Políticas Públicas de Atenção às Urgências e
Emergências Classificação de Risco
Enf. Igor
27/09/2022
Políticas Públicas de Atenção às Urgências e Emergências Classificação de Risco
Diversas são as legislações que organizam os sistemas de atenção às urgências
A Atenção às Urgências deve fluir em todos os níveis do SUS, organizando a assistência
desde as Unidade Básicas, Equipes de Saúde da Família até os cuidados pós-hospitalares na
convalescença, recuperação e reabilitação.
BRASIL, 2003
Políticas Públicas de Atenção às Urgências e Emergências Classificação de Risco
PORTARIA N.º 2048/GM, EM 5 DE NOVEMBRO DE 2002
Regulamento técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e
Emergência
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P O R TA R I A N º 1 8 6 4 / G M , E M 2 9 D E S E T E M B R O D E 2 0 0 3
Institui o componente pré-hospitalar móvel da Política Nacional de Atenção às
Urgências, por intermédio da implantação de Serviços de Atendimento Móvel de
Urgência em municípios e regiões de todo o território brasileiro: SAMU- 192.
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P O R TA R I A N . º 1 8 6 3 / G M , E M 2 9 D E S E T E M B R O D E 2 0 0 3
Institui a Política Nacional de Atenção às Urgências, a ser
implantada em todas as unidades federadas, respeitadas as
competências das três esferas de gestão.
PORTARIA Nº-1.600, DE 7 DE JULHO DE 2011
Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a
Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde(SUS).
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P O R T A R I A N º 1 . 0 1 0 , D E 2 1 D E M A I O D E 2 0 1 2
Redefine as diretrizes para a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência (SAMU 192) e sua Central de Regulação das Urgências - componente da
Rede de Atenção às Urgências
Normatização e repasse de verbas.
RESOLUÇÃO COFEN Nº 655/2020
Normatiza a atuação dos profissionais de enfermagem no Atendimento Pré-
hospitalar (APH) móvel Terrestre e Aquaviário, quer seja na assistência
direta, no gerenciamento e/ou na Central de Regulação das Urgências
(CRU).
- Atuação de cada categoria profissional (enf x tec enf)
- Capacitação
-Protocolos
-Reconhece a central de regulação como espaço de atuação da enfermagem
-Comunicação segura (registro de enfermagem, passagem de plantão,
gravação da comunicação com a central de regulação)
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Regulação Médica das Urgências e Emergências
As Centrais, estruturadas nos níveis estadual, regional e/ou municipal, organizam a relação
entre os vários serviços, qualificando o fluxo dos pacientes no Sistema e geram uma porta de
comunicação aberta ao público em geral, através da qual os pedidos de socorro são recebidos,
avaliados e hierarquizados.
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Central de Regulação Médica
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Políticas Públicas de Atenção às Urgências e Emergências
Regulação naClassificação de Risco
Rede de Atenção a Saúde
Políticas Públicas de Atenção às Urgências e Emergências
Regulação naClassificação de Risco
Rede de Atenção a Saúde
PORTARIA Nº 10 DE 3 DE JANEIRO DE 2017
Redefine as diretrizes de modelo assistencial e financiamento de UPA 24h
de Pronto Atendimento como Componente da Rede de Atenção às
Urgências, no âmbito do Sistema Único de Saúde.
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Regulação naClassificação de Risco
Rede de Atenção a Saúde
PORTARIA Nº 10 DE 3 DE JANEIRO DE 2017
São diretrizes da UPA 24h
I - funcionamento ininterrupto 24 (vinte e quatro) horas e em todos os
dias da semana, incluindo feriados e pontos facultativos;
II - Equipe Assistencial Multiprofissional com quantitativo de
profissionais compatível com a necessidade de atendimento com
qualidade,
III - acolhimento;
IV - classificação de risco
Políticas Públicas de Atenção às UrgênciasRegulação
e Emergências Classificação
na Rede de Atençãodea Risco
Saúde
PORTARIA Nº 10 DE 3 DE JANEIRO DE 2017
Art. 4º As ações das UPA 24h deverão fazer parte do planejamento da Rede de
Atenção às Urgências - RAU, a qual se encontra vinculada, bem como incluídas no
Plano de Ação Regional da RAU, conforme Portaria nº 1.600/GM/MS, de 7 de julho
de 2011.
