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Projetos Arquitetônicos e Normas Técnicas

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Aula 10

Arquitetura para Concursos - Curso


Regular

Autor:
Moema Machado

18 de Maio de 2023

00293881120 - SIRLEY GIOVANUCI DO NASCIMENTO


Moema Machado
Aula 10

1 – Introdução ................................................................
................................................................................................
......................................................................................
...................................................... 2
2 - NBR 16636-
16636-1:2017 – Elaboração e Desenvolvimento
Desenvolvimento de Serviços Técnicos Especializados
de Projetos Arquitetônicos e Urbanísticos - Parte 1: Diretrizes e Terminologia ..................... 2
3 – NBR 16636-
16636-2:2017 – Elaboração e Desenvolvimento de Serviços Técnicos Especializados
de Projetos Arquitetônicos e Urbanísticos - Parte 2: Projeto Arquitetônico......................... 26
4 - NBR 6492:2021 – Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos —
Requisitos ................................................................
................................................................................................
...........................................................................................
........................................................... 54
4.1- Termos e Definições ..................................................................................................................... 54
4.2- Requisitos e condições gerais para apresentação física de documentação técnica ..................... 58
4.3- Caracterização e conteúdo dos documentos técnicos apresentados nas etapas da fase de
elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos arquitetônicos ................................................ 64
4.4- Caracterização e conteúdo dos documentos técnicos apresentados nas etapas de
desenvolvimento de projeto urbanístico ............................................................................................ 77
5 – Resolução de Questões ................................................................
................................................................................................
.................................................................
................................. 91
6 – Lista de Questões ................................................................
................................................................................................
........................................................................
........................................ 146
7 – Gabarito ................................................................
................................................................................................
......................................................................................
...................................................... 162

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Moema Machado
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1 – INTRODUÇÃO
Oi meus alunos queridos!
Nesta aula, estudaremos algumas Normas que tratam de um assunto que cai, impreterivelmente,
em todas as provas: Desenvolvimento de projetos de arquitetura, ou seja, pesquisa, elaboração de
programas, estudos preliminares, anteprojetos, projetos executivos e detalhamentos.
Como é uma matéria que sempre cai e é bem fácil, além de as Normas serem pequenas, o custo-
benefício de se estudar é bem alto e você não pode perder esses pontos!
Vou comentar as Normas e, depois, vamos fazer bastante questões juntos. Vocês vão perceber que,
na maioria das vezes, a banca “copia e cola” a Norma nas questões.

Vamos lá!

2 - NBR 16636-
16636-1:2017 – ELABORAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SERVIÇOS
TÉCNICOS ESPECIALIZADOS DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS
RQUITETÔNICOS E URBANÍSTICOS -
PARTE 1: DIRETRIZES E TERMINOLOGIA
Esta parte da NBR16636 estabelece os procedimentos gerais e as diretrizes para a aplicabilidade e
produção das principais etapas para a elaboração e o desenvolvimento dos serviços especializados
de projetos técnicos profissionais, arquitetônicos e urbanísticos, considerando-se outras normas
específicas e apropriadas, de acordo com as diversas especialidades envolvidas em cada projeto.

Toda parte de termos e definições, nas normas, costuma ser muito cobrada nas provas. E nessa
norma, em questão, ocupa 56% do conteúdo.

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TERMO DEFINIÇÃO

possibilidade e condição de alcance, percepção e


entendimento para utilização, com segurança e
autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos
urbanos comunitários, edificações, transportes,
informação e comunicação, inclusive seus sistemas
1. ACESSIBILIDADE
e tecnologias, bem como outros serviços e
instalações abertos ao público, de uso público ou
privados, de uso coletivo ou não, tanto na zona
urbana como na rural, por pessoa com deficiência
ou mobilidade reduzida

atividade exercida por profissional habilitado ou


empresa habilitada, ambos registrados, para
2. ACOMPANHAMENTO DE OBRA OU verificação da implantação do projeto da obra,
SERVIÇO TÉCNICO visando assegurar que sua execução obedeça
fielmente às definições e especificações técnicas
nele contidas

verificação do atendimento aos requisitos do


projeto, em conformidade com todos os
condicionantes legais, técnicos e definidos pelo
3. ANÁLISE DE PROJETO
cliente, com vista à sua aprovação e obtenção de
licença para a execução da obra, instalação ou
serviço técnico a que ele se refere

etapa destinada à concepção e à representação das


informações técnicas iniciais de detalhamento do
4. ANTEPROJETO ARQUITETÔNICO
projeto arquitetônico da edificação, ou dos espaços
(AP-
(AP- ARQ) urbanos e de seus elementos, instalações e
componentes, a ser realizada por profissional
legalmente habilitado

etapa destinada à concepção e à representação das


5. ANTEPROJETOS COMPLEMENTARES informações técnicas iniciais de detalhamento dos
(AP-
(AP- COMP) projetos complementares a serem elaborados pelas
especialidades envolvidas e decorrentes dos
projetos arquitetônicos que definiram os espaços

atividade que envolve a prestação de serviço por


profissional legal habilitado que detém
conhecimento especializado em determinado
6. ASSESSORIA
campo profissional, visando ao auxílio técnico para
a elaboração de projeto ou execução de obra ou
serviço

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atividade que envolve a prestação de serviço em


geral por profissional habilitado que detém
7. ASSISTÊNCIA conhecimento especializado em determinado
campo de atuação profissional, visando suprir
necessidades técnicas

ação ou função específica facultada a um


profissional habilitado, quando em atuação em sua
8. ATIVIDADE TÉCNICA área de conhecimentos, e especializado em
determinado campo de atuação profissional,
visando suprir necessidades técnicas

processo sistemático, independente e documentado


para obter evidências objetivas e avaliá-las para
determinar a extensão na qual os critérios de
9. AUDITORIA
auditoria foram atendidos, por determinados
objetos desenvolvidos e elaborados por profissional
habilitado

utilização racional e planejada de diversos itens de


10. AUTOMAÇÃO PREDIAL consumo, objetivando segurança, economia,
sustentabilidade e conforto do usuário

Profissional habilitado, incumbido da conceituação


técnica ou artística, que estabelece as demais
11. AUTOR DO PROJETO
etapas subsequentes da elaboração integral de um
determinado projeto

verificação do desempenho da edificação ou espaço


12. AVALIAÇÃO PÓS-
PÓS-OCUPAÇÃO urbano construído ou de seus sistemas, após a sua
ocupação, por profissional legalmente habilitado

verificação prévia, por meio de atividades técnicas


encadeadas e pertencentes a diversas
especialidades, das eventuais situações
preexistentes ou criadas, e que ofereçam riscos à
saúde humana em determinada obra ou
13. AVALIAÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
empreendimento a serem realizados. É uma
ferramenta que orienta as medidas de remediação
e mitigação dos riscos verificados e avaliados,
conforme respectivas intensidades,
preferencialmente quantificadas

etapa destinada a documentar tecnicamente e de


14. CADASTRO COMO CONSTRUÍDO forma fiel os resultados da obra executada a partir
(as built)
built) dos projetos e eventuais alterações realizadas, com
anuência dos autores e respectivos responsáveis
técnicos dos projetos

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registro de dados que servem de base para a


15. CADASTRO TÉCNICO conclusão de obra ou serviço técnico, consistindo na
MULTIFINALITÁRIO revisão dos elementos do projeto em conformidade
com o que foi executado

documento que indica os materiais especificados e


16. CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES os locais de sua aplicação, obedecendo à legislação
TÉCNICAS pertinente, podendo ser parte integrante do
caderno de encargos

comprovação de atendimento à metodologia de


avaliação de desempenho de sustentabilidade,
17. CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL
atestada por organismo certificador e pautada em
referencial e processos técnicos acreditados

conjunto de fases e etapas consecutivas e


encadeadas desde a decisão de construir a
18. CICLO DE VIDA DO PROJETO edificação, ou objetos da construção, até o final de
sua efetiva construção, uso e vida útil projetada e
monitorada do objeto da construção

atividade que consiste em reunir, de maneira


consistente, informações de interesse para o
19. COLETA DE DADOS desempenho de tarefas de estudo, planejamento,
pesquisa, desenvolvimento, experimentação,
ensaios e outras afins

unidade integrante de determinado elemento


construtivo de um edifício ou espaço livre
20. COMPONENTE CONSTRUTIVO
construído, com forma definida e destinada a
cumprir funções específicas

atividade técnica que consiste na liderança, por


profissional habilitado, de equipe de trabalho
21. CONDUÇÃO DE TRABALHO TÉCNICO
relacionado à elaboração de projeto técnico ou à
execução de obra

conjunto de atividades realizadas ao longo da vida


útil projetada da edificação e espaços construídos
22. CONSERVAÇÃO ou seus sistemas, para assegurar a continuidade
dos parâmetros de desempenho, em conformidade
com os requisitos do usuário

conjunto de ações preventivas que visam a não


23. CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
afetação degenerativa do meio ambiente

apresentação do anteprojeto e outros documentos


24. CONSULTA PRÉVIA OFICIAL técnicos aos organismos públicos responsáveis
pelos licenciamentos e aprovações para obtenção
de diretrizes oficiais aos projetos a serem

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desenvolvidos, com comentários registrados,


dentro de prazos legais a serem definidos em cada
caso

pessoa física ou jurídica, lhabilitada, que analisa e


25. CONSULTOR TÉCNICO sugere soluções de problemas de suas
especialidades

atividade de prestação de serviço de


aconselhamento mediante exame de questões
26. CONSULTORIA
especificas, elaboração de parecer ou trabalho
técnico pertinente, devidamente fundamentado

27. CONSULTORIA DE SISTEMAS DE atividade que reúne as especialidades necessárias à


OPERAÇÃO DIVERSOS qualificação específica e otimização da
(CSO) operacionalização da edificação durante seu uso e
operação

28. CONSULTORIA TÉCNICA ESPECÍFICA atividade que reúne as especialidades que


(CTE) contribuem para qualificação técnica dos projetos
para a obra e operação dos objetos da construção

29. CONSTRUÇÃO DA EDIFICAÇÃO OU DE período de execução física para materialização dos


OBJETOS DA CONSTRUÇÃO empreendimentos e projetos

produto constituído por conjunto de edificações de


usos variados, equipamentos urbanos, obras de
infraestrutura e de serviços definidas e articuladas
30. CONJUNTO URBANÍSTICO em conformidade com os princípios e as técnicas do
urbanismo para, ao integrar a microrregião,
desempenhar determinadas funções ambientais em
níveis adequados

atividade que abrange solicitação de propostas,


elaboração de licitações e atos jurídicos de
firmamento de contratos de todos os intervenientes
31. CONTRATAÇÃO no processo de produção e elaboração dos projetos
técnicos de edificação e de seus componentes, de
acordo com o escopo solicitado, para objetos de
projetos de caráter público ou privado

atividade de fiscalização exercida sobre o processo


produtivo, visando garantir o atendimento às leis,
32. CONTROLE DE QUALIDADE normas e padrões previamente estabelecidos para
materiais, requisitos de desempenho dos sistemas,
elementos e componentes

estudo e monitoramento de risco dos agentes


33. CONTROLE DE RISCO AMBIENTAL físicos, químicos e biológicos existentes nos
ambientes que, em função de sua natureza,

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concentração ou intensidade e tempo de exposição,


são capazes de causar danos à saúde e ao meio
ambiente

recuperação e adaptação de edifício, monumento


34. CONVERSÃO FUNCIONAL ou espaço urbano, habilitando-o para novas
funções

atividade exercida, desenvolvida e elaborada por


profissional habilitado e qualificado, no sentido de
garantir a harmonização entre especialidades
35. COORDENAÇÃO
diversas, no processo de execução de obra ou
serviços, segundo determinada ordem, com
métodos previamente estabelecidos

atividade técnica, realizada por profissional


habilitado, voltada a coordenar e efetuar análise
crítica das interfaces dos projetos das diversas
especialidades voltadas a uma construção e
assessorar a gestão do empreendedor e as
demandas dos profissionais envolvidos na
36. COORDENAÇÃO DE PROJETOS
realização da obra, de modo a alcançar a eficácia e
à melhoria da eficiência nesses processos e
projetos, gerenciando as áreas de conhecimento,
escopo, custo, qualidade, aquisições, recursos
humanos, comunicações, riscos, tempo e partes
interessadas em sua total compatibilização

atividade técnica que consiste em determinar,


comandar e essencialmente decidir, com vistas à
consecução de atividades atinentes às técnicas da
37. DIREÇÃO DE ATIVIDADES TÉCNICAS
obra ou serviço, definindo uma orientação ou
diretriz por profissional habilitado ou capacitado, a
ser seguida durante a sua execução por terceiros

conjunto de documentos com conteúdo técnico


38. DOCUMENTAÇÃO PARA necessário para a quantificação e a execução da
CONSTRUÇÃO obra, incluindo suas especificações e outros
documentos definidos nos requisitos do projeto

objeto do espaço construído, coberto e fechado,


constituído de um conjunto de sistemas, elementos
39. EDIFICAÇÃO e componentes estabelecidos e integrados em
conformidade com os princípios e normas técnicas
vigentes

atividade que envolve o levantamento de custos, de


forma sistematizada, de todos os elementos
40. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO
inerentes ao projeto e à execução de determinado
objeto de construção

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parte de um sistema construtivo com funções


41. ELEMENTO específicas, composta por um conjunto de
componentes

responsável pela realização de um


42. EMPREENDEDOR empreendimento, podendo ser o proprietário ou
não

ação realizada com múltiplos participantes e


profissionais habilitados, como objetivo de
43. EMPREENDIMENTO
realização de obra, produto de construção ou
atividade comercial

todos os espaços abertos, privados ou públicos,


configurados como áreas passíveis de serem
delimitadas ou transformadas, e que não tenham
44. ESPAÇOS ABERTOS
sido fechados e cobertos, mas que podem ser alvo
de projetos e podem conter, dentro de seu
perímetro, outros objetos de construção

designação de um determinado ramo do


45. ESPECIALIDADE conhecimento técnico que corresponde a um
assunto específico

atividade de projeto que consiste na fixação prévia


das características, condições ou requisitos
46. ESPECIFICAÇÃO relativos a materiais, elementos e componentes,
equipamentos, instalações ou técnicas de execução
a serem empregadas em obra ou serviços técnicos

atividade que envolve o estudo ou a investigação


sumária de aspectos técnicos e/ou científicos de
determinado assunto, voltados à determinação, de
acordo com requisitos para uso pretendido ou
aplicação específica
47. ENSAIO

NOTA: Se o resultado de um ensaio mostrar


conformidade, ele pode ser usado para fins de
validação

atividade que envolve simultaneamente o


levantamento, a coleta, a observação, o tratamento
e a análise de informações e dados de natureza
diversa, necessários aos projetos ou execução de
48. ESTUDO
obra ou serviço técnico, ou ao desenvolvimento de
métodos ou processos de produção, ou à
determinação preliminar de características gerais
ou de viabilização técnica, econômica ou ambiental

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etapa destinada à elaboração de análise e


49. ESTUDO DE VIABILIDADE avaliações para seleção e recomendação de
ARQUITETÔNICA
ARQUITETÔNICA alternativas para a concepção arquitetônica ou
(EV-
(EV- ARQ) ou Urbanística (EV-
(EV-Urb) urbanística e de seus respectivos elementos,
instalações e componentes

50. ESTUDO DE VIABILIDADE


VIABILIDADE DO etapa destinada à elaboração de análise e
EMPREENDIMENTO avaliações para seleção e recomendação de
(EVE) alternativas para a concepção da edificação e de
seus elementos, instalações e componentes

51. ESTUDO DE VIABILIDADE análise técnica e econômico-financeira de um


ECONÔMICO-
ECONÔMICO-FINANCEIRA empreendimento para fins de subsidiar planos,
(EVEF) estudos e projetos da mesma natureza

etapa destinada à elaboração de análise e


52. ESTUDO DE VIABILIDADE DA avaliações para seleção e recomendação de
EDIFICAÇÃO alternativas para a concepção da edificação e de
(EV-
(EV-EDIF) seus respectivos elementos, instalações e
componentes

etapa destinada ao dimensionamento preliminar


53. ESTUDO PRELIMINAR dos conceitos do projeto da edificação ou dos
(EP) espaços livres públicos e privados a ser realizada por
profissional habilitado

etapa destinada ao dimensionamento preliminar


54. ESTUDO PRELIMINAR dos conceitos do projeto arquitetônico da
ARQUITETÔNICO edificação e anexos necessários à compreensão da
(EP-
(EP-ARQ) configuração da edificação, podendo incluir
alternativas de projetos

55. ESTUDO PRELIMINAR DOS PROJETOS etapa destinada ao dimensionamento preliminar


COMPLEMENTARES dos conceitos do projeto da edificação ou dos
(EP-
(EP- COMP) espaços anexos, a ser realizada por profissional
habilitado

período de trabalho que compõe o processo


sequencial das atividades técnicas na elaboração e
56. ETAPA desenvolvimento do projeto ou processos de obra
ou construção de uma edificação ou objeto da
construção

etapa que abrange as atividades de realização física


de um empreendimento planejado, desde a
57. EXECUÇÃO
mobilização das equipes e execução dos serviços,
até o comissionamento ou entrega a seus usuários

58. FASE DE PREPARAÇÃO OU DE período que antecede a elaboração dos projetos,


ATIVIDADES PREPARATÓRIAS destinado a reunir as informações necessárias para

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definição do empreendimento a ser construído, e


abrange as atividades necessárias para que o
empreendedor defina a equipe responsável pelo
empreendimento, colete ou pesquise os dados
necessários para o desenvolvimento do
empreendimento a ser edificado e defina o conjunto
de requisitos a serem atendidos, podendo ser
realizado por equipe multidisciplinar.

atividade desenvolvida e elaborada por profissional


habilitado, que consiste na gestão dos aspectos
técnicos e econômicos do desenvolvimento de uma
obra ou serviço técnico, envolvendo a
59. GERENCIAMENTO DE OBRA OU DE administração dos contratos e incluindo um
SERVIÇO TÉCNICO rigoroso controle do cronograma físico-financeiro
estabelecido, para as áreas de conhecimento, por
exemplo, escopo, custo, tempo, qualidade,
aquisições, recursos humanos, comunicações, riscos
e partes interessadas

conjunto de atividades, desenvolvidas e elaboradas


por profissional habilitado, que consiste em um
grupo de medidas ou iniciativas, que vão contribuir
para o desenvolvimento de um produto ou serviço,
60. GESTÃO
que englobam o gerenciamento da concepção,
elaboração, projeto, execução, avaliação,
implementação, aperfeiçoamento e manutenção de
bens e serviços e de seus processos de obtenção

conjunto de operações e técnicas construtivas


(serviços), composto por uma ou mais camadas,
com a finalidade de proteger as construções contra
61. IMPERMEABILIZAÇÃO a ação deletéria de fluidos, particularmente, no
caso das edificações e das construções
habitacionais contra a ação deletéria da
penetração de águas, vapores e umidades

atividade de dispor ou conectar convenientemente


um conjunto de dispositivos necessários para
cumprir função específica em determinada obra ou
62. INSTALAÇÃO
serviço técnico de execução, em conformidade com
instruções determinadas pelo projeto e seus
memoriais

63. INSTALAÇÕES EFÊMERAS obras de caráter transitório

sistema constituído por conjunto de componentes


64. INSTALAÇÃO PREDIAL construtivos, definidos e articulados em
conformidade com princípios e técnicas
arquitetônicas específicas para, ao integrar a

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edificação, desempenhar, em níveis adequados,


determinadas funções (ou serviços) de condução de
energia, gases, líquidos e sólidos

cada um dos elementos, matéria-prima,


equipamentos, mão-de-obra, e quaisquer outros
65. INSUMO
para a produção de bens de consumo, serviços,
obras ou mercadorias

peça escrita e fundamentada, emitida por


profissional habilitado, relatando resultado de
66. LAUDO TÉCNICO
exames e vistorias, assim como eventuais
avaliações com ele relacionado

67. LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES etapa destinada à coleta das informações de


PRELIMINARES referência que representem as condições
(LV-
(LV-PRE) preexistentes, de interesse para instruir a
elaboração do projeto
68. LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES
TÉCNICAS E ESPECÍFICAS obtenção das informações técnicas aplicadas
(LVIT-
(LVIT-ARQ) necessárias ao desenvolvimento do projeto

conjunto de atividades que devem ser realizadas ao


longo da vida útil projetada da edificação, para
69. MANUTENÇÃO conservar ou recuperar a sua capacidade funcional
e de seus sistemas constituintes, atendendo às
necessidades e segurança dos seus usuários

Documento técnico elaborado por profissional


habilitado no qual são relatadas constatações,
70. MEMORIAL
análises e conclusões de perícia, exames, vistorias e
avaliações

documento desenvolvido e elaborado por


profissional habilitado, complementar aos
desenhos do projeto, e que consiste na
71. MEMORIAL DESCRITIVO DE PROJETO discriminação das atividades técnicas, das
especificações e dos métodos construtivos a serem
empregados na execução de determinada obra ou
serviço técnico, em conformidade com o projeto

documento que evidencia o atendimento às


72. MEMORIAL JUSTIFICATIVO DE condições estabelecidas no programa de
PROJETO necessidades. Apresenta o partido arquitetônico
adotado e definido no estudo preliminar

73. MENSURAÇÃO atividade que envolve a apuração de aspectos


quantitativos de determinado fenômeno, produto,

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obra ou serviço técnico, em um determinado


período de tempo

articulação entre os sistemas, desenvolvida e


elaborada por profissional habilitado, de meios de
transporte, de trânsito e de acessibilidade, refletida
74. MOBILIDADE na condição em que se realizam os deslocamentos
de pessoas e cargas no espaço urbano, com vistas a
promover o acesso ao espaço de forma segura e
sustentável

atividade técnica, desenvolvida e elaborada por


profissional habilitado, que envolve
acompanhamento, verificação e avaliação do
75. MONITORAMENTO
atendimento às definições previamente
estabelecidas para a determinação da situação de
um sistema, processo, produto, serviço ou atividade

operação desenvolvida e elaborada por profissional


habilitado, que consiste na reunião de
componentes, peças, partes ou produtos,
76. MONTAGEM
resultando em dispositivos, produtos ou unidade
autônoma que venha a tornar-se operacional,
preenchendo a sua função

edificação, estrutura ou conjunto arquitetônico, que


77. MONUMENTO se revele notável, pelo valor artístico, pelo porte,
significado histórico-cultural ou antiguidade

produto que é resultado da construção do


78. OBJETO DA CONSTRUÇÃO
especificado no objeto do projeto

produto constituído por elementos ou conjunto de


elementos concebidos para desempenhar
79. OBJETOS DE PROJETO determinada função, conforme os requisitos do
projeto, classificados segundo critérios de
complexidade

resultado da execução ou operacionalização de


80. OBRA projeto ou planejamento elaborado visando à
consecução de determinados objetivos

atividade desenvolvida e elaborada por profissional


habilitado e qualificado, que implica fazer funcionar
ou acompanhar o funcionamento de edificações e
81. OPERAÇÃO
espaços livres construídos e suas instalações,
equipamentos ou mecanismos, para produzir
determinados efeitos ou produtos

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atividade de proceder ao acompanhamento do


desenvolvimento de uma obra ou serviço, segundo
82. ORIENTAÇÃO TÉCNICA
norma especifica, visando a fazer cumprir o
respectivo projeto ou planejamento

atividade que envolve a determinação ou o


83. PADRONIZAÇÃO estabelecimento de características ou parâmetros,
visando a uniformização de processos ou produtos

atividade que envolve investigação, sistemática e


metódica para elucidação ou conhecimento dos
84. PESQUISA
aspectos técnicos ou científicos de determinado
fato, processo ou fenômeno

atividade técnica que, por meio de formulação


sistematizada e contínua, e com base em decisões
articuladas e integradas, consiste na determinação
de um conjunto de procedimentos a serem
85. PLANEJAMENTO
adotados com vistas a alcançar determinado fim,
expressando seus objetivos e metas e explicitando
os meios disponíveis ou necessários para alcançá-
los, em um dado prazo

documento técnico desenvolvido e elaborado por


profissional habilitado que se constitui nas diretrizes
gerais formuladas para a implantação de um
conjunto de medidas de ordem técnica, econômica,
86. PLANO
social ou política, visando a determinados objetivos,
dos quais derivam as ações a serem empreendidas
e os projetos técnicos que conduzirão a execução
das obras ou serviços técnicos deles advindos

estudos esquemáticos, desenvolvidos e elaborados


por profissional habilitado, do conjunto urbanístico
87. PLANO DE MASSAS e paisagístico e de implantação de um projeto
arquitetônico ou urbanístico, contendo volumetrias
básicas e alternativas de implantação

conjunto de procedimentos e ações organizadas e


integradas que objetivam manter a integridade e
88. PRESERVAÇÃO
perenidade de patrimônio edificado, urbanístico ou
paisagístico

pessoa técnica treinada e capacitada, com


89. PROFISSIONAL CAPACITADO experiência especifica em uma atividade a ser
supervisionada por profissional habilitado.

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pessoa técnica, com qualificação, capacitação e


90. PROFISSIONAL HABILITADO responsabilidade técnica reconhecida e registrada
por órgão regulador da sua atividade

91. PROGRAMA GERAL DE conjunto sistematizado de necessidades humanas,


NECESSIDADES socioambientais e funcionais do contratante,
(PGN) objetivando a materialização do projeto

representação do conjunto dos elementos


conceituais, desenvolvida e elaborada por
profissional habilitado, necessária à materialização
de uma ideia, realizada por meio de princípios
92. PROJETO
técnicos e científicos, visando à consecução de um
objetivo ou meta, adequando-se aos recursos
disponíveis, leis, regramentos locais e às
alternativas que conduzam à viabilidade da decisão

representação do conjunto dos elementos


conceituais, concebido, desenvolvido e elaborada
por profissional habilitado, necessária à
materialização de uma ideia arquitetônica,
93. PROJETO ARQUITETÔNICO realizada por meio de princípios técnicos e
científicos, visando à consecução de um objetivo ou
meta, adequando-se aos recursos disponíveis, leis,
regramentos locais e às alternativas que conduzam
à viabilidade da decisão

conjunto de informações técnicas desenvolvido e


elaborado por profissional legalmente habilitado,
94. PROJETOS COMPLEMENTARES que se integra ao projeto técnico arquitetônico e
(PCOMP) urbanístico do empreendimento, edificado ou não,
com vistas a fornecer parâmetros técnicos e
dimensionamentos necessários à materialização da
obra, instalação ou serviço técnico

etapa destinada à concepção e à representação


final das informações técnicas dos projetos
arquitetônicos, urbanísticos e de seus elementos,
instalações e componentes, completas, definitivas,
95. PROJETO EXECUTIVO
necessárias e suficientes à licitação ou contratação
(PE)
e à execução dos serviços de obra correspondentes.
NOTA Todas estas atividades são desenvolvidas e
elaboradas por profissionais habilitados e
qualificados.

etapa destinada à concepção e à representação


96. PROJETO EXECUTIVO
final das informações técnicas dos projetos
ARQUITETÔNICO
arquitetônicos, realizada por profissional
(PE-
(PE-ARQ)
habilitado, e de seus elementos, instalações e
componentes, completas, definitivas, necessárias e

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 14


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suficientes à execução dos serviços e de obras


correspondentes

etapa dedicada à finalização da compatibilização,


detalhamento das definições construtivas e à
finalização de toda a documentação necessária à
97. PROJETO COMPLETO construção do objeto de projeto, que envolve o
(PC) conjunto de desenhos, memoriais, memórias de
cálculo e demais informações técnicas advindas das
especialidades totalmente compatibilizadas e
aprovadas pelo cliente, necessários à completa
execução de obra de construção civil

etapa destinada à concepção e à representação


98. PROJETOS EXECUTIVOS final das informações técnicas dos projetos e de
COMPLEMENTARES seus elementos, instalações e componentes,
(PE-
(PE-COMP) completas, definitivas e necessárias à execução dos
serviços de obra correspondentes

etapa dedicada à finalização da compatibilização


dos projetos executivos, e ao detalhamento das
definições construtivas que envolve o conjunto de
99. PROJETO COMPLETO DE EDIFICAÇÃO desenhos, memoriais, memórias de cálculo e
(PECE) demais informações técnicas das especialidades
totalmente compatibilizadas e aprovadas pelo
cliente, e necessários à licitação, à contratação e à
completa execução de obra de edificação

plano geral para a construção de edificações


representada pelo conjunto de estudos e desenhos
100. PROJETO DA EDIFICAÇÃO
EDIFICAÇÃO
constantes nos projetos arquitetônico e
complementares da obra objeto de incorporação

atividade técnica de criação que consiste na


definição e representação dos sistemas de
iluminação a serem utilizados em determinados
espaços edificado ou urbano, com vistas a atender
101. PROJETO DE ILUMINAÇÃO
aos aspectos qualitativos (para uma melhor
apreensão do espaço do ponto de vista do conforto
visual), e entendido ainda como a integração da
iluminação natural com a artificial

atividade de intervenção em projetos em ambientes


internos ou externos de edificação, definindo a
forma de uso do espaço em função de
102. PROJETO DE ARQUITETURA acabamentos, mobiliário e equipamentos, além das
DE INTERIORES interfaces com o espaço construído, mantendo ou
não a concepção arquitetônica original, para
adequação às novas necessidades de utilização.

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Nota Esta intervenção arquitetônica acontece nos


âmbitos da comunicação visual; estrutural; das
instalações; do condicionamento térmico, acústico
e luminoso; dos materiais, texturas e cores; e do
mobiliário; não interferindo na diminuição de
desempenho dos sistemas

atividade técnica realizada por profissional


habilitado, relacionada à concepção e execução de
projetos para espaços externos, livres e abertos,
103. PROJETO DE ARQUITETURA privados ou públicos, como parques e praças,
PAISAGÍSTICA considerados isoladamente ou em sistema, dentro
de várias escalas, inclusive a territorial, e
envolvendo ambientes construídos, seus elementos,
componentes e eventuais edificações

atividade desempenhada por profissional


capacitado, nas intervenções em projetos de
ambientes internos e externos das edificações,
definindo uma nova forma de uso do espaço em
função de acabamentos, divisórias, mobiliários,
equipamentos, nas interfaces com o espaço
construído mantendo ou não a concepção da
104. PROJETO DE DESIGN DE
edificação original para a adequação de novas
INTERIORES
necessidades de utilização

Nota: Esta intervenção se dá no campo dos


materiais, texturas e cores; condicionamento
térmico, acústico e luminoso e não interferindo na
diminuição de desempenho dos sistemas.

