CLIPPER SINON®
CLIMURON®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n°4214
COMPOSIÇÃO:
Ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl) benzoate
(CLORIMUROM-ETÍLICO)...............................................................250 g/kg(25% m/m)
Outros ingredientes........................................................................750 g/kg(75% m/m)
GRUPO B HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo e sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Sulfoniluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulado dispersível - WG
TITULAR DO REGISTRO(*):
SINON DO BRASIL LTDA. – Av. Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001, Porto Alegre - RS,
CEP 90480-001 - CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 – SAA/RS
*IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CHLORIMURON TÉCNICO SINON – Registro MAPA nº 5510
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD. – 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian
District, Shanghai, China
CHLORIMURON TÉCNICO SINON II – Registro MAPA nº 34619
Jiangsu Repont Agrochemical Co., Ltd. - Nº 18, Haibin 2 Road, Coastal Economic
Development Zone, 226407, Rudong, Jiangsu – China
FORMULADOR:
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD. – 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian
District, Shanghai, China
LANXESS INDÚSTRIA DE POLIURETANOS E LUBRIFICANTES LTDA. – Av. Brasil,
5333 – Distrito Industrial – CEP 13505-600 – Rio Claro – SP – CNPJ 68.392.844/0001-
69 – Cadastro CDA n°. 235
JIANGSU REPONT AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 18, Haibin 2 Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong,
Jiangsu, 226407 China
IMPORTADOR:
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Santos Dumont, nº 1307, sala 4-A, 1º andar – Centro
Foz do Iguaçu – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0001-92
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronat Walter Sodre, nº 2800, sala 7 – Parque Industrial
Ibiporã – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0006-05
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Av. Euripedes Menezes S/N QD 004, LT 014E – Parque Industrial
Aparecida de Goiânia – GO, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0002-73
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Projetada, nº 150 – Distrito Industrial
Cuiabá – MT, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0003-54
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronald Tkotz, nº 9916, ARMZ 5, Marginal BR 269 – Distrito Industrial Doutor
Jehovah Almeida Gomes, Cambé – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0005-16
DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, S/Nº, Sala 1 Km 500 Metros, Zona Rural –
Presidente Prudente/SP
CNPJ: 33.744.380/0003-90
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, andar 17 – Sala 1704,
Gleba Fazenda Palhano – Londrina/PR
CNPJ: 33.744.380/0001-28
DKBR TRADING S.A.
Avenida Miguel Sutil, n.º 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada – Cuiabá/MT
CNPJ: 33.744.380/0002-09
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial
no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de
2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL
DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE
III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
O Clipper Sinon é um herbicida seletivo de ação sistêmica pertencente ao grupo
químico sulfoniluréia, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas
largas em pré-plantio e na pós-emergência da cultura da soja e nas entrelinhas das
culturas de café, citros, eucalipto e pinus com aplicação em jato dirigido. Sendo
rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta.
MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS
Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos
aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a
produção de proteínas interferindo na divisão celular e levando a planta à morte. Em
algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o espessamento na
base do caule. O sistema radicular tem seu desenvolvimento prejudicado e há um
encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a
morte das plantas daninhas sensíveis em um período entre 7 e 21 dias.
CULTURAS
É indicado para a cultura da Soja tanto no sistema de plantio convencional como no
plantio direto. Tem seu uso recomendado também para o controle das plantas
daninhas, listadas no quadro abaixo, nas entrelinhas das culturas do Café, Citros,
Eucalipto e Pinus.
PLANTAS INFESTANTES E DOSES
Pós emergência da soja e das plantas daninhas
Alvo biológico Dose/ha (g/ha)
Estágio das plantas infestantes
Cultura Nome comum/
Nome científico Volume de calda no momento da aplicação
terrestre
Acanthospermum
australe 60 – 80
Carrapicho-rasteiro 100 a 300 L/ha
Carrapichinho
Ageratum conyzoides
60 – 80
Mentrasto
100 a 300 L/ha
Picão-roxo Aplicar em pós-emergência das
Amaranthus hybridus plantas daninhas indicadas, quando
60 – 80
Soja Caruru-roxo as mesmas estiverem no seu início
100 a 300 L/ha
Caruru-verde de desenvolvimento (entre 2 a 6
Galinsoga parviflora folhas) e quando a soja estiver a
60 – 80
Picão-branco partir do 3º trifólio.
