Manual de Procedimentos para Trabalhador Rural
Manual de Procedimentos para Trabalhador Rural
ATIVIDADES ESPECIAIS
TRABALHADOR
8.4 RURAL
ESTE FASCÍCULO SUBSTITUI O DE IGUAL NÚMERO ENVIADO ANTERIORMENTE AOS NOSSOS ASSINANTES.
RETIRE O FASCÍCULO SUBSTITUÍDO, ANTES DE ARQUIVAR O NOVO, PARA EVITAR A SUPERLOTAÇÃO DA PASTA.
EXPEDIÇÃO: 27-8-2000
2ª EDIÇÃO
MANUAL DE PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL
SUMÁRIO
ASSUNTO PÁGINA
8.4. TRABALHADOR RURAL ...................................................................................................................................... 4
8.4.1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................................................... 4
8.4.2. EMPREGADO RURAL.......................................................................................................................... 4
[Link]. SAFRISTA........................................................................................................................... 4
8.4.3. TRABALHADORES RURAIS NÃO CONSIDERADOS EMPREGADOS RURAIS .............................. 4
[Link]. EMPREGADOS DE PROPRIEDADES RURAIS SEM FINALIDADE ECONÔMICA ......... 4
[Link]. PARCEIROS ....................................................................................................................... 4
[Link].1. Parceria Agrícola ........................................................................................... 4
[Link].2. Parceria Pecuária........................................................................................... 4
[Link]. ARRENDATÁRIO................................................................................................................ 4
[Link]. EMPREITEIRO .................................................................................................................... 4
[Link]. CARACTERIZAÇÃO DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO ...................................................... 4
8.4.4. “BÓIA-FRIA” ........................................................................................................................................ 5
8.4.5. EMPREGADOR RURAL ....................................................................................................................... 5
[Link]. INDÚSTRIA RURAL............................................................................................................ 5
[Link]. EQUIPARAÇÃO.................................................................................................................. 5
[Link]. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA................................................................................... 5
8.4.6. CONTRATAÇÃO DO TRABALHADOR RURAL.................................................................................. 5
[Link]. CONTRATO DE TRABALHO ............................................................................................. 5
[Link].1. Alteração das Condições .............................................................................. 5
[Link].2. Cultura Secundária ........................................................................................ 5
[Link]. CONTRATO COM BASE NA LEI 9.601/98 ........................................................................ 6
[Link]. ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO E NO REGISTRO DE EMPREGADOS .. 6
[Link]. REGISTRO DE EMPREGADOS ......................................................................................... 6
[Link].1. Exame Médico ................................................................................................ 6
[Link]. CADASTRAMENTO NO PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL ................................. 6
[Link]. CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS .................................... 6
8.4.7. DURAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO ........................................................................................ 6
[Link]. PRORROGAÇÃO ............................................................................................................... 7
[Link].1. Adicional......................................................................................................... 7
[Link].2. Dispensa do Acréscimo ................................................................................ 7
[Link]. SERVIÇOS INADIÁVEIS..................................................................................................... 7
[Link].1. Força Maior..................................................................................................... 7
[Link]. CASOS IMPREVISTOS ...................................................................................................... 7
[Link]. EXCESSO DO LIMITE ........................................................................................................ 7
[Link]. INTERVALOS...................................................................................................................... 7
[Link].1. Serviços Intermitentes .................................................................................. 7
[Link]. HORAS IN ITINERE ............................................................................................................ 7
[Link]. TRABALHO NOTURNO ..................................................................................................... 8
[Link].1. Pagamento de Adicional ............................................................................... 8
[Link].2. Menor de 18 Anos .......................................................................................... 8
[Link]. DESCANSO SEMANAL...................................................................................................... 8
[Link].1. Escala de Revezamento ................................................................................ 8
8.4.8. REGIME DE TRABALHO PARCIAL .................................................................................................... 8
8.4.9. QUADRO DE HORÁRIO....................................................................................................................... 8
[Link]. CONTROLE DA FREQÜÊNCIA.......................................................................................... 8
[Link].1. Substituição do Quadro de Horário ............................................................. 8
[Link].2. Faltas Justificadas......................................................................................... 8
[Link].3. Faltas Disciplinares ....................................................................................... 9
8.4.10. DETERMINAÇÃO DO SALÁRIO.......................................................................................................... 9
