ELISA
ELISA
1° Edição
Editora Amplla
Campina Grande, setembro de 2023
2023 - Editora Amplla
Copyright da Edição © Editora Amplla
Copyright do Texto © Os autores
Editor Chefe: Leonardo Pereira Tavares
Design da Capa: Editora Amplla
Diagramação: Juliana Ferreira
Revisão: Os autores
ISBN: 978-65-5381-153-9
DOI: 10.51859/amplla.edv539.1123-0
Editora Amplla
Campina Grande – PB – Brasil
contato@[Link]
[Link]
2023
Alexander Josef Sá Tobias da Costa – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Andréa Cátia Leal Badaró – Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Andréia Monique Lermen – Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Antoniele Silvana de Melo Souza – Universidade Estadual do Ceará
Aryane de Azevedo Pinheiro – Universidade Federal do Ceará
Bergson Rodrigo Siqueira de Melo – Universidade Estadual do Ceará
Bruna Beatriz da Rocha – Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais
Bruno Ferreira – Universidade Federal da Bahia
Caio Augusto Martins Aires – Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Caio César Costa Santos – Universidade Federal de Sergipe
Carina Alexandra Rondini – Universidade Estadual Paulista
Carla Caroline Alves Carvalho – Universidade Federal de Campina Grande
Carlos Augusto Trojaner – Prefeitura de Venâncio Aires
Carolina Carbonell Demori – Universidade Federal de Pelotas
Cícero Batista do Nascimento Filho – Universidade Federal do Ceará
Clécio Danilo Dias da Silva – Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Dandara Scarlet Sousa Gomes Bacelar – Universidade Federal do Piauí
Daniela de Freitas Lima – Universidade Federal de Campina Grande
Darlei Gutierrez Dantas Bernardo Oliveira – Universidade Estadual da Paraíba
Denilson Paulo Souza dos Santos – Universidade Estadual Paulista
Denise Barguil Nepomuceno – Universidade Federal de Minas Gerais
Dinara das Graças Carvalho Costa – Universidade Estadual da Paraíba
Diogo Lopes de Oliveira – Universidade Federal de Campina Grande
Dylan Ávila Alves – Instituto Federal Goiano
Edson Lourenço da Silva – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí
Elane da Silva Barbosa – Universidade Estadual do Ceará
Érica Rios de Carvalho – Universidade Católica do Salvador
Fernanda Beatriz Pereira Cavalcanti – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
Fredson Pereira da Silva – Universidade Estadual do Ceará
Gabriel Gomes de Oliveira – Universidade Estadual de Campinas
Gilberto de Melo Junior – Instituto Federal do Pará
Givanildo de Oliveira Santos – Instituto Brasileiro de Educação e Cultura
Higor Costa de Brito – Universidade Federal de Campina Grande
Hugo José Coelho Corrêa de Azevedo – Fundação Oswaldo Cruz
Isabel Fontgalland – Universidade Federal de Campina Grande
Isane Vera Karsburg – Universidade do Estado de Mato Grosso
Israel Gondres Torné – Universidade do Estado do Amazonas
Ivo Batista Conde – Universidade Estadual do Ceará
Jaqueline Rocha Borges dos Santos – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Jessica Wanderley Souza do Nascimento – Instituto de Especialização do Amazonas
João Henriques de Sousa Júnior – Universidade Federal de Santa Catarina
João Manoel Da Silva – Universidade Federal de Alagoas
João Vitor Andrade – Universidade de São Paulo
Joilson Silva de Sousa – Instituto Federal do Rio Grande do Norte
José Cândido Rodrigues Neto – Universidade Estadual da Paraíba
Jose Henrique de Lacerda Furtado – Instituto Federal do Rio de Janeiro
Josenita Luiz da Silva – Faculdade Frassinetti do Recife
Josiney Farias de Araújo – Universidade Federal do Pará
Karina de Araújo Dias – SME/Prefeitura Municipal de Florianópolis
