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Infraestrutura de Redes: Cabeamento Estruturado

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Projeto de Infra-Estrutura de

Redes

Mini-Curso
Conceitos de Infra-Estrutura
de Redes

• Cabeamento Estruturado;
• Equipamentos Ativos;
• Wireless.
Cabeamento Estruturado
Conceitos de
Cabeamento Estruturado

• O que é?
• Normas envolvidas
• Sub-sistemas
O que é cabeamento
estruturado?
• Cabos e equipamentos PASSIVOS para tráfego de
sinais de comunicação entre diversos dispositivos;
• A estrutura é de MÚLTIPLA FINALIDADE, atendendo
tanto a aplicações convencionais, como voz e dados,
como também a câmeras de vídeo, sistemas de
alarme etc;
• O suporte a diversas tecnologias diferentes exige
aderência simultânea a todas as normas específicas,
adotando-se, em caso de conflitos, aquela mais
RESTRITIVA. Graças a isto, um sistema de
cabeamento estruturado normalmente é capaz de
suportar tráfego de informações em diferentes
formatos e características, sem a necessidade de
alterações em sua estrutura;
O que é cabeamento
estruturado?
• Utiliza topologia ESTRELA, com facilidades de
expansão e estrutura modular. Quando
projetado devidamente, permite a expansão do
alcance e abrangência do sistema sem a
necessidade de acréscimo de muitos
componentes, nem de grandes intervenções;
• Tomando-se como base estas características,
consegue-se com facilidade ampliar a vida útil
dos sistemas, garantidas pelos fabricantes em
15, 20 ou até 25 anos. Alguns fabricantes
chegam, inclusive, a oferecer GARANTIAS DE
APLICAÇÀO.
Órgãos Normativos
• ABNT
– Associação Brasileira de Normas Técnicas. É responsável pela nova
norma brasileira de cabeamento estruturado, recentemente lançada,
a NBR 14.565. A norma encontra-se à venda no site.
[Link]
• EIA – Electronics Industries Association
– Órgão americano responsável por grande parte das normas de
cabeamento estruturado em uso, a EIA é um orgão americano que,
normalmente em associação com a TIA, determina características
dos sistemas de cabeamento estruturado.
[Link]
• FCC – Federal Committee for Communication
– Órgão federal americano responsável pelo controle e fiscalização de
produtos e serviços de telecomunicações. Tem poder de polícia, e
garante o atendimento das normas que impedem a geração e/ou
aceite de interferência de sistemas de telecomunicação.
[Link]
Órgãos Normativos
• IEC – International Eletrotechnical Commission
– Órgão americano, define padrões de teste muito
adotados em sistemas de cabeamento estruturado.
[Link]
• IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers
– Órgão americano responsável por normas importantes,
indiretamente relacionadas aos sistemas de cabeamento
estruturado, como a norma para redes ethernet, por
exemplo (IEEE802.2).
[Link]
• ISO – International Standards Organization
– Órgão internacional com sede em Genebra, Suíça, é
responsável, entre outras normas, pela norma de
interconexão de sistemas abertos (OSI).
[Link]
Órgãos Normativos
• ITU – International Telecommunication Union
– Órgão internacional com sede em Genebra, Suíça, é responsável
por centenas de normas associadas a Telecomunicações. Era
conhecido até algum tempo atrás como CCITT.
[Link]
• TIA – Telecommunications Industry Association
– Órgão americano responsável por grande parte das normas de
cabeamento estruturado em uso, a TIA é um orgão americano que,
normalmente em associação com a EIA, determina características
dos sistemas de cabeamento estruturado.
[Link]
• UL – Underwriters Laboratories Inc
– Instituição privada responsável por testes e ensaios de
equipamentos e materiais, garantindo o atendimento às normas
associadas aos mesmos. Os fabricantes submetem lotes de seus
produtos para testes e certificação. Caso os testes tenham sucesso,
o produto recebe um carimbo de certificação, que é reconhecido
pelas organizações de todo o mundo.
[Link]
Os subsistemas

Subsistemas
Área de Trabalho - WA
Cabeamento Horizontal
Armário de Telecomunicações - TC
Backbone Vertical
Sala de Equipamentos - ER
Entrada
Backbone (não mostrado)
Exemplo de um Sistema de
Cabeamento Estruturado
Telefonia

Fast Ethernet
UTP 4 PARES
UTP 4 PARES

RISER
UTP 4 PARES ATM
DISTR. UTP 4 PARES
UTP 4 PARES
HORIZ. UTP 4 PARES
UTP 4 PARES 32XX
UTP 4 PARES

SALA DE SALA DE CFTV


EQUIP. RISER
EQUIP.