Projeto de ajardinamento, realizado por profissional


capacitado, com finalidade estética de tratamento
das áreas verdes e compatível com as redes de
105. PROJETO DE PAISAGISMO
infraestrutura, drenagem e projetos estruturais, de
segurança, circulação, acessibilidade e conforto
ambiental dos usuários

etapa destinada à representação das informações


técnicas necessárias à análise e aprovação do
106. PROJETO PARA projeto arquitetônico ou urbanístico, pelas
LICENCIAMENTOS autoridades competentes, com base nas exigências
(PL) legais (municipal, estadual e federal), e à obtenção
do alvará ou das licenças e demais documentos
indispensáveis para as atividades de construção

alteração nas condições da edificação ou objeto da


107. PROJETO DE REFORMA DE construção existente, com ou sem mudança de
EDIFICAÇÃO função, visando recuperar, melhorar ou ampliar
suas condições de uso e segurança, e que não seja

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manutenção, a ser realizada por profissional


legalmente habilitado

profissional habilitado que responde pelo


desenvolvimento e detalhamento das soluções
108. RESPONSÁVEL TÉCNICO
técnicas adotadas e representadas nas etapas de
concepção de projetos

recuperação da unidade primitiva da edificação,


monumento ou sítio, e suas artes integradas, por
meio de atividades técnicas que consistem em
recuperar, em partes ou integralmente, os
109. RESTAURO / RESTAURAÇÃO elementos e componentes de um edifício,
monumento, conjunto arquitetônico ou
paisagístico, por meio das diversas formas de
intervenção física, de caráter técnico e científico,
que visem à sua preservação

recuperação do edifício ou espaço urbano,


110. REQUALIFICAÇÃO
usualmente para a mesma função

atividade técnica que consiste na conversão


funcional de um edifício, monumento ou conjunto
arquitetônico ou paisagístico, por meio da alteração
111. REUTILIZAÇÃO do uso original, considerando suas características
essenciais para garantir funções apropriadas ao
espaço objeto de restauração, conservação ou
preservação

condições que expressam qualitativamente os


112. REQUISITOS DE atributos projetados para a edificação habitacional
DESEMPENHO e seus sistemas, a fim de que possam atender aos
requisitos do usuário

desempenho de atividade técnica por profissional


habilitado, de caráter físico ou intelectual,
113. SERVIÇO TÉCNICO
necessário à realização de qualquer serviço, obra,
tarefa ou empreendimento especializado

conjunto de elementos e respectivos componentes


114. SISTEMA
destinados a cumprir uma função que a define

atividade desenvolvida, realizada e elaborada por


profissional habilitado, que consiste em
acompanhar, analisar e avaliar, a partir de um
115. SUPERVISÃO
plano funcional superior, o desempenho dos
responsáveis pela execução dos projetos, obras ou
serviços

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atividade exercida por profissional habilitado que


consiste no acompanhamento, análise e avaliação
116. SUPERVISÃO DE OBRA OU DE da implantação do projeto na obra ou serviço
SERVIÇO TÉCNICO técnico, visando assegurar que sua execução
obedeça fielmente às definições e especificações
técnicas nele contidas

Período estimado de tempo para o qual um sistema


é projetado a fim de atender aos requisitos de
desempenho estabelecidos (conforme descrito na
ABNT NBR 15575), considerando o atendimento aos
requisitos das normas aplicáveis, o estágio do
conhecimento no momento do projeto e supondo o
atendimento da periodicidade e correta execução
dos processos de manutenção especificados no
respectivo Manual de Uso, Operação e Manutenção
117. VIDA ÚTIL DE PROJETO (a VUP não pode ser confundida com tempo de vida
(VUP) útil, durabilidade, prazo de garantia legal e
certificada)

NOTA A VUP é uma estimativa teórica de tempo que


compõe o tempo de vida útil. O tempo de vida útil
da edificação (VU) pode ou não ser confirmado em
função de eficiência e registro das manutenções, de
alterações no entorno da obra, fatores climáticos,
etc.

atividade técnica que consiste na constatação de


um fato, mediante exame circunstanciado da
118. VISTORIA situação no local e descrição dos elementos que o
constituem, sem a indagação das causas que o
motivaram

regulamentação da divisão de um espaço urbano,


119. ZONEAMENTO região ou território físico em zonas, fixando as suas
condições de uso e ocupação

Como vocês podem perceber, a NBR 16636-1 não criou nenhum conceito novo. Mas, sim, compilou
vários conceitos conhecidos, relacionados a nossa área, até para que “falemos a mesma língua”.
Acho interessante ressaltar algumas novidades:

• Diferença entre projeto de arquitetura paisagística e projeto de paisagismo.


• Diferença entre projeto de arquitetura de interiores e projeto de design de interiores.
• Profissional capacitado e profissional habilitado.
• Diferenças entre os estudos de viabilidade arquitetônica, de viabilidade econômico-
financeira e da edificação.

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• Diferença entre projeto executivo e projeto completo.

4 Requisitos
4.1 Especialidades integradas no processo de projeto completo
4.1.1 Empreendimentos construídos são desenvolvidos a partir de serviços técnicos de
projeto elaborados por profissionais legalmente habilitados, com base em diversas áreas
de conhecimento e conforme seu tipo e complexidade, e sempre podem ser incluídos
novos temas no processo de projeto. Estes temas podem exigir a participação de
especialistas, embora, em alguns casos,
seja possível que todo o projeto do empreendimento seja responsabilidade de um só
profissional habilitado. Nos casos mais complexos são necessários profissionais
legalmente habilitados de especialidades diferentes, e cada uma das especialidades fica
refletida em um produto ou documento de sua contribuição específica, que devem ser
apresentados segundo um planejamento do processo de trabalho estabelecido
previamente, de acordo com o objeto a ser construído.
4.1.2 Um plano de projeto para o empreendedor deve ser elaborado por um profissional
habilitado, descrevendo os requisitos e metas gerais do projeto, e definindo as
especialidades necessárias e os produtos a serem entregues a cada etapa, e devendo
haver um cronograma de execução do projeto.
4.1.3 A abrangência destes projetos específicos que compõem o projeto completo para
construção também pode variar, conforme a complexidade e grau de inovação dos
empreendimentos.
4.1.4 Os projetos que, juntos e consolidados, constituem o projeto completo para a
construção de edificações, de espaços livres urbanos e respectivas infraestruturas ou
sistemas prediais devem ser agrupados por especialidades, cada uma delas
considerando, por sua vez, diversas funções, e alternando-se em funções complementares
ou pela função de planejamento central do projeto, dependendo do perfil do objeto da
construção, das escalas dos empreendimentos e dos meios de representação gráfica a
serem adotados em cada caso.
4.1.5 Além destes grupos de especialidades, alocados em projetos de solução construtiva
mais complexa, ou mesmo para especificações de colocação de componentes
industrializados, devem ser considerados, previamente, os aspectos da execução, por
meio de profissional legalmente habilitado, considerando-se aspectos de montagem ou
de execução de solução construtiva a ser adotada pelo projeto.
4.2 Atividades técnicas no processo de projeto
4.2.1 Dado o caráter evolutivo do processo de projeto, as atividades técnicas ocorrem ao
longo de todo o seu desenvolvimento, mas com os variados graus de contribuição das
diversas especialidades.

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4.2.2 As atividades técnicas necessárias para a realização de um projeto variam conforme


sua natureza, tipologia ou classe de edificações e espaços urbanos, seu porte,
complexidade, desempenho desejado e localização geográfica.
4.2.3 Na produção de projetos mais complexos e que envolvem número significativo de
especialidades e etapas, cabe ao coordenador geral do projeto, designado pelo
empreendedor, definir o plano de trabalho e os seus requisitos e restrições gerais,
considerando-se que cada responsável técnico de cada atividade deve definir
detalhadamente o atendimento aos requisitos técnicos de cada especialidade,
conjugadas às diretrizes gerais da concepção, sempre dentro dos limites de suas
atividades técnicas.
4.2.4 O coordenador geral do projeto deve definir, antes da contratação dos outros
profissionais legalmente habilitados, os escopos dos trabalhos, formas, prazos e quais
profissionais devem desenvolver suas etapas, assim como os documentos a serem
entregues e intercambiados entre as especialidades.
4.2.5 Para sua realização, cada atividade técnica deve ter definidas em planos de
trabalho específicos, as suas entradas, ou seja, os dados iniciais, as informações, e
documentos necessários, os recursos a serem aplicados em cada fase dos trabalhos, os
requisitos a serem respeitados e demais restrições definidas para o projeto, como prazos
e custos, na forma como se refletem na atividade em questão, conforme ilustrado na
Figura 1.

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4.2.6 Dada a natureza intelectual do processo de projeto, as entradas de uma atividade


técnica, que são dados e informações disponíveis sobre o tema a ser tratado, representam
documentos, em geral produzidos em outra atividade técnica antecedente ou oriundos
de fontes oficiais, ou mesmo sendo fornecidos pelo proprietário.
4.2.7 As saídas destas atividades são documentos em variados tipos em conformidade
com o definido no escopo da contratação.
4.2.8 O conteúdo, procedimentos e produtos das diversas especialidades envolvidas no
processo de projeto devem estar conforme as normas brasileiras específicas.
4.2.9 As entradas de atividades técnicas das quais dependem atividades de outras
especialidades devem ser consideradas seus pré-requisitos, em um inter-relacionamento
que deve ser previamente analisado e definido pelo coordenador geral do projeto, em
função das características e complexidades do empreendimento e do projeto contratado.
4.2.10 Este inter-relacionamento deve ser definido por documentos textuais,
cronogramas, fluxogramas ou outro tipo de documento adequado e de entendimento por
todos os envolvidos, resumindo o planejamento para a realização do projeto. O grau de
detalhamento destes documentos pode variar, sempre conforme a complexidade do
projeto, e deve estar definido o que é esperado, no início do processo. (ver ABNT NBR
6492)

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4.2.11 O inter-relacionamento básico das atividades técnicas de cada especialidade deve


ser previamente definido.
4.2.12 Estes ciclos de coordenação e compatibilização de requisitos devem ser mediados
pelo coordenador geral do projeto, um profissional legalmente habilitado, que deve
verificar o atendimento aos requisitos e metas específicas e gerais do empreendimento.
Estes ciclos se repetem a cada etapa do projeto, tanto internamente como no
encerramento de uma etapa.
NOTA: 1 Recomenda-se, que cada ciclo seja adequadamente documentado em seu processo por meio de
relatórios ou atas a serem arquivados.
NOTA: 2 Recomenda-se que a obra e os serviços, ao serem realizados para a construção do espaço
projetado, sejam somente contratados a partir de projeto completo para a sua execução ou construção,
contendo todas as peças gráficas e documentos técnicos das especialidades envolvidas.
4.2.13 Recomenda-se, também, que o projeto, ao longo de sua execução na obra seja
devidamente verificado, passo a passo, pelo autor do projeto, e que seja realizada a sua
atualização documental (conforme construído/ “as-built”), conforme descrito nas ABNT
NBR 14645-1, ABNT NBR 14645-2, ABNT NBR 14645-3 contendo eventuais alterações
decorrentes de contingências não previstas, com anuência dos autores e responsáveis
técnicos pelos projetos e responsáveis pela execução.
4.3 Contratos de prestação de serviços técnicos profissionais especializados de projeto
Na contratação dos prestadores de serviços especializados devem ser definidos e
documentados, entre outros, os seguintes aspectos técnicos:
a) o objeto: caracterização da edificação e de seus elementos, instalações e
componentes, e o mesmo procedimento em relação ao espaço urbano e seus espaços a
serem projetados;
b) as atividades técnicas envolvidas, incluindo:
—— informações de referência disponíveis a utilizar;
—— nível de desempenho;
—— informações técnicas a produzir e respectivos responsáveis pela produção;
—— documentos técnicos a apresentar; (ver ABNT NBR 6492);
—— documentação necessária para gestão da vida útil projetada do sistema e, se
necessário, minuta de plano de manutenção.
c) as etapas e os prazos previstos e claramente expressos por:
—— fluxograma de atividades;
—— cronograma físico-financeiro.
4.4 Condições específicas para a contratação e realização dos serviços de projetos
arquitetônicos e urbanísticos completos

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4.4.1 A aplicabilidade integral ou parcial das condições exigíveis expressas nesta Parte da
Norma deve ser previamente estabelecida para cada projeto específico, com base nas
características e complexidade da edificação, ou dos espaços livres urbanos projetados,
considerando-se o conjunto usual de seus sistemas, elementos, instalações, componentes
construtivos e/ou dos materiais para construção, assim como a disponibilidade dos
recursos humanos, técnicos e materiais, necessários à sua produção.
4.4.2 As condições exigíveis para cada atividade técnica de elaboração do projeto
completo são as fixadas nas normas brasileiras de procedimento específicas para cada
uma das especialidades, principalmente no que tange aos projetos complementares de
cada projeto principal.

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ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO

Os documentos técnicos produzidos em cada etapa de


elaboração dos projetos completos da edificação ou dos espaços
livres urbanos devem ser submetidos à avaliação do contratante
dos serviços, nas ocasiões preestabelecidas e na programação
específica de cada caso, conforme fluxograma e cronograma
AVALIAÇÕES TÉCNICAS físico-financeiro

As avaliações do contratante devem ser feitas em conformidade


com as condições exigíveis estabelecidas previamente, segundo
a legislação pertinente, as normas técnicas brasileiras e devem
ser expressas nos documentos técnicos aceitos nas etapas
anteriores do projeto

Os documentos técnicos que forem rejeitados parcial ou


totalmente pelo profissional habilitado designado pelo
contratante devem ser revistos ou alterados apenas pelo seu
autor, conforme legislação vigente, e submetidos à nova
avaliação

A aceitação pelo contratante dos documentos técnicos


produzidos em cada etapa da elaboração dos projetos
completos no caso de edificação ou de espaços urbanos,
ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO
especificando sistemas, elementos, instalações e componentes,
dentro de prazo razoável, é requisito e condição indispensável
para que seja iniciada a elaboração dos documentos referentes
às etapas subsequentes

O contratante deve formalizar a aceitação dos documentos


técnicos correspondentes a cada etapa dos projetos e
documentar o término do projeto completo no encaminhamento
para execução/construção

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3 – NBR 16636-
16636-2:2017 – ELABORAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE
SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS E
URBANÍSTICOS - PARTE 2: PROJETO ARQUITETÔNICO
RQUITETÔNICO

Introdução
O projeto arquitetônico é parte do projeto completo de edificação, conjunto de projetos
das diversas especialidades necessárias para a execução de uma edificação.
Estes projetos são desenvolvidos por meio de uma abordagem evolutiva, caraterizada por
etapas e fases, e também considerando-se tempos simultâneos para atividades
complementares de diversas especialidades que têm que ser coordenadas e integradas.
Estas fases e etapas são organizadas em sequência predeterminada, de forma a atender
aos requisitos a serem considerados, de acordo com o objeto do projeto arquitetônico ou
urbanístico, e objetos da construção, mantendo-se a sua conformidade com as
determinações e condicionantes técnicos e legais envolvidos e as demandas e premissas
definidas pelo empreendedor.
Esta Parte 2 da ABNT NBR 16636 orienta o planejamento e o desenvolvimento de projetos
arquitetônicos das edificações ao longo de todas as suas etapas, caracterizando as
entradas e saídas em cada momento, bem como o inter-relacionamento com as demais
especialidades. Ela deve ser lida em conjunto com a ABNT NBR 16636-1, Diretrizes e
terminologia, que define o contexto geral das atividades técnicas de projetos
arquitetônicos e urbanísticos, onde se inclui esta Parte 2 da ABNT NBR 16636, específica
para o projeto arquitetônico.

Muito interessante essa introdução, pois podemos apreender a filosofia que norteou a elaboração
da nova norma, a qual se pauta em conceitos sobre gerenciamento de projetos.
Vamos ressaltar alguns tópicos?

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 Desenvolvimento evolutivo caracterizado por etapas e fases. Importante: deve-se considerar


tempos simultâneos para atividades complementares de diversas especialidades as quais
devem ser coordenadas e integradas.

 A ABNT NBR 16636 orienta o planejamento e o desenvolvimento de projetos arquitetônicos


das edificações ao longo de todas as suas etapas, caracterizando as entradas e saídas em
cada momento, bem como o inter-relacionamento com as demais especialidades.
 A ABNT NBR 16636 é específica para o projeto arquitetônico.

1 Escopo
Esta Parte da ABNT NBR 16636 especifica as atividades técnicas envolvidas no
desenvolvimento do projeto arquitetônico, com foco em edificações.
Esta Parte da ABNT NBR 16636 é aplicável a todas as classes (ou categorias) tipológicas
funcionais e formais das edificações, referentes aos projetos arquitetônicos, entendendo-
se a definição de edificações conforme a ABNT NBR 16636-1.

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2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento.
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não
datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo
emendas).
ABNT NBR 6492, Representação de projetos de arquitetura
ABNT NBR 9050, Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaço e equipamentos
urbanos
ABNT NBR 14645-1, Elaboração do como construído (as built) para edificações – Parte 1:
Levantamento planialtimétrico e cadastral de imóvel urbanizado com área até 25 000
m2, para fins de estudos, projetos e edificações – Procedimento
ABNT NBR 14645-2, Elaboração do “como construído” (as built) para edificações – Parte
2: Levantamento planimétrico para registro público, para retificação de imóvel urbano –
Procedimento
ABNT NBR 14645-3, Elaboração do “como construído” (as built) para edificações – Parte
3: Locação topográfica e controle dimensional da obra – Procedimento
ABNT NBR 15575-1, Edificações habitacionais – Norma de Desempenho – Parte 1:
Requisitos gerais
ABNT NBR 16636-1:2017, Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos
especializados de projetos arquitetônicos – Parte 1: Diretrizes e terminologia
3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 16636-
1.
4 Requisitos
4.1 Abrangência
4.1.1 O projeto de concepção arquitetônica da edificação abrange a determinação e a
representação dos ambientes e seus compartimentos, seus elementos, componentes e
materiais da edificação, com a sua organização, agenciamento, definição estética e
ordenamento do espaço construído para uso humano ou representativo, de cunho
cultural ou monumental.
4.1.2 Esta Parte da ABNT NBR 16636 é aplicável aos serviços técnicos de projeto
necessários à execução de obras, conforme as classes ou categorias de intervenções
correntes para:
a) edificações novas, construção;
b) edificações existentes; ampliação, redução, modificação, remanejamento, reciclagem,
reconversão, recuperação, reforma, preservação, conservação, reparação, restauração;
pré-fabricação e pré-moldagem;

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c) montagem;
4.2 Objetos do projeto arquitetônico de edificações
4.2.1 São objetos específicos do projeto arquitetônico, visando à construção da edificação
e seus ambientes considerando suas categorias principais:
a) ambientes exteriores;
b) ambientes interiores;
c) ambientes intermediários
4.2.2 São objetos de projetos complementares ao projeto arquitetônico diversos itens
complementares, visando à construção da edificação, considerando-se as interfaces e
compatibilizações entre eles.
4.2.3 Os elementos da edificação e seus componentes construtivos em seus aspectos
arquitetônicos são os seguintes:
a) fundações;
b) estruturas;
c) coberturas;
d) forros;
e) vedos verticais, paredes, esquadrias, proteções e complementos;
f) revestimentos e acabamentos em ambientes exteriores, interiores e intermediários;
g) sistemas de instalações prediais;
h) instalações elétricas;
i) instalações mecânicas;
j) instalações hidráulicas e sanitárias;
k) jardins e paisagismo.

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4.2.4 Os equipamentos e elementos complementares são os seguintes:


a) elementos de comunicação visual (ambientes exteriores e interiores);
b) equipamentos sanitários;
c) mobiliário acessório ou incorporado, em exteriores, interiores e intermediários;
d) equipamentos para iluminação.
5 Fases e etapas do projeto arquitetônico de edificações
O projeto arquitetônico de edificações também segue o caráter evolutivo e de
retroalimentação das etapas descritas na ABNT NBR 16636-1:2017, ver Anexo A.
Todas as atividades devem ter entradas, saídas, requisitos e recursos previstos no plano
de projeto, conforme a ABNT NBR 16636-1.
Em cada etapa existe um contínuo inter-relacionamento de interdependência entre as
diferentes especialidades envolvidas na elaboração do projeto completo da edificação,
conforme definido na ABNT NBR 16636-1:2017, ver Anexo A.
Portanto, na fase de planejamento do projeto devem ser previamente definidas as
especialidades e em que etapas elas participam. O Anexo A configura uma orientação
geral para este plano, no caso de um projeto completo para construção de edificações,
de acordo com a sua complexidade e, na eventual ausência dele, deve ser tomado como
escopo mínimo, excetuados os itens indicados como opcionais.

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5.1 Fases do projeto arquitetônico visando ao projeto completo de edificações e suas


etapas
Os estágios de execução da atividade técnica do projeto arquitetônico para edificações
consideram duas fases principais.
—— fase de preparação;
—— fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos;
5.1.1 A fase de preparação contém as seguintes etapas (incluídas as siglas), na sequência
indicada:
a) levantamento de informações preliminares (LV- PRE);
b) programa geral de necessidades (PGN);
c) estudo de viabilidade do empreendimento (EVE);
d) levantamento das informações técnicas específicas (LVIT-ARQ) a serem fornecidas pelo
empreendedor ou contratadas no projeto.
5.1.2 A fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos envolve a
determinação e representação prévias da configuração arquitetônica de edificação,
concebida e desenvolvida mediante a coordenação e a orientação geral dos projetos de
todos os elementos da edificação, dos sistemas prediais de instalações, dos componentes
construtivos e da especificação dos materiais de construção, gerando o projeto executivo
completo da edificação, por meio do processo de sua compatibilização.
5.2 A fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos contém as seguintes
etapas, (incluídas as siglas), na sequencia indicada
a) levantamento de dados para arquitetura (LV-ARQ); levantamento das informações
técnicas específicas (LVIT- ARQ) a serem fornecidas pelo empreendedor ou contratadas
no projeto.
b) programa de necessidades para arquitetura (PN-ARQ);
c) estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ);
d) estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ);
e) anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ);
f) estudo preliminar dos projetos complementares (EP-COMP);
g) projeto para licenciamentos (PL- ARQ);
h) anteprojetos complementares (AP-COMP);
i) projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ);
j) projetos executivos complementares (PE-COMP);
k) projeto completo de edificação (PECE);
l) documentação conforme construído – (“as built”).

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NOTA: Ver termos e definições da ABNT NBR 16636-1.

Aqui, temos diferenças em relação à NBR anterior, logo temos que ficar de olho.
Para começar, as fases do projeto arquitetônico são divididas em 2 fases principais, a fase de
preparação e a fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos. E, depois, é que temos
as etapas.
Na Norma anterior, só tínhamos as seguintes etapas, as quais eram muito cobradas nas provas:

LV- PN- EV- EP- PR- PL- PB-ARQ PE-


ARQ ARQ ARQ ARQ ARQ ARQ (opcional) ARQ

Notem que a etapa opcional de Projeto Básico não faz mais parte da Norma e muitas outras foram
incluídas como: projeto completo, as built, etc.

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Dica: Vocês têm que gravar as siglas também.

6 Requisitos gerais
6.1 Informações técnicas mínimas constantes do projeto arquitetônico
As informações do projeto devem registrar a caracterização de cada objeto específico de
construção (edificação, elementos e componentes construtivos, materiais para
construção e sistemas prediais de instalações), os atributos funcionais, formais e técnicos
considerados, contendo os seguintes requisitos prescritivos e de desempenho:
a) identificação;
b) descrição (dimensões, características dos materiais, especificações)
c) condições de localização, de utilização e climáticas; estudos ambientais e de
alternativas de implantação e instalação, de acordo com a legislação em seus diversos
níveis autárquicos.

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d) requisitos e características relativos ao desempenho no uso;


e) aplicações;
f) informação sobre canteiro de obra, quando aplicável;
g) subsídios sobre uso, operação e manutenção;
h) informações sobre condições de propriedade;
6.1.1 A elaboração do projeto executivo arquitetônico deve ser orientada, em cada uma
das suas etapas, por:
a) informações de referência e informações técnicas específicas a serem utilizadas;
b) informações técnicas a serem produzidas;
c) documentos técnicos a produzir e a apresentar. (ver ABNT NBR 6492).
6.1.2 As informações técnicas produzidas em quaisquer das etapas de elaboração do
projeto executivo arquitetônico voltado a edificações devem ser apresentadas mediante
documentos técnicos (originais e/ou cópias) em conformidade com os padrões
estabelecidos nas normas brasileiras pertinentes, podendo ser:
a) desenhos;
b) textos (memoriais, relatórios, relações e listagens);
c) planilhas e tabelas;
d) fluxogramas e cronogramas;
e) fotografias;
f) maquetes;
g) outros meios de representação.
6.2 Coordenação da atividade técnica do projeto arquitetônico
As determinações e representações do projeto arquitetônico, em todas as suas etapas,
devem ser estabelecidas, objetivando a coordenação de projetos e a conformidade das
demais atividades técnicas relativas a especialidades complementares que compõem o
projeto completo da edificação, de acordo com outras Normas Brasileiras específicas
vigentes, aplicáveis a cada conteúdo setorial.
6.3 Programação das etapas do projeto arquitetônico
As etapas do projeto arquitetônico voltado a edificações devem ser definidas de modo a
possibilitar a subsequente definição e articulação das etapas das demais atividades
técnicas das outras especialidades que compõem o projeto da edificação, segundo o grau
de complexidade de cada projeto.

Acho interessante ressaltar a preocupação que a norma traz em relação ao desempenho no uso da
edificação e sobre a necessidade de dar aos usuários subsídios sobre uso, operação e manutenção.

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Lembrem-se também, as informações técnicas devem ser apresentadas por documentos técnicos,
podendo ser: desenhos, textos, planilhas, tabelas, fluxogramas, cronogramas, fotografias,
maquetes e outros meios de representação.

