0% acharam este documento útil (0 voto)
13 visualizações9 páginas

Guia Completo sobre IRC e Tributação

Enviado por

ccurado6
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
13 visualizações9 páginas

Guia Completo sobre IRC e Tributação

Enviado por

ccurado6
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

IRC O IRC incide sobre o lucro ou rendimento global

Apuramento: Consideram-se obtidos em território português os


rendimentos imputáveis a estabelecimento estável
Rendimentos Contabilísticos +
aí situado.
Gastos contabilísticos -
Resultado contabilístico = Módulo II -Transparência fiscal
Variações patrimoniais negativas - Nestas sociedades só os lucros são imputados aos
Variações patrimoniais positivas + sócios, os prejuízos fiscais serão deduzidos
Resultado ajustado = unicamente dos lucros tributáveis das mesmas
Gastos não aceites fiscalmente + sociedades.
Rendimentos não aceites fiscalmente - Os lucros ou prejuízos do exercício apurados nos
Resultado Fiscal (Lucro tributável se >0) = termos do CIRC dos Agrupamentos
Prejuízos anos anteriores (até 70% do - Complementares de Empresas (ACE) e dos
lucro tributável) Agrupamentos Europeus de Interesses
Benefícios fiscais - Económicos (AEIE) com sede ou direção efetiva em
Matéria coletável = território português são imputáveis diretamente
aos respetivos membros integrando-se no seu
rendimento tributável.
Matéria Coletável * Tx de Imposto = Coleta
Módulo III - Período de tributação + Prejuízos fiscais
Coleta =
Retenções na fonte - Art. 8.º
Deduções Pagamentos por conta -
Outros ajustamentos negativos - Regra geral: Ano civil.
Derramas + Alteração mediante requerimento apresentado ao
Adições Tributação autónoma + Ministro das Finanças.
Outros ajustamentos positivos +
Imposto a pagar (a receber) = Dispensam a apresentação de requerimento:
pessoas coletivas obrigadas à consolidação de
contas, entidades sujeitas a IRC sem sede ou
Modulo I – Incidência direção efetiva em território nacional mas que nele
Princípios gerais do IRC possuam estabelecimento estável.

• Imposto direto sobre o rendimento: incide Após a mudança de período de tributação, o


diretamente sobre o rendimento gerado por mesmo deve ser mantido durante, pelo menos,
pessoas coletivas. Sendo o contribuinte a própria cinco exercícios.
entidade que aufere o rendimento;
➢ Deixa de ser obrigatória a manutenção, por 5
• Imposto real (não considera a situação períodos fiscais do período de tributação anual
económica do sujeito passivo, observa apenas a diferente do ano civil, quando o sujeito passivo
matéria coletável), o imposto é calculado com passe a integrar um grupo de sociedades obrigado
base nos rendimentos obtidos sem levar em conta a elaborar demonstrações financeiras
a capacidade contributiva da entidade; consolidadas, no qual a empresa-mãe adote
igualmente um período de tributação diferente
• Periódico (prolongável no tempo), aplicação daquele que era adotado pelo sujeito passivo.
recorrente ao longo do tempo;

• Ordinário (direito ao imposto por tempo


indefinido), o IRC é um imposto aplicável de forma
contínua e por tempo indefinido;

• Proporcional (aplicação de taxa constante), a taxa


aplicada ao lucro tributável é constante,
independentemente do lucro, a taxa de imposto
não varia.
Art 52º Nota: Caso não estejam abrangidos pelo Decreto-
Lei nº 372/2007(PME) o período de reporte será até
Os prejuízos fiscais apurados em determinado
5 anos
período de tributação são deduzidos aos lucros
tributáveis, havendo-os, de um ou mais dos (1) Dedução dos prejuízos fiscais limitada a 75% do
períodos de tributação posteriores. lucro tributável
Até 2010 2012 2014 2016 a 2023 (2) Dedução de prejuízos fiscais limitada a 70% do
31.12.2009 e e e 2022 e
2011 2013 2015 próx.
lucro tributável
6 anos 4 5 12 PME’s 12 Sem
anos anos anos anos limite
Nota: Dedução de prejuízos fiscais limitada a 65%
GE 5 anos após 2023. Os prejuízos de 2022021 podem ser
deduzidos a 80%.

