ResumAssistencia pre´e trasoperatória.
Compreende três grandes períodos cirúrgicos: pré
operatório, transoperatório e posoperatorio.
Pré operatório? Período que compreende desde a
informação ao paciente sobre a realização da
cirurgia, a hospitalização e um leito e segue ate o
centro cirúrgico.
Transoperatorio; compreende a chegada ao centro
cirugico a acomodação a mesa cirúrgica, a indução
anestésica seguindo ate o final cirúrgico e a sala de
recuperação
Pós operatório;
Imediato; entre 12 e 24 horas após o procedimento
tem inicio ao termino cirúrgico e chegada a
recuperação pos anestésica e finaliza com alta hospitalar.
Mediato/;
Tem inicio na alta hospitalar do paciente e
tem duração variada conforme a cirugia em
torno de 2 a 4 dias para cirugias de menores
extensões e de 7 a 10 dias para mais
complexas.
Tardio; tem inicio ao termino do pos
operatório imediato e segue ate a completa
cicatrização da cirurgia possui período de
tempo variavl durando ate 2 meses
dependendo da complexidade e o grau de
saúde prévio do paciente.
Exames pre operatórios; hemograma,
coagulograma, tipagem e prova cruzada.
Glicemia, colesterol, protoparasitologico urina
tipo 1,ureia, cretinina, eletrocardiograma raio
x de tórax.
Medicações pre operatórias
Antidepressivos; hipoglicemiantes.
Medicamentos que devem ser mantidos ate a
operação? Betabloqueadores, anti-
hipertensivos, cardiotônicos,
broncodilatadores, corticoides, insulina.
Avaliação pré anestesica.
É um procedimento realizado pela equipe de
anestesiologia de fundamental importância
para assistência do pacienmte cirúrgico, pois
por meio dela e possível identificar potenciais
complicações, histórico do paciente e
realização de exame físico, é também por
meio dela que o anestesiologista define a
medicação pre anestésica.
Admissão na sala de cirugia; ao receber o
paciente na sala cirugica e necessário
identificar e dizer qual papel da equipe.
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Dinamica durante o ato cirugico
É necessário que aja interação interpessoal
entre os m,ebros da equipe.O circulante como
membro da equipe de emfermagem é o
profissional que permanece durante todo ato
cirúrgico na sala operatória.
Posicionamento do paciente cirúrgico deve se
considerar o tempo cirúrgico e os efeitos das
drogas anestésicas. O enfermeiro tem o papel
de identificar os riscos relacionados ao
posicionamento do paciente na mesa cirúrgica
para que possa realizar intervenção que
minimizem complicações. A boa posição
cirúrgica ´aquela que oferece o máximo de
segurança ao paciente. Objetivos: boa
exposição do campo cirúrgico e fácil acesso ao
campo cirúrgico.
• Quando o posicionamento não é
correto
• Dificuldade de controle do anestesista
• Repercussões no pós-operatório
• Dor postural
• Lesões nervosas – neuropraxias
• Má ventilação
• Má circulação
• Dificuldade técnica da operação
Complicações decorrentes do posicionamento
cirúrgico.
Deslocamento de articulações; dor
musculoesquelética; deslocamento e danos
aos nervos periféricos; lesões de pele; danos
cardiovasculares e pulmonares; queimaduras
elétricas
• Posições mais comuns. DORSAL OU
SUPINA
• Trendelemburg
• Trendelemburg reversa (proclive)
• Lateral ou SIMS
• Fowler modificada (sentada)
• Decúbito ventral ou prona
• Kraske (depage ou canivete aberto)
Litotomia ou ginecologica
TIPOS DE ANESTESIAS E COMPLICAÇÕES PÓS
OPERATÓRIAS
O QUE É ANESTESIAS? É o estado de total ou
parcial da sensibilidade. Implica na ausência
de dor e
outras sensações durante uma operação,
exame diagnóstico ou curativo.
(SOBECC, 2013)
OBJETIVOS E ESCOLHAS: Suprimir a
sensibilidade dolorosa do paciente durante
todo o procedimento
cirúrgico, mantendo ou não a sua consciência;
• Promover relaxamento muscular;
• Proporcionar condições ideias de atuação
para os médicos-cirurgiões
TIPOS: Geral ( INALATORIA, INTRAVENOSA,
BALANCEADA)
• Regional( PERIDURAL, RAQUIDIANA E
BLOQUEIO DE PLEXOS NERVOSOS)
• Combinada( GERAL, REGIONAL)
• Local
Anestesia geral
ADMINISTRAÇÃO: INALATÓRIA
EV
BALANCEADA
DEPRESSÃO
IRREGULAR E
REVERSÍVEL DO
SNC HIPNÓTICOS
OPIOIDES
BLOQUEADORES
NEUROMUSCULARES
BLOQUEADORES REGIONAIS
ASSOCIADOS
ADJUVANTES
INDUÇÃO , MANUTENÇÃO ,
REVERSÃO
Anestesia regional perda reversível da
sensibilidade; administração intratecla
peridural, incidência de falhas, tempo de
latência tentativas de punção.
