Carmílio Lourenço
Relatório das Práticas Pedagógicas do Ensino Básico 1
Planificação e assistência de aulas na Escola Primaria do 1º e 2º Graus de Navela
Licenciatura em Ensino Básico
Universidade Save
Massinga
2024
Carmílio Lourenço
:
Relatório das Práticas Pedagógicas de Ensino Básico 1
Planificação e assistência de aulas na Escola Primaria do 1º e 2º Graus de Navela
Relatório das Praticas Pedagógicas do Ensino
Básico I, a ser apresentados ao docente da
cadeira de Práticas Pedagógicas de Ensino
Básico 1 para efeitos de avaliação.
Docente: Alifo Artur Ayuba
Universidade Save
Massinga
2024
Lista de abreviaturas
PPEBI Práticas Pedagógicas do Ensino Básico I
PPG Práticas Pedagógicas Gerais
Declaração
Eu, Carmílio Lourenço declaro por minha honra que o presente relatório das Práticas
Pedagógicas do Ensino Básico 1 é resultado da investigação pessoal, e das orientações do meu
supervisor, o seu conteúdo é original e todas as fontes consultadas estão devidamente
mencionadas no texto, nas notas e na bibliografia final.
Declaro ainda que este trabalho não foi apresentado em nenhuma outra instituição para um grau
académico.
Massinga, aos _____/_______/2024
_____________________________________________
Carmílio Lourenço
Dedicatória
Dedico o presente relatório à minha família
Agradecimentos
Agradecer primeiramente a Deus, Senhor do universo por ter-nos dado o dom de vida, e nos ter
criado nesta face da terra.
Em seguido estendo a minha gratidão ao meu supervisor e docente da cadeira Alifo Artur Aiuba,
pelo apoio, orientação em todos momentos académicos enfrentados.
À minha família que sempre manifestou o apoio necessário no percurso das aulas e até a
materialização deste relatório das PPEBI. Também aos colegas da turma pela interacção e
compartilha dos materiais necessários para vencer o desafio proposto.
À Direcção da Escola Primaria do 1º e 2º Graus Navela pela boa recepção e colaboração nas
actividades propostas.
A professora (tutora) Juvência Gabriel Guiamba pela colaboração e empenho no que tange a
transmissão dos conhecimentos sobre a planificação e assistência de aulas.
A todos que directa ou indirectamente contribuíram para a materialização deste, são gratos.
Resumo
Pressupõe que o processo de ensino e aprendizagem é a preocupação essencial da educação no nosso quotidiano,
sendo assim pretende-se com este relatório das PPEBI, que versa sobre a planificação e assistência de aulas na
Escola Primária do 1º e 2º Graus de Navela mostrar os passos de recolha de informações essenciais para a
realização deste relatório, tendo em conta que o estudante apresentou o seu credencial junto a secretaria da escola e
foi recebido. As Práticas pedagógicas são actividades de formação inicial de professores e profissionais de educação
adequando-os às situações reais do processo de ensino e aprendizagem e dotando-os de ferramentas para o contínuo
desenvolvimento e aprendizagem, através a interacção da teoria e prática; e proporcionam um espaço de
aprendizagem com variadas e ricas situações da realização educativa que possibilitam ao estudante consolidar os
seus saberes teóricos aprendidos durante as aulas e compara-las com a realidade e para depois tirar as ilações para o
melhor contributo para o processo de ensino e aprendizagem. Desta feita, fez-se a planificação das aulas e que
procedeu com a assistência das aulas para tirar o melhor proveito na consolidação da teoria com a prática que é mais
essencial para a formação dos alunos. E este relatório está organizado de capítulos para o melhor manuseio e para a
compreensão usou-se uma linguagem clara e objectiva no tratamento dos conteúdos em alusão .
Palavras-chave: Planificação; Assistência de aulas, Recolha de dados atinentes a planificação e
assistência de aulas à tutora.
[Link]ção
O presente relatório, em cumprimento com o programa da cadeira de Praticas Pedagógicas de
Ensino Básico I, do curso de Licenciatura de Ensino Básico que tiveram lugar na Escola Primária
do 1º e 2º Graus de Navela, que visa fazer prevalecer um bom senso do processo de ensino e
aprendizagem. Entretanto, as Práticas Pedagógicas é uma cadeira que permite o aperfeiçoamento
da arte de leccionar, visto que esta apresenta elementos adequados para o efeito. Sendo uma
cadeira apropriada para a formação do professorado, ela circunscreve na medida que cada ano
passa tendo começada pelas PPG respectivamente, como é do conhecimento que esta é gradual
na sua preparação progressiva, trazendo deste modo um conhecimento científico sobre os
fenómenos de educação.
