INTRODUÇÃO
Através de maus anos agrícolas, epidemias e guerras, a Europa viu-se
mergulhada numa profunda crise, isto no séc. XIV. Um século depois, a Europa
começou com um processo de transformação: melhorou as técnicas de produção
agrícola, desenvolveu as atividades artesanais e mercantis; com isso consegui
ultrapassar a crise. Com o aumento da população, os europeus sentiram a obrigação de
cultivarem mais terras, fundarem mais cidades, produzirem maiores quantidades de
alimentos e outros bens. Por causa disto, a Europa, passou a precisar de metais
preciosos para cunhar (inventar, chapar) as moedas de indispensáveis às trocas
comerciais e desenvolvimento. “Mais terra, mais ouro” tornou-se o lema dos europeus
no séc. XV. As fabulosas riquezas do Oriente, divulgada na Europa pelos relatos de
missionários e comerciantes, despertaram a curiosidade e o desejo de aventura dos
europeus. Os comerciantes árabes utilizavam e exigiam moeda de ouro nas suas
transações, e este encontrava-se em abundância nas cidades mercantis do Magrebe. (sob
domínio muçulmano) A falta de metais preciosos na Europa, como o ouro e prata,
prejudicava o comércio. Daí, alguns reinos europeus desejavam ter acesso ao ouro
existente em África.
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EXPANSÃO EUROPEIA COMERCIO A ESCALA MUNDIAL NO
SECULO XVII ATÉ XVIII
Entre os séculos XVII e XVIII, a Europa encontrava-se pouco avançada
relativamente à tecnologia que, consequentemente, afecta a agricultura. O número de
homens aumenta, a população cresce em épocas de prosperidade, mas diminui em
períodos de recessão. No século XVII fez-se sentir uma crise económica, política e
social. Foi um tempo marcado pela fome, pela doença e pela guerra, que tornou a morte
mais frequente e os nascimentos mais raros. Foi um século sombrio e difícil. Ora
aumentava, ora estagnava, chegando por vezes a diminuir. O crescimento demográfico
não seguia um padrão estável.
As taxas de mortalidade e natalidade permaneceram altas durante esse século
(35% e 40%, respectivamente), o que fazia com que a esperança média de vida fosse
bastante reduzida (25-30 anos), surgindo assim sucessivas crises demográficas. No
entanto, a essas crises sucediam períodos de acalmia em que se intensificava a
nupcialidade e crescia a diferença entre o número de nascimentos e óbitos. A
EXPANSÃO EUROPEIA E O COMÉRCIO À ESCALA MUNDIAL.
Através de maus anos agrícolas, epidemias e guerras, a Europa viu-se mergulhada numa
profunda crise, isto no séc. XIV. Um século depois, a Europa começou com um
processo de transformação: melhorou as técnicas de produção agrícola, desenvolveu as
atividades artesanais e mercantis; com
HISTÓRICO DA EXPANSÃO MARÍTIMA
O processo de navegação se expandiu quando a Idade Média estava em crise.
As bases do feudalismo estavam abaladas principalmente devido à fome generalizada
que ocorria em toda a Europa, à pandemia de peste negra que dizimou grande parte da
população e às guerras e cruzadas.
Diante disso, os estados nacionais estavam em crescente fortalecimento, com
centralização do poder em torno de um só líder. Para recuperar seus territórios e conferir
a sobrevivência da população, as nações precisavam agora de moedas, territórios, poder
e rotas comerciais — esses eram os principais interesses envolvidos na expansão
marítima.
Nesse cenário, a articulação entre o rei, a nobreza, a burguesia e a Igreja
favoreceram o desenvolvimento de tecnologias e inovações importantes no ramo das
navegações. A partir disso, as expedições começaram a acontecer.
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IMPÉRIOS FRANCÊS E INGLÊS (SÉC. XVII-XVIII)
O século XVIII, o "século das luzes", é a era do racionalismo, da crença no
progresso do espírito humano e na história como caminhos para a civilização e para a
felicidade. É uma época de antagonismos e de contradições, numa fase em que se opera
a transição do antigo regime para o sistema capitalista. É também uma etapa crucial da
expansão europeia no mundo, durante a qual se fazem viagens marítimas de exploração
e descoberta, se assiste a um enorme surto do comércio intercontinental e à afirmação
do imperialismo colonialista.
Na segunda metade do século XVIII houve um aumento substancial da
construção naval e um melhoramento das técnicas de navegação, que possibilitou esse
incremento das viagens de exploração motivadas pelo fascínio iluminista face à
natureza, pelo desejo de conhecer todas as regiões do mundo e por evidentes interesses
económicos. No fim desta centúria, pode-se dizer que há um conhecimento mais
aprofundado de todo o planeta, embora permaneçam desconhecidas algumas zonas
como o interior dos continentes como a África, a Ásia, a América ou
a Austrália e Antártida.
