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Teste de Biologia e Geologia: Diamantes

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Teste da areal t

Biologia e Geologia (Escola Secundária Francisco Franco)

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AVALIAÇÃO BioGeo FOCO 11

DOSSIÊ DO PROFESSOR

FICHA DE AVALIAÇÃO SUMATIVA 1B

Grupo I

O diamante é um dos minerais mais preciosos e de maior valor comercial em todo o mundo. Na Terra, o
diamante é o material geológico mais duro conhecido, sendo bastante resistente aos processos naturais de
erosão e transporte. As rochas transportadoras dos diamantes são os kimberlitos, rocha vulcânica que inclui
fragmentos de peridotitos numa matriz formada predominantemente por olivina, calcite, granada, entre outros
minerais. Estas rochas ocorrem normalmente sob a forma de chaminés, apresentando contribuições variáveis de
xenólitos das rochas por onde passou a intrusão. Há razões científicas para pensar que os diamantes têm a sua
origem na parte superior do manto, a profundidades entre os 100 km e os 200 km, podendo, por vezes, chegar
aos 600 km. O tipo e a quantidade de rochas peridotíticas incorporadas no magma kimberlítico durante a
ascensão determinam o tamanho e a qualidade dos seus diamantes. Os kimberlitos ocorrem nas zonas dos
cratões, plataformas da crusta terrestre estáveis desde o Pré-Câmbrico, pelo que a ocorrência de kimberlitos
diamantíferos é restrita a um ambiente geotectónico bem definido e estável com idade aproximada de 1,5 mil
milhões de anos. O kimberlito é muitas vezes referido (erroneamente) por rocha-mãe do diamante; é mais correto
caracterizá-lo como rocha transportadora de diamantes, uma vez que arrasta consigo fragmentos de rochas que
atravessam, como se de uma brecha vulcânica se tratasse. Resultados experimentais mostram os campos de
estabilidade, em termos de pressão e temperatura para formação de diamantes, bem como dos gradientes
geotérmicos (figura 1).

Em Angola, uma parte significativa dos diamantes explorados provêm de depósitos aluvionares ou
secundários. Estes depósitos concentram diamantes de pequena dimensão, mas com elevada qualidade. Os
diamantes estão contidos em camadas de cascalho que ocorrem associadas às redes hidrográficas antigas e
atuais e encontram-se, geralmente, cobertos por camadas detríticas aluvionares (areias e siltes).
Adaptado de [Link]

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DOSSIÊ DO PROFESSOR

Baseado em S. Shirey e J. Shigley. "Recent Advances in Undertsanding the Geology od Diamonds".


Gems & Gemology, Vol. 49, N.º 4, 2013

1. Complete o texto seguinte com a opção adequada a cada espaço. A cada letra corresponde um só número.
Os kimberlitos são rochas (a) com (b) percentagem de sílica e apresentam minerais como (c).

(a) (b) (c)

1. plutónicas 1. elevada 1. olivina


2. vulcânicas 2. baixa 2. quartzo
3. metamórficas 3. igual 3. moscovite

2. Os kimberlitos diamantíferos encontram-se em zonas tectonicamente ________, formados a pressões


________ às de formação da grafite.
(A) estáveis (…) superiores
(B) estáveis (…) inferiores
(C) instáveis (…) superiores
(D) instáveis (…) inferiores
Figura 1
3. O diamante e a grafite são minerais que,
(A) por apresentarem composição química igual e estrutura cristalina diferente, se designam isomorfos.
(B) por apresentarem composição química diferente e estrutura cristalina igual, se designam isomorfos.
(C) por apresentarem composição química igual e estrutura cristalina diferente, se designam polimorfos.
(D) por apresentarem composição química diferente e estrutura cristalina igual, se designam polimorfos.

4. Faça corresponder cada uma das descrições de rochas expressas na coluna I à respetiva designação, que
consta da coluna II.

