Limpeza e Posicionamento em Cirurgias
Limpeza e Posicionamento em Cirurgias
Definição;
- Tipos de limpeza na sala de operação
Limpeza é um procedimento utilizado para a remoção de sujidades presentes em
qualquer superfície de material, utilizando-se água, detergente e ação manual ou
automatizada, e no ambiente cirúrgico, não poderia ser diferente.
Devemos preparar a sala operatório para as suas atividades, manter a ordem e
conservar equipamentos de instalações, com isso, garantimos um padrão na limpeza das
salas cirúrgicas, de modo a evitar infeções cruzadas e preservar os matérias e
equipamentos de sector.
As superfícies contaminadas podem servir como reservatório de agentes
patogénicos; contudo, normalmente, não são associadas direitamente à transmissão de
saúde quanto para os pacientes.
As transferências de micro-organismos para as superfícies ocorre, principalmente,
pelo contato das mãos com esses locais e, mesmo com a diminuição do impacto dessa
transferência por meio de higienização das mãos, a realização da limpeza e a desinfeção
de tais áreas são fundamentais para a redução da incidência de infeções, pois diminuem
a quantidade de agente no ambiente.
A finalidade da limpeza e da desinfecção da unidade do cliente e remover sujidades
e microrganismos e manter o ambiente agradável. Existem dois tipos de limpeza: a
Limpeza
Concorrente ou Diária e a Limpeza Terminal ou Geral. A primeira trata-se de um
processo simples, realizado diariamente, e deve envolver o leito com o colchão, mesa de
cabeceira e de alimentação, escadinha, chão e banheiro. A segunda e indicada quando o
paciente recebe alta ou e transferido, quando permanece por longo período hospitalizado
e após o óbito (SANTOS; VOLPATO, 2015).
A limpeza de uma sala operatória consiste não somente nos procedimentos
rotineiros com equipamentos mas também no controlo ambiental, e isso implica controlar
tanto o acesso e o trânsito de pessoas dentro da sala operatória quanto abertura das portas.
Definição: procedimento realizado para evitar a transmissão de infeção veiculada
pelo ambiente, durante o ato cirúrgico.
Objetivo:
70%;
Passa-lo sobre o mobiliário e os equipamentos (superfícies horizontais);
s luvas no lixo;
Limpeza Terminal
Realizada, diariamente, após a finalização do ultimo procedimento cirúrgico, e é u,
processo de limpeza e /ou desinfeção, o qual objetivo a redução da sujidade e da carga
microbiana, diminuindo, assim, a possibilidade de contaminação ambiental.
Procedimentos:
-las com solução alcoólica;
s instrumentais, equipamentos,
roupas, acessórios e materiais perfuro cortantes da SO e dar o destino correto a cada um
deles (profissionais de enfermagem);
Limpar mobiliários, focos, acessórios dos equipamentos, mesa cirúrgica do
paciente e todas as superfícies horizontais com pano limpo, de preferência descartáveis,
embebido em álcool 70% (profissional de enfermagem);
Posição para Cirurgia
POSICIONAMENTO PARA CIRÚRGIA
O posicionamento é a posição em que o paciente é colocado depois de anestesiado,
para ser submetido à intervenção cirúrgica, proporcionando a equipe cirúrgica um melhor
acesso ao campo operatório.
Posicionar o paciente requer destreza, força e habilidade para mobilizar o corpo,
com movimentos precisos, sincronizados e delicados da equipe de enfermagem e da
equipe médica, evitando transtornos como, por exemplo, hipotensão, desconforto,
traumas e outras intercorrências como dores lombares, entorses e paresias no pós-
operatório.
Posições cirúrgicas:
1. Dorsal ou Supina: é a de melhor tolerância pelo paciente, a posição inicial para
qualquer tipo de anestesia.
Tipos de cirurgias: abdominais, torácicas, vasculares, face, pescoço, membros
inferiores e superiores.
2. Ventral ou Prona: é a posição indicada para cirurgias da parte posterior do corpo.
Tipos de cirurgias: crânio, coluna vertebral, região lombar e coccígea e parte
posterior dos membros inferiores.
3. Lateral ou Sims: nesta posição o paciente permanece em decúbito lateral
esquerdo ou direito, tendo a perna inferior fletida e a superior em extensão, separadas por
um coxim ou travesseiro, sendo o equilíbrio obtido pela flexão da perna inferiormente
colocada.
Tipos de cirurgias: Toracotomia, lobectomia ou renais.
4. Ginecológica ou Litotomia: para este tipo de cirurgia o paciente é colocado em
decúbito dorsal, com as pernas flexionadas, afastadas em suportes ou perneiras.
Tipos de cirurgias: ginecológicas, proctológicas, urológicas e exames endoscópicos,
obstétricos.
5. Trendelemburg: é uma variação do decúbito dorsal, o paciente permanece nesta
posição, mas com os membros inferiores levantados e o dorso abaixado, este movimento
é realizado pela mesa cirúrgica.
Tipos de cirurgias: laparotomias abdominais e melhora da queda da pressão arterial e
oxigenação cerebral.
6. Trendelemburg reverso ou Proclive: posição igualmente utiizada a do
Trendelemburg, porém as pernas ficam rebaixadas e a região dorsal elevada.
