UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE - UNIVILLE
Bacharelado em Engenharia de Software (BES)
Estatística para computação
Professora Priscila Ferraz Franczak
Engenheira Ambiental - UNIVILLE
Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais - UDESC
Doutoranda em Ciência e Engenharia de Materiais - UDESC
[Link]@[Link]
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Plano de Aula
1. Gráficos em barra
2. Boxplot
3. Gráficos em setores
4. Adicionando algo em um gráfico existente
5. Interagindo com a janela gráfica
6. Pacotes gráficos adicionais
7. Exercícios
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1. Gráficos em barra
• Composto por duas linhas ou eixos, um
vertical e outro horizontal.
• No eixo vertical são construídas as barras
que representam a variação de um
fenômeno ou de um processo de acordo
com sua intensidade.
• Essa intensidade é indicada pela altura da
barra.
• No eixo horizontal especifica-se as
categorias da variável.
Exemplo:
Dados se referem as categorias de cor: azul,
branco, cinza e verde.
• A orientação pode ser trocada:
• O primeiro passo na construção do
gráfico é ter os dados armazenados em
objeto apropriado.
• No gráfico em barras é necessário que os
dados estejam armazenados em um vetor
ou matriz.
• É possível também nomear as posições
através do comando names( ) e aumentar
a fonte do título e eixos:
• Podemos também preencher cada barra
com cor diferente:
• Podemos criar o gráfico de barras de
duas variáveis, um ao lado do outro, na
mesma janela gráfica.
• Precisamos armazenar os dados em um
objeto do tipo matriz:
• Para colocarmos nome nas linhas e
colunas, usamos o comando dimnames( ):
• Podemos trocar as colunas de lugar:
• Podemos trocar as colunas de lugar:
2. Boxplot
Este gráfico, também conhecido como diagrama
em caixa, informa sobre a distribuição dos
dados.
Somente se aplica a variáveis quantitativas,
informando o menor valor (pequena linha
horizontal inferior) e valor máximo (pequena
linha horizontal superior).
Assim como os histogramas, o boxplot nos informa
sobre a maneira de distribuição dos dados, tendo a
vantagem de permitir a visualização de grupos de
dados.
Resumo comparativo da taxa de aprovação de oito
disciplinas de ciclo básico de cursos de Engenharia.
Exemplo: conjunto de dados InsectSprays
contido nos pacotes básicos de instalação
do R.
Contém dados de um experimento onde
foram contabilizados o número de insetos
sobreviventes quando da aplicação de seis
diferentes inseticidas, nomeados de A a F.
Esse conjunto possui 72 observações estruturadas em
um [Link], onde count contém o número de
insetos sobreviventes após a aplicação do inseticida,
que está rotulado na segunda coluna como spray.
...
A hipótese é que o número de insetos
sobreviventes é função do tipo de inseticida
aplicado.
Ou seja, quanto mais eficiente o inseticida,
menos insetos sobreviveriam.
No R podemos expressar “count é uma
função de spray” com a fórmula:
count~spray
3. Gráficos em setores
• Também chamado de gráfico de pizza.
• Exibem dados como proporção de um
todo, permitindo fazer comparações entre
grupos.
• Sintaxe:
pie(dados,opções)
• Exemplo:
4. Adicionando algo em um gráfico existente
Os comandos gráficos de baixo nível podem
ser usados para adicionar informações a um
gráfico existente.
Os mais usados são o points( ), que adiciona
pontos a um gráfico já elaborado e o lines( ),
que adiciona linhas.
Outro comando útil para desenhar retas em
gráficos já existentes é o comando abline( ).
Ele desenha retas tanto com base em um
intercepto e um coeficiente de inclinação
quanto com base em valores verticais e
horizontais fixos.
Mudando linhas
A largura das linhas pode ser mudada com o
argumento lwd (quanto maior o número, mais
grossa a linha.
O estilo da linha pode ser modificado com o
argumento lty.
Definindo manualmente o intervalo dos eixos
O R define os intervalos dos eixos com base
nos valores a serem plotados.
Porém é possível definir manualmente esses
intervalos usando os comandos xlim e ylim.
Adicionando textos no gráfico
Podemos adicionar textos em qualquer
lugar do gráfico com o comando text( ),
dando as coordenadas para inserção do
texto.
5. Interagindo com a janela gráfica
Identificadores nos gráficos
Podemos identificar um ponto ou conjunto de pontos
em um gráfico gerado.
Essa identificação pode ocorrer de maneira bem
interativa quando usamos o comando identify( ).
Esse comando se enquadra na terceira categoria de
comandos gráficos: os comandos interativos.
Exemplo:
Suponhamos que haja um conjunto de cidades (de A a F)
e suas coordenadas planas (x e y):
Podemos plotar as coordenadas das cidades:
Podemos identificar os nomes das cidades:
Após dar o comando identify( ), quando passamos o
mouse sobre o gráfico, ele ganha forma de cruz, e, ao
clicar no ponto que se deseja identificar, sua descrição
é exibida.
Se quisermos identificar três cidades:
identify(x,y,nomes,n=3)
6. Pacotes gráficos adicionais:
lattice
ggplot2
7. Exercícios