Coluna I Coluna II

1 – Basalto
(a) Rocha resultante da precipitação de sulfato de
2 – Calcário
cálcio.
3 – Gabro
(b) Rocha resultante da recristalização de calcite.
4 – Gesso
(c) Rocha resultante da consolidação lenta de magma.
5 – Mármore

5. Segundo o princípio da ________, os xenólitos com diamantes são mais ________ do que as rochas
kimberlíticas.
(A) sobreposição (…) antigos
(B) inclusão (…) recentes
(C) sobreposição (…) recentes
(D) inclusão (…) antigos

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6. Ordene as letras de A a E de forma a reconstituir a sequência correta de acontecimentos da história


geológica da região onde se encontram os diamantes.
A – Formação de aluviões com a presença de diamantes.
B – Formação de chaminés kimberlíticas durante o Pré-Câmbrico.
C – Condições de metamorfismo a grande profundidade que permitiram a formação de diamante em rochas
ultramáficas.
D – Incorporação de xenólitos de peridotito em magmas kimberlíticos.
E – Erosão e transporte de sedimentos detríticos.

7. Para o conhecimento da composição do manto contribuíram a análise química e mineralógica de rochas


com xenólitos, como são o caso dos kimberlitos ricos em diamantes. Explique, tendo por referência os
dados apresentados na figura 1, de que forma o estudo destes xenólitos poderá permitir conhecer as
características do interior da Terra, em particular, das zonas onde são formados os diamantes.

Grupo II

Em 1 de janeiro de 2022, ocorreu um sismo, de magnitude 4,4, na costa sul de Portugal e com epicentro a 82
km de Olhão. O sismo teve o seu foco a 12 quilómetros de profundidade, no Golfo de Cádiz. De acordo com o
Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), este sismo teve lugar numa zona onde se localiza um
conjunto de falhas importantes. Esta região está também relacionada com a zona de subducção de Gibraltar,
conforme se representa na figura 2.

Figura 2

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1. As primeiras ondas registadas num sismograma são


(A) transversais, provocando a vibração das partículas paralelamente à direção de propagação da onda.
(B) transversais, provocando a vibração das partículas numa direção perpendicular ao raio sísmico.
(C) longitudinais, provocando a vibração das partículas paralelamente à direção de propagação da onda.
(D) longitudinais, provocando a vibração das partículas numa direção perpendicular ao raio sísmico.

2. À medida que aumenta o afastamento em relação ao epicentro, verifica-se uma diminuição da


(A) magnitude registada do sismo.
(B) diferença no tempo de chegada das ondas S e P.
(C) amplitude das ondas superficiais.
(D) distância epicentral das estações sísmicas.

3. Quando ocorre um sismo, as estações sismográficas situadas na zona de sombra não registam ondas P
diretas, porque estas
(A) não se propagam em meio líquido.
(B) diminuíram a velocidade na astenosfera.
(C) aumentaram a velocidade ao atingirem o núcleo externo.
(D) sofreram refrações e reflexões ao atingirem o núcleo externo.

4. Ordene as letras de A a E de modo a reconstituir a sequência cronológica dos acontecimentos relacionados


com o sismo de Olhão.
A – Acumulação de tensões em profundidade.
B – Determinação da magnitude do sismo.
C – Registo das ondas S em estações sismográficas no Algarve.
D – Libertação de energia com rotura dos materiais.
E – Propagação das ondas P e S a partir do foco sísmico.

5. Faça corresponder a cada uma das zonas relacionadas com a tectónica de placas, expressas na coluna I, a
respetiva designação, que consta na coluna II.

Coluna I Coluna II

(a) Zona rígida que inclui a crusta e a parte mais 1 – Limite convergente
externa do manto superior.
2 – Litosfera
(b) Zona onde se processam os movimentos capazes
3 – Astenosfera
de deslocar as placas tectónicas.
4 – Limite divergente
(c) Zona de grande atividade sísmica resultante da
subducção de placas tectónicas. 5 – Núcleo

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6. Complete o texto seguinte com a opção adequada a cada espaço. A cada letra corresponde um só
algarismo.
Nos estudos realizados por (a), a existência de uma descontinuidade no interior do núcleo foi apoiada pelo
registo de um desvio da trajetória das (b), que resultou de diferente (c) dos materiais que o constituem.

