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Victor Pavarino
Velocidade e
acidentes de trânsito
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de reação do condutor que varia entre 1,5 e 4 segundos e a
frenagem, a distância total percorrida a 50 km/h seria de cer-
A
cada ano, cerca de 1,3 milhão de pessoas ca de 8 metros a mais. Compare as distâncias percorridas
morrem e outros milhões são feridos numa freada de emergência na figura da página seguinte.
ou incapacitados em consequência dos
acidentes de trânsito. Afora a desestruturação de O campo de visão do condutor também é afetado à medida
famílias, o sofrimento e outras consequências de que a velocidade aumenta. Enquanto a 40 km/h o condutor
difícil mensuração, calcula-se que os custos sociais alcança 100% da capacidade de visualização, a 100 km/h
e econômicos das lesões causadas pelo trânsito, seu campo de visão será de apenas 45 graus. Veja o ângu-
com particular sobrecarga para o setor de saúde, lo de visão conforme a velocidade abaixo:
representam entre 1% e 2% do produto interno
bruto das economias nacionais.
40 CAMPO DE VISÃO: 100º
Com o aumento da motorização, as lesões
causadas pelo trânsito constituem um problema
que cresce rápido, especialmente nos países
em desenvolvimento. A previsão é de que se as
tendências atuais continuarem, as mortes aumentarão
consideravelmente na maioria dos países ao longo CAMPO DE VISÃO: 75º 70
dos próximos anos. Dentre os fatores de risco para
os acidentes de trânsito, a velocidade é quase
universalmente considerada como o principal fator
contribuinte. Resultados de intensas pesquisas obtidos
nas últimas décadas, compartilhados nesta publicação,
demonstram que políticas e programas de gestão da 100 CAMPO DE VISÃO: 45º
velocidade e legislação abrangente têm um papel-
chave nos esforços para melhorar os indicadores de
segurança no trânsito nos países em desenvolvimento.
Na maior parte dos acidentes graves e fatais, as lesões se de-
vem a forças e acelerações superiores às que o corpo pode
tolerar. A resistência de um pedestre a uma lesão provocada
Impacto da velocidade nas causas e por um veículo motorizado é ultrapassada se o veículo estiver
no agravamento das lesões a mais de 30 km/h o que explica a dramática redução na
chance de sobrevivência da vítima de um atropelamento à
Apesar de as lesões causadas pelo trânsito estarem, de medida que a velocidade aumenta. Como demonstra o gráfi-
maneira geral, relacionadas a uma conjunção de diversos co na próxima página, os pedestres têm 90% de chances de
fatores, as velocidades mais altas aumentam o risco de aci- sobreviver a um choque com um carro a 30 km/h, mas menos
dente por uma série de razões. É mais provável que o con-
dutor perca o controle da direção, não se antecipe a tempo
aos perigos que se aproximam e faça também com que os Dentre os fatores de risco para os
outros usuários da via subestimem a velocidade do seu veí- acidentes de trânsito, a velocidade é quase
culo. Quanto maior a velocidade de um veículo, menor será universalmente considerada como o principal
o tempo que um condutor tem para parar e evitar um aciden- fator contribuinte. Controlar a velocidade dos
te. Depois de frear, um carro a 50 km/h vai se deslocar em veículos pode evitar acidentes e reduzir os
geral, 13 metros para poder parar, enquanto que um carro a danos quando eles ocorrem.
40 km/h para em menos de 8,5 metros. Contando o tempo
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Distância de parada numa freada de emergência
Distância (metros)
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65
30 km/h
40 km/h
50 km/h Reação Freada
60 km/h
70 km/h
80 km/h
Fonte: adaptado da Agência Australiana de Segurança em Transporte apud Opas. Gestão da Velocidade: um manual de segurança viária para
gestores e profissionais da área. Brasília, D.F.: OPAS, 2012.
