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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
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1. Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
1.1 Histórico do processo de criação do Curso
1.1.1. O Campus de Santa Vitória do Palmar
A demanda por um Campus Universitário, de perfil público e federal, na
região de Santa Vitória do Palmar, insere-se dentro de uma necessidade para o
enfrentamento histórico de crise e estagnação econômica que têm atingido a
metade sul do Rio Grande do Sul nas últimas décadas. Deste modo, a partir de
articulações e manifestações da comunidade local junto à Universidade Federal do
Rio Grande - FURG, teve-se o conhecimento da demanda por um campus
universitário, o que, após um processo de maturação das discussões apontou-se
para a criação de um curso de Bacharelado em Turismo – que atendia, sobretudo,
uma vocação regional.
Assim, no ano de 2010, instalou-se o referido Campus Universitário, o qual
oferta 35 vagas anuais para o curso de Turismo, criado no âmbito do REUNI.
Destas, cinco competem para alunos de nacionalidade uruguaia, aceitos a partir de
um processo seletivo específico. Esta política de binacionalidade dos cursos se
articula diretamente com as especificidades de uma região de fronteira:
aproximações dos povos que aqui habitam (cultural, social e economicamente) e,
ao mesmo tempo, o distanciamento destas regiões com grandes centros
econômicos e, sobretudo, acadêmicos e educacionais.
Do mesmo modo, projetos de cooperação profissional em região de
fronteira, fazem parte de uma nova agenda externa brasileira, construindo redes
de integração com seus vizinhos do MERCOSUL – neste caso, especificamente
com o Uruguai e, assim, pensando e executando projetos que atendam as
problemáticas e históricas carências das regiões fronteiriças dos países sul-
americanos.
Ainda no que tange a demanda regional, é importante enfatizar as questões
da fronteira Brasil-Uruguai que envolvem o Campus. É base comum, para
especialistas na área do Turismo que a especificada região de fronteira possui
potencialidades turísticas dormentes, as quais demandam estruturação e
desenvolvimento. E foi nesta perspectiva que se criou o Curso de Bacharelado em
Turismo. Potencializar o campus da Universidade Federal do Rio Grande em
Santa Vitória do Palmar, como um centro de formação na área de Turismo e
Hospitalidade é uma forma direta de diálogo da Universidade com os arranjos
produtivos regionais – considerando aqui a região como um espaço
transfronteiriço.
Ao se falar em arranjos produtivos regionais, não é permitido deixar de
enfatizar o perfil da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, primeiramente,
com sua vocação para o desenvolvimento da região costeira e, sobretudo, com sua
íntima relação com o Porto do Rio Grande, espaço de acelerado e destacado
desenvolvimento econômico. A cidade do Rio Grande, onde se localiza o Campus
sede da Universidade apresenta, desde os últimos anos, destacado
desenvolvimento econômico a partir da matriz portuária e da indústria naval que
se ali se dinamiza e se fortalece. As demandas dos setores de Turismo,
Hospitalidade e Eventos, Comércio Exterior e Relações Internacionais têm
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apresentado prodigioso crescimento, carecendo, na atualidade, de uma abrangente
oferta de mão de obra qualificada para atender tais setores.
Cabe ressaltar que a implantação do curso de graduação Bacharelado em
Hotelaria e o de Tecnologia em Eventos com início em 2014, visou configurar um
tripé de formação de nível superior em Turismo e Hospitalidade. Ademais, a
articulação destes cursos como curso de Turismo permitiria o fortalecimento de
uma identidade própria e específica para o Campus da FURG em Santa Vitória do
Palmar, qual seja, como um polo de estudo e formação para o mercado turístico
nacional e internacional– uma vez que as interfaces com a fronteira Brasil-
Uruguai permitirão uma positiva abertura no leque de estudos em Turismo e
Hospitalidade.
Seguindo a vocação do campus, foi proposta a criação do curso de
graduação em Relações Internacionais (bacharelado) no âmbito da Faculdade de
Direito, o qual se insere no contexto no igualmente proposto para o Curso de
Comércio Exterior (bacharelado) pelo Instituto de Ciências, Econômicas,
Administrativas e Contábeis – ICEAC, completando os cincos Cursos para
consolidação do Campus de Santa Vitória do Palmar.
1.1.2. O curso de Relações Internacionais da Faculdade de Direito
A Faculdade de Direito foi criada em 1960 com a denominação Faculdade
de Direito Clóvis Beviláqua (|Decreto n. 47.738/1960). Em 1969, com a criação
da Universidade Federal do RIo Grande - FURG, foi incorporada à mesma,
passando a operar a partir do respectivo Departamento de Ciências Jurídicas, hoje
extinto. Em 2008, com a nova reestruturação estatutária da Universidade,
retomou a denominação histórica de "Faculdade de Direito", passando a ocupar
lugar de destaque entre as unidades acadêmicas da FURG. Com trinta professores,
quatro técnico-administrativos e aproximadamente 600 alunos, é responsável
hoje, no plano do ensino, pelo oferecimento dos cursos de Direito matutino e
noturno, pelo Curso de Especialização em Educação em Direitos Humanos e pelo
recentemente aprovado Mestrado em Direito com área de concentração em
Direito e Justiça Social.
. No campo da pesquisa já conta com mais de uma centena de projetos
desenvolvidos ou em desenvolvimento, muitos com financiamento das principais
agências de fomento.
Em 14/09/2010 foi trazida a pauta da reunião ordinária do Conselho da
Faculdade de Direito (Ata 05/2010), a necessidade da elaboração de um Plano de
Desenvolvimento da Unidade, o qual deveria emergir de um amplo debate
interno, sob a forma de Seminário Institucional de Avaliação, o qual foi
organizado pela Direção, que também nomeou, ad referendum, a primeira
Comissão de auto- avaliação e PDI, composta pelos professores Carlos Andre
Birnfeld, Éder Dion de Paula Costa, Renato Duro Dias, pela administradora
Karen Guimarães e pelo discente Arthur Votto Cruz, sendo que em 27/10/2010 a
referida Comissão foi referendada pelo Conselho da Unidade em sua reunião
ordinária (Ata 06/2010).
O referido Seminário contou com ampla participação de alunos professores
e técnico-administrativos sendo que em 29/10/2010 foi trazida a pauta da reunião
extraordinária do Conselho da Faculdade de Direito (Ata 16/2010) a aprovação do
Plano de Desenvolvimento da Unidade, fruto do labor da referida Comissão a
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partir das diretrizes aprovadas no Seminário de Avaliação Institucional da unidade
ocorrido no mesmo mês .Entre as metas para o ano de 2015 foi aprovada
porunanimidade justamente a criação de um Curso de Relações Internacionais no
âmbito da Faculdade de Direito.
Nesta perspectiva, inicialmente uma Comissão foi nomeada pela Portaria
1938/2012 da Pró-Reitoria de Graduação, formada pelos professores Anderson
Orestes Cavalcante Lobato, Éder Dion de Paula Costa e Francisco Quintanilha
Veras Neto, a qual teve sua composição alterada com o afastamento para pós-
graduação do professor Francisco Quintanilha, nos termos da Portaria 233/2014
da mesma Pró-Reitoria, que incluiu o professor Carlos André Birnfeld em seu
lugar. A seguir, por força da Portaria 297/2014 da mesma pró-reitoria, com vistas
a integração do projeto em construção com o projeto do curso de Comércio
Exterior foi nomeada comissão composta pelos professores Anderson Orestes
Cavalcante Lobato, Éder Dion de Paula Costa e Carlos André Birnfeld, pela
Faculdade de Direito e Audrei Fernandes Cadaval, Patrizia Raggi Abdallah e
Paulo Renato Lessa Pinto, pelo ICEAC para ultimar a proposta, com vistas a
implantação do curso na cidade de Santa Vitória do Palmar onde a FURG conta
com um Campi estruturado com a oferta de três cursos
A versão provisória do mesmo foi encaminhada ao final do mês de junho a
PROGRAD para revisão final, tendo sido reajustada e finalmente aprovada em
15 de julho do corrente ano pelo Conselho da Faculdade de Direito.
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1.2 Justificativa para a criação do Curso
Com a expansão das relações internacionais globais o mercado e a
sociedade vêm cada vez mais demandando profissionais qualificados para esta
atuação neste contexto. A qualificação de Bacharel em Relações Internacionais é
uma formação superior concebida como tal desde os anos cinqüenta nas principais
universidades norte-americanas e européias, na seqüência do surgimento da área
de estudos sobre Relações Internacionais. Neste contexto, o profissional de
Relações Internacionais passou a ser formado com o intuito de proceder a análises
e estudos acerca da difícil realidade internacional característica do pós-guerra,
bem como formular e implementar as chamadas "políticas internacionais" dos
variados atores públicos e privados com interesses que se expressam em contatos
com congêneres estabelecidos em outros países.
Tratava-se de uma estratégia trazer as bases para formação de profissionais
que viessem a auxiliar o Estado e as corporações privadas na formulação e
implementação das políticas e estratégias externas. Atualmente este processo
envolve a atuação numa ordem mundial complexa, que oscila entre o avanço em
direção a multipolaridade, interdependência e pluralismo, por um lado, e, de
outro, na compreensão da dinâmica das forças hegemônicas que se notabilizam no
atual contexto.
Assim, o crescente processo de internacionalização das relações
econômicas, políticas, sociais e culturais que marca as últimas décadas tem
resultado no aprofundamento das relações internacionais em todos os aspectos da
vida humana, impondo desafios de toda ordem às diversas comunidades, pelo que
se constitui num dos principais temas deste século. No Brasil, a constituição de
cursos de Relações Internacionais data de meados da década de 1970, em sua
maioria em instituições privadas.
Nesta perspectiva, no ambiente de uma instituição pública de qualidade, o
curso foi pensado para oportunizar a formação de profissionais num campo muito
divulgado em países europeus, nos Estados Unidos e nos países industriais da
Ásia, servindo de atrativo para indivíduos com vocação para atividades de
intercâmbio com o exterior, para o serviço em organismos internacionais, para a
carreira relacionada com negócios internacionais e viagens abrangendo diversas
funções, trabalhando no País e no exterior, em organismos internacionais, órgãos
representativos, empresas e instituições multinacionais, tais como:
− funcionário administrativo e técnico de representações nacionais no
exterior, como Embaixadas, Consulados, escritórios comerciais, institutos
culturais e missões específicas (o exercício da profissão diplomática ou consular
somente será possível mediante a conclusão posterior a graduação do curso do
Instituto Rio Branco do Itamaraty);
− assessor, consultor, conselheiro em assuntos econômicos, comerciais,
jurídicos, financeiros internacionais em estatais, bem como em joint-ventures, nos
bancos, nas multinacionais, nas instituições e em médias e pequenas empresas
dosetor privado;
− funcionário de organismos internacionais e agências
intergovernamentais, tais como a ONU, FAO, FMI, BIRD, OMS, OMC, OIT,
UNESCO, UNICEF, PNUD, UNCTAD, UNIDO, OCDE, em programas de
cooperação internacional e outros;
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− funcionário e executivo de organizações internacionais regionais,
como OEA, MERCOSUL, Comunidade Andina, ALADI, BID, Comissão Jurídica
Interamericana, Conferência Ibero-Americana, Comunidade dos Países da Língua
Portuguesa (CPLP) e outras;
− funcionário de instituições internacionais não-governamentais
(ONG's);
− fomentador de negócios internacionais, de comércio internacional,
exportação-importação, trocas bilaterais e multilaterais econômico-comerciais; de
câmaras de comércio, de associações empresariais, sociedades
patronais,federações, empresas de classe com perfil internacional;
− analista e pesquisador de problemas internacionais políticos e sociais,
de conjunturas econômicas, comerciais e financeiras, em instituições políticas,
militares, sindicais, acadêmicas, profissionais, de pesquisa e de consultoria;
− organizador, promotor de intercâmbios tecnológicos, culturais,
acadêmicos, científicos, turísticos, desportivos, profissionais e outros, bilaterais e
multilaterais incluindo seminários, simpósios, feiras, exposições e outros eventos
internacionais;
− assessor e pesquisador de assuntos internacionais na mídia e na
imprensa eletrônica.
. Outrossim, destaque-se que as atividades de ensino, pesquisa e extensão na
área de Relações Internacionais revestem-se de uma importância especial em vista
do desenvolvimento sócio-econômico da região a longo prazo, e respondem a
expectativas de formação de uma mão-de-obra qualificada e preparada para
enfrentar os desafios da internacionalização da vida econômica e social.
Destarte, formar profissionais que se dediquem à formulação e à
implementação de políticas e decisões de atores públicos e privados na área
internacional é uma meta importante para o Curso de Graduação - Bacharelado
em Relações Internacionais a ser oferecido pela Faculdade de Direito da FURG ,
cuja proposta está fundada na interação de diversas áreas de conhecimento, em
respeito a natureza multidisciplinar deste campo das ciências sociais puras e
aplicadas.
Giza-se, por derradeiro, que se trata de área que que carece de expansão
na rede pública de ensino superior, justificando-se a criação na cidade de Santa
Vitória do Palmar justamente tendo em vista o perfil dos demais cursos da FURG
hoje lá sediados.
1.3 Objetivos do Curso
O Curso de Bacharelado em Relações Internacionais, ofertado pela
Faculdade de Direito da FURG, tem como objetivo principal a formação de
profissionais capazes de compreender e atuar na dinâmica das relações
internacionais, tanto no setor público quanto no privado, e habilitados a atuar no
desenvolvimento de estratégias, programas e ações relativas às relações dos
setores estatais e não-estatais brasileiros com aqueles correlatos no exterior,
abrangendo intercâmbios entre os diversos tipos de instituições envolvidas.
Outrossim, o Curso de Bacharelado em Relações Internacionais assume
como objetivos específicos:
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− preparar profissionais com sólida compreensão dos fenômenos
jurídico-políticos, sociais e econômicos que permeiam o contexto em que se
manifestam as relações internacionais públicas e privadas contemporâneas;
− preparar profissionais que, ao exercerem a sua função específica,
serão capazes de desempenhar eticamente o papel de agentes, intermediários e
interlocutores entre instituições públicas e privadas brasileiras e suas contrapartes
no exterior, servindo de agentes e executores de políticas, programas, projetos e
intercâmbios de natureza internacional;
− oferecer aos estudantes oportunidade de formação complementar
flexível, através da qual, garantida a solidez da formação básica comum, permita-
se o aprofundamento mais detalhado no universo das relações internacionais de
seu interesse, em conformidade com a vocação do estudante para focar-se nas
carreiras públicas ou privadas.
1.3.1 Perfil desejável do ingressante
O Curso de Bacharelado em Relações Internacionais requer do
ingressante um bom domínio dos conhecimentos relacionados ao ensino
fundamental e médio, valorizando-se especialmente sua capacitação no universo
nas linguagens, códigos e suas tecnologias, tendo como pressuposto o domínio do
idioma pátrio, acrescido de igual capacitação relacionada as ciências humanas e
suas tecnologias; sem desprezar uma razoável capacitação no contexto da
matemática e suas tecnologias; além de um conhecimento mínimo relacionado as
ciências da natureza e suas tecnologias.
Destaca-se, outrossim, que do estudante do curso, nos termos da
Resolução 16/2011 do CONSUN, pretende-se que, orientados pela filosofia e
pelos princípios curriculares da FURG, em sua atuação universitária:
- sejam capazes de interpretar e expressar, assumir do atitude investigativa,
crítico-reflexiva e criativa, com compromisso científico e social;
- valorizem o investimento da sociedade e o patrimônio público;
- tenham conhecimento dos seus direitos e deveres enquanto cidadãos e
integrantes da comunidade universitária;
- tenham autonomia no processo de aprendizagem, comprometendo-se com
a sua formação, para além do espaço acadêmico, conscientes de que sua formação
deve ser contínua;
- defendam valores e ações embasados na ética, na justiça, na dignidade e
na solidariedade;
- sejam comprometidos com as questões socioambientais;
- conheçam o ambiente organizacional da Instituição e o projeto pedagógico
do seu curso;
- estejam engajados em atividades de ensino, de pesquisa e de extensão;
- sejam democráticos nas relações e dispostos a atividades em equipe;
- participem das representações estudantis nas diversas instâncias da
Instituição;
- participem no processo de desenvolvimento local, regional, nacional e
global;
- tenham capacidade de diálogo e interação com a sociedade global e
atuação em redes transnacionais, apresentando capacidades básicas de
comunicação em pelo menos duas línguas estrangeiras;
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1.3.2 Perfil do profissional
O Curso de Bacharelado em Relações Internacionais, tem como perfil um
profissional com ampla formação técnico-científica, cultural e humanística, de
sorte que o futuro Bacharel em Relações Internacionais egresso do FURG deverá:
- dispor de autonomia intelectual, que o capacite a desenvolver uma visão
político-jurídica econômica e social necessária ao exercício de sua profissão,
como um profissional crítico, criativo e ético, capaz de compreender e intervir na
realidade e transformá-la;
− ser capaz de estabelecer relações solidárias, cooperativas e coletivas;
de produzir, sistematizar e socializar conhecimentos e tecnologias; bem como
compreender as necessidades dos grupos sociais e comunidades com relação a
problemas político-jurídicos, sociais, econômicos, ecológicos, culturais e
organizativos;
− estar preparado para o constante desenvolvimento profissional, que
lhe possibilite exercer uma prática de formação continuada e empreender
inovações na sua área de atuação.
Em concordância com esse perfil geral, o Bacharel em Relações
Internacionais deve estar capacitado a compreender e atuar sobre os fenômenos
internacionais, identificando oportunidades e riscos, atuando na orientação e
planejamento das ações de atores públicos e privados nacionais, com vistas a
concretização dos seus interesses no espaço internacional. A formação generalista
permite ao profissional acompanhar e vislumbrar tendências e transformações nas
relações internacionais, extraindo suas possíveis implicações para os interesses de
instituições públicas e privadas. Um profissional que deverá transitar com
familiaridade, dentro do seu escopo de formação, por temas jurídico-políticos,
econômicos, sociais e culturais internacionais e ser capaz de agir neste contexto
produzindo resultados satisfatórios. Nesta perspectiva, se pretende que o Bacharel
em Relações Internacionais da FURG deverá, ainda:
− ser capaz de exercer,com foco no universo das relações internacionais
públicas ou privadas, funções representativas, executivas e de intermediação em
organizações, instituições e empresas, governamentais e não-governamentais,
nacionais e internacionais, voltadas para relações internacionais, cooperação,
intercâmbios e projetos políticos, econômicos, ambientais, humanitários,
financeiros, tecnológicos, científicos, acadêmicos, culturais, esportivos, turísticos,
profissionais e humanos,
− estar preparado para analisar, elaborar e implementar políticas,
formuladas com o fim de enfrentar desafios, resultantes da globalização
econômica, financeira, social, cultural e tecnológica, de impactos, oriundos da
integração regional e continental, de influências históricas, regionais e globais,
sobre as atividades de instituições públicas e privadas;
− utilizar conhecimentos jurídico-políticos, econômicos e sociais, para
os fins de fomentar oportunidades que surgem no contexto de economia regional
e global;
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− ter fundamentos jurídico-políticos do funcionamento dos Estados,
das organizações internacionais e dos sistemas internacionais governamentais,
não- governamentais, gerais e regionais aplicáveis na prática profissional
cotidiana;
− ter conhecimento básico de operações de intermediação e
intercâmbio internacional e de comércio exterior e saber utilizá-lo na prática
cotidiana de instituições públicas e privadas;
− ser capaz de compreender basicamente e demonstrar fundamentos
operacionais em pelo menos duas línguas estrangeiras distintas.
1.3.3 Competências e habilidades
A implementação do Projeto Pedagógico como um todo e, especialmente,
de programas e estratégias acadêmicas, o uso da metodologia e de práticas
pedagógicas adequadas, o exercício de atividades de pesquisa, de extensão
universitária e de outras práticas educacionais do Curso de Bacharelado em
Relações Internacionais devem propiciar a formação de profissionais com as
seguintes habilidades e competências:
• raciocínio consistente e integral, relacionado com a análise e a
interpretação de documentos jurídico-políticos, doutrinas, conceitos e
estratégias da área de relações internacionais, com o planejamento e a
concretização das ações na área da política externa e das ações públicas e
privadas nas relações internacionais em geral;
• capacidade de aplicação de conhecimentos em várias áreas específicas
de relações internacionais nas atividades de instituições nacionais e
internacionais dos setores público e privado, no contexto bilateral, multilateral,
regional e global;
• entendimento e interpretação das bases jurídico-políticas do
funcionamento dos Estados e seus regimes, das organizações internacionais, da
diplomacia, das políticas e dos tratados, especialmente aqueles relacionados à
cooperação internacional e à integração regional;
• capacidade de intermediação de interesses nos contatos e intercâmbios
internacionais fundada na compreensão da realidade jurídico-política, social e
econômica dos atores envolvidos;
• produção de textos dissertativos, analíticos e sintéticos, elaboração de
relatórios, minutas de documentos internacionais, ofícios e monografias;
• compreensão básica e operacional de pelo menos duas línguas
estrangeiras;
1.4 Detalhamentos Estruturais do Projeto Pedagógico do Curso
1.4.1 Fundamentos e Princípios Norteadores da estrutura e dinâmica
curricular
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Nos termos da Resolução 016/2011 do CONSUN a FURG, com vocação
voltada aos ecossistemas costeiros e oceânicos, tem suas ações pautadas no
princípio básico da indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão,
na formação de profissionais, na produção e socialização de conhecimentos e
tecnologias. Com essa interação, a Instituição rege sua função social,
comprometida com o desenvolvimento de políticas inovadoras voltadas para as
necessidades locais, regionais,nacionais e globais, na busca de melhor
qualidade de vida. Nesta perspectiva, as ações de ensino, pesquisa e extensão,
dentro das suas especificidades,o rientam-se pelos princípios da ética, ética;
compromisso e responsabilidade social, inclusão social, respeito a diversidade
humana, cooperação e solidariedade, flexibilidade curricular, integração de
conhecimentos.
O curso bacharelado em Relações Internacionais, afinado com estes
princípios, no contexto da responsabilidade social da instituição é expressão do
especial diálogo com a expressão cultural do ecossistema social que abrange a
dinâmica da relações jurídico-políticas, sociais e econômicas que servem de
base para as relações internacionais. Envolve, neste compasso uma especial
integração de conhecimentos em uma área específica, o reconhecidamente
interdisciplinar, que, ao fim do império, era atendida por uma das habilitações
do Curso de Direito.
Tal como é concebido pela norma supracitada, o princípio da
flexibilização curricular pressupõe um currículo entendido como processo
formativo, dinâmico e em permanente movimento, permitindo que a ação
educativa da Universidade incorpore outras formas de aprendizagem e de
produção do conhecimento presentes na realidade social. No contexto da
ciência das relações internacionais, observa-se, neste compasso, uma
importante tradição de flexibilização curricular das academias mais
tradicionais, justamente porque a dinâmica das relações internacionais assume,
ao mesmo tempo, um viés público, relacionado às política de Estado e um viés
privado, de estratégia de empreendimento, abrindo espaço tanto para
profissionais que tem por foco o mercado como aos que almejam a carreira
pública.
Destaca-se, neste contexto, que o Curso de Graduação em Relações
Internacionais contempla majoritariamente as Diretrizes Curriculares Nacionais
estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de
Educação (Resolução no. 4 de outubro de 2017). No entanto, alguns aspectos,
sobretudo de natureza curricular (Artigo 5º, I) serão contempladas ao longo do
processo de consolidação do Curso.
1.4.2 Metodologias de Ensino e uso das Tecnologias da Informação
A metodologia implementada pelo curso está diretamente ligada às
competências e habilidades dispostas no PPC. Sendo assim, os instrumentos
pedagógicos são aqueles capazes de estimular o raciocínio crítico dos diferentes
aspectos das relações internacionais, de modo a integrar a teoria e a prática por meio
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do ensino, pesquisa e extensão. Neste contexto, os docentes do curso de relações
internacionais possuem a liberdade para aplicar diferentes instrumentos acadêmicos-
pedagógicos.