6.4 Requisitos das fases e etapas dos projetos arquitetônicos e especialidades


complementares (Edificação)
6.4.1 Fase de preparação (atividades a serem desenvolvidas para produção de subsídios
ao projeto, a serem fornecidos pelo empreendedor)
—— levantamentos de informações preliminares (LV-PRE);
—— programa geral de necessidades (PGN);
—— estudo de viabilidade do empreendimento (EV-EMP);
—— levantamento de informações técnicas especificas (LVIT-ARQ) – a serem fornecidas
pelo empreendedor ou contratadas como etapa do projeto.
6.4.2 Fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos

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[Link] Levantamento de informações técnicas específicas (quando estiver no contrato


do projeto, e considerado uma etapa de levantamento de dados para arquitetura – LV-
ARQ)
a) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);
b) registros de vistorias no local da futura edificação e de arquivos cadastrais (municipais,
estaduais ou federais), incluindo os seguintes dados mínimos:
—— vizinhança da edificação (estudos, impactos);
—— síntese das leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento (registro de
uso, recuos e afastamentos, coeficiente de construção, taxa de ocupação e gabaritos);
—— serviços públicos, companhias concessionárias;
—— transporte coletivo, água potável, esgotos sanitários, escoamento de águas pluviais,
energia elétrica em alta ou baixa tensão, iluminação pública, gás combustível, coleta de
lixo e pavimentação;
—— terreno destinado à edificação;
—— orientação Norte-Sul, direção e sentido dos ventos predominantes;
—— diferenças ou alterações ocorridas após o levantamento topográfico e cadastral (LV-
TOP) (movimentos de terra, construções clandestinas, rios, córregos, vias públicas, perfis,
pavimentações, calçadas, guias, sarjetas, torres de transmissão de alta-tensão e postes);
—— edificações existentes no terreno destinado à edificação (a demolir ou não);
—— área de construção, número de pavimentos, uso atual, características arquitetônicas
e construtivas;
—— outras informações relevantes.
c) documentos técnicos a serem apresentados:
—— desenhos cadastrais da vizinhança, do terreno e das edificações existentes: plantas,
cortes e elevações (escalas existentes ou convenientes);
—— textos: relatórios;
—— fotografias: preferencialmente coloridas, com indicação esquemática dos pontos de
vista e com textos explicativos;
—— outros meios de representação.
[Link] Programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ)
[Link].1 Informações de referência a serem utilizadas
a) programa geral de necessidades;
b) levantamento de dados para a arquitetura (LV-ARQ);
c) outras informações.
[Link].2 Informações técnicas a serem produzidas

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a) necessárias à concepção arquitetônica da edificação (ambiente construído ou artificial)


e aos serviços de obra, como nome, número e dimensões (gabaritos, áreas úteis e
construídas) dos ambientes de acordo com legislação vigentes e Normas Brasileiras
vigentes, com a distinção entre os ambientes a serem construídos, a ampliar, a serem
reduzidos e recuperados, a serem caracterizados de acordo com os requisitos por número,
idade e tempos de permanência dos usuários, em cada ambiente;
b) características funcionais ou das atividades em cada ambiente (ocupação, capacidade,
movimentos, fluxos e períodos);
c) características, dimensões e serviços dos equipamentos e mobiliário; requisitos
ambientais, níveis de desempenho; instalações especiais (elétricas, mecânicas,
hidráulicas e sanitárias e de segurança e acessibilidade).
[Link].3 Documentos técnicos a serem apresentados
d) desenhos: organograma funcional e esquemas básicos (escalas convenientes);
e) textos: memorial e recomendações gerais;
f) planilhas: relação ambientes/usuários/atividades/equipamentos/mobiliário, incluindo
características, requisitos, dimensões e quantidades.
6.4.3 Estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ)
[Link] Informações de referência a serem utilizadas
a) levantamento de dados para arquitetura (LV-ARQ);
b) programa de necessidades para arquitetura (PN-ARQ);
c) levantamento de dados obtidos pelas demais atividades técnicas das especialidades.
[Link] Informações técnicas a serem produzidas
a) metodologia empregada;
b) soluções alternativas (físicas e jurídico-legais);
c) conclusões e recomendações.
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados
a) desenhos: esquemas gráficos, perspectivas, diagramas e histogramas (escalas:
convenientes);
b) texto: relatório;
c) outros meios de representação.
6.4.4 Estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ)
[Link] Informações de referência a serem utilizadas
a) programa de necessidades de projeto arquitetônico (PN-ARQ);
b) programas de necessidades obtidos pelas demais atividades técnicas (quando
aplicável)

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c) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);


d) levantamento de dados para projeto arquitetônico ou levantamento de informações
técnicas específicas (LVIT-ARQ);
e) estudo de viabilidade de projeto arquitetônico (EV-ARQ);
f) sondagens de simples reconhecimento do solo (LV-SDG);
g) outras informações.
[Link] Informações técnicas a produzir
a) sucintas e suficientes para a caracterização geral da concepção adotada, incluindo
indicações das funções, dos usos, das formas, das dimensões, das localizações dos
ambientes da edificação, bem como de quaisquer outros requisitos prescritos ou de
desempenho;
b) sucintas e suficientes para a caracterização específica dos elementos construtivos e
dos seus componentes principais, incluindo indicações das tecnologias recomendadas;
c) relativas a soluções alternativas gerais e especiais, suas vantagens e desvantagens, de
modo a facilitar a seleção subsequente.
[Link] Documentos técnicos a serem apresentadas
a) desenhos:
—— planta geral de implantação;
—— plantas individualizadas dos pavimentos;
—— planta da cobertura;
—— cortes gerais (longitudinais e transversais) para ambientes internos e externos;
—— elevações (fachadas);
—— detalhes construtivos (quando necessário);
b) texto: memorial justificativo (opcional);
c) perspectivas (opcionais) (interiores ou exteriores, parciais ou gerais);
d) maquetes construídas ou virtuais (opcionais) (interior, exterior);
e) fotografias e recursos audiovisuais (opcionais).
6.4.5 Anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ)
[Link] Informações de referência a serem utilizadas:
a) estudo preliminar de arquitetura (EP-ARQ);
b) estudos preliminares complementares produzidos por outras atividades técnicas
(quando aplicável);
c) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);

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d) sondagens de simples reconhecimento do solo,(LV-SDG);


e) legislação municipal, estadual e federal vigente;
f) normas técnicas específicas.
[Link] Informações técnicas a serem produzidas: relativas à edificação (ambientes
interiores e exteriores) e a todos os elementos da edificação e a seus componentes
construtivos e materiais de construção considerados relevantes.
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados:
a) desenhos:
—— planta geral de implantação;
—— planta com as diretrizes de terraplenagem;
—— plantas individualizadas dos pavimentos
—— plantas das coberturas;
—— cortes (longitudinais e transversais) vinculados aos temas anteriormente citados
—— elevações (fachadas e outras);
—— detalhes principais (de elementos da edificação e de seus componentes
construtivos);
b) texto:
—— memorial descritivo do projeto arquitetônico de edificação;
—— memorial descritivo dos elementos da edificação, dos componentes construtivos e
dos materiais de construção.
6.4.6 Projetos para licenciamentos (PL)
[Link] Informações de referência a serem utilizadas
a) anteprojeto de arquitetura (AP-ARQ);
b) anteprojetos complementares produzidos por outras atividades técnicas (quando
aplicável);
c) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);
d) legislação vigente;
e) normas técnicas brasileiras especificas.
[Link] Informações técnicas a serem produzidas
Informações necessárias e suficientes ao atendimento dos requisitos legais para os
procedimentos de análise e de aprovação do projeto para a sua construção, incluindo os
órgãos públicos e as companhias concessionárias de serviços públicos, como
departamento de obras e de urbanismo municipais, conselhos dos patrimônios artísticos

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e históricos distritais, municipais e estaduais, autoridades estaduais e federais para a


proteção dos mananciais e do meio ambiente, e Departamento de Aeronáutica Civil.
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados
Desenhos, textos e memoriais requeridos em leis, decretos, portarias ou normas e
relativos aos diversos órgãos públicos ou companhias concessionárias de serviços nos
quais o projeto deva ser submetido para análise e aprovação.
6.4.7 Projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ)
[Link] Informações de referência a serem utilizadas
a) anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ);
b) anteprojetos produzidos por outras atividades técnicas.
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados
a) desenhos:
—— planta geral de implantação contendo informações planialtimétricas e de locação;
—— planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e existentes;
—— plantas e detalhes das coberturas;
—— cortes (longitudinais e transversais);
—— elevações (frontais, posteriores e laterais);
—— plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (tais como banheiros, cozinhas,
lavatórios, oficinas e lavanderias), contendo as especificações técnicas de seus
componentes e sua quantificação em cada desenho;
—— detalhes de elementos da edificação e de seus componentes construtivos em escalas
compatíveis;
b) textos:
—— memorial descritivo dos elementos e componentes arquitetônicos da edificação;
—— memorial descritivo dos elementos da edificação, das instalações prediais (aspectos
arquitetônicos), dos componentes construtivos e dos materiais de construção;
—— memorial quantitativo com o somatório dos componentes construtivos e dos
materiais de construção;
—— planilhas orçamentárias;
c) perspectivas (opcionais) (interiores ou exteriores, parciais ou gerais);
d) maquetes construídas em escala ou eletrônicas (opcionais) (interior e exterior);
e) fotografias e montagens (opcionais);
f) recursos audiovisuais (opcionais).

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REQUISITOS DAS FASES E ETAPAS DOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS E ESPECIALIDADES COMPLEMENTARES


(EDIFICAÇÃO)

a) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);

b) registros de vistorias no local da futura edificação e de arquivos cadastrais


(municipais, estaduais ou federais), incluindo os seguintes dados mínimos:

 vizinhança da edificação (estudos, impactos);


 síntese das leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento
(registro de uso, recuos e afastamentos, coeficiente de construção, taxa de
ocupação e gabaritos);
 serviços públicos, companhias concessionárias;
 transporte coletivo, água potável, esgotos sanitários, escoamento de águas
pluviais, energia elétrica em alta ou baixa tensão, iluminação pública, gás
Levantamento de
combustível, coleta de lixo e pavimentação;
informações técnicas
 terreno destinado à edificação;
específicas (quando
 orientação Norte-Sul, direção e sentido dos ventos predominantes;
estiver no contrato do
 diferenças ou alterações ocorridas após o levantamento topográfico e
projeto, e considerado
cadastral (LV-TOP) (movimentos de terra, construções clandestinas, rios,
uma etapa de
córregos, vias públicas, perfis, pavimentações, calçadas, guias, sarjetas,
levantamento de dados
torres de transmissão de alta-tensão e postes);
para arquitetura – LV-
LV-
 edificações existentes no terreno destinado à edificação (a demolir ou não);
ARQ)
ARQ
 área de construção, número de pavimentos, uso atual, características
arquitetônicas e construtivas;
 outras informações relevantes.

c) documentos técnicos a serem apresentados:

 desenhos cadastrais da vizinhança, do terreno e das edificações existentes:


plantas, cortes e elevações (escalas existentes ou convenientes);
 textos: relatórios;
 fotografias: preferencialmente coloridas, com indicação esquemática dos
pontos de vista e com textos explicativos;
 outros meios de representação.

a) programa geral de necessidades;


Informações de
referência a b) levantamento de dados para a arquitetura (LV-ARQ);
serem utilizadas
c) outras informações.
Programa de
necessidades de
a) necessárias à concepção arquitetônica da edificação
arquitetura (PN
PN-
PN-ARQ)
ARQ
(ambiente construído ou artificial) e aos serviços de obra, como
Informações nome, número e dimensões (gabaritos, áreas úteis e
técnicas a serem construídas) dos ambientes de acordo com legislação vigentes
produzidas e Normas Brasileiras vigentes, com a distinção entre os
ambientes a serem construídos, a ampliar, a serem reduzidos
e recuperados, a serem caracterizados de acordo com os

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requisitos por número, idade e tempos de permanência dos


usuários, em cada ambiente;

b) características funcionais ou das atividades em cada


ambiente (ocupação, capacidade, movimentos, fluxos e
períodos);

c) características, dimensões e serviços dos equipamentos e


mobiliário; requisitos ambientais, níveis de desempenho;
instalações especiais (elétricas, mecânicas, hidráulicas e
sanitárias e de segurança e acessibilidade).

a) desenhos: organograma funcional e esquemas básicos


(escalas convenientes);
Documentos
b) textos: memorial e recomendações gerais;
técnicos a serem
apresentados c) planilhas: relação ambientes / usuários / atividades /
equipamentos / mobiliário, incluindo características,
requisitos, dimensões e quantidades.

a) levantamento de dados para arquitetura (LV-ARQ);


Informações de
b) programa de necessidades para arquitetura (PN-ARQ);
referência a
serem utilizadas c) levantamento de dados obtidos pelas demais atividades
técnicas das especialidades.

a) metodologia empregada;
Estudo de viabilidade de Informações
técnicas a serem b) soluções alternativas (físicas e jurídico-legais);
arquitetura (EV
EV-
EV-ARQ)
ARQ
produzidas
c) conclusões e recomendações

a) desenhos: esquemas gráficos, perspectivas, diagramas e


Documentos histogramas (escalas: convenientes);
técnicos a serem
b) texto: relatório;
apresentados
c) outros meios de representação.

a) programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ);

b) programas de necessidades obtidos pelas demais atividades


Informações de
Estudo preliminar técnicas (quando aplicável)
referência a
arquitetônico (EP
EP-
EP-ARQ)
ARQ
serem utilizadas
c) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);

d) levantamento de dados para arquitetura (LV-ARQ);

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e) estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ);

f) outras informações.

a) sucintas e suficientes para a caracterização geral da


concepção adotada, incluindo indicações das funções, dos
usos, das formas, das dimensões, das localizações dos
ambientes da edificação, bem como de quaisquer outros
requisitos prescritos ou de desempenho;
Informações
técnicas a serem b) sucintas e suficientes para a caracterização específica dos
produzidas elementos construtivos e dos seus componentes principais,
incluindo indicações das tecnologias recomendadas;

c) relativas a soluções alternativas gerais e especiais, suas


vantagens e desvantagens, de modo a facilitar a seleção
subsequente.

a) desenhos:

 planta geral de implantação;


 plantas individualizadas dos pavimentos;
 planta da cobertura;
 cortes gerais (longitudinais e transversais) para
ambientes internos e externos;
 elevações (fachadas);
Documentos  detalhes construtivos (quando necessário);
técnicos a serem
apresentados b) texto: memorial justificativo (opcional);

c) perspectivas (opcionais) (interiores ou exteriores, parciais ou


gerais);

d) maquetes construídas ou virtuais (opcionais) (interior,


exterior);

e) fotografias e recursos audiovisuais (opcionais).

a) estudo preliminar de arquitetura (EP-ARQ);

b) estudos preliminares complementares produzidos por


outras atividades técnicas (quando aplicável);
Informações de
Anteprojeto c) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);
referência a
arquitetônico (AP
AP-
AP-ARQ)
ARQ
serem utilizadas
d) sondagens de simples reconhecimento do solo,(LV-SDG);

e) legislação municipal, estadual e federal vigente;

f) normas técnicas específicas.

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relativas à edificação (ambientes interiores e exteriores) e a


Informações
todos os elementos da edificação e a seus componentes
técnicas a serem
construtivos e materiais de construção considerados
produzidas
relevantes.

a) desenhos:

 planta geral de implantação;


 planta com as diretrizes de terraplenagem;
 plantas individualizadas dos pavimentos
 plantas das coberturas;
 cortes (longitudinais e transversais) vinculados aos
temas anteriormente citados
Documentos  elevações (fachadas e outras);
técnicos a serem  detalhes principais (de elementos da edificação e de
apresentados seus componentes construtivos);

b) texto:

 memorial descritivo do projeto arquitetônico de


edificação;
 memorial descritivo dos elementos da edificação, dos
componentes construtivos e dos materiais de
construção.

a) anteprojeto de arquitetura (AP-ARQ);

b) anteprojetos complementares produzidos por outras


Informações de atividades técnicas (quando aplicável);
referência a
c) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);
serem utilizadas
d) legislação vigente;

e) normas técnicas brasileiras especificas.

Projetos para Informações necessárias e suficientes ao atendimento dos


licenciamentos (PL
PL)
PL requisitos legais para os procedimentos de análise e de
aprovação do projeto para a sua construção, incluindo os
Informações órgãos públicos e as companhias concessionárias de serviços
técnicas a serem públicos, como departamento de obras e de urbanismo
produzidas municipais, conselhos dos patrimônios artísticos e históricos
distritais, municipais e estaduais, autoridades estaduais e
federais para a proteção dos mananciais e do meio ambiente,
e Departamento de Aeronáutica Civil.

Documentos
técnicos a serem Desenhos, textos e memoriais requeridos em leis, decretos,
apresentados portarias ou normas e relativos aos diversos órgãos públicos

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 44


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ou companhias concessionárias de serviços nos quais o projeto


deva ser submetido para análise e aprovação.

Informações de a) anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ);


referência a
serem utilizadas b) anteprojetos produzidos por outras atividades técnicas.

a) desenhos:

 planta geral de implantação contendo informações


planialtimétricas e de locação;
 planta e cortes de terraplenagem com as cotas de
nível projetadas e existentes;
 plantas e detalhes das coberturas;
 cortes (longitudinais e transversais);
 elevações (frontais, posteriores e laterais);
 plantas, cortes e elevações de ambientes especiais
(tais como banheiros, cozinhas, lavatórios, oficinas e
lavanderias), contendo as especificações técnicas de
seus componentes e sua quantificação em cada
desenho;
 detalhes de elementos da edificação e de seus
componentes construtivos em escalas compatíveis;
Projeto executivo
arquitetônico
arquitetôn ico (PE
PE-
PE-ARQ)
ARQ b) textos:
Documentos
técnicos a serem  memorial descritivo dos elementos e componentes
apresentados arquitetônicos da edificação;
 memorial descritivo dos elementos da edificação, das
instalações prediais (aspectos arquitetônicos), dos
componentes construtivos e dos materiais de
construção;
 memorial quantitativo com o somatório dos
componentes construtivos e dos materiais de
construção;
 planilhas orçamentárias;

c) perspectivas (opcionais) (interiores ou exteriores, parciais ou


gerais);

d) maquetes construídas em escala ou eletrônicas (opcionais)


(interior e exterior);

e) fotografias e montagens (opcionais);

f) recursos audiovisuais (opcionais).

7 Condições específicas de aplicabilidade

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A aplicabilidade integral ou parcial dos requisitos expressos nesta Parte da ABNT NBR
16636 deve ser previamente estabelecida em contratos, para cada projeto específico,
com base nas características e complexidade de cada edificação ou conjunto de
edificações, visando a correta definição dos elementos da edificação, dos sistemas das
instalações prediais, dos componentes construtivos e dos materiais para construção,
assim como considerando-se a disponibilidade dos recursos humanos, técnicos e
materiais necessários à sua produção em cada local do País e os prazos a serem
cumpridos em cada uma das etapas, definidas e especificadas de acordo com esta Parte
da ABNT NBR 16636.
O projeto executivo arquitetônico deve ser integrado aos projetos complementares das
outras especialidades, formando assim o projeto completo de edificação pelo conjunto
de projetos compatibilizados.
NOTA: O Anexo B apresenta o fluxograma genérico para a aplicação de acordo com as condições descritas
acima, O fluxograma apresenta, como exemplo, a sequência de atividades recomendada para a
elaboração de um determinado projeto de edificação.
7.1 Da documentação conforme construído
Após a realização das obras, a documentação do projeto completo deve receber a
atualização para a documentação conforme construído – (“as built”), com anuência dos
autores, construtor e cliente. Essa documentação deve ser guardada pelos responsáveis,
para uso, manutenção e operação da edificação no local edificado.
Todas as alterações de projeto realizadas durante as obras devem ser aprovadas em
comum acordo entre cliente, construtores e projetistas, antes de sua execução em campo.
Todos os desenhos “conforme construído/(“as-built”) devem ser firmados por todos,
independentemente do responsável técnico pelos levantamentos e desenhos “conforme
construído (ver ABNT NBR 14645-1, ABNT NBR 14645-2, ABNT NBR 14645-3).
7.2 Do projeto completo da edificação
Os projetos executivos complementares devem obedecer às Normas Brasileiras
específicas de cada setor e devem ser compatibilizados de forma integrada com o projeto
arquitetônico, de maneira a formar o conjunto de projetos denominado “Projeto
Completo da Edificação”, conforme o gráfico-síntese constante no Anexo A.
7.3 Requisitos para contratos de prestação de serviços técnicos profissionais
especializados de projeto arquitetônico voltado a edificações
Na prestação de serviços especializados de projetos técnicos arquitetônicos de
edificações, devem ser definidos previamente os seguintes temas do conteúdo técnico,
considerando o descrito em 7.3.1 a 7.3.3, em comum acordo entre o contratante e o
contratado.
7.3.1 As atividades preparatórias a serem realizadas pelo cliente ou pelo profissional
contratado.
7.3.2 As condições de coordenação geral das demais atividades técnicas do projeto, e
cronograma de atividades elaborado por profissional habilitado, de acordo com a

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complexidade de cada projeto, envolvendo (de acordo com cada caso) as seguintes
especialidades:
a) fundações;
b) estruturas;
c) sistemas de instalações prediais e de segurança;
d) iluminação e luminotécnica;
e) comunicação visual;
f) arquitetura paisagística e paisagismo das áreas externas;
g) impermeabilização;
h) equipamentos eletromecânicos;
i) leiaute e mobiliário acessório (Design de Interiores);
j) acústica
7.3.3 As condições de direitos autorais, especialmente no caso de repetições, respeitando-
se a legislação vigente.

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FiguFigura B.1 – Fluxograma exemplificativo do projeto arquitetônico de edificaçõesra B.1 –


Fluxograma exemplificativo do projeto arquitetônico de edificações

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4 - NBR 6492:2021 – DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA PARA PROJETOS


ARQUITETÔNICOS E URBANÍSTICOS — REQUISITOS

Fala galera! Vamos à NBR 6492 atualizada! Versão de junho de 2021.


A norma tem consonância com as 3 partes da ABNT NBR 16636, cujo título é “Elaboração e
desenvolvimento de serviços técnicos especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos.”
Esta versão de 2021, com 48 páginas, revisa a antiga norma ABNT NBR 6492:1994 com 27 páginas,
que tinha o nome “Representação de Projetos de Arquitetura”.
Essa norma estabelece regras para a documentação escrita e gráfica de projetos arquitetônicos e
urbanísticos, reunindo o conteúdo mínimo de informações das etapas dos projetos, a serem
devidamente registradas em textos, desenhos, imagens ou outras formas de documentação. Tudo
isso visando à correta comunicação entre as partes interessadas, tais como, clientes, projetistas,
construtores, fornecedores de materiais e componentes e órgãos legais.
Sem mais delongas, vamos aos termos e definições trazidos pela norma, parte, normalmente, mais
cobrada nas provas.

4.1-
.1- TERMOS E DEFINIÇÕES

DEFINIÇÕES

CARIMBO espaço na folha de desenho, destinado à


identificação e às informações referentes ao
SELO
conteúdo de cada folha
ETIQUETA

CORTE representação gráfica realizada a partir de um


plano secante vertical que divide o edifício ou
outro objeto em duas partes, no sentido
longitudinal ou no transversal

COTA toda e qualquer medida expressa em peças


gráficas de projetos arquitetônicos e urbanísticos

COTA DE NÍVEL indicação do nível altimétrico referenciado em


peças gráficas de projetos arquitetônicos e
urbanísticos

COTA DE NÍVEL ACABADO (N.A.) cota de nível que considera a espessura do


revestimento

COTA DE NÍVEL EM OSSO (N.O.) cota de nível que não considera a espessura do
revestimento e de seu substrato

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CROQUI desenho de caráter livre que visa mostrar ideias e


concepções do projeto

ELEVAÇÃO 〈PROJETOS ARQUITETÔNICOS〉


ARQUITETÔNICOS〉 representação gráfica em projeção vertical
ortogonal de planos internos ou de elementos da
edificação

ESCALA relação dimensional entre a representação de um


objeto no desenho e as suas dimensões reais

ESPECIFCAÇÃO atividade de projeto que consiste na fixação


prévia das características, condições ou
requisitos relativos a materiais, elementos e
componentes, equipamentos, instalações ou
técnicas de execução, a serem empregados em
obra ou serviços técnicos

FACHADA 〈PROJETO ARQUITETÔNICO


ARQUITET NICO〉
NICO〉 representação gráfica em projeção vertical
ortogonal de cada um dos lados planos externos
de uma edificação
NOTA
Os cortes transversais e longitudinais podem ser
marcados nas fachadas.

LEGENDA listagem de símbolos e outras formas de


sinalização, acompanhados de seus significados,
dos itens a serem identificados nos desenhos e
dos conteúdos da documentação do projeto

LISTA DE PRANCHAS E DOCUMENTOS relação sequencial dos documentos gráficos e


dos seus documentos complementares

PLANILHA QUANTITATIVA levantamento quantitativo de todos os materiais,


elementos e componentes especificados no
projeto, com as informações completas e
suficientes para a sua orçamentação e aquisição

PLANTA vista superior em projeção ortogonal da


edificação ou outro objeto, em uma determinada
altura

PLANTA-
PLANTA-CHAVE desenho esquemático da parte do projeto
representada na prancha em relação ao todo

PLANTA DE IMPLANTAÇÃO planta que compreende a localização e as


dimensões da edificação, conjunto edificado ou
espaços não edificados, e do edifício isolado no
lote ou na área de intervenção, indicando, em
escala compatível, as dimensões do terreno,

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recuos, projeção da(s) cobertura(s) e áreas


permeáveis e impermeáveis

PLANTA DE PAVIMENTO vista superior resultante de um plano secante


horizontal, que corta a edificação em uma
determinada altura

PLANTA DE SITUAÇÃO planta com a função de situar a área de


intervenção no terreno em relação às áreas
vizinhas ou aos terrenos vizinhos que compõem
a(s) quadra(s) e ao(s) logradouro(s) que a
limita(m)

PRANCHA resultado da reunião de informações gráficas


(desenhos) e textos produzidos em folha de
desenho

PROGRAMA DE NECESSIDADES PARA O documento preliminar do projeto que caracteriza


PROJETO ARQUITETÔNICO OU URBANÍSTICO o empreendimento ou o projeto objeto de estudo,
que contém o levantamento das informações
necessárias, incluindo a relação dos setores que
o compõem, suas ligações, necessidades de área,
características gerais e requisitos especiais,
posturas municipais, códigos e normas
pertinentes

REFERÊNCIA DE NÍVEL cota de nível indicada pelo projeto para o início


da demarcação altimétrica

DETALHES representação gráfica de todos os pormenores


necessários, em escala adequada, para completo
AMPLIAÇÕES
entendimento do projeto e para possibilitar a sua
correta execução

VISTA 〈PROJETOS URBANÍSTICOS


URBAN STICOS〉
STICOS〉 representação gráfica em projeção vertical
ortogonal de um conjunto urbano e seus
componentes

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4.2-
.2- REQUISITOS E CONDIÇÕES GERAIS PARA APRESENTAÇÃO FÍSICA DE DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

4.2.1 – Categorias de documentos

4.1 Categorias de documentos


4.1.1 Os documentos técnicos a serem apresentados devem pertencer a uma das duas
categorias indicadas a seguir:
a) documentos gráficos;
b) documentos escritos.
4.1.2 Os documentos gráficos são quaisquer peças cujas informações são transmitidas
por uma das formas a seguir:
a) desenhos:
— croquis: representação gráfica que não exige precisão, uso de escalas ou de dimensões
exatas, onde as intenções e ideias dão os primeiros passos no processo criativo, destinado

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à discussão do partido arquitetônico ou urbanístico e ao esclarecimento de dúvidas ao


longo do projeto;
— plantas: as plantas de edificação devem ser de todos os pavimentos, deixando claro
quando houver repetições. As plantas do projeto urbanístico devem apresentar todos os
elementos projetados, sejam edificados ou não, e a sua inserção no território
preexistente.
NOTA Recomenda-se que a altura do plano secante seja de 1,50 m. No entanto, ela pode
variar para cada projeto, de maneira a representar os elementos considerados
fundamentais, recomendando-se que as exceções sejam informadas claramente.
— cortes: os cortes devem ser dispostos de forma que o desenho mostre o máximo
possível de detalhes construtivos. Pode haver deslocamento do plano secante onde
necessário, devendo ser assinalados, de maneira precisa, o seu início e o final. Nos cortes
transversais, podem ser marcados os cortes longitudinais e vice-versa. Os cortes
transversais e longitudinais podem ser marcados nas fachadas;
— elevações: as elevações servem para complementar as informações que não foram
contempladas pelos cortes e plantas;
— fachadas: recomenda-se que todas as fachadas sejam representadas pelo projeto;
— detalhes: para seleção das elevações constantes da documentação gráfica (desenhos),
deve ser considerada a quantidade de informações necessárias ao entendimento do
projeto, de acordo com o objetivo de complementação do conteúdo;
— perspectivas;
b) fotos e imagens;
c) esquemas, diagramas e histogramas.
4.1.3 Os documentos escritos são quaisquer peças nos quais o conteúdo principal seja
apresentado de forma textual e/ou numérica.

Re

quisitos e condições ger ais para apresentação física de


documentação técnica

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croquis

plantas

cortes

desenhos elevações

fachadas
documentos
fotos e imagens
gráficos detalhes

esquemas, perspectivas
diagramas e
histogramas
Documentos
técnicos

quaisquer peças nos quais o


documentos conteúdo principal seja
escritos apresentado de forma textual
e/ou numérica

4.2.2 – Papel

4.2 Papel
Os documentos, em geral, devem estar registrados em papéis com resistência e
durabilidade apropriadas. A escolha do tipo de papel deve ser feita em função dos
objetivos, do tipo do projeto e das facilidades de reprodução.

4.2.3 – Formatos

4.3 Formatos
Devem ser utilizados os formatos de papel da série A, formato A0 como máximo e A4
como mínimo, para evitar problemas de manuseio e arquivamento.

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4.2.4 – Dobramento de cópias

4.4 Dobramento de cópias


As cópias devem ser dobradas, obtendo-se o formato A4 ao final do dobramento.
Deve-se considerar aba lateral à esquerda para fixação das folhas em pastas, e o carimbo
sempre deve estar totalmente visível.

4.2.5 – Carimbo (para desenhos)

4.5 Carimbo (para desenhos)


O carimbo, deve estar posicionado no canto inferior direito das folhas de desenho e deve ser
reservado à titulação e numeração dos desenhos, seguindo o formato A4.
4.5.1 Devem constar no mínimo as seguintes informações:
a) identificação da empresa;
b) identificação do cliente, nome do projeto ou empreendimento;
c) título do desenho;
d) indicação sequencial do projeto (número ou letras);
e) escala;
f) local e data;
g) autoria do desenho e do projeto;
h) responsável(is) técnico(s);
i) indicação da revisão;
j) local para chancela de aprovação (quando aplicável).
4.5.2 Próximos do carimbo, localizados acima deste, devem constar:
a) planta-chave;
b) escala gráfica;
c) numeração;
d) descrição da revisão;
e) convenções gráficas;
f) notas gerais;
g) desenhos de referência;
h) legenda de símbolos.

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EXEMPLOS DE CARIMBOS:

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4.3
4.3- CARACTERIZAÇÃO E CONTEÚDO DOS DOCUMENTOS TÉCNICOS APRESENTADOS NAS ETAPAS
DA FASE DE ELABORAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS ARQUITETÔNICOS

4.3.1 – Levantamento de dados para o projeto arquitetônico (LV-


(LV-ARQ)

5.1 Levantamento de dados para o projeto arquitetônico (LV-ARQ)


O levantamento caracteriza-se como a coleta de dados e informações técnicas sobre
terreno, vizinhança, legislação incidente e condições ambientais locais, que auxiliam na
elaboração e desenvolvimento do projeto arquitetônico. Outros levantamentos de dados
pertinentes, que interessem à arquitetura, também podem ser realizados.
A composição da documentação técnica exigida nesta etapa é descrita em 5.1.1 a 5.1.2.

terreno

vizinhança

coleta de dados e
legislação incidente
informações técnicas sobre

condições ambientais locais

Levantamento outros dados pertinentes

(LV-
(LV-ARQ)
auxiliam na elaboração e
desenvolvimento do projeto
arquitetônico

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5.1.1 Documentos gráficos


Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
a) plantas cadastrais da vizinhança:
— do cadastro: limites e identificação dos distritos e setores municipais, das quadras e
dos lotes; vias com códigos e nomenclatura de logradouros;
— da altimetria: pontos cotados e curvas de nível;
— dos elementos naturais: corpos hídricos (rios, córregos, lagos, represas);
— dos elementos construídos: projeção dos edifícios existentes e de equipamentos
urbanos, com identificação pelo nome (de educação, saúde, cultura, lazer, infraestrutura
e outros relevantes); ruínas; cercas e muros;
— da simbologia: indicação de norte, escala e legenda de símbolos, conforme
recomendações no Anexo A;
b) planta do levantamento planialtimétrico do terreno:
— da altimetria: pontos cotados e curvas de nível a cada metro;
— dos elementos naturais: corpos hídricos (rios, córregos, lagos, represas), áreas
alagáveis e massas arbóreas; árvores e arbustos (representados por troncos e copas);
— dos elementos construídos: edificações existentes, inclusive ruínas; caminhos, estradas
pavimentadas e estradas de ferro; calçadas; cercas e muros; torres de alta-tensão;
postes; elementos de drenagem (grelhas, canaletas, canais); e outros existentes;
— das definições escriturais, patrimoniais, legais: divisa do levantamento; divisas de
matrícula (com respectivos números); delimitação de áreas de preservação ou de
conservação; delimitação de áreas de servidão;
— da simbologia: indicação de norte, escala, denominação dos elementos naturais e
construídos, dimensões, legenda de símbolos, conforme recomendações no Anexo A;
c) plantas, cortes e elevações do terreno juntamente com as edificações nele existentes
e edificações vizinhas:
— do terreno: curvas de nível e taludes (em plantas, cortes e elevações);
— das edificações: contorno dos edifícios vizinhos (com mais informações, se for do
interesse); elementos construtivos das edificações existentes no terreno;
— da simbologia: indicação de norte, escala, dimensões, cotas de nível, legenda de
símbolos, conforme recomendações no Anexo A.

