14/03/2024
Ação penal = justa causa : indícios de autoria e prova da existência
do crime
Pública - Denúncia - MP
Privada - Queixa Crime - Querelante
INQUÉRITO POLICIAL : finalidade dele é buscar a justa causa
Inquérito policial e Termo Circunstanciado (art 69 da Lei 9.099/95)
Termo Circunstanciado- Registro de Ocorrência - Substitutivo do
Inquérito
Nao existe inquérito no JECRIM
Lei dos juizados especiais Lei 9.099/95- art 61 - infrações de menor
potencial ofensivo contravenções e crimes com pena máxima não
superior a 2 anos
Art. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência
lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao
Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as
requisições dos exames periciais necessários.
Fiz uma notícia crime de lesão corporal leve na delegacia, e virou um
termo circunstanciado (Registro de Ocorrência), houve vestígio desse
crime, delegado vai dar um ofício de encaminhamento para o perito
IML… isso depende do crime… cada crime existirá um tipo de exame
pericial menos o de injúria…
Mas como é um crime de menor potencial o policial encaminha pro
JECRIM
LEI 9999/95 não existe inquérito policial, não se abre, a n ser que seja
uma questão de complexidade, bem exceção
Art. 4º CPP A polícia judiciária (bem diferente da polícia militar) será
exercida pelas autoridades policiais no território de suas respectivas
circunscrições e terá por fim a apuração das infrações penais e da sua
autoria.
Parágrafo único. A competência definida neste artigo não excluirá a
de autoridades administrativas, a quem por lei seja cometida a
mesma função.
Você pode ter um processo administrativo disciplinar, pra quem é
funcionário público (PAD), e um inquérito
A polícia judiciária é polícia investigativa, o trabalho da PM já é
ostensivo
3. características do inquérito policial
A) escrito (art 9 CPP) - a ação penal é baseada
B) inquisitivo, n tem contraditório e ampla defesa…
C) Sigiloso (art 20 CPP) - A autoridade assegurará no inquérito o
sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da
sociedade.
Prerrogativas do Advogado: art 7º, inciso XIV da lei 8.906/94 e Súmula
vinculante número 14 do STF
D) dispensabilidade (prescindibilidade) - art 39 par. 5º do CPP
E) Formal
F) oficialidade
G) oficisiosidade (obrigatoriedade na instauração) - o delegado é
obrigado a instaurar o inquérito sob pena do crime de prevaricação.
Ha nao ser que seja um fato atípico ex: joguei no bicho e tão me
devendo, quero que seja instaurado inquérito, n tem como, n tem
crime o cara te dever
H) Indisponibilidade- art 17 do CPP
No inquérito não tenho ampla defesa nem contraditório. Oq tenho no
inquérito é possibilidade de defesa, na hora do meu depoimento, na
hora de arrolar testemunhas.
O inquérito pode começar do avesso mas não gera nulidade
n tem um rito, não tem procedimento, o delegado vai adotar o
procedimento o q melhor levar aquele inquérito pra aquela
finalidade… se ele quiser ir até o local, ver o cadáver, fazer perícia do
carro…
To sofrendo crime de lavagem, é importante que eu leve todo a
documentação da empresa, testemunhas favoráveis, vou fazer
petição e juntar documentos favoráveis e pedir para ser ouvida certas
pessoas…
Processo tem RITO mas o inquérito não, se no processo não for
obedecido o rito gera nulidade, mas no inquérito não.
