0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações44 páginas

Desenvolvimento de Talentos no Esporte

Enviado por

Rafael Rezende
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações44 páginas

Desenvolvimento de Talentos no Esporte

Enviado por

Rafael Rezende
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Prof.

Rafael de Rezende Antunes “Não são as espécies mais fortes que sobrevivem,
Nem as mais inteligentes,
E sim as mais suscetíveis a mudança”

Charlies Darwin
• O que podemos absorver e adaptar de
cada teoria para aplicar em nossa vivência?
Competições
Escolares Atletas são selecionados de
acordo com resultados nas
competições
Competições
Universitárias

Houlihan & Green, 2008


Ligas
Profissionais

1%

Atletas de alto nível


• Após o fracasso nas olimpíadas de 1988 criou-se o Instituto
Australiano do Esporte (AIS) com o intuito de melhorar os resultados
em Sidney (2002);

• Identificação de Talentos no Esporte (National Talent Search)


Ziemainz et al., 2002
• Grande População na China;
• Tem como base as escolas e esporte (principalmente em Beijing e
Shanghai);
• Exigência de estar sempre em primeiro – assim como USA, objetiva
medalhas de ouro;

Digel, 2002
PROGRAMA AMERICANO
Programa de Desenvolvimento de Talentos proposto sobre uma ótima oferta diversificada de estímulos nas escolas
(Educação Formal) e Competições bem organizadas em todos os níveis/categorias.

PROGRAMA AUSTRALIANO

Programa de Desenvolvimento de Talentos proposto sobre um sistema organizado de detecção de talentos e


monitoramento dos mesmos, com testes altamente precisos (principalmente Físicos);

PROGRAMA CHINÊS
Programa de Desenvolvimento de Talentos proposto sobre um grande investimento em programas de
altíssima qualidade na iniciação e direcionamento esportivo (Escolas de Esportes);
“Muitos estudos científicos mostram que a habilidade e a
criatividade surgem na infância, para depois serem aprimoradas. O
menino precisa brincar com a bola, sem compromisso, (...) para
depois aprender a técnica, a tática, o jogo coletivo e as posições do
campo. A liberdade de brincar, e não os campos de terra, é que
era importante. As atuais escolinhas, de clube ou não, costumam
fazer o contrário: ensinam aos meninos as regras e os
comportamentos padronizados antes mesmo de desenvolverem a
habilidade e a criatividade e antes de terem um desenvolvimento
psicomotor adequado”
TOSTÃO
Tempos vividos, sonhados e perdidos, 2016, p. 175
Scaglia et al., 2015
• Treinamento Coordenativo;
Pressão do Tempo
Pressão da Precisão

Kröger & Roth, 2002


Pressão da complexidade
Pressão da organização
Pressão da variabilidade
Pressão da carga
Formula Básica

Habilidade Básica

Variabilidade
(Exigências Eferentes e
Treinamento de
Coordenação com a Bola

Kröger & Roth, 2002


Aferentes)

Situação de Pressão
(Tempo, Precisão, Complexidade,
Organização, Variabilidade e
Carga)
• Treinamento Coordenativo;
• Treinamento Gesto Técnico;
“Entendemos a Técnica como a
interpretação no tempo-espaço-
situação do meio instrumental
operativo necessário para a
solução da Situação-problema
nas modalidades esportivas em
questão.”

GRECO; BENDA, (1998)


• Bunker & Thorpe (1982)
constataram que quando
a técnica é abordada
através de situações que
ocorrem à margem dos
requisitos táticos, ela
adquire um transfere
diminuto para o jogo.
Top-down Bottom-up
Deliberativo Intuitivo

Geração de Opções

Memória Memória Memória


de
Longo Prazo Trabalho Longo Prazo
Pendulo Pendulo

base em Roth, 2007


Atenção
Foco da

Greco, 2015., com


Automatização Estabilização da Variação
Técnica
Prática Constante Prática Variada
Inicial Final
Inconsistência Consistência

