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Cálculo Estrutural para Suporte de Painéis Fotovoltaicos

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CLIENTE:

FOCALLE TECNOLOGIA

LOCAL:

SEM DEFINIÇÃO

PROJETO:

SUPORTE E POSTE PARA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS

DOCUMENTO:

MEMORIAL DE CÁLCULO DA VERIFICAÇÃO DA SOLUÇÃO

ANTERIOR E PROPOSTA DE AJUSTES

Nº DOCUMENTO JRE: NOME DO ARQUIVO:

103 103-MCME_R01

Nº DOCUMENTO CLIENTE: Nº UNIDADE DO CLIENTE:

XXX XXX

01 27/06/24 Emissão Inicial JVA JVA


00 20/06/24 Emissão Inicial JVA JVA
Revisão Data Descrição POR. VER. APR.
ÍNDICE

OBJETIVO ...........................................................................................................................................4

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA ....................................................................................................4

DOCUMENTOS COMPLEMENTARES ..............................................................................................4

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS MODELOS DE CÁLCULO ADOTADOS..........................5

4.1. DETERMINAÇÃO DOS CARREGAMENTOS ATUANTES NA ESTRUTURA PARA ANÁLISE ESTÁTICA .........5

4.2. ANÁLISE ESTRUTURAL ...............................................................................................................6

CARREGAMENTOS ADOTADOS ......................................................................................................6

5.1. AÇÕES DEVIDAS AO PESO PRÓPRIO ...........................................................................................6

5.2. AÇÕES PERMANENTES ...............................................................................................................6

5.3. AÇÕES DEVIDAS AO VENTO .......................................................................................................6

Determinação da pressão de obstrução.............................................................................7

Determinação do fator topográfico S1 ................................................................................7

Determinação do fator Rugosidade do terreno, dimensões da edificação e altura sobre o

terreno S2 .........................................................................................................................................8

Determinação do fator estatístico S3 ..................................................................................8

Determinação do coeficiente de pressão e forma nas faces dos painéis ..........................9

COMBINAÇÕES ADOTADAS ......................................................................................................... 10

6.1. ESTADO-LIMITE ÚLTIMO........................................................................................................... 10

6.2. ESTADO-LIMITE DE SERVIÇO.................................................................................................... 11

DIMENSIONAMENTO DA RIGIDEZ HORIZONTAL ....................................................................... 11

VERIFICAÇÃO ESTÁTICA DO SUPORTE ..................................................................................... 13

8.1. VERIFICAÇÃO DA RESISTÊNCIA DOS PERFIS .............................................................................. 13

2
CONCLUSÕES ................................................................................................................................ 16

3
OBJETIVO

Este documento tem por finalidade descrever os procedimentos de cálculo adotados nas

verificações e dimensionamento da estrutura metálica e poste de concreto para a instalação de células

fotovoltaicas por todo o Brasil. Este é o produto da solicitação e contratação pela parceira Focalle

Tecnologia, através do contato com o Eng. Pabulo.

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

Foram tomados como referência para os trabalhos de modelagem e dimensionamento dessas

estruturas o projeto existente para o suporte (código 05.47), o catálogo técnico da Canadian Solar e o

catálogo técnico da Romagnole. Além desses, também recebemos informações via WhatsApp.

DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Este memorial de cálculo seguirá as disposições de normas aplicáveis aos assuntos específicos

e que são relacionadas a seguir:

▪ ABNT NBR 6123:1988 – Forças devidas ao vento em edificações.

▪ ABNT NBR 8800:2008 – Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de

edifícios

▪ ABNT NBR 14762:2010 – Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis

formados a frio.

▪ AISC - Manual of Steel Construction – Load and Resistance Factor Design (Second Edition -

2001)

▪ AISI - American Iron and Steel Institute – Specification for the design of cold-formed steel

structural members.

4
▪ American Welding Society – (AWS).

