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UNIDADE 1

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO EDUCATIVO EM AMBIENTE


NÃO ESCOLAR
FONTE: CONZATTI, Mônica. Organização do Trabalho Educativo em Ambiente não Escolar. INDAIAL: UNIASSELVI, 2021.

DOCENTE
CARLA GABRIELA DOS SANTOS
Sumário Unidade 1
A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM AMBIENTES NÃO ESCOLARES:
TRABALHANDO OS CONCEITOS

TÓPICO 1 – A PEDAGOGIA DIFERENCIADA E A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL


TÓPICO 2 – CONHECENDO OS ESPAÇOS NÃO ESCOLARES
TÓPICO 3 – A IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO
TÓPICO 4 – A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES PROFESSOR E ALUNO NA CONSTRUÇÃO DOS
SABERES
A PEDAGOGIA DIFERENCIADA

 Perrenoud (2000) reforça que a pedagogia diferenciada está relacionada à didática, ao


questionamento sobre o sentido do trabalho escolar, à relação com os outros saberes
e à utilização dos conteúdos ministrados. O pedagogo que apresenta sensibilidade aos
níveis de fracasso escolar, preocupa-se com a forma de ajustar suas aulas às
características individuais dos alunos, buscando novos métodos de ensino que
respeitem a diversidade.
EDUCAÇÃO INFORMAL, NÃO FORMAL E FORMAL

 Conforme Gohn (2011), a educação transmitida pela família, nas relações de amizade,
clubes, nos teatros, na leitura de jornais, nos livros, nas revistas, entre outros meios
são considerados temas da educação informal. A diferença entre educação não
formal e informal é que na primeira existem dois sujeitos, ou seja, fazem parte desta
modalidade alcançar objetivos e/ou desenvolver competências. Já a educação
informal decorre de processos espontâneos não havendo rigidez metodológica na sua
condução.
EDUCAÇÃO INFORMAL, NÃO FORMAL E FORMAL

 Educação informal: corresponde às ações e influências exercidas pelo meio, ou seja, o ambiente
sociocultural em que o indivíduo está inserido, por meio das relações do indivíduo com outros
indivíduos ou grupos em vários aspectos, sejam estes: social, ecológico, físico e cultural. Este
envolvimento resulta em conhecimentos, experiências e práticas que não estão ligadas à uma
instituição, sendo assim, não apresentam uma função intencional ou organizada.
 Educação não formal: caracteriza-se pela relação educacional realizada em espaços fora dos
marcos institucionais, mas que obedecem a certo grau de sistematização e estruturação.
 Educação formal: é composta pelas instâncias de formação, escolares ou não, em que há
objetivos educativos explícitos resultantes de uma ação intencional institucionalizada,
estruturada e sistemática.
EDUCAÇÃO INFORMAL, NÃO FORMAL E FORMAL

 A educação formal não deve ser atribuída somente à unidade escolar, pois é neste
ambiente que a formação sistematizada inicia seu percurso e o apresenta às demais
formas educativas. A escola deve buscar estreitar seus vínculos com a educação formal
e a não formal, adotando uma postura consciente, criativa, crítica e realista diante
destes conceitos educacionais.
A PEDAGOGIA DIFERENCIADA

Perrenoud (2000) reforça que a pedagogia diferenciada está relacionada à didática, ao


questionamento sobre o sentido do trabalho escolar, à relação com os outros saberes e
à utilização dos conteúdos ministrados. O pedagogo que apresenta sensibilidade aos
níveis de fracasso escolar, preocupa-se com a forma de ajustar suas aulas às
características individuais dos alunos, buscando novos métodos de ensino que
respeitem a diversidade.
EDUCAÇÃO INFORMAL, NÃO FORMAL E FORMAL

Conforme Gohn (2011), a educação transmitida pela família, nas relações de amizade,
clubes, nos teatros, na leitura de jornais, nos livros, nas revistas, entre outros meios são
considerados temas da educação informal. A diferença entre educação não formal e
informal é que na primeira existem dois sujeitos, ou seja, fazem parte desta modalidade
alcançar objetivos e/ou desenvolver competências. Já a educação informal decorre de
processos espontâneos não havendo rigidez metodológica na sua condução.
EDUCAÇÃO INFORMAL, NÃO FORMAL E FORMAL

a) Educação informal: corresponde às ações e influências exercidas pelo meio, ou seja, o ambiente
sociocultural em que o indivíduo está inserido, por meio das relações do indivíduo com outros
indivíduos ou grupos em vários aspectos, sejam estes: social, ecológico, físico e cultural. Este
envolvimento resulta em conhecimentos, experiências e práticas que não estão ligadas à uma
instituição, sendo assim, não apresentam uma função intencional ou organizada.
b) Educação não formal: caracteriza-se pela relação educacional realizada em espaços fora dos
marcos institucionais, mas que obedecem a certo grau de sistematização e estruturação.
c) Educação formal: é composta pelas instâncias de formação, escolares ou não, em que há
objetivos educativos explícitos resultantes de uma ação intencional institucionalizada,
estruturada e sistemática.
EDUCAÇÃO INFORMAL, NÃO FORMAL E FORMAL