Erros elevados Poucos erros

Erros grosseiros Detecção de erros

Alta demanda de Baixa demanda de


Atenção atenção

Dificuldade em perceber
os movimentos
do próprio corpo
• Treinamento Coordenativo;
• Treinamento Gesto Técnico;
• Treinamento de Ações Técnico-Táticas;
Gerais Direcionadas
1x0 1x0
1+1x0 1+1x0
1x1 1x1
1+1x1 1+1x1
2x1 2x1
2x2 2x2
1+2x2 1+2x2
3x2 3x2
3x3 3x3
1+3x3 1+3x3
2+3x3 2+3x3
• Treinamento Coordenativo;
• Treinamento Gesto Técnico;
• Treinamento de Ações Técnico-Táticas;
• Treinamento Tático;
Scaglia et al, 2013
Variável Subdivisão Estudos de Referência

• Número de Jogadores; • Configuração do Campo de Jogo;


Número Absoluto de Jogadores; Inequidade numérica entre Presença de bolas auxiliares para o reinício rápido do jogo. /
equipes; Tamanho da Baliza / Tipo de superfície do campo de jogo /
Tamanho do Espaço de Jogo;
• Tamanho do Campo de Jogo;
Tamanho Absoluto X Área por jogador; Proporções entre largura e • Organização da sessão de Pequenos Jogos;
profundidade; Relação Duração X Pausa / Fornecimento x ausência de informação
aos atletas sobre a carga de treinamento / Número de séries;
• Constrangimentos de ordem técnica;
Limitação de Toques na bola / Limitação na utilização de membro • Característica do Feedback do treinador;
dominante; Tipo de informação Frequência de Informação / Encorajamento
Externo;
• Objetivo do Jogo;

Praça, 2016
Marcação de Gols / Posse de Bola;
• Treinamento Coordenativo;
• Treinamento Gesto Técnico;
• Treinamento de Ações Técnico-Táticas;
• Treinamento Tático;
• Treinamento dos Aspectos Cognitivos
Subjacentes a Tomada de Decisão;
•Jogo - situação problema

ir além da tarefa– o desafio leva à superação


das várias facetas do desempenho expressas
pelo comportamento

Impasse, dúvida

Tomada de decisão
• Estratégias de ação – Pensar diferente
(Pensamento Convergente e divergente); • Conflito interno – da ordem à
desordem à auto organização;
• Tomada de decisão (Percepção / Processamento
/ Tomada de decisão / Ação); • Necessidade de buscar uma saída;
• Análise de erros – Feedback Intrapessoal (
• Enriquecimento do pensamento em
Necessidade de busca de uma nova resposta);
função do conflito e da busca de
• Contato com o perder e o ganhar uma saída;
(Aprender com a situação);
• Re-estruturação do pensamento e
• Revisão de planos (Aptidão para lidar com novas aptidão para lidar com situações
situações-problemas) novas;
G
• BÁSSOLI, A. A; ANVERSA, A. B; TEIXEIRA, F. C; BRAZ, N.M. Projeto político pedagógico: • DARIDO, S.C.; BASSOLI de OLIVEIRA, A. A. Procedimentos metodológicos para o programa
elaboração e aplicação nas escolas públicas de maringá. Movimento, Porto Alegre, v. 17, n.01, segundo tempo (PST). In: BASSOLI, A.A.O.; PERIM, G.L. Fundamentos Pedagógicos do Programa
p.77-94, janeiro/março de 2011. Segundo Tempo: da reflexão a prática. Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 2009.
• BRASIL, Lei n. 9615 de 24 de Março de 1998. Institui normas gerais sobre desportos e dá outras • DIAS, C.; NETO, G. J. S.; SILVA, I. M.; MAYOR, S. S. História do futebol em Minas Gerais. Tempos
providências; Gerais – Revista de Ciências Sociais e História – UFSJ número #6, 2014.
• BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: • DIGEL, H. A comparison of competitive sport systems. New Studies in Athletics, London, v.17,
Senado Federal: Centro Gráfico, 1988, 292 p; n.1, p.37-50, 2002.
• Bunker, D., & Thorpe, R. A model for the teaching of games in secondary schools. Bulletin of • DIGEL, H. The context of talent identification and promotion: a comparison of nations. New
Physical Education, 1982. Studies in Athletics, London, v.17, n.3/4, p.13-26, 2002.

