Prática Como Componente Curricular
Nome: Leonardo Menck
RA: 2034463
POLO:
1) Drible básico:
Nesta atividade, o participante aprende a quicar a bola enquanto se
movimenta. O drible deve ser feito com uma mão por vez, alternando entre as
duas mãos ao longo do exercício. A bola deve ser impulsionada para o solo
com as pontas dos dedos, mantendo a mão firme sobre ela. A postura correta
inclui manter o tronco ereto, os joelhos levemente flexionados e a cabeça
erguida, evitando olhar constantemente para a bola. O exercício começa em
linha reta e depois inclui movimentação em zigue-zague, passando por cones
ou obstáculos simples.
Arremesso de bandeja:
O arremesso de bandeja é um movimento usado para fazer pontos quando o
jogador está próximo da cesta. O participante corre em direção à cesta,
quicando a bola uma vez antes de pegar impulso para o arremesso. Na
bandeja, o jogador utiliza uma perna para saltar enquanto estende a outra em
direção à cesta, lançando a bola com uma mão suavemente contra a tabela. A
atividade envolve fazer esse movimento repetidas vezes, com foco na
coordenação entre o salto, o controle da bola e o arremesso.
2) O público-alvo é uma criança ou adolescente com idade entre 10 e 15 anos,
interessada em esportes, em especial no basquete. Essa faixa etária é ideal
para desenvolver habilidades motoras e de coordenação que são fundamentais
para o basquete. Além disso, nessa fase, os jovens estão mais abertos ao
aprendizado de novas técnicas esportivas e possuem energia e flexibilidade
necessárias para aprimorar seus movimentos.
3) Escolha dos movimentos:
O drible e o arremesso de bandeja foram escolhidos porque são movimentos
essenciais no basquete. O drible é a base para o controle da bola e o
arremesso de bandeja é uma das formas mais eficazes de marcar pontos.
Esses dois movimentos permitem que o participante desenvolva habilidades
básicas para o jogo, como a condução da bola e finalização.
Dificuldades observadas:
Durante o drible, alguns participantes tendem a olhar para a bola
constantemente, o que indica dificuldade de coordenação entre a
movimentação corporal e o controle visual. Outra dificuldade comum é manter
a bola na altura correta (abaixo da cintura) e ter ritmo nos movimentos sem
perder o controle. Na bandeja, pode haver dificuldade em coordenar o salto
com o lançamento da bola, principalmente em manter o equilíbrio ao se
aproximar da cesta e executar o movimento de arremesso com uma mão.
4)Passe de ombro:
No passe de ombro, o participante segura a bola com uma das mãos na altura
do ombro, com o cotovelo flexionado. O movimento envolve um giro do tronco
para trás, seguido de uma rotação rápida para a frente, liberando a bola em
direção ao parceiro ou alvo. O foco é na precisão e na força aplicada ao passe.
Inicialmente, o exercício é feito com o participante parado, depois evolui para o
passe em movimento.
Arremesso ao gol:
O arremesso ao gol é um movimento que exige rapidez e precisão. O
participante corre em direção ao gol com a bola, mantendo-a em movimento
constante com uma das mãos, e na área de arremesso realiza um salto com
uma perna e lança a bola em direção ao gol com a outra mão, usando força e
precisão para superar o goleiro. O exercício começa sem a pressão de
adversários e depois adiciona obstáculos ou alvos para simular o ambiente de
jogo.
5) O público-alvo é uma criança ou adolescente com idade entre 10 e 16 anos,
interessada em esportes de equipe. Essa faixa etária possui habilidades
motoras em desenvolvimento e já é capaz de realizar movimentos mais
complexos que envolvem força, precisão e coordenação. O handebol exige
tanto a capacidade de trabalhar em grupo quanto habilidades individuais, o que
é ideal para o desenvolvimento dessa faixa etária.
6) Escolha dos movimentos:
O passe de ombro e o arremesso ao gol foram escolhidos por serem
habilidades fundamentais no handebol. O passe é crucial para o trabalho em
equipe, enquanto o arremesso é a principal forma de finalizar jogadas e marcar
pontos. Esses movimentos também ajudam no desenvolvimento de força e
precisão.
Dificuldades observadas:
No passe de ombro, foi observada dificuldade em ajustar a força necessária
para o passe, muitas vezes sendo lançado com muita ou pouca intensidade. O
controle direcional do passe também é uma dificuldade, principalmente quando
o participante está em movimento. No arremesso, a principal dificuldade foi
coordenar o salto com o lançamento da bola, exigindo atenção para o equilíbrio
e força aplicada no arremesso.