Para a concretização deste trabalho recorreu-se a várias consultas bibliográficas e na consulta
oral que serviram de auxílio, da instituição até a escola em estudo que é EP1/2 de Navela. E
ainda, no concerne a estrutura física do trabalho, ele obedece o seguinte: elementos pré-textuais
onde encontra-se capacidade rosto e contracapa, lista de abreviatura, declaração,
agradecimento dedicatória e resumo do trabalho, introdução onde se faz apresentação dos
objectivos gerais assim como especifico das práticas pedagógicas, um breve resumo dos marcos
das PPDFI, desenvolvimento onde se faz abordagem sobre o decurso do processo das PPDFI,
onde se apresenta os capítulos do trabalho, em que o capitulo I identificação da escola, capítulo
II assistência das aulas, capitulo III mini pesquisa as concepções dos estudantes em física e
capitulo IV projecto de pesquisa, o trabalho apresenta a conclusão, os elementos pós textuais e a
bibliografia. As práticas pedagógicas constituem um processo na promoção dos indivíduos em
habilita-los de conhecimentos e experiencias culturais que os tornam hábitos a actuar no meio
sócio e a transforma-los em função das necessidades económicas, sociais e politicas
das colectividades servindo desta feita de elo ligação aparte teórica e conciliada a pratica.
Objectivo das práticas pedagógicas de Informática I
Objectivos Gerais
Integrar progressivamente o estudo em contexto real do ensino e aprendizagem
dadisciplina de informática;
Contribuir para formação de um professor que possua conhecimentos teóricos e práticos, um
professor que saiba fazer a gestão de um currículo, que saiba diferenciar as
aprendizagens e orientar a sua autoformação;
Proporcionar a aquisição de habilidade e competência que possibilitem a intervenção, e a
investigação e a pratica dos projectos pedagógicos;
Contribuir com as suas variadas actividades para formação de um professor que saiba ser
autónomo, que saiba diferenciar o ensino e aprendizagem, gerindo de forma adequada as várias
situações do ensino e aprendizagem.
Objectivos específicos:
Quantos aos objectivos específicos destacam-se os seguintes:Planificar organizar as complexas
situações do PEA de Informática;
Implementar o PEA de física de forma criativa e interessante de acordo com as condições reais
da escola;
Reflectir auto avaliar-se e reformular o PEA desenvolvendo sempre que for necessário;
Utilizar de forma adequada as técnicas e instrumentos de observação da aula;Utilizar de
forma adequada as técnicas e instrumento de avaliação.
Apresentação e início das actividades das práticas pedagógicas de Informática I
Os trabalhos das práticas pedagógicas na escola secundária 12 de Outubro tiveram início no mês
de Setembro (dia 19) de 2017 com apresentação da credencial de UP de Nampula por parte dos
estudantes as estruturas desta instituição. Neste breve encontro, os estudantes ficaram a saber de
como funcionava o PEA na escola 12 de Outubro na base da assistência das aulas, em que cada
estudante foi cedido uma turma na qual tinha o seu período de assistência das aulas.
CAPITULO I
[Link]ção da escola 12 de Outubro
[Link]ção geográfica da escola
A escola secundaria 12 de Outubro Sita no bairro de Muhala-expansão entre a avenida Eduardo
Mondlane e a estrada que prolonga a avenida da FPLM, sensivelmente à 2.300 km do centro da
cidade de Nampula (mais ou menos na praça da Liberdade) e ocupa uma área de mais ou menos
aproximado à 750 m2 de comprimento e mais ou menos com cerca de 650 m2 de largura
incluindo todo o património escolar. Não se trata de uma fonte oficial e segura mais sim é na
base de cálculos mentais aproximados que se obteve os dados acima referidos. [Link]ção da
estrutura física e classificação da Escola.
A escola secundária 12 de Outubro é do tipo B, foi construída por seguintes material, pedra,
cimento, ferro, vidro e madeira e coberta de chapas de zinco, cercada por um muro de vedação
de rede, que protege escola, é uma escola com todos edifícios pintados de cores verde-claro e
azul-escuro, o quintal da escola é composto por dois portões que dão acesso a saída e entrada ao
pátio da escola de todo pessoal, e um portão que dá acesso a entrada de carros. Porem a escola
não fornece espaço de armazenamento de viaturas, mas estas são estacionadas e armazenadas
fora do pátio escolar.
1.3Meio ambiente escolar.
No que diz respeito a meio ambiente escolar, esta escola pode ser considerada, de certa maneira,
que o meio ecológico é dos considerados normal, pelo facto de existir pouco aspecto verde no
recinto escolar, mas como isso não se pode tirar o mérito de que não existe no recinto alguma
vegetação. A escola tem um pátio que tem algumas plantas, como mangueiras e acassieiras.
1.4 Cronograma da escola
Até em 1991 a escola funcionava como anexa da Escola Secundária de Nampula, e leccionava se
as 6ª e 7ª Classes. Dois anos depois passou a ser Escola Primária de Muhala-expansão em que
em 1998, introdução do 1º ciclo 8ª classe e 9ª turma única, e em 1999, graduou o primeiro grupo
de10ª Classe, dai houve necessidade de introduzir se o 2° ciclo em 2004, onde um ano depois,
graduam os primeiros estudantes da 12ª Classe que assim funciona até os dias de hoje.