A educação formal não deve ser atribuída somente à unidade escolar, pois é neste
ambiente que a formação sistematizada inicia seu percurso e o apresenta às demais
formas educativas. A escola deve buscar estreitar seus vínculos com a educação formal
e a não formal, adotando uma postura consciente, criativa, crítica e realista diante
destes conceitos educacionais.
OUTROS SENTIDOS PARA EDUCAÇÃO

a)Educação-instituição: esta linha corresponde a uma estrutura organizacional e administrativa,


com normas de funcionamento e diretrizes pedagógicas que se referem ao sistema educacional
como um todo, no caso do funcionamento interno de cada instituição. Neste âmbito estão as
escolas e as outras formações de educação, como: educação brasileira, educação norte-
americana e educação familiar, sendo esta também inclusa como instituição.
b) Educação-processo: esta instância é ligada à ação educadora e suas condições/ modos pelos
quais os sujeitos incorporam os meios de se educar. Considerando que toda educação implica
uma relação de influência entre os seres humanos, a educação-processo objetiva formar o
sujeito, de modo que o mesmo possa alcançar propósitos explícitos e intencionais, promovendo
aprendizagens mediante a atividade própria dos sujeitos. É aplicada em ambientes organizados,
objetivos e com conteúdos definidos em função das necessidades apresentadas pelos sujeitos.
OUTROS SENTIDOS PARA EDUCAÇÃO

c) Educação-produto: este modelo caracteriza-se pelos resultados obtidos na execução das


ações educativas, diante da configuração do sujeito educado como consequência dos
processos educativos ministrados. Configura-se no aluno educado como produto da oferta
de serviços educativos. Ao fazermos uso de comentários como “o ensino fundamental está
deixando a desejar” ou “a criança está no quinto ano e ainda não sabe ler”, estamos
avaliando a educação produto.
DESENVOLVIMENTO GRUPAL E CONSTRUÇÃO DE
IDENTIDADE

Partilhando suas vivências com o grupo, o indivíduo traz à tona o que realmente é, ou seja, o
que ele pensa, age, e sente, podendo assim influenciar o grupo de alguma maneira. Assim
como influencia também é influenciado pelo grupo. Em ambos os casos, algumas atitudes
ou crenças podem ou não ser aceitas, mesmo sendo produto da história de vida de seus
envolvidos. Neste momento, estamos falando do processo de socialização.
A construção da identidade é algo permanente na vida do indivíduo, por meio de seus sonhos,
desejos, anseios, personalidade etc. Outro fator importante de constituição da identidade é
a atividade. Bock (1995) nos expõe que a atividade constrói a identidade, sendo que o fato
de estarmos inseridos nas organizações torna nossa ação fragmentada.
A IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

O pedagogo deve ter clareza do seu papel, pois sua função faz com que ele experimente
constantemente novas possibilidades de pensar, agir e compreender seu atuar na
sociedade, por fazer parte da construção da história, juntamente com vários outros atores
sociais que buscam a mudança e consequentemente a transformação do meio que os cerca
em um espaço mais humano, mediante ações competentes e participativas.
A IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

Para que o pedagogo tenha êxito nesta jornada, faz-se necessário a aquisição de alguns saberes que
fundamentem o seu fazer pedagógico:
• Saberes da formação profissional: são transmitidos pelas instituições responsáveis pela formação
(escolas normais ou universidades). O professor e o ensino constituem objeto de saber para as
ciências e para as ciências da educação.
• Saberes pedagógicos: caracterizam-se como doutrinas ou concepções provenientes de reflexos da
prática educativa no seu mais amplo sentido, no qual orientam a prática educativa.
• Saberes curriculares: fazem parte deste os objetivos, conteúdos e métodos a partir dos quais a
constituição escolar categoriza e apresenta os saberes sociais.
• Saberes experienciais ou práticos: estes compreendem os saberes produzidos pelos professores
no exercício da função diária e no conhecimento de seu meio, ou seja, são os saberes validados a
partir da experiência.
A IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