art 6 CPP diz o poder do delegado dentro do inquérito
O promotor requisita dentro do inquérito, o delegado não é
subserviente ao promotor
Requisição é ordem e requerimento é pedido, o MP faz requisição
Quando o MP requer o delegado pode indeferir o pedido, quando o MP
requisita o delegado n pode fazer nd
Se eu chegar na delegacia e me impedirem de protocolar uma petição
é inconstitucional! Todos podem peticionar uma petição
Se não me darem acesso aos autos do inquérito eu entro com
mandado de segurança
Estatuo do advogado
Art 7 XIV - examinar, em qualquer instituição responsável por
conduzir investigação, mesmo sem procuração, autos de flagrante e
de investigações de qualquer natureza, findos ou em andamento,
ainda que conclusos à autoridade, podendo copiar peças e tomar
apontamentos, em meio físico ou digital
Ação pública penal
Pública incondicionada
Pública condicionada -condição de procedibilidade
-representação do ofendido
A autoridade policial não pode mandar arquivar!!!!! Art 17 CPP
Quem pode arquivar é o juíz a requerimento do MP
Art 28 fala do arquivamento
PRAZOS PARA CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL (ART 10 CPP)
Art 10- O inquérito deverá terminar no prazo de 10 dias, se o
indiciado tiver sido preso em flagrante, ou estiver preso
preventivamente, contado o prazo, nesta hipótese, a partir do dia em
que se executar a ordem de prisão, ou no prazo de 30 dias, quando
estiver solto, mediante fiança ou sem ela.
Houve o flagrante - RO - INQUE - FÓRUM
já houve indício de autoria e precisa arrecadar a prova material
se passar do prazo de 10 dias e o investigado continuar preso será
ilegal a prisão, poderei entrar com relaxamento de prisão - ART 5
inciso LXV da CF e art 310 CPP
O inquérito ainda permanecerá mesmo a prisão sendo ilegal, meu
cliente apenas não poderá ser mantido preso… mas o inquérito ainda
poderá continuar
O pedido de relaxamento será encaminhado para juíz da custódia que
converteu a prisão em flagrante
Se a prisão for preventiva, vai requerer a revogação da prisão
preventiva com base no art 316 CPP
Art 312 CPP- prisão preventiva
Art 316 CPP
Art 10 CPP
O inquérito deverá terminar no prazo de 10 dias, se o indiciado tiver
sido preso em flagrante, ou estiver preso preventivamente, contado o
prazo, nesta hipótese, a partir do dia em que se executar a ordem de
prisão, ou no prazo de 30 dias, quando estiver solto, mediante fiança
ou sem ela.
§ 1o A autoridade fará minucioso relatório do que tiver sido apurado
e enviará autos ao juiz competente.
§ 2o No relatório poderá a autoridade indicar testemunhas que não
tiverem sido inquiridas, mencionando o lugar onde possam ser
encontradas.
§ 3o Quando o fato for de difícil elucidação, e o indiciado estiver
solto, a autoridade poderá requerer ao juiz a devolução dos autos,
para ulteriores diligências, que serão realizadas no prazo marcado
pelo juiz.
Prescrição- art 107 CP
Aula 14/03
Prazo conclusão do inquérito
10 CPP
10 dias indiciado preso
39 dias indiciado solto (solto de forma legal, responda em liberdade)
Art. 10. O inquérito deverá terminar no prazo de 10 dias, se o
indiciado tiver sido preso em flagrante, ou estiver preso
preventivamente, contado o prazo, nesta hipótese, a partir do dia em
que se executar a ordem de prisão, ou no prazo de 30 dias, quando
estiver solto, mediante fiança ou sem ela.
§ 1o A autoridade fará minucioso relatório do que tiver sido apurado e
enviará autos ao juiz competente.
§ 2o No relatório poderá a autoridade indicar testemunhas que não
tiverem sido inquiridas, mencionando o lugar onde possam ser
encontradas.
§ 3o Quando o fato for de difícil elucidação, e o indiciado estiver solto,
a autoridade poderá requerer ao juiz a devolução dos autos, para
ulteriores diligências, que serão realizadas no prazo marcado pelo
juiz.
Prazo da justiça federal - legislação extravagante 5010/66
Art. 66. O prazo para conclusão do inquérito policial será de quinze
dias, quando o indiciado estiver prêso, podendo ser prorrogado por
mais quinze dias, a pedido, devidamente fundamentado, da
autoridade policial e deferido pelo Juiz a que competir o
conhecimento do processo.
