SOLDABILIDADE
SOLDABILIDADE é a facilidade que os materiais têm de
se unirem por meio de soldagem e de formarem uma
série contínua de soluções sólidas coesas, mantendo as
propriedades mecânicas dos materiais originais.
Fatores:
• Construtiva: projeto,construção;
• Operatória: detalhes da fabricação e mão de obra;
• Metalúrgica: metalurgia dos materiais.
Soldabilidade → Temperabilidade → Trinca a Frio (baixa
e média liga)
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SOLDABILIDADE
SOLDAGEM ≠ SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
ÓTIMA Aço Baixo Carbono e Aço Inox
BOA Aço Médio Carbono, Aço Inox, Liga Al e Cu
REGULAR Aço Médio Carbono, Aço Liga, Ferro Fundido Cinzento e
Nodular
DIFÍCIL Aço Alto Carbono
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SOLDABILIDADE
Para os aços de difícil soldabilidade recomenda-se
controlar:
• pré aquecimento e temperatura de interpasse;
• velocidade de resfriamento;
• utilizar consumíveis de baixo teor de hidrogênio;
• controlar a Energia de Soldagem;
• utilizar técnicas de soldagem (passe a ré, cordões
intercalados, etc).
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SOLDABILIDADE
SOLDAGEM DOS AÇOS DE BAIXO CARBONO
1. Limpeza de superfície da junta, para remoção de
óxidos, gordura e outras impurezas;
2. Preparação de chanfro, se necessário, com os meios
disponíveis e compatíveis.
• Espessura de até 3mm solda de topo a topo;
• Espessura de 3 a 12mm chanfro V ou U simples;
• Espessura acima de 12mm sempre que possível,
chanfrar em V duplo, menor deformação da junta
(peça), menor consumo de material de adição (50%).
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SOLDABILIDADE
Soldagem no Processo Eletrodo Revestido
• E 60XX para aços da classe SAE 1025 quando se requer
boa penetração;
• E 70XX.
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SOLDABILIDADE
Processo Oxi-Acetilênico
• Usar chama neutra;
• Vareta contendo de 0,15 a 0,20% carbono, de aço
acalmado.
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SOLDABILIDADE
Outros Processos
• Arco Submerso - Arame AWS, EM 12K + Fluxo ou
EL8 + Fluxo (enchimento);
• MAG - Arame AWS, ER-70S6 ou ER-70S3 + Gás;
• TIG - Vareta AWS, ER-70S3 + Gás.
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SOLDABILIDADE
SAE 1020
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SOLDABILIDADE
SAE 4140
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
Os aços inoxidáveis são classificados conforme a
microestrutura que está presente no material, e que vai
definir a aplicação quanto a utilização do material, pode ser
dividido em:
• Martensíticos;
• Austeníticos;
• Ferríticos;
• Duplex;
• Endurecíveis por precipitação.
SOLDABILIDADE
Os aços inoxidáveis martensíticos tem como características:
• microestrutura martensita;
• 12 a 18% de cromo e 0,1 a 0,5% de carbono;
• alta temperabilidade mesmo quando resfriado lentamente;
• baixa resistência a corrosão;
• alta resistência mecânica;
• utilizado na fabricação de componentes de turbinas
mancais e peças de cutelaria.
SOLDABILIDADE
Os aços inoxidáveis austeníticos tem como características:
• microestrutura austenita;
• 6 a 26% de níquel, 16 a 30% de cromo e menos de 0,3%
de carbono;
• não tem temperabilidade;
• baixo limite de escoamento, elevada ductilidade, boa
soldabilidade;
• utilizado nas indústrias químicas, alimentícia, petróleo e
gás, devido boa resistência a corrosão.
SOLDABILIDADE
Os aços inoxidáveis ferríticos tem como características:
• microestrutura ferrita;
• 12 a 30% de cromo e menos de 0,1% de carbono;
• não tem temperabilidade, boa resistência à corrosão e
oxidação, pode para trabalhar em altas temperaturas;
• utilizado nas indústrias alimentícias, eletrodomésticos,
utensílios domésticos e laboratoriais.
