Redes de
Computadores
Remotas
Material Teórico
Redes de Computadores Remotas
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Me. Mauricio Gagliardi Diniz Paiva
Revisão Textual:
Prof.ª Dr.ª Selma Aparecida Cesarin
Aplicação para Rede Virtual
• Definição de VPN;
• Formas de conexão VPN;
• Protocolos usados em VPNs;
• Exemplo de configuração.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
· Definir o que é VPN;
· Apresentar as principais formas de conexão VPN;
· Apresentar os principais tipos de protocolos utilizados em VPNs;
· Exemplo de configuração.
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
algumas recomendações básicas:
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
Aproveite as
Procure manter indicações
contato com seus de Material
colegas e tutores Complementar.
para trocar ideias!
Determine um Isso amplia a
horário fixo aprendizagem.
para estudar.
Mantenha o foco!
Evite se distrair com
as redes sociais.
Seja original!
Nunca plagie
trabalhos.
Não se esqueça
de se alimentar
Assim: e de se manter
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte hidratado.
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você
também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão
sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e
de aprendizagem.
UNIDADE Redes de Computadores Remotas
Definição de VPN
Redes Privadas Virtuais são redes geralmente conhecidas como VPNs (Virtual
Private Networks). Nessas redes, os dados dos usuários trafegam criptografados
desde a origem até o destino, sendo que somente origem e destino podem decifrá-los.
Nesse tipo de rede, os dados dos usuários não estão sujeitos à interceptação por
parte de usuários mal-intencionados. A VPN é uma tecnologia que permite o estabele-
cimento de conexões seguras por meio de outros tipos de redes, como, por exemplo,
a Internet. É por meio das VPNs que uma rede remota pode se conectar a outra por
meio da Internet.
Um exemplo de aplicação bastante comum, hoje em dia, é o que acontece em
muitas empresas, nas quais, por motivos de segurança, alguns recursos de rede só
podem ser acessados se as máquinas estiverem na própria rede local.
Para que um acesso remoto seja estabelecido, as máquinas devem criar uma co-
nexão VPN com a rede com a qual desejam se comunicar, serem registradas na rede
como pertencente à rede local e seu acesso permitido.
Para que todo tráfego de uma VPN possa ser considerado seguro, quatro princí-
pios básicos devem ser atendidos.
a) Autenticação e autorização: consiste em conhecer quem é o usuário que
realiza as operações utilizando a rede e os sistemas da empresa para que
se tenham as mesmas garantias, como se elas fossem realizadas pessoal-
mente na empresa;
b) Confiabilidade: consiste em garantir que as tarefas executadas foram real-
mente realizadas pela pessoa que foi autenticada, de forma que não possa
existir possibilidade de rejeição;
c) Integridade: deve-se garantir que os dados enviados e recebidos não te-
nham sido modificados durante seu trajeto na rede, o que deve incluir
ferramentas de hash;
d) Confidencialidade: os dados enviados e recebidos devem ser criptografa-
dos, para que durante seu trajeto na rede, não possam ser interceptados
e, se o forem, não possam ser compreendidos.
A VPN é uma tecnologia bastante utilizada nos dias de hoje. É usada, principal-
mente, no acesso remoto a sistemas e documentos das empresas, para garantir aces-
so rápido, simples e seguro.
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Formas de Conexão VPN
Basicamente, são três as formas através das quais se pode estabelecer uma
conexão VPN:
• Tunelamento;
• VPN de Acesso Remoto;
• VPN Ponto a Ponto;
A seguir, você verá cada uma delas.
Tunelamento
Refere-se ao estabelecimento de um túnel através da Internet.
Se a Internet, por definição, é um meio inseguro, o que aconteceria se criássemos um túnel
Explor
através do qual toda a informação fosse enviada? O problema não estaria resolvido?
Não, não estaria!
Mesmo assim, a informação poderia ser interceptada e interpretada.
Então, o que fazer?
Utilizar sistemas que criptografem os dados que trafegam pela Internet.
Como podemos fazer isto?
Utilizando um protocolo seguro para transferência dos dados que trafegam pela
Internet: o Secure Shell ou, simplesmente, SSH.
Dessa forma, um pacote criptografado e devidamente encapsulado é encaminhado
através de um túnel estabelecido através da Internet e entregue a seu destino. Nele, o
pacote é desencapsulado, decriptografado e volta ao seu formato original.
A Figura 1 ilustra o funcionamento de um túnel VPN.
Extremidades
do Túnel
Cabeçalho
Adicional
Tráfego entre Redes
Pacote Pacote
Pacote Túnel
Figura 1 - Funcionamento de um túnel VPN
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UNIDADE Redes de Computadores Remotas
Importante! Importante!