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plantas cadastrais da vizinhança

planta do levantamento
planialtimétrico do terreno
Levantamento
Documentos gráficos
(LV-
(LV-ARQ) plantas, cortes e elevações do
terreno juntamente com as
edificações nele existentes e
edificações vizinhas

5.1.2 Documentos escritos


Os documentos escritos são relatórios técnicos sobre os levantamentos realizados, como
de topografia, sondagem, vizinhança, aspectos ambientais e outros pertinentes, que
permitam tomar decisões durante o desenvolvimento do projeto arquitetônico, contendo
as informações a seguir:
a) dados ambientais locais:
— temperaturas, pluviosidades, insolação, regime de ventos e marés, com as respectivas
fontes;
— níveis de poluição do ar, do solo, das águas e sonora, com identificação do responsável
pela medição, método e instrumentos utilizados;
b) dados urbanísticos:
— uso e ocupação do solo e padrões arquitetônicos do entorno;
— infraestrutura disponível, considerando redes de água e esgoto, gás, energia,
transporte urbano (preferencialmente, deve estar acompanhado de mapeamento);
— condições de tráfego;
c) dados legislativos (municipais, estaduais e federais):
— de limitações no terreno: restrições de uso; taxas de ocupação e coeficiente de
aproveitamento; gabaritos; alinhamentos, recuos e afastamentos;
— de exigências específicas: de prefeituras; corpo de bombeiros; concessionárias de
serviços públicos; patrimônio histórico e outros;
d) registros fotográficos de terreno e vizinhança, preferencialmente coloridas e com
indicação esquemática dos pontos de vista e textos explicativos.

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temperaturas, pluviosidades, insolação, regime de ventos


e marés, com as respectivas fontes
dados
ambientais
locais níveis de poluição do ar, do solo, das águas e sonora, com
identificação do responsável pela medição, método e
instrumentos utilizados

uso e ocupação do solo e padrões arquitetônicos do


entorno

dados infraestrutura disponível (redes de água e esgoto, gás,


urbanísticos energia, transporte urbano)
Levantamento Documentos
(LV-
(LV-ARQ) escritos condições de tráfego

limitações no terreno (restrições de uso; taxas de


dados ocupação e coeficiente de aproveitamento; gabaritos;
legislativos alinhamentos, recuos e afastamentos)
(municipais,
estaduais e exigências específicas (prefeituras; corpo de bombeiros;
federais) concessionárias de serviços públicos; patrimônio histórico)

registros
fotográficos
de terreno e
vizinhança

4.3.2 – Programa de necessidades para o projeto arquitetônico (PN-


(PN-ARQ)

5.2 Programa de necessidades para o projeto arquitetônico (PN-ARQ)


5.2.1 Documentos gráficos
Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
a) organograma funcional com a relação entre os ambientes e destes com os fluxos
pretendidos;

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b) esquemas básicos em escalas convenientes que tratem da caracterização desses


ambientes quanto à área, dimensões, mobiliário e demais exigências.
5.2.2 Documentos escritos
Planilha com a identificação e quantificação dos ambientes, respectivas dimensões e
áreas mínimas, descrição dos usuários e atividades, além de outras exigências que o
projeto deva suprir.

organograma funcional

Documentos gráficos

esquemas básicos

Programa de
Necessidades
(PN-
(PN-ARQ) Planilha com os ambientes
(identificação, quantificação,
Documentos escritos dimensões e áreas mínimas,
descrição dos usuários e
atividades)

4.3.3 – Estudo de viabilidade de projeto arquitetônico (EV-


(EV-ARQ)

5.3 Estudo de viabilidade de projeto arquitetônico (EV-ARQ)


5.3.1 Generalidades
O estudo de viabilidade de projeto arquitetônico caracteriza-se como o conjunto de
informações gráficas e escritas capaz de subsidiar ou embasar as decisões sobre
eventuais opções formais que atendam ao programa de necessidades para o projeto
arquitetônico.
5.3.2 Documentos gráficos
Estudos volumétricos expressos por meio de perspectivas ilustrativas e plantas, e os
cortes esquemáticos de implantação na área do empreendimento.
5.3.3 Documentos escritos

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Planilha com a identificação e quantificação das áreas construídas, livres e permeáveis, e


com as respectivas dimensões, descrição dos fluxos, acessos principais e distribuição e
integração das atividades previstas no programa de necessidades.

Documentos gráficos estudos volumétricos

Planilha com a identificação,


quantificação e dimensões das
Estudo de Viabilidade áreas construídas, livres e
(EV- Documentos escritos permeáveis, descrição dos fluxos,
(EV-ARQ)
acessos principais e distribuição e
integração das atividades
previstas no PN-ARQ

é capaz de auxiliar ou
embasar as decisões sobre
as opções formais que
atendam ao PN-ARQ

4.3.4 – Estudo preliminar arquitetônico (EP-


(EP-ARQ)

5.4 Estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ)


5.4.1 Generalidades
Concepção inicial do projeto arquitetônico, no qual se especificam funções, usos, formas
e dimensões para os ambientes, bem como elementos construtivos e componentes
principais do projeto. Podem-se apresentar várias versões na etapa de estudo preliminar,
conforme acordado entre as partes interessadas.
5.4.2 Documentos gráficos
Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:

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a) planta de implantação: deve indicar norte, escala, vias de acesso, acesso principal ao
objeto arquitetônico, platôs e taludes principais, perímetro do terreno, recuos e
afastamentos, denominação das edificações, indicação de áreas cobertas e
estacionamentos, cotas gerais e cotas de nível principais; recuos, projeção da(s)
cobertura(s) e áreas permeáveis e impermeáveis;
b) plantas individualizadas dos pavimentos: devem indicar norte, escala, acessos, vedos
internos e externos, esquadrias (portas e janelas), elementos estruturais principais,
identificação dos ambientes, espaços de circulação, áreas de serviços, áreas funcionais e
técnicas; projeção de níveis superiores e da cobertura, cotas gerais e cotas de nível
principais;
c) cortes gerais (longitudinais e transversais); escala, elementos estruturais principais,
vedos internos e externos, esquadrias (portas e janelas), identificação dos ambientes
representados, cobertura com indicação da respectiva inclinação, cotas gerais e cotas de
nível principais, eixos do projeto, relevo construído e projeção da topografa natural;
d) elevações: devem incluir escala(s), vedos externos, esquadrias (portas e janelas),
elementos estruturais (quando aparentes), relevo, cotas de nível principais, cobertura
(quando aparente);
e) detalhes construtivos, quando necessário.
5.4.3 Documentos escritos
Opcionalmente, pode ser apresentado um memorial justificativo que acompanhe o
estudo arquitetônico. Neste caso, ele deve conter, de forma textual, o partido
arquitetônico para o projeto, as decisões de projeto tomadas no Estudo preliminar
arquitetônico (EP-ARQ) e as respectivas justificativas.

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funções, usos, formas e dimensões para os ambientes

Concepção inicial do
projeto arquitetônico, elementos construtivos
no qual se especificam

componentes principais do projeto

planta de implantação

plantas dos pavimentos

Estudo Preliminar Documentos gráficos cortes gerais


(EP-
(EP-ARQ)

elevações

detalhes construtivos, se pertinentes

opcionalmente, memorial justifcativo que, de forma


Documentos escritos textual, contenha o partido arquitetônico, as decisões
tomadas e suas justificativas

4.3.5
4.3.5 – Anteprojeto arquitetônico (AP-
(AP-ARQ)

5.5 Anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ)


5.5.1 Definição e desenvolvimento do partido arquitetônico
A definição e o desenvolvimento do partido arquitetônico devem incluir o pré-
dimensionamento dos elementos construtivos e as definições gerais dos demais projetos
complementares, de modo a subsidiar o processo de aprovação pelo cliente, e o
desenvolvimento da documentação para aprovação pelos órgãos oficiais responsáveis.

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5.5.2 Documentos gráficos


Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
a) planta geral de implantação: indicar norte, escala, vias de acesso, acesso principal do
objeto arquitetônico, platôs e taludes, perímetro do terreno, recuos e afastamentos, eixos
do projeto com respectivo ponto de referência, denominação das edificações, indicação
de áreas cobertas e estacionamentos, cotas gerais e cotas de nível principais, eixos do
projeto;
b) planta com diretrizes de terraplenagem;
c) planta individualizada dos pavimentos: indicar norte, escala, acessos, vedos internos e
externos, esquadrias (portas e janelas), elementos estruturais principais, identificação
dos ambientes, espaços de circulação, áreas de serviços, áreas funcionais e técnicas;
projeção de níveis superiores e da cobertura, cotas gerais e cotas de nível principais;
d) planta das coberturas: indicar norte, escala, curvas de nível, acessos, estacionamento
e áreas cobertas, cobertura das edificações, sentido de escoamento das águas pluviais e
inclinação, cotas gerais e cotas de nível principais;
e) cortes (longitudinais e transversais): indicar escala, elementos estruturais gerais,
vedos internos e externos, esquadrias (portas e janelas), identificação dos ambientes
representados, cobertura com indicação da respectiva inclinação, cotas gerais e cotas de
nível principais, eixos do projeto, relevo construído e projeção da topografa natural;
f) elevações (fachadas e outras);
g) detalhes principais (de elementos da edificação e de seus componentes construtivos).
5.5.3 Documentos escritos
Os documentos escritos a serem apresentados devem ser os seguintes:
a) memorial descritivo do projeto arquitetônico;
b) memorial descritivo dos elementos da edificação, componentes construtivos e
materiais de construção;
c) lista de pranchas e documentos.

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pré-dimensionamento dos elementos construtivos

Definição e defnições gerais dos demais projetos complementares


desenvolvimento do
partido arquitetônico
de modo a subsidiar o processo de aprovação pelo
cliente, e o desenvolvimento da documentação para
aprovação pelos órgãos ofciais responsáveis

planta geral de implantação

planta com diretrizes de terraplenagem

plantas dos pavimentos

Anteprojeto Documentos gráficos planta das coberturas

(AP-
(AP-ARQ)
cortes

elevações (fachadas e outras)

detalhes principais

projeto arquitetônico

elementos da edificação
memorial descritivo do(s)
Documentos escritos componentes construtivos

materiais de construção

lista de pranchas e documentos

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4.3.6 – Projeto para licenciamentos (PL-


(PL-ARQ)

5.6 Projeto para licenciamentos (PL-ARQ)


As formas de representação são variáveis em cada região e devem atender à legislação
vigente para cada caso.

4.3.7 – Projeto executivo arquitetônico (PE-


(PE-ARQ)

5.7 Projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ)


5.7.1 O PE-ARQ deve apresentar, de forma clara e organizada, todas as informações
necessárias para a construção, detalhes construtivos, todas as dimensões (cotas)
necessárias para a construção do edifício, especificações (informações de acabamentos),
níveis e especificações de serviços inerentes.
5.7.2 Entre os documentos gráficos, apresentam-se os indicados em 5.7.3 a 5.7.5 e nesta
etapa é necessária a definição de referenciação única para as cotas de nível do projeto a
ser executado.
5.7.3 Os desenhos obrigatórios são indicados a seguir
a) planta geral de implantação, contendo informações planialtimétricas e de locação;
b) planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e existentes;
c) plantas dos pavimentos;
d) planta das coberturas (com detalhes);
e) plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (áreas molhadas e oficinas),
contendo especificações técnicas de componentes e quantificação em cada desenho;
f) detalhes de elementos da edificação e de seus componentes construtivos em escalas
compatíveis.
5.7.4 Os documentos a seguir são opcionais e complementares aos documentos gráficos:
a) perspectivas (de interiores ou exteriores, parciais ou gerais);
b) maquetes construídas em escala ou eletrônicas (interior ou exterior);
c) fotografias e montagens;
d) recursos audiovisuais.
5.7.5 Devem ser apresentados os seguintes documentos escritos:
a) memorial descritivo dos elementos e componentes arquitetônicos da edificação;
b) memorial descritivo dos elementos da edificação, das instalações prediais (em
aspectos arquitetônicos), dos componentes construtivos e dos materiais de construção;

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c) memorial quantitativo com os somatórios dos componentes construtivos e dos


materiais de construção;
d) planilhas orçamentárias;
e) lista de pranchas e documentos.
O conjunto de documentos descrito na Seção 5 compõe o projeto arquitetônico completo
e deve ter orçamento e cronograma relacionados conforme as ABNT NBR 16636-1 e ABNT
NBR 16636-2.

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detalhes construtivos
Deve apresentar
todas as
informações todas as cotas necessárias para a execução da obra
necessárias para
a construção especificações de serviços e acabamentos e níveis em relação a uma
referenciação única

planta geral de implantação, contendo informações planialtimétricas


e de locação

planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e


existentes

Documentos plantas dos pavimentos


gráficos
(desenhos
planta das coberturas (com detalhes)
obrigatórios)

plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (áreas molhadas e


oficinas), contendo especificações técnicas de componentes e
quantificação em cada desenho

detalhes de elementos da edificação e de seus componentes


construtivos em escalas compatíveis
Projeto
Executivo
perspectivas
(AP-
(AP-ARQ)
Documentos
maquetes construídas ou eletrônicas
opcionais e
complementares
aos documentos
fotografias e montagens
gráficos

recursos audiovisuais

elementos e componentes
arquitetônicos da edificação
elementos da edificação, das
instalações prediais (em aspectos
arquitetônicos), dos componentes
construtivos e dos materiais de
memorial descritivo do(s) construção

memorial quantitativo componentes construtivos


com os somatórios dos
componentes construtivos
Documentos e dos materiais de materiais de construção
escritos construção

planilhas orçamentárias

lista de pranchas e
documentos

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4.3.8 – Documentação como construído (“as built”)

5.8 Documentação como construído (“as built”)


Última revisão do projeto executivo, em que a representação gráfica constante no projeto
da edificação está condizente com a obra acabada, ou seja, todas as alterações realizadas
durante a obra devem estar devidamente registradas deste documento e podem facilitar
as manutenções ou intervenções na edificação.

4.4-
4.4- CARACTERIZAÇÃO E CONTEÚDO DOS DOCUMENTOS TÉCNICOS APRESENTADOS NAS ETAPAS
DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETO URBANÍSTICO

4.4.1 – Levantamento de dados para o projeto urbanístico (LV-


(LV-PROJURB)

6.1 Levantamento de dados para o projeto urbanístico (LV-PROJURB)


6.1.1 O levantamento de dados para o projeto urbanístico caracteriza-se como a coleta
de dados e informações técnicas sobre terreno ou gleba, vizinhança, legislação incidente
e condições ambientais locais, que auxiliam na elaboração e desenvolvimento dos
projetos integrados. Outros levantamentos de dados pertinentes, que interessem ao
projeto urbanístico, também podem ser realizados.
6.1.2 A composição da documentação técnica exigida nesta etapa é a indicada em [Link]
a .[Link].

terreno ou gleba

vizinhança

coleta de dados e
legislação incidente
informações técnicas sobre

condições ambientais locais


Levantamento
(LV-
(LV-PROJURB)
outros dados pertinentes

auxiliam na elaboração e
desenvolvimento dos
projetos integrados

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[Link] Documentos gráficos


Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
a) plantas cadastrais da vizinhança:
— do cadastro: limites e identificação dos distritos e setores municipais, das quadras e
dos lotes; vias com códigos e nomenclatura de logradouros;
— da altimetria: pontos cotados e curvas de nível;
— dos elementos naturais: corpos hídricos (rios, córregos, lagos, represas); vegetação
existente e patrimônios paisagísticos (quando aplicável);
— dos elementos construídos: projeção dos edifícios existentes na vizinhança, quando
aplicável, e de equipamentos urbanos, quando aplicável, com identificação pelo nome (de
educação, saúde, cultura, lazer, infraestrutura e outros relevantes);
— da simbologia: indicação de norte, escala e legenda de símbolos, conforme
recomendações no Anexo A;
b) planta do levantamento planialtimétrico do terreno ou gleba, contendo as
representações gráficas dos seguintes elementos:
— da altimetria: pontos cotados e curvas de nível a cada metro;
— dos elementos naturais: corpos hídricos (rios, córregos, lagos, represas), áreas
alagáveis e massas arbóreas; árvores e arbustos (representados por troncos e copas);
— dos elementos construídos: edificações existentes, inclusive ruínas; caminhos, estradas
pavimentadas e estradas de ferro; calçadas; cercas e muros; torres de alta-tensão;
postes; elementos de drenagem (grelhas, canaletas, canais); e outros elementos
existentes;
— das definições legislativas: divisa do levantamento; divisas de matrícula (com
respectivos números); delimitação de áreas de preservação ou de conservação;
delimitação de áreas de servidão;
— da simbologia: indicação de norte, escala, denominação dos elementos naturais e
construídos, dimensões, legenda de símbolos, conforme recomendações no Anexo A;
c) plantas, cortes e elevações do terreno ou gleba, juntamente com as edificações nele
existentes e edificações vizinhas:
— do terreno: curvas de nível e taludes (em plantas e cortes), conforme recomendações
no Anexo A;
— conjuntos das edificações existentes e contorno dos edifícios vizinhos (com mais
informações, se for do interesse); elementos construtivos das edificações existentes no
terreno;
— da simbologia: indicação de norte, escala, dimensões, cotas de nível, legenda de
símbolos, conforme recomendações no Anexo A.

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plantas cadastrais da vizinhança

planta do levantamento
planialtimétrico do terreno ou gleba
Levantamento
Documentos gráficos
(LV-
(LV-PROJURB)
plantas, cortes e elevações do
terreno ou gleba juntamente com as
edificações nele existentes e
edificações vizinhas

[Link] Documentos escritos


Os documentos escritos são compostos por relatórios técnicos sobre os levantamentos
realizados, como de topografa, sondagem, vizinhança, aspectos ambientais e outros
pertinentes, que permitam tomar decisões durante o desenvolvimento do projeto
urbanístico, contendo:
a) dados ambientais locais:
— temperaturas, pluviosidades, insolação, regime de ventos e marés, com as respectivas
fontes;
— níveis de poluição do ar, do solo, das águas e sonora, com identificação do responsável
pela medição, e o método e instrumentos utilizados;
b) dados urbanísticos:
— uso e ocupação do solo e padrões arquitetônicos e urbanísticos do entorno;
— infraestrutura disponível, considerando as redes de água e esgoto, gás, energia,
transporte urbano; recomenda-se que a informação sobre a infraestrutura esteja
acompanhada de mapeamento;
— condições de tráfego;
c) dados legislativos (municipais, estaduais e federais):
— de limitações no terreno ou gleba: restrições de uso; taxas de ocupação e coeficiente
de aproveitamento; gabaritos; alinhamentos, recuos e afastamentos;
— de exigências específicas de prefeituras ou outros organismos; corpo de bombeiros;
concessionárias de serviços públicos; ambientais, patrimônio histórico e outros;
d) registros fotográficos de terreno ou gleba e vizinhança, preferencialmente coloridas e
com indicação esquemática dos pontos de vista e textos explicativos, quando necessário.

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temperaturas, pluviosidades, insolação, regime de


ventos e marés, com as respectivas fontes

dados ambientais
locais níveis de poluição do ar, do solo, das águas e sonora,
com identificação do responsável pela medição,
método e instrumentos utilizados

uso e ocupação do solo e padrões arquitetônicos e


urbanísticos do entorno

infraestrutura disponível (redes de água e esgoto,


dados urbanísticos
gás, energia, transporte urbano)
Levantamento Documento
s escritos condições de tráfego
(LV-
(LV-PROJURB)

limitações no terreno oi gleba (restrições de uso;


taxas de ocupação e coeficiente de aproveitamento;
dados legislativos gabaritos; alinhamentos, recuos e afastamentos)
(municipais,
estaduais e
federais) exigências específicas (prefeituras; corpo de
bombeiros; concessionárias de serviços públicos;
ambientais, patrimônio histórico)

registros
fotográficos de
terreno ou gleba e
vizinhança

4.4.2
4.4.2 – Programa de necessidades para o projeto urbanístico (PN-
(PN-PROJURB)

Esse programa é uma conjunção de parâmetros fornecidos pelo contratante e exigências


a que a urbanização deve atender. O conteúdo dos documentos deve ser conforme
indicado em 6.2.1 e 6.2.2.
6.2.1 Documentos gráficos
a) organograma funcional com a relação entre os ambientes urbanos a serem
construídos e os fluxos pretendidos;

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b) esquemas básicos em escalas convenientes, que tratem da caracterização desses


ambientes urbanos quanto à área, dimensões, edificações, mobiliário e demais
legislações vigentes.
6.2.2 Documentos escritos
a) planilha com a identificação e quantificação dos ambientes urbanos, respectivas
dimensões e áreas mínimas, descrição dos usuários e atividades, além de outras
legislações vigentes que o projeto deva suprir;
b) memorial de recomendações gerais.

organograma funcional

Documentos gráficos
esquemas básicos

Programa de
Necessidades
(PN-
(PN-PROJURB)
planilha com os ambientes
urbanos (identificação,
quantificação, dimensões e
áreas mínimas, descrição dos
usuários e atividades)
Documentos escritos

memorial de recomendações
gerais

4.4.3
4.4.3 – Estudo de viabilidade para o projeto urbanístico (EV-
(EV-PROJURB)

6.3.1 Generalidades
O estudo de viabilidade para o projeto urbanístico caracteriza-se como o conjunto de
informações gráficas e escritas capaz de subsidiar e embasar as decisões sobre eventuais
opções formais que atendam ao programa de necessidades para o projeto urbanístico.
6.3.2 Conteúdos dos documentos
[Link] Documentos gráficos
Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
Estudos volumétricos expressos por meio de perspectivas ilustrativas e plantas e cortes
esquemáticos de implantação na área do empreendimento.

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[Link] Documentos escritos


Planilha com a identificação e quantificação das áreas construídas, livres e permeáveis, e
com as respectivas dimensões, descrição dos fluxos, acessos principais e distribuição e
integração das atividades previstas no programa de necessidades.

Documentos gráficos estudos volumétricos

Planilha com a identificação,


quantificação e dimensões das
Estudo de Viabilidade áreas construídas, livres e
(EV- Documentos escritos permeáveis, descrição dos fluxos,
(EV-PROJURB)
acessos principais e distribuição e
integração das atividades
previstas no PN-PROJURB

é capaz de auxiliar ou
embasar as decisões sobre
as opções formais que
atendam ao PN-PROJURB

4.4.4
4.4.4 – Estudo preliminar para o projeto urbanístico ou plano de massas (EP-
(EP-PMURB)

6.4.1 Generalidades
Concepção inicial do projeto urbanístico, no qual se especificam funções, usos, formas e
dimensões para os ambientes urbanos, bem como elementos construtivos e componentes
principais do projeto. Podem-se apresentar várias versões de estudo preliminar.
É considerada a etapa destinada ao dimensionamento preliminar dos conceitos do
projeto urbanístico e anexos necessários à compreensão da configuração das relações
entre volumes edificados e não edificados, podendo ser incluídas algumas alternativas de
projetos, conforme acordo entre as partes interessadas.

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6.4.2 Documentos a serem produzidos


[Link] Documentos gráficos
Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
a) planta de situação: deve indicar norte, escala, curvas de nível, arruamento,
logradouros adjacentes, indicação da localização do terreno ou gleba;
b) planta geral de implantação: deve indicar norte, escala, vias de acesso, acessos
principais do projeto urbanístico, platôs e taludes principais, perímetro do terreno ou
gleba a urbanizar, recuos e afastamentos, denominação das edificações preexistentes e
novas, espaços abertos (como parques, praças e arruamento), indicação de áreas
cobertas e estacionamentos, cotas gerais e cotas de nível principais; diretrizes de
terraplenagem;
c) plantas individualizadas dos ambientes urbanos projetados: devem indicar norte,
escala, acessos, elementos estruturantes principais, identificação dos ambientes
secundários ou setores, espaços de circulação, áreas de serviços, áreas funcionais e
técnicas; cotas gerais e cotas de nível principais;
d) cortes gerais (longitudinais e transversais): devem indicar a escala, elementos
estruturantes ou principais, identificação dos ambientes representados, com indicação
da respectiva inclinação, cotas gerais e cotas de nível principais e eixos do projeto,
representando claramente as relações entre o relevo a ser construído e a projeção da
topografa natural e diretrizes de terraplenagem, conforme recomendações no Anexo A;
e) elevações e vistas: devem indicar as escala(s), quando aplicável;
f) detalhes construtivos, quando necessário.
[Link] Documentos escritos
Os documentos escritos, opcionalmente, podem ser apresentados por meio de um
memorial justificativo que acompanhe o estudo urbanístico. Devem conter, de forma
textual, o partido para o projeto urbanístico, incluindo as decisões de projeto tomadas no
estudo preliminar para o projeto urbanístico ou plano de massas (EP-PMURB) e as
respectivas justificativas.

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funções, usos, formas e dimensões para os ambientes


urbanos

Concepção inicial do
projeto urbanístico, no elementos construtivos
qual se especificam

componentes principais do projeto

dimensionamento preliminar dos conceitos do projeto urbanístico e


anexos necessários à compreensão da configuração das relações
entre volumes edificados e não edificados

planta de situação

planta geral de implantação


Estudo Preliminar
para o projeto
urbanístico ou plantas dos ambientes urbanos
plano de massas
Documentos gráficos
(EP-
(EP-PMURB)
cortes gerais

elevações e vistas

detalhes construtivos, se pertinentes

opcionalmente, memorial justifcativo que, de forma


Documentos escritos textual, contenha o partido para o projeto
urbanístico, as decisões tomadas e suas justificativas

4.4.5
4.4.5 – Anteprojeto urbanístico (AP
(AP-
AP-URB)

7.1 Generalidades

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O anteprojeto urbanístico deve conter a definição e o desenvolvimento do partido


arquitetônico-urbanístico, incluindo o pré-dimensionamento dos elementos construtivos
e as definições gerais dos demais projetos complementares, de modo a subsidiar o
processo de aprovação pelo cliente, e o desenvolvimento da documentação para
aprovação pelos órgãos oficiais responsáveis (projeto para licenciamentos).
7.2 Documentos a serem produzidos
7.2.1 Documentos gráficos
Os documentos gráficos do anteprojeto urbanístico devem conter o seguinte:
a) planta geral de implantação: deve indicar norte, escala, vias de acesso, acessos
principais do projeto urbanístico e edificações principais, platôs e taludes principais,
perímetro do terreno ou gleba a ser urbanizada, recuos e afastamentos, denominação
das edificações, lotes, espaços abertos públicos (como parques, praças e arruamento),
indicação de áreas cobertas e estacionamentos, cotas gerais e cotas de nível principais;
b) planta com diretrizes de terraplenagem;
c) planta individualizada dos ambientes urbanos: indicar norte, escala, acessos,
identificação dos ambientes, espaços de circulação, áreas funcionais e técnicas, cotas
gerais e cotas de nível principais;
d) cortes (longitudinais e transversais) gerais, devem indicar: escala, elementos
estruturantes gerais, identificação dos ambientes representados, indicação da respectiva
inclinação, cotas gerais e cotas de nível principais, eixos do projeto, relevo construído e
projeção da topografa natural;
e) vistas e elevações (conjuntos edificados, massas de vegetação e outras);
f) detalhes principais (de elementos específicos e de seus componentes construtivos).
7.2.2 Documentos escritos
Os documentos escritos do anteprojeto urbanístico devem conter o seguinte:
a) memorial descritivo do anteprojeto urbanístico;
b) memorial descritivo dos elementos e componentes construtivos;
c) lista de pranchas e documentos.

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pré-dimensionamento dos elementos construtivos

Definição e
desenvolvimento do defnições gerais dos demais projetos complementares
partido arquitetônico-
urbanístico de modo a subsidiar o processo de aprovação pelo
cliente, e o desenvolvimento da documentação para
aprovação pelos órgãos ofciais responsáveis

planta geral de implantação

planta com diretrizes de terraplenagem

Anteprojeto plantas dos ambientes urbanos


Documentos gráficos
(AP-
(AP-URB)
cortes

vistas e elevações

detalhes principais

anteprojeto urbanístico
memorial descritivo do(s)
elementos e componentes
Documentos escritos construtivos

lista de pranchas e documentos

4.4.6
4.4.6 – Projeto para licenciamentos/estudos ambientais (PL-
(PL-URB)

O projeto para licenciamentos/estudos ambientais varia de acordo com o projeto e a


localidade, atendendo à legislação vigente.

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4.4.7
4.4.7 – Estudo preliminar dos projetos das especialidades de superestrutura e de
infraestrutura (EP-
(EP-URBCOMP)

O estudo preliminar dos projetos das especialidades de superestrutura e de infraestrutura


deve ser realizado de acordo com o projeto.

