0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações42 páginas

Aceitação Final do Sistema EWSD

ewsd Comandos e Informações

Enviado por

Sergio Domenes
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações42 páginas

Aceitação Final do Sistema EWSD

ewsd Comandos e Informações

Enviado por

Sergio Domenes
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

EWSD

Sistema Eletrônico de Comutação Digital

Aceitação da unidade
para aceitação final
ATMN:FAC

A30808-X3051-F19-1-7941
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Suporte Técnico: (041)341-5030

Elaborado por: U37, EQT - TRD


Liberado em agosto de 1996.
Comunicado: A30148-H205-U37-4-7969

Publicado pelo setor de Geração de Documentação de Cliente - TRD


Rua Pedro Gusso, 2635 - CIC
81310-900 - Curitiba - Paraná
Impresso no Brasil.
Sujeito a alterações técnicas.

A reprodução deste documento, assim como o uso e a revelação de seu conteúdo não são permitidos, salvo
por autorização expressa. Os infratores estão sujeitos às penas da lei e respondem por perdas e danos. No
caso de concessão de patente ou de registro de fábrica, ficam reservados os direitos de exclusividade. O
cumprimento do constante nas especificações técnicas e nas descrições de facilidades só é obrigatório quando
acordado em contrato específico.
Equitel S/A - Equipamentos e Sistemas de Telecomunicações

2 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

Tabela de conteúdos
1. Exigência de qualidade ............................................................................... 5
1.1. Condições para aceitação ........................................................................... 6
1.2. Informação geral ......................................................................................... 7
2. Desempenho do sistema ............................................................................. 9
2.1. Definição................................................................................................... 10
2.2. Investigação do Grau de serviço ............................................................... 11
2.3. Avaliação do registro de dados ................................................................. 15
3. Disponibilidade do sistema........................................................................ 17
3.1. Definição e parâmetros ............................................................................. 18
3.2. Critério de confiabilidade padrão Siemens ................................................ 19
4. Regras para gravação e avaliação de falhas do sistema ........................... 21
4.1. Extensão de falhas.................................................................................... 22
4.2. Duração de falhas ..................................................................................... 23
4.3. Causa de falhas ........................................................................................ 24
4.4. Procedimento para gravação de falhas totais do sistema .......................... 25
4.5. Falha parcial ............................................................................................. 26
4.6. Procedimento para gravação de falhas parciais do sistema ...................... 27
4.7. Falha de unidades de hardware de reserva ............................................... 28
4.8. Cálculo de disponibilidade e tempo inativo................................................ 29
5. Índice de falhas de hardware..................................................................... 31
5.1. Gravação de problemas de hardware........................................................ 32
5.2. Cálculo de índice de problemas de hardware ............................................ 33
6. Índice de falhas de software ..................................................................... 35
6.1. Gravação de falhas de software ................................................................ 36
6.2. Avaliação de falhas de software ................................................................ 37
6.3. Meta de valores para Índice de falhas do sistema .................................... 38
7. Procedimentos e diretrizes ........................................................................ 39
8. Abreviaturas/definições ............................................................................. 41

Motivo para edição deste documento: novo.

Este documento contém 42 páginas.


Todas as páginas estão na edição 1.

A30808-X3051-F19-1-7941 3
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

4 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

1. Exigência de qualidade

A30808-X3051-F19-1-7941 5
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

1.1. Condições para aceitação

Antes do início do teste de aceitação o grupo de monitoramento deve verificar se as


obrigações contratuais foram cumpridas. A inspeção deve incluir os seguintes itens:
- plantas baixas;
- inspeção visual;
- documentação;
- ferramentas e acessórios;
- pool de peças de reposição;
- liberação de itens importantes.

As centrais incorporarão a configuração combinada para a aceitação final.

Nenhum item importante será permitido se ele puder efetuar o processo de


avaliação.

