Instituto de Geociências
CURSO: CARTOGRAFIA E GEODÉSIA
PROFᵃ: REJANE ENNES CICERELLI
2020
Universidade de Brasília
1. INTRODUÇÃO A GEODESIA E A CARTOGRAFIA
1.1 Contextualização e aplicações em geociências
Ciências da Terra, é um termo abrangente aplicado as ciências relacionadas com o
estudo do planeta Terra. Porém para o entendimento dos fenômenos que ocorrem é importante
compreender como as informações estão localizadas no espaço e como representá-las
adequadamente. Atualmente Geodesia e Cartografia tornam-se alicerces para o entendimento
e aplicação de outros conhecimentos que necessitam se orientar geograficamente, tais como
operações militares e de inteligência, engenharia civil, cobrança de impostos, planejamento
urbano, esportes e lazer etc. Essas disciplinas possibilitam a representação de aspectos naturais
e artificiais presentes na superfície terrestre com fins ilustrativos e práticos da atividade
humana. São capazes de fornecer diferentes tipos de informações sobre o terreno ou espaço,
por meio de diferentes documentos cartográficos: cartas topográficas, cadastral (planta),
aeronáutica, náutica, temática.
Ainda a crescente busca pela observação da Terra para fins de gestão de recursos
naturais, associados à disponibilidade de centenas de sensores de observação da Terra e de
posicionamento, demandam conhecimento qualificado para atuar na aquisição, análise e
representação da informação espacial. Até pouco tempo atrás a informação espacial era
domínio de poucos profissionais, porém com a era digital as ferramentas e dados passaram a
ser disponibilizados facilmente abrindo um leque de aplicações, principalmente na área de
geociências. Essa tendência tornou necessário a padronização de alguns termos técnicos. Em
princípio temos a definição de informações geoespacial de acordo com o Decreto INDE
(Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais) n° 6.666 de 27 de Novembro de 2008:
Aquela que se distingue pela sua componente espacial, que associa a cada entidade ou
fenômeno uma localização na Terra, traduzida por sistema geodésico de referência,
podendo ser derivado, das tecnologias de levantamento, associadas a sistemas globais de
posicionamento apoiados por satélites, bem como de mapeamento ou de sensoriamento
remoto
A definição acima deixa claro que a diferença da informação geoespacial é o vínculo com
uma localização na terra que depende de um sistema de referência geodésico, traduzidas por
coordenadas geodésicas ou geográficas. Essas coordenadas podem ser obtidas por diversas
tecnologias de levantamento de campo ou remoto, tais como geodesia espacial, fotogrametria,
sensoriamento remoto, topografia, entre outros. A evolução dessas disciplinas permitiu a
introdução das geotecnologias que são um conjunto de tecnologias para coleta, processamento,
análise e disponibilização de informações georreferenciadas. É evidente que as geotecnologias
não envolvem apenas a aquisição de dados, mas sim todo o processo de representação da
informação geoespacial. Desse modo, a presente disciplina abordará de forma integrada como
adquirir dados espaciais por geodesia e como representá-los por cartografia.
Em outras palavras pretende-se apresentar conceitos relevantes sobre a geometria a
Terra e quais são os instrumentos utilizados para medi-la de forma precisa e acurada, bem como
entender como a geodesia pode hoje contribuir o estudo dos processos geodinâmicos e as
Universidade de Brasília
mudanças climáticas globais, a partir da inclusão da componente temporal em seus estudos
(MONICO, 2018). Ainda, por meio do conhecimento da Cartografia, o leitor será capaz de
compreender como os dados espaciais podem ser representados e interpretados em mapas,
considerando conceitos básicos atrelados a informações marginais, tais como escala, norte
geográfico e magnético, quadricula, entre outros ou conceitos aplicados, como o
reconhecimento do relevo e feições diagnósticas de fenômenos ocorridos há milhares de anos.
No item a seguir serão apresentadas brevemente algumas técnicas de obtenção de dados no
espaço.
