7 – AMOSTRAGEM DE SOLO
Introdução
A caracterização de um solo depende, da qualidade da
amostra e do procedimento dos ensaios.
Existem normas, brasileiras e estrangeiras, tanto para a
amostragem quanto para os ensaios, que devem ser
obedecidas.
Objetivos
1. Determinar a natureza do solo e sua estratificação;
2. Obter amostras amolgadas e indeformadas do solo
para identificação visual e ensaios de laboratório
apropriados;
3. Determinar a profundidade e natureza do leito
rochoso, quando encontrado;
4. Realizar ensaios de campo in situ (permeabilidade,
palheta, penetração dinâmica – SPT);
5. Avaliar problemas especiais de construção em relação
às estruturas próximas existentes; e
6. Determinar o nível do lençol d’água
Amostras
1. Deformada
• Solo desagregado,
• Representativa do solo quanto à textura e
constituição mineral;
• Usada na identificação visual e táctil
(granulometria, limites de consistência e massa
específica dos sólidos);
• Usada em Ensaio de compactação; e
• Preparação de corpos de prova para ensaios de
permeabilidade, compressibilidade e resistência ao
cisalhamento.
Amostras
1. Deformada
Até um metro abaixo da superfície do
terreno: pás, enxadas, picaretas e outras
mais apropriadas a cada caso; e
Profundidade maior:ferramentas especiais
(trados ou um amostrador de parede grossa).
Amostras
2. Indeformada
Forma cúbica ou cilíndrica;
Deve ser representativa
• Da estrutura e teor de umidade do solo, na data de sua
retirada; e
• Da textura e composição mineral.
▪ usada para se determinar às características do
solo “in situ”, como:
▪ os índices físicos, o coeficiente de permeabilidade, os
parâmetros de compressibilidade e de resistência ao
cisalhamento
Amostras
2. Indeformada
Depende da cota da amostragem, da densidade
do solo e da posição do lençol freático;
Solos moles abaixo do nível d’água - amostrador
de parede fina;
Solos acima do nível d’água e mais densos -
abrir um poço até a cota de interesse e retirar
um bloco de solo
• Caixa metálica ou de madeira como fôrma e com
dimensões apropriadas ao tipo; e
• Número de ensaios a realizar.
Equipamentos e acessórios
Equipamentos:
Trados de diversos tipos e diâmetros; amostrador de
parede grossa; caixa metálica; amostrador de
parede fina;
Acessórios:
Sacos de lona ou de plástico de diferentes
tamanhos, pás, enxadas, picaretas, facas,
espátulas, conchas; fogareiro a gás; parafina; tecido
(tipo estopa ou similar); etiquetas; caixas de
madeira, serragem.
Procedimentos para a amostragem
Para cada um dos tipos de amostras representativas
o procedimento na amostragem será diferente.
1. Amostra deformada
a. fazer uma limpeza no local de trabalho, retirando
a vegetação superficial, raízes e qualquer outra
matéria estranha ao solo; e
b. Só depois iniciar o processo de coleta de amostra.
Procedimentos para a amostragem
1. Amostra deformada
Cota de retirada da amostra até 1,0 m
Fazer uma escavação, até a cota de interesse, com
uma das ferramentas indicadas e, então fazer a
coleta.
Cota de retirada entre 1,0 a 6,0 m de profundidade
Usa-se o trado cavadeira, desde que, o furo não
precise de revestimento.
Cota de retirada maior do que 6,0 m ou quando o
furo exigir tubo de revestimento deve-se usar o trado
helicoidal.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Tipos de trado
Procedimentos para a amostragem
1. Amostra deformada
Quando o trabalho com o trado helicoidal se tornar
difícil ou para amostragem abaixo do nível d’água,
quando poderá se tornar pouco eficaz, pode-se
utilizar um amostrador de parede grossa, que é
cravado dinamicamente no solo através de energia
fornecida pela queda livre de um martelo.
A sondagem a trado é regulada pela NBR 9603/86.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Amostrador de parede grossa
AMOSTRAGEM DO SOLO
Amostrador de parede grossa
Procedimentos para a amostragem
1. Amostra deformada
O Standard Penetration Test (SPT) é o mais adotado
por todos os institutos técnicos e empresas
particulares especializadas.