As FERRAMENTAS de SERVIÇO serão utilizadas para coleta de dados e avaliação.

Todo equipamento da central deve operar dentro das exigências ambientais


especificadas.

Os funcionários de operação e de manutenção responsáveis pela central durante o


período de teste de aceitação devem ser treinados nos respectivos cursos padrão
SIEMENS.

6 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

1.2. Informação geral

A confiabilidade no desempenho é uma das características mais importantes de um


sistema de comunicação, contribuindo enormemente para a qualidade dos serviços
fornecidos pelo sistema. Além dos aspectos funcionais, os valores relativos à
confiabilidade contribuem significativamente na avaliação da qualidade de um
sistema. Tais valores incluem:
- desempenho do sistema;
- disponibilidade e tempo inativo;
- índice de falhas de hardware;
- índice de falhas de software.

O critério mais importante para caracterizar a confiabilidade no desempenho é a


disponibilidade do sistema. Disponibilidade e tempo inativo são relacionados
diretamente com a intensidade e duração dos eventos contribuindo para as
interrupções de operação.

Com sistemas complexos como o EWSD, erros de software e problemas de


manipulação constituem a maior parte do tempo inativo.
Falhas de hardware normalmente não afetam a disponibilidade do sistema. Essas
falhas contribuem para o custo de manutenção e podem causar interrupções parciais
quando ocorrem falhas em unidades de hardware não de reserva.

A aceitação de sistemas recém instalados tem que ser avaliada em uma fase inicial
da operação, no chamado período inicial de falhas. Isso significa que a intensidade
das falhas não é constante, aliás diminui com o tempo. Essa condição deve ser
levada em conta quando os critérios de aceitação forem determinados e os
resultados de aceitação forem avaliados.

A30808-X3051-F19-1-7941 7
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

8 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

2. Desempenho do sistema

A30808-X3051-F19-1-7941 9
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

2.1. Definição

O grau da medição de serviços coleta dados sobre o desempenho do sistema.

Definição:

número de conexões com problema x 100


GOS = -------------------------------------------------------------------- ( % )
número total de conexões

10 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

2.2. Investigação do grau de serviço

1 Iniciar a medição do grau de serviço

A medição do grau de serviço tem que ser iniciada no começo de um período de observação com o
seguinte comando:

b REC GOS:UNIT=MDD-DAILY;
Com o início da medição-GOS, é criado um arquivo [Link] . A cada intervalo de 15 minutos um
registro de dados é armazenado nesse arquivo (96 registros de dados por dia).

O relatório dos registros de dados deve ser feito no dia seguinte através dos seguintes comandos:

b DISP TRAMORD;

indica as ordens de medição de tráfico existentes com os nomes de arquivo correspondentes.

b GET TRAFILE:FILE=[Link];
imprime a cada 96 registros de dados do arquivo de tráfego correspondente na PT.

Cada registro de dados tem o seguinte formato:

TRAFFIC MEASUREMENT : GRADE OF SERVICE

DATA QUALITY : SECURE

TC:EXCHANGE (DERL) =

A30808-X3051-F19-1-7941 11
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

INCOMING TRAFFIC ORIGINATE TRAFFIC


TERMINATE TRANSIT INTERNAL OUTGOING
TC (DERL) 0 0 0 0
TC WITH ANSWER(DERL) 0 0 0 0
CC X 0 0 X 0 0
CCS WITH ANSWER 0 0 0 0

TC RECONF (DERL) 0 0 0 0
TC REC W ANSW (DERL) 0 0 0 0
CCS RECONFIGURE 0 0 0 0
CCS RECONF WITH ANSW 0 0 0 0
TC NO DIAL (MERL) 0 0
CC NO DIAL REL A 0 0
CC NO DIAL TIOUT 0 0
TC TEST CIRC (DERL) 0 0
TC TEST TRUNK (DERL) 0 0
CC TEST OF TRUNK 0 0
CC TEST OF CIRCUIT 0 0
CC TEST DLU LC 0
CC SCI D CH 0
CC SCI 0

