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Efeitos da Salinidade na Soja

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RENATO CAETANO DA SILVA

EFEITOS DA SALINIDADE NA GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA


PLÂNTULA DE SOJA.

PATOS DE MINAS, MG
2024
RENATO CAETANO DA SILVA

EFEITOS DA SALINIDADE NA GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO


DA PLÂNTULA DE SOJA.

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como


exigência parcial para a obtenção do título de
graduado em Agronomia pelo Centro Universitário
de Patos de Minas, sob orientação do professor
[Link]. Maurício Antônio de Oliveira Coelho.

PATOS DE MINAS, MG
2024
RENATO CAETANO DA SILVA

EFEITOS DA SALINIDADE NA GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO


DA PLÂNTULA DE SOJA.

Prof. [Link]. Maurício Antônio de Oliveira Coelho


Orientador

Centro Universitário de Patos de Minas


Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais EPAMIG

Prof. [Link]. Marina Rodrigues dos Reis


Membro da banca examinadora
Centro Universitário de Patos de Minas

Prof. [Link]. Wellington Ferrari da Silva


Membro da banca examinadora
Centro Universitário de Patos de Minas

PATOS DE MINAS, MG
2024
4

EFEITOS DA SALINIDADE NA GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA


PLÂNTULA DE SOJA.
Resumo: A soja, de nome científico Glycine max ., faz parte de uma família de plantas
leguminosas sendo rica em proteínas, lipídios, fibras, vitaminas, minerais e fito-hormônios. é
uma das principais commodities agrícolas do Brasil, desempenhando papéis fundamentais na
alimentação humana, animal e na produção de biodiesel. O objetivo desse trabalho foi avaliar
os níveis de tolerância de soja ao estresse salino simulados com o uso de NaCl. A pesquisa foi
realizada no Laboratório Núcleo de Pesquisa e Análises de Sementes do Centro Universitário
de Patos de Minas (UNIPAM), utilizando sementes da variedade Dagma 6822 IPRO com alto
poder germinativo e vigor. Foram preparados cinco tratamentos. O primeiro tratamento
(Testemunha), não recebeu nenhuma dose do NaCl. Os demais receberam solução com o NaCl
em diferentes concentrações: 0,8g.L-¹; 1,6g.L-¹; 2,4g.L-¹ e 3,2g.L-¹. As unidades experimentais
consistiram em papel toalha especial para germinação, distribuídas em quatro repetições por
tratamento, totalizando 200 sementes por tratamento, sob condições controladas de temperatura.
Foram analisados percentuais de sementes germinadas e não germinadas, comprimento de raiz,
comprimento da parte aérea, e contagem de plântulas normais, submetidos à análise estatística
utilizando o software SISVAR. Em cada tratamento foram utilizadas 200 sementes, dispostas
em quatro repetições de 50 sementes. Para a avaliação da germinação e desenvolvimento da
plântula de soja sob estresse salino foram utilizadas soluções de NaCl: Realizou-se avaliações
de porcentagem de germinação, comprimento de raiz, comprimento de parte área e plântulas
normais. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado. O aumento da
concentração de NACl prejudicou a germinação a partir da dose com 0,291g.L-¹, obtido por
analise de regressão, a porcentagem e o crescimento de plântulas de Glycine max. Nas variáveis,
comprimento de parte área e raiz, a partir do nível de potencial osmótico de 1,6 g/L-¹, foi
decrescente e linear. A salinidade é um fator limitante para o crescimento inicial na cultura da
soja, evidenciado desde a germinação e demais características analisadas das plântulas, em
resposta ao aumento da concentração salina (NaCl).

Palavras-chave: Glycine Max; Efeito Salino; Crescimento

EFFECTS OF SALINITY ON GERMINATION AND DEVELOPMENT OF


SOYBEAN SEEDLING.

Summary: Soybean, with the scientific name Glycine max L., is part of a family of leguminous
plants and is rich in proteins, lipids, fibers, vitamins, minerals and phytohormones. is one of the
main agricultural commodities in Brazil, playing key roles in human and animal feed and
biodiesel production. The objective of this study was to evaluate the levels of tolerance of
soybean to salt stress simulated with the use of NaCl. The research was carried out at the
Laboratory Center for Research and Seed Analysis of the University Center of Patos de Minas
(UNIPAM), using seeds of the Dagma 6822 IPRO variety with high germination power and
vigor. Five treatments were prepared. The first treatment (Witness) did not receive any dose of
NaCl. The others received a solution with NaCl in different concentrations: 0.8g. L-¹; 1.6g.L-¹;
2.4g.L-¹ and 3.2g.L-¹. The experimental units consisted of special paper towels for germination,
distributed in four replicates per treatment, totaling 200 seeds per treatment, under controlled
temperature conditions. Percentages of germinated and non-germinated seeds, root length,
shoot length, and normal seedling count were analyzed, submitted to statistical analysis using
the SISVAR software. In each treatment, 200 seeds were used, arranged in four replicates of 50
seeds. To evaluate the germination and development of soybean seedling under salt stress, NaCl
solutions were used: Evaluations of germination percentage, root length, length of part area and
normal seedlings were performed. The experimental design used was completely
5