1.2 Aquisição de dados espaciais
O homem sempre necessitou conhecer o meio em que vive, por questões de sobrevivência,
orientação, segurança, guerras, navegação, construção, etc. Tal dependência, aliada as
geotecnologias trouxeram à tona ferramentas, sistemas, metodologias que permitem o
posicionamento na terra com precisão posicional nunca antes imaginada. Hoje podemos saber
nossa posição no espaço com precisão na casa dos centímetros ou até mesmo milímetros.
Porém antes de chegar a esse nível de conhecimento muitas fases de evolução se passaram.
A Astronomia é a mais antiga ciência de apoio à Cartografia. Uma das primeiras soluções
proposta para solucionar o problema no posicionamento por meio da localização de astros
(estrelas e planetas) na esfera celeste, ou comumente conhecido como céu. As principais
desvantagens do método são a necessidade de técnicos habilidosos e boas condições climáticas
para localizar os astros. Na figura 1 é possível observar astros utilizados na localização,
juntamente com um Astrolábio náutico do século XVII, que foi uma simplificação do plano que
permitia apenas medir a altura dos astros.
Figura 1 – Astros utilizados para localização e um Astrolábio do Séc. XVII
Atualmente os observatórios astronômicos determinam e divulgam as coordenadas das
estrelas em relação à Esfera Celeste. Um observador na Terra, ao observar uma estrela de
coordenadas já conhecidas e utilizando a trigonometria esférica, pode determinar as
coordenadas geográficas de sua posição. Nos dias atuais as medições astronômicas de posição
foram praticamente substituídas por metodologias mais modernas.
Com o desenvolvimento de novos instrumentos e o aprimoramento da obtenção da
Longitude surgiu a Topografia. A Topografia é a ciência que utiliza técnicas para determinação
da posição tridimensional relativa de pontos na superfície terrestre. A Topografia atua em
pequenas extensões, desconsiderando, portanto, os efeitos da curvatura da Terra. Essa
aproximação permite uma simplificação dentro de certos limites para facilitar cálculos
matemáticos. Emprega instrumentos que medem ângulos e distâncias, calculando posições por
Universidade de Brasília
meio da geometria e da trigonometria plana. Com o desenvolvimento das estações topográficas
automáticas (Estações Totais), estas técnicas ganharam bastante produtividade na aquisição de
dados, passando a ser amplamente utilizada nos dias de hoje para pequenas porções de
superfície, principalmente para ambientes urbanos. Limite convencional da topografia de 25 a
30 km, em que o efeito da curvatura da terra está dentro de valores toleráveis.
A evolução da microeletrônica, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, atingiu também
os equipamentos utilizados na determinação das grandezas citadas acima, fazendo com que a
participação do operador na obtenção dos dados no campo se tornasse menos árdua.
No caso dos teodolitos, as inovações concentram-se quase que exclusivamente no
sistema de leitura dos círculos graduados e no sistema do sensor eletrônico, que compensa
automaticamente a inclinação do equipamento, levando-o à horizontal. A estação total é um
distanciômetro eletrônico geminado com um teodolito, também eletrônico, equipado com
cartões magnéticos ou coletores de dados, que dispensam as tradicionais cadernetas de campo.
Figura 2 – Teodolito Analógico, Teodolito Eletrônico e Estação Total
Segundo Vanicek&Krakiwsky (1982) a Geodesia é a disciplina que trata da medição e da
representação da Terra, incluindo seu campo de gravidade, no espaço tridimensional variando
no tempo. Essa área do conhecimento estabelece o apoio básico (malha de pontos geodésicos
com posição geográfica precisa) para dar suporte à elaboração de mapas. A Topografia nada
mais é que um ramo da Geodesia, no qual temos uma simplificação do modelo no qual o
posicionamento é baseado em uma superfície plana, já a geodesia aplica modelos que
consideram a curvatura terrestre.
A Fotogrametria é a arte e ciência de realizar medições precisas por meio de fotografia aérea.