100 a 300 L/ha
Fazendeiro (Máximo de aplicações: 1)
Ipomoea
aristolochiaefolia 60 – 80
Corda-de-viola 100 a 300 L/ha
Campainha
Raphanus raphanistrum
60 – 80
Nabo-bravo
100 a 300 L/ha
Nabiça
Acanthospermum
hispidum 60 – 80
Carrapiho-de-carneiro 100 a 300 L/ha
Espinho-de-carneiro
Bidens pilosa
60 – 80
Picão-preto
100 a 300 L/ha
Picão Aplicar em pós-emergência das
Desmodium tortuosum plantas daninhas indicadas, quando
60 – 80 as mesmas estiverem no seu início
Carrapicho-beiço-de-boi
100 a 300 L/ha de desenvolvimento (entre 2 a 6
Pega-pega
Soja Ipomoea grandifolia folhas) e quando a soja estiver a
60 – 80 partir do 3º trifólio.
Corda-de-viola
100 a 300 L/ha (Máximo de aplicações: 1)
Campainha
Senna obtusifolia
60 – 80
Fedegoso-branco
100 a 300 L/ha
Mata-pasto
Spermacoce latifolia
60 – 80
Erva-quente
100 a 300 L/ha
Erva-de-lagarto
Pré-plantio da soja e pós emergência das plantas daninhas (Manejo das plantas
daninhas em pré-plantio da soja)
Dose/ha
Alvo biológico
(g/ha) Estágio das plantas infestantes
Cultura Nome comum/
Volume de no momento da aplicação
Nome científico
calda terrestre
Raphanus sativus
40
Nabo, nabiça
100 a 300 L/ha Manejo da cobertura vegetal em
pré-plantio deve ocorrer quando as
Senecio brasiliensis
40 plantas infestantes indicadas
Soja Maria-mole
100 a 300 L/ha estiverem entre 2 a 6 folhas.
(Máximo de aplicações: 1)
Conyza bonariensis
80
Buva
100 a 300 L/ha
Pós emergência das plantas daninhas nas entrelinhas das culturas do Café,
Citros, Eucalipto e do Pinus (jato dirigido)
Dose/ha
Alvo biológico (g/ha) Estágio das plantas infestantes no
Cultura
Nome comum/ Volume de momento da aplicação
Nome científico calda terrestre
Bidens pilosa
50 – 80
Picão-preto Aplicar em pós-emergência, nas
100 a 300 L/ha
Picão entrelinhas, através de jato dirigido
Commelina nas plantas daninhas indicadas na
Café
benghalensis 50 – 80 fase de 2 a 6 folhas.
Trapoeraba 100 a 300 L/ha (Máximo de aplicações: 1)
Capoeraba
Ipomoea grandifolia
50 – 80
Corda-de-viola Aplicar em pós-emergência, nas
100 a 300 L/ha
Campainha entrelinhas, através de jato dirigido
Raphanus nas plantas daninhas indicadas na
raphanistrum 50 – 80 fase de 2 a 6 folhas.
Nabo-bravo 100 a 300 L/ha (Máximo de aplicações: 1)
Nabiça
Acanthospermum
hispidum
40 – 80
Carrapicho-de-
100 a 300 L/ha
carneiro
Espinho-de-carneiro
Amaranthus hybridus
40 – 80
Caruru-roxo
100 a 300 L/ha Aplicar em pós-emergência nas
Caruru-branco
entrelinhas, através de jato dirigido
Bidens pilosa
Citros 40 – 80 nas plantas daninhas indicadas, na
Picão-preto
100 a 300 L/ha fase de 2 a 8 folhas.
Picão
(Máximo de aplicações: 1)
Portulaca oleracea
40 – 80
Beldroega
100 a 300 L/ha
Bredo-de-porco
Raphanus
raphanistrum 40 – 80
Nabo-bravo 100 a 300 L/ha
Nabiça
Acanthospermum
hispidum
60 - 80
Carrapicho-de-
100 a 300 L/ha
carneiro
Espinho-de-carneiro
Alternanthera tenella
60 - 80
Apaga-fogo
100 a 300 L/ha
Periquito
Bidens pilosa
60 - 80 Aplicar em pós-emergência, nas
Picão-preto
100 a 300 L/ha entrelinhas, através de jato dirigido
Picão
Eucalipto nas plantas daninhas indicadas, na
Commelina
fase de 4 folhas.
benghalensis 60 - 80
(Máximo de aplicações: 1)
Trapoeraba 100 a 300 L/ha
Capoeraba
Ipomoea grandifolia
60 - 80
Corda-de-viola
100 a 300 L/ha
Campainha
Raphanus
raphanistrum 60 - 80
Nabo-bravo 100 a 300 L/ha
Nabiça
Acanthospermum
hispidum Aplicar em pós-emergência, nas
60 - 80
Carrapicho-de- entrelinhas, através de jato dirigido
100 a 300 L/ha
carneiro nas plantas daninhas indicadas, na
Espinho-de-carneiro fase de 4 folhas.
