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Violência Doméstica: Causas e Combate

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SLIDES TRABALHO

SLIDE 1-

CAPA DO TRABALHO:

- Título: Violência doméstica e familiar

- Nome de todos os integrantes do grupo em ordem alfabética

- Nome da professora: Jucélia de Oliveira

- Símbolo do colégio

SLIDE 2 –

- O que é violência doméstica e familiar?

A violência doméstica e familiar refere-se a comportamentos


agressivos que ocorrem dentro das relações familiares e que são
direcionados a um ou mais membros da família. Assim, é possível
falar que violência doméstica inclui formas de violência psicológica,
moral, sexual ou patrimonial.

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SLIDE 3 -
- Mitos sobre violência doméstica

1- "As mulheres apanham porque gostam ou porque provocam."

Quem é vítima de violência doméstica passa muito tempo


tentando ignora-la para assegurar sua própria proteção ou a de seus
filhos. As mulheres ficam ao lado dos agressores por medo, vergonha
ou falta de recursos financeiros.

2- "A violência doméstica só acontece em famílias de baixa


renda e pouca instrução."

A violência doméstica é um fenômeno que não distingue classe


social, raça, etnia, religião, orientação sexual, idade e grau de
escolaridade. Todos os dias, somos impactados por notícias de
mulheres que foram assassinadas por seus companheiros ou ex-
parceiros. Na maioria desses casos, elas já vinham sofrendo diversos
tipos de violência há algum tempo, mas a situação só chega ao
conhecimento de outras pessoas quando as agressões crescem a
ponto de culminar no feminicídio.

3- "É fácil identificar o tipo de mulher que apanha."

Não existe um perfil específico de quem sofre violência


doméstica. Qualquer mulher, em algum período de sua vida, pode ser
vítima desse tipo de violência.

SLIDE 4 -

Lei Maria da Penha

- origem da lei:

Antes da implementação da Lei Maria da Penha, a violência


doméstica e familiar contra as mulheres era considerada um crime de
menor potencial ofensivo. Isso resultava na minimização da violência
de gênero e na aplicação de penas leves, como a doação de cestas
básicas ou trabalho comunitário.
Após o caso de Maria da Penha Maia Fernandes (uma senhora
que sofreu intensas agressões do seu marido por anos e ficou
paraplégica em decorrência de uma tentativa de homicídio), foi criada
uma importantíssima legislação brasileira que buscava combater e
prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

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SLIDE 5 -

- Formas de violência:

Estão previstos cinco tipos de violência doméstica e familiar


contra a mulher na Lei Maria da Penha: física, psicológica, moral,
sexual e patrimonial.

Violência física: agressões que causam danos corporais, como


socos, chutes e empurrões.

Violência psicológica: humilhações, ameaças e manipulações


que causam sofrimento emocional.

Violência sexual: abusos sexuais, estupro e coerção sexual.

Violência patrimonial: destruição de pertences, controle


financeiro e impedimento de acesso a recursos.

Violência moral: difamação, calúnia e desvalorização da vítima


perante a sociedade.

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SLIDE 6 –
Formas de combater a violência doméstica e familiar contra a
mulher:

- Ampliar o acesso a serviços de acolhimento, apoio psicológico


e orientação jurídica.

- Promover campanhas de conscientização sobre os direitos das


mulheres e os impactos da violência.

- Garantir a aplicação da lei Maria da Penha de forma eficaz,


com medidas protetivas e punição aos agressores.

- Treinar agentes públicos, como policiais e profissionais de


saúde, para identificar e lidar com casos de violência doméstica.

SLIDE 7 –

- Dados de violência no Brasil, Minas Gerais e Juiz de Fora:

O Brasil apresenta alarmantes dados de violência doméstica


contra mulheres. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a
cada dois minutos uma mulher é agredida no país, totalizando cerca
de 1.000 casos diários.

Em Minas Gerais, a situação não é diferente. Dados do


Observatório de Análise Criminal da Secretaria de Estado de
Segurança Pública apontam que, em 2020, foram registrados mais de
40 mil casos de violência doméstica no estado. Esses números
representam um aumento de 5% em relação ao ano anterior.

Na cidade de Juiz de Fora, localizada em Minas Gerais, a


violência contra mulheres também é uma preocupação. De acordo
com a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, somente em
2021, foram registradas mais de 450 ocorrências de violência
doméstica na cidade.

- Imagem
SLIDE 8 –

Onde e como denunciar:

- A mulher pode pedir ajuda por meio do telefone 190, onde


será enviada uma viatura da Polícia Militar imediatamente até o local
para o atendimento.

- Também, pode-se contar com o canal Central de Atendimento


à Mulher – Ligue 180, criado pela Secretaria Nacional de Políticas para
as Mulheres, que presta uma acolhida qualificada a elas em situação
de violência.