Katia Fernanda Alves Moreira – Universidade Federal de Rondônia
Laís Portugal Rios da Costa Pereira – Universidade Federal de São Carlos
Laíze Lantyer Luz – Universidade Católica do Salvador
Lindon Johnson Pontes Portela – Universidade Federal do Oeste do Pará
Lisiane Silva das Neves – Universidade Federal do Rio Grande
Lucas Araújo Ferreira – Universidade Federal do Pará
Lucas Capita Quarto – Universidade Federal do Oeste do Pará
Lúcia Magnólia Albuquerque Soares de Camargo – Unifacisa Centro Universitário
Luciana de Jesus Botelho Sodré dos Santos – Universidade Estadual do Maranhão
Luís Paulo Souza e Souza – Universidade Federal do Amazonas
Luiza Catarina Sobreira de Souza – Faculdade de Ciências Humanas do Sertão Central
Manoel Mariano Neto da Silva – Universidade Federal de Campina Grande
Marcelo Alves Pereira Eufrasio – Centro Universitário Unifacisa
Marcelo Williams Oliveira de Souza – Universidade Federal do Pará
Marcos Pereira dos Santos – Faculdade Rachel de Queiroz
Marcus Vinicius Peralva Santos – Universidade Federal da Bahia
Maria Carolina da Silva Costa – Universidade Federal do Piauí
Maria José de Holanda Leite – Universidade Federal de Alagoas
Marina Magalhães de Morais – Universidade Federal do Amazonas
Mário Cézar de Oliveira – Universidade Federal de Uberlândia
Michele Antunes – Universidade Feevale
Michele Aparecida Cerqueira Rodrigues – Logos University International
Milena Roberta Freire da Silva – Universidade Federal de Pernambuco
Nadja Maria Mourão – Universidade do Estado de Minas Gerais
Natan Galves Santana – Universidade Paranaense
Nathalia Bezerra da Silva Ferreira – Universidade do Estado do Rio Grande do Norte
Neide Kazue Sakugawa Shinohara – Universidade Federal Rural de Pernambuco
Neudson Johnson Martinho – Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso
Patrícia Appelt – Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Paula Milena Melo Casais – Universidade Federal da Bahia
Paulo Henrique Matos de Jesus – Universidade Federal do Maranhão
Rafael Rodrigues Gomides – Faculdade de Quatro Marcos
Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima – Universidade Federal do Ceará
Rebeca Freitas Ivanicska – Universidade Federal de Lavras
Renan Gustavo Pacheco Soares – Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns
Renan Monteiro do Nascimento – Universidade de Brasília
Ricardo Leoni Gonçalves Bastos – Universidade Federal do Ceará
Rodrigo da Rosa Pereira – Universidade Federal do Rio Grande
Rubia Katia Azevedo Montenegro – Universidade Estadual Vale do Acaraú
Sabrynna Brito Oliveira – Universidade Federal de Minas Gerais
Samuel Miranda Mattos – Universidade Estadual do Ceará
Selma Maria da Silva Andrade – Universidade Norte do Paraná
Shirley Santos Nascimento – Universidade Estadual Do Sudoeste Da Bahia
Silvana Carloto Andres – Universidade Federal de Santa Maria
Silvio de Almeida Junior – Universidade de Franca
Tatiana Paschoalette R. Bachur – Universidade Estadual do Ceará | Centro Universitário Christus
Telma Regina Stroparo – Universidade Estadual do Centro-Oeste
Thayla Amorim Santino – Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Thiago Sebastião Reis Contarato – Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tiago Silveira Machado – Universidade de Pernambuco
Virgínia Maia de Araújo Oliveira – Instituto Federal da Paraíba
Virginia Tomaz Machado – Faculdade Santa Maria de Cajazeiras
Walmir Fernandes Pereira – Miami University of Science and Technology
Wanessa Dunga de Assis – Universidade Federal de Campina Grande
Wellington Alves Silva – Universidade Estadual de Roraima
William Roslindo Paranhos – Universidade Federal de Santa Catarina