Tipos de cirurgias: crâneo, face, rinoplastias, tireoidectomias e simpatectomias ou
também em pacientes que estão apresentando pressão arterial elevada, visando a
diminuição da pressão sanguinea no cérebro.
7. Fowler ou Sentada: esta posição sentada possibilita para que o paciente
permaneça com o dorso em um ângulo de 90º, flexiona a parte dos membros inferiores
para evitar queda do paciente.
Tipos de cirurgias: craneotomia, mamoplastia, abdomenoplastias, e também para
diminuir a dispnéia do paciente.
8. Kraske, Jackinife, Canivete ou V invertido: é uma posição onde o paciente se
encontra em decúbito ventral, com as coxas e pernas para fora da mesa e o tórax sobre a
mesa, a qual está levemente inclinada no sentido oposto das pernas, e os braços estendidos
e apoiados em talas, mantendo a região operada em plano mais elevado.
Tipos de cirurgias: cisto sacro coccígeno, hemorroidectomia
9. Posição Ortopédica: nesse tipo de posicionamento o paciente fica em decúbito
dorsal com a pelve estabilizada contra uma coluna vertical que fica posicionada entre as
pernas, esta coluna deve ser acolchoada. A tração é obtida pela contenção da perna afetada
com um dispositivo semelhante a uma bota acolchoada para proteger o tornozelo, com a
utilização dessa mesa usa-se o intensificador de imagem (arco em C), para facilitar o
procedimento cirúrgico visualizando as estruturas ósseas a serem operadas.
Tipos de cirurgias: fraturas de fêmur.
Materiais Cirúrgicos
Processo de Esterização
Material Cirúrgico: é todo conjunto de objetos, instrumentos e equipamento que
entram em contato direito ou indireto com a região operatória, utilizados para a execução
de determinado procedimento cirúrgico. Quanto a sua classificação e de acordo com a sua
função, o procedimento cirúrgico estas dividido em seis grupo que são:
1-Diérese cirúrgica
2-Procedimento hemostasia
3-Exérese cirúrgica
4-Exaurimento Cirúrgico
5-Instrumentos para procedimentos especiais
6-Instrumentos para fins diversos
1-Diérese cirúrgica: este grupo está composto por seguintes materiais que são: os
bisturis e as tesouras. Bisturi é um instrumento perfuro-cortante, utilizado para perfurar e
cortar.
Também são os principais instrumentos de corte, compõe-se por duas peças: um
cabo e uma lamina.
Tanto os cabos quanto as laminas variam de formato e de tamanho, de acordo com
o tipo de cirurgia a ser realizado. Cada peça tem a sua respectivas aplicação; Os cabos
mais curtos são utilizados nas cirurgia superficiais. Os cabos mais longos são utilizados
nas cirurgias em cavidades em profundidades.
As tesouras são classificadas quanto à forma das lâminas. A tesoura reta é usada
para síntese, como corte de fios e não para diérese. A tesoura curva é um instrumento de
diérese amplamente usada, especialmente em dissecções, porém é mais traumática que o
bisturi, assim deve ser evitada em tecidos delicados.
Também variam de tamanho e de formato (curvas ou retas, finas ou grossas) de
acordo com a sua aplicação. As mais utilizadas, são a tesouras do tipo Matzembaum por
ser uma tesoura com curva, é a mais utilizada pelo médico-cirurgião, e a tesoura do tipo
Mayo por ser uma tesoura reta, é a tesoura mais utilizada na cirurgia pelos médicos
cirurgião assistente no corte dos fios cirúrgicos.
2-Procedimentos hemostasia: neste grupo temos as pinças onde existe uma grande
variedade, variando de tamanho (pequenas, médias e grandes) e de formato (retas ou
curvas). Dentre as pinças hemostáticas mais utilizada e as pinças do tipo ``Rocher``por
ser uma pinça traumática, dotada de dente de rato, devido a preensão dos músculos.
3-Exérese cirúrgica: neste grupo temos os instrumentos para preensão e os de
separação.
Instrumentos para Preensão
A finalidade deste instrumentos cirúrgico é de segurar determinados tecidos durante
a cirúrgia.
Podemos destacar como instrumento para preensão as pinças do tipo ´´Allis´´ e a
pinças do tipo ´´Babcock´´ que é um tipo de pinça para tracionar as alças intestinais.
As pinças do tipo ´´Duval´´ também e conhecidas como triangular.
As pinças do tipo ´´Collin´´ são também conhecidas como ´´Collin oval.
As pinças do tipo ´´foerster´´ que são pínças longa, são também utilizdas em
curativos profundas, segurando compressas de gaze.
Instrumentos para Separação
São também conhecidos como afastadores. Classifica-se em dois diferentes tipos:
Os primeiros são os dinâmicos que são instrumentos que deverão empunhados pelos
médico cirurgião, com a finalidade de expor a observação o campo operatório.
O outro tipo são os autostáticos que são os instrumentos que após serem
posicionados pelo médico, pra manter o campo aberto (especulo pode ser maliaveis e
rigido).
4- Exaurimento Cirúrgico
Neste grupo incluímos as agulhas cirúrgicas, os porta-agulhas e os fios cirúrgicos.
