (que têm marcações idênticas ás do cabo
de bus: vermelho e preto), este pode ser ligado, através de um conector de bus convencional, ao
cabo bus ou diretamente aos dispositivos de bus. Contudo, o terminal supressor de surtos não pode
ser usado para ramificar o cabo de bus. O terceiro fio verde amarelo de ligação é o condutor de
ligação à terra que deve ser ligado ao ponto de ligação à terra mais próximo na instalação (i.e.
condutor de terra de proteção).
Neste caso, a ligação entre fios é assegurada através de um conector de ligação de bus montado
externamente.
O condutor de terra do quadro elétrico tem de estar ligado ao condutor de terra de proteção (PE)
através de um terminal de terra DIN não ligado à terra.
17 Verificando a instalação
Verificar uma instalação
2. Fazer uma verificação visual das marcações das extremidades dos cabos de bus
Poderá ser útil medir a resistência da malha (bucles) da linha de bus sob teste
2. As extremidades dos cabos de bus devem estar claramente identificadas como cabo de
instalação KNX TP1 através de uma marcação KNX TP1 ou BUS. Uma indicação da área e linha
tornarão mais fácil a identificação de um cabo de bus específico para efeitos de teste, colocação
em serviço ou manutenção.
3. 3Linhas distintas só podem ser ligadas através de acopladores de linha. Ligações inadmissíveis
entre linhas individuais podem ser verificadas desligando a fonte de alimentação da linha em
teste. Se o LED de alimentação do acoplador continuar a acender, deverá existir uma ligação
errada na instalação.
4. 4A medição da resistência do isolamento do cabo bus deve ser efetuada a 250 V DC (DIN VDE
0100 T610). A resistência de isolamento deve ser no mínimo 500 kΩ. A medição é efetuada entre
condutor e PE e não entre condutores.
5. Uma verificação de polaridade deve ser efetuada em todos os dispositivos do bus. Para tal,
coloque o dispositivo bus no modo programação, carregando no botão de programação. Se o
LED de programação acender, o dispositivo bus está corretamente ligado. Para terminar a
verificação, carregue no botão de programação novamente. Este volta a colocar o dispositivo bus
no modo de funcionamento normal e faz reset do LED de programação.
6. Depois de ter montado todos os dispositivos de bus, verifique a tensão bus em cada extremidade
do cabo bus com um voltímetro. A tensão deve ser no mínimo 21V.
7. Registe todos os resultados dos testes e acrescente-os aos documentos da instalação KNX TP.
Associação KNX:
CURSO BÁSICO KNX
ÍNDICE
1 Introdução ........................................................................................................................... 3
4 Topologia........................................................................................................................... 14
5.4 Teste funcional e relatório de testes para dispositivos E-Modo RF. .............................. 22
1 Introdução
KNX RF permite a transmissão de telegramas por meio de Rádio Frequência. Por isso não é
necessário instalar um cabo de barramento separado. O KNX RF é muito interessante se uma
instalação TP existente tiver que ser estendida e nenhum cabo adicional puder ser instalado, isto,
devido a regulamentos de construção locais, razões estéticas, etc. (por exemplo, em museus,
edifícios públicos, etc.).
Para garantir o correto funcionamento dos sistemas de KNX RF, serão tratados neste capítulo os
fundamentos do meio RF e especialmente a estrutura do KNX RF.
2 O meio de transmissão RF
O alcance dos componentes KNX RF está indicado para um espaço aberto sem obstáculos. A faixa de
campo livre é significativamente maior do que a distância alcançável dentro de um edifício.
Isto, devido à potência máxima de transmissão permitida e à limitação de energia disponível para a
transmissão em caso de funcionamento com bateria ou sem bateria (por exemplo, operado por
energia solar), o alcance do campo livre será limitado a aproximadamente 100 m.
Os sinais de radio frequência são atenuados no seu percurso do transmissor para o receptor por
vários fatores. O alcance real de operação dentro dos edifícios é por isso reduzido. O KNX RF usa a
banda de frequência de 868 MHz.
Os sinais de rádio não passam através de paredes, tetos e mobília sem impedimento, mas são
atenuados durante a penetração e parte é refletido. Os objetos metálicos bloqueiam ou refletem os
sinais de rádio e as sombras rádio são produzidas no seu lado oposto, no qual a recepção direta não
é possível.
As reflexões podem ter efeitos positivos e negativos. As reflexões têm um efeito positivo em áreas
______ nas quais não é possível uma recepção direta. As reflexões são disruptivas quando ambos
sinais refletidos e sinais diretos coincidem num receptor de rádio. Devido aos diferentes tempo de
propagação dos dois sinais recebidos via diferentes caminhos, o sinal comum resultante pode ser
enfraquecido comparado com o sinal diretamente recebido.
Fatores influenciadores devido a condições estruturais ou outras condições espaciais têm que ser
tidas em conta durante a fase de planeamento do edifício. Os locais de instalação dos dispositivos RF
têm que ser cuidadosamente selecionados tendo em conta as considerações atrás mencionadas. Se
os locais de instalação não puderem ser livremente selecionados, uma boa ligação é muitas vezes
alcançada recorrendo a repetidores KNX RF.
No caso da maioria dos dispositivos de rádio KNX operados, é necessário garantir que a tensão
principal esteja disponível nos locais de instalação.
3 Tecnologia de transmissão
3.1 Preparado para KNX (solução de canal-único)
Na tecnologia rádio, a informação transmitida é modulada numa portadora. Isto pode ser tanto a
amplitude (modulação de amplitude), a frequência (modulação de frequência), o ângulo de fase
(modulação de fase) ou uma combinação destas. Esta transportadora modulada é transmitida aos
receptores de RF e o sinal recebido é desmodulado, ou seja, a informação é recuperada do sinal.
Information signal
(Baseband signal)
Portador
Deslocamento de Amplitude
No sistema KNX-RF, a Modulação por chaveamento de frequência (frequency shift keying - FSK) ou
Codificação de Modulação de Frequência (CMF), é usado como processo de modulação. Os estados
lógicos “0” e “1” são gerados por um ligeiro desvio na frequência da portadora., também chamada
de frequência intermédia. No sistema KNX-RF, 868,30 MHz é usado como frequência intermédia. The
transmission rate or bit rate of the information to be transferred is 16384 bits per second and is
modulated according to the Manchester coding. A vantagem do Manchester é a maior confiabilidade
da transmissão. Com esta codificação, uma mudança no impulso de "0" para "1" ou vice versa é
realizado no centro de cada bit de informação.
Transmissores e receptores podem ser sincronizados muito facilmente com esta codificação, uma vez
que a transição de 0/1 ou 1/0 no centro de transmissão de cada bit permite um constante ajuste do
impulso do relógio.
Pode por isso ser assumido que mensagens transmitidas podem também ser recebidas e avaliadas
pelo receptor correspondente.
Antenna
010010 010010
De forma a contrariar tais perturbações, existem para além dos Dispositivos prontos KNX com apenas
um canal de transmissão, soluções KNX RF-multi, que podem transmitir a sua informação através de
diversos canais. Estas soluções dispõem de vários canais rápidos e lentos.
Os dispositivos podem saltar de um canal ocupado (por exemplo, F1 respectivamente S1) para um ou
mais canais (por exemplo, F2 e F3 respectivamente S2).
O uso desses diferentes canais depende do tipo de aplicação (necessita de uma reação rápida ou
não, por exemplo, iluminação em comparação com aquecimento/refrigeração) e/ou se o dispositivo
está ou não ligado (para evitar o esgotamento da bateria incluída).
A tabela abaixo mostra qual tipo de canal tem significado para qual tipo de dispositivo:
Canais rápidos têm uma taxa de dados (também chamada taxa de transmissão) de 16,384 kbps,
enquanto canais lentos têm apenas metade dessa velocidade (principalmente devido ao preâmbulo
extenso). A taxa de transmissão (ciclo de serviço) pode variar em cada canal separado.
A taxa de transmissão nos canais rápidos F1 e F2 encontra-se em 1% ou 0.1%, quando o poder de
transmissão for 25 mW. Por outro lado, pode ser aumentado até 100% até um máximo de 5 mW
para o canal rápido F3 e o canal lento S1(a taxa de transmissão tem de ser contudo em 1% quando a
potência de transmissão está entre 5 e 25 mW).
Para reduzir o consumo de energia de um dispositivo em até 80% para canais rápidos e até mesmo
99% para canais lentos, o dispositivo será colocado em modo de economia de energia. Para ser capaz
de receber telegramas, será periodicamente solicitado.
Um Multi emissor KNX RF que transmite em um canal lento, usa um preâmbulo de 500 ms, em vez de
15 ms (em comparação com 5 ms para KNX RF Pronto), permitindo que os receptores permaneçam
mais tempo em economia de energia (e, portanto, esgotem menos suas baterias).
A abordagem multi-canal aumenta a probabilidade de uma transmissão bem sucedida. Além disso,
permite a verificação da recepção correta, suportando um reconhecimento rápido e imediato de até
64 receptores individuais (Fast IACK ou Fast Immediate Acknowledgement). Quando um Fast IACK
atribuído ao respectivo receptor está faltando em um dos intervalos de tempo de 5 ms (ver acima),
os telegramas são repetidos automaticamente. Os repetidores KNX RF recolhem e transmitem essas
confirmações, para que seja possível a verificação de uma recepção a distâncias mais longas.
KNX RF também verifica se já está a acontecer uma transmissão rádio antes de começar a própria
transmissão: desta forma, o número de possíveis colisões é consideravelmente reduzido.
KNX RF em geral suporta grandes estruturas. Isso é necessário para oferecer suporte ao KNX Secure
Application Layer, que também pode ser usado por outra mídia KNX. Isto permite a autenticação e
encriptação. Dessa forma, o acoplador de mídia não constitui o ponto fraco do conceito de
segurança. Como tal, os aparelhos KNX RF podem ser usados em aplicações tais como medição,
controlo de acesso, alarme de incêndios, etc.
Dispositivos bidirecionais verificam se o canal de rádio esta disponível antes de enviar um telegrama.
Se o canal estiver ocupado, o aparelho espera até o canal de rádio esteja livre e depois envia o
telegrama.
Telegrama
Um telegrama KNX RF consiste em vários blocos de dados separados por uma soma de verificação de
bytes. Os blocos de dados contêm as informações úteis (por exemplo, um comando ou dimerização)
e informações específicas de barramento, usadas para endereçamento.
Os blocos no início e fim do telegrama de rádio são usados para sincronizar os receptores para o
transmissor.
Bloco de dados
1
O primeiro bloco de dados consiste no bloco de controlo (4 bytes), o numero de série KNX do
dispositivo responsável pela transmissão, o endereço de domínio ao qual o dispositivo está assignado
(6 bytes) e a redundância cíclica de verificação (CRC - cyclic redundancy check – 2 bytes). O campo de
controle contém informações sobre o comprimento do telegrama, tipo de dispositivo (unidirecional
ou bidirecional), a qualidade da transmissão (força do sinal) bem como o status da bateria de
dispositivos de rádio operados por bateria.
No caso dos dispositivos do modo RF S-Mode, um endereço de domínio é enviado após o campo de
controle. O endereço de domínio está incluído em cada telegrama e armazenado no receptor; isto é
feito durante o comissionamento com o ETS. O endereço de domínio é também usado para separar
os dispositivos em instalações rádio adjacentes KNX.
O receptor detecta através da verificação redundante cíclica (CRC) se o telegrama foi transferido sem
nenhum erro.
Bloco de dados
2
O endereço de destino difere na sua função dependendo do acesso ao dispositivo a ser endereçado.
No caso de endereço físico, ou seja, durante a programação, o endereço de destino é o endereço
individual do dispositivo. Durante a operação normal (por exemplo, quando transmitindo um
comando), o endereço de destino contém o número do objeto de grupo endereçado em um
dispositivo para dispositivos no Modo E-Mode, ou o endereço de grupo endereçado pelo ETS para
dispositivos no Modo RF S-Mode.
A informação útil contém os dados a serem transferidos como comandos, mensagens, parâmetros,
valores medidos, etc… Mas blocos de dados podem ser transmitidos num telegrama KNX-RF
dependendo do comprimento útil da informação.
No caso de componentes KNX-RF, a separação clássica entre acoplador de bus (BCU), módulo de
aplicação e software de aplicação carregável em muitos caso não existe mais. Estes são
equipamentos completos, em que o software de aplicação está pré-carregado no caso de dispositivos
E-Mode ou carregado pelo ETS no caso do S-Mode. De acordo com a sua função e aplicação, os
dispositivos são desenhados como dispositivos transmissores unidirecionais ou bidirecionais.
Dispositivos Unidirecionais podem apenas enviar ou receber. Apenas os dispositivos de envio são
principalmente sensores ou detectores operados por bateria, como portáteis ou transmissores
montados na parede, entradas binárias e contatos de porta / janela.
Dispositivos bidirecionais podem enviar e receber, por exemplo, eles podem ser sensores e
atuadores ao mesmo tempo.
4 Topologia
4.1 Geral
Os dispositivos utilizados numa instalação KNX utilizando transmissão de sinal de rádio não estão
sujeitos a nenhum tipo de arranjo hierárquico. Eles podem ser instalados na prática em qualquer
lugar desde que estejam ao alcance do sinal de rádio, cada sensor possa comunicar com cada
atuador.
O alcance de sinal de transmissão de rádio não pode ser determinado com precisão em termos
espaciais, ou seja, os telegramas KNX RF também podem ser recebidos por dispositivos instalados em
instalações KNX RF adjacentes. Como consequência, efeitos colaterais mútuos, devem ser
considerados.
Como parte do telegrama, cada dispositivo KNX-RF em E-Mode envia seu número de série como
parte do identificador do dispositivo.
Dispositivos KNX-RF S-Mode enviam o seu endereço de domínio como identificador do dispositivo.
Apenas os receptores programados ou vinculados a este transmissor ou que façam parte do mesmo
domínio, avaliarão seus telegramas.
Além da separação necessária das instalações de rádio KNX adjacentes, o alcance dos sinais de rádio
em edifícios também é limitado por condições estruturais, como paredes, tetos e móveis. O range
pode no entanto ser estendido até 2 repetidores KNX RF, para que os sinais de rádio possam também
ser retransmitidos para diferentes pavimentos.
Figura 15: Função de repetidora em KNX RF: Luminária 1 aumenta o alcance do interruptor através da
repetição do telegrama.
1. Apenas via ETS (para KNX RF Modo-S - comparável com a função de acoplador de linha (linha de
bus para linha RF)) 1
2. Via ETS e através de acoplador de meio (TP e RF). Neste caso os dispositivos E-Mode RF que
serão ligados em conjunto são “ensinados” no acoplador de meio através de E-Mode, e a
informação especifica necessária do lado do bus KNX-TP é planeado no ETS e descarregado no
acoplador de meio.
Main line
PS/Ch
LC MC
PS/Ch
DVC
DVC DVC DVC
DVC
DVC
DVC DVC
DVC DVC
DVC
DVC
DVC DVC
A finalidade do endereço de domínio é evitar interferências (lógicas) entre linhas KNX RF adjacentes.
Por isso cada linha KNX-RF recebe o seu próprio endereço de domínio.
Além disso, aqui a Interface KNX RF de dados está disponível para configuração e comissionamento
de dispositivos S-Mode KNX RF diretamente do computador.
Grande parte da complexidade da combinação de dispositivos KNX RF (Pronto, Rápido, Lento) no ETS
está atribuído ao usuário do ETS.
Como a matriz de recursos abaixo faz parte dos dados do produto ETS, o ETS tem as informações
suficientes para fazer essas combinações possíveis.
Figura 21: Possíveis combinações entre diferentes modos de dispositivos no modo KNX RF
2 Na comunicação Ponto-a-Ponto, sempre o ACK Slot 0 é usado. Para a transmissão em Broascast, não há IACK
rápido.
Figura 23: Seleção de modo RF em caso de uma interface KNX RF suportando Multi
- No caso de realizar 'Device Info' de dispositivos RF, o ETS exibirá os slots Ack na direção de
envio e recebimento. Além disso, para um acoplador de mídia RF, o ETS exibirá o tipo de
acoplador RF Multimídia.
