Padrão de Permissão para Trabalho Transpetro
Padrão de Permissão para Trabalho Transpetro
TRANSPETRO
Código: PE-3N0-00023-F
CORPORATIVO
Cadastro do padrão
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Aplicação e Abrangência
3. Documentos de Referência e Complementares
4. Definições
5. Autoridade e Responsabilidade
6. Descrição
7. Registros
8. Anexos
1. OBJETIVO
Estabelecer sistemática para emissão de Permissão para Trabalho (PT) com a finalidade de preservar a saúde
e a segurança da força de trabalho, o meio ambiente, a comunidade, a integridade das instalações e dos
equipamentos e a continuidade operacional.
2. APLICAÇÃO E ABRANGÊNCIA
Este padrão aplica-se aos trabalhos de manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção ou
reparo de instalações, equipamentos ou sistemas, a serem realizados nas áreas operacionais da Transpetro.
3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E
COMPLEMENTARES
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NR-18 - Norma Regulamentadora Nº 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
NR- 33 - Norma Regulamentadora Nº 33 - Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados
4. DEFINIÇÕES
5. AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE
5.1 REQUISITANTE
5.1.1 Promover o DSMS, abordando assuntos relacionados aos trabalhos a serem executados.
5.2 EMITENTE
5.2.1 Inspecionar, em conjunto com o requisitante e co-emitente, o equipamento, sistema e ou local onde
deve ser realizado o trabalho objeto da PT, emitir a LV - Fase Liberação e providenciar as medidas
necessárias para prover as condições seguras para a execução do trabalho.
5.2.2 Certificar-se de que as recomendações de segurança da PT, das respectivas LV e Análise de Risco
foram atendidas e as condições trabalho estejam seguras durante todo o seu desenvolvimento.
5.2.3 Providenciar a afixação de etiqueta de advertência e dos dispositivos de travamento e bloqueio.
5.3 CO-EMITENTE
5.3.1 Participar do grupo de planejamento do trabalho quando designado ou se este for realizado em
equipamento ou sistema de outra supervisão que estiver localizado em área sob sua responsabilidade.
5.3.2 Inspecionar a área de realização do trabalho juntamente com o requisitante, antes de co-emitir
qualquer PT, de forma a prover as condições de segurança na liberação da área sob sua
responsabilidade, para a realização do trabalho.
5.3.3 Comunicar aos envolvidos toda e qualquer alteração ocorrida na área que possa impactar a
realização dos trabalhos e, se necessário, paralisar o trabalho.
5.3.4 Acompanhar o requisitante na verificação da área onde o trabalho foi executado antes do
encerramento da PT.
5.3.6 Certificar-se de que as recomendações de segurança da PT, das respectivas LV e Análise de Risco
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foram atendidas e as condições trabalho estejam seguras durante todo o seu desenvolvimento.
5.5.2 Assegurar o atendimento às medidas de controle constantes da PT, aos padrões de SMS, às
normas técnicas e à legislação aplicáveis ao trabalho objeto da PT sob sua responsabilidade.
5.5.3 Comunicar ao emitente da PT toda e qualquer alteração ocorrida na área que possa impactar a PT
e, se necessário, paralisar o trabalho.
5.5.5 Justificar a necessidade de revalidação de PT cujo prazo de validade ultrapasse a 11(onze) horas
em relação à jornada de trabalho do executante.
5.5.6 Certificar-se de que as recomendações de segurança da PT, das respectivas LV e Análise de Risco
foram atendidas e as condições trabalho estejam seguras durante todo o seu desenvolvimento.
5.6.5 Definir local de arquivamento dos formulários PT, PTT, Área liberada, LV e análise de risco.
5.7.1 Validar a programação de trabalho de intervenção nos dutos sob sua responsabilidade de operação.
5.7.2 Garantir a execução das ações operacionais de sua responsabilidade definidas no planejamento do
trabalho a ser executado.
5.7.3 Dar anuência ao emitente da PT, por meio de contato telefônico com gravador de voz, para início
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dos trabalhos.
5.8.4 Credenciar, por meio de DIP, instrutores de treinamento para emitente e requisitante de PT.
5.8.7 Treinar, avaliar e aprovar empregados de empresa contratada, para a qualificação como emitente de
RAS.