1.5 Composição do património da escola
A escola é composta na sua totalidade por 20 salas de aula, das quais uma está reservada para o
programa de ensino a distancia e outra funciona como sala de informática, uma instalação onde
funcionam das secções pedagógicas, em que esta por sua vez está dividida em duas partes para o
funcionamento do 1 ° e 2° ciclos dos cursos diurno e curso nocturno, o seu lado direito funciona
a secção pedagógica dos dois ciclos do curso diurno que conta com dois turnos, de manhã e à
tarde, e outro lado funciona secção pedagógica dos dois ciclos do curso nocturno.
No terceiro compartimento que é a zona do corredor, encontra-se a funcionar dois secretários,
em que um deles ocupa os processos do 1 ° e 2° ciclos do curso diurno e a outra ocupa processos
do 1 ° e 2°ciclos do curso nocturno.
As salas de aulas estão enumeradas em cima das portas, e nas salas de existem
cadeiras suficientes para os alunos, um quadro preto e uma secretaria para o professor, em cada
uma das salas, exceptuando-a de informática. Tem casas de banhos disponíveis e separados de
sexos e em blocos, ou seja, uma parte para alunos e alunas a outra parte para professores alguns
dos seus funcionários. Todas as casas de banho encontram-se disponíveis de água canalizada. A
escola tem um edifício reservado para as questões administrativas se onde se encontra o gabinete
do director da escola, gabinete administrativo, sala dos professores, Secretaria, e por último o
sector dos contínuos instalados na varanda deste bloco. Existe um bloco onde funciona
contabilidade e de processamento dos documentos tais como declarações e certidões de
passagem de classes, possui uma cantina escolar no pátio.
Na parte externa da vedação do pátio existem 7 casas, das quais duas reservada para a direcção
da escola, e outras 5 restantes para os professores, com uma sala mista, onde uma das casas para
a direcção provavelmente seria para o director adjunto pedagógico.
1.6Organização da escola
O colectivo da direcção escolar é um órgão deliberativo, composto por membros da direcção da
escola, que tem como função programar, analisar e controlar todo o processo de
ensino aprendizagem e a respectiva gestão escolar.
A escola encontra-se organizada da seguinte forma:
Director da escolar;
Director adjunto pedagógico;
Conselho da escola;
Chefe da secretaria;
Director de disciplina ou de classe;
Director de turma.
Fonte: AVELINO, Barbarahh. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017.
Director da escola
O director tem a competência de:
Dirigir, coordenar e controlar a escola;
Representar no plano interno e externo;
Fazer cumprir as leis e regulamentos, orientar e controlar o processo de matrícula;
Provar o horário e planificar as turmas’
Ter assédio de convivência dos alunos
Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017.
Director Adjunto Pedagógico
DAP tem as seguintes competência”
Garantir aplicação do currículo, pelo Ministério da Educação;
Controlar a formação das turmas;
Orientar as informações da escola;
Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017.
Chefe da Secretaria
O chefe da secretaria tem competência de:
Exercer as funções de organização e planificação;
Coordenação e controlo da sua actividade, manter actualizado
Providenciar na organização e segurar a organização
Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017
Conselho da escola
O conselho da escola é o órgão máximo do estabelecimento e tem como objectivo:
- Ajustar as directrizes e matas estabelecidas, a nível central e local da escola;
- Garantir a gestão de democrática, solitária co-responsável
Do Conselho da escola fazem parte:
- Representante dos professores;
- Representantes dos pais e encarregados de educação;
- Representante da Comunidade;
- Representante dos alunos.
O órgão que constitui o Conselho da escola tem as seguintes competências:
Aprovar e garantir a execução de projectos de atendimento psico-pedagógico e material aos
alunos, quando seja a iniciativa dos alunos.
Elaborar e garantir a execução de programas especiais visando a integração da família escola
comunidade
Pronunciar-se sobre as informações cometidas e medidas disciplinares a aplicar docentes,
pessoal administrativo e outros trabalhadores e alunos da escola, sem prejuízos da
confidencialidade do processo disciplinar;
Aprovar os relatórios anuais da escola.
Presidente de Conselho da escola tem as competências seguintes:
- Representar o conselho a nível internos externos,
- Prestar informação anual a assembleia;
- Garantir a transferências de poder e de todos os documentos do conselho da escola ao seu
sucessor em caso de sucessão ou de dimensão.
Fonte: AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1° ciclo diurno, 2017
1.7 Plano Geral da Escola e Planos Sectoriais
Nos planos sectoriais da escola, vimos que este é composto por dois sectores
chaves nomeadamente o administrativo e o pedagógico que por sua vez também é composto por
4secções pedagógicas, das quais duas respondem pelos 1o e 2º ciclos do curso diurno enquanto
para os dois outros restantes respondem pelos 10 e 20 ciclos do curso nocturno.
