0% acharam este documento útil (0 voto)
26 visualizações10 páginas

PELASGOS

PELASGOS / PELESETAS / FILISTEUS

Enviado por

artur felisberto
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
26 visualizações10 páginas

PELASGOS

PELASGOS / PELESETAS / FILISTEUS

Enviado por

artur felisberto
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

PELASGOS, por A. Felisberto.

Figura 1: Príncipe cretense


ou cortesão em trage de luces em
dia de tourada.1
Let us look further at the
Cherethites, who composed part of
David's bodyguard. First Samuel
30:14 speaks of the "Negeb of the
Cherethites / Cretans." It is easy to
see from the Hebrew why scholars
equate Cherethite with Cretan.
Cherethite is kereti. Hebrew script is
consonantal, and notice that kereti
has the same consonants as in the
name Crete (McCarter 1980, 435;
Albright 1975, 512; Stiebing 1989,
175-76). One biblical reference to the
Cherethites though, 2 Samuel 20:23,
reads kari rather than kereti;
therefore, this reference could be
translated as Carians rather than
Cherethites. However, it may be
concluded that at least some of the
Philistines/Sea Peoples came from
Crete.(...)

19 These are the generations of Shem; Shem begat Arpachshad and Arpachshad begat
Shelach, and Shelach begat Eber and to Eber were born two children, the name of one was
Peleg, for in his days the sons of men were divided, and in the latter days, the earth was
divided. BOOK OF JASHER, FAITHFULLY TRANSLATED (1840)
Shem > Arpa-ch-(sh)ad > Shel-ach > Eber > Peleg.
A segunda coisa para notar nesta secção da genealogia é a nota sobre Peleg:
"por aqueles dias a terra foi dividida". As interpretações desta nota breve foram tão
largas quanto interessantes. Recentemente, começou a parecer que o Pelasgios da
antiguidade, que eram grandes comerciantes e marinheiros e às vezes piratas, em
tempos mais recuados podem ter recebido o nome de Peleg. (…)
O Pelasgios são um grande mistério pois, embora pareça terem sido bastante
poderosos, não está claro de onde vieram ou o que lhes aconteceu. Quando os Trácios
desceram até ao Egeu vindos do norte no 14º século A. C., deslocaram o Pelasgios do
território que eles tinham entre o Hebrus e o Strymon. É curioso encontrar o Pelasgios
a ocuparem um território adjacente do rio Hebro, um nome que faz pensar em Eber
que, de acordo com Gênese 10:25, era o pai de Peleg.
Assim que foram deslocados, este povo parece ter sido substituido pela
população grega com quem foram confundidos posteriormente, ao ponto de Munro
dizer: "A nação Pelasgia deixou de existir como tal e o nome jónio foi adoptado,
provavelmente entre as comunidades que se misturaram no lado Asiático”. (…)
O antepassado de Peleg, recebeu o nome por causa de um evento que foi
interpretado de forma diversa. No Livro de Jasher (2:11) que é atribuido a Alcuin e é
muito provavelmente espúrio, há uma observação interessante a respeito a deste