Enquanto na estadual não é prorrogável o prazo quando indiciado
estiver preso a federal pode prorrogar
Já o solto é o mesmo 30 dias pra estadual e federal
O estado pode prorrogar o prazo infinitamente até à prescrição do
crime
Prescrição é a perda do poder de punir do estado art 109 cp
Prescrição da pretensão punitiva do estado art 111 cp
Art 113 cp pretensão executório
Art 117 causas interruptivas
Lei de Drogas - competência varia de federal e estadual, dependendo
se foi tráfico internacional ou estadual- o prazo da lei de drogas é alto
pq é equiparado a crime hediondo
Art. 51. O inquérito policial será concluído no prazo de 30 (trinta) dias,
se o indiciado estiver preso, e de 90 (noventa) dias, quando solto.
Parágrafo único. Os prazos a que se refere este artigo podem ser
duplicados pelo juiz, ouvido o Ministério Público, mediante pedido
justificado da autoridade de polícia judiciária.
Antes do delegado prorrogar o prazo ele tem que mandar pro
promotor pra ver se acha q tem provas suficientes pra denunciar ou
se tem que prorrogar msm
Tráfico, tortura e terrorismo são equiparadas a hediondo!! Art 2 lei
8072
Art. 2º Os crimes hediondos, a prática da tortura, o tráfico ilícito de
entorpecentes e drogas afins e o terrorismo são insuscetíveis
de: (Vide Súmula Vinculante)
I - anistia, graça e indulto;
II - fiança e liberdade provisória.
II - fiança.
Em nenhum momento a lei diz que a pessoa n pode responder em
liberdade nesses crimes.
Formas de interposição inquérito
1. De ofício ( instaurado pela autoridade policial através de portaria,
ação pública incondicionada)
2. Requisição do Ministério público
3. Requerimento do ofendido ou de seu representante legal (notícia
crime)
4. Prisão em flagrante ( art 301 CPP
PIC: promotoria de investigação criminal
Passou a investigar só inquérito de indiciado solto que nunca foram
presos, o promotor cuida e vê atentamente do inquérito -
Parar pra ler a portaria que vem falando da PIC
Notícia crime vira um registro de ocorrência e um inquérito
Art. 5o Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:
I - de ofício;
II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério
Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade
para representá-lo.
§ 1o O requerimento a que se refere o no II conterá sempre que
possível:
a) a narração do fato, com todas as circunstâncias;
b) a individualização do indiciado ou seus sinais característicos e as
razões de convicção ou de presunção de ser ele o autor da infração,
ou os motivos de impossibilidade de o fazer;
c) a nomeação das testemunhas, com indicação de sua profissão e
residência.
§ 2o Do despacho que indeferir o requerimento de abertura de
inquérito caberá recurso para o chefe de Polícia.
§ 3o Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência
de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou
por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a
procedência das informações (VPI), mandará instaurar inquérito.
§ 4o O inquérito, nos crimes em que a ação pública depender de
representação, não poderá sem ela ser iniciado.
§ 5o Nos crimes de ação privada, a autoridade policial somente
poderá proceder a inquérito a requerimento de quem tenha qualidade
para intentá-la.
