Conceitos de Geologia e Geomorfologia
Conceitos de Geologia e Geomorfologia
TRABALHO DE GEOGRAFIA
- Meteorização
-Agentes Erosivos
12ª Classe
A1
TRABALHO DE GEOGRAFIA
- Meteorização
-Agentes Erosivos
Discente:
José Emílio
No 68
12ª Classe
A1
Índice
Introdução..............................................................................................
............................4 Importância da massa.
…………………............................................................................5
Influência................................................................................................
...........................5
A Polar
Marítimo…..............................................................................................
.............6
Ar Polar
continental.............................................................................................
..............7
Ar Tropical
continental.............................................................................................
.........7
Gradiente
adiabático...............................................................................................
...........7
Elementos
climáticos...............................................................................................
..........9
Factores
climáticos...............................................................................................
.............9
Altitude...................................................................................................
...........................9
Latitude..................................................................................................
..........................10
Continentalidade....................................................................................
..........................10
Maritimidade..........................................................................................
.........................10
Relevo....................................................................................................
..........................11
Vegetação..............................................................................................
...........................11
Urbanização...........................................................................................
..........................11
Mudanças
climáticas...............................................................................................
.........12
Tipos de massas de
ar.......................................................................................................12
Conclusão...............................................................................................
.........................13
Referência
Bibliográfica...........................................................................................
.......14
Introdução
A geologia é um campo científico que utiliza diversos termos das ciências naturais,
muitos deles de uso cotidiano, que são objetos de estudo dessa ciência. São termos
importantes da geologia. Assim, levam-se em consideração os estudos sobre os fatores
endógenos e os fatores exógenos de transformação do relevo, isto é, os elementos
naturais que atuam internamente (tectonismo, terremotos.
A geologia é um campo científico que utiliza diversos termos das ciências naturais,
muitos deles de uso cotidiano, que são objetos de estudo dessa ciência. São termos
importantes da geologia:
Faculdade de Geologia
A Geologia é um campo da ciência que possui graduação específica com duração
de aproximadamente cinco anos. O curso é caracterizado pela interface entre diversas
áreas do conhecimento, como Matemática, Geografia, Física e Química.
A grade curricular do curso envolve matérias como mineralogia, petrografia,
sedimentologia, além de muitas aulas em laboratórios e em campo, nas quais são
desenvolvidas as habilidades práticas dos geólogos.
→ Atuação do geólogo
A Geomorfologia é uma área das Ciências da Terra responsável pelo estudo das
formas superficiais de relevo, tanto em suas fisionomias atuais quanto em seu
processo geológico e histórico de formação e transformação. Esse campo do
conhecimento é visto como uma área de intersecção entre duas diferentes ciências:
a Geografia e a Geologia.
A Geomorfologia não estuda somente o relevo de maneira estática, mas todo o conjunto
de processos que levam à sua transformação nas mais diversas escalas temporais.
Assim, levam-se em consideração os estudos sobre os fatores endógenos e os fatores
exógenos de transformação do relevo, isto é, os elementos naturais que atuam
internamente (tectonismo, terremotos etc.) e os que atuam externamente
(erosão, intemperismo etc.). Com isso, entendemos melhor a formação dos tipos de
relevo, a constituição dos solos e a melhor maneira de conservá-los.
Em uma divisão elaborada por Aziz Ab'Saber, citado por Casseti (1994)¹, existem três
principais níveis de abordagem da Geomorfologia ou estudos segmentados, que
envolvem: a compartimentação morfológica, o levantamento da estrutura superficial e o
estudo da fisiologia da paisagem.
Importância da Geologia
Por meio da Geologia é possível identificar a origem, a idade do planeta, as
transformações que sofreu ao longo do tempo e ainda, sua formação geológica.
Além disso, através das ferramentas e tecnologias utilizadas, ela pode prever os
possíveis abalos abalos sísmicos que acontecerão no globo e ainda, prever as mudanças
do clima.
Áreas de Estudo
A geologia é uma área muito ampla, sendo que as principais áreas de estudo são:
Rochas
Na Era Primitiva ou Pré-Cambriana a Terra devia ser uma só massa incandescente, com
temperaturas elevadíssimas, sem existência de matéria sólida.
Os minerais eram uma massa pastosa, semelhante ao magma. Quando a Terra começou
o processo de esfriamento, muitos minerais se solidificaram e formaram as primeiras
rochas do planeta - as rochas magmáticas.
Os gases e vapores que escaparam do resfriamento dos minerais deram origem à
camada de ar que envolve a Terra: a atmosfera.
