Dicas para Resumos Acadêmicos Eficazes
Dicas para Resumos Acadêmicos Eficazes
resumo escolar/académico
2 Artigo disfonivel
no site http:// a mulher em Sado Paulo. Precisamos |
RESUMO #54
ura da paz? Somos seres socials e c o o p e r a t i v o s , temos Capa.
para a c u l t
cidades de afetividade. O h o m e m p o d e i n t e r v i r no p r o c e s s o de evolucag,
Desde os tempos de César Augusto, OS f i l d s o f o s acham que © cuidadg
é a esséncia do ser humano. G a n d h i , D o m H é l d e r C a m a r a e Luther King
No artigo «
'g0 "A cultura da paz?, L e o n a r d o B o f f d e f e n d e a necessidade de
construirmos a cultura da paz a p a r t i: r d e n é s m e s m o s . O a u t o r conside
idera }
We Isso € possivel, - cas:
é
u m a vez q u e o h o m e m d o t a d o d e caracterlsi@?
Beneticas especiais q ue ;
lhe P e r m iet isr i a m v e n c e r a v i o l é n c i a .
. . We
s a],
fa.
ANNA RACHEL MA
CH ADO ELIANE LOUSADA
|
| LILIA SANTOS ABREU-TARDELU
2. Assinale as alternativas que justifiquem a escolha do melhor resumo
dentre os trés que foram dados.
a. (_
) corregdo gramatical e léxico adequado4 situacio escolar /académica;
) selegéo das informagées consideradas importantes pelo leitor e autor do
resumo;
c. (_
) selegao das informagées colocadas como as mais importantes no texto ori-
ginal;
d. ( ) indicagdo de dados sobreo texto resumido, no minimo autore t i t u l o ;
e. ( ) © resumo permite que o professor avalie a compreensio do texto lido,
incluindo a compreensio global, o desenvolvimento das ideias do texto e
a articulagao entre elas;
) apresentaco das ideias principais do texto e de suas relacdes;
) comentarios pessoais misturados as ideias do texto;
) mengao ao autor do texto original em diferentes partes do resumo e de
formas diferentes;
i. ( ) mengao de diferentes agdes do autor do texto original (o autor questiona,
debate, explica...);
j- ( ) texto compreensivel por si mesmo;
k. (_
) cépia de trechos do texto original sem guardar as relacdes estabelecidas pelo
autor ou com relacées diferentes.
Procure recuperar resumos escolares/académicos que vocé ja fez. Com qual dos
resumos aqui apresentados ele(s) mais se assemelha(m)?
O que vocé ja sabe sobre a escrita de resumos? Converse com seus colegas e troque
seu conhecimento sobre o tema.
Que livros vocé conhece que falam sobre resumo escolar/académico ou explicam
como fazé-lo? Traga a referéncia bibliografica e troque informagées com seus colegas.
RESUMO
SECAO 3
Sumariza¢ao:
processo essencial para a producdo
de resumos
oral ou escrito. Esse processo naoé aleatério, mas guia-se por uma
- Vocé deve fazer as atividades, pots, do contrdrio, n@o vat aprender e vat tirar nota
baixa,
I Sumarize os periodos abaixo, quando possivel. A medida que for fazendo cada
RESUMOl e s a )
( a ) Apagamento de contetdos facilmente inferiveis a partir de nosso conheci-
mento de mundo.
) Apagamento de sequéncias de express6es que indicam sinonimia ou explicacio.
) Apagamento de exemplos.
) Apagamento das justificativas de uma afirmagao.
) Apagamento de argumentos contra a posi¢ao do autor.
) R e f o r m u l a g d o das i n f o r m a g 6 e s , u t i l i z a n d o t e r m o s m a i s genéricos. (ex: h o -
do Antigo Regime.
g. A pena de morte tem muitos argumentos a seu favor, mas nada justifica tirar 4
v i d a de nosso semelhante.
determinara que o homem assassine sua esposa. Ja a sua descrigao como alto ¢
_
B69) ANNA RACHEL MACHADO| ELIANE LOUSADA | LILIA SANTOS ABREU-TARDELL
2,
Resuma os periodos abaixo ao minimo, pensando que o seu destinatdrio é
o seu profe ssor e que ele vai avaliar a sua compreensio das ideias globais
desses trechos. Use os procedimentos de sumarizagao j4 estudados.