5.8.8 Elaborar outras listas de verificação específicas não previstas neste padrão, mas aplicáveis ao
padrão, para outros tipos de trabalhos.
6. DESCRIÇÃO
Este padrão se aplica aos trabalhos de manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção ou
reparo de equipamentos, sistemas ou instalações, descarte ou coleta de resíduos ou produtos da Transpetro -
Unidade de Negócio de Terminais e Oleodutos e Unidade de Negócio de Gás Natural.
Os requisitos de segurança, meio ambiente e saúde, específicos para a execução de cada trabalho devem ser
consultados nas normas e padrões de cada especialidade.
6.1.1 Nenhum trabalho deve ser executado sem que tenha sido objeto de planejamento prévio, devendo
ser destinado um período adequado para o seu planejamento.
6.1.3 Devem participar do planejamento os representantes das áreas envolvidas nos trabalhos a serem
executados.
6.1.5 No planejamento deve ser definida, também, a necessidade de utilização de Listas de Verificação
( Anexos I ) a serem preenchidas e aplicadas na fase de liberação pelo emitente da PT ( no caso de
espaço confinado ver o padrão PE-3N0-00028 - Segurança e saúde nos Trabalhos em Espaços
Confinados ).
6.1.6 No preenchimento das listas de verificação, caso necessário, o emitente da PT pode ser
assessorado por especialista do trabalho a ser executado o qual deve registrar sua matrícula e rubricar na
Lista de Verificação.
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6.1.7 Os resultados do planejamento e a necessidade ou não de utilização de Listas de Verificação na
fase de liberação do trabalho devem ser documentados. É recomendada a utilização do modelo do Anexo
A - Formulário de Planejamento de Permissão para Trabalho - PT.
6.1.8 Quando definida a emissão de "Listas de Verificação - Fase liberação", estas devem ser
encaminhadas ao emitente da Permissão para Trabalho para o preenchimento.
6.1.11 Para os trabalhos enquadrados na sistemática de Área Liberada também devem ser cumpridas as
etapas de planejamento do trabalho, previstas neste padrão, para fins de emissão do Laudo de área
liberada pela coordenadoria de SMS operacional e aprovação pela gerência operacional.
6.1.12 Nos trabalhos de urgência ou em situação de emergência, o planejamento prévio pode ser
simplificado, embora não seja dispensada a identificação dos perigos e avaliação dos riscos. [Prática
Recomendada]. A avaliação dos riscos deve atender o disposto no item 6.1.13 deste padrão.
6.1.13 O planejamento simplificado pode ser realizado para atender situações imprevistas e críticas, que
gerem grave e iminente risco para pessoas e/ou instalações ou comprometa o abastecimento,
necessitando de atendimento rápido.
Nota 3: é recomendado que o planejamento prévio seja realizado, no mínimo, na semana anterior a da
execução do(s) trabalho(s). [Prática Recomendada]
Nota 5: para orientações sobre o processo de planejamento e execução do trabalho, ver Anexo B –
Orientações para o Processo de Planejamento e Execução do Trabalho.
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k) a necessidade de emissão de RAS ou laudos técnicos específicos;
l) a definição do tipo de permissão: PT, PTT ou Área Liberada;
m) a definição dos intervalos de verificação, quando periódica, ou se o trabalho necessita de
acompanhamento permanente;
n) a análise de interferências entre trabalhos simultâneos a serem desenvolvidos na área;
o) a verificação da necessidade de atender aos requisitos referentes à sistemática de gestão de
mudanças;
p) a possibilidade de realização do trabalho em área de menor risco (oficina, “pipe-shop”; instalações
do fornecedor);
q) a necessidade de inibição temporária de sistema de segurança;
r) a necessidade de definir, de comum acordo com o CNCO, a programação de intervenção nos
dutos sob responsabilidade de operação do CNCO.
6.1.17 A avaliação dos riscos deve abranger as atividades de:
6.1.18 Para cada trabalho deve ser realizada a Análise de Riscos Nível 1 (Anexo C). Uma ou mais
respostas afirmativas (sim), nas questões da Análise de Riscos Nível 1, indica a obrigatoriedade de
realização de APR.
6.1.19 Mesmo que todas as respostas sejam negativas na Análise de Risco Nível 1, a(s) LV relacionada
(s) a cada tipo de trabalho a ser realizado devem ser aplicadas.