randomized. The increase in NACl concentration impaired germination from the dose with
0.291g.L-¹, obtained by regression analysis, the percentage and growth of Glycine max. In the
variables, length of part, area and root, from the level of osmotic potential of 1.6 g/L-¹, was
decreasing and linear. Salinity is a limiting factor for initial growth in soybean crops, evidenced
from germination and other analyzed seedling traits, in response to increased salt concentration
(NaCl).
Keywords: Glycine Max; Saline Effect; Growt

INTRODUÇÃO

De acordo com EMBRAPA, (2021) a soja (Glycine Max) é uma das oleaginosas mais
conhecidas do mundo e são originárias da costa leste asiática, ao longo do rio Yangtse na China,
foram domesticadas e melhoradas por cientistas da antiga China. No Brasil a cultura foi inserida
na década de 60, porém somente a partir da década de 70 ganhou maior escala comercial.
O Brasil possui uma posição de destaque no cenário global por ocupar a primeira
posição mundial na produção de soja, respondendo por cerca de 37% da produção mundial,
sendo os maiores produtores o Brasil, Estados Unidos, Argentina e Paraguai conforme o
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos USDA, (2020).
Na safra 2022/2023, a cultura ocupou uma área de 44.062,6 milhões de hectares, o que
totalizou uma produção de 154.566,3 milhões de toneladas. A produtividade média da soja
brasileira foi de 3.508 kg.há-1 EMBRAPA, (2023).
A área afetada pelo estresse salino no Brasil corresponde a 2% da área total, regiões
estas consideradas como semiárido que utilizam águas para irrigação, abastecidos por regiões
costeiras aumentando assim a concentração de sais nos solos, e também pelo manejo
inadequado com adubações à base de sais como óxidos, cloretos, sulfatos e nitratos, BENTAK;
FRANCO (2022).
Alguns autores indicam a salinização como um dos fatores de redução do crescimento
das plantas devido aos seus efeitos osmóticos, tóxicos e nutricionais. Conforme o nível de
salinidade as interações iônicas que afetam diretamente a disponibilidade, absorção e transporte
de nutrientes. A salinidade adiciona um novo nível de complexidade para a nutrição mineral da
planta, impactando a atividade dos íons em solução e os processos de absorção, transporte,
assimilação e distribuição RAMOS; SANTOS; UBIAL, (2023).
Esses efeitos causam alterações adversas na fisiologia e na bioquímica do processo de
germinação das sementes. Altos níveis de salinidade podem inibir a absorção de água pelas
sementes, tornando a germinação impossível, enquanto o nível mais baixo de salinidade resulta
no atraso do processo de germinação IBRAHIM, (2016).
6

De acordo com LIMA, (2019) a ação do NaCl no meio de crescimento de espécies


vegetais tem potencial para inibir a germinação, o estabelecimento preliminar e o
desenvolvimento adequado das plântulas, além de desencadear estresse osmótico e ainda
estresse por fitotoxicidade iônica específica, os quais acarretam redução da absorção de
nutrientes e do crescimento da planta, com reflexo negativo na produtividade da cultura.
O índice de salinidade tem afetado diretamente a produtividade de soja no país, seja
em condições de solos como os do Nordeste, por manejos inadequados com uso de adubos com
residual salino e por baixa pluviosidade facilitando o acúmulo de sais.
O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos em diferentes níveis de
salinidade com cloreto de sódio (NaCl) na germinação e desenvolvimento da plântula de soja.

MATÉRIAIS E METODOS

Este estudo foi realizado no Centro Universitário de Patos de Minas Unipam,


localizado na rua Major Gote, n°808, Bairro Alto Caiçaras, Cidade Patos de Minas. No
Laboratório do Núcleo de Pesquisa e Analises de Semente, foram utilizadas sementes de soja
(Glycine max (L.) Merrill), cultivar Dagma 6822 IPRO com poder germinativo de 94% e vigor
92% com PMS de 0,143g segundo a análise de qualidade emitido por Laboratório credenciado.
Para avaliação do teste de salinidade utilizou-se:
Tratamento Dose NaCl Dose de água destilada
01 Testemunha 0.0 g.L-¹ NaCl 0,200 litro
02 Tratamento 0,8 g.L-¹ NaCl 0,200 litro
03 Tratamento 1,6 g.L-¹ NaCl 0,200 litro
04 Tratamento 2,4 g.L-¹ NaCl 0,200 litro
05 Tratamento 3,2 g.L-¹ NaCl 0,200 litro