1.8 Regulamento Interno da escola
O regulamento interno da escola exige que os alunos participem na concentração e na entoação
do hino nacional que para tal tomou-se uma medida em que o aluno que não for pontual não
entrará no pátio da escola e com risco de não participar a primeira aula mas que para os tempos
subsequentes poderá entrar depois dos intervalos assim que os portões abrirem e cinco minutos
depois do toque de entrada voltam a se fechar as portas e caso se atrasem novamente voltam
aficar fora do pátio. Para os casos de limpeza das turmas ou salas de aulas são escalados grupos
de alunos dia após dia (da semana lectiva).
Nos dias em que a direcção da escola pretende transmitir alguma informação importante para os
alunos dá-se um aviso previamente e consequentemente o decorrer da informação anula por
conseguinte a entoação do hino nacional. Os alunos entram as06h:45min para a concentração no
período da manhã e saem as 12h:10min no fim da aula e os da tarde entram as 12h:15min e saem
as 17h:30min no fim da aula.
Existem grupos de professores que controlam a questão de organização como é o caso das
apresentações descintes dos alunos com vista a estimular a entoação do hino nacional e para
evitar as entradas de pessoas estranhas ao recinto. Os grupos que desempenham estas funções
são os chefes de turma em colaboração com o chefe geral da escola que este por sua vez trabalha
em estreita colaboração com os professores destacados ou seja respectivos directores de turma.
1.9Instruções do Despacho Ministeriais
Instrução ministerial ao calendário escolar é um documento oficial que regula todas
as actividades anuais das escolas e é considerado de documento nº1, este documento é enviado
para as escolas de tempo em tempo para regular e garantir o bom funcionamento das actividades
escolares. Fonte obtida a partir do dia 6 de Janeiro do ano em curso e mais tarde confirmada pelo
director da escola no dia 20 do mesmo «para o funcionamento existe um regulamento ou seja um
organograma da Escola Secundária 12 de Outubro que corresponde a organização interna da
escola em que acima de toda hierarquia encontra-se o conselho da escola que é a ligação da
Escola-Comunidade composto pelos pais ou encarregados de educação, seguido pelos
funcionários da escola e por último os alunos, que é presidido pelo director da escola atrás
citado, coadjuvado pelos seus adjuntos e ainda por alguns outros funcionários da escola.
O conselho da escola tem o dever de gerir ou participar na gestão de 60% do fundo obtido a
partir das receitas das matrículas e canalizado para a L.E.C. (Ligação Escola-Comunidade),
destinado para a manutenção do património da escola como é no caso de aquisição de novas
carteiras, nova pintura para as instalações, reabilitação de algumas partes do património
consideradas destruídas ou degradadas. AVELINO, Barbara. Directora adjunta pedagógica do 1°
ciclo diurno, 2017.
«As escolas consideram ser útil ter um plano de desenvolvimento para ajudá-las na gestão das
mudanças, através de indicações de objectivos e metas à alcançar a médio e longo prazo.
O plano de desenvolvimento da escola é um instrumento director que visualiza as etapas e
exigências de cada fase de desenvolvimento, incorporando, entre outras, questões, tais como:
A evolução do aproveitamento escolar;
Exigências quanto a formação de professores e funcionário não docentes;
A construção, conservação e manutenção de infra-estruturas escolares;
Angariação e gestão de fundos;
O desenvolvimento de relações com a comunidade educativa e a sociedade em geral;
Efectivos escolares;
Actividades extra escolares.
1.10 Plano de Estudos e Circulares
Os planos de estudos também aparecem contidos na instrução ministerial ao calendário escolar.
O ministério de educação elabora e envia programas de cada disciplina para todas as direcções os
respectivos regulamentos, chegado às direcções provinciais são redistribuídos às
direcções distritais e das cidades e depois são canalizadas às direcções das escolas onde são
entregues aos grupos de disciplinas para:
1° A dosificação com vista a pegar os programas e reparti-los por cada trimestre
naperspectiva de saber quantas aulas deve ser leccionadas por cada um dos conteúdos;
2° Controlar a partir do plano quinzenal onde os grupos de disciplina debatem e analisam de 15
em 15 dias de modo a evitar possíveis disparidades.
Actualmente os planos de estudo contam com o regime trimestral e não semestral como era
antes.
A aplicação do regulamento interno da escola depende grandemente do regulamento
geral produzido pelo ministério da tutela, daí que nesta escola haja uma aplicação mais rigorosa
em relação as outras escolas. Quanto a questão de circulares, dizer que certas informações têm
sido comunicadas quer seja de interesses sócias, quer ao nível sectorial e profissionais. Por
exemplo, quando a escola recebe ou emite qualquer convite (s) ou seja convocatória (s) de ou
para certas instituições como a saúde, direcção de educação, ONG's (organizações não
governamentais), associações desportivas, comunidade (pais ou encarregados de
educação e até mesmo aos próprios educandos), estas informações são publicadas ao
nível das vitrinas e quadros de informações da escola, por outro lado tem sido anunciadas
na sala de aulas em pleno tempo lectivo.