▪ ABNT NBR 8158:2017 – Ferragens Eletrotécnicas Para Redes Aéreas De Distribuição De

Energia Elétrica: Especificação.

▪ ABNT NBR 8159:2017 – Ferragens Eletrotécnicas Para Redes Aéreas De Distribuição De

Energia Elétrica: Padronização.

▪ NBR8451-1 DE 08/2022 – Postes De Concreto Armado E Protendido Para Redes De Distribuição

E De Transmissão De Energia Elétrica - Parte 1

▪ NBR8451-1 DE 08/2022 – Postes De Concreto Armado E Protendido Para Redes De Distribuição

E De Transmissão De Energia Elétrica - Parte 2

▪ NBR8451-1 DE 08/2022 – Postes De Concreto Armado E Protendido Para Redes De Distribuição

E De Transmissão De Energia Elétrica - Parte 3

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS MODELOS DE CÁLCULO ADOTADOS

A partir das informações contidas nos documentos supracitados, pré-dimensionamos o poste e

desenvolvemos dois modelos de cálculo que simulam o comportamento mecânico das estruturas

metálicas: o primeiro simula o comportamento da estrutura como o projeto original previa e o outro

simula a estrutura após a reformulação.

Para o processamento do modelo foi utilizado o Programa STRAP, que calcula os esforços

atuantes nas barras e elementos de placa, calcula ainda os deslocamentos da estrutura, reações de

apoio e dimensiona as barras componentes da estrutura segundo normas específicas, além de calcular

as armaduras necessárias para as peças de concreto, caso seja necessário.

Os passos adotados na elaboração do modelo estrutural foram:

4.1. Determinação dos carregamentos atuantes na estrutura para análise estática

5
▪ Peso próprio da estrutura

▪ Cargas permanentes

▪ Cargas de vento

4.2. Análise estrutural

▪ Modelagem da Estrutura

▪ Processamento eletrônico do modelo

▪ Análise do resultado estático da estrutura

CARREGAMENTOS ADOTADOS

Foram considerados os carregamentos estáticos descritos a seguir:

5.1. Ações devidas ao Peso Próprio

O software STRAP carrega automaticamente o peso próprio das barras e elementos componentes

das estruturas modeladas em função de sua seção transversal e do material.

5.2. Ações permanentes

Peso próprio dos painéis: 22 kgf/m2

5.3. Ações Devidas ao Vento

Para as ações de vento, foram considerados 3 casos críticos de incidência do vento, conforme

abaixo:

▪ Vento a 0° relativo à estrutura

▪ Vento a 90° relativo à estrutura

▪ Vento a 180º relativo à estrutura

6
Determinação da pressão de obstrução

V0 = 50 m/s (velocidade básica do vento item 5.1 da norma)

Figura 1 - Item 5.1 da NBR 6123 – Isopletas de velocidade básica V0 (m/s).

Determinação do fator topográfico S1

Determinado pelo item 5.2 da norma e assim adotado para o nosso caso:

7
Figura 2 - Item 5.2 da NBR 6123 – Fator topográfico S1.

Determinação do fator Rugosidade do terreno, dimensões da edificação e altura sobre o

terreno S2

Determinado pelo item 5.3 da norma e assim adotado para o nosso caso a Classe A e Categoria

II, onde:

Figura 3 - Item 5.3 da NBR 6123 - Fator Rugosidade e dimensões.

▪ Categoria II: Terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível, com poucos obstáculos

isolados, tais como árvores e edificações baixas. Exemplos: zonas costeiras planas; pântanos

com vegetação rala; campos de aviação; pradarias e charnecas; fazendas sem sebes ou muros.

▪ Classe A: Todas as unidades de vedação, seus elementos de fixação e peças individuais de

estruturas sem vedação. Toda edificação na qual a maior dimensão horizontal ou vertical não

exceda 20 m.