SOLDABILIDADE
Os aços inoxidáveis duplex tem como características:
• microestrutura ferrita e austenita;
• 18 a 30% de cromo, 1,5 a 4,5% de molibdênio, 3,5 a 8% de
níquel e no máximo 0,35% de nitrogênio;
• elevada resistência mecânica, boa soldabilidade;
• utilizado nas indústrias química, petroquímica, papel e
celulose.
SOLDABILIDADE
Os aços inoxidáveis endurecíveis por precipitação:
• microestrutura martensita;
• elevada ductilidade e tenacidade, boa resistência à
corrosão e oxidação.
O endurecimento ocorre através da adição de elementos
de liga como, cobre, titânio, nióbio e alumínio, após a
precipitação são divididos em martensíticos, semi-
austeníticos e austeníticos.
SOLDABILIDADE
São considerados como ótima e regular soldabilidade,
devido a probabilidade da ocorrência de trinca à frio, trinca
à quente, precipitação de fase sigma (σ), crescimento de
grão, mas também pode-se soldar sem nenhum desses
problemas, o que determina o que vai ocorrer na junta
soldada é a composição química do metal de base e metal
de adição.
SOLDABILIDADE
O diagrama de Schaeffler pode ser utilizado para prevenir
tais ocorrências, mas para isso é necessário calcular os
valores de cromo e níquel equivalente, para aplicá-los ao
diagrama.
Tem como vantagem antecipar aos problemas antes mesmo
de realizar os cordões de solda, porque os cálculos são
realizados com base na composição química dos materiais
envolvidos.
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
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3 4
1 2
Corpo de Prova Cr EQ Ni EQ
1 8 4
2 36 4
3 8 24
4 36 24
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5 20 10
SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
Sensitização ou Corrosão Intergranular:
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SOLDABILIDADE
FERRO FUNDIDO
Material muito aplicado na construção de equipamentos e
máquinas.
A recuperação por solda requer cuidado, devido à
formação de microestrutura martensita.
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SOLDABILIDADE
Normalmente se emprega técnicas apropriadas na
soldagem, como:
• cordões curtos no máximo 50mm de comprimento;
• martelamento dos cordões sempre que interromper a
soldagem;
• soldagem a ré para distribuir melhor o calor sobre a peça
e sobre o metal de adição;
• Consumíveis a ligados ao Ferro e Níquel.
Objetivo de aliviar tensões.
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
Na soldagem ao arco elétrico, os eletrodos recomendados,
conforme a norma AWS:
O tipo AWS-E Ni Fe Cl é mais indicado para soldagem de
espessuras elevadas, para ferros fundidos, Nodular e
Maleável, pois apresenta menor tendência à trincas.
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SOLDABILIDADE
Usa-se também o tipo AWS E-ST que é ferroso, para
soldagens combinadas ou em ferro fundido contaminado
com óleo e lubrificantes.
E-ST Ni-Fe
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SOLDABILIDADE
PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM PARA OS FERROS
FUNDIDOS.
• Oxiacetilênico;
• Eletrodo Revestido.
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SOLDABILIDADE
PROCESSO OXIACETILÊNICO
Utilizado em peças de pequeno porte.
Soldagem de peças novas, fundidas, onde ocorrem
defeitos de fundição.
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SOLDABILIDADE
LIMPEZA
• Solventes apropriados (álcool, acetona, thinner, etc);
• Pré aquecimento aproximado de 150°C.
No caso tricas a Inspeção por L.P. É recomendada.
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SOLDABILIDADE
IDENTIFICAÇÃO PRÁTICA
Observar o cavaco:
• Ferro Fundido Cinzento: cavaco em pó, similar o grafite;
• Ferro Fundido Nodular ou Maleável: cavaco em forma de
espiral.
Ferro Fundido Branco, observamos a cor prateada, e o
teste deve ser realizado através do uso de uma lima.