PABX Fast
ATM 3270 CFTV
Ethernet
Área de Trabalho

• Os equipamentos não são


objeto das normas de
cabeamento;
• Sua influência principal está
no dimensionamento do
número de pontos;
• Modelo de Projeto
– Básico : 2 tomadas por AT
– Avançado : 4 tomadas
– Integrado : 4 tomadas + FO
Área de Trabalho

No mínimo 1 WA a cada 10 m2 de acordo com a Norma 568-A


Área de Trabalho
No mínimo 2 Tomadas por WA conforme EIA/TIA568-A
Cabeamento Horizontal

• Comprimento máximo de 90m


por segmento;
• Cabos de quatro pares - um
por tomada;
• Em sistemas baseados em
“zone wiring”, pode-se utilizar
também cabos de 25 pares até
os pontos de distribuição.
Cabeamento por Zona

Método Tradicional x Zone Wiring


Ponto
Múltiplos Cabos Intermediário
de 4 pares Consolidatio
Cabo n
de 25 Pares Point

Patch Patch Panel


Panel
Armário
Armário de
de Telecomunicações
Telecomunicações
Armários de
Telecomunicações

• Os cabos horizontais devem


originar-se do TC localizado no
mesmo piso da área atendida
(cabo horizontal anda na
horizontal);
• O espaço deve ser destinado
exclusivamente para
telecomunicações.
Equipamentos não
relacionados não devem ser
instalados neste espaço nem
tampouco passar através do
mesmo.
Armários de
Telecomunicações

• Deve existir no mínimo um


TC por piso. Pode existir
mais de um para grandes
áreas;
• Para grande números de
pontos, recomenda-se a
instalação de pranchas de
madeira em duas paredes;
• A sala deve dispor de espaço
suficiente para manutenção,
além de energia elétrica e,
em alguns casos,
ar-condicionado.
Cabeamento Vertical

• Garante a interligação entre os


TC’s de cada piso;
• Normalmente montado com
cabos de 25 pares e de fibras
óticas;
• Para maior simplicidade, a
interligação entre os TC’s deve Sle
Backbo eve
ser feita em um único shaft, se Cabeamento
ne Riser Vertical
isto for possível. Cable
Sala de Equipamentos

• A sala deve concentrar


todos os equipamentos
ativos, tanto os de
informática, quanto os de
telecomunicações;
• Deve ter área calculada
com base na quantidade de
WA’s do prédio.
Entrada
• Ponto de demarcação entre o SP e o Cliente (TIA606)
• É onde são realizadas as emendas entre os cabos externos e
os internos. Isto porque os cabos externos normalmente não
têm proteção contra propagação de fogo, além de serem
mais caros;
• A sala não pode estar afastada mais do que 15 metros do
ponto de entrada do cabo no prédio;
• Na mesma sala deve estar o hardware de proteção contra
surtos elétricos e sobre-tensões. Isto vale inclusive para os
cabos de fibra ótica com partes condutoras, como malhas e
tracionadores de aço.
Subsistema de Entrada - EF

Cabos do
Backbone
Vertical

Cabo da
Rede Externa
Hardware de
Conexão
Caixa de
Emenda Unidades de
Proteção Elétrica
Pontos de Administração

Patch Panel
Bloco 110

• Duas opções são utilizadas para concentração e


gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação
110 e patch panels);
• São utilizadas tanto nos TC’s quanto no ER;
• A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as
manutenções.
Pontos de Administração

Identificação Patches
Identificação Bloco

• Duas opções são utilizadas para concentração e


gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação
110 e patch panels);
• São utilizadas tanto nos TC’s quanto no ER;
• A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as
manutenções.
Detalhando (um pouco) algumas
normas

• EIA/TIA 568A - Norma básica


• EIA/TIA 569 - Caminhos e espaços
• EIA/TIA 606 - Identificação
• EIA/TIA 607 - Aterramento
• NBR 14565
A norma EIA/TIA 568