- No caso de usar o modo Monitor, o ETS também exibirá as informações de RF (por exemplo,
status da bateria, número de série usado ou endereço de domínio, ...).
Para medições de intensidade de recepção, alguns fabricantes oferecem aplicativos ETS. Por favor,
consulte o MyKNX, para verificar os aplicativos oferecidos.
Table of Contents
1 Vamos começar .................................................................................................................................... 4
1.1 Informações gerais ........................................................................................................................ 4
1.1.1 O Conceito ETS........................................................................................................................ 4
1.2 Requisitos ...................................................................................................................................... 5
1.2.1 Requisitos de hardware .......................................................................................................... 5
1.2.2 Requisitos de software ........................................................................................................... 6
2 O Software ETS em detalhe .................................................................................................................. 7
2.1 Painel de controle.......................................................................................................................... 7
2.1.1 Resumo do painel ................................................................................................................... 7
2.1.2 Projetos locais......................................................................................................................... 9
2.1.3 Lista do projeto ..................................................................................................................... 10
2.1.4 Menu de acesso rápido ........................................................................................................ 14
2.1.5 Pontos de restauração.......................................................................................................... 15
2.2 Configurações do ETS .................................................................................................................. 16
2.2.1 Definições ............................................................................................................................. 16
2.2.2 Ativação de licença do ETS6 e de seus Apps ........................................................................ 17
2.2.3 Resolução de problemas ...................................................................................................... 23
2.2.4 Nível de registro e limpeza ................................................................................................... 28
3 Visualizações do desenvolvimento do projeto ................................................................................... 30
3.1 Painéis.......................................................................................................................................... 30
3.1.1 Visão geral dos painéis ......................................................................................................... 30
3.1.2 Painel de construções ........................................................................................................... 31
3.1.3 Painel de endereço de grupo................................................................................................ 33
3.1.4 Painel de topologia ............................................................................................................... 34
3.1.5 Painel raiz do projeto............................................................................................................ 35
3.1.6 Painel de dispositivos ........................................................................................................... 36
3.1.7 Painel de catálogos ............................................................................................................... 37
3.1.8 Painel de relatórios............................................................................................................... 39
3.2 Barras e Visualizações.................................................................................................................. 41
3.2.1 Barras & Visão geral ............................................................................................................. 41
3.2.2 Barra de menu ...................................................................................................................... 42
3.2.3 Barra de título ....................................................................................................................... 43
3.2.4 Barra de ferramentas ........................................................................................................... 44
3.2.5 Visualização em árvore ......................................................................................................... 47
3.2.6 Visualização em lista ............................................................................................................. 48
3.2.7 Barra de status...................................................................................................................... 50
1 Vamos começar
1.1 Informações gerais
1.1.1 O Conceito ETS
1.2 Requisitos
1.2.1 Requisitos de hardware
CPU: ≥ 2GHz
RAM: ≥ 4GB
Armazenamento: ≥ 20GB
Resolução de tela: ≥ 1024 x 768
Para alcançar melhores resultados, é altamente recomendável ter no mínimo 4GB de RAM
e uma maior resolução de tela.
Microsoft Surface Pro X não é recomendado, pois não instala aplicativos de 64 bits, os
quais não foram designados para o ARM64.
Os componentes de software necessários para o ETS6 (por exemplo, o .NET framework 4.8) não são
instalados por meio da ferramenta de configuração do ETS6. No entanto, a configuração informa que
é necessário baixar e instalar os componentes.
Após a instalação, O ETS pode ser iniciado, clicando no ícone ETS6, na área de trabalho ou através do
ícone recém-criado ETS6, no grupo de programa chamado KNX.
Quando o ETS inicia, aparece uma janela que é referida como o painel. Você pode acessar o painel
novamente a qualquer momento, clicando no botão '+' para abrir uma nova guia no ETS.
A barra de pesquisa, permite que um usuário procure rapidamente por projetos, independentemente
da sua localização – na lista local ou em qualquer lugar do arquivo. Mais informações podem ser
encontradas em Pesquisa e filtros no painel. (Consulte a central de ajuda KNX)
A barra de ferramentas principal contém os botões 'Configurações (Veja o parágrafo 2.2.1) e 'Ajuda',
isto, por que as configurações do ETS e a página de Ajuda, abrem respectivamente.
Esta seção exibe os novos produtos KNX, dos fabricantes, por meio de um feed RSS. As informações
de produto são mostradas aleatoriamente com a exibição do conteúdo inicial após o início do ETS;
role usando as setas para frente / para trás.
Mostra os Projetos Locais modificados mais recentemente, classificados pelo modificado mais
recente (na esquerda), para o modificado mais antigo (na direita). Clicando no botão 'Projetos locais
(Veja o parágrafo 2.1.2)' abre toda a lista de Projetos Locais, onde todos os projetos locais estão
listados.
Botão Descrição
Iniciar Cria um projeto usando o Assistente de Projeto.
Projeto
Novo Cria um novo projeto na lista de projeto local, bem como abre um diálogo para inserir
projeto os dados necessários.
Importar Importa um ou mais projetos ao mesmo tempo (dependendo da seleção no diálogo de
Projeto seleção de arquivo), com a ajuda do Assistente de Importação. Também é possível
importar sem o Assistente de Importação. Para fazer isso, mantenha pressionado para
baixo a tecla SHIFT, ao clicar no botão Importar.
Mostra os Projetos Arquivados modificados mais recentemente, classificados pelo mais recente (na
esquerda), para os modificados mais antigos (na direita). Clicando no botão 'Arquivar -->' abre toda a
lista de arquivos do projeto, onde são listados todos os projetos arquivados, enquanto, que clicar em
um bloco de projeto do 'Arquivar', abre a pasta virtual, onde todas as diferentes versões do projeto
podem ser encontradas.
Isso pode ser útil, caso o diretório de arquivo do projeto esteja em uma unidade de rede, o
que pode levar algum tempo até que seja automaticamente sincronizado.
Quaisquer pastas no arquivo do projeto são mostradas apenas na lista de arquivos do
projeto.
Assim que um projeto é criado, ele é exibido como um bloco, com as seguintes informações:
• Nome do projeto;
• Tipo do projeto;
• Hora da última modificação;
• Status do projeto (do arquivo de Projeto Arquivado (Consulte a central de ajuda KNX), se
relevante)
• Quantidade de dispositivos;
• Marcadores (se definido) e a possibilidade de atribuir.
A barra lateral fornece as seguintes opções, algumas delas só estão disponíveis se pelo menos um
projeto tiver sido selecionado.
Visibilidade
Opção Descrição Contexto em...
Por nome Ordena os projetos em ordem alfabética por Sempre • Projetos
nome. locais
• Arquivo
de
Projetos
de
Projetos
Filtro Permite a filtragem por meio das etiquetas Somente se houver • Projetos
atribuídas. Várias etiquetas podem ser pelo menos uma locais
selecionadas. Neste caso, os projetos que são etiqueta atribuída a um • Arquivo
mostrados devem conter todas as etiquetas projeto. de
selecionadas. Projetos
Um projeto ou uma pasta de projeto (a partir da janela de arquivo de projeto), pode ser selecionada
ao passar o mouse sobre o projeto, bem como, clicando na caixa de seleção que aparece.
Ações (como: renomear, mover e excluir) em uma pasta do projeto, podem ser feitas com o passar
do mouse. A quantidade mostrada em uma pasta do projeto, indica a quantidade total de projetos
dentro desta pasta (ou seja, os projetos em qualquer subpasta são também considerados).
Assim que um projecto ETS for selecionado, é possível selecionar vários outros projectos ETS,
verificando suas caixas de seleção relativas.
O menu 'Ações rápidas' contém recursos que são dependentes do projeto, que estão listados abaixo.
Arquivo
Projetos de
Botão Descrição locais Projetos
• Exportar Faz a exportação de um projeto no formato knxproj. Não Sim
• Apagar Exclui um projeto e não há como 'Desfazer'! Por esta razão, Sim Sim
primeiro, você será solicitado a confirmar sua decisão, ainda
que o o aviso de exclusão seja desativado
• Mover Permite mover um projeto no arquivo do projeto. Não Sim
• Duplicar Duplica um projeto. O projeto copiado recebe Sim Não
automaticamente o nome padrão da extensão (' - Copia'). Os
'flags' de programação não serão redefinidos. Endereços MAC,
que estejam disponíveis em dispositivos IP não serão
redefinidos. Um projeto duplicado que possua o KNX Secure
ativado, mantêm todas as chaves (e a segurança do
dispositivo).
• Restaurar Permite restaurar um projeto em um estado anterior. Sim Não
• Redefinir Uma divisão do projeto foi redefinido. Esta Função estará Sim Não
divisão sempre ativa, mesmo que o projeto selecionado nunca tenha
sido dividido, usando o ETS App Dividir & Mesclar (Consulte a
central de ajuda KNX).
• Backup para Mais informações sobre essas funções, podem ser encontradas Sim Não
arquivo no Arquivo do Projeto (Consulte a central de ajuda KNX).
• Restaurar a
partir de um
arquivo
• Bloquear
• Versão
• Fixar Mais informações sobre essas funções, podem ser Não Sim
• Desafixar encontradas no Arquivo do Projeto (Consulte a central de
ajuda KNX).
Se um projeto contiver dados inválidos, após, por exemplo uma falha de energia (bateria
do laptop), então o projeto ainda estará na visão geral do projeto, mas ficará esmaecido, o
que significa que não pode mais ser aberto para edição, a solução nesse caso é usar um
dos pontos de restauração, a fim de disponibilizar o projeto novamente para edição.
Para usar um ponto de restauração, clique no menu '[Ações Rápidas]menu de ações rápidas (Veja o
parágrafo 2.1.4)', em um projeto no painel, depois em 'Restaurar', e selecione qualquer ponto de
restauração que seja necessário.
Um ponto de restauração pode ser uma entrada explícita, que é indicada com um ícone de
'relógio', ou um backup do projeto no arquivo, que é indicado com um ícone de 'arquivo'.
Seção Explicação
Sobre Nesta seção, é possível ver as informações técnicas para o software, bem como
verificar se há atualizações disponíveis
Apresentação Nesta seção, é possível manipular o comportamento e a aparência do ETS.
Idioma Nesta seção, é possível selecionar a:
1. Existe apenas uma configuração do ETS6, que instala o 'pacote de software ETS6' ou o demo 'ETS6',
como demonstração, sem adicionar uma licença.
2. Somente depois de adicionar uma licença ao pacote de software ETS6, o ETS6 se torna:
• ETS6 Professional
• ETS6 Home
• ETS6 Lite
[Link] Criar e baixar licenças via MyKNX para o ETS6 e seus Apps
Existem duas maneiras de licenciar o ETS6. O licenciamento guiado, que requer uma conexão ativa
com a internet apenas no momento do licenciamento e o licenciamento manual, não requer uma
conexão ativa com a internet no momento do licenciamento.
[Link].1 Licenciamento guiado (somente para ativar a licença ETS6, NÃO os Apps)
2. Conecte o Dongle USB de licença KNX, enviado pela associação KNX, no computador que receberá
a licença do ETS6, o qual será ativado.
Se o ETS6 acabou de ser encomendado, espere até que o dongle seja entregue pela UPS.
3. Inicie seu ETS6. O guia de licenciamento é mostrado. Digite as credenciais de acesso do MyKNX em
que o ETS6 pode ser encontrado, e clique no botão de 'login'.
Uma conexão ativa com a internet é necessária, portanto, se esse não for o caso, por favor
use o licenciamento manual, como explicado a seguir:
• Caso você ainda não tenha uma conta no MyKNX, você pode criar uma clicando no respectivo
link (Criar nova conta).
• Se você esqueceu a senha da sua conta do MyKNX, você pode redefini-la, clicando no link
respectivo (Esqueci a senha).
• Se você quiser usar apenas o software no modo de demonstração, clique no botão 'Executar
Demo.
4. O ETS6 conecta em segundo plano à conta MyKNX fornecida, busca e exibe quaisquer licenças
ETS6 que estejam disponíveis.
2. Inicie seu ETS6 e execute-o no modo Demonstração. Clique no botão 'Configurações' da barra de
ferramentas principal no painel. Depois clique em 'Licenciamento' para abrir a janela de
licenciamento.
4. Entre no site MyKNX ([Link] Abrir a seção 'Conta ->Produtos. As licenças ETS6 e Apps
obtidas, estão listadas na seção 'Licenças'.
Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.
5. Vá até o campo 'Chave do produto' dos respectivos produtos, e cole o ID de licenciamento USB
KNX que você copiou do ETS6 no passo 3. Uma vez colado, pressione o botão 'Adicionar' para criar a
licença.
Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.
6. Depois de clicar no botão 'Adicionar, um link chamado 'Licença de download, irá aparecer. Clicar no
link, ativa o download de um arquivo zip. Este arquivo zip contém a licença real, e é baixado na pasta
padrão 'Downloads' do navegador. Selecione seu navegador padrão para localizar a pasta do
download.
7. Extraia o conteúdo do arquivo compactado 'zip', este é um arquivo com a extensão '.license', com
um nome de arquivo baseado neste padrão: 'ETS6 <License Type><License Number><Dongle ID>,
onde o <License Number>, é o número de licença a ser ativado, e o <Dongle ID>, se refere ao Id do
dongle de licenciamento KNX.
1. Inicie seu ETS6 e execute-o no modo Demonstração. Clique no botão 'Configurações' da barra de
ferramentas principal no painel. Depois clique em 'Licenciamento' para abrir a janela de
licenciamento.
2. Clique no botão 'Adicionar uma licença' , para localizar o arquivo de licença extraído.
3. Localize o arquivo de licença, selecione-o e clique no botão 'Abrir'. A licença ETS6 será exibida após
alguns segundos. O número de licenças instaladas também muda de '0' para '1'.
Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.
Após o licenciamento do ETS6, a licença do ETS6 só estará ativa se a dongle USB KNX,
estiver inserida no computador, caso contrário, o ETS6 será alterado para o modo demo.
Este assistente é usado para coletar todas as informações relevantes do ETS, a serem usadas durante
os possíveis casos de suporte. Através de uma série de passos do assistente, agrupados por
tabulação, o usuário pode inserir os dados que deseja incluir na exportação.
Se você deseja enviar um caso de suporte para a Associação KNX, é aconselhável limpar primeiro
todas as informações de diagnóstico, antes de reproduzir um problema. Isto ajudará a equipa de
suporte KNX analisar de forma mais eficiente o seu problema.
Existem seis etapas diferentes que são verificadas durante o diagnóstico da ferramenta:
[Link] Funcionamento
[Link] Sistema
Para analisar o problema, a associação KNX precisa dos parâmetros de configuração do sistema do
PC, no qual o ETS está instalado. Se você não deseja enviar essa informação, apenas desmarque a
caixa de seleção 'Incluir informações do sistema'. Por favor, note que não há dados privados
coletados.
O ETS e seu sistema operacional gravam informações sobre possíveis problemas que ocorrem no
tempo de execução nos arquivos de log. Ao selecionar esses campos, você fornecerá à equipe de
suporte da Associação KNX mais informações para analisar a(s) sua(s) solicitação(ões).
[Link] Licenças
Para analisar o problema, também é muito importante incluir as informações sobre sua(s) licença(s)
ativa(s). As informações sobre as licenças instaladas ajudam a Associação KNX a identificar problemas
de instalação e de licenciamento.
[Link] Componentes
Para fazer uma análise completa de um problema no KNX, o assistente coleta mais informações sobre
a versão de compilação do ETS, a versão do software específico do produto instalado, além de outros
componentes de software instalados no seu PC. Marque a caixa de seleção para incluir informações
sobre a versão dos componentes de software usados pelo ETS.
[Link] Resumo
Uma vez que o botão 'Concluir' for pressionado, as informações de diagnóstico serão armazenadas
em um arquivo de formato ZIP, em uma pasta de saída de sua escolha, que pode se enviado a KNX,
por meio de um ticket de suporte.
O ETS mantém o controle de eventos internos por si só, armazenando-os em um arquivo de registro
para ajudar a equipe de suporte KNX na análise de possíveis erros. A extensão do conteúdo destes
arquivos de registro podem ser gerenciados nesta configuração. Dois níveis de registro são definidos,
ou seja, padrão ou estendido. Por padrão, o nível de registro é definido como 'Padrão'.