1 Imagem ciberneticamente retocada pelo autor do texto.


homem: "Foi Peleg quem primeiro inventou a cancela e o fosso, a parede e bastião: e
quem através de lotes dividiu a terras entre os irmãos".
"It was Peleg who first invented the hedge and the ditch, the wall and
bulwark: and who by lot divided the lands among his brethren."…-- 2
*Kur-Kur-at => Bulwark < wulwark > Baulwark
> Méd. alt. Al. «bolwerk», (. m. bastião, fortaleza)
> Visigot. *baluerth > «baluarte»!
É obvio que a interpolação do livro de Jazer é pura especulação à posteriori!
Se nos mantivermos na hipótese de que estamos a falar de cretenses é também
sabido que não existiram fortificações nos palácios cretenses e que a talassocracia teve
como principais meios de defesa contra invasões o próprio mar que a insularidade do
seu império lhes concedia e o medo e respeitos que os seus inimigos nutriam pelas
cem cidades de Creta!
Na Enciclopédia Bíblica Standard Internacional, é feita referência a um
fragmento geográfico babilónico (80-6-17, 504) que tem uma série de tentativas
ideográficas de ler algo como Pulukku, talvez uma forma modificada de Peleg.
Isto é seguido pelas palavras Sha ebirti que poderia significar Pulukku de Eber
ou poderia ser uma frase composta Pulukku-do-cruzamento. Possivelmente uma
colónia de Pelegetas estabelecida junto dum rio que receberia o nome Hebrus.
Qualquer que seja a verdade do assunto, a palavra Peleg parece ter-nos também
entrado pela Gécia no termo pelagos, significando mar. Se houver uma real conexão,
isto poderia sugerir a ideia adicional de que aquela "divisão" aconteceu quando os
homens começaram a migrar pela primeira vez através da água. A frase que a terra foi
dividida seria interpretada para significar os povos da terra foram divididos através de
água. -- 3
Sendo assim a hipótese de terem sido estes os primeiros a “separarem as terras”
podemos agora ser nós a especular que este conceito foi equivalente do ainda presente
no senso comum da “separarção das águas” feita por Deus no princípio do mundo ou
seja por Enki, o deus dos marinheiros e também deus da “águas que separam o céu da
terra”!
Pulukku < Phuru-kiko < Kuru-kiko <= *Kar-kiku => Ishkur.
> *Pher-ish > *Pellash => pelasg(os)
& Gr. Pélagos!
> Ish-pher-ish > Gr. sphairichós => «esférico»!!!
Espantoso falso cognato esta ideia latente de que a rotundidade do mundo era
imanente à acção da navegabilidade dos mares (!!!) Menos espantosa será a ideia de
que os pelásgos eram cretenses que conheciam os «pélagos» como as palmas das mãos
porque estes eram literalmente «pher-a-ki-kos», o (Ki = terra) navegantes das frotas
que permitiam «aportar» a novas terras!!!
Mas pélago reporta-nos também para «lago»!
«Pélago» < Lat. pelagu < Gr. pélagos
< ??? pe®-lak-us < Lat. lacu.

2 The Roots of the Nations, A STUDY OF THE NAMES IN GENESIS 10 by Arthur C. Custance.
3 The Roots of the Nations, A STUDY OF THE NAMES IN GENESIS 10 by Arthur C. Custance.
Ou seja os pelágios teriam sido antes de mais os que percorriam os «lagos» do
mar Egeu?
Ebirti < Weirtu < *Kertu > Creta.
«Cortesão» < It. Cortigiano < Kaurtikian < *Kertu-ki-an.
> Kur-tu-ki > Phurkuki
> Pulukku.
Os pelásgicos, que seriam afinal os marinheiros egeus que se espalhavam por
todas as costas do mundo particularmente da Europa e do norte de África, reportam-
nos para as «prais» (parte da costa, geralmente coberta de areia, confinando com o
mar, beira-mar; litoral) lusitanas onde eles terão aportado também dando a este
recanto à beira mar plantado o nome de Ofiussa.
«Praia» < prov. playa < plajia < Lat. plagiu < Gr. Plágios
=lado, costa, locais habitados por pelágios.
Por outro lado, Pulukku Sha ebirti poderá eventualmente se traduzido duma
forma muito mais directa e literal como «cortesão» «cortesão» (= Pulukku) de
«Creta». De qualquer modo não nos podemos esquecer que o semantema básico destes
conceitos e termos residia por, um lado no conceito pragmático da “navegação
marítima” a que os povos ribeirinhos péri-mediterrânicos e, quiçá do atlântico ibérico,
se dedicavam com sucesso e fortuna desde os finais do paleolítico e, por outro, com o
mitema da “barca de transporte solar”. Na verdade, acaba por ser este semantema
mítico a justificação da razão de ser do nome dos pelásgios pois que Ishkur não era
senão o nome relativo ao mitema do “filho de deus” que era o sol quotidianamente
transportado numa barca para os abismos do inferno ocidental. Porém, a marca de
água cretense de todos estes termos, desde o acádico Pulukku ao grego Pelasgoi
reside na tendência linguística dos povos do mar Egeu de transformarem as consoantes
guturais do tipo K em Ph e depois em P!

