UNIVERSIDADE INDEPENDENTE DE ANGOLA
FACULDADE DE DIREITO
CURSO DE DIREITO
TRABALHO DE DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
DESENVOLVIMENTO E LUTA CONTRA A POBREZA, AJUDA
DO FMI (FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL)
Curso: direito
Grupo nº 5
Turma- A1
Turno- manhã
Docente
________________________
LUANDA, 2024
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DESENVOLVIMENTO E LUTA CONTRA A POBREZA, AJUDA
DO FMI (FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL)
INTEGRANTES DO GRUPO
Amílcar Morais -Nº 220614...............................................40%
Cuali Cufula -Nº 220792....................................................70%
Engrácia Uenge -Nº 220567..............................................100%
Esmy Maquete -Nº 220452...............................................70%
Janeth Pavão -Nº 220856..................................................70%
Leonilde Issenguele -Nº 220959....................................... 100%
Marineth Magalhães - Nº 220153.....................................90%
Mirian Luquins -Nº 220095...............................................40%
Ruth Pedro -Nº 220679.....................................................70%
Zefânia Pedro -Nº 210979.................................................70%
LUANDA, 2024
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ÍNDICE
INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 4
CAPÍTULO 1- ORIGEM E CONCEITO DE POBREZA ............................................ 5
CAUSAS DA POBREZA .......................................................................................... 5
CONSEQUÊNCIAS DA POBREZA ......................................................................... 6
DESENVOLVIMENTO DA POBREZA ................................................................... 7
CAPÍTULO 2- FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL (FMI) ........................... 8
ORGANIZAÇÃO DO FMI ........................................................................................ 9
CRÍTICAS SOBRE O FMI ...................................................................................... 10
DESVANTAGENS E VANTAGENS DO FMI ...................................................... 10
IMPORTÂNCIA DO FMI........................................................................................ 11
CONCLUSÃO ............................................................................................................. 13
BIBLIOGRAFIA ......................................................................................................... 14
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INTRODUÇÃO
No presente trabalho, vamos abordar de forma clara e específica sobre o
desenvolvimento da luta à pobreza, ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Dizer que as altas incidências de pobreza crítica encontradas nos países
subdesenvolvidos ou desenvolvidos, comumente considerados apenas como
problemas sociais, têm na verdade óbvias implicações económicas e políticas. De uma
parte a pobreza pode retardar ou comprometer o crescimento económico, seja por
limitar a capacidade produtiva dos recursos humanos, seja por inibir a expansão do
mercado interno.
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CAPÍTULO 1- ORIGEM E CONCEITO DE POBREZA
A palavra pobreza veio do latim “pauper”, que vem de pau-”pequeno” e pàrio-
“dou à luz” e originalmente referi-se a terrenos agrícolas ou gado que não produziam
o desejado.
A pobreza pode ser entendida em vários sentido:
Carência real: tipicamente envolvendo as necessidades da vida cotidiana como
alimentos, vestuários, alojamentos e cuidados de saúde. Pobreza neste sentido pode
ser entendida como carência de bens e serviços essenciais.
Falta de recursos económicos: nomeadamente a carência de rendimento ou
riqueza ( não necessariamente em termos monetários). As medições do nível
económico são baseadas em níveis da suficiência de recurso ou em rendimento
relativo. A união Europeia nomeadamente identifica a pobreza em termos de
“distância económica” relativamente em 60% do rendimento mediato da sociedade.
Carência social: como a exclusão social, a dependência e a incapacidade de
participar na sociedade. Isso inclui a educação e a informação. As relações sociais são
elementos chaves para compreender a pobreza pelas organizações internacionais, as
quais considera o problema da pobreza para lá da economia.
CAUSAS DA POBREZA
A pobreza não resulta de uma única causa mais de um conjunto de fatores:
Fatores político-legais: Corrupção, inexistência ou mau funcionamento de um
sistema democrático.
Fatores económicos: sistema fiscal inadequado, representando um peso excessivo
sobre a economia ou sendo socialmente injusto; a própria pobreza, que prejudica o
investimento e o desenvolvimento, economia dependente de um tipo de produto.
Fatores socioculturais: reduzida instrução, discriminação social relativa ao
gênero ou raça, valores predominantes na sociedade, exclusão social, crescimento
muito rápido da população.
Fatores naturais: desastres naturais, climas ou relevos extremos, doenças.
Problemas de saúde: Adição a drogas ou alcoolismo, doenças mentais, doenças
da pobreza como a SIDA e a malária, deficiências físicas
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Fatores históricos: colonialismo, passado de autoridade político.
