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Relatório de Estágio em Psicologia Educacional

Trabalho

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Santa Augusto Fernando Macassa

Relatório de Estagio em Psicologia Educacional

(Licenciatura Psicologia Educacional com Habilitações em Orientação Vocacional)

Universidade Rovuma

ISDRB

2024
Santa Augusto Fernando Macassa

Relatório de Estagio em Psicologia Educacional

Relatório de Estagio em Psicologia


Educacional a ser entregue ao
Departamento de Educação e Psicologia da
cadeira em Psicologia Educacional sob
orientação do Docente: Jonasse Roque

Universidade Rovuma

ISDRB

2024
Indice
Lista de abreviatura.........................................................................................................IV

Dedicatória........................................................................................................................V

Agradecimentos...............................................................................................................VI

1. Introdução..................................................................................................................7

1.1.1. Objectivos específicos........................................................................................7

1.1.2. Metodologia........................................................................................................7

2. Referencias Teóricas..................................................................................................8

2.1. Práticas e Estágio Pedagógico....................................................................................8

2.1.1. Objectivo das Práticas Pedagógicas....................................................................8

2.1.2. Organização das Práticas Pedagógicas...............................................................8

2.1.3. Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas.........................................8

2.1.4. Tarefas da Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas.......................9

2.1.5. Intervenientes nas Práticas Pedagógicas.............................................................9

[Link]. Estudante Praticante........................................................................................9

[Link]. Aluno ou formando.......................................................................................10

[Link]. Tutor..............................................................................................................10

[Link]. Supervisor.....................................................................................................11

[Link]. Actividades das Práticas Pedagógicas...........................................................11

2. ESGA (Escola Secundária Geral de Amizade)........................................................12

3. Práticas e Estágio Pedagógico..................................................................................12

3.1. Objectivo das Práticas Pedagógicas............................................................................13


3.2. Organização das Práticas Pedagógicas.......................................................................13
3.3. Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas.................................................13
3.4. Tarefas da Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas................................13
3.5. Intervenientes nas Práticas Pedagógicas.....................................................................14
3.6. Estudante Praticante..................................................................................................14
3.7. Tutor...........................................................................................................................15
3.8. Supervisor..................................................................................................................15
3.9. Actividades das Práticas Pedagógicas........................................................................16
3. Etapas do Estagio Pedagógico.................................................................................17

3.1. Pré – observação......................................................................................................17

3.2. Observação das Aulas..............................................................................................17

3.3. Estrutura e organização e sequencia das aulas.........................................................17

4. Aulas leccionadas pela Estudante Praticante...........................................................17

5. Constrangimentos.....................................................................................................18

6. Conclusão.................................................................................................................19

7. Sugestões..................................................................................................................20

Referencias bibliograficas...............................................................................................21
IV

Lista de abreviatura

ESGA-Escola Secundaria Geral de Amizade.


V

Dedicatória

Dedico o presente relatório aos meus Pais ( Augusto


Fernando Macassa e Victorina Januário Saide).
VI

Agradecimentos

Os meus agradecimentos vão em primeiro lugar a Deus pela dádiva da vida e protecção
diária e seguidamente estendo pra o meu docente Jonasse Roque pelo acompanhamento
durante o semestre e ao tutor assim como os alunos pela recepção calorosa.
7

1. Introdução
O presente relatório relata assunto relacionado com o estagio que decorreu na ESGA nos meses
de Abril e Junho do corrente ano. Este momento constitui um espaço de reconciliação entre a
teoria e prática. Objectivo geral

 Entender o trabalho de campo (Práticas e Estágio Pedagógico) articulando a teoria com a


prática.

1.1.1. Objectivos específicos


 Identificar as etapas do Estagio;
 Descrever as etapas do Estagio;
 Utilizar as diversas metodologias para o desenvolvimento do processo de ensino e
aprendizagem e ensino de qualidade.

1.1.2. Metodologia
Para fazer este relatório foi usada a método de observação direita e consulta bibliográfica.
8

2. Referencias Teóricas
2.1. Práticas e Estágio Pedagógico
É uma disciplina curricular da Universidade Rovuma que visa conciliar a teoria e a prática no
PEA (Processo de Ensino e Aprendizagem). Ou seja, consiste em colocar em prática os
conhecimentos adquiridos.