O ETS só escreve informações no arquivo de registro, depois que ocorreu um evento predefinido de
gatilho. Neste caso, os últimos eventos 'n' - antes do evento de gatilho - também serão gravados no
arquivo de registro para que os eventos anteriores possam ser reconstruídos.
Até 5 arquivos de registro, em um máximo de 5 MB, são salvos em um diretório (o arquivo mais
antigo é substituído primeiro). Isto significa que o conteúdo dos arquivos de registo permanecem
disponíveis por um longo período de [Link] resultado, os dados de registro são incluídos
quando uma solicitação de suporte é criado, fazendo uso dos dados do assistente de diagnóstico
(executado) .
Opção Descrição
Apagar Apaga as informações de registros previamente coletadas.
informações de
diagnóstico
Apagar o cache de Exclui os dados temporários de uma atualização online, que foi salva localmente
atualização no PC. Para ser utilizado em caso de uma atualização sem sucesso (por exemplo,
falha de conexão) para que um novo procedimento de atualização possa ser
iniciado.
Redefinir as Selecionar esta opção redefine todas as configurações do usuário em caso de
configurações do erro. Para ser usado em caso de erro (redefine caminhos,
usuário posicionamentos/larguras das colunas e posições da janela, por exemplo, fora
do monitor principal). Quaisquer projetos não são afetados por esta
configuração.
Apagar o Exclui todos os dados locais de produto KNX na memória do produto.
repositório de
produtos
Apagar itens de Exclui todo o histórico de todos os campos de pesquisa.
busca
O ETS pode ser executado em várias instâncias. O trabalho atual em um projeto com o ETS, é
principalmente realizado em painéis. Os seguintes painéis estão disponíveis no ETS6:
* Esses painéis aparecem por padrão também na Barra de ferramentas (Veja o parágrafo 3.2.4).
Este painel é usado para criar estruturas de construções com os seguintes elementos:
• Construções
• Funções (no local de operação correspondente no edifício - estrutura)
• Operação
Após a criação da estrutura de construções, que representa a estrutura da construção física, este
painel permite que você coloque os dispositivos nos elementos individuais na estrutura de
construção. A tabela a seguir, fornece uma visão geral dos elementos de construções de edifícios
disponíveis, juntamente com seu uso.
Para adicionar elementos, consulte: Adicionar / Editar elementos (Consulte a central de ajuda KNX).
Atribuir um dispositivo a uma (sub-) operação é opcional, e se destina apenas para fins de
ordenação. Ele não substitui a atribuição de um dispositivo na estrutura de construção do
ETS.
Este painel é necessário junto com o painel 'Construções' para vincular os endereços de grupo aos
objetos de grupo, correspondentes. Os endereços de grupo neste painel são apresentados de acordo
com as configurações do endereço de grupo nos detalhes do projeto.
A representação dos endereços de grupo em níveis diferentes não tem nenhum efeito funcional.
Apenas realça o entendimento. Esta documentação utiliza a estrutura de 3 níveis. Se selecionar um
subgrupo, os objetos de comunicação que foram atribuídos ao endereço de grupo aparecem no lado
direito na vista de lista.
O elemento de nível mais baixo em uma "cadeia de endereços de grupo" é sempre um (sub-)
endereço de grupo; você só pode vincular objetos de grupo com um endereço de grupo.
Este painel é usado para definir a estrutura real do barramento e a atribuição de endereços
individuais aos dispositivos.
Esta visualização pode ser usada simultaneamente com outras visualizações e mostra o projeto KNX
no que diz respeito à estrutura do barramento. A visualização mostra os dispositivos enquanto são
atribuídos às diferentes linhas. Linha em par entrançado (TP), Powerline (PL110), RF e IP, são
representadas com símbolos diferentes.
A exibição em árvore (lado esquerdo), mostra a topologia de barramento existente do projeto KNX,
enquanto o lado direito, exibe uma lista dos elementos marcados na janela à esquerda.
Este painel ETS oferece um resumo de todos os projetos visualizados em uma única exibição
compacta em árvore. O conteúdo exibido é idêntico ao que é exibido nos painéis individuais do ETS.
Neste painel do ETS, todos os dispositivos são exibidos em uma lista, sem qualquer
categorização.
Em particular, dispositivos que não são atribuídos a nenhuma linha de topologia e, portanto, não tem
nenhum endereço individual atribuído (-.-.-), podem ser encontrados usando este painel. Estes
dispositivos são designados como dispositivos não atribuídos. Há também uma pasta dinâmica na
qual eles são exibidos.
Esta janela irá ajudá-lo na busca de produtos KNX, bem como para selecionar / inserir os
dispositivos KNX no seu projeto ETS.
[Link].1 Favoritos
Lista de acesso fácil, contendo os produtos KNX que já foram utilizados anteriormente em um
projeto. Estas podem ser reutilizadas em novos projetos, ou no projeto que está atualmente aberto.
Isso acelera o desenho de projetos semelhantes.
Esta lista contém entradas de produtos que foram adicionadas no catálogo, por meio do assistente
de importaçã[Link] os produtos adicionados durante um processo de importação, têm a mesma
data e hora. Esta lista, mostra os dispositivos com até dez registros diferentes de data e hora.
Quando o número atinge seu limite, as entradas mais antigas são removidas da lista. A reimportação
de produtos, causa a sua atualização de data e hora.
[Link].5 Fabricantes
A exibição em árvore ajuda a acessar todos os dispositivos de forma mais precisa, nas entradas do
catálogo e nas categorias específicas do fabricante, dados armazenados na loja do produto.
Todos os produtos importados por meio de uma importação de projeto, também são mostrados
aqui. No próprio projeto, a atribuição definitiva dessas entradas do catálogo (que foram trazidas) do
projeto, podem ser vista com muito mais clareza e são mais bem delineadas.
• Se uma entrada de catálogo estiver esmaecida (acinzentada), ela não pode ser importada para
esta versão do ETS (por exemplo, no ETS5, devido ao requerimento de pelo menos o ETS6). Isto
também é exibido quando o mouse é movido sobre a entrada de catálogo.
• Se a lista for muito longa, use a Pesquisa, Encontrar & Função de Filtro (Veja o
parágrafo 3.2.10).
Os itens para os quais um relatório pode ser gerado são os indicados na tabela abaixo:
Se vários projetos forem abertos de uma só vez, aparecerá uma aba adicional do projeto, para cada
projeto. Pode haver vários estilos de apresentação para um mesmo projeto. Os estilos podem ser
alterados, usando as abas.
Guias do projeto podem ser reordenadas; para fazer isso, arraste uma aba para a posição desejada e
solte-a quando for mostrado o destaque em verde escuro.
Maximizar um painel, cria uma nova guia de projeto. Arrastar uma aba de projeto para fora da lista
de abas, cria uma nova instância de ETS com o painel aberto anteriormente.
Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.
Arrastar uma aba do projeto e soltá-la em outra aba (há um frame azul em torno da guia do projeto
alvo), cria um novo painel dentro da guia do projeto alvo.
Consulte a central de ajuda KNX para um obter vídeo animado deste processo.
Informações mais detalhadas podem ser encontradas na Barra de Menu (Detalhado) (Consulte a
central de ajuda KNX).
Ao clicar na designação de painel à esquerda na barra de menu, esta ação abre um menu suspenso,
no qual você pode alterar o conteúdo deste painel a qualquer momento, sem ter que fechar o painel
e abrir outra (as exceções são os aplicativos ETS que foram explicitamente criados para se comportar
desta maneira).
• Use o símbolo ^ na borda direita da barra de menu para fazer com que a barra de ferramentas
seja oculta ou mostrada; esta configuração permanece inalterada.
• O símbolo cria uma nova aba para fora do painel que está atualmente ativo dentro da área
de trabalho (o símbolo só é ativado quando há pelo menos um painel adicional, no painel de
trabalho).
Como o conteúdo de cada painel pode ser definido individualmente, esse recurso pode ser
usado para exibir dois ou mais painéis do mesmo tipo. Pode ser útil, por exemplo, para
comparar as configurações de parâmetros entre dois dispositivos.
O ETS fornece dois tipos de barras de ferramentas: A barra de ferramentas principal (1), que pode ser
usada em quase qualquer lugar, bem como a barra de ferramentas de contexto (2), que é mostrada
apenas em alguns painéis.
Função Descrição
Fechar Projeto Fecha o projeto atualmente aberto
Desfazer/Refazer Desfazer e refazer ações. A configuração do número máximo de ações de
'desfazer', pode ser definido nas 'Configurações'. Se este número for alcançado e
houver mais entradas, a entrada mais antiga será substituída. Esta função é uma
função local. As etapas de trabalho armazenadas só podem ser desfeitas
enquanto um projeto na sessão do ETS estiver aberto. Logo que seja encerrada,
todas as modificações serão consolidadas.
Relatórios Abre o Painel de Relatórios
Ambiente de Permite abrir um novo painel e reorganizar os painéis abertos
trabalho
Catálogo Abre o Painel de Catálogos
Diagnósticos Abre o painel de diagnóstico
Gerenciador de Abre o Gerente de Conexão (seleção padrão 'automática')
conexão
Detalhes do Abre os Detalhes do Projeto do projeto atualmente aberto
projeto
Definições Abre as Configurações do ETS
Ajuda Abre o centro de ajuda on-line
Além disso, também é possível alterar a aparência da barra principal de ferramentas. Para fazer isso,
clique com o botão direito nele. Você pode escolher entre:
• Ícones e texto
• Apenas Ícones
• Personalizar a barra de ferramentas
Use esta caixa de diálogo para a configuração personalizada da barra de ferramentas. Aqui você irá
encontrar os ícones disponíveis para o acesso rápido.
• Para adicionar, simplesmente arraste e solte os ícones desta janela de diálogo na barra de
ferramentas.
• Para remover ícones da barra de ferramentas, arraste os ícones para fora da barra de
ferramentas.
Visualização Escolha entre 'ícones e texto', ou somente ícones.
Restaurar padrão Redefine a barra de ferramentas para a configuração padrão original.
Feito Aceita todas as alterações.
As características mostradas (que não podem ser alteradas), são diferentes, dependendo do item
atualmente selecionado.
• A opção de pesquisa e um símbolo para ativar a função de pesquisa, podem ser encontrados no
lado direito das barras de ferramentas de contexto nas visualizações de lista.
Os ícones nas barras de ferramentas não fazem parte da área de trabalho; eles são válidos
em qualquer lugar no ETS (consulte os dados específicos do usuário).
[Link] Observações
• As funções dos ícones estão bloqueadas enquanto a janela de diálogo for exibida.
• O cursor do mouse mostra um retângulo tracejado, quando posicionado sobre um local em que
um ícone pode ser colocado. Os ícones só podem ser colocados nessas posições.
Os aplicativos ETS também podem fornecer ícones para uso, e podem ser usados da
mesma forma que os ícones padrão do ETS.
O projeto é exibido em painéis de trabalho (construções, topologia, etc.), usando uma visão de
árvore na parte esquerda da janela.
Os painéis de trabalho (construções, topologia, etc.) têm a visão de lista no lado direito.
[Link] Abas
• Um modo de visualização tem vários níveis (ou guias), que podem ser selecionados na parte
inferior.
• Dependendo da seleção feita na visualização em árvore, os nomes dos sub-elementos, ou dos
elementos atribuídos, serão exibidos na visualização de Lista (por exemplo, Partes da
Construção, ... / Áreas, Linhas, ... / Grupos principais ...). Uma exibição de lista também pode ser
personalizada, por exemplo, a ordem das colunas.
O primeiro nível de abas sempre tem seu nome 'relacionado ao conteúdo' (por exemplo, objetos de
grupo, quando um dispositivo é selecionado na exibição de árvore). É possível alternar entre funções
usando as abas adicionais 2...n (veja a imagem acima). Por exemplo, é necessário definir os
parâmetros do dispositivo na guia 'Parâmetros'.
A informação mostrada abaixo é exibida na Barra de Status (8). Clique com o botão direito do mouse
para selecionar quais informações você gostaria de ver na barra de status.
Linha Atual Este campo indica qual linha está definida como a 'linha atual', veja 'Linha
Atual' para mais detalhes.
Seleção de Árvore Este campo mostra o item atualmente selecionado ou o número de itens
selecionados (se mais de um estiver selecionado) na visualização em Árvore
ativa.
Seleção Atual (visão Este campo mostra o item atualmente selecionado ou o número de itens
detalhada) selecionados (se mais de um for selecionado) na visualização ativa da lista.
Ambiente de Nome do espaço de trabalho ativo.
trabalho ativo
CAPS Lock Mostra se o bloqueio CAPS está ativo.
Mais informações detalhadas podem ser encontradas na Barra de status (detalhado) (Consulte a
central de ajuda KNX).
As colunas podem ser configuradas na visualização de Lista dos painéis, bem como no painel ETS em
Projetos ou Catálogos.
• A barra lateral é sempre exibida na borda direita da tela. Não é possível reorientá-la para o lado
esquerdo.
• Use o símbolo > na borda superior para minimizar a barra lateral (somente os ícones são
mostrados) e use < para maximizá-lo.
• Você pode selecionar os contêineres a serem exibidos, usando os ícones na barra de título. Os
contêineres indesejados podem simplesmente ser fechados, usando o símbolo >> (no canto
superior direito).
• A barra lateral pode ser ocultada ou encaixada, e a configuração pode ser feita através do menu
'Área de Trabalho' > 'Barra Lateral'.
Por favor, tenha em mente que os contêineres invisíveis não são automaticamente
reativados pelo ETS (para evitar a abertura indesejada de janelas).
• Contêiner de propriedades
• Localizar e substituir.
• Espaços de trabalho.
• Itens à fazer.
• Operações pendentes em execução.
• Desfazer histórico.
Entrada de teclado feita no contexto da barra lateral é atualizada na exibição 'Visualização
em Lista' ou 'Exibição em Árvore', somente quando você deixa o respectivo campo de
entrada (por exemplo, por meio de um clique do mouse em outro campo). A tecla ENTER
não tem efeito aqui.
A função de pesquisa (ou seja, filtro), torna-se ativa na exibição de lista a partir do momento em que
o primeiro caractere é inserido, ou seja, apenas as linhas da exibição de lista que atendem ao item de
pesquisa atualmente ativo são visíveis (= não são filtradas).
O filtro é desativado quando todos os campos de pesquisa estão vazios ou quando o símbolo 'fechar'
(2), no campo de pesquisa, for clicado. Quando uma pesquisa específica (item) está ativa, a cor de
fundo do campo de pesquisa altera a luz amarela e o ícone (3) é mostrado nesta primeira coluna
da exibição da lista. Além disso, os resultados da filtragem são destacados como amarelo.
Se uma busca é aplicada em uma coluna específica, então esta coluna é destacada na cor amarelo
claro. No caso de pesquisa regular (não específica de coluna), todas as colunas da exibição de lista
são destacadas na cor amarelo claro.
3.2.11 Aplicação
A função 'Substituir' do ETS é baseada na função 'Pesquisar' do ETS, e opera apenas nos itens
realmente selecionados, ou seja, para ser substituído, o item precisa atender aos critérios de
pesquisa e deve ser selecionado.
• Frases versus caracteres únicos: l e encontra rele, e endereço, le no entanto, encontra somente
rele.
• Strings entre aspas: "saida 1" não encontra saida, e não encontra 1, no entanto, por exemplo,
encontra a saida 11.
Você pode excluir todos os itens de pesquisa, marcando a caixa 'Limpar Entradas de Pesquisa', nas
Configurações→ Solução de problemas.
Também é possível pesquisar explicitamente dentro de colunas. Os critérios de pesquisa precisam ser
combinados com uma indicação de coluna. A busca de várias colunas também é suportada.
A indicação de coluna:
• Segue as mesmas regras que os critérios de pesquisa reais: não diferencia maiúsculas de
minúsculas, correspondência parcial.
• Também pode ser feito com o índice da coluna: coluna mais à esquerda = 1.
Resultado: mostra todos os itens que pertencem a uma ambiente, onde se utiliza o termo 'Jantar'.
Resultado: mostra todos os itens que pertencem à coluna Ambiente onde há o termo 'Jantar' bem
como 'Co' são usados (em qualquer coluna, incluindo a coluna Ambiente).