de 50% a um impacto a 45 km/h e quase nenhuma chance de
sobreviver a um impacto a 80 km/h. Calcula-se que os custos sociais e
econômicos das lesões causadas pelo
Para os ocupantes de um carro, em uma colisão a 80 km/h, trânsito, com particular sobrecarga para
a probabilidade de morte é 20 vezes maior do aquela de um o setor de saúde, representem entre
impacto a 30 km/h. Usar cintos de segurança e conduzir 1% e 2% do produto interno bruto das
um veículo bem projetado pode oferecer proteção aos pas- economias nacionais.
sageiros até um máximo de 70 km/h em impactos frontais
e de 50 km/h na maioria dos impactos laterais. Velocida-
des mais altas podem ser suportadas se a interface entre Excesso de velocidade
a infraestrutura da via e o veículo for bem projetada para O “excesso de velocidade” não é necessariamente uma
proteger contra colisões. No entanto, a maioria dos siste- velocidade acima dos limites legais estabelecidos para
mas viários permitem velocidades muito mais altas, sem determinado trecho de via, pois mesmo estando dentro
as barreiras protetoras entre os veículos e os objetos nas desses limites, essa velocidade pode ser inapropriada
laterais das vias. a depender das condições ambientais, do condutor, do
veículo, da via ou do trânsito. Se um acidente envolveu
Probabilidade de lesão fatal para pelo menos um veículo automotor em excesso de velo-
um pedestre em um atropelamento cidade esse já é considerado um fator contributivo.
100%
80%
Pequenos aumentos na velocidade
60% dobram riscos de colisão
40%
Há evidências concretas de que velocidades de apenas
5 km/h acima da média de 60 km/h em diversas áreas
20% urbanas, e 10 km/h acima da média em áreas rurais, são
0% suficientes para dobrar o risco de acidentes fatais. As
0% 10 20 30 40 50 60 70 evidências também indicam que, por ser muito frequente,
Velocidade de impacto (km/h)
mesmo o chamado “excesso moderado de velocidade”,
OECD/ECMT Transport Research Centre: Speed Management report, Paris
2006 apud Opas. Gestão da Velocidade: um manual de segurança viária
entre 10 km/h ou 15 km/h acima do limite fixado, contribui
para gestores e profissionais da área. Brasília, D.F.: OPAS, 2012. amplamente para os acidentes.
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Estudos de casos a redução dos limites de velocidade regulamentados onde
se observou essa necessidade, trouxe novos decréscimos
Mudanças dos limites de velocidade nesta capital desde 1997, porém mais gradativos. Em 2013,
repercutem nas colisões, Austrália com 1.152 vítimas fatais, esta capital contabilizou 9,6 mortos
Em 1987, o limite de velocidade na rede viária de por 100 mil habitantes. No entanto, exemplos em cidades
Melbourne passou de 100 km/h a 110 km/h, mas em 1989 igualmente populosas, como Nova Iorque, mostram que há
retornou a 100 km/h. Em comparação com uma área muita margem para queda. O número ainda é quase três
de controle, onde o limite de velocidade permaneceu o vezes superior ao da outra megalópole, que registrou 3,3
mesmo, a taxa de acidentes por quilômetro percorrido mortes por 100 mil habitantes em 2012, segundo o Departa-
cresceu 24,6% quando o limite de velocidade aumentou, e mento de Transportes da Cidade de Nova Iorque.
caiu 19,3% quando o limite de velocidade diminuiu.
Sistemas seguros e o papel da velocidade
Radares marcaram redução histórica A abordagem do Sistema Seguro estabelece um marco
na mortalidade, França e Brasil para a gestão da velocidade. Seu objetivo é constituir um
Em 2003, a decisão do governo francês de intensificar sistema viário que admita o erro humano sem que isto
a fiscalização e as sanções para infrações de velocida- leve a mortes ou lesões graves. Ele visa minimizar a gra-
de trouxe resultados sem precedentes na redução das vidade da lesão quando um acidente ocorre, e é baseado
mortes no trânsito. Dos primeiros 400 radares utilizados na premissa de que os usuários das vias não devem mor-
em 2004, o país saltou para mais de 2.000 sistemas de rer por causa de falhas do sistema. A ideia é desenvolver
controle da velocidade em operação em 2007, incluin- sistemas mais bem adaptados às vulnerabilidades dos
do equipamentos fixos e móveis. Cerca de 75% deles usuários das vias, de modo a evitar mortes e lesões inca-
estão em rodovias rurais e 25% em áreas urbanas. O pacitantes no trânsito.