Ver ISHKUR (***)

PELESETAS / FILISTEUS
Figura 2: Relevo de Medinet Habu retratando cativos *pelesetas ou filisteus. (Foto
retocada pelo autor)
Um grupo de pessoas registradas como participantes da Batalha do Delta foram os
Peleset; após este ponto no tempo, os "Povos do Mar" como um todo desaparecem dos
registros históricos, o Peleset não sendo excepção.
As cinco fontes conhecidas são:
c. 1150 aC: Templo Mortuário de Ramsés III: registra um povo chamado P-r-s-t
(convencionalmente Peleset) entre aqueles que lutaram contra o Egito no reinado de Ramsés
III.
c. 1150 aC: Papiro Harris I: "Estendi todas as fronteiras do Egito; Eu derrubei
aqueles que os invadiram de suas terras. Eu matei o Denyen em suas ilhas, o Thekel e o
Peleset (Pw-r-s-ty) foram transformados em cinzas. [4][5]
c. 1150 aC: Estela retórica a Ramsés III, Capela C, Deir el-Medina. [6]
c. 1000 aC: Onomasticon de Amenope: "Sherden, Tjekker, Peleset, Khurma".
c. 900 aC: Estátua de Padiiset, inscrição: "enviado - Canaã - Peleset". [8]
Em algumas traduções da Bíblia hebraica (Êxodo 15:14), a palavra Palaset é usada
para descrever os filisteus ou a palestina. [9] [10] Na Bíblia King James, é traduzido como
Palestina.
Assim, os «pelágos» / peleshet / peresetas mais não seriam do que os antigos
habitantes de Creta que se tornaram nos «povos do mar», supõe-se hoje que fugidos às
invasões dórias!
Chereth-(ites) < Ker Hati, guerreiros do país dos Hattis, os hititas, ou *Ker-
het(ites), lit. «guerreiros do palácio» <
*Kartu > «Creta») > Pherhet(ites) > Pelethites < pelekitas > peleshet.
Estes termos que parecem estranho no conjunto da toponímia antiga mas a
verdadeira estranheza do nome resulta mais da aparência fonética do que da essência
estrutural do nome.
Peleset, lit. «o palaciano» < Pher-ash-et < Ker heket
lit. “o guerreiro da Sr. da casa” < *Kartu-ish,
lit. “o filho da Sr.ª Mãe do sol, *Kartu”.
> *Kur-atu > Kerat > Creta.
> Pherat > Gr. peiratés > Lat. pirata.
«Pirata» = aquele que, por cruzar os mares para assaltar e roubar navios, teria
que ser grande marinheiro como era o caso dos cretenses. Ora, a verdade é que outras
conotações negativas andaram associadas a variantes do nome dos cretenses tais como
«cretino»4 (< Fr. crétin) e ainda «parasita»5 (< Lat. parasitu < Gr. parásitos,
comensal, indesejável ao terceiro dia.)
As voltas que a “roda da fortuna” não dá para repor a justiça redistributiva na
história que transforma os príncipes em vilões e os “filhos duma grande prostituta” em
filhos de deuses, como foi, entre outros, o caso de Hermes!
SA2 20:23 Now Joab was over all the host of Israel: and Benaiah the son of
Jehoiada was over the Cherethites and over the Pelethites:
Pois bem, parece da mais elementar evidência que a conotação de comensal do
termo grego derivaria não tanto do radical para- inerente ao acto de estar ao lado do
senhorio na mesa do banquete mas precisamente do facto de os parásitos < Phar-a-
ash-it(os) terem sido nos tempos de saturnina fartura conviventes de «faraós» nos
templos apalaçados das cidades minóicas =>
*pherish-at > peleshet > peleset > Filisteus.
> Palla-ash > «felá» Camponês egípcio, de casta inferior <= Ár. fallah
> «felá» nome que tem por feminino «felaína» < fallahina < Pallakin(a)
< pallak-inos, ho, = “filho duma concubina” > Pallatina >Pallas Atena!!!