• Cabeamento Vertical em UTP ou fibra


– 90 metros para UTP;
– 2 Km para fibra multimodo 62,5/125 μ;
– 3 Km para fibra monomodo 8,5/125 μ;

• Cabeamento com Topologia em estrela


– Até 2 níveis hierárquicos com armários fiação
– Exceção para cabeamento por zona
A norma EIA/TIA 568

• Cabeamento Horizontal em UTP


– Categoria 5, comprimento de até 90 m;
– 10 metros adicionais para cabos de conexão;

• Interligação entre armários UTP c/ até 20 m.


A norma EIA/TIA 568

• Cabos de interligação (patch cords)


– Cabos UTP com alma flexível;
– Nos armários, até 6 m de comprimento;
– Nos terminais, até 3 m de comprimento;
• Fabricação
– Não recomenda-se no campo;
– Método de conectorização IDC (Insulation
Displacement Contact).
A norma EIA/TIA 568

• O conceito de categoria
– Envolve freqüência de sinalização dentro de parâmetros
específicos;
– É sistêmica, e não para componentes.
• Certificação de acordo com categoria X :
– Todos os componentes devem ser de categoria X;
– Permite-se componentes com categoria superior.
As categorias mais comuns
• Categoria 5
– 100 MHz;
– É a mais comum hoje em dia;
– Suporte a ethernet, token-ring, fast-ethernet (parcial).
• Categoria 5E
– 155 MHz;
– É a mais implantada;
– Suporta todas as aplicações da Cat.5, mais fast-ethernet, alguns padrões de
Gigabit ethernet, ATM até 155 MHz, alguns padrões de ATM 622 MHz
• Categoria 6
– 200 MHz;
– Suporta todos os padrões atuais;
• Categoria 6A
– Novidade, começam a aparecer os produtos mais novos;
– Suporta 10Gbps em cabos de par trançado.
EIA/TIA 569

• Encaminhamento
– Ocupação dos dutos
– Número de Curvas
– Opções de encaminhamento
• Espaços
– Sala de Equipamentos
– TC
EIA/TIA 606

• Obediência ao código de cores


– Nos armários;
– Nos conectores;
– Em alguns projetos, nos próprios cabos;
• Identificação
– Em ambos os extremos dos cabos, nas tomadas, nos pontos
de concentração e nos patch cords.
EIA/TIA 606 - Códigos de
Cores
• Par Trançado • Cabo de Fibra Ótica
– TIP • 1 Branco
• 1 Azul • 2 Vermelho
• 2 Laranja • 3 Preto
• 3 Verde • 4 Amarelo
• 4 Marron • 5 Violeta
• 5 Cinza • 6 Rosa
– RING • 7 Água
• 1 Branco
• 2 Vermelho
• 3 Preto
• 4 Amarelo
• 5 Violeta
Ferramentas Especiais

• Corte
• Eliminação do
isolante/dielétrico
– Obrigatoriedade de
atendimento à norma ([Link])
• Ferramentas de conectorização
– Alicates de crimpagem
– Kits de conectorização ótica /
emenda
Equipamentos para
certificação
• A importância relativa dos
equipamentos;
• Cable Scanners
– Comprimento
– Cross-talk
– NEXT
– Atenuação
– Delay skew etc
• Outros equipamentos
– TDR, multiteste etc
Equipamentos Ativos
Equipamentos Ativos

• Embora tenham abrigado diversos tipos de


equipamentos (repetidores, HUBs, roteadores
e switches), hoje a categoria dos
“equipamentos ativos” praticamente se limita
aos switches;
• Na função de concentradores de tráfego, os
switches agregam, tratam, selecionam e
encaminham pacotes de dados em ambientes
dos mais diversos portes e complexidades;
• Qualquer infra-estrutura de rede, mesmo
envolvendo sistemas de comunicação diversos
(telefonia, CFTV, vídeo etc) estará sempre
baseada em um arranjo de switches.
Topologia de um Projeto de Ativos
Servidores
WA
N
Interne
t