6.1.20 Para subsidiar a elaboração da APR devem ser utilizadas, também, as LV específicas relacionadas
ao trabalho a ser realizado.
Nota 6: a equipe de planejamento pode optar por realizar diretamente a Análise Preliminar de Riscos, sem
ter realizado a Análise de Riscos Nível 1.
Nota 7: para as atividades que possuem padrão específico contendo listas de verificação, estas devem ser
adotadas para a sistemática de PT.
Nota 8: caso seja necessário, a coordenadoria de SMS operacional da unidade operacional pode elaborar
outras listas de verificação além das citadas neste padrão, as quais devem ser validadas pelas áreas
envolvidas.
6.1.21 Devem ser elaborados e implantados procedimentos que considerem os critérios para a
desativação temporária de qualquer sistema ou dispositivo de proteção. Essa desativação temporária só
pode ser efetuada após avaliação de riscos que assegure o controle dos mesmos, com autorização por
escrito do responsável de maior nível hierárquico da instalação onde será realizada a desativação
temporária.
Nota 9 : A inibição temporária de sistemas de segurança, deve ser definida na etapa de planejamento da
PT ( anexo A ), com a participação do representante da coordenação de operação da instalação, que
determinará o prazo de validade de inibição do sistema de segurança .
6.1.22 As informações pertinentes oriundas do planejamento devem ser inseridas no formulário de PT, em
momento anterior à emissão da PT.
6.2.1 Antes da emissão da PT, tanto o emitente quanto o executante do trabalho devem afixar etiquetas
de advertência nos equipamentos e em seus dispositivos de bloqueio, local e remoto, cuja operação pode
interferir com o trabalho a ser executado.
Nota 10: Na Unidade Operacional onde o Programa de Controle de Energias Perigosas - PCEP esteja
implantado, deve - se considerar, também, o uso das etiquetas de advertência previstas.
6.2.4 No caso de liberação de equipamentos para intervenção acionados por motor elétrico, as etiquetas
amarelas devem ser colocadas nas gavetas e nas botoeiras (campo e painel).
6.2.5 O uso de sistema de trancas (cadeados e outros dispositivos de travamento) em conjunto com as
etiquetas de advertência deve ser adotado de modo a impedir a operação de equipamentos ou sistemas
que possam gerar riscos às pessoas, ao meio ambiente ou à instalação, conforme padrão (ões) especifico
(s) para este fim.
6.3.1 Requisição de PT
[Link] Antes da contratada iniciar suas atividades deve indicar por escrito à fiscalização do contrato, o
nome de seus supervisores, encarregados e/ou executante responsáveis pela execução das intervenção
que irão ser capacitados e credenciados como requisitantes de PT pelo SMSOP da unidade operacional.
Nota 11: Os empregados da empresa contratada, credenciados como Requisitantes de PT, só podem
requisitar permissão para trabalho - PT para intervenções relacionadas com o escopo contratual e para a
equipe sob sua supervisão direta.
Nota 12: aos profissionais especializados em segurança do trabalho , medicina do trabalho e meio
ambiente, no exercício destas funções, é vedado o credenciamento para requisitar PT para trabalhos fora
de suas áreas de especialidade.
Nota 14: A coordenadoria de SMS operacional da unidade operacional, deve providenciar o controle e
identificação nos crachá dos respectivos requisitantes e emitentes de PT.
6.3.2 Emissão da PT
[Link] A Permissão para Trabalho deve ser emitida pelo responsável pelo equipamento, sistema ou
instalação, credenciado para emitir PT. O emitente da PT deve possuir credencial conforme modelo do
Anexo E – Autorização para Emitente de PT – Empregado Transpetro e/ou do Sistema Petrobras (cedido).
[Link] O gerente da unidade operacional deve garantir a delimitação das áreas operacionais e
administrativas, definindo os responsáveis pelos equipamentos, sistemas e áreas para fins de emissão de
PT.
[Link] Quando da assinatura da PT (emissão), o grupo formado pelo emitente, requisitante e co-emitente,
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quando houver, deve:
a) inspecionar o equipamento ou sistema e o local onde deve ser realizado o trabalho;
d) avaliar a possível interferência entre o trabalho a ser realizado e outros trabalhos e/ou
operações em andamento e, se necessário, registrar na PT as medidas a serem adotadas.
