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Modelagem Numérica em Barragens

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ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE BARRAGENS

IEC PUC MINAS

Disciplina:

Modelagem Numérica em Barragens


Professor: Eduardo Monteiro – [Link].

Parceria:
IEC PUC Minas

Conteúdo Programático
Introdução à modelagem numérica: modelos tutoriais de estabilidade (Slope/W), fluxo (Seep/W) e
tensão deformação (Sigma/W).
Estabilidade de taludes: configurações iniciais do modelo numérico; técnicas de busca da superfície
potencial de ruptura; análise de estabilidade; estabilização por retaludamento; zonas de tração;
cargas induzidas.
Estabilidade e percolação em barragens: funções teor de umidade e condutividade hidráulica;
configurações da malha de elementos finitos; condições de contorno; estudos em regime
permanente e transiente; interpretação da rede de fluxo; pressões; gradientes hidráulicos; vazão;
análises de estabilidade no final da construção, operação e rebaixamento rápido.
Aterros sobre solo mole (adensamento): simulação da construção do aterro compactado; avaliação
das condições de estabilidade no tempo.
Barragens de rejeito: avaliação do potencial de liquefação, análise de estabilidade drenada e não
drenada.

2 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Cronograma e Horário de Aulas

Aula Conteúdo
1 Tutoriais Slope/W, Seep/W e Sigma/W
2 Tutoriais Slope/W, Seep/W e Sigma/W Início: 19:00h
3 Estabilidade de Taludes Término: 22:30h
4 Estabilidade e Percolação em Barragens • De 19:00 às 20:40
5 Aterro Sobre Solo Mole • De 20:50 às 22:30
6 Barragens de Rejeito

3 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Avaliações

Atividades Práticas: 100 pontos

Pontuação mínima para aprovação: 70 pontos

4 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Introdução – SLOPE/W

• O SLOPE/W é o programa aplicado à estabilidade de taludes e obras de reforço em solos e rochas.


• Principais métodos de estabilidade disponíveis:
• Morgenstern-Price
• Spencer
• Bishop
• Janbu

5 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Introdução – SLOPE/W

• Além da possibilidade de buscar a superfície crítica utilizando várias técnicas, o SLOPE/W oferece
ao usuário diferentes formas de definir o comportamento e propriedades dos materiais tratados, as
condições de carregamento e informações de poropressões.
• As poropressões
_ podem ser especificadas por linhas piezométricas, funções espaciais, coeficientes
ru e B, ou valores computados por uma análise de elementos finitos, utilizando o programa SEEP/W.

6 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Modelagem Numérica
Nesse modelo será ensinado o passo a passo de uma modelagem no programa SLOPE/W com a
inserção de uma linha piezométrica. Assim, o objetivo será analisar a estabilidade do talude com o
efeito da poropressão.

7 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Interface – GeoStudio
1º Escolha a licença
para prosseguir.

2º Opte por Metric A4, para


unidade internacional (SI) e
papel A4.

3º Escolher a análise SLOPE.

Nota: se já tiver a licença oficial instalada, escolher


Licença Plena.

8 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Interface – GeoStudio
Após escolher as configurações iniciais você será redirecionado e a interface do GeoStudio será como essa
mostrada abaixo:

9 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Geometria
Para dar início a uma modelagem, é necessário importar uma geometria já preparada no AutoCad ou
você poderá cria-la no próprio programa, inserindo os pontos e criando regiões referentes ao
modelo. Para essa etapa, basta seguir os passos:
Feche a janela
“Dados – Projeto”

10 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Inserir Pontos
Inserir os pontos para a construção da geometria a ser utilizada na modelagem.
Para isso, faça como mostrado a seguir:

X (m) Y (m)


10,28 14
0 14
0 9
20,28 9
2º 5º

0 0
40 0
Adicione os valores da tabela ao lado.
Dica: aperte a tecla “tab” depois de digitar cada valor. 40 4
30,28 4

11 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Inserir Pontos
Você visualizará os pontos, conforme mostrado a seguir:

12 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Inserir Regiões
Inserir as informações das regiões que compõem o modelo. Siga os passos:



Aperte Enter

Digite os números dos pontos referentes a cada região. Separe-os por ponto
e vírgula. Dessa forma, o GeoStudio é capaz de identificar que trata-se de
uma região. Após digitar todos os números, pressione “Enter”.

13 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Inserir Regiões

14 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Inserir Regiões
Você visualizará as regiões, conforme mostrado a seguir. Para uma melhor visualização da seção, você
pode optar por desmarcar a opção de visualizar a identificação das regiões e dos pontos. Ao lado direito
do GeoStudio você encontrará os atalhos, conforme mostrado abaixo:
Desmarcar

1º 2º

15 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Salvar o Arquivo
Salve agora o seu arquivo GeoStudio.
No GeoStudio, você tem a opção de trabalhar com o menu principal ou com os atalhos.
Menu Principal

1º 3º

Observação: Você pode também salvar seu arquivo sem solução,


bem mais leve para arquivamento ou envio.