Determinação do fator estatístico S3

Determinado pelo item 5.4 da norma e assim adotado para o nosso caso:

8
Figura 4 - Item 5.4 da NBR 6123 - Fator estatístico S3.

V0 = 50,0 m/s A II
PRESSÃO DINÂMICA

h S1 S2 S3 VK (m/s) qk (kgf/m2) média

5,00 1,0 0,94 0,9 42,30 112


119
10,00 1,0 1,00 0,9 45,00 127
Figura 5 – Itens 4 e 5 da NBR 6123.

Determinação do coeficiente de pressão e forma nas faces dos painéis

Os elementos estruturais e de vedação estão expostos às pressões decorrentes da obstrução

das correntes de vento, como função da geometria da estrutura e permeabilidade das faces (NBR 6123

– Item 8.2). O cômputo das forças por metro quadrado em cada face e direção do vento advém da

determinação dos parâmetros geométricos: dimensão maior (h), comprimento (l) e o ângulo de

inclinação da superfície (θ).

Cobertura 1 água isolada


Teta (graus) tg C1 C2 C3 C4 média
25,00 0,5 2,0 2,0 -3,3 -0,3
1,2 -1,8
25,00 0,5 0,5 0,5 -0,3 -3,3

Figura 6 – Item 8.2 e Tabela 17 da NBR 6123.

A análise por Computational fluid dynamics (CFD) no software ROBOT resultou em uma pressão

crítica de obstrução próxima de 119 kgf/m², valor igual à pressão dinâmica pela NBR 6123.

9
Figura 7 – Pressões de obstrução conforme a simulação por CFD do software Autodesk ROBOT.

COMBINAÇÕES ADOTADAS

De acordo com a NBR8800 a seguir foram estabelecidas as combinações de cargas para:

6.1. Estado-limite último

Figura 8 - Coeficientes de ponderação das ações.

10
Figura 9 - Combinações para Estado-limite Último (Itens 1 - 4) para a estrutura metálica.

6.2. Estado-limite de serviço

De acordo com o item [Link] da NBR 8800 temos:

As combinações dos estados limites de serviço estão indicadas na figura anterior e são as de

número 5 a 7.

DIMENSIONAMENTO DA RIGIDEZ HORIZONTAL

Para prever a seção necessária do poste, verificamos por uma conta expedita, conforme abaixo.

VENTO (A)
VELOCIDADE VELOCIDAD ÁREA DE DISTÂNCIA PRESSÃO
FATOR DE DISTÂNCIA INCLINAÇÃO
BÁSICA FATORES CARACT. OBSTRUÇÃO NA ALTURA DINÂMICA
FORMA LATERAL (m) (GRAUS)
(m/s) (m/s) (m²) (m) (kgf/m²)
v0 s1 s2 s3 vk Cm a h l i q
35 1 1 0,9 31 2,0 5 1,23 1,5 25 58

ESFORÇOS
FORÇA REAÇÃO
COMPONENTE COMPONENTE MOMENTO ALTURA DO REAÇÃO REAÇÃO
NORMAL AO MOMENTO DE MOMENTO DE MOMENTO NO HORIZONTAL
HORIZONTAL VERTICAL NA BASE POSTE HORIZONTAL HORIZONTAL
PLANO Fh (kgf.m) Fv (kgf.m) TOPO (kgf.m) MAJORADA
(kgf) (kgf) (kgf.m) (m) (kgf) (kgf)
(kgf) (kgf)
p Fh Fv Mh Mv Mt Mp H R daN daN
563 238 510 1540 765 775 765 6,5 238 233 327

11
VENTO (B)
VELOCIDADE VELOCIDAD ÁREA DE DISTÂNCIA PRESSÃO
FATOR DE DISTÂNCIA INCLINAÇÃO
BÁSICA FATORES CARACT. OBSTRUÇÃO NA ALTURA DINÂMICA
FORMA LATERAL (m) (GRAUS)
(m/s) (m/s) (m²) (m) (kgf/m²)
v0 s1 s2 s3 vk Cm a h l i q
40 1 1 0,9 35 2,0 5 1,23 1,5 25 76