1.11Sector pedagógico
Na área pedagógica em todos os níveis não existe uma separação (descriminação) por níveis,
excepto nas actividades curriculares, porque a tendência é de fazer uma união entre os directores
adjuntos pedagógicos dos dois ciclos no sentido de fazer com que haja uma comparticipação ou
seja interacção de ambas partes.
1.11.1Planos de Estudo de Classes, Ciclos e Grupos de Disciplinas
Existem os Directores de Turma que velam pelos problemas de turmas que adiante veremos.
Existem também os Delegados de Disciplinas que têm a responsabilidade de velas
pelas actividades das disciplinas com vista à ajustarem-se aos conteúdos programáticos. Os
delegados de disciplinas fazem parte do conselho pedagógico e são estes que orientam os Grupos
de Disciplinas e que a sua eleição deve ser garantida no inicio do ano lectivo, tendo em conta que
«a margem de intervenção do delegado de turma depende não só dele próprio e dos colegas de
turma mas também da maior ou menor animação dada esta figura pelo director deturma».
1.11.2Mapas Estatísticos
Existem mapas propostos para os levantamentos estatísticos. Depois das matrículas, anualmente
nos dias 3 do mês de Março é considerado de “dia da população estudantil” em que se deve
conhecer quantos alunos existem em cada escola distribui dos em turmas, por idades, sexo e
classes, assim como os professores e os outros funcionários da escola.
CAPITULO II
[Link]ência as aulas e actividades dos alunos e professor
Decurso das práticas pedagógicas
O processo das práticas pedagógicas decorreu em duas fases, na sala de aula em que o docente
fazia menção de todas as actividade que iriam ser realizadas no campo e a outra fase que era o
próprio trabalho de campo. Durante as aulas teóricas recebidas na turma abortou-se questões
meramente ligadas ao programa de ensino de física, foi tal que, o docente esclarecia a essência
da existência do programa do ensino e fazendo menção a actividade do campo que teria sido
realizado por estudantes na assistência das aulas. O objectivo central era de inserir nos estudantes
o espírito de consultar dos mesmos.
Entre outras actividades executadas na turma, importa dizer que constatou-se o uso dos meios de
ensino assim as funções didácticas de uma aula de informática, as simulações de aulas. Portanto
aprendeu-se bastante, porque, durante a assimilação das aulas haviam debates e criticas, por
exemplo, quando ao uso dos meios de ensino e postura dos estudantes. Na verdade a busca ou
ganho desta soma de conhecimento facilitou o controlo apreciável das actividades do professor
no PEA.
Recepção dos estudantes na escola
De certo, a instituição do ensino em particular o grupo directivo desejou boa chegada ao grupo
escalado a escola. A satisfação foi maior, pois, era o 1º grupo de informática que escalava aquela
instituição de ensino. Com profunda alegria, o sector pedagógico da escola deram os
seus “aplausos” internos pela presença dos assistentes. Como resultado da boa observação, o
acesso ao horário foi recebido de forma simples, o professor da disciplina de informática foi
chamado e apresentado de forma simples aos estudante, dai, o professor também sentiu-se feliz
se não satisfeito, pela presença dos estudantes.
2. 1 Apresentação
De acordo TAVARES (1999: 142) “sala de aulas é um espaço pedagógico por excelência da
Escola. Por que é neste lugar que acontece a educação humana não só de educação mas também
do educador visto que educar é auto educar-se”.
Nos dias da assistência das aulas, tive oportunidade de assistir algumas aulas, no período de tarde
das 13:30min a 14:15min, Turma da 11ª 5, com tema Redes de Computadores (que foi a
primeira aula)e em relação a composição da turma tive a oportunidade de conhecer assim tendo o
número total da turma que era de 60 estudantes, dos quais 17 ausentes e 43 presentes, e os
restantes dias não tive oportunidade de assistir todas aulas mas sim algumas. É claro que em
algumas vezes não tivemos oportunidade de assistir as aulas devido a não disponibilidade do
tempo por consciência com as aulas de tarde referente as cadeiras e atraso. No concernente as
aulas assistidas durante o período verifiquei que, a sala de aula estava limpa, como regra toda
a turma por onde passei tem uma estrutura administrativa composta pelo Director de
Turma, Chefe de Turma, adjunto de chefe da turma, chefe de higiene e chefes de grupos. O
Professor tem boa apresentação perante a aula, os alunos que se apresentam duma forma
desejável, bem limpos e arrumados. De salientar, que os dia em que assistimos as aulas A
professora foi pontual, a iluminação da sala é suficiente, a sala tem porta e sem vidro nas janelas.
A sala de aula é espaçosa, só que contradiz com a realidade que se vive hoje, nisso as turmas são
numerosas onde os alunos são sujeitos a sentarem três por carteira o que também, dificulta a livre
circulação da professora na sala.