Insegurança: guerra, genocídio, crime.
CONSEQUÊNCIAS DA POBREZA
Muitas das consequenciais da pobreza são também as causas da mesma criando o
ciclo da pobreza. Algumas delas são:
Fome;
Doenças;
Emigração;
Depressão económica;
Baixa esperança de vida;
Existência de pessoas sem abrigo;
Falta de oportunidade de emprego;
Carência de água potável e de saneamento;
Maiores riscos de instabilidade política e violência;
Existência de discriminação social contra grupos vulneráveis.
Estudos científicos, indicam que a pobreza pode ter um impacto tão negativo na
saúde humana quanto doenças como obesidade, alcoolismo e hipertensão.
Entre alguns grupos, nomeadamente os religiosos, a pobreza é considerada como
necessária e desejável, e deve ser aceite para alcançar um certo nível espiritual, moral
ou intelectual. A pobreza é considerada como um elemento essencial de renúncia por
budistas e jainistas enquanto que para o catolismo romano é um principio
evangélico e é assumido como um voto por várias ordens religiosas. A pobreza é
entendida de várias formas consoante as ordens; a ordem franciscana, nomeadamente
abandona tradicionalmente todas as formas de posses de bens.
Estás opiniões face a pobreza e a riqueza baseiam-se na doutrina do catolicismo
que considerava as riquezas como um dos obstáculo da fé e ao comportamento moral
e a pobreza voluntária é normalmente entendida como um benefício para o indivíduo,
uma forma de auto-disciplina através do qual as pessoas se aproximam de Deus.
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Quanto a ajuda aos necessitados, esta faz normalmente parte da doutrinas
religiosas. No Islão a caridade é um dos cinco pilares e o Cristianismo no
seguimento da doutrina de jesus de auxílio e de emancipação dos pobres, foram
desenvolvidas vastas estruturas e organizações de caridade, dentre elas as missões
no países pobres, e as igrejas incentivam as pessoas a praticar a caridade
cotidianamente.
DESENVOLVIMENTO DA POBREZA
O combate à pobreza é normalmente considerado um objeto social e geralmente os
governos dedicam-lhe uma atenção significativa e acabar com a desigualdade social.
A estratégia do Banco Mundial contra a pobreza depende grandemente da
promoção do desenvolvimento económico, embora países desenvolvidos também
tenham muita pobreza. O Banco Mundial defende com base em vários estudos que:
O desenvolvimento económico é fundamental para redução da pobreza em
principio não cria desigualdade;
O desenvolvimento acompanhado de políticas sociais é melhor do que apenas
o crescimento;
Uma desigualdade inicial elevada prejudica a redução da pobreza no futuro.
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CAPÍTULO 2- FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL (FMI)
O Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma organização financeira
internacional que realiza empréstimos e resgates para países com dificuldade
económicas. O FMI possui 188 países membros e está sediado nos Estados Unidos
propriamente na capital federal norte americana, Washington.
O FMI foi criado nos Estados Unidos, no ano de 1944 assim como o Banco
Mundial. O contexto histórico económico de criação dessa instituição ocorreu
próximo ao fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando diversos países
reuniram-se para discutir as questões económicas e financeiras do pós-guerra, em um
evento internacional chamado de Conferência de Bretton Woods.
Assim, a história de fundação do FMI está atrelada à necessidade de criação de
organismo internacionais que atuam de forma global na prevenção de crises
financeiras e na promoção do desenvolvimento socioeconómico.
A principal função do FMI é atuar na manutenção da estabilidade do sistema
financeiro internacional, realizando intervenções pontuais de apoio aos
países-membros que se encontram em situação do FMI promove o desenvolvimento
económico e social das nações mediante a ação desse bloco na prevenção e
intervenção em crises financeiras diversas que podem surgir da desestruturação da
economia global.
O principal objetivo do FMI é oferecer empréstimos e resgates financeiros aos
países-membros da organização, a fim de evitar maiores desgastes relacionados a
possíveis crises económicas e sociais. Portanto, a organização funciona como um
agente de prevenção e intervenção em crises financeiras, por meio de oferta de
empréstimos, consultorias e planeamento relativos ao sistema económico e cambial.
O FMI e o BANCO MUNDIAL foram criados no mesmo contexto histórico
económico pós-guerra, marcado pela grave instabilidade económica e a política
presente no globo. Logo, as duas instituições foram criadas com a missão de
contribuir para a estabilidade financeira e para o desenvolvimento económico mundial.