4.4.8
4.4.8 – Anteprojetos das especialidades de superestrutura e de infraestrutura (AP-
(AP-URCOMP)

Anteprojetos das especialidades de superestrutura e de infraestrutura (AP-URCOMP)

4.4.9
4.4.9 – Projeto executivo urbanístico (PE-
(PE-URB)

O projeto executivo urbanístico é a parte final do desenvolvimento do projeto, com o


propósito de ser executado. Deve conter detalhes construtivos, todas as dimensões
(cotas) necessárias para a construção do projeto, contendo especificações (informações
de acabamentos) e níveis.
As informações necessárias para a construção devem ser apresentadas de forma clara e
organizada.
11.1 Documentos gráficos
11.1.1 Desenhos obrigatórios
Os seguintes documentos gráficos devem ser apresentados:
a) planta geral de implantação, contendo informações planialtimétricas e de locação;
b) planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e existentes;
c) plantas dos ambientes urbanos específicos;
d) plantas, cortes e elevações de ambientes especiais e conjuntos arquitetônicos,
contendo especificações técnicas de componentes e quantificação em cada desenho;
e) detalhes de elementos das edificações necessárias e de seus componentes construtivos
em escalas compatíveis.
11.1.2 Documentos opcionais e complementares aos documentos gráficos
Os seguintes documentos gráficos são opcionais, mas recomenda-se a sua utilização para
melhor comunicação do conteúdo do projeto para o usuário final:
a) perspectivas (de interiores ou exteriores, parciais ou gerais);
b) maquetes construídas em escala ou eletrônicas (interior ou exterior) ;
c) fotografias e montagens;
d) recursos audiovisuais;

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11.2 Documentos escritos


Os documentos escritos do projeto executivo urbanístico devem conter o seguinte:
a) memorial descritivo dos elementos e componentes da urbanização;
b) memorial descritivo dos elementos da urbanização, dos componentes construtivos e
dos materiais de construção e elementos de infraestrutura em seus aspectos urbanísticos;
c) memorial quantitativo com os somatórios dos componentes construtivos e dos
materiais de construção especificados;
d) planilhas orçamentárias;
e) lista de pranchas e documentos.
O conjunto de documentos descrito em 11.1 a 11.2 compõe o projeto completo e deve ter
orçamento e cronograma relacionados conforme a ABNT NBR 16636-3:2020, Anexo B.

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parte final do desenvolvimento do projeto, com o propósito de ser executado. Deve


conter detalhes construtivos, todas as dimensões (cotas) necessárias para a construção do
projeto, contendo especificações (informações de acabamentos) e níveis.

planta geral de implantação, contendo informações planialtimétricas


e de locação

planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e


existentes
Documentos
gráficos plantas dos ambientes urbanos específicos
(desenhos
obrigatórios) plantas, cortes e elevações de ambientes especiais e conjuntos
arquitetônicos, contendo especificações técnicas de componentes e
quantificação em cada desenho
detalhes de elementos das edificações necessárias e de seus
componentes construtivos em escalas compatíveis

Projeto perspectivas
Executivo
Documentos
(PE-
(PE-URB) opcionais e maquetes construídas ou eletrônicas
complementares
aos documentos fotografias e montagens
gráficos

recursos audiovisuais

elementos e componentes da
urbanização
elementos da urbanização, dos
memorial descritivo do(s) componentes construtivos e dos
materiais de construção e
memorial quantitativo elementos de infraestrutura em
com os somatórios dos seus aspectos urbanísticos
componentes construtivos
Documentos e dos materiais de
escritos construção

planilhas orçamentárias

lista de pranchas e
documentos

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4.4.10
4.4.10 – Documentação como construído (“as built”)

Esta documentação é a última revisão do projeto executivo, na qual a representação


gráfica constante no projeto urbanístico deve estar condizente com a obra acabada, ou
seja, todas as alterações realizadas durante a obra devem estar devidamente registradas
neste documento, podendo facilitar manutenções ou futuras intervenções na educação.

Vamos parar por aqui nessa norma, pois, adiante, só teremos o anexo A, o qual será tratado na aula
de Desenho Técnico (a qual você só deverá estudar se o seu edital pedir). O Anexo A trata sobre
orientações para representação gráfica aplicada a projetos arquitetônicos e urbanísticos.
Com isso, chegamos ao fim de mais uma aula!

Parabéns!

Vamos descansar um pouco!

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5 – RESOLUÇÃO DE QUESTÕES

1. (ALERJ – FGV – 2016)


No processo de organização funcional de seu escritório de arquitetura, o arquiteto apresentou
à equipe as etapas sequenciais de execução da atividade técnica do projeto de arquitetura,
conforme abaixo, identificando-as com algarismos crescentes de 1 a 8:
( ) estudo de viabilidade técnica (EV-ARQ);
( ) anteprojeto de arquitetura (AP-ARQ);
( ) projeto básico de arquitetura (PB-ARQ);
( ) levantamentos de dados para arquitetura (LV-ARQ);
( ) projeto legal de arquitetura (PL-ARQ);
( ) programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ);
( ) projeto para execução de arquitetura (PE-ARQ);
( ) estudo preliminar de arquitetura (EP-ARQ).
A sequência correta dessas etapas é:
(A) 1, 4, 7, 3, 6, 2, 8 e 5;
(B) 2, 6, 8, 3, 5, 1, 7 e 4;
(C) 2, 6, 8, 1, 5, 4, 7 e 3;
(D) 3, 5, 7, 1, 6, 2, 8 e 4;
(E) 3, 5, 6, 2, 8, 1, 7 e 4.

Comentários
De acordo com a NBR 13532, Elaboração de projetos de edificações – arquitetura, temos as
seguintes etapas do projeto de arquitetura na seguinte sequência: (A NBR 13532 foi cancelada e
substituída pelas NBR 16636-1 e NBR 16636-2, mas não vai alterar o gabarito)
1. Levantamento de dados
2. Programa de necessidades
3. Estudo de viabilidade
4. Estudo preliminar

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5. Anteprojeto
6. Projeto legal
7. Projeto básico
8. Projeto para execução
Preenchendo as lacunas com a numeração correspondente, chegamos a alternativa D.
Dica: Sabendo que todo projeto começa com o levantamento de dados, já ficamos com 2
alternativas possíveis a C e a D. Sabendo também, que a última etapa é o projeto executivo, já
“matamos” a questão.
Vamos à nova Norma, a NBR 16636-2:2017:

Gabarito: alternativa D

2. (FCC – TRF 2ª Região – 2012)


A etapa do projeto de arquitetura destinada ao atendimento das exigências legais para os
procedimentos de análise e de aprovação do projeto e da construção, nos órgãos públicos e

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nas companhias concessionárias de serviços públicos, como departamento de obras e de


urbanismo municipais, conselho dos patrimônios artísticos e históricos municipais e estaduais,
autoridades estaduais e federais para a proteção dos mananciais e do meio ambiente, é
denominada de projeto:
(A) legal.
(B) básico.
(C) de pré execução.
(D) executivo.
(E) de detalhamento.

Comentários
Projeto legal, não é pessoal? Etapa destinada ao atendimento das exigências legais... a questão já
nos informa.
Vamos à nova Norma, a NBR 16636-1:2017:
De acordo com a nova Norma, seria Projeto para licenciamentos:

3.106 projeto para licenciamentos (PL)


etapa destinada à representação das informações técnicas necessárias à análise e aprovação do projeto
arquitetônico ou urbanístico, pelas autoridades competentes, com base nas exigências legais (municipal,
estadual e federal), e à obtenção do alvará ou das licenças e demais documentos indispensáveis para as
atividades de construção.

Gabarito: alternativa A

3. (FGV – Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso – 2014)


Relacione as etapas de um projeto arquitetônico às respectivas descrições dos serviços
envolvidos.
1. Concepção do produto.
2. Definição do produto.
3. Solução de interfaces.
( ) Solução preliminar dos projetos com relação aos métodos de construção.
( ) Consolidação da implantação do empreendimento.
( ) Análise física do entorno do local do empreendimento.
Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.
(A) 1 – 3 – 2

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(B) 3 – 1 – 2
(C) 3 – 2 – 1
(D) 2 – 1 – 3
(E) 2 – 3 – 1
Comentários
Bom, essa questão poderíamos resolver raciocinando que a análise física do entorno do local do
empreendimento faz parte do levantamento de dados necessários à concepção do produto.
Já na fase de definição do produto, temos que ter a solução preliminar dos métodos de construção.
A solução das interfaces entre o projeto de arquitetura e os projetos complementares se dá na
consolidação do empreendimento.
Pelo menos, esse foi meu primeiro raciocínio.
Mas, como estou aqui para fazer um papel de detetive e descobrir de onde as bancas retiram as
questões, descobri essas definições utilizadas no Manual de Escopo de Projetos e Serviços de
Arquitetura e Urbanismo da AsBEA.

Vamos ao Manual de Escopo de Projetos e Serviços de Arquitetura e Urbanismo da AsBEA


[Link]

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Gabarito: alternativa E

4. (FGV – Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia – 2015)


O projeto de arquitetura da edificação compreende fases, que se caracterizam como blocos
sucessivos de coleta de informações, desenvolvimento de estudos, de serviços técnicos e
emissão de produtos finais. A fase referente ao Projeto de Aprovação constitui a configuração:
(A) inicial do partido arquitetônico proposto para a obra, considerando as principais exigências
contidas no programa de necessidades, que deve receber a aprovação preliminar do cliente;
(B) final da solução arquitetônica proposta para a obra, contendo todas as exigências
constantes no programa de necessidades, que deve receber aprovação final do cliente;
(C) desenvolvida e detalhada do projeto, compondo o conjunto de documentos técnicos:
memoriais, desenhos e especificações necessários à licitação e/ ou execução da obra;
(D) técnico-jurídica da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando as exigências
do programa de necessidades e das normas técnicas de representação emanadas dos órgãos
públicos e a aprovação final do cliente;
(E) detalhada de partes específicas do projeto que se desenvolve, concomitantemente, à
execução da obra, admitindo-se as adaptações e modificações técnicas que se fizerem
necessárias.

Comentários
Mais um conceito diferente para Projeto Legal. Por isso, você tem que entender bem os objetivos
de cada etapa para poder interpretar a questão e acertar. O Projeto de Aprovação ou Projeto Legal
não é o início nem o final da solução arquitetônica, também não é a solução detalhada para a
execução da obra, é o projeto que visa a aprovação pelas autoridades competentes.
A única resposta viável é a alternativa D e a banca retirou esse conceito do Roteiro Arquitetônico
da IAB.
Vamos ao Roteiro para desenvolvimento do projeto de arquitetura da edificação (IAB)
[Link]
5.2. Fases De Projeto
O Anteprojeto constitui a configuração final da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando todas
as exigências contidas no programa de necessidades e o Estudo Preliminar aprovado pelo cliente. Deve receber
a aprovação final do cliente.
O Projeto de Aprovação é uma subfase ao anteprojeto, desenvolvida, conforme o caso anterior, concomitante
ou posteriormente a ele. Constitui a configuração técnico-jurídica da solução arquitetônica proposta para a
obra considerando as exigências contidas no programa de necessidade, o Estudo preliminar ou Anteprojeto
aprovado pelo cliente e as normas técnicas de apresentação e representação gráfica emanadas dos órgãos
públicos (em especial, Prefeitura Municipal, concessionárias de serviços públicos e Corpo de Bombeiro). Nos
casos especiais em que não haja necessidade de aprovação do projeto pelos poderes públicos esta subfase deixa
de existir.

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Gabarito: alternativa D

5. (FGV – Câmara Municipal do Recife – 2014)


Considerando-se que o anteprojeto é um estudo elaborado antes do projeto definitivo, naquela
etapa projetual podem ser desconsideradas:
(A) restrições impostas pelos órgãos competentes;
(B) verbas para a realização da obra;
(C) medidas exatas e condições do lote;
(D) ideias e necessidades do cliente;
(E) designação do responsável pela execução da obra.

Comentário:
Resumindo: o que não se precisa saber na etapa do anteprojeto? E a resposta é a alternativa E,
nessa etapa ainda não precisamos ter um responsável técnico pela execução da obra.
Todas as outras informações são geradas nas etapas anteriores e necessárias para a elaboração do
anteprojeto.
Gabarito: alternativa E

6. (FGV – ALMT – 2013)


Com relação às etapas do projeto arquitetônico, analise as afirmativas a seguir.
I. O projeto executivo é acompanhado de detalhes construtivos e das especificações dos
materiais, integrando-se aos projetos estruturais e de instalações.
II. O anteprojeto é desenhado à mão livre, com instrumento ou com ferramentas digitais e deve
ser submetido à apreciação do cliente.
III. O estudo preliminar constitui a primeira representação gráfica da ideia do projeto
arquitetônico, sendo desenhado, geralmente, à mão livre.
Assinale:
(A) se somente a afirmativa I estiver correta.
(B) se somente a afirmativa II estiver correta.
(C) se somente a afirmativa III estiver correta.
(D) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
(E) se todas as afirmativas estiverem corretas.

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Comentários
I – Sim, o projeto executivo contém todos os documentos técnicos necessários para a execução da
obra, fazendo parte dessa documentação desenhos e textos, onde entre eles se encontram detalhes
construtivos e especificações de materiais.
II – De acordo com a NBR 6492, as técnicas de desenho são: à mão livre e por instrumento. Hoje,
podemos acrescentar as ferramentas digitais. O desenho por instrumento é recomendado para o
anteprojeto e o projeto executivo, mas, não se proíbe outras formas de técnicas.
III – Sim! O estudo preliminar é a primeira representação gráfica do projeto arquitetônico, antes
temos as fases de levantamento de dados e programa de necessidades. E a NBR 6492 diz que o
desenho à mão livre é, normalmente, a representação do projeto das fases de croqui e estudo
preliminar.
Vamos à NBR 6492:1994
4.6 Técnicas
4.6.1 Desenho a mão livre
De maneira geral é a representação do projeto nas fases de:
a) croquis; e
b) estudo preliminar

A NBR 6492:2021 não trata sobre desenho à mão livre.


ROTEIRO PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ARQUITETURA DA EDIFICAÇÃO – IAB
5.2. Fases De Projeto
O Estudo Preliminar constitui a configuração inicial da solução arquitetônica proposta para a obra (partido),
considerando as principais exigências contidas no programa de necessidades. Deve receber a aprovação
preliminar do cliente.
O Anteprojeto constitui a configuração final da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando todas
as exigências contidas no programa de necessidades e o Estudo Preliminar aprovado pelo cliente. Deve receber
a aprovação final do cliente.
O Projeto da Execução é o conjunto de documentos técnicos (memoriais, desenhos e especificações) necessárias
à licitação e/ou execução (construção, montagem, fabricação) da obra. Constitui a configuração desenvolvida
e detalhada do Anteprojeto aprovado pelo cliente.

Gabarito: alternativa E

7. (FGV – DOCAS - SP – 2010)


Segundo a NBR 6492, norma que regulamenta a representação dos projetos de arquitetura, o
nome do documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto
objeto de estudo, que contém o levantamento das informações necessárias, incluindo a

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relação dos setores que o compõem, suas ligações, necessidades de área, características gerais
e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas pertinentes é o
(A) memorial descritivo.
(B) estudo preliminar.
(C) memorial justificativo.
(D) programa de necessidades.
(E) caderno de encargos.

Comentários
É o programa de necessidades, como o próprio nome diz.
Vamos à NBR 6492:1994:
3. Definições
3.9 Programa de necessidades
Documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto objeto de estudo, que contém
o levantamento das informações necessárias, incluindo a relação dos setores que o compõem, suas ligações,
necessidades de área, características gerais e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas
pertinentes.

A NBR 6492:2021 traz a mesma definição.


Gabarito: alternativa D

8. (FGV – SENADO FEDERAL – 2008)


A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas é o órgão responsável pela normalização
técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. As
normas técnicas são voluntárias, fundamentadas no consenso da sociedade e não há
obrigatoriedade em adotá-las. No entanto, o atendimento a essas normas pode auxiliá-lo no
cumprimento de suas obrigações legais relativas a determinados assuntos, como segurança do
produto e proteção ambiental. A NBR 13532/1995 dispõe sobre a elaboração de projetos de
edificações – Arquitetura. Considerando o disposto nessa norma, analise as seguintes
afirmativas:
I. Entre os equipamentos, encontram-se bancos, jardineiras, corrimãos e guarda-corpos.
II. Entre os revestimentos, encontram-se pisos, pavimentos, rodapés, soleiras e
impermeabilizações.
III. Entre os vedos verticais, encontram-se quebra-sóis, lanternins e cobogós.
Assinale:
(A) se somente a afirmativa I estiver correta.

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(B) se somente a afirmativa II estiver correta.


(C) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
(D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
(E) se todas as afirmativas estiverem corretas.

Comentários
A questão nos cobra o conhecimento das definições dos elementos da edificação e seus
componentes construtivos.
I. Correta! Bancos e jardineiras são equipamentos incorporados em ambientes exteriores e
corrimãos e guarda-corpos são equipamentos incorporados em ambientes interiores.
II. Correta! Todos os elementos citados têm a função de revestir.

Revestimento: designação genérica dos materiais que são aplicados sobre as superfícies toscas e
que são responsáveis pelo acabamento.
[Link]

III. Incorreta! Lanternins não tem a função de vedos verticais, os quais são paredes, esquadrias
e proteções.

Significado de Lanternim: substantivo masculino - Pequena torre com aberturas laterais, que se
eleva sobre o telhado ou zimbório de um edifício, para ventilação e iluminação. Telhado menor,
sobreposto na cumeeira de outro, em fábricas, oficinas ou galpões, para ventilação e iluminação.

Vamos à Norma
3.1.1 Edificação (ambientes exteriores e interiores)
3.1.2 Elementos da edificação e seus componentes Construtivos
[Link] Vedos verticais (paredes, esquadrias, proteções)

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São os seguintes:
a) fachadas: paredes, platibandas, portas, esquadrias, vidraças e ferragens;
b) proteção das fachadas: quebra-sóis, cobogós e elementos vazados;
c) divisórias: paredes, portas, guichês, muros, gradis, portões, corrimãos, guarda-corpos e ferragens.
[Link] Revestimentos e acabamentos (ambientes exteriores e interiores)
São os seguintes:
a) paredes e tetos;
b) pisos, pavimentos, rodapés, soleiras, degraus, impermeabilizações e proteções;
c) metais;
d) madeiras;
e) outros.
[Link] Equipamentos
São os seguintes:
a) mobiliário;
b) incorporados:
- em ambientes exteriores: bancos, jardineiras, vasos, corrimãos, marcos, mastros para bandeiras e suportes
diversos;
- em ambientes interiores: corrimãos, bancos, bancadas, papeleiras, saboneteiras, cabides, porta-toalhas,
prateleiras e guarda-corpos;
c) outros.

Gabarito: alternativa C

9. (Consulplan – TRF 2ª REGIÃO – 2016)


A NBR 13.532 (ABNT, 29/12/1995, p. 1) “fixa as condições exigíveis para a elaboração de
projetos de arquitetura para a construção de edificações” e “é aplicável a todas as classes (ou
categorias) tipológicas funcionais e formais das edificações (ou de quaisquer ambientes
construídos ou artificiais)”, bem como “aos serviços técnicos de obras, conforme as classes (ou
categorias) de intervenções correntes para edificações novas e edificações existentes”. Entre
suas definições, a norma estabelece as “informações de referência a utilizar”, as “informações
técnicas a produzir” e os “documentos técnicos a apresentar” que deverão orientar cada uma
das etapas de elaboração do projeto de arquitetura. Analise as afirmativas a seguir e assinale
aquela que identifica corretamente apenas informações técnicas que devem ser produzidas na
fase do “Programa de Necessidades de Arquitetura”, conforme estabelece a NBR 13.532.
A) Informações relativas à edificação (ambientes externos e internos) e a todos os elementos
da edificação, seus componentes construtivos e materiais de construção; e, as exigências de
detalhamento devem depender da complexidade funcional ou formal da edificação.

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B) Características funcionais ou das atividades em cada ambiente (ocupação, capacidade,


movimentos, fluxos e períodos); características, dimensões e serviços dos equipamentos e
mobiliário; exigências ambientais, níveis de desempenho; e, instalações especiais (elétricas,
mecânicas, hidráulicas e sanitárias).
C) Informações sucintas e suficientes para a caracterização específica dos elementos
construtivos e dos seus componentes principais, incluindo indicações das tecnologias
recomendadas; e, informações relativas a soluções alternativas gerais e especiais, suas
vantagens e desvantagens, de modo a facilitar a seleção subsequente.
D) Plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (banheiros, cozinhas, lavatórios, oficinas
e lavanderias); detalhes (plantas, cortes, elevações e perspectivas) de elementos da edificação
e de seus componentes construtivos (portas, janelas, bancadas, grades, forros, beirais,
parapeitos, pisos, revestimentos e seus encontros, impermeabilizações e proteções).

Comentários
Resumindo, a questão nos pede as informações técnicas a produzir na fase do programa de
necessidades de arquitetura, conforme a NBR 13.532:
A) Anteprojeto
B) Programa de Necessidades
C) Estudo Preliminar
D) Documentos técnicos a apresentar no Projeto para execução
Vamos à NBR 16636-2:2017:
[Link] Programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ)
[Link].1 Informações de referência a serem utilizadas
a) programa geral de necessidades;
b) levantamento de dados para a arquitetura (LV-ARQ);
c) outras informações.
[Link].2 Informações técnicas a serem produzidas
a) necessárias à concepção arquitetônica da edificação (ambiente construído ou artificial) e aos serviços de
obra, como nome, número e dimensões (gabaritos, áreas úteis e construídas) dos ambientes de acordo com
legislação vigentes e Normas Brasileiras vigentes, com a distinção entre os ambientes a serem construídos, a
ampliar, a serem reduzidos e recuperados, a serem caracterizados de acordo com os requisitos por número,
idade e tempos de permanência dos usuários, em cada ambiente;
b) características funcionais ou das atividades em cada ambiente (ocupação, capacidade, movimentos, fluxos
e períodos);
c) características, dimensões e serviços dos equipamentos e mobiliário; requisitos ambientais, níveis de
desempenho; instalações especiais (elétricas, mecânicas, hidráulicas e sanitárias e de segurança e
acessibilidade).

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[Link].3 Documentos técnicos a serem apresentados


d) desenhos: organograma funcional e esquemas básicos (escalas convenientes);
e) textos: memorial e recomendações gerais;
f) planilhas: relação ambientes/usuários/atividades/equipamentos/mobiliário, incluindo características,
requisitos, dimensões e quantidades.

Gabarito: alternativa B

10. (Consulplan – PM CASCAVEL-PR – 2016)


“Etapa destinada à representação das especificações técnicas necessárias à análise e
aprovação, pelas autoridades competentes, da concepção da edificação e de seus elementos
e instalações, com base nas exigências legais (municipal, estadual, federal), e a obtenção do
alvará ou das licenças e demais documentos indispensáveis para as atividades de construção.”
Trata-se de:
A) Projeto legal.
B) Projeto básico.
C) Projeto licenciado.
D) Projeto estrutural.
E) Projeto construtivo.

Comentários
Projeto legal!
Vamos à NBR 16636-1:2017:

3.106 projeto para licenciamentos (PL)


etapa destinada à representação das informações técnicas necessárias à análise e aprovação do projeto
arquitetônico ou urbanístico, pelas autoridades competentes, com base nas exigências legais (municipal,
estadual e federal), e à obtenção do alvará ou das licenças e demais documentos indispensáveis para as
atividades de construção

Gabarito: alternativa A

11. (Consulplan – PM UBERLÂNDIA – 2012)


Segundo Vale (2006), os conceitos de Retrofit foram primeiramente desenvolvidos na indústria
da aeronáutica e, aos poucos, outros ramos passaram a adotar, inclusive o da construção civil.
Qual é o significado do processo de Retrofit?

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A) Renovar o espaço urbano, preservando as características tecnológicas das construções muito


antigas.
B) Novas técnicas de reforma e remodelação para maior embelezamento das edificações.
C) Renovação completa de uma edificação, preservando valores originais, trabalhando a
sustentabilidade e preservando os elementos característicos sem descartá-los.
D) Novas técnicas para reabilitar antigas edificações, desprezando adaptações formais e
funcionais das construções.
E) Novas técnicas de articulação dos espaços das edificações antigas, criando espaços livres.

Comentários

“Segundo Barrientos (2004), retrofit é a conjunção dos termos “retro”, oriundo do latim,
que significa movimentar-se para trás, e de “fit” do inglês, que significa adaptação,
ajuste.
A prática processo do retrofit surgiu no final da década de 90, na Europa e Estados
Unidos. A legislação nestes países não permitiu que o rico acervo arquitetônico fosse
substituído, ocasionando o surgimento desta solução e possibilitando um novo campo de
atuação a todos os profissionais envolvidos. Assim, o patrimônio histórico, o partido
arquitetônico e estrutural é preservado, permitindo a utilização adequada do imóvel.
Para a melhor compreensão e entendimento do leitor, Vale (2006), conceituou algumas
definições relacionadas ao retrofit. Por períodos e épocas surgem novas expressões para
substituir uma velha, que saiu de moda ou já foi usada demais, ficando ultrapassada.
Diagnóstico: Descrição do problema patológico incluindo sintomas, causas, mecanismo e
caracterização da gravidade do problema;
Conservação: De caráter sistêmico, corresponde a um conjunto de ações destinadas ao
prolongamento do desempenho da edificação, auxiliando, assim, o processo de controle
da construção;
Manutenção: Conjunto de ações com o objetivo de reduzir a velocidade de deterioração
dos materiais e de partes das edificações. Esta pode ser subdividida em: manutenção
preventiva (ideal) e na manutenção corretiva;
Profilaxia: Forma de organização, através da listagem de todos os materiais e
procedimentos necessários, visando à correção de anomalias existentes;
Reforma: Intervenção que consiste na restituição do imóvel à sua condição original;
Reparos: Intervenções pontuais em patologias localizadas;
Reconstrução: Renovação total ou parcial das edificações desativadas ou destinadas à
reabilitação.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 104


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Recuperação: Compreende a correção das patologias de modo a reconduzir a edificação


a seu estado de equilíbrio;
Reabilitação: Ações com o objetivo de recuperar e beneficiar edificações, por meio de
mecanismos de atualização tecnológica;
Restauração: Corresponde a um conjunto de ações desenvolvidas de modo a recuperar a
imagem, a concepção original ou o momento áureo da história da edificação em questão.
A expressão tem sua utilização no que se refere a intervenções em obras de arte.
Terapia: Procedimento que visa às especificações para recuperação e eliminação dos
problemas patológicos das edificações.
Qualharini (2000) descreve retrofit como sendo o processo de interferir em uma
benfeitoria, que foi executada em padrões inadequados às necessidades atuais. Assim,
retrofit, em sua forma original, é qualquer tipo de reforma, a renovação completa de uma
edificação, uma intervenção a um patrimônio, ou seja, colocar o velho em forma de novo
preservando seus valores estéticos e históricos originais, além de trabalhar com o
conceito de sustentabilidade, na medida em que busca preservar os elementos que
caracterizam a edificação ao invés de simplesmente descartá-los”

[Link]

Gabarito: alternativa C

12. (Consulplan – DMAE – PORTO ALEGRE – 2011)


Com relação à preparação do programa arquitetônico indique o fluxo correto de alimentação
das informações.

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Comentários
Parece complicado, mas, não é. A questão nos pede a sequência das informações necessárias para
se chegar nos critérios do objeto, que é o objetivo do programa de necessidades, que no caso do
projeto arquitetônico, é a nossa edificação.
A partir desse raciocínio, já chegamos à alternativa B, pois é a única que conclui nos critérios do
objeto. Também é fácil perceber que tudo começa pelo cliente/usuário, que nos traz problemas e
propósitos e esses, os comportamentos desejados, depois temos critérios de funções, que no nosso
caso, seriam as diversas funções da edificação e seus ambientes, para culminarmos nos critérios da
nossa edificação que deverão nortear todas as outras etapas de projeto.
NBR 6492:
3.9 Programa de necessidades
Documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto objeto de estudo, que contém
o levantamento das informações necessárias, incluindo a relação dos setores que o compõem, suas ligações,
necessidades de área, características gerais e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas
pertinentes.

Vamos à NBR 16636-1:2017:


3.91 programa geral de necessidades (PGN)

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Conjunto sistematizado de necessidades humanas, socioambientais e funcionais do contratante objetivando a


materialização do projeto

Gabarito: alternativa B

13. (Consulplan – DMAE – PORTO ALEGRE – 2011)


Qual é o objetivo principal de apresentação de um estudo preliminar?
A) Orientar a execução da obra.
B) Explicitar as intenções plásticas.
C) Demonstrar a viabilidade do programa.
D) Apresentar um esboço das especificações.
E) Orientar a execução da obra e explicitar as intenções plásticas.

Comentários
A questão nos pede o objetivo principal do estudo preliminar, analisando várias definições,
chegamos na alternativa C. A A e a E não fazem sentido, a B e a D, considero que fazem parte, mas,
não são o objetivo principal.
NBR 6492:
5.1.2 Estudo preliminar

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 107


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Estudo da viabilidade de um programa e do partido arquitetônico a ser adotado para sua apreciação e
aprovação pelo cliente. Pode servir à consulta prévia para aprovação em órgãos governamentais.

A NBR 6492:2021 traz uma definição diferente, mas não creio que invalide a resposta.

5.4 Estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ)


5.4.1 Generalidades
Concepção inicial do projeto arquitetônico, no qual se especificam funções, usos, formas
e dimensões para os ambientes, bem como elementos construtivos e componentes
principais do projeto. Podem-se apresentar várias versões na etapa de estudo preliminar,
conforme acordado entre as partes interessadas.

A NBR 6492:2021 acrescenta mais 3 etapas também: levantamento de dados, estudo de viabilidade
e projeto para licenciamento.
Gabarito: alternativa C

14. (Consulplan – PM Itapira-SP – 2010)


A atividades técnicas de elaboração de projeto de edificação e de seus elementos, instalações
e componentes, compreendem inúmeras etapas. Assinale a etapa que é destinada à elaboração
de análise e avaliação para seleção e recomendação de alternativas para a concepção da
edificação e de seus elementos, instalações e componentes:
A) Estudo Preliminar (EP).
B) Estudo de Viabilidade (EV).
C) Anteprojeto (AP).
D) Projeto Básico (PB).
E) N.R.A.