Políticas Públicas de Atenção às UrgênciasRegulação
e Emergências Classificação
na Rede de Atençãodea Risco
Saúde
PORTARIA Nº 10 DE 3 DE JANEIRO DE 2017
Art. 5º Considerar-se-á a UPA 24h em efetivo funcionamento quando
desempenhar as seguintes atividades:
I - acolher os pacientes e seus familiares em situação de urgência e emergência,
II - articular-se com a Atenção Básica, o SAMU 192, a Atenção Domiciliar e a Atenção
Hospitalar, bem como com os serviços de apoio diagnóstico e terapêutico e outros
serviços de atenção à saúde, por meio de fluxos lógicos e efetivos de referência e
contrarreferência, ordenados pelas Centrais de Regulação de Urgências e complexos
reguladores instalados nas regiões de saúde;
III - prestar atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes acometidos por
quadros agudos ou agudizados de natureza clínica, e prestar o primeiro atendimento
aos casos de natureza cirúrgica e de trauma, estabilizando os pacientes e realizando
a investigação diagnóstica inicial, de modo a definir a conduta necessária para cada
caso, bem como garantir o referenciamento dos pacientes que necessitarem de
atendimento;
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Regulação naClassificação de Risco
Rede de Atenção a Saúde
PORTARIA Nº 10 DE 3 DE JANEIRO DE 2017
Art. 5º Considerar-se-á a UPA 24h em efetivo funcionamento quando
desempenhar as seguintes atividades:
IV - funcionar como local de estabilização de pacientes atendidos pelo SAMU 192;
V - realizar consulta médica em regime de pronto atendimento nos casos de
menor gravidade;
VI - realizar atendimentos e procedimentos médicos e de enfermagem adequados
aos casos demandados à UPA 24h;
VII - prestar apoio diagnóstico e terapêutico conforme a sua complexidade;
VIII - manter pacientes em observação, por até 24 horas
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Atendimento
Pré-hospitalar
Fixo
DEFINIÇÃO DOS NÚMERO
POPULAÇÃO RECOMENDADA NÚMERO MÍNIMO
PORTES MÍNIMO DE
PARA A ÁREA DE DE LEITOS SALA DE
APLICÁVEIS ÀS LEITOS DE
ABRANGÊNCIA DA UPA 24h URGÊNCIA
UPA 24h OBSERVAÇÃO
50.000 A 100.000
PORTE I 7 LEITOS 2 LEITOS
HABITANTES
100.001 A 200.000
PORTE II 11 LEITOS 3 LEITOS
HABITANTES
200.001 A 300.000
PORTE III 15 LEITOS 4 LEITOS
HABITANTES
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ACOLHIMENTO COM
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
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O QUE É A CLASSIFICAÇÃO DO RISCO?
A classificação de risco é uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e
emergência, voltada para avaliar e identificar os pacientes que necessitam de
atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco,
agravos à saúde ou grau de sofrimento.
O principal propósito é promover um atendimento
mais qualificado, organizado e humanizado,
definindo prioridades de acordo com o grau de
complexidade apresentado pelos usuários dos
serviços de emergência e não pelo antigo sistema,
no qual os pacientes eram atendidos por ordem de
chegada
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Políticas Públicas de Atenção às Urgências e Emergências Classificação de Risco
A Política Nacional de Atenção às Urgências que instituiu a
Rede de Atenção às Urgências e Emergências, estabelece a
classificação do risco como um dos seus serviços
componentes:
§ 3º O acolhimento com classificação do risco, a
qualidade e a resolutividade na atenção
constituem a base do processo e dos fluxos
assistenciais de toda Rede de Atenção às
Urgências e devem ser requisitos de todos os
pontos de atenção.
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Resolução COFEN nº 423/2012
Normatiza, no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, a
Participação do Enfermeiro na Atividade de Classificação de Risco
A classificação de risco correspondente priorização do atendimento em
Serviços de Urgência como um processo complexo, que demanda competência
técnica e científica em sua execução;
Parte do sistema de humanização da assistência e objeto de padronização do
Ministério da Saúde;
Metodologia internacionalmente reconhecida para classificação de risco
(Protocolo de Manchester) prevê que o usuário seja acolhido por uma equipe
que definirá o seu nível de gravidade e o encaminhará ao atendimento
específico de que necessita;
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ACOLHIMENTO COM
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
Desenvolver articulações com a atenção básica, ambulatórios de
especialidade, serviços de atenção e internação domiciliar, etc.
Promover uma reinserção do usuário em áreas do sistema que
qualificam a alta do usuário da unidade de urgência e emergência,
produzindo possibilidades de vínculo e responsabilização.