verificada a procedência das informações (VPI)
estou achando q meu vizinho está maltratando a criança vou na
delegacia contar e o delegado instaura uma VPI e envia policiais para
analisar a casa do meu vizinho
Em seguida verificando, instaura-se um inquérito
A notícia crime feita pela vítima já vira logo inquérito em alguns
casos antes vira VPI, mas é incomum
A notícia crime (delatio criminis) que é feita por terceiro vira VPI pro
delegado verificar mesmo essa informação de terceiro
Processo penal 21/03
Art. 28. Ordenado o arquivamento do inquérito policial ou de
quaisquer elementos informativos da mesma natureza, o órgão do
Ministério Público comunicará à vítima, ao investigado e à autoridade
policial e encaminhará os autos para a instância de revisão ministerial
para fins de homologação, na forma da le
Condições Ação penal
1. legitimidade
2. Justa causa
3. Punibilidade concreta (ex : art 107 cp)
4. Prática de fato aparentemente criminoso - tipicidade aparente
(excludentes de ilicitude e ou culpabilidade)
AÇÃO PENAL PÚBLICA: (regra) e o títular é o MP… a petição inicial é a
denúncia/ em regra é incondicionada, mas pode ser condicionada, a
representação do ofendido ou a requisição do ministro da justiça
AÇÃO PENAL PRIVADA: titular é o querelante, a vítima … petição
inicial é a queixa crime
Direito de punir é sempre estatal
AÇÃO PENAL PÚBLICA
Ver os princípios no material
O MP não pode desistir do processo pq aí oferecer a denúncia
presumi-se que ele quer a condenação
Mas nas alegações finais ele pode opinar pela absolvição!! MP SÓ
OPINA
Aí na sentença o juíz pode discordar do MP e me condenar
Quando ele opina pela absolvição a sentença n é extra petita pois o
MP requereu na denúncia e depois opinou
Processo não se inicia mais por PORTARIA
Princípio da indivisibilidade é para ação penal privada …. Não posso
escolher com quem vou entrar com a queixa… 3 pessoas me
xingaram e ofereço queixa crime contra 2… n posso, tenho que fazer
com as 3
Já ação penal pública tem o princípio da divisibilidade, um reu pode
estar na fase executória, outro na fase recursal etc
Art 100 CPP ação penal pública incondicionada
Crimes de ação penal privada sempre vão estar escritos - art 145 cp…
ler pq tem exceções
Execução: injúria real, quando tem agressao… é ação penal pública,
depende do tipo de agressão
AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA A REPRESENTAÇÃO
a lei sempre vai dizer
Material tá completo
Prazo: art 38, prazo de 6 meses
Art 103 direito de queixa ou representação; prazo de 6 meses que eu
sei quem é o autor do fato
Ate a denúncia poderei me retratar, após isso não… n poderei desistir
da ação art 25 cpp
Processo penal 21/03
Art. 28. Ordenado o arquivamento do inquérito policial ou de
quaisquer elementos informativos da mesma natureza, o órgão do
Ministério Público comunicará à vítima, ao investigado e à autoridade
policial e encaminhará os autos para a instância de revisão ministerial
para fins de homologação, na forma da le
Condições Ação penal
1. legitimidade
2. Justa causa
3. Punibilidade concreta (ex : art 107 cp)
4. Prática de fato aparentemente criminoso - tipicidade aparente
(excludentes de ilicitude e ou culpabilidade)
AÇÃO PENAL PÚBLICA: (regra) e o títular é o MP… a petição inicial é a
denúncia/ em regra é incondicionada, mas pode ser condicionada, a
representação do ofendido ou a requisição do ministro da justiça
AÇÃO PENAL PRIVADA: titular é o querelante, a vítima … petição
inicial é a queixa crime
Direito de punir é sempre estatal
AÇÃO PENAL PÚBLICA
Ver os princípios no material
O MP não pode desistir do processo pq aí oferecer a denúncia
presumi-se que ele quer a condenação
Mas nas alegações finais ele pode opinar pela absolvição!! MP SÓ
OPINA
Aí na sentença o juíz pode discordar do MP e me condenar
Quando ele opina pela absolvição a sentença n é extra petita pois o
MP requereu na denúncia e depois opinou
Processo não se inicia mais por PORTARIA
Princípio da indivisibilidade é para ação penal privada …. Não posso
escolher com quem vou entrar com a queixa… 3 pessoas me