Utilizou-se papel toalha especial para germinação de sementes (germitest)


previamente esterilizado, foi umedecido com 200 ml de água destilada sendo está a quantidade
necessária de acordo com o peso total do germitest x 2,5. Que correspondem as repetições
subdividido em cinco tratamentos com uma testemunha que não recebeu solução salina e as
demais sob diferentes concentrações, todas com quatro repetições onde cada tratamento recebeu
200 sementes subdivididas em 04 (quatro) repetições de 50 (cinquenta) a uma temperatura de
24,4° por 8 dias.
Para a determinação da quantidade de água a ser adicionada nos tratamentos
utilizou-se a metodologia proposta a partir das regras estabelecidas no manual RAS
7

para análise de sementes, (2009).


Foram calculados os percentuais (%) de germinação ao 8° dia após a instalação do
experimento foi mensurado germinação, comprimento de raiz, comprimento de parte aérea,
plântulas normais. Os dados obtidos foram submetidos a equação quadrática para se encontrar
o ponto de dose máxima ou mínima que corresponde a linha de tendência da equação de
regressão com a dose de NaCl equação -b/2ª sendo b o numero a frente de x e A à frente de X2
e quando significativos levados a análise de regressão a 5% de variância pelo software SISVAR
FERREIRA, (2019).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para o índice de porcentagem de germinação das sementes de soja, com a adição de


solução de cloreto de sódio (NaCl). O poder germinativo foi afetado com dose 0,291g.L-¹ e
diminuindo progressivamente até a dose 3,20g.L-¹ de NaCl (Figura 1).
Figura 1. Germinação das sementes de soja, em condições salinas induzidas por doses cloreto de sódio
(NaCl).

100
90
80
Porcentagem % germinação

70
60
50
y = -9,096x2 + 5,2946x + 88,557
40 R² = 0,9861
30
20
10
0
0 0,8 1,6 2,4 3,2
Concentração de gramas NaCl / 0,2L de água

A germinação foi afetada negativamente a partir da dose de 0,291g.L-¹1 de cloreto de


sódio pela redução do potencial osmótico induzido por NaCl, e isso provoca o desequilíbrio dos
íons e reduz a divisão celular, a disponibilidade de nutrientes e o desenvolvimento do embrião.
Guimarães Junior, (2019) também obteve resultados parecidos avaliando sementes de soja.
8

Como era esperado, pois o estresse salino atua com efeito prejudicando a absorção de
água ou favorecendo a entrada de íons nas células. Nunes, (2016), também observou que houve
um decréscimo progressivo do índice à medida que se aumentou a concentração salina no
substrato, demonstrando que o estresse salino retarda a germinação das sementes de soja. A
explicação para esse decréscimo pode ser devido a redução do potencial osmótico do meio, e
consequentemente, aumento do tempo de embebição de água pelas sementes, ocasionando o
prolongamento do processo germinativo RAMOS; SANTOS; UBIAL, (2023,).
Altas concentrações de sais causam estresse para as plântulas, desde a sua germinação
e no desenvolvimento de raiz não foi diferente como demostrado na (figura 2) que quanto mais
salina a solução de NaCl, menor o crescimento radicular. Nunes, (2016), ao avaliar o
crescimento inicial de girassol submetido a doses de solução à base de cloreto de sódio, também
verificaram redução do crescimento radicular conforme se aumentavam as doses, sendo o
resultado para todas as doses testadas menores que o controle.
Houve maior comprimento de raiz na dose testemunha ,0g-¹ cloreto de sódio (NaCl).
O menor crescimento de raiz foi com a dose 3,20g.L-¹ (Figura 2).
Resultados semelhantes foram encontrados por Avrella, (2019), em que plântulas de bracatinga
(Mimosa scabrella Benth) foram irrigadas com doses de solução salina à base de cloreto de
sódio em que, ao aumentar a dose, reduzia-se o tamanho das raízes. Silva, (2016), ao avaliarem
crescimento inicial de milho submetido a doses de solução à base de cloreto de sódio, também
verificaram redução do crescimento radicular conforme se aumentavam as doses, sendo o
resultado para todas as doses testadas menores que o controle.

Figura 2. Comprimento da raiz de plântulas de soja em função do potencial osmótico induzido por
cloreto de sódio (NaCl).