Além da tradicional aula expositiva, também são estimuladas técnicas
metodológicas que envolvem o protagonismo do aluno, como a realização de
seminários e estudos dirigidos. Encontra-se disponibilizado o ambiente virtual
moodle para auxílio das aulas, seja na disponibilidade de materiais como também
para a realização de atividades interativas. A pesquisa é fortemente estimulada entre
os estudantes, visto o protagonismo que os professores do curso têm exercido na
recepção de bolsas da FURG e de órgãos externos de fomento à pesquisa. Além
disso, a FURG mantém o Programa de Qualificação Acadêmica (PQA), em que os
alunos podem participar dos projetos de pesquisa como voluntários, tendo como
contrapartida horas de atividades complementares. Diversos alunos participam desta
modalidade.
No que tange à prática de visitas técnicas como instrumento pedagógico,
ressalta-se o incentivo e organização de visitas a organismos internacionais,
universidades e congressos acadêmicos.
O curso disponibiliza de algumas tecnologias de informação e comunicação
que possuem o objetivo de auxiliar na execução do seu projeto pedagógico. Além da
comunicação tradicional via e-mail e via sistema eletrônico da FURG. Além disso, o
Curso possui uma página no facebook e um site próprio ([Link]), onde ficam
disponibilizadas as principais informações sobre o curso (incluindo as suas normas),
nominata de professores, projetos de ensino, pesquisa e extensão, notícias e editais.
Um instrumento tecnológico de aprendizado importante utilizado na FURG é
a Plataforma Moodle. Os professores costumam utilizar para postarem informações
sobre as disciplinas, manter comunicação com os alunos, estabelecer fóruns de
discussão, disponibilizar material escrito e audiovisual, assim como determinar
tarefas avaliativas.
1.4.3 Processos de Avaliação interna e externa
A FURG mantém um processo de Avaliação Institucional de caráter
permanente, composto por um ciclo avaliativo de quatro anos organizado em
cinco fases: 1ª fase: autoavaliação das unidades acadêmicas e avaliativas; 2ª
fase: aplicação de instrumentos gerais de avaliação; 3ª fase: avaliação externa
das unidades acadêmicas e administrativas; 4ª fase: congresso institucional de
avaliação; 5ª fase: elaboração de relatórios anuais de avaliação.
Avaliação externa: o curso passou recentemente pela sua primeira avaliação
do ENADE e os resultados ainda não foram detalhados.
Avaliação Docente pelo Discente: organizada pela Comissão Própria de
Avaliação (CPA) é realizada anualmente pela FURG desde 2000, sendo que a
partir de 2009 o seu questionário é respondido de forma voluntária por meio
digital pelos alunos, por meio do site. O instrumento de avaliação consta de 8
questões quantitativas, onde o discente atribui uma nota de 1 a 10 ao professor
da disciplina que ele cursou no primeiro e no segundo semestre do período
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letivo. Também há espaço para o discente manifestar-se de forma qualitativa.
Encontra-se finalizada a tabulação dos dados referente a avaliação de 2015,
realizada em 2016. Na ocasião, o curso de relações internacionais atingiu uma
média 9,59, superior à média da FURG, correspondente a 8,08.
A partir desta avaliação é produzido um Relatório Gerencial que é
apresentado e divulgado amplamente para os discentes e docentes do Curso.
Entre outras medidas tomadas a partir da autorreflexão em torno dos bons
resultados, o Núcleo Docente Estruturante e os demais docentes do curso
implementaram algumas medidas para aprimoramento do curso, que incluiu a
diversificação de projetos de pesquisa com objetivo de incluir mais estudantes; a
criação do site do curso de relações internacionais por meio de trabalho em
conjunto com o Núcleo de Tecnologia de Informação; e a criação da revista do
curso, Campos Neutrais.
1.4.4 Gestão do Curso
O NDE do Curso de RI foi constituído pela Portaria n. 627/2018 da Pró
Reitoria de Graduação da FURG. Ele é composto por 7 professores doutores
que atuam em regime de 40 horas semanais com Dedicação Exclusiva. O
Coordenador, Fernando Comiran (Doutor em História), integra o NDE na
condição de Presidente. Fazem parte também os seguintes professores: Gabriela
M. Kyrillos (Coordenadora Adjunta do Curso - Doutora em Direito), Fabiane
Simioni (Doutora em Direito), Antônio José Guimarães Britto (Doutor em
Direito), Hemerson Luiz Pase (Doutor em Ciência Política), Felipe Kern
Moreira (Doutor em Relações Internacionais) e Ricardo Aguirre Leal (Doutor
em Economia). O NDE iniciou suas atividades no segundo semestre do ano de
2016. Desde então, reúne-se, ordinariamente, pelo menos 2 vezes por semestre,
de acordo com calendário estabelecido no início do período letivo. As atas das
reuniões estão publicizadas no sítio eletrônico do curso.
O NDE do Curso de Relações Internacionais exerce as atribuições, definidas
no Art. 5º da Instrução Normativa 01/2016 sendo elas "elaborar, acompanhar a
execução e propor alterações no Projeto Pedagógico do Curso - PPC; avaliar
permanentemente o perfil profissional do egresso do curso; zelar pela integração
curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades acadêmicas; indicar
formas de incentivo ao desenvolvimento de atividades de pesquisa e extensão
oriundas das necessidades da graduação, das exigências do mercado de trabalho
e afinadas com as políticas públicas relativas à área do conhecimento; zelar pelo
cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação;
propor, no PPC, procedimentos e critérios para a autoavaliação do curso; propor
os ajustes no Curso a partir dos resultados obtidos na autoavaliação e na
avaliação externa; definir parâmetros para avaliar os Planos de Ensino
elaborados pelos professores do curso, apresentando sugestões de melhoria."
A coordenação do curso de Relações Internacionais, em conformidade com o
que estabelece o Regimento Geral da FURG (Resolução nº 015/2009, arts. 44 e
45) e o Regimento Interno da Faculdade de Direito (art.21), é responsável pela
organização e desenvolvimento didático-pedagógico do curso de graduação e
tem as seguintes atribuições:
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- convocar e presidir as reuniões dos/as docentes do curso de graduação;
- propor ao Conselho da FADIR o projeto político-pedagógico do curso;
- propugnar para que o curso sob sua supervisão mantenha-se atualizado;
- elaborar a lista de oferta das disciplinas dos cursos;
- coordenar o processo de matrícula; coordenar os estágios que integram o
projeto político-pedagógico do curso sob sua orientação;
- avaliar os planos de ensino das disciplinas com os cronogramas de aplicação;
- avaliar processos de solicitação de ingresso no curso;
- acompanhar o desempenho do ensino das disciplinas que se incluam na
organização curricular dos cursos;
- planejar, coordenar e executar o processo de avaliação dos cursos, em
consonância com a política de avaliação institucional.
A coordenação do curso de Relações Internacionais é composta por um
Coordenador e um Coordenador Adjunto que exerce o trabalho de co-gestor,
juntamente com o coordenador, de maneira a garantir que o Projeto Político-
Pedagógico do curso seja concretizado de forma colaborativa e democrática.
Além das atribuições elencadas acima, o coordenador do curso presta
atendimento aos estudantes na sala da coordenação, participa das reuniões do
Conselho da Unidade (no caso, a Faculdade de Direito), preside a Câmara do
Curso de Graduação do Curso de Relações Internacionais (colegiado do
curso, que será explicitada no item 2.12) e participa também das reuniões do
Comitê de Graduação que congrega todos os coordenadores de curso e que se
reúne ordinariamente uma vez por mês junto com a Pró-Reitoria de
Graduação e suas diretorias para discutir e tomar decisões relativas ao
desenvolvimento e bom funcionamento dos cursos de graduação. Outra
instância de participação do coordenador é na 4ª Câmara do Conselho de
Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração da Universidade - COEPEA, que
é composta pelos coordenadores de cursos de graduação e de pós-graduação
da área de Ciências Sociais e Humanas. Conforme o regimento da Instituição
os mandatos do/a coordenador/a e do/a coordenador/a adjunto/a serão de dois
anos, sendo permitida a recondução.
Os cargos de coordenador e coordenador adjunto são ocupados por
professores efetivos que atuam em disciplinas do Curso de RI e escolhidos
através de uma eleição direta entre docentes e discentes, de forma paritária.
Todo o processo é conduzido por uma Comissão Eleitoral e os atos são
publicizados no sítio eletrônico do Curso. Os coordenadores devem
apresentar um Plano de Ação, contendo as diretrizes da atuação e os objetivos
para o mandato.
1.5 Estrutura Curricular
1.5.1 Tempo mínimo de integralização do curso
Tempo mínimo: 8 semestres
Tempo máximo: 16 semestres
1.5.2 Regime acadêmico
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Por disciplina
1.5.3 Oferta do curso
Anual
1.5.4 Ingresso no curso
Anual
1.5.6 Local de oferecimento
Campus de Santa Vitória do Palmar
1.5.7 Turno
Integral
1.5.8 Número de vagas
45 vagas anuais
1.5.9 Período de Ingresso
1º Ciclo letivo anual
1.6 Concepções e princípios gerais
O Curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio
Grande, optou por uma estrutura curricular balizada, concomitantemente, de
um lado, pelo necessário e sólido aprofundamento e, de outro, pela
flexibilidade, resultando num curso com carga horária total de 3120 horas,
compreendo como Disciploinas Obrigatórias o número de 2220 horas,
acrescendo-se a estas 600 horas em disciplinas optativas. Ademais, à fim de
completar a carga horária total estabelecida faz-se necessário o compto de 300
horas de Atividades Complementares.
Destaca-se, outrossim, além da intensidade da carga e da flexibilidade
propostas, a perspectiva da abordagem inter e transdisciplinar dos fenômenos
inerentes as relações internacionais, reforçando-se a perspectiva de que se
tratam de fenômenos juridico-políticos, para os quais se procura permear
contribuições destas duas áreas do conhecimento, sem prejuízo das necessárias
abordagens de outras ciências, notadamente as demais ciências sociais, assim
como a Economia. Ressalta-se, neste particular, a opção pelo resgate da missão
das faculdades de Direito, ao final do império, que chegaram a possuir uma
conformação que admitia habilitação específica relacionada as questões
internacionais, distinta daquela destinada aos juízes, promotores e advogados.
Nesta perspectiva, e dando especial atenção aos fundamentos supra
expostos, o curso está dividido em seis núcleos pedagógicos, a saber:
a) Núcleo de formação Específica, que contempla obrigatórias disciplinas
específicas das Relações Internacionais, onde os conceitos e as categorias
empregadas nesse campo de estudo são ministradas, num total de 480 horas,
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distribuídas em 12 disciplinas de 60 horas, assim nominadas: Teoria Geral das
Relações Internacionais I e II;. Relações Internacionais e Política Externa I e
II., História das Relações Internacionais I e II; Contexto Internacional
Contemporâneo; Contextos Internacionais Comparados;
b) Núcleo de formação específica interdisciplinar e de formação auxiliar
e correlata, que contempla disciplinas obrigatórias de suporte diretamente
correlatas a matérias de formação básica das áreas no âmbito das quais os
fenômenos internacionais se manifestam, bem como as formação específica de
caráter proeminentemente interdisciplinar, num total de 1320 horas,
distribuídas em 22 disciplinas de 60 horas, assim nominadas: Fundamentos
Jurídico-Políticos do Estado I e II; Instituições Jurídico-Políticas
Constitucionais I e II; Instituições Jurídico-Políticas de Direito Público I e II;
Instituições Jurídico-Políticas de Direito Privado; Fundamentos Jurídico-
Políticos da Integração; Fundamentos de Direito Internacional Privado;
Direitos humanos e sistemas de justiça internacional; Fundamentos de Direito
Internacional Público; Diplomacia; Tratados Internacionais; Organizações
Internacionais; Metodologia da Pesquisa em Relações Internacionais; Relações
Internacionais e Sociedade; Introdução à Economia; Métodos de Análise
Econômica; Macroeconomia; Economia Brasileira; Introdução ao comércio
exterior; Economia Internacional;
c) Núcleo de Disciplinas Optativas, onde devem ser eleitas no mínimo
600 horas (40 créditos), a partir de um elenco variado de disciplinas optativas,
todas referidas nos Anexos I e II;
d) Núcleo de Atividades Complementares onde devem ser cumpridas
pelo estudante pelo menos 300 horas, abrangendo um variado leque de opções
formativas, cada uma das quais limitadas em até 120 horas, nos termos do
regulamento próprio aprovado pelo órgão competente, entre as quais a
realização de Estágio Supervisionado Externo (relacionado a área
internacional); disciplinas optativas além da carga mínima (abrangendo
disciplinas do próprio curso ou de outros) , cursos livres, inclusive de idiomas,
atuação em projetos de pesquisa ou de extensão, publicação de artigos,
participação em eventos, etc.
e) Núcleo de produção científica, abrangendo as disciplinas obrigatórias
de Pesquisa em Relações Internacionais I (60 horas), onde é desenvolvido e
aprovado o Projeto de Monografia de Conclusão de Curso e Pesquisa em
Relações Internacionais II (120 horas), onde ocorre o desenvolvimento e a
redação de monografia de final de curso, orientada por professor vinculado
ao curso, a qual, nos termos do regulamento próprio aprovado pelo órgão competente,
é avaliada por banca examinadora constituída especificamente para esse fim.
f) Núcleo de línguas estrangeiras, onde devem ser cumpridas pelo
estudante 240 horas (16 créditos) abrangendo quatro disciplinas de línguas
estrangeiras, dentre as opções oferecidas pelo curso, nos termos da grade
curricular e ementário. A Coordenação do Curso, nos termos de regulamento
que fixar, poderá realizar aproveitamento de estudos já realizados e
competências e habilidades demonstradas, em relação a quaisquer dos idiomas
e respectivas disciplinas, para fins de dispensar os estudantes do cumprimento
da carga horária aqui referida.
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1.7 Quadro de Sequência Lógica QSL
O QSL conta no Anexo I da presente proposta.
1.8 Quadro resumo de carga horária*:
Componente Curricular Carga Créditos
Horária
(em horas)
Disciplinas Obrigatórias 2220 148
Disciplinas Optativas Gerais (carga mínima a ser eleita) 600 40
Atividades Complementares (carga mínima a ser eleita) 300
Carga Horária Total (mínima para formação) 3120 188
1.9 Descrição das disciplinas obrigatórias
Disciplina: TEORIA GERAL DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS I
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Principais conceitos no estudo das Relações Internacionais. Atores e agentes que
atuam no cenário global. O pensamento dos clássicos sobre relações internacionais. Os
liberais-internacionacionalistas e o problema da paz. Características do meio internacional.
Principais fenômenos e aspectos que norteiam contexto das relações internacionais. O
debate metodológico e a constituição das Relações Internacionais como ciência social.
Equivalência: (nome e código da disciplina equivalente).
Bibliografia Básica
WALTZ, Kenneth N. O homem, o estado e a guerra : uma análise teórica = Man, the state
and war : a theoretical analysis. Tradução Adail Ubirajara Sobral; revisão da tradução
Marina Appenzeller. São Paulo : Martins Fontes, 2004.
PECEQUILO, Cristina Soreanu. Manual do candidato : política internacional. Brasília :
Fundação Alexandre de Gusmão, 2012.
JACKSON, Robert. SORENSEN, Georg. Introdução às relações internacionais : teorias e
abordagens. Tradução: Bárbara Duarte, Revisão técnica Arthur Ituassu. Rio de janeiro :
Zahar, 2007.
MORGENTHAU, H. A política entre as nações: a luta pelo poder e pela paz. Tradução:
Oswaldo Biato da edição revisada por Kenneth W. Thompson, prefácio Ronaldo M.
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Sardenberg. São Paulo : Imprensa Oficial do Estado, 2003.
Bibliografia complementar
LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. T radução Julio Fischer. São Paulo : Martins
Fontes, 1998.
KANT, Immanuel. À paz perpétua. Tradução de Marco A. Zingano. Porto Alegre : L&PM,
1989.
HOBBES, Thomas. Leviatã ou matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil .
Tradução de Rosina D'Angina; consultor jurídico, Thélio de Magalhães. São Paulo: Martin
Claret, 2009.
Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DO ESTADO I
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Conceito e fundamentos da ciência política. Ciência política e teoria do Estado.
Evolução histórica do pensamento político. Nação e Estado. Conceito, origem e extinção do
Estado. Elementos e conformações do estado contemporâneo Teorias justificativas do
Estado. Formas e regimes de governo e de Estado. Sistemas representativos. Sistemas
eleitorais. Divisão de poderes no Estado. Relações entre movimentos sociais, política,
Estado e direito.
Bibliografia Básica
KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. Tradução João Baptista Machado. São Paulo :
Martins Fontes, 2012.
BONAVIDES, Paulo. Ciência política. São Paulo : Malheiros, 2012.
DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de teoria geral do Estado. São Paulo : Saraiva,
2013.
Bibliografia complementar
SCHUMPETER, Joseph A. Capitalismo: socialismo e democracia. Introdução de Tom
Bottomore; tradução Sergio Góes de Paula. Rio de Janeiro : Zahar, 1984.
LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. Tradução Julio Fischer. São Paulo : Martins
Fontes, 1998.
WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. Tradução Jean Melville. São Paulo :
Martin Claret, 2004.
Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
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Ementa: Epistemologia do Pensamento Científico. Elaboração de projetos de pesquisa e de
extensão. Relatórios de pesquisa e de extensão jurídicas e suas especificidades. Etapas da
pesquisa. Produção Científica. Pesquisa em relações internacionais.
Bibliografia Básica
KAPLAN, Abraham. A conduta na pesquisa: metodologia para as ciencias do
comportamento. Sao Paulo : E.P.U.: EDUSP, 1975.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do
trabalho científico. Belo Horizonte : Interlivros, 1977.
NIDELCOFF, Maria Teresa. A escola e a compreensao da realidade : ensaio sobre a
metodologia das ciencias [Link]ção de Marina C. Celidonio. "Sao Paulo :
Brasiliense, 1987.
LAVILLE, Christian. DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Revisão técnica e adaptação da obra: Lana Mara Siman.
Porto Alegre : ARTMED, 1999.
NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Elaboração de projetos de pesquisa : monografia,
dissertação, tese e estudo de caso, com base em metodologia científica. São Paulo :
Cengage Learning, 2012.
Bibliografia complementar
CARVALHO, Maria Cecilia M. de. (org) Construindo o saber: metodologia cientifica,
fundamentos e tecnicas. Campinas : Papirus, 1994.
SALOMON, Delcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de
trabalho cientifico. "Belo Horizonte : Interlivros, 1978.
MUNARI, Bruno.¿Como nacen los objetos?: apuntes para una metodología proyectual.
Barcelona : Gustavo Gili, 2011.
Disciplina: ESPANHOL PARA FINS ESPECÍFICOS I
Lotação: ILA
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Introdução ao conhecimento básico em língua espanhola: revisão de textos, estudo
das situações prático-discursivas da língua estrangeira voltado para as relações
internacionais.
Bibliografia Básica
ARAUS, María Luz Gutiérrez. Problemas fundamentales de la gramática del español como
2/L /. Madrid : Arco/Libros, 2007.
MORENO, Concha. Gretel M. FERNÁNDEZ , Eres. Gramática contrastiva del español
para brasileño. Revisón Ana Lúcia Esteves dos Santos. Madri : Sociedad General Española
de Libreria, 2007.
Real Academia Española. Ortografía de la lengua española . Asociación de Academias de la
Lengua Española. Madrid : Real Academia Española, 2010.
BRISOLARA , Luciene Bassols. SEMINO, María Josefina Israel. ¿Cómo pronunciar el
español? : la enseñanza de la fonética y la fonología para brasileños : ejercicios práticos.
Campinas, SP : Pontes, 2014.
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Bibliografia complementar
LA LOSA, Maria del Carmen Marcos de. RODRÍGUEZ , Maria Rosario Obra. Punto final :
curso superior E.L.E. Madrid : Edelsa, 1997.
Comisión Interacadémica. Nueva gramática de la lengua española. V. 2. Madrid:
Asociación de Academias de la Lengua Española, 2009.
Comisión Interacadémica. Nueva gramática de la lengua española. V. 1. Madrid:
Asociación de Academias de la Lengua Española, 2009.
Disciplina: INTRODUÇÃO À ECONOMIA
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: A economia como ciência. Conceito e metodologia da ciência econômica. Leis
Econômicas. Valor. Preço. Mercado. Oferta. Demanda. Curvas e Elasticidade. Preço de
equilíbrio. A atividade econômica. Capitalismo. Socialismo. Estado e intervenção na
atividade econômica. Política Econômica. Balança comercial. Balanço de pagamentos.
Movimentos internacionais de capital. Atividade econômica: realização. O setor privado. O
setor público.
Bibliografia Básica
MANKIW , N. Gregory. Introdução a economia . Tradução Allan Vidigal Hastings, Elisete
Paes e Lima, EZ2 Translate. São Paulo : Cengage Learning, 2013.
PINDYCK, Robert S RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia . Revisão técnica Julio
Manuel Pires, Edgard Monforte Merlo. São Paulo : Pearson, 2013.
MANKIW , N. Gregory. Macroeconomia. Tradução Ana Beatriz Rodrigues. Rio de Janeiro
: LTC, 2015.
Introdução à economia . Organizadores Diva Benevides Pinho, Marco Antonio Sandoval de
Vasconcellos e Rudinei Toneto Jr.; Amaury Patrick Gremaud... [et al.]. São Paulo : Saraiva,
2011.
VASCONCELLOS , Marco Antonio Sandoval de. Economia : micro e macro. São Paulo :
Atlas, 2015.
Bibliografia complementar
BOYES, William. MELVIN, Michael. Introdução à economia. São Paulo : Ática, 2006.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. OLIVEIRA, Roberto Guena de.
BARBIERI, Fabio. Manual de microeconomia. São Paulo : Atlas, 2011.
WESSELS, Walter J. Economia. Tradução Fernando Cardoso Cotelo, Daniel Puglia. São
Paulo : Saraiva, 2010.
Disciplina: HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS I
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
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Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Fundamentos teóricos das relações internacionais. Relações entre os Estados e os
povos e entre os indivíduos que compõem tais povos, intercâmbio de produtos e de serviços,
troca de idéias, jogo de influências recíprocas entre as formas de civilização, manifestações
de simpatias ou de antipatias. Contexto internacional do século XIX, a preeminência
britânica. Relações internacionais brasileiras e uruguaias no século XIX.
Bibliografia Básica
MAGNOLI, Demétrio. História das guerras. São Paulo : Contexto, 2006. -
HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: Europa 1789-1848. Tradução de Maria Tereza
Lopes Teixeira, Marcos Penchel.
BARRETTO, Margarita. BURGOS, Raúl. FRENKEL, David. Turismo, políticas públicas e
relações internacionais. Campinas, SP : Papirus, 2003.
SARAIVA, José Flávio Sombra. (org) História das relações internacionais contemporâneas
: da sociedade internacional do século XIX à era da globalização. São Paulo: Saraiva, 2008.
MOREIRA, Luiz Felipe Viel. QUINTEROS, Marcela Cristina. SILVA, André Luiz Reis
da. As relações internacionais da América Latina. Petrópolis, RJ : Vozes, 2010.
Bibliografia complementar
ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Tradução Ruy Jungmann; revisão e apresentação
de Renato Janine Ribeiro. V. 2. Rio de Janeiro : Zahar, 1990-1993.
ANDERSON, Perry. Linhagens do estado absolutista. Tradução de João Roberto Martins
Filho. São Paulo : Brasiliense, 2004.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo : EDUSP, 2010.
Disciplina: TEORIA GERAL DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: TEORIA GERAL DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
Ementa: As teorias das Relações Internacionais: origens clássicas e o século XX. O
Realismo Político. O Liberalismo, o Idealismo e a Interdependência. O Marxismo e as
Visões Críticas. A teoria dos regimes internacionais e a cooperação. A questão das Relações
Étnico-Raciais no contexto das relações internacionais. As questões ambientais no cenário
das relações internacionais.
Bibliografia Básica
WIGHT, Martin. A politica do poder. Prefacio Henrique Altemani de Oliveira; tradução
Carlos Sergio Duarte. "Brasilia : Ed. da UnB, Instituto de Pesquisa de Relacoes
Internacionais. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002.
WALTZ, Kenneth N. O homem, o estado e a guerra : uma análise teórica = Man, the state
and war : a theoretical analysis. Tradução Adail Ubirajara Sobral; revisão da tradução
Marina Appenzeller. São Paulo : Martins Fontes, 2004.
WEFFORT, Francisco C.(org) Os classicos da politica. Editado por Antonio Paulos. "Sao
Paulo : Atica, 2008.