As agulhas são instrumentos perfurantes que tem como objetivo, associadamente aos fios
cirúrgicos, a recomposição de tecidos lesionados, sejam internos ou externos, por meio
do procedimento denominado de sutura.
Existem um grande número de agulhas, variando de tamanho, calibre e formato.
1 - Agulhas do Tipo Reta
São destinadas a realização de procedimentos de sutura do tecido epitelial, sem o
emprego do porta-agulhas.
2 - Agulhas do Tipo Curva As agulhas do tipo curva podem ser semi-retas que ao
contrário das agulhas retas, possuem uma leve curvatura. As agulhas meio-círculo
possuem uma curvatura bem maior do que as agulhas semi-retas, e são eficazes na sutura
de tecidos profundos.
3 - Agulhas do Tipo Lanceoladas
São agulhas de secção triangular. São utilizadas em tecidos mais resistentes como
a sutura da aponeurose dos músculos.
4 - Agulhas Cilíndricas
São agulhas de secção circular. Muito empregadas na sutura de tecidos delicados e
sensíveis, tais como a reconstituição de vasos sanguíneos rompidos.
A classificação das agulhas pode ainda ser feita, quanto ao fio cirúrgico que será
utilizado na sutura, em 2 tipos que são: as com fio pré-passado e as com fio a passar.
Nas agulhas com fio pré-passado, a agulha já vem de fábrica, montada juntamente
com o fio cirúrgico. A base da agulha é interligada com o início do fio, não havendo
nenhum desnível.
Trata-se de agulha não traumática, por possuir um calibre regular e uniforme na
junção com o fio. Nas agulhas com fio a passar, a agulha não vem montada de fábrica
com o fio. Será necessário montá-la, passando o fio cirúrgico desejado pelo orifício da
agulha.
Os porta-agulhas, como o próprio nome já diz, tem como finalidade segurar a
agulha durante os processos de sutura. Entre os mais empregados destacam-se o porta-
agulha do tipo “Mayo Hegan” e o porta-agulha do tipo “Mathieu”.
Os fios cirúrgicos podem ser classificados em dois grupos básico
1- Fios Cirúrgicos do Tipo Absorvíveis
São fios que vão sendo gradativamente absorvidos pelo organismo, até
desaparecerem por completo. Nestes casos temos o fio Categute-simples que são feitos
de fibras de tripas de carneiro e os fios Categute-cromado. Categute é tratado
quimicamente com um banho de cromo. O objetivo desse fio cromado e frear o tempo de
absorção pelo organismo, mantendo-se a tensão do fio por um período de tempo maior.
Esse tipo de material é escolhido, quando se deseja maior segurança quanto a durabilidade
da sutura para que as partes seccionadas possam se unir. Temos também o fio Dexon que
é um tipo de fio produzido com a substância ácido poliglicólico.
2- Fios Cirúrgicos do Tipo Não - Absorvíveis
Estes fios não são absorvidos pelo organismo. Caso não sejam removidos
posteriormente, irão ficar definitivamente na região suturada. Dentre esses fios podemos
relacionar o de Nylon, o de Algodão, o fio de Seda, o de Aço e o fio de Mersilene que é
composto de uma substância sintática não absorvida pelo organismo.
Grupo 5 - Instrumentos para procedimentos especiais
São instrumentos que não compõem a mesa de instrumentação em cirurgia geral.
São instrumentos específicos para determinadas cirurgias ou atos cirúrgicos. Existe uma
gama de instrumentos especiais. Como exemplificação podem ser citados a pinça do tipo
“Lambott” -“Farabeuf”, e o Clamp de “Kocher” (Coprostase) que é empregado em
cirurgias intestinais, objetivando a oclusão da alça intestinal. O Rugina é um instrumento
que serve para descolar ou separar as costelas dos tecidos musculares. Tendo grande
aplicação nas cirurgias torácicas. A serra de “Gigli” é utilizada em neurocirurgias e em
cirurgias ortopédicas.
Grupo 6 - Instrumentos para fins diversos
1 - Campos Cirúrgicos
Os campos cirúrgicos são peças de pano que em geral medem 1,50 m 57 de
comprimento por 1,50m de largura. Existem com o objetivo de isolar o campo operatório
que será alvo da cirurgia, das demais partes do corpo do paciente. Os campos cirúrgicos
são portanto, panos esterilizados. Desta forma, não haverá riscos de membros da equipe
cirúrgica tocarem demais partes da pele do paciente e assim contaminarem suas roupas,
luvas e instrumentos cirúrgicos.
2 - Compressas Cirúrgicas
As compressas cirúrgicas são utilizadas por cima do campo cirúrgico, ou seja, por
cima da pele do paciente, de forma a criar uma barreira de proteção nas bordas das
incisões.
São também empregadas no interior das cavidades.
3 - Gazes Podem ser utilizadas desde o procedimento pré-cirúrgico para anti-sepsia
do paciente, onde a gaze com solução anti-séptica é segura pela pinça do tipo “Cheron”,
até o exaurimento cirúrgico, com a feitura de um curativo.
4 - Drenos Os drenos são tubos de borracha ou plástico, que podem vir a ser
colocados em determinados pacientes, com o objetivo de fazer escoar para o ambiente
externo, fluidos corporais, pus, sangue e/ou secreções diversas.