25
comprimento de raiz (cm)

20

15

10
y = -0,6125x2 - 3,3895x + 17,906
R² = 0,8285
5

0
0 0,8 1,6 2,4 3,2
Concentração de gramas NaCl/0,2L de água
9

O comprimento da parte aérea, há uma redução exponencialmente com o aumento das


doses de NaCl. Onde o maior crescimento foi com a menor dose TESTEMUNHA 0,0g.L-¹ e o
menor tamanho de parte aérea foi com a dose de 3,20g.L-¹ de NaCl. Houve redução significativa
gradativamente à medida que foi aumentando a concentração de NaCl. Esses resultados estão
de acordo com os obtidos por Guimarães Junior, (2019) em sementes de soja. Avaliando a
germinação e desenvolvimento inicial de plântulas de soja em condições de estresse salino, à
medida que se elevou a salinidade do substrato, houve diminuição no comprimento das
plântulas. (Figura 3).

Figura 3. Comprimento da parte aérea de plântulas de soja em função do potencial osmótico induzido
por cloreto de sódio (NaCl).

16

14
Comprimento de parte aérea(cm)

12

10
y = 7,9653e-0,618x
8 R² = 0,7672
6

0
0 0,8 1,6 2,4 3,2
Concentração de gramas NaCl/0,2L de água

As sementes de soja quando submetidas ao estresse salino por NaCl, foi observada redução
no crescimento da parte aérea das plântulas.
As plântulas normais não sofreram alterações até a dose de 0,77g.L-¹ de NaCl e
obtendo maior incidência até a dose máxima de 3,20g.L-¹ de NaCl. O alto teor de sais, cloreto
de sódio (NaCl), pode inibir a germinação e ocasiona prejuízos às demais fases do processo.
Concentrações altas de sais causam estresse para as plântulas, A água é osmoticamente retida
na solução salina, e quanto mais alta sua concentração, cada vez menos a água ficará disponível
para as plantas. (Figura 4).
10

Figura 4. Plântulas normais em função de diferentes concentrações de NaCl.

60
Numero de Plântulas Normais

50

40

30
y = -0,1116x2 - 7,0179x + 49,057
R² = 0,9693
20

10

0
0 0,8 1,6 2,4 3,2
Concentração de gramas NaCl/0,2L de água

CONCLUSÃO

O estresse salino induzido por cloreto de sódio NaCl afetou negativamente a


germinação e o desenvolvimento de plântulas de soja, parte aérea, sistema radicular e
diminuição de plântulas normais.

AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus que permitiu que tudo isso acontecesse, ao longo de minha vida, e
não somente nestes anos como universitário, mas que em todos os momentos é o maior mestre
que alguém pode conhecer.
REFERÊNCIAS

AVRELLA, E. D. Efeito da salinidade no desenvolvimento inicial de mudas de Mimosa


scabrella Beth. Iheringla, v. 74, n.1, p. 1-10, 2019.

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soja sob níveis de concentração salina: 2022. 10 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de
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Vale do São Lourenço, 2022. Disponivel em: [Link] › arquivos.
Acesso em: 06 jun.2024

BRAHIM, E.A. Condicionamento osmótico de sementes para aliviar o estresse salino em


sementes germinativas. Revista de Fisiologia Vegetal, v. 192, p. 38-46, 2016.
Disponível em: [Link] em: 10 jun. 2024.
11

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA – EMBRAPA, 2021. História


do Soja. Disponível em: [Link] Acesso em:
05 jun. 2024.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA – EMBRAPA, 2023. História


do Soja. Disponível em: [Link] Acesso em:
08 jun. 2024.

FERREIRA, Daniel Furtado. Sisvar: Um sistema de análise computacional para efeitos fixos
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[Link] Data de Acesso: 10 jun. 2024.

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CONTECC, 1., 1719, Palmas. CONTECC. Palmas/To: Brasil, 2019. p. 1-5.
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LIMA, Rosângela Kaiane Oliveira de. Germinação e vigor de sementes de soja em condições
de estresse térmico e salino. 2019. 45 f. TCC (Graduação) - Curso de Agronomia,
Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso:10 jun. 2024.

NUNES, R. T. C. et al. Desempenho germinativo de sementes de girassol submetidas ao


estresse salino. Cultura Agronômica, Ilha Solteira, v.25, n.1, p.79-92, 2016. Disponível em:
[Link] 10 jun. 2024.

RAMOS, Thomás Oehninger; SANTOS, Reginaldo Ferreira; UBIA, Regina Neves. Interação
entre salinidade e biofertilizante na germinação da soja: revista internacional resiliência
ambiental pesquisa e ciência sociedade s o resiliência ambiental. 2023. 5 v. Tese (Doutorado)
- Curso de Agronomia, Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Campus Cascavel.,
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Disponivél em:[Link] › article › download. Acesso em: 05 jun. 2024.
SILVA, R. C. Vigor de sementes de milho: influência no desenvolvimento de plântulas em
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USDA - UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE. Foreign Agricultural


Service. Oilseeds: World Markets and Trade. Washington: USDA: FAS, 2020. Disponível
em: [Link] Acesso em: 05 jun. 2024.

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