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Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
BULL, Hedley. A sociedade anárquica : um estudo da ordem política mundial. Prefácio de
Williams Gonçalves, tradução Sérgio Bath. Brasília : Ed. da UNB, 2002.
JACKSON, Robert. SORENSEN, Georg. Introdução às relações internacionais: teorias e
abordagens. Tradução: Bárbara Duarte, Revisão técnica Arthur Ituassu. Rio de janeiro :
Zahar, 2007.
Bibliografia complementar
DEUTSCH, Karl. Analise das relacoes internacionais. Tradução de Maria Rosinda Ramos
Silva. Brasilia: Ed. da UnB, 1982.
OLIVEIRA, Odete Maria de. Relacoes internacionais: estudos de introdução. "Curitiba :
Jurua, 2006.
SARAIVA, José Flávio Sombra. (org.) História das relações internacionais
contemporâneas: da sociedade internacional do século XIX à era da globalização. São Paulo
: Saraiva, 2008. -
Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DO ESTADO II
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DO ESTADO I
Ementa: A cidadania contemporânea. Estado constitucional. Conceito, objeto e fontes e
bases do Direito Constitucional. Teoria das normas constitucionais. Histórico do
constitucionalismo internacional e brasileiro. A questão das Relações Étnico-Raciais no
contexto dos Estados e das constituições. Poder constituinte e poder de reforma. Mutações
constitucionais. Sistemas Constitucionais contemporâneos. Estruturas constitucionais
comparadas. Supremacia jurídica da Constituição. Interpretação e aplicabilidade das normas
constitucionais. Normas constitucionais e sistemas de controle de constitucionalidade.
Bibliografia Básica
MENDES, Gilmar Ferreira. COELHO, Inocêncio Mártires. BRANCO, Paulo Gustavo
Gonet. Curso de direito constitucional. São Paulo : Saraiva ; [Brasília ]: IDP, 2010. -
BARROSO, Luís Roberto. Curso de direito constitucional contemporâneo : os conceitos
fundamentais e a construção do novo modelo. São Paulo : Saraiva, 2010.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. São Paulo :
Saraiva, 2012.
Bibliografia complementar
CANOTILHO , J. J. Gomes Direito constitucional e teoria da constituição. Coimbra :
Almedina, 20--.
SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. São Paulo : Malheiros,
2012.
SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais: uma teoria geral dos
direitos fundamentais na perspectiva constitucional. Porto Alegre : Livraria do Advogado,
2012.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS E SOCIEDADE
Lotação: FADIR
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Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Fundamentos do conhecimento sociológico. Perspectivas sociológicas das
principais escolas sociológicas. Sociedade Nacional e Internacional. Distribuição espacial
da população no Brasil e no mundo. Os grandes movimentos migratórios internacionais e
intranacionais. Multiculturalismo, diversidade e pluralismo. Sociedade e Relações
Internacionais. A História e a Cultura Afro-Brasileira, e Africana no contexto das relações
internacionais. As questões ambientais no contexto da sociedade de risco.
Bibliografia Básica
Auguste Comte: sociologia. organizador Evaristo de Moraes Filho ; coordenador Florestan
Fernandes. São Paulo: Atica, 1989.
VIZENTINI, Paulo G. Fagundes. A nova ordem global : relacoes internacionais do seculo
20 : quarta parte. Porto Alegre : Ed. da UFRGS, 1996.
DURKHEIM, Émile. As regras do metodo sociológico. Tradução de Pietro Nassetti. São
Paulo : Martin Claret, 2001.
BOTTOMORE, T. B. Introducao a sociologia. Traducao de Waltensir Dutra; revisao
tecnica Otavio Guilherme Velho. "Rio de Janeiro : Zahar, 1970.
MARX, Karl. O capital: crítica da economia política; tradução de Reginaldo Sant'Anna.
Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 2012.
Bibliografia complementar
MARX, Karl. ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã: critica da mais recente filosofia
alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em
seus diferentes profetas : 1845 – 1846. Tradução Rubens Enderle, Nélio Schneider, Luciano
Cavini Martorano; texto final Rubens Enderle. São Paulo : Boitempo, 2007.
SARAIVA, José Flávio Sombra (org.). História das relações internacionais
contemporâneas: da sociedade internacional do século XIX à era da globalização. São Paulo
: Saraiva, 2008. -
LOHBAUER, Christian. História das relações internacionais II: o século XX: do declínio
europeu à Era Global. Petrópolis, RJ : Vozes, 2008.
Disciplina: MÉTODOS DE ANÁLISE ECONÔMICA
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: INTRODUÇÃO À ECONOMIA
Ementa: Abordagem teórica de modelos de análise econômica. Métodos de análise
econômica. Estruturas funcionais aplicáveis a estudos econômicos. Análise insumo-produto.
Organização e estruturação de dados. Medidas e indicadores de análises econômicas.
Exemplos aplicados.
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Bibliografia Básica
FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. Tradução
de Claus Ivo Doering. Porto Alegre : Bookman, 2006.
SIMON, Carl. BLUME, Lawrence. Matemática para economistas. Ttradução Claus Ivo
Doering. Porto Alegre : Bookman, 2004.
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. Traducão Luciana do Amaral Teixeira. São Paulo
: Pearson Prentice Hall, 2011.
PINDYCK, Robert S. RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. Revisão técnica Julio
Manuel Pires, Edgard Monforte Merlo. São Paulo: Pearson, 2013.
WOOLDRIDGE, Jeffrey M. Introdução à econometria: uma abordagem moderna. Tradução
José Antônio Ferreira; revisão técnica Galo Carlos Lopez Noriega. São Paulo : Cengage
Learning, 2011.
Bibliografia complementar
MORGADO, Augusto Cesar de Oliveira. Análise combinatória e probabilidade: com as
soluções dos exercícios /... [et al.]. Rio de Janeiro : SBM, 2006.
HOFFMANN, Rodolfo. Estatistica para economistas. Sao Paulo : Pioneira Thomson
Learning, 2006. -
EHRLICH, Pierre Jacques. MORAES, Edmilson Alves de. Engenharia econômica:
avaliação e seleção de projetos de investimento. São Paulo : Atlas, 2005.
Disciplina: ESPANHOL PARA FINS ESPECÍFICOS II
Lotação: ILA
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: ESPANHOL PÁRA FINS ESPECÍFICOS I
Ementa: Aprimoramento do estudo das estruturas linguísticas por meio das habilidades
léxicas, fonológicas e sintáticas. Aperfeiçoamento da competência comunicativa em nível
básico, atendendo às especificidades acadêmico-profissionais da área de relações
internacionais e abordando aspectos sócio-culturais da língua espanhola. Práticas de leitura
e interpretação de textos simples e breves da área de atuação do profissional.
Bibliografia Básica
ARAUS, María Luz Gutiérrez. Problemas fundamentales de la gramática del español como
2/L . Madrid: Arco/Libros, 2007.
BRISOLARA Luciene Bassols. SEMINO, María Josefina Israel. ¿Cómo pronunciar el
español?: la enseñanza de la fonética y la fonología para brasileños : ejercicios práticos.
Campinas, SP : Pontes, 2014.
Bibliografia complementar
MORENO, Concha. FERNÁNDEZ, Gretel M. Eres Gramática contrastiva del español para
brasileños. Revisón Ana Lúcia Esteves dos Santos. Madri : Sociedad General Española de
Libreria, 2007.
Real Academia Española. Ortografía de la lengua española. Asociación de Academias de la
Lengua Española. Madrid : Real Academia Española, 2010.
LOSA, Maria del Carmen Marcos de La. RODRÍGUEZ, Maria Rosario Obra. Punto final :
curso superior E.L.E Madrid : Edelsa, 1997.
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Disciplina: HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS I
Ementa: Estudo, no campo das interações entre as nações, das condições históricas e
geográficas, os movimentos demográficos, os interesses econômicos e financeiros, os traços
da mentalidade coletiva, as grandes correntes sentimentais, as forças profundas que
formaram o quadro das relações entre os grupos humanos e, em grande parte, lhes
determinaram o caráter. Contexto internacional do século XX – a hegemonia norte-
americana. Relações internacionais brasileiras e uruguaias no século XX.
Bibliografia Básica
HOBSBAWM, Eric J. A era dos impérios : 1875-1914. Tradução Sieni Maria Campos e
Yolanda Steidel Toledo. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1988.
DUROSELLE, J. B. A Europa de 1815 aos nossos dias: (vida política e relações
internacionais). Tradução de Olívia Krähenbühl. São Paulo : Pioneira, 1985. -
MANDEL, Ernest. O significado da segunda guerra mundial. Tradução de Lolio Lourenco
de Oliveira. "Sao Paulo : Atica, 1989.
HOBSBAWM, Eric J. Era dos extremos : o breve século XX (1914-1991). Tradução
Marcos Santarrita; revisão técnica Maria Celia Paoli. São Paulo : Companhia das Letras,
1995.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. História do século XX. Porto Alegre : Novo Século, 2000.
Bibliografia complementar
VIZENTINI, Paulo F. A crise dos anos 20 : conflitos e transição. Porto Alegre : Ed. da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1992.
VIZENTINI, Paulo F. Oriente Médio e Afeganistão : um século de conflitos. Porto Alegre :
Leitura XXI, 2002. -
Ministério das Relações Exteriores. Brasil-Uruguai : os próximos 20 anos. Rio de Janeiro :
Fundação Alexandre Gusmão, 2011.
Disciplina: CONTEXTO INTERNACIONAL CONTEMPORÂNEO
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: TEORIA GERAL DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
Ementa: O Pós - Guerra Fria e suas Interpretações e Hipóteses (1989/2012). O Fim da
História, a Nova Ordem Mundial e o Momento Unipolar. A Globalização e a
Regionalização. A Desordem, o Choque das Civilizações e um Outro Mundo Possível. A
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Multipolaridade, a Desconcentração de Poder e a Não Polaridade. Problemas ambientais
globais e principais desdobramentos.
Bibliografia Básica
HAESBAERT, Rogério. PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem
mundial. São Paulo : UNESP, 2005.
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). Tradução Marcos
Santarrita; revisão técnica Maria Celia Paoli. São Paulo : Companhia das Letras, 1995.
BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Tradução de Marcus
Penchel. Rio de Janeiro : Jorge Zahar, 1999.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. Dez anos que abalaram o século XX: política internacional
de 1989 a 1999. Porto Alegre : Novo Século, 1999.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. A guerra fria : o desafio socialista à ordem americana. Porto
Alegre : Leitura XXI, 2004.
Bibliografia complementar
VIZENTINI, Paulo Fagundes. Da guerra fria a crise (1945-1990): as relacoes internacionais
contemporaneas. Porto Alegre : UFRGS, 1990
VIZENTINI, Paulo Fagundes. A nova ordem global: relacoes internacionais do seculo 20:
quarta parte.
LIPOVETSKY, Gilles. SERROY, Jean. A tela global: mídias culturais e cinema na era
hipermoderna. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre : Sulina, 2009.
Disciplina: INSTITUIÇÕES JURIDICO-POLÍTICAS CONSTITUCIONAIS I
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DO ESTADO II
Ementa: Princípios fundamentais. Dos direitos e garantias fundamentais na Constituição
federal de 1988. Direitos sociais. Nacionalidade e Direitos Políticos.
Bibliografia Básica
TAVARES, André Ramos. Curso de direito constitucional. Sao Paulo : Saraiva, 2009. -
CHIMENTI, Ricardo Cunha. [et al] Curso de direito constitucional. São Paulo : Saraiva,
2010.
BARROSO, Luís Roberto. Curso de direito constitucional contemporâneo: os conceitos
fundamentais e a construção do novo modelo.
MORAES. Alexandre de. Direito constitucional. São Paulo : Atlas, 2005.
Bibliografia complementar
SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais : uma teoria geral dos
direitos fundamentais na perspectiva constitucional. Porto Alegre : Livraria do Advogado,
2010.
ALEXY, Robert. Teoria dos direitos fundamentais. Tradução de Virgílio Afonso da Silva.
São Paulo : Malheiros, 2008.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. São Paulo:
Saraiva, 2012.
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Disciplina: FUNDAMENTOS DE DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DO ESTADO II
Ementa: Fundamentos do Direito Internacional Público Contemporâneo. Teorias e
Histórico. Direitos e Deveres do Estado na Ordem Internacional. Fontes do Direito
Internacional Público. Sujeitos de Direito Internacional Público. Conflitos Internacionais e
Meios de Solução de Conflitos. Jurisdição Internacional. Territorialidade internacional.
Navios e aeronaves. Nacionalidade.
Bibliografia Básica
MELLO, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional publico. V. 1. Rio de
Janeiro : Renovar, 1992.
MELLO, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional publico. V. 2. Rio de
Janeiro : Renovar, 1992.
REZEK, Francisco. Direito internacional público: curso elementar.
DEL'OLMO, Florisbal de Souza. Curso de direito internacional publico. Rio de Janeiro :
Forense, 2011.
MAZZUOLI, Valerio de Oliveira. Curso de direito internacional público. São Paulo :
Revista dos Tribunais, 2015.
Bibliografia complementar
DINH, Nguyen Quoc. DAILLIE, Patrick R. PELLET, Alain. Direito internacional publico.
Tradução de Vitor Marques Coelho. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2003.
HUSEK, Carlos Roberto. Curso de direito internacional público. Sao Paulo : LTR, 2007.
XAVIER, Yanko Marcius de Alencar. OLIVEIRA, Rosenite Alves de. MENDONÇA,
Fabiano André de Souza. SENA JÚNIOR, Roberto Di. (orgs) Desafios contemporâneos do
direito internacional. Natal, RN : EDUFRN: Konrad Adenauer Stiftung, 2006.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS E POLÍTICA EXTERNA I
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: TEORIA GERAL DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
Ementa: Fundamentos históricos da política externa do Brasil. A participação diplomática
na formação do espaço nacional. História Diplomática do Brasil independente. Papel do
Estado brasileiro e dos principais atores brasileiros no cenário internacional.
Bibliografia Básica
CERVO, Amado Luiz. BUENO, Clodoaldo. A política externa brasileira: 1822-1985. São
Paulo: Ática, 1986.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo : EDUSP, 2010. -
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MENDONÇA, Renato. História da política exterior do Brasil : do período colonial ao
reconhecimento do império (1500-1825). Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2013.
JACKSON, Robert. SORENSEN, Georg. Introdução às relações internacionais: teorias e
abordagens. Tradução: Bárbara Duarte, Revisão técnica Arthur Ituassu. Rio de janeiro:
Zahar, 2013.
Bibliografia complementar
LIGIÉRO, Luiz Fernando. A autonomia na política externa brasileira - a política externa
independente e o pragmatismo responsável: momentos diferentes, políticas semelhantes?
Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.
REMOND, Rene. (org) Por uma historia politica. Organizador. Tradução Dora
Rocha. Rio de Janeiro : Ed. da UFRJ, 1996. -
SITENFUS, Ricardo. Para uma nova politica externa brasileira. Porto Alegre : Livraria do
Advogado, 1994.
Disciplina: MACROECONOMIA
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: INTRODUÇÃO À ECONOMIA
Ementa: Definição de Macroeconomia, produto agregado e outras variáveis
macroeconômicas importantes, mercado de bens, mercados financeiros, interação dos
mercados de bens e financeiros (Modelo IS-LM), mercado de trabalho, Curva de Phillips,
inflação.
Bibliografia Básica
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. Traducão Luciana do Amaral Teixeira. São
Paulo : Pearson Prentice Hall, 2011.
MANKIW, Gregory. Macroeconomia. Traduzido por Ana Beatriz Rodrigues. Rio de
Janeiro : LTC, 2015.
LOPES, Luiz Martins. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Manual de
macroeconomia. São Paulo : Atlas, 2015.
Bibliografia complementar
MANKIW, N. Gregory. Introdução a economia. Tradução Allan Vidigal Hastings, Elisete
Paes e Lima. São Paulo : Cengage Learning, 2013.
GREMAUND, Amaury Patrick. VASCONCELLOS, Marco Antonio. TONETO JÚNIOR,
Sandoval de Rudinei. Economia brasileira contemporânea. São Paulo: Atlas, 2014.
PAULANI, Leda Maria. BOBIK, Márcio. A nova contabilidade social: uma introdução à
macroeconomia. Braga. São Paulo: Saraiva, 2012.
Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL: LEITURA E ESCRITA
Lotação: ILA
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
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Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Uso de estratégias de leitura de textos autênticos de gêneros não-acadêmicos
diversos; uso de estratégias de leitura de textos autênticos de gêneros acadêmicos;
compreensão geral e detalhada de textos autênticos, com ênfase na conscientização dos
processos envolvidos na leitura em língua adicional; ensino de uma gramática mínima do
texto, voltada à compreensão de textos de gêneros complexos e produção de textos de
gêneros simples; ensino de estratégias básicas de tradução de citações; estudo de
vocabulário específico da área de inglês voltado ao campo de Relações Internacionais e
Comércio Exterior, bem como ao mundo do negócios e do trabalho.
Bibliografia Básica
MICHAELIS, H. Dicionário prático: inglês-português; português-inglês. São Paulo:
Melhoramentos, 1987.
NEGRI, Paul. Great american short stories. New York : Dover Publications, 2002.
LATHAM-KOENIG, Christina. OXENDEN, Clive. SELIGSON, Paul. American english
file. 1B. New York: Oxford University Press, 2013.
LATHAM-KOENIG, Christina. OXENDEN, Clive. SELIGSON, Paul. American english
file. 2A. New York: Oxford University Press, 2013.
LATHAM-KOENIG, Christina. OXENDEN, Clive. SELIGSON, Paul. American english
file. 2B. New York: Oxford University Press, 2013.
Bibliografia complementar
THOMSON, A.J. MARTINET, A.V. A practical english grammar. New York: Oxford
University, 1986.
HARDING, Keith. English for specific purposes. Oxford: University Press, 2007.
MCCARTHY, Michael. O'DELL, Felicity. English collocations in use: Intermediate: how
words work together for fluent and natural english: self-study and classroom use.
Disciplina: CONTEXTOS INTERNACIONAIS COMPARADOS
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DO ESTADO II
Ementa: As questões metodológicas em política comparada. A América Latina como
objeto de estudo comparado; Regimes políticos na América Latina. Formas de governo na
América Latina. Corporativismos e fenômenos populistas.
Bibliografia Básica
HAESBAERT, Rogério. PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem
mundial. São Paulo : UNESP, 2005.
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos : o breve século XX (1914-1991). Tradução Marcos
Santarrita; revisão técnica Maria Celia Paoli. São Paulo : Companhia das Letras, 1995.
BAUMAN, Zygmunt. Globalização : as consequências humanas. Tradução de Marcus
Penchel. Rio de Janeiro : Jorge Zahar, 1999.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. Dez anos que abalaram o século XX : política internacional
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de 1989 a 1999. Porto Alegre : Novo Século, 1999.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. A guerra fria: o desafio socialista à ordem. Porto Alegre:
Leitura XXI, 2004.
Bibliografia complementar
VIZENTINI, Paulo Fagundes. Da guerra fria a crise (1945-1990) : as relacoes
internacionais
Contemporaneas. Porto Alegre : UFRGS, 1990
VIZENTINI, Paulo Fagundes. A nova ordem global : relacoes internacionais do seculo 20 :
quarta
parte. Porto Alegre : Ed. da UFRGS, 1996.
LIPOVETSKY, Gilles. SERROY, Jean. A tela global : mídias culturais e cinema na era
hipermoderna. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre : Sulina, 2009.
Disciplina: INSTITUIÇÕES JURIDICO-POLÍTICAS CONSTITUCIONAIS II
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: INSTITUIÇÕES JURIDICO-POLÍTICAS CONSTITUCIONAIS I
Ementa: Organização do Estado. Organização dos poderes. Controle de
constitucionalidade. Defesa do Estado e das Instituições democráticas. Tributação e
orçamento. Ordem econômica e financeira. Ordem social. O Direito ao Meio Ambiente.
Disposições gerais e transitórias.
Bibliografia Básica
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito constitucional. São Paulo: Saraiva, 2001.
TAVARES, André Ramos. Curso de direito constitucional. São Paulo: Saraiva, 2010.
SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais : uma teoria geral dos
direitos fundamentais na perspectiva constitucional. Porto Alegre : Livraria do Advogado,
2012.
Bibliografia complementar
MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. São Paulo : Atlas, 2012.
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de direito constitucional. Sao Paulo :
Saraiva, 2012.
MENDES, Gilmar Ferreira. BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de direito
constitucional. São Paulo : Saraiva, 2012.
Disciplina: TRATADOS INTERNACIONAIS
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FUNDAMENTOS DE DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
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Ementa: O fenômeno convencional: desenvolvimento histórico. Definição e classificação.
Convenções internacionais sobre Direito dos Tratados. Celebração de Tratados. Vigência e
abrangência dos tratados. Expressão do consentimento no plano internacional e no Direito
interno. Efeitos do Tratado em vigor. Observância, aplicação, emendas e modificação dos
Tratados. Classificação e espécies dos Tratados Internacionais. Internalização dos tratados
de direitos humanos a partir da EC 45/2004 no ordenamento brasileiro. Supralegalidade e
infraconstitucionalidade. Controle de convencionalidade. Interpretação. Extinção. Panorama
Geral dos Tratados celebrados pelo Brasil. Tratados ambientais internacionais.
Bibliografia Básica
MUZZI, Carolina Laboissiere. AMARAL, Júlia Soares. CARDOSO, Loni Melillo. A
convenção de Viena sobre o direito dos tratados (1969). Curitiba : Juruá, 2013.
REZEK, Francisco. Direito internacional público : curso elementar. São Paulo : Saraiva,
2014.
MAZZUOLI, Valerio de Oliveira. Curso de direito internacional público. São Paulo :
Revista dos Tribunais, 2015.
MAZZUOLI, Valerio de Oliveira. Direito dos tratados. Rio de Janeiro : Forense, 2014.
Bibliografia complementar
SILVA , Roberto Luiz. Direito internacional público. Belo Horizonte: Del Rey, 2008.
NETO, Jose Cretella. Coletanea de tratados e normas internacional. Rio de Janeiro :
Forense, 2006.
Aprovação de tratados internacionais pelo Brasil : possíveis opções para acelerar o seu
processo / GABSCH, Rodrigo D'Araujo. Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2010.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS E POLÍTICA EXTERNA II
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: RELAÇÕES INTERNACIONAIS E POLÍTICA EXTERNA I
Ementa: Bases históricas da política externa brasileira. Paradigmas dominantes na Guerra
Fria. Sistema político brasileiro e política externa. Paradigmas contemporâneos.
Regionalismo e globalização na formulação da política externa. Atores estatais e não-
estatais no processo decisório. A política externa brasileira para a proteção do meio
ambiente.
Bibliografia Básica
CERVO, Amado Luiz. BUENO, Clodoaldo. A política externa brasileira : 1822-198. São
Paulo : Ática, 1986.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2010.
LEITE, Patrícia Soares. O Brasil e a cooperação sul-sul em três momentos de politica
externa : os governos Jânio Quadros - João Goulart, Ernesto Geisel e Luiz Inácio Lula da
Silva. Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.
MENDONÇA, Renato. História da política exterior do Brasil : do período colonial ao
reconhecimento do império (1500-1825). Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2013.
MOURA, Gerson. Brazilian foreign relations: 1939-1950 : the changing nature of Brazil-
United States relations during and after the second world war. Brasília : Fundação
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Alexandre de Gusmão, 2013.
Bibliografia complementar
LIGIÉRO, Luiz Fernando. A autonomia na política externa brasileira - a política externa
independente e o pragmatismo responsável : momentos diferentes, políticas semelhantes?.
Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.
SITENFUS , Ricardo. Para uma nova politica externa brasileira. Porto Alegre : Livraria do
Advogado, 1994.
HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo : Companhia das Letras, 1995.
Disciplina: ECONOMIA INTERNACIONAL
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: MACROECONOMIA
Ementa: Evolução da economia internacional. Teoria moderna do comércio internacional.
Política comercial. Balanço de pagamentos. Sistema monetário internacional. Blocos
econômicos e organismos regionais.
Bibliografia Básica
Carvalho, Maria Auxiliadora de. SILVA, César Roberto Leite da. Economia internacional.
São Paulo : Saraiva, 2007.
KRUGMAN, Paul R. OBSTFELD, Maurice. MELITZ, Marc J. Economia internacional.
Tradução de Ana Julia Perrotti-Garcia; Revisão técnica de Rogério Mori. São Paulo :
Pearson, 2015.
MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. São Paulo : Atlas,
2014.
Bibliografia complementar
FREITAS, Sebastião Garcia de. Economia internacional: pagamentos internacionais. Sao
Paulo: Atlas, 1985. -
KINDLEBERGER, Charles P. Economia internacional. Sao Paulo : Mestre Jou, 1974.
WILLIAMSON , John. A economia aberta e a economia mundial : um texto de economia
internacional; traduzido por Jose Ricardo Brandao Azevedo. Rio de Janeiro : Campus,
1988. -
Disciplina: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA
Lotação: ILA
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Noções básicas de compreensão oral em língua inglesa; ensino de estratégias para
a compreensão de textos de gêneros orais cotidianos; ensino de estratégias para a
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compreensão de textos de gêneros orais acadêmicos; ensino de estratégias para a
compreensão de textos de gêneros orais de esferas do mundo dos negócios e do trabalho;
ensino de expressão oral em esferas cotidianas, esferas do mundo do trabalho e dos
negócios, e esferas acadêmicas; ensino de gramática aplicada aos textos estudados e de
vocabulário pertinente à área de Relações Internacionais e emergentes dos textos; ensino e
prática de aspectos fonéticos e fonológicos da língua inglesa.
Bibliografia Básica
FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social . Brasília : Ed. da Universidade de
Brasília, 2001.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. [et al.] Investigando a relação oral/escrito e as teorias de
letramento /; Inês Signorini (org.). São Paulo : Mercado das Letras, 2001.
WILLIAMS, Erica J. Presentations in english: find your voice as a presenter. Oxford :
Macmillan, 2008.
PENRUDDOCKE, Andrea. WARNASCH, Christopher A. English for the real world.
United States of America : Living Language, 2004.
Bibliografia complementar
MARQUES, Mario Osorio. A aprendizagem na mediação social do aprendido e da
docência. Ijuí : Inijuí; Brasilia : INEP, 2006.
SWEENEY, Simon. Communicating in business : a short course for business english
students : cultural diversity and socializing, using the telephone, presentations, meetings and
negotiations. New York : Cambridge University Press, 2001.
DIGNEN, Bob. FLINDERS, Steve. SWEENEY , Simon. For work and life english 365.
Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
Disciplina: INTRODUÇÃO AO COMÉRCIO EXTERIOR
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Macroeconomia
Ementa: Conceitos em Comércio Exterior. Estrutura do Comércio Exterior Brasileiro.
Noções sobre a moeda e o mercado cambial. Noções de transportes e seguros
internacionais. Exportação. Importação.
Bibliografia Básica
CARVALHO, Maria Auxiliadora de. SILVA, Cesar Roberto Leite da. Economia
internacional. São Paulo: Saraiva, 2007.
DIAS, Reinaldo. BORTOTO, Artur César. (orgs). Comércio exterior: teoria e gestão. São
Paulo: Atlas, 2012.
VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. São Paulo : Atlas, 2015.
Bibliografia complementar
SOUSA, José Meireles de. Fundamentos do comércio internacional. São Paulo: Saraiva,
2009.
MANKIW. Gregory N. Introdução a economia. São Paulo: Cengage Learning, c2013.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Inserção internacional brasileira : temas de
economia internacional. Brasília: Ipea, 2010.
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Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICO-POLÍTICOS DA INTEGRAÇÃO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Tratados Internacionais
Ementa: Origem e contemporaneidade do fenômeno jurídico-político da integração. Blocos
regionais de integração e nova ordem [Link] tratados comunitários. Estrutura.
Personalidade jurídica. Natureza jurídica. Funções e poderes. Instituições. Panorama Geral
da Ordem jurídica. Direito comunitário e interação com os demais sistemas jurídicos.
Sistema jurídico comunitário. Processo de integração latino americano. Estudo de casos.
Novos modelos de integração regional: Alba e Unasul. Defesa dos direitos e garantias
sociais na região.
Bibliografia Básica
BALASSA, J. D. Bela. Teoria de la integración económica. México: Unión Tipográfica
Editorial Hispano-Americana, c1964.
VENTURA, Deisy. As assimetrias entre o Mercosul e a União Europeia: os desafios de uma
associação inter-regional. SP: Manole, 2003.
BERGAMASCHINE, Jamile; ORANTES, Pedro N. Direito da integração regional.
Curitiba: Juruá, 2012.
Bibliografia complementar
PABST, Haroldo. Mercosul: direito da integração. México: Fondo de Cultura Economica,
1995.
LEÃO, Bruno Guerra Carneiro. Japão, China e a integração econômica do leste asiático : o
papel de estados nacionais e redes produtivas. Brasília: Fundação Alexandre Gusmão, 2010.
MERKEL, Angela [et al] União Européia e Mercosul : dois momentos especiais da
integração regional. Rio de Janeiro: Konrad Adenauer Stiftung, 2007.
Disciplina: INSTITUIÇÕES JURÍDICO-POLÍTICAS DE DIREITO PÚBLICO I
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Instituições Jurídico-Políticas Constitucionais II
Ementa: O direito administrativo no estado constitucional. Significado político-jurídico e
sociológico do Direito Administrativo. Organização da administração pública no sistema
federativo brasileiro. Princípios do direito administrativo. Poderes-deveres da administração
pública. Atos administrativos. Licitações. Contratos Administrativos. Serviços públicos.
Agentes públicos. Servidores públicos.
Bibliografia Básica
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MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. São Paulo:
Malheiros, 2011.
MEIRELLES, Hely Lopes; ALEIXO, Délcio Balestero; FILHO BURLE, José Emmanuel.
Direito administrativo brasileiro. São Paulo : Malheiros, 2011.
Manual de direito administrativo / Alexandre Mazza. - São Paulo : Saraiva, 2014.
Bibliografia complementar
MALATESTA, Nicola Framarino Dei. A sociedade e o estado: introdução sociológica ao
estudo do direito público. Campinas: LZN, 2003.
RANGEL, Vicente Marotta. Direito e relações internacionais / textos coligidos, ordenados e
anotados. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
JÚNIOR ZIMMER. Aloísio. Curso de direito administrativo. São Paulo: Método, 2009.
Disciplina: ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Tratados Internacionais
Ementa: Personalidade, constituição e características das Organizações Internacionais.
Efeitos sucessórios de Organizações Internacionais. Evolução das Organizações
Internacionais e Formação dos Estados Nacionais. Cooperação e Conflito. Organizações
Internacionais e Cooperação Econômica. Contextualização das Organizações Internacionais
de Integração na América, Europa, África e Ásia. Panorama das Organizações
Internacionais nas quais o Brasil está inserido. As organizações internacionais e a questão
ambiental.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, Paula Wojcikiewicz; BARRETO, Rafael Zelesco. Direito das organizações
internacionais: casos e problemas. Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 2014.
REZEK, Francisco. Direito internacional público: curso elementar. São Paulo: Saraiva,
2014.
SEITENFUS. Ricardo. Manual das organizações internacionais. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 2003.
Bibliografia complementar
MOLL, Leandro de Oliveira. Imunidades internacionais: tribunais nacionais ante a realidade
das organizações internacionais. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.
PECEQUILO. Cristina Soreanu. Introdução às relações internacionais : temas, atores e
visões. Petrópolis, RJ: Vozes, [2012].
DEL'OLMO, Florisbal de Souza. Curso de direito internacional público. Rio de Janeiro :
Forense, 2011.
Disciplina: INSTITUIÇÕES JURÍDICO-POLÍTICAS DE DIREITO PRIVADO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
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Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Instituições Jurídico-Políticas Constitucionais II
Ementa: A regulação da vida civil: panorama geral. Sujeitos de Direito. Atos e Fatos
Jurídicos. Bens Públicos e Privados. Obrigações e Contratos. Responsabilidade Civil. Posse
e Propriedade. Noções de Direito de Família. Noções de Direito Sucessório. Fundamentos
do Direito Empresarial. Constituição e Extinção de Pessoas Jurídicas. Títulos de Crédito.
Noções de Direito do Trabalho
Bibliografia Básica
Direito civil brasileiro / Carlos Roberto Gonçalves. - São Paulo : Saraiva, 2014.
Instituições de direito público e privado / Sergio Pinto Martins. - São Paulo : Atlas, 2014.
Instituições de direito público e de direito privado / Ricardo Teixeira Brancato. - São Paulo
: Saraiva, 2011.
Bibliografia complementar
GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo curso de direito civil.
São Paulo : Saraiva, 2012. V.1
GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo curso de direito civil.
São Paulo : Saraiva, 2012. V.2
MAMEDE, Gladston. Manual de direito empresarial. São Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina: ECONOMIA BRASILEIRA
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Introdução a Economia
Ementa: Desenvolvimento econômico brasileiro em perspectiva histórica. Política
econômica e reformas institucionais no Brasil. Padrões de crescimento industrial e
infraestrutura. Abertura comercial, inovação e a inserção do Brasil no comércio
internacional.
Bibliografia Básica
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo: colônia. São Paulo:
Brasiliense, 1979.
BAER, Werner. A economia brasileira. São Paulo: Nobel, 1995.
GREMAUND, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de;
TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira contemporânea. São Paulo: Atlas, 2014.
REGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria. (Orgs.) Economia brasileira. São Paulo:
Saraiva, 2006.
TAVARES, Maria da Conceição. Da substituição de importações ao capitalismo financeiro:
ensaios sobre economia brasileira /. - Rio de Janeiro: Zahar, 1983.
Bibliografia complementar
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1986.
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OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. Petrópolis: Vozes,
1988.
CASTRO, Antonio Barros de; SOUZA, Francisco Eduardo Pires de. A economia brasileira
em marcha forçada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
Disciplina: DIPLOMACIA
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Público
Ementa: Relações Internacionais e Relações Diplomáticas. Diplomacia e Direito
Diplomático. Direito Diplomático e Direito Internacional Público. Evolução Histórica do
Direito Diplomático. Fontes do Direito Diplomático. Relações Diplomáticas e Relações
Consulares. As Relações de Trabalho no estrangeiro. Missão Diplomática. Princípios Gerais
da Diplomacia. Negociação, Estilos e Métodos Diplomáticos. As Conferências. A
Resolução Pacífica de Controvérsias. O Asilo Político e a Extradição. O Reconhecimento de
Estados e Governos. A Extensão da Soberania dos Estados e a sua Jurisdição. Os Órgãos de
expressão do Estado nas Relações Internacionais. Imunidades diplomáticas. Cooperação
jurídica internacional e Asilo político.
Bibliografia Básica
REZEK, Francisco. Direito internacional público: curso elementar. São Paulo: Saraiva,
2014.
NICOLSON, Harold. La diplomacia. México: Fondo de Cultura Económica, 1994.
DANESE, Sérgio. Diplomacia presidencial : história e crítica. Brasília: Fundação Alexandre
de Gusmão, 2017.
VILLANOVA, Carlos Luís Duarte Diplomacia pública e imagem do Brasil no século XXI.
Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2017.
OLIVEIRA CASTRO, Flávio Mendes de. 1808-2008 : dois séculos de história da
organização do Itamaraty /. Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2009.
Bibliografia complementar
BALBINO, Viviane Rios. Diplomata, substantivo comum de dois gêneros: um estudo sobre
a presença das mulheres na diplomacia brasileira. Brasília: Fundação Alexandre de
Gusmão, 2011.
GOMES, Joséli Fiorin; CORRADI, Rodrigo de Souza (Orgs.). Paradiplomacia em
movimento: perspectivas em homenagem aos 20 anos de atuação da Rede Mercocidades.
Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2015.
MELISSEN, Jan (Org.). The new public diplomacy: soft power in international relations.
Lexington, USA: Palgrave Macmillan, 2005.
Disciplina: INSTITUIÇÕES JURÍDICO- POLÍTICAS DE DIREITO PÚBLICO II
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 6º Semestre
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Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Instituições Jurídico- Políticas de Direito Público I
Ementa: Organização da administração pública no sistema federativo brasileiro. Princípios
do direito administrativo. Poderes-deveres da administração pública. Atos administrativos.
Licitações. Contratos Administrativos. Serviços públicos. Agentes públicos. Servidores
públicos. Domínio público. Administração pública e meio ambiente. Intervenção do estado
na propriedade e no domínio econômico. Responsabilidade da administração pública e dos
agentes públicos. Controle da administração pública. Direito administrativo e finanças
públicas. Panorama geral das receitas públicas. Normas gerais sobre orçamento e despesas
públicas. Princípios orientadores. Publicização e acessibilidade das informações públicas.
Processo administrativo.
Bibliografia Básica
MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. São Paulo:
Malheiros, 2012.
ZIMMER JÚNIOR, Aloísio. Curso de direito administrativo. São Paulo: Método, 2009.
PAULO, Vicente. Direito Administrativo descomplicado. São Paulo: Método, 2009
Bibliografia complementar
DALLARI, Adilson Abreu. Aspectos juridicos da licitação. São Paulo: Saraiva, 2006.
BELTRÃO, Antônio F.G. Curso de direito ambiental. São Paulo: Método, 2009.
MAZZA, Alexandre. Manual de direito administrativo. São Paulo: Saraiva, 2014.
Disciplina: DIREITOS HUMANOS E SISTEMAS DE JUSTIÇA INTERNACIONAL
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Tratados Internacionais
Ementa: O processo de internacionalização dos direitos humanos. Fundamentos da
proteção internacional dos direitos humanos. A superação da objeção de competência
nacional exclusiva. A cristalização da capacidade processual internacional dos indivíduos e
grupos particulares. A carta internacional de direitos humanos. A declaração universal e os
dois pactos de Direitos Humanos das nações unidas e protocolos facultativos. As
convenções "setoriais" de direitos humanos no âmbito das nações unidas. As convenções
regionais de direitos humanos nos continentes europeu, americano e africano. A interação
entre tratados e declarações na proteção internacional dos direitos humanos.
Responsabilidade do indivíduo no plano internacional. Sanções penais internacionais.
Princípios de Nuremberg. Crime de genocídio; Crimes contra a humanidade. Criação de
jurisdições penais internacionais. Aplicabilidade Direta das Normas Internacionais de
Direitos Humanos no Direito Interno. Jurisprudência Internacional Comparada em questões
de Direitos Humanos.
Bibliografia Básica
ALVES, Jose Augusto Lindgren. Os direitos humanos como tema global. São Paulo:
Perspectiva, 2007.
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TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. A humanização do direito internacional. Belo
Horizonte: Del Rey, 2006.
GIOVANNETTI, Andrea (Org.). 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos:
conquistas do Brasil. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2009.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e justiça internacional: um estudo comparativo dos
sistemas regionais europeu, interamericano e africano. São Paulo: Saraiva, 2015.
Bibliografia complementar
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos : uma história. São Paulo: Companhia das
Letras, 2009.
GHISLENI. Alexandre Peña. Direitos humanos e segurança internacional : o tratamento dos
temas de direitos humanos no conselho de Segurança das Nações Unidas. Brasília:
Fundação Alexandre de Gusmão, 2001.
KONDER, Fabio. A afirmação histórica dos direitos humanos. São Paulo: Saraiva, 2010.
Disciplina: FUNDAMENTOS DE DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO
Lotação:
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Instituições Jurídico-Políticas de Direito Privado
Ementa: A regulação da vida civil na sociedade internacional: panorama geral. Normas de
Sobre direito: conceito. Sujeitos de Direito Internacional Privado. Atos e Fatos Jurídicos
Internacionais. Obrigações e Contratos Internacionais. Responsabilidade Civil
Internacional. Direito internacional das coisas. Direito Internacional de Família. Direito
Internacional Sucessório. A questão da ordem pública. Prerrogativas do Estrangeiro nas
sociedades nacionais. O Estatuto do Estrangeiro.
Bibliografia Básica
AMARAL, Renata Campetti. Direito internacional público e privado. Porto Alegre : Verbo
Jurídico, 2008.
DOLINGER, Jacob. Direito internacional privado: parte geral. Rio de Janeiro: Forense,
2012.
RECHSTEINER, Walter. Direito internacional privado: teoria e prática. São Paulo: Saraiva,
2010
Bibliografia complementar
ROCHA, Osíris. Curso de direito internacional privado. São Paulo: Saraiva, 1975.
DOLINGER, Jacob; TIBURCIO, Carmen. Direito internacional privado: Vade-Mecum. Rio
de Janeiro: Renovar, 2002.
RODAS, João Grandino; MONACO, Gustavo Ferraz de Campos (Orgs.). A conferência da
Haia de direito internacional privado: a participação do Brasil. Brasília: Fundação
Alexandre Gusmão, 2007.
POLIDO, Fabrício Bertini P. Direito processual internacional e o contencioso internacional
privado. Curitiba: Juruá, 2013.
Disciplina: PESQUISA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS I
Lotação: FADIR
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Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: II
Pré-requisito: Instituições Jurídico-Políticas Constitucionais II; Diplomacia; Direitos
Humanos e Sistemas de Justiça Internacional; Contexto Internacional Contemporâneo
Ementa: Produção de um projeto de pesquisa em Relações Internacionais: Tema.
Delimitação do Tema. Problema. Hipótese. Variáveis. Objetivo Geral. Objetivos
Específicos. Justificativa. Teoria de Base. Metodologia de Pesquisa. Ordenação do Tema.
Referências Bibliográficas.
Bibliografia Básica
HASKINS, Jack B. Como evaluar las comunicaciones colectivas: criterios,
metodologia y casos con un glosario de términos. México: Centro Regional de Ayuda
Tecnica, 1968.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber : manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre : ARTMED, 1999.
TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa.
Petrópolis, RJ: Vozes, [2014].
Bibliografia complementar
BOMBASSARO, Luiz Carlos. Ciência e mudança conceitual : notas sobre epistemologia e
história da ciência. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1995.
ALVESSON, Mats; SKOLDBERG, Kaj. Reflexive methodology : new vistas for qualitative
research. London: SAGE, 2000.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. São Paulo: Atlas, 2007.
NASCIMENTO, Luiz Paulo. Elaboração de projetos de pesquisa: monografia, dissertação,
tese e estudo de caso, com base em metodologia científica. São Paulo: Cengage Learning,
2012.
Disciplina: PESQUISA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: II
Pré-requisito: Pesquisa em Relações Internacionais I
Ementa: Produção e Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso em Relações
Internacionais.
Bibliografia Básica
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2009.
SANTOS, Boaventura de Souza; MENESES, Maria Paula (Orgs.). Epistemologias do sul.
São Paulo: Cortez, 2010.
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Av. Itália Km 8 Campus Carreiros | CEP 96023-000 | Rio Grande RS Brasil
Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
NASCIMENTO, Luiz Paulo. Elaboração de projetos de pesquisa: monografia, dissertação,
tese e estudo de caso, com base em metodologia científica. São Paulo: Cengage Learning,
2012.
Bibliografia complementar
BOMBASSARO, Luiz Carlos. Ciência e mudança conceitual : notas sobre epistemologia e
história da ciência. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1995.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber : manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre : ARTMED, 1999.
SANTOS, Izequias Estevam dos. Manual de métodos e técnicas de pesquisa científica.
Niterói: Impetus, 2005.
1.10 Carga horária mínima em disciplinas ou atividades optativas
Devem ser cursadas no mínimo 600 horas (40 créditos), dentre as
disciplinas optativas constantes no projeto.
Disciplina: FORMAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA I
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 1º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Fundamentos sócio-históricos da formação da sociedade brasileira até o século
XIX. Sociedades pré-coloniais. Inserção do Brasil no contexto colonial europeu. Formação
territorial brasileira. A formação do Estado Nacional Brasileiro. O Brasil Imperial. A
transição da Monarquia à República.
Bibliografia Básica
SOUZA, Laura de Mello e. O diabo e a terra de Santa Cruz : feiticaria e religiosidade
popular no Brasil colonial. Sao Paulo : Companhia das Letras, 1989.
PRADO JUNIOR, Caio. Evolucao politica do Brasil e outros estudos. Sao Paulo :
Brasiliense, 1980.
HOLANDA, Sergio Buarque de. História geral da civilização brasileira. São Paulo :
Bertrand Brasil-DIFEL, 1987-1997.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala : formação da família brasileira sob o regime da
economia patriarcal. Ilustração a cores de Cícero Dias; desenhos de Antonio Montenegro.
Rio de Janeiro: Record, 1999.
FRAGOSO, João Luís Ribeiro. Homens de grossa aventura : acumulação e hierarquia na
praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro : Civilização Brasileira,
1998.
Bibliografia complementar
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo : EDUSP, 2010. –
FERREIRA, Jorge. DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil republicano. Rio de
Janeiro : Civilização brasileira, 2003.
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MAESTRI, Mário. Breve história do Rio Grande do Sul : da pré-história aos dias atuais.
Passo Fundo : Ed. da Universidade de Passo Fundo, 2010.
Disciplina: FORMAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA II
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Obrigatória
Localização no QSL: 2º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FORMAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA I
Ementa: Estudo sobre a constituição da sociedade brasileira, das instituições políticas e da
economia colonial; os marcos teóricos e os métodos utilizados nas diferentes abordagens
para a construção do conhecimento histórico. Com a independência política, estudar a
construção de projetos de construção da nação e as ações políticas e econômicas para
sedimentar as bases da sociedade brasileira no século XIX, analisando as tentativas de
modernização e implementação de bases democráticas na política e nas relações sociais.
Bibliografia Básica
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo : EDUSP, 2010.
FERREIRA, Jorge. DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. (orgs) O Brasil republicano. V.
1. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2003.
FERREIRA, Jorge. DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. (orgs) O Brasil republicano. V.
2. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2003.
FERREIRA, Jorge. DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. (orgs) O Brasil republicano. V.
3. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2003.
FERREIRA, Jorge. DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. (orgs) O Brasil republicano. V.
4. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2003.
Bibliografia complementar
HOLANDA, Sergio Buarque de. (org). História geral da civilização brasileira. São Paulo :
Bertrand Brasil-DIFEL, 1987-1997.
PADRÓS, Enrique Serra. (org) A ditadura de segurança nacional no Rio Grande do Sul
(1964-1985): história e memória. V. 1. Porto Alegre: Corag, 2009.
PADRÓS, Enrique Serra. (org) A ditadura de segurança nacional no Rio Grande do Sul
(1964-1985): história e memória. V. 2. Porto Alegre: Corag, 2009.
PADRÓS, Enrique Serra. (org) A ditadura de segurança nacional no Rio Grande do Sul
(1964-1985): história e memória. V. 3. Porto Alegre: Corag, 2009.
PADRÓS, Enrique Serra. (org) A ditadura de segurança nacional no Rio Grande do Sul
(1964-1985): história e memória. V. 4. Porto Alegre: Corag, 2009.
Disciplina: LIBRAS I
Lotação: ILA
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
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Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Conhecimentos gerais sobre a identidade e a cultura surda Língua Brasileira de
Sinais – LIBRAS, sistema linguístico de natureza visual-motora, sua estrutura e gramática.
Bibliografia Básica
SOARES, Maria Aparecida Leite. A educacao do surdo no Brasil. Campinas (SP) : Autores
Associados ; Braganca Paulista (SP): EDUSF.
DE AS, Nidia Regina Limeira. Cultura, poder e educacao de surdos. Manaus : Ed. da
Universidade Federal do Amazonas, 2002. -
QUADROS, Ronice Muller de. KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira:
estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
CAPOVILLA, Fernando Cesar. RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico
ilustrado trilíngüe da língua de sinais brasileira. São Paulo: Ed. da Universidade de São
Paulo, 2001.
GESSER, Audrei. Líbras? que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo : Parábola, 2009.
Bibliografia complementar
Ministério da Educação e do Desporto. Educação especial: a educação dos surdos.
Secretaria de Educação Especial. Brasilia: MEC, SEESP, 1997.
SKLIAR, Carlos. (org) Atualidade da educacao bilingue para surdos = Actualidad de la
educacion bilingue para sordos. Porto Alegre : Mediacao, 1999.
QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa. Brasília : MEC/SEESP, 2004.
Disciplina: INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Lotação: ICHI
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 3º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Nenhum
Ementa: Os condicionantes histórico-sociais e político-culturais dos projetos
integracionistas latino-americanos. Alcances e limites da integração. As rivalidades
regionais e os interesses econômicos como barreiras à integração. Livre comércio,
desenvolvimento integrado e mercado comum. Tendências contemporâneas da integração
latino-americana e o papel das nações brasileira e uruguaia.
