Os 4 perfis equilibrados. É possível ter os 4 perfis equilibrados, 25% de cada um?
É,
mas é extremamente caro. Geralmente, em que os 4 perfis equilibrados, que é assim, vezes 3,
com o número de pessoas, destacam muito da maioria. Em geral, a gente tem um pouco de
cada, mas a gente tem que ter um perfil que é predominante no nosso comportamento. Isso
significa que a gente vai ser sempre assim? Não! A gente pode mudar ao longo do tempo, a
gente pode mudar os diferentes ambientes, principalmente se a gente fizer um esforço pra
desenvolver os outros perfis conforme a vontade, tá?
Mas, em geral, a gente tem como a gente se passar assim, disparar, tá bom? E aí, essa é
a minha linha de comentário. Chamada de um guia mágico. O pessoal não tem que estar nem
no terreno, só depois da rua. Esse é o esse livro mais atombado. Ele nasceu em 12 de maio de
293, ou em 1947. Ele tinha um pisca-fondo chamado Charles Newton. Aí ele conseguiu mais
chances como Charles Newton. E além de psicólogo, ele era teórico feminista, inventor, ele
escreveu os quadrinhos, é dele, ele era muito criativo, ele não ficava só na psicologia, foi ele
quem criou a Mulher Maravilha, a famosa Mulher Maravilha, a história. E ele criou a Mulher
Maravilha inspirada na esposa dele, a Elisabeth Conway, e na namorada dele, como se fosse
assim, né? Na Olímpia do Oeste, tá? Porque é namorado e não é amor. Ele tem coragem de
duas. Ele tinha dois filhos, cada um de elas. Então, ele tinha coragem de todos, na mesma casa.
Vocês estão achando que trijau é uma coisa muito moderna. Mas, na verdade, não é. É como
uma coisa muito antiga. Eles tinham uma relação consensual, moravam ele e a sua mulher na
mesma casa e os dois filhos ficavam com as duas mulheres na mesma casa. Isso porque ele é a
filha de ele. Eu imagino isso no livro. Ele é a mãe de uma mulher. Pois é, mais ou menos isso. E
aí ele por reforço, há vários livros, mas o livro mais famoso dele chama As Emoções das Pessoas
Normais. Ele foi publicado pelos Estados Unidos em 1928, pela primeira vez. E ele começou a
estudar as principais emoções das pessoas normais. Ele é considerado um precursor da
psicologia corretiva, porque ele começou a focar na normalidade e não na doença. Durante um
bom tempo da psicologia, talvez até hoje, a gente falta muito nos transtornos, nas
psicopatologias, nos problemas de personalidade, mas a gente tem um movimento recente
que é a psicologia positiva, que vai focar na saúde, na potencialidade dessas pessoas. Este livro
foi publicado pela primeira vez em português só em 2014, então é muito recente, para as
pessoas que querem se interessar por isso. Ele vai mostrar as quatro dimensões do
comportamento. O Walter Clark leu esse livro e criou o teste para medir os perfis
comportamentais, para avaliar os perfis comportamentais. O primeiro teste foi criado em 1951
e depois outros autores criaram o teste. Então William publicou o livro, mas ele não criou o
teste. Ele só classificou, detalhou os perfis comportamentais. Para avaliar isso, tem um perfil
de... ele é muito utilizado em empresas, em instituições, né? Muito utilizado no ambiente de
trabalho. Para avaliar onde colocar cada pessoa, né? Ou se tem um cargo de chefia, a gente
tem três candidatos, quatro candidatos para aquele cargo de chefia, quem vai ser colocado. Ou
se eu preciso dar um treinamento para um determinado grupo de pessoas, um determinado
grupo de gestores. os professores, o que eu preciso ver primeiro, o perfil deles, o
comportamento tal, e o que seria esperado, o que seria necessário para que ele caia. Então vou
dar o meu depoimento de liderança, tá. Então fora da universidade, esse contexto diz que é
muito conhecido, tá. E aí vou trazer algumas coisas pra vocês, pra vocês conseguirem trabalhar
de equipe com uma quantidade menor de convívio. Atenção. O Willian publicou esse autor de
texto que você está dando? e é um quadro na internet que te dá um questionário completo
para você preencher e editar todo o seu perfil. Muito interessante.