Todos estes saberes constituem a identidade do pedagogo. Para a construção deste processo,
o docente deve se concentrar nas seguintes ações:
• Dimensão técnica: consiste na capacidade em lidar com os conteúdos conceitos e
comportamentos, articulando-os com os alunos em um processo de construção e
reconstrução.
• Dimensões estéticas: diz respeito à presença da sensibilidade e sua orientação numa
perspectiva criadora.
• Dimensão política: refere-se à participação na construção da sociedade bem como na
reivindicação dos direitos e exercício dos deveres.
• Dimensão ética: trata-se do respeito à orientação da ação, tendo como base o respeito e a
solidariedade, na direção de um bem coletivo.
A IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

O perfil do professor pós-moderno recebe destaque principalmente aos que elencam a


importância a ele merecida e nos que investem em educação, pois por meio da
valorização e respeito a este profissional e ao seu saber nos juntaremos ao nível dos
países que investiram e colheram bons resultados na qualidade da educação.
A IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

Para tanto:

a) O professor deve ser pesquisador: o ato de pesquisar e estar em busca do conhecimento é o que mais
define o exercício deste profissional.
b) O professor precisa saber construir: a aprendizagem tem maior significado a partir do momento em que
direcionamos nossas intenções na construção do que queremos transmitir.
c) O professor precisa teorizar a prática: trata-se de combinar de forma criativa teoria e prática.
d) O professor deve buscar atualização permanente: isso sempre faz parte das discussões pedagógicas mais
aprofundadas.
e) O professor deve saber utilizar-se das tecnologias de informação.
f) O professor precisa caminhar na direção da interdisciplinaridade.
g) O professor deve revisar o processo de avaliação: cabe ao professor rever sua teoria
ÉTICA APLICADA À PEDAGOGIA

Nossos comportamentos refletem nos campos sociais e como profissionais atuamos em um


sistema, sendo necessário respeitar a ordem do mesmo, para que possamos ter sucesso
neste campo. Junior (2009) apud Antônio Lopes de Sá (2001, p. 175), considera como
virtudes básicas profissionais, imprescindíveis a qualquer profissão:
ÉTICA APLICADA À PEDAGOGIA

• Exercício do zelo: o zelo é a responsabilidade do profissional com o objeto do seu trabalho e


como demonstra a qualidade de seu serviço. O zelo requer que mesmo em situações
extremas, em que aparentemente a solução é difícil, o profissional prime pelo empenho e
responsabilidade profissional.
• Honestidade: o profissional recebe a confiança dos que utilizam seus serviços, por isso
honestidade significa ter a responsabilidade perante o bem e a satisfação de terceiros.
ÉTICA APLICADA À PEDAGOGIA

• Sigilo: a partir do momento em que o profissional tem conhecimento de um fato, ou é


confiado e ele algo importante, por meio de suas atividades, tem o dever de manter sigilo.
• Competência: significa estar habilitado para a prática de uma determinada profissão, ou
seja, conhecer as técnicas do exercício desta. Tal virtude é importante para a credibilidade
do profissional e evitar que erros sejam cometidos, podendo causar danos aos envolvidos na
atividade desempenhada.
O PROFESSOR NA PÓS-MODERNIDADE

A educação necessitou passar por transformações, nos quais trouxeram outras maneiras de
conduzir o aluno ao aprendizado, assim, foram pensadas e aos poucos, formas de
articulação das disciplinas por meio de novas abordagens como: a interdisciplinaridade, a
multidisciplinaridade e a transdisciplinaridade, das quais faremos um breve resgate.
O PROFESSOR NA PÓS-MODERNIDADE

A abordagem multidisciplinar corresponde ao agrupamento de diversas disciplinas


objetivando o estudo de um tema em comum, sem identificar uma situação específica.
Neste caso, a visão de mundo que está por trás dessa prática pedagógica é a mesma que
apoia a prática disciplinar, ou seja, compreender o todo pela justaposição de suas partes.
Desta maneira, um tema relevante é cuidadosamente estudado por todas as disciplinas,
dentro de suas perspectivas específicas, sem que ocorra uma articulação explícita entre elas.
A articulação é deixada para ser feita posteriormente, pelos alunos.
O PROFESSOR NA PÓS-MODERNIDADE

A abordagem interdisciplinar, objetiva a construção de representações em situações


específicas, utilizando os conhecimentos das diversas disciplinas. Esta abordagem apoia-se
numa visão de mundo que considera que as partes da realidade interagem entre si, não
sendo possível compreender um sistema complexo com base na compreensão de suas
partes isoladas.
O PROFESSOR NA PÓS-MODERNIDADE

A abordagem transdisciplinar visa a unidade do conhecimento. Desta forma, procura


estimular uma nova compreensão da realidade articulando elementos que passam entre,
além e através das disciplinas, numa busca de compreensão da complexidade. Além disso,
do ponto de vista humano a transdisciplinaridade é uma atitude empática de abertura ao
outro e seu conhecimento.
A RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO

O professor necessita conscientizar-se do seu papel, ou seja, de facilitador da aprendizagem,


sendo assim, aberto a novas experiências procurando compreender através de uma relação
empática, os problemas e os sentimentos de seus alunos.