Bibliografia Básica
PUCCI, Adriano Silva. O estatuto da fronteira Brasil-Uruguai. Brasília: Fundação
Alexandre de Gusmão, 2010.
PIMENTEL, José Vicente de Sá. A América do Sul e a integração regional. Brasília :
Fundação Alexandre de Gusmão, 2012.
Bibliografia complementar
CASTRO, Augusto César Batista de. Os bancos de desenvolvimento e a interação da
América do Sul: bases para uma política de cooperação. Brasília : Fundação Alexandre de
Gusmão, 2011.
Ministério das Relações Exteriores. Brasil-Uruguai: os próximos 20 anos. Rio de Janeiro :
Fundação Alexandre Gusmão, 2011.
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Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS I
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: TEORIA GERAL DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS I
Ementa: Questões contemporâneas ou conjunturais específicas abrangendo a temática das
Relações Internacionais.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA AMÉRICA LATINA
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 4º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: CONTEXTO INTERNACIONAL CONTEMPORÂNEO
Ementa: As transformações da América Latina nos anos da depressão capitalista e no
contexto da Segunda Guerra. Gênese do paradigma do Estado desenvolvimentista.
Vertentes do pensamento político latino-americano aplicado às relações internacionais (anos
50-70). Evolução do pensamento político latino-americano aplicado às relações
internacionais. As relações regionais em seus marcos históricos. Origens do processo de
integração; um balanço de dez anos de Mercosul; a idéia de América do Sul e a ALCA. A
política exterior da Argentina de 1945 há nossos dias. As experiências neoliberais dos anos
1990 e a especificidade da era Cardoso. As relações internacionais no início do século XXI.
As perspectivas da integração.
Bibliografia Básica
WASSERMAN, Cláudia. GUAZZELLI, Cesar Barcellos. História da América Latina : do
descobrimento a 1900. Porto Alegre : Ed. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
1996.
DONGHI, Tulio [Link]ória da América Latina. Tradução de Carlos Nelson
Coutinho. São Paulo : Paz e terra, 2005.
MOREIRA, Luiz Felipe Viel. QUINTEROS, Marcela Cristina. SILVA, André Luiz Reis
da. As relações internacionais da América Latina.
Bibliografia complementar
POMER, Leon. As independências na América Latina. São Paulo : Brasiliense, 1984.
STEIN, Stanley J. STEIN, Barbara H. A herança colonial da América Latina : ensaios de
dependência econômica; tradução de José Fernandes Dias. Rio de Janeiro : Paz e Terra,
1977.
RIBEIRO, Darcy. América Latina : a pátria grande. Rio de Janeiro : Guanabara Dois, 1986.
Disciplina: SEGURANÇA INTERNACIONAL
Lotação: FADIR
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Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Público
Ementa: A problemática da conceituação da Segurança Internacional. A dissuasão nuclear
como doutrina de segurança nacional. Segurança coletiva. Segurança Econômica.
Securitização. Segurança Ambiental. Segurança internacional no pós-Guerra Fria e os
padrões de segurança e defesa correspondentes. A dinâmica das FFAA. Narcotráfico e a
segurança do Estado. O terrorismo nas relações internacionais. O Brasil no contexto da
segurança internacional. Instrumentos para a segurança internacional.
Bibliografia Básica
ESTEVES, Paulo. A convergência entre práticas humanitárias e segurança internacional.
Belo Horizonte : DelRey , 2010.
BAUMBACH, Marcelo. Sanções do conselho de segurança : direito internacional e prática.
Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2014.
ARAVENA, Francisco Rojas. Segurança internacional: políticas públicas e cooperação bi-
regional: um diálogo Europa-America do Sul. Rio de Janeiro: Fundação Konrad-Adenauer,
2005.
Bibliografia complementar
CASHMAN, Greg. What causes War? An introdution to theories of international conflicts.
São Francisco: Lexington Books, 1993.
CLAUSEWITZ, Carl Von. Da Guerra. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
DOUGHERTY, James E. PFALTZGRAFF Jr, Robert L. Relações Internacionais: As
Teorias em Confronto. Lisboa: Gradiva, 2003.
BRIGAGÃO, Clóvis e PROENÇA JR, Domício. Panorama Brasileiro de Paz e Segurança.
Rio de Janeiro : Hucitec, 2004.
BULL, Hedley. A Sociedade Anárquica. Brasília: FUNAG/UnB, 2002.
Disciplina: FUNDAMENTOS DE DIREITO TRIBUTÁRIO BRASILEIRO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Instituições Jurídico-Políticas Constitucionais II
Ementa: Panorama Geral das Receitas Públicas. Receitas Voluntárias: Preço Quase
Privado, Preço Público Receitas Compusólsórias: Sanções pecuniárias, Tributos. Tributos
do sistema brasileiro e respectivas competências federativas: Impostos, taxas, contribuições
de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais. Fontes de direito
tributário. Funções da Lei Complr e da Lei Ordinária em matéria tributária. Limitações ao
Poder de Tributar. Conformação da Hipótese de Incidência e do Fato Gerador. Interpretação
da lei tributária. Obrigação tributária Sujeito ativo e passivo da obrigação tributária.
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Responsabilidade tributária - Constituição de crédito tributário. Suspensão, extinção e
exclusão do crédito tributário.
Bibliografia Básica
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 1998.
SABBAG, Eduardo. Manual de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2011.
SILVA, Tom Pierre; SEGALIS, Gabriel; SANDERSON, Naila Meyre C. F.; CARPIO,
Rômulo del. Tributação no comércio exterior brasileiro. Rio de Janeiro : Editora FGV,
2014.
Bibliografia complementar
MARTINS, Ives Gandra da Silva (Coord.) Tributação no Mercosul São Paulo: Ed. Revista
dos Tribunais : Centro de Extensão Universitária, 1997.
CARRAZA. Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo:
Malheiros, 2004.
ALEXANDRE, Ricardo. Direito tributário esquematizado. São Paulo: Método, 2013.
Disciplina: DIREITO INTERNACIONAL ECONÔMICO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Público; Instituições Jurídico-
Políticas Constitucionais II
Ementa: O Direito Econômico e a soberania econômica dos Estados no mundo
contemporâneo. A sociedade internacional econômica e sua"jurisdicionalização". Direito
internacional econômico. Relações econômicas internacionais. Antecendentes da
Organização Mundial do Comércio; o acordo geral do comércio e tarifas (GATT) e as
rodadas de negociação. Os acordos da rodada Uruguai e a criação da OMC. Asdisciplinas
para o comércio de bens. A regulação do comércio agrícola. O comércio de serviços. O
tratamento dos temas relacionados ao comércio A agenda e objetivos da Rodada de Doha;
quadros de interesses e posições negociadoras dos países em desenvolvimento. Regulação
liberalização comercial e perspectivas para o desenvolvimento.
Bibliografia Básica
PEREIRA, Ana Cristina Paulo. Direito internacional do comércio: mecanismo de solução
de
controvérsias e casos concretos na OMC. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003.
BARRAL, Welber (Org.) O Brasil e a OMC. Curitiba: Juruá, 2006.
BENJAMIN, Daniela Arruda (Org.). O Sistema de solução de controvérsias da OMC: uma
perspectiva brasileira. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2013.
Bibliografia complementar
LUCAS, Ricardo Antônio. Breve introdução ao direito econômico. Porto Alegre: Sergio
Antonio Fabris Editora, 1993.
VARELLA, Marcelo Dias. Direito internacional econômico ambiental. Belo Horizonte:
DelRey, 2004.
AGUILLAR, Fernando Herren. Direito economico: do direito nacional ao direito
supranacional. São Paulo: Atlas, 2006.
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Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
THORSTENSEN, Vera; OLIVEIRA, Ivan Tiago Machado (Orgs.). Os BRICS na OMC:
políticas comerciais comparadas de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Brasília:
IPEA, 2012.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA EUROPA
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 5º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Contexto Internacional Contemporâneo
Ementa: Da Queda do Muro ao Tratado de Maastricht. De Maastricht a Lisboa. A Crise da
Zona do Euro. Relações internacionais do Brasil no seu eixo vertical: a Cooperação Norte-
Sul. A União Europeia e as Parcerias Bilaterais na Europa Ocidental.
Bibliografia Básica
STELZER, Joana. Uniao europeia e supranacionalidade: desafio ou realidade? Curitiba:
Jurua, 2006.
OLIVEIRA, Maria Odete de. União Européia: processos de integração e mutação. Curitiba:
Juruá, 2002.
FERNANDES, António José. A comunidade europeia: estrutura e funcionamento
objectivos e actividades (da CEE à união europeia). Lisboa: Presença, 1992.
COVAS, António. A União Europeia: do Tratado de Amesterdão a um projecto de carta
constituinte para o século XXI. Oeiras, Portugal: Celta, 1997.
COSTA, Olivier. A União Europeia e sua política exterior : história, instituições e processo
de tomada de decisão. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2017.
Bibliografia complementar
GOMES, Eduardo Biacchi. Blocos econômicos: solução de controvérsias: uma análise
comparativa a partir da União Europeia e Mercosul. Curitiba: Juruá, 2006.
CONTIJO, Cláudio; OLIVEIRA, Fabrício Augusto. A crise da União Europeia: (why pigs
can't fly). Belo Horizonte, MG: CORECON, ASSEMG], 2012.
GUEROT, Ulrike. União Europeia: transtornos e alcance da integração regional. São Paulo:
Fundação Konrad-Adenauer-Stiftung, 2001.
SODER, José. A União Europeia: história, organização, funcionamento. São Leopoldo: Ed.
da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 1995.
WINTERBERG, Jorg M. O debate sobre a Uniao Economica e Monetaria Europeia. São
Paulo: Fundação Konrad-Adenauer-Stiftung, 1997.
Disciplina: ECONOMIA AMBIENTAL
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Introdução a Economia
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Ementa: Fundamentos da Economia Ambiental. Teorias Econômicas aplicadas ao meio
ambiente e relações com o comércio internacional. Instrumentos econômicos de política
ambiental e implicações nas transações comerciais internacionais. Valoração econômica
ambiental.
Bibliografia Básica
CARVALHO, Maria A. de; SILVA, César Roberto L. da. Economia internacional. São
Paulo: Saraiva, 2007.
MAY, Peter (org.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
MANKIW, N. Gregory. Introdução a economia. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
Bibliografia complementar
PINDYCK, Robert S.; RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. São Paulo : Pearson, 2013.
PHILIPPI JR, Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília F. (Ed.) Educação ambiental e
sustentabilidade. Barueri, SP : Manole, 2014.
VARIAN, Hal R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Elsevier,
2016.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA AMÉRICA DO NORTE
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Teoria Geral das Relações Internacionais II
Ementa: Projeto Americano e o Bilateralismo: IA e NAFTA (1989/1992). A Agenda
Econômico-Estratégica: ALCA (1993/2000). O Século das Américas e o Diálogo
Estratégico Brasil-EUA (2001/2008). A Agenda de Barack Obama (2009/2012)
Bibliografia Básica
FUKUYAMA, Francis. O fim da historia e o último homem. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HUNTINGTON, Samuel P. O choque de civilizações: e a recomposicao da ordem mundial.
Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.
HOBSBAWM, Eric. Globalização, democracia e terrorismo. São Paulo: Companhia das
Letras, 2007.
PINSKY, Jaime; NANCY, Priscilla S. Naro (Orgs.). A formação dos Estados Unidos. São
Paulo: Atual, 1991.
HAESBAERT, Rogério; PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem
mundial. São Paulo: UNESP, 2005.
Bibliografia complementar
LENS, Sidne. A fabricação do império americano: da revolução ao Vietnã - uma história do
imperialismo dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
MAGDOFF, Harry. A era do imperialismo: a economia da politica externa dos Estados
Unidos. São Paulo: Hucitec, 1978.
BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. Brasil-Estados Unidos: a rivalidade emergente (1950-
1988). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS II
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Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Teoria Geral das Relações Internacionais I
Ementa: Novas questões contemporâneas ou conjunturais específicas abrangendo a
temática das Relações Internacionais.
Bibliografia Básica
Bibliografia variável de acordo com o perfil da oferta semestral.
Bibliografia complementar
Bibliografia variável de acordo com o perfil da oferta semestral.
Disciplina: DIREITO ADUANEIRO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 6º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Tributário Brasileiro
Ementa: Perspectiva geral do comércio internacional. Procedimentos para exportação e
importação. Sistemática Geral do Direito Aduaneiro. Barreiras ao Livre Comércio. Acordos
Comerciais. Tratamento administrativo das exportações. Formação do preço de exportação.
Formação do custo de importação. Mecanismos fiscais e tributários: Tratamentos tributários
específicos. Drawback. Registro de exportadores e importadores. SISCOMEX.
Nomenclatura e Classificação de Mercadorias. Despacho Aduaneiro de Importação,
Exportação e Trânsito. Infrações e Penalidades Aduaneiras. Câmbio e Finanças.
Modalidades de Pagamento. Operações de câmbio. Documentação. Características dos
procedimentos aduaneiros para os mercados externos Mercosul. NAFTA. UE. Ásia. Mundo
Árabe - Pacto Andino.
Bibliografia Básica
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 1998.
OLIVEIRA, Juarez de. Código tributário nacional: organização dos textos, notas remissivas
e índices. São Paulo: Saraiva, 1990.
CARLUCCI, José Lence. Uma introdução ao direito aduaneiro. São Paulo: Aduaneiras,
2001.
MARTINS, Ives Gandra da Silva (Coord.). Tributação no Mercosul. São Paulo: Ed. Revista
dos Tribunais: Centro de Extensão Universitária, 1997.
PEREIRA, Ana Cristina P. (Org.) Direito internacional do comércio: mecanismo de solução
de
controvérsias e casos concretos na OMC. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003.
Bibliografia complementar
MURPHY, Liam; NAGEL, Thomas. O mito da propriedade: os impostos e a justiça. São
Paulo: Martins Fontes, 2005.
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Universidade Federal do Rio Grande – FURG - Faculdade de Direito – FADIR
Av. Itália Km 8 Campus Carreiros | CEP 96023-000 | Rio Grande RS Brasil
Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2012.
SILVA, Tom Pierre; SEGALIS, Gabriel; SANDERSON, Naila Meyre C. F.; CARPIO,
Rômulo del. Tributação no comércio exterior brasileiro. Rio de Janeiro : Editora FGV,
2014.
Disciplina: COMÉRCIO INTERNACIONAL E MERCADO VERDE
Lotação:ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Introdução a Economia
Ementa: Comercio internacional e competitividade - vantagens competitivas para o país no
cenário internacional, programas de rotulagem ecológica e impactos sobre fluxos
comerciais, incentivos econômicos. Mercado verde e sua interface com empresas
exportadoras. Comércio exterior e segmentos empresariais - indústria e atividade portuária.
Comércio exterior e commodities ambientais. Discussões no âmbito da OMC - acordos e
negociações entre partes, barreiras não-tarifárias.
Bibliografia Básica
ABRAOVAY, Ricardo. Muito além da economia verde. São Paulo: Abril, 2012.
KRUGMAN, Paul R.; OBSTFELD, Maurice; MELITZ, Marc J. Economia internacional.
São Paulo: Pearson, 2015.
MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. São Paulo: Atlas,
2014.
CARVALHO, Maria Auxiliadora de. SILVA, César Roberto L. da. Economia internacional.
São Paulo: Saraiva, 2007.
FAUCHEUX, Sylvie; NOËL, Jean-François. Economia dos recursos naturais e do meio.
Lisboa: Instituto Piaget, 1984.
Bibliografia complementar
THOMAS, Janet M.; CALLAN, Scoot J. Economia ambiental: aplicações, políticas e teoria.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
BORTOTO, Artur César; DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. (Orgs.) Comércio
exterior: teoria e gestão. São Paulo: Atlas, 2012.
VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. São Paulo: Atlas, 2015.
Disciplina: GLOBALIZAÇÃO, PLURALISMO JURÍDICO E GOVERNANÇA
GLOBAL
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Público
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Universidade Federal do Rio Grande – FURG - Faculdade de Direito – FADIR
Av. Itália Km 8 Campus Carreiros | CEP 96023-000 | Rio Grande RS Brasil
Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
Ementa: Sociedade Global, Nacional e Local. As Instituições Nacionais frente ao Mercado
Global. Estado de Direito Nacional e Global. O papel da ONU, FMI, BM, OMC. Das
Instituições internacionais às Instituições Globais. Os Novos Atores Transnacionais. Os
novos problemas de Segurança na Globalização. O Pluralismo Jurídico. Expressões
contemporâneas de Pluralismo Jurídico. O Pluralismo Jurídico e o Estado Nacional
contemporâneo. O Pluralismo Jurídico Comunitário-Participativo e o multiculturalismo.
Pluralismo Jurídico, Redes, Regimes e Instituições de Governança Global.
Complementaridade e Contraditoriedade entre as instituições globais, nacionais e locais na
governança global.
Bibliografia Básica
DUPAS, Gilberto. Atores e poderes na nova ordem global : assimetrias, instabilidades e
imperativos de legitimação. São Paulo: Ed. UNESP, 2005.
LIMA, Sérgio Eduardo Moreira (Ed.). Global governance : crossed perceptions. Brasília:
Fundação Alexandre de Gusmão, 2015.
CHOMSKY, Noam. Hegemony or survival: America's quest for global dominance. Nova
York: Holt Paperback, 2003.
HELD, David. Global transformations: politics, economics, and culture. Stanford, USA:
Stanford University Press, 1999.
FREDERKING, Brian.; DIEHL, Paul F. (Orgs.) The politics of global governance :
international organizations in an interdependent world. Boulder, USA: Lynne Rienner,
2015.
Bibliografia complementar
BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 1999.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. O mundo pós-guerra fria: globalização, guerra ao terror e
multipolarização: o desafio do (ao) "oriente". Porto Alegre: Leitura XXI, 2005.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único a consciência
universal. Rio de Janeiro: Record, 2012.
SCHERER-WARREN, [Link] sem fronteiras: ações coletivas na era da
globalização. São Paulo: Hucitec, 1999.
FEATHERSTONE, Mike. O desmanche da cultura: globalização, pós-modernismo e
identidade. São Paulo: Studio Nobel, 1997.
Disciplina: DIREITO INTERNACIONAL HUMANITÁRIO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Público
Ementa: Regras internacionais de proteção da pessoa humana em situações de conflito
armado. Conteúdo, âmbito de aplicação, mecanismos de implementação e o papel do
Comitê Internacional da Cruz Vermelha.
Bibliografia Básica
SWINARSKI, Christophe. Introdução ao direito internacional humanitário. Brasília: Comitê
Internacional da Cruz Vermelha, 1993.
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Av. Itália Km 8 Campus Carreiros | CEP 96023-000 | Rio Grande RS Brasil
Tel./Fax.: (0**53) 3233 6634 | E-mail: [Link]@[Link] Home Page: [Link]
Direito internacional humanitário - como sistema de proteção internacional da pessoa
humana (principais noções e institutos). - São Paulo: Ed. da Revista dos Tribunais, 1990.
BIERRENBACH, Ana Maria. O conceito de responsabilidade de proteger e o direito
internacional humanitário. Brasília: Fundação Alexandre Gusmão, 2011.
BOBBIO, Norberto. O problema da guerra e as vias da paz. São Paulo: UNESP, 2002.
SILVA, César Augusto S. da. (Org.) Direitos humanos e refugiados. Dourados: Ed. da
UFGD, 2012.
Bibliografia complementar
WALTZ, Kenneth N. O homem, o estado e a guerra : uma análise teórica. São Paulo :
Martins Fontes, 2004.
ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G.E. do Nascimento e; CASELLA, Paulo Borba. Manual
de direito internacional público. São Paulo : Saraiva, 2014.
Disciplina: SOLUÇÕES JURÍDICAS DE CONTROVÉRSIAS INTERNACIONAIS
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Organizações Internacionais
Ementa: Meios pacíficos de solução de controvérsias no direito internacional. Noções
gerais e evolução do mecanismo de solução de controvérsias na Organização das Nações
Unidas. A Corte Internacional de Justiça: composição, competência e procedimento em
casos contenciosos. Efeitos das decisões e procedimentos de revisão. Pareceres consultivos.
Modelos de mediação dos conflitos no plano internacional: a arbitragem e seu
desenvolvimento histórico. Requisitos de admissibilidade, procedimento, decisões e laudo
arbitral. Revisão das decisões (Corte Permanente de Arbitragem). Arbitragem mista: Centro
Internacional para a Solução de Disputas sobre Investimentos ("International Centre for the
Settlement of Investment Disputes - ICSID).
Bibliografia Básica
Dinh, Nguyen Quoc; Daillier, Patrick; Pellet, Alain. Direito internacional publico. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian, 2003.
Cruz, Luiz Dilermando de Castello. Meios pacíficos de solução de controvérsias
internacionais. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2010.
Trindade, Antônio Augusto Cançado. Os tribunais internacionais contemporâneos. Brasília:
Fundação Alexandre de Gusmão, 2013.
Santos, Ricardo Soares Stersi dos. Mercosul e arbitragem internacional comercial: aspectos
gerais e algumas possibilidades. Belo Horizonte: Del Rey, 1998.
Nohmi, Antonio Marcos. Arbitragem internaional : mecanismos de solucao de conflitos
entre estados. Belo Horizonte: FUMEC/FCH, 2006.
Bibliografia complementar
BRANT, Leonardo Nemer Caldeira. Corte internacional de justiça: o funcionamento do
processo contencioso e o efeito da sentença. Curitiba: Juruá, 2012.
REZEK, Francisco. Direito internacional público: curso elementar. São Paulo: Saraiva,
2014.
Mazzuoli, Valerio de Oliveira. Curso de direito internacional público. São Paulo : Revista
51
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dos Tribunais, 2015.
Disciplina: DIREITO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Privado
Ementa: Comércio Internacional. Histórico. Fatores de Internacionalização dos Contratos.
Contratos Internacionais Comerciais. Mecanismos de Solução de Litígios Comerciais. A
Regulamentação da CCI. Uniformização Internacional do Comércio. Arbitragem comercial
internacional: Corte de Comércio Internacional (ICC, UNCITRAL).
Bibliografia Básica
Andrade, Carlos Cesar B. de; Andrade Jr, Attila de S. Leão; Belerique, Sergio B. Castelli,
Thais. Gestão de contratos internacionais. Rio de Janeiro : FGV, 2014.
Sousa, José Meireles de. Fundamentos do comércio internacional. São Paulo : Saraiva,
2009.
Del'Olmo, Florisbal de Souza. Curso de direito internacional privado. Rio de Janeiro :
Forense, 2009.
Mesquita, Paulo Estivallet de. A organização mundial do comércio. Brasília : Fundação
Alexandre Gusmão, 2013.
Seitenfus, Ricardo. Direito internacional público. Porto Alegre : Livraria do Advogado,
2016.
Bibliografia complementar
Gonçalves, Reinaldo.O Brasil e o comércio internacional : transformações e perspectivas.
São Paulo : Contexto, 2003.
Morais Júnior, Devani de. Comércio internacional : blocos econômicos. Curitiba : Ibpex,
2006.
Sarquis, José Buainain. Comércio internacional e crescimento econômico no Brasil. Brasília
: Fundação Alexandre Gusmão, 2011.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA ÁSIA
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Contexto Internacional Contemporâneo
Ementa: Relações internacionais Brasil e Japão. Panorama do Leste Asiático: a ASEAN e a
Península Coreana. Ascensão da China como potência mundial. O Subcontinente Indiano:
Índia e Paquistão.
Bibliografia Básica
ALVES, André Gustavo de M. P. (Org.) O renascimento de uma potência? A Rússia no
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século XXI. Basília: Ipea, 2012.
SILVA, Ricardo Luís P. R. da. Nova rota da seda: caminhos para a presença brasileira na
Ásia Central. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.
THORSTENSEN, Vera; OLIVEIRA, Ivan Tiago M. (Orgs.) Os BRICS na OMC : políticas
comerciais comparadas de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul / organizadores .
Brasília : IPEA, 2012.
LEÃO, Bruno Guerra Carneiro. Japão, China e a integração econômica do leste asiático: o
papel de estados nacionais e redes produtivas. Brasília : Fundação Alexandre Gusmão,
2010.
LYRIO, Mauricio Carvalho. A ascensão da China como potência: fundamento políticos
internos. Brasilia: Fundação Alexandre Gusmão, 2010.
Bibliografia complementar
ALVES, André Gustavo de M. P. (Org.) Uma longa transição: vinte anos de transformações
na Rússia. Brasília: Ipea, 2011.