Com a formação das chuvas, dos rios e oceanos, agindo como agentes de erosão, foram
se formando novas formas de relevo.
Os detritos (sedimentos) resultados das erosões das rochas primitivas foram sendo
depositados, camadas por camadas, nas depressões, dando origem
às rochas sedimentares.
Rochas Magmáticas
O magma que chega à superfície e sofre rápido resfriamento permite que se formem
pequenos cristais na sua composição, não visíveis a olho nu. Recebem o nome
de rochas magmáticas vulcânicas ou extrusivas.
Rochas Sedimentares
A ação das chuvas, dos ventos, dos rios, mares e geleiras sobre o relevo, desgasta as
rochas da superfície terrestre.
Esses processos vão formando sedimentos que são transportados para as partes mais
baixas do relevo, dos mares, lagos e rios.
A deposição dos sedimentos ocorre também por meio de processos químicos, como as
estalactites e estalagmites das grutas calcárias.
As estalactites são formas que pendem do teto e as estalagmites são provenientes de
pingos d'água que se acumulam no chão. Ambas são formadas por bicarbonato de sódio
dissolvido em água.
Rochas Metamórficas
Ventos
Atuam de forma lenta e gradual, esculpindo as formações rochosas e transportando os
sedimentos presentes no solo em forma de poeira. Esta ação é também chamada de
erosão eólica.
Águas
As águas das chuvas podem seguir três caminhos: evaporar-se, indo para a
atmosfera; infiltrar-se no solo para dentro do lençol freático; e escorrer pela superfície
da Terra, sob a forma de enxurradas e torrentes. As águas também podem oxidar os
minerais que contêm ferro e formar ferrugem sobre as rochas. A ação da água sobre o
granito o converte em quartzo e argilas.
Geleiras
O derretimento de geleiras localizadas em regiões montanhosas e de elevadas altitudes
forma cursos d'água que modelam a superfície por onde passam. As geleiras também
podem promover modificações no relevo através da erosão glacial, quando ocorrem
avalanches e porções de rochas se desprendem.
Seres humanos
O homem é o principal responsável pelas modificações no relevo, através de
atividades como a expansão das áreas urbanas, a construção de rodovias, escavação
para a exploração de minerais, entre tantas outras.
O relevo corresponde às irregularidades contidas na superfície terrestre. Sua formação
pode ter duas origens, provenientes de fatores endógenos (internos) e exógenos
(externos).
Os fatores internos da formação do relevo são o tectonismo e o vulcanismo. O
tectonismo influencia na formação de relevo por meio das acomodações das placas
litosféricas que podem ser de aproximação ou de afastamento.
Os movimentos da placas litosféricas são provocados pela quantidade de calor existente
dentro da Terra, dando origem às correntes de convecção que podem ser convergentes e
divergentes: a primeira quando as placas se chocam e a segunda quanto se afastam.
O processo de vulcanismo interfere na formação do relevo, pois quando existe uma
grande pressão no interior da Terra, as camadas da crosta se rompem. De uma forma
geral, o vulcanismo dá origem a duas formas de relevo: as montanhas e os planaltos.
Já os fatores exógenos (externos) formam o relevo por meio de erosões, que podem ser
pluviais (provocadas pela água da chuva) e fluviais (provocadas pelas águas dos rios e
mar). Nesses casos, o relevo sofre alterações, pois o escoamento das águas o desgasta
dando a ele gradativamente novas formas.
Meteorização
A meteorização é um conjunto de processos de natureza física, química e biológica que
colabora com a formação do relevo e do clima no mundo, posto que interfere nas
transformações das rochas além de contribuir na formação do solo.
O intemperismo está intimamente relacionado com os agentes transformadores e
modeladores do relevo, denominados respectivamente de “agentes endógenos” (que
ocorrem no interior da terra) e “exógenos” (que ocorrem na superfície do planeta).
Agentes de Meteorização
Os principais agentes do processo de intemperismo são provenientes das condições
atmosféricas como a temperatura, o clima, a ação dos ventos, da água, do relevo, dos
tipos de rochas e ainda da ação humana.
Tipos de Meteorização
Segundo o tipo de processo que ocorre, o intemperismo pode ser classificado:
• Meteorização Físico: também chamado de "intemperismo mecânico", ocorre
por meio de processos físicos, com a fragmentação das rochas formando assim diversos
tipos de sedimentos (por exemplo, a areia). É influenciado sobretudo, pela variação de
temperatura e de pressão. Com isso, o processo de dilatação das rochas, favorece sua
fragmentação.