Embora originalmente a Fotogrametria se ocupasse de analisar fotografias, esta definição atual
também engloba dados provenientes de sensores remotos. Esta definição também inclui duas
áreas distintas: fotogrametria (métrica), num sentido mais restrito, referindo-se aos métodos
de obtenção de dados quantitativos, como coordenadas, áreas, etc.., a partir dos quais são
elaborados os mapas e cartas topográficas; fotointerpretação, que consiste em obter dados
qualitativos a partir da análise das fotografias e de imagens de satélite. A fotogrametria depende
da estereoscopia, que é uma habilidade que permitem a percepção de profundidade e assim
observar o terreno em sua real posição, sem a influência da variação do relevo.
Universidade de Brasília
Atualmente a fotogrametria está evoluindo para o uso de VANT (Veículos Aéreos Não
Tripulados) ou RPAs (Veículos Remotamente Tripulados) o qual apresenta vantagens e
desvantagens sobre os métodos convencionais.
Figura 3 – Etapas da Fotogrametria para elaboração de produtos cartográficos
O Sensoriamento Remoto é a arte e a ciência de obter informação sobre um objeto sem estar
em contato físico direto com o objeto. O Sensoriamento Remoto pode ser usado para medir e
monitorar importantes características biofísicas e atividades humanas da Terra. Nessa disciplina
alvos da superfície terrestre, tais como vegetação, solo, rocha, água entre outros interagem com
a radiação eletromagnética trazendo informação útil para a detecção e caracterização desses
alvos.
Figura 4 – Aquisição de imagens por Sensoriamento Remoto
1.3 - Forma da Terra – histórico
✓ Concepção esférica
• Pitágoras (580 - 500 aC) foi o primeiro que apresentou uma concepção filosófica na
Astronomia de que a Terra é esférica (sólido regular perfeito), os planetas movem-se
em diferentes velocidades nas várias órbitas ao redor da Terra;
• Aristóteles (384 - 322 aC) - menciona dimensão da Terra esférica: C ~ 63000km a
84000km - não indica o método;
• Archimedes (~250 aC) - menciona dimensão da Terra esférica: C ~ 47000km a 63000km
- não indica o método;
• Eratostenes (235 - 195 aC) - medição da circunferência terrestre: C ~ 39400km (R ~
6247km) a 52500km;
• Poseidonius (~ 100 aC) - C ~ 35000km - observações astronômicas;
Universidade de Brasília
• Ptolomeu (100 - 178 dC) - pai da cartografia - grande influência na Europa C ~ 28350km
(R ~ 4512km)
• I-Hsing (724 dC) - C ~ 56700km (R ~ 9024km) - observações astronômicas
• Al Mamum (820 dC) - C ~ 39986km (R ~ 6363km)
Dentre os experimentos utilizados na época chama atenção o desenvolvido por
Eratóstenes que conseguiu calcular a raio da terra com relativa precisão. O sábio grego percebeu
que, no dia do solstício de verão para o Hemisfério Norte, ao meio-dia, em Siena, cidade
localizada nas proximidades do rio Nilo, os raios de Sol iluminavam todo o fundo de um poço
vertical. Nessa mesma data, em Alexandria, cidade localizada mais ao norte, ele observou que
os raios solares estavam inclinados em relação à vertical, uma vez que não incidiam diretamente
no fundo do outro poço como ocorrera em Siena. Eratóstenes realizou, então um experimento.
Colocando uma estaca vertical ao terreno em Siena e outra em Alexandria, observou que, ao
meio-dia de 21 de junho, enquanto a estaca colocada em Siena não apresentava sombra, a de
Alexandria apresentava uma sombra no terreno. Verificou ainda que, em Alexandria, essa
sombra projetada apresentava os raios solares com uma inclinação, em relação à estaca vertical.
Depois, dividiu 360 por 7°12’, o que dá 50. Agora, sabia que eram necessárias 50 frações iguais
à medida da distância entre Alexandria e Siena para formar a circunferência da Terra.