Atalho

16 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Configuração do Tipo de Análise


Configurar o tipo de análise.

Na parte inicial do GeoStudio, A janela Dados – Projeto é o local onde as


clique em “Dados – Projeto”. análises são organizadas. Clique em “Análise
SLOPE/W”.

17 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

1.0 – Análise de Estabilidade


Configure a análise, inserindo as informações necessárias.

18 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Métodos de Cálculo de Estabilidade


Há diferentes métodos disponíveis para o cálculo de estabilidade. Os métodos ditos rigorosos,
satisfazem tanto o equilíbrio de forças quanto o de momentos. Nessa análise, será utilizado
o método rigoroso de Morgenstern-Price.

19 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

1.0 – Análise de Estabilidade


Em uma análise de estabilidade é necessário também configurar a superfície de pesquisa.

Nota: Há diferentes métodos


2º disponíveis para a criação das
superfícies de pesquisa. Na versão
estudante do software, as opções

disponíveis são: entrada e saída, e
grade e raios.

4º Fechar

20 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Configuração das Unidades


Em “Unidades” você pode conferir as

unidades base e ao mesmo tempo alterá-
las, caso seja do seu interesse.

21 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Configuração da Escala
Em “Escala”, definir qual a escala de referência será necessária para o Papel A4, escolhido no início da
modelagem. Para isso, siga os passos mostrados a seguir:


22 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Inserção dos Eixos


Para uma melhor orientação, inserir os eixos.

1º 3º

Desmarque a opção 6º

“Incremento Automático”

23 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Arquivo Pronto
O arquivo agora está pronto para iniciar a modelagem.

24 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Materiais
Configure os materiais que estão presentes na seção do terreno, inserindo os parâmetros geotécnicos
mostrados na tabela a seguir:

γ c’ Phi’
Cor Nome Modelo
(kN/m³) (kPa) (°)
1 - Colúvio Mohr-Coulomb 18 9 32
2 - Solo Laterítico Mohr-Coulomb 18 10 32

25 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Criar Materiais
Para criar os materiais e adicionar as informações destes, faça como mostrado abaixo:

1º 3º

26 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Criar Materiais – Colúvio


4º 6º

27 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Criar Materiais – Solo Laterítico


5º 7º

6º 8º Fechar

28 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Aplicação dos Materiais


Aplique os materiais na seção, como indicado a seguir:


Você tem opção de trabalhar,


também, com os atalhos.
Atalho

29 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Aplicar Materiais
1. Colúvio
Clique no local onde deseja-se adicionar o material.

30 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Aplicar Materiais
2. Solo Laterítico

Nota: a linha verde representa a


superfície do solo depois que os materiais
são aplicados.

31 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Linha Piezométrica
Para inserir uma linha piezométrica basta seguir os passos:

3º 5º - Insira os valores. Aperte “tab” após inserir


cada valor.

X (m) Y (m)
0 10

16 8
24 7
40 7
Nota: Em “Materiais”, você pode habilitar a
aplicação da linha piezométrica em cada
6º material. Em “Propriedades”, pode-se aplicar
2º a sucção capilar máxima admissível.

32 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Configurações Linha Freática

33 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Lençol Freático
No modelo aparecerá então o lençol freático, como mostrado abaixo:

Linha piezométrica definida


acima da superfície do solo.

34 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Superfície de Pesquisa – Entrada e Saída


É necessário determinar a posição de entrada e saída da superfície de pesquisa.

Você também pode


utilizar o atalho, que
está acima da seção.

Atalho

2º 3º

35 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Superfície de Pesquisa – Entrada e Saída


Comece colocando o número de divisões da entrada e saída, como também do raio:

Neste exemplo, os segmentos de Entrada e


Saída e o Raio têm 10 incrementos, concluindo
um total de 11 pontos em cada. Assim, o
número total de superfícies de pesquisa é 1331
(11x11x11).

1º 2º

36 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Superfície de Pesquisa – Entrada e Saída


Digite os valores de entrada e saída do intervalo. Você pode optar também por clicar no ponto de início
do intervalo, segurar e arrastar até o ponto final com o auxílio do mouse.

Clica, segura e arrasta.

X=2m
1º 2º

X = 20 m
X = 22 m

X = 39 m

Nota: Na superfície de pesquisa


podemos definir um intervalo ou
apenas um ponto.

37 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Executar
Em “Soluções”, selecione a análise e clique em iniciar.

Superfície de escorregamento crítica.

38 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança
Ainda em resultados, para melhor visualização do fator de segurança obtido na análise e ajuste dos
números significativos, faça a seguinte alteração:


5º Fechar
Atalho

39 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança
É sugerido que o FS tenha 3 algarismos significativos.

40 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Nova Análise – Estabilidade Local


Criar outra análise de estabilidade. Refinar a superfície de pesquisa, aproximando-a da
superfície de ruptura encontrada na primeira análise. Siga os seguintes passos:


5º 6º

3°- Clique em Análise de


Estabilidade para
clonar a análise.