ROBERTS, J.A.G. História da China. Lisboa : Texto & grafia, 2011.
LIMA, Sérgio Eduardo Moreira (Org.). Brasil e China : 40 anos de relações diplomáticas:
análises e documentos. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2016.
Disciplina: NEGOCIAÇÃO INTERNACIONAL
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 7º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Diplomacia
Ementa: Negociação Internacional. Negociação diplomática. Multiculturalismo, sociedade
global e desafios para a negociação internacional. Aspectos gerais dos conflitos
internacionais. Fontes das normas relativas às soluções pacíficas de conflitos entre Estados.
Formas extrajudiciárias e judiciárias. A negociação diplomática Bons Ofícios e Mediação.
Procedimentos. Soluções e sua execução. O papel do Secretário Geral da ONU e da OEA. A
Conciliação Internacional. A arbitragem internacional entre Estados.
Bibliografia Básica
Garcez, José Maria R. (Coord.) A arbitragem na era da globalização: coletânea de artigos de
autores brasileiros e estrangeiros. Rio de Janeiro: Forense, 1997.
Pucci, Adriana Noemi. Arbitragem comercial nos paises do mercosul: análise comparativa
da legislação, jurisprudência e doutrina dos autores da Argentina, Brasil, Paraguai e
Uruguai relativas a arbitragem. São Paulo: LTR, 1997.
Morais, José Luis B. de; Spengler, Fabiana Marion. Mediação e arbitragem: alternativas à
jurisdição. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012.
Nascimento, Maria Luiza J. A incorporação das normas do Mercosul aos ordenamentos
jurídicos dos estados-membros. Curitiba: Juruá, 2006.
Bibliografia complementar
Junior, Augusto Jaeger. A liberdade de concorrência na União Europeia e no Mercosul. São
Paulo: LTR, 2006.
Mello, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional público. Rio de Janeiro:
Renovar, 2004. V. 1.
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Mello, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional público. Rio de Janeiro:
Renovar, 2004. V. 2.
Ventura, Deisy. As assimetrias entre o Mercosul e a União Européia: os desafios de uma
associação inter-regional. Barueri, SP: Manole, 2003.
Disciplina: MERCADO DE CAPITAIS
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: INTRODUCAO A ECONOMIA
Ementa: Introdução. Instituições reguladoras do mercado. Instituições intermediadoras do
mercado. Classificação do mercado. Bolsa de valores mobiliários. Investidores.
Característiccas básicas de um investimento em títulos. Mercado de ações à vista. Mercado
de opções. Mercado a termo de ações. Mercdo futuro de ações. Métodos e análise.
Bibliografia Básica:
SICSÚ, João; FERRARI FILHO, Fernando (Orgs.). Câmbio e controles de capitais :
avaliando a eficiência de modelos macroeconômicos. Rio de Janeiro : Elsevier, 2006.
PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de capitais : fundamentos e técnicas. São Paulo : Atlas,
2014.
CAVALCANTE, Francisco. Mercado de capitais : o que é, como funciona. São Paulo :
Elsevier, 2009.
CASTRO, Helio Portocarrero de. Introducao ao mercado de capitais.
LAGIOILA, Umbelina Cravo Teixeira. Fundamentos do mercado de capitais. São Paulo :
Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
SANVICENTE, Antonio Zoratto. Mercado de capitais e estrategias de investimento. Sao
Paulo : Atlas, 1996.
GALVÊAS, Ernane. Sistema financeiro e mercado de capitais. Rio de Janeiro : Instituto
Brasileiro de Mercado de Capitais, 1985.
COSTA JUNIOR, Newton Carneiro A. da; LEAL, Ricardo P. C.; LEMGRUBER, Eduardo
F.; MESCOLIN, Alexandre. Mercado de capitais : análise empírica no Brasil. São Paulo :
Atlas, 2000.
Disciplina: AVALIAÇÃO FINANCEIRA DE INVESTIMENTOS
INTERNACIONAIS
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: INTRODUCAO A ECONOMIA
Ementa: Identificação de oportunidades de investimentos. Análise de mercado. Técnicas de
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previsão e projeção de demanda. Teoria da localização e escala de empreendimentos.
Bibliografia Básica
FILHO, Nelson Casarotto. KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos:
matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estrategia empresarial.
São Paulo : Atlas, 1998.
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. Traducão Luciana do Amaral Teixeira. São Paulo
: Pearson Prentice Hall, 2011.
GITMAN, Lawrence J. Principios de administracao financeira. São Paulo : Pearson
Prentice Hall, 2010.
COHEN, Ernesto. FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. Petrópolis: Vozes,
2013.
MANKIW, N. Gregory .Macroeconomia. Tradução por A. B. Pinheiro de Lemos; revisão
técnica de Leonardo Weller. Rio de Janeiro : LTC, 2004.
Bibliografia complementar
SALVATORE, Dominick. Microeconomia. trad. e rev. de Marco Antonio Sandoval de
Vasconcellos. São Paulo : McGraw-Hill, 1984.
LOPES, João do Carmo. ROSSETTI, Jose P. Economia monetária. São Paulo : Atlas,
1998.
SACHS, Jeffrey D. LARRAIN B, Felipe. Macroeconomia. Tradução Sara R. Gedanke;
revisão técnica e atualização Maria Alejandra Caporale Madi. São Paulo : Makron Books do
Brasil, 2000.
Disciplina: LOGÍSTICA INTERNACIONAL
Lotação: ICEAC
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: INTRODUÇÃO A ECONOMIA
Ementa: Globalização. A logística. A logística internacional. Nível de serviços. Logística
de transporte. Gestão das informações na logística internacional. Medidas de avaliação de
desempenho na logística.
Bibliografia Básica
BORTOTO, Artur César. [et. al.] Comércio exterior : teoria e gestão. Reinaldo Dias,
Waldemar Rodrigues (Orgs.). Sao Paulo : Atlas, 2012.
VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. São Paulo : Atlas, 2015.
LUDOVICO, Nelson. Logística internacional: um enfoque em comércio exterior. São Paulo
: Saraiva, 2012.
Bibliografia complementar
CHIAVENATO, Idalberto. Administração : teoria, processo e prática. São Paulo : Makron
Books, 1994.
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2009.
PINHEIRO, Juliano Lima . Mercado de capitais : fundamentos e técnicas / São Paulo:
Atlas, 2014.
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Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DO ORIENTE MÉDIO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Contexto Internacional Contemporâneo
Ementa: O Oriente Médio e a Ásia Central. O Processo de Paz Israel/Palestina. O Irã e a
Ásia Central. A Primavera Árabe.
Bibliografia Básica
BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz.. A segunda Guerra Fria : geopolítica e dimensão
estratégica dos Estados Unidos das rebeliões na Eurásia à África do Norte e ao Oriente
médio. 2 ed. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 2014.
KIRK, George E. Historia do Oriente Médio : desde a ascensão do Islã ate a época
contemporânea / George E. Kirk ; tradução Alvaro Cabral. Rio de Janeiro : Zahar, 1967.
VIZENTINI, Paulo Fagundes. Oriente Médio e Afeganistão : um século de conflitos / Paulo
Fagundes Vizentini. Porto Alegre : Leitura XXI, 2002.
OLIC, Nelson Bacic. Oriente médio e a questão palestina. São Paulo: Fundação Dorina
Nowill para Cegos, 2009.
Bibliografia complementar
ARNONI, M. S. Por que se luta no Oriente Médio?: da anatomia das forças do progresso e
da reação no Oriente Médio. São Paulo: B'Nai B'Rith, 1973.
BRUN, Élodie. Mudanças no panorama internacional por meio das relações sul-sul :
relações do Brasil, Chile e Venezuela com os países em desenvolvimento da África, Ásia e
Oriente Médio. Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2016. 2 v.
Disciplina: CORPORAÇÕES TRANSNACIONAIS
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos Jurídico-Políticos do Estado II
Ementa: Conceito, evolução e as formas de atuação das Corporações Transnacionais.
Corporações Transnacionais como atores das Relações Internacionais; evolução histórica
das formas de investimentos externos diretos; as relações entre Corporações Transnacionais
e os Estados anfitriõ[Link]ções Transnacionais e mundialização.
Bibliografia Básica
SEITENFUS, Ricardo. Relações Internacionais. Barueri : Manole, 2013.
SEITENFUS, Ricardo. Manual das organizações internacionais. Porto Alegre : Livraria do
Advogado, 2003.
VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. São Paulo : Atlas, 2015.
Bibliografia complementar
SEITENFUS, Ricardo . Para uma nova politica externa brasileira. Porto Alegre : Livraria do
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Advogado, 1994.
STELZER, Joana. Mercado europeu : direito e analise jurisprudencial. Curitiba : Jurua,
2005.
STELZER, Joana. Uniao europeia e supranacionalidade : desafio ou realidade ? Curitiba :
Jurua, 2006.
Disciplina: PATRIMÔNIOS AMBIENTAIS E CULTURAIS DA HUMANIDADE
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos de Direito Internacional Público
Ementa: Conceito amplo de meio ambiente. Desafios ambientais globais. Proteção jurídica
internacional do meio ambiente natural e cultural. Desenvolvimento sustentável. Direitos de
gerações futuras. O conceito de Patrimônio comum da humanidade. Seguridade ambiental e
responsabilidades comuns e diferenciadas. A Autonomia do Direito Ambiental
Internacional. A recepção da matéria ambiental no direito internacional; Mecanismos
internacionais de compliance. Principais tratados e regimes internacionais. A problemática
da limitação das normas nacionais face as questões ambientais e culturais.
Bibliografia Básica
FUNARI Pedro Paul. PELEGRINI, Sandra de Cassia Araujo. Patrimônio histórico e
cultural. Rio de Janeiro : Zahar, 2009. -
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. São Paulo : Malheiros,
2012.
CHOAY, Francoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo : Estação Liberdade : UNESP,
2006.
Bibliografia complementar
JEUDY , Henri-Pierre. Memórias do Social. Rio de Janeiro : Forense Universitária, 1990
AYALA , Walmir. Brasilia : patrimonio cultural da humanidade = mankind cultural
heritage / texto; fotografia Leandro Sangoi. Rio de Janeiro : Spala, 1988.
MAZZILLI, Hugo Nigro. A defesa dos interesses difusos em juizo : meio ambiente,
consumidor, patrimonio cultural, patrimonio publico e outros interesses. Sao Paulo :
Saraiva, 2006.
Disciplina: DIREITO COMUNITÁRIO
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: Fundamentos Jurídico-Políticos da Integração
Ementa: Direito Comunitário: a estrutura da União Europeia. O Conselho Europeu. O
Parlamento Europeu. O Conselho da União Europeia. A Comissão Europeia. O Tribunal de
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Contas. O Tribunal de Justiça. Supranacionalidade e o fim do Estado nação? Paradoxos da
crise econômica na EU.
Bibliografia Básica
STELZER, Joana. União europeia e supranacionalidade: desafio ou realidade? Curitiba :
Jurua, 2006. -
CAMPOS, Joao Mota de. Manual de direito comunitario. Lisboa : Coimbra, 2007.
CAMPOS, Joao Mota de . A União Europeia e sua política exterior: história, instituições e
processo de tomada de decisão . Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2017.
Bibliografia complementar
ALMEIDA, Elizabeth Accioly Pinto de. Mercosul e uniao europeia : estrutura juridico-
institucional.
OLIVEIRA, Maria Odete de. União Européia : processos de integração e mutação. Curitiba
: Jurua, 2002.
VENTURA , Deisy. As assimetrias entre o Mercosul e a União Européia : os desafios de
uma associação inter-regional. Barueri, SP : Manole, 2003.
Disciplina: PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO INTERNACIONAL
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: FUNDAMENTOS DE DIREITO TRIBUTÁRIO
Ementa: Planejamento Tributário. Visão global do Sistema Tributário Nacional a partir da
promulgação da Constituição Federal. Sistemas Tributários Comparados. Acordos
Internacionais para evitar a bitributação internacional. Fundamentos do Planejamento
Tributário Nacional. Fundamentos do Planejamento Tributário Internacional. Perspectivas
do Fisco Nacional sobre o Planejamento Tributário: limites sancionatórios. Panorama das
Ações Judiciais Tributárias relacionadas ao Planejamento Tributário Nacional e
Internacional.
Bibliografia Básica
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 1998.
SABBAG, Eduardo. Manual de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2011.
SILVA, Tom Pierre; SEGALIS, Gabriel; SANDERSON, Naila Meyre C. F.; CARPIO,
Rômulo del. Tributação no comércio exterior brasileiro. Rio de Janeiro : Editora FGV,
2014.
Bibliografia complementar
MARTINS, Ives Gandra da Silva (Coord.) Tributação no Mercosul São Paulo: Ed. Revista
dos Tribunais : Centro de Extensão Universitária, 1997.
CARRAZA. Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo:
Malheiros, 2004.
ALEXANDRE, Ricardo. Direito tributário esquematizado. São Paulo: Método, 2013.
Disciplina: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA ÁFRICA
Lotação: FADIR
Duração: Semestral
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Caráter: Optativa
Localização no QSL: 8º Semestre
Carga horária total: 60 horas
Créditos: 4
Sistema de avaliação: I
Pré-requisito: CONTEXTO INTERNACIONAL CONTEMPORÂNEO
Ementa: A África nos mundos atlântico e índico. O impacto do tráfico atlântico de
escravos nas sociedades africanas. O impacto da abolição do tráfico de escravos nas
sociedades africanas e a transição para o colonialismo. A partilha da África, as resistências
africanas e os sistemas de colonização. A Conferência de Bandung e a ideologia terceiro-
mundista. O processo de descolonização africana, a Guerra Fria e o Socialismo. Efeitos do
pós colonialismo nos Estados Africanos. A União Africana de Nações.
Bibliografia Básica
VISENTINI, Paulo Fagundes. A África na política internacional : o sistema interafricano e
sua inserção mundialCuritiba : Juruá, 2012.
SILVA, Igor Castellano da. Política externa na África Austral : guerra, construção do
Estado e ordem regional. Porto Alegre : CEBRAFRICA-UFRGS, 2017.
BISWARO, Joram Mukama. The role of regional integration in conflict prevention,
management, and resolution in Africa : the case of African Union. Brasília : Fundação
Alexandre de Gusmão, 2013.
SANTOS, Luis Ivaldo Villafañe Gomes. A arquitetura de paz e segurança africana. Brasília:
Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.
Bibliografia complementar
KORNEGAY, Francis. DADA, Jabulani. A África do Sul e o IBAS: desafios da segurança
humana. Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2009.
ALMEIDA FILHO, João Genésio de. O fórum de diálogo Índia, Brasil e África do Sul
(IBAS): análise e perspectivas. Brasília : Fundação Alexandre de Gusmão, 2009.
SILVA, Alberto da Costa e. A enxada e a lança: a África antes dos portugueses / Alberto da
Costa e Silva. 3. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.
1.11 Descrição geral das atividades complementares
Devem ser cumpridas pelo estudante pelo menos 300 horas abrangendo um
variado leque de opções formativas, cada uma das quais limitadas em até 120 horas,
nos termos do regulamento próprio disponibilizado previamente pela Coordenação
do Curso. As normas que regem as atividades complementares constam no Anexo
III deste documento.
1.12 Organização geral do Estágio curricular
O Estágio Supervisionado é componente curricular optativo que abrange o
exercício, em ambiente externo, sob supervisão do professor orientador, de
atividades práticas relacionadas a atuação na área internacional, no setor público ou
privado, nos termos das normas pertinentes disponibilizadas previamente pela
Coordenação de Curso. Independentemente da carga efetivamente cumprida, a
mesma será computada como Atividade Complementar e será computada nos
termos do regramento pertinente. As normas que regem as atividades de estágio
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constam no Anexo IV deste documento.
1.13 Organização geral do Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso envolverá o desenvolvimento e a redação
de monografia relacionada a matéria das relações internacionais, ao final de curso,
orientada por professor vinculado ao mesmo, nos termos do regulamento próprio
disponibilizado pela Coordenação de Curso e que será avaliado por banca
examinadora constituída especificamente para esse fim.
As disciplinas obrigatórias de Pesquisa em Relações Internacionais I (60
horas), onde é desenvolvido e aprovado o Projeto de Monografia de Conclusão de
Curso e Pesquisa em Relações Internacionais II (120 horas), onde ocorre o
desenvolvimento, a redação, apresentação e defesa de monografia de final de curso.
As normas que regem o Trabalho de Conclusão de Curso constam no Anexo II
deste documento.
1.14 Recursos
1.14.1 Instalações físicas
O espaço destinado à Coordenação do Curso de Relações Internacionais é
compartilhado com as coordenações dos demais cursos ativos no Campus FURG Santa
Vitória do Palmar: Tecnologia em Eventos, Bacharelado em Hotelaria, Bacharelado em
Comércio Exterior e Bacharelado em Turismo. A sala é localizada no Prédio A do Campus
FURG Santa Vitória do Palmar. O ambiente é climatizado, com iluminação artificial e
ventilação adequada às suas dimensões, e o serviço de limpeza e higienização é realizado
diariamente pela equipe especializada em governança do Campus.
A sala é ocupada por 05 Coordenadores de Curso. Nela encontram-se equipamentos
e recursos indispensáveis para execução das atividades que competem a Coordenação de
Curso, essenciais à organização didático pedagógica. Além disso, conta com mesas de apoio
para reuniões internas e atendimentos aos alunos e aos professores, material de escritório a
disposição nas mesas de trabalho e de reposição na secretaria do Campus FURG Santa
Vitória do Palmar. A sala conta com: 05 computadores com acesso a internet disponível via
Wifi e via Cabo, 5 mesas de trabalho, 05 mesas para computador, 02 mesas redondas; 05
cadeiras ergonômicas, giratórias e estofadas, com regulagem de altura; 09 cadeiras fixas
sem braço estofadas de cor azul; 04 Gaveteiros em MDF com 03 gavetas chaveadas; 04
armários altos.
Atualmente, o Campus FURG Santa Vitória do Palmar possui 01 Sala Coletiva de
Docentes, localizada no Prédio A que executa a função de Gabinete do Professor para
atendimento e trabalho em seu período de permanência no Campus FURG Santa Vitória. A
Sala de Permanência destinada aos Docentes possui estrutura adequada para que o professor
execute suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Nela encontram-se equipamentos e
recursos indispensáveis para execução das atividades essenciais à prática docente,
detalhados a seguir: 19 Computadores com acesso a internet, disponível via Wifi e via
60
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Cabo, 19 cadeiras ergonômicas e 19 Gaveteiros em MDF com 03 gavetas com chave. A sala
é climatizada e ambientada por: 01 climatizador de ar, tipo split, possui 06 janelas externas
e iluminação artificial adequada à dimensão do espaço. Conta ainda com 05 armários altos
em MDF, 01 tela para projeção, sendo disponibilizado quando solicitado o equipamento de
projeção móvel disponível no Campus FURG Santa Vitória do Palmar.
O campus possui 18 salas de aula. O Prédio I possui seis salas, das quais três dessas
salas são de tamanho grande de modo que possuem 71 poltronas fixas, 1 mesa para sala de
aula, 1 armário multimídia, 1 projetor multimídia, 1 tela de projeção retrátil, 1 conjunto de
caixas acústicas; 2 quadros de giz, 1 cadeira fixa azul, 1 microcomputador, 8 ventiladores
de teto e 1 lixeira. Outras três salas, de tamanhos menores, comportam 51 poltronas fixas, 1
mesa para sala de aula, 1 armário multimídia em mdf, 1 projetor multimídia, 1 tela de
projeção retrátil, 1 conjunto de caixas acústicas, 02 quadros brancos de acrílico, 1 cadeira
fixa azul; 1 microcomputador; 6 ventiladores de teto e 1 lixeira.
O Prédio II possui 12 salas de aula. Quatro destas salas de aula possuem uma
capacidade aproximada para 50 alunos cada. Nestes espaços, são disponibilizados um
conjunto de equipamentos que contempla mesa para sala de aula, poltronas fixas para
alunos, um armário multimídia, quadro branco e seis ventiladores. As outras oito salas de
aula do referido Prédio, oferecem uma capacidade aproximada de 40 lugares. Nestas, são
disponibilizados um conjunto de equipamentos que contempla mesa para sala de aula,
poltronas fixas para alunos, um armário multimídia, quadro branco e 4 ventiladores cada.
O Laboratório de Informática, por sua vez, está localizado no Pavilhão/Prédio 01.
Nele estão à disposição 35 computadores com acesso a internet via cabo e comporta até 45
estudantes. Também vale mencionar, que o Laboratório de Informática é equipado com
projetor multimídia, quadro de giz, tela de projeção retrátil manual, e computador desktop
com Keyboard e mouse óptico conectado ao projetor para aulas e explanações. É
ambientado e climatizado por ar condicionado, possui janelas amplas, com cortinas escuras
que possibilitam o aumento e diminuição de luz, além de telas para a proteção contra
insetos.
Além disso, a instituição detém outro espaço onde estão disponíveis computadores
com acesso a internet e que pode ser utilizado pelos estudantes em horários diversos,
mediante agendamento prévio (LABITI). O laboratório possui banheiros próximos, com
acessibilidade, iluminação de emergência, entradas e saídas amplas, ventiladas e seguras. O
laboratório conta com um servidor Técnico concursado na área de informáticas, bolsistas e
estagiários da FURG.
A Biblioteca do Campus de Santa Vitória do Palmar antende diretamente aos
estudantes do curso de Relações Internacionais. A automatização de todo o acervo do
Sistema de Bibliotecas – SIB é feita pelo software ARGO. Através de sua página
[Link] o usuário pode pesquisar títulos, livros e outros tipos de materiais
buscando pelo título, autor ou assunto. A busca é integrada com todas as bibliotecas que
compõem o SIB e também com a Biblioteca Digital (quando o material se encontra em
versão digital); com a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da FURG (BDTD) e com o
Repositório Institucional da FURG. É através do sistema ARGO que os usuários efetuam
também suas reservas de título e renovação de empréstimo. Quando a obra não se encontra
disponível na Biblioteca do Campus FURG de Santa Vitória do Palmar, mas consta
catalogada em outra Biblioteca da FURG pode ser feito o Empréstimo Entre Bibliotecas –
EEB. Podem solicitar essa modalidade de serviço de empréstimo de títulos: Docentes,
Técnicos Administrativos em Educação, Discentes de Graduação e Pós-Graduação que
possuam vínculo com a FURG.
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Para as atividades de extensão oferecidas pelo curso o Campus oferece um mini-
auditório com capacidade aproximada de 80 lugares, equipado com estrutura multimeios, a
qual permitem a realização de video-conferências e demais atividades.
Em se tratando de estrutura física concernente à asssitência estudantil, o Campus de
Santa Vitória do Palmar disponibiliza de uma Casa de Estudantes com aproximadamente 40
vagas.
Além disso, o Campus oferece em sua estrutura dois espaços de convivência para
discentes e docentes, em um deles há cantina, com mesas e cadeiras que peritem a
socialização no esaço universitário.
1.14.2 Corpo Docente
[Link] Professores efetivos:
Antonio José Guimarães Brito
Graduação em Ciências Sociais e Jurídicas pela Universidade Federal de Rondônia
(UNIR).
Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC (2004).
Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC (2010).
Fabiane Simioni
Graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos
(2001).
Mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2004).
Doutorado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2015).
Felipe Kern Moreira
Bacharel em Direito pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande-FURG (2001).
Mestre (2004) em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília-UnB (2004)
Doutor (2009) em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília-UnB.(2009)
Fernando Comiran
Graduação em História - LP pela Universidade de Passo Fundo (2005).
Mestre em História pela UNESP - Universidade Estadual Paulista (2008).
Doutor em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2018)
Gabriela de Moraes Kyrillos
Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG).
Mestra em Política Social pela Universidade Católica de Pelotas
Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC.
Hemerson Luiz Pase
Graduado em Filosofia (1992).
Mestre em Desenvolvimento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001).
Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006).
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Helena Beatriz Mascarenhas de Souza
Graduação em Letras pela Universidade Federal de Pelotas (1992)
Graduação em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (1980)
Doutorado em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (2013)
José Carlos da Silva Cardozo
Graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS.
Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS.
Especialista em Docência Universitária.
Mestre em História Latino-Americana pela UNISINOS.
Doutor em História Latino-Americana pela UNISINOS.
