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Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL


BACHARELADO

Belo Horizonte
2012
Colegiado do Curso de Serviço Social (2011-2014)
Profª. Andréa Inês Dutra Braz
Profª. Francirene Gripp (representante de outro departamento)
Profª. Mônica Hallak Martins da Costa (coordenadora)
Profª. Yara Maria Frizzera Santos

Núcleo Docente Estruturante - responsável pela alteração do Projeto


Profª. Andréa Inês Dutra Braz
Profª. Consuelo Quiroga
Profª. Maria Nadir Sales do Amaral Militão
Profª. Mônica Hallak Martins da Costa
Profª. Yara Maria Frizzera Santos

Professoras do Curso – responsáveis pela aprovação do Projeto


Profª. Adriana Veiga Aranha
Profª. Andréa Branco Simão
Profª. Andréa Gontijo Álvares
Profª. Andréa Inês Dutra Braz
Profª. Carmen Lícia Macedo
Profª. Consuelo Quiroga
Profª. Heloísa Maria Mello Manso
Profª. Maria Christina da Nóbrega Cesarino Soares
Profª. Maria Cristina Soares Magalhães
Profª. Maria da Conceição Meireles Gouvêa Lisboa da Costa
Profª. Maria da Consolação Gomes de Castro
Profª. Maria Nadir de Sales do Amaral Militão
Profª. Maria Raquel Lino de Freitas
Profª. Mônica Abranches Fernandes
Profª. Mônica Hallak Martins da Costa
Profª. Regina Coeli de Oliveira
Profª. Robson Sávio Reis Souza
Profª. Simone Viegas
Profª. Yara Maria Frizzera Santos
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 5

2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS: PLANO DE DESENVOLVIMENTO


INSTITUCIONAL (PDI) E PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) ......... 10

3. PERFIL DO CURSO .......................................................................................... 10


3.1. Duração do Curso: 8 semestres .............................................................. 11
3.2. Grau conferido: Bacharel ou Bacharela em Serviço Social .................. 11
3.3. Campus e turno: ......................................................................................... 11
3.4 Vagas ofertadas: o número de vagas ofertado é divulgado semestralmente
via edital do processo seletivo. ............................................................................. 11
3.5 Carga horária: 3634 h/a (3028 horas), assim distribuídas: ............................ 11
3.6 Formas de acesso ao Curso............................................................................. 11

4. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL ...................... 12

5. PERFIL DO FORMANDO – HABILIDADES E COMPETÊNCIAS .................... 13


5.1. Núcleos de fundamentos ........................................................................... 14
5.1.1. Núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social –
disciplinas:............................................................................................................... 15
5.1.2. Núcleo de fundamentos da formação sócio-histórica da sociedade
brasileira – disciplinas: ........................................................................................... 15
5.1.3. Núcleo de fundamentos do trabalho profissional - disciplinas:...... 16

6. MATRIZ CURRICULAR ..................................................................................... 17


6.1. Disciplinas Teórico-Práticas com cargas horárias externas .................. 21
6.2. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC .................................................. 22

7. EMENTÁRIO ...................................................................................................... 23
7.1. 1º. Período: ................................................................................................. 23
7.2. 2º período:................................................................................................... 24
7.3. 3º. período:.................................................................................................. 25
7.4. 4º. período:.................................................................................................. 26
7.5. 5º. Período: ................................................................................................. 27
7.6. 6º. período:.................................................................................................. 28
7.7. 7º. período:.................................................................................................. 29
7.8. 8º. período:.................................................................................................. 31

8. FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR ..................................................................... 32


8.1. Seminário .................................................................................................... 33
8.2. Atividades Complementares de Graduação – ACG ................................ 33
8.3. Projeto de Incentivo à Leitura Literária .................................................... 36

9. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS .......................................................... 36

10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO .......................................................................... 39

11. PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .. 40


12. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO .......................... 43
12.1. A Pesquisa no curso .................................................................................. 43
12.2. A extensão no curso .................................................................................. 43

13. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DO PROJETO ... 44

14. APOIO DISCENTE ............................................................................................ 45

15. RECURSOS HUMANOS ................................................................................... 46


15.1. Núcleo Docente Estruturante .................................................................... 46
15.2. Colegiado .................................................................................................... 47
15.3. Coordenações ............................................................................................ 48

16. INFRAESTRUTURA .......................................................................................... 51


16.1. Tecnologias da Informação e Comunicação ........................................... 51
16.2. Acessibilidade ............................................................................................ 52
16.3. Biblioteca .................................................................................................... 53

REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 55

ANEXOS ................................................................................................................... 58
5

1. INTRODUÇÃO

Expressando a preocupação de formar profissionais qualificados para articular respostas


a problemas sociais mais além das possibilidades voluntaristas da ação social filantrópica e
assistencialista, foi criada, em 1946, em Belo Horizonte, a Escola de Serviço Social, primeira
do estado de Minas Gerais.
A Escola de Serviço Social de São Paulo funcionava desde 1936. Em 1944, três
professoras do Instituto de Educação do Estado de Minas Gerais - Haydée dos Reis Castro,
Modesta Manoela Lopes e Lydia Carvalho do Espírito Santo - colocadas à disposição da
Legião Brasileira de Assistência - LBA, foram enviadas àquela escola para um curso de
Formação de Legionárias Visitantes. Ao voltarem em 1945, junto com o Pe. Agnaldo Leal,
constituíram o núcleo original da Escola de Serviço Social e da própria profissão no Estado de
Minas Gerais.
Pe. Agnaldo, figura de grande respeitabilidade e liderança na cidade de Belo Horizonte e
com forte competência de articulação política, reuniu em torno do projeto de fundação da
Escola desde a Federação das Indústrias, a Associação Comercial de Minas Gerais, a Rede
Mineira de Viação até a Casa das Domésticas, que fez o empréstimo do imóvel onde a Escola
funcionou até 1965. O apoio institucional para a Escola foi dado pela LBA e sua implantação e
manutenção foram viabilizadas pelo Instituto de Estudos e Ação Social.
Desde os primeiros tempos, a Escola se vincula a trabalhos comunitários e desenvolve
ações com vistas à criação do espaço profissional para o assistente social, como a realização
de cursos de formação de auxiliares sociais, planejamento e a implantação do Serviço Social
em diversas instituições como Serviço Social do Comércio-SESI, Serviço Social da Indústria-
SESC, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial- SENAI, LBA, Juizado de Menores,
Prefeitura Municipal de Belo Horizonte- PMBH e outros. Registra-se também que a equipe da
Escola participava intensamente de congressos profissionais e de ensino, empenhando-se na
consolidação da profissão e da Escola.
Naqueles anos, a capital mineira cresce e, com ela, o número de escolas de nível
superior sob a orientação da Igreja Católica. Em Belo Horizonte, começa-se a pensar na
criação de uma Universidade Católica e, dentre outras, a Escola de Serviço Social garante,
junto ao Ministério da Educação, a sua viabilização, oficializada através do decreto 45.046,
publicado em 12 de dezembro de 1958.
A Profa. Maria Margarida Barbosa (1997), em cuja pesquisa esta breve história está
baseada, ressalta que
6

[...] para que a tão sonhada Universidade Católica pudesse tornar-se


realidade, era preciso que ficasse demonstrada, no processo, a
capacidade patrimonial da mantenedora. E foi exatamente aquela casa,
adquirida com empréstimo da Casa das Domésticas, que possibilitou essa
base patrimonial. Todas as demais faculdades funcionavam em prédios
cedidos ou alugados (Barbosa, 1997, p. 10).

Em 1954, a Escola se desvincula da mantenedora original, o Instituto de Estudos e Ação


Social, e passa para a Sociedade Mineira de Cultura, transferindo para esta última todos seus
bens e assim, mais uma vez, contribuindo efetivamente para a constituição da futura
Universidade Católica de Minas Gerais que, posteriormente, passa a ser nomeada Pontifícia
Universidade Católica de Minas Gerais.
Pe. Agnaldo permanece na direção da Escola até 1960, quando assume um novo grupo
que empreende uma reestruturação do projeto acadêmico da Escola, mudando o currículo e
principalmente redirecionando os estágios, com o envolvimento de professores e estudantes
nos movimentos de educação de base e cultura popular. Este processo visa, para além de
mudanças no âmbito do curso, mudanças na identidade e na prática do Serviço Social. Com o
intuito de superar a matriz historicamente voluntarista busca, através de referências nas
ciências sociais, elevar o Serviço Social a patamares profissional e acadêmico. Data desta
época a organização de cursos de aperfeiçoamento e atualização para a capacitação de
assistentes sociais, demonstrando um estreito laço entre a Escola e o meio profissional.
É ainda a Profª. Maria Margarida que chama a atenção para o trauma que o movimento
politico militar de 1964 representou para a Escola, que teve seus espaços invadidos,
equipamentos retirados e retidos, alunos e professores presos e processados.
Apesar do ambiente repressivo, neste período a Escola se expande e se consolida,
marcando presença em reuniões e seminários nos quais se discutia a profissão e sua prática.
Numa perspectiva de crítica às suas bases teóricas e ideológicas, destaca-se o Seminário e
Araxá, em 1967, organizado pelo CBCISS e considerado um marco do Movimento de
Reconceituação.
Em 1970 a Escola transfere-se para o campus da Universidade Católica. Neste mesmo
ano toma posse uma nova equipe que estreita os contatos com escolas de Serviço Social do
Chile e de outros países da América Latina, participando do processo de redefinição dos
objetivos, fundamentos e da metodologia de atuação do Serviço Social, a partir da crítica à
fragmentação do Serviço Social de Casos, Grupos e Comunidades. A interlocução entre
escolas latino americanas possibilita a elaboração do Método Básico do Chile, inserindo a
Escola de Serviço Social de Belo Horizonte no núcleo do Movimento de Reconceituação, no
qual teve lugar de destaque.
7

Em 1971, sob a coordenação das Profªs. Leila Santos Lima e Consuelo Quiroga, o
projeto político pedagógico da Escola é profundamente alterado, incorporando os debates que
circulavam no meio acadêmico e profissional latino-americano, cuja sistematização ficou
conhecida como Método BH.
Nas décadas de 80 e 90 a Escola investe na capacitação de seu corpo docente,
chegando ao ano 2000 com mais de setenta por cento de seus docentes com titulação de
mestres e doutores.
Em fevereiro de 1996 o Curso de Serviço Social se expande e passa a funcionar
também no turno da manhã, no Centro Universitário de Contagem, procurando responder à
demanda de profissionais da região.
Este foi também o ano de promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Brasileira, de no. 9.395/96, pela qual foram definidas novas bases para a educação superior
brasileira, o que instiga o desencadeamento de um processo de revisão do projeto político
pedagógico dos cursos de Serviço Social no país. Este processo ocorre com a coordenação da
então Associação Brasileira de Escola de Serviço Social - ABESS, posteriormente renomeada
de Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa de Serviço Social - ABEPSS.
Tomando como referência, tanto as recomendações relativas à restruturação curricular
contidas na LDB, quanto às avaliações realizadas pelas escolas de Serviço Social em todo
país desde 1984, a ABEPSS elabora uma nova proposta de formação profissional que foi
amplamente discutida e posteriormente implementada pelo conjunto das unidades de ensino.
As discussões promovidas pela ABEPSS e consolidadas nas Diretrizes Gerais para o Curso de
Serviço Social, de 1996, norteiam a proposta de formação profissional, apontando a
necessidade de incorporação das dimensões investigativa e interventiva, “como princípios
formativos e condição central da formação profissional”. Recomendam também um “rigoroso
trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e do Serviço Social que possibilite a
compreensão dos problemas e desafios com os quais se defronta no universo da produção e
reprodução da vida social”. A proposta define, ainda, a importância da flexibilização da
organização dos currículos, a superação de conteúdos fragmentados na organização curricular,
o caráter interdisciplinar nas diferentes dimensões do projeto de formação, a necessidade de
garantia de “padrões de desempenho e qualidade idênticos para os cursos diurnos e noturnos”,
garantindo uma “indissociabilidade entre estágio e supervisão acadêmica e profissional”
(ABEPSS, 1996). Em 2001, o documento da ABEPSS foi incorporado às Diretrizes curriculares
para os cursos de Serviço Social. (CNE/CES, parecer 492/2001).
Na Escola, este processo culminou com a aprovação, em 27 de setembro de 2002, pelo
Conselho de Ensino e Pesquisa da PUC Minas, Resolução 14/2002, do Projeto Político
8

Pedagógico do Curso, resultado de uma trajetória de reflexão que foi desencadeada, em 1997,
por uma avaliação do processo de formação acadêmica em vigor.
A avaliação contou, inicialmente, com a assessoria da Profa. Marilda Villela Iamamoto,
cujas contribuições foram decisivas, tanto para o reconhecimento do processo anteriormente
vivido, como para apontar diretrizes para a construção do novo projeto.
Após a visita da Profª. Iamamoto, uma comissão constituída pelas Profas. Consuelo
Quiroga, Maria Nadir de Sales do Amaral Militão e Yara Maria Frizzera Santos foi encarregada
de elaborar uma versão preliminar do currículo que foi submetida à apreciação da comunidade
acadêmica. Tendo por base um texto inicial, foram realizadas reuniões com os professores da
Escola e sua direção acadêmico-administrativa, com representantes de alunos das duas
unidades - Coração Eucarístico e Contagem -, com os coordenadores dos diferentes cursos
que ministram disciplinas no curso e com dirigentes do Conselho Regional de Serviço Social –
6ª. Região. Os assistentes sociais foram ouvidos nas Oficinas de Serviço Social que se
realizaram em maio de 2000, com o objetivo de se conhecer e debater as demandas colocadas
à profissão e à formação de seus agentes. O percurso por essas instâncias permitiu modificar,
ampliar e ajustar a proposta inicialmente feita, amadurecendo o processo de sua construção
final.
A matriz curricular integrante deste Projeto vigorou até outubro de 2009, quando sofreu
alterações na alocação de algumas disciplinas por períodos e nas cargas horárias de outras.
Em fevereiro de 2010, a Escola passa a integrar o Instituto de Ciências Sociais, com os
cursos de Arquitetura e Urbanismo, Ciências Sociais e Relações Internacionais.
Em julho de 2011, a partir de um diagnóstico das condições de operacionalização da
matriz curricular, o Colegiado de Coordenação do Curso deu início a uma ampla discussão
com o corpo docente para a elaboração de uma nova proposta de alteração.
Em fevereiro de 2012, com a constituição do Núcleo Docente Estruturante (NDE), pelo
Ato/ R/No. 168/2012 do Magnífico Reitor, ampliou-se o envolvimento do conjunto dos
professores, resultando no aprofundamento do diagnóstico e na finalização da presente
proposta de alteração curricular que, após apreciada pela Pro-reitoria de Graduação (Prograd)
e pela Secretaria de Planejamento (Seplan) foi discutida e aprovada pelos professores em
assembleia de 14 de março de 2012. Sua configuração permitiu que fossem incorporados os
estudantes que ingressaram na universidade no 1º. Semestre de 2012.
Esta alteração expressa uma construção coletiva que, tomando como alicerce as
definições básicas explicitadas no Projeto de 2002, incorporando parâmetros legais e
demandas operacionais, quais sejam:
9

a) Os resultados do relatório da Comissão Permanente de Avaliação da Universidade –


CPA e os dados provenientes do ENADE/ 2010.
b) Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e Projeto Pedagógico Institucional –
PPI da PUC Minas.
c) Requisitos normativos: Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico- Raciais e para o Ensino de História
e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Política Nacional de Educação Ambiental;
matriz curricular com 17 semanas de aula por semestre.
d) Demandas dos estudantes, levando em conta suas características socioeconômicas,
bem como as novas demandas que são postas pela sociedade ao Serviço Social.
Foram assim incorporadas as seguintes as alterações no Projeto Pedagógico do Curso:

a) Adequação e regulamentação das atividades acadêmicas extra classe, alocando-


as nas disciplinas que, em seus planos de ensino, incluem atividades externas, sob
orientação e acompanhamento dos respectivos professores, caracterizando-as como
disciplinas teórico-práticas; são elas: Estágio Supervisionado – a prática do
assistência social; Oficina de Pesquisa e Serviço Social; Orientação de Trabalho de
Conclusão de Curso; Subjetividade e Serviço Social; Movimentos Sociais, Cidadania
e Serviço Social; Seguridade Social: Previdência Social e Serviço Social.
b) Transferência das aulas dos sábados para os dias da semana de 2ª. a 6ª. feira, nos
5º e 6º períodos, tendo em vista dois objetivos:
 liberar os sábados para que os estudantes trabalhadores, como o são a maioria
de nossos alunos, possam desenvolver as atividades de estágio de campo;
 possibilitar uma maior disponibilidade de tempo nestes períodos, dado que as
disciplinas de Oficina de Pesquisa em Serviço Social demandam dos alunos um
maior esforço de elaboração intelectual, o que exige uma disponibilidade de
tempo ampliada.
c) Revisão e atualização dos dispositivos de flexibilização curricular.
d) Revisão e atualização das normas do Trabalho de Conclusão do Curso e da Política
de Estágio.
e) Atualização dos critérios e procedimentos da avaliação do desempenho discente.
10

2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS: PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL (PDI)


E PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI)

As políticas institucionais estão definidas no Plano de Desenvolvimento Institucional


(PDI) e no Projeto Pedagógico Institucional (PPI). Para sua implementação a PUC Minas atua
mediante procedimentos de Avaliação Institucional e dos Cursos, a fim de contemplar suas
necessidades.
O curso se submete, além da Avaliação Institucional, ao processo de Meta-Avaliação.
Neste, são apurados os problemas de execução do Projeto Pedagógico que exigem respostas
institucionais ou circunscritas ao Curso. Quando as necessidades implicam em investimentos,
por exemplo, laboratórios, pesquisas, etc, as demandas são encaminhadas aos órgãos
superiores; quando as demandas são particulares, por exemplo, qualidade das avaliações dos
professores, a questão é devolvida para o curso.
Além desses mecanismos, outro instrumento importante de acompanhamento da
realidade dos Cursos foi institucionalizado com a criação da Diretoria de Graduação. Assim,
cada Unidade da PUC Minas passou a ser representada por um responsável pela gestão da
graduação, intermediando as discussões sobre a situação acadêmica dos cursos junto à Pró-
reitora de Graduação (PROGRAD). As reuniões entre PROGRAD e Diretores Acadêmicos
ocorrem a cada 15 dias. Alternadamente, a Diretoria do Instituto reúne-se com os
coordenadores de cursos e seus departamentos. Essa sistemática permite a atualização
permanente de informações e a coordenação de ações em escala geral para toda a
Universidade.

3. PERFIL DO CURSO

Inicialmente é importante assinalar que um projeto profissional envolve uma série de


componentes distintos: uma imagem ideal da profissão, os valores que a legitimam, sua função
social e seus objetivos, conhecimentos teóricos, saberes interventivos, normas, práticas, etc.
Portanto, todo projeto profissional é construído por um sujeito coletivo – a respectiva
categoria profissional, que inclui não apenas os profissionais de campo, mas por todos os
sujeitos profissionais que dão efetividade à profissão. É, sobretudo através da sua organização
que uma categoria elabora o seu projeto profissional; organização que compreende os
profissionais em atividade, as instituições que os formam, os pesquisadores, docentes e
estudantes da área, seus organismos corporativos e sindicais, etc.
11

O debate acerca do projeto ético-político do Serviço Social é muito recente e envolve,


segundo Netto (1998)

[...] as escolhas teóricas, ideológicas e políticas das categorias e dos


profissionais – por isto mesmo, a contemporânea designação dos projetos
profissionais como projetos ético-políticos revela toda a sua razão de ser:
uma indicação ética só adquire efetividade histórico-concreta quando se
combina com uma direção político-profissional. (NETTO, 1998, p. 98-99)

Fundado nestas escolhas, tal projeto compromete-se com a defesa dos direitos
humanos e a recusa do arbítrio e dos preconceitos, contemplando positivamente o pluralismo –
tanto na sociedade como no exercício profissional. A defesa dos direitos humanos traz, como
contrapartida, a recusa de todas as formas de autoritarismo. Requer com isso uma condução
democrática do trabalho do Serviço Social, reforçando a democracia na vida social.

3.1. Duração do Curso: 8 semestres

3.2. Grau conferido: Bacharel ou Bacharela em Serviço Social

3.3. Campus e turno:


Campus Coração Eucarístico, em Belo Horizonte - Turno da noite

3.4 Vagas ofertadas: o número de vagas ofertado é divulgado semestralmente via edital do
processo seletivo.

3.5 Carga horária: 3634 h/a (3028 horas), assim distribuídas:

Horas/ aulas, exceto Estágio e ACG 2982 h/a


Estágio 532 h/a
ACG 120 h/a=100horas

3.6 Formas de acesso ao Curso

O ingresso no curso é realizado segundo normas da PUC Minas (PONTIFÍCIA


UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS, 2012), mediante processo seletivo, realizado
pelo sistema de provas ou pela média obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), ou
por aproveitamento de estudos.
Por processo seletivo entende-se a admissão ao curso, aberto a candidatos que hajam
concluído o ensino médio ou equivalente, nos termos do disposto na legislação aplicável, no
Estatuto da Universidade e no Regimento Geral, e conforme as normas e critérios
regulamentados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE).
12

Por aproveitamento de estudos entende-se a admissão por meio de:


 Transferência de aluno de outra Instituição de Ensino Superior (IES): a universidade
poderá aceitar transferência de aluno procedente de cursos idênticos ou afins aos seus,
mantidos por instituições nacionais de ensino devidamente autorizadas ou reconhecidas
nos termos da legislação vigente, ou por instituições idôneas de países estrangeiros.
 Ingresso de portadores de diploma de curso superior que desejam obter novo título:
poderá ser aceita a matrícula de portadores de diploma de curso superior devidamente
registrado para obtenção de novo título.
 Ingresso de alunos estrangeiros, mediante convênio cultural do Brasil com outros países
e demais convênios acaso assinados pela PUC Minas.
 Ingresso de ex-alunos que abandonaram o curso ou cancelaram sua matrícula, nos
termos do Regimento Geral.
 Reopção: poderá requerer reopção o aluno que esteja regularmente matriculado em
curso da mesma área na PUC Minas no semestre letivo em que solicitá-la.
 Transferência interna: poderá requerer transferência interna o aluno que esteja
regularmente matriculado em qualquer curso na PUC Minas no semestre em que
solicitá-la.

4. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

O projeto pedagógico proposto para a Escola de Serviço Social alicerça-se na


compreensão da dinâmica das relações sociais presentes na sociedade, na Universidade e no
mercado de trabalho dos assistentes sociais. Objetiva propiciar uma formação acadêmica
centrada nos fundamentos da profissão empenhada com os processos sociais e a realização
contínua e ampliada da democracia e cidadania no Brasil
O projeto incorpora as definições propostas pela ABEPSS e presentes nas diretrizes do
MEC, enquanto expressivas de um processo de construção coletiva do conjunto das unidades
de ensino no Brasil. Estas apontam para a necessidade de formação de bacharéis em Serviço
Social, profissionais qualificados com capacitação teórico-metodológica e técnico-operativa
comprometida com padrões ético-políticos para o reconhecimento do significado social da
profissão materializando as possibilidades de ação contidas na realidade.
Para o enfrentamento da questão social nos dias de hoje, expressa em diferentes
manifestações e demandas, coloca para o Serviço Social a necessidade de formulação de
respostas que contribuam para a proposição, elaboração e implementação de políticas e
programas sociais.
13

O parecer de No. 492/2001, aprovado em 03/04/2001, pelo Conselho Nacional de


Educação/ Câmara Superior de Educação define as Diretrizes Curriculares para os Cursos de
Serviço Social conforme exposto no próximo item.

5. PERFIL DO FORMANDO – HABILIDADES E COMPETÊNCIAS

O Curso objetiva formar um profissional que atua nas expressões da questão social,
formulando e implementando propostas de intervenção para seu enfrentamento, com
capacidade de promover o exercício pleno da cidadania e a inserção criativa e propositiva dos
usuários do Serviço Social no conjunto das relações sociais e no mercado de trabalho.

Competências e Habilidades:
A) Gerais
A formação profissional deve viabilizar uma capacitação teórico-metodológica e ético-
política, como requisito fundamental para o exercício de atividades técnico-operativas, com
vistas à
 compreensão do significado social da profissão e de seu desenvolvimento sócio-
histórico, nos cenários internacional e nacional, desvelando as possibilidades de
ação contidas na realidade;
 identificação das demandas presentes na sociedade, visando a formular respostas
profissionais para o enfrentamento da questão social;
 utilização dos recursos da informática.

B) Específicas
A formação profissional deverá desenvolver a capacidade de:
 elaborar, executar e avaliar planos, programas e projetos na área social;
 contribuir para viabilizar a participação dos usuários nas decisões institucionais;
 planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais;
 realizar pesquisas que subsidiem formulação de políticas e ações profissionais;
 prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública, empresas
privadas e movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais e à
garantia dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade;
 orientar a população na identificação de recursos para atendimento e defesa de seus
direitos;
14

 realizar visitas, perícias técnicas, laudos, informações e pareceres sobre matéria de


Serviço Social.

Conteúdos da formação
 Flexibilidade dos currículos plenos, integrando o ensino das disciplinas com outros
componentes curriculares, tais como: oficinas, seminários temáticos, estágio,
atividades complementares;
 rigoroso trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e do Serviço
Social, que possibilite a compreensão dos problemas e desafios com os quais o
profissional se defronta;
 estabelecimento das dimensões investigativa e interpretativa como princípios
formativos e condição central da formação profissional, e da relação teoria e
realidade;
 presença da interdisciplinaridade no projeto de formação profissional;
 exercício do pluralismo teórico-metodológico como elemento próprio da vida
acadêmica e profissional;
 respeito à ética profissional;
 indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional na atividade de
estágio.

5.1. Núcleos de fundamentos

A organização curricular deve superar as fragmentações do processo de ensino e


aprendizagem, abrindo novos caminhos para a construção de conhecimentos como
experiência concreta no decorrer da formação profissional. Sustentam-se no tripé dos
conhecimentos constituídos pelos núcleos de fundamentação da formação profissional, quais
sejam:

 núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social, que compreende um


conjunto de fundamentos teórico-metodológicos e ético-políticos para conhecer o ser
social;
 núcleo de fundamentos da formação sócio-histórica da sociedade brasileira, que
remete à compreensão das características históricas particulares que presidem a sua
formação e desenvolvimento urbano e rural, em suas diversidades regionais e locais;
15

 núcleo de fundamentos do trabalho profissional, que compreende os elementos


constitutivos do Serviço Social como uma especialização do trabalho: sua trajetória
histórica, teórica, metodológica e técnica, os componentes éticos que envolvem o
exercício profissional, a pesquisa, o planejamento e a administração em Serviço
Social e o estágio supervisionado.

Os núcleos englobam um conjunto de conhecimentos e habilidades que se


concretiza em atividades acadêmicas, enquanto conhecimentos necessários à formação
profissional. Essas atividades, a serem discutidas e definidas pelo corpo docente e discente,
se desdobram em disciplinas, seminários temáticos, oficinas/laboratórios, atividades
complementares e outros componentes curriculares.

5.1.1. Núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social – disciplinas:


 Filosofia: Razão e Modernidade
 Filosofia - Antropologia e Ética
 Sociologia Clássica
 Sociologia Contemporânea
 Teoria Política
 Economia Política
 Antropologia Social
 Antropologia Brasileira
 Psicologia
 Cultura Religiosa – Fenômeno religioso
 Cultura Religiosa – Pessoa e Sociedade

5.1.2. Núcleo de fundamentos da formação sócio-histórica da sociedade brasileira


– disciplinas:
 Formação Sócio-Histórica do Brasil
 Política Social e Serviço Social
 Seguridade Social- Previdência Social e Serviço Social
 Seguridade Social: Assistência Social e Serviço Social
 Seguridade Social: Saúde e Serviço Social
 Seguridade Social: Saúde Mental e Serviço Social
 Política de Educação e Serviço Social
 Política Social da Criança e do Adolescente e Serviço Social
16

 Família e Serviço Social;


 Política do idoso, questões do envelhecimento e Serviço Social
 Movimentos Sociais, Cidadania e Serviço Social
 Direito e Legislação Social
 Trabalho, Sociabilidade e Serviço Social
 Relações de Gênero, Étnicas e Serviço Social.

5.1.3. Núcleo de fundamentos do trabalho profissional - disciplinas:


 Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social: o Serviço
Social e suas origens;
 Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social: a
institucionalização do Serviço Social no Brasil;
 Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social:
fenomenologia e sistêmica;
 Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social:
reconceituação e atualidade;
 Oficina de Textos em Serviço Social;
 Ética e Serviço Social – fundamentos filosóficos ;
 Ética e Serviço Social – exercício profissional;
 Subjetividade e Serviço Social
 Estratégias e Técnicas em Serviço Social: ação com indivíduos;
 Estratégias e Técnicas em Serviço Social: ação grupal;
 Estratégias e Técnicas em Serviço Social: instituição;
 Gestão Social: planejamento social;
 Gestão Social: administração;
 Diagnóstico socioespacial em Serviço Social;
 Estatística computacional aplicada ao Serviço Social;
 Pesquisa em Serviço Social;
 Oficinas de Pesquisa e Serviço Social;
 Oficinas de Pesquisa em Serviço Social: práticas investigativas;
 Estágio Supervisionado – a prática do Assistente Social;
 Estágio Supervisionado - reconhecimento institucional;
 Estágio Supervisionado - práticas interventivas;
 Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso.
17

6. MATRIZ CURRICULAR

Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito


FUNDAMENTOS HISTÓRICOS
TEÓRICOS E METODOLÓGICOS
EM SERVIÇO SOCIAL : O 68
SERVIÇO SOCIAL E SUAS
ORIGENS
1º período

ANTROPOLOGIA SOCIAL 34

FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA 68
DO BRASIL

SOCIOLOGIA CLÁSSICA 68
OFICINA DE TEXTOS EM 68
SERVIÇO SOCIAL
SEMINÁRIO 36
SERVIÇO SOCIAL
Carga horária total do período 342
Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS
TEÓRICOS E METODOLÓGICOS
DO SERVIÇO SOCIAL : A 68
INSTITUCIONALIZAÇÃO DO
SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL
ANTROPOLOGIA BRASILEIRA 68
2º período

SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA 68

TEORIA POLÍTICA 68
FILOSOFIA: RAZÃO E 68
MODERNIDADE
CULTURA RELIGIOSA: 68
FENÔMENO RELIGIOSO
Carga horária total do período 408
18

Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS
TEÓRICOS E METODOLÓGICOS 68
EM SERVIÇO SOCIAL:
FENOMENOLOGIA E SISTÊMICA
POLÍTICA SOCIAL E SERVIÇO 68
3º período

SOCIAL
FILOSOFIA – ANTROPOLOGIA E
68
ÉTICA
ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS EM
SERVIÇOSOCIAL – AÇÃO COM 68
INDIVÍDUOS
DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL 68

PSICOLOGIA 68
Carga horária total do período 408
Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS
TEÓRICOS E METODOLÓGICOS
DO SERVIÇO SOCIAL – 68
RECONCEITUAÇÃO E
ATUALIDADE
ESTÁGIO SUPERVISIONADO: A
PRÁTICA DO ASSISTENTE 104
SOCIAL
4º período

ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL:


68
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS
ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS EM
Disci
SERVIÇOSOCIAL – AÇÃO 68
GRUPAL
SEGURIDADE SOCIAL –
PREVIDÊNCIA SOCIAL E 92
SERVIÇO SOCIAL
MOVIMENTOS SOCIAIS E 92
CIDADANIA EM SERVIÇO SOCIAL

Carga horária total do período 492


19

Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito

PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL 68

GESTÃO SOCIAL:
PLANEJAMENTO E SERVIÇO 68
SOCIAL
ESTÁGIO SUPERVISIONADO:
5º período

RECONHECIMENTO 214
INSTITUCIONAL
DIAGNÓSTICO SOCIOESPACIAL 34
EM SERVIÇO SOCIAL

ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS EM 68
SERVIÇO SOCIAL: INSTITUIÇÃO

SEGURIDADE SOCIAL: SAÚDE E 68


SERVIÇO SOCIAL
Carga horária total do período 520
Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito
OFICINA DE PESQUISA EM
SERVIÇO SOCIAL: PRÁTICAS 68
INVESTIGATIVAS
ESTATÍSTICA APLICADA AO 34
SERVIÇO SOCIAL

Estágio
Supervisionado:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 214 reconhecimento
6º período

PRÁTICAS INTERVENTIVAS
institucional

SEGURIDADE SOCIAL: SAÚDE 34


MENTAL E SERVIÇO SOCIAL
SEGURIDADE SOCIAL:
ASSISTÊNCIA SOCIAL E 68
SERVIÇO SOCIAL
POLÍTICA SOCIAL DA CRIANÇA E
DO ADOLESCENTE E SERVIÇO 34
SOCIAL
GESTÃO SOCIAL: 68
ADMINISTRAÇÃO
Carga horária total do período 520
20

Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito

Oficina De
Pesquisa em
OFICINA DE PESQUISA E 128 Serviço Social:
SERVIÇO SOCIAL práticas
investigativas

ECONOMIA POLÍTICA 68
7º período

ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: 34


EXERCÍCIO PROFISSIONAL
TRABALHO, SOCIABILIDADE E 68
SERVIÇO SOCIAL
RELAÇÕES DE GÊNERO,
RACIAIS, ÉTNICAS E SERVIÇO 68
SOCIAL
POLÍTICA DE EDUCAÇÃO E 34
SERVIÇO SOCIAL
Carga horária total do período 400
Disciplina CH Total Pré-requisito Co-requisito

Oficina de
ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE 128 Pesquisa e
CONCLUSÃO DE CURSO: TCC Serviço Social

CULTURA RELIGIOSA: PESSOA E 34


SOCIEDADE
8º período

FAMÍLIA E SERVIÇO SOCIAL 68


SUBJETIVIDADE E SERVIÇO 92
SOCIAL
POLÍTICA SOCIAL DO IDOSO,
QUESTÕES DO 34
ENVELHECIMENTO E SERVIÇO
SOCIAL

OPTATIVA 68

Carga horária total do período 424


Carga horária total (50 minutos-sem ACGs) 3514

Carga horária ACG (50 minutos) 120

Carga horária total do curso (50 minutos) 3634


Carga horária total do curso (60 minutos) 3028
21

6.1. Disciplinas Teórico-Práticas com cargas horárias externas

O conceito de aula, no âmbito de um curso de graduação, implica a incorporação da


diversidade de situações acadêmicas e pedagógicas inerentes aos diferentes conteúdos e
metodologias das disciplinas. Assim, algumas disciplinas, aqui nomeadas “disciplinas teórico
práticas”, estão organizadas em torno de atividades “internas”, que ocorrem no espaço físico
do curso, e outras horas “externas”, nas quais o aluno deve realizar tarefas práticas, sob
orientação do professor, em ambiente externo, tais como as descritas abaixo.

a) Estágio Supervisionado: a prática do Assistente Social: localizada no 4º. Período, a


disciplina é constituía por 68 h/a em sala de aula e 36 h/a de atividades externas.
Nestas horas, os alunos são orientados a realizar visitas com vistas ao
reconhecimento dos campos de estágio e, com base nestas visitas, elaborar de
relatórios, que são apresentados e discutidos em sala de aula.
b) Estágio Supervisionado: reconhecimento institucional: localizada no 5º. Período, com
34 h/a dedicadas à orientação acadêmica do estágio, realizada por docentes + 180
h/a em campo em instituições públicas e privadas, ONG’s, associações comunitárias
(correspondendo a 150 horas relógio), somando 214 h/ a.
c) Estágio Supervisionado: práticas interventivas: localizada no 6º. Período, com 34 h/a
dedicadas à supervisão acadêmica do estágio, realizada por docentes + 180 h/a em
campo em instituições públicas e privadas, ONG’s, associações comunitárias
(correspondendo a 150 horas relógio), somando 214 h/a.
d) Oficina de Pesquisa em Serviço Social: localizada no 7º período, com 68 h/ a + 60
h/a de trabalho de campo, somando 128 h/a: os alunos realizam pesquisa de campo
de acordo com o projeto elaborado na disciplina Oficina de Pesquisa.
e) Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso: 68 h/a em sala + 60 h/a de trabalho
de pesquisa empírica, somando 128 h/a.
f) Movimentos sociais, cidadania e Serviço Social: 68 h/a em sala de aula + 24 h/a de
trabalho de campo, somando 92 h/a. Os estudantes são orientados a contatar
grupos sociais de Movimentos Sociais/ ONGs / Terceiro Setor com o objetivo
identificar, refletir e analisar os conceitos estudados na disciplina, a partir de um
roteiro, previamente, explicado e discutido. Cabe ao estudante observar a história do
grupo social, as atividades desenvolvidas e sua relação com o Estado.
22

g) Seguridade Social: Previdência Social e Serviço Social: 68 h/a em sala de aula + 24


h/a aula de trabalho campo, somando 92 horas. As horas externas serão dedicadas
à atividade extensionista vinculada ao ensino com o objetivo de socializar
informações e orientações sobre as recentes propostas de inclusão previdenciária
para pessoas/grupos que não estão incluídos na Previdência Social como segurados:
o Plano Simplificado de Previdência Social (Alíquota Simplificada), o
Microempreendedor individual e os segurados facultativos de baixa renda.
h) Subjetividade e Serviço Social: 68 h/a em sala de aula + 24 h/a de trabalho de
campo, somando 92 horas. As horas externas disponibilizadas vinculam-se à
realização de aproximações à realidade social visando captar, documentar, o
cotidiano de vida da população trabalhada pelo Serviço Social, através de vários
registros – imagens fotográficas, depoimentos verbais e observações in loco,
gerando um material que propicia uma viva compreensão da subjetividade humana
mais além do entendimento de variáveis socioeconômicas.

6.2. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

Construído na forma de uma monografia, resulta do cumprimento da disciplina de


Orientação de TCC, inserida na matriz curricular, com carga horária de 68 horas de orientação
em sala aula. O TCC versa preferencialmente sobre temas oriundos dos resultados da
pesquisa realizada nas disciplinas de Oficina de Pesquisa em Serviço Social, dos dados
coletados e sistematizados nos Estágios Supervisionados e ou nos Núcleos Temáticos de
Pesquisa e Extensão. Seguindo as normas técnicas de elaboração de monografia, o TCC
deverá se fundamentar necessariamente em pesquisa bibliográfica, documental e é
recomendado que incorpore, de forma analítica, dados empíricos coletados em pesquisa de
campo e ou na prática do estágio supervisionado. O TCC poderá ser elaborado individualmente
ou em grupos de até no máximo 4 membros e os professores – assistentes sociais de distintas
áreas do conhecimento - orientam até no máximo 15 alunos. Ao final do período, o aluno
deverá apresentar a monografia para uma banca examinadora constituída pelo professor
orientador e dois outros docentes e ou profissionais com notório conhecimento e experiência
no assunto. A apresentação consta de duas partes: exposição do trabalho pelo discente e
arguição pela banca examinadora. A avaliação do aluno leva em conta o processo de sua
produção, o texto final e a apresentação oral para a banca.
23

7. EMENTÁRIO

7.1. 1º. Período:

ANTROPOLOGIA SOCIAL (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS)


O campo de estudos da Antropologia Social e Cultural. A importância dos sistemas simbólicos
(imaginários e rituais) nos processos de significação cultural e construção das identidades
sociais. A contribuição da Antropologia na reflexão do mundo contemporâneo da globalização e
da pós-modernidade.

FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DO BRASIL (DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA)

Análise do processo histórico brasileiro, em suas dimensões sócio-econômicas, políticas e


culturais, no período republicano. Compreensão do Brasil contemporâneo, a partir das
permanências e rupturas ocorridas ao longo da trajetória da República brasileira.

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL – O SERVIÇO SOCIAL E


SUAS ORIGENS (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

A universidade e a formação do sujeito acadêmico. O Serviço Social no interior da


Universidade brasileira, como espaço de formação profissional. O projeto político pedagógico e
sua expressão na formação do profissional de Serviço Social; a Escola de Serviço Social da
PUC Minas. Compreensão histórica do processo de institucionalização da profissão.
Demandas postas à profissão, hoje, enfocando a realidade de trabalho do Serviço Social em
Minas Gerais e na grande BH. A organização da categoria profissional.

OFICINA DE TEXTOS EM SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE LETRAS)

Linguagem, língua e sociedade: as variações lingüísticas. Noções de discurso e enunciação.


Oralidade e escrita: gêneros textuais e usos da fala e da escrita. Leitura e produção de textos:
as práticas de letramento. Práticas acadêmicas de leitura e produção de textos: produção de
resumo e resenha. Noções de normas de apresentação de trabalhos científicos.

SOCIOLOGIA CLÁSSICA (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS)

O legado dos clássicos Marx, Durkheim e Weber para a análise das sociedades modernas.
Novas abordagens sociológicas para a compreensão das sociedades contemporâneas: o
processo de construção de uma ordem social; processos de mudança social; formas de
estratificação e processos de exclusão e de inclusão social; o processo de globalização.

SEMINÁRIO (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Temas emergentes vinculados às demandas de reconhecimento da realidade brasileira não


contemplados nas disciplinas permanentes que compõem o currículo do curso de Serviço
24

Social. A constituição desta disciplina faz parte da necessidade de criação de espaços que
materializem a flexibilização curricular e que possam gerar uma ampliação de abordagens
significativas para a formação profissional do assistente social.

7.2. 2º período:

ANTROPOLOGIA BRASILEIRA (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS)

A contribuição da Antropologia no estudo das sociedades complexas urbanas. Ênfase nas


interpretações e reflexões da antropologia sobre a sociedade brasileira. As contribuições
teórico-metodológicas da Antropologia para o campo do Serviço Social.

CULTURA RELIGIOSA – FENÔMENO RELIGIOSO (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA RELIGIÃO)

O fenômeno religioso: experiência e linguagem. O fenômeno religioso como experiência


específica: limites e possibilidades da experiência de Deus. As categorias fundamentais de
interpretação e de linguagem do fenômeno religioso. A Bíblia: livro de formação cultural do
Ocidente. A Bíblia em sua formação histórica, cultural e literária. Os critérios de interpretação,
os temas e as perspectivas de estudo da Bíblia e a experiência mística e de abertura que o
livro sagrado propicia. O cristianismo e os desafios do diálogo ecumênico e inter-religioso no
contexto de um mundo globalizado

FILOSOFIA – RAZÃO E MODERNIDADE (DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA)


As origens da Filosofia. A Filosofia como busca do conhecimento. Ciência e Filosofia: o
surgimento da modernidade, a racionalidade instrumental e o impacto das novas tecnologias. A
questão do saber e da linguagem nas sociedades contemporâneas.

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL - INSTITUCIONALIZAÇÃO


DO SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Compreensão histórica do Serviço Social, ao longo do processo que o institucionaliza como


profissão – das origens à emergência das concepções teórico-metodológicas que constituíram
as formulações do Serviço Social de Caso, Grupo e Desenvolvimento de Comunidade.
Matrizes do pensamento social influentes nesse momento e seus principais expoentes,
fundamentalmente, a doutrina social da Igreja e o positivismo, suas variantes e seus
desdobramentos na prática profissional, da atualidade.

SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS)


Novos paradigmas das Ciências Sociais na contemporaneidade: sociologia compreensiva,
teoria fenomenológica, teoria sistêmica e teoria crítica. Tematização de processos sociais
contemporâneos: as bases racionais dos processos de ação e relação social, processos de
25

individualização e individuação nas sociedades complexas, processos de metropolização –


novas configurações dos espaços público e privado.

TEORIA POLÍTICA (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS)


Conceitos introdutórios: poder e política. Teoria política clássica – republicanismo, liberalismo e
socialismo: Maquiavel, Hobbes, Locke, Rousseau. Teoria democrática – dos antigos aos
modernos.

7.3. 3º. período:

DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE DIREITO)

As instituições de Direito no Brasil. Direitos e garantias fundamentais da cidadania. A


organização do Estado e dos poderes. A Constituição Federal. A legislação social: CLT, LOAS,
ECA, SUS, etc. Relações jurídicas no marco da integração supranacional (MERCOSUL E
ALCA). A legislação profissional.

ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS EM SERVIÇO SOCIAL – AÇÃO COM INDIVÍDUOS (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO

SOCIAL)

O significado dos instrumentais em Serviço Social na busca de formas de conhecer e atuar no


cotidiano do Serviço Social. Desenvolvimento de habilidades com relação a técnicas de
abordagem, registro e documentação; elaboração de pareceres e laudos; estudos
socioeconômicos e culturais. A entrevista, seus diferentes tipos e usos específicos. Relação
profissional-usuário dos serviços sociais.

FILOSOFIA – ANTROPOLOGIA E ÉTICA (DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA)

Concepções filosófico-antropológicas. O ser humano como ser no mundo e sua dimensão


simbólico-cultural. A condição ética da ação humana. Questões éticas fundamentais e atuais,
sociedade de consumo, diversidade étnica e desafios ecológicos.

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL – FENOMENOLOGIA E

SISTÊMICA (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

O pensamento fenomenológico e sua apropriação pelo Serviço Social. O momento histórico de


sua consolidação, seus principais expoentes e influências teóricas e metodológicas nos dias de
hoje. A emergência do pensamento sistêmico no Serviço Social, incorporação teórica e sua
expressão na ação profissional.