[Link]. PARCELA IN NATURA....................................................................................................... 9
ASSUNTO PÁGINA
[Link]. DESCONTOS ...................................................................................................................... 9
[Link]. FORNECIMENTO DE MORADA ........................................................................................ 9
[Link].1. Contrato Escrito............................................................................................. 10
[Link]. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA ................................................................................. 10
[Link].1. Contribuição do Empregado Rural .............................................................. 10
[Link].2. Contribuição do Empregador Rural Pessoa Jurídica................................. 10
[Link].3. Produtor Rural Pessoa Física com Empregados........................................ 10
[Link]. IMPOSTO DE RENDA NA FONTE ..................................................................................... 10
[Link].1. Deduções Permitidas .................................................................................... 10
[Link].2. Tabela.............................................................................................................. 11
[Link]. FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS).............................................. 11
8.4.11. PAGAMENTO DA REMUNERAÇÃO ................................................................................................... 11
[Link]. PRAZO ................................................................................................................................ 11
[Link].1. Tolerância ....................................................................................................... 11
[Link].2. Atraso no Pagamento.................................................................................... 11
[Link]. RECIBOS FIRMADOS POR MENOR ................................................................................. 12
8.4.12. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO............................................................................................................ 12
[Link]. REMUNERAÇÃO EM UTILIDADES OU VARIÁVEL ......................................................... 12
8.4.13. FÉRIAS ANUAIS................................................................................................................................... 12
[Link]. REMUNERAÇÃO DAS FÉRIAS ......................................................................................... 12
[Link]. ABONO PECUNIÁRIO........................................................................................................ 12
[Link]. ÉPOCA DA CONCESSÃO.................................................................................................. 12
[Link]. FÉRIAS PROPORCIONAIS ................................................................................................ 13
[Link]. TRABALHO EM TEMPO PARCIAL ................................................................................... 13
8.4.14. ESTABILIDADE .................................................................................................................................... 13
[Link]. APURAÇÃO DA FALTA GRAVE ....................................................................................... 13
[Link].1. Improcedência................................................................................................ 13
[Link].2. Pedido de Demissão...................................................................................... 13
8.4.15. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL ANUAL ................................................................................................... 13
[Link]. TRABALHADORES EVENTUAIS ...................................................................................... 14
8.4.16. RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO ..................................................................................... 14
[Link]. INDENIZAÇÃO.................................................................................................................... 14
[Link]. DESCONTO ........................................................................................................................ 14
[Link]. INDENIZAÇÃO ADICIONAL............................................................................................... 14
[Link]. INDENIZAÇÃO POR TEMPO DE SERVIÇO ...................................................................... 14
[Link]. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO (ENUNCIADO 148-EX. PREJULGADO 20) ................... 14
[Link]. INDENIZAÇÃO COMPENSATÓRIA................................................................................... 15
[Link]. PARCELAS DEVIDAS ........................................................................................................ 15
[Link].1. Contrato de Safra........................................................................................... 15
[Link]. CONTRATO DE EXPERIÊNCIA ......................................................................................... 15
[Link]. JUSTA CAUSA ................................................................................................................... 15
[Link]. HOMOLOGAÇÃO................................................................................................................ 15
[Link].1. Prazo Para Pagamento .................................................................................. 15
8.4.17. MANUTENÇÃO DE ESCOLA PRIMÁRIA ............................................................................................ 15
8.4.18. PRESCRIÇÃO....................................................................................................................................... 16
[Link]. MENOR ............................................................................................................................... 16
8.4.19. CIPATR ................................................................................................................................................. 16
[Link]. FINALIDADE DA CIPATR .................................................................................................. 16
[Link]. SAFRISTA
Caracteriza-se como safreiro ou safrista o trabalhador que se obriga à prestação de serviços mediante
contrato de safra, assim considerado aquele que tenha sua duração dependente de variações
estacionais das atividades agrárias.
São assim entendidas as tarefas normalmente executadas no período compreendido entre o preparo do
solo para o cultivo e a colheita.