• CALDEIRAS, A. M. S. Elaboração de um projeto de ensino. Presença Pedagógica. Belo Horizonte, • FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro,
v. 8, n. 44, pp. 14-23, mar/abr, 2002 Nova Fronteira, 5 ed., p. 1. 144, 1975.
• CARDOSO, M. F. S. Para uma teoria da competição desportiva para crianças e jovens - Um • FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e
estudo sobre os conteúdos, estruturas e enquadramentos das competições desportivas para os Terra, 1996;
mais jovens em Portugal. (2007). (doutorado) - Faculdade de Desporto da Universidade do Porto,
Marcelo Cardoso, Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, 2007. • GADOTTI, Moacir. "Pressupostos do projeto pedagógico". In: MEC, Anais da Conferência
Nacional de Educação para Todos. Brasília, 28/8 a 2/9/94.
• CHRISTINA, R. Análise da técnica e correção dos erros. In J. Adelino, J. Vieira & O. Coelho (Eds.),
Treino de Jovens (pp. 5-14). Lisboa: Centro de Estudos e Formação Desportiva. 2002. • GALLAHUE, D.; OZMUN, J. C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças,
adultos e idosos. 7 ed., Porto Alegre: AMGH, 2013.
• CLARK, J.E. Motor development. In V.S. Ramachandran (Ed.), Encyclopedia of human behavior
(Vol. 3, pp. 245-255). New York: Academic Press. 1994. • GIACOMINI, D.; GRECO, P. J. Comparação do conhecimento tático processual em jogadores de
futebol de diferentes categorias e posições. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, v.8,
• COLL, C. et al. Os conteúdos na reforma. Porto Alegre: Artmed, 2000. n.1, p. 126-136, 2008.
• CRATTY, B. Psicologia no esporte. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1983. • GIL, A. C. Metodologia do Ensino Superior. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
• GRAÇA, A.; MESQUITA, I. Modelos e conceções de ensino dos jogos desportivos. In: TAVARES, • HIRAMA, L. K.; MONTAGNER, P. C. ALGO PARA ALÉM DE TIRAR DA RUA: O Ensino do Esporte em
(ed). Jogos Desportivos Coletivos. Ensinar a Jogar. Centro de Estudos dos Jogos desportivos. Projeto Socioeducativo. Rev. Bras. Ciênc. Esporte, Florianópolis, v. 34, n. 1, p. 149-164, jan./mar.
Universidade de Porto. Editora Faculdade de Desporto, 2013. 2012;
• GRECO, P. J. (Org.): Iniciação Esportiva Universal. v.2. Metodologia da iniciação tática. Belo • HOULIHAN, B.; GREEN, M. Comparative elite sport development: systems, structures and public
Horizonte: Ed. UFMG, 1998. policy. Burlington: Elsevier, 2008.
• GRECO, P. J. Jugar para aprender. Aprender jugando. Revista Área de balonmano. Madrid. • KRÖGER, C.; ROTH, K. Escola da Bola: um ABC para iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo:
Espanha. p.10-18. 2012. Phorte, 2002.
• GRECO, P. J. Proposta de um modelo para sistematização do processo de ensino-aprendizagem- • KUNZ, Elenor. Transformação didático-pedagógica do esporte. 6ª. ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2004.
treinamento tático nos jogos esportivos coletivos. Revista KINESES, Santa Maria, 17, 87- 104,
1997 • LAIOS, A.; THEODORAKIS, N. Communication in Greek sport sciences. Corporate
Communications: na International Journal, 2001.
• GRECO, P. J.; BENDA, R. N. (Org.). Iniciação esportiva universal. v.1. Da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998. • LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone: Editora da
Universidade de São Paulo, 1981.
• GRECO, P.J.; ABURACHID, L.M.C.; SILVA, S.R.; MORALES, J.C.P. Validação de conteúdo de ações