7) Posição de equilíbrio na trave:
Nessa atividade, o participante pratica se equilibrar em uma superfície estreita
(simulando a trave de equilíbrio). Ele deve caminhar sobre uma linha fina,
alternando o apoio de um pé sobre o outro, mantendo os braços abertos para
ajudar no equilíbrio. A atividade evolui para pequenos saltos na mesma linha e
tentativas de girar o corpo sem perder a estabilidade.
Salto de estrela (estrelinha):
Esse movimento envolve uma transição lateral no ar. O participante começa em
pé e, em seguida, realiza um salto lateral onde as mãos tocam o chão uma de
cada vez, seguidas pelos pés, completando um giro lateral completo. Essa
atividade foca no desenvolvimento da flexibilidade, da força nos braços e da
coordenação entre membros superiores e inferiores.
8) O público-alvo é uma criança com idade entre 8 e 12 anos, em fase de
desenvolvimento motor e flexibilidade. Nessa idade, as crianças são capazes
de aprender e aperfeiçoar movimentos que exigem equilíbrio e coordenação. A
ginástica artística é ideal para essa faixa etária, pois ajuda a melhorar o
controle corporal e a confiança nos movimentos.
9) Escolha dos movimentos:
A posição de equilíbrio na trave foi escolhida porque o equilíbrio é uma
habilidade crucial para a ginástica artística. O salto de estrela (estrelinha) foi
selecionado por ser um movimento básico que trabalha flexibilidade e
coordenação entre os membros superiores e inferiores.
Dificuldades observadas:
No exercício de equilíbrio, a principal dificuldade foi manter o corpo estável ao
caminhar ou saltar sobre a linha. Muitos participantes também tendem a perder
o equilíbrio ao tentar girar o corpo. No salto de estrela, a dificuldade está na
coordenação entre as mãos e os pés, com alguns participantes tendo
dificuldades em distribuir o peso adequadamente durante o giro.
a) A genética desempenha um papel significativo na prática de atividades
físicas, influenciando aspectos como a composição corporal, altura, proporção
muscular, e capacidades físicas como velocidade, força e resistência. No caso
de Pedro, que sempre quis jogar basquete, mas não atingiu uma estatura ideal
para a modalidade, a genética teve um impacto direto em suas oportunidades
esportivas. No basquete, altura é uma vantagem importante, especialmente em
posições como pivô ou ala, onde jogadores precisam alcançar alturas elevadas
para pegar rebotes ou bloquear arremessos.
Embora Pedro seja um bom jogador, a estatura genética de 1,60 m dificultou
sua aceitação em equipes, pois o basquete favorece naturalmente jogadores
mais altos devido à exigência física da modalidade. Isso não significa que
Pedro não possa se destacar em outro aspecto, como em velocidade, agilidade
ou precisão de arremesso, áreas que também podem ser influenciadas pela
genética. Portanto, a genética pode tanto favorecer quanto limitar o
desempenho em determinados esportes, influenciando as características
físicas necessárias para atingir o alto desempenho.
b) O bom desenvolvimento dos sistemas circulatório e respiratório é crucial
para a prática da ginástica artística, que exige intensa concentração, força e
flexibilidade em movimentos rápidos e explosivos. O sistema circulatório,
composto por coração, artérias e veias, é responsável por fornecer oxigênio e
nutrientes para os músculos durante a execução dos exercícios. Um coração
forte e eficiente permite que o sangue oxigenado circule rapidamente pelo
corpo, sustentando o atleta mesmo em movimentos de alta intensidade, como
saltos e giros na trave de equilíbrio.
O sistema respiratório também desempenha um papel essencial ao fornecer
oxigênio para os músculos e remover o dióxido de carbono. Durante os
exercícios, a ginasta precisa manter uma respiração controlada, o que auxilia
no controle da ansiedade e na execução precisa dos movimentos. A
capacidade respiratória permite que a ginasta mantenha a resistência e evite a
fadiga precoce, essencial para competições que exigem concentração e
precisão.
c) A biomecânica do movimento é fundamental no handebol, principalmente
para otimizar a força e a potência dos atletas em ações como o arremesso ao
gol. A biomecânica estuda como os músculos, ossos e articulações se
movimentam de forma eficiente, ajudando a maximizar o desempenho físico e
reduzir o risco de lesões. No caso do arremesso ao gol, a correta aplicação da
biomecânica pode melhorar a força e a precisão do lançamento.
Ao entender como posicionar corretamente os pés, o tronco e os braços, o
jogador consegue gerar maior potência a partir da rotação do corpo e da
transferência de peso. No arremesso de ombro, por exemplo, a força não vem
apenas do braço, mas da coordenação entre pernas, quadril e tronco, que
trabalham juntos para acelerar o movimento. Isso aumenta a velocidade da
bola, potencializando a força do arremesso e tornando o jogador mais eficiente.
A biomecânica também ensina como absorver e distribuir adequadamente o
impacto durante o jogo, preservando as articulações e melhorando o
rendimento geral.