(Segundo o Regulamento Acadêmico da UP, 2017), as Práticas Pedagógicas são actividades


curriculares, articuladoras da teoria e prática, que garantem o contacto experiencial com situações
psicopedagógicas e didácticas concretas e que contribuem para preparar, de forma gradual, o
estudante para a vida profissional

2.1.1. Objectivo das Práticas Pedagógicas


As práticas pedagógicas de uma forma generalizada visam no entanto:

 Desenvolver capacidades de análise e contribuição crítica e criadora para uma


melhoria da qualidade de ensino;
 Possibilitar a vivência do meio escolar, em contacto com alunos, professores, pais e
encarregados de educação, funcionários e colegas, de modo a criar hábitos de
colaboração e de convivência, próprias desse meio;
 Desenvolver actividades de ensino-aprendizagem, pesquisa, gestão e avaliação
institucional;
 Proporcionar o desenvolvimento de competências do saber ensinar-aprender, saber-se
e saber-conviver profissionalmente.

2.1.2. Organização das Práticas Pedagógicas


 As Práticas Pedagógicas constam dos Planos de Estudos de todos os cursos de
Bacharelato e Licenciatura da Universidade Pedagógica;
 As Práticas Pedagógicas realizam-se em escolas públicas, privadas e outras
instituições com as quais a UP possui protocolos de cooperação;
 As escolas e instituições referidas no número anterior recebem a designação de
escolas integradas.

2.1.3. Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas


 Cada Faculdade deve ter uma Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas;
9

 A Comissão é constituída por supervisores das Práticas Pedagógicas de cada um dos


cursos da Faculdade.

2.1.4. Tarefas da Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas


 Coordenar a elaboração do calendário de preparação, realização e avaliação das
Práticas Pedagógicas e velar pelo seu cumprimento e correcta aplicação;
 Coordenar as actividades das Práticas Pedagógicas entre os Departamentos,
Faculdade, Delegação e as escolas integradas;
 Fazer o acompanhamento das Práticas Pedagógicas dos estudantes praticantes da
Faculdade;
 Coordenar com outras Faculdades da UP as Práticas Pedagógicas, promovendo
sessões de troca de experiências;
 Reunir periodicamente com os supervisores, por forma a avaliar o desenvolvimento
das Práticas Pedagógicas;
 Promover palestras sobre assuntos relevantes para os estudantes praticantes, tutores e
supervisores;
 Apreciar Relatórios de Balanço das Práticas Pedagógicas elaborados pelos
supervisores e elaborar o Relatório Final a ser submetido à Direcção da Faculdade;
 Articular com a Direcção da Faculdade todos os aspectos inerentes às Práticas
Pedagógicas e à elaboração do Relatório de Práticas Pedagógicas por parte dos
estudantes.

2.1.5. Intervenientes nas Práticas Pedagógicas


São os seguintes os intervenientes directos nas Práticas Pedagógicas:

 Estudante praticante;
 Aluno ou formando;
 Tutor (professor da escola ou formador do Instituto de Magistério Primário);
 Supervisor;
 Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas.

[Link]. Estudante Praticante


O estudante praticante é o discente da Universidade Pedagógica que realiza Práticas Pedagógicas
numa escola integrada. Constituem tarefas do estudante praticante:
10

 Observar a realidade escolar no seu conjunto;


 Observar aulas do tutor e dos seus colegas da Uni Rovuma;
 Planificar aulas e leccionar;
 Observar Conselhos de Notas;
 Participar em todas as actividades escolares, tais como reuniões do Grupo de Disciplina,
reuniões de turma, reuniões com pais e encarregados de educação, Assembleias Escolares;
 Estudar a regulamentação interna da escola (Regulamentos, Despachos, Circulares e
outros) por forma a estar devidamente informado e agir conforme o preceituado;
 Auto-avaliar o seu trabalho de modo a melhorar o seu desempenho;
 Constituir Pasta das Práticas Pedagógicas;
 Elaborar Relatório de Práticas Pedagógicas.

[Link]. Aluno ou formando


É o aluno que se encontra em formação na escola integrada.

