Américas
Costa ocidental e oriental africana sob domínio português ( lucro de 200 milhões , expansão ultramarina, bens não eram feitos em
Portugal mas sim
comprados por mercadores estrangeiros.
Expansionismo, limite de acessoa as feitorias para estrangeiros, dificuldade de encontrar riqueza.
A Inglaterra, a França e a Holanda produziam suas mercadorias e vendiam mais barato que Portugal.
Novas potências
Inglaterra: começa em 1541, com as navegações pela companhia comercial inglesa, presença em Senegambia, 1° companhia de
comércio inglesa em Guiné. A Royal African Campanhã controlava o comércio exterior.
França: começa em 1520, os mercadores franceses eram isolados, presença sensível em Cabo-Verde e Senegal. Levavam têxteis,
metal, armas e compravam ouro, marfim e especiarias.
Holanda: comeca em 1590, com foco no litoral da África Ocidental, grande quantidade de navios, feitorias em Nassau (Costa de
ouro), vendiam objetos como ferro, cobre, tecidos, lunetas em troca de ouro.
Tráfico de escravos
Tirados da África, principalmente do Senegal e fada Gâmbia, bom físico essencial nas plantações de açúcar e algodão, cooperação
do povo local, caminho para a salvação, condenados pela eternidade, descendentes de Ham e condenados a escravidão perpétua.
Mão de obra escrava
No início de 1500, a maioria dos negros transportados iam para a Europa, mas com o ganho de força nos engenhos brasileiros
mudou-se o foco para o Brasil, levando a uma quantia de 2 milhões de escravos no século XVIII, se teve um fracasso nas minas da
América espanhola, um investimento em cana de açúcar no Brasil, os europeus protegiam os feitores na África e as companhias
inglesas e holandesas que enviavam escravos as Américas e o sistema de licença que permitia concessões aos colonos para importar
escravos por 5 anos.
Novo mundo
Desenvolvimento econômico das Américas pelo branco e a falta de escravos
Plantations escravistas: produtos agrícolas para a Europa
Ausência de trabalhadores livres e mão de obra
Ligados as trocas com mercadores europeus
Transição natural para o capitalismo
Economia natural das plantations
Donos tentavam proteger por lei suas terras por medo de confisco por dívida
Limitação demográfica: tamanho da terra por tamanho de riqueza
Problemas de segurança: subordinação pela confiança no privilégio e medo
Despesas estimularam a circulação do comércio atlântico
Plantation no novo mundo
Evitar dominação na Europa Ocidental
Comércio colonial
Percepção dos detentores de riqueza
Mercado consumidor europeu
Ausência de plantation na África
Fuga e revolta dos escravos
Demanda por produtos subtropicais
Doenças que afetavam os europeus
Consequências do comércio de escravos
Queda da população africana
Preços a,tos dos escravos e a busca por formas de romper dependência do tráfico transatlântico
Traficante de escravos com privilégios
Taxa de mortalidade
Brasil
Tempo de navegação curto entre Costa africana comparada a Europa
População indígena trocada pela africana
Sistema econômico mercantilista
Conflitos entre a igreja e os colonos
Portugal com entrepostos comercias na costa africana.