0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações3 páginas

Centros de Força e Perispírito na Espiritualidade

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato TXT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações3 páginas

Centros de Força e Perispírito na Espiritualidade

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato TXT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

6.

a aula - Curso de Educa��o Medi�nica


CENTROS DE FOR�A - PLEXOS
Federa��o Esp�rita do Estado de S�o Paulo
�rea de Ensino

O fato de o corpo f�sico constituir o reflexo do corpo espiritual, vem, por


sua vez, retratar em si o corpo mental que lhe preside a forma��o.

O corpo mental, como explica Andr� Luiz em "Evolu��o em Dois Mundos", "� o
envolt�rio sutil da mente", que n�o pode ser mais bem definido" por falta de
terminologia adequada no dicion�rio terrestre".

Do ponto de vista de sua constitui��o e fun��o, o Perisp�rito � o ve�culo,


por excel�ncia, para o trabalho nas esfera espiritual, ap�s a morte, "com sua
estrutura eletromagn�tica algo modificada no que tange aos fen�menos gen�sicos e
nutritivos, de acordo, por�m, com as aquisi��es da mente que o maneja".

� nesse santu�rio vivo, de "forma��o sutil, urdida em recursos din�micos,


extremamente porosa e pl�stica, em cuja tessitura as c�lulas, noutra faixa
vibrat�ria, � face do sistema de permuta visceralmente renovado, se distribuem mais
ou menos � feic�o das part�culas cal�ides, com a respectiva carga el�trica,
comportando-se, no espa�o, segundo a sua condi��o espec�fica, e apresentando
estados morfol�gicos, conforme o campo mental a que se ajustem"(Evolu��o em Dois
Mundos, cap. II), que a criatura continua a sua jornada evolutiva nos dom�nios da
experi�ncia.

Nesse santu�rio, o Esp�rito possui todos o equipamento de recursos


autom�ticos que governam bilh�es de entidades microsc�picas a servi�o da
Intelig�ncia, nos c�rculos de a��o, como recursos adquiridos vagarosamente pelo
ser, em mil�nios e mil�nios de esfor�os e recapitula��o nos diferentes setores da
evolu��o da alma.

O Perisp�rito rege a atividade funcional dos �rg�os relacionados pela


fisiologia terrena, atrav�s dos Centros de For�a, que "s�o fulcros energ�ticos,
que, sob a dire��o autom�tica da alma, imprimem nas c�lulas e especializa��o".
(Assist�ncia Espiritual, cap. III, Moacyr Petrone). Plexo, derivado do latim,
"plessus", quer dizer enla�amento. Entrela�amento de muitas ramifica��es de nervos
ou filetes musculares, vasculares.

No livro "Entre a Terra e o C�u", cap. XX, diz Andr� Luiz que o psicossoma
est� intimamente regido por sete Centros de For�a, que se conjugam nas ramifica��es
dos plexos, e, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz
da mente, estabelecem um ve�culo de c�lulas el�tricas, como um campo
eletromagn�tico, no qual o pensamento vibra em circuito fechado.

O crescimento do influxo mental est� na medida da experi�ncia adquirida e


arquivada pelo pr�prio Esp�rito.

Pensamentos viciados implicam em desarmonia nos Centros de For�a e,


consequentemente, no corpo f�sico.

Ainda no livro "Entre a Terra e o C�u,"cap. XX, Andr� Luiz sugere que se fa�a
a an�lise da fisiologia do Perisp�rito, classificando os seus Centros de For�a e
aproveitando a lembran�a das regi�es mais importantes do corpo terrestre.
Tem-se assim, "por express�o m�xima do ve�culo que nos serve presentemente, o
centro coron�rio, que, na Terra, � considerado pela filosofia hindu como sendo o
l�tus de mil p�talas"; � o mais significativo pelo seu alto potencial de radia��es,
pois � nele que assenta a liga��o com a mente, sede da consci�ncia. Est� localizado
na regi�o do alto da cabe�a. "Esse centro recebe em primeiro lugar os est�mulos do
Esp�rito, comandando os demais, vibrando, todavia, com eles em justo regime de
interdepend�ncia...""dele emanam as energias de sustenta��o do sistema nervoso e
suas subdivis�es, sendo respons�vel pela alimenta��o das c�lulas do pensamento e o
provedor de todos os recursos eletromagn�ticos indispens�veis � estabilidade
org�nica". "Centro que assimila os est�mulos do Plano Superior e orienta a forma, o
movimento, a estabilidade, o metabolismo org�nico e a vida consciencial da alma
encarnada ou desencarnada".