[Link]. Tutor
É o professor ou formador da escola integrada onde se realizam as Práticas Pedagógicas e que
tem sob sua responsabilidade um determinado número de estudantes praticantes. Constituem
tarefas do tutor:

 Apoiar o enquadramento do estudante praticante na vida escolar;


 Acompanhar e orientar a actividade do estudante praticante;
 Disponibilizar todos os meios necessários ao bom desempenho do estudante praticante;
 Divulgar, no seio dos estudantes praticantes, o Plano de Actividades do Grupo de
Disciplina;
 Orientar o estudante praticante na planificação, realização e avaliação das aulas;
 Analisar e aprovar o plano de aula elaborado pelo estudante praticante, antes deste
leccionar a aula;
 Fazer a avaliação da aula dada pelo estudante praticante, assim como avaliar outras
actividades por este realizadas;
 Reunir, sempre que necessário, com o grupo de estudantes praticantes;
 Fornecer informações sobre o desempenho do estudante praticante aos supervisores.
11

[Link]. Supervisor
Supervisor é o docente da Universidade Pedagógica que acompanha os estudantes nas Práticas
Pedagógicas. Constituem tarefas dos supervisores:

 Acompanhar e orientar a integração do estudante praticante na vida escolar;


 Informar os tutores sobre os objectivos das Práticas Pedagógicas e dar a conhecer as
tarefas do estudante praticante;
 Apoiar os tutores na realização das suas tarefas;
 Apoiar o estudante praticante na planificação de aulas e outras actividades;
 Observar as aulas leccionadas pelo estudante praticante;
 Avaliar as aulas e todas as actividades realizadas pelo estudante praticante na escola;
 Estabelecer articulação permanente com o tutor e estudantes praticantes de modo a
resolver eventuais problemas que surjam;
 Elaborar Relatório de Balanço das Práticas Pedagógicas, a ser apresentado à Comissão de
Coordenação de Práticas Pedagógicas da Faculdade.

[Link]. Actividades das Práticas Pedagógicas


As Práticas Pedagógicas abrangem as seguintes actividades principais:

 Observação e integração no ambiente escolar;


 Participação na construção, implementação e avaliação do projecto pedagógico da escola;
 Participação em reuniões pedagógicas;
 Organização e participação em Seminários Pedagógicos;
 Participação em oficinas pedagógicas;
 Realização de práticas lectivas;
 Outras actividades de intervenção na escola e no meio.
12

2. ESGA (Escola Secundária Geral de Amizade)

ESGA (Escola Secundária Geral de Amizade )

A Escola Secundária Geral de Amizade (ESGA), localiza-se na Cidade de Lichinga ao longo da


Avenida Julius Nherere, Bairro nº 04 – Sanjala, a qual foi atribuida este nome com o slogan “O
conhecimento é uma luz”. A ESGA foi criada a 27 de Fevereiro de 1997, por Sua Excelência, o
antigo Minístro da Educão Dr. ARNALDO NHAVOTO, na presença de Sua Excelência, na
altura, Governador da Província do Niassa, Dr. AIRES BONIFÁCIO BAPTISTA ALY, em
parceria com a DIRECTAID, antiga ÁFRICA MUSLIMS AGENCY, do KUWAIT, engajada no
desenvolvimento do ensino em Moçambique e elevação do índice de desenvolvimento humana
da população deste país.

A Escola Secundária de Amizade localiza-se no Município da cidade de Lichinga, ao longo da


estrada nacional, Centralizado entre o Palácio da Governadora e a Direcção Provincial da
Educação-Niassa. Escola Secundária Geral de Amizade é composta por dezassete salas de aula,
dessas uma de informática e três salas anexas situadas na Escola Primária Completa África
Adjess, bem depois da Escola Secundária Eduardo Chivambo Mondlane. A ESGA possui
também uma sala dos Professores, dois sectores pedagógicos (sendo um do 1º cíclo e outro de 2º
cíclo), um sector director, uma secretária e dois blocos sanitários (um bloco para professores e
outro para alunos).

3. Práticas e Estágio Pedagógico

É uma disciplina curricular da Universidade Rovuma que visa conciliar a teoria e a prática no
PEA (Processo de Ensino e Aprendizagem). Ou seja, consiste em colocar em prática os
conhecimentos adquiridos.