Em Setecentos, o comércio à escala mundial iniciado no século XV abarcava
cerca de 2/3 do comércio total e nele a França e a Inglaterra tinham um papel
preponderante. Este comércio, essencialmente voltado para as Américas e para o
Oriente, caracterizava-se pela americanização das trocas estabelecidas entre a metrópole
e as colónias. Processado através da criação de circuitos marítimos, que interligam o
continente europeu à África e à América, constituía-se deste modo como um
"comércio triangular", por apresentar três vértices geográficos e económicos; no
entanto este comércio era por vezes preterido por ligações diretas entre a América e
a Europa, o que permitia uma recuperação menos demorada do capital.
As grandes metrópoles europeias tendem a desenvolver uma política de
exclusivo colonial, contrariada pela relação existente entre a Inglaterra e as colónias
da América do Norte, uma vez que estas colónias estão bastante próximas
das Antilhas e evoluíram de um modo que lhes permitiu concorrerem com a metrópole
abolindo assim o modelo de exclusividade colonial como o perfilhado, por exemplo,
pela França.
Contudo, o comércio britânico continuava a ser o mais privilegiado na sua
ligação com as Américas, porque a sua indústria manufatureira conseguia escoar os seus
produtos para o mercado da América do Norte, onde havia um considerável poder de
compra motivado pelos altos salários. O açúcar, o chá, o café e o tabaco
das Antilhas eram consumidos em Inglaterra e reexportados para outras paragens.
Dispunha ainda de um hábil sistema de permutas através do qual a Inglaterra chamava
a si a prata do México e Peru e o ouro brasileiro, o que fazia de Londres a mais forte
praça financeira da Europa.
Relativamente ao comércio francês, esta americanização era ainda mais
evidente. A França, a partir da ligação entre Marselha e Cádiz, levava produtos
manufaturados, em troca dos quais recebia café, açúcar e índigo provenientes
das Antilhas.
Na Península Ibérica também se verificava esta americanização do comércio. A
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Espanha, através do circuito entre Acapulco e Manila (Galeão de Manila), permutava
artigos têxteis e especiarias do Oriente por prata do México e produtos agrícolas do seu
solo. Na Catalunha, por exemplo, desenvolveu-se um ativo centro económico, baseado
nas piastras americanas. Portugal parecia, todavia, não beneficiar da melhor forma das
grandes quantidades de ouro que chegavam do Brasil, pois muitas vezes funcionava
como um intermediário na acumulação de capitais amealhados pela Inglaterra; só
ocasionalmente em períodos de crise entre a França e a Inglaterra é que Portugal
aproveitava convenientemente estes recursos.
O comércio que a Europa fazia com o Oriente funcionava de um modo distinto
pois à partida estava condicionado pelas redes comerciais pre-existentes numa área do
globo onde abundava a mão de obra e os setores industrial e financeiro estavam bastante
desenvolvidos. A atividade comercial mantida com o Oriente também era dominada
pelas grandes potências europeias, a França e a Inglaterra, que tomaram o lugar antes
ocupado pela Holanda, a qual por sua vez o tinha tomado de Portugal, a primeira
potência europeia a deter o monopólio sobre este próspero comércio.
O domínio franco-britânico foi conseguido pela criação de companhias
comerciais de tipo monopolista, que transacionavam especiarias, tecidos de algodão,
chá, ópio e metais, que eram comprados com metais preciosos da América. O sucesso
da Companhia das Índias inglesa em meados do século XVIII significou um
crescimento do tráfego comercial da Índia e da China.
O inusitado desenvolvimento do comércio à escala mundial resultou no
alargamento da disputa colonial até ao Pacífico, onde até então não houve concorrência,
exceto nas Filipinas espanholas. A França e a Inglaterra vão apostar em expedições
marítimas nesta área, que levaram à colonização de zonas como a Austrália ou de ilhas
do Pacífico, como o Tahiti ou a Nova Caledónia.
Nesta altura deu-se uma deslocação dos principais centros do comércio no interior
da Europa. Alguns portos europeus beneficiaram da intensificação do comércio
marítimo. Londres é de longe o principal porto, mas outros ganham também
protagonismo, como é o caso dos portos de Liverpool, de Bristol, de Manchester e
de Nantes. Também no Mediterrâneo se assistiu a alguma dinamização de Marselha e
de Livorno, e não são descurados os rios e os canais, igualmente importantes para o
comércio.
A França, em maior medida do que a Inglaterra, sentiu uma forte atração
pela Europa. Já no século XVIII, à medida que se verificava uma diminuição da sua
influência no Mediterrâneo aumentava a sua intervenção no Norte da Europa,
nomeadamente nos mercados da Alemanha. Há um crescimento das transações com o
Báltico, sem passar pelos Países Baixos. A Dinamarca e a Suécia procuraram proteger
politicamente os têxteis de produção nacional, enquanto consumiam produtos coloniais
como vinhos e aguardentes francesas.