2.2. Preparação da Aula
Segundo PILETTI: (2006: 62) Planificar ensino consiste em traduzir em termos concretos e
operacionais o que o professor fará na sala de aula, para conduzir os alunos a alcançar os
objectivos educacionais propostos, nos momentos das aulas foi difícil identificar se
havia sequência lógica. No momento da entrada na sala de aulas, os alunos
mostraram o senso respeitoso de cumprimentar os professores e depois de marcação das
presenças prosseguiam as aulas, em algumas vezes a marcação das presenças era feita depois da
aula.
As aulas assistidas pelo grupo, a professora afirmou que raramente tem usado plano de aula, e se
verificou para os alunos tiverem uma interacção dificultosa e que por consequência afectaram os
objectivos comportamentais ou não levarem a concretização dos objectivos específicos. Mas
depois da nossa presença, ela garantiu que sem estaria a trazer o plano da aula.
2.3 Comprimento do programa de ensino
O programa de ensino é um vínculo importante que guia o professor na sua tarefa de ensinar,
com vista a alcançar os objectivos traçados. Os programas de ensino trazem consigo os
conteúdos e objectivos que de forma geral, visam assegurar o desenvolvimento do corpo
docente.
Segundo MULLER (1999:14) “conteúdo é uma escolha consequente dos resultados
duma ciência organizada pedagogicamente pelos alunos na sua vida diária”.
As noções a cerca dos conteúdos, ainda abarcam classificações; conteúdo de programa de ensino
e conteúdo de processo de aquisição. Nos conteúdos programáticos notou-se orientações
mitológicas, as etapas que envolvem o PEA, as obrigações de respeitar as funções didácticas
entre outros componentes. Durante as observações notou-se que a professora não cumpria na sua
totalidade o programa de ensino, talvez devidos alguns factores que influenciavam, devidos
alguns imprevistos inesperado, verificou-se também que o tempo é muito curto já que as 11as
classes não tem aulas duplas.
2.4 Dosificacão dos conteúdos
Dosificaçao é uma planificação feita por grupo de disciplinas, para sua facilitação através do
programa de ensino, planificam-se os conteúdos a serem leccionados no período de 2 ou 3
semanas e distribuem-se por aulas especificando as actividades a serem realizadas em cada lição
por aluno assim como o professor, pois permite:
A uniformização dos conteúdos em quase todas as escolas, evitando atraso no cumprimento do
programa;
Permite a discussão na interacção entre os grupos de professores da disciplina, favorecendo a
troca de experiencia entre os estudantes.
2.5 Planificação das aulas
Segundo LIBÂNEO (1994:241) “ plano de aula é um retalhamento de plano de ensino. As
unidades e subunidades que foram previstas em linhas gerais são aqui especificadas
e sistematizadas, para uma situação real”
Na educação formal, planificar é fazer previsão inteligente determinada de todas as actividades
escolares. Por razoes de responsabilidade moral, a adequação do trabalho e eficiência do mesmoé
indispensável.
2.6 Decurso da Aula
Segundo PROENCA, (1992: 177) aula e um processo vivo e dinâmico onde uma complexa
tramade interacção humana e diversidade de interesse determinam a actuação do professor e dos
alunos. A linguagem usada pela professora durante as aulas, verifiquei que era adequada ao nível
do acesso dos alunos, os meios de ensino, métodos e os conteúdos apresentados são os que
constam em qualquer plano de aula. O Professor explicava os objectivos principais
da aula, onde apresentou o tema no quadro, pedindo aos alunos para que dessem suas
opiniões naquilo que sabiam sobre a matéria de Oscilações e ondas Mecânicas. Como era uma
aula inicial, alunos voluntariosamente tentavam explicar aquilo que tinham como noção
do conceito onda.
De seguida, o professor não ditou nenhum apontamento. O professor revelou um pouco do
domínio e segurança dos conteúdos abordados, nisso não necessitou apoio de nenhum
material para satisfação das inquietações colocadas pelos alunos. O tempo disponibilizado pelos
professores para a apresentação de dúvidas pelos alunos é suficiente, visto que
alguns alunos iam apresentando suas dúvidas e com esclarecimento, punham-se a
contribuir e mostravam-se satisfeitos com as aulas. A professora faz gestão do tempo, visto
que no toque do intervalo iam dispensando os seus alunos. Usam duma forma coerente os meios
de ensino a sua disposição, e como os números dos alunos excedem a capacidade das
salas, dificulta a circulação dos professores por falta de espaço, visto que as turmas
apresentam-se muito numerosas. Eles tomam em consideração as intervenções dos alunos,
porque os alunos mostram-se que são capazes de desenvolverem as capacidades através de
experiências anteriores e consideram como fonte da aprendizagem as experiências dos alunos,
por causa das suas capacidades criativas.
