ELIENE RODRIGUES DA SILVA PEREIRA - ENF220286
SÍNDROME DE BURNOUT OCUPACIONAL E AFETIVA
LIMEIRA – SP
NOVEMBRO/2023
ELIENE RODRIGUES DA SILVA PEREIRA - ENF220286
SÍNDROME DE BURNOUT OCUPACIONAL E AFETIVA
Professora: Priscila
Disciplina: Saúde Mental
LIMEIRA – SP
NOVEMBRO/2023
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.......................................................................................... 04
2. SÍNDROME DE BURNOUT.................................................................... 04
2.1 Conceito...................................................................................................... 04
2.2 Fatores de risco da Síndrome de Burnout nos profissionais de saúde....... 05
2.3 Causa............................................................................................................ 07
2.4 Sintomas....................................................................................................... 07
2.5 Diagnóstico................................................................................................... 09
2.6 Tratamento médico e de enfermagem....................................................... 09
2.7 Complicações............................................................................................... 10
3. CONCLUSÃO............................................................................................. 10
REFERÊNCIAS.......................................................................................... 11
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1- INTRODUÇÃO
O presente estudo tem como foco a Síndrome de Burnout Ocupacional e afetiva. Esta
emerge como uma realidade complexa e desafiadora no cenário contemporâneo, afetando
profissionais de diversas áreas em todo o mundo. Este fenômeno não se limita a um mero
esgotamento físico; é um estado de exaustão abrangente que transcende o âmbito profissional,
infiltrando-se nos domínios emocional e mental do indivíduo. Em profissionais de saúde a
propensão de desenvolvimento da doença está cada vez maior, sendo constantemente
identificada em profissionais de enfermagem e médicos de diversas especialidades
(ARROGANTE; APARICIO-ZALDIVAR, 2017). Acerca da Síndrome de Burnout Afetiva
podemos salientar que ela consiste em um quadro de apatia e exaustão emocional. Diante da
busca por um relacionamento amoroso e das constantes decepções, a pessoa passa a sentir
frustração, ansiedade e inadequação. Além disso, desenvolve a baixa autoestima. Esta não é
tão conhecida e propagada, mas, ela existe e também é chamada de dating burnout. Apesar de
afetar tanto homens quanto mulheres, o distúrbio é mais presente entre elas. Tanto é que uma
pesquisa mostrou que 54% das pessoas do sexo feminino se sentem extremamente cansadas
com os encontros modernos.
No contexto de uma sociedade marcada pela velocidade, competitividade e demandas
incessantes, a Síndrome de Burnout representa um reflexo vívido das tensões inerentes ao
mundo do trabalho. Nesta era de conectividade constante e expectativas elevadas, a
compreensão aprofundada dessa síndrome torna-se imperativa para profissionais de saúde,
gestores e indivíduos, visando não apenas à prevenção, mas também à promoção de ambientes
laborais saudáveis e sustentáveis. Este trabalho visa explorar os diversos aspectos da
Síndrome de Burnout, desde seu conceito até as complicações advindas da mesma,
destacando a importância de abordagens integrativas para preservar a saúde mental e
promover o bem-estar nas esferas profissionais.
2- SÍNDROME DE BURNOUT
2.1 Conceito
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A Síndrome de Burnout Ocupacional, também conhecida como síndrome do
esgotamento profissional, é uma condição psicológica complexa que se desenvolve em
resposta ao estresse crônico e prolongado no ambiente de trabalho. O Burnout é uma palavra
da língua inglesa que tem o significado de “incêndio interno”. Essa síndrome relaciona-se ao
esgotamento dos recursos físicos e mentais. A expressão esgotamento passou a ser usada para
explicar o sofrimento dos profissionais em seu ambiente de trabalho, caracterizado por
profissionais que estão em contato direto com o público em geral como professores, médicos,
assistentes sociais, psicólogos e enfermeiros (LIMA et al., 2007).