ESFORÇOS
FORÇA REAÇÃO
COMPONENTE COMPONENTE MOMENTO ALTURA DO REAÇÃO REAÇÃO
NORMAL AO MOMENTO DE MOMENTO DE MOMENTO NO HORIZONTAL
HORIZONTAL VERTICAL NA BASE POSTE HORIZONTAL HORIZONTAL
PLANO Fh (kgf.m) Fv (kgf.m) TOPO (kgf.m) MAJORADA
(kgf) (kgf) (kgf.m) (m) (kgf) (kgf)
(kgf) (kgf)
p Fh Fv Mh Mv Mt Mp H R daN daN
735 311 666 2012 1000 1012 1000 6,5 311 305 427

VENTO (C)
VELOCIDADE VELOCIDAD ÁREA DE DISTÂNCIA PRESSÃO
FATOR DE DISTÂNCIA INCLINAÇÃO
BÁSICA FATORES CARACT. OBSTRUÇÃO NA ALTURA DINÂMICA
FORMA LATERAL (m) (GRAUS)
(m/s) (m/s) (m²) (m) (kgf/m²)
v0 s1 s2 s3 vk Cm a h l i q
45 1 1 0,9 40 2,0 5 1,23 1,5 25 96

ESFORÇOS
FORÇA REAÇÃO
COMPONENTE COMPONENTE MOMENTO ALTURA DO REAÇÃO REAÇÃO
NORMAL AO MOMENTO DE MOMENTO DE MOMENTO NO HORIZONTAL
HORIZONTAL VERTICAL NA BASE POSTE HORIZONTAL HORIZONTAL
PLANO Fh (kgf.m) Fv (kgf.m) TOPO (kgf.m) MAJORADA
(kgf) (kgf) (kgf.m) (m) (kgf) (kgf)
(kgf) (kgf)
p Fh Fv Mh Mv Mt Mp H R daN daN
931 393 843 2546 1265 1281 1265 6,5 393 386 540

VENTO (D)
VELOCIDADE VELOCIDAD ÁREA DE DISTÂNCIA PRESSÃO
FATOR DE DISTÂNCIA INCLINAÇÃO
BÁSICA FATORES CARACT. OBSTRUÇÃO NA ALTURA DINÂMICA
FORMA LATERAL (m) (GRAUS)
(m/s) (m/s) (m²) (m) (kgf/m²)
v0 s1 s2 s3 vk Cm a h l i q
50 1 1 0,9 44 2,0 5 1,23 1,5 25 119

ESFORÇOS
FORÇA REAÇÃO
COMPONENTE COMPONENTE MOMENTO ALTURA DO REAÇÃO REAÇÃO
NORMAL AO MOMENTO DE MOMENTO DE MOMENTO NO HORIZONTAL
HORIZONTAL VERTICAL NA BASE POSTE HORIZONTAL HORIZONTAL
PLANO Fh (kgf.m) Fv (kgf.m) TOPO (kgf.m) MAJORADA
(kgf) (kgf) (kgf.m) (m) (kgf) (kgf)
(kgf) (kgf)
p Fh Fv Mh Mv Mt Mp H R daN daN
1149 486 1041 3143 1562 1582 1562 6,5 486 476 667

Figura 10 – Decomposição da solicitação de vento para a definição do poste necessário.

Conforme a solicitação do cliente, elaboramos um estudo com diferentes situações de velocidade

básica do vento para o cliente escolher o poste para a região de instalação. Pelo catálogo da

Romagnole e outros fornecedores (mesma especificação da NBR 8154), será necessário adotar

alguma das configurações abaixo para seções cônicas:

▪ Velocidade de 35 m/s, Reação = 233 daN, Poste = 170-330 mm de diâmetro (300 daN);

▪ Velocidade de 40 m/s, Reação = 305 daN, Poste = 170-330 mm de diâmetro (400 daN);

▪ Velocidade de 45 m/s, Reação = 386 daN, Poste = 170-330 mm de diâmetro (400 daN);

12
▪ Velocidade de 50 m/s, Reação = 476 daN, Poste = 190-350 mm de diâmetro (600 daN).