O Ensaio SPT obedece os critérios estabelecidos na
NBR 6484/01.
Procedimentos para a amostragem
O Standard Penetration Test (SPT)
Dupla função:
• medir a resistência à penetração; e
• coletar amostras que nesse caso são alteradas pelo
choque e vibração no momento da cravação do
amostrador.
Este método além de econômico é rápido e pode ser
aplicado à maioria dos solos, exceto pedregulhos.
Procedimentos para a amostragem
O Standard Penetration Test (SPT)
O ensaio basicamente consiste em introduzir o
“amostrador”, que é fixado na extremidade das hastes
de cravação e cravado 45 cm no solo, por dentro de
um tubo de sondagem.
A cravação é feita por um peso (martelo) de 65 kg,
com uma altura de 75 cm de queda.
Inicialmente se fazem penetrar 15 cm e, a seguir, se
registra o número N de golpes aplicados para cravar
outros 30 cm, anotando-se separadamente cada 15
cm.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM
DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Ensaio SPT
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
O Standard Penetration Test (SPT)
Vários autores relacionam os resultados do N SPT, com
as propriedades dos diferentes tipos de solos.
A amostra deverá ser:
• colocada em saco de lona ou plástico resistente;
• identificada através de uma etiqueta amarrada à boca
do saco e contendo informações sobre o local,
número, profundidade e data da amostragem.
Além dessas informações deve-se fazer uma planta do
local indicando os dados necessários a recuperação do
ponto amostrado.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
O Standard Penetration Test (SPT)
Planta do local indicando os dados necessários a
recuperação do ponto amostrado.
CLASSIFICAÇÃO TÁCTIL-VISUAL (ASTM -
D2488-69)
2. Amostra Indeformada
A viabilidade técnica e econômica da obtenção de
amostras indeformadas é função da natureza do solo a ser
amostrado, da profundidade em que se encontra e da
presença do nível d’água. Esses fatores determinam o tipo
de amostrador e os recursos a utilizar.
Algumas formações apresentam maiores dificuldades que
outras no processo de extração de amostras
indeformadas.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
2. Amostra Indeformada
A retirada de amostras indeformadas pode ser
subdividida em duas classes:
Amostra indeformada de superfície: a coleta de
amostras é realizada próxima à superfície do
terreno natural, ou próximas à superfície de uma
exploração acessível, utilizando-se amostradores
em que o processo de avanço é por aparamento
(cilindros e anéis biselados – ou escavações
(blocos)
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
2. Amostra Indeformada
Cilindros e anéis biselados
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
2. Amostra Indeformada
Retirada de amostra indeformada
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
2. Amostra Indeformada
Seqüência de amostragem de um bloco
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
2. Amostra Indeformada
Cilindros e anéis biselados
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
3. Amostra indeformada em profundidade
Amostrador de parede fina
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
3. Amostra indeformada em profundidade
O amostrador é introduzido no solo por pressão
estática e constante e retirado quando estiver cheio.
A camisa é então liberada do cabeçote, selada e
enviada ao laboratório.
Este tipo de amostrador é usado para extração de
amostras em solos moles.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
Cuidados a serem tomados
1. Amostra deformada
Toda e qualquer matéria, orgânica ou não,
estranha ao solo deverá ser excluída da
amostra. Se esta operação for difícil de ser
realizada no campo deve-se informar sobre a
existência dessa matéria, para que no
laboratório sejam tomadas as providências
necessárias.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Procedimentos para a amostragem
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Os cuidados a serem tomados com essas
amostras devem ser maiores do que aqueles
com uma amostra deformada indo desde a
abertura do poço até sua utilização em
laboratório. Estes cuidados com a amostra
permitem a manutenção do teor de umidade
e da estrutura do solo “in situ”.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante a abertura do poço e a retira do
bloco deve-se tomar cuidado para que:
a) Em amostra retirada à superfície do terreno, o sol
não incida diretamente sobre o bloco provocando
um secamento superficial do solo;
b) O poceiro não leve a escavação até a cota do topo
do bloco;
c) A caixa não seja cravada no solo e, com isso,
podendo provocar uma alteração na estrutura do
solo, principalmente se for um solo arenoso fofo.