Resultado: mostra todos os itens que pertencem à coluna Ambiente, onde o termo 'Jantar' é usado e
todos os itens que pertencem à coluna Programa de Aplicação , o qual o termo 'Coé usado.
Resultado: mostra todos os itens que pertencem à primeira coluna (por exemplo endereço) e contém
'.0.' (ou seja, eles pertencem à linha x.0), e que contém a palavra 'Jantar' em qualquer uma das
colunas.
4 Desenvolver projeto
4.1 Criação do projeto
4.1.1 Criando um novo projeto
1. Painel de controle
2. Lista de projetos locais
3. Menu de contexto da barra de tarefas
4. Assistente de criação de projeto
No painel por meio do botão 'Novo projeto' sob a guia Visão geral.
Abra a lista de Projetos Locais (Veja o parágrafo 2.1.2) e clique no botão 'Novo Projeto na barra
lateral.
Clique com o botão direito do mouse no ícone do ETS6, na barra de tarefas, e clique em 'Novo
Projeto' no menu de contexto.
Valor
Opção Descrição padrão
Nome Nome do projeto para identificar o projeto. Se um projeto com o mesmo Novo
nome já existe, então um número consecutivo entre parênteses será projeto
adicionado ao nome, por exemplo, '(1)'.
Backbone O meio físico da linha de backbone, pode ser escolhido entre TP e IP. IP
Criar Linha 1.1 Se selecionado: A área 1, linha principal 1.0 (implícita) e linha 1.1, serão Criar
criados imediatamente na topologia, usando o meio físico especificado no Linha 1.1
menu suspenso abaixo.
Meio O meio físico da Linha 1.1 pode ser selecionado como: TP, IP, PL e RF. TP
Estilo do Define o estilo do endereço de grupo usado no projeto. Para obter mais Três
Endereço de informações, consulte Endereço de grupo & Estilo (Consulte a central de níveis
Grupo ajuda KNX).
Finalmente, por meio do botão 'Criar projeto' o novo projeto será criado e aberto imediatamente a
seguir.
O assistente do projeto, o guia passo a passo, por meio do processo de criação do projeto, pois usa
modelos pré-configurados de projeto, ou aqueles que você mesmo criou. Um template é semelhante
a uma 'configuração' e inclui elementos para toda a estrutura da construção, como o número e os
nomes dos andares e quartos, bem como suas descrições. Além disso, endereços de grupo
predefinidos são criados, os quais são usados posteriormente para vincular a objetos de grupo.
Existem três passos no Assistente do Projeto que podem ser iniciados, pressionando o botão 'Iniciar
Assistente do Projeto':
[Link].1 Geral
[Link].2 Propriedades
Especifique a topologia e o tipo de meio físico (o meio físico TP será selecionado por padrão).
B. Modelos padrão
Você pode escolher entre três modelos pré-configurados, que contêm diferentes elementos e
funções predefinidas, além de tipos de funções:
A estrutura de construção da sua instalação KNX será configurada nesta etapa. Dependendo do
modelo escolhido na etapa 1, diferentes funções estarão disponíveis. Se escolheu o modelo A, você
mesmo deve digitar todas as definições aqui. Se você selecionou a opção B ou C, então:
• O nome da construção será predefinido, mas pode ser editado mais tarde
• e peças e funções de construção predefinidas são criadas, as quais podem ser renomeadas,
expandidas ou excluídas pelo usuário, mais tarde. Os endereços do grupo correspondentes são
criados também (ainda não visíveis neste momento).
[Link].3 Modelo
Aqui, é possível salvar o projeto como um modelo, com um nome definido pelo usuário, para
reutilização posterior.
Quando o botão 'Terminar' é clicado, o assistente tenta criar o projeto e informa se a operação foi
bem sucedida ou não. O projeto, agora aparecerá com o nome escolhido, na lista local do projeto
(Veja o parágrafo 2.1.2).
Navegar por meio dos Projetos Locais (Veja o parágrafo 2.1.2), é possível quando o botão 'Projetos
Locais' é selecionado. Os projetos também podem ser abertos a partir daí.
Um projeto arquivado só pode ser aberto, depois de ter sido restaurado ou retirado do arquivo do
projeto anteriormente.
É possível ver ou definir as propriedades do projeto, passando o mouse sobre o projeto e clicando na
aba 'Detalhes'. Esta seção contém seis sessões com o objetivo de fazer todas as configurações
específicas do projeto.
1. Nome (para editá-lo, passe o mouse sobre o nome e clique no ícone de lápis)
2. Metadados (Veja o parágrafo 4.3.2)
3. Detalhes (Veja o parágrafo [Link])
4. Segurança (Consulte a central de ajuda KNX)
5. Anexos (Veja o parágrafo 4.3.4)
6. Histórico (Veja o parágrafo 4.3.5)
Nota:
A aba 'Detalhes' estará sempre visível, mas não editável para projetos fechados. Se um projeto foi
protegido por senha (por exemplo, projetos com dispositivos seguros KNX), então só é possível ver os
detalhes do projeto, uma vez que a senha seja inserida.
4.3.2 Metadados
Na seção de metadados, a seguinte informação do projeto pode ser lida e/ou definida:
• Imagem
• Estado
• Estatísticas
• Marcadores
• Local:
Todas as informações de metadados são parte do projeto, e são incluídas quando um projeto é
exportado.
[Link] Imagem
Para definir a imagem do projeto, passe o mouse sobre a seção 'imagem do projeto', clique em
'Definir imagem do projeto' e selecione um arquivo de imagem.
Tipos de arquivo aceitos: JPG, JPEG, PNG, BMP e GIF. Para a escala ideal da imagem, o tamanho
máximo deve ser de 1200x750 (largura x altura), consequentemente a proporção da imagem será de
1.6.
[Link] Estado
Para classificar um projeto, seuStatus' pode ser definido clicando na respectiva área. Existem quatro
valores possíveis de status:
[Link] Estatísticas
[Link] Marcadores
Para definir marcadores no projetos, clique no botão 'lápis'. Isto abrirá o gerenciador de marcadores.
Para atribuir qualquer marcador existente, clique na respectiva entrada da lista. Vários marcadores
podem ser atribuídos. Para editar um marcador existente, clique no botão 'lápis', ao lado do
marcador em específico, isto abrirá o editor.
Dentro do editor de marcadores, o nome e a cor do marcador podem ser definidos. Para criar um
novo, clique no botão 'Criar Novo Marcador'.
[Link] Local:
4.3.3 Detalhes
[Link] Detalhes
Campo Descrição
Nome Nome do projeto;
Tipo do Define o tipo de projeto, os quais podem ser:
projeto;
• Aeroporto
• Apartamento
• Projeto de cidade
• Educação
• Entretenimento
• Residencial
• Hospitalar
• Hotel
• Lazer
• Fabricante
• Edifício Comercial
• Outro
• Outro Comercial
• Outro Residencial
• Edifício Público
• Transporte
• Vila
Número do Definível livremente
Projeto
Número Definível livremente
Contrato
Descrição O conteúdo livremente definido, pode ser formatado com negrito, itálico e sublinhado,
usando os botões correspondentes.
Senha do Configurar/redefine a senha do projeto
Projeto
Chave BCU • Se definido: todos os dispositivos do projeto que suportam este recurso serão
bloqueados, com a chave BCU do projeto, durante o download do dispositivo, os
dispositivos afetados só podem ser lidos / modificados, posteriormente por meio
da chave BCU.
• Cuidado: use este recurso com cuidado e, consequentemente:
– TODOS os dispositivos afetados devem ser devolvidos ao fabricante, se a
chave BCU for perdida ou esquecida
– É altamente recomendável atualizar TODOS os dispositivos sempre que a
chave BCU for alterada
[Link] Senha
Isso abre uma caixa de diálogo, para adicionar uma senha ao projeto.
Digite a senha antiga uma vez, e a nova senha duas vezes. Em seguida, clique em OK para confirmar.
Obviamente, não há senha antiga na primeira vez, então não digite nada na primeira utilização.
Cores mostram a segurança ou a força da senha (Fraco, Ok, Bom, Muito Bem); os critérios a seguir
são importantes para isso.
Desabilitar uma senha do projeto só é possível se não houver dispositivos no modo seguro, ou
certificados de dispositivo.
[Link].3.1 Procedimento
• Inserir a senha do projeto realiza:
– bloqueia o projeto; este projeto não pode ser aberto ou editado sem a entrada correta
da senha
– o projeto é criptografado durante sua exportação; os dados do projeto exportado não
podem ser acessados (por exemplo, com um programa ZIP)
• O desbloqueio só é possível quando a senha correta é inserida.
• O projeto será bloqueado novamente quando o projeto for fechado (no máximo quando o ETS
for fechado).
Nota:
• Se nenhuma senha foi atribuída, o campo de texto permanece em branco. Se uma senha foi
atribuída, isto é indicado por "ll...ll" no campo de texto.
• A digitação diferencia entre letras maiúsculas de minúsculas.
• A senha pode ter no máximo 20 caracteres, e quaisquer caracteres ASCII podem ser usados.
Atenção:
Não há uma forma de recuperar os seus dados do projeto se a senha for perdida, nem mesmo via a
Associação KNX (não há nenhuma chave mestra oculta que torne isto possível). Se a senha for
perdida, tudo o que você pode fazer é excluir o projeto da lista de projetos (a senha não oferece
proteção contra exclusão; apenas protege os conteúdos).
Esta ação abre a caixa de diálogo para definir a chave de uma BCU. Para definir a chave de uma BCU,
o projeto ETS associado, deve ser aberto. Quando uma chave de uma BCU é definida, todos os
dispositivos KNX neste projeto que suportam este recurso serão bloqueados, isto, durante o processo
de download que use esta senha (única). Isso significa que esses dispositivos não podem ser lidos ou
alterados mais tarde, sem esta senha. Por favor, note que apenas o fabricante é capaz de redefinir a
chave de uma BCU de um dispositivo protegido por senha caso você tenha esquecido ou perdido a
chave BCU.
[Link].1 Alterar
[Link].2 Desativar
Para desativar a proteção por senha, digite a senha atual e clique em 'Limpar a chave BCU'.
4.3.4 Anexos
Na maioria dos casos, arquivos extras (desenhos, PDFs, etc.), são necessários para a documentação
completa do projeto. O ETS oferece a possibilidade de armazenar os arquivos relacionados ao projeto
no ETS.
Quando um projeto é exportado, todos os arquivos associados a ele também são exportados no
mesmo arquivo de exportação. Se um projeto como este, for importado para o ETS de outro
computador, todos os arquivos do projeto serão restaurados localmente, após a importação.
• Cada arquivo de projeto anexado, aumenta o tamanho do arquivo final, de acordo com o
projeto. Por exemplo, anexar um arquivo PDF de 20 MB, fará com que o tamanho do arquivo do
projeto aumente em quase 20 MB. Com arquivos do projeto muito grandes, o tempo necessário
para a 'importação / exportação' ou 'copiar para / restaurar de', o arquivo será
consideravelmente aumentado, isto porque estes arquivos do projeto também devem ser
extraídos ou copiados.
• O arquivo do projeto quando compactado, significa que os arquivos do projeto podem ser
reduzidos, e terá menos efeito no tamanho final do arquivo do projeto.
• O tamanho máximo de todos os arquivos do projeto não pode exceder 200 MB.
Para ações em massa (por exemplo, a exclusão em massa), verifique os blocos do arquivo e clique no
respectivo botão da barra lateral.
4.3.5 Histórico
Todo o histórico do projeto é mostrado na história do projeto. São oferecidos dois tipos.
Esta aba permite fazer entradas de personalizadas de registro, como notas sobre alterações feitas em
programas de aplicação, dispositivos que foram adicionados, mudanças de topologia, etc. O diário de
bordo pode ser especialmente útil quando várias pessoas estão trabalhando em um projeto. Por
exemplo, podem ser fornecidas aos colegas, informações importantes sobre o progresso de
concepção dos projetos.
As entradas do diário de bordo são subdivididas de acordo com: título, nome de usuário e descrição.
A descrição pode ser usada para armazenar informações detalhadas.
• Data (predefinida automaticamente, contudo pode ser ajustada seu horário, por exemplo, para
criar entradas em retrospectivo)
• Usuário (nome de usuário/'login')
• Título (não deve ter mais de 60 caracteres, para melhorar a legibilidade)
• Descrição (opcional, máx. de 64k caracteres)
Além das entradas manuais do projeto, também existem as entradas criadas automaticamente pelo
ETS (histórico de alterações completas), isto, quando o aplicativo 'Project Tracing' estiver ativo - este
aplicativo é vendido separadamente pela Associação KNX. Estas entradas são resumidas e exibidas
por dia.
• Painel de controle
• Lista de projetos locais
Abra a lista de Projetos Locais, passe o mouse sobre um projeto e o selecione em sua caixa de
seleção. Então, será possível selecionar vários projetos, marcando suas caixas de seleção e, em
seguida, clique no botão 'Exportar'. na barra lateral.
O ETS6 exporta o projeto, apenas no formato de projeto do ETS6, ou seja, como arquivo knxproj (*)
As ligações que foram estabelecidas para uma linha são incluídas na exportação, uma vez
que são parte integrante do projeto.
(*) O arquivo sempre pode ser importado no ETS com a mesma versão ou superior, nunca em uma
versão mais antiga.
Após a exportação do projeto, o ETS adiciona 2 assinaturas aos arquivos do projeto: uma assinatura
de 'integridade' e uma de 'fonte'.
• Painel de controle
• Lista de projetos locais
• Menu de contexto da barra de tarefas
Abra a lista de Projetos Locais (Veja o parágrafo 2.1.2) e clique no botão 'Importar Projeto', na barra
lateral.
Clique com o botão direito no ícone do ETS6, na barra de tarefas e, em seguida, clique em 'Importar
Projeto', no menu de contexto.
4.5.4 Restrições
Os seguintes formatos de arquivo do projeto são suportados pelo ETS6. A correlação entre estes
formatos de arquivo e a versão ETS é a seguinte:
Se os projetos a serem importados estão contidos em um banco de dados do ETS, use o Exportador
de Projeto do ETS (Consulte a central de ajuda KNX).
Após a importação de um projeto, quaisquer conexões que foram definidas para uma linha
serão usadas para o acesso ao barramento.
O licenciamento do ETS não é verificado após a importação do projeto, ou seja, qualquer projeto
pode ser importado.
Os dados do produtos podem ser obtidos dentro do ETS, por meio do Catálogo Online (Consulte a
central de ajuda KNX) (em caso de uma conexão de Internet ativa), ou a partir da importação de
arquivos de bibliotecas dos fabricantes.
• Arquivos com a extensão .knxprod são dados de produto no formato XML-Data, originados a
partir do ETS4, e até hoje.
• Dados do produto para versões mais antigas do ETS, possuem a extensão de arquivo .vd?. O
ponto de interrogação é para os números entre 1 – 5, ou para um x, dependendo de qual versão
do ETS os dados tinham sido destinados.
Se vários dispositivos selecionados forem inseridos ao mesmo tempo, estes devem ser inseridos
individualmente, um dispositivo de cada vez. Por sua vez, usar o o botão 'Desfazer', também elimina
um de cada vez.
Por padrão, o ETS atribui os dispositivos ao primeiro endereço individual disponível na linha; assim
sendo, a linha é 'preenchida' até que não haja mais endereços individuais disponíveis na linha.
Quaisquer outros dispositivos também são inseridos na linha, mas estão estacionados (X.Y.-).
Caso os produtos não estejam disponíveis no Catálogo Online, você poderá importá-los no seu ETS
(por meio de arquivo), e então adicioná-los ao seu projeto. Para fazer isso, abra o projeto e o painel
de Catálogos (detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX). Depois de clicar no botão 'Importar',
você obtém a seguinte caixa de seleção.
Selecione o arquivo e clique em abrir, a fim de ter a lista de todos os produtos que estão contidos no
arquivo.
Se não deseja importar todos os produtos deste arquivo, é possível selecionar 'Importar apenas os
produtos selecionados'. Ao selecionar os produtos, uma função de busca é disponibilizada. Marque
todos os produtos a serem importados, ao clicar sobre eles. Com a ajuda da tecla SHIFT, você pode
marcar toda uma gama de produtos. Com o botão 'Ctrl', você pode selecionar vários produtos.