Uma característica bastante importante do processo de tunelamento, deve-se ao
fato de que um determinado tipo de protocolo pode ser encapsulado por outro.
Exemplo: pacotes IPX que são encapsulados e transportados por pacotes IP.
Outra característica importante, é a criação de um cabeçalho adicional pelo protocolo
de tunelamento, que encapsula o pacote que se deseja transmitir. É com base nas
informações contidas nesses cabeçalhos que os pacotes são roteados através da rede e
chegam até seu destino final; no caso, o outro extremo do túnel, onde são desencapsulados
e decriptografados.
Note que todo este processo envolve: encapsulamento, transmissão e desencapsu-
lamento dos pacotes que são transmitidos.
Outra informação importante é que o transporte dos pacotes pode ser feito por qual-
quer tipo de rede: pública ou privada.
VPN de Acesso Remoto
Consiste em acessar recursos da rede, disponíveis a partir de sites remotos, utilizando
a Internet como plataforma de acesso. Uma vez estabelecida a conexão entre usuário
e rede, o usuário é autenticado e pode acessar os mesmos recursos de rede a que teria
direito se estivesse presente na rede local.
A Figura 2 ilustra o funcionamento deste tipo de acesso.
Virtual Private Network
Rede
Corporativa
Internet
Link Link Dedicado
Dedicado ao ISP
Figura 2 - Funcionamento de uma VPN de Acesso Remoto
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VPN Ponto a Ponto
Funcionamento similar ao do tunelamento, no qual é criado um túnel para que os da-
dos sejam transmitidos através da Internet; porém, nesse caso, ao invés de aceitar a co-
nexão de um equipamento, o servidor, permanentemente conectado à Internet,aceita
a conexão de vários servidores e sites remotos, estabelecendo um túnel.
A Figura 3 ilustra o funcionamento deste tipo de VPN.
Virtual Private Network Rede
Corporativa
Matriz
Internet
Rede
Corporativa
Filial Link Dedicado Link Dedicado
ao ISP ao ISP
Figura 3 - Funcionamento de uma VPN Ponto a Ponto
Existe um quarto tipo de conexão VPN, conhecida como VPN Interna ou VLAN
(Virtual Local Area Network). Essa conexão é equivalente à de Acesso Remoto;
porém, nesse caso, ao invés de funcionar sobre a Internet, ela é estabelecida sobre a
própria rede local. Com esse tipo de conexão, é possível isolar determinadas áreas da
rede, trazendo maior segurança àquelas que detém servidores ou redes sem fio.
A Figura 4 ilustra o funcionamento de uma VPN Interna:
Virtual Private Network
Servidor
VPN
Rede
Corporativa
Rede Invisível
Figura 4 - Funcionamento de uma VPN Interna
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UNIDADE Redes de Computadores Remotas
Importante! Importante!
Há quem confunda ambos os conceitos; porém, é importante frisar que uma VLAN é
uma divisão virtual de uma rede local em outras menores; porém, sem ultrapassar os
limites físicos da rede local.
A VPN, por outro lado, pode ser vista como uma extensão da rede local, podendo, por-
tanto, pertencer a uma rede remota ou um nó remoto, como, por exemplo, uma cidade
ou um país.
Protocolos Usados em VPNs
As VPNs são fundamentadas em dois conceitos bastante importantes: criptogra-
fia e tunelamento.
A criptografia é responsável por garantir autenticidade, confidencialidade e inte-
gridade das conexões. É considerada a base para segurança das soluções VPN.
O tunelamento é responsável pelo encapsulamento dos dados e sua transmissão
através de uma rede pública.
A falta de mecanismos que pudessem prover segurança adequada ao acesso remoto
permitiu o surgimento de diversos padrões VPN, sendo em alguns casos, possível com-
binar alguns tipos de solução, com o objetivo de obter o conjunto de serviços desejado.
Além disso, como os vários protocolos existentes atuam em camadas diferentes do
modelo OSI ou na forma como a criptografia é empregada, isso causa impacto direto
no nível de segurança que é fornecido ao acesso remoto.
A seguir você verá os principais tipos de protocolos utilizados para acesso remoto
VPN e suas principais características.
PPTP
O PPTP (Point-to-Point Tunneling Protocol) é um protocolo desenvolvido pelo
PPTP Forum, originalmente, constituído pelas empresas 3Com, Ascend Communi-
cations, Microsoft, ECI Telematics e US Robotics.
O objetivo desse protocolo era proporcionar conectividade segura entre clientes
remotos e redes privadas, utilizando a infraestrutura da Internet. Sua principal finali-
dade era prover tunelamento de tráfego PPP sobre redes IP.
O PPTP, antes de enviar um datagrama IP sobre uma conexão VPN, cifra e encap-
sula esse datagrama num pacote PPP. Esse pacote, por sua vez, é encapsulado num
pacote GRE (Generic Routing Encapsulation), conforme ilustrado na Figura 5.