xingaram e ofereço queixa crime contra 2… n posso, tenho que fazer
com as 3
Já ação penal pública tem o princípio da divisibilidade, um reu pode
estar na fase executória, outro na fase recursal etc
Art 100 CPP ação penal pública incondicionada
Crimes de ação penal privada sempre vão estar escritos - art 145 cp…
ler pq tem exceções
Execução: injúria real, quando tem agressao… é ação penal pública,
depende do tipo de agressão
AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA A REPRESENTAÇÃO
a lei sempre vai dizer
Material tá completo
Prazo: art 38, prazo de 6 meses
Art 103 direito de queixa ou representação; prazo de 6 meses que eu
sei quem é o autor do fato
Ate a denúncia poderei me retratar, após isso não… n poderei desistir
da ação art 25 cpp
Processo penal 28/03
Lei 9.099 JECRIM
N tem inquérito
CRIMES ATÉ 2 anos… contravenções penais
Toda contravenção é ação penal pública incondicionada
Infrações penais de menor potencial ofensivo
Art 69
Art 61
Art 72
Decreto 3688/41 – lei de contravenções penais – ação penal pública
incondicionada
Art 17
Todas as leis de contravenções penais ocorrem no JECRIM, pois são
pena de ate 2 anos
Se for crimes de ação privada, contra honra, a vítima já protocola
direto no JECRIM
CRIME DE LESÃO CORPORAL LEVE
Caso do JEcrim- 1) delegacia 2) termo circunstanciado RO 3) ofício 4)
IML 5) exame de corpo de delito (opcional) 6) vai pro juizado, n tem
inquérito, n tem relatório final
1. Audiência preliminar (conciliação ) art 47 – juíz vai marcar a
audiência, e a primeira coisa que o conciliador vai tentar fazer é
uma conciliação ( n é o juíz q vai realizar mas o conciliador) se
houver a conciliação eu automaticamente renuncio meu direito
de representação (se for crime de ação pública condicionada)…
mas posso tb não me conciliar, não havendo posso ter o art 74
da lei 9.999 – seria a composição civil dos danos… quebro o
nariz e tenho um prejuízo de 10 anos a pessoa poderá me
ressarcir, recompondo meus danos… gerando assim a
homologação do juíz gerando a renúncia da ação pública
condicionada ou privada… obs: tanto na conciliação e na
composições civil dos danos ocorre a renuncia da
representação.. na composição civil o autor do fato não pode
estar sozinho, tem que estar acompanhado de um advogado,
qualquer acordo que faça gera ônus, já a vítima pode estar
desacompanhada…. Na audiência de conciliação autor do fato e
vítima poderão estar sozinhos, já na composição o autor do fato
não poderá estar… se houver composição ou conciliação não
haverá julgamento do mérito… art 75 eu reofereço minha
representação ( “não houve composição quero representação,
que o processo siga) / art 76 transação penal
2. Transação penal art 76 (ação penal pública), não sendo caso de
arquivamento o MP ao invés de oferecer a denúncia ele poderá
oferecer uma pena imediata restritiva de direito ou multa// ao
oferecer denúncia o MP verifica se o autor do fato verifica se
cabe no art 75 de transação penal / art 76.. n tem denúncia
quando o MP oferece a transação antes de denunciar o réu
continua sendo autor do fato… se eu aceito a proposta não é
uma confissão de culpa… se eu não aceitar a transação e vou
pra ação eu tenho certeza que meu cliente deverá ser
inocentado
A transação penal é uma medida despenalizadora pois você não foi
sentenciado
Audiência preliminar é uma, a audiência preliminar já oferecem a
transação!!!!!!! Na prática, o MP já deixa pro conciliador oferecer
EU SÓ POSSO TER CONCILIAÇÃO E COMPOSIÇÃO EM AÇÃO PENAL
PÚBLICA CONDICIONADA E QUEIXA CRIMA PQ A VÍTIMA É OUVIDA
Vc vai direto para transação penal
No caso de violência doméstica no caso de aleaca por ADI 7267
Art 16 e 17 lei maria da Penha
somente ocorre a audiência de renuncia a representação se a vítima
quiser retirar a representação, fora isso da continuidade
Lesão corporal leve 542 STJ!! Atenção!! Precisa ser contra mulher
15/03/2024
Não pode ser observado pela dicotomia Direito público vs Direito
privado
Possui natureza de direito difuso de terceira dimensão, no contexto
constitucional.