5 - Seringas e Agulhas Utilizadas para procedimentos anestésicos com infiltração.
PROCESSO DE ESTERIZAÇÃO Esterilização: é o processo que remove todas as
formas de vida microbianas presentes, como: vírus, bactérias, fungos que são altamente
resistente. A prática da esterilização visa a incapacidade de reprodução de todos os
organismo, presentes no material a ser esterilizado, causando a morte microbiana.
Desinfecção: é o método capaz de eliminar todos microrganismos patogênico, porém não
são capazes de eliminar esporo. Assepsia: é o conjunto de técnicas aplicadas para prevenir
a contaminação por microrganismo. Anti-sepsia: é o método no qual se previne a
proliferação de microrganismo, em tecidos vivos com o uso de substancias químicas (
soro fisiologico, alcóol, água oxigenada,e iodo,betadine), os anti-sépticos.
O PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO PODE SER FÍSICO. Esterilização por meio
físico está constituido por: 1-vapor saturado/sob pressão: Baseia-se no uso de vapor
saturada acima de 100ºc,usualmente com o niveis de temperatura entre 121 á
134ºc,consiste no vapor de água, livre de qualquer gás; É o método mais útilizado no meio
hospitalares. Este équipamento são chamados de autoclaves, este equipamento está
constituida por uma camara, com uma porta, monometro de temperatura, e um endicador
de temperatura.
2-Esterilização calor seco: Baseia-se por seguintes métodos, raios infravermelhos
utiliza-se de lampadas que transmitem radiação, essa radiação aquece a superficies
exposta a uma temperatura de 180ºc,este equipamento são estufas de ar quente, é o
método mais utilizado dentre as esterialização por calor.
3-Esterilização por radiação ionizante: é um método de esterilização que se utiliza
abaixa temperatura, por tanto que pode ser utilizado em materias termossensíveis. Este
tipo de esterilização é utilizada especialmente ,em artigos descartaveis,(fios de
sutura,luvas e entre outros).
ESTERILIZAÇÃO POR MEIO QUÍMICO.
ESTERILIZAÇÃO POR MEIO QUÍMICO ESTÁ CONSTITUIDO POR:
1-Esterilização por formaldeído: é utilizado para esterilização de equipamento ou
artigos criticos como: cateteres, dreno e tubo de burrachas.
2-Esterilização por glutaraldeído: tem sido muito utilizado para desinfecção de
equipamentos como: endoscópios, equipamento de terapia respiratório.
3-Esterilização por óxido de etileno: é um gás incolor á temperatura ambiente, é
altamente enflamável. É indicado em produto médico-hospitalares que não pode ser
exposto ao calor,ou agentes esterilizantes liquidos: instrumentos de uso intravenoso,tubo
endotraqueia e marcapasso.
4-Esterilização por plasma de peróxido: é um estado fisico da materias definido
como uma nuvem de iõens, elétrons e particulas neutro, é utilizado em artigos sensíveis
a alta temperatura e a umidade, é aplicado em materiais como: látex, borrachas e não é
oxidante.
DOR
Experiência sensorial e emocional desagradável, relacionada a lesão tecidual real
ou potencial e descrita vivenciada por pessoas sendo um dos motivos que os leva a
procura de uma unidade de saúde.
O alívio da dor é um direito do paciente, sua avaliação é fundamental para conhecer
a natureza da dor, sua origem e características, para estabelecer o tratamento mais
indicado e verificar se o tratamento foi eficaz. A dor retarda a recuperação do paciente
sendo indicador de qualidade da assistência.
Classificação da dor a.
a. Quanto ao tempo de duração pode ser: dor agua e crónica:
Dor aguda manifesta-se por umperiodo de tempo curto menos de 1 mês e é
facilmente identificado,funciona como sinal de alerta para o corpo nos casos de
inflamação, lesões, colicas menstruais e estração de dentes.
Dor crónica manifesta-se num período de tempo mais de 3 meses. Ex: ocorre em
caso de câncer ou artrites.
b. Quanto a localização:
Dor cutânea é uma dor localizada e de curta duração. Ex: manifesta-se em cortes
superficiais. Dor somática: é uma dor mal localizada e de longa duração, ocorre nos
ossos, ligamentos, tendoes etc. Ex: braço fraturado, torção do tornozelo. Dor viceral: é
localizada em orgãos internos do corpo, e dificil de se localizar. Ex: no ataque cardiaco o
paciente sente dor no ombro, estomago e braço.
Sintomas da dor: Fadiga, enções musculares, anciedade e depressão. Avaliação da
dor: História clínica, exame fisico, exames neurológicos e escala da dor Tratamento da
dor: Paracetamol, ibuprofeno, diclofenaco, dipirona, aspirina, morfina, etc.
Papel do enfermeiro na avaliação da dor Avaliam presença de dor a) Administram
analgésicos prescritos b) Avisam o médico do controle insuficiente c) Colaboram na
reorganização do esquema analgésico d) Propõem estratégias não farmacológicas e)
Educam os doentes e familiares sobre dor/doença f) Avaliam e atuam para ajustar atitudes
expectativas sobre a condição dolorosa e seu tratamento g) Preparam doente e cuidador
para exercerem suas funções de modo apropriado no domicílio.