POLÍTICA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL(DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

A relação entre a questão social e a política social. As diferentes formas de política social no
contexto dos diferentes tipos de Estado: Estado liberal, Estado de bem estar social e Estado
26

neoliberal. Análise comparada entre os diferentes modelos de proteção social pública em


países de economia capitalista. Especificidades brasileiras: a questão social e a proteção social
pública na conjuntura histórica. O lugar e a importância do conteúdo da política social na
formação profissional do assistente social.

PSICOLOGIA (DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA)

A construção da Psicologia como ciência do sujeito e da subjetividade. Psicologia social, uma


disciplina do entre-campos do saber. Vertentes da psicologia social contemporânea e a
construção da subjetividade.

7.4. 4º. período:

ESTÁGIO SUPERVISIONADO – A PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Desenvolvimento de atividades teórico-práticas de aproximação e preparação dos alunos para


conhecimento da realidade profissional. Desenvolvimento de habilidades com relação à análise
institucional, à compreensão das formas de organização das políticas setoriais ante as
expressões quotidianas da questão social, bem como às formas de organização e gerência do
processo de trabalho dos assistentes sociais em , no mínimo, três áreas de atuação. Serão
realizados seminários e observação em campos de estágios.

ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS EM SERVIÇO SOCIAL – AÇÃO GRUPAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Diferentes tipos de grupos e suas relações com o contexto micro e macro social. Coordenação
de grupos: observação, intervenção, avaliação e registro frente às dinâmicas interna e externa.
A educação popular e o trabalho comunitário.

ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL – FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)


Fundamentos éticos: ética e moral, ética e política, o sujeito ético. As diversas apropriações da
ética pelo serviço social e suas versões conservadora e emancipadora.

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL RECONCEITUAÇÃO E

ATUALIDADE (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Críticas às matrizes do positivismo e da fenomenologia no interior da profissão, incorporando a


contribuição da tradição marxista. O processo de reconceituação e suas repercussões
políticas, teóricas e metodológicas na configuração da profissão e de sua prática. As
repercussões nos dias de hoje. Pluralismo e crise de paradigmas. O pensamento social
contemporâneo expresso na teorização e práticas profissionais.
27

MOVIMENTOS SOCIAIS, CIDADANIA EM SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

As relações entre movimentos sociais e processos educativos no contexto da América Latina e


no Brasil. Resgate dos processos de construção de cidadania, democratização da sociedade
civil e os novos formatos organizacionais. Distinção entre comportamento coletivo e
Movimentos Sociais; as diversas interpretações sobre Movimentos Sociais, os agentes e tipos
de movimento e mudança social: lógica da ação coletiva e a formação do ator coletivo.

SEGURIDADE SOCIAL - PREVIDÊNCIA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

A reforma da Previdência Social: principais questionamentos; abordagem dos aspectos:


estruturação, operacionalização, benefícios, legislação, financiamento, gerenciamento e
controle social. A relação previdência pública e privada. Atuais tendências previdenciárias.
Serviço Social na Previdência Social: papel e atribuições.

7.5. 5º. Período:

DIAGNÓSTICO SOCIOESPACIAL EM SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Conceituação básica. Objeto de estudo: espaço geográfico e política social. Elementos


estruturais do diagnóstico socioespacial na perspectiva empírico/formal: dado, informação,
banco de dados, sistema de informação, indicadores socioespaciais, variáveis e categorias
analíticas básicas. Estrutura básica do documento síntese do diagnóstico socioespacial.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO – RECONHECIMENTO INSTITUCIONAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Realização de atividades teórico-práticas de estágio supervisionado em estabelecimentos


públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Desenvolvimento de habilidades com
relação à caracterização da população usuária; estudo de demandas; elaboração de projetos
de intervenção; condução de registros técnicos; formas de intervenção junto à população;
formulação de estratégias de ação e definição de instrumentais de trabalho.

ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS EM SERVIÇO SOCIAL – INSTITUIÇÃO (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

A emergência do movimento institucionalista. Correntes de análise institucional em suas


diversas abordagens. A análise institucional como recurso técnico instrumental para o trabalho
dos assistentes sociais. Principais conceitos e desenvolvimento de habilidades.

GESTÃO SOCIAL – PLANEJAMENTO E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)


28

A especificidade da gestão social como um processo descentralizado e participativo,


destacando os procedimentos inerentes à sua implementação e instrumentalização.
Capacitação para uma gestão social participativa, voltada à otimização dos recursos
disponíveis, buscando respostas aos problemas sociais; profissionalização dos gestores que
atuam nas organizações não-governamentais, organizações governamentais e fundações
empresariais.

PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Questões presentes na produção da ciência, seus alcances e limites. Fundamentos da


produção do conhecimento e sua apropriação pelo Serviço Social. A pesquisa em Serviço
Social no interior das Ciências Sociais – características e desenvolvimento de áreas temáticas.

SEGURIDADE SOCIAL – SAÚDE E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

O Estado brasileiro e as políticas de saúde. A discussão da reforma sanitária; Sistema Único


de Saúde: modelo de atenção, legislação, financiamento, gerenciamento e controle social. A
consolidação do Sistema Único de Saúde: impasses e perspectivas, gestão e
operacionalização. Papel e atribuições do profissional de Serviço Social na política de saúde:
processos de planejamento, gerenciamento de serviços e programas, operacionalização em
nível institucional e no atendimento direto ao usuário, processo de avaliação de programas.

7.6. 6º. período:

ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PRÁTICAS INTERVENTIVAS (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Realização de atividades teórico-práticas de estágio supervisionado em estabelecimentos


públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Desenvolvimento de habilidades com
relação à reconstrução de objetos de intervenção, à avaliação dos produtos do trabalho, à
condução de atividades investigativas e a formas de intervenção junto à população. Avaliação
de serviços e de projetos; impacto da atuação profissional junto à população, elaboração de
planos de intervenção e sistematização da prática profissional, através da construção de
relatórios analíticos da experiência vivenciada nos três estágios supervisionados.

ESTATÍSTICA APLICADA AO SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA)

Obtenção de dados. Técnicas de amostragem. Descrição e exploração de dados


categorizados. Distribuição de frequências de dados quantitativos. Medidas descritivas.
Modelos de probabilidade: Binomial e Normal. Análise de dados categorizados.

GESTÃO SOCIAL – ADMINISTRAÇÃO (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)


29

As teorias da administração tradicional e as novas políticas de recursos humanos. A ação do


Serviço Social na gestão das organizações públicas e privadas. Os novos desafios que se
colocam para a profissão: a participação em equipes interprofissionais e em programas de
qualidade. Funções técnicas do assistente social enquanto administrador de serviços:
coordenação, direção, assessoria, supervisão e avaliação de projetos sociais; o papel do
Serviço Social e as formas de administração participativa: origens, fundamentação teórica e
mecanismos de operacionalização.

OFICINA DE PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL: PRÁTICAS INVESTIGATIVAS (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO

SOCIAL)

Construções teórico-metodológicas que informam o ato de pesquisar. Elementos para


formulação de um projeto de pesquisa: escolha do tema e etapas metodológicas. Elaboração
do projeto de pesquisa a ser executado pela disciplina de Oficina de Pesquisa e Serviço Social.

SEGURIDADE SOCIAL - ASSISTÊNCIA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

O Estado brasileiro e a assistência social. A compreensão da assistência e o paradigma do


direito. A política de assistência social: legislação, financiamento, gestão e controle social.
Papel e atribuições do assistente social na Política de Assistência Social.

SEGURIDADE SOCIAL - SAÚDE MENTAL E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Evolução das práticas relativas à saúde mental no Brasil e no mundo. Configuração das
políticas de saúde mental no Brasil até os dias atuais. O papel do assistente social nos atuais
programas de atenção aos portadores de transtornos mentais.

POLÍTICA SOCIAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO

SOCIAL)

História social da infância e da adolescência no Brasil. O Estatuto da Criança e do Adolescente


- ECA: o novo paradigma da criança e do adolescente no Brasil. Reordenamento institucional
preconizado pelo ECA. O Serviço Social e a implementação dos dispositivos do ECA. O
monitoramento e avaliação de programas e projetos sociais com enfoque na criança e no
adolescente.

7.7. 7º. período:

ECONOMIA POLÍTICA (DEPARTAMENTO DE ECONOMIA)


30

Ciências Econômicas: conceitos básicos, breve retrospectiva histórica; visão global das
Ciências Econômicas. Principais abordagens: Economia Política Clássica; Economia Política
Marxista; Microeconomia; Macroeconomia. A evolução da economia brasileira: o
desenvolvimento com base no modelo de substituição de importações; o regime autoritário e o
projeto nacional desenvolvimentista; o processo de redemocratização e a crise econômico-
financeira do Brasil contemporâneo.Tópicos especiais: a problemática demográfica no Brasil
contemporâneo; industrialização e urbanização; concentração de renda e desigualdade social;
a questão do emprego; aspectos econômicos e sociais.

ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL – EXERCÍCIO PROFISSIONAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)


Ética e ética profissional como uma das mediações entre o saber teórico-metodológico e a
prática profissional. O debate do projeto ético-político profissional e o atual Código de Ética do
Serviço Social. Dilemas ético-morais no cotidiano do exercício profissional.

OFICINA DE PESQUISA E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Operacionalização do projeto de pesquisa: aproximação ao objeto de estudo, levantamento,


análise dos dados e interpretação dos resultados.

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

O Assistente social como elaborador e prestador de serviços no âmbito do espaço educacional,


relacionada ao público contemplado pela Lei Orgânica de Assistência- LOAS: criança/
adolescente/ jovens adultos. Conhecimento da LDBEN e percepção de práticas coletivas de
cunho educativo, na esfera e funcionamento do espaço escolar, diagnóstico das questões
sociais no espaço educacional.

RELAÇÕES DE GÊNERO, RACIAIS, ÉTNICAS E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

O caráter estrutural das relações de gênero e suas interconexões com as relações étnicas e de
classe. O debate contemporâneo sobre relações de gênero e étnicas. Desigualdades sociais e
políticas afirmativas. Identidade e subjetividade. Feminismos, patriarcalismo e o profissional de
Serviço Social.

TRABALHO E SOCIABILIDADE E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

A esfera da produção e reprodução social: o trabalho na sociedade capitalista. Processo de


trabalho. Trabalho produtivo e improdutivo. A polêmica em torno da crise da sociedade do
trabalho. Transformações contemporâneas no processo de acumulação e regulação social e
suas derivações na organização e gestão do trabalho. O setor de serviços na atualidade.
31

7.8. 8º. período:

CULTURA RELIGIOSA – PESSOA E SOCIEDADE (DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA RELIGIÃO)

Fundamentos para a práxis cristã com referência no Ensino Social da Igreja. A categoria
pessoa em diálogo com as categorias antropológicas contemporâneas. Temas atuais à luz do
Ensino Social da Igreja: a família e a dimensão afetivo-sexual, o mundo do trabalho e a
situação da propriedade; a ordem social e política, cidadania, o compromisso com o cuidado e
a defesa da vida e as perspectivas de construção de uma nova ordem mundial centrada no
amor e na paz.

FAMÍLIA E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

O estudo da família, sua evolução, suas transformações sócio-históricas e as novas


organizações familiares na sociedade contemporânea. Recuperação histórica da atuação do
assistente social com famílias. Serviço social, família e modelos de intervenção. políticas
sociais e família.

ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Elaboração do trabalho de conclusão de curso tendo por base o processo vivido nos estágios,
disciplinas de pesquisa e núcleos temáticos. Defesa do trabalho monográfico nas Bancas.

POLÍTICA SOCIAL DO IDOSO, QUESTÕES DO ENVELHECIMENTO E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE

SERVIÇO SOCIAL)

A trajetória histórica e a importância dos estudos sobre o envelhecimento no Brasil. A


gerontologia como uma ciência multiprofissional e o papel do serviço social. Questões
demográficas do envelhecimento e suas repercussões nos diversos domínios da sociedade.
Conhecimento e avaliação crítica das Políticas e Programas de atenção ao idoso. A ação do
assistente social nos âmbitos da política, da gestão e dos diversos tipos de atendimento em
Políticas e Programas Especiais.

SUBJETIVIDADE E SERVIÇO SOCIAL (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

Distintas concepções sobre a produção da subjetividade e dos sujeitos. As contribuições


teóricas da psicanálise, da sociologia clínica e da psicossociologia. Análise das noções de
sujeito e subjetividade e seu lugar na constituição dos processos sociais e suas implicações na
prática profissional.

TÓPICOS ESPECIAIS EM SERVIÇO SOCIAL (OPTATIVA 1) (DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL)

A disciplina de Tópicos Especiais têm como característica a ausência de uma prévia definição
de seu conteúdo, podendo assim variar de acordo com as oportunidades e os interesses e
32

competências de professores e alunos, assim como com a emergência de questões de


interesse profissional e acadêmico.

LIBRAS (OPTATIVA 2) (DEPARTAMENTO DE LETRAS)

Além de Tópicos Especiais em Serviço social, o aluno poderá optar por LIBRAS.
Princípios gerais que determinam o funcionamento da Língua Brasileira de Sinais -
[Link] linguística em contextos comunicativos (diálogos curtos). Aspectos
peculiares da cultura das pessoas surdas.

8. FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR

A flexibilização curricular é entendida como um conjunto de atividades que têm como


objetivo incluir conteúdos e experiências que favoreçam a articulação da teoria com a prática
profissional, da pesquisa com a intervenção social, ao mesmo tempo em que propicia a
discussão de temáticas e demandas emergentes, não integrantes da estrutura curricular strito
sensu.
A flexibilização curricular visa, assim, estimular o aluno a construir seu próprio percurso
acadêmico, através da escolha de atividades que estejam em consonância com seus
interesses e projeto profissional sem, contudo, comprometer o núcleo básico de sua
formação.
Três princípios justificam a introdução de dispositivos de flexibilização curricular neste
projeto:

a) o reconhecimento de que o aluno, sujeito de sua formação, é capaz de construir sua


trajetória acadêmica de acordo com seus interesses e disponibilidades;
b) a necessidade de um constante acompanhamento das aceleradas mudanças das
demandas sociais e dos avanços do conhecimento sobre a vida em sociedade e as
manifestações da questão social, objeto de atuação do Serviço Social;
c) a necessidade de oferecer ao aluno a oportunidade de escolha de alternativas para
sua formação, dentro dos limites das competências disponibilizadas na Escola e nos
meios acadêmico e profissional mais amplos.

O projeto propõe que a flexibilização curricular se operacionalize em quatro


modalidades: Seminários, Atividades Complementares de Graduação, Tópicos Especiais e
Projeto de Incentivo à Leitura Literária.
33

8.1. Seminário

A disciplina denominada Seminário, com carga horária de 36 h/a semestrais, ofertada no


1º período do curso, tem os seguintes objetivos:

a) possibilitar maior dinamicidade ao curso, com a introdução de temas emergentes não


incluídos na organização curricular;
b) criar canais de diálogo com a comunidade externa, entendida como constituída por
estudantes de outros cursos, assistentes sociais, profissionais de áreas afins,
representantes de organizações de prestação de serviço sociais, representantes de
movimentos sociais.

Para sua realização, o curso contará com a participação de profissionais e docentes


internos e externos ao curso e à PUC Minas, selecionados a partir de suas competências e
experiências em assuntos que possam suscitar questões que arejem as discussões
acadêmicas e ampliem a formação do futuro profissional.

8.2. Atividades Complementares de Graduação – ACG

Entende-se por ACG a comprovada participação em eventos acadêmicos, científicos e


profissionais, como congressos, encontros e seminários, em grupos de pesquisa e em
programas sociais e de extensão não curriculares. As atividades serão incorporadas ao
histórico escolar desde que exercidas após o ingresso do aluno no curso, mediante
comprovação por meio de certificados e/ou relatórios. Para a integralização curricular, o aluno
deverá comprovar no mínimo 100 horas de ACG, calculadas de acordo com a tabela de
conversão de horas apresentada abaixo.
São consideradas Atividades Complementares de Graduação:

a) Eventos acadêmicos, científicos e profissionais, como: congressos, conferências,


simpósios, seminários, “workshops”, mesas redondas e atividades similares, no
campo do Serviço Social e áreas afins.
b) Programas de treinamento, cursos extracurriculares, visitas técnicas orientadas. que
tenham correlação com a formação profissional do Assistente Social.
c) Projetos de pesquisa e extensão não curriculares.
d) Estágios supervisionados não obrigatórios.
34

e) Projetos dos Núcleos Temáticos.


f) Monitoria.
g) Publicações de artigos, estudos e resenhas em periódicos ou publicações virtuais.
h) Cursos regulares de língua portuguesa e estrangeira.
i) Disciplinas isoladas ou eletivas em outros cursos, desde que relacionadas ao
Serviço Social.
j) Oficina de textos de língua portuguesa.
k) Participação no Projeto “incentivo à leitura literária”.

Critérios de validação das atividades:


a) As atividades caracterizadas como eventos acadêmicos, científicos e profissionais,
incorporam o número de horas dos certificados.
b) haverá pontuação diferenciada para o aluno que apresentar estudos, comunicação
de pesquisa, etc, em eventos científicos; diferenciação para a participação em
eventos local, estadual, nacional e internacional; participação de projetos de
pesquisa dentro e fora da universidade.
c) Não serão aceitas, para efeito de cumprimento da carga horária prevista, as
atividades complementares realizadas antes do período em que o aluno esteja
efetivamente matriculado no curso de Serviço Social.
d) As atividades complementares que não tenham sido expressas em horas, tais como
publicações e outras, terão sua carga horária arbitrada pelo coordenador das ACG
e/ou colegiado do curso, ouvidos, quando for o caso, especialistas da área a que
estejam vinculados.
e) Não poderá colar grau o aluno que deixar de comprovar as horas de atividades
complementares de graduação, como tais computadas em seu histórico escolar, em
número inferior a 100.
f) É da responsabilidade do aluno buscar por essas atividades complementares, não
sendo da responsabilidade do colegiado promovê-las.
Não poderão ser consideradas atividades complementares de graduação:
a) Estágio Supervisionado obrigatório.
b) Atividades profissionais regulares, remuneradas, tais como o exercício de cargos no
setor público ou privado.
Procedimentos Administrativos
Deverão ser observados os seguintes procedimentos internos para recebimento,
validação e registro de ACG. :
35

a) Compete ao aluno a guarda dos documentos comprobatórios relativos a cada


atividade durante todo o período de realização do curso.
b) Nos dois períodos finais do curso o aluno deverá entregar os documentos na
Secretaria, em datas estabelecidas e amplamente divulgadas.
c) A Secretaria receberá os documentos e os encaminhará ao Coordenador de ACG
que, após o exame e a comprovação de sua idoneidade e pertinência, fará os
respectivos registros na folha de cada aluno, através do Sistema de Gerenciamento
Acadêmico (SGA).
d) Os alunos deverão procurar a Secretaria, no prazo máximo de 60 dias após a data
de entrega dos documentos, para recebê-los em devolução, devendo ser incinerados
aqueles que, após tal prazo, não forem procurados pelos interessados.

Tabela de conversão de horas de ACGs

Tipo de atividade Máximo de Forma final de reconhecimento


horas
integralizadas
Participação em projeto de 60 horas Certificado de participação com
pesquisa não-curriculares descrição do projeto e das horas
efetivadas.
Participação em projetos 60 horas Certificado de participação com
de extensão não descrição do projeto e das horas
curriculares efetivadas.
Participação em projeto 60 horas Relatório com a aprovação do
dos Núcleos Temáticos orientador responsável pelo projeto.
Participação em evento 80 horas Certificado de participação emitido
científico e profissional pela organização do evento.
Publicação de artigo ver item 3 Apresentação do material publicado.
Monitoria 60 horas Relatório de avaliação do professor
orientador.
Curso e disciplina isolada 60 horas Comprovante de presença e
ou eletiva em outros aproveitamento.
cursos, desde que
relacionadas ao Serviço
Social
Oficina de textos (de língua 30 horas Comprovante de presença e
portuguesa) aproveitamento
Curso regular de língua 60 horas Comprovante de aproveitamento
portuguesa ou estrangeira emitido pela instituição de ensino/
professor responsável
Estágio supervisionado 60 horas Relatório e comprovação de
não obrigatório participação
36

- Eventos com duração de até 9 horas = correspondência direta de horas


- Eventos com duração de 10 a 15 horas = 10 horas
- Eventos com duração de 16 a 30 horas = 16 horas
- Eventos com duração de 31 a 50 horas = 30 horas
- Eventos com duração superior a 50 horas = 50 horas

# Os casos omissos serão analisados pelo Colegiado do curso.

8.3. Projeto de Incentivo à Leitura Literária

A literatura de ficção e a poesia tratam de todos os temas caros à existência humana, seja
quanto a aspectos do indivíduo, seja com relação à vida em sociedade. Assim, a prática da
leitura de textos literários amplia as condições de interpretação do mundo e auxilia o sujeito-
leitor a compreender a si próprio e ao lugar que ocupa em seu grupo social.
Em reuniões do grupo de professores, em situações formais ou informais de trocas de
experiências, as dificuldades de interpretação de textos de nossos alunos são constantemente
apontadas como grandes obstáculos à construção de novos conhecimentos em todas as
disciplinas, podendo-se incluir aí, também, as dificuldades de desenvolvimento de uma reflexão
teórica em linguagem escrita.
Este projeto pretende que se incentive a leitura do texto literário em classe, segundo a
orientação também estimuladora do grupo de professores.
Objetivos:
a) estimular a leitura de romances, contos, crônicas literárias e poesia;
b) discutir em classe temas nos textos literários;
c) promover o debate interdisciplinar.

A cada semestre os professores do período definem o livro a ser adotado pela turma. Ao
começarem a leitura, alguns estudantes e professores preparam a apresentação de um trecho
para uma primeira atividade de toda a escola.
Serão realizados saraus nos espaços comuns do prédio para que todos os estudantes e
professores possam participar desse momento de troca em que trechos dos livros lidos nas
várias turmas são socializados.

9. REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS

Um modelo de educação comprometido com a democracia, a liberdade e a cidadania


fundamenta a ampliação da formação profissional para além da aquisição de conhecimentos,
37

habilidades e competências. É um modelo que entende a educação como espaço de


construção de uma convivência social solidária, baseada no respeito aos direitos humanos
universais, com atenção redobrada aos direitos de grupos minoritários e aos direitos das
futuras gerações.
Este ideário levou o estado brasileiro à exigência de incorporação, aos projetos
pedagógicos dos cursos superiores, de requisitos legais e normativos que visam à inclusão
social de pessoas com deficiências físicas, especialmente auditiva, de grupos sociais
historicamente em desvantagens sociais, culturais e econômicas em função de sua raça ou cor
e à formação de profissionais atentos ás questões que envolvem a preservação do meio
ambiente, a saber:

Lingua Brasileira de Sinais – LIBRAS Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005


regulamenta a Lei no. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Atendendo a esta
normativa, PUC Minas oferece a disciplina de Libras – Língua Brasileira de Sinais - como
disciplina curricular obrigatória em todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do
conhecimento, em seus cursos de Pedagogia e Fonoaudiologia, e como curricular optativa nos
demais cursos entre eles o curso de Serviço Social, que a aloca no 8º. Período

Relações étnico raciais Resolução CNE/CP Nº 1, de 17 de junho de 2004 institui Diretrizes


Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
A organização e experiência dos cursos de graduação da PUC Minas têm se colocado
em sintonia com as demandas da contemporaneidade. Como parte desse movimento de
permanente diálogo Universidade e sociedade, os cursos têm assumido a perspectiva da
educação para e na diversidade. Tal perspectiva resulta na incorporação à comunidade
universitária de sujeitos historicamente excluídos do direito à educação e, como parte
indissociável desse processo, na construção de posturas que garantam o direito às diferenças.
Nesta perspectiva, a PUC Minas têm incorporado as exigências expressas resolução
CNE/CP No. 1, através de abordagens éticas e filosóficas relativas ao processo de
modernização da cultura e dos sistemas de dominação nela inscritos.
As disciplinas Cultura Religiosa e Filosofia são aquelas que se ocupam de forma mais
incisiva das temáticas pertinentes ao tema.
Na esfera de atuação da Pró-Reitoria de Extensão, a Universidade tem criado
oportunidades para que o corpo discente se envolva em discussões, projetos e programas que
38

têm como eixo a educação para a diversidade étnico-racial. A Universidade acredita que essa
postura poderá responder às propostas de promover a educação de cidadãos atuantes e
conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando estimular
atitudes, posturas e valores aptos a garantir, a todos, respeito aos direitos e valorização de
identidades étnicas, na busca da consolidação de uma sociedade efetivamente democrática,
centrada no ideal de uma ética da solidariedade, como definidos em sua missão e identidade.
No âmbito do curso de Serviço Social, a disciplina de Relações de Gênero, Raciais,
Étnicas e Serviço Social discute as desigualdades sociais, os processos discriminatórios e os
preconceitos que historicamente atingem as mulheres, as minorais étnicas, raciais e os grupos
homo afetivos. A disciplina aborda também o estudo dos movimentos sociais e das políticas de
enfrentamento destas desigualdades como ações afirmativas, leis e iniciativas de defesa dos
direitos e do reconhecimento social da população negra, de mulheres e de homossexuais.

Política Nacional de Educação Ambiental Política Nacional de Educação Ambiental,


instituída pela Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999 regulamentada pelo Decreto nº 4.281, de 25
de Junho de 2002.
A PUC Minas apresenta estratégias educativas para o desenvolvimento sustentável,
como um dos objetivos de sua orientação formativa. As políticas e os objetivos estratégicos
institucionais da PUC Minas estão especificados no Plano de Desenvolvimento Institucional
(PDI – 2012/2016), que acentua a responsabilidade sócio ambiental de todos os atores sociais
em face dos atuais problemas produzidos pelo modelo econômico hegemônico.
A Universidade não apenas concebe como institui a construção de conhecimentos,
atitudes e competências voltadas para conservação do meio ambiente e sua sustentabilidade.
Internamente, o Planejamento e Gestão Estratégica (PGE - 2012/2016), documento de
planejamento e gestão, especifica como temas e ações estratégicas a qualidade, a inovação e
a sustentabilidade, de modo a se firmar como uma instituição ecologicamente correta,
economicamente viável, socialmente justa e culturalmente aceita. Faz parte, portanto, da
cultura formativa da Universidade, uma visão mais global do mundo e, por consequência, uma
atuação efetiva para o desenvolvimento sustentável e também para o incremento de uma
cultura ambiental. No âmbito do curso de Serviço Social, o item “as questões ambientais e
inserção do Serviço Social” está incorporado à disciplina de Tópicos Especiais e Cultura
Religiosa.
39

10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social da PUC Minas define o estágio


supervisionado como uma atividade curricular obrigatória que se configura a partir da inserção
do aluno no espaço sócio-institucional, objetivando capacitá-lo para o exercício profissional, o
que pressupõe supervisão sistemática realizada conjuntamente por supervisor profissional
assistente social do campo e por professor orientador.
Os planos de estágios, elaborados em conjunto pelos supervisores de campo e
professores orientadores, são as referências para as duas modalidades de supervisão/
orientação.
O currículo aloca a obrigatoriedade do estágio para os alunos, dos 4º, 5º e 6º. períodos,
com 532 hora/aulas distribuídas da seguinte forma: 4º. Período: Estágio Supervisionado: a
prática do assistente social, com 104 h/a, sendo 68 h/a para o desenvolvimento de atividades
teórico-práticas de aproximação e preparação dos alunos para reconhecimento da realidade da
ação profissional, especialmente através de palestras e debates em sala de aula com
profissionais, e 36 h/a de horas externas, para realização de visitas orientadas em
organizações campos de estágio cujos relatórios são discutidos em sala de aula. 5º período –
Estágio supervisionado: Reconhecimento Institucional– com 214 horas/aulas, sendo 34h/a de
orientação acadêmica de um professor orientador, em grupos de até 15 alunos, e 180 h/a em
campo, com supervisão de um profissional assistente social. No 6º. Período - o Estágio
Supervisionado: práticas interventivas com 214 h/a, sendo 34h/a de orientação acadêmica de
um professor orientador, em grupos de até 15 alunos, e 180 h/a em campo, com supervisão
de um profissional assistente social
O estágio, tanto obrigatório quanto o não obrigatório, se insere no espaço de ação
profissional, via organizações/instituições públicas, privadas, governamentais, não
governamentais e movimentos sociais podendo também estar vinculado a Projetos de
Extensão da Universidade e projetos de pesquisa do Curso. Conforme as normas acadêmicas
da PUC Minas, de 2012, o Estágio Não Obrigatório é aquele desenvolvido como atividade
opcional, podendo ser considerado como Atividade Complementar de Graduação.
A PUC Minas mantém uma Coordenação de Estágio Integrado (CEI), atuando junto aos
diversos cursos da Universidade. Cabe à CEI estabelecer convênios com as instituições
concedentes de estágio, celebrando termos de compromisso, para estágios obrigatórios e não
obrigatórios. A coordenação de estágio do curso considera os seguintes critérios para a
institucionalização do campo de estágio:
40

a) que o local de estágio se constitua efetivamente em espaço de construção e


sistematização da prática profissional do assistente social;
b) a existência de um assistente social-supervisor que trabalhe diretamente com o aluno
no local de estágio;
c) a necessidade de elaboração do plano de estágio;
d) a avaliação semestral do aluno pelo assistente social-supervisor de campo em
conjunto com o professor orientador, no estágio obrigatório.

À supervisão de campo e à orientação acadêmica das disciplinas de Estágio


Supervisionado atribuem-se a reflexão, o acompanhamento, estudos e sistematização das
atividades desenvolvidas pelo aluno com base em Plano de Estágio.

11. PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

As reflexões contemporâneas sobre os processos de ensino-aprendizagem indicam a


necessidade de uma profunda mudança de paradigma que, em linhas gerais, poderia ser
definida como o deslocamento do foco dos processos de ensino para os processos de
aprendizagem. Ao situar o aluno no centro do processo, como sujeito/ aprendiz, este
deslocamento não desconhece nem diminui a importância do ensino e, muito menos o papel do
professor. Há, no entanto, uma mudança na relação aluno-professor e este último assume um
lugar de um tutor, suscitador de aprendizagem, capaz de gerar em sala de aula um ambiente
de aprendizagem. Num certo sentido, o professor se transformaria num co-aprendiz,
valorizando, em outras bases, sua relação com o aluno, que continua na base do processo de
ensino aprendizagem.
A compreensão contemporânea do processo ensino-aprendizagem busca assim superar
a concepção de educação como simples transmissão-acumulação de conhecimentos e
informações e aponta para uma revisão a fundo, considerando: a) o crescimento acelerado do
conhecimento contemporâneo, acompanhado de sua rápida obsolescência; b) o deslocamento
do aparato escolar como único provedor da educação e c) o surgimento dos meios massivos
de comunicação e a rápida difusão de informação através das modernas tecnologias.
Indiscutivelmente estes fenômenos modificam o modelo pedagógico e o papel do professor
universitário.
Estes desafios conduzem a respostas acadêmicas que podem inspirar outros modelos
educativos e acadêmicos, tais como:
41

a) a adoção de paradigma de aprender-aprender


b) o novo papel do docente frente ao protagonismo dos discentes na construção do
conhecimento significativo
c) a promoção de uma maior flexibilidade nas estruturas acadêmicas.

Bernheim e Chaui (2003) ressaltam que

(...) em cada aula onde se desenvolve o processo de ensino-aprendizagem se realiza


uma construção conjunta entre quem ensina e quem aprende, única e irrepetível. Desta
maneira, o ensino é um processo de criação e não de simples repetição.
Estes novos paradigmas educativos e pedagógicos se fundamentam nos aportes da
psicologia e da ciência cognitiva contemporâneas, sobre como aprende o ser humano e
nos conduzem a reconhecer que o estudante não só deve adquirir informação como
também deve aprender estratégias cognitivas, quer dizer, procedimentos para adquirir,
recuperar e usar informação. (BERNHEIM, CHAUI, 2003, p. 21).

Sem negligenciar os princípios apresentados acima, é necessário que o Projeto


Pedagógico se manifeste em relação aos procedimentos normativos de avaliação. Neste
sentido e em conformidade com as normas acadêmicas da PUC Minas (2012), em cada
disciplina são distribuídos 100 pontos no decorrer do semestre e os discentes devem alcançar
o mínimo de 60% do total, além da frequência de 75% da carga horária presencial da
disciplina.
A reavaliação dos alunos com rendimento insuficiente deverá ser aplicada somente para
os alunos que obtiverem nota com valor maior ou igual a 30 e menor que 60 pontos após a
distribuição dos 100 pontos totais da disciplina e ficará a critério do professor o valor da
reavaliação.
O aluno, que por qualquer motivo, estiver impedido de submeter-se a quaisquer das
avaliações realizadas no semestre, com exceção da reavaliação, terá direito a uma avaliação
substitutiva a ser realizada no final do semestre, antes da reavaliação. A avaliação substitutiva
terá o mesmo valor da atividade perdida. O aluno poderá valer-se da avaliação substitutiva
para uma única avaliação perdida durante o semestre. No caso de perda de mais de uma
atividade, a avaliação substitutiva terá o valor de maior pontuação. A perda da avaliação
substitutiva não gera direito a nova data de reposição. É facultado aos professores a adoção de
metodologias de reavaliação durante o semestre.
As disciplinas de configuração especial: Estágio Supervisionado – reconhecimento
institucional, Estágio Supervisionado – práticas interventivas, Oficina de pesquisa e Serviço
Social, Oficina de pesquisa em Serviço Social – práticas investigativas e Orientação de
Trabalho de Conclusão de Curso estão sujeitas a regulamentação específica, conforme
descrito abaixo:
42

 Estágio Supervisionado – reconhecimento institucional e Estágio Supervisionado –


práticas interventivas - a carga horária a ser cumprida pelo aluno é de 180 (cento e
oitenta) horas/aula no campo de estágio e 34 (trinta e quatro) horas/aula em sala de
aula, totalizando 214 (duzentos e quatorze) horas/aula em cada disciplina. A
aprovação do aluno está condicionada ao cumprimento da carga horária total nas
disciplinas Estágio Supervisionado – reconhecimento institucional e Estágio
Supervisionado – práticas interventivas. O professor/orientador é responsável pela
distribuição de 50 (cinquenta) pontos nos trabalhos realizados no período letivo. O
profissional assistente social supervisor de campo avalia o aluno em até 50
(cinquenta) pontos através de um formulário de avaliação. Este deverá ser assinado
pelo aluno, pelo supervisor de campo e pelo professor orientador. O supervisor de
campo deverá, na avaliação de estágio do aluno, informar o número do seu registro
profissional. A assistência domiciliar acadêmica não se aplica aos alunos
matriculados nas disciplinas de Estágio Supervisionado – reconhecimento
institucional e Estágio Supervisionado – práticas interventivas.
 Oficina de pesquisa e Serviço Social, Oficina de pesquisa em Serviço Social –
práticas investigativas e Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso – são
distribuídos 100 pontos em cada uma das disciplinas e a divisão em cada uma delas
corresponde a momentos distintos do desenvolvimento da atividade de pesquisa; a
primeira disciplina – Oficina de pesquisa e Serviço Social culmina com o Projeto de
pesquisa; a segunda, Oficina de pesquisa em Serviço Social – práticas investigativas,
com o Relatório de pesquisa; a terceira, Orientação de Trabalho de Conclusão de
Curso, com a Monografia de graduação.
 Seminário – Dada a natureza especial desta disciplina, não cabem formas de
avaliação convencionais, tais como provas ou atividades similares. Prevê-se que,
para a aprovação, o aluno preencha o requisito de presença em pelo menos 75% das
atividades promovidas em cada semestre. Isto não impede, entretanto, que, a critério
de cada professor, possam ser exigidos do aluno relatórios, comentários, resenhas,
exposições orais, etc.
43

12. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO

Conforme previsto nas Diretrizes gerais sobre as práticas investigativas da Pro-reitoria


de Pesquisa e Pós-graduação – PROPPG – e nas diretrizes da Pró-reitoria de Extensão –
PROEX – para práticas extensionistas, as estratégias de articulação entre ensino, pesquisa e
extensão estão cada vez mais orientadas a uma proposta de organicidade entre as três
dimensões, ou seja, voltam-se para iniciativas que possam ser desenvolvidas em sala de aula
e nos espaços e horários em que os alunos circulam na Universidade. As atividades de
pesquisa e extensão de maior fôlego continuam a se desenvolver a partir de iniciativas de
professores e estudantes envolvidos em projetos financiados pelos editais da Universidade
e/ou órgãos de fomento. No entanto, as práticas extensionistas e investigativas permeiam todo
o espaço acadêmico e fazem parte do cotidiano do corpo docente e discente, através de
atividades como as discriminadas nos itens abaixo.

12.1. A Pesquisa no curso

Nas Diretrizes curriculares para os cursos de Serviço Social (CES 492/2001) está
previsto o “estabelecimento das dimensões investigativa e interpretativa como princípios e
condição central da formação profissional, e da relação entre teoria e prática” (p. 13). No curso
de Serviço Social da PUC Minas, esses princípios se materializam principalmente nas
disciplinas Oficina de Pesquisa e Serviço Social, Oficina de pesquisa em Serviço Social –
práticas investigativas e Orientação de TCC, pois elas possibilitam a todos os alunos
realizarem efetivamente o exercício da pesquisa durante três semestres do curso e a produção
de uma monografia (como detalhado no item 7 - Ementário). Os trabalhos produzidos são
armazenados eletronicamente e tornados públicos em mostras, seminários e outras estratégias
de divulgação.

12.2. A extensão no curso

A Pró-reitoria de Extensão – PROEX – considera prioritário o desenvolvimento de ações


que visam estimular a incorporação da Extensão no cotidiano dos cursos. Nesse sentido, tem
buscado identificar as iniciativas e espaços em que a proposta extensionista esteja presente. A
partir desse reconhecimento, a presente alteração do projeto pedagógico do curso de Serviço
Social acrescentou à carga horária de algumas disciplinas horas externas nas quais ações
extensionistas são realizadas pelos alunos (detalhamento nos itens 6.1). O estímulo à
participação em atividades de extensão também se dá na valorização de iniciativas externas ao
44

curso que, quando devidamente documentadas, são registradas como Atividades


complementares de graduação. A efetiva valorização da extensão no curso se materializa nas
horas do seu banco dedicadas aos projetos de Extensão. Pela sua vocação extensionista, o
curso tem se envolvido em programas e projetos, seja através do edital da PROEX ou outros
órgãos de fomento, seja contribuindo para responder às demandas que chegam à
Universidade.

13. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DO PROJETO

O processo de implementação do presente Projeto exige monitoramento e avaliação


permanentes para sua viabilização e sustentabilidade acadêmica e administrativa.
Para garantir que sejam alcançados os objetivos definidos, torna-se necessária a criação
de mecanismos permanentes de acompanhamento e avaliação e, para isto, o Núcleo Docente
Estruturante (NDE), conjuntamente com a Coordenação do curso, deverá articular, em
sintonia com os professores e alunos, um plano de trabalho de forma a garantir que:
 as ações desenvolvidas assegurem a constituição do perfil de um profissional
competente e ético como previsto no Projeto;
 sejam viabilizadas condições institucionais, materiais e humanas para a sua efetiva
implantação.
Estão previstos os seguintes procedimentos de acompanhamento e avaliação do Projeto
Pedagógico do curso:
a) monitoramento da conformidade do curso com as Diretrizes Curriculares Nacionais
vigentes;
b) análise dos resultados das avaliações externas realizadas através do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e cuidadoso exame dos
relatórios de desempenho dos estudantes curso no Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) visando a incorporação e o debate dos
conteúdos no curso;
c) compartilhamento, entre alunos e professores, dos resultados referentes ao curso
obtidos nas auto-avaliações realizadas pela Universidade, visando a melhorias na
qualidade da infra-estrutura administrativa e das atividades acadêmicas e
pedagógicas;
d) exame da integração de conteúdos, através da busca de uma permanente
interlocução entre os conteúdos abordados nas disciplinas cursadas ao longo de
cada semestre, levando em consideração o perfil do profissional proposto;
45

e) acompanhamento da participação dos alunos e professores em atividades


acadêmicas e extra-curriculares: projetos de pesquisa e extensão; eventos
científicos, profissionais e outros; das condições infraestruturais de realização do
curso; do acervo e acesso à biblioteca da PUC Minas e outras bibliotecas
disponibilizadas através de recursos computacionais;
f) acompanhamento sistemático dos debates científico e profissional presentes no
interior do Serviço Social, nas entidades representativas e acadêmicas da categoria
dos assistentes sociais, em âmbito nacional e internacional, assim como das
demandas colocadas pelo mercado de trabalho profissional.

Ao final de cada semestre, durante a Semana de Avaliação e Planejamento (atividade


semestral prevista no calendário acadêmico da Universidade), o NDE e o Colegiado
compartilham com a comunidade acadêmica do curso os conteúdos de documentos
sintetizadores que balizarão possíveis adaptações e reformulações no Projeto Pedagógico do
Curso.

14. APOIO DISCENTE

Faz parte da política institucional e acadêmica da PUC Minas um conjunto de ações que
se iniciam com a recepção dos calouros na Universidade, momento em que estes são
instruídos acerca de seus direitos e seus deveres e recebem um Manual contendo síntese das
principais normas da Instituição.
Dentre as políticas institucionais de atendimento aos discentes, destacam-se:

a) Assessoramento psicopedagógico e espiritual quando necessário ou mediante


interesse do aluno.
b) Estímulos à permanência (programa de nivelamento).
c) Organização estudantil (espaço para participação e convivência estudantil);
d) Acompanhamento dos egressos;
e) Incentivos de pesquisa e participação em eventos;
f) Programas de intercâmbio;
g) Complexo Esportivo, disponível na sede (Campus Coração Eucarístico), onde podem
exercer atividade física orientada por monitores;
h) Núcleo de Apoio à Inclusão do Aluno com Necessidades Educacionais Especiais
(NAI). O NAI/PUC Minas tem por objetivo a inclusão do aluno com deficiência em
diferentes espaços sociais.
46

No âmbito do Curso, os discentes são atendidos pelos professores integrantes do


Colegiado, pelos professores coordenadores do Estágio e ACG e os envolvidos em projetos de
pesquisa e extensão. Sempre que necessário, os estudantes são atendidos pelos demais
professores.
Por previsão legal-institucional, os alunos preservam sua autonomia de organização
estudantil, participam de todos os órgãos colegiados da Universidade, e contam com
documentos oficiais, especialmente as Portarias 24/2003 e 76/2003, que definem apoio à
participação de alunos em eventos, em suas variadas modalidades.
As monitorias são um apoio fundamental para a manutenção de algumas atividades do
curso de Serviço Social.

15. RECURSOS HUMANOS

O Curso conta com um corpo docente qualificado e multidisciplinar. Além do Colegiado


de Coordenação Didática, existe ainda o Núcleo Docente Estruturante, cuja composição é
descrita no item 15.1.

15.1. Núcleo Docente Estruturante

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui instrumento importante para a


formulação do projeto pedagógico do curso, sua implementação e desenvolvimento. Em sua
composição e competências ele se orienta pela institucionalização dos núcleos pela Resolução
06/2011.
No Curso de Serviço Social, esse núcleo é composto por professores com titulação em
nível de pós-graduação stricto sensu, contratos em regime de trabalho que assegurem,
preferencialmente, dedicação plena ao curso e experiência docente.
O NDE deverá ser composto pelo Coordenador do Curso, e por docentes do curso, com
contrato de trabalho já firmado com a IES, participação na elaboração e revisão do Projeto
Pedagógico do Curso, e clara responsabilidade com a implantação do mesmo.

Atribuições do Núcleo Docente Estruturante

a) acompanhar o processo de elaboração e implementação do Projeto Pedagógico do


Curso, bem como conduzir os trabalhos de reestruturação curricular;
b) apresentar proposta de alteração ou mudança curricular ao coordenador do curso;
c) analisar os relatórios de avaliação de interesse do Curso;
47

d) propor melhoria das estratégias empregadas para promover a interdisciplinaridade


entre as disciplinas curriculares;
e) analisar a eficácia da integração dos conteúdos, levando em consideração o perfil do
profissional proposto no Projeto Pedagógico do Curso;
f) avaliar a adequação da proposta de perfil do egresso à abordagem teórica do Curso
e à demanda do mercado de trabalho;
g) acompanhar a legislação, especialmente as Diretrizes Curriculares Nacionais e os
mecanismos de avaliação, previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (SINAES);
h) propor estratégias de flexibilização curricular;
i) propor linhas de pesquisa e de extensão para o Curso, levando em consideração as
necessidades da graduação;
j) propor plano de melhorias acadêmicas ao coordenador do curso, em caso de
resultados insatisfatórios de avaliação vinculados ao SINAES;
k) promover estratégias de aprimoramento da vinculação entre ensino, pesquisa e
extensão;
l) orientar os docentes no que diz respeito ao conteúdo do projeto Pedagógico do
Curso;
m) assessorar a coordenação do curso em questões que se referem à consolidação do
Projeto Pedagógico.

Reuniões do Núcleo Docente Estruturante

O NDE reúne-se mensalmente e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo


Coordenador do Curso ou pela maioria de seus membros titulares. As decisões do NDE são
tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes.