- Se possível, deve-se procurar uma delegacia especializada de


atendimento à mulher (DEAM) ou uma delegacia comum para fazer a
denúncia presencialmente.

- Por último, é recomendável que se peça ajuda a amigos,


familiares, profissionais de saúde ou assistentes sociais para auxiliá-la
no processo de denúncia e proteção.

SLIDE 9 –

- Violência contra crianças e adolescentes

A violência contra crianças e adolescentes é definida


como qualquer forma de abuso, negligência ou maus-tratos físicos,
emocionais ou sexuais que causem danos à saúde, desenvolvimento
e bem-estar desses indivíduos vulneráveis. Essa violência pode
ocorrer em diferentes contextos, como em casa, na escola, na
comunidade e até mesmo na internet, e pode ter graves
consequências em longo prazo na vida das vítimas.

SLIDE 10 –

Tipos de violência:

Entre os principais tipos de violência estão: violência física,


violência psicológica, violência sexual, violência institucional e
negligência.

- Violência física: agressões que causam danos corporais,


como: espancamentos, tapas e beliscões.

- Violência psicológica: humilhações, ameaças, chantagens e


negligência emocional que afetam o bem-estar mental da vítima.

- Violência sexual: abuso sexual, exploração sexual, estupro


e qualquer forma de violência que envolva o corpo da criança ou
adolescente.

- Violência institucional: violações de direitos que ocorrem


em instituições como escolas, abrigos, hospitais e sistemas de
acolhimento.

- Violência negligente: falta de cuidado adequado com a


saúde, alimentação, higiene e educação da criança ou adolescente.

Imagem:
SLIDE 11 –

Dados de violência no Brasil, Minas Gerais e Juiz de Fora:

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, elaborado


pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em 2022, no ano de 2021
foram registrados no Brasil diversos crimes não letais contra crianças
e adolescentes de zero a 17 anos. Entre esses crimes, destacam-se
45.076 casos de estupro, 7.908 casos de abandono de incapaz,
19.136 casos de maus-tratos e 18.461 casos de lesões corporais em
situações de violência doméstica, além de outras violações de
direitos.

Em Minas Gerais, o número de violências contra crianças e


adolescentes cresceu quase 80% em 2023, quando comparado com o
ano anterior. O levantamento considera violências físicas,
psicológicas e sexuais.

Na cidade de Juiz de Fora, durante os cinco anos analisados,


foram 471 notificações de violência sexual contra crianças e
adolescentes. Sendo 112 em 2018, 88 em 2019, 84 em 2020, 88 em
2021 e 99 em 2022.

SLIDE 12 –
Onde e como denunciar:

- Pode- se ligar para o “Disque 100”, que é canal de denúncias


nacional que recebe relatos de violência contra crianças e
adolescentes.

- O Conselho Tutelar também é uma opção, é recomendável se


faça a denúncia presencialmente para receber orientações de forma
mais explícita sobre como proceder.

- Existe a opção de entrar em contato com a Polícia Militar (190)


ou a Polícia Civil para relatar casos de violência doméstica e familiar
contra crianças e adolescentes.

- É aconselhável que se comunique a escola, profissionais de


saúde ou assistentes sociais sobre a situação de violência para que
possam intervir e proteger a criança ou adolescente.

Imagem:

SLIDE 13 –

Conclusão

A violência doméstica e familiar é um problema complexo e


devastador que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Este
trabalho explorou as diversas formas de violência dentro do ambiente
doméstico, incluindo abuso físico, psicológico, sexual e econômico,
destacando suas causas, consequências e formas de prevenção.
Em última análise, pode-se concluir que acabar com a violência
doméstica requer uma mudança sistêmica e cultural, de modo que
todas as pessoas sejam tratadas com dignidade e tenham o direito de
viver livres de medo e agressões em seus próprios lares. É um
objetivo desafiador, mas essencial, que merece nosso compromisso
coletivo e contínuo.

SLIDE 14 –

Referências:

BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos do Brasil. Disponível em:


[Link] Acesso em: 14 mar. 2024.

BRASIL. Planalto. Lei Maria da Penha. Disponível em:


[Link] Acesso em:
14 mar. 2024.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Violência contra as mulheres.


Disponível em: [Link]
%20Na%C3%A7%C3%B5es%20Unidas%20definem%20a,em%20vida%20p
%C3%BAblica%20ou%20privada%22. Acesso em: 10 mar. 2024.

PORTAL DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. Disponível em:


[Link] Acesso em: 15 mar. 2024.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. Disponível em: [Link]


Acesso em: 14 mar. 2024.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
Disponível em: [Link] Acesso em: 14 mar. 2024.

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