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Funções da Glândula Pineal na Fisiologia

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7.

a aula
CURSO DE EDUCA��O MEDI�NICA
A EP�FISE
FEDERA��O ESP�RITA DO ESTADO DE S�O PAULO
�REA DE ENSINO

As fun��e so organismo animal s�o reguladas por dois sistemas principais: o


nervoso e o hormonal ou end�crino.

Este � constitu�do por v�rias gl�ndulas que segregam horm�nios, que


significam est�mulo. Os horm�nios s�o lan�ados na circula��o sangu�nea, sendo
transportados para as diferentes partes do organismo.

As gl�ndulas end�crinas s�o: p�ncreas, paratire�ides, ep�fise ou pineal,


pituit�ria ou hip�fise, tire�ide, adrenais ou supra-renais e sexuais (ov�rios e
test�culos).

A ep�fise, gl�ndula de forma piriforme, � um corpo ov�ide, com as dimens�es


de uma ervilha mediana e repousa sobre o teto mesencef�lico.

"Descartes considerava a gl�ndula pineal a sede da Alma". (Anatomia e


Fisiologia Humanas, de A Almeida J�nior; Editora Nacional, 8a parte, cap. 40)

"A anatomia comparada viu nela apenas um �rg�o em regress�o: o olho pineal."

Em "Mission�rios da Luz", cap. 2, Andr� Luiz observa que no m�dium, em


servi�o medi�nico, essa gl�ndula transforma-se em n�cleo radiante, e, em derredor,
seus raios formam um l�tus de p�talas sublimes.

Relembra que, segundo os "orientadores cl�ssicos terrestres", as fun��es da


ep�fise circunscreviam-se ao controle sexual, no per�odo infantil, velador dos
instintos at� uma certa idade, em que a atividade sexual pudesse deslizar com
regularidade. A�, decrescia em for�a, relaxava-se, quase desaparecia, para que as
gl�ndulas genitais a sucedessem no campo da energia plena. Diz ainda: "N�o se trata
de �rg�o morto. � a gl�ndula da vida mental. Ela acorda no horganismo do homem, na
puberdade, as for�as criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais
avan�ado laborat�rio de elementos ps�quicos da criatura terrestre".

"Enquanto no per�odo do desenvolvimento infantil, fase de reajustamento desse


centro importante do corpo perispiritual preexistente, a ep�fise parecer constituir
o freio �s manifesta��es do sexo; entretanto, h� que retificar observa��es. Aos
quatorze anos, aproximadamente, de posi��o estacion�ria, quanto �s suas atribui��es
essenciais, recome�a a funcionar no homem reencarnado. O que representa controle �
fonte criadora e v�lvula de escapamento. A gl�ndula pineal reajusta-se ao conceito
org�nico e reabre seus mundos maravilhosos de sensa��es e impress�es na esfera
emocional.

Entrega-se a criatura � recapitula��o da sexualidade; examina o invent�rio de


suas paix�es vividas noutras �pocas, as quais reaparecem sob fortes impulsos."

Continua Andr� Luiz: "A gl�ndula pineal preside os fen�menos nervosos da


emotividade, como �rg�o de elevada express�o no corpo et�reo. Desata, de certo
modo, os la�os divinos da Natureza, os quais ligam as exist�ncias umas �s outras,
na sequ�ncia de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das
faculdades criadoras de que a criatura se acha investidea". ( Corpo et�reo, igual
Perisp�rito)
As gl�ndulas genitais s�o "demasiadamente mec�nicas, para guardarem os
princ�pios sutis e quase imponder�veis da gera��o. Acham-se absolutamente
controladas pelo potencial magn�tico de que a ep�fise � a fonte fundamental".

As gl�ndulas segregam os horm�nios do sexo, mas a pineal segrega "horm�nios


ps�quicos"ou "unidades-for�a"que v�o atuar, de maneira positiva, nas energias
geradoras. "Os cromossomos da bolsa seminal n�o lhe escapam � influenci��o absoluta
e determinada".

Prossegue Andr� Luiz: "Segregando delicadas energias ps�quicas, a gl�ndula


pineal conserva ascend�ncia em todo o sistema end�crino. Ligada � mente, atrav�s de
princ�pios eletromagn�ticos do campo vital, comanda as for�as subsconscientes sob a
determina��o direta da vontade. As redes nervosas constituem-lhe os fios
telegr�ficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob sua
dire��o efetuam-se os suprimentos de energias ps�quicas a todos os armaz�ns
aut�nomos dos �rg�os".

"De mode geral, todos n�s, agora ou no pret�rito, viciamos esse foco sagrado
de for�as criadoras, transformando-o num �m�, relaxado, entre as sensa��es
inferiores de natureza animal..."...do que "decorrem os dolorosos fen�menos da
hereditariedade fisiol�gica, que deveria constituir, invariavelmente de aquisi��es
aben�oadas e puras". Da�, a necessidade de regras morais.

"Ren�ncia, abnega��o, contin�ncia sexual e disciplina emotiva n�o representam


meros preceitos de fei��o religiosa. S�o provid�ncias de teor cient�fico, para
enriquecimento efetivo da personalidade".

Na morte f�sica n�o adianta exibir gestos e palavras convencionais, se o


homem n�o cogitou da reforma �ntima. Sentimentos profundos, no instante extremo,
cooperam, decisivamente, nas atividades de regenera��o, mas n�o representam a
realiza��o precisa.

"Receber um corpo, nas concess�es do reencarnacionismo, n�o � ganhar um barco


para nova aventura, ao acaso das circunst�ncias; significa responsabilidade
definida nos servi�os de aprendizagem, eleva��o ou repara��o, nos esfor�os
evolutivos ou redentores", conclui Andr� Luiz.

Os materialistas colocam o esporte, em todas as suas modalidades, como


terapia para canaliza��o das for�as nervosas ( secre��es el�tricas da ep�fise),
contra os poss�veis perigos de sua excessiva acumula��o, no sentido de preservar a
junventude, a pl�stica e a eugenia.

Tal pr�tica pode ser, no m�xima, leva atenuante, mas n�o socorro definitivo.

O �nico esporte completo, servindo como cura definitiva para os excessos no


campo sexual, � a educa��o crist�. Jesus ensinou: "A virtude como esporte da alma".

No campo medi�nico, a ep�fise impulsiona e intensifica o poder de emiss�o e


recep��o, de acordo com nossa esfera espiritual - Lei da Sintonia.

______________
bibliografia:
Mission�rios da Luz - Andr� Luiz.

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