15.2. Colegiado

O colegiado do Curso é constituído: a) por três professores do Departamento a que se


vincula o Curso e neste ministrem disciplinas, eleitos pela Assembleia do curso; b) por um
representante dos professores de outros Departamentos que ministre disciplinas no curso;
eleito pela Assembleia do Curso c) pela representação estudantil na forma estabelecida pelo
Estatuto e no Regimento Geral, estando suas atribuições descritas no Estatuto da Universidade
(ESTATUTO PUCMINAS, 2010).
48

15.3. Coordenações

O Coordenador do Curso é designado pelo Reitor dentre os professores do


Departamento eleitos pela Assembleia do Curso para composição do respectivo Colegiado,
observadas as exigências estabelecidas pelos órgãos reguladores, no que se refere a
formação e titulação e suas atribuições estão descritas no Estatuto da Universidade.
(PONTIFÍCIA, 2010).
Compete ao coordenador do Curso: i) presidir o Colegiado; ii) executar as deliberações
do Colegiado; iii) executar quaisquer atividades da rotina acadêmica, previstas no projeto
pedagógico do curso, nas normas acadêmicas ou na praxe administrativa da Universidade,
bem como efetivar as medidas necessárias para o seu cumprimento; representar o curso na
diversas instâncias universitárias, quando convocado. (PONTIFÍCIA, 2010)
Além do Coordenador do Curso e Colegiado, que é submetido à chefia do Departamento
de Serviço Social, o curso conta com outras cinco coordenações:

 Coordenação de estágio
 Coordenação de pesquisa
 Coordenação de extensão
 Coordenação de Atividades Complementares de Graduação
 Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso

Atribuições das Coordenações:

a) Coordenação de estágio

A abertura de campos de estágio, tanto obrigatório quanto não obrigatório, configura-se


como atividade sistemática e permanente da Coordenação de Estágio, o que ocorre através de
contatos com as instituições que apresentam possibilidade de novos campos. O campo de
estágio será fechado quando, do ponto de vista pedagógico e profissional, não mais se
constituir em área de exercício da profissão; quando não houver interesse das partes
conveniadas, ou quando a instituição conveniada deixar de cumprir as exigências para a
continuação do estágio.
Cabe ao coordenador de estágio expor e debater a política de estágio com os alunos
do 4º. período, na disciplina Estágio Supervisionado – a prática do Assistente Social,
juntamente com o monitor e os demais professores responsáveis pelo estágio; entrevistar os
alunos do 4º. período com 40 e 44 horas de trabalho para esclarecimentos sobre o período de
estágio e sua viabilidade; contato com os alunos dos 5º. e 6º períodos para efetuar o cadastro;
49

providenciar cadastro de alunos em estágios em parceria com a PROEX (formulário especial).


Rotineiramente o coordenador de estágio realiza contato com a CEI via e-mail ou telefone para
providenciar convênios com as instituições concedentes; termo de compromisso para os alunos
em estágio obrigatório e não obrigatório; atendimento aos alunos em suas demandas,
necessidades, esclarecimentos. Outras atividades de rotina via ALERTA (SGA) são: aprovar
estágios (segundo o projeto pedagógico do curso); aprovar demandas de emprego; ler e
aprovar relatórios dos alunos; vincular alunos de outros períodos, em estágio não obrigatório,
ao coordenador do curso. Responder e-mails e demandas da CEI. Além disso, o coordenador
de estágio envia para o CRESS (Conselho Regional de Serviço Social) a relação de alunos,
instituições, supervisores do semestre em exercício e divulga as vagas de estágio obrigatório
via SGA.

b)Coordenação de pesquisa

O coordenador de pesquisa do curso é o responsável pela distribuição dos grupos de


pesquisa entre os professores, armazenamento e organização das monografias e do
levantamento bibliografia para as disciplinas. Ele também seleciona os trabalhos para
divulgação, quando é o caso, além de ser a referência de professores e estudantes para todas
as questões relativas à pesquisa no curso, inclusive o estímulo aos estudantes e professores à
formação e participação em grupos de pesquisa. As atividades para incentivo à participação
do corpo docente e discente em projetos de iniciação científica e em grupos de pesquisa são
realizadas junto a outros órgãos da Universidade, especialmente a assessoria de pesquisa do
Instituto de Ciências Sociais e a PROPPG.

c)Coordenação de extensão

O coordenador de extensão do curso estimula o desenvolvimento de ações


extensionistas, representa e faz a mediação entre a PROEX e o curso; assessora elaboração
de projetos de extensão; sistematiza as práticas extensionistas desenvolvidas no curso, divulga
vagas em projetos de extensão para a participação dos estudantes e professores.

d) Coordenação de Atividades Complementares de Graduação

O coordenador de ACG proverá os meios para que os alunos possam, ao longo do


curso, encaminhar consultas sobre a validade das ACGs que pretendam realizar. O
50

coordenador também tem por função estimular, orientar e acompanhar o cumprimento,


pelos alunos, das atividades extra classe, definidas em documento próprio, assim como
promover eventos acadêmicos e dar apoio logístico aos professores nas visitas técnicas e
trabalhos de campo que implementarem com seus alunos

e) Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso

No início de cada semestre letivo o coordenador da disciplina de Trabalho de Conclusão


de Curso reúne os professores orientadores para a formação dos grupos de Trabalho de
conclusão de curso, levando em conta dois aspectos: a distribuição numérica equitativa dos
alunos pelos docentes, e a adequação das temáticas das monografias aos campos de
conhecimento, formação e experiência de cada professor orientador. O quadro de
distribuição é em seguida apresentado e discutido com os alunos para os eventuais ajustes.
Durante o semestre o coordenador acompanha o desenvolvimento da disciplina e no final
organiza as bancas de apresentação, procedendo ao armazenamento das monografias. O
semestre encerra-se com uma reunião de avaliação com os professores orientadores.
BANCO DE HORAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL – UNIDADE
CORAÇÃO EUCARÍSTICO
1. PESSOAL DOCENTE/DEDICAÇÃO
Função C. Horária Semanal Total

Coordenação do Curso 20h


Colegiado
Membros do Colegiado 16h
Coordenação de
Pesquisa Pesquisa 4h
Atividades de pesquisa 12h
Coordenação de
Extensão Extensão 4h20
Atividades de extensão 13h
Coordenação de
Estágio Supervisionado 16h
Estágio
Acompanhamento dos
campos de estágio 6h
Coordenação de Trabalho de Conclusão de
Curso 8h
Coordenação de Atividades Complementar de
Graduação 5h
Atividades de apoio à coordenação 12h
Organização de eventos (seminários) 10h
TOTAL 126:20
51

16. INFRAESTRUTURA

A infraestrutura física do Curso é constituída pelos seguintes espaços:


sala de Coordenção do Curso, sala de Coordenação de Estágio, sala com três computadores,
uso múltiplo para reuniões; trabalho de professores nas horas de dedicação; atendimento
individual e de pequenos grupo, salas de aula para disciplinas teóricas com capacidade para
60 alunos, salas para disciplinas de pequenas grupos: oficinas de pesquisa, TCC e estágio,
sala para atendimento e orientação de alunos de uso comum aos demais cursos de ICS.

16.1. Tecnologias da Informação e Comunicação

A PUC Minas oferece uma ampla gama de recursos computacionais aos seus alunos,
dos quais os estudantes do curso de serviço social fazem utilização dos seguintes:

 laboratórios de informática para estudos e pesquisas;


 Sistema de Gestão acadêmica (SGA) para apoio ao ensino presencial;
 ferramentas computacionais para apoio ao ensino à distância (para aqueles que
fizerem essa opção);
 rede de internet sem fio (wireless);
 e-mail institucional no formato: nome@[Link] (toda comunicação da PUC é
feita através deste canal);
 sistema de gestão de biblioteca “pergamum” via Internet e nos computadores
disponíveis na biblioteca e laboratórios;
 Portal de Periódicos da Capes e demais bases de dados e outras consultas
acadêmicas. Esse acesso ao portal também é disponibilizado para acesso aos
alunos em suas residências.
Os alunos do Curso podem ainda utilizar a internet nos laboratórios de informática, nos
dispositivos portáteis como notebook, “tablet” e celular utilizando a rede wireless ou cabeada.
Através do SGA os alunos acompanham diariamente o seu desempenho acadêmico,
acessam materiais didáticos e planos de ensino catalogados de acordo com as disciplinas,
documentos relativos ao curso (por exemplo, o projeto pedagógico). Os alunos podem se
comunicar com os colegas e com o professor pelo SGA através da troca de mensagens ou e-
mails; podem participar de fóruns de discussão.
52

16.2. Acessibilidade

Respaldada no princípio legal (Portaria MEC Nº 3298 / 2003) de que todas as pessoas
têm o direito à escola, independente de suas condições pessoais, e na convicção de que a
Universidade precisa se preparar para enfrentá-lo com eficiência, a PUC Minas cria, em 2005,
o NAI - Núcleo de Apoio ao Aluno com Necessidades Educacionais Especiais.
Desde então, a Universidade vem assumindo, como parte integrante de sua política
institucional, um trabalho de vanguarda no espaço universitário brasileiro, referente não só ao
provimento das ajudas técnicas necessárias ao aluno com deficiência, mas também ao
envolvimento de toda a comunidade acadêmica com a construção da PUC Minas Inclusiva em
todos os seus espaços e ações.
Ano a ano o NAI vem ampliando e aperfeiçoando sua missão institucional de garantir o
apoio aos alunos com necessidades educacionais especiais decorrentes de deficiências
auditiva, visual e física que ingressam na Universidade, através do desenvolvimento de
atividades que viabilizem maior acessibilidade e conseqüentemente maior sucesso na vida
acadêmica.
Neste sentido, as ações realizadas pelo NAI, além de atender aos requisitos legais - aos
alunos surdos a garantia do Intérprete de LIBRAS em sala de aula, aos alunos cegos a
transcrição do material didático em BRAILLE e, aos alunos com limitações motoras, a garantia
de acessibilidade arquitetônica, vai mais além: procura conhecer as necessidades individuais
de cada aluno em cada curso, acompanhar o seu desenvolvimento global e disponibilizar o
suporte necessário à sua condição especial. Incluiu neste acompanhamento global o
atendimento às demandas apresentadas pelos coordenadores de cursos, professores, colegas
e até mesmo pelas famílias que eventualmente nos procuraram para orientações específicas.
Destaca-se a importância da implantação, em 2007, do Laboratório de Tecnologias
Assistivas, compartilhado com o Curso de Tecnologia em Comunicação Assistiva - LIBRAS e
Braille, que se constitui em um espaço rico de ajudas técnicas facilitadoras do processo de
aprendizagem para os alunos cegos, surdos e com limitações locomotoras matriculados na
PUC Minas, além de proporcionar aos alunos em geral, aulas práticas de Libras, Braille e
Comunicação Alternativa.
Crescentes também foram as demais demandas, internas e externas, que chegaram ao
NAI: alunos de diversos cursos da PUC Minas buscando orientações para seus trabalhos de
conclusão de curso e de pesquisa; alunos, funcionários e professores interessados nas oficinas
de LIBRAS e Braille; e Faculdades, Universidades, e outras Instituições da sociedade civil,
tanto públicas quanto privadas, interessadas na organização do NAI.
53

Os resultados do NAI se tornam evidenciados no crescente número de alunos que, a


cada semestre, procura a PUC Minas como referência de Universidade Inclusiva, conforme
comprova a série histórica referente a estes dados.
O documento do NAI ressalta que, por mais que a Universidade venha se empenhando
na melhoria da qualidade do ensino, a realidade educacional do país e dos alunos com
deficiência que hoje estudam na Universidade coloca desafios que necessitam ser
solucionados tais como: adaptação e criação de material didático e mobiliário; recursos de
apoio e suporte especial em sala de aula e extraclasse; elaboração de uma didática para
ensinar; aceitação das diferenças; acompanhamento psicopedagógico e psicoterápico de
alguns destes alunos.
Neste mesmo documento, a PUC Minas reconhece que a Universidade, como uma
instituição de reflexão e investigação, deve adequar espaços de ensino, pesquisa e extensão
que se preocupem com as diferenças dos alunos, para que, de fato, concretize o seu
compromisso com uma educação emancipatória para todos.

16.3. Biblioteca

O Sistema Integrado de Bibliotecas PUC Minas (SIB PUC Minas) é composto por dez
unidades e quatro polos de atendimento – EAD (Mariana, Juiz de Fora, Teófilo Otoni e
Pirapora). É de livre acesso para uso dos recursos e serviços oferecidos em suas
dependências, desenvolvendo um importante papel na inclusão social e cultural, contribuindo
decisivamente na formação profissional e humanista da comunidade institucional.
O acervo do Sistema Integrado de Bibliotecas PUC Minas é composto por várias
categorias de materiais: livros, periódicos, monografias, teses, catálogos técnicos, CD’s, DVDs,
disquetes, filmes, fitas cassete, fitas de vídeo, folhetos, mapas, normas técnicas, projetos,
slides, recortes de jornais e apostilas, referentes às diversas áreas do conhecimento, prestando
suporte ao ensino, a pesquisa e extensão. A política de atualização do acervo está centrada
nos objetivos da comunidade acadêmica: ensino/pesquisa/extensão.
O processo de seleção e aquisição para expansão e atualização do acervo é
centralizado e ocorre semestralmente, permitindo uma previsão de recursos planejada, assim
como da disponibilização de material bibliográfico de acordo com o calendário letivo PUC
Minas. Sua elaboração efetua-se a partir da integração do SGA (Sistema de Gestão
Acadêmica) e o Setor de Seleção e Aquisição da Biblioteca Central da Unidade Coração
Eucarístico através do sistema Pergamum.
54

A Biblioteca realiza uma avaliação qualitativa e quantitativa do acervo baseada em


instrumentos como os relatórios de reserva, no qual são indicadas quais as obras mais
utilizadas no semestre, assim como a participação ativa dos usuários, através das sugestões e
críticas feitas por meio de nossos terminais de consulta ou pela nossa página na internet.
O acervo do Sistema Integrado de Bibliotecas PUC Minas inclui periódicos nacionais,
periódicos estrangeiros e acesso ao Portal Capes. O usuário da Biblioteca da PUC Minas pode
acessar várias bases de dados remotas de referências eletrônicas ou textos completos. Dentre
elas destacamos os mais utilizados pelos estudantes de Serviço Social:
 Portal Capes
 GI – Informações sobre legislação fiscal, tributária, previdenciária e trabalhista.
 IEEE – base de dados e e-books.
 Scielo – Resumo e textos completos de periódicos – Área: multidisciplinar.
 Science Direct (Elsevier) – Resumo e textos completos dos periódicos indexados –
Área: multidisciplinar.
55

REFERÊNCIAS

ABEPSS. Diretrizes Gerais para o Curso de Serviço Social. Rio de Janeiro, novembro de 1996.
(mimeo)

ABEPSS. Relatório da Oficina Nacional para Implementação das Diretrizes Curriculares.


Brasília, junho de 2000. (mimeo)

ABESS/CEDEPSS. Proposta básica para o Projeto de Formação Profissional. XXIX Convenção


da ABESS. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, n. 50. p. 149-166, abr. 1996.

ÁLVARES, Andréa Gontijo et al. Contextualização do projeto Ético-Político da Profissão de


Serviço Social. Projeto Ética em Movimento. Belo Horizonte: CRESS – 6ª Região, 2001.
(mimeo). 13 p.

BARBOSA, M. M. Serviço Social Utopia e Realidade: uma visão histórica. Cadernos de


Serviço Social, Belo Horizonte: PUC-Minas, 1997.

BATTINI, Odária. Equipes didáticas por períodos: estratégia de formação profissional.


Temporalis – diretrizes curriculares: polêmicas e perspectivas. Brasília: ABEPSS, jul/dez 2000,
v.1, n.2.

BRASIL. Decreto n. 45046 de 12 de dezembro de 1958. Concede equiparação à Universidade


Católica de Minas Gerais e aprova seu Estatuto. Diário Oficial da União. Seção 1. Rio de
Janeiro, 12 de dezembro de1958.

BRASIL. Lei n. 9394 de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação.


Disponivel em [Link] Acesso em 26 de agosto de
2012.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. COORDENAÇÃO DAS


COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO SUPERIOR. COMISSÃO DE
ESPECIALISTAS DE ENSINO EM SERVIÇO SOCIAL. Diretrizes curriculares: curso: Serviço
Social. Brasília, DF, 1999.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/CAMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR.


Parecer 492. Diretrizes curriculares para os cursos de Serviço Social. 2001.

CHAUÍ, Marilene de Souza e TUNNERMANN, Bernheim Carlos. Desafios de la Universidad en


la sociedad del conocimiento, cinco años después de la conferencia
Mundial sobre Educación Superior. Paris: UNESCO, 2003.

FALCÃO FILHO, José Leão. A avaliação dos avaliadores. Revista Ensaio. v. 3, n.6, p. 73-78.
Rio de Janeiro: CESGRANRIO, jan./mar./1995.

FAUSTO NETO, Ana Maria Q. et al. Modernidade e exclusão social: as mudanças no perfil das
clientelas do Serviço Social. Rio de Janeiro: UFRJ e Belo Horizonte: PUC MG,1998. (Relatório
de pesquisa).
56

IAMAMOTO, Marilda Vilela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação


profissional. 2ed. São Paulo: Cortez, 1999, p. 75-81.

LOBO NETO, Francisco José da Silveira. Ser professor: necessidade de formação profissional
específica. In: Formação/Ministério da Saúde. v. 2, n.4, 2002: Ministério da Saúde, 2002.

MILITÃO, M. N. S. A. e COSTA, M. C. M. G. L. Flexibilização Curricular. Escola de Serviço


Social. Belo Horizonte: PUC-MG, 1999. (mimeo)
MIRANDA, Marília Gouvea. Novo Paradigma de Conhecimento e Políticas Educacionais na
América Latina. In: Cadernos de Pesquisa, n. 100. São Paulo, Cortez; Fundação Carlos
Chagas, 1997.

NETTO, José Paulo. A construção do projeto ético-político do Serviço Social frente à crise
contemporânea. In: Capacitação em serviço social e política social. Módulo 1: Crise
Contemporânea, Questão Social e Serviço Social – Brasília: CEAD, 1999. p. 92-110.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO. Currículo do Curso de Serviço


Social. Faculdade de Serviço Social. São Paulo: PUC-SP, julho de 1996. (mimeo).

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. IAMAMOTO. M. V. Relatório de


Consultoria. Escola de Serviço Social. Belo Horizonte: PUC-MG, janeiro de 1998. (mimeo)

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Projeto político-pedagógico.


Belo Horizonte, Pontifícia Universidade Católica de MG, maio de 1998. Texto base para
discussão interna.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS. Proposta Curricular do Curso de


Serviço Social. Faculdade de Serviço Social. Campinas, junho de 2000.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. SECRETARIA DE AÇÃO


COMUNITÁRIA. NAI – Núcleo de Apoio à inclusão. A inclusão do aluno com necessidades
educacionais especiais na PUC Minas. Belo Horizonte. PUC Minas, 2007.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Estatuto da Pontifícia


Universidade Católica de Minas Gerais: com as alterações aprovadas pela Resolução n. 12, de
14 de dezembro de 2010 do Conselho Universitário, com aprovação da Santa Sé. Belo
Horizonte: PUC Minas, 2010.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Regimento Geral da Pontifícia


Universidade Católica de Minas Gerais. Belo Horizonte: PUC Minas, 2011.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Plano de Desenvolvimento


Institucional 2012 a 2016. Belo Horizonte: PUC Minas, 2011.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Normas acadêmicas. Belo


Horizonte: PUC Minas, 2012.

SILVA, T. T. O currículo como fetiche: a poética e a política do texto curricular. Belo Horizonte:
Autêntica, 1999.
57

TEMPORALIS 1. Reforma do Ensino Superior e Serviço Social. Ano 1, n.1, jan. a junho.
Brasília: ABEPSS, Valci, 2000. 182 p.

TEMPORALIS 2. Diretrizes curriculares: polêmicas e perspectivas. Ano 1, n. 2 – jul. a dez.


Brasília: ABEPSS, Valci, 2000. 219 p.

TEMPORALIS 3. Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. Ano 2, n. 3 –


jan. a jul. Brasília: ABEPSS, Grafline, 2001.

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GÓIAS. Diretrizes Curriculares do Curso de Serviço Social –


Nova Proposta Curricular. Goiânia: UCG/SER, 1999. (mimeo)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Política de Prática Acadêmica: uma proposta


da Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG. In: IAMAMOTO,
M. V. O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional. São Paulo:
Cortez, 1998. p. 251-302.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Escola de Serviço Social. Currículo do Curso de


Graduação em Serviço Social. Niterói: EdUFF,2000.

VEIGA, I. P. A. Projeto Político-Pedagógico da Escola: uma construção coletiva. 6 ed.


Campinas: Papirus, 1998.
58

ANEXOS

BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR

1º PERÍODO

Disciplina: Antropologia Social


- DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social.
Bibliografia básica: Petrópolis: Vozes, 1981. 246 p.
- HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 7. ed. Rio de
Janeiro: DP&A, 2002. 102p.
- LARAIA, Roque de Barros,. Cultura: um conceito antropológico. 11. ed. Rio
de Janeiro: J.Z.E, 1996. 116 p. (Antropologia social)
- DAMATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco,
Bibliografia complementar: c1984. 126p.
- FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. São Paulo:
Difusão Européia do Livro, 1972. 285p. (Corpo e alma do Brasil )
- OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. O trabalho do antropólogo. 2. ed. rev.
São Paulo: UNESP; Brasília: Paralelo 15, 2000. 220p.
- ROCHA, Everardo P. Guimarães. O que é etnocentrismo. 11. ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 95p. (Coleção Primeiros Passos ; 124)
- ZALUAR, Alba. A máquina e a revolta: as organizações populares e o
significado da pobreza. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 265p.
Originalmente apresentado como tese (Doutorado - Universidade de São
Paulo)

Disciplina: Formação sócio-histórica do Brasil


- CARVALHO, José Murilo de. Pontos e bordados: escritos de história e
Bibliografia básica: política. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998. 457 p.
- CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 2. ed.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
- FAUSTO, Boris. História do Brasil. 11. ed. São Paulo: Edusp, 2003. 660p.
- BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita. A cidadania ativa: referendo,
Bibliografia complementar: plebiscito e iniciativa popular. 3. ed. São Paulo: Ática, 2000. 208p.
- FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: historiografia e historia.. 4. ed. São
Paulo: Brasiliense, 1976. 118p.
- FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Org.). O Brasil
republicano:volume 4 : o tempo da ditadura : regime militar e movimentos
sociais em fins do século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2003.
- FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil
republicano: volume 1 : o tempo do liberalismo excludente - da proclamação
da república à revolução de 1930. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
- FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil
republicano: volume 2 : o tempo do nacional-estatismo : do início da década
de 1930 ao apogeu do Estado Novo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2003.
- FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil
republicano: volume 3 : o tempo da experiência democrática : da
democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2003.
- FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 29. ed. São Paulo:
Nacional, 1999. 248p. (Biblioteca universitária ;
59

Disciplina: Fundamentos históricos, teóricos e metodológicos


do Serviço Social: o Serviço Social e suas origens
- HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. [Link]. rev. e ampl. Rio de
Bibliografia básica: Janeiro: LTC – livros técnicos e científicos, c2010. 295p.
MARX, Karl. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-1858 : esboços da
crítica da economia política. São Paulo: Boitempo, Rio de Janeiro: Ed. UFRJ,
2011. 788 p.
- PAULO NETTO, José. Capitalismo monopolista e serviço social. 4. ed. São
Paulo: Cortez, 2005. 176p.
- ANDER-EGG, Ezequiel. Introdução ao Trabalho Social. São Paulo: Cortez,
Bibliografia 1995.
complementar: - BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do
trabalho no século XX. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1987. 379p.
- IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 7 ed. São Paulo: Cortez, 2012. 495p.
- MARX, Karl. O capital: crítica da economia política: volume 1: livro primeiro: o
processo de produção do capital, tomo 1: prefácios e capítulos I a XII. São
Paulo: Abril Cultural, 1983. 301 p.
- MARX, Karl. O capital: crítica da economia política: volume 2: livro segundo: o
processo de circulação do capital. São Paulo: Abril Cultural, 1984. 383 p.
- MARX, Karl; DEUS, Leonardo de. Para a crítica da economia política.
Manuscrito de 1861 - 1863. Cadernos I a V. 1a. Belo Horizonte: Autêntica. 2010.
439 p.
PAULA, João Antônio de. (org.). O ensaio geral: Marx e a crítica da economia
política (1857-1858). Belo Horizonte: Autêntica. 2010. 175 p.