(Segundo o Regulamento Acadêmico da UP, 2017), as Práticas Pedagógicas são actividades


curriculares, articuladoras da teoria e prática, que garantem o contacto experiencial com situações
13

psicopedagógicas e didácticas concretas e que contribuem para preparar, de forma gradual, o


estudante para a vida profissional

3.1. Objectivo das Práticas Pedagógicas


As práticas pedagógicas de uma forma generalizada visam no entanto:

 Desenvolver capacidades de análise e contribuição crítica e criadora para uma


melhoria da qualidade de ensino;
 Possibilitar a vivência do meio escolar, em contacto com alunos, professores, pais e
encarregados de educação, funcionários e colegas, de modo a criar hábitos de
colaboração e de convivência, próprias desse meio;
 Desenvolver actividades de ensino-aprendizagem, pesquisa, gestão e avaliação
institucional;
 Proporcionar o desenvolvimento de competências do saber ensinar-aprender, saber-se
e saber-conviver profissionalmente.
3.2. Organização das Práticas Pedagógicas
 As Práticas Pedagógicas constam dos Planos de Estudos de todos os cursos de
Bacharelato e Licenciatura da Universidade Pedagógica;
 As Práticas Pedagógicas realizam-se em escolas públicas, privadas e outras
instituições com as quais a UP possui protocolos de cooperação;
 As escolas e instituições referidas no número anterior recebem a designação de
escolas integradas.
3.3. Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas
 Cada Faculdade deve ter uma Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas;
 A Comissão é constituída por supervisores das Práticas Pedagógicas de cada um dos
cursos da Faculdade.
3.4. Tarefas da Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas
 Coordenar a elaboração do calendário de preparação, realização e avaliação das
Práticas Pedagógicas e velar pelo seu cumprimento e correcta aplicação;
 Coordenar as actividades das Práticas Pedagógicas entre os Departamentos,
Faculdade, Delegação e as escolas integradas;
14

 Fazer o acompanhamento das Práticas Pedagógicas dos estudantes praticantes da


Faculdade;
 Coordenar com outras Faculdades da UP as Práticas Pedagógicas, promovendo
sessões de troca de experiências;
 Reunir periodicamente com os supervisores, por forma a avaliar o desenvolvimento
das Práticas Pedagógicas;
 Promover palestras sobre assuntos relevantes para os estudantes praticantes, tutores e
supervisores;
 Apreciar Relatórios de Balanço das Práticas Pedagógicas elaborados pelos
supervisores e elaborar o Relatório Final a ser submetido à Direcção da Faculdade;
 Articular com a Direcção da Faculdade todos os aspectos inerentes às Práticas
Pedagógicas e à elaboração do Relatório de Práticas Pedagógicas por parte dos
estudantes.
3.5. Intervenientes nas Práticas Pedagógicas
São os seguintes os intervenientes directos nas Práticas Pedagógicas:
 Estudante praticante;
 Aluno ou formando;
 Tutor (professor da escola ou formador do Instituto de Magistério Primário);
 Supervisor;
 Comissão de Coordenação das Práticas Pedagógicas.

3.6. Estudante Praticante


O estudante praticante é o discente da Universidade Pedagógica que realiza Práticas Pedagógicas
numa escola integrada. Constituem tarefas do estudante praticante:

 Observar a realidade escolar no seu conjunto;


 Observar aulas do tutor e dos seus colegas da Uni Rovuma;
 Planificar aulas e leccionar;
 Observar Conselhos de Notas;
 Participar em todas as actividades escolares, tais como reuniões do Grupo de Disciplina,
reuniões de turma, reuniões com pais e encarregados de educação, Assembleias Escolares;
15

 Estudar a regulamentação interna da escola (Regulamentos, Despachos, Circulares e


outros) por forma a estar devidamente informado e agir conforme o preceituado;
 Auto-avaliar o seu trabalho de modo a melhorar o seu desempenho;
 Constituir Pasta das Práticas Pedagógicas;
 Elaborar Relatório de Práticas Pedagógicas.

Aluno ou formando
É o aluno que se encontra em formação na escola integrada.

3.7. Tutor

É o professor ou formador da escola integrada onde se realizam as Práticas Pedagógicas e que


tem sob sua responsabilidade um determinado número de estudantes praticantes. Constituem
tarefas do tutor:

 Apoiar o enquadramento do estudante praticante na vida escolar;


 Acompanhar e orientar a actividade do estudante praticante;
 Disponibilizar todos os meios necessários ao bom desempenho do estudante praticante;
 Divulgar, no seio dos estudantes praticantes, o Plano de Actividades do Grupo de
Disciplina;
 Orientar o estudante praticante na planificação, realização e avaliação das aulas;
 Analisar e aprovar o plano de aula elaborado pelo estudante praticante, antes deste
leccionar a aula;
 Fazer a avaliação da aula dada pelo estudante praticante, assim como avaliar outras
actividades por este realizadas;
 Reunir, sempre que necessário, com o grupo de estudantes praticantes;
 Fornecer informações sobre o desempenho do estudante praticante aos supervisores.
3.8. Supervisor