Ao importar os dados do produto, você ainda pode selecionar, todas as versões desejadas de idioma
que estiverem disponíveis, dos elementos de texto do produto (parâmetros, caixas de diálogo etc.).
Se você desejar não importar todos os idiomas. Isto agiliza o processo de importação de dados. Uma
vez que a importação é concluída, você pode adicionar os dispositivos em seu projeto, conforme
explicado anteriormente.
4.6.2 Plug-ins
Um plug-in é uma extensão de dispositivo funcional (software), dentro de um projeto ETS. Este,
precisa ser instalado antes de poder ser usado, e possui um sistema de controle de versões
independente do ETS. Um dispositivo com tal plug-in pode trazer desta forma seu próprio parâmetro
e/ou procedimento próprio de download. Os plug-ins do dispositivo são softwares desenvolvidos
pelo fabricante do dispositivo, e o suporte para eles só pode ser dado por eles.
Para saber se um plug-in é necessário e/ou já está instalado, a coluna 'Plug-in' deve ser ativada em
'Catálogos' (1), por exemplo, clique com o botão direito em qualquer cabeçalho disponível, em
seguida, marque a caixa de seleção 'Plug-in', dentro do menu de contexto.
Este é um subtipo de 'plug-in' de interface do usuário. Estes 'plug-ins' substituem a caixa de diálogo
do parâmetro padrão do dispositivo ETS, esta (substituição) é exibida como uma janela separada e
modal.
Este é outro subtipo de plug-ins de interface do usuário. Uma entrada adicional e específica do
dispositivo está disponível no menu de contexto.
É possível desviar-se desta sequência em casos individuais. Algumas etapas podem ser omitidas para
projetos menores. Etapas adicionais são necessárias em grandes projetos (projetos de equipa).
Na seção de design do projeto rápido (TP), vamos nos concentrar em produtos que devem ser
configurados no Segmento 2 da topologia KNX. A imagem abaixo representa esta topologia:
Nessa parte, o desenvolvimento do projeto de um pequeno projeto KNX - 'Minha Casa Inteligente' -
será explicado.
Crie um novo projeto, clicando no botão 'Novo Projeto', que pode ser encontrado na guia Visão Geral
no painel. Digite o nome do projeto no campo 'Nome' (neste caso: Minha Casa Inteligente). Deixe os
outros campos como estão. O estilo do endereço de grupo padrão é definido para três níveis (grupo
principal / grupo do meio / subgrupo).
Clicando no botão 'Criar projeto', abrirá o novo projeto. Apenas um painel, o painel de 'Construções',
será aberto automaticamente. No início, faz todo o sentido que haja dois painéis abertos. Portanto,
abra um segundo painel sob o local de trabalho do item de menu/Abrir novo painel. Por razões
práticas, selecione o painel Endereços de Grupo.
É necessário criar uma estrutura mínima de construção no painel 'Construções', a fim de inserir
dispositivos KNX nos pavimentos, escadas, ambientes, corredores ou gabinetes. Em nosso exemplo,
já foi criado um edifício com o nome "MySmart House".
Agora é possível adicionar pavimentos à sua construção. Para manter este exemplo o mais simples
possível, adicionaremos 4 andares à parte do edifício, que é chamada de 'Edifício principal' e um
ambiente, ou seja, Sala de jantar, no primeiro andar.
Um ambiente pode ser adicionado, por exemplo, clicando com o botão direito do mouse e
selecionando a função Adicionar/Ambientes. É possível selecionar um número de ambientes pré-
projetados, dos quais cada um tem o seu próprio ícone especial. O nome do ambiente também pode
ser modificado no menu de Propriedades da barra lateral.
Outros ambientes e corredores, gabinetes etc., agora podem ser adicionados ao edifício para
representar a estrutura física do seu edifício. Agora também é possível adicionar dispositivos.
4.8.4 Catálogo
Para inserir dispositivos, use o painel Catálogo. Por meio do painel Catálogo, é possível adicionar
dispositivos KNX ao item que está selecionado no painel 'Construções', por exemplo o ambiente de
uma sala de jantar.
Abra o painel 'Catálogo', selecionando o botão 'Catálogos' na barra de ferramentas principal (1), ou
selecionando o botão 'Adicionar Dispositivos' (2) - desde que um ambiente seja selecionado - na
barra de ferramentas de contexto.
Para inserir um produto KNX com o aplicativo correspondente, selecione o produto pela primeira vez,
procurando por ele, conforme explicado em opções de busca e filtroPesquisa, Encontrar & Função de
Filtro (Veja o parágrafo 3.2.10). Existem três maneiras de adicionar o dispositivo desejado ao
elemento no painel 'Construções':
1. Pressione o botão 'Adicionar', que pode ser encontrado na barra de Status. É possível inserir um
dispositivo de uma só vez ou várias vezes, inserindo o número de itens que devem ser inseridos
na barra de status.
2. Clique duas vezes sobre o produto que será adicionado
3. Por função: Arraste & Soltar
Os endereços individuais são atribuídos automaticamente pelo ETS, em ordem ascendente, se uma
Topologia tiver sido criada anteriormente. Você pode alterar os endereços individuais de um
dispositivo a qualquer momento por meio do menu 'Propriedades', na Barra Lateral.
O dispositivo inserido é exibido na visualização 'Lista', se o ambiente associado foi selecionado. Ele
também será exibido na visualização em árvore do painel de 'Construções', abaixo do ambiente. Se o
dispositivo estiver selecionado, o contêiner de propriedades, na barra lateral (se aberto), mostra
mais informações, específicas do dispositivo.
Nota: Endereços individuais que já foram 'atribuídos' à um dispositivo, não podem ser atribuídos
novamente.
Também é possível adicionar uma descrição do dispositivo ao longo das linhas “o que é o dispositivo,
onde está instalado e para que é usado?” Adicionar informações aqui, compensa mais tarde, durante
o comissionamento e o diagnóstico.
Os parâmetros do dispositivo podem ser acessados por meio da guia 'Parâmetros', na parte inferior
da exibição da lista, no painel 'Construções'. Um dispositivo deve, é claro, ser selecionado primeiro
na exibição da 'Árvore', no painel 'Construções'. Os parâmetros definem a função concreta do
programa de aplicação, ou seja, quais objetos de grupo do dispositivo serão disponibilizados para
este produto. Como tal, é possível modificar o comportamento de um dispositivo no barramento. Por
exemplo, No exemplo acima, o usuário pode definir o parâmetro do inicializador de alarme (sem
alarme (por padrão), intrusão, incêndio ou intrusão & incêndio), e o tempo limite da escada para a
saída selecionada (canal) do atuador de comutação.
As informações que podem ser encontradas na aba 'Parâmetros', são dependentes do produto.
Informações mais detalhadas sobre os parâmetros individuais, descrições de aplicação, podem ser
obtidas do fabricante de produtos KNX. Os parâmetros são divididos em grupos (1), que são listados
na coluna da esquerda da janela 'Parâmetros'. Ao selecionar cada grupo individual nesta lista, os
parâmetros associados no lado direito da janela 'Parâmetros', podem ser acessados. Os parâmetros
podem ser redefinidos para seus valores padrão, conforme definido pelos fabricantes, por meio do
botão 'Parâmetros Padrão', na barra de ferramentas de contexto. O botão 'Realçar Alterações',
destaca em cores, todos os parâmetros modificados pelo usuário.
• Visão em árvore, abaixo dos dispositivos, se o dispositivo e o canal possível forem recolhidos (1)
• Lista de exibição na guia 'Objetos de grupo', se você selecionou um dispositivo a partir da
'Exibição em Árvore'.
Se um objeto de grupo na exibição de árvore for selecionado, todos os endereços de grupo, que
estão atribuídos à este objeto de grupo, são mostrados na aba "Associações" aba (2), na 'Visualização
em Lista'. Se necessário, é possível excluir qualquer atribuição de endereço de grupo, para este
objeto do grupo. Além disso, pode-se definir as propriedades dos objetos de grupo no menu
'Propriedades', da barra lateral, ou selecionando a função 'Propriedades', por meio do botão direito
do mouse. Neste local, é possível alterar a prioridade padrão (3) dos telegramas transmitidos para os
objetos de grupo, como definido originalmente pelo fabricante KNX. As seguintes prioridades são
possíveis:
Você também pode alterar os 'flags' de comunicação para cada objeto. Para mais informações sobre
'flags', consulte o capítulo 'Visão geral do sistema', na documentação do curso básico ou o capítulo
"Flags" da documentação do curso avançado.
Dispositivos KNX que devem realizar uma função específica em conjunto, são 'conectados
logicamente' por meio de endereços de grupo, conforme explicado no capítulo 'Visão geral do
sistema'.
Os endereços do grupo são gerados no painel de 'Endereços de Grupo', de acordo com a estrutura do
endereço de grupo, que é definido durante a criação do projeto. A estrutura do endereço de grupo
exibida na imagem acima (metade da janela esquerda do painel 'Endereços de grupo'), é criada por
meio dos botões correspondentes na barra de ferramentas de contexto, da mesma forma que a
estrutura de construção do painel 'Construções'.
Também é possível modificar a estrutura dos endereços de grupo, para cada projeto,
individualmente após a criação do projeto. Isso pode ser realizado no painel, passando o mouse
sobre o projeto correspondente. Clique em Detalhes / Detalhes para acessar as opções de estilo do
endereço de grupo para fazer as modificações necessárias.
Nota: No caso de mudar de uma estrutura de endereços de grupo de 3 níveis para uma estrutura de
2 níveis, O ETS avisará o usuário do ETS que todos os textos, propriedades e configurações de
segurança dos grupos de segundo nível serão perdidos. Portanto, é aconselhável usar a mesma
estrutura e estilo de endereço de grupo em toda a empresa.
Para garantir que sensores e atuadores saibam quais de seus objetos de grupo devem se comunicar
para realizar uma função específica, os endereços de grupo devem ser atribuídos aos objetos do
grupo. Isto significa, que os objetos de grupo estão logicamente ligados entre si, através dos
endereços de grupo correspondentes.
Para atribuir os endereços de grupo aos objetos do grupo, é conveniente ter dois painéis abertos, e
ao mesmo tempo: o painel de 'Endereços do Grupo', e por exemplo, o painel de 'Construções'.
Existem várias maneiras de atribuir endereços de grupo, mas o método mais rápido é por meio de
arrastar & soltar. Arraste & solte o endereço de grupo necessário do painel de Endereços de Grupo,
para o objeto de grupo correspondente no painel 'Construções' (ou vice-versa, o objeto de grupo no
endereço de grupo correspondente). Dessa forma, os endereços de grupo serão atribuídos aos
objetos de grupo.
Nota: Só é possível criar conexões com endereços de grupo, entre objetos de grupo do mesmo
tamanho ou comprimento (1-bit 4-bits, etc.). O endereço de grupo, recebe o tipo de dado do objeto
de grupo já na primeira atividade.
Os endereços de grupo só têm significado se estiverem vinculados aos objetos de grupo. Por favor,
note que vários endereços de grupo, podem ser vinculados com um determinado objeto de grupo. Se
este objeto de grupo, tiver a função de um sensor, logo, o primeiro endereço de grupo atribuído (=
enviando endereço de grupo) para este objeto de grupo, será utilizado como o endereço de destino
no telegrama. O endereço de grupo de envio não é, portanto, mais do que o primeiro endereço de
grupo, associado a esse objeto de grupo. É possível modificar qual endereço de grupo deve ser o
endereço de envio. Isso pode ser feito no painel 'Construções', na visualização de 'Lista', por meio do
botão direito do mouse, no endereço de grupo, que deve ser definido como 'Enviar'.
Nota: Há também sensores disponíveis, que só permitem um endereço de grupo por objeto. O
número de endereços de grupo que podem ser atribuídos a um objeto de grupo, e o número máximo
de associações (número de atribuições por produto), são dependentes do produto.
Às vezes, pode ser necessário estender uma instalação KNX TP existente. Por razões estéticas ou
regulatórias da localidade, em casos específicos, seja possível utilizar somente a comunicação sem
fio. Os próximos parágrafos explicam acerca de como proceder para estender uma instalação KNXTP
existente, com produtos KNX RF:
1. Selecione o painel de Topologia, e adicione uma nova linha RF na área. Certifique-se de que o
meio físico está definido como 'RF'. O ETS criará automaticamente um endereço de domínio de
6 bytes para esta nova linha RF. O objetivo do endereço de domínio é evitar interferências entre
linhas KNX-RF adjacentes. Mudar o endereço de domínio é possível, mas significa que aparelhos
RF já configurados têm de ser reconfigurados.
2. Adicione um acoplador de área TP/RF a sua nova linha de RF com o endereço individual x.x.0. O
acoplador, assim como qualquer outro acoplador de linha TP/TP, roteará telegramas de acordo
com as tabelas de filtro calculadas e carregadas pelo ETS. Apenas os endereços de grupo que
estão contidos na tabela de filtros do acoplador de meio físico TP/RF serão encaminhados para
outra linha (e vice versa). A tabela de filtros pode ser pré-visualizada através do menu sensível
ao contexto.
Nota: Certifique-se de que sua linha TP não tenha qualquer roteador IP usado como acoplador
de linha (por exemplo: 1.1.0) como neste caso, sua linha principal seria IP. Adicionar um
acoplador TP/RF à linha RF requer que você tenha a linha principal TP em vez de uma linha IP.
Um acoplador IP/RF ainda não está disponível comercialmente.
3. Um máximo de 255 dispositivos de barramento podem ser adicionados à linha de RF. A
configuração de tais dispositivos KNX RF conectados a uma linha de RF é absolutamente
idêntica ao que é explicado para linhas KNX TP (além da definição da prioridade do objeto, que
não tem qualquer efeito no RF).
• Através do acolador de meio físico TP/RF: O ETS pode ser conectado à instalação do KNX TP, por
meio de uma interface KNX-TP-USB padrão (ou, alternativamente, você pode comissionar os
dispositivos por meio de uma interface KNX-IP ou roteador conectado à instalação do TP).
• Usando uma interface de dados KNX RF direta (USB-RF dongle), que permite que ao ETS que se
conecte ao domínio RF, e configure os dispositivos KNX-RF existentes, diretamente do PC.
Nota: No caso de usar o KNX Virtual, as interfaces KNX USB RF não serão necessárias, uma vez que o
KNX Virtual faz uso exclusivo do KNXnet/IP para sua comunicação.
Às vezes, pode ser necessário estender uma instalação KNX TP existente. Por razões estéticas ou
regulatórias da localidade, somente seja possível utilizar a comunicação sem fio, tal como a RF. Os
próximos parágrafos explicam acerca de como proceder para estender uma instalação KNXTP
existente, com produtos KNX RF:
Os dispositivos KNX RF podem / devem ser comissionados das mesmas duas maneiras que foram
explicados em Adicionar uma linha RF a uma instalação KNX. (Veja o parágrafo 4.9.1)
5 Comissionamento
5.1 Passos antes do comissionamento
Para fins de comissionamento, é necessário que o projeto da instalação KNX, esteja contido no
repositório local do projeto. Para isso, é necessário importar o projeto que você criou durante o
desenvolvimento do projeto, você deve ter criado isso em um PC separado.
Para obter mais informações, consulte a Importação de Projetos. (Veja o parágrafo 4.5).
Durante o comissionamento, qualquer painel ETS pode ser utilizado, todos com suas vantagens e
desvantagens:
• No painel de 'Construções', mesmo que os endereços individuais não sejam consecutivos, você
evita percorrer grandes distâncias no local da construção;
• No painel 'Topologia', vários ambiente podem ser comissionados de uma só vez.
• No painel 'Endereço de Grupo', você pode prosseguir de acordo com as funções.
Exceto para o painel 'Endereço de Grupo', a cada dois painéis permite mostrar apenas aqueles
dispositivos cujas propriedades foram modificadas pelo usuário, desde o último download: para isso,
marque 'Dispositivos modificados', sob 'Pastas dinâmicas (Consulte a central de ajuda KNX)'.
Não é necessário que todos os dispositivos do barramento estejam totalmente instalados no campo,
antes de se iniciar o comissionamento.