A armadura deverá atender à essas solicitações e garantir os critérios limites para deslocamento

e fissuração. Como a instalação poderá ser feita em qualquer região do país, sugerimos a utilização de

2,5 cm como cobrimento externo, conforme prescrito pela NBR 8154 para o caso de agressividade

extrema. Adotar o comprimento de embutimento prescrito pelo fornecedor (>= H*0,1 + 0,6 m).

VERIFICAÇÃO ESTÁTICA DO SUPORTE

8.1. Verificação da resistência dos perfis

O dimensionamento das barras é feito automaticamente pelo programa STRAP, e sua

apresentação pode ser feita em forma gráfica, onde se apresenta o grau de solicitação de cada barra,

em função da capacidade resistente das mesmas. As barras indicadas com capacidade acima de 100%

são elementos que terão comprometimento estrutural, pois sua capacidade resistente foi excedida.

Essa apresentação é feita tanto por uma cor atribuída à barra, quanto pela porcentagem de sua

utilização com relação à sua capacidade. Em nosso caso, as cores atribuídas estão apresentadas na

figura a seguir.

Figura 11 – Apresentação das capacidades dos elementos metálicos.

Assim, segue-se a apresentação dos elementos metálicos e suas respectivas capacidades de

utilização da resistência dos perfis que compõe a estrutura (%):

13
Figura 12 - Porcentagem de utilização da capacidade resistente dos perfis (projeto de terceiros).

O projeto existente tem algumas considerações não usuais na boa prática das estruturas, são

elas:

▪ A treliça que deve transferir a carga aplicada no plano dos painéis, precisaria estar com os banzos

paralelos no plano vertical e assim desenvolver a rigidez esperada;

▪ As diagonais inferiores estão fora de um nó extremo, por isso estão provocando cortante e

momentos nos banzos que deveriam desenvolver apenas esforço axial;

▪ O triângulo no plano dos painéis faz com que a longarina próxima ao pilar tenha um balanço muito

maior em relação à longarina da extremidade oposta;

▪ Como a distância entre os pontos de fixação é muito pequena (encontro das diagonais nos pilares),

a estrutura está descarregando um binário desnecessário na ligação e com pouca rigidez para

14
impedir o deslocamento lateral do suporte (quase um modelo hipostático com sérios problemas de

deslocamentos excessivos);

Para solucionar esses casos propomos algumas alterações na geometria e sistema de fixação

do suporte conforme:

▪ Utilizar duas treliças verticais com as barras chegando em nós extremos;

▪ Utilizar uma treliça horizontal no plano dos painéis;

▪ Aumentar a distância entre os pontos de fixação no pilar para reduzir a amplitude do binário,

aumentar a rigidez, reduzir concentração de tensões e facilitar a montagem;

Figura 13 - Porcentagem de utilização da capacidade resistente dos perfis (Solução Proposta).

15
CONCLUSÕES

O projeto existente do suporte e a definição de um poste para uma carga lateral de 400 daN não

comportam a situação mais crítica que poderá ocorrer com a estrutura (ex.: na cidade de Rio Grande –

RS). Portanto, definimos três postes cônicos para 300-600 daN, com abraçadeiras de transformador

para a fixação e alteramos a geometria do suporte. Com base nos preços conhecidos para estrutura

metálica, o preço final do suporte está próximo daquilo estabelecido como premissa.

Figura 14 - Tabela de quantidades.

Eng. Civil João Víctor Almeida da Silva, Me. Eng. Mec.

(CREA n.º RS227993)

16

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