Yáscara Maia Araújo de Brito – Universidade Federal de Campina Grande
Yasmin da Silva Santos – Fundação Oswaldo Cruz
Yuciara Barbosa Costa Ferreira – Universidade Federal de Campina Grande
2023 - Editora Amplla
Copyright da Edição © Editora Amplla
Copyright do Texto © Os autores
Editor Chefe: Leonardo Pereira Tavares
Design da Capa: Editora Amplla
Diagramação: Juliana Ferreira
Revisão: Os autores
Catalogação na publicação
Elaborada por Bibliotecária Janaina Ramos – CRB-8/9166
P436e
Livro em PDF
ISBN 978-65-5381-153-9
DOI 10.51859/amplla.edv539.1123-0
CDD 616.079
I. Imunologia humana
Editora Amplla
Campina Grande – PB – Brasil
contato@[Link]
[Link]
2023
AGRADECIMENTO
2. ELISA DIRETO
O ELISA direto é a forma mais prática do ELISA e tem como objetivo verificar a presença
ou até mesmo a dosagem de anticorpo, permitindo reconhecer se o indivíduo ou animal foi
exposto a um determinado patógeno (vírus, bactéria, parasita). Nesse ensaio, componentes
antigênicos oriundos do soro são imobilizados em Placa 96 Poços de Poliestireno apropriada
para a reação de ELISA. A seguir é adicionado o anticorpo em cada poço é adicionada para
reagir. Neste caso, o anticorpo primário direcionado para a pesquisa daquele determinado
antígeno já é comprado comercialmente e já vem ligado a uma enzima (esta enzima pode ser a
peroxidase ou a fosfatase alcalina), que vai permitir promove a reação e mudança de cor ao
contato com o substrato (Lin el al. 2015a).
Durante a etapa seguinte, ocorre o reconhecimento do antígeno pelo anticorpo e, após
procedimentos intermediários, como incubação e lavagem, os componentes não fixados são
removidos. Em seguida, a reação positiva é visualizada ao adicionar um substrato específico da
enzima usada, causando uma mudança de cor na solução devido à catálise enzimática. A
intensidade da cor é estimada colorimetricamente e é proporcional à concentração do
anticorpo pesquisado, ou seja, quanto maior a quantidade de anticorpo pesquisado, maior a
coloração oriunda da reação entre substrato e enzima ligada ao anticorpo (Figura 2).
Figura 2 – Representação esquemática de ELISA Direto.
3. ELISA INDIRETO
No teste ELISA Indireto, o antígeno (oriundo da maceração e quebra de moléculas do
patógeno) é adicionado a Placa 96 Poços de Poliestireno apropriada para a reação de ELISA.
Posteriormente é adicionado anticorpos ou soro do paciente (que pode conter o anticorpo de
interesse caso o soro contenha anticorpos direcionados para aquela doença a ser pesquisado
(Kohi & Ascoli 2017; Tabatabaei et al. 2022). Após isso é acrescentado um segundo anticorpo,
denominado anticorpo secundário (conjugado a uma enzima), o qual é específico para o
anticorpo primário e que está conjugado ou ligado a uma determinada enzima e, após
procedimentos intermediários, como incubação e lavagem, os componentes não fixados são
removidos. Após a realização das lavagens, é adicionado o substrato, e a enzima gera o sinal de
detecção resultante da reação química: Enzima, Peróxido de Hidrogênio e Substrato (Figura 3).
O ELISA Indireto tem como vantagens: 1 – Versatilidade - pois um único anticorpo
primário pode ser usado para detectar diferentes antígenos. Isso é útil quando se deseja
investigar a presença de várias substâncias em uma única amostra; 2 – Sensibilidade: O ELISA
indireto é geralmente mais sensível do que o ELISA direto, pois permite a detecção de múltiplos
anticorpos secundários ligados a um único anticorpo primário. Isso amplifica o sinal de
detecção, tornando-o útil quando se trabalha com amostras que contêm baixas concentrações
de antígeno (Lin et al. 2015b; Tabayabaei et al. 2022).
Figura 3 – Representação esquemática de ELISA Indireto.