[Link]. PARCEIROS
Os parceiros são pessoas que, mediante contrato de parceria, desenvolvem atividade rural em sociedade,
conforme abaixo.
[Link]. ARRENDATÁRIO
Arrendatário é a pessoa que, mediante contrato de arrendamento, explora uma propriedade de uma outra
pessoa, mediante importância estipulada no contrato.
O objetivo do arrendamento é a exploração agrícola, pecuária, agroindustrial, de extração vegetal ou
mista.
[Link]. EMPREITEIRO
O empreiteiro é a pessoa que, mediante contrato de empreitada, executa serviços, como limpeza de
pasto, catação de café, capina de milho etc, por preço determinado.
8.4.4. “BÓIA-FRIA”
Há no meio rural trabalhadores que prestam serviços temporários e sem vínculo empregatício e que, por comerem
no local de trabalho a comida fria que levam, são chamados de “bóias-frias”.
Entretanto, a legislação não ampara esta categoria de trabalhador, pois se na prestação dos serviços existir os
requisitos caracterizadores da relação jurídica de emprego, tais como trabalho não eventual, oneroso, pessoal,
subordinado e habitual, estará configurada a existência do vínculo empregatício.
Assim, a contratação de trabalhadores na condição de “bóia-fria” é ilegal, estando o empregador rural que a fizer
sujeito às cominações legais.
No recrutamento de mão-de-obra, a fiscalização exigirá do empregador a comprovação de uma contratação regular
que consiste em: assinatura de Carteira de Trabalho; contrato de trabalho escrito com a duração do trabalho,
salário, alojamento, alimentação e condições de retorno à localidade de origem do trabalhador.
[Link]. EQUIPARAÇÃO
Equipara-se ao empregador rural a pessoa física ou jurídica que, habitualmente, em caráter profissional e
por conta de terceiros, executa serviços de natureza agrária, mediante utilização do trabalho de outrem.
[Link]. PRORROGAÇÃO
A duração normal do trabalho pode ser acrescida de horas suplementares não excedentes de duas
diárias, mediante acordo escrito entre o empregador e o empregado ou contrato coletivo de trabalho.
[Link].1. Adicional
Do acordo ou contrato coletivo de trabalho deve constar, obrigatoriamente, a importância
da remuneração da hora suplementar que deve ser, pelo menos, 50% superior à da hora
normal.
O cálculo das horas extras foi analisado no Fascículo 3.4.
[Link]. INTERVALOS
Em qualquer trabalho contínuo de duração superior a 6 horas diárias, será obrigatória a concessão de um
intervalo mínimo de uma hora, para repouso ou alimentação, observados os usos e costumes da região.
Esse intervalo não deve ser computado na duração do trabalho.
Entre duas jornadas de trabalho é obrigatório um período mínimo de 11 horas consecutivas para
descanso.
e) até dois dias, consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos termos da lei
respectiva;
f) no período de tempo em que tiver de cumprir exigências de alistamento do Serviço
Militar;
g) durante o período de licenciamento compulsório da empregada, em virtude de
maternidade ou aborto;
h) pelo tempo em que permanecer à disposição da Justiça, como parte, testemunha ou em
virtude de sorteio para funcionar como jurado no Tribunal do Júri;
i) até quinze dias, por motivo de doença ou acidente do trabalho, uma vez que a legislação
previdenciária determina que o pagamento dos quinze primeiros dias, nesses casos, é
de responsabilidade do empregador;
j) a ausência do empregado, justificada, a critério da administração do estabelecimento,
mediante documento por esta fornecido;
k) a paralisação do serviço nos dias em que, por conveniência do empregador, não tenha
havido trabalho;
l) ausências ao trabalho dos representantes dos trabalhadores em atividade, decorrentes
das atividades do Conselho Nacional de Previdência Social;
m) ausências ao trabalho dos representantes dos trabalhadores no Conselho Curador do
FGTS, decorrentes das atividades desse órgão;
n) pelo dobro dos dias de convocação para prestação de serviço à justiça eleitoral;
o) nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para
ingresso em estabelecimento de ensino superior.