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SOLDABILIDADE
PREPARAÇÃO DO CHANFRO
• até 4mm, não é necessário preparação de chanfro;
• entre 4 a 13mm, deve-se fazer chanfro de preferência em
forma de "U" a 70°, deixando sempre cantos arredondados;
• acima de 13mm, é necessário fazer a preparação com
chanfro duplo "U".
É recomendado o uso de eletrodos para realizar o chanfro,
pois além do chanfro já ficar em forma de “U“, a região a ser
soldada já fica pré aquecida.
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SOLDABILIDADE
PRÉ-AQUECIMENTO
O pré-aquecimento para realizar a solda a quente é
recomendável entre 550 a 650°C.
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SOLDABILIDADE
OPERAÇÃO DE SOLDAGEM.
Usa-se o processo oxiacetilênico com chama de neutra a
oxidante com vareta de ferro fundido AWS R - CI, compatível,
com o auxílio do fluxo correspondente.
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SOLDABILIDADE
PÓS-AQUECIMENTO / ALÍVIO DE TENSÕES
Após a operação de soldagem, efetua-se o pós
aquecimento para alívio de tensões, que de preferência
deverá ser feito em forno.
Este alívio é feito a 750°C.
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SOLDABILIDADE
RESFRIAMENTO LENTO
• forno: porta fechada até 100°C, depois pode-se resfriar ao
ar livre;
• cal: para peças aquecidas utilizando maçarico.
Recomenda-se pré-aquecer o cal nos dias frios.
Obs: Após o total resfriamento da peça, testar com Líquidos
Penetrantes (L. P.).
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SOLDABILIDADE
SOLDAGEM A PROCESSO ARCO ELÉTRICO
• Limpeza e preparação – igual ao procedimento anterior;
• Identificação do metal base – idem;
• Chanfro – idem;
• Pré aquecimento entre 300 e 400°C;
• Soldagem – usar eletrodos a base de Níquel, porém
aplicar o teste de soldabilidade.
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SOLDABILIDADE
TESTE DE SOLDABILIDADE
1º) Deverá ser soldada uma chapa de aço carbono de 100 a
50 x 3mm de espessura, na posição vertical em relação ao
Metal de Base (MB), sendo aplicada a solda com o eletrodo
escolhido no ângulo entre o aço e o ferro fundido. Escolher a
amperagem adequada, de tal forma a obter um cordão
uniforme sem poros e com boa ligação entre os dois lados.
Sentido do Aço Carbono
Arrancamento
Ferro Fundido 46
SOLDABILIDADE
2º) Este teste poderá ser feito com um cordão depositado
do eletrodo escolhido na região próxima onde houver a
trinca e, em seguida removê-lo com o uso de talhadeira.
A observação que se faz é a mesma do processo anterior.
Se a raiz da solda carregou pedaços de ferro fundido, é
porque houve ligação e o eletrodo é o recomendado.
Trinca
Ferro Fundido
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SOLDABILIDADE
Os tipos indicados são:
• AWS E-Ni CI tipo a base de níquel - usinável - para FoFo,
limpo;
• AWS E-Ni Fe Cl tipo a base de níquel - Ferro - usinável;
• AWS E-ST tipo a base de ferro - não usinável -
recomendado para camada de descontaminação ou de
impermeabilização.
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SOLDABILIDADE
PÓS-AQUECIMENTO.
O pós aquecimento deverá ser feito 50°C, acima do pré-
aquecimento, portanto até 450°C, neste caso haverá a
homogeinização da temperatura na peça para o posterior
resfriamento uniforme, com isto, evita-se partes finas se
resfriarem mais rápido do que as partes grossas.
RESFRIAMENTO LENTO
Resfriar até 100°C lentamente e depois ao ar.
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SOLDABILIDADE
SOLDAGEM ARCO ELÉTRICO
Este procedimento é o mais usado hoje, principalmente em
virtude ao fato que é mais rápido, mais econômico e mais
indicado para soldagem de peças de grande porte ou
mesmo de formato complexo.
O importante neste procedimento é que se evita demorados
pré e pós aquecimentos, e para peças de grande tamanho
se faz soldagens com bons resultados apenas necessitando
de muito cuidado durante a operação.