Em 1995, a Organização Mundial de Saúde (OMS) registra que o estresse
ocupacional pode ser considerado uma epidemia global. Portanto, essa síndrome caracteriza-
se por sentimentos de exaustão física, emocional e mental, resultando em uma perda gradual
de motivação, interesse e eficiência no desempenho profissional. Esta síndrome não se limita
apenas à fadiga física; ela transcende para a esfera emocional, manifestando-se através de
atitudes cínicas em relação ao trabalho, despersonalização das relações profissionais e uma
sensação de falta de realização pessoal. A Síndrome de Burnout não é meramente uma
consequência inevitável do trabalho árduo, mas sim um processo gradual no qual a interação
entre fatores individuais, organizacionais e sociais desempenha um papel crucial.
O termo “burnout afetivo” surge em outro âmbito: o dos relacionamentos amorosos.
O termo é utilizado para descrever um quadro de exaustão emocional e apatia em que a
pessoa não consegue desenvolver um laço afetivo duradouro. As experiências amorosas
acabam se transformando em grandes decepções. O indivíduo fica frustrado, ansioso, se sente
socialmente inadequado e com o risco de desenvolver uma baixa autoestima
Reconhecer e compreender essa síndrome é fundamental para implementar
estratégias preventivas e intervencionistas, visando preservar a saúde mental e promover
ambientes de trabalho mais saudáveis e equilibrados.
2.2 Fatores de risco da Síndrome de Burnout nos profissionais de saúde
A Síndrome de Burnout Ocupacional, uma manifestação preocupante do estresse
laboral crônico, está intrinsecamente ligada a uma multiplicidade de fatores de risco. Ela é
vista atualmente como uma reação de estresse ocupacional presentes em todas as categorias
ocupacionais cujas condições de trabalho que favoreçam o aparecimento dos sintomas e da
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doença (TAMAYO et al 2012). Estes elementos desencadeadores, muitas vezes
interconectados, tornam-se catalisadores potenciais para o desenvolvimento desta condição
debilitante. Ao explorar esses fatores, podemos lançar luz sobre as complexidades do
ambiente de trabalho moderno e identificar áreas cruciais para intervenção preventiva.
Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout,
incluindo:
• Carga de trabalho excessiva: A imposição de uma carga de trabalho desproporcional
às capacidades individuais é um dos principais fatores de risco. Prazos apertados,
demandas crescentes e a pressão constante para atingir metas inatingíveis podem
resultar em esgotamento físico e mental.
• Exaustão Emocional: trata-se do fator central do esgotamento caracterizado
principalmente pelo desgaste emocional acompanhado da falta de energia e animo. A
impressão relatada por diversos profissionais é como se não houvesse outra forma de
repor suas energias, causando assim baixa tolerância e alta irritabilidade dentro e fora
do ambiente de trabalho, tornando-se insensível e muitas vezes apresentando um
comportamento rígido (FRANÇA, RODRIGUES, 2002).
• Falta de controle e autonomia: A ausência de controle sobre as decisões relacionadas
ao trabalho e a falta de autonomia na execução das tarefas podem contribuir
significativamente para o desenvolvimento da síndrome. A sensação de impotência
pode erodir gradualmente a motivação e o envolvimento profissional.
• Ambiente de trabalho adverso: Condições laborais desfavoráveis, como relações
interpessoais tensas, falta de reconhecimento, e ambientes hostis, desempenham um
papel crucial. Um clima organizacional negativo pode gerar estresse crônico,
exacerbando os riscos associados ao Burnout.
• Conflitos interpessoais: Relações tumultuadas com colegas, superiores ou
subordinados podem intensificar o estresse ocupacional. A falta de suporte social no
ambiente de trabalho pode aumentar a vulnerabilidade dos profissionais à Síndrome de
Burnout.
