Indice
Introdução ....................................................................................................................................... 2
Objetivo Geral ................................................................................................................................. 3
Objetivo Especifico ..................................................................................................................... 3
Amostragem aleatória Simples ................................................................................................... 4
Amostragem aleatória Estratificada ............................................................................................ 5
Amostragem Semi-probabilística.................................................................................................... 6
Amostragem sistemática ............................................................................................................. 6
Amostragem por conglomerados ................................................................................................ 7
Amostragem por quotas .............................................................................................................. 8
Amostra não probabilística ............................................................................................................. 9
Amostragens intencionais ......................................................................................................... 10
Amostragens não intencionais ou de conveniência .................................................................. 10
Conclusão.......................................................................................................................................11
Referencias Bibliográficas ............................................................................................................ 12
Introdução
A amostragem e um procedimento utilizado para coleta de amostras representativas da
população. Para se aplicar a amostragem deve-se observar a composição da população e o tamanho
da amostra. Existem dois tipos de amostragem: aleatória, Probabilística ou casual, semi
probabilística e Não probabilística ou conveniência.
Objetivo Geral
O objetivo geral no estudo dos tipos de amostragem e de fazer com que nos tenhamos um
conhecimento básico de como fazer amostras de uma dada população utilizando as técnicas ou
métodos aqui citados, aplicando elas no nosso de dia-a-dia.
Objetivo Especifico
• Saber usar a técnica das amostragens: aleatória, casual ou probabilística;
• Identificar as diferenças entre as mesmas;
• Saber diferenciar as amostragens semi probabilística e não probabilística ou de
conveniência.
Amostra aleatória, casual, ou probabilística
A amostra aleatória ou probabilística é constituída por n unidades retiradas ao acaso da população.
Em outras palavras, a amostra aleatória é obtida por sorteio. Logo, toda unidade da população tem
probabilidade conhecida de pertencer à amostra.
Para obter uma amostra aleatória, é preciso que a população seja conhecida e cada unidade esteja
identificada por nome ou por número. Os elementos que constituirão a amostra são escolhidos por
sorteio. Algumas pessoas acreditam que o sorteio: por computador é mais "sério", ou mais "exato".
Hoje em dia, é mais fácil. No entanto, o sorteio feito com papeizinhos em uma caixa ou bolas em
uma urna (usados em programas de televisão) ajuda entender as regras do procedimento aleatório.
Uma amostra aleatória pode ser:
• Simples
• Estratificada.
Amostragem aleatória Simples
A amostragem aleatória simples é obtida por sorteio de uma população constituída por unidades
homogéneas para a variável que você quer estudar.
Exemplo.1: Uma amostragem aleatória simples
Imagine que você precisa obter uma amostra de 2% dos 500 pacientes de uma clínica para
entrevistá-los sobre a qualidade de atendimento da secretária. Qual seria o procedimento para obter
uma amostra aleatória simples?
Solução
Para obter uma amostra aleatória de 2% dos 500 clientes, você precisa sortear 10. Você pode fazer
isso da maneira mais antiga e conhecida (e também a mais trabalhosa). Comece escrevendo o nome
de todos os clientes em pedaços de papel. Coloque todos os pedaços de papel em uma urna, misture
bem e retire um nome. Repita o procedimento até ter os nomes dos 10 clientes que comporão sua
amostra.
Amostragem aleatória Estratificada
A amostra aleatória estratificada é usada quando a população é constituída por unidades
heterogéneas para a variável que se quer estudar. Nesse caso, as unidades da população devem ser
identificadas; depois, as unidades similares devem ser reunidas em subgrupos chamados estratos.
O sorteio é feito dentro de cada estrato.
Figura 1: Amostra Estratificada Proporcional
Exemplo .2: Uma amostragem aleatória Estratificada
Imagine que você precisa obter uma amostra de 2% dos 500 clientes de um banco de micro
finanças para entrevista-los sobre a qualidade de atendimento da secretária. Você suspeita que
homens sejam mais bem atendidos do que mulheres. Aproximadamente metade dos clientes é do
sexo masculino. Você quer obter dados dos dois sexos. Qual seria o procedimento?
Solução
Comece separando homens de mulheres. Você tem, então, dois estratos, um de homens, outro de
mulheres. Depois você obtém uma amostra aleatória de cada sexo (ou cada estrato) e reúne os
dados dos dois estratos numa só amostra aleatória estratificada.
Amostragem Semi-probabilística
A amostra semi-probabilística é constituída por n unidades retiradas da população por
procedimento parcialmente aleatório. Dentre as amostras semi probabilísticas, temos:
• Amostra sistemática
• Amostra por conglomerados;
• Amostra por quotas.
Amostragem sistemática
A amostra sistemática é constituída por n unidades retiradas da população segundo um sistema
preestabelecido. Por exemplo, se você quiser uma amostra constituída por 1/8 da população, você
sorteia um número que caia entre 1 e 8. Se for sorteado o número 3, por exemplo, a terceira unidade
(número 3) será selecionada para a amostra. A partir dai, tome, sistematicamente, a terceira unidade
de cada oito, em sequência. No caso do exemplo, a primeira unidade é 3. Seguem, de oito em oito,
as unidades de números: 11, 19, 27 etc.
Exemplo 3: Amostragem sistemática
Imagine que você precisa obter uma amostra de 2% dos 500 clientes de um banco de micro
finanças para entrevistá-los sobre a qualidade de atendimento da secretária. Como você obteria
uma amostra sistemática?
Solução
Uma amostra de 2% dos 500 clientes significa amostra de tamanho 10. Para obter a amostra, você
pode dividir 500 por 10, e obter 50. Sorteie então um número entre 1 e 50, inclusive. Se sair o
número 27, por exemplo, esse será o número do primeiro cliente que será incluído na amostra.