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Criptografado
Cabeçalho Cabeçalho Cabeçalho Carga PPP
IP GRE PPP (Datagrama IP)
Quadro PPP
Figura 5 - Encapsulamento de um datagrama IP pelo PPTP
O PPTP, assim como os demais protocolos de segurança, requer negociação de
determinados parâmetros de rede antes de iniciar o processo de proteção do tráfego
que será transmitido através de uma conexão VPN.
Está aí, justamente, uma de suas fragilidades, pois essa negociação é feita sem
qualquer tipo de proteção. Isto permite a um atacante que modifique parâmetros ou
obtenha dados como nome e versão do software que é utilizado, o endereço IP dos
extremos do túnel e, em alguns casos, até o hash criptográfico da senha do usuário.
Como as mensagens do canal de controle do PPTP também são transmitidas sem
qualquer tipo de autenticação ou proteção de integridade, esse canal fica sujeito a se-
questro de conexão, processo este conhecido como connection hijacking.
Além disso, mensagens falsas de controle podem ser geradas por usuários mali-
ciosos ou alteradas em trânsito, sem qualquer tipo de detecção.
O fato de um cliente VPN também só precisar se autenticar após o processo de
estabelecimento dos parâmetros de uma conexão VPN, é mais uma das vulnerabili-
dades do PPTP.
Baseados nessa característica, atacantes fazem com que um servidor inicie vários
processos de negociação falsos, que podem resultar em negação de serviço e até
mesmo na paralisação total do servidor.
L2TP
O L2TP (Layer Two Tunneling Protocol) foi desenvolvido com base nos proto-
colos L2F (Layer 2 Forwarding) e no PPTP (Point-to-Point Tunneling Protocol).
Seu objetivo principal é o mesmo que o do PPTP, ou seja, encapsular pacotes PPP.
Uma das principais diferenças entre esses dois tipos de protocolos deve-se ao fato de
que o PPTP deve ser utilizado sempre acima do protocolo IP, ao passo que o L2TP pode
ser utilizado sobre redes IP, X.25, Frame Relay e ATM (Asynchronous Transfer Mode).
Sob o ponto de vista de segurança, uma vez que o L2TP realiza o encapsulamen-
to dos pacotes PPP, ele pode fazer uso dos mecanismos de autenticação do PPP,
bem como utilizar seus protocolos de controle de cifragem e compressão, conhecidos
como Encryption Control Protocol (ECP) e Compression Control Protocol (CCP).
O L2TP também provê suporte à autenticação do túnel, o que permite aos seus
extremos serem autenticados, o que traz mais segurança ao processo de comunicação.
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UNIDADE Redes de Computadores Remotas
Mas, como não existem mecanismos definidos para proteção do túnel L2TP, os
pacotes de dados, assim como os pacotes de controle, ficam sujeitos a algumas for-
mas de ataque.
São elas:
a) Obtenção da identidade do usuário por meio da observação dos pacotes;
b) Modificação dos pacotes de dados e controle;
c) Sequestro do túnel L2TP ou da conexão PPP dentro do túnel;
d) Ataques de negação de serviço contra a conexão PPP ou o túnel L2TP;
e) Interrupção da negociação PPP-ECP com o objetivo de remover a
proteção de confidencialidade;
f) Interrupção ou enfraquecimento do processo de autenticação PPP sendo,
em alguns casos, até possível obter a senha do usuário.
Mediante todos esses tipos de problemas de segurança que podem ocorrer, entre
os dois extremos de um túnel que é estabelecido sobre uma rede não confiável, como
por exemplo, a Internet, o L2TP deve ser utilizado sempre em conjunto com outros
tipos de protocolos que possam suprir a ausência de serviços de segurança.
Um desses protocolos é o IPSec, para o qual um conjunto de propostas foi de-
senvolvido para possibilitar seu uso em consonância com o L2TP. Na sequência,
você verá as suas principais características, bem como sua utilização em conjunto
com o L2TP.
IPSec
O IPSec (IP Security) é uma arquitetura definida pelo IETF (Internet Engineering
Task Force), que tem como objetivo fornecer mecanismos de segurança a pacotes IP.
Essa segurança é provida por meio de 2 cabeçalhos de extensão, conhecidos como
Authentication Header (AH) e Encapsulation Security Payload (ESP), bem como
protocolos e procedimentos para gerência de chaves criptográficas, assim como o IKE
(Internet Key Exchange).
O AH é utilizado para garantir autenticidade e integridade dos pacotes IP. Seu uso
possibilita:
a) Proteção contra modificação nos campos de valor fixo do pacote IP;
b) Proteção contra spoofing;
c) Proteção contra-ataques de replay (opcional).