Inflamação
É uma reacção do corpo ou do organismo a uma infeccao ou lesao dos tecidos
(Conjuntos de celulas com funções especificas.
Reacção inflamatória É a resposta de defesa do organismo quando sofre uma
invasão de um agente patogenico ou agressão sofrida. Entende-se como agressão qualquer
processo capaz de causar lesão celular ou tecidual. A palavra inflamação (inflammatio,
atear fogo).
Fisiopatologia Com agressão do tecido aumenta a irrigação sanguinea e atração de
neutrófilos e macrófagos que fazem a fagocitose, desencadeando o processo inflamatório.
Sinais de Inflamação a) Calor; b) Rubor (Vermelhidão); c) Edema; d) Dor.
Tipos de Inflamação
Inflamação Aguda: é a que ocorre na fase inicial, de Contacto com o agentee se
instala rapidamente. Ex: em caso de acidente com lesao tecidual.
Inflamação Crónica: é aquela que se instala de uma forma lenta ou seja, a sua
propagação é de acordo o tipo de invasor. Ex: uma artrite, câncer etc. Existem ainda
outros tipos de inflamação que são: a) Inflamação alérgica: Provocada por medicamentos
alergicos. b) Inflamação parulenta: É a inflamação que se forma pús. c) Inflamação
reativa: Surge avolta de um corpo estranho; d) Inflamação térmica: Provocada pelo calor.
e) Inflamação tóxica: Provocada por venenno ou toxidade. f) Inflamação traumática:
Provocada por um trauma ou lesão.
Tratamento da inflamação O tratamento é feito com anti-inflamatório não
esteroides (AINES) e os esteróides tais [Link]: Ibuprofen – 400 mg; Diclofenac –
400mg/500mg; Prednosolana – 5mg / ml
Cuidados de Enfermagem No caso de doenças inflamatórias avaliar os sinais vitais
monitorar o paciente, administrar anti – inflamatório e nos casos de inflamação por
traumas como entorse, quedas deve-se reduzir a inflamação e prevenir infecção.
Materiais usados: Pacote de curativo com pinças e tesouras, solucao anti-séptica,
gases, soro fisiologico, luvas s adesivos.
FERIDA
É uma lesão na pele; É um rompimento da estrutura anato-funcional normal da pele;
É uma solução de descontinuidade da pele e tecidos.
Classificação das feridas
A pele é o maior orgão do corpo humano que o reveste por completo. Ela apresenta
duas camadas que são: Epiderme e derme. Abaixo da derme encontra-se a camada
subcutânea, conhecida como hipoderme que constitui a terceira camada da pele.
Funcão da pele: Protecção, regulação da temperatura, armazenamento das
substâncias, sencibilidade, absorção e excreção
Classificação das feridas: As feridas podem ser classificadas de várias maneiras que
são:
1. Quanto a causa:
• Ferida cirurgica
• Ferida traumatica
• Ferida patologica.
2. Quanto a lesão:
• Feridas superficiais: são aquelas que afectam simplesmente a pele e os tecidos
cutaneos;
• Feridas profundas: é aquela que afecta os musculos, tendões, ossos, etc.
3. Quanto ao grau de contaminação
• Feridas limpas
• Feridas contaminadas
• Feridas potencialmente contaminadas
• Feridas infectadas
4. Quanto a cor
• Feridas vermelhas
• Feridas azuladas
• Feridas esverdeadas
• Feridas pretas.
5. Quanto a cicatrizaação
• Cicatrização da primeira intensão
• Cicatrização da segunda intensão
• Cicatrização da terceira intensão
Classificação das feridas quanto as causas:
Feridas cirurgicas: são aquelas causadas por instrumentos cirurgicos ou cortantes.
Elas podem ser:
Feridas incisivas: são aquelas que têmuma perda minima de tecidos, bordos
regulares e aproximados que facilitam na sutura, e são chamadas de limpas ou cirurgicas.
Feridas excesivas: são aquelas que ocorrem cirurgicamente atraves de remoção de
area da pele para enxerto.
Ferida traumatica: são aquelas causadas acidentalmente por objectos perfurantes,
cortantes, contusos e ponteagudas. Elas podem ser: Feridas perfurantes: são
provocadas por objectos longos e pontiagudos. Ex: feridas provocadas por pregos.
Feridas perfuro-contusas: são aquelas causadas por armas de fogo e originam dois
orifícios, um de entrada menor, e outro de saida geralmente maior. Feridas perfuro-
cortantes: são causadas por objectos que possuem gumes ou pontas. Ex; faca, catana,
espada, etc Feridas contusas: são aquelas provocadas por objectos pesados e que não
possuem cortes. Ex: martelo, Feridas de escoriação: é uma lesão cutanea que surge
com o arranque da pele. Feridas patológicas: são aquelas feridas causadas por certas
patologias. Úlcera de pressão ou escaras de decubitos: é uma necrose que se
desenvolve a nivel dos tecidos e ossos,devido a uma posição no leito hospitalar durante
muito tempo numa única posição. Úlcera plantar ou pé-diabetico: são fisuras que
ocorrem nos espaços interdigitais dos pés dos doentes com diabte.
