: O sol está começando a se pôr no horizonte, pintando o céu com uma
paleta de cores quentes e suaves. O céu está tingido de tons dourados,
laranjas e rosas, enquanto nuvens esvoaçantes refletem as cores em
tons mais suaves. A luz do sol cria um brilho suave que banha a
paisagem. Você está em um amplo campo aberto, com gramíneas
altas e douradas ondulando com a brisa suave. Em meio ao campo, há
um pequeno grupo de árvores esparsas. São árvores altas e esguias,
com troncos delgados que se estendem em direção ao céu. Suas folhas
são de um verde suave, contrastando com o calor das cores do céu ao
redor. À medida que o sol se põe, a luz dourada e quente atravessa as
árvores, lançando longas sombras no campo. As sombras se estendem
em padrões alongados, criando uma sensação de profundidade e
mistério na paisagem. A luz suavizada do pôr do sol ilumina
delicadamente as copas das árvores, realçando sua forma graciosa. No
horizonte distante, ele2 pode ver uma cadeia de montanhas, suas
silhuetas recortadas contra o céu colorido. As montanhas são apenas
escuras formas sombreadas, destacadas pelas cores vibrantes do
entardecer, criando um contraste marcante. À medida que o sol
continua a descer, o céu se torna mais intenso em tons de laranja e
vermelho. A paisagem inteira está mergulhada em uma atmosfera
tranquila e serena, enquanto o sol se despede lentamente. O ar está
impregnado com uma sensação de calma e contemplação,
convidando-o a apreciar a beleza da natureza ao seu redor
Naquela tarde encontrava-se junto a uma das escassas arvores que
estavam naquele campo pertencente as vastas terras vallerianas.
Olhava ele para o por do sol como se ele pudesse o dar respostas, a
dor que o corroía a cada dia era resultado de suas próprias acções,
buscava ele as respostas para remediar sua situacao nos céus e na
terra , qual? Eram todos momentos gastos em vão, a cada dia ele
podia perceber que estava sendo consumido, se perdendo dentro de si
mesmo, buscando escapar de si mesmo e de seus próprios demónios.
Ao olhar para seus braços ele via as negras marcas que o percorriam
suas veias, seu poder da alma ja não era mais puro, estava
contaminado, ele tinha que expurgar essas impurezas antes que elas o
expurgassem. Ainda que ele odiasse admitir, temia ele ser dominado
por aqueles que uma vez chamou de seus, as bestas que ele permitiu
habitarem dentro de si como iguais. Apesar dele ser o portador do
poder de bakemono king, possuía bastante limitações em comparação
ao original, isso aumentava suas inseguranças quanto as bestas que
ele possuía em seu corpo, aos poucos ele foi se apercebendo que as
inseguranças de seu irmão mais velho não eram só paranóias, em
breve estaria sendo consumido por completo
Naquele momento o sistema, que agia como uma segunda mente de
kheyd tomou uma decisão, ele tinha sido criado por ele para que
pudesse tomar decisões desse calibre nos momentos em que ele
certamente não teria coragem de tomar elas. Ele foi infligido por uma
dor imensa naquele momento, era como se ele tivesse seus
arrancados se deu corpo, inevitáveis gritos ecoaram pelo local vazio
acompanhados por uma onde de energia que abalou o mundo e o
cosmos em si, naquele momento. De seu corpo um enorme esqueleto
foi expelido, ele parecia ter cerca de 20 km de altura, junto dele
outros três seres vieram, um ser que se assemelhava a um homem
mais velho com a pele enrugada, possuía uma longa barba assim como
longos cabelos grisalhos, dono de uma estatura mediana e um terno
de grife azul claro ele parecia um humano comum aos olhos de muitos,
mas para aqueles que conseguiam ver alem sabiam que ele não era
normal. Se tratava do demiurgos, o ser responsável pela criacao do
mundo material, conhecido por ser um senhor maligno que tende a
afastar os seres da verdade. Ao seu lado uma criatura exótica cujo o
corpo eram varias partes de outros animais, suas patas dianteiras
eram as de um leão e um falcão, já as traseiras eram a de um bode e
a outra como a de um dragão, com asas diferenciadas como as de um
anjo e de um demónio assim como os chifres na sua cabeça de bode,
um era como o dos cervos e o outro era como o de uma palanca negra
porem azul. A ultima criatura era um ser metade homem, metade leão,
ele era a encarnacao do deus da conservacao da trimurti.
Eles juntos ali emanavam auras diferentes que faziam o cosmos inteiro
se abalar, a ordem era perturbada e rachaduras na própria realidade
foram abertas de somente pela presenca dos quatro ali juntos. Ele
agora sem aqueles seres dentro de si nada mais era que um humano,
sua própria confiança estava abalada, porem ele sabia que deveria
fazer algo, caso contrario estavam todos condenados a um universo
caótico ou ate mesmo ao final de tudo dependendo dos caprichos
daqueles seres que se mostraram. Mas oque um simples humano
naquela situacao poderia fazer? Nesse momento ele sentiu algo, o
sistema mostrou a ele as memorias de aionias apostritia, a técnica que
o mesmo tinha criado, aquela que ele julgava ser a mais letal e capaz
de subjugar qualquer ser que existisse independentemente do seu
nível de poder, ele so precisava acertar. Kheyd convocou sua horcrux,
uma arco que continha algo que se assemelhava a um crânio humano.
O rapaz com o arco em mãos reuniu a essência de aionias apostritia,
moldou elas no formato de flechas e pos no arco que de seguida
disparou.
Quatro flechas lançadas, a primeira atingiu o grande monsto em
seguida as outras três seguiram por trás do grande monstro e
acertaram os 3 seres pelas costas já que eles estava nos ombros do
titã. Nesse momento apos eles terem sido atingidos, seus corpos foram
cobertos por uma substancia negra, seus corpos envolvidos nessas
substancias saíram deles e se juntaram em uma única esfera do
tamanho de uma pêra, dourada emitia um grande brilho. O poder dos
seres estava armazenado ali e todos aqueles seres tinham sido
eliminados de uma vez, sua presença que perturbava o cosmos tinha
sumido (técnica secreta então não vou explicar hahahaha) somente
sobrava aquela minúscula esfera dourada. No momento em que ele
manteve contacto com ela, algo aconteceu, uma explosão de luz se
propagou por quilómetros, naquele momento já havia escurecido e a
explosão fez a noite parecer dia, os cabelos de kheyd junto de uma
aura multicolor eram destaques naquele momento.
Já na mente do rapaz, ele se encontrou com algo, a silhueta de um ser
que por uns segundos ele pode reconhecer de retratos, era ele feng
wen o anterior bakemono king, porem ele sumiu no segundo seguinte.
O poder do ser que tinha seu corpo em muitas partes era oque tinha
causado aquele pequeno apagão, ele pertencia a uma espécie que se
vinculava a conceitos, logo no momento de sua nascença, assim fazia,
mas como kheyd não tinha nascido naquela espécie ele deveria
escolher um conceito para tal ou o conceito o escolheria. Momento
depois um ser que de um lado um brilho multicolor e do outro
monocromático, sem forma definida surgiu diante de kheyd, esse era o
conceito que o havia escolhido, o conceito da imaginação , era aquela
a forma da imaginacao que tinha escolhido o seu avatar, o primeiro
avatar da imaginacao na sua forma mais pura, o ser ao tocar em
kheyd, efectuou uma mudança total no mesmo, ele agora alem dos
outros poderes dos outros seres ele possuía o poder der ser a
personificacao da própria imaginacao, ele era a imaginacao viva