Ver: FARAÓ (***)

Fontes mais antigas às vezes identificam o Peleset com os pelasgos. No


entanto, essa identificação tem inúmeros problemas e geralmente é desconsiderada
pelos estudiosos modernos. Uma questão importante são as dificuldades etimológicas
do "g" em "Pelasgos" se tornar um "t" na tradução egípcia, especialmente porque o

4 s. m. que ou aquele que, por deformidade orgânica, tem absoluta incapacidade moral; • (por ext.) pacóvio,
lorpa, idiota. Seriam os cretenses tardios propícios a taras genéticas por excessiva promiscuidade consanguínea
num ambiente de confinamento insular já sem grandes alternativas de emigração colonial? Talvez nem tanto
porque à etimologia referida falta um elo que parece ter sido de origem suíça.
[French, cretin, from Swiss French, crestin, CHRISTIAN, hence human being (an idiot being nonetheless
human).] -- The American Heritage Illustrated Encyclopedic Dictionary
No entanto, os «cretinos» já existiam muito antes de todos os cristãos, pré e pés judaicos, porque o termo grego
Xρηστός era usado com esta conotação antitética já por Aristóteles e Apolodoro pelo que o francês suíço deve
ter sido, a este respeito, pouco inovador. A dúvida será então a de saber se Xρηστός teria algo a ver com Creta
como parece ressoar no temo cretino actual em língua lusa!
5 s. m. e f. organismo que vive à custa de outro (o hospedeiro).
endônimo filisteu já correspondia à forma P-L-S-T e, portanto, não exigia tal
modificação para ser traduzido como Peleset na língua egípcia.
A península Pallene, em cujo istmo está situada a cidade anteriormente chamada
Potidaea e agora Cassandreia, foi chamada de Phlegra em tempos ainda mais antigos.
Costumava ser habitada pelos gigantes de quem se fala nos mitos, uma tribo ímpia e sem lei,
que Hércules destruiu. - Estrabão, Geografia. Livro VII, fragmento 27.
Phlegra < φλέγω (phlégō, "queimar")  Lat. flagrō
< proto-helénico *phlegō < *phelek- < Micen. pe-re-ke-we  Peles / Pales
> Faleg > Peleg > *Phelekiku
> *pelasku > peleset > «filist(eu)»  hebraico ‫( פְ ּלִ ְש ִׁתּים‬Pəlíštim) > «palestino».
> Πελασγός (Pelasgós) < origem pré-grega.
 acadic. KURpi-lis-ta, KURpa-la-as-tu₂, KURpi-liš-ta-a-a.

Ver: HETERÓNIMOS DE ATENA IV - ATENA PALAS, A DEUSA MÃE DA


TALASSOCRASSIA CRETENSE / ATENA NA BATALHA CONTRA O TITÃ
PALLAS (***)