Dando continuidade ao seu trabalho e não dispondo, na época, de instrumentalização
adequada, estimou a distância entre as cidades, com base em passos de agrimensores treinados
da época que mediram aproximadamente 800 quilômetros. A partir desses dados, torna-se
relativamente simples a realização do cálculo da circunferência (C), pois:
C=50*800 = 40.000Km
Sabendo ainda que 𝐶 = 2𝜋𝑟
𝑟 = 6370 Km
A Figura 5 ilustra o experimento
Figura 5 - Estudo realizado por Eratóstenes em 235 - 195 aC
Só muitos anos em 1520 é que houve a confirmação de que a Terra era bem redonda
quando Fernão de Magalhães deu a volta ao mundo.
✓ Concepção elilpsóidica
Universidade de Brasília
• 1620 - Snellius - medição de arco de meridiano - triangulação geodésica
• 1600 – 1700: Cassini - achatamento equatorial; Newton - achatamento polar
• 1730: Academia de Paris - medição de arco de meridiano;
o Próximo do equador (Peru / Equador) R=6376,45km;
o próximo do pólo (Suécia / Finlandia) R=6355,88km
• 1909: Hayford - raio equatorial - a=6378388m ; raio polar - b=6356919m
• 1967: SAD-69 - raio equatorial - a=6378160m ; raio polar - b=6356774,719m
✓ Concepção geoidal
• No início do século XIX Clairaut (1713 – 1765), Laplace (1749 – 1827), Gauss (1777 –
1855) e Bessel (1784 – 1846) lançaram as bases da nova teoria que atribui à Terra uma
forma mais irregular e complexa do que aquela adotada pelo modelo elipsoidal.
• Clairaut (1713 – 1765), Laplace (1749 – 1827) - noção de superfícies equipotenciais;
• Listing (1872) - superfície equipotencial de nível zero (origem das altitudes);
• Stokes (1819 – 1903) - fundamentos teóricos para a apresentação do geóide;
• Bruns (1878) - integração de medidas geodésicas visando o posicionamento e a
representação do campo de gravidade;
• Helmert (1843 - 1917) - representação formal dos fundamentos matemáticos e físicos
da Geodésia;
• Vening Meinesz (1927) - componentes do desvio vertical a partir de anomalias
gravimétricas;
• Molodenskii (1945) - referência denominada quase-geóide.
1.4 Classificação dos erros de observação
Os erros nas observações podem ser oriundos por variáveis:
• Condições ambientais: causados pelas variações das condições ambientais, como vento,
temperatura, etc. Exemplo: variação do comprimento de uma trena com a variação da
temperatura.
• Instrumentais: causados por problemas como a imperfeição na construção de
equipamento ou ajuste do mesmo. A maior parte dos erros instrumentais pode ser
reduzida adotando técnicas de verificação/retificação, calibração e classificação, além
de técnicas particulares de observação.
• Pessoais: causados por falhas humanas, como falta de atenção ao executar uma
medição, cansaço, etc.
Na área de Geociências as medidas são dependentes do meio do ambiente de realização do
trabalho, dos instrumentos utilizados e da equipe técnica responsável. Todas as variáveis podem
originar erros nas medidas.
Para iniciar a discussão sobre erros, é importante lembrar que qualquer medida está sujeita
aos mais variados tipos de erros, quer seja de natureza grosseira, sistemática ou aleatória
(randômicos). Os Erros Grosseiros são causados por engano na medição, leitura errada nos
instrumentos, identificação de alvo, etc. Normalmente relacionados com a desatenção do
Universidade de Brasília
observador ou uma falha no equipamento. Exemplo: Anotar 196 em vez de 169; Engano na
contagem de lances durante a medição de uma distância com trena. Os erros grosseiros, em
geral, podem ser eliminados quando detectados. Dados sem erros grosseiros ainda podem
possuir erros sistemáticos ou aleatórios.