Luciana Pereira Vaz
Graduação em LETRAS/LIBRAS pela Universidade Federal de Santa Maria (2010)
Pós-Graduação em Libras pela Uniasselvi (2017)
Luciene Cristina Imes Baptista
Bacharel em Turismo e Hotelaria pela UNOPAR
Mestre em Turismo e Hotelaria pela UNIVALI
Raphael Albuquerque de Boer
Graduação em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio Grande - FURG
(2005)
Mestrado em Letras (Inglês e Literatura Correspondente) pela Universidade Federal de
Santa Catarina (2008)
Doutorado em Letras Inglês (Estudos Literários e Culturais) pela Universidade Federal de
Santa Catarina (2014)
Wagner Silveira Feloniuk
Graduação em Ciências Jurídicas e Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul
- UFRGS
Especialização em Direito do Estado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul -
UFRGS (2011)
Mestrado Acadêmico na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2012)
Doutorado em Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2016)
Camila Feix Vidal
Graduada em Relações Internacionais pela Florida International University (FIU)
Mestra em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Doutora em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Jorge Alberto Orellana Aragon
Graduação em Marketing pela Universidad Rafael Landívar, URL, Guatemala.
Mestrado em Economia (com ênfase em Economia Aplicada) no PPGE/UFRGS e um
Mestrado em Finanças pela URL.
Doutorado em Economia (com ênfase em Economia do Desenvolvimento) no
PPGE/UFRGS.
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Rafael Mesquita Pereira
Graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande (2010).
Mestrado em Economia Aplicada pelo Programa de Pós-Graduação em Organizações e
Mercados da Universidade Federal de Pelotas (2013).
Ricardo Aguirre Leal
Graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande, FURG.
Mestrado em Organizações e Mercados pela Universidade Federal de Pelotas, UFPEL.
Doutorado em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS.
Pamela Amado Tristão
Graduada em Administração pela Universidade Federal do Pampa (UNIPANPA).
Mestre e Doutora em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria-
PPGA/UFSM.
[Link] Professores Substitutos:
Carolina Belasquem de Oliveira Gomes
Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Especialista em Direito Civil e Direito e Processo do Trabalho/Processo do Trabalho pela
Universidade Anhanguera - UNIDERP
Mestre em Direito e Justiça Social pela Universidade Federal do Rio Grande – FURG
Nilton Cezar Cunha Varnier
Bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Mestre em Turismo e Hotelaria pelo Programa de Pós-Graduação em Turismo e Hotelaria
(UNIVALI)
Jonatas de Oliveira
Graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande(2014).
Mestrado em Economia Aplicada pela Universidade Federal do Rio Grande (2017).
Alécio Romero Gonçalves
Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Maria.
Mestre em Economia e Desenvolvimento pela Universidade Federal de Santa Maria.
Michele Márcia Viana Martins
Graduada em Economia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Mestra em Economia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Milena Behling Oliveira
Graduação em Turismo pela Universidade Federal de Pelotas.
Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da
Universidade Federal de Pelotas.
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1.14.3 Corpo técnico Administrativo
Em se tratando de Técnicnos Administrativos em Educação que atuam no
Campus de Santa Vitória do Palmar e atendem, além dos demais Cursos ofericidos no
Campus, as demandas do Curso de Relações Internacionais, menciona-se a seguinte
estrutura:
Secretaria Acadêmica e Administrativa:
três Técnicos Administrativos em Educação;
Laboratório de Informática:
um Técnico em Informática;
Biblioteca:
dois biblioteconomistas;
Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis:
uma Psicóloga
uma Pedagoga
uma Assistente Social
uma Intérprete de LIBRAS;
1.15 Procedimentos gerais de avaliação periódica do PPC e da qualidade da
aprendizagem
A avaliação do PPC e da qualidade da aprendizagem ocorre periodicamente em
sintonia com os sistemas da FURG sendo realizada pelo Núcleo Docente Estruturante do
curso, pelos órgãos competentes e por determinação da CPA da instituição e da
Faculdade de Direito.
Desde o início de suas atividades, o NDE realizou um debate sensível acerca da
concepção do curso, tendo em vista a diversidade do corpo docente. Dentro desta
proposta, tem servido como um espaço privilegiado para a avaliação e consolidação do
PPC, bem como para avaliar qualidade da aprendizagem do Curso.
O NDE avalia internamente os resultados do Relatório Gerencial do Curso de RI
produzido pela Diretoria de Avaliação Institucional da FURG, bem como o resultado das
Avaliações Docentes pelo Discente. Estes instrumentos servem como baliza para a
condução do curso e discussão de mecanismos de aperfeiçoamento institucional. Os
relatórios produzidos são apresentados também para os estudantes do curso através de
reuniões públicas com a Coordenação.
Além disso, uma das preocupações mais sensíveis diz respeito às metodologias de
ensino aplicados em sala de aula. De acordo com o PPI da FURG 2011-2022, um
objetivos estratégicos da instituição é “priorizar ações pedagógicas comprometidas com o
princípio da indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão na formação dos
estudantes”. Nesse sentido, a atuação do NDE tem sido fundamental para compartilhar
experiência entre docentes.
1.16 Fontes de consulta
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Inciso II do Art. 53 da Lei 9394/96 - LDB, na Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de
junho de 2007, no Parecer CNE/CES nº 583, de 4 de abril de 2001 e no Parecer
CNE/CES nº 8/2007, aprovado em 31 de janeiro de 2007, Parecer CNE/CES nº 67/2003,
aprovado em 11 de março de 2003, bem como na Padrões de Qualidade definidos pelo
MEC e utilizados pela Comissão de Especialistas da área.
1.17 Anexos
Anexo I – Grade Curricular
Anexo II – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso
Anexo III – Regulamento de Atividades Complementares
Anexo IV – Regulamento de Estágio
1.18 Legislação referente ao Curso
Destaca-se que o Curso de Graduação em Relações Internacionais não conta, até a
presente data, com Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas pela Câmara de
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (Art. 9º,§ 2º, alínea"c" lei
4024/1961 com redação dada pela Lei 9.131/1995). Nesta perspectiva a estrutura
curricular proposta neste Projeto, além de atender as necessidades demandadas pelo perfil
profissional, ampara-se no que estabelece o inciso II do Art. 53 da Lei 9394/96 - LDB, na
Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, no Parecer CNE/CES nº 583, de 4 de
abril de 2001, Parecer CNE/CES nº 8/2007, aprovado em 31 de janeiro de 2007, e no
Parecer CNE/CES nº 67/2003, aprovado em 11 de março de 2003, bem como na Padrões
de Qualidade definidos pelo MEC e utilizados pela Comissão de Especialistas da área.
Outrossim, no plano geral, observa-se a Lei n° 11.645, de 10/03/2008; a Resolução
CNE/CP N° 01de 17 de junho de 2004 e o Parecer CNE/CP 3/2004.
1.19 Enquadramento institucional e legal
O curso observa a legislação supra referida sendo regido pelas normas internas da
FURG pertinentes, conformando-se como curso de graduação, bacharelado em Relações
Internacionais.
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ANEXO I – GRADE CURRICULAR
1O CICLO 2O CICLO 3O CICLO 4O CICLO 5O CICLO 6O CICLO 7O CICLO 8O CICLO
06673 06674 06675 06676 07332 07333 08357 08365
Esp. Fins Espec. I Esp. Fins Ing. Ins. Lei. Co. Ex. Or. Intr. Com. Economia Pes. Rel. Inter. I Pes. Rel. Inter. II
4 / 60 h Espec. II Esc. L. Ing. Exterior Brasileira Semestral Semestral
4 / 60 h Semestral Semestral Semestral Semestral 4/72a = 60h 8/144a = 120h
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
07240 07329 07330 07331 08342 08350 07335 07336
Introd. a Economia Met. Aná. Macroeconomia Economia Fun. Ju-Pol. Diplomacia Com. Int. Mer. Mercado de
4 / 60 h Econ. Semestral Internac. Int. Semestral Verde Capitais
Semestral 4/72a = 60h Semestral Semestral 4/72a = 60h Semestral Semestral
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
08328 08331 08334 08337 08343 08351 08358 07337
Te. Ge. Re. In. I Te. Ge. Re. In. Ju-Po. Co. I In. Ju-Po. Co. In. Ju-Po. Di. In. Ju-Po. Di. Gl. Pl. Ju. Go. Gl. Ava. Fin. Inv. Int.
4 / 60 h In. II Semestral II P. I P. II Semestral Semestral
Semestral 4/72a = 60h Semestral Semestral Semestral 4/72a = 60h 4/72a = 60h
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
08329 08332 08335 08338 08344 08352 08359 07338
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1O CICLO 2O CICLO 3O CICLO 4O CICLO 5O CICLO 6O CICLO 7O CICLO 8O CICLO
Fu. Ju-Po. Est. I Fu. Ju-Po. Fun. Dir. Int. Tratados Organizações Di. Hu. Si. Dir. Inter. Logística Internac.
4 / 60 h Est. I Púb. Internac. Intern. Ju. In. Humanit. Semestral
Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 4/72a = 60h
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
08330 08333 08336 08339 08345 08353 08360 08363
Met. Pes. Rel. Int. Rel. Int. Soc. Re. In. Po. Ex. I Re. In. Po. In. Ju-Po. Fun. Dir. Int. Sol. Jur. Con. Int. Rel. Int. Ori.
Semestral Semestral Semestral Ex. II Dir. Pri. Priv. Semestral Médio
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h Semestral Semestral Semestral 4/72a = 60h Semestral
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
10407 10411 10687 10688 08346 07334 08361 08366
Hist. Rel. Int. I Hist. Rel. Int. Cont. Inter. Cont. Inte. Segurança Economia Dir. Comércio Corp.
Semestral II Contem. Compar. Internac. Ambiental Inter. Transnacionais
4/72a = 60h Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
10393 10398 06497 08340 08347 08354 08362 08367
Form. Soc. Bras. I Form. Soc. LIBRAS I Tóp. Esp. Re. Fun. Dir. Tri. Rel. Int. Rel. Inter. Ásia Pat. Cul. Amb.
Semestral Bras. II Semestral In. I Bra. Amé. Norte Semestral Hum.
4/72a = 60h Semestral 4/72a = 60h Semestral Semestral Semestral 4/72a = 60h Semestral
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
10417 08341 08348 08355 08364 08368
Int. Latino- Rel. Int. Dir. Intern. Tóp. Esp. Re. Negociação Direito
Americ. Amé. Lat. Econôm. In. II Internac. Comunitário
Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral
4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h 4/72a = 60h
08349 08356
08369
Rel. Inter. Direito
Plan. Trib. Intern.
Europa Aduaneiro
Semestral
Semestral Semestral
4/72a = 60h
4/72a = 60h 4/72a = 60h
08370
Rel. Inter. África
Semestral
4/72a = 60h
ANEXO II – REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
DO CURSO DE BACHARELADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS
(Aprovado pelo Conselho da Faculdade de Direito em 06/10/2017)
Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC)
do Curso de Bacharelado em Relações Internacionais da
Universidade Federal do Rio Grande, FURG.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
68
Universidade Federal do Rio Grande – FURG - Faculdade de Direito – FADIR
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Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório
indispensável para o recebimento do grau de Bacharel em Relações Internacionais.
Parágrafo único. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) compreende o trabalho
monográfico em forma escrita e a defesa oral perante Banca Examinadora.
Art. 2º. O objetivo geral do TCC é a demonstração e a avaliação de competências e
habilidades do(a) discente relativas à pesquisa científica em suas expressões escrita e
oral, mediante o aprofundamento temático e a capacidade de análise crítica das relações
internacionais.
Art. 3º. O período de realização do TCC, sua carga horária e atividades são definidos
pela estrutura curricular do Curso de Bacharelado em Relações Internacionais.
Art. 4º. São objetivos do TCC:
I - aplicar e demonstrar os conhecimentos adquiridos ao longo do Curso de Bacharelado
em Relações Internacionais;
II - desenvolver capacidades e habilidades de pesquisa através da elaboração e execução
do TCC;
III - aprimorar competências e habilidades do(a) aluno(a), que lhe possibilitem o
exercício de atividade profissional relacionada ao Curso de Bacharelado em Relações
Internacionais.
CAPÍTULO II
DA CARACTERIZAÇÃO DO TCC
Art. 5º. O TCC, sob o formato de monografia acadêmica, deverá seguir as normas
técnicas da ABNT, referentes a trabalhos acadêmicos, adotadas pela FURG.
Art. 6º. O TCC deverá ser realizado em duas etapas, referentes às disciplinas de
Pesquisa em Relações Internacionais I e Pesquisa em Relações Internacionais II.
Art. 7o. A realização do TCC terá o acompanhamento de um(a) professor(a)
orientador(a) e o trabalho resultante deverá ser submetido a uma Banca Examinadora.
CAPÍTULO III
DA SUPERVISÃO DE TCC
Art. 8o. O(A) Supervisor(a) de TCC é um(a) professor(a) do curso de Bacharelado
Relações Internacionais, vinculado(a) à Faculdade de Direito – FaDir e lotado(a) no
campus de Santa Vitória do Palmar.
Art. 9o. Compete ao(à) Supervisor(a) de TCC, planejar, acompanhar e supervisionar as
atividades referentes ao TCC, em suas diferentes etapas, nos termos do presente
Regulamento, mantendo o registro e publicação dos resultados das diversas etapas, bem
como expedindo os atos administrativos pertinentes.
Art. 10. À Supervisão de TCC, além das demais atribuições aqui constantes, compete
69
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especialmente:
I - primar pelo cumprimento do Regulamento do TCC;
II - propor a atualização deste Regulamento de TCC;
III - dar cumprimento ao presente Regulamento, expedindo editais, atos e orientações
formais aos docentes, servidores e discentes sobre suas atividades;
IV - manter os arquivos da Supervisão, com o registro das atividades inerentes às
diversas fases do Trabalho;
V - elaborar e divulgar no segundo semestre de cada ano o Edital do Trabalho de
Conclusão de Curso;
VI – mediar a relação entre aluno(a) e professor(a) orientador(a) e favorecer a
formalização da orientação;
VII - apreciar os pedidos de formação das Bancas Examinadores dos Trabalhos de
Conclusão de Curso, designar os respectivos examinadores e suplentes, atendendo, tanto
quanto possível, às indicações dos(as) professores(as) orientadores(as);
VIII - organizar e publicizar o Calendário de Defesas dos Trabalhos de Conclusão de
Curso, com referência ao(à) aluno(a), título do trabalho, dia, horário, local e composição
da Banca Examinadora;
IX - organizar o recebimento das versões digitais dos Trabalhos de Conclusão de Curso
para divulgação pela Biblioteca da Universidade Federal do Rio Grande;
X - elaborar todos os modelos de documentos, termos e formulários necessários à
comprovação do cumprimento do presente Regulamento, procurando privilegiar, tanto
quanto possível, o uso de meios e instrumentos de informática em detrimento do papel;
XI – Fornecer os comprovantes de participação aos membros das Bancas
Examinadoras.
CAPÍTULO IV
DA ORIENTAÇÃO DO TCC
Art. 11. Os(as) alunos(as) matriculados(as) nas disciplinas de Pesquisa em Relações
Internacionais I e II serão orientados(as) por professores(as) efetivos(as), integrantes da
carreira do magistério federal, preferencialmente atuantes no Curso de Bacharelado em
Relações Internacionais da FURG e vinculados(as) à Faculdade de Direito – FaDir,
vedada, em qualquer caso, a orientação por professores substitutos ou temporários.
§ 1o. – Professores(as) vinculados(as) à Faculdade de Direito – FaDir que não sejam
atuantes no Curso de Bacharelado em Relações Internacionais da FURG deverão
solicitar ao Conselho da Faculdade de Direito, nos prazos devidos fixados pelo
Conselho da Faculdade ou pela Direção, a inclusão desta disponibilidade de orientação
em seus Planos de Trabalho, para fins inclusão desta disponibilidade no Edital de vagas
a ser veiculado pela Supervisão, correndo, de qualquer forma, às suas expensas, caso
sediado em campus diverso, as despesas de deslocamento, diárias e estadia para realizar
a orientação no Campus de Santa Vitória do Palmar.
§ 2o. - No mesmo prazo referido no § 1o os(as) professores(as) efetivos(as), integrantes
da carreira do magistério federal lotados em outra Unidade, que pretendam
disponibilizar-se à orientação, deverão encaminhar à Supervisão do TCC documento
único informando o número de vagas e as áreas em que se dispõe a orientar, bem como
70
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a disponibilidade para assumir as respectivas disciplinas relativas à orientação no ano
vindouro )Pesquisa em Relações Internacionais I e Pesquisa em Relações Internacionais
II), assim como declaração confirmando a disponibilidade para orientação, explicitando
o compromisso de não solicitar afastamento para capacitação no ano em que ocorrer a
orientação, em documento único que deverá ser assinado pelo professor requerente e
pelo respectivo Diretor da Unidade na qual encontre-se lotado.
Art. 12. São atribuições do(a) professor(a) orientador(a):
I - observar as normas estabelecidas neste Regulamento;
II - entregar ao(à) Supervisor(a) de TCC, mediante recibo e no prazo estabelecido por
este(a) a formalização da orientação, segundo o Formulário anexo a este Regulamento
(Anexo I);
III - administrar as disciplinas Pesquisa em Relações Internacionais I e Pesquisa em
Relações Internacionais II, sob sua responsabilidade;
IV - acompanhar o desenvolvimento da pesquisa do(a) aluno(a), prezando pela
qualidade técnico-científica;
V - cientificar a Supervisão do TCC, caso o(a) aluno(a) não esteja cumprindo com o
cronograma estabelecido;
VI - indicar se o trabalho do(a) aluno(a) possui as condições de ser apresentado perante
Banca Examinadora, comunicando, por escrito, à Supervisão de TCC, a data, horário e
composição da Banca Examinadora, com a indicação de, no mínimo, 01 (um) membro
suplente;
VII - participar e presidir a Banca Examinadora do TCC.
CAPÍTULO V
DAS ATRIBUIÇÕES DOS(AS) ALUNOS(AS) ORIENTANDOS(AS)
Art. 13. Ao(À) aluno(a) orientando(a), além de outros deveres inerentes à atividade
curricular previstos neste Regulamento e nas normas que lhe são complementares,
incumbe:
I - observar as normas estabelecidas neste Regulamento;
II – seguir o Calendário de Atividades do TCC;
III – comparecer às reuniões convocadas pelo(a) professor(a) orientador(a) e/ou pelo(a)
Supervisor(a) de TCC;
IV - participar das atividades afins solicitadas pelo(a) professor(a) orientador(a) e/ou
pelo(a) Supervisor(a) de TCC;
V – elaborar o Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, revisando-o em
conformidade com as recomendações do(a) professor(a) orientador(a);
VI – respeitar a agenda de reuniões de orientação e manter contato com o(a)
professor(a) orientador(a) para discussão, desenvolvimento e finalização do TCC;
VII – entregar o trabalho final para a apreciação da Banca Examinadora, conforme
estabelecido neste Regulamento, em consonância com o cronograma estabelecido para
as atividades relacionadas ao TCC;
VIII - comunicar e justificar, com antecedência, ao(a) professor(a) orientador(a),
quaisquer alterações das atividades previstas, inclusive sobre a desistência da
apresentação do trabalho perante a Banca Examinadora;
IX - apresentar os resultados do trabalho final para a Banca Examinadora, em sessão
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pública, em data e horário divulgados pela Supervisão de TCC;
X - depositar a versão final do TCC, em formato eletrônico e impresso, no prazo
estipulado pela Supervisão de TCC.
CAPÍTULO VI
DAS DISCIPLINAS DE PESQUISA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS I E II
Art. 14. O Edital sobre o Trabalho de Conclusão de Curso será publicado no ano
anterior ao da provável defesa e fixará, em conformidade com a respectiva Deliberação
do Conselho da Faculdade de Direito, o número de vagas por orientador(a) e o prazo
para a entrega da formalização de orientação à Coordenação do Curso de Relações
Internacionais.
§ 1o. O número de vagas de orientação por professor(a) será aquele estabelecido pelo
Conselho da Faculdade de Direito no contexto da aprovação dos Planos de Trabalho de
cada docente para o período subsequente;
§ 2o. O modelo do documento de formalização de orientação consta no Anexo I do
presente Regulamento;
§ 3o. O documento de formalização da orientação será assinado pelo(a) aluno(a) e
pelo(a) professor(a) orientador(a);
§ 4o. O Edital sobre o Trabalho de Conclusão de Curso será elaborado e publicizado
pela Supervisão de TCC.
Art. 15. A entrega no prazo estipulado em Edital, pela Supervisão de TCC, do
documento de formalização de orientação, à Coordenação de Curso de Relações
internacionais, é condição para a Coordenação do Curso de Relações Internacionais
realizar a matrícula dos(as) respectivos(as) alunos(as) na disciplina Pesquisa em
Relações Internacionais I.
§ 1o. A lista com os nomes dos(as) estudantes habilitados(as) a se matricular na
disciplina de Pesquisa em Relações Internacionais I será publicizada, pela Supervisão de
TCC em mural no Campus de Santa Vitória do Palmar;
§ 2o. Se o(a) estudante não entregar a formalização no prazo indicado no Edital anual, só
poderá ser matriculado na disciplina de Pesquisa em Relações Internacionais I no ano
subsequente, salvo interposição de Recurso, circunstanciado, a ser apreciado pela
Câmara de Graduação.
Art. 16. As disciplinas de Pesquisa em Relações Internacionais I e Pesquisa e Relações
Internacionais II serão ofertadas de modo que cada orientador(a) será responsável pela
turma na qual serão matriculados seus(suas) respectivos(as) orientandos(as).
Parágrafo único. Os dias e horários das turmas a que se refere este artigo serão
organizados pela Coordenação de Curso de forma a não entrar em choque com as outras
disciplinas ofertadas.
Art. 17. O TCC será produzido a partir de um Projeto, a ser apresentado na disciplina
de Pesquisa em Relações Internacionais I; e, se aprovado, poderá ser desenvolvido
como trabalho monográfico na disciplina de Pesquisa em Relações Internacionais II, de
acordo com a seguinte sequência:
I - A nota final da disciplina Pesquisa em Relações Internacionais I será atribuída e
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lançada pelo(a) professor(a) orientador(a) a partir do Projeto e da frequência às reuniões
de orientação.
II – Na disciplina de Pesquisa em Relações Internacionais II, o(a) aluno(a) elaborará e
apresentará o trabalho monográfico escrito, o qual será submetido à Banca
Examinadora.
III – A nota final da disciplina Pesquisa em Relações Internacionais II será lançada
pelo(a) professor(a) orientador(a) a partir da média das notas atribuídas pelos(as)
outros(as) dois membros da Banca Examinadora, em conformidade com o Formulário
de Avaliação do TCC constante no Anexo II deste Regulamento.
Art. 18. O Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso respeitará no mínimo os
seguintes pontos:
I – Tema;
II - Título (provisório);
III – Resumo;
IV - Problema/hipótese;
V – Justificativa;
VI – Objetivos;
VII – Metodologia;
VIII – Cronograma;
IX – Sumário;
X - Referências bibliográficas.
CAPÍTULO VII
DA DEFESA PÚBLICA PERANTE BANCA EXAMINADORA
Art. 19. A versão final do TCC deverá ser entregue à Banca Examinadora em formato
impresso com no mínimo 15 (quinze) dias de antecedência do dia da defesa pública
perante a Banca Examinadora.
Art. 20. A Banca Examinadora será composta por três membros, todos vinculados a
Instituições de Ensino Superior brasileiras ou estrangeiras.
§ 1º. O(A) Orientador(a) ou o(a) Coorientador(a) integra e preside o ato da
Defesa Pública perante Banca Examinadora mas não atribui nota ao trabalho.
§ 2o. O(a) aluno(a) deverá responder às arguições formuladas pela Banca
Examinadora, demonstrando domínio do conhecimento e capacidade de argumentação.
§ 3º. Será parte integrante da avalição a boa utilização do tempo pelo(a) aluno(a)
e, também, a atitude acadêmica de seriedade e formalidade, adequada à importância do
evento acadêmico;
§ 4º. A data de defesa do TCC será divulgada pela Supervisão de TCC, a partir
de consulta e entendimento com o(a) professor(a) orientador(a) do TCC, e publicizada
com antecedência de no mínimo sete (07) dias, no Mural do campus de Santa Vitória do
Palmar;
§ 5º. Após a apresentação do TCC, o(a) aluno(a) receberá a comunicação do
resultado final da avaliação;
§ 6º. Os(as) membros da Banca Examinadora receberão da Supervisão de TCC
os comprovantes de participação nas atividades relativas ao TCC.