Depois, a partir do número 27, conte 50 e chame esse cliente. Proceda dessa forma até completar
a amostra de 10 clientes.
Amostragem por conglomerados
A amostra por conglomerados é constituída por n unidades tomadas de alguns conglomerados. O
conglomerado é um conjunto de unidades que estão agrupadas, qualquer que seja a razão. Um asilo
é um conglomerado de idosos, uma universidade pública é um conglomerado de pessoas com bom
nível socioeconómico, um serviço militar é um conglomerado de adultos jovens saudáveis. Como
exemplo, imagine que um dentista quer levantar dados sobre a necessidade de aparelho ortodôntico
em crianças de 12 anos. Ele pode sortear três escolas de primeiro grau (conglomerados) e examinar
todas as crianças com 12 anos dessas escolas.
Exemplo .4: Amostragem por conglomerados
Um professor de Educação Física quer estudar o efeito da terapia de reposição hormonal (uso de
hormônios por mulheres depois da menopausa) sobre o desempenho nos exercícios. Como obteria
uma amostra por conglomerados?
Solução
O professor de Educação Física pode sortear duas academias de ginástica da cidade e avaliar o
desempenho das mulheres que frequentam a academia e já tiveram a menopausa (tanto as que
fazem como as que não fazem uso da terapia de reposição hormona l) para posterior comparação.
Amostragem por quotas
A amostra por quotas é constituída por n unidades retiradas da população segundo quotas
estabelecidas de acordo com a distribuição desses elementos na população. A ideia de quota é
semelhante à de estrato, com uma diferença básica: você selecciona a amostra por julgamento e
depois confirma as características das unidades amostradas.
A amostragem por quotas não é aleatória, embora muitos pensem que é. A grande vantagem é ser
relativamente barata. Por esta razão, é muito usada em levantamentos de opinião e pesquisas de
mercado.
Exemplo 5: Amostragem por quotas
Considere uma pesquisa sobre a preferência de modelo de carro. Como se faz uma amostragem
por quotas?
Solução
Você possivelmente irá entrevistar homens e mulheres com mais de 18 anos que vivem em uma
cidade (por exemplo, Matola), na proporção apresentada pelo censo demográfico em termos de
sexo, idade e renda. Você então sai às ruas para trabalhar com a incumbência de entrevistar
determinada quota de pessoas com determinadas características.
Por exemplo, você pode ser incumbido de entrevistar 30 homens com "mais de 50 anos que
recebam mais de seis e menos de 10 salários mínimos". Então você deverá julgar pela aparência
da pessoa, se ela se enquadra nas características descritas homem de mais de 50 anos que ganha
entre seis e 10 salários mínimos. Se achar que viu a pessoa certa, deve fazer a abordagem e depois
confirmar as características com perguntas. O número de pessoas em determinada quota depende
do número delas na população.
Amostra não probabilística
As amostragens não probabilísticas utilizam-se em três tipos de situações:
• Estudos em grupos cujos elementos são difíceis de identificar e contactar (por exemplo,
membros de gangs juvenis);
• Estudos com grupos específicos em que razões éticas impedem que se identifiquem todos
os elementos desses grupos, pelo que se entrevistam apenas voluntários (por exemplo,
sujeitos portadores de determinada doença);
• Investigações em situações piloto – (por exemplo, sujeitos que participam numa acção de
formação)
As principais técnicas de amostragem não probabilística podem ser intencionais e não intencionais
(ou de conveniência):
Figura 2: Amostra não proporcional
Amostragens intencionais
1. Amostragem Bola-de-neve: O entrevistador estabelece contacto inicial com alguns
sujeitos previamente identificados como membros do grupo que se pretende estudar e estes
sujeitos põem o investigador em contacto com outros membros desse grupo e assim
sucessivamente (por exemplo, consumidores de drogas que indicam ao investigador outros
consumidores que aceitam participar no estudo).
2. Amostragem por quotas
3. Focus Grupo: Consiste na entrevista a um pequeno grupo de sujeitos- 10 a 20 elementos
– escolhidos pelo investigador por serem representativos de uma população particular
(jovens, potenciais consumidores de um produto, membros de uma profissão, etc.
4. Casos críticos
Amostragens não intencionais ou de conveniência
Entrevistam-se sujeitos a que se tem acesso imediato e directo (por exemplo, estudantes de uma
turma de que o investigador é professor, doentes de um determinado serviço hospitalar, …)
Exemplo 6: Amostragem por quotas
Imagine que um nutricionista quer entrevistar 50 mães de crianças com idades de 3 e 4 anos para
conhecer os hábitos alimentares dessas crianças. Como obteria essa amostra?
Solução
Se o nutricionista trabalha em uma escola, para obter a amostra de 50 mães de crianças de 3 e 4
anos, provavelmente procurará as mães de crianças matriculadas na escola em que trabalha.
Conclusão
Pode-se assim concluir que a amostragem ou os tipos de amostragem e/são componentes existentes
desde a era antiga e estas podem ser usadas para se ter conhecimento de polução e é realizado na
agricultura, politica, negócios, marketing, governo, entre outos sectores.
Referencias Bibliográficas
Arozin, Francisco e José Luis Sánchez-Crespo (1986), Métodos y aplicaciones del muestro,
Madrid, Alianza Universidad.
Cochran, William G. (1977), Sampling Techniques, New York, John Wiley and Sons.
Kalton, Graham (1983), Introduction to Survey Sampling, Series: Quantitative Aplications in the
Social Sciences, Sage / University Press.
Meyneau, D. (1985), Les sondages d’opinion, Paris, Lá Découverte.
Osuna, J.R. (1991), Métodos de muestro, Madrid, CIS.