TC NUC (DERL) 0 0 0 0
TC SPV (DERL) 0 0 0 0

12 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

INCOMING TRAFFIC ORIGINATE TRAFFIC


TERMINATE TRANSIT INTERNAL OUTGOING
CCU SN BUSY X X X X
CCU SUB BUSY 0 0 0
CCU TGRP BUSY 0 0 0 0
CCU TRUNKRESERVATION 0 0 0
CCU INCMP DIAL REL A 0 0 0 0 0 0
CCU INCMP DIAL TIOUT 0 0 0 0 0 0
CCU NM BLOCKING 0 0 0 0 0
CCU TECHN IRREGULAR X 0 0 X 0 0
CCU UNALL NUM 0 0 0 0 0
CCU TGRP BLOCKED 0 0 0 0
CCU SUB NO SERV AUTH 0 0 0
CCU SUB NO CUG 0 0
CCU SP CONN REJ 0 0 0

CCU CCS7 DPC OLOAD 0 0 0 0


CCU CCS7 CCNC OLOAD 0 0 0

CCS SUB 0 0
CCS PABX 0 0
CCS TRUNK 0 0
CCS SSU RER SAMEDN 0 0
CCS SSU RER SAMEDEST 0 0 0 0
CCS SSU NEWDEST C BS 0 0
CCS CALL MON 0
CCS ECHO SUPPRESSOR 0 0 0
CCS CALL FORWARDED 0 0
CCS CMP DIAL REL A 0 0 0 0
CCS CMP DIAL TIOUT 0 0 0 0
CCS INCMP DIAL REL A 0 0 0 0
CCS INCMP DIAL TIOUT 0 0 0 0

A30808-X3051-F19-1-7941 13
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

INCOMING TRAFFIC ORIGINATE TRAFFIC


TERMINATE TRANSIT INTERNAL OUTGOING
CCS INT TECHN IRREG X X X X
CCS EXT TECHN IRREG 0 0 0 0
CCS LINK FAILURE 0 0 0 0
CCS O/DEX SUB BUSY 0 0 0 0
CCS O/DEX TGRP BUSY 0 0 0 0
CCS O/DEX UNALL NUM 0 0 0 0
CCS O/DEX TERM NCON 0 0 0 0
CCS O/DEX SUB NO CUG 0 0 0 0
CCS O/DEX CALL REJ 0 0 0 0
CCS O/DEX SP CON REJ 0 0 0 0
CCS SUB NO SERV AUTH 0 0 0 0

CCS RELORIG ENDTOEND 0

CCS CCS7 CALL FAIL 0 0 0 0


CCS CCS7 DPC OLOAD 0 0 0
CCS CCS7 MAINT F A 0 0 0 0
CCS CCS7 MAINT F B 0 0 0 0

FIM

14 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

2.3. Avaliação dos registros de dados

A primeira linha identificada como CC. contém:


- na coluna 1 as conexões de entrada;
- na coluna 4 as conexões de origem.
A soma de ambas é o número total de conexões nesse intervalo de 15 minutos.

A segunda linha identificada como CCU SN BUSY contém:


- na coluna 2: CCU SN BUSY para o tráfego de terminação;
- na coluna 3: CCU SN BUSY para o tráfego em trânsito;
- na coluna 5: CCU SN BUSY para o tráfego interno;
- na coluna 6: CCU SN BUSY para o tráfego de saída.

A soma desses quatro valores é o número total de casos CCU SN BUSY nesse
intervalo.

A terceira linha identificada como CCU TECHN IRREGULAR contém:


- na coluna 1: CCU TECHN IRREGULAR para o tráfego de entrada;
- na coluna 4: CCU TECHN IRREGULAR para o tráfego originado.

A soma de ambas é o número total CCU TECHN IRREGULAR nesse intervalo.