As relações da Inglaterra com a Escandinávia intensificaram-se pelo facto de esta
última fornecer madeiras e minérios à Inglaterra, utilizados nas frotas britânicas.
Esta expansão do mercado trouxe a acumulação de capitais, que nos casos
da Inglaterra e da França se refletiram na duplicação do stock monetário. Londres
tenta, com sucesso, superar Amesterdão, cidade que até meados do século XVIII era a
mais forte praça financeira da Europa. Londres controla a economia da Grã
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Bretanha e na segunda parte do século XVIII chega a ser o centro de comércio por
excelência da economia mundial.
A Europa vivia de uma economia baseada numa política conquistadora apoiada
nas colónias, que deveriam suprir as necessidades das metrópoles. Esta política não
entra em colisão com algumas teorias ligadas ao pensamento liberal; só muito
esporadicamente surgiam posições que vinham contestar este comércio de exclusividade
bem como o colonialismo.
O domínio do mundo pela Europa acarretou o aparecimento de focos de luta em
todos os continentes envolvendo, obviamente, as mais proeminentes potências
europeias. Esta confrontação, pela primeira vez à escala do mundo, está relacionada
com a Guerra de Sucessão da Espanha, com a Guerra dos Sete Anos e com a Guerra da
Independência dos Estados Unidos da América.
Nesta disputa, a Inglaterra foi a incontestável vencedora, sobretudo depois da
assinatura do Tratado de Paris, em 1763. Apesar de alguns reveses,
a Inglaterra continuou a crescer, mantendo sempre a supremacia económica. Nem a
Guerra da Independência dos Estados Unidos veio questionar a sua posição
hegemónica, reforçada no domínio do Império britânico da Índia, instaurado,
efetivamente, no século XIX.
A França perdeu muitos territórios da América do Norte (como a Luisiana e
parte do Canadá) e renunciou à manutenção de uma política de expansão territorial
iniciada na Índia, região onde ficou com apenas cinco feitorias costeiras.
EMPREENDIMENTO MARÍTIMO E COMERCIAL OCORRIDO
NOS SÉCULOS XV E XVIII
Entre os séculos XV e XVIII os europeus iniciaram um grande empreendimento
marítimo que ficou conhecido como expansão marítima europeia.
Isso só foi possível quando no final da Idade Média o feudalismo sofreu
profundas transformações e abriu espaço para uma nova estrutura econômica baseada
no lucro.
Essa nova realidade fez com que os governos buscassem alternativas para o
desenvolvimento da economia.
Nesse contexto, a expansão marítima europeia teve como finalidade principal a
superação da crise econômica dos séculos XIV e XV e o desenvolvimento da Economia
Mercantil com a conquista de novos mercados.
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Esse evento marítimo expansionista dos europeus em busca das relações
comerciais culminou ainda na descoberta de vários territórios, inclusive do território
brasileiro.
FATORES QUE MOTIVARAM A EXPANSÃO MARÍTIMA
Diversos fatores contribuíram para a expansão marítima europeia. Entre eles:
1. monopólio árabe-italiano no Mediterrâneo que impulsionou a busca de
novas rotas marítimas;
2. exploração de metais preciosos para a cunhagem de moedas;
3. investimento financeiro das monarquias nacionais aos projetos náuticos;
4. centralização política dos reinos absolutistas;
5. aliança política entre os reis e a burguesia mercantil interessada na
lucratividade da expansão ultramarina;
6. divulgação da fé cristã para povos de outros territórios;
7. aperfeiçoamento das técnicas navais.
Outro importante fator que corroborou ainda mais para a expansão marítima
europeia foi o Renascimento urbano e comercial.
Esse novo contexto cultural trouxe um outro olhar para as questões humanas,
espirituais e naturais. Anteriormente, as teorias teocêntricas da Igreja Católica
disseminavam concepções infundadas sobre os oceanos, como a existência de monstros
tenebrosos nas profundezas dos mares e zonas tórridas.
O espírito aventureiro e de conquista adotado pelos nos navegadores europeus os
fizeram superar toda e qualquer ideia arcaica acerca das navegações.
Outra atividade importante foi o desenvolvimento da arte da ciência náutica,
com o uso da bússola, do astrolábio, o quadrante, as caravelas, as cartas de marear e a
vela triangular.
O PIONEIRISMO MARÍTIMO DE PORTUGAL
A formação da monarquia portuguesa com a Revolução de Avis, em 1385, e a
aliança política com o grupo mercantil interessado no comércio marítimo, possibilitou
com que o país fosse pioneiro na expansão marítima europeia.