RESUMO
fundo, principios e valores que orientam pessoas e sociedades. Uma
pessoa é ética quando se orienta por princ(pios e conviccées. Dize-
mos, entdo, que tem carater e boa indole. A moral é parte da vida
concreta. Trata da prdtica real das pessoas que se expressam por
costumes, habitos e valores aceitos. Uma pessoa é moral quando age
em conformidade com os costumese valores estabelecidos que po-
dem ser, eventualmente, questionados pela ética. Uma pessoa pode .
a princfpios).
(http:/ /[Link]/)
CONCLUINDO...
&#\
A N N A RACHEL M A C H A D O| ELIANE LOUSADA |
LILIA SANTOS ABREU-TARDELLI
SECAO 4
A influéncia
dos objetivos na sumarizaca4o
RESUMO
Havia portas na frente e atrds e uma porta lateral que levava a garagem,
que estava vazia, exceto pelas trés bicicletas com marcha guardadas ai.
Eles entraram pela porta lateral. Eduardo explicou que ela ficava sempre
aberta para suas irmas mais novas entrarem e sairem sem dificuldade.
Jardim.
A sala de jantar, com toda a porcelana, prata e cristais, nao era lugar
para brincar: os garotos foram para a cozinha, onde fizeram um lanche.
Eduardo disse que nao era para usar o lavabo, porque ele ficara Umido
e mofado, uma vez que o encanamento arrebentara.
? Aqui é onde meu pai guarda suas colecées de selos e moedas raras ?
disse Eduardo, enquanto eles davam uma olhada no escritério. Além do
escritério, havia trés quartos no andar superior da casa.
trancado onde havia joias. O quarto de suas irmas nao era tdo interes-
sante, exceto pela televisio com o Atari. Eduardo comentou que o melhor
de t u d o era que o banheiro do corredor era seu, desde que um outro
fora construido no quarto de suas irmas. Nao era téo b o n i t o como o
de seus pais, que estava revestido de marmore, mas para ele era a melhor
coisa do mundo (traduzido e adaptado de J. Pitchert & R. Anderson.
g)
ANNA RACHEL MACHADO |
ELIANE LOUSADA| LILIA SANTOS ABREU-TARDELLI
PARA UM POSSIVEL PARA UM ASSALTANTE PARA SEU PROFESSOR
COMPRADOR DA CASA
CONCLUINDO...
a) o género de texto; . ;
j ; . A cultura dominante, hoje mun-
b ) o meio de circulacao; .
RESUMO
ueiro e O especulador valem mais do que ° |
om!
litar, 0 band
os processos de socializagao formal e i n f o , neta
:
3
el a
>
e o santo. N
fildsofo mediacoes para Uma cultura da paz. E sempre de nove
n i o cria rgunta que, de forma dramatica, Einstein colocoy a :
eu
suscitar a P& perar ou controlar a violéncia? ¢
32: é possivel su
nos idos de 19 ?EF impossivel aos h o m e n s controlar t ,
ponde:
reali sticamente, res Esfaimados pensamos no moinho que t i o
_
|e
Nta.
o insti nto de morte.. s m o r r e r d e f o m e a n t e s d e r e c e b e r a fa, h
rin a?
mente Mm
bi que poderiamo
.
e
Sem detalhar a questa4o, diriamos q u per detras da violéncig fan
oderosas estruturas. A primeira delas é 0 caos se m p r e p
re.
cionam Pp
Em segund
o homem sobre a mulher e criou as instituicées :
rou a dominacao d
canismos de violéncia como o Esta- |
ela é imperativa.
E imperativ cando,por
perativa, porque as forgas de destruicdo estao amea
todas as partes,
dimos 2 |
art 0 p a c t o s o c i. a l m f n i m o sem o qual regre
B4 ) ANNA RA CHEL
a4 MACH ADO | ELIANE LOUSADA |
LILIA SANTOS ABREU-TARDELU
aiveis de barbarie. E imperativa porque o potencial destrutivo j 4 m o n t a -
do pode ameagar t o d a a biosfera e impossibilitar a continuidade d o
projeto humano. O u l i m i t a m o sa violéncia e fazemos prevalecer o projeto
da paz ou conheceremos, no limite, o destino dos dinossauros.
O n d e b u s c a r as i n s p i r a g 6 e s p a r a a c u l t u r a d a paz? M a i s q u e i m p e -
genética que nos separa dos primatas superiores reside no fato de que
nés, 2 distingdo deles, somos seres sociais e cooperativos. Ao lado de
estruturas de agressividade, temos capacidades de afetividade, com-pai-
xao, solidariedade e amorizacdo. Hoje é urgente que desentranhemos tais
forcas para conferir rumo mais benfazejo a histéria. Toda protelacdo é
insensata.