Supervisor é o docente da Universidade Pedagógica que acompanha os estudantes nas Práticas


Pedagógicas. Constituem tarefas dos supervisores:

 Acompanhar e orientar a integração do estudante praticante na vida escolar;


 Informar os tutores sobre os objectivos das Práticas Pedagógicas e dar a conhecer as
tarefas do estudante praticante;
16

 Apoiar os tutores na realização das suas tarefas;


 Apoiar o estudante praticante na planificação de aulas e outras actividades;
 Observar as aulas leccionadas pelo estudante praticante;
 Avaliar as aulas e todas as actividades realizadas pelo estudante praticante na escola;
 Estabelecer articulação permanente com o tutor e estudantes praticantes de modo a
resolver eventuais problemas que surjam;
 Elaborar Relatório de Balanço das Práticas Pedagógicas, a ser apresentado à Comissão de
Coordenação de Práticas Pedagógicas da Faculdade.
3.9. Actividades das Práticas Pedagógicas
As Práticas Pedagógicas abrangem as seguintes actividades principais:
 Observação e integração no ambiente escolar;
 Participação na construção, implementação e avaliação do projecto pedagógico da escola;
 Participação em reuniões pedagógicas;
 Organização e participação em Seminários Pedagógicos;
 Participação em oficinas pedagógicas;
 Realização de práticas lectivas;
 Outras actividades de intervenção na escola e no meio.
17

3. Etapas do Estagio Pedagógico


3.1. Pré – observação
O Estágio Pedagógico iniciou no dia 2 de Abril com apresentação de todos estudantes na ESGA

3.2. Observação das Aulas


No dia 9 de Abril, observamos uma simulação de aula dada pelo Professor.

3.3. Estrutura e organização e sequencia das aulas


As aulas seguiam um ritmo normal, em relação às funções didácticas, conteúdos, métodos,
objectivos, estratégias de ensino, meios de ensino e avaliação.

4. Aulas leccionadas pela Estudante Praticante.


Aula 1

No dia 15 de Abril tivemos a primeira aula cujo tema era Caracterização dos fenómenos
psíquicos. Nesta aula abordar sobre os tipos dos fenómenos Psíquicos.

Depois desta aula no 25 de Abril tivemos o primeiro teste escrito denominado AT, isto é,
Avaliação trimestral e tivemos a entrega e correcção do mesmo no dia 29 de Abril.

Aula 2

No dia 20 de Maio tivemos a segunda aula, teve como tema educação como fenómeno de
processo social com objectivo em abordar sobre tipo de Educação.

Aula 3

No dia 27 de Maio tivemos uma aula dada com o conteúdo Influência dos agentes da socialização
e objectivava em Explicar o papel dos agentes da socialização e diferenciar os tipos de gentes da
socialização.

Aula 4

No dia 3 de Junho teve aula com o tema caracterização da Educação como um processo formador
multifacetado de valores, atitudes, convicções morais patrióticas.
18

5. Constrangimentos
Não observamos nenhum constrangimento durante o exercício das nossas actividades.
19

6. Conclusão
Terminado o estagio, podemos dizer que foi um processo de construção e mis um aprendizado
nós como estudantes, de certa foi irá contribuir para a nossa maturação como profissionais da
área de Psicologia Educacional, não obstante, foi o momento de colocar em praticante aquilo que
teoricamente bebemos durante os 4 nos da nossa formação. Portanto ee de agradecer ao Docente
pela esta oportunidade que nos foi dada.
20

7. Sugestões
Sugerimos que escola ESGA melhore as condições das salas visto que notamos uma
desorganização das mesmas.
21

Referencias bibliográficas
Aires, L.,( 2015). Paradigma qualitativo e práticas de investigação educacional.

Lisboa: Universidade Aberta.

Dias, H, N, et al, (2010). Manual de Práticas e Estágio Pedagó[Link]çambique.

Editora Educar.

Haydt, R, C (2011). Curso de Didática Geral, editora ática.

Libâneo, J, C. (1998). Didática, São Paulo.

Pilleti, C. (2004). Didáctica Geral 23ª ed. Editora ática.


22

APENDICE
23
24
25
26

ANEXO

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