[Link]. DESCONTOS
Além das hipóteses de determinação legal ou decisão judicial, no salário do trabalhador rural somente
podem ser efetuados os descontos, mediante sua prévia autorização, correspondentes às seguintes
parcelas:
a) o valor do adiantamento em dinheiro;
b) até o limite de 20% do Salário Mínimo pela ocupação da morada;
c) até o limite de 25% do Salário Mínimo pelo fornecimento de alimentação.
[Link].2. Tabela
Os rendimentos do trabalho assalariado sofrem incidência do IR/Fonte com base na tabela
vigente no mês do pagamento, independentemente do mês em que os serviços forem
prestados.
Para o cálculo do IR/Fonte incidente sobre os rendimentos do trabalho assalariado, deverá
ser utilizada a Tabela reproduzida a seguir:
Base de Cálculo Mensal em Alíquota Parcela a Deduzir do Imposto em
R$ (%) R$
No caso de 13º salário e férias, o cálculo do IR/Fonte deve ser em separado dos demais
rendimentos pagos no mês, sendo cabível as deduções normais.
Está dispensada a retenção do imposto de valor igual ou inferior a R$ 10,00. Essa dispensa
não se aplica ao 13º salário.
[Link]. PRAZO
Qualquer que seja a modalidade do trabalho, o pagamento do salário não deve ser estipulado por período
superior a um mês, exceto no que concerne a comissões, percentagens e gratificações.
[Link].1. Tolerância
Quando o pagamento tiver sido estipulado por mês, deve ser efetuado, o mais tardar, até o
quinto dia útil do mês subseqüente ao vencido. Quando houver sido estipulado por
quinzena ou semana, deve ser efetuado até o quinto dia seguinte ao da respectiva
quinzena ou semana de trabalho.
Quando o quinto dia útil ou o quinto dia for sábado, os empregadores que não têm
expediente neste dia e aqueles que se utilizam de via bancária para efetuar pagamento de
salários devem antecipar o referido pagamento para o dia útil imediatamente anterior.
O pagamento do salário no sábado somente será admitido quando for realizado em
espécie.
8.4.14. ESTABILIDADE
Com a Carta Constitucional de 1988, os empregados não optantes até 4-10-88 passaram a integrar o regime do
FGTS, sem prejuízo da indenização pelo tempo de serviço até aquela data.
Os empregados que em 4-10-88 eram estáveis continuam sendo estáveis, tendo em vista que se trata de direito
adquirido.
A estabilidade era alcançada pelo empregado ao completar 10 anos de serviço na mesma empresa, na condição de
não optante pelo regime do FGTS.
O empregado estável somente pode ser demitido por motivo de falta grave ou circunstância de força maior,
devidamente comprovada.
[Link].1. Improcedência
Reconhecida a inexistência de falta grave praticada pelo empregado, o empregador fica
obrigado a reintegrá-lo ao serviço e, ainda, a pagar-lhe os salários relativos ao período de
suspensão.
De acordo ainda com a legislação que instituiu a contribuição sindical na área rural, esta deve ser recolhida
diretamente pelo empregador rural, juntamente com o imposto territorial rural do imóvel ao qual estejam vinculados
os trabalhadores.
Desde janeiro/97, essa situação se modificou, pois com a publicação da Lei 8.847/94, que estabeleceu normas
relativas ao cálculo e recolhimento de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, a Secretaria da Receita
Federal deixou de arrecadar e administrar as receitas da contribuição sindical rural devida à Confederação Nacional
da Agricultura (CNA) e à Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG).
Assim, cabe à CNA e à CONTAG cobrar diretamente dos produtores rurais a contribuição sindical empresarial e a
descontada dos trabalhadores rurais.
[Link]. INDENIZAÇÃO
A falta do aviso prévio por parte do empregador dá ao empregado o direito aos salários correspondentes
ao prazo respectivo, garantida sempre a integração do período correspondente no seu tempo de serviço.
[Link]. DESCONTO
A falta do aviso prévio por parte do empregado dá ao empregador o direito de descontar os salários
correspondentes ao prazo respectivo.