Supervisiona, ainda, os outros centros vitais que lhe obedecem ao impulso,


procedente do Esp�rito.

Em "Evolu��o em Dois Mundos", cap. II, Andr� Luiz complementa: "o ponto de
intera��o entre as for�as determinantes do Esp�rito e as for�as
fisiopsicossom�ticas organizadas. Desse ponto, parte a corrente de energia
vitalizante formada de est�mulos espirituais com a��o difus�vel sobre a mat�ria
mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma os reflexos vivos de
nossos sentimentos, id�ias e a��es, tanto quanto esses mesmos centros,
interdependentes entre si, imprimem semelhantes reflexos nos �rg�os e demais
implementos de nossa constitui��o particular, plasmando em n�s pr�prios efeitos
agrad�veis ou n�o de nossa influ�ncia e conduta. A mente elabora as cria��es que
lhe fluem da vontade, apropriando-se dos elementos que a circundam, e o centro
coron�rio incumbe-se, automaticamente, de fixar a natureza da responsabilidade que
lhe diga respeito, marcando no pr�prio ser as consequ�ncias felizes ou n�o de sua
movimenta��o consciencial".

O Centro de For�a Cerebral, cont�guo ao coron�rio, localizaod na regi�o


frontal, entre as sobrancelhas, ordena percep��es que, na vestimenta carnal,
constituem a vis�o, a audi��o, o tato e a vasta rede de processos da intelig�ncia
que dizem respeito � Palavra, Cultura, � Arte, ao Saber.
O Centro de For�a Lar�ngeo, localizado na regi�o da garganta, preside os fen�menos
vocais, inclusive as atividades do timo, da tire�ide e das paratire�ides.

O Centro de For�a Card�aco, localizado na regi�o do cora��o, regula as emo��es e


os sentimentos e sustenta a circula��o sangu�nea.

O Centro de For�a Espl�nico, que no corpo denso est� sediado no ba�o, regula a
distribui��o e a circula��o adequada aos recursos vitais em todos os escaminhos do
corpo.

O Centro de For�a G�strico, localizado na regi�o do est�mago, � respons�vel pela


penetra��o de alimentos e fluidos na organiza��o f�sica.

No Centro de For�a Gen�sico, localizado na regi�o do baixo ventre, � que se


localiza o santu�rio do sexo, como templo modelador das formas e est�mulos.

O Centro de For�a Coron�rio � o �rg�o de liga��o com o mundo espiritual; serve ao


Esp�rito para influir sobre os demais Centros de For�a. (Passes e Radia��es, de
Edgard Armond).

Quando a mente, por atos contr�rios � Lei Divina, prejudica a harmonia de qualquer
um desses fulcros de for�a da alma, naturalmente se escraviza aos efeitos da a��o
desequilibrante, obrigando-me ao trabalho de reajuste.
_____________
BIBLIOGRAFIA:

Evolu��o em Dois Mundos - Andr� Luiz.


Assist�ncia Espiritual - Moacyr Petrone.
Entre a Terra e o C�u - Andr� Luiz.
Passes e Radia��es - Edgard Armond.

QUESTION�RIO DE FIXA��O

1) Mencione os sete Centros de For�a indicados por Andr� Luiz.


2) Qual a fun��o do Centro de For�a Coron�rio?
3) Por que pensamentos viciados desarmonizam os Centros de For�a?
4) Qual a fun��o do Centro de For�a Lar�ngeo?
5) Qual a fun��o dos plexos em rela��o aos Centros de For�a?

Você também pode gostar