Comentários
Estudo de viabilidade! De acordo com a Norma antiga, tínhamos só Estudo de Viabilidade, agora
temos vários tipos de Estudo de Viabilidade, os quais vamos ver abaixo.
Vamos à NBR 16636-1:2017:
3.49 estudo de viabilidade arquitetônica (EV- ARQ) ou Urbanística (EV-Urb)
etapa destinada à elaboração de análise e avaliações para seleção e recomendação de alternativas para a
concepção arquitetônica ou urbanística e de seus respectivos elementos, instalações e componentes
3.50 estudo de viabilidade do empreendimento (EVE)
etapa destinada à elaboração de análise e avaliações para seleção e recomendação de alternativas para a
concepção da edificação e de seus elementos, instalações e componentes

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Aula 10

3.51 estudo de viabilidade econômico-financeira (EVEF)


análise técnica e econômico-financeira de um empreendimento para fins de subsidiar planos, estudos e projetos
da mesma natureza
3.52 estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ)
etapa destinada à elaboração de análise e avaliações para seleção e recomendação de alternativas para a
concepção arquitetônica e de seus respectivos elementos, instalações e componentes

Gabarito: alternativa B

15. (Consulplan – PM SÃO FIDÉLIS-RJ – 2006)


As plantas a serem obrigatoriamente apresentadas em um projeto de arquitetura são:
A) Plantas Baixas; Cortes; Fachadas.
B) Planta de situação, locação e coberta; Planta Baixa; Cortes; Fachadas.
C) Planta Baixa; Cortes; Fachadas; Detalhes.
D) Planta Baixa; Cortes; Fachadas; Planta de Instalações Hidráulicas e Elétricas.
E) Planta Baixa; Cortes; Maquete eletrônica.

Comentários
Creio que a banca quis dizer pranchas, ou invés de plantas, mas, o melhor mesmo seria desenhos.
Achei a questão mal elaborada, além do enunciado errado, não diz em que fase do projeto. As 2
alternativas que poderíamos descartar de imediato são as D e E, pois, planta de instalações não faz
parte do escopo do projeto de arquitetura e maquete eletrônica e não é obrigatória em nenhuma
etapa.
Também não entendi “locação e coberta”, será que não seria “cobertura”?
Enfim, vale como experiência, a resposta dada pela banca foi a alternativa B.
Gabarito: alternativa B

(CESPE – INPI – 2013)

Acerca das normas de desenho técnico, julgue os próximos itens.


16.
De acordo com a NBR 13.532/1995, na representação de um projeto de arquitetura, por meio
de desenhos, deve constar apenas planta geral de implantação; planta das coberturas; cortes
de terraplenagens; cortes transversais e longitudinais; elevações frontais, posteriores e
laterais; planta; cortes e elevações de ambientes especiais; e os detalhes construtivos. Na
representação por textos, basta apenas o memorial descritivo.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 109


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Comentários
Esses 2 “apenas”, já acabaram com a questão, não é mesmo?
São diversas as formas de se representar o projeto de arquitetura, a Norma não limita, mas indica
o que deve ser apresentado em cada fase, inclusive, alguns itens opcionais.
Vamos à NBR 16636-2:2017:
6.4.2 Fase de elaboração e desenvolvimento de projetos técnicos
[Link] Levantamento de informações técnicas específicas (quando estiver no contrato do projeto, e
considerado uma etapa de levantamento de dados para arquitetura – LV-ARQ)
(...)
c) documentos técnicos a serem apresentados:
—— desenhos cadastrais da vizinhança, do terreno e das edificações existentes: plantas, cortes e elevações
(escalas existentes ou convenientes);
(...)
[Link] Programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ)
(...)
[Link].3 Documentos técnicos a serem apresentados
d) desenhos: organograma funcional e esquemas básicos (escalas convenientes);
(...)
6.4.3 Estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ)
(...)
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados
a) desenhos: esquemas gráficos, perspectivas, diagramas e histogramas (escalas: convenientes);
(...)
6.4.4 Estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ)
(...)
[Link] Documentos técnicos a serem apresentadas
a) desenhos:
—— planta geral de implantação;
—— plantas individualizadas dos pavimentos;
—— planta da cobertura;
—— cortes gerais (longitudinais e transversais) para ambientes internos e externos;
—— elevações (fachadas);
—— detalhes construtivos (quando necessário);

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(...)
6.4.5 Anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ)
(...)
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados:
a) desenhos:
—— planta geral de implantação;
—— planta com as diretrizes de terraplenagem;
—— plantas individualizadas dos pavimentos
—— plantas das coberturas;
—— cortes (longitudinais e transversais) vinculados aos temas anteriormente citados
—— elevações (fachadas e outras);
—— detalhes principais (de elementos da edificação e de seus componentes construtivos);
(...)
6.4.6 Projetos para licenciamentos (PL)
(...)
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados
Desenhos, textos e memoriais requeridos em leis, decretos, portarias ou normas e relativos aos diversos órgãos
públicos ou companhias concessionárias de serviços nos quais o projeto deva ser submetido para análise e
aprovação.
6.4.7 Projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ)
[Link] Documentos técnicos a serem apresentados
a) desenhos:
—— planta geral de implantação contendo informações planialtimétricas e de locação;
—— planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e existentes;
—— plantas e detalhes das coberturas;
—— cortes (longitudinais e transversais);
—— elevações (frontais, posteriores e laterais);
—— plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (tais como banheiros, cozinhas, lavatórios, oficinas e
lavanderias), contendo as especificações técnicas de seus componentes e sua quantificação em cada desenho;
—— detalhes de elementos da edificação e de seus componentes construtivos em escalas compatíveis;

Gabarito: alternativa ERRADA

17.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 111


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A elaboração do projeto de arquitetura de edificação, conforme a NBR 13.532/1995, consiste


na determinação e na representação prévias (desenhos e textos) da configuração
arquitetônica de edificação, concebida mediante a coordenação e a orientação geral dos
projetos dos elementos da edificação, das instalações prediais, dos componentes construtivos
e dos materiais de construção.

Comentários
Correta, conforme a Norma citada.
Gabarito: alternativa CERTA

18.
A escala escolhida, para determinado desenho, depende da complexidade do projeto, ou do
elemento representado, e da finalidade da representação, porém a escala e o tamanho do
elemento não são parâmetros determinantes para a escolha do formato da folha do desenho.

Comentários
Errada, a escala e o tamanho do desenho são parâmetros determinantes para a escolha do formato
da folha do desenho, afinal, temos que escolher uma margem na qual o desenho caiba.
Vamos à NBR 6492:
3.8 Escala
Relação dimensional entre a representação de um objeto no desenho e suas dimensões reais.
Nota: A questão se baseou na Norma 8196/99 – Desenho Técnico – Emprego de escalas que foi cancelada, em
08/2016, sem substituição. O que não impedia de fazer a questão.

Gabarito: alternativa ERRADA

19.
O estudo de viabilidade do projeto arquitetônico, segundo a NBR 13.532/1995, determina as
necessidades e as expectativas sociais, satisfeitas pelo espaço a ser concebido.

Comentários
Primeiro, o espaço a ser concebido é que tem que satisfazer as necessidades e as expectativas
sociais. Segundo, é o programa de necessidades que fornece os critérios necessários para se
projetar a edificação, incluindo as necessidades e expectativas sociais, que são exigências de caráter
de desempenho.

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Vamos à NBR 16636-1:2017:


3.91 programa geral de necessidades (PGN)
conjunto sistematizado de necessidades humanas, socioambientais e funcionais do contratante, objetivando a
materialização do projeto

Gabarito: alternativa ERRADA

(CESPE – CNJ – 2013)


Um projeto de arquitetura é constituído por várias etapas, entre as quais é possível destacar
o estudo de viabilidade, o estudo preliminar, o anteprojeto, entre outros. Com relação a esse
assunto, julgue os itens de 57 a 64.
20.
Os documentos produzidos no desenvolvimento de um projeto de edificação que forem
rejeitados pelo contratante deverão ser reelaborados por seu autor e submetidos a nova
avaliação. O contratante deverá formalizar, na entrega da etapa final, a aceitação dos
documentos técnicos desenvolvidos ao longo do projeto.

Comentários

Lembre-se, só quem pode alterar o seu projeto é você! Fique de !


Outro ponto importante: não podemos extrapolar a interpretação da questão, como nos ensina o
professor Décio Terror de português!
O enunciado não nos diz que o contratante só deverá formalizar, na entrega da etapa final, a
aceitação dos documentos técnicos desenvolvidos ao longo do projeto. Logo, está correta a segunda
parte do enunciado, tendo em vista que a etapa final é uma das etapas do projeto de arquitetura.
Essas questões confundem mesmo a gente. Devemos analisar, se o que foi dito é certo ou errado.
Se alguém perguntar a você: “O contratante deverá formalizar, na entrega da etapa final, a
aceitação dos documentos técnicos desenvolvidos ao longo do projeto?”
Você responderia “sim” ou “não”?
Vamos à NBR 16636-1:2017:
5.2 Aceitação e rejeição
5.2.1 Os documentos técnicos que forem rejeitados parcial ou totalmente pelo profissional habilitado designado
pelo contratante devem ser revistos ou alterados apenas pelo seu autor, conforme legislação vigente, e
submetidos à nova avaliação.
5.2.2 A aceitação pelo contratante dos documentos técnicos produzidos em cada etapa da elaboração dos
projetos completos no caso de edificação ou de espaços urbanos, especificando sistemas, elementos,

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instalações e componentes, dentro de prazo razoável, é requisito e condição indispensável para que seja
iniciada a elaboração dos documentos referentes às etapas subsequentes.
5.2.3 O contratante deve formalizar a aceitação dos documentos técnicos correspondentes a cada etapa dos
projetos e documentar o término do projeto completo no encaminhamento para execução/construção.

Gabarito: alternativa CERTA

21.
No anteprojeto devem ser apresentados elementos necessários ao inter-relacionamento das
atividades técnicas envolvidas e suficientes para estimar prazo dos serviços implicados.

Comentários
Correta, exatamente, o texto da Norma antiga a NBR 13531.
Vamos à NBR 16636-1:2017:
3.4 anteprojeto arquitetônico (AP- ARQ)
etapa destinada à concepção e à representação das informações técnicas provisórias de detalhamento do
projeto arquitetônico da edificação, ou dos espaços urbanos e de seus elementos, instalações e componentes,
a ser realizada por profissional habilitado

Gabarito: alternativa CERTA

22.
O SketchUp apresenta ferramentas que auxiliam na representação gráfica do projeto e na
elaboração de desenhos que se assemelham a croquis.

Comentários

O programa, que pode ser baixado gratuitamente, é um produto do


grupo Google extremamente versátil e muito fácil de usar. Pode ser usado por qualquer atividade
profissional que necessite desenvolver rascunhos de produtos tridimensionais. Muito utilizado na
área de Arquitetura, devido a sua facilidade de modelagem de estudos de formas e volumes
tridimensionais, o software é muito utilizado também por Designers de Móveis, Desenhistas
Técnicos, Engenheiros Civis, Engenheiros Mecânicos, Designers de
Produtos, Escultores, Game Designers, e diversas outras profissões relacionadas aos trabalhos
que necessitem visualizações em 3D. O SketchUp é utilizado principalmente para criar facilmente
estudos iniciais e esboços (daí também o seu nome: "Sketch" que significa esboço em inglês) de
modelos ou maquetes em 3D, eliminando assim muitas vezes a necessidade da execução de
modelos ou maquetes físicas (feitas com de massa modelagem, barro, cartolina, papel, acetato,
acrílico, etc.). O resultado é um modelo que pode ser usado para gerar animações (arquivo

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digital AVI) ou [Imagem_digital|imagens em formatos digitais (JPG,PNG, GIF, BMP, TIF, etc.]] de
qualquer ângulo de perspectiva que se deseje. Assim, por ser um programa que esboça modelos
volumétricos, muitos artistas utilizam o SketchUp na fase inicial de seus trabalhos, quando ainda
têm a liberdade de alterar as formas, as cores e os volumes. O SketchUp permite-lhes alterar o
modelo de forma simples e rápida, para então verificar as consequências dessas alterações no
resultado final. Trata-se, portanto, de uma ferramenta para a apresentação de modelos
tridimensionais. Uma vez desenhado o modelo, é possível exportá-lo através da versão PRO para
outros formatos (2D e 3D), como DWG, DXF, 3DS, OBJ, XSI ou VRML para dar continuidade ao
projeto do desenho preliminar. Fonte: Wikipédia

Gabarito: alternativa CERTA

23.
Nas versões mais recentes do AutoCAD, são utilizados como parâmetros os elementos que
definem uma edificação, como, por exemplo, sua estrutura, do que resulta um modelo
tridimensional.

Comentários
Incorreta, estaríamos falando em REVIT ou outro programa BIM (Building Information Modeling), o
qual trabalha com parâmetros e modelo tridimensional.
Gabarito: alternativa ERRADA

24.
A informática aplicada à arquitetura gerou novos paradigmas e metodologias de projeto, como
a verificação de desempenho e a fabricação digital.

Comentários
Correta, antes tínhamos que fazer os desenhos à mão. Agora, temos o auxílio de diversos programas
de computador, inclusive os que analisam o desempenho da edificação a ser construída.
Gabarito: alternativa CERTA

(CESPE – CNJ – 2013)


Com relação às normas técnicas da ABNT (NBRs), julgue os itens seguintes.
25.

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O projeto final deve permitir a execução completa do edifício, com seus componentes
totalmente definidos, respeitando todas as normas e exigências técnicas.

Comentários
Correta.
Vamos à NBR 16636-1:2017:
3.95 projeto executivo (PE)
etapa destinada à concepção e à representação final das informações técnicas dos projetos arquitetônicos,
urbanísticos e de seus elementos, instalações e componentes, completas, definitivas, necessárias e suficientes
à licitação ou contratação e à execução dos serviços de obra correspondentes.
NOTA: Todas estas atividades são desenvolvidas e elaboradas por profissionais habilitados e qualificados.

3.96 projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ)


etapa destinada à concepção e à representação final das informações técnicas dos projetos arquitetônicos,
realizada por profissional legalmente habilitado, e de seus elementos, instalações e componentes, completas,
definitivas, necessárias e suficientes à execução dos serviços e de obras correspondentes.
3.97 projeto completo (PC)
etapa dedicada à finalização da compatibilização, detalhamento das definições construtivas e à finalização de
toda a documentação necessária à construção do objeto de projeto, que envolve o conjunto de desenhos,
memoriais, memórias de cálculo e demais informações técnicas advindas das especialidades totalmente
compatibilizadas e aprovadas pelo cliente, necessários à completa execução de obra de construção civil.

Gabarito: alternativa CERTA

26.
A ABNT NBR 12721 trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos.

Comentários
A ABNT NBR 9050:2015 que trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos.
Vamos à Norma
NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050:2015
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
1 Escopo
Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, construção,
instalação e adaptação do meio urbano e rural, e de edificações às condições de acessibilidade.

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Gabarito: alternativa ERRADA

27.
A ABNT NBR 15575 — Edificações habitacionais: desempenho — contém requisitos para os
sistemas estruturais; de vedações verticais internas e externas; e de coberturas.

Comentários
Correta.
Vamos à NBR 15575-1:
Prefácio
Esta Norma, sob o título geral "Edificações habitacionais – Desempenho", tem previsão de conter as seguintes
partes:
Parte 1: Requisitos gerais;
Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais;
Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos;
Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas–SVVIE;
Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas;
Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitários.

Gabarito: alternativa CERTA

(CESPE – CNJ – 2013)


No que se refere aos programas de necessidades e especificações em projetos de arquitetura,
julgue os itens que se seguem.
28.
No projeto específico de uma cobertura, são admitidas soluções descritivas no caderno de
encargos, uma vez que nesse tipo de serviço são especificados materiais, elementos e
acabamentos industriais.

Comentários
Errada. Nada a ver.
Recomendações Básicas para a Contratação e Fiscalização de Obras, TCU

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Caderno de encargos. Parte integrante do projeto básico que tem por objetivo definir
detalhadamente o objeto da licitação e do correspondente contrato, bem como
estabelecer requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas para sua
execução. Em linhas gerais, o caderno de encargos contém o detalhamento do método
executivo de cada serviço, para vincular o contratado. Cabe à fiscalização acompanhar a
execução dos serviços conforme descrito no caderno de encargos.

Especificações técnicas. Parte integrante dos projetos, que estabelece detalhadamente


as características dos materiais e equipamentos necessários e suficientes ao desempenho
técnico requerido nos projetos. As especificações técnicas devem ser justas e breves.
Devem ser redigidas em linguagem simples e clara, evitando-se expressões como “ou
similar”. O texto deve ser dirigido ao executante da obra, servindo como texto de
referência e tendo em seu corpo a especificação de todos os serviços a executar. Sempre
que possível, deve-se especificar materiais padronizados e nunca se deve incluir o que não
se pretende exigir. Em determinados casos (obras de menor vulto), as especificações
técnicas podem também descrever o método executivo de cada serviço e englobar dessa
forma o caderno de encargos.

Gabarito: alternativa ERRADA

29.
No programa de necessidades estão descritas não apenas as entidades a serem instaladas em
uma edificação, mas também sua estrutura organizacional, no que concerne a usuários,
equipamentos e fluxos de funcionamento.

Comentários
Correta, a estrutura organizacional de uma empresa influencia muito no programa de necessidades
do edifício.
Vamos à NBR 6492/94:
3.9 Programa de necessidades
Documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto objeto de estudo, que contém
o levantamento das informações necessárias, incluindo a relação dos setores que o compõem, suas ligações,
necessidades de área, características gerais e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas
pertinentes.

A NBR 6492:2021 traz a mesma definição.


Gabarito: alternativa CERTA

(CESPE – TRT 10ª REGIÃO – 2013)

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Considerando as determinações contidas nas NBRs 13531:1995 e 13532:1995, julgue os itens


a seguir.
30.
Das atividades técnicas do projeto de uma edificação, o projeto básico constitui uma etapa
opcional.

Comentários
Correta. Já na Norma nova, não há menção a respeito.
Vamos à NBR 13531:
2.4.7 Projeto básico (PB) (opcional)
Etapa opcional destinada à concepção e à representação das informações técnicas da edificação e de seus
elementos, instalações e componentes, ainda não completas ou definitivas, mas consideradas compatíveis com
os projetos básicos das atividades técnicas necessárias e suficientes à licitação (contratação) dos serviços de
obra correspondentes.

Gabarito: alternativa CERTA

31.
O estudo de viabilidade visa subsidiar a seleção e recomendar alternativas para a concepção
da edificação bem como de seus elementos, instalações e componentes.

Comentários
É isso mesmo! Inclusive, conforme a nova norma.
Vamos à NBR 13531-1:2017:
2.4.3 Estudo de viabilidade (EV)
Etapa destinada à elaboração de análise e avaliações para seleção e recomendação de alternativas para a
concepção da edificação e de seus elementos, instalações e componentes.

Gabarito: alternativa CERTA

32.
O organograma funcional, o memorial e a planilha relacional — ambientes, usuários, atividades,
equipamentos, mobiliário, com suas respectivas características, exigências, dimensões e
quantidades — são documentos técnicos que integram o estudo preliminar.

Comentários

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Errada, integram a fase do programa de necessidades.


Vamos à NBR 16636-2:2017:
[Link] Programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ)
[Link].3 Documentos técnicos a serem apresentados
d) desenhos: organograma funcional e esquemas básicos (escalas convenientes);
e) textos: memorial e recomendações gerais;
f) planilhas: relação ambientes / usuários / atividades / equipamentos / mobiliário, incluindo características,
requisitos, dimensões e quantidades.

Gabarito: alternativa ERRADA

33.
A etapa destinada a concepção e a representação do conjunto de informações técnicas iniciais
e aproximadas, necessárias a compreensão da configuração da edificação denomina-se pré-
execução ou anteprojeto.

Comentários
Errada, essa etapa denomina-se estudo preliminar.
Vamos à NBR 16636-1:2017
3.53 ESTUDO PRELIMINAR (EP)
etapa destinada ao dimensionamento preliminar dos conceitos do projeto da edificação ou dos espaços livres
públicos e privados a ser realizada por profissional habilitado

Gabarito: alternativa ERRADA

(CESPE – Câmara dos Deputados – 2012)


O projeto básico para execução de obras públicas deve apresentar
34.
a identificação dos tipos de serviços a serem executados, a fim de assegurar os melhores
resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução.

Comentários
Correta!
Vamos à Lei 8.666
Art. 6

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IX – Projeto Básico

c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra,


bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem
frustrar o caráter competitivo para a sua execução;
Gabarito: alternativa CERTA

35.
elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas
pertinentes da ABNT.

Comentários
Errada, essa é a definição de projeto executivo. Devemos lembrar que o Projeto Básico é documento
necessário ao processo de licitação e deve estar anexado ao instrumento convocatório, fornecendo
dados para os licitantes apresentarem suas propostas, o projeto básico não tem como fim a
execução da obra.
Vamos à Lei 8.666
Art. 6
X - Projeto Executivo - o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de
acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT;

Gabarito: alternativa ERRADA

36.
nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou o serviço e ser elaborado com base
nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o
adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento.

Comentários
Certa!
BRASIL. Lei n° 8.666, de 21 de junho de 1993.
Art. 6, IX) - Projeto Básico: conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado,
para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base
nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado
tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a
definição dos métodos e do prazo de execução, devendo conter os seguintes elementos:

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a) desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus
elementos constitutivos com clareza;
b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de
reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e
montagem;
c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como
suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter
competitivo para a sua execução;
d) informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e
condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;
e) subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a
estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso;
f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos
propriamente avaliados;

Recomendações Básicas para a Contratação e Fiscalização de Obras, TCU


5.2 Projeto básico
O projeto básico é o elemento mais importante na execução de obra pública. Falhas em sua definição ou
constituição podem dificultar a obtenção do resultado almejado pela Administração.
O projeto básico deve ser elaborado anteriormente à licitação e receber a aprovação formal da autoridade
competente. Ele deve abranger toda a obra e possuir os requisitos estabelecidos pela Lei das Licitações:
• possuir os elementos necessários e suficientes para definir e caracterizar o objeto a ser contratado;
• ter nível de precisão adequado;
• ser elaborado com base nos estudos técnicos preliminares que assegurem a viabilidade técnica e o adequado
tratamento do impacto ambiental do empreendimento;
• possibilitar a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos executivos e do prazo de execução.

Gabarito: alternativa CERTA

37.
o custo global da obra, indicadas as diretrizes gerais para subsidiar o detalhamento a ser
apresentado no projeto executivo em que serão fundamentados os quantitativos de serviços
e fornecimentos propriamente avaliados.

Comentários
Errada, os quantitativos de serviços e fornecimentos já devem estar propriamente avaliados e devem
fundamentar o custo global da obra.
Vamos à Lei 8.666

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Art. 6
IX – Projeto Básico
f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos
propriamente avaliados;

Gabarito: alternativa ERRADA

38.
soluções técnicas localizadas com o objetivo de minimizar a necessidade de reformulação ou
de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e
montagem.
==2d1a8b==

Comentários
Correta!
Vamos à Norma
Vamos à Lei 8.666
Art. 6
IX – Projeto Básico
b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de
reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e
montagem;

Gabarito: alternativa CERTA

(CESPE – TRE RJ – 2012)


Levando em consideração aspectos de projeto e representação gráfica de arquitetura, julgue
os itens de 56 a 59.
39.
De acordo com a NBR 13.532/1995, o projeto básico de arquitetura (PB-ARQ) antecede o
projeto legal de arquitetura (PL-ARQ), que deve ser encaminhado para aprovação. Essas duas
etapas da execução de atividade técnica de projeto são consideradas obrigatórias.

Comentários
Temos 2 erros nessa afirmativa. Primeiro, o projeto legal de arquitetura antecede o projeto básico.
Segundo o projeto legal é obrigatório, porém, o básico é opcional.
Vamos à Norma

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NBR 13.532/1995
3.3 Etapas do projeto de arquitetura
As etapas de execução da atividade técnica do projeto de arquitetura são as seguintes, na sequência indicada
(incluídas as siglas):
a) levantamento de dados para arquitetura (LV-ARQ);
b) programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ);
c) estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ);
d) estudo preliminar de arquitetura (EP-ARQ);
e) anteprojeto de arquitetura (AP-ARQ) ou de pré-execução (PR-ARQ);
f) projeto legal de arquitetura (PL-ARQ);
g) projeto básico de arquitetura (PB-ARQ) (opcional);
h) projeto para execução de arquitetura (PE-ARQ).

Gabarito: alternativa ERRADA

(CESPE – TRE RJ – 2012)


Considerando a NBR 6.492/1994, suas normas correlatas e complementares e demais temas
que possa suscitar, julgue os itens seguintes.
40.
Na NBR 6.492/1994, são especificados os produtos de cada fase de projeto; na fase de estudo
preliminar, já deve constar a caracterização de todos os elementos construtivos da edificação,
do programa e do partido adotados, incluindo-se níveis e medidas principais, áreas, acessos,
denominação dos espaços, topografia, orientação.

Comentários
Correta! A fase do estudo preliminar é a fase da concepção do projeto e deve constar tudo o que
for necessário para caracterizá-lo.
Vamos à NBR 6492:94:
5.1 Caracterização das fases do projeto
5.1.2 Estudo preliminar
[Link] Elementos a serem representados
Devem estar representados os elementos construtivos, ainda que de forma esquemática, de modo a permitir a
perfeita compreensão do funcionamento do programa e partido adotados, incluindo níveis e medidas
principais, áreas, acessos, denominação dos espaços, topografia, orientação.

Vamos também à NBR 6492:2021:

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 124


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5.4 Estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ)


5.4.1 Generalidades
Concepção inicial do projeto arquitetônico, no qual se especificam funções, usos, formas
e dimensões para os ambientes, bem como elementos construtivos e componentes
principais do projeto. Podem-se apresentar várias versões na etapa de estudo preliminar,
conforme acordado entre as partes interessadas.

funções, usos, formas e dimensões para os ambientes

Concepção inicial do
projeto arquitetônico, elementos construtivos
no qual se especificam

componentes principais do projeto

planta de implantação

plantas dos pavimentos

Estudo Preliminar Documentos gráficos cortes gerais


(EP-
(EP-ARQ)

elevações

detalhes construtivos, se pertinentes

opcionalmente, memorial justifcativo que, de forma


Documentos escritos textual, contenha o partido arquitetônico, as decisões
tomadas e suas justificativas

Gabarito: alternativa CERTA

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 125


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41.
O dobramento de folhas de desenho técnico deve ser feito a partir do lado direito, em dobras
verticais de medidas constantes, e o formato final deve ter o tamanho A4.

Comentários
Essa questão faz parte da aula de representação de projetos de arquitetura, mas vou comentar.
Pois, já está aqui no meio. Rs
O erro desse enunciado está em dizer que as dobras verticais são de medida constante, pois não
são.

Gabarito: alternativa ERRADA

42.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 126


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De acordo com a referida norma, o desenho à mão livre é uma técnica empregada na fase de
croqui e de estudo preliminar.

Comentários
Correta!
Vamos à NBR 6492/94
4.6 Técnicas
4.6.1 Desenho a mão livre
De maneira geral é a representação do projeto nas fases de:
a) croquis; e
b) estudo preliminar.

A NBR 6492:2021 não trata sobre desenho à mão livre.


Gabarito: alternativa CERTA

(CESPE – TRE RJ – 2012)


Com relação às fases, às especificações e aos detalhamentos de um projeto, julgue os
próximos itens.
43.
A especificação que estipula as quantidades e qualidades dos materiais a serem fornecidos e
de que modo serão utilizados em uma construção deve constar do memorial descritivo de um
projeto executivo.

Comentários
Correta.
Segundo a NBR 16636-1, temos que memorial descritivo
é documento desenvolvido e elaborado por profissional habilitado, complementar aos desenhos do
projeto, e que consiste na discriminação das atividades técnicas, das especificações e dos métodos
construtivos a serem empregados na execução de determinada obra ou serviço técnico, em
conformidade com o projeto.
Vamos à NBR 6492/94
3 Definições
3.12 Especificação
Tipo de norma destinada a fixar as características, condições ou requisitos exigíveis para matérias-primas,
produtos semifabricados, elementos de construção, materiais ou produtos industriais semiacabados.

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5.1.4 Projeto executivo


[Link] Elementos a serem representados
Devem estar corretamente indicados todos os materiais usados e suas quantidades, os detalhes construtivos,
além das recomendações necessárias para sua correta execução.
Manual de Obras Públicas – Edificações – Projeto
5. ETAPAS DE PROJETO
5.3 Projeto Executivo
Do Projeto Executivo deverá constar:
· memorial descritivo, especificações e relatório técnico, que inclua o manual de utilização do sistema proposto;

Gabarito: alternativa CERTA

44.
A especificação por referência é um memorial que estipula o uso de produtos específicos em
um projeto, sem admitir substituições.

Comentários
Errada! Muito pelo contrário, as especificações técnicas não devem fazer referência a produtos
específicos que não admitam substituições.
Vamos à Lei 8.666/93
§ 5º É vedada a realização de licitação cujo objeto inclua bens e serviços sem similaridade ou de marcas,
características e especificações exclusivas, salvo nos casos em que for tecnicamente justificável, ou ainda
quando o fornecimento de tais materiais e serviços for feito sob o regime de administração contratada, previsto
e discriminado no ato convocatório.
Art. 15. As compras, sempre que possível, deverão:
§ 7º Nas compras deverão ser observadas, ainda:
I - a especificação completa do bem a ser adquirido sem indicação de marca;

Gabarito: alternativa ERRADA

45.
O anteprojeto, primeira fase de representação gráfica de um de projeto, geralmente é
executado à mão livre.

Comentários

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Errada! Em primeiro lugar, o anteprojeto não é a primeira fase de representação gráfica de um


projeto. Em segundo lugar, o desenho à mão livre é, normalmente, utilizado na fase de estudo
preliminar.
Gabarito: alternativa ERRADA

46.
O projeto completo ou executivo deve ser acompanhado de detalhes construtivos na escala
1:100 e de especificações de materiais e acabamentos.

Comentários
A Norma NBR 6492 não estabelece uma escala fixa de representação e, além do mais, o bom senso
nos deixa claro que a escala de 1:100 nem é apropriada.

5.7 Projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ)


5.7.1 O PE-ARQ deve apresentar, de forma clara e organizada, todas as informações
necessárias para a construção, detalhes construtivos, todas as dimensões (cotas)
necessárias para a construção do edifício, especificações (informações de acabamentos),
níveis e especificações de serviços inerentes.