Porém, o FMI tem uma atuação mais pontual, notoriamente no resgate financeiro
de países com problemas políticos, económicos e cambiais. Já o BANCO MUNDIAL
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atua diretamente no financiamento de políticas públicas e projetos estruturais
que versem pelo desenvolvimento económico e social das nações.
ORGANIZAÇÃO DO FMI
A autoridade decisória máxima do FMI é a Assembleia de Governadores do
Fundo Monetário Internacional, formada por um representante titular e um alterno de
cada país membro, geralmente ministros da economia ou presidentes dos bancos
centrais. Desse modo, a organização do FMI está centralizada na atuação das nações
desenvolvidas, a organização do FMI obedece as seguintes lógicas:
Assembleia de Governadores: órgão máximo do FMI. Reúne-se para tomar as
principais decisões da instituição, essa assembleia é composta pelos países-membros
da instituição mediante o seu agrupamento regional e o seu poder de voto. No entanto,
destaca-se que os principais países financiadores pelo FMI possuem maior poder na
tomada de decisão dentro da organização. Os Estados Unidos é o único país que
possui poder de veto no FMI.
Diretoria Executiva: órgão formado por 24 participantes, que representam um ou
mais países, conforme a divisão de voto realizada pela organização. Os oito países
que possuem assento permanente nessa assembleia são: Estados Unidos, Japão,
Alemanha, França, Reino Unido, China, Rússia e Arábia Saudita. Esse
agrupamento discuti medidas de apoio aos países-membros em situações financeiras
desfavoráveis, apontando soluções inclusive empréstimos, para auxiliar o cenário
económico local.
Financiamentos: o FMI possui diferentes mobilidades de financiamento, que são
aplicadas conforme a necessidade dos países-membros, assim como as medidas
indicadas pelos seus especialistas. As modalidades de financiamentos aplicadas pelo
FMI são: Acordo de Crédito Contingente (SBA), Programa de Contenção de
Choques Externos (ESF), Programa de Financiamento de Reserva Suplementar
(SRF), Programa de Financiamento para redução da Pobreza e Desenvolvimento
(PRGF) e Assistências Emergências.
Poder de voto: dado em razão da contribuição dos países-membros para o
financiamento da organização. Assim, quanto maior for essa contribuição, maior o
poder de voto de um país, os países com maior voto no FMI são: Estados Unidos,
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Japão, Alemanha, Bélgica, Reino Unido, França, Países Baixos, México, Itália e
Canadá.
Cotas: o sistema de cotas de participação do FMI segue a mesma lógica do poder
de voto, ou seja, os países-membros que tradicionalmente contribuem com os maiores
volumes de financiamentos apresentam maior participação nas cotas. Desse modo, os
maiores cotistas do FMI são: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França,
Itália, Arábia Saudita, China, Canadá e Rússia,
Moeda: as moedas adotadas pelo FMI são o dólar, euro, iene, libra esterlina e o
renminbi chinês.
CRÍTICAS SOBRE O FMI
A principal crítica ao FMI dá-se em relação à sua estruturação, visto que os
países-membros que mais colaboram com o financiamento da instituição possuem
maior poder nas decisões internas. Desse modo, há uma concentração de poder
dentro do FMI entre os países mais desenvolvidos e industrializados,
contrapondo-se com a pequena participação nas decisões da organização por parte dos
países ditos subdesenvolvidos.
Outras críticas ao FMI estão voltadas às políticas neoliberais adotadas nas normas
de resgate financeiro estabelecidas pelo bloco, assim como aos empréstimos
fornecidos pela organização a governos militares e ditatoriais.
DESVANTAGENS E VANTAGENS DO FMI
A criação do FMI coincide com o momento na qual a economia global se
encontrava bastante abalada consequência do desenrolar da Segunda Guerra Mundial.
No primeiro momento, o objetivo do FMI era realizar manobras que garantissem o
equilíbrio económico mundial, monitorando taxas de câmbio e da balança de
pagamentos e realizando serviços de assistência técnica e financeira.
Apesar da aparente intenção de fornecer ajuda aos países, especialmente aos
pobres, o FMI tem sido usado como um instrumento para alcançar os anseios dos
países ricos, uma vez que são eles que dirigem e que decidem os rumos da instituição.
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A partir da centralização do poder nas mãos de dirigentes originados, países ricos
e industrializados, as nações pobres e subdesenvolvidas para conseguir empréstimos e
financiamento, são induzidas a medidas que favorecem diretamente os interesses dos
países credores.
A grande vantagem da intervenção do FMI é podermos obter juros mais baratos e
dessa maneira hipotecarmos menos o futuro com juros elevadíssimos. As gerações
futuras poderão suportar menos os nossos erros se conseguimos uma redução dos
juros com a entrada do FMI.