Além disso, o direito Ambiental é dotado de autonomia, apesar de
tangenciar vários outros ramos do direito.
Os estudos ambientais smp levaram em consideração dois principais
pressuposto filosóficos: 1- o antropocentrismo 2- biocentrismo.
No caso do Brasil, sobretudo pela redação do art 225 da CFRB, alguns
autores passaram a utilizar a expressão “antropocentrismo alargado”,
que traz a ideia de que o ser humano continua no centro do
ordenamento jurídico, como destinatário de um meio ambiente sadio,
porém, o meio ambiente deve ser considerado com sua
interdependência, sendo ao mesmo tempo fator de utilização do ser
humano e objeto de preservação.
Natureza jurídica do direito ambiental
Transcende a dicotomia clássica entre direito público ou privado,
sendo caracterizado como um direito difuso.
Conceito de meio ambiente
No passado, ainda durante a fase pragukmentaria do direito
ambiental, a L.6938 indicava o conceito de meio ambiente como: um
lugar onde se manifesta a vida. Considerava que o meio ambiente era
composto de elementos biótipos e abiótipo o primeiro diz respeito aos
seres vivos. Como animais e plantas. O segundo diz respeito a fatores
físicos e químicos que contribuem para a manifestação. Como por
exemplo: água, solo, clima...
Principalmente com o advento da CF de 88 já na fase holística, o
conceito de meio amb foi ampliado, passando a consagrar não
somente o meio ambiente natural da L. 6938, mas também o meio
ambiente artificial, o cultural, do trabalho e até o patrimônio genético.
O meio-ambiente artificial é composto por tudo aquilo que é
construído, ou auterado, pelo homem, como: edifícios, espaços
públicos... (art. 182 e 183 CFRB e L10257 de 2001).
Meio-ambiente cultural
É composto pelo patrimônio histórico, artístico, paisagístico,
ecológico, científico, e turístico. Podemos estar diante de bens
materiais, como obras de arte, construções... ou imateriais, como o
idioma, dança, cultos, mitos... (215 e 216 CFRB)
Meio-ambiente do trabalho leva em consideração fatores relacionados
ao ambiente laboral objetivando proporcionar condições favoráveis à
saúde do trabalhador, uma vez que parcela considerável de tempo
normalmente é vivida no local de trabalho. (art. 7 XXII e XXIII)
Patrimônio genético
O objetivo de inclusão do patrimônio genético no conceitode meio
ambiente é proteção e fiscalização de sua manipulação, bem como da
biodiversidade (art. 225 §1 CFRB e L11105/2005)
Principio da Dignidade da pessoa humana
O direito ao meio ambiente sadio é adequado se encontra na CF 88
categorizado civil direito de terceira geração.
Isso significa que ele deve ser tratado de modo a permitir que todos
os seus titulares encontrem um ambiente em que possam
desenvolver suas potencialidades de forma plena. (Art. 1° III CRFB)
Princípio do acesso equitativo art 225 CF
Os benefícios, e também os malefícios, do meio ambiente devem ser
suportados por todos. Assim, dá mesma forma que os benefícios são
distribuídos, eventuais relativizaçoes deveram ser suportados por
todos.
Desenvolvimento sustentável
Art 223 CRFB e princípio n° 3 da Carta do Rio
O desenvolvimento econômico através da útil dos recursos naturais
deve ocorrer de forma equilibrada. Assim, a exploração dos recursos
naturais não podem não pode gerar a degradação ou a extinção dos
referidos recursos. Deve manter a preservação. Da mesma forma, o
desenvolvimento econômico deve estar associado ao
desenvolvimento social. Devemos lembrar, inclusive, que a defesa do
meio ambiente é um princípio geral da ordem econômica, conforme o
artigo 170 VI da CRF
Princípio da função social
O meio ambiente é um bem de uso comum de interesse público.