...

5.7.3 Os desenhos obrigatórios são indicados a seguir

...

f) detalhes de elementos da edificação e de seus componentes construtivos em escalas


compatíveis.

Gabarito: alternativa ERRADA

(CESPE – TRE RJ – 2012)


A respeito de projeto arquitetônico e temas correlatos, julgue os próximos itens.
47.
A definição dos elementos de acabamento e de comunicação visual necessários à edificação,
que asseguram a viabilidade técnica, a avaliação do custo da obra e a geração de subsídios
para projetos posteriores, deve ser realizada na etapa do projeto básico.

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Comentários
Está correta, na etapa de projeto básico são produzidas todas essas informações. O projeto básico
é elaborado previamente à licitação, devendo ser anexado ao instrumento convocatório e deve
possibilitar, principalmente, a avaliação do custo da obra, a definição dos métodos construtivos e o
prazo da obra.
Vamos à NBR 13532/95
4.4.8 Projeto básico de arquitetura (PB-ARQ) (opcional)
[Link] Informações técnicas a produzir:
a) as relativas à edificação (ambientes externos e internos) e a todos os elementos da edificação, seus
componentes construtivos e materiais de construção;
b) as exigências de detalhamento devem depender da complexidade funcional ou formal da edificação.
3.1.2 Elementos da edificação e seus componentes construtivos
[Link] Revestimentos e acabamentos (ambientes exteriores e interiores)
São os seguintes:
paredes e tetos;
pisos, pavimentos, rodapés, soleiras, degraus, impermeabilizações e proteções;
metais;
madeiras;
outros.
[Link] Equipamentos para comunicação visual (ambientes exteriores e interiores)
Mensagens e pictogramas direcionais de localização e de advertência e suportes.

NBR 13531/95:
2.4.7 Projeto básico (PB) (opcional)
Etapa opcional destinada à concepção e à representação das informações técnicas da edificação e de seus
elementos, instalações e componentes, ainda não completas ou definitivas, mas consideradas compatíveis com
os projetos básicos das atividades técnicas necessárias e suficientes à licitação(contratação) dos serviços de
obra correspondentes.

Manual de Obras Públicas – Edificações – Projeto:


3.4.2 Projeto Básico
O Projeto Básico deverá demonstrar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental,
possibilitar a avaliação do custo dos serviços e obras objeto da licitação, bem como permitir a definição dos
métodos construtivos e prazos de execução do empreendimento. Serão solucionadas as interferências entre os
sistemas e componentes da edificação.

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Além dos desenhos que representem tecnicamente a solução aprovada através do Estudo Preliminar, o Projeto
Básico será constituído por um relatório técnico, contendo o memorial descritivo dos sistemas e componentes
e o memorial de cálculo onde serão apresentados os critérios, parâmetros, gráficos, fórmulas, ábacos e
“softwares” utilizados na análise e dimensionamento dos sistemas e componentes.
O Projeto Básico conterá ainda os elementos descritos na Lei de Licitações e Contratos, com especial atenção
para o fornecimento do orçamento detalhado da execução dos serviços e obras, fundamentado em
especificações técnicas e quantitativos de materiais, equipamentos e serviços, bem como em métodos
construtivos e prazos de execução corretamente definidos.

LEI 8.666/93:
Das Definições
Art. 6º Para os fins desta Lei, considera-se:
IX - Projeto Básico - conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para
caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas
indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do
impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos
métodos e do prazo de execução, devendo conter os seguintes elementos:
desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus
elementos constitutivos com clareza;
soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de
reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e
montagem;
identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como
suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter
competitivo para a sua execução;
informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições
organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;
subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a
estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso;
orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos
propriamente avaliados;

Gabarito: alternativa CERTA

48. (CESPE – TJ RO – 2012)


O conjunto de características e condições necessárias ao desenvolvimento das atividades dos
usuários da edificação que, se consideradas de forma adequada, definem e originam a
proposição

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para o empreendimento a ser realizado constitui


A a divisão espacial.
B o programa de necessidades.
C o leiaute do ambiente.
D a modulação.
E o projeto básico.

Comentários
O programa de necessidades, como o próprio nome diz, reúne as necessidades a serem satisfeitas
pela edificação a ser concebida.
“2.4.2 Programa de necessidades (PN)
Etapa destinada à determinação das exigências de caráter prescritivo ou de desempenho (necessidades e
expectativas dos usuários a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida.” NBR 13531

Existem várias definições para as etapas de projeto de arquitetura, o importante é você entender,
realmente, a finalidade e ordem de cada etapa. Como a questão retirou o enunciado do Manual de
Obras Públicas – Edificações – Projeto, vou aproveitar e citar abaixo, as definições contidas no
mesmo sobre essas etapas.
Vamos ao Manual de Obras Públicas-Edificações-Projeto
2. TERMINOLOGIA
2.5 Programa de Necessidades
Conjunto de características e condições necessárias ao desenvolvimento das atividades dos usuários da
edificação que, adequadamente consideradas, definem e originam a proposição para o empreendimento a ser
realizado.
2.6 Estudo Preliminar
Estudo efetuado para assegurar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental de um
empreendimento, a partir dos dados levantados no Programa de Necessidades, bem como de eventuais
condicionantes do Contratante.
2.7 Projeto Básico
Conjunto de informações técnicas necessárias e suficientes para caracterizar os serviços e obras objeto da
licitação, elaborado com base no Estudo Preliminar, e que apresente o detalhamento necessário para a perfeita
definição e quantificação dos materiais, equipamentos e serviços relativos ao empreendimento.
2.8 Projeto Executivo
Conjunto de informações técnicas necessárias e suficientes para a realização do empreendimento, contendo de
forma clara, precisa e completa todas as indicações e detalhes construtivos para a perfeita instalação,
montagem e execução dos serviços e obras objeto do contrato.

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Gabarito: alternativa B

49. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


Dentre os produtos básicos previstos em um projeto de arquitetura inclui-se a planta de
situação, que representa a implantação da obra no terreno indicando,
(A) prioritariamente, acessos, posição e orientação da edificação principal, recuos e
afastamentos, cotas e níveis principais, e excluindo quadro geral de áreas (totais, por setor,
pavimento e/ou bloco, úteis e/ou construídas, incompatíveis, conforme o caso).
(B) em especial, a edificação, acessos, áreas livres e demais elementos arquitetônicos, cotas
gerais e níveis de assentamento, desconsiderando as áreas non aedificandi e servidões, bem
como a discriminação das áreas totais e/ou parciais, úteis e/ou construídas.
(C) em especial, acessos, posição e orientação da edificação principal, recuos e afastamentos,
cotas e níveis principais, área non aedificandi e servidões, e quadro geral de áreas (totais, por
setor, pavimento e/ou bloco, útil e/ou construída, conforme a necessidade).
(D) necessariamente, o quadro de áreas, os acessos, recuos, afastamentos, cotas, níveis e
orientação da edificação principal, excetuando os demais elementos arquitetônicos, tais
como: estacionamentos, piscinas, quadras esportivas, castelos d’água.
(E) necessariamente, acessos, recuos, cotas de nível, o quadro de áreas e a compartimentação
interna da edificação indicando, em especial, a localização, inter-relacionamento e pré-
dimensionamento de ambientes, circulações (verticais e horizontais).

Comentários
Vamos comentar uma a uma:
A) Não há o que se falar sobre excluir o quadro geral de areas.
B) A planta de situação deve conter as areas non aedificandi e servidões, além da indicação das
areas a serem edificadas.
C) Correta.
D) Os elementos arquitetônicos citados também devem ser indicados.
E) A compartimentação interna não entra.
De acordo com a NBR 6492:2021, a definição está mais para planta de implantação.

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Gabarito: alternativa C

50. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


O estudo de viabilidade será desenvolvido para formular as diretrizes da solução construtiva
que melhor atenda ao programa arquitetônico e à legislação pertinente. Objetiva trazer
subsídios à elaboração dos anteprojetos em busca da proposta mais adequada para atender
os requisitos estabelecidos pelo programa arquitetônico e superar eventuais limitações do
terreno. Devem ser indicados no estudo de viabilidade:
(A) estudos e desenhos da solução arquitetônica, locação preferencial do edifício no terreno,
planilhas detalhadas dos custos de projeto e obra, relatório que descreva e avalie as
alternativas escolhidas.
(B) estudo preliminar da solução arquitetônica, impacto ambiental do empreendimento,
sondagem do solo, estimativa de custo do projeto e da obra, de acordo com os requisitos
estabelecidos.

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(C) estudo preliminar da solução arquitetônica, implantação e orientação do edifício, planilha


de custos do empreendimento e relatório que descreva potencialidades do terreno e avalie as
alternativas escolhidas.
(D) diretrizes para a solução arquitetônica, locação preferencial do edifício no terreno, impacto
ambiental do empreendimento, estimativa da obra a ser executada, anteprojeto que garanta
a viabilidade, acompanhado de memorial descritivo dos requisitos estabelecidos.
(E) diretrizes para a solução arquitetônica, melhor locação em função do solo ou demais
elementos técnicos, estimativa de custo preliminar do empreendimento, estudos e desenhos
que garantam a viabilidade, relatório que descreva e avalie as alternativas escolhidas.

Comentários
Conforme já comentei, são várias as definições para as diversas etapas do projeto arquitetônico e
essa foi tirada do Guia de Projetos e Obras da Justiça Federal. Porém, mesmo sem tê-lo lido,
podemos acertar essa questão com o que foi visto nessa aula. As alternativas B, C e D estão
descartadas. Pois, tanto o estudo preliminar quanto o anteprojeto, são etapas subsequentes ao
estudo de viabilidade na elaboração do projeto, logo, como podem vir indicados nele?
A alternativa A também está errada. Não há o que se falar em orçamento detalhado nessa etapa.
Vamos ao Guia de Projetos e Obras da Justiça Federal
8 Do estudo de viabilidade
O estudo de viabilidade será desenvolvido para formular as diretrizes da solução construtiva que melhor atenda
ao programa arquitetônico e à legislação pertinente.
Objetiva trazer subsídios à elaboração dos anteprojetos em busca da proposta mais adequada para atender os
requisitos estabelecidos pelo programa arquitetônico e superar eventuais limitações do terreno.
Devem ser indicados no estudo de viabilidade:
a. diretrizes para a solução arquitetônica (ex.: edificação vertical ou horizontal, melhor locação em função do
solo ou demais elementos técnicos etc.);
b. impacto ambiental do empreendimento, caso solicitado;
c. estudo prévio das alternativas para a escolha do sistema de climatização do edifício;
d. estimativa de custo preliminar do empreendimento segundo os índices adotados pelo Comitê Técnico de
Obras da Justiça Federal.
Fazem-se necessários, ainda, estudos e desenhos que garantam a viabilidade técnica, além de relatório
justificativo que descreva e avalie as alternativas escolhidas, com suas características principais.

Gabarito: alternativa E

51. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)

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Programa de necessidades, memorial justificativo, discriminação técnica, especificação, lista


de materiais e orçamento são as peças escritas que, juntamente com as peças gráficas,
compõem os elementos básicos do projeto. Das peças escritas, o que está corretamente
definido é:
(A) Discriminação Técnica − descreve de forma precisa, completa e ordenada os materiais de
construção a serem utilizados, indica os locais onde estes materiais devem ser aplicados e
determina as técnicas exigidas para o seu emprego.
(B) Especificação − tem como objeXvo fixar as caracterísXcas, condições ou requisitos exigíveis
para matérias-primas, produtos semifabricados, industriais e demais elementos da
construção, bem como o levantamento quantitativo de cada material especificado.
(C) Memorial Justificativo − deve evidenciar o atendimento às condições estabelecidas no
programa de necessidades sempre que incompatível com o partido arquitetônico adotado na
etapa do estudo preliminar.
(D) Programa de Necessidades − deve conter o levantamento das informações necessárias ao
projeto, os setores e suas ligações, necessidades de área, características gerais e requisitos
especiais, posturas municipais, códigos e normas pertinentes.
(E) Orçamento − tem como objeXvo estabelecer custos e preços dos materiais e serviços a
serem executados e estabelece a relação de materiais, equipamentos e serviços, excetuando
os valores dos insumos e dos encargos sociais necessários à execução.

Comentários
Eu achei 2 respostas corretas nessa questão, a A e a D. Leiam a NBR 6492 abaixo e vejam se
concordam comigo.
Vamos à NBR 6492/94
3.9 Programa de necessidades
Documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto objeto de estudo, que contém
o levantamento das informações necessárias, incluindo a relação dos setores que o compõem, suas ligações,
necessidades de área, características gerais e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas
pertinentes.
3.10 Memorial justificativo
Texto que evidencia o atendimento às condições estabelecidas no programa de necessidades. Apresenta o
partido arquitetônico adotado que é definido no estudo preliminar.
3.11 Discriminação técnica
Documento escrito do projeto, que, de forma precisa, completa e ordenada, descreve os materiais de
construção a serem utilizados, indica os locais onde estes materiais devem ser aplicados e determina as técnicas
exigidas para o seu emprego.
3.12 Especificação

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Tipo de norma destinada a fixar as características, condições ou requisitos exigíveis para matérias-primas,
produtos semifabricados, elementos de construção, materiais ou produtos industriais semiacabados.
3.13 Lista de materiais
Levantamento quantitativo de todo o material especificado no projeto, com as informações suficientes para a
sua aquisição.
3.14 Orçamento
Avaliação dos custos dos serviços, materiais, mão-de-obra e taxas relativas à obra.

A NBR 6492:2021 não traz todas as definições do enunciado.


Gabarito: alternativa D

52. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


Segundo a NBR-13351 − que fixa as aXvidades técnicas de projetos de arquitetura e de
engenharia exigíveis para a construção de edificações − a etapa de desenvolvimento do
projeto de arquitetura “destinada à determinação das exigências de caráter prescritivo ou de
desempenho a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida” chama-se
(A) Programa de Necessidades − PN.
(B) Estudo Preliminar − EP.
(C) Levantamento − LV.
(D) Estudo de Viabilidade − EV.
(E) Anteprojeto − AP.

Comentários
A etapa de desenvolvimento do projeto de arquitetura “destinada à determinação das exigências
de caráter prescritivo ou de desempenho a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida”
chama-se Programa de Necessidades. Dica: “a serem satisfeitas”, todo o projeto deve ser
desenvolvido, a partir dessas necessidades.
Vamos à Norma 13351
2.4.2 Programa de necessidades (PN)
Etapa destinada à determinação das exigências de caráter prescritivo ou de desempenho (necessidades e
expectativas dos usuários) a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida.

Gabarito: alternativa A

53. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)

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A aceitação ou rejeição de documentos técnicos referentes a cada etapa do projeto de


edificação são dependentes da correta avaliação técnica do contratante, realizada a partir de
um conjunto de orientações. Após a avaliação técnica,
(A) os documentos técnicos do projeto (desenhos, textos) que forem rejeitados, total ou
parcialmente, somente podem ser revistos ou alterados por profissional credenciado na área,
respeitado o prazo estipulado pelo contratante, e necessariamente submetidos à nova
avaliação.
(B) a aceitação, pelo contratante, dos documentos técnicos do projeto produzidos em cada
etapa da elaboração dos projetos de edificação, elementos, instalações e componentes, é
condição indispensável para que se inicie a elaboração dos referentes à etapa subsequente.
(C) as sequências das etapas das atividades técnicas e dos eventos de elaboração do projeto
devem ser predeterminadas e representadas, sendo indispensáveis os fluxogramas que
registrem os custos, a duração e as intercorrências.
(D) as avaliações do contratante devem ser feitas em conformidade com o contrato assinado
entre as partes, obedecendo rigorosamente as condições nele definidas como exequíveis, para
os casos em que não é prevista legislação vigente.
(E) o contratante deve formalizar a aceitação dos documentos técnicos correspondentes à
etapa em questão. Por isso mesmo, a aceitação dos documentos técnicos produzidos em cada
atividade técnica específica do projeto vincula-se à avaliação das demais atividades.

Comentários
Vamos analisar as alternativas? (De acordo com a norma antiga)

A) Somente o próprio autor pode revisar ou alterar seus documentos técnicos.


B) Existe uma exceção, caso haja sido estipulado prazo em contrato, após o mesmo, o autor do
projeto pode dar prosseguimento ou suspender os serviços. Porém, a regra é a aceitação pelo
contratante dos documentos técnicos, como condição para a elaboração dos referentes à
etapa subsequente.
C) Maldade essa! Incorreta! Caí nessa pegadinha... Conforme a NBR 13531, no item 3.3 sobre a
programação das etapas das atividades técnicas do projeto de edificação:

3.3.5 As sequências das etapas das atividades técnicas e dos eventos de elaboração do projeto devem ser
predeterminadas e representadas graficamente, em fluxograma (diagrama, rede) que registre as suas
interdependências, atributos físicos (custos, recursos) e de duração (datas, tempos).

A questão fala em custos, durações e intercorrências. Sendo que o correto seriam as


interdependências das etapas, custos, recursos e duração.

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D) As avaliações do contratante devem ser feitas de acordo com o contrato, legislação


pertinente, normas técnicas e documentos aceitos nas etapas anteriores.
E) A aceitação dos documentos do projeto de arquitetura não deve depender das demais
atividades técnicas específicas.

De acordo com a NBR 16636-2:2017, temos:


AVALIAÇÕES TÉCNICAS
Os documentos técnicos produzidos em cada etapa de elaboração dos projetos completos da edificação ou
dos espaços livres urbanos devem ser submetidos à avaliação do contratante dos serviços, nas ocasiões
preestabelecidas e na programação específica de cada caso, conforme fluxograma e cronograma físico-
financeiro
As avaliações do contratante devem ser feitas em conformidade com as condições exigíveis estabelecidas
previamente, segundo a legislação pertinente, as normas técnicas brasileiras e devem ser expressas nos
documentos técnicos aceitos nas etapas anteriores do projeto
ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO
Os documentos técnicos que forem rejeitados parcial ou totalmente pelo profissional habilitado designado
pelo contratante devem ser revistos ou alterados apenas pelo seu autor, conforme legislação vigente, e
submetidos à nova avaliação
A aceitação pelo contratante dos documentos técnicos produzidos em cada etapa da elaboração dos projetos
completos no caso de edificação ou de espaços urbanos, especificando sistemas, elementos, instalações e
componentes, dentro de prazo razoável, é requisito e condição indispensável para que seja iniciada a
elaboração dos documentos referentes às etapas subsequentes
O contratante deve formalizar a aceitação dos documentos técnicos correspondentes a cada etapa dos
projetos e documentar o término do projeto completo no encaminhamento para execução/construção

Gabarito: alternativa B

54. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


No Levantamento de dados para arquitetura − LV-ARQ devem ser produzidas informações
técnicas com os registros de vistorias no local da futura edificação. Tais registros incluem uma
grande quantidade de dados entre os quais:
(A) terreno destinado à edificação, leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento,
serviços públicos, companhias concessionárias, levantamento topográfico e cadastral,
volumes de corte e aterro, sondagem.
(B) terreno destinado à edificação, orientação Norte-Sul, diferença ou alterações ocorridas
após o levantamento topográfico e cadastral, volumes de corte e aterro previstos (quando
houver), sondagem, vias públicas, perfis e calçadas.

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(C) terreno destinado à edificação, vizinhança, orientação Norte-Sul, direção e sentido dos
ventos dominantes, leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento, serviços
públicos e outras informações relevantes.
(D) levantamento topográfico e cadastral precedente às alterações ocorridas no curso do
tempo, edificações existentes no terreno (a demolir ou não), área de construção, número de
pavimentos, uso atual, características arquitetônicas e construtivas.
(E) levantamento topográfico, volumes de corte e aterro, sondagem do solo com especificação
dos índices de estanqueidade e valores higrométricos, leis municipais de parcelamento do solo
e zoneamento.

Comentários

A) Levantamento topográfico e cadastral são informações de referência a utilizar. Não


informação técnica a produzir.
B) Volumes de corte e aterro não fazem parte do LV-ARQ, até porque o projeto nem foi
elaborado ainda.
C) Correta!
D) Levantamento topográfico e cadastral são informações de referência a utilizar. Não
informação técnica a produzir.
E) Levantamento topográfico e cadastral são informações de referência a utilizar. Não
informação técnica a produzir.

De acordo com a NBR 16636-2:2017, temos:


Levantamento de informações técnicas específicas (quando estiver no contrato do projeto, e considerado uma
etapa de levantamento de dados para arquitetura – LV-ARQ)
a) levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP);
b) registros de vistorias no local da futura edificação e de arquivos cadastrais (municipais, estaduais ou
federais), incluindo os seguintes dados mínimos:
 vizinhança da edificação (estudos, impactos);
 síntese das leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento (registro de uso, recuos e
afastamentos, coeficiente de construção, taxa de ocupação e gabaritos);
 serviços públicos, companhias concessionárias;
 transporte coletivo, água potável, esgotos sanitários, escoamento de águas pluviais, energia elétrica
em alta ou baixa tensão, iluminação pública, gás combustível, coleta de lixo e pavimentação;
 terreno destinado à edificação;

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 orientação Norte-Sul, direção e sentido dos ventos predominantes;


 diferenças ou alterações ocorridas após o levantamento topográfico e cadastral (LV-TOP) (movimentos
de terra, construções clandestinas, rios, córregos, vias públicas, perfis, pavimentações, calçadas, guias,
sarjetas, torres de transmissão de alta-tensão e postes);
 edificações existentes no terreno destinado à edificação (a demolir ou não);
 área de construção, número de pavimentos, uso atual, características arquitetônicas e construtivas;
 outras informações relevantes.
c) documentos técnicos a serem apresentados:
 desenhos cadastrais da vizinhança, do terreno e das edificações existentes: plantas, cortes e elevações
(escalas existentes ou convenientes);
 textos: relatórios;
 fotografias: preferencialmente coloridas, com indicação esquemática dos pontos de vista e com textos
explicativos;
 outros meios de representação.

Gabarito: alternativa C

55. (FCC – MINISTÉRIO PÚBLICO DO MARANHÃO – 2013)


Assinale corretamente a fase de processo de projeto arquitetônico e seu conteúdo
correspondente, baseado na NBR 13531.
(A) Estudo Preliminar: Destinado à representação das informações técnicas da edificação e de
seus elementos, instalações e componentes, ainda não completas ou definitivas, mas
consideradas compatíveis com os projetos básicos das atividades técnicas necessárias e
suficientes à licitação (contratação) dos serviços de obra correspondentes.
(B) Levantamento de Dados: Destinado à determinação das exigências de caráter prescritivo
ou de desempenho (necessidades e expectativas dos usuários) a serem satisfeitas pela
edificação a ser concebida.
(C) Programa de Necessidades: Destinado ao levantamento de informações de referência que
representem as condições preexistentes, de interesse para instruir a elaboração do projeto.
(D) Projeto Básico: Destinado à concepção e à representação do conjunto de informações
técnicas iniciais e aproximadas, necessárias à compreensão da configuração da edificação,
podendo incluir alternativas.
(E) Estudo de Viabilidade: Destinado à elaboração de análise e avaliações para seleção e
recomendação de alternativas para a concepção de edificações e de seus elementos,
instalações e componentes.

Comentários

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(A) Projeto Básico


(B) Programa de Necessidades
(C) Levantamento de Dados
(D) Estudo Preliminar
(E) Correta
Gabarito: alternativa E

56. (FCC – MINISTÉRIO PÚBLICO DO MARANHÃO – 2013)


De acordo com a NBR 6492/1994 − Representação de projetos de arquitetura, quanto à etapa
de processo de projeto e elementos que a constituem, considere:
Simbologias de representação gráfica (conforme a norma); curvas de nível existentes e
projetadas, além de eventual sistema de coordenadas referenciais; indicação do norte; vias de
acesso ao conjunto, arruamento e logradouros adjacentes com os respectivos equipamentos
urbanos; indicação das áreas a serem edificadas; denominação dos diversos edifícios ou
blocos; construções existentes, demolições ou remoções futuras, áreas non aedificandi;
escalas; notas gerais, desenhos de referência e carimbo.
A afirmação acima refere-se ao
(A) projeto executivo − Detalhes construXvos gerais.
(B) anteprojeto − Planta.
(C) anteprojeto − Planta de locação.
(D) projeto executivo − Planta de teto refleXvo.
(E) estudo preliminar − Planta de situação.

Comentários
O conteúdo descrito é de uma planta de situação e só temos uma alternativa com planta de
situação, logo alternativa E.
Vamos à Norma
5.3 Fases do projeto
5.3.1 Estudo preliminar
[Link] Planta de situação
A planta de situação deve conter:
a) simbologias de representação gráfica, conforme as prescritas no Anexo;
b) curvas de nível existentes e projetadas, além de eventual sistema de coordenadas referenciais;
c) indicação do norte;
d) vias de acesso ao conjunto, arruamento e logradouros adjacentes com os respectivos equipamentos urbanos;

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e) indicação das áreas a serem edificadas, com o contorno esquemático da cobertura das edificações;
f) denominação dos diversos edifícios ou blocos;
g) construções existentes, demolições ou remoções futuras, áreas non aedificandi e restrições governamentais;
h) escalas;
i) notas gerais, desenhos de referência e carimbo.

As bancas copiam e colam e essa questão só daria para ser feita com base na norma antiga,
Gabarito: alternativa E

57. (FCC – MINISTÉRIO PÚBLICO DO MARANHÃO – 2013)


A elaboração do projeto arquitetônico procede sequencialmente com os complementares,
para posterior compatibilização. Pode se afirmar corretamente que,
(A) após o detalhamento do projeto arquitetônico, os projetos executivos complementares
serão elaborados e confeccionados, procedendo-se na seguinte ordem: estruturas em
concreto armado, de aço ou madeira; instalações hidrossanitárias, instalações elétricas e
demais projetos executivos de instalações prediais.
(B) antes da confecção do anteprojeto de arquitetura, os projetos básicos complementares
serão elaborados, procedendo-se inicialmente ao básico estrutural, às instalações
hidrossanitárias e elétricas e, posteriormente, a combate a incêndio, climatização por sistemas
de ar condicionado e transporte vertical (elevadores).
(C) durante a confecção do projeto executivo de arquitetura, os projetos básicos
complementares serão compatibilizados, procedendo-se, concomitantemente, aos executivos
estruturais e às instalações prediais.
(D) após a confecção do anteprojeto de arquitetura, os anteprojetos complementares serão
elaborados, procedendo-se inicialmente ao anteprojeto estrutural e, posteriormente, aos
demais anteprojetos de instalações prediais.
(E) antes da confecção do anteprojeto de arquitetura, os projetos básicos complementares
serão elaborados, procedendo-se inicialmente às estruturas em concreto armado, em aço ou
de madeira e, posteriormente, às instalações hidrossanitárias e elétricas e demais projetos de
instalações prediais.

Comentários
O anteprojeto serve de base para os projetos complementares. O anteprojeto estrutural deve ser
feito antes dos outros, pois o sistema estrutural e a localização e dimensão das vigas e pilares são
importantes para a definição dos anteprojetos de instalações prediais. Logo, a resposta é a
alternativa D.
Vamos à NBR 16636-2/2017:

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 143


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Moema Machado
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Gabarito: alternativa D

58. (CESPE – FUB – 2015)


As built é uma expressão em inglês que se refere à revisão do projeto conforme executado,
para fins de regularidade junto aos órgãos públicos, ou também para sua atualização
e manutenção ao término da construção, fabricação ou montagem da obra.

Comentários
Correta!
Vamos à Norma
ANEXO À RESOLUÇÃO N° 21, DE 5 DE ABRIL DE 2012
GLOSSÁRIO

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Moema Machado
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As built - revisão do projeto conforme executado, objetivando sua regularidade junto aos órgãos públicos, ou
sua atualização e manutenção ao término da construção, fabricação ou montagem da obra;

Gabarito: alternativa CERTA

Abraço, Profa. Moema Machado

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Moema Machado
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6 – LISTA DE QUESTÕES
1. (ALERJ – FGV – 2016)
No processo de organização funcional de seu escritório de arquitetura, o arquiteto apresentou
à equipe as etapas sequenciais de execução da atividade técnica do projeto de arquitetura,
conforme abaixo, identificando-as com algarismos crescentes de 1 a 8:
( ) estudo de viabilidade técnica (EV-ARQ);
( ) anteprojeto de arquitetura (AP-ARQ);
( ) projeto básico de arquitetura (PB-ARQ);
( ) levantamentos de dados para arquitetura (LV-ARQ);
( ) projeto legal de arquitetura (PL-ARQ);
( ) programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ);
( ) projeto para execução de arquitetura (PE-ARQ);
( ) estudo preliminar de arquitetura (EP-ARQ).
A sequência correta dessas etapas é:
(A) 1, 4, 7, 3, 6, 2, 8 e 5;
(B) 2, 6, 8, 3, 5, 1, 7 e 4;
(C) 2, 6, 8, 1, 5, 4, 7 e 3;
(D) 3, 5, 7, 1, 6, 2, 8 e 4;
(E) 3, 5, 6, 2, 8, 1, 7 e 4.