Cd
RESUMO
?
Assinale os procedimentos que vocé usou para compreender algumas das pala-
vras ou partes mais dificeis do texto, exemplificando cada caso.
( ) p r o c u r a r no dicionario;
O r eee
a. Resuma com suas préprias palavras o fato inicialmente constatado pelo autor.
_?__ e e
c. Levante a questdo queo autor vai discutir a partir da constatagdo desse fato.
Sublinhe-a no texto.
5. Que respostas séo dadas a essa pergunta por Freud e pelo préprio autor?
Tente verificar se as duas e s t o explicitas no texto ou se alguma delas pode
ser inferida a partir do que é exposto. Indique 0(s) pardgrafo(s) em que essas
respostas sdo dadas explicita ou implicitamente. Complete o quadro.
~ P O
a. O autor apresenta trés argumentos que podem ser usados para justificar a ideia
de que é impossivel chegarmos 4 cultura da paz. Quais sao as expresses que
indicam essa enumerag4o de argumentos?
nes uo
|
a) Quais sio os argumentos usados pelo autor para justificar sya afirm
5 da
ppaz
a z ée pin O de
ltura
absol
i
| b) Qual é 0 conectivo que introduz esses argumentos?
2
8. Leia o sétimo, 0 oitavo e o nono pardgrafos.
TTT
b. Qual é 0 objetivo dessa pergunta?
p e r g u n t a em f o r m a afirmativa?
( ) Oser humano tem 1% de carga genética que o separa dos primatas superiores.
( ) O ser humano tem, geneticamente, condicdes biolégicas que favorecem
a socializagao, a cooperacao e a criacdo, diferentemente dos animais.
| ( ) O ser humanoé 0 tinico ser que pode intervir nos processos da nature74
e influir na marcha da evolucio.
° . e
e. A s s i n a l e a f r a s e q u e m e l h o r e x p r i m e e g e n e r a l i z a 0 t e r c e i r o a r g u m e n t o q
s u s t e n t a a i d e i a d e q u e é p o s s i v e l c o n s t r u i r u m a c u l t u r a d a paz.
g relagae
( ) Heidegger considera que a esséncia do ser humano é 0 cuidado,
amorosa com a realidade.
( ) A c u l t u r a da paz c o m e g a q u a n d o c u l t i v a m o s f i g u r a s c o m o Gandhi, Do
H é l d e r C a m a r a e L u t h e rK i n g . .
ef
gsencia do s
( ) D o ponto de vista filoséfico, podemos considerar que 4 ©
ncia.
humano é 0 cuidado, que pode nos levar a vencer a violé
TARDELL
}.
A N N A RACHEL M A C H A D O |
ELIANE L O U S A D A | L I L I A S A N T O S ABREU
f, Releia a conclusdo mais geral a que o autor chega e indique qual é 0 seu
objetivo maior como texto.
( _ ) Levar o leitor a ter consciéncia dos processos da constituigao humana.
(_
construir um projeto pessoal e coletivo para colaborar
) Levar o leitor a
CONCLUINDO...
A primeira etapa para se escrever um bom resumo é compreender o texto que sera
resumido. Auxilia essa compreensdo 0 conhecimento sobre 0 autor, sua posi¢ao
ideolégica, seu posicionamento tedrico etc. Tambémé preciso detectar as ideias que
o autor coloca como sendo as mais relevantes, buscando, sobretudo quando se
RESUMO
A localizagao e explicitacao
das relac6es entre
as ideias mais relevantes do texto
Questao
~ ~
C e ee l ?i e
~ ~ -
Conclusio
Porque, portanto,
mas
Agora, complete a tabela que segue com outros conectivos sugeridos no quadro.
anto ? ? assim ? entretanto ? - uma vez que ? ?
Logo ? ja que ? no ent
e a apesar de ? contudo ?
todavia ? pelo fato d ? devido ?
e ? como ? p o r isso ? porém ? assim sendo
isso posto ? ainda qu
Mencao ao a u t o r
do texto resumido
Saturno nos Trépicos, de Moacyr Scliar (Companhia das letras; 274 pp.; 29
reais) ? Em seu novo livro, 0 ?gaticho Moacyr Scliar deixa
a ficgao de lado e investe em outra de suas especialidades: 0 ensaio. Saturno
nos Trépicos é um estudo sobre a melancolia, e custou cinco anos de pesquisa
ao escritor. N4o se trata de uma obra dificil: ao contrario, sua linguagem é
R E S U M O|
tos histéricos. Fala da Idade Média dos tempos da peste negra e da Renascenca
dos grandes avancos cientificos. Mas seu objetivo é, sobretudo, compreende;
a melancolia 4 moda brasileira e tragar uma historia dela. ey,
minaa cultura nacional desde os primeiros tempos até o século K X ? tratan-
do de personagens como Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, e Macunaima, de
Mario de Andrade.