Bom, o importante é dar conta que mesmos os Egípcios não souberam


identificar devidamente estes elementos dos “povos do mar”que eram afinal os
habitantes da antiga Kaftor que eles haviam conhecido bem noutros tempos sob o
nome de Kefti. A verdade é que também já haviam esquecido que teria sido deste
povo que teriam recebido o gosto pela vida palaciana que iria desembocar no termo
«faraó» e no conceito de “rei sacerdote” das teocracias cretenses que inicialmente lhe
teria estado associado antes de ter evoluído para o conceito de rei divinizado sentido
este tipicamente piramidal e egípcio e também exemplar e ideologicamente elaborado
por razões de política social.
On the northern coast of Canaan opposite the island of Cyprus lie the ruins of
Ugarit, a city-state destroyed about the time that the Sea Peoples were moving through
the area towards Egypt. From these ruins a text was found speaking of a ship from
"Kapturi." Another text from Ugarit speaks of a place called "Kptr," but no specific
location is given in either case. However, Egyptian records of the Late Bronze Age
speak clearly of four localities on Crete or "Keftiu" (Kftyw), which could also be
translated "Caphtor" in the Egyptian language (T. Dothan 1982a, 13, 21, and
footnotes; Stiebing 1989, 175). There is almost universal agreement that the Egyptian
"Kftyw" refers to Crete (Macqueen 1986, 162 n. 30).
Ugarit < Garitu < Kairtu < *Kartu. Ou
< *U-Karit > Phartu, lit. «Kartu, a gorda (e farta)»!
In Homer's Iliad, the Leleges are allies of the Trojans (10.429), though they do
not occur in the formal catalogue of allies in Book II of the Iliad, and their homeland
is not specified. They are distinguished from the Carians, with whom some later
writers confused them; they have a king, Altes, and a city Pedasus which was sacked
by Achilles. The topographical name "Pedasus" occurs in several ancient places: near
Cyzicus, in the Troad on the Satniois River, in Caria, as well as in Messenia,
according to Encyclopaedia Britannica 1911. Gargara in the Troad was counted as
Lelegian. Alcaeus (7th or 6th century BCE) calls Antandrus in the Troad "Lelegian",
but later Herodotus substitutes the epithet "Pelasgian", so perhaps the two
designations were broadly synonymous for the Greeks.