Raqui: É indicada para as cirurgias na região
abdominal e de membros inferiores,
porque o anestésico é depositado no espaço
subaracnoide da região lombar,
produzindo insensibilidade aos estímulos
dolorosos por bloqueio da condução
nervosa.
PERIDURAL
o anestésico é depositado no espaço
peridural, ou seja, o anestesista não
perfura a dura-máter. O anestésico se difunde
nesse espaço, fixa-se no tecido
nervoso e bloqueia as raízes nervosa
anestesia local: Apenas uma pequena região é
anestesiada
através da injeção de anestésico na região
que
vai ser operada, sem que ocorra o bloqueio de
um nervo específico. Ex:. lidocaína sem
vasoconstritor, lidocaína com vasoconstritor
cuidados na enfermagem
Estabilidade hemodinâmica
• Amplitude respiratória normalizadas
• Saturação de O² nos limites normais
• Estabilidade da temperatura corporal
• Estado de consciente
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AVALIAÇÃO
BÁSICA PÓS-
OPERATORIO IMEDIATA: CUIDADOS DE
ENFERMAGEM AVALIAÇÃO BÁSICA PÓS-
OPERATORIO IMEDIATA
• Avaliação da permeabilidade da via;
• Avaliar a presença de ronquidão, estridor,
sibilos ou diminuição do murmúrio
vesicular;
• Aplicar oxigênio umidificado através de
cânula nasal ou máscara facial;
Registrar os SSVV ;
• Avaliar condição do local da cirurgia
• Avaliar nível de consciência.
Complicações: ( olha no slide kkk não consegui
por as imagens aqui);
SAEP
SAE - 5 ETAPAS
É REALIZADO NA PRÁTICA DE ENFERMAGEM de
modo sistemático (organizado e
planejado).
Com o objetivo de formular princípios, que
quando aplicados às atividades de
enfermagem, possam ser efetivos na ajuda ao
paciente e na melhoria da assistência
de enfermagem a este paciente.
1ª ETAPA - AVALIAÇÃO
• 2ª ETAPA- DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
• 3ª ETAPA - PLANEJAMENTO
• 4ª ETAPA - PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM
• 5ª ETAPA - EVOLUÇÃO/AVALIAÇÃO
Objetivos
• Subsidiar meios para uma assistência de
enfermagem global atendendo as
necessidades do paciente cirúrgico.
• O foco principal é estar centrado no paciente
e nas intervenções para atender
suas necessidades.
• Respeitar o paciente como indivíduo,
protegendo seus direitos e dignidade;
• Reduzir a ansiedade do paciente e de sua
família;
• Oferecer uma assistência individualizada
(cada pessoa é diferente e tem
suas necessidades);
• Satisfação do paciente, familiares e equipe.
Essa atividade realizada pelo enfermeiro
corresponde à parte do processo de
Sistematização da Assistência de Enfermagem
Perioperatória (SAEP),
• Caracterizada como um processo específico
direcionado aos cuidados ao
paciente cirúrgico, assim, o profissional que
atua na área perioperatória deve
ser capacitado para atender ao paciente de
maneira individualizada e
direcionada às necessidades apresentadas por
ele,
• Devendo fundamentar suas ações na
aplicação de conhecimento técnico-
científico, habilidades e competências da
prática de enfermagem, com a
finalidade de proporcionar assistência
cirúrgica segura, de qualidade e com
resultados positivos.
Etapas da SAEP
• 1º fase – Visita pré–operatória
• 2ªfase-Planejamento da Assistência
Perioperatória
• 3º fase – Implementação da assistência de
enfermagem
( Período trans-operatório)
• 4º fase –Avaliação da Assistência -Visita pós-
operatória
• 5ª fase-Reformulação da Assistência a ser
Planejada
• Reformulação da assistência a ser planejada,
de acordo com os resultados obtidos,
procurando resolver situações
não desejadas e ocorrência de eventos
adversos.
Através das informações colhidas com os
resultados desses exames acerca das
condições que o paciente apresenta, o
anestesiologista pode garantir a segurança
dele em relação aos cuidados
perioperatórios,
• Utilizando recursos necessários que
contribuem para um resultado satisfatório
de todo o processo, seja para a equipe de
saúde, que estará prestando assistência,
aos familiares e para o próprio paciente
A competência para diagnosticar inclui a
habilidade de interpretar, analisar
dados clínicos e a habilidade para agrupar
dados em formulações de
problemas, além disso, reforça a deficiência
na habilidade de inferir. (Marin et
al, 2004) necessidade de um complexo
raciocínio clínico
IAGNOSTICOS DE ENFERMAGEM EM CENTRO
CIRURGICO(NANDA)
ANSIEDADE
• Ansiedade relacionada à... caracterizado
por... --> trabalhar todas as intervenções
(pré, trans e pós) que contribuam para o alívio
da ansiedade.
MEDO
• Medo relacionado à... Caracterizado por... --
> trabalhar todas as intervençoes (pré,
trans e pós) que contribuam para o alívio da
ansiedade.