Alguns dos fatores ambientais no contexto hospitalar que são bem favoráveis a essa
síndrome, refere-se a: sobrecarga de trabalho relacionadas a estresse das responsabilidades
dos profissionais da saúde. sobrecarga devido às longas jornadas de trabalho, número
insuficiente de profissionais e a grande demanda de pacientes. Compreender a interconexão
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desses fatores de risco oferece uma base essencial para estratégias de prevenção e
intervenção. Abordagens proativas, como a promoção de um ambiente de trabalho saudável, o
desenvolvimento de políticas de gerenciamento de estresse e o apoio psicossocial, são passos
cruciais na mitigação dos riscos associados à Síndrome de Burnout Ocupacional.
2.3 Causa
A síndrome é resultado da interação complexa entre fatores individuais,
organizacionais e sociais. A incapacidade de lidar eficazmente com o estresse crônico leva ao
esgotamento emocional e físico. Como a síndrome de burnout é um fenômeno complexo e
multifatorial que afeta principalmente profissionais que lidam com altos níveis de estresse no
ambiente de trabalho a sua causa é caracterizada por exaustão física e emocional,
despersonalização e diminuição do senso de realização profissional. Diversos fatores podem
contribuir para o desenvolvimento da síndrome de burnout, e é importante compreender essas
causas para preveni-la e abordá-la de maneira eficaz como: Excesso de trabalho, pressão e
expectativas elevadas, falta de controle e autonomia, ambiente de trabalho tóxico, estresse
emocional, estresse psicológico, entre outros. Já na Burnout afetiva, as principais causas são a
dificuldade em estabelecer laços amorosos profundos e a própria era digital. Isso porque, ao
mesmo tempo que facilitam a busca por uma pessoa, os aplicativos de relacionamento
permitem se envolver com várias pessoas simultaneamente — e isso desgasta a procura por
uma parceria de vida.
2.4- Sintomas
Muitas vezes os profissionais não irão apresentar todos os sintomas, pois trata-se de
uma doença multifatorial, o grau e o aparecimento destes são individuais e merecem a devida
atenção para evitar a progressão da doença psicológica (BENEVIDES-PEREIRA, 2002). Os
profissionais de enfermagem convivem em um meio de conflitos, de pressão psicológica,
agressões verbais, desconfianças, desprezos por alguns, dificuldades de relacionamentos com
outro profissional, problemas no convívio familiar, entre outros fatores que contribui para o
aparecimento de doenças.
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Os sintomas segundo Pereira (2014, p.24), a Síndrome de Burnout apresenta-se de
formas diversas tais como:
• Física - o profissional apresenta fadiga constante, dores musculares, distúrbio do
sono, cefaleias, perturbações gastrointestinais, distúrbios do sistema respiratório; transtornos
cardiovasculares e disfunções sexuais.
• Psíquica - observada pela falta de atenção, lentidão do pensamento alterações da
memória, baixa autoestima, paranoia, ansiedade, frustração; sentimento de solidão e
impotência; labilidade emocional; astenia, desânimo, disforia, depressão; dificuldade de auto
aceitação e baixa estima
• Comportamental - identificada quando o profissional apresenta-se negligente no
trabalho, com irritabilidade, incapacidade para relaxar, comportamento de auto risco, suicídio;
aumento do consumo de substâncias: como bebidas alcoólicas ou mesmo o cafezinho
• Defensiva – o profissional tem tendência ao isolamento, sentimento de impotência,
perda do interesse pelo trabalho ou lazer, intenção de abandonar o trabalho e ironia e cinismo.
Além desses sintomas principais, a síndrome de burnout também pode manifestar
outros sinais, como: Dificuldade de concentração e lapsos de memória; Insônia ou outros
distúrbios do sono; Dores físicas, como dores de cabeça e problemas gastrointestinais;
Mudanças no apetite; Isolamento social no trabalho; Irritabilidade e impaciência; Sentimento
de desesperança em relação ao trabalho.