Entretanto, isso não o transforma em bem público necessariamente.
As limitações administrativas impostas tem o objetivo de preservação
e o respeito à elas significa atendimento à função social da
propriedade. Afinal de contas, a preservação atendimento a toda a
coletividade.
Informação ou Publicidade
225 CRFB
Toda coletividade deve ser informada sobre as questões ambientais e
as respectivas políticas públicas, uma vez que a norma constitucional
impõe à ela o dever de defender e preservar o meio ambiente
Participação ou Gestão Democrática
225 e as resoluções 1 de 86 conama
Tal princípio é k complemento do anterior e garante a participação do
cidadão nas políticas públicas ambientais. Normalmente, isso se faz
através do RIMA (relatório de impacto ambiental) que é um resumo
acessível do EIA (estudo de impactoambiental). O Poder Público
realiza audiências públicas para que os cidadãos possam participar
das questões ambientais.
Prevenção
Certeza científica de riscos/danos ao meio ambiente
Licenciamento
O objetivo é evitar o dano ambiental, uma vez que a recuperação é
onerosa demorada muitas vezes até impossível. Assim, quando se
conhece o potencial de degradação ambiental da atividade, utilizasse
o procedimento de LICENCIAMENTO ambiental com o objetivo de
controlar a atividade e, embora permitindo a sua realização, que seja
desenvolvida desenvolvida de forma equilibrada.
Precaução
Incerteza científica
Possui o mesmo objetivo do princípio anterior: evitar o dano. Porém,
nesse caso estaremos no campo da incerteza científica. Diante disso,
a atividade não deve ser autorizada. É a incidência do princípio
Indubio pro natura/salute (na dúvida pra natureza)
Aula 04/03 penal
Ação penal pública condicionada a representação
1. Eficácia objetiva da representação
Significa que q representação n é face de maria ou José, mas é do
fato criminoso
Fui vítima de um fato criminoso, alguma pessoa enviou um bilhete me
ameaçando mas n sei exatamente qm fez… faço a notícia crime em
face do fato!
É uma autorização para que o estado atue em face de quem quer que
tenha praticado o fato
Art 5 cp- territorialidade
Art 7 parágrafo 3 inciso I b CP – extraterritorialidade
Art 145 parágrafo único CP – 141 I
Art 141 CP
Quem vai denunciar se eu caluniar o presidente da república ou chefe
de governo extrangiro? O MPF (procurador da república)
Art 145 parágrafo único – para que o procurador processe a pessoa
que está praticando o crime contra o presidente ou o chefe precisa da
requisição do ministro da justiça
O titular da Ação penal pública é o ministério público federal não o
ministro da justiça
A requisição do ministro da justiça é retratável?
O ministro da justiça pode retirar a requisição, ele vai se retratar da
requisição
A requisição do ministro da justiça obriga a propositura da ação por
parte do MP?
O Mp não recebe ordens, tem independência..
Princípio da intranscedência: a pena não pode passar da pessoa do
criminoso. Não pode processar a pessoa que não seja a pessoa do
criminoso
Princípio da indivisibilidade: preciso processar todos os atores do fato,
n posso escolher quem eu quero processar
Perdão do ofendido
Art 105 cp
Art 106 cp
Quando eu for perdoar, o perdão deverá ser para todos, respeitando o
princípio da indivisibilidade
Agora se um não quiser perdoar ele terá esse direito…. Oferecido o
perdão, o querelado não será obrigado a aceitar… mas ele n
aceitando o perdão n prejudicará os outros
Art. 58 CPP – Concedido o perdão, mediante declaração expressa nos
autos, o querelado será intimado a dizer, dentro de três dias, se o
aceita, devendo, ao mesmo tempo, ser cientificado de que o seu
silêncio importará aceitação.