processo de fiscalização tornou-se totalmente automa-
tizado e o sistema de penalidades foi modificado com A abordagem do Sistema Seguro requer que os adminis-
multas fixas para pequenos delitos e multas maiores tradores entendam as causas dos acidentes a fim de poder
para delitos mais graves e ainda mais severas para os avaliar os riscos relacionados a esses eventos. É fundamen-
reincidentes. Os resultados foram positivos: acidentes tal que os principais fatores de risco, aqueles que contri-
fatais e com lesões diminuíram de 40% a 65% nas pro- buem significativamente para os acidentes, sejam identifica-
ximidades (6 km) dos radares fixos. Em três anos da dos e compreendidos. Observe na figura da página seguinte
adoção do sistema, a velocidade média nas vias france- como um Sistema Seguro de trânsito pode ser estruturado.
sas diminuiu em 5 km/h.
Exemplos da adoção da gestão da velocidade para a abor-
Também no caso brasileiro, em cidades como São Paulo, dagem do Sistema Seguro:
o controle eletrônico da velocidade mostrou-se eficaz . Ao
implantar em 1997, a fiscalização fotográfica da velocida- • o limite de velocidade de 30 km/h em áreas urbanizadas
de, a cidade de São Paulo obteve uma queda abrupta de onde há uma mescla de usuários vulneráveis (como
29% na mortalidade no trânsito. Segundo a Companhia de pedestres e ciclistas) e veículos motorizados no trânsito.
Engenharia de Tráfego, CET, houve menos 645 vítimas • a redução da probabilidade de ocorrerem acidentes
de acidentes fatais naquele ano, totalizando 1.600 casos, fatais por impacto lateral nos cruzamentos.
e uma redução de 10% na participação de pedestres. Os • a redução da probabilidade de mortes em colisões
números registrados antes do uso dos radares nunca mais frontais nas vias de mão dupla.
retornaram ao patamar de 1996, quando a capital alcançou
a marca de 2.445 mortos, mesmo com o vertiginoso au-
mento da frota de carros e motos. Elementos-chave do Sistema Seguro:
A adoção de medidas, como campanhas de sensibilização, Controlar a velocidade
instalação de minirrotatórias, semáforos e lombadas, bem Evidências demonstram a necessidade de estabelecer li-
como a iluminação de faixas de travessia de pedestres e mites de velocidade adequados. Como apresenta o gráfico
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ao lado, velocidades menores representam menor número Relação entre mudança na velocidade e o
de mortes e lesões graves. número de vítimas fatais e gravemente feridas
Todos os feridos Gravemente feridos Mortos
Garantir a segurança dos veículos 120%
Melhorar a frota de veículos oferece grandes benefícios 100%
Mudança no número de feridos (%)
e, tanto quanto possível, deve-se incentivar a utilização 80%
60%
de veículos seguros. O Conselho Europeu da Segurança
dos Transportes estima que se cada proprietário de carro 40%
20%
adquirisse o modelo mais seguro na sua categoria, as
0%
mortes nas vias da Europa cairiam entre 40 e 50% em
-20%
decorrência desta medida.
-40%
-60%
Os pedestres têm 90% de chances de -80%
sobreviver a um choque com um carro a -30% 0,1 -20% 0,3 -10% 0,5 0% 0,7 10% 0,9 20% 1,1 30%
30 km/h, mas menos de 50% a um impacto Mudança na velocidade (%)
a 45 km/h e quase nenhuma chance de Nilsson, G. 2004. Traffic safety measures and observance.
sobreviver a um impacto a 80 km/h.
definir e fazer cumprir os limites de velocidade na rede
viária existente. Nos casos em que as velocidades são
Gestão da segurança da malha altas demais para determinado tipo de via e as soluções
viária e dos acostamentos de infraestrutura não são economicamente viáveis, será
Além de garantir que as novas vias ofereçam melhores necessário reduzir e fazer respeitar os limites de veloci-
níveis de segurança, o verdadeiro desafio é saber como dade existentes.
