INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE & AUDITORIA DE
MOÇAMBIQUE
Teste 2 – Introdução à Auditoria
2º Ano Contabilidade & Auditoria/Laboral
Parte I – Múltipla escolha @1.0V
Escolha apenas uma opção que considerar a mais correcta, para cada afirmação:
1. A Norma Internacional de Auditoria (ISA) 200, aborda as responsabilidades
gerais da gerência na condução de uma auditoria de Df’s de acordo com as ISA,
com a excepção de:
a) Estabelece os objetivos gerais do auditor independente;
b) Explica a natureza e âmbito de uma auditoria concebida para permitir ao
auditor independente satisfazer esses objetivos;
c) Explica o âmbito, autoridade e estrutura das ISA e inclui requisitos que
estabelecem as responsabilidades gerais do auditor independente
aplicáveis a todas as auditorias, incluindo a obrigação de cumprir as ISA;
d) Todas.
2. Se um Manager de Auditoria for designado para auditar uma empresa, onde
sua esposa trabalhou como secretária um ano atrás ele deve:
a) Recusar o trabalho
b) Comunicar o Partner e renunciar;
c) Efectuar o trabalho
d) Comunicar o facto ao Cliente;
e) Comunicar o cliente e renunciar:
3. A possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente
inadequada sobre Df’s significativamente incorrectas é denominada:
a) Risco de auditoria; b) Risco inerente; c) Risco de detecção; d) Nenhuma
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4. Como base para a opinião do auditor, as ISA exigem que:
a) Ele obtenha garantia razoável de fiabilidade sobre se as Df’s em parte
estão isentas de distorções materiais, quer devido a fraude quer a erro;
b) Ele obtenha garantia razoável de fiabilidade sobre se as Df’s como um
todo estão isentas de distorções materiais, quer devido a fraude quer a
erro;
c) Ele obtenha garantia razoável de fiabilidade sobre se as Df’s em parte
estão sujeitas de distorções materiais, quer devido a fraude quer a erro;
d) Ele obtenha garantia razoável de fiabilidade sobre se as Df’s como um
todo estão sujeitas de distorções materiais, quer devido a fraude quer a
erro.
5. Os princípios fundamentais do IAAB exigem que o auditor cumpra:
a) Integridade;
b) Competência e zelo profissional;
c) Confidencialidade;
d) Comportamento profissional; e
e) Nenhuma.
6. O Auditor Externo deverá divulgar somente a terceiros, informações sobre
Entidades auditadas ou sobre o trabalho por ele realizado quando e por escrito:
a) Outros Auditores ou parte relacionados requisitarem;
b) O Partner responsável pela Auditoria autorizar;
c) Os Accionistas da Entidade auditada requererem;
d) Administração da Entidade autorizar
e) As partes relacionadas ou credores da Entidade requisitarem;
f) O Tribunal Supremo da Justiça requerer
7. O objetivo do auditor é implementar procedimentos de controlo de qualidade
ao nível do trabalho que lhe proporcionem garantia razoável de fiabilidade de
que, excepto:
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a) A auditoria envolve as normas profissionais e os requisitos legais e
regulamentares;
b) A auditoria cumpre as normas profissionais e os requisitos legais e
regulamentares; e
c) O relatório emitido pelo auditor é apropriado nas circunstâncias.
8. Qual dos seguintes factos não é uma das razões importantes para obtenção de
entendimento de controlos internos:
a) Fundamentar avaliação do risco de controle de uma afirmação em nível
baixo razoável;
b) Identificar tipos de erros ou classificações indevidas ou potenciais;
c) Considerar factores que afectam o risco de erros ou classificações
indevidas materiais;
d) Desenhar testes substantivos que forneçam segurança razoável de
detecção de erros ou classificações indevidas relacionadas com afirmações
específicas.
9. O programa de controlo de qualidade deve ser estabelecido de acordo com a
estrutura da equipe técnica do Auditor e a complexidade dos serviços; assim, se
o auditor não possuir equipe, em trabalho desta natureza:
a) Não poderá aceitar o trabalho visto ser de fundamental importância á
existência de estrutura técnica de equipa;
b) Terá limitação na execução da parte do trabalho, tendo de compor
pareceria com outra Firma de Auditoria maior;
c) O controlo de qualidade é inerente á qualificação profissional do Auditor,
a qual confirmará sua competência para execução do trabalho
d) O Auditor deverá de forma obrigatória constar na sua opinião a limitação
da equipa técnica, ficando sob sua responsabilidade os trabalhos;
e) A qualidade do trabalho fica sempre comprometida, sendo passível de
censura ética por parte da Ordem dos Contabilistas e Auditores;
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10. No julgamento qualitativo do que é materialmente relevante, há vários
aspectos a considerar entre os quais os seguintes excepto:
a) Relato sobre políticas contabilísticas ou passivos contingentes referidos no
anexo às contas,
b) Transacções de partes relacionadas;
c) Consideração de erros que devam ser corrigidos
d) Determinação de estimativas efectuadas, tal como provisões para perdas
ou diminuição no valor dos activos;
Parte II – Verdadeiro/Falso
Responda as questões colocando “F” se Falsas e “V” se elas forem verdadeiras:
@0.50Val
a) A reexecução é a execução independente de procedimentos ou controlos do auditor
que foram originariamente executados como parte do controlo interno da entidade.
Por exemplo, reexecutar a idade das contas a receber. ( )
b) Os procedimentos analíticos englobam a investigação de flutuações e
relacionamentos que sejam inconsistentes com outra informação relevante ou se
desviem significativamente de quantias previsíveis. ( )
c) A prova de auditoria proporcionada pelos documentos originais é mais fiável do que
prova de auditoria proporcionada por fotocópias. ( )
d) Arquivos correntes são actualizados com as informações consideradas importantes
para a auditoria de um único período. ( )
Parte III: Questões de reflexão (@4,0Val)
3.1 O objectivo da auditoria de DF´s é o de habilitar o auditor a expressar uma opinião s obre s e as
demonstrações financeiras estão ou não preparadas, em todos os aspectos materialmente relevant es ,
de acordo com uma estrutura conceptual de relato financeiro identificada.
a) O que é que aconteceria se as DF´s não fossem preparadas em conformidade a essa
estrutura? Fundamente a sua resposta, num mínimo de uma página.
3.1. A luz da ISA 530, Um assistente de auditoria foi designado para acompanhar a contagem
física de lingotes de alumínio nas instalações da Mozal, S.A. Ao chegar no local, foi atendido
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pelo engenheiro responsável e gerente de contabilidade, quando então foi convidado para
conhecer o lugar onde estavam empilhados os lingotes. Retornando ao escritório, tratou logo
de efectuar o cut-off das movimentações de mercadorias. No pátio da empresa, o engenheiro
comunicou que a primeira pilha de lingotes referia-se a alumínio de 95% de pureza, a
segunda pilha referia-se a alumínio de 50% de pureza, e a terceira 25% de pureza. O
procedimento de contagem foi efectuado como o auditor havia previsto. No entanto,
retornando ao seu escritório, o auditor passou a reflectir: “será que aquele produto era
realmente alumínio e com os percentuais de pureza que me informaram?”
a) Indique qual o procedimento que o auditor deveria ter efectuado para que
essa dúvida fosse esclarecida?
O Docente, Dr. Abdul Razak