O pré-comissionamento pode, por exemplo, ser feito pelo instalador na empresa ou no campo. Seria
possível optar por carregar apenas os endereços individuais nos dispositivos do barramento e o
restante (aplicações), quando os dispositivos tiverem sido instalados.
• Isso é especialmente útil para dispositivos embutidos em outros dispositivos (por exemplo,
lâmpadas) ou quando precisam ser instalados em tetos separados.
• É igualmente útil quando dispositivos montados em trilho DIN são montados em quadros de
distribuição e os botões de programação não são acessíveis por causa das placas de cobertura.
Durante o comissionamento de uma instalação KNX, é importante que, após a interface, quaisquer
acopladores disponíveis no projeto sejam atribuídos a um endereço individual disponível, antes de
que qualquer outro dispositivo seja programado. A estratégia recomendada, é endereçar o acoplador
em um padrão de estrela; ou seja, para baixar primeiro o (s) acoplador (es) da linha local e, em
seguida, todos os demais acopladores subsequentes, seja de área ou de linha, presentes na
instalação KNX. De outro modo poderão ocorrer erros de comunicação.
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 106/160
KNX BASIC COURSE
Como o programa de aplicação também contém a tabela de filtro, no caso de um acoplador de linha,
é essencial para os acopladores, que se carregue o programa de aplicação.
[Link] Reconfiguração
Se uma instalação for alterada após sua configuração, com base em novas versões dos programas
aplicativos, e esse processo for realizado com base em um arquivo de projeto que tenha sido
exportado (porque o projeto foi feito em outro PC que não o usado para o comissionamento), então
é essencial que o projeto atualizado seja novamente exportado para o segundo PC. Dispositivos
alterados podem ser reconfigurados, usando a opção 'Download Parcial' (isto pode reduzir o tempo
de download).
Se a instalação estiver afetando várias linhas, também as tabelas de filtro precisam ser
reprogramadas (por exemplo, através da opção de 'Download Parcial'). Isso também é necessário
quando você arrasta manualmente & solta os endereços de grupo para uma linha em específico, ou
os insere manualmente na barra lateral, após selecionar a linha relevante e seleciona a guia
\"Informação\".
Para acessar o gerenciador de conexão, clique no menu suspenso, na barra de ferramentas principal.
• Início da página: Automático (que é a opção padrão); se você incluir a (s) interface (s) em seu
projeto, esta será, na maioria dos casos, a única opção de que você precisa.
• Opções do meio: As interfaces atualmente descobertas (Interfaces USB e interfaces Roteadores
IP são reconhecidas e exibidas automaticamente pelo ETS, estas não precisam ser criadas. Uma
interface não reconhecida, não pode ser usada pelo ETS, mesmo que seja criada / inserida
manualmente). Esta seleção só é válida durante a sessão atual do projeto, pois destina-se
principalmente a trocar rapidamente as conexões, por exemplo, para fins de diagnóstico.
• No final das opções: A possibilidade de gerenciar interfaces configuradas; Isso só é necessário
ao acessar a instalação de um controle remoto (por exemplo, com um endereço IP diferente do
configurado no projeto), ou ao usar as interfaces Eiblib/IP.
Um ponto vermelho () logo após o ícone acima, indica que a interface está em 'Modo de
Programação' (atualiza a cada ~3 segundos).
Para configurar as respectivas opções, clique no ícone da engrenagem, ao lado de cada opção. Para
mais informações sobre a configuração das Interfaces, consulte Gerenciador de Conexão (Detalhado)
(Consulte a central de ajuda KNX).
A opção 'Automática' significa que o ETS irá determinar a interface de barramento mais adequada
para se conectar à instalação, dependendo de vários fatores. As seguintes opções aparecem na
configuração 'Automática', na ordem que o ETS irá utilizá-las (primeira opção no topo):
Se esta opção estiver ativada, conexões IP com seus dispositivos serão estabelecidas, a fim de
executar operações on-line (como por exemplo, o download direto do dispositivo via IP). Para este
propósito, uma chamada do tipo “descoberta” do dispositivo é realizada logo no início, isto, para que
as propriedades elementares do dispositivo (SN, Status de conexão segura KNX, etc.) sejam
consultados online.
Condições
• O dispositivo é encontrado via IP, ou seja, o ETS e o dispositivo IP se comunicam com o mesmo
endereço Multicast.
• O número de série KNX do dispositivo encontrado corresponde ao dispositivo no projeto
(considerando que o número de série KNX do dispositivo esteja disponível no projeto)
Neste modo...
– ... gravações de telegramas não são possíveis.
– ... o endereço local da conexão corresponde ao do dispositivo a ser carregado.
Segurança
1. Dispositivos KNX sem a função segura (por exemplo, dispositivos KNX com a função segura
desativada no dispositivo), serão carregados diretamente via IP.
2. Os dispositivos com KNX Seguro ativado são carregados de forma segura via IP.
– Ativado o modo KNX Seguro online encontrado no dispositivo (feedback da descoberta)
- Uso das senhas de segurança associadas (se disponíveis) do projeto ETS para este
dispositivo, caso contrário, não há download.
– Habilitado o mo modo KNX Seguro no dispositivo encontrado no projeto (status no
dispositivo) - Uso das senhas de segurança associadas (devem estar disponíveis) do
projeto ETS para este dispositivo.
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 109/160
KNX BASIC COURSE
[Link] Conexão local USB se o dispositivo de destino estiver conectado via USB
Se esta opção estiver ativada e o número de série KNX do dispositivo de destino corresponder ao
número de série KNX da interface USB, então a conexão USB local será utilizada.
Se esta opção estiver ativada, o ETS verifica se há uma interface de barramento no segmento que
está conectado e a jusante na topologia, e usa a que está mais próxima na topologia (subsegmento
→ segmento principal → segmento principal da linha principal → segmento principal do Backbone ).
Condição
1. Interfaces com pelo menos o 'flag' de endereço definido e um número de série KNX conhecido.
Se esta opção estiver ativada, o ETS tenta usar a interface de barramento que foi definida como a
conexão de projeto na topologia. Esse recurso destina-se principalmente ao acesso remoto à
instalação.
Se esta opção estiver ativada e se houver uma interface KNX / USB conectada ao computador, use-a.
• Edifício
• Topologia
• Grupo de endereços
• Dispositivos
O ícone do menu Download (2), aparece na barra de ferramentas de contexto para fins de
comissionamento. Uma maneira alternativa de acessar o menu Download é por meio do menu
Comissionamento, na barra de menus (1).
5.5.1 Transferência
Para realizar esta tarefa, o ETS oferece várias variantes de download, seu uso depende das
necessidades do instalador e do status de configuração dos dispositivos. O ETS distingue entre as
seguintes partes de download de um dispositivo KNX:
• Endereço Individual
• Programa(s) de aplicação
• Endereços de grupos (mais precisamente, os endereços dos grupos e as ligações entre os
objetos de grupos, as tabelas)
• Parâmetros
O ETS decide com base em uma série de sinalizadores (por exemplo, no painel 'Topologia',
'Construções' ou 'Dispositivos'), se um download está completo ou se apenas algumas partes ainda
precisam ser baixadas. Os sinalizadores são mostrados na lista de visualização, normalmente
chamadas de 'Status de Download'. Os sinalizadores têm os seguintes significados:
[Link].1 Ícones
Estado inicial (nunca baixado antes) ou baixado, mas a propriedade correspondente mudou
(precisa ser baixado novamente)
Download OK
Grp Endereços de grupo + links entre os objetos de grupo (chamados 'associações') atribuídos
Cfg Configurações específicas do tipo meio físico carregadas (usado apenas para os meios
físicos PL e RF, e definido ao baixar o endereço individual)
Baixar Variantes
Para realizar um download, selecione o(s) item(ns) que você deseja baixar, e selecione 'Download':
O processo de download no ETS opera em segundo plano. Por favor, note que:
• Menu de diagnósticos.
• Um clique com o botão direito do mouse, em um dispositivo ou entrada do menu de contexto.
Esta função também pode ser usada para vários dispositivos simultaneamente (por
exemplo, usando várias seleções na topologia).
6 Diagnósticos
6.1 Diagnósticos e localização de falhas
Se uma instalação de KNX não funciona corretamente, os erros devem ser localizados o mais
rapidamente possível e corrigidos. Ao fazer assim, é importante descrever os problemas que
apareceram com a melhor precisão possível. A documentação detalhada e atualizada da instalação é
vital para ser capaz de detectar esses tipos de erros.
Como a função de diagnóstico do ETS requer o acesso direto ao barramento, o computador deve
estar conectado à instalação do KNX via:
Depois de estabelecer que uma determinada função não pode ser executada, você deve prosseguir
passo a passo para localizar o erro, começando com o dispositivo do barramento de envio (sensor), e
terminando com o dispositivo de recebimento (atuador), a fim de conseguir corrigir o erro.
As causas possíveis para os dispositivos de barramento que não respondem dentro de uma linha,
podem incluir:
• clique com o botão direito do mouse em um dispositivo 'Info > Informações do dispositivo, ou
informações do dispositivo (com comunicação de grupo)'
• contexto da barra de ferramentas 'Informações > Informações de dispositivo ou informação de
dispositivo (com comunicação do grupo)'
• Menu da barra 'Diagnósticos' > Informações do dispositivo
Para ler os endereços de grupo que foram atribuídos a todos os objetos de grupo de um dispositivo,
pode-se selecionar a opção '... com a Comunicação do Grupo', então o resultado inclui também esta
informação. Nesse sentido, há dois tipos de execução para Informações do Dispositivo, ou seja,
"Informações do Dispositivo" e "Informações do Dispositivo (com comunicação do grupo)". Quando a
última opção é selecionada, os endereços de grupo atribuídos aos objetos do grupo, também serão
lidos.
Uma vez que a informação do dispositivo é acionada, asoperações pendentes' na barra lateral são
abertas e a ação (por exemplo, as Informações do dispositivo: Finalizado) são mostradas. Clique na
aba 'Histórico' e depois no ícone para exibir os resultados da Informação do dispositivo. Isto abre
uma nova janela modal.
[Link].2 Conteúdo
As informações do dispositivo são exibidas na forma formatada e não formatada, ou seja, uma vez
como valor numérico e uma vez como interpretação do valor numérico. Detalhes sobre a forma de
interpretar os resultados estão incluídos nas Especificações KNX. Dependendo da versão da máscara
do dispositivo, haverá variação de elementos. Aqui, apenas os significados gerais são listados:
Para os acopladores, você verá aqui informações sobre o tipo de acoplador e suas capacidades, como
o 'máximo comprimento de APDU de roteamento ', a configuração de roteamento atual (por
exemplo, linha principal -> sub-linha), configurações de segurança (se houver) etc.
Esta função pode ser invocada por meio da barra de menu do ETS:
• Modo de programação
• Verificando o Endereço Físico
• Scan de linha
• Lista todos os endereços individuais dos dispositivos que estão em modo de programação,
depois que você pressionar o botão de programação de um ou vários dispositivos (= LED de
programação é ligado).
Se houver vários dispositivos com o mesmo endereço individual, a quantidade é informada
entre parênteses, por exemplo, o (*5) significa que há 5 dispositivos em modo de programação.
• O ETS verifica continuamente se existem dispositivos no modo de programação, desde que o
botão Iniciar esteja ativado.
• Uma varredura pode ser iniciada ou finalizada, usando os botões Iniciar/Parar.
• A varredura é finalizada automaticamente quando o painel é fechado ou quando uma operação
de download for iniciada.
Nota:
Esta função verifica se o dispositivo com o endereço individual existe na instalação, e responde. Insira
o endereço individual e clique no botão 'Verificar se Alcançável'. O ETS indicará o seguinte resultado
após um curto período.
Ícone Descrição
O dispositivo existe
[Link].1 Scan
O botão de varredura de linha mostra quais endereços individuais já foram atribuídos em uma linha.
Se você deseja descobrir qual endereço individual já foi atribuído, basta pressionar o botão Varredura
de linha. Primeiro, selecione a 'Linha' que você deseja verificar. Após, selecione o modo de varredura
(line scan). Dependendo do meio físico escolhido, ao adicionar a linha, será oferecido as opções de
modo de escaneamento 'Rápido' ou 'Padrão'. Mais informações sobre a varredura detalhada de
linha, podem ser encontradas na Análise de Linha (detalhada) (Consulte a central de ajuda KNX) (line
scan).
Os endereços individuais que foram encontrados fisicamente nessa linha em particular, serão
exibidos, bem como a versão da máscara do dispositivo correspondente.
Esta tarefa pode levar algum tempo, você ainda pode cancelar a verificação, pressionando o botão
'Abortar verificação', depois de ter as informações que você está procurando.
Quando a varredura de linha for concluída, então o botão 'Comparar ao Projeto' será disponibilizado.
Compara os resultados de escaneamento com o projeto ETS.
Ícone Descrição
O dispositivo foi encontrado tanto no projeto ETS, quanto na linha atual.
O dispositivo foi encontrado no projeto ETS, mas não foi encontrado na linha atual (sem
resposta).
O dispositivo foi encontrado na linha atual, mas não está configurado no projeto ETS.
Quando a varredura de linha for concluída, o botão 'Atualizar Flags de Prog' será disponibilizado.
Define o 'Flag Adr' (= endereço individual programado), para todos os dispositivos do projeto atual,
no ETS, para o qual o resultado da varredura foi positivo (aqueles marcados com o ícone verde).
Três ferramentas estão disponíveis no ETS para gravação: exibição; análise, e; envio de telegramas no
barramento KNX, bem como para a leitura ou envio de valores de endereços de grupo, a partir de um
computador:
• Monitor de barramento
• Monitor de atividade de barramento no ETS
• Monitor de grupo
O Monitor de grupo e o monitor de barramento são muito semelhantes, mas o monitor de grupo,
tem duas funções adicionais (veja a tabela abaixo).
Em ambos os monitores, primeiro você precisa garantir que a interface correta de barramento seja
selecionada (na barra de ferramentas, na parte superior). Definir ou alterar a conexão só é possível
no modo offline, ou seja, se nenhuma gravação foi iniciada.
O monitor de atividade de barramento no ETS não abre a conexão de instalação, mas "escuta", se
houver alguma conexão criada pelo ETS. Se tal conexão for criada, este monitor estará "anexado", e
exibe o tráfego desta conexão. Assim que essa conexão for encerrada, o monitor de atividade do
barramento ETS se desconectará dessa conexão.
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 128/160
KNX BASIC COURSE
O monitor de grupo é necessário para a gravação e análise de telegramas de grupo e para a leitura
ou envio de valores de endereços de grupo, a partir de um computador. Ao contrário do monitor de
barramento, o monitor de grupo não requer seu próprio acesso de barramento, durante a gravação.
Isso significa, que durante uma sessão ativa do monitor de grupo, ainda é possível verificar um
endereço individual, fazer uma varredura de linha, ou pesquisar dispositivos no modo de
programação.
DestinationName Nome do endereço de grupo; "-" se o nome do endereço de grupo não estiver
definido.
FrameFormat Formato do Telegrama: Padrão / Estendido
LocalizedType Decodificação do serviço APCI do telegrama KNX (gravação, leitura...)
MediumInfoRF Endereço do domínio de RF
MessageCode Tipo de serviço e qual camada
Prioridade Baixa, Alta, Alarme, Sistema
RawData Os dados brutos do telegrama de barramento KNX (formato cEMI, composto
por código de serviço, dados de serviço não corresponde ao telegrama do
barramento em todos os detalhes)
RawDpValue valor bruto do datapoint
RepeatedFlag Repetição: Verdadeiro/Falso
RoutingCounter Valor do contador de roteamento
Serviço De/para o barramento
Fonte Endereço individual de envio
SourceName Nome do dispositivo; "-" se o nome do dispositivo não estiver definido.
SystemBroadcastFlag Verdadeiro/Falso
TPCI Controle de informação da camada de transporte
[Link].3.4 Informações
Há um botão 'Gerar Estatísticas' na parte inferior da barra lateral, que permite ao usuário do ETS
gerar estatísticas com informações sobre a duração da gravação, estatísticas do projeto, remetentes
correspondentes / receptores e estatísticas de comunicação de grupo (quem estava enviando, quem
não estava?) etc.
• As estatísticas não são redefinidas quando outra interface é selecionada, nem quando o
monitor está sendo iniciado / parado.