E aí, então, os quatro perfis comportamentais, ele é baseado em eixos, tá? Para
mostrar as tendências de comportamento e a visão que a pessoa tem do ouvido em sua volta
de fome, ela se comporta. Percebam que são tendências de comportamento. Aqui a gente não
está falando de personalidade, tá? É um perfil comportamental que uma pessoa tem que
assistir a usar na maior parte das situações do dia a dia dela. Não só no trabalho, mas em
todos os lugares também, tá? Em primeiro lugar, a gente tem o eixo horizontal, que vai ser
caracterizado aí pelo lado da esquerda e da direita. Então a gente vai ter de um lado o perfil
dominante e cauteloso, que é extremamente questionador, que é mais lógico, mais objetivo,
mais sádico, tende a ser mais desafiante. Ele é mais voltado para fatos, para dados. E por outro
lado, do lado da esquerda e da direita, a gente tem o influente e o estável, que em geral são
perfis mais receptivos têm um comportamento mais vantajoso, mais focado para se colocar um
olhar no outro, para pensar na coletividade, nas emoções das pessoas. Ele vai ser mais focado
nas pessoas, nos relacionamentos e na convivência das pessoas.
Então a gente teria dois eixos diferentes aí para a gente pensar em como a pessoa lida
com o ambiente, com o mundo ao lado dela. E por outro lado, a gente tem o eixo vertical, tá?
Esse dois aqui em cima aqui, é o dominante e o influente. São pessoas mais ativas, mais
rápidas, mais dinâmicas, e que tendem a fazer as coisas com mais velocidade, com mais
rapidez, tá? São pessoas que costumam ter mais energia, pelo menos aparentemente elas
mostram isso. E por outro lado, a gente tem a parte que é, a parte de baixo, que são pessoas
que é tanto o cauteloso, quanto o estável, mas há um ancho mais empoderados, são pessoas
que passam a ideia de mais tranquilidade, que fazem as coisas com um ritmo mais lento, são
mais metódicos, mais cuidadosos, e tem que ser mais reflexivos, tá? Quando esses dois são
mais ativos, esses dois são mais reflexivos.
E aí eu vou explicar para vocês com detalhes cada um dos perfis. O perfil dominante é
o perfil que está sempre focado em desafios. Então falar assim, vamos subir a terra amanhã,
quem é o perfil dominante vai falar, quando, que horas vai ser, tá? Então as pessoas mais
animadas para estar fixo, posso esperar estar fixo, posso ser o primeiro a chegar no lugar, a ser
pioneira para fazer alguma coisa, e ele é muito focado em obter ganhas nas coisas, obter
vitórias. Em geral, as pessoas que têm um perfil dominante alto, são líderes por natureza.
Geralmente, é a pessoa que toma a iniciativa de alguma coisa, ou é a pessoa que fala, olha, a
gente precisa ir mais distinguinho, a gente precisa sair desse conflito, tá? O governante tem
uma facilidade de liderar, às vezes ele lidera até demais um conflito, tá? Tem situações em que
ninguém percebe o aumento muito alto de dificuldades de ser liderado, tá? E aí assim, gente,
eles são motivados por desafios, pode ser desafio de qualquer área, pode ser tanto conquistar
a Paixão da Mata ou um projeto quase impossível de trabalho. Qualquer desafio ele está
querendo topar, ele está querendo se envolver. E aí, assim que ele surge um desafio, que o
motiva, ele dedica várias horas para aquilo, para fazer acontecer. Ele não é dispõe. Em um
ambiente predileto do dominante, é um ambiente que oferece desafios, que dá liberdade para
o dominante ter muita dificuldade com a falta de liberdade, com ser liderado. São pessoas que
precisam de muita autonomia, não gostam de rotina, tem uma certa dificuldade com
supervisão e com quem exige muitos detalhes, e são pessoas que gostam de ter poder
decisório sobre as coisas. Em geral, quem tem perfil dominante alto é muito motivado por
resultados. O que importa para a pessoa é o resultado e não o processo. Em geral, são pessoas
que morrem para acabar a coisa logo. Ele quer ver a coisa acontecer. E quando não tem muito
desafio, a pessoa fica meio desmotivada. E aí sempre pensa na maneira mais rápida de fazer
alguma coisa. Então a gente pensa em como quem pode acelerar aquele processo ou como
quem pode fazer isso na maneira mais simples. Porque como ele é muito focado nas cidades,
ele quer acabar de novo pra começar com coisa diferente. Mas pessoas que têm um perfil, um
quadro artificial dominante, muito alto, já entendendo o desequilíbrio, tem alguns pontos de
atenção. Essa pessoa precisa se identificar um pouco mais com o ritmo de trabalho. Porque
muitas vezes ela fazia a dança só com o jeito dela. Ou ela fazia o quê? Que o grupo faça os
danças no ritmo dela. Quando o grupo não segue o ritmo da pessoa, a pessoa fica enrizada.