Na afetiva, os sintomas resultam em exaustão psicológica, diminuição da energia,
queda de produtividade, queda de imunidade, dores de cabeça, problemas estomacais e crises
de ansiedade. Resumindo, os sintomas do burnout afetivo são bastante parecidos ao da
síndrome original, que está relacionada ao trabalho. A diferença é o foco nos relacionamentos
pessoais. Por isso, a pessoa nessa condição pode experimentar também: a exaustão
psicológica; queda de produtividade; redução da energia; dores de cabeça; diminuição da
imunidade; crises de ansiedade; problemas de estômago; crises de choro; esgotamento físico;
pensamentos autodepreciativos; sensação de que os relacionamentos dão muito trabalho;
reclusão ou isolamento; desistência diante do primeiro problema no relacionamento; medo da
rejeição; questionamento sobre a própria capacidade de manter uma relação amorosa de longo
prazo. Além de: Ter baixo interesse em se relacionar com outras pessoas; É indiferente com
atividades que antes te davam prazer; Revive experiências ruins de forma rotineira; Vive
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questionando sobre sua capacidade de sustentar uma relação de longo prazo; Tem medo de ser
rejeitado ou sente-se incapaz de “encontrar alguém”.
É importante observar que os sintomas da síndrome de burnout podem variar de
pessoa para pessoa, e a gravidade dos sintomas pode aumentar ao longo do tempo se não
forem abordados.
2.5- Diagnóstico
O diagnóstico geralmente é clínico e depende de uma avaliação abrangente, incluindo
uma entrevista detalhada, análise ocupacional e exame físico minucioso. Isso se deve ao fato
de que a síndrome de burnout apresenta sintomas variados, como dores musculares e
problemas gastrointestinais. Com o diagnóstico estabelecido, iniciamos o tratamento, que
pode envolver a prescrição de medicamentos, como ansiolíticos, antidepressivos e inibidores
seletivos da recaptação de serotonina. Além disso, a psicoterapia desempenha um papel
crucial, permitindo que o paciente explore suas angústias e libere conflitos mentais por meio
de estímulos psicoterapêuticos. Existem também diversas abordagens complementares para o
tratamento, como práticas de meditação, acupuntura e yoga. Essas medidas adicionais visam
promover o equilíbrio emocional e físico, proporcionando uma abordagem holística para a
recuperação do indivíduo afetado pela síndrome de burnout. Vale ressaltar que a escolha das
estratégias terapêuticas pode variar de acordo com a gravidade dos sintomas e as necessidades
específicas de cada paciente.
2.6 – Tratamento médico e de enfermagem
A Síndrome sendo um transtorno resultante do estresse crônico ocupacional, tem seu
desenvolvimento silencioso e geralmente desprevenido ao profissional, seus sintomas são
múltiplos podendo ser classificados em sintomas físicos, psíquicos, comportamentais e
defensivos (MOREIRA et al, 2009). O tratamento do burnout geralmente envolve uma
abordagem integrada que combina intervenções médicas, psicológicas e de enfermagem.
Profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, desempenham papéis cruciais no
suporte aos indivíduos afetados pela síndrome de burnout. Abaixo, destaco algumas
estratégias específicas relacionadas ao tratamento médico e de enfermagem para o burnout:
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• Tratamento médico: Profissionais de saúde, como médicos, desempenham um papel
fundamental na avaliação inicial e no diagnóstico da síndrome de burnout. Uma
anamnese detalhada, considerando fatores ocupacionais e histórico de saúde, é
essencial para identificar os sintomas associados. Em alguns casos, a prescrição de
medicamentos pode ser apropriada para aliviar sintomas específicos. Ansiolíticos,
antidepressivos e outros medicamentos podem ser considerados com base na avaliação
do médico. A realização de acompanhamento regular é crucial para monitorar a
resposta ao tratamento, ajustar medicamentos, se necessário, e fornecer suporte
contínuo ao paciente.