• As estatísticas só são redefinidas quando o conteúdo das gravações no monitor são apagadas.
A janela 'Opções' só abre se a gravação de telegramas tiver sido interrompida. As seguintes opções
estão disponíveis para ambos os monitores:
• Geral
• Gravação
• Níveis de cores
• Condições
• Decodificação
[Link].1 Geral
Opção Descrição
Formato do registo da Formato da coluna de Hora no monitor. Valores possíveis:
hora
• Somente hora (hh:mm:ss,ms)
• Data e hora (dd/mm/aaaa hh:mm:ss,ms)
Cuidado: O horário é a informação de hora do diagnóstico do PC
Avisa se fechar o Ao desativar esta opção, o programa fechará a janela do monitor sem avisar
monitor do o usuário de que os telegramas registados precisam de ser gravados
telegramas, com primeiro.
telegramas não salvos
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 134/160
KNX BASIC COURSE
[Link].2 Gravação
Os telegramas gravados podem ser registados em um arquivo no seu computador, ou num driver de
rede/ nuvem, para análise futura.
Opção Descrição
Habilita o registro ao Esta opção determina se os telegramas registados pela função de
vivo de quadros monitoramento serão salvos diretamente. Todas as demais opções desta
monitorados em um página serão desativadas, desde que esta opção não esteja ativada.
arquivo
Nome do arquivo Seleção do caminho e nome do arquivo. O formato do arquivo de registro é
para o arquivo de o XML, o conteúdo da memória do arquivo está sempre no formato ETS6.
registro ativo
Inicie um novo Esta opção determina quando um novo arquivo de registro deve ser criado,
arquivo de registro por exemplo, baseado no número de telegramas, a cada hora, todos os dias,
ativo todas as semanas, todos os meses ou todos os anos. Ao selecionar a opção
"Baseado no número de telegramas", é possível inserir um valor no campo
abaixo, por exemplo, o 'Número máximo de telegramas por arquivo de
registro'. O nome dos arquivos de registro pode ser exclusivo,
acrescentando:
• Data e hora;
Nesta janela é possível modificar o texto e a cor de fundo dos vários telegramas, por exemplo, para
repetições de telegramas ou telegramas com erros.
Opção Descrição
Colores padrão do Define a cor de texto/fundo para telegramas que não atendem a
telegrama nenhuma condição.
Cor condicional do Define a cor de texto/fundo para telegramas que atendem a uma
telegrama condição.
[Link].4 Condições
Graças a esta opção de filtro, é possível determinar o número de telegramas que serão exibidos (não
tem influência no registro de telegramas). Trata-se, sem dúvida, de uma função muito útil, em
grandes instalações, com um maior tráfego no barramento. O ETS mostra todos os telegramas por
padrão.
Opção Descrição
Condições Lista todas as condições (condições padrão e definidas pelo usuário).
• Condições padrão do ETS não podem ser editadas
Filtros de propriedade de segurança para telegramas do tipo: KNX Seguro.
• Propriedade: Define a propriedade do telegram que será utilizado para uma parte
de uma expressão
• Operador: Define o operador de comparação, como <, <=, !=, entre, e outros
operadores
• Valor: Valor a ser testado; dependendo da propriedade, pode ser predefinido (por
exemplo, se for um Booleano > Sim/Não)
[Link].5 Decodificação
Nesta janela, as opções para decodificação do conteúdo do telegrama podem ser definidas.
Opção Descrição
Use o aplicativo Se um ou mais aplicativos ETS de decodificação, de fabricantes KNX, forem
ETS para instalados, o respectivo decodificador que estiver ativo, será selecionado aqui.
Decodificação Uma seleção múltipla ou cascateamento (execução simultânea, por exemplo,
sequencialmente) de decodificadores não é possível.
É possível salvar telegramas gravados por meio do botão “Salvar”, na barra de ferramentas da janela
do Monitor de Barramento, ou Monitor de Grupo. É possível salvar telegramas gravados sem parar a
gravação. Nesse caso, o ETS pedirá para salvar 'todos os telegramas' ou apenas 'os telegramas
selecionados'. Você pode exportar o telegrama como um arquivo XML, permitindo editar os
telegramas armazenados por meio de um editor XML, ou você pode salvar os telegramas em formato
CSV, que podem posteriormente ser visualizados e editados por programas como o Microsoft Excel e
similares.
A exportação CSV, destina-se a leitura direta de seres humanos ou a ser usada por um
software que não entende KNX (por exemplo, Excel). A exportação de XML é mais ou
menos interna ao ETS. Os dados não são 'criptografados', mas apenas o quadro cEMI bruto
como HexBinary.
As gravações salvas de telegramas podem ser abertas por meio do botão 'Abrir', que pode ser
encontrado na barra de ferramentas do Monitor de Barramento/Grupo. O ETS pode exibir arquivos
com as extensões '*.xml, *.trx (ETS3) ou *.hlg (ETS2)'.
A lista de telegramas gravados anteriormente pode ser excluída por meio do botão 'Limpar', que
pode ser encontrado na barra de ferramentas do Monitor de Barramento/Grupo.
A fim de verificar processos mais complexos, o ETS permite reproduzir (replay), os telegramas
previamente gravados e guardados nem um arquivo. Isto só é possível usando a função de
monitoração de grupo (Group monitoring).
KNX: Smart home and building solutions – [Link] KNX Association
ETS6 Professional 142/160
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• 'Reproduzir como gravado', executa os telegramas 1:1 de acordo com a gravação (configuração
padrão) ou
• "Reproduza sem demora". Esta é a melhor opção quando o intervalo de tempo entre
telegramas gravados no arquivo selecionado é muito longo.
Visão geral das funções possíveis quando a 'Função de Grupo' é selecionada no Monitor de Grupo:
Opção Descrição
Endereço de Endereço do grupo a ser lido. Use o botão (...) da direita para selecionar um
Grupo endereço de grupo do projeto atualmente selecionado.
Os endereços de grupo são classificados na caixa de seleção, em ordem crescente
de acordo com o valor do endereço de grupo (o que significa que o primeiro
endereço de grupo possível na lista será 0/0/1).
Tipo do ponto Seleção manual de um tipo de datapoint.
de dados Isso define as regras de decodificação do valor do endereço de grupo, que são
aplicados para decodificação (recepção de um telegrama, operação de
leitura/gravação).
Último valor O último valor que foi recebido do barramento para o endereço de grupo
recebido selecionado.
Valor Valor a ser escrito, decodificado de acordo com o tipo de datapoint selecionado
ou como um valor bruto.
Enviar Envia um telegrama de forma cíclica. Quando ativado, o tempo de retardo (veja
ciclicamente abaixo), é definido automaticamente em 1 seg.
Tempo de Tempo de atraso em segundos até o primeiro telegrama ser enviado ou o
retardo [sec] intervalo entre dois telegramas (0...3600).
Escrita Envia um telegrama "escrita de valor de endereço de grupo" ao barramento, para
escrever o valor de um endereço de grupo
Leitura Envia um telegrama "leitura de valor de endereço de grupo" ao barramento, para
ler o valor de um endereço de grupo
Primeiro, certifique-se de que o botão 'Funções de grupo', está pressionado na janela 'Monitor de
grupo'. Pressione o botão 'Iniciar' e digite um endereço de grupo no campo vazio: 'Endereço do
Grupo', ou selecione um endereço de grupo na lista de endereços de grupo, existentes no projeto
atual, pressionando o símbolo '. .'.
Pressione o botão 'Ler' para enviar um pedido de leitura no barramento. O telegrama resultante
mostra o tipo de 'GroupValueRead' na coluna 'Tipo' e não exibe nenhum valor na coluna 'Info'. O
endereço de origem do telegrama é o endereço individual da interface de barramento. O valor do
telegrama de resposta (coluna 'tipo', indica o 'GroupValueResponse') será exibido na coluna 'Info'.
Os valores precedidos por $-sign são valores hexadecimais.
Só é possível ler objetos de grupo para os quais o 'flag' de 'Read' foi definido. Se endereços de grupos
são solicitados, os quais não estão especificados como remetentes de endereços de grupo nos
objetos do grupo, a resposta será enviada com um endereço de grupo diferente (por exemplo, o
endereço de envio do grupo) do que o usado na solicitação de leitura.
Primeiro, certifique-se de que o botão 'função de grupo' está pressionado na janela 'Monitor de
grupo'. Pressione o botão 'Iniciar' e digite um endereço de grupo no campo vazio: 'Endereço do
Grupo', ou selecione um endereço de grupo na lista de endereços de grupo, existentes no projeto
atual, pressionando o símbolo '. .'.
Selecione o tipo de datapoint apropriado do campo de tipo de ponto de dados, bem como o valor
dos dados úteis que devem ser enviados. Um tempo de retardo, em segundos, pode ser definido
para que o telegrama só seja enviado após o tempo inserido. Ativando o campo enviar ciclicamente,
permitirá ativar automaticamente a opção de envio cíclico do telegrama especificado no campo
“Cyclic time[sec].” (tempo cíclico em segundos). De outra maneira, um telegrama será escrito, por
exemplo, a cada dois segundos.
Uma vez que o telegrama foi enviado, o ETS mostra o telegrama, bem como os telegramas possíveis
de resposta na lista.
Com a função de 'Verificação do Projeto', várias verificações de projeto podem ser realizadas com a
ajuda do assistente. O assistente de verificação de projeto irá guiá-lo por meio do processo de
verificação de seu projeto em relação às regras comuns de planejamento e design KNX.
A Verificação de Projeto, pode ser invocada por meio da barra de menu 'Diagnósticos' > Verificação
do Projeto.
• Se pelo menos um grupo de objeto dos dispositivos está associado a um endereço de grupo
• Se todos os identificadores do dispositivo são compatíveis com os plug-ins do ETS3
• Se todos os endereços do grupo estão utilizados (vinculados com pelo menos um objeto de
grupo)
• Se endereços de grupos estendidos estão vinculados a dispositivos de plug-in
• Se todos os identificadores de endereço de grupo são compatíveis com os plug-ins do ETS3
Em alguns casos, uma atualização de uma entrada de produto KNX estará disponível, contendo
melhorias ou correções de bugs para a mesma versão do produto. Com a ajuda desta verificação,
pode ser impressa uma lista que mostra todos os dispositivos. A lista também contém as "impressões
digitais" dos dispositivos (que podem ser utilizadas pelos fabricantes para distinguir entre as várias
variações de um dispositivo, mesmo que a versão seja a mesma).
O resultado é mostrado na mesma janela, e pode ser salvo, copiado para a área de transferência,
além de impresso.
O assistente Online de Diagnóstico de Erros permite verificar possíveis erros de instalação no nível de
funcionalidade, ou seja, no nível do endereço de grupo.
Por favor, note que deve haver uma conexão on-line com o barramento para realizar os
diagnósticos de erro on-line.
Os diagnósticos de erro on-line podem ser chamados por meio da barra de menu do projeto
'Diagnósticos' > Diagnósticos de Erros On-line
Há quatro passos diferentes que são verificados durante os diagnósticos de erro on-line:
Antes de chamar o assistente, um ou mais dos seguintes elementos devem ser selecionados para que
os diagnósticos on-line possam ser realizados:
No próprio assistente, apenas um endereço de grupo pode ser verificado de cada vez. Por favor,
selecione um endereço de grupo para verificar e prosseguir. Assim que a verificação for concluída,
você pode voltar no assistente, para a página onde se pode selecionar o próximo endereço de grupo
a ser verificado.
Para verificar se todos os dispositivos listados estão programados corretamente, clique no botão
'Verificar dispositivos (1)'. Por favor, note que não é possível cancelar a verificação, uma vez que este
botão é clicado. Para localizar o dispositivo na instalação, selecione o dispositivo na lista e clique no
ícone de LED correspondente (3), ao lado dele.
[Link].1 Resultados
Os resultados da verificação são exibidos como um ícone, com uma cor diferente, na coluna de status
(2):
Ícone Descrição
Se todas as verificações foram executadas com sucesso e foram encontradas em ordem.
Se pelo menos uma verificação falhou. O erro exato é incluído como texto.
Se nenhuma das verificações falhou totalmente, mas pelo menos uma verificação gerou um
resultado inconclusivo (por exemplo: um dispositivo com um plug-in não implementa as
interfaces pretendidas e a variante padrão da verificação falhou). Está incluída no texto uma
indicação do que pode estar errado.
O texto de erro inclui tanto o que foi considerado inconsistente, como as medidas que podem ser
tomadas pelo usuário. Uma explicação detalhada sobre os 'dispositivos de verificação' da etapa pode
ser encontrada no Diagnósticos de Erro On-line (detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).
[Link] Enviar/Receber
Essa função oferece a possibilidade de definir o tipo de datapoint, bem como o valor dos dados úteis
e enviá-lo no barramento, por meio do botão 'Escrever'. Ao clicar no botão 'Ler' (2), os diferentes
valores recebidos podem ser lidos na janela 'Valores Recebidos' (1). Uma explicação detalhada do
passo 'Enviar/Receber dispositivos' pode ser encontrada em Diagnósticos de erro on-line
(detalhados) (Consulte a central de ajuda KNX).
Essa função irá analisar o número de telegramas enviados no barramento, quando o botão 'Iniciar
Rastreamento' for clicado. Os valores de carga do barramento são fornecidos como valores relativos
(em %), e problemas de confirmação serão listados aqui.
Se possível, o assistente altera para o modo de monitoramento do barramento. Se isso não for
possível (porque outra conexão está aberta ou a interface de barramento não suporta o modo de
monitoramento do barramento), uma mensagem é exibida, fazendo menção que algumas
funcionalidades não estão disponíveis (4).
• Qual endereço de grupo não é reconhecido por pelo menos um receptor (e consequentemente
repetido);
• É reconhecido negativamente por pelo menos um receptor;
• Se uma mensagem de endereço de grupo é respondida por um reconhecimento de 'Ocupado',
por pelo menos um destinatário.
A parte inferior da janela, ou seja, a maioria dos remetentes (5), informam quais dispositivos
contribuem para o tráfego de barramento.
Cuidado: A carga de barramento que excede os 50%, pode levar a um aumento de problemas de
comunicação (disfunções esporádicas) na instalação KNX (6).
Uma explicação detalhada sobre a etapa de 'Análise de Tráfego', pode ser encontrada em
Diagnósticos de Erro on-line (detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).
Este assistente verifica que todas as etapas de comissionamento necessárias foram terminadas com
sucesso. É possível realizar esta verificação em todos os dispositivos do projeto, seja para um
dispositivo específico, ou para todos os dispositivos vinculados a um endereço de grupo específico. A
funcionalidade é similar ao 'Verificar dispositivos' da etapa Assistente de Diagnósticos de erro on-line
(Veja o parágrafo 6.2.5), contudo funciona em todos os dispositivos do projeto, não apenas nos
dispositivos conectados a um endereço de grupo específico.
A aba de 'Diagnósticos de Instalação On-line', pode ser chamada por meio da barra de menu do
projeto 'Diagnósticos' > Diagnósticos de Instalação On-line
• Verificações Básicas
• Verificações Estendidas
Se o dispositivo em questão não pode ser alcançado ou se, por exemplo, nenhum programa de
aplicação foi carregado no dispositivo, as informações mostradas abaixo serão exibidas:
• Erros são identificados com uma marcação vermelha, na frente da descrição do problema
• Avisos são identificados com um ponto de exclamação de triângulo amarelo, na frente da
descrição do problema
• Se nenhum problema for detectado, uma marcação em verde será exibida atrás do campo
'Resultado'
Informações mais detalhadas sobre as verificações básicas podem ser encontradas em: Diagnósticos
de Instalação on-line (Detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).
O próximo passo do assistente permite que você execute as 'Verificações estendidas'. Verificam se os
endereços de grupo configurados nos dispositivos são iguais aos do projeto.
Informações mais detalhadas sobre as verificações estendidas, podem ser encontradas em:
Diagnósticos de Instalação On-line (Detalhado) (Consulte a central de ajuda KNX).