(a) (b) (c)


1. composição química
1. Lehmann 1. ondas P
2. estado físico
2. Gutenberg 2. ondas S
3. composição química e
3. Mohorovicic 3. ondas L e R
estado físico

7. Explique a importância da elaboração de cartas de risco geológico de intensidades máximas na região do


Algarve.

Grupo III

A comparação de genomas e as análises evolutivas dos genes conservados têm permitido compreender a
complexidade dos genomas de espécies estreitamente relacionadas. O gene da hemoglobina é um desses
genes, que tem sofrido ao longo da evolução muitas alterações genéticas e apresenta mais de 600 variantes.
Uma dessas variantes, a HbS, causa uma doença grave, a anemia falciforme, mas protege os indivíduos contra a
malária, provocada por um parasita. A hemoglobina é uma proteína globular constituída por 4 cadeias
polipeptídicas: duas cadeias a e duas cadeias ß, especializada no transporte de gases (figura 3). No presente
estudo, foram realizadas análises comparativas do gene da cadeia ß-globina em diferentes grupos, relacionadas
e não relacionadas, por forma a obter uma visão abrangente da sua evolução.

Neste estudo, os nucleótidos e a sequência de aminoácidos resultantes da expressão do gene da ß-globina de


várias espécies de mamíferos (Homo sapiens, Pan troglodytes, Macaca mulatta, Mus musculus, Rattus
norvegicus, Bos taurus, Canis familiaris, Equus caballus, Oryctolagus cuniculus), de uma ave (Gallus gallus) e do
peixe-zebra (Danio rerio), foram caracterizados e comparados e os resultados estão expressos nas figuras 4 e 5.
Foram incluídos mais 3 mamíferos (Papio anubis, Ovis aries e Sus scrofa) no estudo das proteínas, mas não na
análise dos genes, por falta de dados.
Fonte: [Link]
of_beta_globin_gene_in_eutherian_dinosaurian_and_neopterygii_taxa

Figura 3 – Molécula de hemoglobina.

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Figura 4 – Árvore filogenética relativa ao número de aminoácidos comuns da cadeia ß-


globina em diferentes espécies.

Figura 5 – Representação esquemática do gene da cadeia ß-globina – as caixas cinzentas


são zonas não transcritas, as zonas pretas representam os exões e os intrões correspondem
às linhas contínuas.

1. De entre as afirmações seguintes, relacionadas com o estudo descrito, selecione as duas que estão
corretas.
I – No gene da ß-globina de Macaca mulatta, a maioria dos nucleótidos faz parte dos exões.
II – O mRNA resultante do processamento do gene da ß-globina em Oryctolagus cuniculus e Canis
familiaris tem um peso molecular semelhante.
III – Há maior semelhança na sequência dos aminoácidos da cadeia da ß-globina entre Mus musculus e
Rattus norvegicus do que entre Homo sapiens e Pan troglodytes.
IV – Bos taurus e Ovis aries apresentam um ancestral comum mais recente do que Bos taurus e Sus
scrofa.

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V – Na árvore filogenética representada, as bifurcações correspondem a momentos de convergência


evolutiva.

2. Complete o texto seguinte com a opção adequada a cada espaço. A cada letra corresponde um só número.
Os mamíferos envolvidos no estudo possuem circulação (a) e um coração com (b) cavidades. O peixe
Danio rerio realiza trocas gasosas através (c) e possui (d), com digestão (e).