• Meteorização Químico: por meio de reações químicas que ocorre através da
ação dos ventos, da água e da temperatura, o intemperismo químico resulta nas
alterações e transformação dos minerais, alterando assim, a composição química das
rochas. Os principais processos químicos que ocorrem nesse tipo de intemperismo são:
a hidrólise, a hidratação, a oxidação, a redução, a carbonatação e a dissolução.
• Meteorização Biológico: por meio de processos biológicos, esse tipo de
intemperismo é provocado principalmente pela decomposição dos seres vivos,
favorecendo assim, a transformação das rochas e o enriquecimento do solo.
Meteorizacao e Erosão
A erosão é um processo natural provocado também pela ação humana. Resulta no
desgaste das rochas e do solo levando ao transporte de matéria e partículas.
Embora a erosão e o intemperismo colaborem com as alterações do relevo, a erosão
difere do intemperismo na medida que não envolve processos físicos (desagregação),
biológicos (decomposição) ou químicos, que alteram a natureza dos materiais. Em
outras palavras, o intemperismo é um processo anterior à erosão.
Termoclastia
Duas outras são a dilatação e a retracção dos minerais das rochas por efeito das
variações de temperatura ambiente. Nas regiões desérticas, por exemplo, o ar é seco, a
variação térmica do dia para a noite pode atingir valores consideráveis e as variações
processam-se com grande rapidez. No Sahara, são conhecidas amplitudes diárias da
ordem dos 70º C. Nestas condições, as rochas estalam e fragmentam-se continuamente,
num processo conhecido por termoclastia [1].
Uma vez que muitas rochas contêm minerais escuros e minerais claros, portanto, com
diferentes graus de absorção da energia radiante do Sol, estes minerais aquecem e
dilatam-se de modo diferente, o que conduz à contínua «descolagem», entre si, dos
respectivos grãos, que acabam por se desagregar. Por outro lado, devido à pouca
condutibilidade térmica das rochas, verifica-se um aquecimento da película externa dos
afloramentos rochosos, que contrasta com a temperatura no seu interior.
Tal facto origina um outro tipo de termoclastia, manifestado pela descamação das
rochas, tanto mais intensa quanto maiores forem as amplitudes térmicas sofridas.
Descamação
Deslocamentos de terras
Os movimentos da Terra são os deslocamentos que o planeta realiza em relação à sua
própria estrutura ou em relação ao Sol. Existem diversos movimentos que ocorrem com
a Terra e que são imperceptíveis aos seres vivos, como a precessão dos equinócios, a
nutação, a oscilação de Chandler e o deslocamento do periélio. Outros, entretanto,
geram impactos diretos na vida no planeta, que são: rotação e translação.
A rotação diz respeito ao movimento que a Terra realiza em torno de seu próprio eixo, e
resulta na passagem dos dias e das noites. A translação, por sua vez, corresponde ao
movimento em torno do Sol, e tem como consequência as estações do ano e a passagem
do ano.
Os movimentos da Terra
Os movimentos da Terra são os deslocamentos que o planeta realiza em relação
à sua própria estrutura ou em relação ao Sol.
Muito embora a rotação seja imperceptível para nós, o que é explicado pela Física, o
planeta Terra gira em torno de si a uma velocidade de 1669 quilômetros por hora.
→ Consequências do movimento de rotação
A principal consequência do movimento de rotação é a sucessão dos dias e das
noites. Na medida em que o planeta gira em seu eixo, uma face fica voltada para o Sol,
quando é dia, enquanto a outra face fica voltada para o lado oposto, quando é noite.
Esse posicionamento se altera gradativamente com a rotação, proporcionando a
iluminação de todo o planeta Terra alternadamente. Sem a rotação não seria possível a
existência de vida na superfície terrestre, já que ela promove a distribuição de luz e
calor para ambos os hemisférios: Oriental e Ocidental.
Translação
Translação é o movimento que a Terra realiza em torno do Sol e que resulta nas quatro
estações do ano.
Translação é o nome do movimento que o planeta Terra realiza ao redor do Sol.
Trata-se de uma órbita elíptica que se completa a cada 365 dias, 5 horas e 48 minutos.
Essa é, portanto, a duração de um ano no nosso planeta. No entanto, para que a
marcação da passagem do tempo se desse de forma menos complexa, convencionou-se
a adoção de anos de 365 dias, com um ano bissexto, de 366 dias, a cada intervalo de
quatro anos. Assim, seria compensado esse período aparentemente perdido de horas.