Associação KNX
CURSO BÁSICO KNX
Índice
1 Uso de dados de calha ............................................................................................... 3
1.1 Fonte de alimentação (Calha DIN com trilhos de dados) ................................................ 4
1.2 Fonte de alimentação para duas linhas (Calha DIN com trilho de dados) ........................ 5
2 Tipo de acoplador de linha antigo .............................................................................. 6
3 PowerLine ................................................................................................................. 7
3.1 Introdução ................................................................................................................... 7
3.2 Padronização ............................................................................................................... 7
3.3 Processo de transmissão .............................................................................................. 8
3.3.1 Acoplamento entre fases ................................................................................................................ 9
3.3.2 Transmissão de telegramas ........................................................................................................... 10
3.3.3 Instalações sem acoplador de meio .............................................................................................. 12
3.3.4 Instalações com acoplador de meio .............................................................................................. 13
3.3.5 Procedimentos de acesso ao Bus .................................................................................................. 14
3.4 Topologia / Endereçamento........................................................................................ 15
3.5 Dispositivos do sistema KNX-PL110 ............................................................................. 17
3.5.1 PL BCU ........................................................................................................................................... 17
3.5.2 Acoplador de fase.......................................................................................................................... 18
3.5.3 Acoplador de meio ........................................................................................................................ 18
3.5.4 Filtro passa-banda (Band-stop) ..................................................................................................... 19
3.5.5 Cabos de rede................................................................................................................................ 20
3.6 Informação para projetistas e instaladores ................................................................. 20
NOTA: ESTE CAPÍTULO PRETENDE SER USADO COMO ANEXO INFORMATIVO AO CURSO BÁSICO. CONTÉM
DISPOSITIVOS/SISTEMAS DE INFORMAÇÃO KNX QUE PODEM TER SIDO USADOS EM VELHAS INSTALAÇÕES
KNX/EIB. OS CONTEÚDOS DESTE CAPÍTULO NÃO FAZEM PARTE DO EXAME DE CURSO BÁSICO.
No caso de dispositivos TP, a ligação para o bus é assegurada principalmente através do ligador de
bus (cinzento escuro/vermelho).
No caso de dispositivo para calha/trilho DIN, como atuador de comutação, variador de luminosidade,
unidades de alimentação de energia, etc; a conexão ao bus nas instalações antigas KNX podem
também ser efetuadas via blocos de contacto de mola a calha de dados autoadesiva que é colada à
calha DIN de 35 mm de acordo com EN 60715.
Os comprimentos dos trilhos de dados disponíveis no mercado coincidem com as várias larguras dos
quadros elétricos padronizados disponíveis. O comprimento dos trilhos de dados não pode ser
alterado, por exemplo através de corte, uma vez que isto alteraria as distâncias de linha de fuga e
segurança.
Para proteger secções dos trilhos de dados não utilizadas de poluição ou de contacto acidental com
os cabos da ligação principal, devem ser cobertos com um acessório de proteção apropriado.
A figura acima mostra a ligação da unidade de fonte de alimentação conectada através de contato de
mola para os condutores impressos da barra de dados. O cabo de bus é conectado para liberar os
dispositivos montados através de um conector de trilho de dois polos.
1.2 Fonte de alimentação para duas linhas (Calha DIN com trilho de dados)
Figura 3: Fonte de alimentação para duas linhas calha DIN com trilho de dados
A Fonte de alimentação, por exemplo, 30 V DC e 640 mA com pinos de conexão para trilho de dados
pode ser usado para a alimentação de duas linhas.
Por meio da bobina integrada, a tensão de CC de 30 V é alimentada aos dispositivos de calha DIN
através de pinos e os dois condutores impressos interiores na barra de dados.
A conexão com o cabo de bus TP é realizada através de um conector barra de dados (conectores 2
polos ou 4 polos).
Através da tensão auxiliar (branco / amarelo) é possível alimentar a tensão auxiliar para outros
condutores da barra de dados por meio de um conector de barra de dados de 4 polos.
A bobina separada alimenta então a tensão auxiliar através dos condutores impressos internos da
barra de dados de 30 V DC. Também é possível conectar o cabo de bus por meio de dois polos ou
conector barra de dados de 4 polos.
Importante: No caso, em geral, de dispositivos bus instalados num trilho DIN, ex. fontes de
alimentação e linhas secundárias de acopladores, o terminal supressor de surtos deve ser ligado ao
conector do trilho de dados, se os dispositivos forem alimentados via calha de dados.
Em instalações (até Junho de 2003), foram instalados acopladores de linha, em que a fonte de
energia para as unidades de acoplamento, memória de tabela de filtros e lógica foi feita a partir da
linha secundária.
A linha primária deste tipo de acoplador, que tem de largura 4 ou 1, está conectada através de
conectores de bus e a linha secundária por meio de trilho de dados (contato de mola). A conexão
com o cabo de bus é realizada através de um conector barra de dados (2 polos ou 4 polos).
Uma bateria de lítio com uma durabilidade superior a 10 anos (também sem ligação ao bus) fornece
o backup de alimentação para a memória, que contém a tabela de filtros, no acoplador antigo de
acoplador de linha.
3 PowerLine
3.1 Introdução
O sistema KNX Power Line 110 (KNX PL110) permite a transmissão de telegramas através da rede de
230/400 V. Uma linha de bus separada não é por isso necessária. A transmissão / repetição de
telegramas é executada através dos condutores Fase (L1; L2;L3) neutro (N) que têm de estar ligados
a cada dispositivo de bus. KNX PL110 é compatível com componentes KNX TP e correspondentes
ferramentas. É possível, por exemplo, ligar um módulo de aplicação embutido num acoplador PL
BCU 1 e carregar o software de aplicação, através do “cabo bus” (230/400 V linha de alimentação),
nesse PL BCU.
Apesar da indefinição das características de transmissão da rede de energia (causadas pelos tipos de
cabo, comprimento de cabo, número e tipo de dispositivos ligados, etc…), o KNX PL110 assegura um
alto nível de segurança durante a transmissão de telegramas. O sistema funciona de forma
bidirecional num funcionamento semidúplex, isto é cada dispositivo pode ser recetor e transmissor.
As aplicações KNX PL 110 típicas são:
controle (ligação/comutação, dimerização) de instalações de iluminação
Aplicações com motores (Persianas,Venezianas,Abertrra de portões)
alarmes
Transmissão de valores analógicos
Controle temporizado ou centralizado
Simulação de presença
Visualização por meio de teclas tácteis
Devido à indefinição das condições da rede, que podem variar constantemente, a transmissão de
telegramas pode ser interrompida. Por esta razão, não devem ser realizadas operações com o KNX
PL110 das quais a ausência de um telegrama possa conduzir a consequentes danos extensivos. Tais
aplicações são, por exemplo, controlo de elevadores e dispositivos de emergência.
3.2 Padronização
Na Europa, a transmissão de sinais pela rede de energia está regulamentada pelo padrão EN 50065
da CENELEC. A 1ª parte deste padrão define requisitos gerais, gamas de frequência, níveis de
transmissão e requisitos para compatibilidade eletromagnética (EMC).
KNX PL110 usa as frequências 105.6 kHz e 115.2 kHz para transmissão.
Devido à frequência média de 110 kHz, o sistema KNX PL110 é por vezes referido como PL110. Como
o padrão só permite um nível máximo de transmissão de 116 dBµV, os dispositivos são por vezes
chamados de ‘dispositivos de classe 116.
Além disso, é utilizada outra técnica inovadora, que consiste numa adaptação permanente e
automática do poder de transmissão e sensibilidade de receção. Este processo permite a adaptação
contínua da potencia de transmissão ás características de rede, garantindo desta forma que o nível
máximo de transmissão nunca é excedido. Desta forma todos os receptores, adaptam
permanentemente a sua sensibilidade de acordo com as características da rede. Isto resulta numa
gama de transmissão óptima mesmo sob condições de fornecimento em constante alteração.
Comparado com o telegrama KNX-TP, KNX PL110 requer informação adicional durante a transmissão
de informação.
[Link] Telegrama
Depois disto, o presente telegrama é transmitido (como no KNX-TP). no qual quatro bits adicionais de
dados de teste são acrescentados a cada byte transmitido. Com a ajuda deste teste de dados, os
erros de bit podem ser corrigidos e podem ser detectados erros multi-bit.
A resposta ao telegrama é feita como resultado do telegrama recebido e deve chegar ao transmissor
depois de um certo período de tempo. Comparado com o KNX-TP, apenas são transmitidas duas
respostas ao telegrama.
ACK: A transmissão foi bem sucedida.
NACK: Transmissão não foi bem sucedida. Este telegrama de resposta só é utilizado pelo
acoplador de meio.
Se o telegrama de resposta não for enviado, o telegrama é repetido. O processo seguinte está
dependente de se o sistema tem um repetidor ou não.
O telegrama de resposta não pode ser enviado por todos os dispositivos abordados, mas apenas por
um atuador por endereço de grupo. Para o efeito, um objeto de grupo deve ser configurado como o
porta voz do grupo 'speaker grupo "durante a fase de planejamento
1.1.6
230/400 V Distribution
Board with band-stop filter
1.1.7
and phase coupler
5/7/33
5/7/33
1.1.1 1.1.3
No exemplo acima, o dispositivo 1.1.7 é um sensor KNX PL 110 enquanto os outros dispositivos são
atuadores KNX PL110. O sensor é ativado. O seguinte aplica-se:
O sensor transmite um telegrama com endereço de grupo 5/7/33.
Todos os atuadores recebem-no e analisam-no.
Só o atuador 1.1.5 transmite o telegrama de resposta ACK porque o integrador de projeto
definiu-o como o porta-voz do grupo para o endereço de grupo 5/7/33.
O seguinte aplica-se:
Somente poderá haver uma bandeira ACK de porta-voz num endereço de grupo (para um objeto
de comunicação vinculado com este grupo).
O indicador ACK deverá ser definido no atuador mais distante.
Se o telegrama de 1.1.5 não for recebido ou for recebido incorretamente ex. devido a uma
perturbação na rede, o atuador não enviará um telegrama de resposta. O sensor repete o telegrama
uma vez.
1.1.6
230/400 V Distribution
Board with band-stop filter
1.1.7
and media coupler
5/7/33
5/7/33
1.1.1 1.1.3
O seguinte aplica-se:
Somente poderá existir uma porta-voz de grupo por endereço de grupo. Para isso apenas poderá
existir um objeto de comunicação selecionado por endereço de grupo onde a bandeira ACK está
definida.
O indicador ACK deverá ser definido no atuador mais distante.
Se um acoplador de meio for colocado posteriormente, tem de ser realizado o seguinte
procedimento:
Integrar o acoplador de media no projeto do ETS:
O novo status do acoplador de media é automaticamente definido para todos os dispositivos
PL110 no projeto.
Fazer download(descarregar) do status do repetidor:
Todos os dispositivos têm de ser avisados sobre o novo status do repetidor através de um
download de software da aplicação. Só após o download estar concluído, todos os
dispositivos estarão conscientes que um repetidor foi integrado na instalação.
Os acopladores de rede (MCU’s) estão agora conscientes da existência de um repetidor na
instalação.
Um acoplador de rede (MCU’s) em transmissão não voltará a repetir o telegrama, no caso do
telegrama de resposta não ter sido recebido.
O repetidor tem de ser instalado num ponto central da instalação (no quadro de distribuição).
Só é permitido um acoplador de meio por instalação. Se uma grande instalação KNX é
implementada, na qual existem várias área KNX PL110, um acoplador de meio com o seu próprio
endereço de dominio tem que ser instalado em cada área PL110.
KNX TP
Powerline area
Media coupler Device Device
1 255
Band-stop filter
3 x 230 V
Em caso de dúvida, deve verificar os requisitos técnicos de conexão locais. O acoplador de meio é
utilizado como interface com o KNX-TP1 em instalações mistas. Numa residência unifamiliar não é
estritamente necessário dividir os dispositivos em linhas e áreas através dos acopladores
correspondentes, desde que o número de dispositivos PL110 não exceda os 256. Todos os
dispositivos PL110 podem trocar dados através de todas as 3 fases através da rede de energia de 230
V, desde que um acoplador de fase ou um acoplador de meio tenha sido instalado.
Em instalações de maior dimensão, o tráfego de bus é reduzida através de uma classificação lógica e
física da instalação KNX-PL110 num máximo de 8 áreas com até 15 linhas (max. 255 dispositivos
PL110 por área). A separação física de áreas individuais é alcançada usando filtros passa-banda
(band-stop).
Os dados podem ser transmitidos de uma área para a outra através de uma linha de bus KNX-TP1
estabelecida entre os vários acopladores de sistema KNX PL110. acoplamento de fase ativo do lado
PL110 é levado a cabo pelo acoplador do sistema. O acoplamento de fase ativo no lado do PL110 é
levado a cabo pelo acoplador de media. A separação física e a tabela de filtros do acoplador de media
permitem uma transmissão seletiva de telegramas para a área vizinha. A carga de bus em todo o
sistema é assim consideravelmente reduzida.
Os equipamentos compactos são PL BCU com atuadores integrados: ex. saída binária,
reguladores de iluminação ou atuadores de persianas.
4 Dispositivos PL não requerem uma ligação PE (ligação ao condutor de proteção elétrica). Uma ligação ao
terminal correspondente é necessário para “repicagem” através do condutor PE (como num interruptor
convencional).
[Link] Adaptador
Caracteristicas deste PL BCU:
É inserido diretamente em uma tomada Schuko.
Está disponível como atuador binário (comutador) e regulador de iluminação universal.
Acoplador de media :
Utilizado para acoplar instalações KNX-TP1 e KNX-PL110
Do lado PL110 tem todas as funcionalidades dum repetidor
No projeto é integrado da mesma forma como um acoplador de linha
KNX-TP1 é o lado primário e KNX-PL110 lado secundário
Buffer dinâmico organizado para até 256 telegramas
Os seguintes parâmetros estão disponíveis:
o Roteamento de telegramas similar ao acoplador de linha. Os parâmetros para
bloquear, rotear e filtrar podem ser estabelecidos em ambas as direções.
o Reconhecimento de telegramas roteados do lado KNX-TP1.
Repetição na eventualidade de erros de transmissão do lado KNX-TP1
Acoplador de backbone:
Utilizado para acoplar áreas PL110 e para configuração de topologias estruturadas em
grandes instalações.
Função completa como repetidor na área à qual está ligado
A linha de dados de acoplador de área tem de ser alimentada internamente com 24V.
Os mesmos parâmetros estão disponíveis como acoplador de meios
Repetições na eventualidade de erros do lado da linha de dados do acoplador de área.
Os participantes não devem ser concebidos de tal forma que transmitam telegramas cíclicos a
intervalos curtos (menos de um minuto).
Não utilize cabos blindados 230/400 V, com blindagem ligada à terra.
Direcionamento de cabos: como se desejar (no caso de filtros passa-banda, os cabos de entrada
e de saída não devem ser colocados em paralelo).
Se existirem várias instalações num edifício, evite instalar os cabos em paralelo para evitar ruído
e interferência entre as mesmas.
Disjuntores e interruptores de segurança com corrente nominal inferior a 10A apresentam um
nível elevado de atenuação de sinal. Estes dispositivos não devem, por isso, ser instalados entre
dois dispositivos de transmissão. Se necessário utilizar fusíveis adequados em detrimento dos
disjuntores e interruptores.
Use sempre um filtro passa-banda por cada condutor de fase (exceto quando existir um posto de
transformação), mesmo quando a transmissão é limitada a uma fase. Tenha atenção que a
capacidade de carga do filtro é afetada pelo calor. Se necessário, divida os circuitos elétricos por
vários filtros passa-banda.
Proteção contra sobretensões: são aplicados os regulamentos para instalações elétricas de
230/400VAC.
Uma instalação KNX-PL110 é colocada em serviço da mesma forma que uma KNX-TP1.
Se um acoplador de sistema é instalado á posteriori numa instalação (ou removido), também
tem de ser reconfigurado (removido) no ETS. Todos os dispositivos bus têm então de ser
reprogramados de acordo para que saibam que a instalação tem um novo status do repetidor.
Uma reinicialização do bus, numa instalação PL 110, só é conseguida disparando o disjuntor
correspondente.
Quando usar KNX-PL110 em instalações com dispositivos conhecidos por causar interferência
(ex. inversores, sistemas de alimentação ininterrupta (SAI / UPS)), deve-se logo na fase de
planeamento ter em conta a separação da carga e do circuito de sinal.