Nota 15: as condições e orientações estabelecidas no planejamento devem ser atendidas na íntegra.
Caso durante a emissão de PT seja verificado a inviabilidade do atendimento, os riscos e as medidas de
controle devem ser reavaliados e informados ao coordenador do planejamento do trabalho – PT.
[Link] Nos trabalhos relacionados no item 6.3.3 Recomendações Adicionais de Segurança – RAS, deste
padrão, ou quando o emitente da PT entender como necessário, deve ser feita adicionalmente uma
avaliação dos riscos de SMS por empregado emitente de RAS da Coordenação de Segurança
Operacional - SMSOP da unidade operacional.
[Link] Quando for realizado trabalho em um equipamento ou sistema situado em uma área de
responsabilidade de outra supervisão, a PT deve ser emitida pelo responsável do equipamento e co-
emissão pelo responsável da área.
[Link] É dispensável a emissão de PT nos casos em que a execução do trabalho seja efetuada pelo
próprio responsável pelo equipamento localizado em área sob sua responsabilidade, desde que exista
procedimento ou padrão específico baseado em técnicas de análise de riscos, ficando ainda, neste caso,
a obrigatoriedade da afixação da etiqueta de advertência.
[Link] No caso de a área ser de responsabilidade de outra Área de Negócio ( ABAST, BR, E&P, etc. ),
deve ser considerado o padrão de PT da respectiva Área de Negócio, desde que em conformidade com a
última revisão da N-2162.
[Link] Quando o trabalho for realizado por empresa concessionária de serviço, em seu equipamento ou
sistema situado dentro das instalações da Transpetro ou Petrobras, é obrigatória a emissão de PT pela
área operacional e co-emissão pela área de manutenção, devendo ser indicados formalmente os
envolvidos na atividade da concessionária, em conformidade com a NR 10.
[Link] Nos casos de instalações e sistemas de propriedade da Transpetro ou Petrobras operados por
empresa contratada, é permitido que sejam credenciados como emitente de PT empregados da própria
empresa, indicados formalmente por ela, em nível de supervisão e responsáveis por sua operação. Caso
a empresa operadora seja do Sistema Petrobras, pode ser utilizado o padrão de PT da mesma, desde que
em conformidade com a última versão N-2162.
[Link] A PT deve ser emitida em duas vias, ficando a primeira via com o requisitante e a segunda via
com o emitente.
Nota 16 : As Unidades que já tenham implantado o sistema de emissão de PT eletrônica devem emitir
apenas a via do Requisitante.
Nota 17: Após o encerramento da PT a via do Requisitante deve ser recolhida e arquivada na área
emitente.
[Link] Na execução de trabalhos em faixas de dutos, dutos e seus acessórios e unidades desassistidas,
que interfiram ou possam interferir com dutos em operação centralizada pelo CNCO, ou em operação
descentralizada (ramais e dutos não operados pelo CNCO), o emitente da PT deve entrar em contato,
respectivamente, como o CNCO ou com a sala de controle do terminal que executa a operação
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descentralizada, para acordar as condições operacionais requeridas para a execução, hora de início e
duração dos trabalhos. O contato telefônico deve ser registrado através de gravador de voz.
[Link] A RAS deve ser emitida pelo emitente de RAS, para as seguintes situações:
a) trabalhos com radiações ionizantes;
Nota 18: no caso de trabalhos envolvendo instrumentos ou equipamentos adequados para uso em áreas
classificadas nas instalações da Transpetro, que possam ser isolados de equipamentos ou linhas por meio
de dispositivos e/ou bloqueios, a RAS pode ser dispensada desde que exista procedimento ou padrão
específico para a atividade envolvida.
[Link] Quando da emissão da PT, persistirem dúvidas quanto à suficiência das condições de segurança
do trabalho, proteção da saúde e do meio ambiente, deve ser solicitada a assessoria do emitente de RAS.
- o prazo limite para o início do trabalho, não podendo exceder a 2 (duas) horas.
[Link] Caso o trabalho exceda o tempo previsto para sua execução, é permitido que a PT seja revalidada,
após uma reavaliação do local e das condições de trabalho, limitando sua validade à jornada de trabalho
do requisitante.