Um modelo de sistema seguro
Viagem
mais segura Compreensão das
Admissão ao sistema
colisões e dos riscos
Usuários da via atentos à lei
Velocidades mais seguras (mais
baixas, mais tolerantes ao erro humano)
Resistência
humana à
força física
Vias e acostamentos
Veículos
mais seguros (mais
mais seguros
tolerantes ao erro humano)
Educação e informação para os usuários das vias Aplicação das leis de trânsito
Fonte: Australian Transport Council. National Road Safety Action Plan 2007–2008 apud Opas. Gestão da Velocidade: um manual de
segurança viária para gestores e profissionais da área. Brasília, D.F.: OPAS, 2012.
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Gerenciamento dos efeitos adversos da velocidade
Várias intervenções têm sido identificadas como eficazes no tratamento e controle da velocidade. A tabela abaixo detalha
as ações que podem fazer parte de um programa de gestão da velocidade. Para cada item apresentado, o manual Gestão
da Velocidade, da OMS, de onde esta tabela foi resumida, aponta o capítulo e as seções em que há informações mais de-
talhadas acerca do tipo de ação referida.
Elementos para um programa de gestão da velocidade
Dificuldade Custos para
Ação Descrição Eficiência
para realizar implantar
Avaliação da Faz uma análise da situação para definir
segurança viária o problema, fixa uma linha de base para
Alta Baixa Baixos
e dados sobre os avaliação e determina a melhor meta para os
acidentes recursos e as intervenções.
Definir hierarquias Revisa as funções e características da via, dos
de vias - rurais e seus arredores e das atividades. Classifica e Alta Média Baixos
urbanas zoneia as vias de acordo com essa revisão.
Estabelece as velocidades máximas
Estabelecimento
autorizadas para veículos automotores,
dos limites de Alta Média Baixos
ferramenta essencial para controlar a
velocidade
velocidade.
Avisa os motoristas dos limites legais de
Sinalização velocidade com placas, marcações ou outros
dos limites de métodos para informar estes limites. Se isso Alta Baixa Médios
velocidade não for bem feito, a observância dos limites
será baixa.
Prioridade Alta
Fiscalização Fiscalizar os limites de velocidade é a maneira
dos limites de mais eficiente de estimular os condutores a Alta Baixa Médios
velocidade praticarem velocidades mais seguras.
Fixar sanções suficientemente duras para
Sanções, inclusive
dissuadir todos os condutores de exceder os
multas e perda da Alta Baixa Baixos
limites terá um efeito positivo para o respeito
licença para dirigir
aos limites de velocidade.
Realizar campanhas publicitárias para informar
os condutores que há fiscalização rigorosa
Educação com Alta (se
ajuda a convencê-los de que eles serão
mensagens sobre associada à Baixa Médios
flagrados se ultrapassarem os limites de
a fiscalização fiscalização)
velocidade. A fiscalização é necessária para
tornar esta intervenção eficaz.
Instalar boas intervenções físicas na via para
Obras de forçar os condutores a dirigir mais devagar
engenharia é um método muito eficaz. Elas incluem a
Alta Média Médios a altos
para reduzir a instalação de redutores físicos de velocidade,
velocidade como rotatórias, lombadas e estreitamentos da
via ou sonorizadores.
Obras de
Instalar barreiras físicas para evitar que os
engenharia
pedestres e ciclistas sejam expostos aos
para separar os Alta Baixa Médios a altos
veículos em movimento é um meio eficaz de
usuários mais
prevenir acidentes com lesões graves.
vulneráveis
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Dificuldade Custos para
Ação Descrição Eficiência
para realizar implantar
Atendimento
Garantir serviços de atenção médica
de emergência
emergencial para evitar maiores sequelas de Alta Média Altos
às vítimas de
acidentes graves relacionados à velocidade.
acidentes
Preparar um Planejar e documentar as intervenções, os
plano de ação benefícios esperados, os recursos necessários,
Alta Média Baixos
para controle da os serviços responsáveis para os processos de
velocidade implementação e de medição de desempenho.