O gentílico Pelasgoí (Pelasgos) tem etimologia desconhecida, aparecendo pela


primeira vez nos poemos de Homero: na Ilíada os pelasgos aparecem como aliados de
Tróia. Na seção conhecida pelos acadêmicos como Catálogo de Naus, famosa por
preservar uma estrita configuração geográfica, os pelasgos encontram-se entre as
cidades helespontinas e as trácias do sudeste da Europa - ou seja, na fronteira
helespontina da Trácia (2.840-843). Homero chama a cidade onde vivem de "Larissa"
e a caracteriza como de natureza fértil, e seus habitantes como especialmente
celebrados por sua habilidade com o dardo. O poeta registra seus chefes como
Hípotos e Pileu, filhos de Leto (filho de Teutamo). Na Ilíada (10.428-429) diz-se que
acamparam entre a cidade de Tróia e o mar.
A Odisséia (17.175-177) localiza os pelasgos em Creta, juntamente com dois
povos aparentemente indígenas e dois imigrantes (os aqueus e os dóricos), mas não
fornece qualquer indicação quanto à classe a qual pertencem os pelasgos. Em Lemnos
(Ilíada, 7.467; 14. 230) não há pelasgos, mas uma dinastia miniana. Duas outras
passagens aplicam o adjetivo "pelásgico" a um distrito chamado Argos, perto do
Monte Ótris no sul da Tessália; e também ao tempo de Zeus em Dódona, no Épiro.
Porém, nenhuma passagem chega a mencionar os próprios pelasgos; helenos e
aqueus povoam especificamente a Argos tessálica, enquanto Dódona abriga perebos e
eniênios (Iliad, 2.750), que não são jamais descritos como pelasgos. Tem-se a
impressão, portanto, de que o termo "pelasgos" era usado na épica homérica de
forma conotativa, significando ou "anteriormente ocupado por pelasgos" ou
simplesmente como "de época imemorial".
En gran medida como los demás aspectos de los pelasgos, su etónimo
(Pelasgoí) tiene un origen y etimología extremadamente inciertos. Michel Sakellariou
recopila quince etimologías diferentes de filólogos y lingüistas durante los últimos
200 años, aunque admite que «la mayoría...son extravagantes». (…)
La palabra griega antigua para ‘mar’, pelagos, procede de la misma raíz,
*pla-k-, al igual que la palabra dórica plagos, ‘lado’. Por tanto, Ernest Klein
simplemente interpreta la misma forma *pelag-skoi como ‘los hombres del mar’,
donde el mar es lo plano.13 Esta interpretación no requiere que los indoeuropeos
tengan una palabra para ‘mar’, de la que probablemente habría carecido de haber
vivido en el interior, pues al encontrar el mar simplemente habrían usado la misma
palabra que para ‘llanura’. Los habitantes de las llanuras también podrían adquirir
lo que debe haber sido un homónimo para los helenos, ‘los hombres del mar’.
Además, si los egipcios del Bronce Tardío se encontraron con merodeadores
marítimos con este nombre, lo habrían traducido como ‘pueblo del mar’. (…)
Pherecydes of Leros (ca 480) attributed to the Leleges the coast land of Caria,
from Ephesus to Phocaea, with the islands of Samos and Chios, placing the true
Carians farther south from Ephesus to Miletus. If this statement derives from
Pherecydes, both native and knowledgeable, it has great weight.
Pausanias was reminded that the temple of the Goddess at Ephesus predated
the Ionian colony there, when it was rededicated to the Goddess as Artemis.
He states with certainty that it antedated the Ionic immigration by many years,
being older even than the oracular shrine at Dodona. He says that the pre-Ionic
inhabitants of the city were Leleges and Lydians (with a predominance of the latter)
and that, although Androclus drove out of the land all those whom he found in the
upper city, he did not interfere with those who dwelt about the sanctuary. By giving
and receiving pledges he put these on a footing of neutrality.
These remarks of Pausanias find confirmation in the form of the cult in historic
times, centering on a many-breasted icon of the "Lady of Ephesus" whom Greeks
called Artemis. Other cult aspects, being in all essentials non-Hellenic, suggest the
indigenous cult was taken over by the Greek settlers.
Often historians assume, as a general rule, that autochthonous inhabitants
survive an invasion as an under-class where they do not retreat to mountain districts,
so it is interesting to hear in Deipnosophistae that Philippus of Theangela (a 4th
century BCE historian) referred to Leleges still surviving as serfs of the "true
Carians",[2] and even later Strabo[3] attributes to the Leleges a distinctive group of
deserted forts and tombs in Caria that were still known in his day as "Lelegean forts";
the Encyclopaedia Britannica 1911 identified these as ruins that could still be traced
ranging from the neighborhood of Theangela and Halicarnassus as far north as
Miletus, the southern limit of the "true Carians" of Pherecydes. Plutarch also implies
the historic existence of Lelegian serfs at Tralles (now Aydin) in the interior.
A single passage in the fragmentary Hesiodic catalogue places "Leleges" in
Deucalion's mythicized and archaic time in Locris in central Greece.