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Art. 21. A sessão de defesa, instalada por seu Presidente, primará pela observância do
tempo previsto para sua realização, respeitando o seguinte roteiro:
I - até 05 (cinco) minutos para abertura dos trabalhos pelo(a) presidente da Banca
Examinadora;
II - até 20 (vinte) minutos, sem interrupções, ao discente, para apresentação do seu
Trabalho de Conclusão de Curso;
III - até 10 (dez) minutos, para os questionamentos de cada membro da Banca
Examinadora;
IV - até 10 (dez) minutos, sucessivamente ou ao final dos questionamentos, para o
discente responder às questões formuladas pelos examinadores;
V - até 05 (cinco) minutos para o encerramento dos trabalhos pelo(a) presidente da
Banca Examinadora.
Art. 22. A Banca Examinadora deverá reprovar o TCC nas situações em que forem
constatadas expressas violações aos direitos autorais, ou quando o estudante deixar de
comparecer à defesa, sem justificativa legal.
Art. 23. A Banca Examinadora registrará em uma única Ata os atos da sessão de defesa
e da avaliação do(a) discente, cabendo ao(à) Presidente encaminhar os documentos à
Supervisão de TCC, no prazo de 5 (cinco) dias, para arquivamento.
Art. 24. A versão final dos TCC deverá permanecer arquivada na Instituição na forma
impressa e digital nos prazos legais.
Parágrafo único. A versão definitiva do TCC deverá conter Termo de Autorização para
divulgação digital no repositório da Universidade Federal do Rio Grande – FURG.
CAPÍTULO VIII
DA VERSÃO FINAL DO TCC
Art. 25. A versão final impressa do TCC, entregue à Banca Examinadora deverá
apresentar entre 40 (quarenta) e 80 (oitenta) páginas, contadas da página inicial da
Introdução à página final das Considerações Finais ou Conclusões.
§ 1º. O texto deverá ser escrito em língua portuguesa. A apresentação escrita do
trabalho deverá prezar pela organização, clareza e domínio na abordagem do tema, com
referencial teórico e metodologia adequadas.
§ 2º. A constatação de execução do trabalho por terceiros ou a compilação
parcial ou total de textos e trabalhos já existentes, sem as devidas citações
bibliográficas, causará a reprovação do(a) aluno(a) e aplicação de penalidades previstas
no Regimento Geral da FURG;
§ 3º. O não cumprimento dos prazos na execução do trabalho implicará em
prejuízos na avaliação do(a) aluno(a).
Art. 26. A nota data por cada um dos(as) avaliadores(as) da Banca Examinadora terá
peso idêntico na avaliação do TCC.
Parágrafo único. Os(as) membros da Banca Examinadora receberão um instrumento
(Anexo II, do presente Regulamento) no qual serão atribuídas notas para o(a)
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acadêmico(a), a partir dos seguintes critérios:
I - Avalição do TCC:
Critério Pontuação Máxima
Formatação (ABNT, normas acadêmicas) 1,0
Estrutura do trabalho e clareza 1,0
Pertinência metodológica e teórica 1,5
Pertinência ao estudo das RI 1,5
Soma 5,0
II - Avalição da apresentação do(a) aluno(a):
Critério Pontuação Máxima
Domínio do conteúdo 2,0
Desenvoltura na apresentação 1,0
Atitude acadêmica e seriedade 1,0
Tempo/Organização da apresentação 1,0
Soma 5,0
Art. 27. Será considerado aprovado no TCC o(a) aluno(a) que obtiver no somatório das
notas acima descritas, no mínimo, a nota SETE (07) de um total de DEZ (10) pontos.
Art. 28. Ao Final da defesa, a Banca Examinadora comunicará o resultado nos seguintes
termos:
I – Aprovado;
II – Reprovado.
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 29. O(A) discente poderá recorrer dos atos da Supervisão de TCC, do professor(a)
orientador(a) ou da Banca Examinadora, à Câmara de Graduação do Curso de Relações
Internacionais.
Art. 30. As questões não previstas por este Regulamento serão resolvidas pela
Supervisão do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 31. Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho da
Faculdade de Direito
Rio Grande, 06 de outubro de 2017.
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ANEXO I
FORMULÁRIO DE FORMALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO
Nome do(a) aluno(a):
Número de Matrícula:
Título do trabalho:
Professor(a) orientador(a):
Professor(a) coorientador(a):
Santa Vitória do Palmar, de de 20
Aluno(a)
Professor(a) coorientador(a)
Professor(a) orientador(a)
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ANEXO II
FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO DO TCC
(Curso de Relações Internacionais)
Nome do(a) aluno(a):
Data da Defesa: / /
Título do trabalho:
Professor(a) orientador(a):
Critério Pontuação máxima Avaliação
Trabalho Escrito -x- -x-
Formatação (ABNT, 1,0
normas acadêmicas)
Estrutura do texto e clareza 1,0
Pertinência metodológica e 1,5
teórica
Pertinência ao estudo das 1,5
RI
Apresentação -x- -x-
Domínio do conteúdo 2,0
Desenvoltura na 1,0
apresentação
Atitude acadêmica e 1,0
seriedade
Tempo/Organização da 1,0
apresentação
Pontuação Total (Soma)
Observações:
Professor Avaliador
Nome:
Assinatura:
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ANEXO III – REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES
INTERNACIONAIS
Regulamenta as atividades complementares
de ensino, pesquisa e extensão
indispensáveis à conclusão do curso de
graduação em Relações Internacionais da
Universidade Federal do Rio Grande –
FURG
CAPÍTULO I
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 1º – As atividades complementares da graduação em Relações Internacionais da
Universidade Federal do Rio Grande – FURG são componentes curriculares obrigatórios,
compreendendo eventos desenvolvidos no decorrer do curso, indispensáveis à sua
conclusão e ao recebimento do grau de bacharel em Relações Internacionais.
Art. 2º – O objetivo geral das atividades complementares é propiciar o
reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno,
inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais e interdisciplinares, especialmente nas relações com
o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto àcomunidade.
Art. 3º – As atividades complementares consistem num conjunto de eventos de
ensino, pesquisa e extensão, de interesse à formação geral, humanística e axiológica, e de
interação entre teoria e prática.
Art. 4º – Para a obtenção de grau, o discente deverá integralizar a carga horária
mínima de 300 horas/aulas distribuídas de acordo com o art. 12 deste Regulamento.
Art. 5º – Para viabilizar a obtenção dos créditos das atividades, o curso
proporcionará, entre outros, a realização de eventos de extensão, trabalhos extraclasse em
atividades teórico-práticas e estágios, mediante convênios com outras entidades ou
instituições.
CAPÍTULO II
DA SUPERVISÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 6º – As atividades complementares da graduação em Relações Internacionais é
elemento curricular implementado pela respectiva Supervisão.
Parágrafo Único – A Supervisão terá respaldo executivo na Secretaria Acadêmica do
Curso. Art. 7º – A Supervisão das Atividades Complementares da Graduação em
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Relações
Internacionais (SACGRI) tem por atribuição geral promover, registrar, divulgar e
apoiar a realização dos projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e convênios
que permitam aos discentes obterem os créditos necessários à complementação
dos estudos de graduação, e avaliar as participações atribuindo os respectivos
créditos.
Art. 8º – Ao Supervisor compete:
I– dar cumprimento ao presente regulamento, expedindo, se for o caso, editais, atos
e orientações formais aos docentes, servidores e discentes sobre suas atividades;
II – propor a atualização desteRegulamento;
III – estabelecer e estimular a integração entre docentes e discentes com vista à
organização e participação em atividades que atendam ao propósito das
atividadescomplementares;
IV – manter atualizados os arquivos da Supervisão, em particular o registro das
atividades cumpridas pelos discentes nos respectivos grupos esubgrupos;
V – manifestar-se, previamente, quando solicitado sobre possível validação ou
aceitação de futura atividade específica a ser desenvolvida pelo aluno como
atividadecomplementar;
VI – avaliar e atribuir as horas ao discente pelas atividades complementares
realizadas, nos termos deste regulamento;
VII – auxiliar o discente na escolha de eventos que possam render-lhe créditos por
serem coerentes com a progressão de seus estudos;
VIII – disponibilizar acesso do aluno ao controle da sua carga horáriacumprida;
IX – supervisionar o registro, no sistema próprio da instituição, as atividades
realizadas e a respectiva carga horária atribuída a cada uma, nos termos do
presenteRegulamento;
X – levar à Coordenação do Curso questões não previstas no presenteRegulamento.
CAPÍTULO III DOS
DISCENTES
Art. 9º – O discente matriculado no curso, desde o primeiro semestre, é responsável
pelo planejamento que lhe permita realizar atividades complementares, de acordo com a
progressão de seus estudos, acumulando créditos para integralização da carga mínima
prevista neste Regulamento (art. 4º).
Art. 10 – O discente matriculado no oitavo semestre do curso, e assim considerado
provável formando, deverá ter integralizado até o final do 4º bimestre letivo a carga horária
mínima de atividades, como uma das condições para que lhe seja conferido o grau. 79
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Parágrafo Único – o discente que não atingir a carga horária mínima, se mantiver
matrícula no curso, conservará a carga horária acumulada para o semestre letivo seguinte.
Art. 11 – Ao discente, além de outros deveres que decorrem da própria atividade,
incumbe:
I – respeitar e cumprir este Regulamento e demais normascorrelatas;
II – comparecer às reuniões convocadas pela Supervisão, atendendo as solicitações
e prestando esclarecimentos que se façamnecessários;
III – organizar, podendo se valer do aconselhamento da Supervisão, o planejamento
de sua participação nos eventos necessários à obtenção dos créditos das
atividadescomplementares;
IV – requerer a validação de suas atividades, instruído com documentos hábeis e
relatório descrevendo a pertinência do aprendizado obtido em relação às habilidades e
competências preconizadas para o perfil doegresso.
CAPÍTULO IV
DOS EVENTOS E DA CARGA HORÁRIA
Art. 12 – Mediante requerimento do discente, as atividades realizadas pelo mesmo,
quando validadas, em conformidade com os limites dos respectivos grupos e subgrupos,
como complementares, serão pontuadas, para efeito de cômputo da carga horária, inclusive
da mínima, conforme as tabelas que constituem o Anexo I da presente norma.
Art. 13 – Todas as atividades que consistam na entrega de documentos e
informações, bem como editais e demais informações relacionadas às atividades
complementares serão centralizadas em plataforma de informática única, vinculada à
Secretaria de Educação a Distância (SEAD) – FURG, sem prejuízo da realização das
necessárias atividades presenciais de orientação e defesa dos trabalhos de curso, sendo
obrigatória a inscrição e atuação do aluno na respectivaplataforma.
Parágrafo único – Na avaliação do pedido de aproveitamento das
atividades complementares, a Supervisão poderá decidir pela não
aceitação ou pelo cômputo parcial das horas pleiteadas tendo em vista o efetivo grau de
correspondência das atividades realizadas em relação ao perfil do egresso, bem como
respectivas habilidades e competências preconizadas pelocurso.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 14 – O discente poderá recorrer dos atos da Supervisão à Direção da Faculdade,
que poderá designar Comissão específica para examinar o recurso, resolvê-lo
imediatamente ou encaminhar o caso à análise do Conselho da Unidade, conforme o caso.
Art. 15 – As questões omissas no presente Regulamento serão resolvidas pela
Supervisão. Art. 16 – Este Regulamento entrará em vigor na data da sua aprovação
pelo Conselho da
Unidade.
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ANEXO I - TABELA DE EVENTOS E DE CARGA HORÁRIA
GRUPOS CARGA MÁXIMA A SER
SUBGRUPOS ADMITIDA
PONTUAÇÃO POR ATIVIDADES
GRUPO I – ATIVIDADES DE ENSINO 150 h/a
Subgrupo 1 – Estágio em instituição conveniada
Pontuação: até 100% da carga horária comprovada. 90 h/a
Subgrupo 2 – Atividade profissional (pública ou privada) com
prática de atos que exijam conhecimentos correspondentes às
habilidades e competências preconizadas pelo curso de graduação
em Relações Internacionais para o perfil do egresso 90 h/a
Pontuação: até 100 % da carga horária comprovada.
Subgrupo 3 – Atividade simulada orientada por docente,
envolvendo a representação da prática diplomática 60 h/a
Pontuação:
(1) até 20 horas por participação
Subgrupo 4 – Monitorias
Pontuação:
(1) Exercício integral de monitoria de disciplina semestral (45 90 h/a
h/a)
Subgrupo 5 – Atividade de bolsista vinculada a projeto de ensino
Pontuação:
(1) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
90 h/a
anual (90 h/a)
(2) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
semestral (45 h/a)
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GRUPOS CARGA MÁXIMA A SER
SUBGRUPOS ADMITIDA
PONTUAÇÃO POR ATIVIDADES
150 h/a
GRUPO II – ATIVIDADES DE PESQUISA
Subgrupo 1 – Apresentação em congressos, seminários, simpósios,
fóruns, mostras de produção científica e similares
Pontuação: 60 h/a
(1) Até 15 horas
Subgrupo 2 – Pesquisa orientada por docente que resulte em
relatório ou trabalho com no mínimo de 15 laudas, na condição de 90 h/a
voluntário por parte do discente, com carga horaria de 20 horas
semanais
Pontuação:
1. PROJETO ANUAL (90H/A)
2. PROJETO SEMESTRAL (45 H/A)
Subgrupo 3 – Artigo aceito com carta de comprovação ainda não De acordo com as
publicado de acordo com a pontuação do subgrupo 4, 5 e 6. horas previstas no
em periódico. subgrupo 4, 5 e 6
Pontuação: De acordo com o subgrupo 4, 5 e 6. referente a
indexação.
Subgrupo 4 – Artigo (inclusive monografia) publicado em periódico
indexado classificado como Qualis A, B1, B2 ou B3 150 h/a
Pontuação: 75 h/a
Subgrupo 5 – Artigo (inclusive monografia) publicado em periódico
catalogado (ISSN) 60 h/a
Pontuação: 20 h/a
Subgrupo 6 – Artigo (inclusive monografia) publicado em periódico 20 h/a
não catalogado
Pontuação: 5 h/a
Subgrupo 7 – Atividade de bolsista vinculado a projeto de pesquisa
Pontuação: 90 h/a
(1) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
anual (90 h/a)
(2) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
semestral (45 h/a)
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Subgrupo 8 – Participação em grupo de pesquisa liderado por
docente oficializado junto à Instituição 60 h/a
Pontuação: até 100% da carga efetivamente desenvolvida
junto ao grupo, respeitado o limite de 15 h/a mensais
computadas por Grupo
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GRUPOS CARGA MÁXIMA A SER
SUBGRUPOS ADMITIDA
PONTUAÇÃO POR ATIVIDADES
GRUPO III – ATIVIDADES DE EXTENSÃO 150 h/a
Subgrupo 1 – Assistência a curso, workshop, palestras, conferências
ou similares (presencial ou virtual) na área das Relações 90 h/a
Internacionais
Pontuação: até 100% da carga horária do evento
Subgrupo 2 – Ministrante de curso, workshop, palestras,
90 h/a
conferências ou similares na área das RelaçõesInternacionais
Pontuação: 100% da carga horária declarada no relatório ou
nocertificado
Subgrupo 3 – Assistência a curso de idioma estrangeiro 60 h/a
Pontuação: até 50% da carga horária total comprovada
Subgrupo 4 – Assistência à sessão de vídeo ou videoconferência
orientada por docente 15 h/a
Pontuação: 100% da carga efetiva declarada no relatório
Subgrupo 5 – Assistência à sessão de defesa de monografia,
dissertação ou tese 15 h/a
Pontuação: 1 h/a por sessão
Subgrupo 6 – Organizador de curso, workshops, palestras,
conferências ousimilares 90 h/a
Pontuação: 100% da carga horária do evento –
Subgrupo 7 – Atividade de bolsista vinculada a projeto deextensão
Pontuação:
(1) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
anual(90 h/a)
(2) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto 90 h/a
semestral (45 h/a)
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GRUPOS CARGA MÁXIMA A SER
SUBGRUPOS ADMITIDA
PONTUAÇÃO POR ATIVIDADES
GRUPO IV – ATIVIDADES ESPECIAIS 150 h/a
Subgrupo 1 – Disciplina cursada além daquelas computadas para a
carga horária mínima do curso 120 h/a
Subgrupo 2 – Representação estudantil em órgão universitário
(Conselho, Colegiado, Comitês, etc.) 60 h/a
Pontuação: até 20 h/a por ano de representação
Subgrupo 3 – Exercício de cargo efetivo em órgão estudantil (DCE 20 h/a
e DA)
Pontuação: 20 h/a por mandato cumprido
Subgrupo 4 – Participação em assembleia de órgão estudantil 10 h/a
Pontuação: 2 h/a por presença certificada
Subgrupo 5 – Bolsa de trabalho ou estágio em atividade
administrativa na FURG
Pontuação:
(1) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
90 h/a
anual (90 h/a)
(2) Exercício integral (até o fim) de atividade em projeto
semestral (45 h/a)
Subgrupo 6 – Participação em qualquer evento público organizado
pela FURG ou com participação da FURG, como vestibular, Feira
do Livro e exposições 30 h/a
Pontuação: carga efetivamente desenvolvida.
Subgrupo 7 – Participação, com a devida nomeação, ou por
convocação especial, em Comissão da FURG
Pontuação: 20 h/a
(1) Comissão sindicante (10h/a)
(2) outras (5h/a)
Subgrupo 8 – Outras atividades complementares pertinentes à
formação do estudante, até aqui não listadas 60 h/a
Pontuação: a critério da Supervisão das Atividades
Complementares
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ANEXO IV – REGULAMENTO DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO DO CURSO
DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Regulamenta o Estágio Não Obrigatório do Curso
de Relações Internacionais da Universidade Federal
do Rio Grande (FURG).
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES
GERAIS
Art. 1º - O Estágio é uma atividade suplementar, de caráter não obrigatório, e será
computado como Atividade Complementar nos termos do respectivo regulamento.
Art 2º - O Estágio tem por finalidade o aprendizado de competências próprias da
atividade profissional internacionalista, visando ao desenvolvimento do estudante
para o trabalho e para a vida cidadã, constituindo-se um elemento de integração entre
ensino, pesquisa e extensão.
Art 3º - A jornada de atividade em Estágio, a ser cumprida pelo estudante, deve
compatibilizar-se com seu horário escolar e com o horário da parte concedente na qual
ocorre o Estágio.
Art. 4º - Não é permitido ao aluno realizar Estágios concomitantes.
Art. 5º - A carga horária do Estágio não deve ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta)
horas semanais.
Art. 6º – A orientação do Estágio é realizada por docente do Curso de Relações
Internacionais da FURG.
Art. 7º – A supervisão do Estágio é realizada pela parte concedente, que deve indicar
um funcionário de seu quadro de pessoal com formação e experiência na área de
conhecimento, para orientá-lo durante o período integral de realização do Estágio.
CAPÍTULO II
DOS DOCUMENTOS E PROCEDIMENTOS
Art. 8º - Para iniciar qualquer Estágio, o estudante interessado deverá submeter o
Requerimento de Estágio (Anexo 1) à Coordenação do Curso de Relações Internacionais
mediante o Protocolo Eletrônico Sistemas-FURG.
Parágrafo único – Não será recebido pedido de Estágio para qualquer estudante
que não tiver apresentado Relatório Final de qualquer Estágio que tenha realizado
anteriormente.
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Art. 9º - O Requerimento de Estágio será encaminhado à Supervisão de Estágios do
Curso de Relações Internacionais, a qual, diretamente ou por delegação, decidirá sobre
sua aprovação ou não.
Parágrafo único - Sendo reprovado o Requerimento de Estágio, o mesmo será
devolvido ao estudante, encerrando-se o pleito, sem prejuízo da possibilidade de
reiniciar o procedimento apresentando novo Requerimento de Estágio, nos termos
do art. 8º.
Art. 10º - Sendo aprovado o Requerimento de Estágio, a Supervisão de Estágios do
Curso de Relações Internacionais informará o nome do professor orientador de estágio
alocado, que deverá providenciar, juntamente com o estudante, os seguintes
documentos:
I – Termo de Compromisso de Estágio (Anexo 2),
em 3 vias; II – Plano de Trabalho de Estágio (Anexo
3), em 3 vias;
III – Formulário de Encaminhamento de Termo de Compromisso de Estágio, Termo
Aditivo e Rescisão (Anexo 4), em 1 via.
Art. 11º - Encerrado o Estágio, por iniciativa de qualquer das partes ou pelo vencimento
de seu prazo final, o estudante deverá protocolar na secretaria do campus de Santa Vitória
do Palmar o Formulário de Encaminhamento de Relatório de Estágio Realizado
(conforme Anexo 5), com o preenchimento e assinatura do Supervisor do Estágio da
Instituição Concedente, do Professor Orientador e do Coordenador do Curso.
Art 12° - A mudança do Estágio será tratada como estágio novo e obedecerá ao trâmite
completo, e para ser protocolada requererá o adequado encerramento do estágio anterior,
com pleno cumprimento do disposto no Art. 11º.
Art. 13º - Os professores orientadores gozarão de todas as prerrogativas legais para,
em nome da instituição, procederem o acompanhamento e a fiscalização do estágio
externo realizado pelo estudante.
CAPÍTULO III
DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 14º - São atribuições do Supervisor de Estágios do Curso de Relações
Internacionais: I – divulgar as normas referentes aos Estágios;
II – zelar pelo cumprimento da legislação aplicada aos Estágios;
III – realizar visitas aos campos de Estágios buscando oportunidades de Estágio e
divulgando a Universidade;
IV – designar professores orientadores do Estágio;
V – prestar informações adicionais, quando solicitadas;
VI – encaminhar à Câmara de Graduação do Curso de Relações Internacionais os
casos omissos nesta e nas demais normativas pertinentes ao estágio Supervisionado.
Art. 15º - São atribuições do Professor Orientador do Estágio:
I – planejar juntamente com o estagiário, acompanhar, organizar, coordenar,
supervisionar e avaliar as atividades do Estágio; 87
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II – avaliar as instalações da parte concedente do Estágio e sua adequação à formação
cultural e profissional do educando e controlar o número máximo de estagiários em
relação ao quadro de pessoal das entidades concedentes de Estágio;
III – orientar técnica e pedagogicamente os alunos no desenvolvimento de todas as
atividades do Estágio;
IV – receber e analisar o controle de frequência, relatórios e outros documentos dos
estagiários; V – zelar pela celebração e pelo cumprimento do Termo de
Compromisso de Estágio;
VI – informar ao Supervisor do Estágio da Instituição Concedente as datas de
realização de avaliações acadêmicas, em conjunto com a Coordenação do Curso;
VII – manter o Supervisor de Estágios do Curso de Relações Internacionais
informado sobre questões pertinentes ao estágio;
VIII – prestar informações adicionais quando solicitado.
Art. 16º - São atribuições do acadêmico estagiário:
I – ter pleno conhecimento do regulamento do Estágio e dos prazos estabelecidos;
II – providenciar, antes do início, todos os documentos necessários para o
desenvolvimento do Estágio;
III – zelar pela não ocorrência de qualquer irregularidade, fraude ou
falsificação; IV – elaborar, de acordo com orientação do professor, o
Plano de Atividades;
V – cumprir os prazos previstos para entrega dos relatórios, bem como submetê-los à
avaliação do orientador e da parte concedente;
VI – estar regularmente matriculado na FURG, em semestre compatível com a prática
exigida no Estágio;
VII – atender às normas internas da parte concedente, principalmente às relativas ao
Estágio, que declara, expressamente, conhecer, exercendo suas atividades com zelo,
pontualidade e assiduidade; VIII - participar de todas as atividades inerentes à realização
dos Estágios (reuniões de trabalho, avaliação, planejamento, execução, entre outras);
IX – desempenhar com ética e dedicação todas as atividades e ações que lhe forem
designadas;
CAPÍTULO
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 17º - Os casos omissos neste regulamento serão encaminhados à Câmara de
Graduação do Curso de Relações Internacionais pelo Supervisor de Estágios.
Art. 18º - Estas normas entram em vigor na data da sua aprovação pela Câmara de
Graduação do Curso de Relações Internacionais.
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