(a) (b) (c) (d) (e)

1. de pulmões 1. tubo digestivo


1. dupla e incompleto [Link]
1. quatro 2. das
incompleta 2. cavidade al
2. duas traqueias
2. dupla e completa gastrovascular 2. extracelular
3. três 3. das
3. simples 3. tubo digestivo 3. intracelular
brânquias
completo

3. Nos seres vivos participantes no estudo, o processamento do gene da cadeia ß-globina ocorre no ________
e corresponde à remoção dos ________.
(A) núcleo (…) exões
(B) núcleo (…) intrões
(C) citoplasma (…) exões
(D) citoplasma (…) intrões

4. A síntese da cadeia ß-globina a partir da informação do gene respetivo implica a


(A) replicação semiconservativa da informação genética.
(B) transcrição do gene para moléculas de RNA de transferência.
(C) leitura aleatória do RNA mensageiro no citoplasma.
(D) tradução da sequência de codões do RNA mensageiro processado.

5. As asas da galinha (Gallus gallus) e os membros anteriores da ovelha (Ovis aries) podem ser consideradas
estruturas ________, indicando uma ________ entre os dois grupos.
(A) análogas (…) evolução convergente
(B) análogas (…) ancestralidade comum
(C) homólogas (…) ancestralidade comum
(D) homólogas (…) evolução convergente

6. A árvore filogenética representada na figura traduz uma perspetiva


(A) pré-darwiniana da classificação biológica.
(B) pós-lineana e pré-darwiniana da classificação biológica.
(C) pós-darwiniana da classificação dos seres vivos.
(D) pós-lineana da classificação dos seres vivos.

7. A hemoglobina transporta O2 até às células musculares dos mamíferos onde esta molécula é usada na
oxidação ________ da glicose em vias globalmente ________.
(A) completa (…) anabólicas
(B) completa (…) catabólicas
(C) incompleta (…) catabólicas
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(D) incompleta (…) anabólicas

8. De acordo com o sistema de classificação de Whittaker modificado, os organismos envolvidos no estudo


estão integrados no Reino Animal, uma vez que apresentam
(A) organização multicelular e nutrição autotrófica.
(B) organização multicelular e obtenção de matéria orgânica por ingestão.
(C) reduzido grau de diferenciação e obtenção de matéria orgânica por ingestão.
(D) elevado grau de diferenciação e obtenção de matéria orgânica por absorção.

9. Segundo uma perspetiva lamarckista, a presença de hemoglobina em todos os vertebrados resultou da


(A) necessidade de adaptação a alterações ambientais.
(B) ocorrência de reprodução assexuada na população ancestral.
(C) aptidão para sobreviver num ambiente com baixos teores de O2.
(D) transferência de genes entre os vários grupos de vertebrados.

10. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica dos acontecimentos que,
segundo o neodarwinismo, conduziram ao aumento da frequência da variante HbS do gene da
hemoglobina nas populações africanas.
A – Reprodução diferencial dos indivíduos que sobrevivem à malária.
B – Substituição de um nucleótido de adenina por um nucleótido de timina no gene da hemoglobina.
C – Alteração do meio com a ocorrência do parasita responsável pela malária.
D – Sobrevivência dos indivíduos que possuem hemoglobina S e eliminação dos indivíduos sem a mutação.
E – Aumento da frequência do gene da Hbs no fundo genético da população.

11. Mus musculus e Rattus norvegicus são dois roedores pertencentes à família Muridae e pertencem também
(A) ao mesmo género e à mesma ordem.
(B) ao mesmo género, mas não à mesma ordem.
(C) a géneros diferentes e à mesma ordem.
(D) a géneros diferentes, mas não à mesma ordem.

12. Estabeleça a correspondência entre as letras dos estudos efetuados para construir árvores filogenéticas
como as da figura 4 e os números da coluna II referentes ao tipo de dados que apoiam o evolucionismo.

Coluna I Coluna II
1 – Paleontologia
(a) Comparação de intrões e exões do gene da cadeia
ß-globina. 2 – Bioquímica
(b) Estudo da distribuição geográfica das espécies 3 – Citologia
envolvidas no estudo. 4 – Anatomia comparada
(c) Identificação e comparação dos fósseis das 5 – Biogeografia
espécies estudadas. 6 – Embriologia

13. Explique, tendo em conta os processos envolvidos na expressão dos genes nos eucariontes, porque há
maior diferença na sequência de nucleótidos do gene da ß-globina de Homo sapiens (ser humano) e Pan
troglodytes (chimpanzé) do que na sequência de aminoácidos da cadeia polipeptídica.