tático-técnicas do Teste de Conhecimento Tático Processual – Orientação Esportiva. Motricidade,• MARTENS, R. Coaches guide to sport psychology. Champaign: Human Kinetics Publishers, 1987.
vol.10, n.1, pp. 38-48, 2014.
• MARTINS, H. H. T. S. Metodologia qualitativa de pesquisa. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.30,
• HAUBENSTRICKER, J.; SEEFELDT, V. Acquisition of motor skills during childhood. In: SEEFELDT, V. n.2, p. 289-300, maio/ago. 2004.
(Org.) Physical activity &wellbeing. Reston: VI, American Alliance for Health, Physical Education,
Recreation, and Dance, p. 41-102, 1986. • MELLO, G. R N. Educação escolar brasileira: o que trouxemos do século XX? Porto Alegre:
Artmed, 2004
• HERSEY, P.; BLANCHARD, K.H. Psicologia para Administradores: A teoria e as Técnicas da
liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986. • MEMMERT, D.; ROTH, K. The effects of non-specific and specific concepts on tactical creativity
in team ball sports: Routledge. 25 p.1423 – 1432, 2007.
• HIRAMA, L. K. ET AL. Pedagogia do Esporte e Intervenção em Projetos Sociais. IN. GALATTI, L. R.
ET AL. MÚTIPLOS CENÁRIOS DA PRÁTICA ESPORTIVA. Pedagogia do Esporte – Vol. 2. Editora • METZLER, M. W. Instructional models for physical education. Boston: Allyn and Bacon, 2000.
UNICAMP, 2017;
• NITSCH, J. R. Ecological approaches to Sport Activity: A commentary from an action-theoretical • SAVIANI, Dermeval. "Para além da curvatura da 'vara". In: Revista Ande no 3. São Paulo, 1983.
point of view. International Journal Sport Psychology. v. 40, n.3, p.152-76.2009.
• SCAGLIA, A. J, REVERDITO, R. S., GALATTI, L. R. Ambiente de jogo e Ambiente de aprendizagem
• OLIVEIRA, A. A. B.; MOREIRA, E. Planejamento e organização para o programa segundo tempo. no processo de ensino dos jogos esportivos coletivos: desafios no ensino e aprendizagem dos
OLIVEIRA, A. A. B.; PERIM, G. L. (Org.). Fundamentos pedagógicos para o programa segundo jogos esportivos coletivos. In: NASCIMENTO, Juarez Vieira; RAMOS, Valmor; TAVARES, Fernando.
tempo, 2. ed., Maringá: Eduem, 2008. (Orgs.). Jogos Desportivos: formação e investigação. Florianópolis: Ed. UDESC, 2013.
• OLIVEIRA, A. A. B.; MOREIRA, E. Planejamento e organização para o programa segundo tempo. • SCAGLIA, A. J, REVERDITO, R. S., GALATTI, L. R. Contribuição da Pedagogia do Esporte ao ensino
OLIVEIRA, A. A. B.; PERIM, G. L. (Org.). Fundamentos pedagógicos para o programa segundo do esporte na escola: tensões e reflexões metodológicas. In: MARINHO, Alcyane, NASCIMENTO,
tempo, 2. ed., Maringá: Eduem, 2008. Juarez. Vieira, OLIVEIRA, Amauri A. B. Legados do Esporte Brasileiro. Florianópolis: Ed. da
UDESC, 2014.
• Paul R. Ford , Christopher Carling , Marco Garces , Mauricio Marques , Carlos Miguel , Andrew
Farrant , Andreas Stenling , Jansen Moreno , Franck Le Gall , Stefan Holmström , John H. Salmela • SCAGLIA, A. J. As novas tendências em Pedagogia do Esporte. In: BALBINO, Hermes Ferreira
& Mark Williams (2012): The developmental activities of elite soccer players aged under-16 (Org.). Inteligências Múltiplas: uma experiência em pedagogia do esporte e da atividade física
years from Brazil, England, France, Ghana, Mexico, Portugal and Sweden, Journal of Sports no Sesc São Paulo. São Paulo: Edições SESC, 2014.
Sciences, 30:15, 1653-1663.
• SCAGLIA, A. J. et al. O ensino dos jogos esportivos coletivos: as competências essenciais e a
• Praça, G. M. Pequenos jogos no futebol: influência do critério de composição das equipes e das lógica do jogo em meio ao processo organizacional sistêmico. Revista Movimento, Porto Alegre,