Como consequência dos erros sistemáticos e aleatórios, o valor verdadeiro de uma
grandeza, a rigor, nunca é conhecido, muito embora a qualidade de uma medida, grandeza ou
parâmetro possa ser melhor que a de outra. Pode-se afirmar então que, teoricamente, o valor
verdadeiro de uma grandeza é um conceito abstrato, conhecido como valor exato. Na prática,
no entanto, pode-se dispor de uma grandeza com qualidade superior a outra, podendo-se
considerá-la como de referência ou verdadeira (por exemplo, um valor teórico, em que a soma
dos ângulos um triângulo plano é igual a 180°).
Os Erros Sistemáticos são aqueles erros cuja magnitude e sinal algébrico podem ser
determinados, seguindo leis matemáticas ou físicas. Pode-se citar como exemplos de erros
sistemáticos:
– Efeito da temperatura e pressão na medição de distâncias com medidor
eletrônico de distância;
– Correção do efeito de dilatação de uma trena em função da temperatura.
Erros Acidentais ou Aleatórios são aqueles que permanecem após os erros anteriores terem
sido eliminados. São erros que não seguem nenhum tipo de lei e ora ocorrem num sentido ora
noutro, tendendo a se neutralizar quando o número de observações é grande. Algumas
peculiaridades sobre os erros acidentais são:
– Erros pequenos ocorrem mais frequentemente do que os grandes, sendo mais
prováveis;
– Erros positivos e negativos do mesmo tamanho acontecem com igual
frequência, ou são igualmente prováveis;
– A média dos resíduos é aproximadamente nula;
– Aumentando o número de observações, aumenta a probabilidade de se chegar
próximo ao valor real.
A medida que os erros sistemáticos e acidentais afetam as medidas dois outros
conceitos tornam-se relevantes. Em princípio é preciso introduzir o termo acurácia, o qual é
utilizado para indicar a qualidade de uma grandeza observada ou parâmetro estimado. Com
frequência similar comparece o termo precisão. No entanto, a interpretação desses termos nem
sempre tem sido de acordo com suas definições, quer seja na literatura internacional, quer
nacional (MONICO et al., 2009). A Figura 6 apresenta um exemplo de medidas realizadas com a
dispersão das medidas representada em alvos.
Universidade de Brasília
a) b) c) d)
Figura 6 - Medidas realizadas com a dispersão das medidas representada em alvos juntamente
com os gráficos de distribuição das medidas.
Acurácia pode ser entendida como sendo o grau de proximidade de uma estimativa com
seu parâmetro (ou valor verdadeiro), enquanto precisão expressa o grau de consistência da
grandeza medida com sua média. A acurácia reflete a proximidade de uma grandeza estatística
ao valor do parâmetro para o qual ela foi estimada e que precisão está diretamente ligada com
a dispersão da distribuição das observações. Assim a Figura 6 mostra que em a) dados sem
precisão e acurácia; b) dados precisos por serem próximos a uma média; c) dados acurados pelo
fato da média ser igual ao valor de referência (ponto vermelho) porém sem precisão por serem
medidas dispersas e d) dados precisos e acurados.
O ideal seria obtermos medidas como na Figura 6d, porém nem sempre isso é possível,
assim tem-se que medidas precisas como na Figura 6b podem ser dados de boa qualidade se
aplicados bom modelos de correção das medidas em relação a referência.
REFERÊNCIAS
MÔNICO, J.F.G INTRODUÇÃO A GEODÉSIA: PERSPECTIVA ATUAL FCT/UNESP – Março 2018.
FITZ, Paulo Roberto. Cartografia básica. Oficina de Textos, 2008.
DE MENEZES, Paulo Márcio Leal; DO COUTO FERNANDES, Manoel. Roteiro de cartografia.
Oficina de Textos, 2016.
MONICO, João Francisco Galera et al. Acurácia e precisão: revendo os conceitos de forma
acurada. Boletim de Ciências Geodésicas, v. 15, n. 3, p. 469-483, 2009.