IMPORTÂNCIA DO FMI
O FMI desempenhou um papel muito importante na resposta mundial a crise,
reformulou seus instrumentos de concessão de crédito e ampliou os empréstimos não
concessionais, que passaram de quase zero para cerca de 400US biliões entre 2008 e
2013. Os programas apoiados pelo FMI incorporam muitas lições extraídas de crises
anteriores e ajudaram os países membros a enfrentar a crise. A ampliação dos
empréstimos foi possível graças a um esforço de mobilização que quadruplicou os
recursos do FMI para cerca de 1US trilião em 2013. Mas a duplicação acordada das
cotas devidas pelos países membros não entrou em vigor, o que faz com que o FMI
dependa de acordos de empréstimos para mais de 2/3 (dois terços) de sua capacidade
total de crédito.
O desempenho do FMI em matéria de supervisão é sujeito a interpretação
diversas. Se por um lado o Fundo teve uma atuação oportuna e influente ao preconizar
o estímulo fiscal global em 2008-2011 a uma reorientação no sentido da consolidação
fiscal em algumas das maiores economias avançadas foi prematuro. Ao mesmo tempo,
o FMI acertou ao recomendar a expansão monetária nesses países, se necessário, para
manter a recuperação. Contudo, tal combinação de políticas económicas não foi
totalmente eficaz em promover a recuperação e exacerbou efeitos colaterais negativos.
Com o passar do tempo e a deterioração das perspectivas de crescimento, o FMI
demonstrou flexibilidade ao considerar suas recomendações de políticas fiscais e
defender a moderação do ritmo de consolidação fiscal.
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O FMI lançou muitas iniciativas para reforçar a supervisão macroeconómica e do
sector financeiro, e ampliou seus instrumentos e processos para detetar e alertar sobre
riscos e vulnerabilidades. As autoridades entrevistadas para esta avaliação apoiaram
tais ações de modo geral, mas indicaram que o número dessas iniciativas cresceu de
tal modo que elas estão além da capacidade de seus respectivos países de absorver os
seus resultados. Assinalaram também que teriam apreciado se tivessem sido alertadas
com maior antecedência e clareza sobre os riscos recentes mais críticos.
Questionou-se ainda se a actual supervisão do FMI estaria em condições de detectar o
surgimento de vulnerabilidades no sector financeiro de centros financeiros de
importância sistémica a tempo de alertar as autoridades e os membros em geral.
O FMI colaborou com outras organizações em iniciativas importantes, como o
Processo de Avaliação Mútua do G20 e o Conselho de Estabilidade Financeira. Estas
colaborações foram em geral eficazes em abordar determinados aspectos da crise e em
aumentar a influência e eficácia da assessoria prestada pelo FMI. Para o futuro, a fim
de proteger a independência da instituição e garantir a uniformidade de tratamento de
todos os países membros, o FMI deve formular diretrizes estruturantes que esclareçam
as funções e responsabilidades de cada parte dentro desses mecanismos de
colaboração.
Duas reformas fortaleceriam a capacidade do FMI de alertar sobre riscos sistémicos
emergentes;
Primeiro, o FMI deve consolidar as iniciativas voltadas para a identificação de
riscos e vulnerabilidades, e deve comunicar melhor suas conclusões às
autoridades;
Segundo, deve concentrar a supervisão do setor financeiro nos cinco a sete centros
financeiros verdadeiramente sistémicos. Para estes centros, deve-se elaborar uma
atualização anual da Avaliação da Estabilidade do Sector Financeiro;
Para estar mais preparado para reagir à próxima crise, o FMI deve procurar reunir
os recursos antes que surja uma necessidade, apoiando-se principalmente nas cotas
dos países membros para reduzir a incerteza e reforçar sua legitimidade.
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CONCLUSÃO
Em suma o desenvolvimento e a luta contra a pobreza, passa necessariamente
por umas diversificação da economia, pelo aumento do emprego, estímulo ao
empreendedorismo, melhoria da distribuição da renda nacional, e também pela
continuação de políticas sociais tendentes a assegurar a racionalidade, eficiência e
equidade na distribuição do dinheiro público.
Desta forma, sendo o FMI uma organização global e muito conhecida tem como
uma das suas metas, promover altos níveis de emprego e desenvolvimento económico
sustentável, além de ajudar na redução da pobreza, por meio de empréstimos e
recursos financeiros a alguns países que apresentam graves crises económicas.
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BIBLIOGRAFIA
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