4. ELISA SANDUÍCHE
A técnica ELISA Sanduíche é largamente utilizada para detectar antígenos específicos em
baixas concentrações. Nesse método, são empregados dois anticorpos específicos diferentes:
um anticorpo de captura e um anticorpo detector. O anticorpo de captura é imobilizado na placa
e, em seguida, a amostra é adicionada. Caso o antígeno esteja presente, ocorrerá a ligação com
o anticorpo de captura. Em sequência, é adicionado o anticorpo detector, o qual está ligado a
uma enzima, formando assim um complexo antígeno-anticorpo-anticorpo detector. Após a
realização das lavagens, é adicionado o substrato, e a enzima produz o sinal de detecção
(Hayrapetyan et al. 2023).
O ELISA Sanduíche tem como vantagens: a alta especificidade, pois utiliza dois
anticorpos diferentes que se ligam a epítopos diferentes do antígeno. Essa abordagem
"sanduíche" permite uma detecção mais específica e menos suscetível a interferências e
reatividade cruzada. Além disso, o ELISA sanduíche pode ser tido como frequentemente mais
sensível do que o ELISA direto e o indireto. A combinação de dois anticorpos de ligação ao
antígeno permite uma amplificação do sinal, tornando-o particularmente útil quando se
trabalha com amostras que contêm baixas concentrações de antígeno (Figura 4).
Figura 4 – Representação esquemática de ELISA Sanduíche
5. ELISA COMPETITIVO
No ELISA competitivo o antígeno é previamente incubado com um anticorpo específico
marcado com uma enzima. Em seguida, a mistura antígeno-anticorpo é adicionada à placa
revestida com um anticorpo capturador. O antígeno marcado competirá com o antígeno da
amostra pela ligação ao anticorpo capturador na superfície da placa. Quanto maior a
quantidade de antígeno na amostra, menor será a quantidade de antígeno marcado que se ligará
ao anticorpo capturador. Após a lavagem para remover o excesso de reagentes, a atividade
enzimática é medida, sendo inversamente proporcional à quantidade de antígeno presente na
amostra. (Hayrapetyan et al. 2023)
Embora o ELISA competitivo seja menos comum do que outras formas de ELISA, ele
apresenta algumas vantagens específicas: 1 – Ampla aplicabilidade: O ELISA competitivo pode
ser usado para a detecção de antígenos pequenos e de baixa imunogenicidade, onde outros
formatos de ELISA podem não ser adequados; 2 – Sensibilidade: Devido ao princípio de
competição, o ELISA competitivo pode ser altamente sensível na detecção de antígenos
específicos (Figura 5).
Figura 5 – Representação esquemática de ELISA Competitivo
6. VARIAÇÕES DO ELISA
Diversas variações do ELISA foram criadas para atender diferentes exigências. Alguns
exemplos abrangem o ELISA de fase sólida, ELISA de ponto final, ELISA de doseamento, ELISA
de captura reversa, ELISA fluorescente, ELISA enzimático de imunoabsorção (EIA), entre
outras. Cada adaptação apresenta suas vantagens e desvantagens, sendo escolhida conforme o
propósito do ensaio e os recursos disponíveis (Hayrapetyan et al. 2023).
7. APLICAÇÕES DO ELISA
O teste ELISA possui uma extensa variedade de aplicações em diversas áreas,
abrangendo o diagnóstico médico (por exemplo, detecção de infecções virais, auto-imunidade
e marcadores tumorais), pesquisa biomédica (como estudos de imunologia e biologia
molecular) e o controle de qualidade na indústria farmacêutica.
O teste ELISA é uma metodologia imunológica de grande importância, versátil e que se
tornou indispensável tanto na pesquisa científica quanto no diagnóstico clínico. A contínua
evolução e aprimoramento dessa técnica têm expandido ainda mais suas aplicações e
aprimorado sua sensibilidade e especificidade. Embora apresente algumas limitações, os
benefícios e a relevância do ELISA superam suas desvantagens, posicionando-o como uma das
principais abordagens analíticas em laboratórios em todo o mundo.