Nota 19: a revalidação da PT que, por necessidade excepcional requeira que seu prazo de validade
ultrapasse a 11(onze) horas em relação à jornada de trabalho do executante (incluindo o intervalo para
refeição), somente pode ocorrer mediante justificativa do fiscal do contrato ou do responsável pela
execução do trabalho (Transpetro), aprovada pelo coordenador ou gerente da área.
[Link] A PT pode ser emitida com prazo de validade restrito quando, em função do potencial de risco,
houver justificativa para isto. Esta condição e a justificativa devem constar explicitamente no formulário da
PT.
[Link] Quando da substituição do emitente da PT, cabe ao seu substituto a responsabilidade de, após
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inspecionar o local e verificar as condições de trabalho, decidir quanto ao encerramento da PT. O não
encerramento da PT pelo substituto do emitente implica no seu aceite para o prosseguimento normal do
trabalho, ficando, neste caso, sob sua responsabilidade.
[Link] Após a emissão da PT, o responsável pelo trabalho nela descrito deve efetuar a sua leitura para
todos os envolvidos na execução do trabalho, enfatizando as medidas de controle dos riscos, dentre elas
as de proteção coletiva e uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI, e indicando os responsáveis
por atribuições específicas.
[Link] Após a emissão das PT ou PTT, recomenda-se efetuar a leitura do seu conteúdo na frente de
trabalho, para todos os envolvidos na execução do trabalho, com ênfase para os riscos associados aos
serviços e as respectivas medidas de controle necessárias.
[Link] O requisitante da PT deve assegurar o fiel cumprimento das condições estabelecidas na PT,
providenciando os meios necessários para a manutenção das condições de segurança do local de
trabalho, inclusive quanto à afixação da etiqueta de advertência, conforme item 6.2 deste padrão.
[Link] O emitente da PT, ou seu substituto, deve certificar-se de que as condições de trabalho se
mantenham seguras durante todo o seu desenvolvimento, realizando as verificações definidas no
planejamento. Nesse caso é permitido que o emitente designe um representante para as verificações.
[Link] A PT deve estar afixada de forma visível no local onde está sendo realizado o trabalho e protegida
contra danos.
[Link] É recomendada a utilização de uma sistemática que disponibilize informações aos responsáveis
pela operação dos sistemas e equipamento a respeito dos trabalhos em andamento.
f) no período de sua validade, o seu requisitante se ausentar da área (Terminal, Base, Estação
Intermediária, Faixa de duto etc.) exceto no período de intervalo para refeição.
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[Link] Após o término do trabalho, o local deve ser verificado pelo emitente da PT ou seu substituto, pelo
co-emitente, quando houver, e pelo requisitante da PT, assegurando-se que:
- o trabalho foi concluído;
[Link] Somente após a verificação, o emitente e o co-emitente podem efetuar o encerramento da PT.
[Link] Para trabalhos ao longo da faixa de dutos, áreas de válvulas e em pontos de entrega de gás, o
requisitante da PT pode solicitar o seu encerramento via telefone, fornecendo as informações aplicáveis a
respeito das condições relacionadas no item anterior. Neste caso, o encerramento da PT deve ser
realizado após a verificação no local de trabalho, quando da emissão da próxima PT ou, quando for o
caso, na conclusão do trabalho.
[Link] A etiqueta azul colocada pelo executante do trabalho deve ser retirada pelo mesmo, quando da
conclusão do trabalho.
[Link] A etiqueta amarela colocada pelo emitente da PT deve ser retirada pelo mesmo ou seu substituto,
após constatar que o trabalho foi concluído, a PT foi encerrada e as respectivas etiquetas azuis foram
retiradas.
[Link] Para os trabalhos cuja duração seja superior a um dia, ao ser dado baixa na PT, as etiquetas de
advertência amarelas não devem ser retiradas.
[Link] A PTT deve ser requisitada pelo responsável da Transpetro pela execução do trabalho ou pelo
representante da empresa contratada.
[Link] A PTT deve ser emitida pelo coordenador ou supervisor de operações da instalação, após
inspeção, no local de realização do trabalho, e aprovação conjunta pela coordenação de SMS e equipes
das áreas envolvidas (ex: Operação, Paradas e Obras, Construção e Montagem e/ou Manutenção etc.).
[Link] Para que seja adotada a sistemática de emissão de PTT é necessário que se aplique inicialmente
à sistemática de emissão de PT, até que sejam atingidas condições seguras de trabalho.
