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Estratégias de Marcha e Defesa Militar

Resumos diversos

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Bruno Rodrigues
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Marcha para o combate

Podem ser cobertas ou descobertas.


COBERTA: Quando entre o ini e a tropa que a realiza existe uma força amiga que lhe proporciona segurança.
DESCOBERTA: Quano não há tropa amiga interposta ou quando a segurança por ela não for suficiente.
Tal classificação depende da existência de forças de segurança do escalão superior,
interpostas entre a tropa que marcha e o inimigo.

- Se divide em três fases:


> Primeira fase (contato remoto)
- Local de partida até a LPH
- Ini não tem possibilidade física de atuar sobre a tropa que marcha
- Formação: coluna de marcha
- Predomina mdd adm em detrimento da velocidade de movimento
- Normalmente, desloc motorizado
> Segunda fase (contato pouco provável)
- Entre a LPH e a LPE (linha de provável encontro)
- Se admite o encontro com os primeiros elm ini
- Formação: coluna tática
- Mdd adm e mdd táticas
- Sem desdobramento em largura e profundidade
> Terceira fase (contato iminente)
- A partir da LPE
- Pode a qualquer momento sofrer ação do ini terrestre
- Formação: marcha de aproximação
- Mdd tática em proveito da segurança do movimento
- Desdobrada em largura e profundidade

Forças de cobertura (segurança afastada):


Opera a distância do grosso *tropas de cav mec
Forças de proteção (segurança aproximada):
Operam próximas ao grosso

Batalhão de infantaria:
a) Grosso – constituído pelas SU não empregadas em primeiro escalão;
b) Escalão de combate – constituído por uma companhia de fuzileiros
reforçada;
c) Escalão de reconhecimento – constituído por um pelotão de fuzileiros
reforçado, sendo lançado pela companhia do escalão de combate;
d) Ponta – constituída por um grupo de combate, sendo lançada pelo
pelotão de fuzileiros do escalão de reconhecimento nas marchas a pé; e
e) Destacamento de segurança e reconhecimento (DSR) – lançado
pelo batalhão quando não houver elementos de segurança do escalão superior
à frente.
ATAQUE COORDENADO:
- Plnj completo e minucioso
- Rec detalhado
- Transmissão de ordens

CLASSIFICAÇÃO DOS FOGOS NA DEFENSIVA


- Fogos longíquos

e planejados para bater o inimigo o mais longe possível a fim de retardar a sua progressão, sendo constituídos, normal-
mente, pelos fogos dos postos avançados de combate e dos morteiros e artilharia

- Fogos defensivos aproximados

pl planejados para desorganizar o ataque inimigo, antes do assalto, sendo constituídos pelos fogos da ADA e desen-
cadeados a partir de linhas de acionamento, que coincidem com o alcance de utilização de cada armamento, observando
as limitações topotáticas impostas pelo terreno.

- Fogos de proteção final

plan planejados para repelir o assalto inimigo, sendo constituídos pelos fogos da ADA e desencadeados a par-
tir da linha de proteção final (LPF), que coincide com a posição de assalto inimiga (cerca de 100 a 200 metros à frente
do LAADA). A artilharia e os morteiros desencadeiam as suas barragens.

- Fogos no interior de posição

planejados para limitar as possíveis penetrações inimigas e apoiar os nossos contra-ataques, sendo desencadeados no in-
terior dos núcleos de defesa e de seus intervalos.

ÁREAS DE DEFESA
- Área de seg

* A área de segurança está localizada entre o limite anterior da área de defesa avançada (LAADA) e a posi-
ção dos elementos de segurança. As forças que guarnecem esta área constituem o escalão de segurança.

- área de defesa avançada (ADA)


* A área de defesa avançada está localizada entre o LAADA e a retaguarda dos elementos em primeiro esca-
lão.
- área de reserva

* A área de reserva está localizada entre a retaguarda dos elementos em primeiro escalão e a retaguarda do escalão
considerado.

As formações táticas utilizadas pelo pelotão de fuzileiros são:


a) em coluna (por um ou por dois);
b) por grupos sucessivos;
c) por grupos justapostos;
d) em linha;
e) em cunha;
f) em cunha invertida ou em “V”; e
g) em escalão (à direita ou à esquerda).

a) Em coluna:
FORMAÇÃO VANTAGENS DESVANTAGENS
EM COLUNA (POR UM OU POR FÁCIL CONTROLE E RAPIDEZ POUCA DISPERSÃO E MÍNIMO
DOIS) DE PROGRESSÃO PODER DE FOGO À FRENTE
POR GRUPOS SUCESSIVOS BOM CONTROLE, BOA DISPER- LIMITADO VOLUME DE FOGO À
SÃO E BOA POTÊNCIA DE FO- FRENTE
GOS NOS FLANCOS
POR GRUPOS JUSTAPOSTOS BOA DISPERSÃO E BOM VOLU- PROPORCIONA DIFÍCIL CON-
ME DE FOGO À FRENTE. TROLE E LIMITADA POTÊNCIA
DE FOGO NOS FLANCOS.
EM LINHA MÁXIMO VOLUME DE FOGO À POUCA DISPERSÃO E DIFÍCIL
FRENTE. CONTROLE.
EM CUNHA BOM CONTROLE, BOA DISPER-
SÃO E BOM VOLUME DE FOGO
À FRENTE E NOS FL ANCOS.
EM CUNHA INVERTIDA OU EM BOM CONTROLE, BOA DISPER-
“V” SÃO E BOA POTÊNCIA DE FO-
GO EM TODAS AS DIREÇÕES,
PORÉM CONCENTRADA À
FRENTE.
EM ESCALÃO (Á DIREITA OU Á BOA DISPERSÃO E BOA POTÊN- DIFÍCIL CONTROLE
ESQUERDA) CIA DE FOGO À FRENTE E NO
FL ANCO EXPOSTO.

b. Adjunto do Pelotão
1) É o substituto eventual do comandante do pelotão.
2) Auxilia o comandante do pelotão em suas tarefas.
3) Coordena os trabalhos da turma de comando.
4) Coordena o remuniciamento e o ressuprimento do pelotão.
5) Coordena a evacuação dos feridos e PG para a retaguarda.
6) Coordena as demais atividades logísticas no âmbito do pelotão.

FORMAÇÕES DO GC:

A) EM COLUNA
B)| POR ESQUADRAS SUCESSIVAS

C) POR ESQUADRAS JUSTAPOSTAS

D) POR ESQUADRAS JUSTAPOSTAS MODIFICADAS

E) EM LINHA

(1) Seção AC
(a) As peças da seção AC normalmente não participam da
preparação ou intensificação de fogos.
(b) As seções apóiam pelo fogo as frações de fuzileiros de sua
companhia.
(c) Freqüentemente, a seção segue um pelotão de fuzileiros ou
uma direção geral ao longo de um flanco da companhia, ocupando posições
de tiro sucessivas.
(d) Os comandantes de seção ou chefes de peça observam
continuamente a progressão dos fuzileiros e os alvos, a fim de evitar que
seus fogos se tornem perigosos para as tropas amigas. Procuram posições
para as suas peças de onde possam desencadear tiros sobre os carros de
combate e sobre as resistências inimigas situadas em espaldões e
casamatas, que interferem na progressão do escalão de ataque. Outras
missões que a seção pode receber durante o ataque são:
((1)) Bater as vias de acesso favoráveis à aproximação dos
blindados inimigos.
((2)) Proteger os flancos da companhia.
((3)) Proteger a reorganização da companhia.
((4)) Repelir os contra-ataques.

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