BRASIL, 2009
INSTRUMENTO DE ACOLHIMENTO DA DEMANDA ESPONTÂNEA
RIBEIRÃO PRETO
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SAMU
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
Regional Ribeirão Preto
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Serviços de Urgência
Atendimento precoce às vítimas de agravos à saúde
Garantir atendimento e/ou transporte adequado, rápido e
resolutivo para um serviço de saúde devidamente hierarquizado e
integrado ao SUS.
Bombeiro 193 SAMU 192
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+ de 40 mil ligações por mês!
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5 mil atendimentos por mês em
Ribeirão Preto!
5 mil atendimentos por mês na Região!
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SAMU RIBEIRÃO PRETO
8 bases operacionais descentralizadas
• 5 Unidade de Transporte Secundário – atendimento de demanda de transporte
das regulações secundárias
• 5 vans do serviço especializado (terceirizado) + 1 van da Central de Regulação
Médica
• 11 Unidades de Suporte Básico - USB
• 2 Motolâncias - GMAU (Grupo de Motociclistas em Atendimento de Urgência)
• 2 Unidades de Suporte Avançado - USA
• 1 Central de Regulação Médica Municipal
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SAMU
REGIONAL
Abrange 26 Municípios da DRS XIII
[Link]ópolis [Link]á [Link] Cruz da [Link] Azul
[Link] [Link] Esperança [Link]
[Link] [Link]ópolis [Link] Rita do Passa [Link]ãozinho
[Link] [Link]ís Antonio Quatro
[Link] [Link] Alto [Link] Rosa do
6.Cássia dos Coqueiros [Link] Viterbo
[Link] [Link] [Link] Antonio da
8. Dumot [Link]ópolis Alegria
9. Guariba [Link]ão Preto 23.São Simão
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Pintada de amarelo, foi lançada a primeira viatura para suporte avançado
de vida de Ribeirão Preto, cujo despacho ficava a critério da rádio-
operadora por quem eram controladas as outras viaturas (ambulâncias
brancas).
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SAMU
PRA QUE SERVE O SAMU?
Atendimento precoce às vítimas de agravos à saúde
clínica,
cirúrgica,
gineco-obstétrica,
traumática e
psiquiátrica
Garantir atendimento e/ou transporte adequado, rápido e resolutivo
para um serviço de saúde devidamente hierarquizado e integrado ao
SUS.
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SAMU em imagens...
GMAU
Grupo de Motolâncias de Atendimento de Urgência
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USA
Unidade de Suporte Avançado
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USB
Unidade de Suporte Básico
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Protocolos e atuação profissional
Utilização de protocolos de atendimento imediato
Maior autonomia aos profissionais
Novos paradigmas e transformações no atendimento a esta
população específica
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Administração do processo de trabalho
Conhecimento científico
Compromisso profissional do enfermeiro
Ferramenta essencial para melhorar o cuidado prestado
na urgência
(DAROLT, 2007).
Educação continuada/permanente
A capacitação profissional e a integração entre as equipes são
facilitadores para o alcance de uma assistência adequada aos pacientes
que necessitam de intervenções imediatas
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Tomada de Decisão
Nos serviços de emergência as atitudes e
decisões são tomadas constantemente sobre a
vida do paciente.
Educação continuada/permanente
MAIO AMARELO
Projeto
SAMUZINHO
Desafios...
Enfrentamento do estresse
Estresse das diferentes equipes de atendimento
Bom preparo físico
Trabalho em equipe
Comunicação positiva
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Tomada de decisão
Nos serviços de emergência as atitudes e decisões são
tomadas constantemente sobre a vida do paciente.
Espera-se que toda atuação profissional neste setor seja de
qualidade, realizada com eficiência e conhecimento, para
assim tratar cada indivíduo de forma adequada com vistas à
sua complexidade (MONTEZELI, 2009).
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Enfermeiro na Urgência APH
Cuidar Gerenciar
A articulação entre os processos proporciona o atendimento
integral das necessidades do paciente e da instituição
boa prática em enfermagem
(AZEVEDO, 2010; HAUSMANN, PEDUZZI, 2009)
Previsão e Provisão de Recursos Humanos
Núcleo de Educação em Urgência
SAMU Regional de Ribeirão Preto
Cuidar do cuidador…
Aspectos emocionais envolvidos no atendimento
É PRECISO SE
CUIDAR!!!
BUSCAR AJUDA, TERAPIA, TER UM
HOBBIE, PRATICAR EXERCÍCIOS
APRENDER A SUPERAR AS TRISTEZAS
QUE O SERVIÇO ENCONTRA
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Colocar fotos suas e finalizar
neusamu@[Link]