A quarta linha identificada como CCS INT TECHN IRREG contém:


- i na coluna 2: CCS INT TECHN IRREG para o tráfego de terminação;
- na coluna 3: CCS INT TECHN IRREG para o tráfego em trânsito;
- na coluna 5: CCS INT TECHN IRREG para o tráfego interno;
- na coluna 6: CCS INT TECHN IRREG para o tráfego de saída.

A soma desses quatro valores é o número total de casos CCS INT TECHN IRREG
nesse intervalo.

Número de conexões = soma de CC (intervalos 1...96)


Número de conexões defeituosas = soma de CCU SN BUSY+ CCU TECHN
IRREGULAR + CCS INT TECHN IRREG (intervalos 1...96)

Todos os protocolos e dados avaliados do período de observação devem ser


guardados por seis meses.

O GOS deve ser calculado até duas casas após a vírgula. O valor calculado não
deve alcançar o limite de 0,1%.

número de conexões com problema x 100


GOS = ---------------------------------------------------------------------- (%)
número total de conexões

A30808-X3051-F19-1-7941 15
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

16 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

3. Disponibilidade do sistema

A30808-X3051-F19-1-7941 17
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

3.1. Definição e parâmetros

Disponibilidade indica a possibilidade de encontrar o sistema em estado funcional em


um dado momento.

A intensidade e duração das falhas que prejudicam a operação tem efeito direto na
disponibilidade. Os danos operacionais ocorrem quando algumas ou todas as
funções operacionais e de processamento de chamadas não podem ser executadas.

As causas para falhas do sistema podem ser encontradas no software e no hardware.


Esses são os chamados testes de aceitação de eventos relativos.

Entretanto, eventos não relativos (falhas não atribuídas ao sistema) também podem
interromper uma operação. Tais eventos não são levados em conta para o cálculo
dos valores inerentes ao sistema. A tabela abaixo mostra os critérios e parâmetros
padrão para o monitoramento da confiabilidade no desempenho durante o período de
aceitação.

18 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

3.2. Critérios de confiabilidade padrão Siemens

parâmetros tempo inativo linha/tronco tempo inativo


tempo de falha Ta não há tempo logístico tempo logístico
somente tempo de tempo de conserto
conserto
causas da falha
- SWF (software) 100% 100%
- HWF (hardware) 100% 100%
- DOC (document.) 100% 100%
- PLA (planejada) ----- 100%
- OPE (falha operacional) ----- 100%
- EXT (externa) ----- 100%
falha parcial ponderada ponderada
extensão da falha ≥64lines/>=128 trunks ≥64lines/≥128trunks
limite de falha ≥30 segundos ≥30 segundos

A30808-X3051-F19-1-7941 19
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

20 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

4. Regras para a gravação e avaliação


de falhas do sistema

Todas as falhas, independentemente da causa, tipo ou duração devem ser gravadas


e avaliadas. Para o cálculo da confiabilidade inerente (tempo inativo linha/tronco)
devem ser aplicadas as seguintes regras.

A30808-X3051-F19-1-7941 21
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

4.1. Extensão de falhas

Só são computadas falhas que durem mais de trinta segundos e interrompam


conexões existentes.

Isso significa que somente níveis de inicialização como ISTART1 ou níveis mais
altos devem ser computados. Só são computadas falhas parciais que afetem mais de
64 linhas de assinantes ou 128 troncos de linha.

22 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

4.2. Duração de falhas

O tempo de falhas (Ta) é o período entre a ocorrência da falha do sistema e sua


neutralização. Este período geralmente é composto pelo tempo logístico (Tl) e o
tempo de conserto.

(Tr), i.e. Ta = T1+ Tr

|<-----------------------------Ta---------------------------->|

|<-------------T1------------>|<-------------Tr------------>|

O tempo logístico é o período entre o momento de ocorrência da falha e o início da


eliminação de falha. O tempo logístico não é atribuível ao sistema e por isso não
deve ser computado. O tempo logístico deve ser atribuído ao cliente (causa da falha
= OPE) no cálculo do tempo inativo.