2.7 Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem
Para PILETTI (2006:190), “Avaliação é um processo contínuo de pesquisa que visa interpretar
os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudanças esperadas no
comportamento, propostas nos objectivos, afim de que haja condições de decidir
sobre alternativas do planeamento do trabalho do professor e da escola como um
todo”. Os Professores para avaliarem os seus alunos usavam a avaliação de continuidade com a
função de controlo, no que consiste na avaliação formativa, para se informar sobre o
rendimento da aprendizagem, localizar as deficiências dos seus alunos para o seu
replanejameto. A professora no dia de assistência não corrigiu nenhum exercício dos alunos, o
que não motivou tanto aos alunos na resolução dos mesmos esperando a resolução no quadro. Os
alunos reagiam positivamente a exposição das matérias pelos professores, contudo, punham-se a
apresentarem muitas dúvidas e contribuições, mas o que notou-se a professora não
conseguiu leccionar todos conteúdos programados, chegando-se a conclusão que, os
objectivos têm sido alcançados parcialmente e não totalmente. A forma de avaliação que a
professora usou durante a aula é o questionário, que era para avaliar o nível de compreensão dos
alunos.
2.8. Relacionamento Dentro e Fora da Sala de Aula
Segundo PILETTI (2006:250), o bom relacionamento na sala de aula é muito importante. O
relacionamento entre os elementos de uma classe é bom quando vemos alunos alegres, bem-
humorados e seguros enquanto desenvolvem as atitudes de aprendizagem e o Professor, como
líder, e o grande responsável pelo bom relacionamento. Dai, Concluimos que, os professores têm
um carácter educativo, porque usavam os vários métodos para tentarem enquadrarem os alunos
nas matérias leccionados, simulando algumas histórias para ver se ficava concentrados.
Os professores revelam convicção durante as suas actividades com os alunos, visto que não tem
certeza que os alunos já conseguiram assimilar na matéria dada. Nos alunos notou-se um aspecto
muito errado no que diz respeito a apresentação dentro da sala, agitações constantes, dificuldades
na percepção das matérias, atrasos. Das condutas positivas que - se observou é que mesmo com
alguns alunos com mas condutas, existiram os que contribuíam nas aulas e mostravam interesse
em aprenderem, apresentavam-se de forma aceitável, ficavam atentos e revelavam
interesse durante as aulas. Mesmo com tudo o que foi observado, o relacionamento dos
educadores/ alunos é bom e dos alunos/ educadores é aceitável.
2.9. Qualidades e actividades do Professor
No âmbito individual e profissional da professora, ela aceita conselhos e críticas, dado que ele
permite interacção com os alunos na sala de aula e o relacionamento com colegas é aplaudível
por se verificar certos convívios e encontros amigáveis que se realizam em algumas ocasiões. A
Professora tem se envolvido nas actividades curriculares e extra-curriculares no que concerne:
adosificacão dos conteúdos, planificação quinzenal, entre outras actividades.
2.10 Relação Professor-Aluno
A relação professor aluno consiste na interdependência num lado o professor a ensinar e o aluno
a apreender, esta relação é vínculo, ou seja é chave muito importante no PEA, “Esta é talvez,
uma das melhores técnicas de motivação, as boas relações entre mestres e alunos. Nada mais
entusiasma o aluno do que perceber que é visto, distinguido e compreendido pelo seu professor.
O bom relacionamento entre eles cria um clima que facilita os trabalhos escolares e convida o
aluno a empenhar-se nas tarefas que lhe são confiadas. ” (NERICI.1989:90). A relação tratada
entre professor aluno foi verificada durante as aulas participadas, embora tal relação não se
limitou apenas na sala de aulas.
Para NERICI (1989:183), “os propósitos da motivação consistem em despertar o
interesse, estimular o desejo de aprender e dirigir esforços para atingir metas definidas.” No
processo ensino a relação Professor-Aluno é bilateral na medida que existe dum lado o professor
que dirige o processo, e do outro lado o aluno que desenvolve suas actividades. Neste sentido tais
relações além de serem pedagógicas são também sociais mediante a comunicação e a
colaboração. Isto supõe um mútuo conhecimento de ambas as partes tendo muita das vezes
iniciativa o professor.
2.11 Relação Aluno –Aluno
Sempre é muito importante que entre os alunos mantenham uma boa ligação entre eles no
processo de ensino e aprendizagem, a escola como sendo uma instituição muito importante e um
lugar de formação de capacidade, habilidade, atitude e convicções, e também tratando de um
lugar de promoção de jovens estudantes, assim como um lugar de interacção social não ficaria
alheio a esta situação. Os alunos da escola 12 de Outubro da turma de 11ª 6 mantinham um bom
relacionamento entre eles, na interacção a aula, conversa de uma boa forma entre eles na
presença assim como na ausência do professor.
2.12 Métodos de ensino
Segundo LIBÂNEO (1999;160) “os métodos de ensino consistem na mediação escolar tendo em
vista activar as forças externas mentais dos alunos para a matéria”.