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SOLDABILIDADE
TRATAMENTO TÉRMICO APÓS A SOLDAGEM
Alívio de tensões: 480°C a 590°C seguido de resfriamento
lento;
Para máxima redução de dureza na ZAC, promover
aquecimento a 900°C e resfriar em forno.
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SOLDABILIDADE
ALUMÍNIO
• Porosidade: solubilidade do hidrogênio no estado sólido e
no estado líquido;
• Metais de adição ligas AI-5%Si e Al-5%Mg: diminui as
trincas de solidificação;
• Substituir Argônio por Hélio: aumenta a tensão elétrica
(Energia de Soldagem).
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SOLDABILIDADE
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SOLDABILIDADE
As ligas endurecíveis por solução sólida (AI-Mn, Al-Si e
AI-Mg), perdem as propriedades mecânicas na zona afetada
pelo calor (ZAC).
As ligas endurecíveis por precipitação (AI-Cu, AI-Si-Mg e Al-
Zn), perdem as propriedades mecânicas quando soldadas,
principalmente se tratadas termicamente.
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SOLDABILIDADE
PROBLEMAS NA SOLDAGEM DO ALUMÍNIO
• Formação do AI2O3 – óxido de alumínio.
Ponto de fusão do AI2O3 – 2000 à 2030°C.
Ponto de fusão do Al – 658°C;
• Dissipação térmica;
• Precipitação de certos compostos pelo excesso de calor;
• Não altera de cor pelo aquecimento.
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SOLDABILIDADE
PROCESSOS UTILIZADOS PARA SOLDAGEM DE
ALUMÍNIO E SUAS LIGAS.
• Oxiacetilênico;
• TIG;
• MIG;
• Eletrodos revestidos.
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SOLDABILIDADE
PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM - OXIACETILÊNICO
Limpeza - Solvente/escova (remover gordura, óxidos, umidade
e sujeiras, usar álcool ou acetona ).
Chanfro - De 0,8mm até 4,7 de topo sem chanfro.
Pré-aquecimento - De acordo com a liga a ser usada e seu
fluxo correspondente.
Metal de Adição - AWS ER 1100 com 5% de Si e ER 4043 com
13% de Si.
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SOLDABILIDADE
SOLDAGEM AO ARCO ELÉTRICO - COM ELETRODOS
REVESTIDOS
1. Limpeza solvente - escova (Idem processo anterior);
2. Chanfro - de 0,8 até 5mm sem chanfro; de 5 a 12mm
chanfro simples “V”; acima de 12mm chanfro duplo “V”;
3. Pré-aquecimento - para peças a partir de 5mm de
espessura 100 - 350°C, favorece:
• Diminui porosidade, retardando a solidificação;
• Favorece penetração do cordão;
• Permite utilizar corrente elétrica mais baixa;
• Favorece estabilidade do arco.
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SOLDABILIDADE
4. Eletrodo: Al + Si ( 5 a 13% ), CC +, AWS E 4043;
5. Resfriamento lento.
Obs: Neste processo é muito difícil a remoção de
escória. Manter o eletrodo em estufas. O revestimento
do eletrodo, mesmo em caixa fechada tende atacar a
alma. Não manter eletrodos guardados por mais de 3
meses.
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SOLDABILIDADE
SOLDAGEM COM PROCESSO TIG
No processo TIG usa-se os seguintes equipamentos:
• Fonte de energia: corrente alternada (transformador);
• Estabilizador de arco (alta frequência);
• Tocha: refrigerada com ar ou água;
• Gás: Argônio, hélio ou mistura;
• Eletrodo: W puro ou com Zircônio (ponta chata);
• Material de adição: compatível com o metal base.
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SOLDAGEM COM PROCESSO MIG.
• Gás: Ar, He ou mistura;
• Guias de material anti-aderente (teflon);
• Tochas push-pull ou portátil.
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BIBLIOGRAFIA
Coleção Tecnologia SENAI – SOLDAGEM;
Apostila: Solda de Manutenção – Prof. Moacir Prisco.
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