Rastrear e avaliar o sucesso das intervenções
Monitoramento e
para garantir que os recursos para a gestão da Alta Média e baixa Baixos
avaliação
velocidade estão sendo bem utilizados.
Utilizar radares de velocidade para flagrar os
Fiscalização por
infratores é um método muito eficiente de Alta Média Médios
radares
fiscalizar a velocidade.
Sistema de
Limitar a velocidade permitida para os Média
habilitação
novos condutores reduz a probabilidade e (podem existir
graduada com Média Baixos
a gravidade dos acidentes provocados pela dificuldades de
restrições à
inexperiência. fiscalização)
velocidade
Apelar para o apoio do público para as ações
Marketing social governamentais de gestão da velocidade ajuda
e educação do a garantir a vontade política de fazer o que for Média Média Médios
público necessário. Para fazer a diferença, deve ser
combinado com a fiscalização.
Legislação Estimular os empresários a administrar
Prioridade Média
responsabilizando ou influenciar os hábitos de direção dos Média Baixa Baixos
os empregadores empregados pode diminuir os acidentes.
Identificar grupos de pessoas interessadas
Criar um grupo de especificamente na gestão da velocidade (mas
referência para não responsáveis pelos resultados) e organizar Média Média Baixos
consultas um fórum para considerar suas contribuições
para o programa.
Recomendar às empresas com grades frotas
Promover novas Baixos (para
de veículos que utilizem essas tecnologias,
tecnologias promoção)
como limitadores de velocidade, registradores Média Média
de controle da Altos (para
eletrônicos de dados e sistemas inteligentes
velocidade implementação)
de adaptação de velocidade.
Instalar placas para informar os condutores
da velocidade recomendada (mais baixa) em
Sinalização para função das condições da via e do trânsito.
advertir sobre a Pode ser útil, mas, em geral, os condutores Baixa Baixa Médios
velocidade decidem sobre a velocidade a ser desenvolvida
pelos veículos, a menos que sejam obrigados
a agirem de outra forma.
As ações das comunidades locais para promover
Programas
velocidades seguras no trânsito podem ser úteis Baixa Baixa Baixos
comunitários
para complementar as ações do governo.
Prioridade BAIXA
Informar corretamente as crianças dos riscos
Educação escolar da velocidade pode ajudar a criar uma geração Baixa Baixa Baixos
consciente desses riscos.
É raro que os governos ofereçam incentivos
para estimular o respeito aos limites de
Incentivos Baixa Baixa Baixos
velocidade, mas empregadores e seguradoras
podem fazê-lo com bons resultados.
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Para saber mais:
Este documento apresenta dados, pesquisas e experiências exitosas com boas
práticas compiladas originalmente na publicação da Organização Mundial da Saúde
(OMS): Gestão da Velocidade – Um manual de segurança viária para gestores e
profissionais da área. Para acessar a publicação completa da OMS, acesse o site
da Representação da Opas/OMS no Brasil [Link]/bra > publicações >
Acidentes e Violências.
Expediente:
Redação e Edição: Sandra Damiani
Revisão Técnica: Camila Alves Bahia, Eneida Anjos Paiva, Marta Maria Alves da
Silva, Roberto Colombo e Victor Pavarino
Projeto Gráfico: Gisele Rodrigues
Ficha catalográfica
V432 Velocidade e acidentes de trânsito / ANDI, Organização Pan-Americana
da Saúde, Ministério da Saúde, organizadores. -- Brasília, DF, 2014.
8 p. : il. ; color.
ISBN: 978-85-99118-40-5
1. Acidente de trânsito. 2. Velocidade no trânsito. I. ANDI – Comunicação e
Direitos II. Organização Pan-Americana da Saúde. III. Brasil. Ministério da
Saúde.
CDU:614.86