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Avanços em Antivirais contra COVID-19

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A Resolução dos Antivirais: Avanços e Desafios na Luta Contra o Virus

Acadêmicos:
Joathan Oliveira1
Isabel Cristine2
Prof. Giovane Sousa

[Link]ÇÃO
A pandemia de COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, mostrou que o
desenvolvimento de medicamentos antivirais eficazes deve ser feito rapidamente. A resposta
global à pandemia mostrou tanto os benefícios quanto os problemas na aplicação de antivirais,
principalmente em termos de distribuição equitativa e acesso global.
O desenvolvimento de antivirais depende de um entendimento profundo do ciclo de
vida viral. Isso permite identificar alvos farmacológicos importantes onde os medicamentos
podem agir de maneira eficaz. Os métodos incluem impedir a entrada viral, impedir a
replicação do RNA ou DNAviral, impedir a criação de novos vírus e impedir que o vírus seja
liberado das células hospedeiras.
O desenvolvimento de antivirais tem sido um campo de intensa pesquisa e inovação,
como De Clercq e Li observaram em seu trabalho seminal " Agentes antivirais atuando como
terminadores de cadeia de DNA ou RNA " (2016). Este artigo examina os desenvolvimentos
mais recentes no campo dos medicamentos antivirais, concentrando-se principalmente nos
mecanismos de ação dos medicamentos, sua eficácia clínica e os problemas associados à
resistência viral. Vamos fornecer uma visão abrangente do estado atual e das perspectivas
futuras do tratamento de infecções virais por meio da análise de dados recentes e revisão de
literatura.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Os antivirais são essenciais para combater uma variedade de infecções virais, desde
aquelas que surgem naturalmente até condições graves e ambientais fatais. A intenção da
pesquisa e desenvolvimento nessa área é interromper o ciclo de vida viral examinando tanto
os mecanismos celulares quanto o hospedeiro do vírus. Várias categorias de medicamentos
antivirais incluem inibidores que impedem a adesão e entrada do vírus nas células e inibidores
que impedem o desrevestimento viral, a replicação do material genético e a criação de novos
vírus. (ANA -SUS, 2023)
A idoxuridina, aprovada em 1962 para tratar a ceratite herpética, foi um exemplo da
evolução dos medicamentos antivirais na segunda metade do século XX. Este foi apenas o
início de um grande progresso, particularmente notável durante as décadas de 1980 e 1990
com a crise da AIDS. Ao longo desse tempo, foi realizada pesquisa intensiva que resultou no
desenvolvimento de inibidores eficazes da transcriptase reversa e da protease. Esses
inibidores foram essenciais para a mudança dos métodos de tratamento do HIV/AIDS.
(OpenAI, 2024)
A pandemia de COVID-19, que começou em 2019 e foi causada pelo coronavírus
SARS-CoV-2, mostrou quão importantes os antivirais são para a resposta a crises de saúde em
todo o mundo. O desenvolvimento de novas drogas como o Paxlovid da Pfizer foi
impulsionado pela busca por tratamentos eficazes. Demonstrou-se que este medicamento
reduz significativamente a probabilidade de hospitalização e morte por COVID-19. (ANA-
SUS, 2023)
Em novembro, a Pfizer informou que o
medicamento oral, reduziu os riscos de hospitalização e de
morte em 89% em pacientes de alto risco para a Covid-19.
O tratamento experimental considera a utilização de três
comprimidos, administrados duas vezes ao dia, por três
dias. Nos testes clínicos, a Pfizer avaliou 1.219 pacientes
diagnosticados com a Covid-19, com sintomas brandos a
moderados, com pelo menos um fator de risco para a forma
grave da doença, como obesidade e idade avançada. (CNN
Brasil, 2021)