A30808-X3051-F19-1-7941 23
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

4.3. Causa de falhas

Cada falha é atribuída de acordo com sua causa. Essas categorias são divididas em
três grupos:
- grupo 1: SWF, HWF, DOC
SWF = falha devido a um erro de software no sistema
HWF = falha devido a um erro de hardware no sistema
DOC = falha devido a um erro de documentação no sistema
- grupo 2: PLA
A categoria PLA contém desativações planejadas do sistema, necessárias para
expandir o sistema ou modificar qualquer HW/FW ou SW.
Desativações planejadas do sistema não devem ser atribuídas ao sistema e por
isso não são computadas.
- grupo 3: OPE, EXT
OPE = falhas causadas por erro do operador
- falha causada devido ao trabalho sendo executado para testes, medições ou
manutenção, falha devido ao fato de um meio de reserva ser desconectado
ou um item defeituoso não ser consertado dentro de quatro horas após o
reconhecimento da falha.
- o tempo logístico é atribuído ao cliente durante o teste de aceitação.
EXT = falha causada por eventos externos (equipamento)
- outros eventos cujas causas não podem ser necessariamente atribuídas ao
sistema.

24 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

4.4. Procedimento para gravação de falhas totais do sistema

Para gravação de interrupções totais devem ser lidos ou calculados os seguintes


valores:

início da interrupção: YY:MM:TT/HH:MM:SS de MLOG ou [Link]

fim da interrupção: YY:MM:TT/HH:MM:SS de MLOG ou [Link]

perda de tarifação: S/N Sim somente se iniciar com fita


de salvamento

tipo de recuperação: T somente (T) permitida

nível de recuperação: ISTART 1, ISTART 2, etc. de MLOG ou


[Link]

causa de recuperação: SWF, .... etc. a causa deve ser tirada da


análise de interrupção (valores
padrão na janela)

texto: descrição verbal de


interrupções

A descrição de uma interrupção deve conter todas as operações adicionais. Por


exemplo, a lista de comandos MML e todas as modificações de hardware ou software
digitados imediatamente antes da ocorrência da interrupção, além de todas as
observações que possam ser encontradas sobre interrupções especiais.

A30808-X3051-F19-1-7941 25
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

4.5. Falha parcial

A falha parcial diz respeito a falhas que afetam somente uma parte das portas
conectadas. Tais falhas são computadas sob a ótica de seu efeito na central inteira
utilizando o "weighted downtime" (tempo inativo ponderado) (Tw).

Pa Pa = Número de portas com falhas


Tw = ------------------------ * Ta Pt = número total de portas conectáveis Pt
Pt dentro da central
Ta = tempo de falha

26 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

4.6. Procedimento para gravação de falhas parciais


do sistema

Para a gravação de falhas parciais devem ser lidos ou calculados os seguintes


valores:
início da interrupção: YY:MM:TT/HH:MM:SS de MLOG ou [Link]

fim da interrupção: YY:MM:TT/HH:MM:SS de MLOG ou HF ARCHIVE

perda de tarifação: N somente (N) permitido

tipo de recuperação: P somente (P) permitido

nível de recuperação: R2 A, R2 M, no caso de MLOG ou [Link]


do DLU, IA,IM
portas/tempo inativo: XXXXXX número de portas com falhas

razão de recuperação: SWF, ... etc. razões devem ser tiradas da


análise de interrupção (valores
padrão na janela)
texto: descrição verbal de
interrupções

Duas máscaras devem ser respeitadas. A primeira indica a hora em que um LTG foi
configurado como UNA. A segunda indica a hora em que o LTG foi configurado
novamente como ACT.