Durante o movimento de translação, existem momentos em que o planeta Terra se
aproxima e se afasta do Sol. Chama-se de periélio o momento em que a Terra chega
mais perto daquela estrela, a 147,1 milhões quilômetros de distância mais precisamente,
o que condiciona o aumento da velocidade de translação. Já no afélio o planeta está em
seu ponto mais distante do Sol, a 152,1 milhões de quilômetros, o que reduz sua
velocidade.
Agentes erosivos
Erosão pode ser entendida como o processo de transporte de materiais intemperizados.
Isto significa dizer que, os processos erosivos são responsáveis por desagregar,
transportar e depositar sedimentos de um local para outro.
Imaginemos a seguinte situação: Ocorre uma chuva intensa sobre um solo exposto, sem
cobertura vegetal e a água leva para as regiões mais baixas, materiais como fragmentos
de rocha, minerais, matéria orgânica e o que mais a água conseguir “carregar”. Temos
neste caso um exemplo de processo erosivo.
A erosão é um processo contínuo, que ocorre em consequência da ação de agentes
erosivos responsáveis pelo transporte de materiais sólidos. De maneira natural, a água é
o principal agente erosivo. No entanto não é o único. Vejamos:
A água das chuvas: que atua sobre solos e rochas é o mais ativo dos agentes erosivos.
Sua ação contínua e intensa pode provocar mudanças significativas na paisagem.
Agentes dos cursos da águas: também atua no transporte de materiais de suas
margens, planícies de inundação e leito, desagregando e transportando significativas
quantidades de materiais das áreas mais elevadas para as regiões mais baixas.
Agentes dos mares: as correntes marítimas e o movimento das marés são agentes que
modelam as paisagens litorâneas e o relevo submarino.
Agentes dos ventos: são agentes erosivos importantes, especialmente nas regiões de
baixa umidade, como os desertos quentes. O vento esculpe rochas, transporta partículas
e transforma paisagens.
Agentes dos glaciares: é responsável por provocar erosões, especialmente nas regiões
de altas latitudes. A água acumulada nas cavidades das rochas nos períodos quentes,
congela e se dilata quando a temperatura desce. O aumento de volume causa o
rompimento da rocha.
Agora que conhecemos os agentes que provocam as erosões, precisamos compreender
os fatores que intensificam ou retardam os processos erosivos.
Clima: a ação das chuvas, a intensidade da radiação solar, a direção e força dos ventos,
as variações de temperatura, são fatores que influenciam diretamente os processos
erosivos.
Declividade do terreno: As áreas de maior inclinação favorecem o escoamento
superficial da água aumentando a intensidade erosiva das chuvas ou dos cursos d’água.
Já nas regiões planas a reduzida velocidade da água proporciona uma maior deposição
de sedimentos e menor desgaste da superfície.
Rocha matriz: cada tipo de rocha apresenta uma resistência distinta aos processos
intempéricos e erosivos, mesmo estando em condições semelhantes. Em geral, as rochas
cristalinas são mais resistentes à erosão do que as rochas sedimentares que estão mais
propensas a sofrer rápida e intensa ação dos agentes erosivos.
Vegetação: A presença ou ausência de vegetação e o tipo de cobertura vegetal, são
fatores determinantes para intensificar ou retardar os processos erosivos. Se uma área é
coberta por densa vegetação – como uma floresta tropical – a ação dos agentes de
erosão é minimizada, enquanto que, em uma região com escassa vegetação rasteira ou
sem cobertura vegetal – e portanto, desprotegida – sofre mais intensamente os processos
de erosão.
Ação humana: Embora a erosão seja um processo natural, o ser humano – afim de
atender as suas demandas – tem provocado modificações que agravam e aceleram o
desenvolvimento do fenômeno erosivo. O desmatamento, a impermeabilização do solo,
a criação de pastagens e áreas de cultivo são as principais ações humanas que têm,
provocado a perda e deslocamento de milhares de toneladas de solo todos os anos.
Referência Bibliográfica
SENE, Eustáquio de. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização.
São Paulo: Scipione, 2013.
EROSÃO DO SOLO: FATORES CONDICIONANTES – Cadernos do LOGEPA –
UFPB - Disponível em:
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Embrapa Solos – Erosão dos Solos: solucione este problema. Disponível em:
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GIANNINI, P. C. F.; MELO, M. Sé. de. Do grão à rocha sedimentar: erosão,
deposição e diagênese. In: TEIXEIRA, W.; FAIRCHILD, T. R.; TOLEDO, M. C. M. de;
TAIOLI, F. (Orgs.) Decifrando a Terra. São Paulo, SP: Companhia Editora
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HERNANI, L. C.; FREITAS, P. L. de; PRUSKI, F. F.; MARIA, I. C. De; CASTRO FILHO,
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Conclusão