Núcleo (redundante) Núcleo

Borda Borda Borda

Host
hosts hosts
redundante
Topologia: Recomendações
• Estrela hierárquica com 2 níveis
– Núcleo ou core;
– Borda ou edge;
– Usuários.
• Redundância:
– Anéis nas extremidades;
– Habilitação de protocolos para tratamento
• STP: Spanning-Tree Protocol;
• MLST: Multi-Link Split Trunking.
Topologia de um Projeto de Ativos
Problema
Servidores1:
WA
Topologia c/ Diversos N
Interne
Níveis t

Núcleo (redundante) Núcleo

Borda Borda Borda

Host
hosts hosts
redundante
Número de Saltos

Descentralização
Servidor

CPD Salt
o

Administração Salt
Mais saltos o

Almoxarifado Salt
o

Portaria Salto

Perda de
performance Usuário
Excesso de Saltos
Desvantagens

• Atraso
• Jitter
• Mais pontos de falha
Atraso

• Múltiplos switches
Atraso de processamento Atraso de processamento Atraso de processamento

Rede Rede Rede

Enlace Enlace Enlace

Física Física Física

Atraso de Propagação Atraso de Propagação


Jitter
• Variação no tempo de atraso
– Rede blocking ⇒ Geração de Filas
• As filas têm comprimento variável em função do tráfego;
• Comprimentos variáveis implicam em atraso variável.
– O Jitter inviabiliza o uso de aplicações síncronas ou interativas
• Câmeras IP
• Telefonia IP
• Vídeo-Conferência
– O Jitter provoca comportamento de performance variável com o tráfego.
Mais pontos de falha

• Setores dependentes
– Uma falha acarretaria no desligamento de todos os
setores dependentes.
Mais erros

• Probabilidade crescente de erros


Novos componentes

Novos switches
Blocking
• Incapacidade dos links entre os switches suportarem o trafego total
– Criação de filas, com o conseqüente atraso no envio dos quadros;
– Switches que não têm esta característica se considerarmos apenas as suas
próprias portas são chamados de non-blocking;
• Vamos ver um exemplo ...
– Considerando:
• 12 estações conectadas em cada setor
• Cada estação trafegando a 10 Mbps
• Link entre switches a 1 Gbps
Exemplo CPD

Link: 1Gbps
Demanda: 1.32Gbps

ADM

Link: 1Gbps
Demanda: 240 + 480 + 240 + 240 = 1.2
Gbps

Treinament
Almoxarifado Manutenção Financeiro
o
Link: 1Gbps Link: 1Gbps Link: 1Gbps Link: 1Gbps
Demanda: 120Mbps Demanda: 360Mbps Demanda: 120Mbps Demanda: 120Mbps

Portaria Sala de Controle Compras Sala de Aula 01


Link: 1Gbps
Demanda: 240Mbps

Posto 1 Posto 2
Considerando ADM, Almoxarifado, Manutenção e Financeiro
como sendo setores críticos.

Topologia Ideal Link redundante

ADM
Almoxarif
Posto 2 ado Link redundante

Manutenç
ão
Posto 1

CPD Financeir
o
Sala de
Aula 01

Treiname
nto

Compras
Sala de
Portaria
Controle
Topologia de um Projeto de Ativos
Servidores Problema 2:
WA
Ausência
N deInterne
Redundânciat

Núcleo (redundante) Núcleo

Borda Borda Borda

Host
hosts hosts
redundante
Operação contínua – um sonho?

• Na maior parte dos casos, a estabilidade


vale mais do que a performance,
funcionalidade ou recursos especiais;
• O mercado oferece recursos, modelos de
projeto e até modalidades de contratação
visando o aumento da confiabilidade.
Discutindo a estabilidade

• A estabilidade em • Conceitos relacionados:


números:
– MTBF (Medium Time
– 99% de uptime é Between Fails);
bom? – Garantia;
1% de um ano = 3,65 dias
4 dias sem rede ! – Reposição;
Pode?
– Redundância;
– Percentuais
– Contingência;
Típicos:
Redes de alta confiabilidade:
• 99,99 % (four nines)
• 50 minutos por ano
Telefonia de alta confiabilidade:
• 99,999 % (five nines)
Topologia de um Projeto de Ativos
Servidores Problema 3:
WA
ComoNinterligar
Interne
switches? t
Núcleo (redundante) Núcleo