Disciplina: Oficina de texto em Serviço Social


- EMEDIATO, Wander. A fórmula do texto: redação, argumentação e leitura :
Bibliografia básica: técnicas inéditas para alunos de graduação e ensino médio. 2. ed. São Paulo:
Geração Editorial, 2005. 295p.
- KÖCHE,Vanilda Salton; BOFF, Odete Maria Benetti; MARINELLO,Adiane
Fogali. Leitura e produção textual: gêneros textuais do argumentar e expor..
[Link]. Petrópolis: Vozes. 2012. 127p.
- KOCHE, Vanilda Salton; BOFF, Odete Maria Benetti; PAVANI, Cinara
Ferreira. Prática textual: atividades de leitura e escrita. Petrópolis: Vozes,
2006. 181 p.
- MACHADO, Anna Rachel, LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLE, Lília
Santos. Resumo. 2 ed. São Paulo Parábola, 2005. 69p.
- FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto para estudantes
Bibliografia universitários. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
complementar: - GARCEZ, Lucília. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem
escrever. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. 150p.
- MACHADO, Anna Rachel (Coord.). Resenha. 4. ed. São Paulo: Parábola, 2007
- MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília
Santos. Resenha. 4. ed. São Paulo: Parábola, 2007. 123p.
- MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,
resumos, resenhas. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
- PERISSÉ, Gabriel. Ler,pensar e escrever. [Link]. São Paulo: Saraiva. 2011.
- TERCIOTTI, Sandra Helena. Português na prática:para cursos de graduação e
concursos públicos. 1. ed. São Paulo: Saraiva. 2011.

Disciplina: Seminário
- FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 20. ed.
Bibliografia básica: Petrópolis: Vozes, 2008. 117 p. ISBN 9788532606082
- FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11. ed. rev. e atual.
São Paulo: Ática, 2009. 104 p. (Série princípios) ISBN 8508039158
- FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e
redação. 4. ed. São Paulo: Ática, 1999. 416p.
- ABREU, Antônio Suárez. Curso de redação. 11. ed. São Paulo: Ática,
Bibliografia 2000. 144 p.
complementar: - FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura
e redação. 16. ed. São Paulo: Ática, 2000.
- GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever,
aprendendo a pensar. [Link]. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 2002. 539p. ISBN
852250296X
- HOBSBAWM, E. J. Como mudar o mundo: Marx e o marxismo, 1840-2011.
60

São Paulo: Companhia das Letras, 2011.


- SARMENTO, Leila Lauar. Oficina de redação. São Paulo: Moderna, 2001.
264p.
- VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção
oral e escrita. 10. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996. 243p.

Disciplina: Sociologia Clássica


- BRASIL: fardo do passado, promessa do futuro : dez ensaios sobre política e
Bibliografia básica: sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
- GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
- QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia
Gardênia de. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. 2. ed. rev. e
ampl. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.
- FORACCHI, Marialice M.; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade:
leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1977. 365 p.
- SOUZA, Jessé (Org.). A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo
Horizonte: Ed. UFMG, 2006. 396 p.
- BOUDON, Raymond; BOURRICAUD, François. Dicionário crítico de
Bibliografia sociologia. São Paulo: Ática, 1993.
complementar: - DEMO, Pedro. Charme da exclusão social. Campinas: Autores Associados,
1998.
- DOMINGUES, José Maurício. Sociologia e modernidade : para entender a
sociedade contemporânea. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
- GUIMARÃES, Antonio Sérgio A. Racismo e anti-racismo no Brasil. [Link]. São
Paulo: Editora 34, 2005.
- MÉNDEZ, Juan E.; O'DONNELL, Guillermo A.; PINHEIRO, Paulo Sérgio.
Democracia, violência e injustiça: o não-estado de direito na América Latina.
São Paulo: Paz e Terra, 2000.
- OUTHWAITE, William; BOTTOMORE, T. B. Dicionário do pensamento social
do século XX. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1996.
- SORJ, Bernardo. A nova sociedade brasileira. 2. ed. rev. Rio de Janeiro: J.
Zahar, 2001.
- VARELLA, Drauzio. Estação Carandiru. São Paulo: Companhia das Letras,
1999.

2º PERÍODO

Disciplina: Antropologia Brasileira


- MARQUES, Maria Elizabeth; NEVES, Magda de Almeida; CARVALHO NETO,
Bibliografia básica: Antônio. (Org.) BRASIL Ministério do Trabalho e Emprego. Delegacia Regional
do Trabalho. Instituição. Trabalho infantil: a infância roubada. Belo Horizonte:
Ministério do Trabalho e Emprego, PUC Minas, IRT, 2002. 248 p. ISBN
8589435016; Capítulos 10 e 11.
- NOVAIS, Fernando A.; SCHWARCZ, Lilia Moritz. História da vida privada no
Brasil: volume 4 : contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997-. 820 p. ISBN 8571648344
- VELHO, Gilberto; KUSCHNIR, Karina. Pesquisas urbanas: desafios do
trabalho antropológico. Rio de Janeiro: J. Zahar, c2003. 235p. (Antropologia
Social) ISBN 857110719X
- ALMEIDA, Maria Isabel Mendes de; EUGENIO, Fernanda (Org.). Culturas
Bibliografia jovens:
complementar: novos mapas do afeto. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2006.
- CARDOSO, Ruth. A aventura antropológica: teoria e pesquisa. 3. ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1997. 156p. ISBN 8521901550
- DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. 6.
ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 246p. ISBN 8532501540
- FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira
sob o regime da economia patriarcal. 50. ed. rev. São Paulo: Global, 2005.
719p. (Introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil ;1 ) ISBN
8526010077
- NUNES, Edson de Oliveira. A aventura sociológica: objetividade, paixão,
improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. 331p.
(Biblioteca de ciências sociais. Sociologia e antropologia)

Disciplina: Filosofia: Razão e Modernidade


61

- ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires.


Bibliografia básica: Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009.
479 p. ISBN 9788516063924
- CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática,
2003.
- ROUANET, Sergio Paulo. Mal-estar na modernidade: ensaios. São Paulo:
Companhia das Letras, 1993. 422p. ISBN 8571643261.
- ALVES, Rubem. O enigma da religião. Campinas (SP): Papirus, 1984.
Bibliografia 175p.
complementar: - CORDI, Cassiano. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 1995.
- HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens
da mudança cultural. 21. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2011. 348 p.
(Temas da atualidade ; 2) ISBN 9788515006793
- MATOS, Olgária C. F. Filosofia: a polifonia da razão : filosofia e educação.
São Paulo: Scipione, 1997. 175 p. (Pensamento e ação no magistério) ISBN
8526233769.
- OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. A filosofia na crise da modernidade. [Link].
Sao Paulo: Edicoes Loyola, 1995. 195p.
- ROUANET, Sergio Paulo. As razões do iluminismo. São Paulo: Companhia
das Letras, 1987. 349p.

Disciplina: Fundamentos históricos teóricos e metodológicos


do Serviço Social: a institucionalização do Serviço
Social no Brasil
- IAMAMOTO, Marilda Villela; CARVALHO, Raul de. Relações sociais e
Bibliografia básica: serviço social no Brasil: esboço de uma interpretação histórica-metodológica.
3. ed. São Paulo: Cortez; [Lima, Peru]: CELATS, 1985.
- MANRIQUE CASTRO, Manuel. História do serviço social na América Latina.
São Paulo: Cortez, 1984. 174 p. ISBN 8524900016
- MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço social: identidade e alienação. 2. ed.
São Paulo: Cortez, 1991. 165 p. ISBN 8524903511
- AMMANN, Safira Bezerra. Participação social. [Link]. São Paulo: Cortez,
Bibliografia complementar: 1978 133p.
- ANDER-EGG, Ezequiel. Del ajuste a la transformación: apuntes para una
historia del trabajo social. Buenos Aires: ECRO, 1975. 447 p.
- KONOPKA, Gisela. Serviço social de grupo: um processo de ajuda. [Link].
Rio de Janeiro: Zahar, 1977. 310 p.
- LIMA, Arlette Alves. Serviço social no Brasil: a ideologia de uma década. 2.
ed. São Paulo: Cortez, 1983. 111p.
- VIEIRA, Balbina Ottoni. História do Serviço Social: contribuição para a
construção de sua teoria. Rio de Janeiro: Agir, 1977. 237 p.

Disciplina: Sociologia Contemporânea


- BOUDON, Raymond (Dir.). Tratado de sociologia. Rio de Janeiro: J. Zahar,
Bibliografia básica: c1996. 601 p. ISBN 8571103399
- CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginaria da sociedade. 5. ed.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
- GOFFMAN, Erving. Comportamento em lugares público. Rio de Janeiro: Vozes.
2010.
- SODRÉ, Muniz. A verdade seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. 3. ed.
Rio de Janeiro: DP&A, 2005. 165 p. ISBN 857490354X
- ARAÚJO, José Newton Garcia de; CARRETEIRO, Teresa Cristina Othenio
Bibliografia Cordeiro (Org.). Cenários sociais e abordagem clínica. São Paulo: Escuta; Belo
complementar: Horizonte: FUMEC, 2001. 263p. ISBN 8571371784
- IANNI, Octávio. Teorias da globalização. 12. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2004. 271 p. ISBN 8520003974
- KONDER, Leandro. O que e dialetica. [Link]. São Paulo: Brasiliense, 1988. 87
p. (Coleção Primeiros passos) ISBN 85-11-01023-8
- MERTON, Robert King. Sociologia: teoria e estrutura. São Paulo: Mestre Jou,
1970
- MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 10.
ed. São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, 2005.
- PEREIRA, William César Castilho. Nas trilhas do trabalho comunitário e social:
teoria, método e prática. Petrópolis: Vozes, 2001.
- SOUZA, Dimas Antônio de. O mito político no teatro anarquista brasileiro.
Rio de Janeiro: Achiamé, c2003.
62

Disciplina: Teoria politica


- BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia : uma defesa das regras do jogo. 4.
Bibliografia básica: ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
- CORTELLA, Mário Sérgio; RIBEIRO, Renato Janine. Política: para não ser
idiota. 9. ed. Campinas: Papirus 7 Mares, 2011. 112 p. (Coleção Papirus Debates)
ISBN 9788561773168
- WEFFORT, Francisco C. Os clássicos da política: volume 1 : Maquiavel,
Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau, "O Federalista". 13. ed. São Paulo:
Ática, 2000. 287p. (Série Fundamentos ; 62) ISBN 850803542X
- BIGNOTTO, Newton. Maquiavel republicano. São Paulo: Edições Loyola, 1991.
Bibliografia 226p. ISBN 8515005301
complementar: - BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de
política. Brasília: Ed. Universidade de Brasilia, c1986. [6], 1318p ISBN
8523001972
- BONAVIDES, Paulo. Do estado liberal ao estado social. [Link]. rev. e ampl. Belo
Horizonte: Del Rey, 1993. 239p
- HELD, David. Modelos de democracia. 3. ed. México: Alianza, 2007. 458 p.
ISBN 9788420647760
- LEBRUN, Gérard. O que é poder. 14. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995. 122p.
(Primeiros passos ; 24) ISBN 8511010246

Disciplina: Cultura religiosa: Fenômeno Religioso


- KONINGS, Johan. A Bíblia nas suas origens e hoje. 4. ed. Petrópolis: Vozes,
Bibliografia básica: 2002. 263p. ISBN 8532619738
- LIBÂNIO, João Batista. A religião no início do milênio. São Paulo: Edições
Loyola, c2002. 283p. (Theologica ; 8) ISBN 8515025671
- PANASIEWICZ, Roberlei. Diálogo e revelação: rumo ao encontro inter-religioso.
Belo Horizonte: C/Arte, 1999. 181 p. ISBN 8587073117
- ALVES, Rubem. O que é religião. 12. ed. São Paulo: Loyola, 2011. 131 p. ISBN
Bibliografia 9788515019687
complementar: - FROMM, Erich. Análise do homem. 12 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. 21p.
- FROMM, Erich. A arte de amar. Belo Horizonte: Itatiaia, 1971. 171p.
- RICHARD, Pablo. O homem Jesus. São Paulo: Moderna, 1993. 63p.
- SUNG, Jung Mo. Deus: ilusão ou realidade?. São Paulo: Ática, 1996. 95 p.
(Discussão aberta ; 3) ISBN 8508056443
- WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2004. 335p. ISBN 8535904700

3º PERÍODO

Disciplina: Estratégias Técnicas m Serviço social – Ação com


Indivíduos
- BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
Bibliografia básica: 1983. 195p.
- CARDOSO, Maria de Fátima Matos. Reflexões sobre instrumentais em Serviço
Social. 1a. São Paulo: LCTE. 2008.
- GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. São Paulo: Cortez,
1995.. 215 p. ISBN 8524905697
- BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 16. ed. São Paulo: Ática,
Bibliografia 1998. 95 p. (Série Principios ; 12) ISBN 8508023952
complementar: - CÂMARA JÚNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 6. ed.
Petrópolis: Vozes, 1981.
- CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (BRASIL). O estudo social em
perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuição ao debate no judiciário,
penitenciário e na previdência social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2005. 96p. ISBN
8524909641
- EPSTEIN, Isaac. O signo. 4. ed. São Paulo: Ática, 1991.
- MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem. 2a. São Paulo: Veras.
2006

Disciplina: Filosofia – Antropologia e Ética

- HONNETH, Axel. Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos


Bibliografia básica: sociais. 2. ed. São Paulo: Ed. 34, 2009.
63

- NOVAES, Adauto (Org.). Ética. São Paulo: Companhia de Bolso, 2007. 564 p.
ISBN 9788535909548
- RICOEUR, Paul. Percurso do reconhecimento. São Paulo: Loyola, 2006.
- MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos a
Bibliografia Wittgenstein. 4. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2005. 184p. ISBN 8571105200
complementar: - MATTOS, Patrícia Castro. A sociologia política do reconhecimento: as
contribuições de Charles Taylor, Axel Honneth e Nancy Fraser. 1a.. São Paulo:
Annablume. 2006.
- MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 4. ed. São Paulo:
M. Fontes, 2011. 662 p. (Biblioteca do pensamento moderno) ISBN
9788578271169
- SANTOS, Magda Guadalupe dos; OLIVEIRA, Ibraim Vitor de (Org.). Tempos da
metafísica. Belo Horizonte: Tessitura, 2011. 285 p. ISBN 9788599745311
- VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia filosófica. 8. ed. São Paulo: Loyola,
2006. nv. (Filosofia ) ISBN 8515003201 (v.1)

Disciplina: Fundamentos históricos teóricos e metodológicos do


Serviço Social: fenomenologia e sistêmica
- CAPALBO, Creusa. Fenomenologia e ciências humanas. São Paulo: Idéias &
Bibliografia básica: Letras, 2008.
- MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 2. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1999. 662p. (Tópicos ) ISBN 8533610335
- VASCONCELLOS, Maria José Esteves de. Pensamento sistêmico: o novo
paradigma da ciência. Campinas (SP): Papirus, 2002. 268p. ISBN 8530806816.
- CAPALBO, Creusa. Fenomenologia e hermenêutica. Rio de Janeiro: Âmbito
Bibliografia Cultural, 1983.
complementar: - CARVALHO, Anésia de Souza. Metodologia da entrevista: uma abordagem
fenomenológica. Rio de Janeiro: Agir, 1987. 93p. ISBN 8522002002
- DARTIGUES, André. O que é a fenomenologia?. 8. ed. São Paulo: Centauro,
2003
- MANCE, Euclides André. A revolução das redes : a colaboração solidária
como uma alternativa pós-capitalista à globalização atual. 2. ed. Petrópolis: Vozes,
2001.
- REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: volume 6 : de
Nietzsche à Escola de Frankfurt. São Paulo: Paulus - SP, 2006. xx, 496 p. ISBN
8534924317

Disciplina: Política social e Serviço Social


- BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e
Bibliografia básica: história. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
- IAMAMOTO, Marilda Vilela; BEHRING, Elaine Rosseti (orgs.). Pensamento de
Otavio Ianni: um balanço de sua contribuição à interpretação do Brasil. 1a. Rio de
Janeiro: 7 Letras. 2009.
- POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens da nossa época. 8a. Rio de
Janeiro: Campus. 2000.
- ANTUNES, Ricardo. (Org.). A dialética do trabalho: escritos de Marx e Engels. 1a.
Bibliografia São Paulo: Expressão Popular. 2004.
complementar: - CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 9. ed. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. 236 p. ISBN 9788520005651
- FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do Estado capitalista: as funções
da previdência e da assistência sociais. 7. ed. São Paulo: Cortez, 1995. 175p. ISBN
852490237X
- HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 22. ed. rev. e ampl. Rio de
Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2010. 295 p. ISBN 9788521617341
- MOTA, Ana Elizabete da. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre
as tendências da previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90.
São Paulo: Cortez, 1995.
- PEREIRA, Potyara A. P. Política social: temas & questões. São Paulo: Cortez,
2008.
- TEIXEIRA, Francisco José Soares; OLIVEIRA, Manfredo Araújo de.
Neoliberalismo e reestruturação produtiva: as novas determinações do mundo do
trabalho. 2. ed. São Paulo: Cortez, Fortaleza: UECE, 1998.
- TEIXEIRA, Sônia Maria Fleury. Estado sem cidadãos: seguridade social na
America Latina. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1994.
64

Disciplina: Direito e Legislação Social


- BONAVIDES, Paulo. A constituição aberta: temas políticos e constitucionais da
Bibliografia básica: atualidade, com ênfase no federalismo das regiões. 3. ed. São Paulo: Malheiros,
2004. 526 p. ISBN 8574205974
- MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 8. ed. São
Paulo: Atlas, 2008. xvii, 460 p. ISBN 9788522449965
- NUNES, Rizzatto.O direito positivo. In: NUNES, Rizzatto. Manual de introdução ao
estudo do direito: com exercícios para sala de aula e lições de casa. 6. ed. rev.,
atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2005.
- LENZA, Pedro. Direito constitucional esquematizado. 15. ed. rev., atual. e ampl.
Bibliografia São Paulo: Saraiva, 2011. 1196 p. ISBN 9788502105683
complementar: - MARTINEZ, Wladimir Novaes. Comentários à lei básica da previdência social:
tomo 1 : Plano de custeio, lei nº 8.212/91, decreto nº 3.048/99. 4. ed. São Paulo:
LTr, 2003. 1122p. ISBN 8536103272
- MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da Seguridade Social. São Paulo: Atlas, 2000.
- PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil: volume 1 : introdução
ao direito civil, teoria geral de direito civil. 23. ed. rev. e atual. / por Maria Celina
Bodin d Rio de Janeiro: Forense, 2009. xxviii, 608 p. ISBN 9788530928780
- PINHO, Ruy Rebello; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de direito
público e privado: introdução ao estudo do direito, noções de ética profissional. 24.
ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2004. 426 p. ISBN 852243784X

Psicologia
Disciplina:
- BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade:
Bibliografia básica: tratado de sociologia do conhecimento. 29. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
- BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes T.
Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva,
2002.
- RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social para principiantes: estudo da interação
humana. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
- BOCK, Ana Mercês Bahia; GONÇALVES, Maria da Graça M.; FURTADO, Odair.
Bibliografia Psicologia sócio-histórica: (uma perspectiva crítica em psicologia). 2. ed. rev. São
complementar: Paulo: Cortez, 2002. 224p. ISBN 8524907851
- CAMPOS, Regina Helena de Freitas et al. Psicologia social comunitária: da
solidariedade à autonomia. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2002
- CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A. Paradigmas em
psicologia social: a perspectiva latino-americana. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
- FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna (1872-1954). 7. ed.
Petrópolis: Vozes, c1996. 246p. (Psicologia social) ISBN 8532620922
- LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social. 22. ed. São Paulo:
Brasiliense, 1994
- LANE, Silvia T. Maurer; CODO, Wanderley (Org.). Psicologia social: o homem em
movimento. 13. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
- SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-
modernidade. 6. ed. São Paulo: Cortez, 1999. 348p. ISBN 8524905786

4º PERÍODO

Disciplina: Estágio supervisionado: a prática do assistente social

- BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto.


Bibliografia básica: Manual de orientação: estágio supervisionado. 3. ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, Cengage Learning, 2003. 98 p. ISBN 8522103879
- FREIRE, Paulo. Educação e mudança. 12. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
- PERELLÓ, Jorge Solivellas. Pedagogia do estágio: experiências de formação
profissional. Belo Horizonte: PUC-MG: CIEE, 1998. 289 p.
Bibliografia complementar: - ANTUNES, Ricardo L. C. Adeus ao trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a
centralidade do mundo do trabalho. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 200p.
- CERTEAU, Michael de. A invenção do cotidiano. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2001
- DAGNINO, Evelina (Org.). Os anos 90: politica e sociedade no Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 172 p. ISBN 8511140956
- FALEIROS, Vicente de Paula. O que é política social. São Paulo: Brasiliense,
1986 83p. (Primeiros passos ) ISBN 8511011684
- GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 182 p. (Educação contemporânea) ISBN
65

8524902434
- LAPASSADE, Georges. Grupos, organizações e instituições. Rio de
Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1977.

