0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações5 páginas

Drogas Vasoativas e Choque Hemodinâmico

Enviado por

maria júlia
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações5 páginas

Drogas Vasoativas e Choque Hemodinâmico

Enviado por

maria júlia
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

o PA = DC x RVP

Drogas vasoativas o VO2 = (CaO2-CvO2) x DC


 Paciente com bradiarritmia ou taquiarritmias
temos que melhorar sua frequência cardíaca
 Dr. Cristopher Valomin  Caso frequência adequada vamos olhar para o
VS (quantidade de volume ejetado a cada
CHOQUE: batimento cardíaco)
 DO2 x VO2 o Pré-carga: quantidade de volume que
o DO2 = forma com a qual oferta chega para o coração em cada ciclo
oxigênio cardíaco (muito relacionada com o
o VO2 = consumo de oxigênio sistema de capacitância, sistema
 Desbalanço entre oferta e consuma de venoso e mais complacente, em que a
oxigênio  objetivo clínico é aumentar a maior parte da volemia está
oferta e reduzir o consumo relacionada)  soro fisiológico
 Se eu aumento a oferta ou diminuo a oferta, os o Pós-carga: relacionada a resistência
tecidos quando na cadeia respiratória vascular sistêmica  vasopressores ou
aumentam ou diminuem a taxa de extração de vasodilatadores
oxigênio para manter a relação constante o Contratilidade: força e o número de
o Existe o ponto de DO2 crítica em que vezes que o coração bate por minuto
a taxa de extração não é mais  inotrópico e cronotrópico
suficiente para manter o consumo  Com base nesses pontos,
constante, e a partir disso o consumo otimização de todos esses
cai  a partir de então temos os sinais pontos esperamos que o
e sintomas do choque, porque a paciente tenha melhora do
perfusão de oxigênio se tornou tão choque, impedindo disfunção
baixa em que o lactato (produto do orgânica
metabolismo aeróbio) se acumula na  Todos os elementos estão também
circulação sanguínea e queda da relacionados ao SNA, alteração
saturação venosa central hidroeletrolíticas e medicações para efeito das
 Macro hemodinâmica x micro-hemodinâmica DVAs que serão utilizadas
o Paciente pode ter alteração da Tipos de choque:
perfusão tecidual e aumento do lactato
sérico sem necessariamente termos a  Hipovolêmico
hipotensão arterial e instabilidade o Redução da pré-carga com aumento da
hemodinâmica (sinal macro RVS (vasoconstrição) e diminuição do
hemodinâmico) débito cardíaco
 DO2 = CaO2 x DC  Cardiogênico
o A oferta de oxigênio depende do o Pré-carga pode estar normal,
conteúdo arterial de oxigênio e do aumentada ou baixa (muito mais
débito cardíaco comum estar aumentada)
o CaO2 = depende da massa eritrocitária o RVS aumentada
(hemoglobina) e o quanto está o Débito cardíaco reduzido geralmente
saturada somada a PaO2 (reflete a  Obstrutivo  por exemplo: TEP (trombo vai
quantidade de oxigênio dissolvida no aumentar a pressão da artéria pulmonar –
plasma) normal por cerca de 30mmHg – com isso
 CaO2 = 1,34 x Hb x SaO2 + aumenta a pós-carga do VD, represando
0,0031 x PaO2 sangue, causando desvio do septo
 Primeiro passo para aumentar interventricular e diminuindo seu enchimento)
a oferta de oxigênio é deixar o Tamponamento cardíaco
ele com uma massa o Pneumotórax hipertensivo
eritrocitária adequada e com  Distributivo  choque séptico (hipotensão
oferta de oxigênio adequada refratária a reposição volêmica e lactato
o DB = FC x VS arterial maior que 2)
Definição de DVAs:  Taquiarritmias
 Hipertensão
 Substâncias que apresentam efeitos vasculares
 Hipotensão
periféricos, pulmonares ou cardíacos de
 Vasoconstrição excessiva – isquemia de
maneira direto ou indireto, dose dependente de
extremidades e isquemia esplâncnica
efeito rápido e curto que atuam por meio de
receptores (principalmente receptores Agem por meio de neurotransmissores:
adrenérgicos)
 Substâncias produzidas e armazenadas nas
 Objetivos: elevação ou redução da PA,
células pré-sinápticas que atuam no tecido alvo
otimização de débito cardíaco e melhora da
por meio de um receptor
perfusão tecidual
 Principalmente para as aminas biogênicas 
3 classes: grupo das catecolaminas
o Irão atuar no sistema adrenérgico,
 Vasopressores:
sendo que os principais são a1, a2, b1,
o Vasoconstrição
b2, b3
o Aumento da RVS
 Alfa vaso: vaso
o Aumento da PA  Beta 1: coração e vaso
 Vasodilatadores:  Beta 2: coração e pulmão
o Diminui RVS  Receptores dopaminérgicos – DA1 e DA2
 Inotrópicos: o Dopamina tem pouco efeito prático
Efeitos colaterais:

 Noradrenalina: aumenta débito alterando a cardiogênico (primeira escolha é


pós-carga (principalmente alfa-adrenérgica) noradrenalina) e não deve ser usada em
 Adrenalina: não seletividade (alfa, b1 e b2)  pacientes hipotensos
paciente fica predisposto a arritmia, por isso  Dopamina: receptor envolvido é dose
tem efeito pior com a noradrenalina por efeitos dependente
colaterais o Dopaminérgico – efeito da dose inicial
 Dobutamina: efeito alfa muito pequeno, tendo da dopamina (estudos atuais não
o efeito mais ativo em coração (principalmente mostram efeito protetor renal com seu
em b1), mas age também em b2  não é a uso em baixas doses)
primeira escolha no paciente com choque
Outras drogas:
 Vasopressina (encrise): usado em choque  Ação também em mastócitos
séptico, choque por rompimento de varizes  Inotropismo, cronotropismo e vasodilatação
esofágicas, diabetes insipidus
Vasodilatadores:
 Milrinone: inibidor da fosfodiesterase III
 Levosimendan: sensibiliza canais de cálcio e  NIPRIDE: nitroprussiato de sódio
potássio dependentes o Vasodilatador arterial e venoso
o Muito utilizado em casos de o Muito usado em perfil C da ICC
insuficiência cardíaca (úmido e frio) se a pressão do paciente
tolerar
Noradrenalina:
o Emergências hipertensivas
 1 ampola  4mg/4ml o Obs: dissecção de aorta temos que
o 4 ampolas e diluímos em 234mL de manter o paciente normo/hipotenso e
SF ou SG (solução padrão)  com a menor frequência cardíaca que
64mcg/ml (podemos ter com dose ele tolerar, sendo que o vasodilatador
dobrada, ficando 128mcg/ml) de escolha pode ser o NIPRIDE,
 16000mcg em 250ml porém ele pode fazer taquicardia
o Dose padrão: 0,05 a 3,0mcg/kg/min reflexa (de preferência devemos fazer
o Cálculo da vasão: dose x peso x 60/64 BB antes da sua administração, sendo
o Calculo da dose conforme vazão: a melhor opção o esmolol)
 Vazão x 64/peso/60 o Fotossensível
o Intervalo de dose para paciente 70kg: o Efeitos colaterais: cefaleia, náusea,
3,2ml/hora a 196ml/hora (aumentando vômito, intoxicação por cianeto (risco
até chegar ao efeito desejado  tirar o de acidose metabólica e convulsão)
doente do choque) quando em uso por longo tempo
 TRIDIL: nitroglicerina
Podemos começar a droga no acesso periférico, porém o Vasodilatador arterial e venoso
nunca deixe de colocar o acesso central. Cateter de 3 o Muito usado no paciente com angina
vias, possui uma via marrom (via distal) que é a via de em que redistribui o fluxo coronariano
escolha para a administração de DVA. para colaterais, além de efeito anti-
Dobutamina: hipertensivo