CONCLUINDO...
e e e
P A R A C O N T I N U A R A CONVERSA...
Atribuigado de atos
ao a u t o r d o t e x t o r e s u m i d o
2. Agora, releia o Resumo 2 da Segio | e grife com dois tragos os verbos que
indicam os diferentes tipos de atos que sao atribuidos ao autor.
RESUMO
s utilizados para indica,
plo em que destacamos 0S verbo
4. Observe o exem mido. Em seguida, leia os trechog
r do texto resu
diferentes atos do a u t o os verbos maj,
esumos correspon dentes com
e preencha os espa¢os dos r
e os do quadro abaixo.
adequados, dentr
classificar ? carac-
ar ? ? enumerar ?
1 ? d e s c r e v e r ? ? elenc
apontar ? defini al
i
revizat __. dar caracteristicas ?? exemplificar ? dar exemplos contrapor ? | ?
e eat¢
? defender a tese
? argumentar ? dar argumentos ? justificar ?_?
d a r justi icativas ? apresentar
? mostrar ? t r a t a r de ? abordar ? discorrer ? esclarecer ? convidar ?
Um amigo me disse:
? N&o guarde nada para uma ocasiao especial. Cada dia que se vive é
vista sem preocupar-me com as pragas. Passo mais tempo com minha
familia e menos tempo no trabalho. Compreendi que a vida deve ser uma
fonte de experiéncias a desfrutar, ndo para sobreviver. Ja nao guardo
nada. Uso meus copos de cristal todos os dias. Coloco uma roupa nova
para ir ao supermercado, se me da vontade. Ja ndo guardo meu melhor
perfume para ocasi6es especiais, uso-o quando tenho vontade.
(Mensagem distribufda por e-mail)
O autor relata o que um amigo lhe disse e mostra como as palavras desse
amigo influenciaram sua vida, elencando diversas acdes de seu cotidiano
que ele realiza de forma diferente.
NN A RACHEL MACHADO |
ELIANE LOUSADA | LILIA SANTOS ABREU-TARDELL!
as d e
Em 1 9 4 8 e e m 1 9 7 6 , as N a c d e s U n i d a s p r o c l a m a r a m extensas list
a da h u m a n i d a d e s6 t e m o direito
direitos humanos, mas a imensa m a i o r i
jamais proclamado
de ver, ouvir e calar. Que tal comegarmos a exercer 0
os f i x a r o
direito de sonhar? Que tal delirarmos um pouquinho? Vam
olhar num ponto além da in famia para adivinhar outro mundo possivel:
? o a r e s t a r d livre d o v e n e n o q u e n a o v i e r d o s m e d o s h u m a n o s e d a s
humanas paixdes;
pelo televisor.
(Eduardo Galeano, Férum Social Mundial 2001. Caros Amigos 0 1 / 2 0 0 0 )
Resumo*do*treche
RESUMO
As vezes ainda se ouve por af alguém dizendo que sexo sem a m o r N o d4
Soa um tanto ingénua a alegacdo, meio fora de tempo, como um simca
chambord atrasando o trafego. Amor, 0 que é isso? Coisa mais anos
50... (...) O que se quer dizer, quase sempre, ndo € que sexo precisa de
amor, mas que sexo precisa de narrativa.
(...) E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. (...)
constru¢do que criamos. Sexo néo depende de nosso desejo; nosso desejo
é que € t o m a d o por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre
sem tesdo. O sexo € um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma
espécie de gratidao a posteriori pelos prazeres do sexo.
(Arnaldo Jabor, A m o r atrapalha o sexo. O Estado de S. Paulo, 29/08/2002)
a C e e recho:
Chat, pra q u e m nao sabe, é u m lugar onde fica uma porcao de chatos,
t o d o s com pseudénimos ( h o m e m diz que é mulher e mulher vira homem)
a te perguntar: vocé esta ai? (Mario Prata, Chats e chatos pela Internet.
O Estado de S. Paulo, 02/12/1998)
Perfodo de férias
RESUMO we
CONCLUINDO...
Escreva aqui suas conclusdes sobre 0 que vocé estudou nesta se¢4o
usados para indicar atos do autore classifique-os de acordo com seu significado.