Alternanthera tenella (Máximo de aplicações: 1)
60 - 80
Apaga-fogo
100 a 300 L/ha
Periquito
Bidens pilosa
60 - 80
Picão-preto
100 a 300 L/ha
Picão
Commelina Aplicar em pós-emergência, nas
benghalensis 60 - 80 entrelinhas, através de jato dirigido
Pinus Trapoeraba 100 a 300 L/ha nas plantas daninhas indicadas, na
Capoeraba fase de 4 folhas.
Ipomoea grandifolia (Máximo de aplicações: 1)
60 - 80
Corda-de-viola
100 a 300 L/ha
Campainha
Raphanus
raphanistrum 60 - 80
Nabo-bravo 100 a 300 L/ha
Nabiça
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Clipper Sinon pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas
daninhas antes do plantio ou durante o ciclo da cultura da Soja, não ultrapassando 80
g/ha de Clipper Sinon por ciclo da cultura. O manejo da cobertura vegetal em pré-
plantio deve ocorrer quando as plantas infestantes indicadas estiverem entre 2 a 6
folhas. A aplicação em pós-emergência da cultura da soja e das plantas daninhas
indicadas, deve ocorrer quando as mesmas estiverem no seu início de
desenvolvimento (entre 2 a 6 folhas) e quando a Soja estiver a partir do 3º trifólio.
O controle das plantas daninhas presentes nas entrelinhas das culturas perenes deve
ser realizado através de uma única aplicação de Clipper Sinon em jato dirigido. Na
cultura do Citros aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido
nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no Café na fase de 2 a 6 folhas. Para
as culturas de Eucalipto e Pinus, aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através
de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas.
MODO DE APLICAÇÃO
Para preparação da calda abasteça o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo
agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do herbicida Clipper Sinon em
um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto. Após isso
adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob
agitação constante. Em seguida, deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na dose
de 0,05% v/v (50 mL/100 litros de água) no caso da cultura da Soja e 0,5% v/v (500
ml/100 litros de água) de óleo vegetal para as demais culturas recomendadas,
mantendo-se a continua agitação. Deve-se preparar apenas a quantidade necessária
de calda para uma aplicação. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo
biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a
formação de depósito no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda
antes de reiniciar a operação.
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda.
Pressão de trabalho: 30 a 50Lb/pol2.
Tipo de ponta de pulverização: leque.
Diâmetro de gotas: 180 a 200 μm
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm2.
Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de
pulverização das plantas infestantes.
Aplicação aérea:
Volume de calda: 20 a 40L/ha
Para volumes de aplicação até 20L/ha: Aeronaves agrícolas dotadas de barra com
bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46) ou bicos rotativos (MICRONAIR-AU-5000-
2), com altura de voo de 3-4 metros (MICRONAIR) ou 2-3 metros (bicos cônicos), e
largura de faixa de deposição efetiva de 13 metros. Para volumes de aplicação de 30-
40L/ha, utilizar aeronaves com barra de metros. Tamanho de gotas: 200 a 400
micrômetros. Densidade de gotas: 30 gotas/cm 2.
Evitar a aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), temperaturas
maiores que 25ºC e umidade relativa menor que 70%, com finalidade de evitar perdas
por evaporação e deriva. Redobrar os cuidados em caso de aplicações com volume de
calda maior que 20L/ha.
Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo ou representante da empresa.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Dias
Café 65
Citros 65
Eucalipto UNA*
Pinus UNA*
Soja 65
*UNA (uso não alimentar)
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um
período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada sobre as
plantas esteja seca.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme as recomendações de
uso. Devido ser altamente fitotóxico, ao atingir plantas que não se deseja controlar
pode provocar danos irreversíveis.
Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do
produto em relação ao alvo (deriva).
Não aplicar o produto em períodos de estiagem prolongada, nas horas mais quentes e
com umidade relativa inferior a 60%.
No caso de rotação de culturas, aguardar o prazo de 60 dias após a aplicação do
Clipper Sinon na soja para o plantio de trigo, feijão, algodão e milho.
Fitotoxicidade: Não existe evidência de fitotoxicidade para a soja nas doses
recomendadas a partir do estádio de 3º trifólio, no entanto pode ocorrer leve necrose
nas folhas apicais, sem prejuízo para a produtividade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana-ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO.
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso contínuo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para
o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados
herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a
cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que
possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Não aplicável, trata-se de um herbicida.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA
BULA.”
PRODUTO PERIGOSO
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3
quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA”
e manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagem utilize equipamento de proteção individual – EPI;
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha;
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (‘respirado’), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR SULFONILURÉIAS
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Sulfoniluréia
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Os compostos sulfoniluréicos são poucos absorvidos através do
trato gastrintestinalde de animais e do homem. A
biotransformação desses compostos ocorre por processo de
hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação com
Toxicocinética
substâncias endrógenas especialmente, com o ácido uridino
difosfato glicurônico (UDPGA) e 3-fosfoadenosina-5-fosfossulfato
(PAPS). Em grande proporção, são excretados sob a forma
inalterada.