41 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

2.0 – Estabilidade Local


Configure a análise, inserindo as informações necessárias.

5º Fechar

42 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Superfície de Pesquisa – Entrada e Saída


É necessário alterar a superfície de pesquisa.

Você também pode


utilizar o atalho, que
está acima da seção.

Atalho

2º 3º

43 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Superfície de Pesquisa – Entrada e Saída


Digite os valores de entrada e saída do intervalo.

X=2m X = 10 m
1º 2º
X = 12 m

X = 20 m

44 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Executar
Em “Soluções”, clique na análise e clique em iniciar.

Estabilidade no
2º material colúvio.

45 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Mapas de Cores nas Superfícies de Pesquisa


O GeoStudio permite você visualizar um mapa colorido na superfície de pesquisa. Ele ajuda a
visualizar quantas das superfícies têm um fator de segurança próximo ao valor crítico e a forma
mais provável da falha.




Atalho

46 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Mapas de Cores nas Superfícies de Pesquisa


Essa imagem ilustra uma zona potencial,
zona mais crítica, na cor vermelha.

47 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Informações da Fatia
O GeoStudio permite que você tenha informações específicas de uma fatia de sua análise. Faça como
mostrado a seguir:


5º Clique na fatia


Fatia 9

Para uma melhor visualização das fatias, volte em “Aplicar


Mapa Colorido” e desmarque a opção “Mostrar Tudo”.
Atalho

48 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Informações da Fatia

Compressão

Nota: O diagrama de corpo livre à esquerda


dá uma indicação de onde as forças atuam
sobre a fatia. À direita, o polígono de força
fornece uma indicação do equilíbrio da força
da fatia.

49 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Análise dos Resultados - Gráfico


A construção de gráficos é outra forma de avaliar os resultados da análise Slope.
Esses gráficos nos permitem analisar vários parâmetros ao longo de toda superfície de escorregamento.
A seguir é mostrado o passo a passo da construção desses gráficos, utilizando alguns desses parâmetros.

Atalho

50 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança x Lambda Factor of Safety vs. Lambda

2,55

2,5

Momento
Escorregamento 1205

Fator de Segurança
2,45

Força
Escorregamento 1205

3º 2,4

FS
Escorregamento 1205

2,35

2,3
-0,1 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5

Lambda

51 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança x Lambda


A interseção dos gráficos vermelho e azul


proporcionam o fator convergente de segurança
para uma determinada superfície de deslizamento,
satisfazendo ambos equilíbrios de forças
horizontais e momentos. O ponto de interseção

indica o valor lambda e FS.

52 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança x Lambda


Factor of Safety vs. Lambda
2,55

2,5
Fator de Segurança

Momento
Escorregamento
2,45 1205
Força
Escorregamento
2,4 1205
FS
Escorregamento
2,35 1205

2,3
-0,1 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5
Lambda

53 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança x Lambda

54 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Fator de Segurança x Lambda

Resultante entre E e X
55 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].
IEC PUC Minas

Fator de Segurança x Lambda

Bishop

Morgenstern-Price

Janbu

56 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Poropressão
É possível avaliar também a variação da poropressão, como mostrado a seguir:



57 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Poropressão

A poropressão foi limitada em


0 kPa acima do lençol freático.

58 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Coesão e Resistência Friccional


Avaliar como a coesão e a força de atrito (resistência friccional) dos materiais contribuem com a resistência.

Coesão
1º 10

9,8

Resistência Coesiva (kPa)


9,6

9,4

9,2

9
5 10 15 20 25 30
X (m)

59 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Coesão e Resistência Friccional

60 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Coesão e Resistência Friccional


Para visualizar um gráfico sobreposto ao outro basta selecioná-los com o auxílio da tecla “Ctrl”.
35

30

25

Undefined (kPa)
20

15

10

Aperte a tecla Ctrl .


5

0
5 10 15 20 25 30

X (m)

61 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Resistência ao Cisalhamento x Cisalhamento Mobilizado


A resistência ao cisalhamento e o cisalhamento mobilizado podem ser traçados ao longo da superfície
crítica. O fator geral de segurança é a área sob a curva de resistência dividida pela área sob a curva de
cisalhamento mobilizado.


62 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Resistência ao Cisalhamento x Cisalhamento Mobilizado


5º - Selecione os dois gráficos.
Aperte a tecla Ctrl.

63 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].


IEC PUC Minas

Resistência ao Cisalhamento x Cisalhamento Mobilizado


45 Nota: A partir do fator de
segurança calculado, a área sob
40 a curva de resistência é 1,78
vezes maior do que a área sob
35
a curva de cisalhamento
30 mobilizado.
Undefined

25

20

15

10

5
0 5 10 15 20 25 30 35

# Fatia

64 Prof. Eduardo Monteiro – [Link].

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