Cuidados com os pensos
É um conjunto de técnicas aplicada nas feridas para destruir os microbios e protege-
la contra infecções e traumatismo promovendo a sua sicatrização. Dá-se o nome de penso
a compreensa, ligadura, algodão, adisivo que se aplicam ou retira-se numa ferida.
Objectivo da execução do penso Colocar uma cobertura protectora sobre a ferida;
Retirar os pensos sujos e molhados substituidos os pensos secos, humidos e esterelizado.
Aplicar, Remover pontos de sultura Os pontos podem ser feitos em traumatismo que
as circuntância exigem.
Classificação dos pensos
1. Pensos secos a) Asseptico ou anti-septico b) Absorvente c) Permiaveis
Pensos secos: são aqueles que ao serem aplicados são permiavelmente molhados
muitos menos depois de ser aplicado na lesão. Pensos assepticos:são aqueles que são
aplicados sebre a ferida não infectada. Tem com finalidade de proteger a ferida contra as
infecções.
Pensos anti-Septicos: é aquele que é aplicada numa ferida infectada, sobre o qual
se deixa um anti-septico para destruir os microbios que lá se encontram.
Penso absorvente: Emprega-se com fim de absorver as secreções (Drenagem de
liquidos).
Pensos permiável: é um penso que depois de ser aplicado permite o arejamento
possível da ferida. Este penso faz- se duas a uma laminade comprensa.
Penso húmidos: São aqueles que para serem aplicadas na lesão, precisão de ser
primeiramente humidecido, podendo até continuara humidecer mesmo depois da ferida.
Principios sobre a execução dos pensos.
a) Antes de fazer um penso as mãos devem estar em condições higiénicas. b)
Ninguém com qualquer infecção respiratória deve executar os pensos. c) Evitar tocir,
espirrar ou falar quando estiver a fazer um penso, se for o caso virar o rosto para um dos
ladosou usar máscara. d) Se executar vários pensos, deve-se começar pelos
pensosaasseptico e terminar com os pensos de ferida infectada. e) No caso de ferida
suturada, gangrenas, osteamielitedeve-se usar batas, máscara e luvas para evitar a
contaminação. f) Tudo que entrar em contacto com a ferida deve ser primeiramente
esterelizado.
Processo de cicatrização Cicatrização:
é o processo pela qual um tecido lesado é substituido por um tecido conjuntivo
vascularizado. O Processo de Cicatrização tem com finalidade restablecer a homeostasia
tecidual.
O processo de cicatrização inicia-se imediatamente aposa ocorrenciade uma lesão
para que o tecido conjuntivo vascularizado da homeostasia tecidual.
A reparação de feridas sequi em três fases que são: a) Fase inflamatória b) Fase
proliferativa c) Fase de maturação Fase Inflamatória: A fase inflamatória é caratecterizada
basicamente pela presença de células inflamatórias no tecido cicatrial. Em uma ferida
normal tem um período médio de 6 dias, nesta fase ocorre a hemoestasia (parar o
sangramento da corrente do trauma) e o quimiataxia (migração de celula inflamatórias,
leucocito, macrofogo).
Fase Proliferativa: Nesta fase é composto de 3 eventos importantes que sucedem o
período de maior actividade inflamatória. Essa fase inicia-se por volta do 3º dia ápos a
lesão, penduram por duas a três semanas.
As fases da proliferação são:
Neoangiagenese: é o processo de formação de novos vasos sanguineo necessarios
paramanter o ambiente da cicatrização da ferida.
Fibroplasia:é responsável pela força de cicatrização (Proteina de alto peso
molecular)
Fase de Maturação: Tem iniciu durante 3 semanas que caracteriza-se por um
elemento de resistencia sem a ver um aumetento do colageneo. O desequilibrio dessa
relção favorece o aparecimento de Quelóides.
Tipos de cicatrização
Existem três formas que pode cicatrizar-se uma ferida que dependem da quantidade
do tecido lesado ou danificado e da presença ou não de infeção. Elas podem ser:
a) Cicatrização da 1º intenção: ocorre quando os bordos são aproximados, havendo
perda minia de tecidos, consiste na união diereita dos bordos da ferida com ou sem
presença de suturas.
b) Cicatrização da 2º intenção: ocorre perdaexcessiva de tecidoscoma presença ou
não de infecção. A aproximação primaria dos bordos não é possivel, a ferida é deixada
aberta e se feixarápor meio de contração e epitilização.
c) Cicatrização da 3º intenção: é a combinação dos dois tipos decicatrização.
Acontece em feridas profundas que não foram suturadas, cuja as suturas se
romperam com a infecção.
SUTURAS
Sutura pode ser definida como o ato de aproximar estruturas (tecidos histológicos),
mediante a utilização de instrumental cirúrgico. Historicamente realizada por meio da
confecção de pontos (fios cirúrgicos e nós), atualmente pode ser realizada com a
utilização de materiais outros, especialmente confeccionados para tal (colas, selantes,
adesivos, grampos, etc...). Ainda assim, a maioria das suturas ainda é realizada com a
utilização de fios e nós cirúrgicos. Todas as suturas promovem em maior ou menor grau
três efeitos básicos nos tecidos vivos onde são aplicadas. Há o efeito de síntese
(aproximação), em que a tensão da sutura terá o efeito de propiciar a cicatrização primária
da ferida. Secundariamente, ocorrerá o recobrimento das estruturas em planos anatômicos
imediatamente abaixo dessa, estejam eles adequadamente tratados ou não. E associado
aos anteriores, há o efeito hemostático da sutura, decorrente da tensão dos pontos, da
aproximação dos tecidos e do recobrimento dos planos. A interação apropriada desses
efeitos, resultando em tratamento adequado das feridas, dependerá do material a ser
utilizado e de correta técnica cirúrgica a ser empregada.