INFECÇÃO
• Risco para infecção relacionados a -------
Trabalhar com intervenções que
contribuam para a diminuição dos risco de
infecção ao qual o paciente possa estar
submetido.
• LESÃO
• • Risco para lesão perioperatória de
posicionamento cirúrgico relacionado à... -->
Trabalhar todas as intervenções relacionadas
ao posicionamento cirúrgico ao qual o
paciente será submetido
NJURIA
• risco para injuria------intervenções
relacionadas ao ato anestésico (desde o
posicionamento para a anestesia até os
cuidados na recuperação anestésica).
DOR
• Dor relacionada à... Caracterizada por... -->
Usar este diagnóstico para o paciente
que apresentar dor no momento da visita pré
operatória ou depois da cirurgia na
recuperação anestésica.
• ASPIRAÇÃO
• RISCO PARA ASPIRAÇÃO RELACIONADO A
-----Usar esse diagnóstico quando o
paciente estiver inconsciente ou na
recuperação anestésica e houver o risco de
aspiração.
• INTEGRIDADE DA PELE
• Risco para integridade da pele prejudicada
relacionado à...-->Trabalhar as
intervenções relacionadas ao uso do bisturi
elétrico e principalmente não esquecer
de prescrever o local a ser posicionada a placa
do bisturi elétrico.
SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTESICA
Admissão
• Após a anestesia, as pacientes devem ser
removidas para a sala de
recuperação pós anestésica (SRPA), unidade
de terapia intensiva (UTI) ou
outro local que o anestesiologista responsável
determine e assume a
responsabilidade conforme o caso.
• O médico anestesiologista que realizou o
procedimento anestésico deverá
acompanhar o transporte do paciente para a
SRPA e/ou UTI.
Assistência pós-operatória
• O período de pós-operatório compreende
três fases:
• Pós-operatório imediato (POI), período que
se inicia após o término do
procedimento cirúrgico e se estende por 24
horas;
• Pós-operatório mediato, após as 24 horas
iniciais até 7 dias; e o
• Pós- operatório tardio, após 7 dias do
recebimento da alta hospitalar,
• este último compreende a assistência e
cuidados realizados também em domicílio,
conforme as orientações médicas e de
enfermagem
Assistência prestada no pós-operatório
imediato
• É realizada ainda na Unidade de Centro
Cirúrgico,na Sala de Recuperação
Pós-Anestésica.
• A assistência de enfermagem durante o POI-
Pós-Operatório Imediato é
constituída de cuidados e intervenções que
visam a avaliação integral do
paciente para o tratamento de complicações e
a prevenção de
intercorrências.
• Nesse período, a aplicação da SAEP deve ser
realizada, utilizando as
informações contidas nos períodos pré e
transoperatório
Período pós-operatório imediato
• Inicia-se no momento em que o paciente é
admitido na Sala de Recuperação Pós-
Anestésica (SRPA).
• O objetivo principal é a segurança na
recuperação, através da prevenção e detecção
precoce de possíveis complicações,
• Essas complicações podem estar
relacionadas a situações e condições clínicas
que
o paciente apresentou durante os períodos
pré e transoperatório,
• A assistência a ser prestada no pós-
operatório imediato deve estar pautada em
conhecimento técnico-científico e no
reconhecimento do histórico do paciente no
pré
e transoperatório, garantindo uma assistência
segura e de qualidade e com redução
de eventos adversos e intercorrências.
• A qualidade da assistência nesse período
também está associada à disponibilidade
de recursos materiais e humanos, sendo a
avaliação e determinação desses
recursos realizadas pelo enfermeiro, que deve
utilizar informações, como o número e
porte dos procedimentos realizados, número
de leitos e média de permanência da
SRPA
Desde a admissão até o momento da alta, os
pacientes permanecerão monitorados quanto:
• a) à circulação, incluindo aferição da pressão
arterial e dos batimentos
cardíacos e determinação contínua do ritmo
cardíaco, por meio da
cardioscopia;
• b) à respiração, incluindo determinação
contínua da oxigenação do sangue
arterial e oximetria de pulso;
• c) ao estado de consciência;
• d) à intensidade da dor.
s Unidades de SRPA disponham de monitores
multiparamêtricos para avaliação contínua da
evolução do paciente até a estabilidade dos
sinais vitais, dando continuidade à admissão
do
paciente e assistência pós-operatória, deve-se
verificar a temperatura axilar, a presença de
dor e
o estado psicológico e emocional.
É uma escala que avalia os
sistemas cardiovascular,
respiratório, nervoso central e
muscular dos pacientes
submetidos à ação dos fármacos
e técnicas anestésicas, por
parâmetros clínicos de fácil
verificação, como frequência
respiratória, pressão arterial,
atividade muscular, consciência e
saturação periférica de oxigênio
mediante oximetria de pulso.
Quando o índice de Aldrete e
kroulik deverá ser realizado?
• Na admissão
• 1ª hora: a cada 15 minutos;
• 2ª hora: a cada 30 minutos;
• Seguintes a cada hora.