Principais fatores que determinam se uma empresa Módulo IV -Contabilidade


é uma PME :
Módulo V -Periodização lucro tributável

Art. 18º

Os rendimentos e os gastos, assim como as outras


componentes do lucro tributável, são imputáveis
ao período a que dizem respeito, de acordo com o
regime de periodização económica.

Isto é

os rendimentos e os gastos devem ser


(pertence à tabela anterior) Estes limiares dizem reconhecidos quando obtidos ou suportados,
unicamente respeito a empresas autónomas. Uma independentemente do seu recebimento ou
empresa que faça parte de um grupo de empresas pagamento.
pode ter de incluir os dados relativos ao número de Módulo VI -Contratos de construção
efetivos/volume de negócios/balanço total desse
grupo. Art 19.º

Período de reporte e respetivos limites – horizontal n.º2

Ano em que são gerados os prejuízos fiscais - Σ Gastos suportados até essa data
vertical Σ Gastos suportados até essa data
+ Σ Gastos estimados para a conclusão do contrato

Método da percentagem de acabamento:


Módulo VII -Rendimentos Módulo XII -Inventários

Módulo VIII -Subsídios relacionados com ativos Art 26.º


não correntes
Os rendimentos e gastos dos inventários são os
Os subsídios relacionados com ativos não que resultam da aplicação de critérios de
correntes são reconhecidos no lucro tributável: mensuração previstos na normalização
contabilística em vigor que utilizem:
➢Se respeitarem a ativos depreciáveis ou
amortizáveis ➢Custos de aquisição ou de produção;

Deve ser incluída no lucro tributável uma parte do ➢Custos padrões apurados de acordo com
subsídio atribuído, independentemente do técnicas contabilísticas adequadas;
recebimento, na mesma proporção da depreciação
ou amortização (Limite = Quota mínima). Sempre que a utilização de custos padrões
conduzir a desvios significativos pode a AT efetuar
➢Se respeitarem a ativos intangíveis sem vida útil correções
definida
➢Preços de venda deduzidos da margem normal
Deve ser incluída no lucro tributável uma parte do de lucro;
subsídio atribuído durante os primeiros 20 períodos
de tributação após o reconhecimento inicial dos Aceite apenas nos sectores de atividade em que o
ativos intangíveis. cálculo do custo de aquisição ou do custo de
produção se torne excessivamente oneroso ou não
➢Se respeitarem a propriedades de investimento e possa ser apurado com razoável rigor
a ativos biológicos não consumíveis, mensurados
pelo modelo do justo valor ➢ Preços de venda dos produtos colhidos de ativos
biológicos no momento da colheita, deduzidos dos
Deve ser incluída no lucro tributável uma parte do custos estimados no ponto de venda, excluindo os
subsídio atribuído durante a vida útil que se deduz de transporte e outros necessários para colocar os
da quota mínima de depreciação aceite caso o produtos no mercado.
ativo estivesse reconhecido ao custo de aquisição.
A utilização de critérios de mensuração diferentes
➢Se respeitarem a outros ativos depende de autorização da AT, a qual deve ser
solicitada até ao termo do período de tributação,
Devem ser incluídos no lucro tributável, em
através de requerimento em que se indiquem os
fracções iguais, durante os períodos de tributação
critérios a adotar e as razões que os justificam.
em que os elementos a que respeitam sejam
inalienáveis, nos termos da lei ou do contrato ao Podem ser incluídos no custo de aquisição ou de
abrigo dos quais os mesmos foram concedidos, ou, produção os custos de empréstimos obtidos, bem
nos restantes casos, durante 10 anos, sendo o como outros gastos que lhes sejam diretamente
primeiro o do recebimento do subsídio. atribuíveis de acordo com a normalização
contabilística especificamente aplicável.
Módulo IX -Gastos
Módulo XIII -Amortizações
Módulo X - -Encargos não dedutíveis