2. (FCC – TRF 2ª Região – 2012)


A etapa do projeto de arquitetura destinada ao atendimento das exigências legais para os
procedimentos de análise e de aprovação do projeto e da construção, nos órgãos públicos e
nas companhias concessionárias de serviços públicos, como departamento de obras e de
urbanismo municipais, conselho dos patrimônios artísticos e históricos municipais e estaduais,
autoridades estaduais e federais para a proteção dos mananciais e do meio ambiente, é
denominada de projeto:
(A) legal.
(B) básico.
(C) de pré execução.
(D) executivo.
(E) de detalhamento.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 146


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3. (FGV – Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso – 2014)


Relacione as etapas de um projeto arquitetônico às respectivas descrições dos serviços
envolvidos.
1. Concepção do produto.
2. Definição do produto.
3. Solução de interfaces.
( ) Solução preliminar dos projetos com relação aos métodos de construção.
( ) Consolidação da implantação do empreendimento.
( ) Análise física do entorno do local do empreendimento.
Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.
(A) 1 – 3 – 2
(B) 3 – 1 – 2
(C) 3 – 2 – 1
(D) 2 – 1 – 3
(E) 2 – 3 – 1

4. (FGV – Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia – 2015)


O projeto de arquitetura da edificação compreende fases, que se caracterizam como blocos
sucessivos de coleta de informações, desenvolvimento de estudos, de serviços técnicos e
emissão de produtos finais. A fase referente ao Projeto de Aprovação constitui a configuração:
(A) inicial do partido arquitetônico proposto para a obra, considerando as principais exigências
contidas no programa de necessidades, que deve receber a aprovação preliminar do cliente;
(B) final da solução arquitetônica proposta para a obra, contendo todas as exigências
constantes no programa de necessidades, que deve receber aprovação final do cliente;
(C) desenvolvida e detalhada do projeto, compondo o conjunto de documentos técnicos:
memoriais, desenhos e especificações necessários à licitação e/ ou execução da obra;
(D) técnico-jurídica da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando as exigências
do programa de necessidades e das normas técnicas de representação emanadas dos órgãos
públicos e a aprovação final do cliente;
(E) detalhada de partes específicas do projeto que se desenvolve, concomitantemente, à
execução da obra, admitindo-se as adaptações e modificações técnicas que se fizerem
necessárias.

5. (FGV – Câmara Municipal do Recife – 2014)

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 147


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Moema Machado
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Considerando-se que o anteprojeto é um estudo elaborado antes do projeto definitivo, naquela


etapa projetual podem ser desconsideradas:
(A) restrições impostas pelos órgãos competentes;
(B) verbas para a realização da obra;
(C) medidas exatas e condições do lote;
(D) ideias e necessidades do cliente;
(E) designação do responsável pela execução da obra.

6. (FGV – ALMT – 2013)


Com relação às etapas do projeto arquitetônico, analise as afirmativas a seguir.
I. O projeto executivo é acompanhado de detalhes construtivos e das especificações dos
materiais, integrando-se aos projetos estruturais e de instalações.
II. O anteprojeto é desenhado à mão livre, com instrumento ou com ferramentas digitais e deve
ser submetido à apreciação do cliente.
III. O estudo preliminar constitui a primeira representação gráfica da ideia do projeto
arquitetônico, sendo desenhado, geralmente, à mão livre.
Assinale:
(A) se somente a afirmativa I estiver correta.
(B) se somente a afirmativa II estiver correta.
(C) se somente a afirmativa III estiver correta.
(D) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
(E) se todas as afirmativas estiverem corretas.

7. (FGV – DOCAS - SP – 2010)


Segundo a NBR 6492, norma que regulamenta a representação dos projetos de arquitetura, o
nome do documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto
objeto de estudo, que contém o levantamento das informações necessárias, incluindo a
relação dos setores que o compõem, suas ligações, necessidades de área, características gerais
e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas pertinentes é o
(A) memorial descritivo.
(B) estudo preliminar.
(C) memorial justificativo.
(D) programa de necessidades.
(E) caderno de encargos.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 148


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8. (FGV – SENADO FEDERAL – 2008)


A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas é o órgão responsável pela normalização
técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. As
normas técnicas são voluntárias, fundamentadas no consenso da sociedade e não há
obrigatoriedade em adotá-las. No entanto, o atendimento a essas normas pode auxiliá-lo no
cumprimento de suas obrigações legais relativas a determinados assuntos, como segurança do
produto e proteção ambiental. A NBR 13532/1995 dispõe sobre a elaboração de projetos de
edificações – Arquitetura. Considerando o disposto nessa norma, analise as seguintes
afirmativas:
I. Entre os equipamentos, encontram-se bancos, jardineiras, corrimãos e guarda-corpos.
II. Entre os revestimentos, encontram-se pisos, pavimentos, rodapés, soleiras e
impermeabilizações.
III. Entre os vedos verticais, encontram-se quebra-sóis, lanternins e cobogós.
Assinale:
(A) se somente a afirmativa I estiver correta.
(B) se somente a afirmativa II estiver correta.
(C) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
(D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
(E) se todas as afirmativas estiverem corretas.

9. (Consulplan – TRF 2ª REGIÃO – 2016)


A NBR 13.532 (ABNT, 29/12/1995, p. 1) “fixa as condições exigíveis para a elaboração de
projetos de arquitetura para a construção de edificações” e “é aplicável a todas as classes (ou
categorias) tipológicas funcionais e formais das edificações (ou de quaisquer ambientes
construídos ou artificiais)”, bem como “aos serviços técnicos de obras, conforme as classes (ou
categorias) de intervenções correntes para edificações novas e edificações existentes”. Entre
suas definições, a norma estabelece as “informações de referência a utilizar”, as “informações
técnicas a produzir” e os “documentos técnicos a apresentar” que deverão orientar cada uma
das etapas de elaboração do projeto de arquitetura. Analise as afirmativas a seguir e assinale
aquela que identifica corretamente apenas informações técnicas que devem ser produzidas na
fase do “Programa de Necessidades de Arquitetura”, conforme estabelece a NBR 13.532.
A) Informações relativas à edificação (ambientes externos e internos) e a todos os elementos
da edificação, seus componentes construtivos e materiais de construção; e, as exigências de
detalhamento devem depender da complexidade funcional ou formal da edificação.
B) Características funcionais ou das atividades em cada ambiente (ocupação, capacidade,
movimentos, fluxos e períodos); características, dimensões e serviços dos equipamentos e

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 149


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mobiliário; exigências ambientais, níveis de desempenho; e, instalações especiais (elétricas,


mecânicas, hidráulicas e sanitárias).
C) Informações sucintas e suficientes para a caracterização específica dos elementos
construtivos e dos seus componentes principais, incluindo indicações das tecnologias
recomendadas; e, informações relativas a soluções alternativas gerais e especiais, suas
vantagens e desvantagens, de modo a facilitar a seleção subsequente.
D) Plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (banheiros, cozinhas, lavatórios, oficinas
e lavanderias); detalhes (plantas, cortes, elevações e perspectivas) de elementos da edificação
e de seus componentes construtivos (portas, janelas, bancadas, grades, forros, beirais,
parapeitos, pisos, revestimentos e seus encontros, impermeabilizações e proteções).

10. (Consulplan – PM CASCAVEL-PR – 2016)


“Etapa destinada à representação das especificações técnicas necessárias à análise e
aprovação, pelas autoridades competentes, da concepção da edificação e de seus elementos
e instalações, com base nas exigências legais (municipal, estadual, federal), e a obtenção do
alvará ou das licenças e demais documentos indispensáveis para as atividades de construção.”
Trata-se de:
A) Projeto legal.
B) Projeto básico.
C) Projeto licenciado.
D) Projeto estrutural.
E) Projeto construtivo.

11. (Consulplan – PM UBERLÂNDIA – 2012)


Segundo Vale (2006), os conceitos de Retrofit foram primeiramente desenvolvidos na indústria
da aeronáutica e, aos poucos, outros ramos passaram a adotar, inclusive o da construção civil.
Qual é o significado do processo de Retrofit?
A) Renovar o espaço urbano, preservando as características tecnológicas das construções muito
antigas.
B) Novas técnicas de reforma e remodelação para maior embelezamento das edificações.
C) Renovação completa de uma edificação, preservando valores originais, trabalhando a
sustentabilidade e preservando os elementos característicos sem descartá-los.
D) Novas técnicas para reabilitar antigas edificações, desprezando adaptações formais e
funcionais das construções.
E) Novas técnicas de articulação dos espaços das edificações antigas, criando espaços livres.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 150


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12. (Consulplan – DMAE – PORTO ALEGRE – 2011)


Com relação à preparação do programa arquitetônico indique o fluxo correto de alimentação
das informações.

13. (Consulplan – DMAE – PORTO ALEGRE – 2011)


Qual é o objetivo principal de apresentação de um estudo preliminar?
A) Orientar a execução da obra.
B) Explicitar as intenções plásticas.
C) Demonstrar a viabilidade do programa.
D) Apresentar um esboço das especificações.
E) Orientar a execução da obra e explicitar as intenções plásticas.

14. (Consulplan – PM Itapira-SP – 2010)


A atividades técnicas de elaboração de projeto de edificação e de seus elementos, instalações
e componentes, compreendem inúmeras etapas. Assinale a etapa que é destinada à elaboração
de análise e avaliação para seleção e recomendação de alternativas para a concepção da
edificação e de seus elementos, instalações e componentes:

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 151


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A) Estudo Preliminar (EP).


B) Estudo de Viabilidade (EV).
C) Anteprojeto (AP).
D) Projeto Básico (PB).
E) N.R.A.

15. (Consulplan – PM SÃO FIDÉLIS-RJ – 2006)


As plantas a serem obrigatoriamente apresentadas em um projeto de arquitetura são:
A) Plantas Baixas; Cortes; Fachadas.
B) Planta de situação, locação e coberta; Planta Baixa; Cortes; Fachadas.
C) Planta Baixa; Cortes; Fachadas; Detalhes.
D) Planta Baixa; Cortes; Fachadas; Planta de Instalações Hidráulicas e Elétricas.
E) Planta Baixa; Cortes; Maquete eletrônica.

(CESPE – INPI – 2013)


Acerca das normas de desenho técnico, julgue os próximos itens.
16.
De acordo com a NBR 13.532/1995, na representação de um projeto de arquitetura, por meio
de desenhos, deve constar apenas planta geral de implantação; planta das coberturas; cortes
de terraplenagens; cortes transversais e longitudinais; elevações frontais, posteriores e
laterais; planta; cortes e elevações de ambientes especiais; e os detalhes construtivos. Na
representação por textos, basta apenas o memorial descritivo.
17.
A elaboração do projeto de arquitetura de edificação, conforme a NBR 13.532/1995, consiste
na determinação e na representação prévias (desenhos e textos) da configuração
arquitetônica de edificação, concebida mediante a coordenação e a orientação geral dos
projetos dos elementos da edificação, das instalações prediais, dos componentes construtivos
e dos materiais de construção.
18.
A escala escolhida, para determinado desenho, depende da complexidade do projeto, ou do
elemento representado, e da finalidade da representação, porém a escala e o tamanho do
elemento não são parâmetros determinantes para a escolha do formato da folha do desenho.
19.
O estudo de viabilidade do projeto arquitetônico, segundo a NBR 13.532/1995, determina as
necessidades e as expectativas sociais, satisfeitas pelo espaço a ser concebido.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 152


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20.
Os documentos produzidos no desenvolvimento de um projeto de edificação que forem
rejeitados pelo contratante deverão ser reelaborados por seu autor e submetidos a nova
avaliação. O contratante deverá formalizar, na entrega da etapa final, a aceitação dos
documentos técnicos desenvolvidos ao longo do projeto.
21.
No anteprojeto devem ser apresentados elementos necessários ao inter-relacionamento das
atividades técnicas envolvidas e suficientes para estimar prazo dos serviços implicados.
22.
O SketchUp apresenta ferramentas que auxiliam na representação gráfica do projeto e na
elaboração de desenhos que se assemelham a croquis.
23.
Nas versões mais recentes do AutoCAD, são utilizados como parâmetros os elementos que
definem uma edificação, como, por exemplo, sua estrutura, do que resulta um modelo
tridimensional.
24.
A informática aplicada à arquitetura gerou novos paradigmas e metodologias de projeto, como
a verificação de desempenho e a fabricação digital.

(CESPE – CNJ – 2013)


Com relação às normas técnicas da ABNT (NBRs), julgue os itens seguintes.
25.
O projeto final deve permitir a execução completa do edifício, com seus componentes
totalmente definidos, respeitando todas as normas e exigências técnicas.
26.
A ABNT NBR 12721 trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos.
27.
A ABNT NBR 15575 — Edificações habitacionais: desempenho — contém requisitos para os
sistemas estruturais; de vedações verticais internas e externas; e de coberturas.

(CESPE – CNJ – 2013)


No que se refere aos programas de necessidades e especificações em projetos de arquitetura,
julgue os itens que se seguem.
28.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 153


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No projeto específico de uma cobertura, são admitidas soluções descritivas no caderno de


encargos, uma vez que nesse tipo de serviço são especificados materiais, elementos e
acabamentos industriais.
29.
No programa de necessidades estão descritas não apenas as entidades a serem instaladas em
uma edificação, mas também sua estrutura organizacional, no que concerne a usuários,
equipamentos e fluxos de funcionamento.

(CESPE – TRT 10ª REGIÃO – 2013)


Considerando as determinações contidas nas NBRs 13531:1995 e 13532:1995, julgue os itens
a seguir.
30.
Das atividades técnicas do projeto de uma edificação, o projeto básico constitui uma etapa
opcional.
31.
O estudo de viabilidade visa subsidiar a seleção e recomendar alternativas para a concepção
da edificação bem como de seus elementos, instalações e componentes.
32.
O organograma funcional, o memorial e a planilha relacional — ambientes, usuários, atividades,
equipamentos, mobiliário, com suas respectivas características, exigências, dimensões e
quantidades — são documentos técnicos que integram o estudo preliminar.
33.
A etapa destinada a concepção e a representação do conjunto de informações técnicas iniciais
e aproximadas, necessárias a compreensão da configuração da edificação denomina-se pré-
execução ou anteprojeto.

(CESPE – Câmara dos Deputados – 2012)


O projeto básico para execução de obras públicas deve apresentar
34.
a identificação dos tipos de serviços a serem executados, a fim de assegurar os melhores
resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução.
35.
elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas
pertinentes da ABNT.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 154


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Moema Machado
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36.
nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou o serviço e ser elaborado com base
nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o
adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento.
37.
o custo global da obra, indicadas as diretrizes gerais para subsidiar o detalhamento a ser
apresentado no projeto executivo em que serão fundamentados os quantitativos de serviços
e fornecimentos propriamente avaliados.
38.
soluções técnicas localizadas com o objetivo de minimizar a necessidade de reformulação ou
de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e
montagem.

(CESPE – TRE RJ – 2012)


Levando em consideração aspectos de projeto e representação gráfica de arquitetura, julgue
os itens de 56 a 59.
39.
De acordo com a NBR 13.532/1995, o projeto básico de arquitetura (PB-ARQ) antecede o
projeto legal de arquitetura (PL-ARQ), que deve ser encaminhado para aprovação. Essas duas
etapas da execução de atividade técnica de projeto são consideradas obrigatórias.

(CESPE – TRE RJ – 2012)


Considerando a NBR 6.492/1994, suas normas correlatas e complementares e demais temas
que possa suscitar, julgue os itens seguintes.
40.
Na NBR 6.492/1994, são especificados os produtos de cada fase de projeto; na fase de estudo
preliminar, já deve constar a caracterização de todos os elementos construtivos da edificação,
do programa e do partido adotados, incluindo-se níveis e medidas principais, áreas, acessos,
denominação dos espaços, topografia, orientação.
41.
O dobramento de folhas de desenho técnico deve ser feito a partir do lado direito, em dobras
verticais de medidas constantes, e o formato final deve ter o tamanho A4.
42.
De acordo com a referida norma, o desenho à mão livre é uma técnica empregada na fase de
croqui e de estudo preliminar.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 155


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(CESPE – TRE RJ – 2012)


Com relação às fases, às especificações e aos detalhamentos de um projeto, julgue os
próximos itens.
43.
A especificação que estipula as quantidades e qualidades dos materiais a serem fornecidos e
de que modo serão utilizados em uma construção deve constar do memorial descritivo de um
projeto executivo.
44.
A especificação por referência é um memorial que estipula o uso de produtos específicos em
um projeto, sem admitir substituições.
45.
O anteprojeto, primeira fase de representação gráfica de um de projeto, geralmente é
executado à mão livre.
46.
O projeto completo ou executivo deve ser acompanhado de detalhes construtivos na escala
1:100 e de especificações de materiais e acabamentos.

(CESPE – TRE RJ – 2012)


A respeito de projeto arquitetônico e temas correlatos, julgue os próximos itens.
47.
A definição dos elementos de acabamento e de comunicação visual necessários à edificação,
que asseguram a viabilidade técnica, a avaliação do custo da obra e a geração de subsídios
para projetos posteriores, deve ser realizada na etapa do projeto básico.

48. (CESPE – TJ RO – 2012)


O conjunto de características e condições necessárias ao desenvolvimento das atividades dos
usuários da edificação que, se consideradas de forma adequada, definem e originam a
proposição
para o empreendimento a ser realizado constitui
A a divisão espacial.
B o programa de necessidades.
C o leiaute do ambiente.
D a modulação.
E o projeto básico.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 156


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49. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


Dentre os produtos básicos previstos em um projeto de arquitetura inclui-se a planta de
situação, que representa a implantação da obra no terreno indicando,
(A) prioritariamente, acessos, posição e orientação da edificação principal, recuos e
afastamentos, cotas e níveis principais, e excluindo quadro geral de áreas (totais, por setor,
pavimento e/ou bloco, úteis e/ou construídas, incompatíveis, conforme o caso).
(B) em especial, a edificação, acessos, áreas livres e demais elementos arquitetônicos, cotas
gerais e níveis de assentamento, desconsiderando as áreas non aedificandi e servidões, bem
como a discriminação das áreas totais e/ou parciais, úteis e/ou construídas.
(C) em especial, acessos, posição e orientação da edificação principal, recuos e afastamentos,
cotas e níveis principais, área non aedificandi e servidões, e quadro geral de áreas (totais, por
setor, pavimento e/ou bloco, útil e/ou construída, conforme a necessidade).
(D) necessariamente, o quadro de áreas, os acessos, recuos, afastamentos, cotas, níveis e
orientação da edificação principal, excetuando os demais elementos arquitetônicos, tais
como: estacionamentos, piscinas, quadras esportivas, castelos d’água.
(E) necessariamente, acessos, recuos, cotas de nível, o quadro de áreas e a compartimentação
interna da edificação indicando, em especial, a localização, inter-relacionamento e pré-
dimensionamento de ambientes, circulações (verticais e horizontais).

50. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


O estudo de viabilidade será desenvolvido para formular as diretrizes da solução construtiva
que melhor atenda ao programa arquitetônico e à legislação pertinente. Objetiva trazer
subsídios à elaboração dos anteprojetos em busca da proposta mais adequada para atender
os requisitos estabelecidos pelo programa arquitetônico e superar eventuais limitações do
terreno. Devem ser indicados no estudo de viabilidade:
(A) estudos e desenhos da solução arquitetônica, locação preferencial do edifício no terreno,
planilhas detalhadas dos custos de projeto e obra, relatório que descreva e avalie as
alternativas escolhidas.
(B) estudo preliminar da solução arquitetônica, impacto ambiental do empreendimento,
sondagem do solo, estimativa de custo do projeto e da obra, de acordo com os requisitos
estabelecidos.
(C) estudo preliminar da solução arquitetônica, implantação e orientação do edifício, planilha
de custos do empreendimento e relatório que descreva potencialidades do terreno e avalie as
alternativas escolhidas.
(D) diretrizes para a solução arquitetônica, locação preferencial do edifício no terreno, impacto
ambiental do empreendimento, estimativa da obra a ser executada, anteprojeto que garanta
a viabilidade, acompanhado de memorial descritivo dos requisitos estabelecidos.

Arquitetura para Concursos - Curso Regular 157


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(E) diretrizes para a solução arquitetônica, melhor locação em função do solo ou demais
elementos técnicos, estimativa de custo preliminar do empreendimento, estudos e desenhos
que garantam a viabilidade, relatório que descreva e avalie as alternativas escolhidas.

51. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


Programa de necessidades, memorial justificativo, discriminação técnica, especificação, lista
de materiais e orçamento são as peças escritas que, juntamente com as peças gráficas,
compõem os elementos básicos do projeto. Das peças escritas, o que está corretamente
definido é:
(A) Discriminação Técnica − descreve de forma precisa, completa e ordenada os materiais de
construção a serem utilizados, indica os locais onde estes materiais devem ser aplicados e
determina as técnicas exigidas para o seu emprego.
(B) Especificação − tem como objeXvo fixar as caracterísXcas, condições ou requisitos exigíveis
para matérias-primas, produtos semifabricados, industriais e demais elementos da
construção, bem como o levantamento quantitativo de cada material especificado.
(C) Memorial Justificativo − deve evidenciar o atendimento às condições estabelecidas no
programa de necessidades sempre que incompatível com o partido arquitetônico adotado na
etapa do estudo preliminar.
(D) Programa de Necessidades − deve conter o levantamento das informações necessárias ao
projeto, os setores e suas ligações, necessidades de área, características gerais e requisitos
especiais, posturas municipais, códigos e normas pertinentes.
(E) Orçamento − tem como objeXvo estabelecer custos e preços dos materiais e serviços a
serem executados e estabelece a relação de materiais, equipamentos e serviços, excetuando
os valores dos insumos e dos encargos sociais necessários à execução.

52. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


Segundo a NBR-13351 − que fixa as aXvidades técnicas de projetos de arquitetura e de
engenharia exigíveis para a construção de edificações − a etapa de desenvolvimento do
projeto de arquitetura “destinada à determinação das exigências de caráter prescritivo ou de
desempenho a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida” chama-se
(A) Programa de Necessidades − PN.
(B) Estudo Preliminar − EP.
(C) Levantamento − LV.
(D) Estudo de Viabilidade − EV.
(E) Anteprojeto − AP.

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53. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


A aceitação ou rejeição de documentos técnicos referentes a cada etapa do projeto de
edificação são dependentes da correta avaliação técnica do contratante, realizada a partir de
um conjunto de orientações. Após a avaliação técnica,
(A) os documentos técnicos do projeto (desenhos, textos) que forem rejeitados, total ou
parcialmente, somente podem ser revistos ou alterados por profissional credenciado na área,
respeitado o prazo estipulado pelo contratante, e necessariamente submetidos à nova
avaliação.
(B) a aceitação, pelo contratante, dos documentos técnicos do projeto produzidos em cada
etapa da elaboração dos projetos de edificação, elementos, instalações e componentes, é
condição indispensável para que se inicie a elaboração dos referentes à etapa subsequente.
(C) as sequências das etapas das atividades técnicas e dos eventos de elaboração do projeto
devem ser predeterminadas e representadas, sendo indispensáveis os fluxogramas que
registrem os custos, a duração e as intercorrências.
(D) as avaliações do contratante devem ser feitas em conformidade com o contrato assinado
entre as partes, obedecendo rigorosamente as condições nele definidas como exequíveis, para
os casos em que não é prevista legislação vigente.
(E) o contratante deve formalizar a aceitação dos documentos técnicos correspondentes à
etapa em questão. Por isso mesmo, a aceitação dos documentos técnicos produzidos em cada
atividade técnica específica do projeto vincula-se à avaliação das demais atividades.

54. (FCC – TRF 1ª REGIÃO – 2014)


No Levantamento de dados para arquitetura − LV-ARQ devem ser produzidas informações
técnicas com os registros de vistorias no local da futura edificação. Tais registros incluem uma
grande quantidade de dados entre os quais:
(A) terreno destinado à edificação, leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento,
serviços públicos, companhias concessionárias, levantamento topográfico e cadastral,
volumes de corte e aterro, sondagem.
(B) terreno destinado à edificação, orientação Norte-Sul, diferença ou alterações ocorridas
após o levantamento topográfico e cadastral, volumes de corte e aterro previstos (quando
houver), sondagem, vias públicas, perfis e calçadas.
(C) terreno destinado à edificação, vizinhança, orientação Norte-Sul, direção e sentido dos
ventos dominantes, leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento, serviços
públicos e outras informações relevantes.
(D) levantamento topográfico e cadastral precedente às alterações ocorridas no curso do
tempo, edificações existentes no terreno (a demolir ou não), área de construção, número de
pavimentos, uso atual, características arquitetônicas e construtivas.

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(E) levantamento topográfico, volumes de corte e aterro, sondagem do solo com especificação
dos índices de estanqueidade e valores higrométricos, leis municipais de parcelamento do solo
e zoneamento.

55. (FCC – MINISTÉRIO PÚBLICO DO MARANHÃO – 2013)


Assinale corretamente a fase de processo de projeto arquitetônico e seu conteúdo
correspondente, baseado na NBR 13531.
(A) Estudo Preliminar: Destinado à representação das informações técnicas da edificação e de
seus elementos, instalações e componentes, ainda não completas ou definitivas, mas
consideradas compatíveis com os projetos básicos das atividades técnicas necessárias e
suficientes à licitação (contratação) dos serviços de obra correspondentes.
(B) Levantamento de Dados: Destinado à determinação das exigências de caráter prescritivo
ou de desempenho (necessidades e expectativas dos usuários) a serem satisfeitas pela
edificação a ser concebida.
(C) Programa de Necessidades: Destinado ao levantamento de informações de referência que
representem as condições preexistentes, de interesse para instruir a elaboração do projeto.
(D) Projeto Básico: Destinado à concepção e à representação do conjunto de informações
técnicas iniciais e aproximadas, necessárias à compreensão da configuração da edificação,
podendo incluir alternativas.
(E) Estudo de Viabilidade: Destinado à elaboração de análise e avaliações para seleção e
recomendação de alternativas para a concepção de edificações e de seus elementos,
instalações e componentes.

56. (FCC – MINISTÉRIO PÚBLICO DO MARANHÃO – 2013)


De acordo com a NBR 6492/1994 − Representação de projetos de arquitetura, quanto à etapa
de processo de projeto e elementos que a constituem, considere:
Simbologias de representação gráfica (conforme a norma); curvas de nível existentes e
projetadas, além de eventual sistema de coordenadas referenciais; indicação do norte; vias de
acesso ao conjunto, arruamento e logradouros adjacentes com os respectivos equipamentos
urbanos; indicação das áreas a serem edificadas; denominação dos diversos edifícios ou
blocos; construções existentes, demolições ou remoções futuras, áreas non aedificandi;
escalas; notas gerais, desenhos de referência e carimbo.
A afirmação acima refere-se ao
(A) projeto executivo − Detalhes construXvos gerais.
(B) anteprojeto − Planta.
(C) anteprojeto − Planta de locação.
(D) projeto executivo − Planta de teto refleXvo.

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(E) estudo preliminar − Planta de situação.

57. (FCC – MINISTÉRIO PÚBLICO DO MARANHÃO – 2013)


A elaboração do projeto arquitetônico procede sequencialmente com os complementares,
para posterior compatibilização. Pode se afirmar corretamente que,
(A) após o detalhamento do projeto arquitetônico, os projetos executivos complementares
serão elaborados e confeccionados, procedendo-se na seguinte ordem: estruturas em
concreto armado, de aço ou madeira; instalações hidrossanitárias, instalações elétricas e
demais projetos executivos de instalações prediais.
(B) antes da confecção do anteprojeto de arquitetura, os projetos básicos complementares
serão elaborados, procedendo-se inicialmente ao básico estrutural, às instalações
hidrossanitárias e elétricas e, posteriormente, a combate a incêndio, climatização por sistemas
de ar condicionado e transporte vertical (elevadores).
(C) durante a confecção do projeto executivo de arquitetura, os projetos básicos
complementares serão compatibilizados, procedendo-se, concomitantemente, aos executivos
estruturais e às instalações prediais.
(D) após a confecção do anteprojeto de arquitetura, os anteprojetos complementares serão
elaborados, procedendo-se inicialmente ao anteprojeto estrutural e, posteriormente, aos
demais anteprojetos de instalações prediais.
(E) antes da confecção do anteprojeto de arquitetura, os projetos básicos complementares
serão elaborados, procedendo-se inicialmente às estruturas em concreto armado, em aço ou
de madeira e, posteriormente, às instalações hidrossanitárias e elétricas e demais projetos de
instalações prediais.

58. (CESPE – FUB – 2015)


As built é uma expressão em inglês que se refere à revisão do projeto conforme executado,
para fins de regularidade junto aos órgãos públicos, ou também para sua atualização
e manutenção ao término da construção, fabricação ou montagem da obra.

Parabéns!!!

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7 – GABARITO

1. D 16. ERRADA 31. CERTA 46. ERRADA

2. A 17. CERTA 32. ERRADA 47. CERTA

3. E 18. ERRADA 33. ERRADA 48. B

4. D 19. ERRADA 34. CERTA 49. C

5. E 20. CERTA 35. ERRADA 50. E

6. E 21. CERTA 36. CERTA 51. D

7. D 22. CERTA 37. ERRADA 52. A

8. C 23. ERRADA 38. CERTA 53. B

9. B 24. CERTA 39. ERRADA 54. C

10. A 25. CERTA 40. CERTA 55. E

11. C 26. ERRADA 41. ERRADA 56. E

12. B 27. CERTA 42. CERTA 57. D

13. C 28. ERRADA 43. CERTA 58. CERTA

14. B 29. CERTA 44. ERRADA

15. B 30. CERTA 45. ERRADA

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Aula 10
Arquitetura para Concursos - Curso
Regular
Autor:
Moema Machado
18 de Maio de 2023
00293881120 - SIRLEY GIOVANUCI DO
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1 1 1 1 ––––    Introdução
Introdução
Introdução
Introdução    ........................
2 
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1111    ––––    IIIINTRODUÇÃO 
NTRODUÇÃO 
NTRODUÇÃO 
NTRODUÇÃO     
Oi meus alunos q
3 
162 
 
TERMO
TERMO
TERMO
TERMO    
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO 
    
    
1.1
4 
162 
7.7.7.7. ASSISTÊNCIA
ASSISTÊNCIA
ASSISTÊNCIA
ASSISTÊNCIA    
atividade que envolve a
5 
162 
15.
15.
15.
15. CADASTRO TÉCNICO 
CADASTRO TÉCNICO 
CADASTRO TÉCNICO 
CADASTRO TÉCNI
6 
162 
desenvolvidos, 
com 
comentários 
registrados, 
dentro de prazos legais a serem defi
7 
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concentração ou intensidade e tempo de exposição, 
são capazes de causar danos à saú
8 
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41.
41.
41.
41. ELEMENTO
ELEMENTO
ELEMENTO
ELEMENTO    
parte de um sistema construt
9 
162 
49.
49.
49.
49. ESTUDO DE VIABILIDADE 
ESTUDO DE VIABILIDADE 
ESTUDO DE VIABILIDADE

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