A caixa deve descer justa sem cortar o solo e sem
um grande esforço do operador;
AMOSTRAGEM DO SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
d) A caixa envolva, completamente, a amostra não
permitindo folgas; se isto, não for possível
preencher a folga com o solo solto, com um
mesmo teor de umidade;
e) A amostra não sofra nenhuma vibração,
principalmente, para solos arenosos finos;
f) A amostra não tombe bruscamente quando da sua
separação do terreno natural;
g) O transporte da amostra até a superfície do
terreno seja rápido.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante o tratamento do bloco com parafina
e tecido deve-se cuidar para que:
h) Este tratamento não seja feito no fundo do poço ou em
lugar fechado, pois a parafina ao derreter emana gases
que podem provocar mal estar;
i) A parafina, da primeira camada, não esteja muito
quente, principalmente, em solos com grandes vazios
evitando-se com isso a sua penetração no interior do
bloco;
j) A primeira etiqueta seja colocada no topo do bloco
indicando a posição correta em campo;
AMOSTRAGEM DO SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante o tratamento do bloco com parafina
e tecido deve-se cuidar para que:
k) O tecido poroso colocado, sobre a primeira
camada de parafina, envolva o bloco sem folga,
porém, sem pressioná-lo;
l) A parafina colocada sobre o tecido esteja a uma
temperatura mais alta permitindo uma aderência
maior entre essas camadas e criando uma casca,
parafina-tecido-parafina, rígida e impermeável;
m) A segunda etiqueta esteja também sobre o topo
do bloco onde foi colocada a primeira etiqueta e
de fácil visualização no laboratório.
AMOSTRAGEM DO SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante o transporte da amostra para o
laboratório, principalmente, se forem usados
diferentes meios de transporte deve-se cuidar para
que:
n) O bloco seja colocado dentro de uma caixa de madeira e
protegida por serragem ou outro material qualquer;
o) A caixa de madeira seja identificada como contendo
material frágil e indicando a posição na qual deverá
permanecer durante o transporte.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante o período de armazenamento no
laboratório, em que deverá ficar aguardando a
realização dos ensaios, tomar cuidado para que:
p) A amostra permaneça em câmara úmida saturada, em local seguro e que não seja movimentada
sem necessidade;
q) A etiqueta esteja visível e legível.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante a retirada de corpos de prova, para a
realização dos ensaios, tomar cuidado para que:
r) A retirada da parafina e do tecido não provoquem uma alteração na estrutura do solo. Use uma
tesoura para cortar o tecido se necessário;
s) A amostra não fique exposta ao ar, por um período longo, após a retirada de uma parte dela.
Coloque um pano úmido sobre essa região da amostra se for continuar a usá-la, em seguida;
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Cuidados a serem tomados
2. Amostra indeformada
Durante a retirada de corpos de prova, para a
realização dos ensaios, tomar cuidado para que:
t) Antes de retornar o bloco à câmara úmida coloque parafina, nas partes onde ela foi retirada,
fazendo uma boa ligação entre a parafina existente e a recolocada;
u) Um plano de utilização do bloco deve ser feito, antes de se iniciar o corte, indicando os locais de
onde serão retirados os corpos de prova para a realização de cada ensaio. Lembre-se que este
poderá ser o único bloco disponível para a caracterização do solo amostrado.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Procedimentos para a amostragem
Dimensionamento da amostra
• Tipo de ensaios;
• Número de ensaios; e
• Condição atual e futura do local da amostragem.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Dimensionamento da amostra
Amostra deformada
A NBR 6457/86 – “Preparação de amostras para
ensaios de compactação e ensaios de
caracterização”, indica as quantidades, para
preparação de amostras para os ensaios de
compactação e de caracterização, para solos que
tenham partículas menores que 4,8mm (# 4).
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Dimensionamento da amostra
Amostra deformada
Quantidade de solo para os ensaios de compactação e caracterização
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Dimensionamento da amostra
Amostra indeformada
Para amostras indeformadas o dimensionamento
está diretamente relacionado ao tipo e a dimensão
do amostrador a ser usado no momento da coleta
de amostra.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Número de furos de sondagem SPT:
Um furo de sondagem para cada 200 m2 de projeção
de área construída, até projeção de 1200 m2.
Um furo de sondagem adicional para cada 400 m2 de
área de projeção para área entre 1200 e 2400 m2.