Módulo XI -Variações patrimoniais


Portaria 467 / 2010 Módulo XIV -Provisões / Perdas por imparidade

- Para as viaturas ligeiras de passageiros ou mistas Provisões e Perdas por Imparidade aceites
adquiridas no período de tributação iniciado em 1 (fiscalmente dedutíveis):
de Janeiro de 2010 ou após essa data, o montante
• Provisões fiscalmente dedutíveis; (art. 39º CIRC)
em causa é fixado em 40.000 euros;
• Perdas de imparidade em inventários *; (art. 28º
- Para as viaturas ligeiras de passageiros ou mistas
CIRC)
adquiridas no período de tributação que se inicie
em 1 de Janeiro de 2011 ou após essa data, os • Processos judiciais em curso *; (art. 39º CIRC)
montantes em causa são:
• Constituídas por Bancos e Seguros; (art. 28º A e
a) 45.000,00 euros – veículos movidos 39º CIRC)
exclusivamente a energia eléctrica;
• Extração de petróleo; (art. 42º CIRC)
b) 30.000,00 euros – restantes viaturas
• Recuperação paisagística e ambiental dos locais
- Para as viaturas ligeiras de passageiros ou mistas afetos à exploração por indústrias extrativas, após
adquiridas em períodos de tributação que se a cessação desta; (art. 39º CIRC)
iniciem entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de
dezembro de 2014, os valores serão: •Provisões para garantia a clientes; (art. 39º CIRC)

a) 50.000,00 euros – veículos movidos


exclusivamente a energia eléctrica; Art 40º nº7: Decorrido este prazo sem que a
b) 25.000,00 euros - restantes viaturas provisão tenha sido utilizada, total ou
parcialmente, nos fins para que foi criada, a parte
Portaria 467 / 2010 (nova redação do artigo 1º após não aplicada deve ser considerada como
reforma da fiscalidade verde) rendimento do terceiro período de tributação
posterior ao do final da exploração..
- Para as viaturas ligeiras de passageiros ou mistas
adquiridas nos períodos de tributação que se Módulo XV -projetos de desenvolvimento
iniciem em 1 de Janeiro de 2015 ou após, os valores
a considerar são: Módulo XVI -Realizações de utilidade social

a) 62 500 euros relativamente a veículos movidos Módulo XVII – Quotizações


exclusivamente a energia elétrica; Módulo XVIII -Donativos
b) 50 000 euros relativamente a veículos híbridos Módulo XIX -Cooperativas
plug-in;
art. 66º - A EBF
c) 37 500 euros relativamente a veículos movidos a
gases de petróleo liquefeito ou gás natural veicular; ➢ As cooperativas estão isentas de imposto do
selo sobre os actos, contratos, documentos, títulos
d) 25 000 euros relativamente às restantes viaturas e outros factos, incluindo as transmissões gratuitas
de bens, quando este imposto constitua seu
encargo;

➢ Continuam a beneficiar de isenção de IMT na


aquisição de quaisquer direitos sobre imóveis
destinados à respetiva sede e ao exercício das
atividades que constituam o seu objecto social, e
de isenção de IMI quanto à sua detenção.

➢ Estas isenções só podem ser revogadas ou


alteradas por deliberação das correspondentes
assembleias municipais.
Módulo XX -Mais e menos valias

Mais ou menos valias contabilísticas

São reduzidos em 50 % no período de tributação do


início da atividade e 25% no período de tributação
seguinte os coeficientes :

•0,04 das vendas de mercadorias e prestações de


serviços hoteleiras e similares

Mais ou menos valias fiscais (art. 47º CIRC) •0,10 das restantes prestações de serviços

Módulo XXII -Taxas

Entidades residentes (art. 87º CIRC)


Vaq não reavaliado

Aac (fiscais) não reavaliado, exceto no caso das


viaturas ligeiras de passageiros ou mistas em que
as amortizações a considerar são as
contabilísticas.