Disciplina: Estratégias e técnicas em Serviço Social: ação grupal


- DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que e participação. [Link]. São Paulo:
Bibliografia básica: Brasiliense, 1985.
- MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 13.
ed. rev. e amp. Rio de Janeiro: J. Olympio, 2003. xxi, 276p. (Administração &
negócios) ISBN 850300545X
- ROBERTS, Robert W; NORTHEN, Helen (Org.). Teorias de serviço social de
grupo. São Paulo: Agir, 1984. 411p
- FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. Grupo: fugacidade, ritmo e forma:
Bibliografia processo de grupo e facilitação na psicologia humanista. São Paulo: Ágora,
complementar: 1988.
- MILITÃO, Albigenor; MILITÃO, Rose. Jogos, dinâmicas & vivências grupais:
como desenvolver sua melhor "técnica" em atividades grupais. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2000. 233p. ISBN 8573032715
- SAVOIA, Mariangela Gentil; CORNICK, Maria Angela C. Pallotta. Psicologia
social. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 114p. ISBN
0074609432
- SOUZA, Maria Luiza de. Desenvolvimento de comunidade e participação. [Link].
São Paulo: Cortez, 1990. (Broch.) .
- TORRES, Zélia. A humanização do trabalho com [Link] Horizonte: Arte
Escrita, 1990.

Disciplina: Fundamentos históricos teóricos e metodológicos do


Serviço Social – reconceituação e atualidade
- CHASIN, José. Marx estatuto ontológico e resolução metodológica. São Paulo:
Bibliografia básica: Boitempo, 2009. 253p.
- IAMAMOTO, Marilda. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 7 ed. São Paulo: Cortez. 2012. 495p.
- LUKÁCS, Gyorgy. Prolegômenos para uma ontologia do ser social: questões de
princípio para uma ontologia hoje tornada possível. São Paulo: Boitempo. 2010. 414
p.
- IAMAMOTO, Marilda. O Serviço Social na contemporaneidade. São Paulo: Cortez,
1999.
- BARBOSA, Maria Margarida. Serviço Social utopia e realidade: uma visão da
Bibliografia história. Belo Horizonte, 1996.
complementar: - COSTA, Mônica Hallak M. da. A exteriorização da vida nos Manuscritos
econômico-filosóficos de 1844. Santo André: Ad Hominem, 2001.
- IAMAMOTO, Marilda. O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e
formação profissional. 23 ed. São Paulo: Cortez, 2012. 326 p.
- LUKÁCS, Gyorgy. O romance histórico. 1a. Belo Horizonte: Boitempo. 2011.
- MARX, Karl e Engels, FRIEDRICH. Cultura, arte e literatura. Textos escolhidos.
São Paulo: Expressão popular. 2010. 352 p.
- PAULA, João Antônio de (org.). O ensaio geral: Marx e a crítica da economia
política (1857-1858). 1a. Belo Horizonte: Autêntica. 2010. 175 p.
- PAULO NETTO, José. Ditadura e Serviço Social: uma análise do Serviço Social
no Brasil pós 1964. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1994. 334 p.
- VASCONCELOS, Eduardo Mourão. Karl Marx e a subjetividade humana: volume
2: uma história das ideias psicológicas da Europa até 1850. São Paulo: Hucitec.
2010. 212 p.
Disciplina: Seguridade social – Previdência social e Serviço
Social
- BRASIL. REVISTA DOS TRIBUNAIS. Constituição (1988). Constituição da
Bibliografia básica: República Federativa do Brasil. 11. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2006. 315p. (RT códigos) ISBN 852032827X.
- LÚCIO, Clemente Ganz (coord.) Previdência Social: incluir os excluídos? Uma
agenda voltada para o desenvolvimento econômico com distribuição de renda. São
Paulo: LTR, 2008. 584 p.
- MARQUES, Rosa Maria et al. A previdência social no Brasil. São Paulo: Fundação
Perseu Abramo, 2003. 167 p.
- SALVADOR, Evilasio. Fundo Público e Seguridade Social no Brasil. Cortez. 2010.
66

430 p.
- ARAÚJO, José Prata. Guia dos direitos sociais: a igualdade social e as diferenças
Bibliografia entre a esquerda e os neoliberais. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. 2010.
complementar: 269p.
- BEHRING, Elaine Rossetti; ALEMIDA, Maria Helena Tenório de. Trabalho e
seguridade social: percursos e dilemas. São Paulo: Cortez, 2008. 252p. ISBN
9788524914225
- BRAGA, Léa ; CABRAL, Maria do Socorro Reis (Orgs). O Serviço Social na
Previdência: trajetória, projetos profissionais e saberes. 4 ed. São Paulo: Cortez.
2012. 205 p.
- CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (BRASIL). O estudo social em
perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuição ao debate no judiciário,
penitenciário e na previdência social. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2007. 96p. ISBN
8524909641
- PAULA, João Antônio de (Org.). Adeus ao desenvolvimento: a opção do governo
Lula. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. 407 p. ISBN 8575261843
- SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Do laissez-faire repressivo à cidadania em
recesso. In SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Cidadania e justiça: a política
social na ordem brasileira. [Link]. Rio de Janeiro: Campus,1995, p.64-75.
- SCHMIDT, Carlos. Economia Política da Seguridade Social. In PAULA, João
Antônio de (Org.) A Economia Política da mudança: os desafios e os equívocos do
início do governo Lula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003, p. 139-156.
- SICSÚ, João (Org.). Arrecadação (de onde vem?) e gastos públicos (para onde
vão?). São Paulo: Boitempo. 2007. 154 p.

Disciplina: Movimentos sociais e cidadania em Serviço Social


- AVRITZER, Leonardo. (Org.) UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS.
Bibliografia básica: Experiências nacionais de participação social. São Paulo: Cortez, Belo Horizonte:
UFMG, 2010. 159 p. (Coleção democracia participativa) ISBN 9788524915505
- MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão emergente
de intervenção social. São Paulo: Cortez, 2002. 288p. ISBN 8524908203
- SILVA, Eduardo Moreira; CUNHA, Eleonora Schettini Martins. Experiências
Internacionais de participação. 1a. S. Paulo: Cortez. 2010.
- CONGRESSO BRASILEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS, 5. :, 1985, São Paulo,
Bibliografia SP. O serviço social nas relações sociais: movimentos populares e alternativas de
complementar: políticas sociais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1989. 126p. ISBN 8524901071
- GOHN, Maria da Glória Marcondes. História dos movimentos e lutas sociais: a
construção da cidadania dos brasileiros. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2003. 213 p.
ISBN 8515011549
- GOHN, Maria da Glória Marcondes. Movimentos sociais e educação. 3. ed. São
Paulo: Cortez, 1999. 117 p. (Questões da nossa época ; 5) ISBN 852490478X
- GOHN, Maria da Glória Marcondes. Movimentos sociais e redes de mobilizações
civis no Brasil contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2010. 189 p. ISBN
9788532639462
- SANTOS, Regina Bega. Movimentos sociais urbanos. São Paulo: Ed. UNESP,
2008. 175 p. (Coleção paradidáticos. Série poder) ISBN 9788571398504

Disciplina: Ética e Serviço Social: fundamentos filosóficos


- BARROCO, Maria Lúcia. Ética: Fundamentos socio históricos. 1a. São Paulo:
Bibliografia básica: Cortez. 2008.
- SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 21. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2001. 302p. ISBN 8520001335
- VALLS, Álvaro L. M. O que e ética. São Paulo: Brasiliense, 1986. 82p.
(Coleção Primeiros passos)
- ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 6 ed. São Paulo: WMF Martins
Bibliografia Fontes, 2012. Xiv, 1210 p.
complementar: - BADIOU. Alain. Ética: um ensaio sobre a consciência do mal. Rio de Janeiro:
Relume-Dumara, 1995. 100p.
- CHIAVACCI, Enrico. Ética social: o que é, como se faz. São Paulo: Edições
Loyola, 2001. 129p. (O que é, como se faz) ISBN 8515023261.
- FORTI, Valéria Lucilia; GUERRA, Yolanda (Org.). Ética e direitos: ensaios críticos,
coletânea nova de serviço social. 2 ed. rev. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
158p.
- KISNERMAN, Natalio. Ética para o serviço social. 6. ed. Petrópolis: Vozes,
1991. 116p. ISBN 8532606121
- SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. 5. ed. São Paulo, SP:
Cortez, 2011. 583 p. (Biblioteca básica do serviço social v. 3) ISBN
9788524918384
67

- SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e
sociedade. 17. ed. Petropólis: Vozes, 2011. 117 p. ISBN 9788532640956
- TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 5. ed. rev. e corr. por Ernest Tugendhat
e reorg Petrópolis: Vozes, 2003. 406p. ISBN 8532617433

5º PERÍODO

Disciplina: Diagnóstico sócioespacial em Serviço Social


- BAPTISTA, Myrian Veras. A investigação em Serviço Social.São Paulo:Veras
Bibliografia básica: Editora, 2006.
- BARDAVID, Stella. Serviço Social: tipologia e diagnóstico. São Paulo: Cortez.
1991.
- MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço social: identidade e alienação. São Paulo:
Cortez, 1989. 150 p.
- GEORGE, Pierre. Populações ativas. São Paulo: Difel, 1979. 219p.
Bibliografia - JANNUZZI, Paulo de Martino. Indicadores sociais no Brasil: conceitos, fontes de
complementar: dados e aplicações para formulação e avaliação de políticas públicas e elaboração
de estudos socioeconômicos. 3. ed. Campinas (SP): Alínea, 2004. 141p. ISBN
8586491950
- NEVES, Jorge Alexandre Barbosa (Org.). Gestão e avaliação de políticas sociais
no Brasil. Belo Horizonte: PUC Minas, 2007. 424p. ISBN 9788560778171
- POCHMANN, Márcio. O emprego na globalização: a nova divisão internacional do
trabalho e os caminhos que o Brasil escolheu. São Paulo: Bom Tempo Editorial,
2001. 151 p.
- POCHMANN, Marcio; AMORIM, Ricardo Machado de. Atlas da exclusão social
no Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 221, [2]p. ISBN 8524909072

Disciplina: Estágio supervisionado: reconhecimento institucional


- BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo:
Bibliografia básica: Cortez, 2011. 182 p. ISBN 9788524914003
- KARSCH, Ursula M. Simon. O serviço social na era dos serviços. São Paulo:
Cortez, 1987. 183 p. ISBN 852490089X
- LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de Estágio em Serviço social. 1a.
São Paulo: Cortez. 2009.
- BURIOLLA, Marta A. Feiten. Supervisão em serviço social: o supervisor, sua
Bibliografia relação e seus papéis. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 209p. ISBN 8524905220
complementar: - GENTILLI, Raquel de Matos Lopes,. Representações e práticas: identidade e
processo de trabalho no serviço social. São Paulo: Veras, 1998. 223p. (Temas 1)
- LAPASSADE, Georges. Grupos, organizações e instituições. 3. ed. Rio de
Janeiro: Francisco Alves, 1989. 316 p. (Educação em questão )
- PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. 19. ed. São Paulo: Papirus, 2010. 128 p. (Magistério : formação
e trabalho pedagógico) ISBN 8530801598
- SILVA, Maria Ozanira da Silva e. Formação profissional do assistente social:
inserção na realidade social e na dinamica da profissão. São Paulo: Cortez Ed.;
1984. 128p

Disciplina: Estratégias e técnicas em Serviço Social: instituição


- BAREMBLITT, Gregório. Compêndio de análise institucional e outras correntes:
Bibliografia básica: teoria e prática. 5. ed. Belo Horizonte: Instituto Felix Gatarri, 2002. 214p ISBN
8585363355
- FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em serviço social. 7. ed. São Paulo:
Cortez, 2007. 208 p. ISBN 9788524906671
- GOFFMAN, Erving. Manicômios, prisões e conventos. 7. ed. São Paulo:
Pespectiva, 2001. 312p. (Coleção Debates. Psicologia ; 91) ISBN 8527302020
LOURAU, Rene. A análise institucional. 2 ed. rev. Petrópoles: Vozes, 2006. 294 p.
- ALBUQUERQUE, J. A. Guilhon (José Augusto Guilhon). Instituição e poder: a
Bibliografia análise concreta das relações de poder nas instituições. Rio de Janeiro: Graal,
complementar: 1980. 163p. (Biblioteca de filosofia e história das ciências ; 10)
- ARAÚJO, José Newton Garcia de; CARRETEIRO, Teresa Cristina Othenio
Cordeiro (Org.). Cenários sociais e abordagem clínica. São Paulo: Escuta; Belo
Horizonte: FUMEC, 2001. 263p. ISBN 8571371784
68

- BARBIER, René. A pesquisa-ação. Brasília: Plano, 2002. 157 p. (Pesquisa ; 3)


ISBN 8598843016
- CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginaria da sociedade. 5. ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2000. 418p. (Rumos da cultura moderna ;52 )
- FALEIROS, Vicente de Paula. Saber profissional e poder institucional. 3 ed. São
Paulo: Cortez, 1991 159p.
- FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France,
pronunciada em 2 de dezembro de 1970. 4 ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1998. 79 p. -
- FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 23. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2007.
295 p.
- GAULÉJAC, Vincent de. As origens da vergonha. São Paulo: Via Lettera,
2006. 240 p. ISBN 8576360241

Disciplina: Gestão Social : planejamento e Serviço Social


Bibliografia básica: - DIAS, Maria Tereza Fonseca. Terceiro setor e Estado: legitimidade e
regulação : por um novo marco jurídico. Belo Horizonte: Fórum, 2008.
535 p. ISBN 9788577001439
- POCHMANN, Marcio et al.. Atlas da exclusão social, vol. 3: os ricos no Brasil. 2.
São Paulo: Cortez. 2004.
- SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à
consciência universal. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. 174p. ISBN
8501058785
- CARNEIRO, Carla Bronzo Ladeira; COSTA, Bruno Lazzarotti Diniz (Org.).
Bibliografia Gestão social: o que há de novo? : volume 1 : desafios e tendências. Belo
complementar: Horizonte: Fundação João Pinheiro, 2004. 111p.
- CARNEIRO, Carla Bronzo Ladeira; COSTA, Bruno Lazzarotti Diniz (Org.).
Gestão social: o que há de novo? : volume 2 : elementos para a ação. Belo
Horizonte: Fundação João Pinheiro, 2004. 150p.
- CARVALHO, Alysson Massote et al. Políticas públicas. Belo Horizonte: UFMG,
Pró-Reitoria de Extensão, 2002. 142p. (Infância e adolescência) ISBN 8570412932
- PAUGAM, Serge. Las formas elementales de la pobreza. Madrid: Alianza
Editorial, c2007.
- POCHMANN, Marcio; AMORIM, Ricardo Machado de. Atlas da exclusão social
no Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 221, [2]p. ISBN 8524909072.

Disciplina: Pesquisa em Serviço Social


- CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 6. ed. São Paulo:
Bibliografia básica: Cortez, 2003
- LUNA, Sérgio Vasconcelos de. Planejamento de pesquisa: uma introdução:
elementos para uma análise metodológica. São Paulo: EDUC, 1996.
- MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e
criatividade. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
- GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em
Bibliografia ciências sociais. 8. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004.
complementar: - MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa
qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo: Hucitec, 2004. 269p.
- POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. 7. ed. São Paulo: Cultrix,
1998.
- POPPER, Karl Raimund. Lógica das ciências sociais. 2. ed. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1999.
- QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de; SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes von.
Experimentos com historias de vida: (Italia-Brasil). São Paulo: Vertice: R. dos
Tribunais, 1988.
- THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 13. ed. São Paulo: Cortez,
2004.

Disciplina: Seguridade social – Saúde e Serviço Social


- BRAVO, Maria Inês Souza. Serviço social e reforma sanitária: lutas sociais
Bibliografia básica: e práticas profissionais. São Paulo: Cortez, 1996.
- MOTA, Ana Elizabete da et al. Serviço social e saúde: formação e trabalho
profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
- VASCONCELOS, Ana Maria de. A prática do serviço social: cotidiano,
69

formação e alternativas na área de saude. São Paulo: Cortez, 2002.


- LIMA, Nísia Verônica Trindade (Org.). Saúde e democracia: história e
Bibliografia perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ; Brasília: OPAS, 2005. 502
complementar: p. ISBN 857541058X
- NASCIMENTO, Vânia Barbosa do. SUS: pacto federativo e gestão pública. São
Paulo: Aderaldo & Rothschild Editores, Santo André, SP: CESCO, 2007. 228 p.
ISBN 9788560438310
- PAIM, Jairnilson Silva. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a
compreensão e crítica. Salvador, BA: EDUFBA, Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.
355 p. ISBN 9788523205294 (broch.)
- SILVA, Rosalina Carvalho da. Metodologias participativas para trabalhos de
promoção de saúde e cidadania. São Paulo: Vetor, 2002. [1] p. ISBN
8575850075
- TEIXEIRA, Sônia Maria Fleury. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PÓS-
GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA. Reforma sanitária: em busca de uma
teoria. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1995. 232p. (Pensamento social e saúde ; 3)
ISBN 8524901896

6º PERÍODO

Disciplina: Estágio supervisionado: práticas interventivas


- BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo:
Bibliografia básica: Cortez, 2011. 182 p. ISBN 9788524914003
- BURIOLLA, Marta A. Feiten. Supervisão em serviço social: o supervisor, sua
relação e seus papéis. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 209p. ISBN 8524905220
- LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de Estágio em Serviço social. 1a.
São Paulo: Cortez. 2009.
- IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e
Bibliografia formação profissional. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 326 p. ISBN 8524906936
complementar: - GENTILLI, Raquel de Matos Lopes,. Representações e práticas: identidade e
processo de trabalho no serviço social. São Paulo: Veras, 1998. 223p. (Temas 1)
- REYMÃO, Maria Eunice Garcia. As atribuições profissionais do assistente social.
[Link]. São Paulo: Cortez & Moraes, 1978. 174 p.
- SILVA, Maria Ozanira da Silva e. Formação profissional do assistente social:
inserção na realidade social e na dinamica da profissão. São Paulo: Cortez Ed.;
1984. 128p
- SILVA, Sérgio Pereira da (Org.). Teoria e prática na educação: o que dizem:
novas tecnologias; currículo; inclusão; avaliação; história; estágio; psicologia;
didática e antropologia filisófica?. Catalão, GO: Ed. UFG, 2008. 204 p. ISBN
9788560711208

Disciplina: Estatística aplicada ao Serviço Social


- BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística aplicada às ciências sociais. 5. ed. rev.
Bibliografia básica: Florianópolis: Ed. UFSC, 2003. 340p. (Didática ) ISBN 8532800106
- MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções
de probabilidade e estatística. 7. ed. São Paulo: Edusp, 2010. xv, 408 p.
(Acadêmica; v. 40) ISBN 9788531406775
- MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 6.
ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, c2010. xvi, 540 p. ISBN 9788502081772
- BUNCHAFT, Guenia; KELLNER, Sheilah R. de O.; HORA, Luisa Helena Morgado
Bibliografia da. Estatística sem mistérios. 2. ed. rev. Petrópolis: Vozes, 1997- nv.
complementar: - CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
224 p. ISBN 8502020560
- LARSON, Ron; FARBER, Elizabeth. Estatística aplicada. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010. xiv, 637 p. ISBN 9788576053729
- MOORE, David S. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC,
c2011. xxv, 555 p. ISBN 9788521617907
- PEREIRA, Julio Cesar R. Análise de dados qualitativos: estratégias
metodológicas para as ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo:
Edusp, 2001. 156 p. ISBN 8531405238
70

Disciplina: Gestão Social :Administração


-CABRAL, Eloisa Helena de Souza. Terceiro setor: gestão e controle social. São
Bibliografia básica: Paulo: Saraiva, 2007. xiv, 229 p.
- CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: edição
compacta. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2004. xxviii, 494 p.
- KARSCH, Ursula M. Simon. O serviço social na era dos serviços. 2. ed.
São Paulo: Cortez, 1989. 183 p.
- MURAD, Afonso. Gestão e espiritualidade: uma porta entreaberta. 4. ed. São
Paulo: Paulinas, 2007. - NEVES, Jorge Alexandre Barbosa (Org.). Gestão e
avaliação de políticas sociais no Brasil. Belo Horizonte: PUC Minas, 2007.
- FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em serviço social. 7. ed. São
Bibliografia Paulo: Cortez, 2007. 208 p.
complementar: - MORAES, Anna Maris Pereira de. Introdução à administração. 3. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2004. xx, 290 p. ISBN 8587918923
- MOTA, Ana Elizabete da. O feitiço da ajuda: as determinações do serviço
social na empresa. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1991.
- NEVES, Jorge Alexandre Barbosa (Org.). Gestão e avaliação de políticas sociais
no Brasil. Belo Horizonte: PUC Minas, 2007. 424p. ISBN 9788560778171
- VIEIRA, Marcelo M. F.; CARVALHO, Cristina A. (Org.).. Organizações, Instituições
e Poder no Brasil.. Vol. 1. Rio de Janeiro: Editora FGV. 2003.

Disciplina: Oficina de pesquisa em Serviço Social: práticas


investigativas
- DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed. rev. e ampl. São
Bibliografia básica: Paulo: Atlas, 1995. 293 p. ISBN 8522412413
- GRESSLER, Alice Lori. Introdução à pesquisa : projetos e relatórios. São Paulo:
Loyola. 2004.
- POUPART, Jean. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e
metodológicos. Petrópolis: Vozes. 2008.
- FERREIRA, Rosilda Arruda. A pesquisa científica nas ciências sociais. Recife:
Bibliografia Universitária UFPE. 1998.
complementar: - MAY, Tim. Pesquisa social: questões, métodos e processos. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed 2004. (Biblioteca Artmed. Métodos de pesquisa) ISBN 8536301996
- MICHEL, Maria Helena. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais:
um guia prático para acompanhamento da disciplina e elaboração de trabalhos
monográficos. São Paulo: Atlas, 2005. xiv, 138, [4] p. ISBN 8522440530
- PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem
teórico-prática. 6. ed. rev. e ampl. Campinas (SP): Papirus, 2000. 120p.
(Magistério: formação e trabalho pedagógico) ISBN 8530806077
- RODRIGUES, Rui Marinho. Pesquisa acadêmica: como facilitar o processo de
preparação de suas etapas. São Paulo: Atlas. 2007.