Como já dito anteriormente, o princípio do funcionamento do ELISA (Enzyme-Linked
Immunosorbent Assay) é baseado na interação específica entre antígenos e anticorpos, que são
componentes fundamentais do sistema imunológico. O teste ELISA é realizado em uma placa de
microtitulação, onde anticorpos específicos são fixados nas paredes da placa, criando um
"revestimento" para capturar os antígenos de interesse.
A quantidade do produto formado está diretamente relacionada à quantidade de
antígeno presente na amostra original, permitindo a quantificação do antígeno e sua detecção
em diferentes concentrações em um leitor chamado de espectrofotômetro, como ilustrado na
Figura 6. Dessa forma, em poços onde houve maior interação entre antígeno-anticorpo
primário e consequentemente o anticorpo secundário, maior haverá a quebra de peróxido de
hidrogênio (por conta da enzima peroxidase ligada ao anticorpo secundário), liberando O - que
se reagira ao substrato no caso abaixo representado pelo OPD, e consequentemente haverá
maior valor de Absorvância.
Tabela 1 – Representação dos Valores das leituras de absorvância dos soros negativos
Tabela 2 – Representação dos Valores das leituras de absorvância de amostras de soros de pacientes
Tabela 3 – Representação dos Valores das leituras de absorvância de amostras de soros de pacientes com a
inclusão do Índice de Reatividade calculado
9. A SEGUIR A DESCRIÇÃO DE PROTOCOLOS PRÁTICOS PARA A
REALIZAÇÃO DE UM ELISA:
04. Dosar a concentração de proteínas pelo método de Lowry ou pelo método de bradford.
Reagente
Reagente Agitar
H 2O Volume Agitar Agitar Fenol
Tubo Amostra de Imediatamen-
Destilada Amostra Vortex Vortex 1:3 em
cobre te
H2O
10. ELISA
1. Sensibilizar a placa overnight (4°C) com 100l/well do antígeno diluído (de acordo com
a concentração padronizada: 0,5 ug/well) em tampão apropriado (Coating buffer).
Validade + 1 semana.
No dia do experimento:
2. Desprezar a solução do antígeno, lavar 2 vezes com solução de lavagem e secar por
inversão em papel absorvente (ou Perfex). Bloquear com PBS-Caseína 2% por 30
minutos a 37°C e logo em seguida lavar 2 vezes com solução de lavagem, secar e colocar
os soro)
(sensível a luz).
OBS.: O OPD É CANCERÍGENO À INALAÇÃO E AO CONTATO. Descartar todo material
usado com OPD em uma solução de NAOH 0,2% em água comum por no mínimo 2 horas: o NAOH
neutraliza o OPD.
(Para se diluir um ácido sempre se coloca o ácido sobre a água) PARA 200 mL
COLOCA-SE 190 mL DE ÁGUA DESTILADA E 10 mL DE ÁCIDO SULFÚRICO – ESCORRENDO
LENTAMENTE NA PAREDE DA PROVETA).
10. Ler imediatamente após interromper a reação com filtro de 490nm, limpando a placa
por baixo com papel embebido em álcool antes da leitura.
• Caseína
Aquecer 400ml de PBS pH 7,2 no microondas, (em becker de vidro de 1L). Acrescentar
20,0g de caseína sob agitação por 30 min. até dissolver toda a caseína. Completar o volume para
1 Litro (A caseína só deve ser acrescentada após o PBS estar aquecido).
• Solução de Lavagem
NaCl 9g
Tween 20 0,5ml
H20 destilada(qsp) 1L
Tabatabaei MS, Ahmed M. Enzyme-Linked Immunosorbent Assay (ELISA). Methods Mol Biol.
2022;2508:115-134. doi:10.1007/978-1-0716-2376-3_10
Reen DJ. Enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA). Methods Mol Biol. 1994;32:461-466.
doi:10.1385/0-89603-268-X:461
Kohl TO, Ascoli CA. Indirect Competitive Enzyme-Linked Immunosorbent Assay (ELISA). Cold
Spring Harb Protoc. 2017;2017(7):pdb.prot093757. Published 2017 Jul 5.
doi:10.1101/pdb.prot093757