Mecanismos de Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
toxicidade
Exposição Aguda : há poucos relatos de intoxicação aguda em
humanos. Em animais produziu :
Sinais e Sintomas :
Dérmica Irritação leve, não foi sensibilizante
Ocular Irritação leve
Inalatória Irritação
Oral Náusea, vômito e diarréia
Sintomas e sinais clínicos Sistêmica Após ingestão de grandes quantidades do
produto, pode ocorrer metahemoglobinemia
(depressão do SNC e hipoxemia, cianose não
responsiva à terapia de oxigênio), alterações
hepáticas e no sistema imune.
Exposição crônica : podem ocorrer alterações do metabolismo
proteico, moderado, enfisema, perda de peso, irritação das
membranas das mucosas respiratórias, com tosse e dificuldade
respiratória.
SILICATO DE ALUMÍNIO : é uma substância fisiologicamente
inerte. Pela sua capacidade obstipante pode causar problemas
intestinais como obstrução, se ingerido em grandes quantidades.
Outros componentes
Em contato com mucosas pode ser irritante. Na exposição
crônica, devido a que contém grandes quantidades de sílica livre
pode provocar problemas respiratórios como pneumoconiose.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e
de quadro clínico compatível.
● Obs. : Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
Diagnóstico
intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
● Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os
pacientes com cianose.
O tratamento para uréias substituídas em geral é como segue:
Antídoto: Não há antídoto específico.
● Em caso de Metahemoglobinemia : Administre 1 a 2 mg/Kg de
uma solução de Azul de Metileno a 1% lentamente via
intravenosa em pacientes sintomáticos.
Doses adicionais podem ser necessárias.
Tratamento : remoção da fonte de exposição, descontaminação,
proteção das vias respiratórias, de aspiração, tratamento
sintomático e de suporte.
Exposição oral :
● Lavagem gástrica : na maioria dos casos não é necessário.
Tratamento 1. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de
Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação
endotraqueal.
2. Contra-indicações : perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não
intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou
perfuração gastrointestinal.
● Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão (1h)
1. Dose: suspensão (240 mL de água/30g de carvão). Dose: 25
a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1g/Kg
em < 1ano;
● Não provocar vômito, se ocorrer espontaneamente não deve
ser evitado.
● Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as
vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio
e intubar se necessário. Atenção especial para parada
respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação
assistida se requerido. Fluidos intravenosos e monitorização de
oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
● Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos. Manter
internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
Exposição Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a
inalatória irritação, bronquite ou pneumonia. Administre
oxigênio e auxilie na ventilação. Trate
broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória
e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Lave os olhos expostos com quantidades
ocular copiosas de água ou solução salina 0,9%, à
temperatura ambiente, por pelo menos 15
minutos. Se os sintomas persistirem,
encaminhar o paciente para especialista.
Exposição Remova as roupas contaminadas e lave a área
dérmica exposta com abundante água e sabão.
Encaminhar o paciente para o especialista caso
a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros :
● EVITAR aplicar respiração boca a boca em caso de ingestão
do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
● Usar equipamentos de PROTEÇÃO : para evitar contato
cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química.
Contra-indicações O uso do azul de metileno para hipóxia esta contra-indicado em
pacientes que possuem deficiência da glucose-6-fosfato
desidrogenase (G6PD).
Efeitos sinérgicos Não relatados em humanos.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar
o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
ATENÇÃO Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação
em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: Sinon (51) 3023-8181
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: snbr@[Link]
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
Vide itens de Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO :
Efeitos agudos
• DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg
• CL50 inalatória em ratos: > 3,368 mg/L (4 horas)
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante dérmico.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: os animais de experimentação
apresentaram irritação leve. A irritação foi reversível em até 48 horas.
• Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
• Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos : em ratos houve diminuiçao do ganho de peso e alterações
hepáticas; em cães, leve anemia hemolítica, presença de pigmento anormal, aumento
de eritropoiese, hemossiderose esplênica e atrofia do timo e próstata. Não há
evidências de carcinogenese, efeitos endócrinos, reprodutivos ou sobre o
desenvolvimento até o momento.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
( ) – Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) – Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) – Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) – Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir, principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa SINON DO BRASIL
LTDA – telefone de emergência: Toxiclin 0800 0141 149.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para
sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2 OU
PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda
do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando
o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após
o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA :
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após
o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após
o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora
e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante através do telefone (51) 3023-8181 para sua devolução e destinação
final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.