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Grupo IV

A nicotina é um composto químico muito nocivo para a maioria dos seres vivos, mas não para a lagarta
Manducta sexta, que se alimenta de folhas de tabaco e ingere diariamente seis vezes a dose letal de nicotina
para o ser humano. Os cientistas do Instituto de Ecologia Química Max Planck, na Alemanha, mostraram que o
gene CYP6B46 responsável pela metabolização da nicotina permite que uma pequena percentagem da nicotina
ingerida não seja degradada, fique na hemolinfa e seja expelida pela lagarta para o ar envolvente, detendo o seu
maior predador, a aranha-lobo Camptocosa parallela.

Para investigar o efeito da nicotina da planta na sobrevivência da lagarta, os cientistas desenvolveram


plantas modificadas de Nicotiana attenuata (irPTM) que produzem uma molécula que, quando ingerida pelas
larvas, silencia o gene CYP6B46. O silenciamento do gene resulta numa menor transferência de nicotina para a
hemolinfa da lagarta. Foi monitorizada a percentagem de sobrevivência das lagartas em meio natural, no
deserto do Utah, numa plantação com plantas modificadas (irPTM) e plantas não modificadas (EV) em presença
dos predadores. Os resultados estão expressos no gráfico B.

As aranhas foram recolhidas do campo e em laboratório, foram realizados vários tipos de ensaio em que as
aranhas estiveram em contacto com lagartas durante 1 hora, finda a qual foi contada a percentagem de lagartas
ingeridas (predação):

• Ensaios de escolha: às aranhas foram apresentados dois tipos de lagartas sujeitas a diferentes regimes
alimentares, os resultados da escolha das aranhas são apresentados nos gráficos D e E;

• Ensaios de não escolha: às aranhas foram disponibilizadas lagartas alimentadas apenas com
alimentação artificial com diferentes % de nicotina (gráfico F).
Fonte: [Link]

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1. De acordo com o objetivo dos ensaios laboratoriais, uma das variáveis dependentes em estudo é
(A) a dieta das lagartas.
(B) a percentagem de lagartas sobreviventes.
(C) a percentagem de lagartas ingeridas.
(D) a utilização de plantas geneticamente modificadas.

2. Identifique a variável independente nos ensaios de não escolha.

3. Com um dos ensaios de escolha, pretendeu-se testar a hipótese


(A) "A alimentação artificial é mais eficiente na repulsão dos predadores que a alimentação com plantas de
Nicotiana attenuata não modificadas".
(B) "Existe uma relação entre a presença de nicotina na dieta e a sobrevivência das lagartas".
(C) "O habitat influencia a predação independentemente dos níveis de nicotina na dieta".
(D) "A temperatura do meio influencia a predação quando os níveis de nicotina na dieta são elevados".

4. De entre as afirmações seguintes, relacionadas com o estudo descrito, selecione as duas que estão
corretas.
I – Segundo o ensaio de campo, as lagartas que se alimentam de plantas irPTM são menos predadas pelas
aranhas.
II – No laboratório, a percentagem de sobrevivência das lagartas alimentadas com plantas com níveis
normais de expressão do gene CYP6B46 é maior.
III – A percentagem de predação nas lagartas alimentadas com alimentação artificial com 0,06% de nicotina
é de 75%.
IV – O ensaio D constitui um controlo da atividade experimental.
V – No deserto, a percentagem de sobrevivência das lagartas alimentadas com plantas EV é maior durante
o dia.

5. Dos mecanismos seguintes, identifique aquele que não conduzirá ao silenciamento do gene CYP6B46.
(A) Replicação semiconservativa.
(B) Degradação do mRNA no núcleo.
(C) Bloqueio da transcrição.
(D) Inativação da ligação do mRNA aos ribossomas.