De acordo com MAVANGA (2001:41), os métodos de aquisição de conhecimento nas ciências
naturais são:
1. Método de generalização inductiva
2. Método de conclusão deductiva
3. Método experimental
4. Método de analogia
5. Método do modelo
6. Método de procedimento analítico-sintético
7. Método da caixa negra
Durante a assistência de aula notou-se que A professora teve o uso excessivo de
métodos empíricos na aquisição de conhecimento, como por exemplo o método de expositivo.
2.13 Meios de ensino – aprendizagem
Segundo (FONTORA, 1993:62). “Meios de ensino são elementos que auxiliam a execução do
Processo de Ensino e Aprendizagem de forma a aproximar a realidade dos
fenómenos em estudo,”
Os meios didácticos são classificados em três tipos que são meios visuais, auditivos e áudio-
visuais, e tendo como materiais didácticos básicos que são aqueles que sempre na leccionação da
aula estão sempre presente. No período de assistência das aulas notou-se a limitação de uso de
quadro, giz, apagador.
2.14 Funções Didácticas
Segundo LIBANEO( 1994; 179) “função didáctica são tarefas, elementos etapas ou momentos
do processo de ensino que tem carácter geral e necessário as quais permite
organizar pedagogicamente das actividades cognitivas dos alunos em cada aula”.
Funções didácticas são momentos ou fases descritas em acções dinâmicas e estruturadas que
decorrem durante uma aula ou são orientações que o professor deve ter em consideração para a
realização do processo completo da aquisição dos conhecimentos e outras
qualidades da personalidade.
Geralmente pode-se funções didácticas são etapas que ocorrem durante o PEA,
estas são estruturadas e sistematizadas de acordo com o tipo de aula. Definição: Funções
didácticas são as fases ou etapas interligadas entre si do processo de ensino-aprendizagem em
que uma aula se subdivide. Assim sendo uma aula de física deve ter as seguinte estrutura ou
funções didácticas:
1. Orientação dos objectivos
- Apresentação dos objectivos
- Motivação
- Segurança do nível inicial
2. Trabalho na material nova
3. Consolidação
4. Avaliação e controle
Cada função didáctica tem um certo intervalo de tempo, essas funções funcionam duma forma
cíclica.
Durante a assistência de aulas notou-se que o professor se limitava muito numa única fase de
aula.
2.15. Outros Aspectos Observados
Na observação das aulas notou-se aspectos positivos assim como aspectos negativos, por parte
dos alunos assim como os professores. Por parte dos professores assim como dos alunos do curso
da turma 11ª 5, A professora usava uma linguagem aceitável por parte dos alunos, despertava
interesse e atenção dos alunos na matéria, aceita conselhos e criticas, usava bata, mas por outro
lado o professor não exibia o plano de aula (só começou a exibir, segundo ela, depois da nossa
presença), uso excessivo de aula frontal, por parte dos alunos vinham bem apresentados, ficavam
bem atento na aula por um tempo, criavam um bom clima de interacção com o professor, mas
também eles tinham uma parte muito ruim agitação na turma, constantes saídas para fora de
aulas, falta da cultura de estar nasala de aula mesmo que não esteja.
A professora, apresentação na sala e pelos alunos, dificuldade por parte dos professores na
leccionação das aulas por causa do barulho protagonizado pelos alunos, falta de carteiras nas
salas de aulas, falta de plano de aulas do professor, falta de rigorosidade no controlo das
actividades e efectividade do professor. Conforme o numero dos alunos, as salas ficam
superlotadas e boa coisa porque não há falta de carteiras e não são obrigados a sentarem-se
três o que não é aconselhável numa instituição de ensino. Mas dentre todos esses aspectos, a que
mais me marcou foi a carência de professores especializados na área de informática, por tanto,
escola possui 3 professores de informática.
Conclusão
O presente relatório de práticas pedagógica de Informática I é de vital importância na medida em
que faz aproximar o estudante a realidade escolar e ficar a par das situações que o sistema
educativo enfrenta. De salientar que as praticas pedagógicas permite viver, conhecer como
conduzir o processo de ensino e aprendizagem, de documentos nas instituições educativa,
preparando-se uma nova realidade profissional seja brilhante.
As Praticas pedagógicas de Informática I teve como palco central da escola secundaria de 12 de
Outubro onde entre outras actividades desta instituição, considera se fundamental
para funcionamento de qualquer organização.
A principal actividade desta e de qualquer instituição é manter os níveis elevados dos
alunos, execução do plano ministerial do ensino do fundo permanente do estado para
aquisição de bons resultados de PEA, bens e serviço valor este usado e justificado de acordo com
o plano geral de ensino da função pública vigente em Moçambique.
É neste contexto que autora deste relatório colheu muita experiência na execução deste plano,
reconstituição de um processo de aquisição de bons resultados, execução do pleno sectorial de
ensino e enceramento de um processo de executivo.
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