Locris is also the refuge of some of the Pelasgian inhabitants forced from
Boeotia by Cadmus and his Phoenician adventurers. But not until the 4th century BCE
does any other writer place Leleges anywhere west of the Aegean.
But the confusion of the Leleges with the Carians (immigrant conquerors akin
to Lydians and Mysians) which first appears in a Cretan legend (quoted by
Herodotus, but repudiated, as he says, by the Carians themselves) and is repeated by
Callisthenes, Apollodorus and other later writers, led easily to the suggestion of
Callisthenes, that Leleges joined the Carians in their (half legendary) raids on the
coasts of Greece.
En general, Heródoto estaba convencido de que la población helena descendía
de los pelasgos:
LVIII — Quanto à nação helênica, desde a origem adotou ela a mesma língua.
Pelo menos é o que me parece. Fraca a princípio, separada dos Pelasgos e partindo
de débil origem, foi-se desenvolvendo até constituir-se em grande número de povos —
principalmente depois que várias nações bárbaras a ela se incorporaram. Foi isso
que, na minha opinião, impediu o desenvolvimento dos Pelasgos, que eram bárbaros.
Tucídides afirma:
”Antes de la época de Helén, el hijo de Deucalión; las diversas tribus, de las
que la de los pelasgos era la más extendida, daban sus propios nombres a los
diferentes distritos. Pero cuando Helén y sus hijos se hicieron fuertes en Ftiótide, su
ayuda fue solicitada por otras ciudades, y aquellas que se aliaron con ellos
comenzaron gradualmente a ser llamadas heleas, aunque pasó mucho tiempo antes de
que el nombre prevaleciera en todo el país.” (…)
Dionisio de Halicarnaso de una interpretación sinóptica de los pelasgos en
varias páginas a partir de las fuentes que tenía disponibles, concluyendo que los
pelasgos fueron griegos:
Después de que algunos de los pelasgos que habitaban Tesalia, como ahora se
llama, fueran obligados a dejar su país, se asentaron entre los aborígenes y junto con
ellos emprendieron la guerra contra los sículos. Es posible que los aborígenes los
recibieran en parte con la esperanza de ganar su ayuda, pero creo que fue
principalmente por motivo de su parentesco, pues los pelasgos también fueron
originalmente un pueblo griego del Peloponeso.
Herodotus (1.171) says that the Leleges were a people who in old times dwelt
in the islands of the Aegean and were subject to Minos of Crete (one of the historic
references that led Sir Arthur Evans to name the pre-Hellenic Cretan culture
"Minoan"); and that they were driven from their homes by the Dorians and Ionians,
after which they took refuge in Caria and were named Carians. Herodotus was a
Dorian Greek born in Caria himself.
Meanwhile, other writers from the 4th century onwards claimed to discover
them in Boeotia, west Acarnania (Leucas), and later again in Thessaly, Euboea,
Megara, Lacedaemon and Messenia. In Messenia, they were reputed to have been
immigrant founders of Pylos, and were connected with the seafaring Taphians and
Teleboans of Homer, and distinguished from the Pelasgians. However, in Lacedaemon
and in Leucas they were believed to be aboriginal and Dionysius of Halicarnassus
mentions that Leleges is the old name for the later Locrians. These European Leleges
must be interpreted in connection with the recurrence of place names like Pedasus,
Physcus, Larymna and Abae, both in Caria, and in these "Lelegian" parts of Greece.
Perhaps this is the result of some early migration; perhaps it is also the cause of these
Lelegian theories; perhaps there was a widespread pre-Indo-European culture that
loosely linked these regions, a possibility on which much modern hypothesis has
been constructed.
Os léleges (em grego: Λέλεγες) eram um dos povos aborígenes do sudoeste da
Anatólia (comparar aos "pelasgos"), que já viveriam na região quando os helenos
indo-europeus chegaram à região. A distinção entre os léleges e os cários (outro povo
que vivia no sudoeste da Anatólia ocidental) é incerta. De acordo com Homero, os
léleges seriam uma tribo anatólica distinta; Para Heródoto 'léleges' eram uma
denominação arcaica dos cários e, para o historiador Filipe de Teângela, eles foram
dominados pelos cários. O mesmo sugeriu que os léleges estariam associados à
Messênia, na Grécia continental.
Acredita-se que o nome léleges não seja um autônimo, o nome utilizado para
se referirem a si próprios numa língua já esquecida; em vez disso, acredita-se que o
termo tenha ligação com a denominação lulahi, utilizada durante a Idade do Bronze
no luvita falado pelos hititas na Anatólia: numa inscrição cuneiforme hitita sacerdotes
e empregados de um templo são orientados a evitar conversar com lulahi e
mercadores estrangeiros. De acordo com o que foi sugerido pelo linguista russo-
americano Vitaly Shevoroshkin, o termo se aplicaria aos habitantes das regiões que
posteriormente seriam a Cária e a Lícia do período clássico; "léleges" (Λέλεγες) seria
a tentativa de transliterar lulahi para o grego.