A30808-X3051-F19-1-7941 27
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

4.7. Falhas de unidades de hardware de reserva

As falhas de unidades de hardware de reserva normalmente não prejudicam as


operações e por este motivo não são computadas.

28 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

4.8. Cálculo da disponibilidade e tempo inativo

Os valores de disponibilidade ou tempo inativo são determinados pelo número e


duração das falhas do sistema ocorridas no período de tempo observado.

A seguinte fórmula é utilizada para o cálculo da disponibilidade:

n
mT o − ∑ (T ai + T wi ) A = disponibilidade
i =1
A = ------------------------------------------ To = período de observação (min)
mTo Tai = duração de falhas totais do sistema
Twi = duração de falhas parciais ponderadas
m = Número de centrais observadas
n = Número de falhas do sistema ocorridas no
período de observação

A fórmula para o cálculo do valor do tempo inativo é:

∑ (T
i =1
ai + T wi ) Dt = tempo inativo linha/tronco

Dt = --------------------------------- * 12 v = número de centrais observadas


multiplicado pelo número do mês
v

n = Número de falhas do sistema ocorridas no


período de observação

Para poder comparar valores individuais, os valores de tempo inativo são sempre
projetados para um ano e central:

Dt = min por central e ano

A meta de valor para o tempo inativo de linha/tronco no período de tempo observado


é inferior a 30 minutos por central e por ano (recomendação Q.514 do CCITT).

MAIDT <= 30 min por ano

MAIDT = tempo inativo intrínseco acumulado médio

Para o valor de tempo inativo de serviço não a meta de valor porque ela depende
principalmente de “eventos não atribuíveis ao sistema”.

Uma vez que as falhas do sistema tenham sido analisadas de acordo com as regras
definidas acima, a taxação é automaticamente realizada pela ferramenta EVOS.

A30808-X3051-F19-1-7941 29
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

30 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

5. Índice de falhas de hardware

A30808-X3051-F19-1-7941 31
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

5.1. Gravação de problemas de hardware

Todos os problemas de hardware devem ser gravados desde o início dos testes de
aceitação. As exceções são:
- problemas nos quadros de linhas de assinantes causados por condições ambientais
anormais, tais como relâmpagos, conexões de sobretensão não devem ser
computadas.
- se vários problemas de hardware forem causados por uma única falha deve ser
contado apenas um problema.
- para a gravação de problemas de hardware deve ser utilizada a ferramenta
Siemens STMKAT.

32 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

5.2. Cálculo do índice de problemas de hardware

Os problemas de hardware refletem na qualidade de produção dos equipamentos em


operação.

Para a avaliação do índice de problemas de hardware deve ser utilizada a ferramenta


EVOS do conjunto de ferramentas de serviço.

A configuração exata de hardware das centrais observadas deve ser armazenada no


banco de dados PROCONS, dos relatórios de problemas de hardware.

A seguinte fórmula é utilizada para o cálculo do índice de hardware (Ht):

n
Tr
i=1
Ht = ----------------------------- Tr = relatório de problemas de hardware
KPY KPY = quilo (1000) portas e ano

A meta de valores para os índices de problemas de hardware no período de tempo


observado é de menos de 8 problemas por 1000 portas e ano.

Ainda não foi recomenda nenhuma meta de valores de CCITT para problemas de
hardware.

A30808-X3051-F19-1-7941 33
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

34 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

6. Índice de falhas de software

A30808-X3051-F19-1-7941 35
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

6.1. Gravação de falhas de software

Sistemas como EWSD, com estruturas de software muito complexas, não podem ser
testados e entregues completamente livres de erros. As falhas de software são de
lógica e não de equipamento. Devido às correções e melhoras permanentes o índice
de falhas de software decresce com o tempo.

Entretanto durante o ciclo de vida do software as falhas ocorridas devem ser


gravadas e passadas adiante ao fornecedor para análise. Isso é válido também para
o período de teste de aceitação. Para a gravação e administração das falhas de
software deve ser utilizada a ferramenta de serviço FMERF. Deve ser evitado o
relato múltiplo da mesma falha de software.