O ESP tem como objetivo prover o encapsulamento dos dados cifrados de forma a
garantir que somente o destinatário seja capaz de ler o payload dos pacotes IP.
Opcionalmente, o ESP pode garantir autenticidade e integridade dos pacotes IP e
proteção contra-ataques de replay.
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Ambos os cabeçalhos podem ser utilizados juntos ou separadamente. Quando uti-
lizados em conjunto, a ideia é prover características de segurança que, em separado,
não poderiam prover para um determinado tipo de tráfego IP.
Note que a principal diferença entre os serviços de autenticação e integridade resi-
de na abrangência de proteção que cada um desses cabeçalhos oferece.
Enquanto o AH protege todos os campos de um pacote, com exceção daqueles
cujos valores são alterados em trânsito, o ESP protege apenas o seu próprio cabeça-
lho e a porção dos dados do referido pacote.
Denial-of-Service-Attack (DoS): ataque que explora de forma agressiva os recursos de rede,
Explor
de forma que os usuários legítimos ficam impossibilitados de utilizá-los.
Ferramentas de hash: ferramentas utilizadas para verificar e gerar códigos hash.
Função de hashing: função criptográfica que gera saída de tamanho fixo, geralmente 128 a
256 bits, independente do tamanho de entrada.
GRE – Generic Routing Encapsulation: protocolo desenvolvido pela Cisco Systems que pode
ser utilizado para encapsular protocolos da camada de rede dentro de conexões virtuais ponto a
ponto, através de uma Rede IP ou até mesmo da própria Internet.
Hash: algorítmo matemático que transforma um bloco de dados numa série de caracteres
de comprimento fixo.
IPX (Internetwork Packet Exchange): protocolo roteável proprietário da Novell que, da
mesma forma que o protocolo IP, não é orientado à conexão e opera na camada de rede.
ISP (Internet Service Provider): Provedor de Serviço Internet.
Modelo OSI: modelo criado a partir de uma proposta desenvolvida pela ISO (International
Organization for Standardization) como um primeiro passo em direção à padronização
internacional dos protocolos de comunicação; também conhecido como Modelo de
Interconexão de Sistemas Abertos (Open Systems Interconnection).
Replay Attack: ataque que ocorre durante o processo de autenticação de um usuário legítimo
no qual os dados de suas credenciais são capturados pelo atacante que, posteriormente, os
utiliza para se conectar ao servidor de destino e obter acesso indevido aos recursos de rede.
Site: palavra do idioma inglês utilizada para designar local ou lugar; também utilizada para
designar um local na Internet identificado por um nome de domínio.
Spoofing: técnica na qual o endereço real de um atacante é mascarado, com o objetivo de
evitar que ele seja encontrado. Técnica bastante utilizada em tentativas de acesso indevido
a sistemas nos quais a autenticação é feita com base no endereço IP.
Exemplo de Configuração
A seguir, você verá como configurar uma VPN a partir das opções do próprio
Sistema Operacional do Windows 10, da Microsoft, sem precisar instalar nenhum
aplicativo adicional.
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UNIDADE Redes de Computadores Remotas
1° passo
Acesse as configurações do Windows 10. Para isso, clique no menu “Iniciar” e em
seguida em “Configurações” na lateral esquerda do vídeo de seu computador.
Figura 6 – Acessando as configurações do Windows 10
2° passo
Na janela que se abrirá (Configurações do Sistema), clique no ícone “Rede e Internet”.
Figura 7 – Acessando Rede e Internet
3° passo
Na barra lateral esquerda, clique em “VPN” e, à direita, selecione “Adicionar uma
conexão VPN”.
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Figura 8 – Adicionando uma conexão VPN
4° passo
Insira os dados da sua conexão VPN (nome, usuário e senha) e, por último, clique
em “Salvar”.
Figura 9 – Salvando os dados de sua configuração VPN
5° passo
Se quiser verificar as opções da conexão VPN que você acabou de configurar,
clique sobre o nome da conexão VPN. Nesse mesmo campo, você ainda poderá se
conectar ao servidor que foi configurado ou, então, removê-lo.
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UNIDADE Redes de Computadores Remotas
Figura 10 – Opções da conexão VPN
Seguindo esses passos, você poderá configurar uma conexão VPN em seu computa-
dor ou tablet com Windows 10 e acessar redes privadas de empresas ou sites na Internet.
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Sites
Como as Redes Virtuais Privadas Trabalham
Equipamentos que podem ser utilizados na implementação das Redes Privadas Virtuais.
[Link]
Vídeos
Como Funciona uma VPN e o que ela faz por Você
[Link]
Entendendo a VPN
[Link]
Leitura
Telefonia IP I: Brasil e Tendências
[Link]
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UNIDADE Redes de Computadores Remotas
Referências
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