Mas ela tem que entender que as pessoas têm ritmos diferentes. É uma pessoa que precisa ter
uma consciência maior dos limites, tanto do projeto quanto da sua posição, porque se não
atendeu quando ela nem gostou, ela apagou todos. Ou então ela está muito motivada por um
desafio, mas o grupo não está com muito aquele desafio, e ela leva o grupo ao limite, leva o
grupo a ser usado por frio. Então é uma pessoa que precisa controlar o seu ritmo de trabalho,
o estandar adequado, o ritmo de trabalho dessa pessoa ao ritmo de trabalho da equipe e a
precisão que o projeto vai exigir. Porque como ela é uma pessoa muito focada em resultados,
às vezes ela quer pular os detalhes. E aí a gente vai ter que, no projeto, precisar dos detalhes.
Então o que a gente está fazendo como cirurgia cardíaca em alguém. A gente vai pensar, a
gente vai começar a cada detalhe, não tem como não vai estar.
Então, geralmente, o dominante ele é convocado pelo cauteloso, que fala assim, olha,
você está se apressando, a gente precisa focar nesses detalhes. Em geral, é uma pessoa que
precisa desenvolver algumas habilidades pra perceber as necessidades dos membros da equipe
e em geral o dominante focou nas tarefas e não foca nas pessoas e aí às vezes ele acaba
pulando as pessoas ou ele acaba não percebendo algumas questões mais emocionais porque o
dominante é muito racional e o dominante tem uma facilidade incrível para tomar decisões pra
ele é muito simples ele toma uma decisão séria e ele não fica muito mexido emocionalmente
com as coisas, tá?
Em geral, ele às vezes até não tem paciência com as outras pessoas, ou ele não
consegue entender o que é que o outro está sofrendo, como nesse caso, em geral, é uma surra.
E quem tem um perfil dominante muito alto, em geral, se tiver sobre um silêncio, ele tende a
ser agressivo, tende a ser aquela pessoa meio que, sabe, meio mal-educada com as outras
pessoas. É um exemplo bem predominante. É como se fosse a chama de uma vela, ou como se
fosse a chama de um fogueiro. Se você desse fogueiro no meio da sala, a fogueira ia deixar
todos vocês aquecidos.
É um pouco uma coisa boa, né? Os bonés são coitados, mas se eu aumentar um pouco
demais, vai queimar vocês. Então o dominante quando ele passa dos limites ele queima as
pessoas. E aí a gente tem que aprender a controlar essa raiva, essa agressividade, né. E essa
questão de querer liderar tudo dentro dele, né. Às vezes eu me interponho como dominante
cultural, faço ideia de como pessoa meio egoísta, tá. Muito exigente e que pressionam muito
mais. Tem que ser uma pessoa que controla.
Mas, em geral, são pessoas que, se você colocar em uma jaula com leões, ele volta
liderando os leões. Tá? Tem uma facilidade grande de liderança. É isso que eu quero dar a
vocês. Vocês conhecem alguém que tem um alto nível comportamental dele? Dominante?
Algum famoso, alguém do público de vocês, que tenha sido muito, muito dominante? Se
conhecem, né? Algum famoso que vocês poderiam citar, que tem um alto perfil de dedo, que
parece assim, pelo menos por pouco que a gente conhece, parece ser muito dominante?
Vocês têm alguma ideia dele? O caminho tem igual o superpoder? Não? Eu vou citar
dois. Abilio Diniz. Eu vou ler depois sobre a história dele. Ele parece que está indo bem
calminho, mas calminho ele não tem nada. Ele está construindo um inferno, um deslize feroz. E
Bernardinho, tá?
Na seleção, olha bem. Raposo da pessoa. O tanto que passa essa ideia de liderança, de
dominância, de necessidade de desafios e de resultados. Então são pessoas com alto nível. Eu
espero que em todo mundo tenha alguém com um perfil dominante. Pelo menos uma pessoa.
Porque em geral a pessoa que fala, tipo, olha, tá na hora da guardada, olha, o Brasil está
chegando, né? Olha, vamos lá, olha... Então, geralmente, o dominante é liderar. Um grupo que
tem muitos dominantes, e as coisas começam a brigar, se tiver dois dominantes, vai ter
tremendo, porque a gente vai ter conflito, porque os dois querem liderar.