Common questions

Com tecnologia de IA

The term 'Peleset' is linked to the Sea Peoples, noted in historical records like the Medinet Habu inscriptions and the Papiro Harris I as having confronted Egypt during Ramses III's reign . Historically, 'Peleset' has been associated with the Philistines or Palestine in some Hebrew Bible translations , reflecting the transition from ancient maritime marauders to settled peoples known as Philistines. These associations are debated due to linguistic hurdles such as the transformation of 'g' in 'Pelasgos' to 't' in 'Peleset' .

The Pelasgians, often considered pre-Indo-European inhabitants of regions like the Aegean, are linked with Crete through linguistic and mythological interpretations of terrestrial divisions . The concept of dividing lands, symbolically portrayed through the term 'Peleg' and associated early migrations, resonates with the Pelasgians’ maritime expansion. This reflects historical connections indicating the potential spread of these cultures across the sea as a form of terrestrial division .

Historical records, such as the mortuary temple of Ramses III and papyrus inscriptions, document the influence of the "Sea Peoples" through their conflicts with ancient Egypt . These records detail their prowess in maritime warfare, impacting several Mediterranean societies. Their ultimate decline, postulated in Egyptian records, is marked by their absorption into local cultures, such as the Philistines, reflecting the transient yet impactful nature of their existence as documented conquerors and settlers .

Myths of naval vessels often symbolized the solar chariot or barque of the sun god, as seen in the concept of Ishkur’s barge transporting the sun into the underworld . These narratives reflect ancient societies’ admiration for navigation as indicating divine favor, emphasizing the importance of maritime travel in cultural and economic exchanges. The symbolic nature of these myths demonstrates the interconnectedness between practical maritime prowess and spiritual narratives .

Ancient Crete, especially during its Minoan period, is perceived as lacking fortifications, relying instead on its powerful navy and insularity for protection . Modern interpretations support this view, confirming the Minoan's maritime dominance as a naval rather than fortress civilization. However, linguistic evidence suggests various interpretations of Crete's role as a center of seafaring and culture diffusion, highlighting ongoing debates about its geopolitical and cultural impact .

The Leleges, an aboriginal people of southwestern Anatolia, are often linked with the Carians in historical texts. Herodotus and later historians have mentioned close associations between the Leleges and Carians, suggesting shared origins or overlappings. The Leleges were considered distinct by Homer, but later Greek historians merged their identity with Carians as part of broader legends and migrations .

Pulukku is historically significant as it appears in various ancient records with potential connections to Peleg, a biblical figure. It is associated with the distribution of peoples across waters, possibly referring to early human migrations or trade networks . Geographically, it hints at linkages between cultures around the Aegean and Eastern Mediterranean, offering insights into historical identities and movement patterns .

The term 'Pelasgios' presents etymological challenges due to its uncertain origins and diverse historical usages. It is suggested to derive from a root meaning 'sea' or 'plain,' reflecting its association with maritime peoples . Various interpretations see it linked to the 'people of the sea,' pointing to possible cultural exchanges as the term appears across different regions. These challenges reflect ancient linguistic shifts and cultural interactions, especially the Indo-European expansion into areas with existing complex societies .

Modern etymological studies of 'Pelasgoí' highlight the fluidity and borrowing among Indo-European and pre-Indo-European languages. The association of Pelasgian names with sea peoples and plains offers insights into the expansive nature of Indo-European migrations and interactions. Through linguistic comparisons, scholars reconstruct ancient cultural exchanges, where terms transformed through contact with diverse languages and societies, showcasing the complex nature of ancient demographic shifts and identity constructions .

Peleg is credited with inventing methods of partitioning land, such as the hedge and ditch, and dividing lands among his brethren by drawing lots . This act is symbolically linked to the first migrations over waters, as suggested by the term 'pelagos' related to the sea, indicating a possible connection between the concept of dividing land and early seafaring .

Você também pode gostar