Borda Borda Borda

Host
hosts hosts
redundante
Cascateamento
• Utiliza portas convencionais;
• Uma porta em cada switch;
oooooooooooo
oooooooooooo • Qualquer switch pode ser interligado;
• Limita tráfego à capacidade do up-link;
Up-link

oooooooooooo
oooooooooooo

• PROBLEMAS TÍPICOS:
– Performance no up-link;
– Retardo pelo acréscimo de um novo
switches;
– Jitter pela formação de filas no up-link.
Link Aggregation
• Utiliza portas convencionais;
• “n” portas em cada switch
– Número limitado pelas características técnicas do
modelo.
oooooooooooo
oooooooooooo

• Switches precisam ser compatíveis com a norma


IEEE802.3ad
Up-link • Limita tráfego à capacidade do up-link;
oooooooooooo
oooooooooooo

• PROBLEMAS TÍPICOS:
– Problemas de configuração do tipo, quantidade e
localização das portas envolvidas no up-link;
– Perda significativa de número de portas disponíveis
nos switches interligados;
– Problemas com a re-alocação de equipamentos
quando ocorrem falhas, por exemplo.
Empilhamento
• Utiliza portas proprietárias;
• 1 a “n” portas em cada switch a depender
oooooooooooo
da topologia da interligação;
oooooooooooo

• Switches precisam ser do mesmo


Cabo de fabricante e família, além de possuir a
Empilhamento porta e o cabo de interligação;
oooooooooooo
oooooooooooo
– No caso da topologia em anel, pode ser
necessário cabo adicional (“return cable”)
para garantir redundância.

oooooooooooo
oooooooooooo
• Limita tráfego e pilha à capacidade de
backplane OU do cabo de empilhamento;

Return Cable
Empilhamento
• PROBLEMAS TÍPICOS:
– Switches descontinuados ou falhas no
processo de compra;
oooooooooooo
oooooooooooo
– Falhas no contrato de reposição em
caso de danos;
Cabo de
Empilhamento
– Aplicável apenas em switches
específicos (“empilháveis”).
oooooooooooo
oooooooooooo

oooooooooooo
oooooooooooo

Return Cable
Classificação dos Switches

• SOHO (Small Office, Home Office);


• Desktop (“de mesa”);
• Stackable (empilháveis);
• Modulares.

Marco Câmara – Palestra em 08/11/2007


Switches SOHO

• Normalmente utilizados na posição de núcleo


devido à simplicidade das redes atendidas;
• Design agradável, porém inadequado para uso
profissional (não são rack mountable);
• Pequenas redes com funcionalidade e recursos
limitados
– Não têm portas de fibra ótica;
– Não oferecer recursos de gerenciamento remoto
centralizado;
– Não oferecem escalabilidade.
Switches Desktop

• Aplicação típica de borda, conectado a um switch


central;
• Oferece funcionalidades e recursos mais avançados,
podendo atender a departamentos de pequenas
empresas;
• Design adequado a aplicações profissionais (rack
mountable);
• Tipicamente não oferece escalabilidade, ficando limitado
ao número de portas padrão (12, 24 ou até 48 portas);
Switches Empilháveis
• Recursos podem ser avançados, além de oferecer
escalabilidade, através da conexão de diversas unidades em
“pilhas” especializadas:
– Interligação através de cabos proprietários de altíssima
performance;
– Empilhamento proprietário, podendo ser incompatível até com
switches do mesmo fabricante, porém de outra família.
• Toda a pilha se comporta tipicamente como um único
equipamento;
• Extremamente comum no nosso mercado, assumindo o papel
de switches modulares, tanto na borda quanto no núcleo.
– Recomendação: tipicamente até 80 estações de trabalho (2007);
– Alguns modelos têm capacidade impressionante, mas são
exceções.
Switches Modulares
• Tipicamente ficam no núcleo, embora possam ser
utilizados na borda, para instalações maiores;
• Oferecem, antes de mais nada, flexibilidade
– A escolha do tipo e quantidade de módulos de interface é
feita pelo cliente;
– Tipicamente existem dezenas de módulos e configurações
diferentes para cada modelo.
• Tipicamente são muito estáveis e oferecem recursos
avançados de redundância
– Diversos componentes podem ser substituídos: fonte,
ventoinha, processador, interfaces etc;
– Mesmo em configurações convencionais, oferecem alta
confiabilidade (robustez e MTBF alto)
Switches Modulares