Para projeção acima de 2400 m2 o número de furos de
sondagem será fixado para cada caso em particular,
observando o bom senso do profissional.
Para pequenas áreas o número mínimo de furos de
sondagem será:
2 furos para projeção entre 200 e 400 m2
3 furos para projeção entre 200 e 400 m2
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Número de furos de sondagem SPT
Área projeção em m2 Número de furos SPT
< 200 2
200 a 600 3
600 a 800 4
800 a 1000 5
1000 a 1200 6
1200 a 1600 7
1600 a 2000 8
2000 a 2400 9
> 2400 à critério
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Apresentação dos Resultados
Os resultados de um serviço de sondagem são sempre
acompanhados de relatórios dando as seguintes indicações:
a) Planta de situação dos furos;
b) Perfil de cada sondagem com as cotas de onde
foram retiradas as amostras;
c) Classificação das diversas camadas e os ensaios que
as permitiram classificar;
d) Níveis do terreno e dos diversos lençóis d’água,
com a indicação das respectivas pressões; e
e) Resistência a penetração do barrilete amostrador,
indicando as condições em que a amostra foi
tomada (diametro do barrilete, peso do pilão e
altura de queda).
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM
DO SOLO
Compacidade das areias em função do SPT
Resistência a penetração Compacidade
(N do SPT) da areia
0a4 muito fofa
5a8 fofa
9 a 18 compacidade média
18 a 40 compacta
Acima de 40 muito compacta
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM
DO SOLO
Consistências das argilas em função do SPT
Resistência a penetração Consistencia
(N do SPT) da argila
<2 muito mole
3a5 mole
6 a 10 consistência média
11 a 19 rija
> 19 dura
POÇOS DE INSPEÇÃO
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Sondagem de Simples Reconhecimento NBR 6484
Consiste em dois tipos de operação:
• Perfuração; e
• amostragem.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Sondagem de Simples Reconhecimento NBR 6484
Perfuração acima do nível d’água
a) Perfuração iniciada com trado tipo cavadeira de 10cm
de diâmetro
b) Repetidas operação aprofundam o furo, e o material
recolhido é classificado;
c) Feita de metro em metro de perfuração, ou sempre
que ocorrer mudança de material;
d) Atingida uma certa profundidade, introduz um tubo
de revestimento, com 2. ½” de diâmetro, que é
cravado com martelo, que também será usado para
amostragem. Por dentro desse tubo, a penetração
progride com um trado espiral.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
SONDAGEM A TRADO
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Sondagem de Simples Reconhecimento NBR 6484
Determinação do nível d’água
a) A perfuração com trado é mantida até ser atingido o nível
dágua, ou seja até que se perceba o surgimento de água no
interior da perfuração ou no tubo de revestimento;
b) Registra-se então a cota do nível d’água;
c) Interrompe-se a operação e aguarda-se para determinar se o
nível d’água se mantém na cota atingida ou se ele se eleva no
tubo de revestimento;
Se isto ocorrer é indicação de que a água estava sob pressão.
d) Aguarda-se o nível d’água ficar em equilíbrio e registra-se a
nova cota.
e) A diferença entre a cota final e a cota inicial em que foi
encontrada a água indica a pressão a que está submetido o
lençol.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Perfuração abaixo do nível d’água
a) Após atingido o nível d’água, a perfuração pode
prosseguir com a técnica de circulação de água
(percussão e lavagem);
b) Uma bomba d’água motorizada injeta água no
interior do furo, através de uma haste de menor
diâmetro, por dentro to tubo de revestimento.
Na ponta da haste, existe um trepano, com ponta
afiada e com dois orifícios pelos quais a água sai sob
pressão.
c) De metro em metro de perfuração, ou sempre que se
detectar alterações do solo pelos detritos carreados
pela água de circulação.
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO – AMOSTRAGEM DO
SOLO
Perfuração abaixo do nível d’água
O material em suspensão trazido pela lavagem não
permite boa classificação do solo , mas mudanças
acentuadas do tipo de solo são detectadas.
A perfuração por lavagem é mais rápida do que pelo
trado. Ela só pode ser empregada abaixo do nível
d’água, porque acima dele altera a umidade do
solo e, consequentemente as condições de
amostragem.