• Tratamento de enfermagem: Enfermeiros desempenham um papel vital na avaliação
contínua dos sintomas físicos e emocionais do paciente. Essa avaliação informa o
plano de cuidados e permite adaptações conforme necessário. Estes profissionais
desempenham um papel essencial na educação do paciente sobre a síndrome de
burnout, seus sintomas e estratégias de enfrentamento. Isso inclui fornecer
informações sobre o gerenciamento do estresse e promover hábitos de vida saudáveis.
Também podem oferecer suporte emocional significativo, ouvindo atentamente as
preocupações do paciente e incentivando a expressão de emoções. Eles também
podem ajudar na identificação de recursos psicossociais disponíveis para o paciente.
Para o tratamento o burnout afetivo pode ser amenizado com um processo
psicoterapêutico.
2.7 – Complicações
Se o burnout, se não for devidamente reconhecido e tratado, pode levar a diversas
complicações tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. Algumas das complicações
associadas à síndrome de burnout incluem: problemas mentais, redução de desempenho
profissional, conflitos interpessoais, problemas físicos, comprometimento do sistema
imunológico, aumento do risco de doenças cardiovasculares, exaustão física, desmotivação e
desengajamento profissional.
Reconhecer os sinais precoces do burnout e buscar intervenções adequadas são
fundamentais para prevenir complicações mais sérias. O apoio profissional, como terapia
psicológica, e a implementação de estratégias de autocuidado e gerenciamento de estresse são
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passos importantes na promoção da recuperação e prevenção de complicações associadas ao
burnout.
3- CONCLUSÃO
Em conclusão, a síndrome de burnout é um fenômeno complexo que resulta do
estresse crônico no ambiente de trabalho, afetando significativamente a saúde mental e física
dos indivíduos. Os sintomas associados, como exaustão emocional, despersonalização e
diminuição da realização profissional, podem ter implicações graves para o bem-estar global.
À medida que a sociedade contemporânea enfrenta demandas cada vez mais desafiadoras e
ritmos acelerados, a conscientização sobre o burnout e a implementação de estratégias
preventivas tornam-se imperativas.
A prevenção e o tratamento eficazes da síndrome de burnout exigem uma
abordagem abrangente, envolvendo não apenas profissionais de saúde mental, mas também
mudanças no ambiente de trabalho e práticas individuais de autocuidado. A promoção de
ambientes de trabalho saudáveis, o incentivo à gestão eficaz do estresse e a valorização do
equilíbrio entre vida profissional e pessoal são medidas cruciais na prevenção do burnout.
Acerca da burnout afetiva esta requer cuidados tanto quanto a ocupacional pois, as
duas estão interligadas e podem trazer prejuízos em diversas áreas da vida da pessoa.
Ao reconhecer os sinais precoces, buscar apoio profissional quando necessário e
adotar práticas de autocuidado, é possível enfrentar o burnout e promover uma vida mais
equilibrada e satisfatória. A sociedade e as organizações que reconhecem a importância do
bem-estar mental estão mais bem posicionadas para criar ambientes que promovam a saúde e
a produtividade a longo prazo. Dessa forma, ao abordar o burnout, estamos não apenas
cuidando individualmente da saúde, mas contribuindo para uma cultura que valoriza o
equilíbrio e a resiliência em face das exigências modernas.
BIBLIOGRAFIA
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LIMA, F. D. et al. Síndrome de Burnout em Residentes da Universidade Federal de
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MOREIRA et al. Prevalência da síndrome de burnout em trabalhadores de enfermagem
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PEREIRA, Ana Maria T. Benevides. Bournout: quando o trabalho ameaça o bemestar do
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TAMAYO, M. R.; MENDONÇA, H.; SILVA, E. N. – Capítulo 2: Relação entre estresse
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culturais FERREIRA, M. C.; MENDONÇA, H. (Orgs.). São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012.
[Link] acessado em 26 de novembro de 2023.