[Link]. HOMOLOGAÇÃO
O pedido de demissão ou recibo de quitação de rescisão do contrato de trabalho de empregado com mais
de 1 ano de serviço somente tem validade, quando feito com assistência do respectivo sindicato ou
perante autoridade do Ministério do Trabalho e Emprego.
O pagamento a que fizer jus o empregado é efetuado no ato da homologação da rescisão, em dinheiro ou
cheque administrativo.
No caso de empregado analfabeto, o pagamento somente pode ser efetuado em dinheiro.
O recibo de quitação deve conter especificação da natureza de cada parcela paga ao empregado, com
discriminação dos respectivos valores. A quitação, entretanto, só é válida em relação às parcelas
discriminadas no recibo.
8.4.18. PRESCRIÇÃO
A prescrição dos créditos resultantes da relação de trabalho é de 5 anos, até o limite de 2 anos após a extinção do
contrato de trabalho.
[Link]. MENOR
Contra o menor não corre qualquer prescrição. Considera-se menor o trabalhador de 16 a 18 anos.
Não é permitido o trabalho do menor de 16 anos.
8.4.19. CIPATR
Os empregadores rurais, que no ano civil anterior mantiveram em média 20 ou mais trabalhadores, estão obrigados
a organizar e manter em funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural
(CIPATR), por estabelecimento.
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federal de 1988 – artigos 5º, inciso XXXVI, 7º, e artigo 10, inciso I, das Disposições
Constitucionais Transitórias (Separata/88); Emenda Constitucional 28, de 25-5-2000 (Informativo 21/2000); Lei Complementar 7, de
7-9-70 (DO-U de 10-9-70); Lei 3.071, de 1-1-1916 – Código Civil Brasileiro – artigos 1.188, 1.237, 1.410 e 1.416; Lei 4.090, de
13-7-62 (DO-U de 26-7-62); Lei 4.749, de 12-8-65 (DO-U de 13-8-65); Lei 4.923, de 23-12-65 (DO-U de 29-12-65, c/ retif., no DO-U de
26-1-66); Lei 5.889, de 8-6-73 (DO-U de 11-6-73); Lei 7.238, de 29-10-84 – artigo 9º (Informativo 44/84); Lei 8.036, de 11-5-90
(Informativo 20/90); Lei 8.212, de 24-7-91 (Separata/98); Lei 9.011, de 30-3-95 (Informativo 13/95); Lei 9.250, de 26-12-95
(Informativo 52/95); Lei 9.300, de 29-8-96 (Informativo 35/96); Decreto-Lei 5.452, de 1-5-43 – Consolidação das Leis do Trabalho
(CLT) – artigos 4º, 8º, 29, 41, 42, 67, 74, 76, 78, 79, 129 ao 147, 443 ao 445, 451, 458, 459, 468, 473, 477 ao 483, 487, 492 e 853
(DO-U de 9-5-43); Medida Provisória 1.952-26, de 26-7-2000 (Informativo 30/2000); Lei 9.701, de 17-11-98 (Informativo 46/98);
Decreto 57.155, de 3-11-65 (DO-U de 4-11-65); Decreto 73.626, de 12-2-74 (DO-U de 13-2-74); Decreto-Lei 1.166, de 15-4-71
(DO-U de 16-4-71); Decreto 3.048, de 6-5-99 (Informativo 18 e 19/99); Portaria 2.115 MTE, de 29-12-99 (Informativo 53/99);
Portaria Normativa 1 MTA, de 28-4-92 (Informativo 18/92); Portaria 3.067 MTb, de 12-4-88 (Informativo 15/88); Portaria 3.626
MTPS, de 13-11-91 (Informativo 46/91); Portaria 739 MTb, de 29-8-97 (Informativo 36/97); Instrução Normativa Intersecretarial 1
SEFIT-SSST, de 24-3-94 (Informativo 13/94); Instrução Normativa 1 SRT, de 7-11-89 (Informativo 46/89); Instrução Normativa 2
SNT, de 12-3-92 (Informativo 12/92); Ordem de Serviço 159 INSS-DAF, de 2-5-97 (Informativo 19/97); Enunciado 2 TST;
Enunciado 90 TST; Enunciado 148 TST; Enunciado 306 TST.