Condições para uma boa síntese Algumas condições contribuem para o sucesso do
procedimento de sutura dos tecidos. A antissepsia, ou minimização do risco de
contaminação, evitará a perda de coaptação de bordas por inviabilidade decorrente de
processos infecciosos. Apresentação adequada das bordas da ferida permite uma sutura
sem irregularidades ou falhas de aproximação.
A hemostasia prévia diminui a possibilidade de infecções e infiltração dos tecidos,
além de evitar a perda da sutura por formação de coleções (hematomas). A ausência de
tensão entre bordas, por aproximação de planos profundos, quando necessário, evita
deiscências por erro técnico e propicia cicatrizes com melhor qualidade (em planos
profundos e superficiais).
Evitar planos teciduais não preenchidos („espaços mortos‟) e remover corpos
estranhos ou tecidos desvitalizados previne complicações e necessidade de
reintervenções. Além destas, a escolha de material adequado (instrumental, fios, agulhas)
contribui substancialmente para o sucesso do procedimento. Por regra, fios e agulhas
menos calibrosos produzem menos trauma aos tecidos, agredindo menos a fisiologia
cicatricial.
Razão pela qual dá-se preferência a fios e agulhas menos calibrosos, que
tecnicamente permitam a realização de sutura adequada e permaneçam com sua função,
durante o processo cicatricial fisiológico de cada tecido. A escolha do instrumental
(pinças de preensão, porta agulhas, tesouras, etc.) dependerá do material a ser utilizado e
do tecido a ser manuseado. Da mesma forma, instrumental grosseiro ou inadequado
provocará trauma desnecessário aos tecidos. Exemplo disso é a preferência pela utilização
de pinças com dente para manuseio da pele, em que a preensão inadequada repetida,
provocada por uma pinça sem dente, pode ser mais danosa. Em contrapartida, a utilização
de pinças com dentes em mucosas intestinais, por exemplo, pode ser o ponto de partida
para formação de uma fístula. Deve-se escolher o instrumental mais delicado possível
para cada tipo de sutura, porém que cumpra sua utilidade de maneira eficaz. A quantidade
de pontos necessários a uma sutura dependerá dos princípios básicos da mesma. O
mínimo de pontos necessários para que haja adequados síntese, recobrimento e
hemostasia.
Técnica de sutura
Para o correto posicionamento e a utilização da agulha e porta-agulha dividimos,
mentalmente, a agulha curva em terços. Na utilização usual, a agulha está posicionada em
90º em relação ao porta agulhas, sob preensão na ponta do mesmo e com sua ponta
orientada para a palma da mão do cirurgião. Na posição oposta da agulha sua ponta está
em posição inversa, ou seja, direcionada para o dorso da mão do cirurgião. Em algumas
situações, como em suturas em cavidades, por exemplo, pode haver necessárias variações,
como rotações do eixo em relação ao porta-agulhas, preensão mais distal da agulha, etc.
O sentido da sutura deve ser escolhido para que a mão não dominante do cirurgião (mão
auxiliar) exerça sua função sem prejudicar a técnica. Em suturas longitudinais (cirurgião
destro), da direita para a esquerda ou de cima para baixo, por exemplo. Condições em que
a posição da mão auxiliar indefira, opta-se por posicionar o nó final em posição proximal
ao cirurgião. Se necessário, por exemplo para diminuição da tensão de forma progressiva,
a sutura pode ser realizada de forma alternada.
A transfixação dos tecidos deve ser realizada com a ponta da agulha mantendo
contato em 90º com a superfície. Diminuindo a área de contato agulha/superfície, por
princípios físicos, com menos força e trauma, possibilita-se a transecção dos tecidos. A
mão não dominante deve ser activa e auxiliar, permitindo movimentos menos amplos e
complexos do punho dominante. Isso propicia agilidade e precisão na realização da
sutura. Torna o conjunto de movimentos mais fácil.
A agulha deve transfixar os tecidos em ângulo de 90º
A secção do fio, após o nó, deve levar em consideração o fio utilizado e o tecido
suturado. Fios monofilamentares (por ex., polipropileno) possuem memória, tendendo a
que os nós se desfaçam, exigindo secção com cotos maiores. Em suturas internas (que
não serão removidas) opta-se por manter menor coto possível, diminuindo reação de
corpo estranho. A adequação da secção dos cotos obtém-se por maior (cotos mais longos)
ou menor angulação da tesoura após esta tocar o nó.
Suturas básicas
Suturas separadas
Ponto simples comum e invertido
No ponto simples, a derme deve ser transposta pela agulha em sua totalidade. A
agulha a pele a 90º e, na outra derme em sua totalidade, sai através da pele. A distância
entre a entrada da agulha e a incisão em uma borda e a saída na outra deve ser a mesma.