[Link] A substituição da sistemática de emissão da PT por PTT é permitida a partir do momento em que,
embasado nos resultados da inspeção acima citada e das inspeções de acompanhamento da PT, haja a
presunção de que não ocorra alteração, durante o período de validade da PTT, das condições de
segurança do trabalho estabelecidas.
[Link] Na utilização da sistemática de emissão de PTT, deve ser aplicadas as etapas previstas deste
padrão, quanto ao planejamento, priorização e autorizações dos trabalhos.
[Link] A PTT é aplicável a situações especiais tais como: paradas para manutenção, construção e
montagem de instalações e sistemas definidos ou trabalhos em que não exista a interferência com
sistemas operacionais e que tenham procedimentos específicos baseados em técnicas de análise de
riscos.
[Link] A PTT não deve ser aplicada a trabalhos com radiação ionizante ou a outros trabalhos definidos
pelo gerente da unidade operacional.
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[Link] A PTT deve ter duração mínima de 5 (cinco) dias e máxima de 30 (trinta) dias, renováveis por igual
período.
[Link] No documento da PTT (Anexo K) devem estar descritos detalhadamente os trabalhos objeto da
PTT e as medidas de controle específicas do executante, dentre elas a de proteção coletiva e individual,
resultantes da análise de riscos elaborada na fase de planejamento.
[Link] Se durante a vigência da PTT surgir a necessidade de realização de trabalho diferente daquele
para o qual a PTT foi emitida, deve ser emitida uma PT específica para este trabalho.
[Link] Deve ser realizada verificação diária da PTT pelo emitente ou por seu representante indicado na
PTT e pelo supervisor do executante utilizando o Anexo M - Formulário de Verificação da PTT.
[Link] Para trabalhos ao longo das faixas de dutos e pontos de entrega deve ser realizada a verificação
diária da PTT pelo supervisor do executante e semanalmente pelo emitente ou por seu representante
indicado na PTT, devendo, ambos, utilizar o Formulário de Verificação da PTT. Deve ser utilizado um
formulário de verificação para cada frente de serviço abrangida pela PTT ( Anexo M - Formulário de
Verificação da PTT ).
[Link] A PTT não dispensa autorização verbal dada pelo responsável pela área. Diariamente, antes do
início do trabalho, o requisitante dos trabalhos deve entrar em contato com o responsável pela área, para
informar-lhe da presença da sua equipe (executantes) e saber sobre as condições de segurança da área
onde o trabalho deve continuar a ser executado.
[Link] No caso da necessidade de prosseguimento do trabalho após período estabelecido na PTT, para
sua revalidação deve ser realizada uma nova inspeção conjunta, no local de realização do trabalho, da
área de SMSOP com as demais áreas envolvidas (ex: Operação, Paradas e Obras, Construção e
Montagem e/ou Manutenção etc.), tendo por base a avaliação de risco inicial. Esta inspeção deve ser
realizada no mínimo com 24 (vinte e quatro) horas de antecedência ao vencimento da PTT.
[Link] A PTT deve ser afixada de modo visível no local de trabalho e protegida contra danos.
[Link] A Área Liberada deve ser requisitada por escrito pelo responsável da área Administrativa, de
Manutenção, Manutenção de Faixa de Duto ou Paradas e Obras, ao gerente operacional.
[Link] A Liberação de Área para faixa de dutos pode abranger as seguintes atividades: inspeção terrestre
visual da faixa, instalação de magnetos tipo AGM (Above Ground Mark) para sinalização de “pig”,
topografia, aquisição de dados com GPS, roçagem, capina, revestimento vegetal, limpeza, sinalização que
não implique em escavação mecânica, manutenção de canaletas de drenagem, pintura predial,
conservação superficial da faixa e inspeção do sistema de proteção catódica e pintura industrial para
dutos e acessórios.
[Link] O documento de autorização de Área Liberada (Anexo L) deve ser emitido pela gerência
operacional, após inspeção conjunta de SMS, pelo representante da Coordenação de Segurança
Operacional - SMSOP da unidade operacional, com as áreas envolvidas (ex: Operação, Paradas e Obras,
Construção e Montagem e/ou Manutenção etc), na área objeto de liberação.
[Link] É imprescindível a realização de estudos de análise risco para subsidiar a emissão do documento
de Área Liberada.