Morales (1999) considera que são três as principais áreas de atuação do professor, no que
tange ao relacionamento com o aluno:
A RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO

a)Relações interpessoais: considera que deva dedicar um tempo para conversar com os alunos,
mostrando interesse pelo que dizem, bem como, disposição na execução das atividades,
demonstrando aos alunos que o professor está próximo. Desta forma, são construídos laços de
confiança que permitem à criança crescimento, no que tange, ao seu desenvolvimento
emocional, social, cultural e cognitivo.
b) Estrutura de aprendizado: refere-se ao conteúdo a ser ministrado aos alunos, em sua
quantidade e qualidade, cabendo ao professor estar atento: tanto às expectativas quanto ao
aprendizado, auxiliando no que for necessário e procurando sensibilizar-se com a dificuldade do
aluno na compreensão do conteúdo.
c) Autonomia: encontra-se ligada à liberdade no ato do aprender. Ao professor cabe à missão de
buscar motivar seus alunos em relação à aprendizagem, paralelamente à transmissão de
conceitos como: colaboração, respeito e cooperação, que caracterizam o bom desenvolvimento
em sociedade.
A RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO

A partir do momento em que se é conhecedor da realidade dos alunos, certos


comportamentos podem ser entendidos com maior facilidade, principalmente no que se
refere aos conflitos. Para que tal se concretize, é importante adentrar a realidade do aluno
sem ultrapassar o limite, procurando fazer com que ele desperte para novos aprendizados.
Isso só é possível, quando o professor apresentar ao aluno a sua realidade de uma maneira
compreensível, fazendo-o entender a importância do que está sendo ensinado.
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO DA
AUTOESTIMA DA CRIANÇA

A autoestima é construída a partir do momento em que alguém nos trata de forma afetuosa,
ou seja, nos acolhendo e valorizando no que dizemos ou fazemos. Na relação aluno e
professor não poderia ser diferente, pois o progresso ou fracasso de ambos, está pautado na
expressão da afetividade. Desta forma, o educador ao valorizar o educando também o
estimula a interagir, estabelecendo com ele um vínculo de segurança e confiança, facilitando
que a barreira do medo, insegurança e a falta de interesse seja rompida.
O professor deve também saber fazer uso das redes eletrônicas buscando equilibrar os
currículos e procedimentos metodológicos, com os estilos de aprendizagem dos alunos,
estabelecendo assim, um elo entre o processo cognitivo e emocional, nos diferentes modos
de vida dos estudantes.
A DIDÁTICA ASSERTIVA

Assertividade trata-se da habilidade de transmitir ideias, expressar opiniões e desejos de uma


forma transparente, clara e direta, buscando sempre respeito ao seu interlocutor.

Portella (2010) destaca algumas características que fazem parte de um comportamento


assertivo:
A DIDÁTICA ASSERTIVA

• Fazer pedidos: ao solicitar alguma ajuda ou favor, o mesmo deve ser feito de uma forma
clara, direta e objetiva, sendo que justificativas e pretextos são desnecessários.
• Solicitar mudança de comportamento: ao sugerir que uma forma de agir seja modificada, o
solicitante deve descrever o comportamento que necessita ser suprimido e especificar a
mudança desejada.
• Recusar pedidos ou dizer não: é dispensável o uso de justificativas e pretextos para a
negativa, sendo necessário que o indivíduo seja firme na resposta e que o sentimento de
culpa não o acompanhe.
• Expressar amor, agrado e afeto: demonstrar estes sentimentos de uma forma adequada
fortalece e aprofunda as relações.
A DIDÁTICA ASSERTIVA

• Expressar incômodo, desagrado e desgosto de modo justificado: especificar o incômodo


para o outro, procurando destacar as consequências do comportamento de uma forma
positiva, motiva a busca pela mudança.
• Fazer críticas: neste momento é importante lembrar que a crítica deve ser dirigida ao
comportamento e não à pessoa. Deve ser destacado o desagrado ao comportamento, tendo
cuidado para não expressar o que pensamos da pessoa que o manifestou.
• Receber críticas: o desejável neste caso seria permitir à pessoa que elabora a crítica concluir
seu pensamento, deixando-a expressar o que deseja, para que posteriormente possa
solicitar justificativa ou mais informações sobre suas colocações.
“ Até a próxima
unidade,
bons estudos!

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