• Capacidade Máxima pode ser grande, mas é


delimitada:
– Backplane do chassis;
– Número de módulos suportados.
• Passivos ou Ativos:
– Passivos: não possuem componentes embutidos no
chassis – todos os recursos estão nos módulos;
– Ativos: possuem capacidade de processamento no
chassis, que, por outro lado, se torna um possível
ponto de falha.
Aspectos Físicos da
Implantação de Equip. Ativos

• Conexão ao Meio Físico


• Instalação Física
• Instalação Elétrica
• Climatização
Conexão ao Meio Físico

• UTP
– Portas Individuais X Telco
– Patch Pannels & Organização
– Espelhamento de Portas
• Fibras Óticas
– Conectores Individuais & GBICs
– DIOs, [Link]ção, FOB
– Cordões Óticos
• Organizadores Horizontais e Verticais
Instalação Física

• Equipamentos Rack-Mountable
– Largura Padrão & Suporte
– Altura em U’s
– Profundidade
• Distância entre Equipamentos
• Folga e Organizadores
Instalação Elétrica

• Circuitos Independentes
– 2 para equipamentos
– 1 convencional
• Aterramento
– Independente
– Interligado
• No-break
– VA X W
– Banco de Baterias
• Autonomia
• Vida Útil
• Dissipação
Climatização

• Durabilidade & Temperatura


• Umidade
• Redundância
Redes Wireless
Infra-Estrutura Wireless
• Flexibilidade e Baixo Custo
• Imprevisibilidade;
– Variações de Atenuação;
– Distorções;
– Mobilidade.
• Segurança
– O problema não é o meio físico, mas sim a
disponibilidade de acesso.
• Questões Regulatórias
Wireless – Distorções Típicas

• Distorção
Multi-caminho
– Atraso variável com o
encaminhamento;
– Correção complexa, muitas
vezes feitas com base em
múltiplas antenas;
– O ideal é reduzir o efeito ao
máximo.
Wireless – Distorções Típicas

A B C
Wireless – Distorções Típicas

A enxerga B !
!
A B e rga
C C
x
en
ão
sn
Ma
Wireless – Distorções Típicas

A enxerga B !
!
A B e rga
C
x
en
ão
sn
Ma
Wireless – Distorções Típicas

A não sabe, e C transmite !


transmite também !
A B C
Colisão !
• Efeito terminal escondido
– Corrigido através de esquema de confirmação prévia
• RTS – Request To Send
• CTS – Clear To Send
Wireless – Distorções Típicas
A pergunta: (RTS)
Posso transmitir?

B responde: (CTS) C ouve a autorização,


A Tudo bem ! B e não transmite ! C
Infra-Estrutura Wireless

54 Mbps

54 Mbps

54 Mbps

54 Mbps

54 Mbps
Infra-Estrutura Wireless
• Desempenho é mantido
apenas dentro da área de
cobertura ótima;
• Estações afastadas reduzem a
54 Mbps performance de todos os
usuários;
• Solução é manter outros
access-points ampliando a
11 Mbps cobertura.
11 Mbps

11 Mbps

11 Mbps

11 Mbps
Infra-Estrutura Wireless
• Desempenho é mantido
apenas dentro da área de
cobertura ótima;
• Estações afastadas reduzem a
54 Mbps performance de todos os
usuários;
• Solução é manter outros
access-points ampliando a
54 Mbps cobertura.
54 Mbps

54 Mbps

54 Mbps
54 Mbps

54 Mbps
Segurança Wireless

• Algumas perguntas:
– Qual a diferença entre a segurança de uma rede
wireless, e a segurança de uma rede cabeada, se:
• O invasor tiver acesso externo à rede wireless;
• O invasor tiver acesso a uma das portas do switch da
empresa.
– Uma vez concedido o acesso, qual é o risco?
• Os servidores ficam disponíveis?
• Os equipamentos têm consoles disponíveis?
Questões Regulatórias

• O uso de meios eletromagnéticos é


sujeito a licenciamento;
– Área de abrangência;
– Uso não lucrativo;
– Interferência em outras transmissões
• Alcance precisa ser limitado ao ambiente da
organização.
Obrigado !

[Link]/mcamara
maccamara@[Link]
71-9197-8976

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