Os portugueses já tinham uma tradição pesqueira que os davam habilidades com
os mares. Mas foi na Escola de Sagres que iniciaram muitos projetos náuticos e
alavancaram o empreendimento comercial das navegações.
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A Escola de Sagres foi instaurada pelo infante português D. Henrique, na vila
portuguesa de Sagres, em meados do séc. XIV. Muitos navegadores e interessados na
arte náutica aprenderam o manuseio de ferramentas importantes para as navegações.
Além disso, A Igreja Católica realizou muitas missas e benção especiais para
as expansões marítimas portuguesas por motivos religiosos, e também econômicos. A
razão disso é que com o comércio marítimo os dízimos aumentariam a receita do clero.
Os navegadores portugueses tomaram a região do Celta, no norte da África, em
1415, local inicial do domínio expansionista marítimo português.
Em 1492, Portugal dominou o comércio marítimo do oceano Atlântico.
Posteriormente, iniciou-se o périplo africano que conquistou muitos comércios de
especiarias, como o de marfim e de ouro.
EXPANSÃO MARÍTIMA ESPANHOLA E O TRATADO DE
TORDESILHAS
O Estado Nacional Espanhol realizou sua primeira expansão marítima em
1492. A rota de destino dos espanhóis foi em direção ao oeste, sob a liderança do
navegador italiano Cristóvão Colombo.
A rota escolhida por Cristóvão Colombo foi fruto das influências das teorias
renascentistas acerca da forma do mundo.
Nessa primeira viagem as embarcações espanholas atracaram na América.
Entretanto, o líder navegante acreditava estar em terras indianas. Além da Espanha
tentar provar as teorias do formato da terra, entrou ainda em conflitos com Portugal pelo
domínio das produções de especiarias.
Para sanar a rivalidade entre os dois reinos ibéricos, Portugal e Espanha, o papa
Alexandre VI dividiu o novo território descoberto em duas partes.
Inicialmente, o papa decidiu que a divisão dos territórios entre Portugal e
Espanha seria o meridiano traçado a 100 léguas das ilhas de Cabo Verde. E após a
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repartição as terras a oeste do meridiano pertenceria ao reino português e as terras a
leste ao reino espanhol.
Em 1494 Portugal iniciou negociações diplomáticas com os espanhóis por
recusa ao primeiro acordo papal. E foi com o Tratado de Tordesilhas que se
estabeleceram as divisões territoriais das terras descobertas.
No tratado ficou acordado entre os dois países que os territórios seriam divididos
pelo meridiano, traçado a 370 léguas a oeste das Ilhas de cabo Verde. Portugal se
beneficiou economicamente porque ficou com a rota de leste, rumo a Índia, e boa
porção do território do Brasil.
CONSEQUÊNCIAS DA EXPANSÃO MARÍTIMA EUROPEIA
O comércio em escala mundial foi ampliado graças as grandes navegações da
expansão marítima europeia. Por isso, muitos historiadores denominam as relações
comerciais do século XV ao XVII de Revolução Comercial.
O mar Mediterrâneo era monopolizado pelos árabes-italianos, através das rotas
terrestres das cidades italianas de Gênova e Veneza. Depois da expansão marítima
europeia o eixo econômico passou a ser o oceano Atlântico.
A mudança do eixo econômico valorizou a cidade portuguesa de Lisboa.
Posteriormente, a cidade espanhola de Sevilha.
O comércio marítimo europeu ainda ocasionou o surgimento do colonialismo e
da exploração das riquezas das terras descobertas. Sobre isso, leia abaixo um trecho do
texto de Burns:
Calcula-se que quando Colombo descobriu a América a quantidade de ouro e
prata em circulação na Europa não ultrapassava duzentos milhões de dólares. Por volta
de 1600, o volume de metais preciosos naquele continente atingira o pasmoso total de
um bilhão de dólares. Parte dele era fruto das pilhagens feitas pelos espanhóis nos
tesouros dos incas e astecas, mas o grosso provinha das minas do México, da Bolívia e
do Peru. Nenhuma outra causa influiu de maneira tão decisiva no desenvolvimento da
economia capitalista.
A exploração enriqueceu os reis e a burguesia e colocou o povo em uma estrema
pobreza. As consequências dessa relação comercial exploratória se estenderam e
formaram países com economias desenvolvidas e subdesenvolvidas.
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CONCLUSÃO
A expansão marítima é considerada, por muitos estudiosos, o primeiro passo
para o processo de globalização. Foi nesse período que o homem entendeu sua
capacidade de explorar novos territórios, a partir de tecnologias de transporte e da
ciência.
Além de toda a importância no contato entre diferentes continentes, a expansão
marítima fortaleceu o comércio e abriu espaço para o racionalismo. Ao mesmo tempo,
também está associada aos processos de colonização das Américas e África.
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REFERÊNCIA
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2. [Link]
3. [Link]
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