E o grupo que não tem um dominante, a coisa vai ficar grave. E aí, finalmente, quando
foi feita o alvo dele, alguém que eles possam usar essa liderança porque senão vai ficar
patinando, patinando e não anda, tá? Em segundo lugar, tem o emprevio influente. O influente
é diferente do dominante. Ele é mais orientado para as pessoas, ele é mais orientado para a
interação com os outros.
O influente, de ao contrário, ele evita conflitos. Dominante, ele se envolve com o que
ele não está nem querendo está entendendo. O influente não. Evita conflitos. Ele gosta de
conversar.
É aquela pessoa super expressiva, super criativa, que gosta em geral de algum tipo de
arte, tá? Tem assim, um tom para arte. Tem uma visão muito otimista da vida, das coisas,
porém é uma pessoa que tem uma certa tendência à desorganização. Porque o indivíduo
indígena tem mil ideias na cabeça, e a gente geral, ele vai pensando as coisas que eu tenho
escrito, das mil ideias que ele tem ele não consegue lembrar nenhuma, e geral ele tem vários
projetos começados sem terminar, tá? Identifiquem quem é o influente do grupo que você é. O
que é um influente, gente? Ele vai chegar lá na escola, no trai, vai dando passo pra gente. Hoje
no meio do trabalho, eu estou falando. E você, como é que está? Mas o seu nome, gente.
Um influente não se inibe, tá? Eu tenho. Chegar na oportunidade de negociar, de
conversar com o influente, tem uma facilidade imensa de fazer isso. Ele tinha uma facilidade de
falar que começou. Ele tinha uma facilidade de apresentar na frente. Gente, eu falei, eu falei
pra uma turma. Eu tinha amor porque o menino não sabia nada. Eu tinha certeza que ele não
sabia nada. Mas ele chegou aqui na frente. Ele contou a história dos idosos.
Ele surpreendeu todo mundo assim. Então eu falei pra ele. Eu falei, gente, esse filho de
sapina não é muito bom. Mas ele tem uma capacidade oratória de mover as pessoas, que é
fascinante, tá? Em geral, o influente, ele tem muito bravo. Não tem problema. Ele tem
facilidade pra fazer isso. É uma pessoa com grande senso de humor, uma pessoa muito alegre,
priorizando sempre a alegria, a diversão, e por isso uma pessoa muito querida e as pessoas
gostam de fazê-lo com um influente perto, tá?
Em geral, um influente é o cultivador natural da equipe. Quando a equipe começa, se
animar, a gente não deixa de acumular dados do cerebral, isso é interessante, o influente é que
vai levantando a roda, tá? Um grupo sem influente é um grupo que tende a ser meio que sem
entusiasmo, meio morno, dificuldade de entender, de virar. Um grupo muito influente é um
grupo que discute um monte de coisa, tem várias ideias e a coisa não anda. Em geral, é o
dominante que fala assim, influente, e ele, dessas 50 ideias, nem escolheu. Então, se isso não é
uma coisa, não anda. Ou então todos nós falamos que o mundo é cheio, então para de brincar,
vamos parar de brincar piadas e vamos tocar em frente. Então, essa tem um perfil aí.
Mas, como todos os perfis, quem tem um perfil de incidência, desempirado ou viroal,
tem alguns pontos de atenção. Quais são? Cuidado com a impossibilidade. Então, às vezes são
pessoas que falam sem pensar, que contam, que contam, mas eles não sabem. São pessoas
muito impulsivas, que tem uma ideia que a parte lá de trás dela tem que ser monitorada
brevemente, tá? Que se entusiasma demais, que acham que tem tempo sobrando, que tem
recursos sobrando, tá? Os outros membros da equipe tem que ir dando uma apertadinha nos
parafusos do influencias pra dar um golo, sabe? Ele pega a bola e depois eles querem se
encontrar. São pessoas que têm dificuldade pra planejar o que ela pega, aquela ideia de base,
pra planejar. Ela acha que não vai ser tão planejado, inclusive.
São pessoas que têm dificuldade também em manejar o tempo, que é uma pessoa
muito otimista e que acha que a capacidade dela de fazer as coisas é bem alta. Alguns
influentes, como eles focam tanto em si e tão pouco nos outros, às vezes são maus ou ruins.
Sabe aquela pessoa que fala o tempo todo de si própria? Ou aquela pessoa que fala sem parar
e não estuda os outros? Então, em algumas situações, o influente precisa segurar um pouco a
onda, tá? Geralmente o estalo é o que vai dar um... um puxão de olho, ele é o influente pra lá,
você precisa ficar mais pra lá, você precisa ouvir mais e falar menos, tá?