De acordo com a Secretaria de Saúde, "está disponível pelo Sistema Único de Saúde
(SUS) o primeiro medicamento para tratamento a pacientes com quadro leves a moderados da
covid-19" que consiste em "uma associação dos antivirais Nirmatrelvir e
Ritonavir"(SECRETARIA DE SAÚDE, 2023).
Mesmo depois do período crucial da pandemia, houve avanços notáveis na pesquisa e
desenvolvimento de medicamentos antivirais. No entanto, para os pacientes e sistemas de
saúde, os custos elevados associados a esses tratamentos emergentes podem ser uma barreira
significativa, especialmente em países de baixa renda, onde o acesso a recursos médicos é
frequentemente restrito. (Folha de [Link] em 2022)
Durante a pandemia, tornou-se evidente que países de alta e baixa renda diferiam
significativamente no acesso a vacinas e tratamentos. Essa disparidade foi evidente durante a
comercialização de medicamentos administrados por via oral, como o Paxlovid. Os países
mais ricos conseguiram chegar a acordos que garantiam o acesso em larga escala e precoce a
esses tratamentos, enquanto os países menos afortunados enfrentavam desafios maiores.
(Folha [Link],2022)
Em março de 2022, a Pfizer fez um grande anúncio revelando uma lista de 35
empresas autorizadas a produzir uma versão genérica do Paxlovid. Uma empresa brasileira
chamada Nortec Química estava entre as licenciadas. A licença concedida à Nortec, no
entanto, era limitada à produção do nirmatrelvir, um dos componentes antivirais do
medicamento. (Folha [Link],2022)
De acordo com Elise (2022), o Brasil está em uma "armadilha", produzindo
medicamentos, mas com restrições impostas por acordos internacionais como o Medicines
Patent Pool (MPP). Esta situação mostra os problemas que países de renda média como o
Brasil enfrentam. Apesar de sua capacidade produtiva, eles enfrentam grandes problemas para
atender às demandas de saúde de seus cidadãos. (Folha de [Link] em 2022)

A efi cácia do paxlovid no


tratamento da Covid 19
Redução da carga viral após 5 A eficácia do paxlovid no
94% tratamento da Covid 19
dias
Eficácia (%)
Pacientes de Risco Moderado 70%

Pacientes de Alto Risco 89%

0% 50% 100%
A evolução dos antivirais tem sido marcada por inovações notáveis e melhorias
substanciais nas taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes. No entanto, a
persistente disparidade no acesso a esses tratamentos mostra que é urgente fazer mudanças
políticas e trabalhar juntos em todo o mundo para garantir que todos os países,
independentemente de sua situação econômica, possam se beneficiar desses avanços.
O gráfico acima mostra que a eficiência do medicamento Paxlovid foi significativa em
pacientes com riscos moderados e altos. Além disso, observamos que após um tratamento de
cinco dias com Paxlovid, a carga viral foi diminuída com eficiência de 94%. Descobrindo que
o Paxlovid teve melhores resultados do que outros antivirais.

3. METODOLOGIA

A metodologia adotada neste estudo, com abordagens qualitativas e exploratórias


priorizam os tipos de pesquisa bibliográficas e de Campo. A pesquisa bibliográfica permite a
realização da seleção de teóricos que embasam o objetivo de estudo pesquisado a partir de
estudos já desenvolvidos sobre a temática abordada.
Os principais medicamentos para tratar a COVID 19 são Remdesivir, Satrovimabe,
Baricitinibe, Paxlovid, Molnupiravir, Tocilizumabe. Cada um deles com funções diferentes
parar tratar, por exemplo, o Paxlovid, utilizado no tratamento da Covid-19, teve seu uso
emergencial aprovado no Brasil em 30 de março de 2020, composto por comprimidos de
nirmatrelvir e ritonavir embalados e administrados juntos, o medicamento é indicado para o
tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam
risco aumentado de progressão para Covid-19 grave.
Em meio à mais grave e desafiadora crise de saúde pública do século, o Brasil também
passou por várias dificuldades. Ao longo da crise epidêmica, havia poucos leitos,
equipamentos de proteção individual, respiradores e oxigênio disponíveis. Isso levou a
transtornos e problemas no tratamento, bem como dificuldades para obter produtos de
diagnóstico, medicamentos e vacinas.
Como resultado, deve-se enfatizar a importância de políticas de saúde justas e
acessíveis, aumentar a produção e distribuição de medicamentos e promover a cooperação
internacional para garantir que todos os países, independentemente de sua renda, tenham
acesso ao tratamento médico necessário durante uma crise de pandemia ou epidemia.
4. O RESULTADO E AS DISCUSSÕES

A pandemia teve grandes consequências para a vida da população, incluindo vários


desafios como a falta de recursos necessários para o tratamento, impôs novos modos de vida,
ressaltando uma grande desigualdade e vulnerabilidade social. A maioria dos estudos sobre
medicamentos antivirais não encontrou resultados que reflitam a ação neutralizadora do
COVID-19.
O Paxlovid dado pela Pfizer é um dos tratamentos mais eficazes contra o COVID-19
porque reduz a atividade do vírus promovendo a inibição da protease e impedindo que ele
complete seu ciclo de vida. Quando não amadurece, o vírus não pode se multiplicar mais.
Dentre outras combinações de antivirais temos o molnupiravir utilizado no tratamento da
covid-19, deve ser usado nos primeiros cinco dias de sintomas para impedir a ação da
doença, o medicamento altera o trecho responsável pela fabricação da polimerase viral,
proteína responsável pela replicação do vírus sendo assim, um tratamento precoce.

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