Disciplina: Seguridade social – Saúde Mental e Serviço Social


- FOUCAULT, Michel. História da loucura na idade clássica. 7 ed. São Paulo:
Bibliografia básica: Perspectiva, 2003. viii, 551 p.
- TUNDIS, Silverio Almeida et al. Cidadania e loucura: politicas de saude mental
no Brasil. Petrópolis: Vozes; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1987. 288p. (Saúde e
realidade brasileira)
- VASCONCELOS, Eduardo M. (org.). Saude Mental e Servico Social: o desafio da
subjetividade e da interdisciplinaridade. 2 ed. Sao Paulo: Cortez. 2002. 328 p.
ISBN: 85-249- 0754-1.
- ASSIS, Machado de. O alienista e outros contos. São Paulo: Moderna, 1988.
Bibliografia 71p. (Travessias)
complementar: - BAHIA, Idálio Valadares; GROSSI, Fernando Teixeira; CIRINO, Oscar de
Almeida. Psicóticos e adolescentes: por que se drogam tanto?. Belo Horizonte:
Centro Mineiro de Toxicomania, 2000. 147p.
- Erasmo. Elogio da loucura. Rio de Janeiro: Athenaeum, [19- ]. 179p
- FRAYZE-PEREIRA, João A. O que é loucura. 10. ed. São Paulo: Brasiliense,
1994. 111p. (Primeiros passos ; 73) ISBN 8511010734
- GARCIA, Célio. Clínica do social. Belo Horizonte: UFMG, c1997. 77p.
- ROSA, Lucia. Transtorno Mental e o cuidado na família. 3 ed. São Paulo: Cortez.
2011. 367p.
- VENÂNCIO, Renato Pinto; CARNEIRO, Henrique. Álcool e drogas na história do
Brasil. Belo Horizonte: Ed. PUC Minas, 2005. 310p. ISBN 8598325112
71

Disciplina: Seguridade social – Assistência Social e Serviço


Social
- BHERING, Elaine Rossetti. (Org.) Trabalho e seguridade Social: percursos e
Bibliografia básica: dilemas. São Paulo: Cortez, 2008 252 p.
- COUTO, Berenice Rojas. O direito social e a assistência social na sociedade
brasileira: uma equação possível?. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 198 p.
- MESTRINER, Maria Luiza. O Estado entre a filantropia e a assistência social. 4a.
São Paulo: Cortez. 2008.
- ASSIS, Armando de Oliveira. Em busca de um aconcepção moderna de “risco
Bibliografia social”. Porto Alegre.
complementar: - BÓGUS, Lucia; YAZBEK, Maria Carmelita; BELFIORE-WANDERLEY,
Mariangela. Desigualdade e a questão social. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo:
EDUC, 2000. 272p. ISBN 8528302334
- SCHONS, Selma Maria. Assistência Social na perspectiva do neoliberalismo. São
Paulo.
- SPOSATI, Aldaiza de Oliveira et al. Assistência na trajetória das políticas sociais
brasileiras: uma questão em análise. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1986. 112p.
- SPOSATI, Aldaiza de Oliveira. Carta-tema: a assistência social no Brasil
1983-1990. 2. ed. Sao Paulo: Cortez, 1995.
- SPOSATI, Aldaiza de Oliveira; FALCÃO, Maria do Carmo. A assistencia social
brasileira: descentralização e municipalização. São Paulo: EDUC, 1990. 118 p.
ISBN 8528300137

Disciplina: Política Social da Criança e do Adolescente e Serviço


Social
- D'AGOSTINI, Sandra Mári Córdova. Adolescente em conflito com a lai e a
Bibliografia básica: realidade. 1a (4a tiragem). Curitiba: Juruá. 2006.
- DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infancia, a adolescencia e os
direitos humanos no Brasil. 12. ed. São Paulo: Atica: Folha Educação, 1996.
157p. ISBN 8508044704 : (broch.)
- FACHINETTO, Neidemar José. O direito à convivência familiar e comunitária:
contextualizando as políticas pública (in)existentes. Porto Alegre: Livraria do
Advogado. 2009.
- GUEIROS, Dalva Azevedo. Adoção Consentida: do desenraizamento social da
família à prática de adoção aberta. 1a. São Paulo: Cortez. 2007
- RAMIDOFF, Mário Luiz. Lições de Direito da Criança e do Adolescente: ato
infracional e medidas socioeducativas. 2a. Curitiba: Juruá. 2008.
- EITERER,Carmem Lúcia; SILVA, Ceris Salete Ribas e MARQUES, Walter Ude.
Bibliografia Preconceito contra a filiação adotiva. São Paulo: Cortez. 2011.
complementar: - FRANÇA, Marina. Famílias Acolhedoras: preservando a convivência familiar e
comunitária. São Paulo: Veras. 2006.
- MENESES, Elcio Resmini. Medidas socioeducativas: uma reflexão jurídico
pedagógica. Porto Alegre: Livraria do Advogado. 2008.
- ROSSATO, Luciano Alves; LÉPORE, Paulo Eduardo. Comentários à lei nacional
da adoção: Lei 12.010, de 13 de agosto de 2009: e outras disposições legais: Lei
12.003 e 12.004. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009. ISBN 9788520335239
- ROSSATO, Luciano Alves; LÉPORE, Paulo Eduardo; CUNHA, Rogério Sanches.
Estatuto da criança e do adolescente comentado: comentado, Lei 8.069/1990 -
artigo por artigo. 2. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011. 604 p. ISBN
9788520339671 (broch.)
- SOUZA, Laura de Mello e et al. Historia da criança no Brasil. 3. ed. São Paulo:
Contexto, 1995.
- VOLPI, Mário (org). Adolescentes privados de liberdade. 4a. São Paulo: Cortez.
2008

7º PERÍODO

Disciplina: Economia Politica


-BOTTOMORE, T. B. (Ed.) Dicionário do pensamento marxista. Rio de Janeiro:
Bibliografia básica: Zahar, c1988. xi, 454 p.
- GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de;
72

TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 6. ed. São


Paulo: Atlas, 2005. 638p. ISBN 8522428395
- LACERDA, Antônio Corrêa de et al. Economia brasileira. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2006. 304 p.
- SINGER, Paul. Aprender economia. 22. ed. São Paulo: Contexto, 2002. 202 p.
ISBN 8572440925
Bibliografia complementar: - FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil.19. ed. São Paulo: Nacional,
1984. 248 p.
- FURTADO, Celso. Introdução ao desenvolvimento: enfoque histórico-estrutural.
3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. 126p. ISBN 8521903731
- GIAMBIAGI, Fabio (Org.) et al. Economia brasileira contemporânea. 2. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier: Campus, 2011. 269 p. ISBN 9788535245561
- MARX, Karl. O capital: crítica da economia política : volume 1 : livro primeiro : o
processo de produção do capital, tomo 1 : prefácios e capítulos I a XII. São Paulo:
Abril Cultural, 1983. 301 p.
- MARX, Karl. O capital: crítica da economia política : volume 2 : livro segundo :
o processo de circulação do capital. São Paulo: Abril Cultural, 1984. 383 p.
SANDRONI, Paulo. Dicionário de economia. São Paulo: Best Seller, c1989. 331 p.
- SINGER, Paul. Introdução à economia solidária. São Paulo: Perseu Abramo,
2002. 127 p.
- SINGER, Paul; SOUZA, André Ricardo de. A economia solidária no Brasil: a
autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo: Contexto, 2003.

Disciplina: Ética e Serviço Social: exercício profissional


- BONETTI, Dilséa Adeodata et al. Serviço social e ética: convite a uma nova
Bibliografia básica: práxis. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 232p. ISBN 8524906316
- FAGUNDES, Márcia Botelho. Aprendendo valores éticos. [Link]. Belo
Horizonte: Autêntica, 2001.
- SÁ, A. Lopes de. Ética profissional. 7. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007.
264p. ISBN 9788522446599
- BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética e serviço social: fundamentos ontológicos.
Bibliografia Rio de Janeiro: Cortez, 2001. 222p. ISBN 8524908130
complementar: - CHALITA, Gabriel Benedito Issaac. Os dez mandamentos da ética. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2003. 223 p. ISBN 8520915841
- COMPARATO, Fábio Konder. Ética: direito, moral e religião no mundo moderno.
São Paulo: Companhia das Letras, 2006. 716 p. ISBN 8535908234
- FORTI, Valéria Lucilia. Ética, crime e loucura: reflexões sobre a dimensão ética
no trabalho profissional. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010. x, 252 p. ISBN
9788537506776
- NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 4. ed. rev., atual. e ampl. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. 380p. ISBN 852032519X

Disciplina: Oficina de pesquisa e Serviço Social


- BABBIE, Earl R. Métodos de pesquisa de Survey. Belo Horizonte: Ed. da UFMG,
Bibliografia básica: 1999. 519p. (Aprender) ISBN 8570411758
- HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 10. ed.
Petrópolis: Vozes, 2005. 224p. ISBN 853260854X
- MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e
criatividade. 25. ed. rev. e atual. Petrópolis: Vozes, 2007. 108 p. (Coleção Temas
sociais ) ISBN 9788532611451
- OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. O trabalho do antropólogo. 2. ed. rev. São
Paulo: UNESP; Brasília: Paralelo 15, 2000. 220p. ISBN 858631515X
- BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e
Bibliografia som: um manual prático. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. 516 p. ISBN
complementar: 9788532627278
- CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 6. ed. São
Paulo: Cortez, 2003. 164p. (Biblioteca da educação. Escola16) ISBN 8524904445
- GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em
ciências sociais. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. 107 p. ISBN
9788501049650
- JANUZZI, Paulo de Martino. Indicadores sociais no Brasil: conceitos, fontes de
dados e aplicações para formulários de políticas públicas e elaboração de estudos
socioeconômicos. 2. ed. Campinas (SP) Alínea, 2003. 141p. ISBN 8586491950
- LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de
73

metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999. 340


p. (Biblioteca Artmed. Fundamentos de educação) ISBN 8573074892
- THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 13. ed. São Paulo: Cortez,
2004. 108p. (Temas básicos de pesquisa-ação) ISBN 8524900296

Disciplina: Relações de gênero, raciais, étnicas e Serviço Social


- FERNANDES, Danielle Cireno ; HELAL, Diogo Henrique. As cores da
Bibliografia básica: desigualdade. Belo Horizonte: Fino Traço, 2011.
- HONNETH, Axel. Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos
sociais. São Paulo: Ed. 34, 2003. 291p. ISBN 8573262818
- VENTURI, Gustavo; BOKANY, Vilma (Org.) Diversidade sexual e homophobia no
Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo: Instituto Rosa Luxemburg Stiftung,
2011 251 p.
- AUAD, Daniela. Feminismo: que história é essa. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. 106
Bibliografia p.
complementar: - IANNI, Octávio. Escravidão e racismo. 2. ed. rev. e aum. São Paulo: Hucitec,
1988. 190p. (Estudos brasileiros (Paz e Terra) ISBN 8527100495
- LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós
estruturalista. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 184 p.
- TELLES, Edward Eric. Racismo à brasileira: uma nova perspectiva sociológica.
Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2003. 347p. ISBN 8573163380

Disciplina: Trabalho e Sociabilidade e Serviço Social


- ALVES, Giovanni. Trabalho e subjetividade : o espírito do toyotismo na era do
Bibliografia básica: capitalismo manipulatório. São Paulo: Boitempo. 2011.
- ANTUNES, Ricardo e BRAGA, Ruy. Infoproletários - degradação real do trabalho
virtual. São Paulo: Boitempo, 2009.
- ANTUNES, Ricardo L. C. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a
negação do trabalho. 6. ed. São Paulo: Boitempo, 2002. 258 p. (Mundo do
trabalho ) ISBN 8585934433
- A NOVA fábrica de consensos : ensaios sobre a reestruturação empresarial, o
Bibliografia trabalho e as demandas ao serviço social. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. 215p.
complementar: ISBN 852490691X
- ANTUNES, Ricardo L. C. (Org.). Riqueza e miséria do trabalho no Brasil. Rio de
Janeiro: Boitempo, 2006. 527 p. (Mundo do trabalho) ISBN 8575590836
- ANTUNES, Ricardo L. C. Adeus ao trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a
centralidade do mundo do trabalho. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 200p.
- ANTUNES, Ricardo. O continente do labor. São Paulo: Boitempo, 2011
- BEHRING, Elaine Rossetti eALMEIDA, Maria Helena Tenória (orgs.). Trabalho e
seguridade social: percursos e dilemas. 1a.. São Paulo: Cortez. 2008.
- GENTILI, Pablo A. A.; FRIGOTTO, Gaudêncio (Org.). A cidadania negada:
políticas de exclusão na educação e no trabalho. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
279p.
- HELOANI, Roberto. Organização do trabalho e administração: uma visão
multidisciplinar. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 112 p. ISBN 8524905263
- LINHARTE, Daniele. A desmedida do capital. São Paulo: Boitempo. 2007.
- SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. 13. ed. Rio de Janeiro: Record,
2008. 204p.

Disciplina: Política de Educação e Serviço Social


- ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto; MONTEIRO, Elisabete. Políticas de educação
Bibliografia básica: e processos pedagógicos. 1a Ed. Campinas. São Paulo: Mercado de Letras. 2011.
- ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto; MONTEIRO, Elisabete. Politicas educacionais
de ensino superior no seculo xxi. Campinas. São Paulo: Mercado de Letras. 2011.
- OLIVEIRA, Dalila Andrade e DUARTE, Adriana. Políticas públicas e educação;
regulação e conhecimento. 1a Ed.. BH: Fino Traço. 2011.
- ARROYO, Miguel González. Currículo, território em disputa. Petrópolis: Vozes,
Bibliografia 2011. 374 p. ISBN 9788532640833
complementar: - BRZEZINSKI, Iria. LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. [Link]. São
Paulo: Cortez, 2005. 308p. ISBN 8524906618
-
GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. 7. ed. São Paulo: Ática
, 2001.
- GENTILI, Pablo A. A. et al. Neoliberalismo, qualidade total e educação: visões
74

críticas. 9. ed Petrópolis: Vozes, 2001. 204p. (Ciências sociais da educação)


ISBN 853261308X
- LUCKESI, Cipriano. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.
-
PILETTI, Nelson. Historia da educação no Brasil. 6. ed. São Paulo: Atica, 1996

8º PERÍODO

Disciplina: Cultura religiosa : pessoa e sociedade


- BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano, compaixão pela terra. 7. ed.
Bibliografia básica: Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 199p. ISBN 8532621627
- GARCÍA RUBIO, Alfonso. Unidade na pluralidade: o ser humano à luz da fé e da
reflexão cristãs. São Paulo: Paulinas, c1989. 578 p. (Teologia sistemática) ISBN
8505009770
- SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué Cândido da. Conversando sobre ética e
sociedade. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1998. 117 p. ISBN 8532615465
Bibliografia complementar: - ANTONCICH, Ricardo; MUNARRIZ SANS, José Miguel. Ensino social da Igreja.
[Link]. Petrópolis: Vozes, 1992.
- BOFF, Leonardo. Ethos mundial: um consenso mínimo entre os humanos. Rio de
Janeiro: Sextante, 2003.
- IGREJA CATÓLICA. Conselho Pontifício Justiça e Paz. Compêndio da doutrina
social da Igreja. [Link]. São Paulo: Paulinas, 2005.
- MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento.
18. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 128 p. ISBN 9788528607642
- OSOWSKI, Cecília Irene; MÉLO, José Luiz Bica de. O ensino social da igreja e a
globalização. São Leopoldo: UNISINOS, 2002.

Disciplina: Família e Serviço Social


- BORGES, A. ; CASTRO, M. (Org.). Família, gênero e gerações: desafios para as
Bibliografia básica: políticas sociais. São Paulo: Paulinas, 2007. p. 179-206 (Coleção família na
sociedade contemporânea)
-
DONATI, P. Família no século XXI: abordagem relacional. São Paulo: Paulinas, 201
1. 239 p.
- KALOUSTIAN, Sílvio Manoug. Família brasileira: a base de tudo. 10 ed. São
Paulo: Cortez; Brasília: UNICEF, 2011. 183p. ISBN 8224905417
- ROUDINESCO, Elisabeth. A família em desordem. Rio de Janeiro: J. Zahar,
2003. 199p. ISBN 8571107009
- ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro:
Bibliografia Zahar, 1981. 196p.
complementar: - CARNEIRO, Carla Bronzo Ladeira; COSTA, Bruno Lazzarotti Diniz (Org.).
Gestão social: o que há de novo? : volume 1 : desafios e tendências. Belo
Horizonte: Fundação João Pinheiro, 2004. 111p.
- CARVALHO, Maria do Carmo Brant de et al. A familia contemporanea em
debate. 7 ed. São Paulo: EDUC: Cortez, 2006. 122p.
- CODO, Wanderley (Org.) Psicologia social: o homem em movimento. 13 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1994. 220 p.
- ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado:
trabalho relacionado com as investigações de L. H. Morgan. 13. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1995. 215 p. ISBN 8528605185
- SARTI, Cynthia Andersen. A família como espelho: um estudo sobre a moral dos
pobres. Campinas (SP): Autores Associados, 1996. 128p. ISBN 8585701277
- SINGLY, François de. Sociologia da família contemporânea. Rio de Janeiro:
FGV, Instituto Brasileiro de Economia, 2007. 206 p. (Família, geração & cultura)
ISBN 9788522506019
- VITALE, Maria Amalia Faller (Org.). Família: redes, laços e políticas públicas. 3.
ed. São Paulo: Cortez: PUC-SP, Instituto de Estudos Especiais, 2007. 316 p.
ISBN 9788524911835
- WEISSHEIMER, M. A. Bolsa Família: avanços, limites e possibilidades do
Programa que está transformando a vida de milhões de famílias no Brasil. 2 ed. rev
e atual. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2010. 189 p.

Disciplina: Orientação de trabalho de conclusão de curso: TCC


75

- FIGUEIREDO, Antonio M.; Souza, S. Riva Godinho de. Como elaborar projetos,
Bibliografia básica: monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação do texto
final. Rio de Janeiro: Lúmen Juris. 2005.
- PERROTA, Cláudia. Um texto para chamar de seu. São Paulo: Martins Fontes.
2004.
- TEIXEIRA, Elisabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa.
Petrópolis: Vozes. 2005.
- BEGHIN, Nathalie. A filantropia empresarial: nem caridade, nem direito. São
Bibliografia Paulo: Cortez, 2005.
complementar: - CABANES, Robert, et al.. Saídas de emergência: ganhar/perder a vida na periferia
de São Paulo. São Paulo: Boitempo. 2011.
- FERNANDES, Edésio; ALFONSIN, Betânia (Coord.). Coletânea de
legislação urbanística: normas internacionais, constitucionais e legislação
ordinária. Belo Horizonte: Fórum, 2010.
- KÜBLER-ROSS, Elisabeth. A roda da vida: memórias do viver e do morrer. [Link].
Rio de Janeiro: Sextante, 1998.
- SOUZA, Jessé. Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe
trabalhadora?. Belo Horizonte: Humanitas, 2010. 354 p.
- VOLLMANN. William T.. Por que vocês são pobres?. São Paulo: Conrad. 2007.

Disciplina: Subjetividade e Serviço Social


- HAROCHE, Claudine . A condição sensível. Rio de Janeiro: Contra Capa. 2008.
Bibliografia básica: 247 p.
- HELLER, Agnes. O cotidiano e a história. 8 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008. 158
p.
- MARSON, Izabel; NAXARA, Márcia. Sobre a humilhação: sentimentos, gestos,
palavras. Uberlândia: EDUFU. 2005. 461 p.
- BAIERL, Luzia Fátima. Medo Social. São Paulo: Cortez. 2004. ISBN: 85-249-
Bibliografia 1079- 8.
complementar: - CARNEIRO, Carla Bronzo Ladeira. Concepções sobre pobreza e alguns desafios
para a intervenção social. São Paulo.
- CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salario. 5
ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 611 p.
- DEJOURS, Christophe. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do
trabalho. [Link]. São Paulo: Cortez: Obore, 1988.
- FREDERICO, Celso. Cotidiano e arte em Lukács. São Paulo.
- GAULÉJAC, Vicent de. As origens da vergonha. São Paulo: Via Lettera, 2006. 240
p.
- KEHL, Maria Rita. Ressentimento. 2. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.
247 p. (Clínica psicanalítica) ISBN 8573963948
- PAULO NETTO, José; FALCÃO, Maria do Carmo. Cotidiano: conhecimento e
crítica. São Paulo: Cortez, 1987. 93 p.

Disciplina: Política Social do Idoso, questões do envelhecimento


e Serviço Social
- BERZINS, Marília Viana ; BORGES, Maria Claudia. Políticas públicas para um
Bibliografia básica: país que envelhece. 1a. São Paulo: Martinari. 2012.
- BERZINS, Marília Viana ; MALAGUTT, William (Org). Rompendo o silêncio : faces
da violência na velhice. 1a. São Paulo: Martinari. 2010.
- SANÍCOLA, Lia. As dinâmicas de rede e o trabalho social. São Paulo: Veras
Editora. 2008.
- FERNANDES, Flávio da Silva. As pessoas idosas na legislação brasileira: direito e
Bibliografia gerontologia. São Paulo: LTR, 1997.
complementar: - JORDÃO NETTO, Antonio. Gerontologia básica. São Paulo: Associação
Esportiva da Div. De Reabilitação do Hospital das Clinicas, 1997.
- MORAGAS MORAGAS, Ricardo. Gerontologia social : envelhecimento e
qualidade de vida. São Paulo: Paulinas, c1997.
- NERI, Anita Liberalesso. Envelhecer num país de jovens: significados de velho e
velhice segundo brasileiros não idosos. Campinas (SP): Ed. da Unicamp, 1991.
155p. ISBN 8526801945
- VERAS, Renato P; Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Terceira idade: um
envelhecimento digno para o cidadao do futuro. Rio de Janeiro: UERJ, UnAti:
Relume-Dumara, 1995.
76

Disciplina: Optativa (Tópicos especiais )


- DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os
Bibliografia básica: direitos humanos no Brasil. 18. ed. São Paulo: Ática: Folha Educação, 1999.
175p. ISBN 8508044704 : (broch.)
- FORTI, Valéria L.; BRITES, Cristina Maria. Direitos humanos e serviço social:
polêmicas, debates e embates. 2 ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2012. 209 p.
- ROLIM, Marcos. A síndrome da Rainha Vermelha. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
311 p.
- BALESTRERI, Ricardo Brisolla. Direitos humanos: coisa de polícia. 2. ed. rev. e
Bibliografia ampl. Passo Fundo: CAPEC, 2002. 108 p.
complementar: - COMPARATO, Fábio Konder. Afirmação histórica dos direitos humanos. 2. ed.,
rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2001. 488 p.
- MOURA, Laércio Dias de. A dignidade da pessoa e os direitos humanos: O ser
humano num mundo em transformação. Bauru, SP: EDUSC, São Paulo: Edições
Loyola, Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio, 2002. 291 p. (Coleção Ecclesia Viva ;) ISBN
8574601195
- PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Pró-reitoria de
Extensão Núcleo de Direitos Humanos ; SOUZA, Robson Sávio Reis (Org.).
Universidade e direitos humanos: práticas desenvolvidas na Puc [Link]
Horizonte: Ed. PUC Minas, 2009. 304 p.
- RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz. Metrópoles: entre a coesão e a fragmentação, a
cooperação e o conflito. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, Rio de Janeiro:
FASE, 2004. 428p. ISBN 8576430010

Disciplina: Optativa (LIBRAS)


Bibliografia básica: FELIPE, Tanya Amara. Libras em Contexto: curso básico, livro do estudante
cursista. Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, MEC
SEESP. 2001

GESSER, Audrei. LIBRAS?: que língua é essa? : crenças e preconceitos em


torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. 87 p.
(Estratégias de ensino; 14)

QUADROS, Ronice Muller de e KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais


Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artes Médicas
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