Parágrafo único. Aceito o perdão, o juiz julgará extinta a punibilidade.
Art 107 cp
Eu só posso renunciar oq eu não exerci, posso renunciar antes de
entrar com a queixa
Art 104 cp
Não confundir composição cível da lei 9099 com a renúncia art 104
parágrafo único CP
Processo penal 28/03
Lei 9.099 JECRIM
N tem inquérito
CRIMES ATÉ 2 anos… contravenções penais
Toda contravenção é ação penal pública incondicionada
Infrações penais de menor potencial ofensivo
Art 69
Art 61
Art 72
Decreto 3688/41 – lei de contravenções penais – ação penal pública
incondicionada
Art 17
Todas as leis de contravenções penais ocorrem no JECRIM, pois são
pena de ate 2 anos
Se for crimes de ação privada, contra honra, a vítima já protocola
direto no JECRIM
CRIME DE LESÃO CORPORAL LEVE
Caso do JEcrim- 1) delegacia 2) termo circunstanciado RO 3) ofício 4)
IML 5) exame de corpo de delito (opcional) 6) vai pro juizado, n tem
inquérito, n tem relatório final
1. Audiência preliminar (conciliação ) art 47 – juíz vai marcar a
audiência, e a primeira coisa que o conciliador vai tentar fazer é
uma conciliação ( n é o juíz q vai realizar mas o conciliador) se
houver a conciliação eu automaticamente renuncio meu direito
de representação (se for crime de ação pública condicionada)…
mas posso tb não me conciliar, não havendo posso ter o art 74
da lei 9.999 – seria a composição civil dos danos… quebro o
nariz e tenho um prejuízo de 10 anos a pessoa poderá me
ressarcir, recompondo meus danos… gerando assim a
homologação do juíz gerando a renúncia da ação pública
condicionada ou privada… obs: tanto na conciliação e na
composições civil dos danos ocorre a renuncia da
representação.. na composição civil o autor do fato não pode
estar sozinho, tem que estar acompanhado de um advogado,
qualquer acordo que faça gera ônus, já a vítima pode estar
desacompanhada…. Na audiência de conciliação autor do fato e
vítima poderão estar sozinhos, já na composição o autor do fato
não poderá estar… se houver composição ou conciliação não
haverá julgamento do mérito… art 75 eu reofereço minha
representação ( “não houve composição quero representação,
que o processo siga) / art 76 transação penal
2. Transação penal art 76 (ação penal pública), não sendo caso de
arquivamento o MP ao invés de oferecer a denúncia ele poderá
oferecer uma pena imediata restritiva de direito ou multa// ao
oferecer denúncia o MP verifica se o autor do fato verifica se
cabe no art 75 de transação penal / art 76.. n tem denúncia
quando o MP oferece a transação antes de denunciar o réu
continua sendo autor do fato… se eu aceito a proposta não é
uma confissão de culpa… se eu não aceitar a transação e vou
pra ação eu tenho certeza que meu cliente deverá ser
inocentado
A transação penal é uma medida despenalizadora pois você não foi
sentenciado
Audiência preliminar é uma, a audiência preliminar já oferecem a
transação!!!!!!! Na prática, o MP já deixa pro conciliador oferecer
EU SÓ POSSO TER CONCILIAÇÃO E COMPOSIÇÃO EM AÇÃO PENAL
PÚBLICA CONDICIONADA E QUEIXA CRIMA PQ A VÍTIMA É OUVIDA
Vc vai direto para transação penal
No caso de violência doméstica no caso de aleaca por ADI 7267
Art 16 e 17 lei maria da Penha
Somente ocorre a audiência de renuncia a representação se a vítima
quiser retirar a representação, fora isso da continuidade
Lesão corporal leve 542 STJ!! Atenção!! Precisa ser contra mulher