[Link] O responsável pela instalação, baseado no parecer técnico formal do profissional de segurança do
trabalho da Coordenação de Segurança Operacional - SMSOP da unidade operacional, após inspeção
conjunta, emite o documento de Área Liberada.
[Link] A Área Liberada deve ser revista quando houver mudanças significativas dos riscos na área objeto
de liberação.
[Link] Trabalhos com radiações ionizantes, ainda que em Área Liberada, exigem a obtenção de PT.
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6.5 FORMULÁRIOS
6.5.1 Formulário de PT
Campos Obrigatórios:
l) numeração da PT.
Nota 20: todos os campos de formulário de PT devem ser obrigatoriamente preenchidos. Quando não for
o caso, registrar no campo NA (Não Aplicável).
Campos Obrigatórios:
6.6 TREINAMENTO
i) Práticas Seguras.
Nota 21: a critério do coordenador ou supervisor da área emitente, e com base em parecer da equipe de
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SMS, os empregados credenciados como emitentes e que possuem experiência prática satisfatória,
podem ser dispensados da participação do treinamento prático.
f) Após o treinamento, deve ser feita a avaliação, formal por escrito, de conhecimento dos treinados,
os quais devem atingir grau de aproveitamento mínimo de 70%;
g) Os empregados treinados não aprovados podem submeter-se a novas avaliações, não sendo
obrigatória a sua participação em outro treinamento, exceto quando julgado necessário pela
coordenadoria de SMS da unidade operacional;
6.7.2 Os auditores devem utilizar o Anexo O - Auditoria da Sistemática de Permissão para trabalho.
6.7.3 A coordenadoria de SMS da unidade operacional, deve elaborar cronograma anual de auditorias,
indicar os auditores, e, com base nos resultados das auditorias, realizar, trimestralmente, análise crítica da
implementação da sistemática definida neste padrão, apontando, quando couber, soluções para a
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correção dos desvios e propondo soluções que promovam a sua melhoria contínua.
6.7.4 Para a definição de uma freqüência de auditorias compatível com o nº PTs emitidas na unidade,
deve adotar como critério, a realização de auditoria de no mínimo uma PT por semana ou 1% de PTs
emitidas na unidade, o que for maior.
6.7.5 As vias do emitente/requisitante da PT, PTT e do documento de Área Liberada devem ser
arquivadas pela área emitente, pelo prazo mínimo de 1 (um) mês após o vencimento de sua validade, no
local definido na lista de controle de registro do Sistema Gestão Integrada de QSMS, exceto nos casos em
que devam ter um período de arquivamento superior e/ou em função de orientação da área jurídica.
6.7.6 A documentação gerada pela sistemática de emissão e auditoria de PT deve ser arquivada pela
Coordenação de Segurança Operacional - SMSOP da unidade operacional de forma a possibilitar que a
qualquer instante seja possível aos responsáveis pelos equipamentos ou sistemas, e auditores ou demais
interessados, ter conhecimento dos trabalhos realizados, do conteúdo das recomendações.
7. REGISTROS
8. ANEXOS
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Sugestão:
Revisão geral
D 01/11/2011 Atualização do anexo A e C
C 03/06/2009
Subitem 4.6.3 - Inserção da nota 21, que altera os critérios para
treinamento/reciclagem de emitentes de PT.
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LISTA DE DISTRIBUIÇÃO
ELETRÔNICA
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TRANSPETRO/DFA/SA/SEPAT, TRANSPETRO/DFA/SA/SPCO, TRANSPETRO/DFA/SA/SPCO/ASOSBRA,
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TRANSPETRO/DTO/TA/OP1/ES/OPBAR, TRANSPETRO/DTO/TA/OP1/ES/OPES, TRANSPETRO/DTO/TA/OP1/ES/OPVIT,
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TRANSPETRO/PRES/PROMEF/EH, TRANSPETRO/PRES/PROMEF/GEST, TRANSPETRO/PRES/PROMEF/SMS,
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TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/STNO/INSP, TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/STNO/OBR,
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TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/STSPL/AUTO, TRANSPETRO/PRES/SE/ENG/STSPL/INSP,
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TRANSPETRO/PRES/SE/GABS/SUP, TRANSPETRO/PRES/SE/GABS/SUP/EST, TRANSPETRO/PRES/SE/ORG,
TRANSPETRO/PRES/SEGE
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