capacidades táticas e físicas no comportamento de jovens jogadores. Tese, EEFFTO-UFMG, 2016. v.19, n.4, 61 p.227-249, 2013.
• REBER, A. S.: Implicit learning and tactic knowledge. Journal of Experimental Psychology: n.118, • SCAGLIA, A. J. et al. Processo Organizacional Sistêmico, a pedagogia do jogo e a complexidade
p.219-235, General, 1989. estrutural dos jogos esportivos coletivos: Uma revisão conceitual. In: Lemos, K. M., Greco, P. J.,
Morales, J. 5ª Congresso Internacional dos Jogos Desportivos. Belo Horizonte, EEFFTO/UFMG,
• RIGOLIN, L. R. S.; Analfabetismo motor: A realidade das novas gerações. 1ª ed. Copyright 2017. 2015.
• SAMULSKI, D. (Org.). Psicologia do esporte: conceitos e novas perspectivas. [Link]. Barueri: • SCAGLIA, A. J. Jogo: um sistema complexo. In: FREIRE, João Batista, VENÂNCIO, Silvana. O jogo
Manole, 2009. p. 357-382. dentro e fora da escola. Campinas: Autores Associados, 2005.
• SAMULSKI, D. Psicologia do esporte: Teoria e aplicação prática. [Link]. Belo Horizonte: Editora • SCAGLIA, A. J. O futebol e as brincadeiras de bola: a família dos jogos de bola com os pés. São
UFMG, 1995. Paulo: Phorte, 2011.
• SANTOS, A. Didática sob a ótica do pensamento complexo. Porto Alegre:Sulina, 2003.
• SCAGLIA, A. J. Pedagogia do Futebol: construindo um currículo de formação para a iniciação ao • UNICEF/BRASIL. Direito ao esporte seguro e inclusivo. 2017. Disponivel em:
futebol. In: NISTA-PICCOLO, Vilma; TOLEDO, Eliana. (Orgs.). Abordagens pedagógicas do [Link]
esporte. Campinas: Papirus, 2014b.
• VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção
• SCAGLIA, Alcides José. O futebol e os jogos/brincadeiras com os pés: todos semelhantes todos possível. 14a edição Papirus, 2002.
diferentes. 2003. Tese (Doutorado em Educação Física), Faculdade de Educação Física,
Universidade Estadual de Campinas, 2003. • Wolffenbüttel, A. O que é? – Índice de Gini. Desafios do Desenvolvimento – Revista de
informações e debates do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Ano 1. Edição 4.
• SEEFELDT, V. Developmental motor patterns: Implications for elementary school physical 2004. Disponível em:
education. In: NADEAU, C.; HOLLIWELL, W.; NEWELL, K.; ROBERTS, G. (Org.), Psychology of [Link]
motor behavior and sport. Champaign, IL: Human Kinetics, p. 314-323, 1980. 3
• SIGOLI, M. A.; JUNIOR, D. R. A História do uso político do esporte. Rev. Bras. Ciencia e • ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Movimento, v. 12 n. 2, junho 2004;
• ZIEMAINZ, H.; GULBIN, J. Talent selection: identification and development exemplified in the
• TANI, G. MANOEL, E. KOKUBUN, E. PROENÇA, J. Educação física escolar. São Paulo: EPU-EDUSP, Australian talent search programme. New Studies in Athletics, London, v.17, n.3/4, p.27-32,
1998. 2002.
• TANNENBAUM, R.; Liderança e Organização. São Paulo; Atlas, 1970.
• TEOLDO, I.C.; GARGANTA, J.; GRECO, P.J.; MESQUITA, I.; MAIA, J. Sistema de avaliação tática no
Futebol (FUT-SAT): Desenvolvimento e validação preliminar. Motricidade, vol.7, n. 1, pp. 69-84,
2011.

• TEOLDO, I.C.; GUILHERME, J.; GARGANTA, J.; Para um futebol jogado com ideias: Concepção,
treinamento e avaliação do desempenho tático de jogadores e equipe. 1ª ed., Curitiba: Appris,
2015.
“Isso depende
muito de para
onde vocÊ quer ir”,
respondeu o gato.

“EntÃo Qualquer
direÇÃo serve!”
“O senhor poderia
me dizer, por
favor, qual o
caminho que devo
seguir?”

“NÃo me Importa
muito para onde”,
retrucou Alice

Você também pode gostar