 Vasodilatação vascular e brônquica


 Aumentam a secreção de surfactante no
pneumócitos
CÁLCULO DA DOSE INTERVALO DE DOSE
DROGA VASOATIVA DILUIÇÃO PADRÃO HMM DOSE PADRÃO CÁLCULO DA VAZÃO
CONFORME VAZÃO PARA PACIENTE 70KG

4 AMPOLAS 8MG/4ML + SG5% 234ML 3,2ML/HORA A


NORADRENALINA (AMPOLAS 4MG/4ML) 0,05 A 3,0MCG/KG/MINUTO DOSE X PESO X 60/64 VAZÃO X 64/PESO/60
(SOLUÇÃO PADRÃO 64MCG/ML) 196ML/HORA

DOBUTAMINA (AMPOLAS 250MG/20ML) 2 AMPOLAS 250MG/20ML + SF0,9% 210ML 5,25ML/HORA A


2,5 A 20 MCG/KG/MINUTO DOSE X PESO X 60/2000 VAZÃO X 2000/PESO/60
DOBUTREX SOLUÇÃO PADRÃO 2000MCG/ML 42ML/HORA

VASOPRESSINA (AMPOLAS 20UI/ML) 2 AMPOLAS 20UI/ML + SF0,9% 98 ML 1,5ML/HORA A


0,01 A 0,06UI/MINUTO DOSE X 60/0,4 VAZÃO X 0,4/60
ENCRISE (SOLUÇÃO PADRÃO 0,4UI/ML) 9ML/HORA

16 AMPOLAS 1MG/ML + SG5% 234ML 3,2ML/HORA A


ADRENALINA (AMPOLAS 1MG/ML) 0,05 3 MCG/KG/MINUTO DOSE X PESO X 60/64 VAZÃO X 64/PESO/60
(SOLUÇÃO PADRÃO 64MCG/ML) 196ML/HORA

1 A 5MCG/KG/MINUTO 4,2ML/HORA A
(DOSE DOPAMINÉRGICA) 21ML/HORA

5 AMPOLAS 50MG/10ML (50 ML) + SG5%


5 A 10MCG/KG/MINUTO 21ML/HORA A
DOPAMINA (AMPOLAS 50MG/10ML) 200ML DOSE X PESO X 60/1000 VAZÃO X 1000/PESO/60
(DOSE BETA-ADRENÉRGICA) 42ML/HORA
(SOLUÇÃO PADRÃO 1000MCG/ML)

>10MCG/KG/MINUTO
>42ML/HORA
(DOSE ALFA ADRENÉRGICA)

NPRIDE (NITROPRUSSIATO DE SÓDIO); 1 AMPOLA 50MG/2ML + SG5% 248ML 10ML/HORA


0,5 A 10MCG/KG/MINUTO DOSE X PESO X 60/200 VAZÃO X 200/PESO/60
(AMPOLAS 50MG/2ML) SOLUÇÃO PADRÃO 200MCG/ML) 210ML/HORA

INICIAL 5 A
20MCG/MINUTO,
AUMENTANDO 5MCG/MIN
TRIDIL (NITROGLICERINA) AMPOLAS 1 AMPOLA 50MG/10ML + SG5% 240ML 1,5ML/HORA A
A CADA 3 A 5 MINUTOS ATÉ DOSE X 60/200 VAZÃO X 200/60
50MG/10ML OU 25MG/5ML SOLUÇÃO PADRÃO 200MCG/ML 120ML/HORA
O EFEITO DESEJADO
(DOSE MÁXIMA
400MCG/MINUTO)

EX DE PRESCRIÇÃO NORADRENALINA 4MG/4ML DILUIR 4 AMPOLAS + SG5%234ML E INFUNDIR EV VIA CENTRAL VAZÃO ACM

OBSERVAÇÃO PADRONIZAR A DILUIÇÃO EM SG5% PORÉM A CRITÉRIO MÉDICO (EX TCE COM HIPERTENSÃO INTRA-CRANIANA; HIPONATREMIA;) UTILIZAR OUTRO DILUENTE

Você também pode gostar