36 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

6.2. Avaliação das falhas de software

Somente as falhas de software graves podem prejudicar a confiabilidade do sistema.


As falhas de software ocorridas devem ser priorizadas de acordo com o seu impacto
no desempenho do sistema. As de maior prioridade são as que causem interrupção
do sistema. O impacto na confiabilidade do sistema deve ser medido na disponibili-
dade linha/tronco (tempo inativo), desde que as falhas de software também tenham
sido reportadas como falhas do sistema.

A30808-X3051-F19-1-7941 37
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

6.3. Meta de valores para índice de falhas do sistema

O número de interrupções causadas por falhas de software deve ser inferior a duas
interrupções/central e ano.

As falhas de software que não causem interrupções são relatadas na forma de FMs
(relatórios de falhas) via FMERF.
O número de FMs (em prioridade 1, 2 e 3) deve ser inferior a 12 relatórios/central e
ano.

38 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

7. Procedimentos e diretrizes

Deve ser estabelecido um grupo de monitoramento consistindo de representantes de


cada parte (cliente e Siemens) para fazer todo o trabalho preparatório para o início
dos testes de aceitação.

Este grupo deve também investigar eventos, monitorar resultados da avaliação de


dados e tomar decisões sobre a validação dos mesmos.

O conjunto de ferramentas de serviço padrão Siemens deve ser utilizado para a


coleta de dados de desempenho assim como para a avaliação. O conjunto de
ferramentas de serviço contém um conjunto de programas orientados a tarefas. Os
procedimentos para instalação e operação são descritos nos respectivos manuais do
usuário. A ferramenta AKUHW apoia a administração e manutenção de dados
relacionados ao hardware e firmware dos elementos de rede (centrais) em operação.
Tanto as ferramentas de coleta de dados como as ferramentas de avaliação de
dados (nome comum POCONS) requerem os dados de configuração de hardware do
AKUHW mencionados acima, para operação satisfatória.

As ferramentas de coleta precisam desses dados para a verificação de plausibilidade


durante a introdução dos eventos de dados de desempenho. A ferramenta de
avaliação (EVOS) utiliza esses dados como base para os cálculos.

O grupo de monitoramento deve avaliar os dados de desempenho in-service uma


vez por mês. O relatório final de avaliação no fim dos testes de aceitação deve ser
emitido pelo grupo de monitoramento, incluindo a recomendação de procedimentos
adicionais.

A30808-X3051-F19-1-7941 39
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

40 A30808-X3051-F19-1-7941
Aceitação da unidade para aceitação final ATMN:FAC

8. Abreviaturas/definições
AKUHW Ferramenta de serviço para manutenção de
registro de inventário
AUSKAT Ferramenta de serviço para coleta de interrupções
do sistema
CC Chamadas realizadas
CCS INT TECHN IRREG Chamadas realizadas com sucesso,
irregularidades técnicas
CCU SN BUSY Chamadas sem sucesso, matriz de comutação
ocupada
CCU TECHN IRREGULAR Chamadas sem sucesso, irregularidades técnicas
EVOS Ferramenta de serviço para avaliação de dados
de desempenho in-sevice
EWSD Sistema eletrônico de comutação digital
FM Relatório de falhas
FMERF Ferramenta de serviço para coleta de falhas de
software
GOS Grau de serviço
NS Elementos de rede
PROCONS Sistemas de controle de suporte de produto
STMKAT Ferramenta de serviço para coleta de problemas
de HW
STS Conjunto de ferramentas de serviço

A30808-X3051-F19-1-7941 41
ATMN:FAC Aceitação da unidade para aceitação final

Página intencionalmente deixada em branco.

42 A30808-X3051-F19-1-7941

Você também pode gostar