K: coeficiente de atualização monetária * Incide sobre o lucro tributável sujeito e não isento
de IRC
PI – perdas por imparidade fiscalmente aceites
No caso dos sujeitos passivos que exerçam,
diretamente e a título principal, uma atividade
Módulo XXI -Regime simplificado económica de natureza agrícola, comercial ou
industrial, que sejam qualificados como pequena
art. 86º - A CIRC e art. 86º - B CIRC
ou média empresa, ou empresa de pequena-média
capitalização (Small Mid Cap) a taxa de IRC
aplicável aos primeiros 50.000€ de matéria
coletável é de 17%
Benefícios fiscais relativos à instalação de
empresas em territórios do interior (art. 41º-B EBF)

Às empresas que exerçam, diretamente e a título


principal, uma atividade económica de natureza
agrícola, comercial, industrial ou de prestação de
serviços em territórios do interior, que sejam
qualificados como micro, pequena ou média
empresa, ou empresa de pequena-média
capitalização (Small Mid Cap) nos termos previstos
no anexo ao DecretoLei n.º 372/2007, de 6 de
novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 143/2009, art. 54º - A CIRC
de 16 de junho, é aplicável a taxa de IRC de 12,5%
aos primeiros 50.000€ de matéria coletável

Condições para as empresas em territórios do


interior usufruírem deste benefício fiscal:

a) Exercer a atividade e ter direção efetiva nas áreas


beneficiárias;

b) Não ter salários em atraso;

c) A empresa não resultar de cisão efetuada nos


dois anos anteriores à usufruição dos benefícios

d) A determinação do lucro tributável ser efetuada


com recurso a métodos diretos de avaliação ou no
âmbito do regime simplificado de determinação da
matéria coletável.

Esta taxa e 12,5% é também aplicável a “start-ups”

art. 51º CIRC

Entidades não residentes com estabelecimento


estável (art. 87º CIRC)

* Incide sobre o lucro tributável sujeito e não isento


de IRC apurado pelo estabelecimento estável.
Entidades não residentes (art. 87º CIRC) Entidades não residentes

* exceto quando seja identificado o beneficiário


efetivo, termos em que se aplicam as regras gerais.

Entidades não residentes (arts. 87º e 98º do CIRC)

Dividendos pagos ao estrangeiro

*Requisitos para isenção de retenção na fonte no


pagamento de juros e royalties – Art. 96º:

• Uma participação direta de uma sociedade na Entidades não residentes


outra correspondente a, no mínimo, 25% do
capital;

• Uma terceira sociedade detém uma participação


direta de, no mínimo, 25% no capital das duas
sociedades. Para além da observância de outros
requisitos, a aplicação da taxa reduzida depende
de as referidas participações terem sido detidas Derrama Estadual (art. 87º - A CIRC)
por um período ininterrupto de, pelo menos, dois • É devida pelas entidades residentes que exerçam
anos. a título principal atividades de natureza comercial,
industrial ou agrícola e entidades não residentes
com estabelecimento estável em Portugal;

• Pagamento efetuado com a entrega do Modelo 22


pela diferença entre o montante apurado e os 3
pagamentos adicionais por conta (Julho, Setembro
e Dezembro);

• Há lugar a reembolso quando o montante dos


pagamentos adicionais por conta efetuados
exceda o valor da Derrama Estadual que seria
devido.
São tributados autonomamente os encargos
efetuados ou suportados por sujeitos passivos que
não beneficiem de isenções subjetivas e que
exerçam, a título principal, atividade de natureza
comercial, industrial ou agrícola, relacionados com
viaturas ligeiras de passageiros, viaturas ligeiras de
mercadorias referidas na alínea b) do nº.1 do artigo
- Quando superior a (euro) 7 500 000 e até (euro) 35 7.º do Código do Imposto Sobre Veículos, motos ou
000 000, é dividido em duas partes: uma, igual a motociclos às seguintes taxas:
(euro) 6 000 000, à qual se aplica a taxa de 3 %;
outra, igual ao lucro tributável que exceda (euro) 7
500 000, à qual se aplica a taxa de 5%;

-Quando superior a (euro) 35 000 000, é dividido


em três partes: uma, igual a (euro) 6 000 000, à qual Viaturas ligeiras de passageiros híbridas plug-in
se aplica a taxa de 3%; outra, igual a (euro) 27 500 cuja bateria possa ser carregada através de ligação
000, à qual se aplica a taxa de 5%, e outra igual ao à rede elétrica e que no modo elétrico tenham
lucro tributável que exceda (euro) 35 000 000, à autonomia mínima de 50 km e emissões oficiais
qual se aplica a taxa de 9%. inferiores a 50g CO2/km:

➢ Quando seja aplicável o regime especial de


tributação dos grupos de sociedades, a derrama
estadual incide sobre o lucro tributável apurado na
declaração periódica individual de cada uma das Taxas (art. 88º CIRC)
sociedades do grupo, incluindo a da sociedade Os encargos relacionados com veículos movidos
dominante. exclusivamente a energia elétrica são tributados a
Módulo XXIII -Tributação autónoma 10% se excederem o limite definido na portaria a
que se refere a alínea e) do nº 1 do art. 34º
Taxas (art. 88º CIRC)
Estas taxas de tributação autónoma são aplicáveis
a todas as viaturas ligeiras que originem encargos
independentemente do seu ano de aquisição.

➢No caso das empresas que apliquem o regime


simplificado, as tributações autónomas incidem
apenas sobre:

- As despesas não documentadas;

- As despesas com viaturas ligeiras de passageiros


ou mistas.

➢ Estão excluídas de tributação autónoma os


encargos ou as despesas de estabelecimento
estável situado fora de Portugal relativamente à
atividade exercida por seu intermédio.

Todas as taxas de tributação autónoma são


elevadas a 10 pontos percentuais quanto aos
sujeitos passivos que apresentem prejuízo fiscal no
período a que respeitem quaisquer dos factos
tributários (não aplicáveis no início e 2º ano de
atividade).
Módulo XXIV -Pagamentos por conta Módulo XXVI -Obrigações declarativas

Cálculo (art. 105º CIRC) Além das declarações de inscrição, alterações e


cessação, os sujeitos passivos de IRC devem, entre
• Volume de negócios do exercício n-1 igual ou
outras, apresentar as seguintes declarações:
inferior a € 500.000:

➢ 80% do montante do imposto liquidado em n-1,


deduzido das ret. fonte.

• Volume de negócios do exercício n-1 superior a €


500.000:

➢ 95% do montante do imposto liquidado em n-1 ,


deduzido das ret. fonte

Repartido por três montantes iguais, arredondados,


por excesso, para euros. Além das declarações de inscrição, alterações e
cessação, os sujeitos passivos de IRC devem, entre
Cada prestação é paga, respetivamente, até Julho, outras, apresentar as seguintes declarações:
Setembro e 15 de Dezembro.
Entregar à Autoridade Tributária e Aduaneira uma
A limitação aos pagamentos por conta passa a ser declaração de modelo oficial, referente aos
unicamente possível relativamente à terceira rendimentos pagos ou colocados à disposição e
entrega. (art. 107º CIRC) respetivas retenções de imposto, de contribuições
obrigatórias para regimes de protecção social e
• São devidos pelas entidades sujeitas ao
subsistemas legais de saúde, bem como de
pagamento de Derrama Estadual, com referência
quotizações sindicais: (art. 128º CIRC e 119º CIRS)
ao exercício anterior;
i) Até ao dia 10 do mês seguinte ao do pagamento
• efetuados nos meses de Julho, Setembro e 15 de
ou colocação à disposição, caso se trate de
Dezembro.
rendimentos do trabalho dependente, ainda que
(art. 105º - A CIRC) isentos ou não sujeitos a tributação, sem prejuízo
de poder ser estabelecido por portaria do Ministro
das Finanças a sua entrega anual nos casos em
que tal se justifique; (Declaração Mensal
Remunerações)

ii) Até ao final do mês de Janeiro de cada ano,


relativamente aos restantes rendimentos do ano
anterior. (Modelo 10).
- Quando superior a (euro) 7 500 000 e até (euro) 35
000 000, é dividido em duas partes: uma, igual a
(euro) 6 000 000, à qual se aplica a taxa de 2,5 %;
outra, igual ao lucro tributável que exceda (euro) 7
500 000, à qual se aplica a taxa de 4,5 %;

- Quando superior a (euro) 35 000 000, é dividido


em três partes: uma, igual a (euro) 6 000 000, à qual
se aplica a taxa de 2,5 %; outra, igual a (euro) 27
500 000, à qual se aplica a taxa de 4,5 %, e outra
igual ao lucro tributável que exceda (euro) 35 000
000, à qual se aplica a taxa de 8,5 %.

Você também pode gostar