6. Explique a importância do ensaio E para a fiabilidade dos resultados experimentais.

7. Complete o texto seguinte com a opção adequada a cada espaço. A cada letra corresponde um só número.
As plantas de Nicotiana attenuata são organismos (a), ocorrendo a oxidação das clorofilas nas membranas
(b). Os compostos orgânicos produzidos são transportados pelo (c), desde as zonas de (d)concentração até
aos órgãos armazenadores, devido a diferenças de (e).

(a) (b) (c) (d) (e)

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1. autotróficos 1. dos tilacoides 1. xilema 1. igual 1. tensão


2. heterotróficos 2. das mitocôndrias 2. floema 2. menor [Link]ão
[Link] 3. do RER 3. parênquima 3. maior 3. coesão

8. Nas larvas que ingerem plantas irPTM, a expressão do gene CYP6B46 e a quantidade de proteínas
codificadas por este é ________ do que nas plantas alimentadas com plantas EV.
(A) aumenta (…) maior
(B) aumenta (…) menor
(C) diminui (…) maior
(D) diminui (…) menor

9. A expressão do gene CYP6B46 nas lagartas que ingerem plantas EV implica


(A) tradução da sequência de anticodões do mRNA no RER.
(B) tradução da sequência de codões do mRNA por ribossomas.
(C) transcrição do DNA para moléculas de mRNA.
(D) transcrição do DNA para cadeias de desoxirribonucleótidos.

10. As células das aranhas são


(A) procarióticas, pois apresentam a informação genética encerrada no núcleo.
(B) procarióticas, pois não apresentam a informação genética encerrada no núcleo.
(C) eucarióticas, pois apresentam a informação genética encerrada no núcleo.
(D) eucarióticas, pois não apresentam a informação genética encerrada no núcleo.

11. Faça corresponder, a cada letra das afirmações da coluna I, o número do respetivo nível de organização
biológica, que consta da coluna II.

Coluna I Coluna II

(a) No deserto do Utah, vivem as plantas de tabaco, as


lagartas, as aranhas e outros seres vivos. 1 – Ecossistema
(b) As aranhas cruzam-se entre si, originando 2 – Célula
descendência fértil. 3 – Espécie
(c) Nível hierárquico mais simples em que a vida no 4 – Comunidade
deserto do Utah se manifesta. 5 – Órgão
(d) Os seres vivos que habitam o deserto interagem 6 – Tecido
entre eles e com o meio. 7 – População
(e) Conjunto de células nervosas da lagarta 8 – Organelo
organizadas numa rede de comunicação.

12. Na designação Nicotiana attenuata, o termo Nicotiana representa


(A) a espécie e attenuata o restritivo específico.
(B) o nome genérico e attenuata a espécie.
(C) a espécie e attenuata o nome genérico.
(D) o nome genérico e attenuata o restritivo específico.

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13. Durante o dia, nas condições habituais do deserto, as plantas de Nicotiana attenuata, previsivelmente, terão
os estomas ________ por forma a evitar saídas de água para a atmosfera por ________.
(A) abertos (…) difusão
(B) abertos (…) osmose
(C) fechados (…) difusão
(D) fechados (…) osmose

14. Sempre que as lagartas e as aranhas estabelecem relações tróficas, os dois organismos ocupam
(A) níveis tróficos distintos, dentro da mesma comunidade biótica.
(B) o mesmo nível trófico, dentro da mesma comunidade biótica.
(C) níveis tróficos distintos, em comunidades bióticas diferentes.
(D) o mesmo nível trófico, em comunidades bióticas diferentes.

15. Analise as afirmações que se seguem, relativas ao ciclo da matéria no deserto.


Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir, segundo uma relação causa-efeito, a sequência
temporal desses acontecimentos, iniciando pelo papel exercido pelos decompositores.
A – Ingestão de matéria orgânica por Manducta sexta.
B – Devolução de matéria inorgânica ao meio abiótico.
C – Transformação de matéria mineral em matéria orgânica.
D – Decomposição de excrementos, cadáveres e outros restos orgânicos.
E – Acumulação de matéria orgânica em tecidos de Nicotiana attenuata.

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