Sutura simples:
A distância entre a borda e a entrada ou saída do fio deve ser a mesma. Deve incluir
a epiderme e derme de forma homogênea entre os lados.
Ponto em U vertical (Donatti) Na sutura de Donatti, procede-se a primeira parte
como no ponto simples. Porém, deve ocorrer o retorno da agulha para a borda inicial, em
plano intradérmico e à frente do passo inicial.
Sutura Donatti (“longe-longe”, “perto-perto”): o início da sutura não difere do
ponto simples; após isso, antes do nó, o fio retorna à borda inicial em plano superficial e
à frente do anterior.
Ponto em U horizontal
A sutura em U horizontal, ou ponto de Gillies, a agulha penetra a pele de forma
intradérmica na fase inicial, em uma das bordas. Na borda contralateral a passagem do
fio é totalmente intradérmica, de forma horizontal, em U. O fio não é exteriorizado nesta
borda. Após a confecção do U horizontal intradérmico, a agulha retorna verticalmente e
ao lado de sua entrada, também intradérmica.
Sutura de Gillies: Primeira borda é transpassada de forma vertical e a oposta de
forma horizontal. O fio só é aparente em uma das bordas (para realização do nó).
Ponto em X A sutura em X, com componente de força de tensão e hemostasia, o fio
é passado em um lado da incisão e, após, a um nível abaixo nas duas bordas, iniciando
pela borda contrária à inicial.
Ao final, para finalizar a sutura, o fio é passado em mesmo nível ao inicial, em
borda oposta.
Suturas contínuas
Ponto contínuo simples
Confecção de pontos simples, seriados e sem interrupção. O nó é realizado no início
e no final da sutura. Comumente chamado de “chuleio”.
Ponto contínuo ancorado
Realizado da mesma forma que a sutura simples contínua, porém com o cruzamento
do fio entre os nós. Ponto em U horizontal (barra grega ou colchoeiro)
Sutura realizada em U, horizontalmente, transfixando a pele em suas bordas. A
entrada e saída dos fios são realizadas lado a lado, de forma contínua.
Sutura em bolsa
A sutura em bolsa é aplicada com o intuito de inversão das bordas e de seu
conteúdo. Realizada por sutura circunferencial, transfixando os planos parcialmente e
espaçada entre 0,3 e 0,5 cm. Reparar e manter folga no fio em 0/360º e 180º permite que,
ao realizar o nó cirúrgico, o auxiliar possa invaginar através de pinça o seu conteúdo.
Ponto em U horizontal interno (intradérmico)
A sutura intradérmica é realizada por passagem do fio de forma horizontal, em
plano mais superficial possível. A passagem do fio contra lateral deve ser realizada no
mesmo nível do término da passagem imediatamente anterior. O fio deve ser cruzado. O
fio pode ser exteriorizado, com ou sem nó externo, nas duas extremidades.
Sutura intradérmica: fio é passado horizontalmente em cada uma das bordas, sem
cruzar, de forma mais superficial possível.
A entrada da agulha deve ser realizada em mesmo nível da saída na borda oposta.
Nota: Nunca se deve suturar ferida que tenha 12h ou mais; se caso for suturada depois
desse tempo, poderá apresentar sinais de infecção, calor, dores, mau cheiro e pús, caso
aconteça retire imediatamente os pontos de sutura e mantem a ferida aberta. Nem suturar
feridas provocadas por mordedura de animais como: porco, cão, macaco, etc. perguntar
ao paciente se já tem a vacina de tétano e confirme pelo cartão de vacina caso não tenha
administre:
V.A.T e S.A.T
Aplicação de pontos de sutura
Materiais necessários; • Um tabuleiro com campo asseptico onde vai reunir os
seuintes elementos: • Duas pinças de bicessão • Uma pinça de ponta agulha • Fio de
suturas com agulha/sutura • Duas agulhas • Comprenças esterelizadas ou não • Tesouras
ou bisturis • Camp com panela (resguardo)
Nota: para se estancar a hemorragia podemos utilizar a comprensas e nunca o
álcool, em caso de lavar a ferida usa-se água oxigenada, solutos de Darken, soro
fisiologico, etc.
Remoção de pontos de sutura
Apois a aplicação de pontos de sutura, retiram-se cuidadosamente no final de 7 a
14 dias ou conforme exegidos. De modo geral os pontos de sutura devem ser removidos
de maneira alternada com intervalo de um dia.
Materiais necessários dentro do campo: Tabuleiro com campo asseptico contendo,
uma pinça de dicessão com dente, uma pinça de dicessão com dente, uma tesoura de bico
fino recta ou bisturi e comprenças.
Fora do campo
Frasco de anti-séptico de iodo ou Betadine Rolo de adesivo ou ligadura Bola
de algodão
Procedimentos
Fazer a preparação do paciente quer do ambiente ou psiquico Lavar as mãos e
reunir o material na presença do paciente Fazer a preparacao fisica Colocar o
resguardo sobre a cama e retirar os panos da ferida Desinfectar as mãos ecalçar as luvas
e faça uma ligeira compreensão nos bordos da ferida Desinfectar ou limpar com soro
fisiológico Desinfectar a ferida do centro para veriificar e colocar o doente na posição
ventral